#93 WIZARDS É A VILÃ | MSH | 23 Mágicas com Alana Costa e Randi Maldonado
Episódio editado por RANDI MALDONADO - https://wa.me/5511945894100
No episódio de hoje vamos dar nossas opiniões embasadas sobre o formato de MHS, Marvel Super Heroes! Qual é a melhor cor? Qual é o melhor deck? A edição é boa?! Dá o play e vamos novamente para os EUA, mas não pra curtir a copa do mundo, e sim para tentar salvá-lo da grande vilã WTC!
PACOTINHO
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O 23 Mágicas é um podcast sobre Magic The Gathering focado em formatos limitados e draft, produzido e editado por Randi Maldonado e Elisa Costa do canal Migucheras/Elisa Alana.
#mtg #mtga #mtgdraft #mol #mtgonline
Logo e identidade Visual feitas por VISION
Alana Costa
Randi Maldonado
- Marvel Super Heroes no MagicFormato MHS · Melhores cores e decks · Desbalanceamento entre cores · Estratégias de jogo · Comparação com Strixhaven · Cartas chave e bombas
- Aplicação e Discussão da CartaResgate Rápido (Rapid Rescue) · Crimson Operative · Brave Brawler · Hydra Crew · Atlantis Attacks · Superforça · Hydra Infiltration · Ronin Shadowstalker
- Evolução da Consciência e as Cores da RosaAzorius (Azul e Branco) · Vermelho · Preto · Verde · Orzhov (Preto e Branco)
- experiência de jogoMD1 vs MD3 · Pod Draft · Splashar cores · Construção de decks agressivos · Construção de decks de controle
- Tiragem de cartasBarão Strucker · Estátua (Statue Seize Shifter) · Avengers Tower · Homem Topeira (Mole Man)
- Participacao OuvintesGustavo Batista · Luiz Bonner
Deixa eu acabar minha bala de canela.
Essa é braba! Nossa, eu adoro aquela redonda lá. Isso é, nossa, brabíssima!
Me sinto tomando aquela bala de caramelo daquele desenho Dudu e Edu. Lembra que eles ficavam com um bocão bem gigantão?
Não lembro desse nome, Dudu e Edu, mas não, não lembro de nenhuma cena no desenho.
Vamos lá. Boas-vindas, ouvinte do 23 Mágicas! Pega seus 3 pacotinhos de Magic e senta aqui na mesa com a gente, que a gente já vai começar o draft. Eu sou o Randy Maldonado e falando aqui comigo diretamente do Castelo do Doutor Doom, Alana Costa.
E aí, Randy? E aí, galera? Boas-vindas para mais episódio do 23 Mágicas.
Ah não, esse é X-Men. É, mas tem também, né?
Só no que vem.
Não, mas nessa aqui até que tem um outro, tem um Wolverine aqui, ali tem um Fera, tem a galerinha ali.
Não, mas eu duvido muito que a gente não tem um set de X-Men, né?
Verdade. E é isso, gente, vamos, estamos aqui para continuar falando de Marvel, essa coleção, essa coleção do Medic que é Definitivamente uma coleção que existe no Magic.
É definitivamente uma das coleções de todos os tempos.
Lembrando que você que tá ouvindo pode apoiar o nosso trabalho aqui ranqueando o nosso podcast no seu agregador de áudio e também deixando um comentário. Olha só, e nós temos aqui alguns comentários que o pessoal deixou. Comentário, o primeiro comentário aqui, Alana, do Gustavo Batista. Então a mensagem anônima do Gustavo Batista, alerta de mensagem anônima. Ontem acessei o joguinho para farmar um gold, abri o T2, enfrentei uma board de Homem-Aranha, abri o Timeless, enfrentei os Vingadores.
Aff. Grave.
Grave, hein? Nossa, abri o T2, ah, droga, vou jogar um Timeless aqui, aí vem os Vingadores.
Pior que eu vi hoje um vídeo, a galera tá usando aquele bicho que se tiver na sua mão inicial você pode começar com ele em jogo, sabe? Um ímpeto, o Quicksilver. Sim, a galera tá usando, a galera tá usando no Time, aliás, no deck de Storm, porque tem uma instantânea que é uma preta, sacrifica uma criatura, gera 4 pretas.
Você consegue combar?
É, você comba tipo turno 2, porque já começa o jogo com ele em jogo, e aí você faz um bagulho preto de mana, faz umas Mox, compra umas cartas e comba, saca? Mas tipo, é uma peça, você poderia usar um Ornithoptero, sabe? Mas é tipo, como assim, como se fosse outra cópia de um bicho que custa 0 mana, sabe? Nossa, doentio, doentio, doentio.
E nós também temos um comentário aqui de Luiz Bonner, nosso lindo aqui, que mandou o seguinte: breve contexto, me chamo Luiz, ouço vocês desde o primeiro episódio. Sim, nós conhecemos o Luiz, mas fica aí a informação para nossa audiência. E um dos motivos que me fazem amar MTG Limitado é a possibilidade de jogar com decks diferentes, entre aspas, sempre. A minha inquietação nessa coleção é não conseguir explorar outras cores além de Azores.
Olha, ele continua aqui, mas eu também tive essa impressão, tá? Vamos só finalizar aqui para dar as opiniões. Sempre acho que as outras cores estão rasas ou que a maioria das cartas são horríveis. Por favor, me iluminem com a verdade sobre o formato. Eu até estou ignorando as artes Mas como diz a Britney, my loneliness is killing me. Britney bitch.
É, Britney bitch. Bom, um beijo pra Luiz Bonner, fofíssimo. Assunto principal da semana. Porque eu tava pensando exatamente isso, saca? Eu até postei no Twitter um desabafo assim. Que eu postei lá uns decks que eu montei esses dias. Que tipo, decks divertidíssimos, saca? E tudo 4 vitórias. Eu acho que teve algum que eu fiz 5, mas tipo... Assim, ó, tá? Pra quem segue no Twitter, procura lá. É tipo um Simic com 2 splash, um Selesnya, um Ezet com splash branco e um Boros com splash azul.
Um deck muito maneiro, saca? Divertido de jogar. Sim, eu acho que essa edição assim, tipo, é aquele negócio. Não vamos falar de azul e branco. As cores são realmente, tipo, é muito desbalanceado assim, sabe? E eu tava até vendo uma galera comentando hoje no Discord lá do Alex. Eu abro de vez em quando pra ver a discussão. Tipo assim, as comuns azuis e brancas meio que são melhores que tipo as comuns e as incomuns branca e preta, por exemplo, sabe?
