#96 REALIDADE FRATURADA | FRA| 23 Mágicas com Alana Costa e Randi Maldonado
Episódio editado por RANDI MALDONADO - https://wa.me/5511945894100
Tá tudo uma loucura no ECOVERSO, mas não se preocupe que nós voltamos para te orientar e tentar achar os caminhos nesse labirinto de possibilidades que é a nova edição do MTG! Realidade Fraturada está chegando e já abrimos nosso primeiro pacotinho e falamos sobre nossas primeiras impressões do formato
PACOTINHO
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O 23 Mágicas é um podcast sobre Magic The Gathering focado em formatos limitados e draft, produzido e editado por Randi Maldonado e Elisa Costa do canal Migucheras/Elisa Alana.
#mtg #mtga #mtgdraft #mol #mtgonline
Logo e identidade Visual feitas por VISION
Randi Maldonado
Alana Costa
- Primeiras impressões sobre a nova edição Realidade Fraturada de Magicanimação com a edição·confusão com as mecânicas·referências a Magic na edição
- Mecânica de Amassar Jace e a criação de Planeswalkerscriação de fichas de Planeswalkers·habilidades adicionais para Jace·impacto no jogo e estratégias
- Análise de cartas comuns e incomuns do primeiro pacotinhoterrenos duais e sua relevância·Mindseeker Oculus e seu poder·Tetsuko Umezawa Fugitive e sinergias
- Mecânica dos Eco Pares e suas implicações no draftcartas de Eco Pares nos boosters·dedução de picks no draft·limitações logísticas de impressão
- Discussão sobre a carta mítica Garruk, Cursebreaker e seu impactohabilidades do Garruk·poder da carta no jogo·raridade de Planeswalkers raiz
Boas-vindas, ouvinte do 23 Mágicas! Pega seus 3 pacotinhos de Magic e senta aqui na mesa com a gente, que a gente já vai começar o draft. Eu sou o Rand Maldonado, falando aqui diretamente do Ecoverso. E aqui ao meu lado, ela, falando diretamente do Império Core, Alana Costa.
E aí, Rand? E aí, galera? Boas-vindas a mais um episódio do 23 Mágicas. Aliás, volta, volta, volta. Gostei dessa, mais episódio do 17 Terrenos.
É verdade, tem que dar aquele quebrar de realidade, barulho de coisas quebrando assim, ó.
Aí você está sentindo a realidade sendo fraturada.
Eu estou sentindo. Inclusive, a nossa chamada aqui, eu coloquei aqui, né, que é o Mandirral Donado e a Clana Aosta, que é a nossa versão do Ecoverso, que tá aqui falando com vocês hoje.
Ai, ai, ai, vamos! Nossa, eu acho que faz tempo que eu não ficava tão animada por uma edição de Magic, viu? Misericórdia.
Olha, eu acho que faz tempo que eu não ficava tão confuso. Não, mentira, eu acho que em Segredos e Strixhaven eu fiquei confuso assim também. Aquelas coisas de preparar magia.
Eu falo, faz tanto tempo que eu não ficava tão animada, mas tipo, Strixhaven foi a última vez, sabe?
A gente tava bem animado em Strixhaven também.
Mas assim, tipo, eu acho que se desconsiderar a carta da Tamira e a carta do Cold, essa é possivelmente o melhor design de Magic já feito assim. Assim, já começar com os Scorching Takes já. Porque assim, a gente gosta de Magic. Quando faz uma edição de Magic com referências a Magic, sabe, fica muito bom. Então a mesma vibe de bloco de Time Spiral, mesma vibe de Modern Horizons. E parece que é tipo, tá, eu tô nessa vibe assim, eu tô pirando.
A lore foi tipo incrível, top 2 lores de Magic. As cartinhas também. Eu faz tempo que eu não ficava abrindo Scryfall todo santo dia para ver o que tinha de novo, sabe. Essa edição tá brilhante assim, eu Tô babando.
É, a gente tem sentido um pouco isso, né? Toda edição de Medic que vem falar de Medic, a gente gosta muito, né? E que não vem com a skin de outra coisa, né? Porque além dos universos Beyond que a gente teve aí, teve aqueles Medic skin, né? Medic detetive, aí põe um chapéu detetive. Cowboy, Medic cowboy, põe só um chapéu de cowboy em todo mundo. Todas as vezes que o Medic conseguiu deixar isso de lado E voltar pro Magic em si foi muito legal.
Segredos de Strixhaven, né, foi uma edição incrível. E agora a gente espera que essa edição, pelo menos na questão de lore, na questão de ideia, essa edição já está aprovada então, né?
Nossa, tá, tá. Eu aposto que a gameplay vai ser da hora, porque assim, de olhar pra edição, é tanta carta, tanta sinergia, tipo, espalhada com coisas diferentes. Eu tô babando, eu realmente não vejo a hora de jogar assim, eu tô sedenta pra jogar esse set.
É, eu tô animado também. Lembrando, você que tá ouvindo a gente aqui, ajude a gente compartilhando esse episódio com outras pessoas e ranqueando esse podcast no seu agregador de áudio. E você pode também mandar uma cartinha pra gente no 23magicas@gmail.com ou também mandar um comentário lá no próprio Spotify. E eu vou tentar colocar esse podcast aqui também no YouTube. Ô, aí sim! A partir desse episódio no YouTube. Porque fazer a colocagem automática dos episódios passados sempre dá erro por conta das músicas, o YouTube é chato pra caramba.
Então se eu começar a partir desse colocando um por um com controle total, vai ficar mais fácil. Aí eu acho que eu consegui. E aquela coisa, né? Melhor feito do que perfeito, né, Lando?
Exatamente. Então, galera, deem uma moral, já segue lá o YouTube do Randi. E é isso.
E nós temos aqui algumas, alguns comentários do último episódio, que já faz bastante tempo que a gente fez, mas o pessoal deixou alguns comentários aqui, ó. @mtan31, que eu acho que é o Moisés, mandou aqui pra gente: adorei a trilha sonora do começo. Ah, falando que a última vez foi a TTTX DROPS WISENGARD do Legolas. O Gustavo Fonteles mandou aqui: muito bom episódio, pessoal. Vou lançar o Randi, o senhor de Hobbitown. Olha só, down, down.
Down, down to Randi Town.
To Randi Town. Pô, eu seria um bom prefeito de Hobbitown, viu? Eu seria... eu e o Sam lá.
Quem não quer morar em Hobbitown? Fala aí, 2 cafés da manhã por dia, sabe?
Tipo... Pô, 2 cafés da manhã, erva liberada, cerveja. Todo mundo se ajudando, mano, é bom demais que é isso.
Vidão, vidão.
E nós temos também um comentário, olha só, mais um comentário anônimo. Essas pessoas não cansam de mandar comentários anônimos pra gente, Alana. Uma pessoa que a gente não sabe quem é mandou aqui pra gente assim, ó: engraçado o título, além do hack, entre aspas. Estou sempre jogando e forçando o Golgari. Achei o deck muito forte, é verdade. Sempre acabo com ele, fiz troféu em quase 3 das 5 que montei. O que me leva à pergunta: acham que Small Set torna mais fácil de forçar um arquétipo?
PS: muito estranho fazer um comentário sério. Da próxima vez irei inovar. Se preparem a si próprios.
Genial, é genial!
Verdade, muito estranheiro comentário anônimo e sério, mas gostamos, gostamos de comentários sérios também. E eu acho que sim. O que você acha, Alana?
Eu também acho que sim, porque assim, eu não joguei esse Small Set, né? Tipo, nunca dropei tão rápido nas edições igual essas aí que foi Small Set, sabe? E assim, também é meio irrelevante porque a gente não vai ter mais Small Set, né?