Então tem tipo, tem um desbalanceamento muito grande assim na edição de cor. E são cores muito profundas, saca? Azul e branco. Eu acho que o tema também, ah, a gente quer destacar os heróis, sabe? Etc., alguma coisa assim.
É. Não sei, eu joguei poucas vezes e todas as vezes que eu joguei também senti isso. Também fiz bons resultados com azórios e resultados ruins com as outras cores.
E é isso. É, e aí assim, qual que é o negócio da edição, gente? Pensa que ao contrário de Strixhaven, o Alex falou isso no vídeo dele, eu achei um ponto de partida interessante assim para explicar quem não pegou a vibe. Strixhaven tinha aquela pressão para você fazer um deck extremamente agressivo ou um deck extremamente over the top assim, sabe? Pelos incentivos do formato e tal. E é como se Marvel fosse o contrário nesse sentido, porque não tem tanta mágica, não tem tanta remoção, as remoções são meio fracas em geral, não tem tipo drop 1 e drop 2 que gera, que bota muita pressão ou que gera muito valor.
Tipo, os drop 2 como geral também são fracos assim, as criaturas boas meio que custam 3 mana para cima, sabe, tirando algumas exceções raras e tal, e míticas. E aí o que isso faz é que isso estende o jogo. Como tem muita criatura e pouca remoção, ele vira tipo, vira um estende o jogo, mas no sentido de midrange assim, sabe? Porque também não tem ferramenta muito boa de controle, não tem como ser hiper agro. Então meio que todos os decks terminam sendo facetas de midrange.
E aí como as cartas azuis e brancas têm uma rate maior por si só assim, elas dão mais coisa pelo que você paga de mana sem precisar de sinergia, tipo as cartas simplesmente são boas por si só. Termina sendo as cores mais favorecidas.
É, Balsizinho, é, Balsizinho Safado, é, Prinning Champion.
Prinning Champion, 3 mana, 2/2, compra uma carta, ganha 2 de vida. E aí tipo, incomum, tem incomum infinita. As remoções boas que exilam são brancas, sabe? O Web Up é bom na edição, tem uma 2 mana também que exila um bicho com resistência 4 ou mais. Então tipo assim, é muito favorecido, porque assim, você tá tentando jogar tipo de Rakdos ou de Izzet, montar tipo uma sinergiazinha. Só que a galera simplesmente faz cartas boas, gera mais valor que você, sabe?
As peças de sinergia são meio fracas por si sós, dependem das outras peças de sinergia. Tipo no vermelho, assim, acho que o vermelho é a cor mais, mais que ficou mais prejudicada nessa edição, sabe? Inclusive, tipo assim, eu vi uma galera falando que vermelho é uma cor só de suporte, só não vale a pena draftar vermelho. Eu diria que tipo sempre a gente fica aquele negócio de, ai, será que o formato vai corrigir? A galera vai começar a pegar as cartas mais alto e tal.
Eu acho que essa edição me parece assim tão desbalanceada para você jogar MD1 no Arena, meio que isso não vai acontecer, sabe?
Eu tenho impressão que tipo, a impressão que eu tô é que não é exatamente que o formato vai se corrigir porque as pessoas vão parar de pegar as horas. Eu acho que se existir uma possibilidade, é a possibilidade do exploit que existiu em um ano, que todo mundo fazia decks agros muito legais lá, o Azorius sobrava. E aí algumas pessoas conseguiam estudar esse exploit no sentido, olha, consigo montar um deck para lidar com isso, talvez dê para ir nesse sentido.
Mas também eu fiquei explorando bastante, tipo, esses dias, sexta, segunda, ontem joguei, eu tentei montar tipo todos os tipos de deck vermelho possível assim. Eu tava tendo um soft force vermelho que eu percebi uma coisa que o vermelho faz bem nessa edição que é ignorar o total de vida do seu oponente, sabe? Tipo assim, tem muito dano direto porque você tem aquele 2 mana, 1/3, quando entra um artefato você dá um ping, um artefato ou um vilão.
Aí você tem uma carta que é super chave, que é uma incomum, que é 4 mana, 2/4, que é a Arqueira, que quando uma fonte que você controla for causar dano que não é de combate, ela causa aquela quantidade mais o poder da Arqueira. Então tipo assim, Com esse artefatinho aí que dá ping quando entra as coisas, cada ping dá dano 3 de dano, sabe? Aí você tem o arco, que é 1 mana para baixar, 1 para equipar. Quando a criatura é virada, ela ganha +0/+0, e quando ela é virada você dá um ping.
Então você pode botar isso na arqueira. E aí você vai fazendo umas coisas assim, sabe? É tipo um deck de ping. E aí você tem Lightning Strike, que vai na face. Você tem aquela que é o Hulk jogando um carro, que vai na face também, que é 4 mana, dá 4 de dano. Você tem um plano que eu achei tipo muito quente para esse tipo de deck, que é 3 mana. Quando você conjura uma mágica que não seja criatura, você cria um tesouro virado e bota o marcador.
E quando você bota o quarto, você sacrifica o plano e ele dá 7 de dano dividido como você quiser entre 1 e 2 alvos.
Sim, sei.
Eu matei tanta gente com isso, sabe? Então tipo, é até meio que um anti-deck no formato. E assim, você tem que jogar com muito cuidado e tal. É um deck bem frágil, mas eu achei tão divertido. E aí você tem aquele negócio das tricks também, tipo, você tem boas tricks. Ontem eu bati uma pessoa que tava 18 de vida num turno só, foi lindo assim, sabe? É, então acho que assim, mas aí por outro lado, algum desses decks que eu falei super divertido fez troféu?
Não, sabe?
Então eu fico nessa parando, 4, 5 vitórias, tipo, eu me divirto, mas não, não chega. Você quer ganhar o draft jogando MD1? Não vai funcionar. Porque você perde pra uns decks cringe de azul e branco. E tipo assim, azul e branco eu entendo que é bom, mas não satisfaz a minha curiosidade de jogar do jeito que eu gosto de jogar, sabe? Eu gosto de jogar com hiper agro, eu gosto de jogar com umas build around esquisitas assim. E jogar de azul e branco é tão sem graça.
Porque você tá fazendo as cartas mais sem graça do mundo. Preem Champion e um 3 mana 2/2 dá um draw. Só que são coisas que são eficientes, sabe?
Eu não acho nem exatamente ser sem graça, mas o ponto é: que não conversa nada com a coleção. É tipo todas as mecânicas inovadoras, aí o plano, e vai ter herói, não sei o quê. Ah, tá bom, dá um bate com esse 2 voador até ganhar e acabou, sabe? É isso assim, tipo, ou seja, Magic é maior do que Marvel. Sim, sim, voar é maior do que power up, do que planos.
É tipo isso, é voar é quebrado nessa edição. Tipo assim, até os bichinhos você não dá nada, se eles vão você começa a dar alguma coisa, sabe? Isso é um ponto assim para quem, para quem quer ganhar. Peguem voadores mais alto que vocês estão pegando e peguem criatura com reach mais alto que vocês estão pegando também. Aí outra vez eu resolvi jogar MD3, eu achei MD3 muito mais sadia nesse sentido, sabe?
Ah, tem cara, tem cara.
É, eu joguei, eu joguei 2 drafts E aí o terceiro, tipo, eu montei o deck, fui dormir. Eu falei, não, calma, já é quase 1 da manhã, deixa eu parar um pouquinho. Que eu já tava tipo, eu quase cliquei play assim. Eu falei, não, pera aí. Mas tá com o draft aberto lá. E eu consegui tipo jogar com outras coisas, sabe? Eu joguei com Simic no primeiro draft, depois eu montei um Izzet no segundo. Esse Izzet até fez troféu, saca? Sim. E com as sinergiazinhas, tipo, tinha um arco, tinha uma arqueira.
Tinha um robozinho de ping. Beleza, eu tinha 3 Vision Quest também. Eu não sei por que que a galera passa essa carta, que é uma rara tipo absurda. É, mas enfim, pega um artefato e põe em campo, né? Pega, ó, é X azul e vermelha, procura seu grimório e ou cemitério por um criatura artefato com MV X ou menos e bota em jogo com X marcadores. E se X for 4 ou mais, ela ganha ímpeto até o final do turno. Então tipo assim, é 6 mana fazer um 6/5 voar ímpeto que compra uma carta e bota um terreno, ou você faz com o Ontem tinha até um cenário que eu tinha duas na mão e eu não tinha drop 3, eu peguei para fazer um dum bote, tipo 3 mana 2/2 voar, porque é bom bastante assim, sabe?
Tá já começando a pressionar. Mas enfim, eu acho que assim, esse formato tem umas saídas, tipo especialmente se você tiver jogando poddraft e jogando MD3.
É isso, poddraft deve ser uma questão bem diferente. Inclusive fica aí um pedido aí para o pessoal que tá jogando ali Liga, que for jogar a Liga, né? Acho que essa segunda não teve, né?
Não, acho que a galera não animou com essa porra de Marvel não.
Mas vamos ver, que assim, não animou e também tá rolando Copa do Mundo, né? Foi jogo do Brasil, é, apesar tava todo mundo bêbado, sem voz aí. Mas então, mas pessoal que for jogar a Liga aí, jogar os podcasts, deixar comentário aí no Spotify sobre como essa edição é diferente com podcast também.
É, eu tava assistindo Esse fim de semana agora teve um GP na gringa de selado de trio, saca?
Ah, você já tá treinando?
Não, eu tava assistindo as partidas, achei bem legal, sabe? Tipo, é bem interessante porque os decks são diferentes, né? Não tem como uma pool de 12 boosters montar 3 decks o W. Então tinha uma variedade de decks bem grande, saca? Eu achei muito interessante, foi muito legal de assistir.
E aí eu fico, fica esse pensamento para mim desse sentido, sabe? Se o deck Azorius, ele é realmente muito forte, mas ele joga no tempo e tá fazendo coisas que a gente sabe o que são, né, bouncezinho. É que, né, minha culpa aqui, eu não vou jogar muito essa edição, então eu não vou descobrir. Mas pensar numa estratégia para lidar com isso, sabe? Se com certeza vão dar um bounce no meu drop 3, talvez eu não tenha um drop 3, talvez eu tenha uma mágica instantânea no turno 3 para fazer outra coisa, sabe?
Tentar pensar coisas assim. É que o problema é que isso aí cai no azul e branco também, né?
Não, então eu acho que o problema até é outro, Chuchu. É porque tipo, não é só joguinho de tempo. Essas cartas geram valor enquanto fazem bem o jogo de tempo, sabe?
É, o problema é o valor, né? É, compra uma carta, coloca um corpo, né?
Exatamente. Tipo, o joguinho de tempo na real é os decks vermelhos dessa edição. Porque está tentando tipo fazer uns ataques imbloqueáveis, dar uns burn e ganhar o jogo tipo roubando o jogo, sabe? Que é o que todos os decks vermelhos que eu montei tentaram fazer, enquanto que— ou então dá um burn no longo prazo assim, enquanto que o Azores tipo você tá botando pressão enquanto você tá interagindo, né? É o negócio do midrange. Se você tipo consegue montar um deck midrange num mar de midrange que você consegue começar a pressionar antes, você que força o oponente a tipo reagir porque está fazendo, aí você consegue fazer mais uso das suas cartas, sabe?
Acho que até por isso MD3 é muito melhor também, pela questão da play draw e pelo side, sabe? Porque o problema de jogar MD1 nesse set é que às vezes você morre com umas coisas muito aleatórias, tipo, que está na draw e não tinha o que fazer, sabe? E também tem uma questão de você quer usar um 5 drop 2 assim, tipo, não é tão ruim se você não fizer um drop 2, mas também é meio ruim se o oponente faz, você não. Só que todos drop 2 são meio ruim.
A verdade é que Essa edição é uma bosta, bosta de edição horrorosa. Eu odeio, odiei essa edição. Eu vou desinstalar a porra do Magic do meu computador.
Odiei, eu odiei.
Porque, ah, beleza, você não tá com as olhos, aí a outra pessoa lá também não tá com as olhos, aí põe uma bomba gigantesca maluca lá que você nunca nem viu e ganha o jogo. Ah, pelo amor de Deus.
É, tem assim uma quantidade absurda de cartas, mas um hate muito escroto desse no serviço de cliente, sabe? Capricharam nas bombas desse set assim, capricharam mesmo, é surreal.
Enfim, resumir, Edson, é isso. Dito isso, vamos abrir um pacotinho para decidir o que que a gente pegaria aqui e dar algumas dicas para vocês. Um cheirinho de carta nova é bom demais. Abrimos um pacotinho. A primeira carta é o Resgate Rápido, Rapid Rescue.