Pelo menos até Segunda Ordem, né?
É, sim, sim. Mas assim, não está nos planos da Wizards, aí já foi anunciado que pelo menos de 2027 não teremos Small Sets, mas eu acho que é. E a minha base para fazer esse achismo não é porque eu joguei muitos Small Sets, é porque eu vi o Lola compartilhando no Twitter que teve aquele Open de draft lá e ele forçou Azorius todas as, todas as runs dele, sabe? Então tipo assim, é uma pessoa que manja, com certeza é um dos melhores jogadores aí, pelo menos do placar de 120 em Lanes da história, né?
E eu confio, mas é isso. Eu pessoalmente não posso falar sobre isso, mas eu boto fé que é mais fácil assim. Até porque a pool de carta é muito menor, né? E aí volta naquele negócio que se você acha uma estratégia que é sub-draftada, tipo, é mais consistente você entrar nisso porque são menos opções de cartas, etc. Você vai ficar com um deck mais construidinho toda vez, eu acho.
É, eu acho que é exatamente isso. Você tem uma estratégia que não é exatamente a principal. É, e aí você deixa uma carta da estratégia principal passar pra pegar a melhor carta da sua estratégia e forçar ela.
Sim.
Você sempre vai deixar o outro arquétipo liberado pra outra pessoa que vai entrar com certeza, porque não tem muita opção pra fazer, e você vai garantir o seu, sabe? Então assim, eu acho que é bem isso mesmo, né?
Sim, sim.
É o que tá acontecendo agora, inclusive. Vamo voltar agora pra falar desse novo formato que tá chegando, porque eu tô sentindo um pouco isso assim. As incomuns são as novas comuns, né? Isso já vem há um tempo acontecendo, né?
Sim.
E nesse set a gente vai ter mais incomuns ainda comparado a comuns. Então a gente vai ter muito essa coisa de uma mentalidade quase que meio cubo, eu diria, pra esse set, eu acho. Pelo menos essa é a minha impressão antes de jogar, claro.
Sim. A impressão que eu tô antes de jogar é que tem... é que tipo assim... O power level das cartas é meio flat assim, sabe? Não tem, tipo, uns spikes de poder.
Se for isso, é muito bom.
É, então. Eu acho que é isso. E assim, porque se você olhar as incomuns, é um monte de build around de coisas diferentes, sabe? E aí, quando você vai olhar as comuns, meio que elas são, tipo... Tem um overlap assim. Elas são jogáveis, mas elas, tipo, meio que... Sabe aquele negócio de comum, de dourada secreta que a gente fala? Que tipo tal carta é boa em tal arquétipo. Só que eu acho que é isso meio que um nível a mais assim, meio que tem muitas cartas são boas tipo em 2 arquétipos e tem vários arquétipos dentro de cada deck.
Porque assim, eu acho que muito da sua direção durante o draft vai ser a partir das raras e incomuns que você começou.
Sim.
E aí o fato de ter tipo várias comuns que, e assim, não é tipo falando rápidos é tal coisa, eu acho que tipo tem vários decks rápidos E a diferença entre eles vai ser essas Builder Round que você pegou no começo do draft e você vai montar ao redor delas. Então acho que tá tipo bem sentido de cubo mesmo nesse rolê, sabe? Que você quer maximizar suas cartas boas e aí você vai montar ao redor delas, tipo. E as cartas boas, entre aspas, não são boas por si só.
São boas porque tem suporte do resto do seu deck. Eu acho que tipo é isso que eu tô sentindo assim, olhando o Insider.
É, se for isso eu vou gostar bastante, sabe? Porque a carta ser boa por si só geralmente Eu tendo a achar menos legal do que ela ser boa num contexto, sabe?
É, aquela porra da edição da Marvel lá, sabe? Tipo, tinha um monte de carta... Por que que Azorius era tão bom? Porque todas as cartas Azorius eram boas por si só. E os outros decks, você ficava meio que, tipo, se matando pra fazer uma sinergia. Mas daí você enfrentava uma pessoa de Azorius curvando, você não tinha chance, sabe?
E é engraçado que parece realmente que eles usaram Segredos e Strixhaven pra fazer meio que um teste dessa edição. Você sentiu isso? Eu senti um pouco isso, sabia? Porque Segredos Circus Haven tem só 5 escolas, né? Mas você tem ali as coisas pra fazer ao redor disso, etc. e tal. E eu acho que tem um pouco disso, assim. Lógico, depois que o formato foi evoluindo, ficou mais... aquela coisa de arquétipos maiores, né? Midrange, com control e tal.
Mas mesmo dentro desses arquétipos maiores, você tinha modos de entrar nesses decks de maneiras diferentes. De acordo com as cartas que você tinha e tal. Então acho que parece que foi um teste pra essa edição. Agora, a minha dúvida é se isso vai funcionar nesse formato de 10 arquétipos, né?
É, a minha dúvida é tipo se é um formato de 10 arquétipos, sabe? Porque a gente tem algum suporte pros outros arquétipos que não são as 5 escolas, mas parece que não é tão suportado assim. Mas tipo, se o que eu tô achando, que os arquétipos não são tipo as combinações de cores, mas sim as cartas que você vai montar ao redor, Store, meio que foda-se isso, sabe? Porque mesmo se tiver numa cor que não é uma escola, se tipo aquela incomum ou rara que você abriu for do overlap, tipo você conseguir encontrar o overlap daquele deck, né, tipo Izzet, você começa com uns payoffs bons.
Izzet assim, tudo isso para dizer que eu não tenho a menor ideia de como começar a montar um deck nesse formato, sabe? Tipo assim, porque vários formatos a gente tipo amanhã eu pretendo fazer o set review, então inclusive quem tá ouvindo fiquei de olho. É, quando vocês ouvirem já vai ter saído, né? Mas olha lá, youtube.com/elizalana016, que eu vou fazer o set review. Mas assim, eu acho que várias edições a gente faz set review e meio que já a partir do set review tem uma ideia de quais decks são os melhores ou de como montar os decks, sabe?
Essa eu acho que eu não vou ter a menor ideia, a gente só vai aprender jogando de fato, porque as coisas não parecem nada óbvias. É isso que eu quero chegar.
Essa é uma edição muito diferente, mas a gente tá falando aqui também sem dar muito contexto pra quem tá ouvindo, né? Eu acho que é importante, às vezes a pessoa que tá ouvindo não tá sabendo de nada do que tá acontecendo. A gente tá aqui há 10 minutos já do episódio. Vamos dar um contexto então pra quem tá ouvindo sobre essa próxima edição. O que que acontece, pessoal? Nós temos essa edição que a realidade, como vai ficar em português, realidade deve ser fraturada, né?
Fraturada, é. Haha, Fraturada, ela caiu, foi atropelada. Enfim, a Fraturada, onde você tem cartas que são da história do Magic, mas de maneira diferente. Então você vai ter a Liliana, só que na cor branca, a Chandra, só que na cor azul, etc. e tal. Esse é o mote da edição. Dentro da edição, a gente vai ter várias mecânicas que a gente já conhece. Como as magias preparadas, as mecânicas básicas assim que a gente vê. Só que tem uma mecânica nova muito maluca que é sobre Planeswalkers, né, Lana?
Amassar urgências, exatamente. Mas vamos falar primeiro desse negócio dos parques. Eu acho que é tipo porque a edição foi montada ao redor disso, né? Então assim, como é que funciona, galera? Eles queriam lá fazer uma edição de alternidade de realidade paralela, né? Tipo Caos Planar lá de, sei lá, 2005, 2007, não tenho a menor ideia de quando que é esse set. Só que feito direito, porque não tipo que fizesse sentido pra quem não tá tão familiar com a lore do Magic.
Que que arrumaram? Toda edição é garantido em cada pack que a gente vai abrir um par, um Echoed Pair, né, que chamaram. Então o que que vai ser esse par?
Eco Par.
Eco Par, isso, Eco Par, ótimo. O Moisés que tava falando Eco Par lá no grupo, eu pensava em tipo ecoterrorismo, sabe, ecologia. Mas enfim, então a gente vai ter um Eco Par. E a fita que são 3 cartas de Eco Pares, que tipo a solução que encontraram na impressora, porque assim, galera, você pode imaginar o que você quiser para um pack de Magic, mas tem a limitação logística de imprimir as cartas, né? Sim, o Mauro falou que a solução que ele achou é que cada pack tem 3 cartas que são de um par, só que assim, 2 são um par e uma É solta, porque no próximo pack vai ter a outra solta desse par e mais um par, sabe?
Foi a solução que eles acharam pra imprimir as cartas. Então, tipo, imagina que você tem um par A, aí o terceiro slot é uma parte B do par B. Aí o próximo booster tem um outro B desse par e dois Cs, sabe? Então assim por diante.
Não o próximo booster que você vai abrir no draft, tá, gente? O próximo booster que eles estão imprimindo.
É, o próximo booster que saiu da impressora. Exatamente.
Isso é.
Então, tipo assim, por exemplo, a gente tem num pack a Liliana Preta, aí tem a Liliana Branca, que é a versão EC, e aí tem um terceiro personagem que é tipo Yargle azul, sabe? E eu acho que isso já é um ponto interessante. Eu não tinha pensado nisso, mas eu tava ouvindo os meninos do Lorde dos Limites, eles comentaram que isso dá pra você tirar informação do draft, né?
Sim, é verdade.
Se você tá draftando, beleza, você pegou seu P1 e passa. O pack que vem para você tem duas cartas de um Eco Par, mas não três, você consegue deduzir que só tem duas opções da pessoa ter pegado no outro pack, no pack que te passou, que são as outras versões dessas cartas de Eco Par que estão no seu pack, sabe?
Sim, sim.
Então tipo, se eu abrir uma, se eu abrir uma Liliana Preta, uma Liliana Branca e o Yargol Azul, aí eu peguei a Liliana Branca e passei, a pessoa do meu lado vai saber que ou eu peguei a Liliana, a Liliana Branca, né, porque tá Liliana Preta no pack, ou eu peguei o Yargol preto porque tem um Yargle azul no pack.
Provavelmente você não teria pego Yargle preto, né?
Exatamente, é.
Ou seja, você já tem ali uma informação de, olha, a pessoa que tá aqui do meu lado já pegou a Liliana rara, então ela já tá entrando no preto. Nossa, olha essa complexidade do draft, disso eu não sabia.
Então basicamente eu acho que foi um bom exemplo o Yargle, porque toda vez que tipo você vê um Yargle vindo, você sabe qual carta a pessoa pegou, porque ninguém pegaria um Yargle, sabe?
Exatamente, toda vez que você vê um Yargle, você já consegue saber exatamente.
Eu acho que assim, tipo, isso é uma diferença pequena, sabe? Eu não acho que vai ser tão grande, porque várias vezes também P1, P1, por exemplo, você vai pegar uma rara que não é do par e foda-se o par, sabe? Mas isso também continua para os próximos packs, né? Pack 2, Pack 3. Eu acho que assim, não é, não é assim super uau, mas é um sinal que é para você considerar assim. Acho que faz alguma diferençazinha nos seus drafts. Né?
Acho que faz. A pessoa que tá muito ligada, muito, e tem essa capacidade de memória muito alta, né, acho que consegue ler melhor essas coisas assim. Na maioria das vezes, sinceramente, eu não vou prestar atenção nisso. É tipo, mas dá para, dá para você se ligar nesses pequenos detalhes para obter um pouco de informação no seu draft. Muito legal.
Aí tem outra mecânica que você falou. Basicamente, a gente só tem duas mecânicas na edição, que é Preparado, né, que é um reprint de um remix de Sixth Saven, A gente tem um negócio que eu achei legal nessa edição, várias escolas, né? Assim, várias das escolas, porque assim, para quem também não sabe, tem meio que 5 arquétipos, abre aspas, principal na edição e 5 secundários, né? Os 5 principais, para quem lembra de Strixhaven, são as 5 escolas do Ecoverso lá que o Jason criou de Hexhaven.
Então assim, Strixhaven a gente tinha as cores inimigas Nessa edição a gente tem as cores aliadas como a base dos arquétipos. E o que eu achei muito legal é que todas as cartas comuns, incomuns de cada escola, e a gente tem acho que umas 4 ou 5 por escola, é, acho que todas são híbridas também. Tem umas monocolor, mas a maioria é híbrida. Então assim, ser híbrido eu acho que já tipo muda bastante a questão do draft, porque abre os decks de cores inimigas, né?
Então tipo, por exemplo, se eu tô de Zet, eu tenho acesso a mais carta híbrida, na verdade, do que se eu tivesse de Gru. Acho que isso é um pouco interessante assim.
Mas esse é um detalhe interessante, porque você tem acesso realmente, mas é porque assim, eu não gosto muito de carta híbrida, tá? Eu acho que transforma todo arquétipo, todo draft em sopa. Ah, sei lá, às vezes eu tô de saco cheio de carta híbrida desde Lauren Eclipse. Só que Eu acho que eles fizeram de um jeito muito legal, que a carta é híbrida e realmente você vai ter acesso, porém ela é muito específica, muito específica para o seu arquétipo.
Então, ao mesmo tempo que ela é híbrida, ela parece ser híbrida mais no sentido de, olha, mais fácil para você conjurar do que mais fácil para você colocar em qualquer lugar, sabe?
Sim, não, exatamente. Eu acho que isso volta para o negócio das cartas de montar ao redor, sabe? Porque Às vezes você vai ter tipo um deck off-color que se importa com a coisa de uma cor, sabe? Então, por exemplo, o Dimir é 1000, Self 1000, né? E aí todas as cartas da escola lá, Teorix, a mágica preparada é 1 mana, mila 3. Eu acho que não é impossível que de vez em quando você vai ter tipo um deck Golgari ou Orzhov de Self 1000, sabe?
Que se aproveite dessas cartas. Eu acho que fizeram nesse sentido. Geralmente, tipo, provavelmente, sei lá, vamos chutar uns números, 80% do deck, os seus decks Self 1000 vai ser Dimir. Mas se 10% do tempo você for montar um Orzhov Self-Mill e 10% um Golgari, por exemplo, uma coisa assim, eu acho que isso torna o formato super mais interessante, sabe? Bem mais profundo assim.
Ah, sim, é. Eu também acho isso, sim, com certeza.
E aí, continuando, além disso também, além das comuns e incomuns, a gente tem cartas raras com perperte. E aí não tem regra, aí são tipo coisas, coisas bonitas, sabe? A gente tem tipo aquela mítica que dá Um Ancestral Recall preto, aí tem um, tem um Wheel of Fortune azul e o Scamball, sabe? Aí assim, nas arenas míticas o bagulho vai embora. Tem um High Tide vermelho também, enfim. Mas essa estrutura eu achei legal porque eu acho também tipo facilita um pouco a carga mental, sabe?
As mágicas serem todas as mesmas e também dá um negócio tipo de uma confiabilidade do efeito que você pode ter, sabe? Porque tipo, Dimir é Self Mill, o Selesnya é marcador. Ah não, desculpa, gente. Teorix é Self Mill, Vigor Bloom é marcador, Contrary é ramp, Fatehold ele bota um bicho e dá Surveil. E qual que faltou? Stinger Quill é 1 mana, 1 de dano. Então tipo, pra você montar um deck ao redor desse tipo de efeito, é muito mais fácil e vantajoso quando você tem tipo 4 cartas que você sabe que vão fazer aquele efeito, que podem passar, saca?