Não, primeira carta é uma Planície.
É uma Planície.
É, lembrando que só metade dos packs vem uma dual, então esse aqui é um pack sem dual, é uma Planície.
Mas enfim, isso é verdade, Planície horrorosa inclusive. Eu odiei essas artes, até a porra envolve a porra do Capitão América.
Eu já peguei raiva já, velho. É tipo De todos os personagens escrotos da Marvel, ele é tipo o mais tosco assim, sabe? Nossa, misericórdia.
Até que não, viu? Até que não. Até que ele é bem legal, na verdade, assim. Ele é até um pouco subversivo na ideia do que é ser América, sabe? Mas ele é meio subversivo, ele é meio tipo... Ai, mas ele usa uma roupa com um motivo também, né? Mas é isso, é.
No final, foda-se. Foda-se, velho. Inclusive, eu acho que...
É aquela coisa... O norte-americano mais subversivo ainda não, né, tá muito à nossa direita.
Inclusive, fazer uma piadinha, é a gente ficar dando apelidinho para as cartas, né? Tem aquela híbrida Orzhov que é o US Agent, que traduziram como agente americano. É, eu só tenho—
vamos tomar no cu!
Não, então eu só tenho chamado ele de Tariflável só. Eu achei ótimo assim, sempre que eu vejo ele, fala: nossa, o oponente fez um Tariflável, o agente americano, agente estadunidense.
Se traduzam direito.
É, então, é, tem essa, né?
Enfim, lembrando você que tá ouvindo a gente que tem um link na descrição do episódio com a foto do pacotinho. Então, se você tem alguma dificuldade de entender sobre qual carta a gente tá falando, clica no link da descrição. Então, vamos lá, é Rápido Rescue, o Resgate Rápido do Homem-Aranha aqui. Uma mana verde para uma instantânea, você mila duas cartas, você pode colocar uma permanente que você milou na sua mão e ganhar 2 de vida. Uma grande de uma bosta.
Pior que essa carta é quente, viu, Rand?
Você acha?
É assim, essa carta é porque se você vai jogar de Golgari, sim, no Golgari você tem o sistema de cemitério. É porque o problema é que verde é meio paia também, tipo, nesse set.
É que o problema, você tem que ter só permanente, assim, não só, mas você tem que ter muita permanente.
Não, é que nesse formato não existe deck spell, né? Você vai ter muitas permanentes. Os decks que eu vi que eu uso menos criaturas são esses decks vermelhos que eu tava tentando descrever usando o trick burn. E aí você usa tipo umas 13 criaturas ainda, sabe? Mas os decks verdes, eu duvido muito que seu deck tipo não vai ter no mínimo, sei lá, vai ter umas 5 spell. Então não, é porque você tem 16, tipo 16 criaturas Aí você ainda tem tipo uma saga, talvez, sabe?
Sim, sim, é, sagas ajudam.
É, aí você tem tipo algum equipamento também, alguma coisa tipo encantamento, alguma coisa assim que é uma permanente, não é uma criatura. Então ela acaba funcionando bem, ela também mila, tipo te dá um selecçãozinho, te dá um pouco de vida. E o verde tem uma carta que eu acho muito chave para esse tipo de decks, porque aí tá, isso é um pacote verde também. Eu acho que dá para você montar esse deck no Golgari, mas também tipo Eu acho uma coisa interessante da edição é que os temas não são super tipo fechado dentro do arquétipo, sabe?
Acho que é muito mais sobre pacote de carta do que sobre aquele arquétipo fazer aquilo assim, tipo vários, vários pacotinhos de sinergia. É, exatamente. Pega aquele, aquela telinha lá que você entra no draft que tá falando os temas de cada arquétipo. Eu acho que você tipo provavelmente vai conseguir montar decks com aquele tema em outras cores que não seja as mesmas, porque são esses pacotinhos de sinergia E tem algum bleed assim pra outras cores também, sabe?
E é bem fácil de splashar nessa edição. Esse é um ponto que eu penso que talvez o pessoal descubra um jeito de jogar assim, porque é muito fácil você fazer deck de 5 cores e tal. É que às vezes você não tem tempo de desenvolver, mas é fácil, é.
O negócio dessa edição é que não é uma edição de full sopa, mas é uma edição que é fácil você splashar até as 3 cores, se você quiser assim, sabe? Mas botar uma carta ou outra de cada, até porque tem muita bomba. Então você quer esplashar suas bombas, sabe? Tipo, e não necessariamente só no deck verde, tipo, sim, qualquer deck.
É, eu fiz um Esper Control bem legal.
Então eu fiz um Boros splashando o Black Panther lá, que é tipo um 6/6 golpe duplo, um 3/3 golpe duplo que não toma dano, alguma merda assim. Foi super fácil porque você tem coisa que faz tesouro, você tem o basic land cycling, não sei o quê. E aí montei tipo também um Izzet splashando verde, eu acho que é uma possibilidade. Ou um Izzet splashando branco para aquela saga rara estúpida lá, tipo. Até nos decks que não são verdes você consegue splashar bem fácil por causa dos End Cycling, que são boas cartas.
Ah, sim, que depois devolve.
Que é uma mágica 2 mana, você devolve, tipo, escolhe até 2, aí você devolve terreno, criatura, artefato ou encantamento. Então tipo, você consegue montar um deck nesse sentido assim, que você tem um pouco de Rapid Rescue para seleção cedo, ganhar uma vidinha, e depois tem escolha de controle para tipo gerar o seu card advantage mais tarde no jogo, sabe?
Mas eu tava pensando aqui enquanto você falava que o fato dessa edição para mim ser tão ruim me deixa mais animado com a Fratura lá, porque eu fico pensando, ufa, é É uma chance a menos deles errarem lá, sabe?
É, daqui a 2 meses já vai começar a ter lore já. Eu tô ansiosíssimo para saber o que acontece. Enfim, nossa próxima carta, Crimson Operative, 3 vermelha, criatura artefato, é um vilão, 3/2, tem prowess. E quando essa criatura entra, você exila o card de topo do seu deck. Até o final do teu próximo turno você pode jogar esse card.
Então, né, vermelho não é uma cor boa, mas essa é uma carta Jogável, né?
É uma carta boa. 4 mana, 3/2, compra uma carta e tem 2 tipos, sabe? É um artefato e é um vilão. Eu gosto dessa carta.