Ao invés de, tipo, pensar numa comum chave pra aquele deck e você acabar não vendo nenhuma. Você tem, tipo, 4 vezes a chance de ver aquilo lá. Então o seu plano fica muito mais consistente, né? Eu acho que isso é muito interessante também.
Isso é legal mesmo. E essa coisa da carga mental faz bastante diferença. Porque em Segredos de Sixhaven, os jogos eram cansativos. Porque é isso, cada carta tem 1 milhão de texto e faz uma coisa diferente, né? Então aqui, pelo menos, a gente vai ter... Tem 1 milhão de textos, só que você meio que já consegue facilmente ler as figuras, né?
Sim, sim. É, todas as cartas preparadas, comum e incomum, você tipo vai olhar e já vai saber, ah, ela faz isso, sabe? Não precisa ficar lendo cada uma. Ah, ela é Constrare, então ela faz 3 mana, cria uma ficha de Heartwood. Inclusive, teoricamente é uma mecânica nova, né? Que é um tipo novo de token. Heartwood é um artefato vermelho e verde que vira, adiciona vermelha ou verde. É isso que é o tema do Constrare, mas enfim.
Isso. E aí sim, a gente tem a mecânica que chocou o mundo, chocou o Pauper inclusive, que são amassar o Jace, que vai criar fichas de Planeswalkers para você.
Ficha de Planeswalker, galera. O Mário tinha falado no teaser dele, né, tipo uma mecânica que cria um tipo de ficha nunca criada antes. Eu pensei Planeswalker na hora que eu li aqui. Assim. Mas enfim, em Power Jace então, galera, por exemplo, a gente tem Mindseeker Oculus, que eu acho que assim é possivelmente a melhor comum, sabe, por motivos de card advantage com corpo, né. É o novo Hero in Training basicamente, que é um 2 azul, 2/1.
Quando essa criatura entra em Power Jace 4, coloque 4 marcadores de lealdade numa ficha de Jace que você controla. Se você não controla uma, primeiro crie uma ficha azul de Planeswalker Jace com: -1 de lealdade, você dá Surveil 1. -3 de lealdade, compre um card. Então assim, a gente fala Amassar Jace porque, tipo, o nome da mecânica durante o design era Amass Jace, literalmente assim. Que é basicamente a mesma coisa do Amassar aí que a gente viu no Hobbit.
Só que ao invés de fazer uma ficha de criatura, faz um Planeswalker com essas duas habilidades.
Exatamente. E a gente vai ter na edição várias cartas que adicionam habilidades a este seu, a sua ficha de Planeswalker. Então assim, o básico dele é isso: -1 surveio, -3 compra uma carta. Só que aí você vai ter uma criatura que enquanto ela tá em jogo o Jace ganha uma outra habilidade, +2 faz não sei o quê, ou encantamento que enquanto tá em jogo o Jace ganha um ultimate. Então assim, É uma coisa diferente que a gente nunca viu mesmo, né.
Todo mundo sempre vai ter um Jace na mesa, basicamente, pelo que eu entendi. Um lutando contra o outro, assim. Agora, o que isso quer dizer, se você vai... Quem tiver o maior Jace ganha, como é que é? Aí a gente ainda não sabe, né.
Então assim, o básico, gente... Eu acho que você sempre vai querer ativar o draw quando você puder, né. E aí, tipo, se você vai ativar o surveil ou tentar crescer o seu Jace e depois, com outro efeito que você tem na mão, pra dar draw, aí é uma outra questão. Mas assim, talvez você vai querer usar seus Jace agressivamente, sabe? Quando não puder dar draw, dá surveio mesmo e beleza. Mas eu não sei. Até porque tem umas cartas build around, uns arquétipos que a ideia é ter um Jace grande, né?
Então, como você falou, tipo, tem uma Kiora em comum que ela dá pros seus Planeswalkers -8, você faz um Kraken 8/8 hexproof. Nossa! Então, tipo, você tem essa carta, você vai querer acumular lealdade, enfim. E você falou dos encantamentos, né? É um ciclo, na verdade são dois ciclos, né? Tem dois encantamentos em comum de cada cor que são parte dos ecopares também, que é tipo então Way of the Cryomancer, Way of the Pyromancer, mostrando as duas versões da Chandra ou do Garruk e assim por diante.
Inclusive comentando, Way of the Pyromancer eu acho que é uma das cartas que mais me chamou atenção como quebrada assim na edição. É incomum vermelha Encantamento lendário. Quando entra, você dá Empower Jace 2, amassa o Jace 2. E aí os seus planeswalkers têm habilidade +1 de lealdade, você adiciona um mana vermelho. Ah, sim, meu, você fizer essa carta na 2 na play, tipo assim, beleza, metade do tempo você não vai estar na play, mas você faz essa carta na 2 na play, você tá tipo passando com planeswalker com 3 de lealdade.
E na volta, e que a pessoa não vai tirar, que não tem como tirar um planeswalker com 3 de lealdade na draw. E no próximo turno você já tem 4 mana.
É, não tem como, né?
E aí você vai ficar fazendo isso, sabe? Subindo, gerando mana, acelerando. E aí enquanto você tá tipo— e cada vez que você sobe, você tá botando lealdade que você pode depois usar pra comprar carta e proteger. E como você tá rampando, você vai proteger mais fácil o seu Jace. E vai ficar tipo com aquela máquina de valor insana assim, sabe? É um Planeswalker de 2 mana, sabe? Tipo, é muito forte.
E essas cartas de Empower Jace, elas estão com os números bastante inflados também, né? O próximo, o próprio homúnculos aí que você citou, ele, o óculos na verdade, ele dá Empower Jace 4, sabe? Então beleza, você pode dar um -3 já ali e ele vai ficar com 1, teoricamente. Só que provavelmente você já fez isso de novo anteriormente ou vai fazer de novo, então assim, Acho que você consegue subir o seu Jace bastante só com essas cartas.
Sim. E não é fácil, pelo que eu entendi, de tirar o Jace da pessoa oponente. Porque, por exemplo, se os dois estão fazendo Mindseeker, tipo, entendeu? Os dois estão crescendo o Jace e colocando o corpo na mesa, sabe? Então assim, como é que você lida com isso? Será que vale a pena bater no Jace da outra pessoa? Parece que sim, mas às vezes também parece que não, porque de todo jeito a pessoa vai conseguir reconstruir o Jace dela todo turno. Então, não sei. Eu tô bem confuso sobre isso.
Isso é interessante. É... Eu acho que assim, primeira coisa, especialmente cartas que afetam o board e dão empower Jace são mais valiosas, né? Pela questão de você conseguir pressionar e atacar um Jace. Aí o segundo, assim, já faz 7 anos, mas quem lembra de Guerra da Centelha, né? Que era uma edição que a gente tinha Planeswalker, tipo um Planeswalker por pack, e tinha Planeswalker incomum. Então assim, a coisa mais importante da edição era tipo ter uma presença de board muito cedo.
Pra poder pressionar o planeswalker da pessoa e defender o seu. Eu acho que a gente tá nesse rolê assim. E eu amo edição que tem que ter presença de board, sabe? Tipo, é o tipo de set que eu gosto.
É, eu também.
Mas essa edição, tipo, parece que tem muita coisa ao redor pra montar assim, além disso, sabe? Muitas formas de jogar essa presença de board diferentes, mas enfim.