Eu também acho legal ela. Próxima carta é Brave Brawler, 1 e branco por um 2/1 lifelink, é um herói, tem power up 4 e branco. Aí você coloca 2 marcadores nessa criatura. Um herói de 2 mana, 2/1 lifelink branco é o suficiente, né?
Sim, até porque você compra tarde no jogo Tem o power up, né? É um tipo mana 4/3, é uma split card ali, 2 mana 2/1, 5 mana 4/3. É um drop 2 que tipo você usa, sabe? Ainda mais no— sim, esse que é o foda também, a cor que tem drop 2 bom. Qual a cor que tem drop 2 bom comum? Branco, sabe? Todas as outras meio que passam fome assim, tem pouquíssimas coisas que você quer.
Sim, é, enfim, azul tem um outro jogável também, é Hydra Crew.
2 vermelhas instantâneas, você cria uma ficha de vilão 2/1 menace. E aí as criaturas que você controla ganham +1/+0 até o final do turno.
Nossa, parece muito... Essa carta me parece muito ruim.
Eu nunca botei num deck e eu acho que eu nunca vi alguém castando isso também. É muito ruim.
Faz nada, nada de valor, tipo. Um 2/1, uma ficha 2/1 com ameaçar que por um turno dá um buffzinho ali no... É, não tem como ir go wild nessa... Desse jeito com vermelho, nada a ver, nada a ver.
Não é bem nada a ver, bem nada. Não, o único lugar que eu vejo você queria isso é tipo um deck de esses decks vermelho de Prowess, que você quer muita non-creature e você faz muita questão de tipo ter uma criatura, mas quer que seja uma mágica, sabe? Tipo assim, se eu tiver 2, 3 cópias do Plano Vermelho, saca? Alguma coisa desse tipo assim, ou todas as minhas criaturas de Prowess. Mas tipo, eu acho muito improvável que Você não tem a coisa melhor, porque você vai querer montar esse tipo de deck só se vermelho tiver aberto, e você vai ter coisa melhor do que isso para pôr no seu deck, sabe?
Próxima carta, Atlantis Attacks, 5, azul, azul, por um feitiço, teamwork 4. Você escolhe um, se você tiver feito com teamwork você escolhe 2, né, os 2. O jogador-alvo cria uma criatura 6/5 com hexproof, ou você retorna 2 permanentes que não sejam terreno para as mãos seus donos.
Essa carta é usável, uma cópia, viu? Tipo assim, a gente olha, ah, 7 mana, muita coisa, mas quando você casta você provavelmente chega muito perto de ganhar o jogo. E eu acho que duas já é meio demais assim, mas uma cópia é bem legal.
É, o 6/5 hexproof é bem forte, é bem forte.
Tem um equipamento na edição que dá voar também, então tipo quebradíssimo. 6/5 hexproof, equipamento dá +1/+1 e voar, sabe?
Outro que dá vigilância, né?
Tem, é, tem um monte de coisa, tem um monte de coisa para usar bem isso aí. Aí a gente tem Superforça, 4 e verde, encantamento aura, encantar criatura. Criatura encantada ganha +4/+4, atropelar e ward 1.
Essa carta veio diretamente de 92, né? É uma aura, né, que não gera carta de 5 mana que dá +4/+4, atropelar. Tipo, é muito uma carta meio na vibe antiga assim. Eu até gosto da ideia e tal, mas não funciona na edição, tipo, nada a ver.
Não, nada a ver, nada a ver. O Garte, nosso, nosso Angel lá do Alana Charge, pediu ajuda, né? Eu tava fazendo live, pediu ajuda para eu dar uma olhada no deck que ele tinha montado e tal. Ele perguntou qual deck usa Super Strange. Imediatamente veio na hora, nenhum, sabe? Tipo, nenhum deck eu acho que vai querer essa carta.
Enfim, Hydra Infiltration, 3 e preto para o encantamento. Quando ele entra, o oponente descarta 2 cards. E sempre que uma criatura que você ataca sozinha, oponente perde 1 de vida e você ganha 1 de vida. Essa coisa do atacar sozinho também é das coisas que não funcionou, né? Pelo menos eu não vi isso funcionando direito. Eu até gosto da ideia do encantamento. Pô, encantamento que entra em jogo, oponente descarta 2 cartas, custa 4 de mana.
Tem um potencial de game design assim, tipo, para edição. Mas também sinto que não funciona, que depois o que que você faz com esse encantamento? Você não consegue sacrificar, é, o efeito dele estático é muito fraco. Mesmo acumulando, não dá para ficar acumulando porque não vai ter carta para descartar.
Quer saber uma coisa curiosa? Você for lá no Seventeen Lanes botar os status das cartas e filtrar por top players, essa é uma das cartas pretas com a maior hate, tipo tirando as raras, sabe? É. Porque eu acho que tipo assim, eu não entendi ainda exatamente qual que é a vibe do preto nesse set, mas essa carta eu acho que é interessante na real, porque tipo se existir algum plano de atrito, sabe? Primeiro porque esse negócio é tipo um 2 para 1 a hora que entra na face, né?
Um Mind Rot. A edição não é tão rápida assim para tipo você nunca ter tempo para fazer isso, sabe? Sim. E E esse efeitinho de ficar atacando todo turno acumula, né? Isso é o tipo de coisa, tipo, você tá montando um plano de atrito, você vai acabar com os recursos do seu oponente, você perde pra tipo um topdeck assim que vira, sabe? Você ficar enquanto isso ganhando essa vidinha e dando esse dano pode ser o que faz a diferença.
E eu já perdi pra essa carta também, saca? Tipo, o oponente fez isso, tirou minhas duas últimas cartas, uma delas era uma bomba que eu tava contando. E aí depois isso aí tipo te tira do alcance assim, sabe? Então tá legal.
É que nem eu falei, eu não cheguei a usar ela, mas ela tem um design interessante. Eu gosto muito dessa coisa de 4 mana, descarta 2 e deixa um efeito, deixa uma coisa. Só que a minha dúvida era exatamente essa, tá? Mas o que que eu faço com isso depois, sabe? Como eu consigo tirar valor com isso depois? Que Se você conseguisse ou sacrificar isso ou realmente fazer essa coisa de atacar sozinho funcionar, fazia sentido. Mas eu não vi isso acontecendo ainda.
Fica aí a dica pro Luiz Bonner, que tava em dúvida sobre outras cores. Temos aí uma saída, talvez como uma carta comum.