E se você fizer uma presença de board que não se importa com o Jace, só que vai conseguir ser tão maior que... Vai atropelar todo mundo, sabe? Será que não dá pra fazer isso?
Eu não acho que... Eu não acho que isso vai acontecer nessa edição. Olhando pelo design das cartas. A gente tem, tipo, tanta coisa grande e build around que leva algum tempo pra começar a rodar. Que... Alguém comentou isso lá no chat. Será que, tipo, as cartas são desse jeito porque cada pessoa vai começar basicamente com 30 de vida? Porque eles também têm que tirar os jaces, além de tirar a vida, sabe? Eu tô achando que tipo...
Exatamente. E aí, enquanto você protege seu Jace, você vai montando a sua engine, sabe?
É um Braum.
Não, não fala essas coisas aí. É sério. Pô, eu fiquei tão ofendida. Essa edição só tem uma falha. Na verdade, são duas, mas o Cold é perdoável. Mas tipo, a Tamira, umas personagens mais da hora, tipo, que a Wizard já criou assim, sabe? Puta personagem foda. A Lore foi da hora, foi a personagem bem construída, né, desde Lórien, tá daoríssima. Aí fizeram ela ser tipo uma carta de Commander's Lopp, sabe, em vez de fazer uma carta de verdade.
Ah, é verdade.
E eu vi uma pessoa postando no Twitter que se olhar a arte dela parece estranha, parece que ela tá meio fora de ângulo assim. E a explicação para isso é porque a Wizards encomendou uma arte para uma carta de planeswalker, que são aquelas artes verticais.
Elas são diferentes, elas são diferentes.
Só que aí em algum momento do design alguém falou: não, a gente tem que fazer ela ser uma staple de Commander, tipo, sei lá, nova Traxa, sabe? A Commander Super Friends, o caralho. E aí tiveram que tipo trocar o design dela de Planeswalker para aquela merda de carta 5-color patética, sabe? Inútil no Limited. E aí ficou a arte torta porque era para ser uma arte vertical e ficou uma arte horizontal, sabe?
É, pode crer. Eu abri ela aqui pra ver e tem um pouco essa impressão mesmo, né?
Não é? Não tem uma coisa errada com essa arte?
Até porque na lore ela meio que virou...
Ela herda a centelha do Jace.
Do Jace, é.
E tem o Eco Par, que é o Jace Planeswalker raro, que tipo a gente tem 2 Planeswalker Jace na edição, além de todos em Power. E ela é uma criatura, era pra ser um Eco Par 2 Planeswalkers, sabe? Eu tenho certeza que ela foi trocada em algum momento assim que não era para ser ela. Eu acho que tipo é a coisa errada dessa edição, que o Magic perdeu para o Commander, sabe, nessa merda aí. Ah não, tem mais uma observação sobre Empower Jace.
Eu também ouvi dos meninos do World of Limiters, também me pagou porque eu não tinha pensado nisso. Será que é uma vibe tipo O Anel Tenta Você?
Ah sim, eu tava pensando nisso já.
Quanto mais Empower Jace você tem, tipo, melhor fica, sabe? Eu acho que tem uma coisa assim.
Eu tava pensando sobre isso, sim, com certeza. Porque assim, se o jogo for de valor e de, sabe, entrar na mesa e fazer jace, não sei o quê, e você todo turno comprar duas cartas para ganhar no valor, vai ser meio que isso assim. Você vai querer pegar todas as cartas que fazem jace que você conseguir. Agora, isso também entra nesse, se todos os arquétipos vão ser jogáveis e tal, porque tem em todas as cores Mas a gente imagina que azul tem um pouquinho mais de suporte, né?
Não, sim, tanto que o designer lá da edição, o Ionesconi, botou um artigo lá falando de design e meio que tipo a coisa do azul é o Empower Jace. E aí eles montaram, eu achei fascinante, cada dois arquétipos, cada dois pares de cor da edição é baseado em uma cor, sabe? E o azul é de Empower Jace, só que O azul, tipo, nisso ele juntou Azorius, que o Azorius é tipo deck de surveio, tem vários payoff. Quando você dá surveio, você faz tal coisa.
Então acho que um deck às vezes tipo vai preferir dar surveio do que draw, mesmo você tendo os marcador, porque você tem payoff na mesa, sabe?
Ou seja, Azorius é ruim.
Enquanto que não, mas tem uns payoff bem puxadinho assim, eu achei, viu? Parece bem interessante. Enquanto que Simic É tipo um negócio de Empower Jace mesmo. E aí, por exemplo, onde tem a Kiora de 3 mana, que seus Jace ganha -8, faz um 8/8. Sim, se pá, no Simic você vai querer fazer os Jace enorme, enquanto que no Fatehold, né, você vai querer tipo, não importa o tanto de Jace enquanto você tiver podendo dar um Surveio todo turno para triggar suas coisas, sei lá, algo assim.
Você pode matar meu Jace, que depois só cria o outro, dou mais um Surveio. E vou continuando todo turno trigando alguma coisa, né?
Trigando alguma coisa, tipo isso. Mas vamos ver, né? Também porque eu não duvido que você vai ter um azar, você não pegou essas cartas, mas veio outro tipo de carta boa. Porque a gente tem esses build around esquisitas. Eu acho que isso é muito legal pra edição também. Sim.
É, esse é o contexto da edição, galera, né? Se você tava totalmente por fora, agora você não está mais. E agora, pra ficar mais por dentro ainda, a gente pode abrir um pacotinho e discutir algumas cartas, né?
Ai, que delícia!
cheirinho de carta nova é bom demais! Abrimos o primeiro pacotinho deste novo formato, Alana. E começamos aqui, como quase sempre, com um terreno. Dessa vez um terreno dual que temos nessa edição aqui, que é o Stingerquill Annex. Então ela entra virada, a não ser que você controle um Planeswalker. Muito interessante. E aí ela adiciona Rakdos, né?
Isso. Então, dando os números, se eu não me engano, eu não chequei antes do episódio, mas eu acho que são tipo 5 em 9 boosters tem uma dual. E nessa edição a gente tem as 10 duais.
Sim, tem as 10 duais, mesmo tendo só 5 escolas.
É, então geralmente você vai ver uma por draft, no máximo duas, sabe? E sim, as das escolas têm o nome da escola, as outras têm uns nomes X, que é tudo coisa lá do campus de Hexhaven.
Sim, essa edição também, falando de terreno, tem aqueles terrenos full art que não fazem sentido, né? Que é tipo uma ilha que não é ilha, pântano que não é pântano, assim, uma torre. É, todos são uma torre. Ah, legal, eu entendi e tal, mas engraçado.
Enfim, gente, de sempre, terreno, peguem terrenos. Esse textinho aí de uma peça de Vampire: The Masquerade é muito, muito interessante. Tipo, eu não acho que vai mudar tanto, é mais poderoso que um Quem Entra Sempre Virado, certamente, né? Mas também não tem aquele sorveio de late game, caralho. Mas tipo, é bom, peguem, é importante. E aí, primeira comum, Shatterwing Pegasus, 2 branca, é um 2/3 voar. Você pode ter uma ativada, você pode pagar 4 e branca As criaturas que você controla ganham +1/+1 até o final do turno.
É, essa carta foi meio powercreepada um pouquinho, né? Porque geralmente tinha, sei lá, um humano 2/2 que não voa que faz isso, sei lá.
Esse efeito é muito bom. Tipo assim, tem edições que esse efeito era insano, que é comum que tinha esse efeito nas melhores comuns. Uma que eu lembro, se eu não me engano, é aquela Baldur's Gate, tinha um bicho de 1 mana que fazia isso. Eu acho que era especialmente bom porque ele custava 1 mana. Então tipo, ser um drop 1 com esse poder de late game era interessante. É porque assim, 3 mana 2/3 bora é paia, sabe? Assim como no Hobbit, acho que tinha um 2 mana 2/2 que fazia isso, também era paia, sabe?