É, porque eu acho que... Pensa aquele... Todos aqueles bichos que entram e dão um dren, sabe? Tipo Vampire Spawn, eu acho que é o bicho original, né? 3 mana, 2/3. Quando entra, o oponente perde 2 e ganha 2. Era uma carta muito boa porque esse trem fazia muita diferença. E se você tá jogando num deck tipo que tem muita remoção, muita interação, muito atrito, você meio que sempre vai ter um ataque, sabe?
Sim.
Então tipo, você pensar que você deu um Mind Rot e tirou 2, ganhou 2, e às vezes você vai dar ainda mais dano, sabe? Eu acho que tem que pensar nessa carta nesse sentido assim, é tipo um Mind Rot, vamos para Spawn, um híbrido assim. Mas também é um 4 mana 0/0, né? Sim, é só isso, sabe? Mas assim, é isso, eu não, eu não saquei ainda qualquer do preto. Eu não, eu tava tão fissurada nesse negócio das sinergias vermelhas que eu não dei muita atenção para as cartas pretas.
Será que essa é a carta-chave do control na edição?
Não é possível. Aí a gente tem uma última comum no pack, que é a foil, que é Decoy Ploy, color preta instantânea, escolha uma ou ambos. Devolve o vilão alvo do seu cemitério para sua mão, ou você devolve o herói alvo do seu cemitério para sua mão.
Interessante, né? Recursãozinha ali. Acho que no Golgari dá para fazer algumas coisas. É que é a mesma coisa assim, como você tá jogando contra alguns decks, pelo menos na MD1, com esses decks azórios tempo meio difíceis de lidar, você não consegue grindar um jogo. Eu não vi um jogo ainda muito grind assim, sabe?
Então é, essa carta é isso, é uma carta interessante para um deck de atrito, mas ela tem um custo de deck building também que você Você tem que ter uma certa quantidade de heróis, alguma certa quantidade de vilões, e coisas são boas você dá recursão também, sabe? Tipo, você fazer um 2 para 1 com isso, você quer ter algumas bombas especialmente. E aí, se você tá indo nessa direção, o Rapid Rescue se torna mais desejável também, né?
Sim, sim.
E aí, tipo, você vai querer qual o damage control, essa carta preta, aí depende mais ou menos para qual rumo tá seu deck, que que você tem para devolver e tal.
Mas enfim, mas dito isso, das comuns, qual que você pegaria? Você teria coragem de pegar uma carta preta em cima de um herói 2/2, 2/1?
Não, essas cartas não, tá bem, tá bem deprimente esse pack assim. O pick correto é Brace Brawler, é o drop 2, mas tipo, eu sou maníaca, eu acho que eu pegaria Crimson, Operte, Viantes. Nossa, é, eu tô querendo explorar a edição e me divertir.
Depois dessa explicação, eu pegaria o Hydra, o Hydra Infiltration.
É, então, porque assim, o meu objetivo jogando Marvel até agora não é exatamente que eu tô gostando de jogar Marvel, que eu quero aprender o máximo de coisa possível, porque daqui a 10 dias tem um torneio, é, tem um torneio de Team Sealed, sabe? Então sei lá, eu não acho que dá para você picar Hydra P1P1 também, porque a ideia é que você vai pegar essa carta tarde. Eu não acho que você quer mais que duas, tipo, nunca assim. Talvez duas até já seja muito. Sabe.
Bem, vamos começar com as incomuns aqui, começando com Ronin Shadowstalker, 2 e preto por uma criatura lendária. É um herói 3/3, paga 2 de vida, adiciona 2 manas de qualquer cor. Você usa essa mana apenas para conjurar equipamentos e ativar habilidade de equipamentos, né. Você ativa apenas uma vez a cada turno. Você pode virar, sacrificar um equipamento que está anexado ao Ronin, e a criatura-alvo recebe -4/-4 até o final do turno. Ative somente como feitiço.
Pô, design legal, flavor da carta, né? Tipo, ele tem tipo um quick draw assim para equipamentos, ele transforma os equipamentos em remoção, que é tipo jogando a arma em alguém, sabe? Porque ele é um ninjão, né?
E tem bastante equipamento na edição.
Então não, eu achei design legal.
Problema que eu acho que essa carta não funciona nessa Tipo, exatamente isso que eu ia falar. E tem bastante equipamento na edição, só que não funciona.
Não, assim, a gente falando isso, mas assim, a hora que eu tava entrando para gravar aqui com o Rand, eu tava folheando ali o Twitter enquanto ele terminava de preparar as coisas, e eu vi que o Dafore postou um vídeo de um deck que ele montou com 4 da Shortsword, né, o Shield Spike Kit. Um mana, equipar um, dá +1/+1, e quando o bicho ataca sozinho você desvira ele, dá vidência 1.
Sim, sim, muito forte essa carta.
É, então você poder trocar seus Spy Kit por, por -4/-4, sabe, da hora. E o próprio Ronin já tipo joga o equipamento e já equipa, sabe, por 2 mana. É um para baixar, um para equipar, e você já usa, mata alguma coisa. Então assim, aquele negócio, talvez tenha um subdeck aí, porque tem o equipamento do Tariflávio também, que é ok, né. O Tariflávio é o 4 mana 3/2 que entra com escudinho, que dá mais 1, mais 2, você equipa nele.
Sim, tem o Capitão América que quando entra faz aquele escudinho.
Tem também uma rara de 2 mana que tem vigilância, menace, ganha pump para os equipamentos.
Mudei de ideia, essa carta é boa.
Não, então é isso, sabe? É uma carta mega específica para um deck mega específico, que tipo, acho que dificilmente você vai pegar isso P1P1, mas sabe, uma carta que às vezes você tipo está no meio do draft, você já tem algumas dessas peças, você vê isso, aí você pode tentar se divertir. Isso é melhor do que ficar pegando as cartas brancas e azuis.
E é uma carta Orzhov, né?
É, é uma carta Orzhov, eu acho, sim.
Uma carta Orzhov, eu também acho. E aí, pensando numa carta Orzhov, você ter meios de proteger ela também é interessante. E tem, né? Tem o Take Up the Shield.
Tem um equipamento que dá indestrutível.
Tem equipamento que dá indestrutível no preto também. Então, olha, eu acho que existe um mundo aqui. Porque -4/-4 não é de se jogar fora, hein.
E talvez também não é nem necessariamente o resolve, porque tem um monte de coisa no preto, sabe? Já, sim, tipo equipamento indestrutível. Tem um equipamento incolor que é comum, as adagas de Vibranium lá.