Então assim, de vez em quando ser feito é muito bom. E essa carta não é injogável, né? Ela é obviamente power creepada, mas eu acho que tá bem low playable assim, tipo, porque 3 mana 2/3 bora, essa é a minha impressão também, é fraco.
Aí depois temos Mindseeker Oculus, que a gente já citou aqui. 2 e azul por um 2/1, é que quando entra você amassa G4. Muito forte.
3 mana, 2/1, entra, dê um draw e deixa um Planeswalker. Deixa um 2/1, deixa o Planeswalker, a pessoa tem que dar um jeito de tirar, senão depois já vai tipo poder fazer um valor. Absolute banger. Como eu acho que eu já falei, é possivelmente uma das melhores comuns do set assim, eu acho, provavelmente. Sempre que a gente vê um bicho 3 mana, 2 de poder, que compra carta, sabe, é Ou que faz umas fichas, alguma coisa assim, né? Ou que faz uma ficha, é o clássico, é o Hero in Training novo, né?
O Hero in Training de Marvel, o Pruning Champion, é a mesma ideia mais ou menos.
Sim, sim, mesma ideia. É, a próxima é Rank Wretch, em color preta, 1/1. Quando essa criatura entra, cada oponente descarta um card.
Legal, Sérgio Moro voltou a ser um rato.
Originalmente esse efeito era um rato, né, em Dominária, Dominária não, em Invasion, né?
É que na verdade, se a gente for ver aqui, o Sérgio Moro tá nessa carta, né? Que o rato tá em cima da boca dele.
Sim, é verdade, ratos saem da boca do Sérgio Moro.
É, ratos saem, Anitta, e ratos saem dos ratos.
Mas é isso, tipo, era Indominada, era um rato. Aí a gente viu todas as variações de tipo de criatura possível pra essa carta. E aí, tipo, a gente já viu ela virar tanta coisa que agora não é conversa, ela voltou pro começo, ó, deu a volta completa. Assim.
É um efeito legal, né, essa coisa de small game, tirar atrito, né, e tal. Eu gosto quando tem essa possibilidade no draft, eu acho que é legal assim. Vamos ver se tem suporte para esse tipo de coisa, porque me parece que se eu estou jogando um jogo de atrito e eu tenho o melhor Jayce, eu tô ganhando, sabe?
Então eu tenho uma outra opinião assim, porque tipo Essa carta assim, nunca é ruim, mas o valor dela tipo varia muito entre cada edição, sabe? Eu acho, dependendo do contexto do set. Acho que nessa edição, se todo mundo tem esse card smoothen assim de tipo Jayce tá dando surveil e draw com frequência, é mais difícil você engendrar um small game também, sabe?
É mais difícil mesmo, porque até o small game da pessoa oponente vai ser melhor Que assim, enquanto você tá usando suas coisas pra fazer o small game, a outra pessoa tá jogando a melhor carta do deck dela, que só ganha o jogo, né?
É, então. E eu acho que o problema desse rato também é que ele não pressiona bem planeswalkers, né? Eu chutaria, sem jogar, que assim, é uma das piores versões que a gente viu desse efeito, sabe? Mas assim, óbvio que eu tô—
No sentido do contexto da edição, né?
Do contexto do set, sim. Assim, eu acho que essa carta nunca vai ser ruim, mas eu acho que talvez tipo o contexto de set é meio hostil para ela.
Próxima carta é o Room of Refuge, é um terreno que entra virado. Quando entra, você escolhe uma cor, aí ele adiciona uma mana dessa cor, né? E você pode pagar 5, virar, sacrificar esse terreno e colocar 2 marcadores numa criatura alvo ativa e apenas com feitiço. Nossa, que legal, hein?
Legal, tipo Eu acho que essa ativada não muda em nada o quanto eu quero pegar essa carta, sabe? Porque é o terreno de qualquer cor da edição. Tem algo... Metade das edições a gente tem Evolving Wilds, metade a gente tem esse aí que entra virado, escolhe cor. E tipo, é um bônus legal você ter, obviamente. Mas assim, de novo, pega em terrenos altos, sabe? Esse aí, nossa, legalzíssimo. Mas eu gostei também do efeito.
Se essa edição você ficar sem alguma coisa pra fazer com sua mana, né? Em Circus Haven você não ficava, né? Vamos ver se nessa edição você vai ficar.
A próxima, Heartstring Puller, 3 vermelha, 3/1, atropelar. Quando entra você faz uma ficha de mago soldado 2/2 incolor chamada Cadete. Então é as fichas que fazem edição, né? São tipo os aluninhos da escola do Jayce, só que não são alunos, eles são cadetes.
É porque é mais militarizado, é uma escola militar, é, não é uma universidade igual Então essa carta me parece muito boa porque tá fazendo 2 corpos e tal. Só que aí tem esse ponto, né, do contexto da edição também. A mesma coisa com o rato, né? Tipo, pode ser que o contexto da edição você criar 2 corpos torne ela melhor ainda, ou às vezes, sei lá, talvez não. Eu não sei ler direito, sabe? Eu sei que assim, em outras edições essa carta facilmente conseguiria ser uma das melhores comuns, né?
É uma brisa, porque a gente já viu muitas vezes esse efeito, né? 4 mana faz 2 corpo, dá um total de 4/4 assim, tipo um total de 8 de stats, sei lá. Mas a gente nunca viu tipo desse jeito, né? 3/1 atropelar e 2/2, sabe?
É, então é bem, é bem diferente do jeito, né?
É tipo essa, eu não faço a menor ideia assim de como essa carta joga, sabe? Real assim, mas é interessante.
Interessante. Esses Atropelar, sempre que tem Atropelar no vermelho assim, eu acho que é interessante quando sai um pouquinho do verde, porque acho que às vezes pareia melhor com cartas pretas e verde, sabe? Tipo, quando você tá no verde, muitas vezes você, o Atropelar no verde, às vezes não consegue parear bem com preto, por exemplo, dependendo da edição e tal.
Sim.
No vermelho geralmente parece que, na minha cabeça assim, sabe, parece que funciona melhor. Aquela coisa de dar um death touchzinho ali e tal. Vamos ver.
Vamos ver, assim, essa aí mistério, mas enfim, é mistério.
É, parece ser boa, mas é uma comum, né?
É uma comum, sim.
Próxima, Living Library, 2 manas por um artefato, 0/4, que paga 6, sacrifica essa criatura, escolhe a criatura ou planeswalker que o oponente controla, e aí o oponente embaralha essa criatura ou planeswalker no Grimório do seu dono. Então assim, um removedor de Jace aí.
Eu acho que eu nunca olhei pra um bicho 2 mana, 0/4 e fiquei, tipo, intrigada assim. Eu sempre descartei imediatamente, sabe? E essa eu acho que não.
Sim, mas nessa edição...
É, então, olha que edição esquisita. Tipo, olha essa carta.
Porque ela protege seu Jace.
É isso, tipo, eu acho que tem decks que você vai querer estender o jogo. E assim, um 0/4, o problema é que eventualmente vira uma carta morta. Você não consegue, tipo, você não ataca, você não faz nada com 0/4. Por mais que ele tenha te ganhado muito tempo no early game, sabe? Só que isso é uma remoção, sabe? Então tipo, você pode fazer um 2 mana 0/4, vai te salvar sabe lá quantos pontos de vida, ou proteger seus planeswalkers, né?