É, tá tudo no preto já, né?
É, você tem um outro bicho lá, drop 2, se importa com equipamento, saca? Então tipo, às vezes você monta até em outro deck porque A gente falou espadinha branca, eu acho que vai ser o mais fácil de conseguir, mas tem tipo as asas azul, tem um monte de coisa, sabe? No vermelho tem os Bow.
Qual que é a alça dessa carta? Aí eu instalando o Arena de novo.
O deck de tacar equipamento, é isso.
Alça é 6,32.
Aí, ó, você vai ver os Ronin tá verde.
Ai, olha o próximo slot.
Então vamos pegar Ronin, encerra o pacotinho, a gente vai picar Ronin e forçar o deck.
Exatamente.
Pior que eu não duvido que eu mesmo eu vou, tipo, depois da gente ter essa conversa, eu vou um dia eu vou abrir um pack com isso, eu vou pegar e vou tentar montar real oficial assim.
Não, eu fiquei real interessado nessa ideia. Eu peguei um P1, acho que inclusive acho que no P1 P1 com essa alça tão alta não é impossível você acabar o deck com 2, uma certa tranquilidade, sabe?
Sim, sim, da hora, legal. Aí ele é um herói preto, então tipo a maioria dos heróis são, a maioria das criaturas pretas são vilão, então é uma boa carta para você devolver com seu decoy ploy também.
Também.
Bom, zeramos o formato aí. Próxima carta é o Barão Strucker, Hydra Overlord, 2 preta, 2/2. Ele é um vilão, os seus vilões custam 1 a menos, e toda vez que outro vilão que você controla entra, você pode fazer esse vilão conivar, passar isso apenas uma vez cada turno.
Barão Strucker, mano. Difícil, viu? O Ronin tá aprovado, eu achei o Ronin aprovado, sabe? É um ninja legal, tá? Agora o Barão Strucker, complicado, hein?
Pior que o Ronin não é nem um ninja, ele é um rogue.
É sim, é verdade.
Ele é um fake ninja, sabe? Ele parece um ninja, mas ele não é um ninja. Enfim, o Barão é médio, sabe? Se tiver um deck de vilão, pelo menos se tiver um deck vilão, é que você tá jogando com o pior arquétipo do formato, né? Sim, mas é uma boa carta, é uma boa carta pelo efeito assim. O problema são as outras cartas que você vai ter no seu deck.
É, eu concordo assim. Agora uma carta que essa aqui é complicada, hein, banger, mano. Mas também, Estatura, mano. Statue, Seize Shifter. O nome da heroína é Estatura. Uma mana azul por uma criatura lendária humano. É um herói, né? 1/1. Ela não pode ser bloqueada se o poder dela for 1 ou menos. E aí tem power up. X azul azul coloca X marcadores +1/+1 nela, né? Então você consegue atacar, ela não é bloqueada, depois você dá o power up, aí ela bate um montão.
Uma Fireball, é isso. É drop 1 imbloqueável que dá uma Fireball depois no jogo. Ótima carta, gente. A gente tá falando, não tem drop 1, não tem drop 2 bom nessa edição. Essa é um bom drop 1, sabe? É essa carta, é muito forte, é muito bom. Aí a gente tem um terreno, Avengers Tower. Terreno, vira, adiciona incolor, vira, adiciona mana de qualquer cor. Você pode usar apenas para conjurar herói ou para ativar habilidades de heróis.
Paga 4, vira, você olha as 3 do topo do seu deck Aí você pode revelar um card de herói dentre esses cards, colocar na sua mão, bota o resto no fundo.
Agora sim. Então é boa essa carta?
Acho que sei lá, dá para usar. Não, porque é um mana 5 tarde no jogo. Essa outra coisa não tem muito nessa edição é mana 5, sabe?
Então tipo, se seu deck tem quantos heróis, isso aqui já fica bom.
6 heróis, 7 heróis. Ah, você vai ter um monte, velho. Dificilmente você termina com menos de 12 heróis, tipo, nas cores de herói, sabe?
É, então.
E até pode te ajudar a splashar um herói também, off-color.
Também, também.
É legal, eu gosto. E é esse negócio, essa carta, tipo, você tá jogando, seu oponente faz isso, você meio que se obriga a acelerar um pouco o jogo, porque senão esse teneno vai ganhar o jogo, sabe? Vai, porque vai ficar comprando duas cartas por turno se o jogo se estender muito. Então tem os board stalls nessa edição. Essa é uma carta que brilha nesses cenários, não é tipo um set tão rápido que você nunca vai ativar. Então esquece.
Bem, então essas foram as nossas cartas incomuns. Pixie e Ronin, né, que a gente agora tá— é, hypar.
É, pick correto, Stature, mas o pick da ciência e da diversão, Ronin.
E a carta que nós temos aqui rara é o Homem Topeira. O que que é Moloid?
Moloid é a criaturinha ali que ele cria. Leu até o final?
Ah, tá. Vamos lá.
O Homem Topeira, o Mestre dos Moloides. 2 verde, 1 barra 1. É uma criatura lendária vilão. Você pode jogar terreno no seu cemitério. Landfall: toda vez que um terreno que você controla entra, você cria uma ficha de minion 1 barra 1 verde com o nome Molóide e o texto: toda vez que essa criatura ataca, você pode milar um card.
Olha, só de falar que é 3 mana, 1/1, eu já não olharia, eu não leria o texto, eu não leria o texto. E depois que eu li, eu me arrependi.
Olha, eu joguei uma vez essa carta, eu até que gostei, sem brincadeira. Gavi, né? Nossa, eu tô muito, eu tô muito tímido.
Você É outra pessoa. Olha só, trocamos de papel aqui no podcast.
Não, mas sabe, ó, vou falar a real, essa carta que te recompensa por milar, né, porque você ganha a carta de Vantage toda vez que você joga um terreno do seu cemitério, ela te ajuda a milar com as fichinhas de molóide. Molóide. É tipo um toperoide, sabe? Não é uma topeira assim, mas enfim. E essas fichinhas também te dão tempo, sabe? Pensa, cada landfall você ganha um champ block assim, você tá numa situação de estar sob pressão, que às vezes não vai estar gerando valor do mil, mas também tipo, conforme você vai botando coisa maior no board, você começa a acumular essas fichas e você sempre vai ter terreno para jogar.