A gente fala proteger o Jace, mas tem mais planeswalkers na edição. Tipo, é uma edição que tem muito mais planeswalkers do que o normal assim.
Tem, tem. É que inclusive ele já— essa regra que eles tinham inventado antes, que não, agora só vai ter um planeswalker por edição, já foi pro caralho.
Não, por causa dessa história, né? Também a história da edição tipo pediu pra dar uma alterada, sabe? Mas enfim. Assim, mas isso não é um, não vai ficar morto depois, você vai ter tipo uma remoção assim, é uma remoção que tá, como é que fala, face up assim, sabe? É uma remoção que tá na mesa, mas você tem a opção de fazer isso. E tipo, achei brilhante.
E é aquele 2 mana que você sempre vai conseguir conjurar porque é 2 incolores também.
Isso vai em qualquer deck. Eu acho que isso também é interessantíssimo porque eu vejo potencial tipo de vários decks diferentes você querer estender o jogo por algum motivo, sabe? Então você poder encaixar isso em todos, eu achei esse design brilhante assim. Eu tô muito curiosa para ver se isso é bom mesmo ou se é só aquelas, aquelas comum filler que você bota no deck. Mas eu não duvido que tenha tipo arquétipos nesse set, ou decks nesse set, drafts nesse set, sei lá, se ativamente vai querer isso. Sim, eu tô fascinada.
Bem, de comum então é isso que a gente tem. O pick seria bem fácil, que Mindseeker Oculus, né?
Mindseeker Oculus, sim.
Beleza, vamos para as incomuns então, que temos 5 nesse pack.
Isso é meio de propósito, né? Tipo, falaram no mesmo artigo lá do design que tipo, por causa dos Eco Pares, tiveram que aumentar a densidade de incomuns. Tanto que por isso que a gente tem mais incomuns que o normal e menos comuns do que o normal. E a expectativa é ver mais incomuns mesmo do que o normal, sabe, durante um draft.
Ah, é, não, faz todo sentido. É, como a gente falou, né, a incomum é a nova comum.
É, incomum é nova comum na era do Play Booster, mas em realidade faturada é um pouquinho a mais ainda, sabe? Sim. Violent Echoes, 2 vermelha vermelha, é uma instantânea, causa 6 de dano a criatura planeswalker alvo. Se dano em excesso for causado àquela permanente dessa forma, você amassa G esse X Sendo X o excesso de dano.
Então, que essa carta é interessante, né? Porque beleza, ela tem uma modalidade legal. 4 de mana para matar qualquer coisa é legal. Acho que já qualquer coisa assim, né? Eu acho que mata qualquer coisa. 6 de dano mata Planeswalkers também, que é uma coisa importante. E tem essa coisa de você matar coisas que tem 3 de resistência ou 3 de lealdade, comprar uma carta, sabe?
Eu acho que essa carta, pô, é a remoção vermelha de 4 mana que você vai usar, sabe? Porque tipo, ela vai matar o que você precisa matar e alguma parte do tempo ela ainda vai te dar um valor a mais.
2 pip vermelho é um pouco chato, mas fazer o quê?
Mas talvez é para o nosso bem, é isso que eu tava pensando esses tempos, sabe?
É verdade, é verdade que a gente tem aquela carta branca.
A gente tem um ciclo de land cycling na edição, né? A gente não viu nenhum, mas para quem não viu A gente tem um ciclo de land cycler e é land cycler mesmo, não é tipo plain cycling ou etc. Pega qualquer terreno e a carta branca é um 6 manas. É, como é que é? 6 mana faz 3 fichas e empower Jace, não sei o número, eu acho que é 2, não sei.
É o novo Imperial Wolf.
Aí que tá, que eu acho que esse negócio de ser double pip é para o nosso bem, porque Imperial Wolf era um só, você podia botar em qualquer deck basicamente.
É o Hexhaven Battalion.
Hexhaven Battalion, isso. Enquanto que 2 pip vai restringir mais um pouco. Então acho que tipo, quando a gente vê 2 pip nessa edição, é uma escolha de design, sabe? A gente tem umas raras com 3 pip inclusive. Então tipo, acho que é bem pensado isso assim, para também evitar o que você falou das coisas virar sopa, sabe? De ter muita carta híbrida.
Sim, eu gosto, é, eu acho legal. Eu acho que é saudável mesmo.
É saudável sim. Se isso fosse 3 vermelha, putz, ia ser patético, sabe? Você splashar qualquer deck, enfim.
Próxima carta, Woodwork Prodigy, 2 e híbrida Gru por um 3/3.
Gru não, Contrary.
Contrary, ah, não fala, fala Gru, né?
É nóis. Contrary nem existe, sabe?
É isso que eu ia falar, é o Contrary é do Ecoverso.
Sabe onde Contrary tá agora? No intestino da a cu, sabe? Ela devorou tudo.
É verdade, ela devorou todo mundo. Enfim, no começo da sua manutenção, se essa criatura não está preparada, ela se torna preparada. E como ela é com Strahd e Bahagruul, ela tem a mesma habilidade de todas as outras, que é: paga 3 mana, cria um Heartwood Token, que é aquilo que a Lana já tinha falado, que é um artefato verde-vermelho que vira, adiciona verde ou vermelho.
Então assim, 3/3/3, que se você desvirar você tem acesso a um mana rock. Basicamente é mana rocks, né, esses Heartwood aí.
É, eu achei isso tão— ai, será que isso tem cara de ser tão ruim? Eu achei isso fraco, eu espero estar errado.
Nossa, tem uma com Strari que é um mana 1/1 que entra preparado, vira, adiciona incolor, mas só para coisa que não é da sua mão, tipo e faz um Heartwood, sabe? Tem um 2 mana 2/2 que faz um Heartwood. Isso eu achei tão esquisito, porque o padrão de jogo, você faz isso na 3, aí você não pode trocar e seu oponente não pode remover. E aí você desvira, você vai ter tipo o quarto terreno, paga 3, faz um Heartwood, e aí você casta um drop 2 para você desvirar com 6 mana na 5, sei lá.
Se existe um mundo que 3 mana 3/3 é um status muito desejável, eu até entendo. Mas eu não acho que é a questão aqui dessa edição.
É, eu pessoalmente achei essa carta meio estranha assim, tipo, o timing dela, sabe? Não sei. Mas é o que a gente falou, talvez você queira muita densidade de Heartwood. Porque você viu a dourada com os Triad do set? Que é tipo... O Scryfall, sempre quando é uma carta em idioma estranho, em idioma que não é inglês, faz umas piadinhas, né? Tipo, bota um nome de placeholder.
Sim, ah, eu vi sim.
Aí o nome dessa é tipo como fazer X0 no seu pré-release.
Sim, que é incomum, né, a carta é incomum, é um bicho tipo é o Craftwork Crusher, por causa que assim é um drop 7, né?
Então assim fazer 7 mana não é trivial e você vai precisar de uma certa densidade de coisa que rampa para você fazer aquilo. Então talvez tipo isso aí é importante só porque te ajuda a fazer aquilo, porque aquilo vai te ganhar o jogo, né?
É, ela é um 7/5 atropelar. Quando ela entra, você escolhe 2: ela causa 4 de dano à criatura ou Planeswalker, ou cria um 2/2, ou compra uma carta. Sabe, gente, tipo, é bem, é muito forte. As raras com Sorare também são bem fortes.
Essa carta, na verdade, essa carta me lembra, lembra de uma giganta de Kaldheim?
Ah, sim, aquela giganta gru também.
Ela 3 mana, 2/4, pagava 3, vira, faz um mana lead.
Mas ela era muito forte.