E tipo, isso aí te compra duas cartas por turno, sabe? Porque você pode dar champ attack com as fichas para cavar atrás de terreno. Então, e também esse 1000 vai alimentar o seu decoy ploy, o seu call damage control, saca?
É que assim, me parece que seria interessante como uma carta de gerar palha, né, fodder, né? Só que eu também não vi nessa edição nada incrível, pelo menos não em questão de comum, incomum, nesse sentido de sacrifício, né? É de sacrifício, de, ah, porque aí faria sentido.
É, a gente tem uma carta, a gente tem uma carta de sacrifício que é bem paia, que é o 3 mana 2/3, paga 3, sacrifica um artefato que você trouxe, compra um card.
É fraco, sabe? Nossa, é muito paia, é, não dá.
É, tem o Killmonger também, que o Killmonger é uma banger, que tipo eu até splashhei Killmonger, foi bom, que é 4 mana 3/3.
Ele é raro, ele é incomum, é incomum, né?
É o side post Golgari. Sim, é 4 mana 3/3, quando entra você pode sacrificar uma coisa, pode destruir uma permanente que não seja terreno. E aí, se você tiver duas criaturas no cemitério, ele fica 5/4, sabe? Então, tipo, é um bicho grande que dá um bônus Splinters.
É animal, animal nesse sentido, é legal.
Mas eu acho que é isso, o Mole Man, ele faz esse monte de coisa assim que parece baixo impacto, mas na prática ele tá tipo comprando duas cartas por turno e melhorando suas outras cartas, sabe? Eu achei que é bem legal o Mole Man, tipo, me surpreendeu muito positivamente. Não tava botando muita fé quando eu piquei porque era tipo Pack 3, se pá, eu já tava nesse deck. Então tipo, já era uma coisa que eu falei, deixa eu dar uma chance para essa carta. E tipo, funcionou muito melhor do que eu imaginei, sabe?
Sim, é, ele melhora, ele melhora coisas como o Rapid Rescue aqui, sim, porque você vai ter terrenos ali no cemitério, coisa que te milhar, né? Então assim, se você tá nesse deck e você já monta pensando nisso, sim, pode ser que exista ali realmente um payoff para tudo isso. Sim, sim, mas é aquele payoff que você tem que trabalhar para acontecer, né?
É, você pode jogar de Azórios e só gastar as cartas e fazer mais valor.
É isso, exatamente.
Mas isso então, o pick correto, Statue. Agora tipo Roninho e Mollyman vão te levar para uns caminhos muito mais divertidos, sabe? Eu acho que esse é o ponto, é o tipo de coisa que dá para você fazer na MD3 e ainda ganhar o draft, enquanto na MD1 vai ser impossível se passar, sabe?
Sim. Então fica aí a dica para você que tá nos ouvindo. Jogue MD3 dessa edição, esqueça MD1.
Esquece MD1.
E vá se divertir, vai ser feliz.
É.
Eu talvez até jogue então umas duas na MD3. Que eu joguei, na verdade, eu vou ser bem também, né?
Não, Ruddy, vai pegar mal o podcast, Ruddy, não conta não.
Tá bom, então eu vou falar.
Fala aí, fala aí.
Confesse seus pecados para o público. Vou falar que eu estava dando aqui um choque do trovão. No Magic: The Gathering porque, ah, não queria jogar essa edição. Aí eu falei, quero jogar alguma coisa rápido só para conhecer as cartas e tal. Os drafts que eu joguei foi tudo pick 2 e eu odiei. Aí eu pensei, será que é porque é pick 2? Só que aí eu também vendo vídeo da galera, eu falei, não, não foi por isso que eu odiei não. Mas talvez na MD3 melhore. Eu vou dar uma chance para MD3.
Tente sim, Ranja, vai te fazer bem.
É isso. Olha, gente, o assunto principal é esse, é o nosso pacotinho, é a nossa introdução. Acho que você tem alguma coisa a acrescentar que a gente ficou faltando aqui? Porque a verdade é que assim, tá muito cedo no formato ainda, né? Então se existe um espaço pra evolução do formato, ainda não, também não teve tempo pra gente descobrir.
Sim, sim, tem isso. Eu acho que tem muita coisa inexplorada também, porque é tão mais fácil e cômodo você montar o W sempre, sabe? Aquele negócio que o Luiz Bonner falou, que tipo as coisas dão profunda, quase sempre tá aberto. É, sempre tá aberto porque as coisas são muito profundas. Então tipo nunca vai faltar carta, é muito difícil você terminar um deck que você não esteja jogando de branco ou de azul, sabe? Tipo pelo menos um dos dois vai estar aberto assim, senão as duas cores.
E é isso, eu pessoalmente tô tentando explorar esses outros espaços. Tipo esse papo sobre Ronin me deu uma animada, sabe, até nesse sentido. Ainda vou jogar mais um tanto. Se eu vou continuar jogando depois do Team Sealed, não sei, não tô pensando nisso ainda, sabe? Mas pelo menos próximos dias ainda quero continuar e descobrir o que que tem nesse set aí, além do óbvio assim.
É, eu fiquei animado com essa ideia do Ronin também, viu? Falei, pô, uma saída ali diferente que eu posso fazer e me divertir ali. A Hydra ter um enrate tão alto top player também me animou. Então assim, talvez exista sim alguma coisa aí que a gente ainda não tá conseguindo ver. Eu vou até dar mais uma chance para os produtores de conteúdo em geral e ver mais alguns vídeos também para ver se eu consigo desvendar.
É, tenta ver vídeo que não seja de Azórias, né?
É sim, então é isso que eu tô, vou tentar fazer, né?
Bem que esse vídeo do Dafor me animou, viu, esse hiper agro, porque talvez uma coisa dá para você fazer em outras cores, não sei, vamos ver.
Bem, você que tá ouvindo a gente, deixe seus comentários aqui no Spotify pra gente ranquear o podcast no seu agregador. Também segue a gente aí no YouTube, na Twitch, tem todos os links aqui na descrição do episódio. E é isso, Alana, obrigado por mais esse episódio do 23 Mágicas.
Obrigada você, Randy, obrigada a galera que escutou a gente, e até o próximo episódio do 23 Mágicas.
Até mais, pessoal! Deixa eu voltar aqui. Desculpa, Elisa, que tá—
quer que eu leio, Chuchu?
Pode ler. Sabe por quê? Porque a porra da Bélgica acabou de fazer um gol de pênalti. Que ódio, mano! Senegal, filhos da puta!