É que ela tinha a segunda ativada que era um mana sink, né? Mas ela era tipo, tinha a segunda ativada, ela era a mesma carta, só que ao invés de ser 2/4, é 3 mana, porque tipo ela te dá a chance de fazer um mana lead todo turno. É que também era um mana lead, não era um Heartwood, né? Então tipo só faz verde e vermelha, mas isso talvez também seja para o nosso bem, porque senão Com saiba virava deck de sopa, né? É, não, pensando assim ficou um pouco mais interessante, mas eu ainda não, ainda não tô plenamente convencida, sabe?
Mas eu acho que melhorou um pouco a carta na minha ideia assim, pensando na qual que era o nome dela, caralho? Ela era que carta foda que era. Ah, enfim, Esvela, Esvela, Esvela, isso mesmo, brabíssima diva.
Nossa, a minha mente agora foi longe se eu acertei, hein? Era isso mesmo? Eris Vela. Nossa, eu procurei! Nossa, minha mente, minha memória tá boa, minha memória tá boa, tá muito brabo.
Enfim, próxima carta é o nosso Eco Par, Tetsuko Umezawa Fugitive, em color azul, uma criatura lendária 1/3 que tem o texto: criaturas você controla com poder ou resistência ou menos não podem ser bloqueadas. Inclusive, essa carta é um reprint. A gente tem vários Eco Par que são reprints. Ah, ela tava na boa no City Marcha também, mas a original dela é de Dominária, Dominária 2018.
Mas eu lembro muito dela de Marcha das Máquinas. E essa carta é muito legal, né? Ela é forte, ela é bem forte. Imagina só, se o seu oponente tá tentando proteger seus Jaces, isso aí acaba com tudo, né? Aquela Heartstring Puller, que é 3/1 atropelar, inclusive, por exemplo.
Ah, verdade, sim.
Essa carta, tudo que tem 3/1, né, bate muito bem.
Essa carta eu achei brilhante porque ela é tipo uma build around extremamente poderosa, mas tipo ela é muito build around também, sabe? Tem um deck pronto já, você viu, tem o Lute Preto, né? O Lute Preto é um 3, é um Nantuko Husky, ele é um 3 mana, -2/4, tem habilidade enquanto o poder dele for negativo ele causa dano como se o poder dele fosse positivo. E ele tem uma habilidade que é: sacrifica uma criatura planeswalker, ele ganha -2/-0 até o final do turno.
Ative apenas se tiver 7 ou mais cartas do cemitério. Aí você tem, olha só que legal, ele fica imbloqueável. Aí você tem uma comum que é 2 mana, escolhe um: anula criatura ou mágica lendária, não sei, controlador pague 3, ou dá -5/-0 para criatura.
Ah, é verdade, -5/-0, é verdade.
E você tem uma Yuriko em comum, que ela é humana, 1/1 flash. Aí escolhe um, eu não sei o que que é o outro escolhe um, mas ela também tem o texto: quando ela entra, criatura alvo ganha -X/-0 até o final do turno, sendo X o número de cartas no seu cemitério. Então tipo, nossa, você tem um deck, você já tem um arquétipo tipo Sideways assim de combo de Tetsuko com Lute com Yuriko, sabe?
Tipo, e aí você bate tipo 10, 12 com o Lute, sabe?
Fora que o Lute é esse negócio, sacrificar criatura para para ganhar poder, tipo assim, vai ter muito board state que você bota a pessoa no The Abyss, sabe? Tipo, você bloqueia o seu loot, o meu loot, você morreu, porque eu vou sacrificar aqui 3, 4 coisas e te matar.
É sacrificar tudo, exatamente. É o que eu penso sobre isso, é como vão ser as remoções desse formato. Se tiver muita remoção muito eficiente, isso já meio que cai por terra, né?
É, mas ó, é um sonho aí montar esse deck. Eu quero matar uma pessoa com 7, sabe?
É, tá aí, ó, da checklist do 7. Nós temos aí para você que tá ouvindo já um novo tique aí para você fazer. E a gente tem aqui o par dela no pacotinho também, que é a Tetsuko Mezawa Pursuer, Perseguidora. 3 em vermelho por uma 2/4 golpe duplo, que tem destreza também. E quando uma criatura que um oponente controla com poder ou resistência 1 ou menos bloqueia, ela causa 1 de dano ao controlador daquela criatura. Legal, ela pune os chump blocks e triga as coisinhas do Rakdos, a edição que é o Stinger Quill.
O que que é destreza, Rand?
Destreza é prowess.
Prowess, boa! Não, porque você falou, tipo, a hora que você falou eu entendi, mas eu realmente não sabia que a tradução era destreza, sabe? Então eu tô falando aí pra clarificar quem tiver ouvindo, é, talvez Talvez as pessoas não saibam.
É que a gente sempre fala Prowlers.
Então Double Strike com Prowls é um negócio interessante. E esse efeitinho também interessante, né, de Punish and Block. Tipo, não acho que vai ser tão relevante, mas tipo é minimamente relevante. É que aquilo lá, 4 manas sem ETB, sem proteção, né? É uma criatura forte, é uma criatura forte, mas você desvirar com ela, é, é, mas tipo você desvira com de suco, se a pessoa não bloquear, tá tomando tipo 8 de dano fácil assim. E mesmo se bloquear, ainda toma um dano.
Mas uma coisa que eu pensei muito interessante sobre desvirar com as criaturas, porque vamos pensar em como o jogo funciona, né, na estrutura do jogo. Vamos colocar nossas minks para funcionar aqui. A estrutura do jogo é de turno, tem o meu turno, seu turno, a gente vai indo assim. Todo turno meu que eu tiver colocando um Jayce na mesa, teoricamente eu não tô colocando o board para proteger ele, né. Tirando os casos como Mindseeker que consegue fazer isso e tal.
Então assim, a Tetsuko nesse sentido acho que entra um pouco nisso assim de: você tá colocando board, tipo, se você já tá com Jace, você não tá se defendendo, entendeu o que eu tô tentando, aonde eu tô tentando chegar? E se você tá já com seu Jace se defendendo e colocando board ou um Planeswalker, né, seja qual for assim, qualquer remoção nessa criatura é tipo não muda o estado do jogo, sabe?
Não sei se entende.
Tipo, é uma carta que na play, na draw, faz muita diferença. O que eu tô querendo dizer é, será que gastar um turno inteiro para remover criaturas nesse formato vai ser uma coisa? Entendeu? Essa que é a minha dúvida. Que tem formato que você gastar um turno para remover alguma coisa às vezes não é tão bom quanto fazer o seu plano, sabe?
Tá, entendi. É, eu acho que tem duas coisas, né? Primeiro que remoção Eu acho que sobe um pouco nesse set, mas só quando você já tiver um board.
Então é isso que eu tava querendo dizer.
É, e você tem que ter um board. É, tá, entendi. E é isso, porque tipo, a melhor coisa do mundo, porque assim, você não quer gastar remoção em ficha de Jace, sabe? Tipo, é, eu não quero dar um Violent Echoes numa ficha de Jace, eu quero matar a criatura da pessoa.
Você tá usando remoção nos retângulos, né? Na comida, no tesouro, no retângulo.
Exatamente, é, a ficha de Jace é um retângulo, sabe? Não é uma Então, tipo assim, você tá tirando uma carta e usando o board que você tem para tirar o Jace, é a melhor forma de gastar remoção, né? Mas sim, eu entendi o que você falou, mas eu acho que tem um outro sentido também, que a gente viu progressivamente nos últimos anos esse negócio de tem que liberar com essa carta ser menos relevante, sabe? Primeiro porque eu acho que as cartas geram tanto valor que meio que tudo tem que ser removido, um paradigma desse, né?
Sim, tipo, a Tetsuko te mata muito rápido se você moscar. Eu não sei o que tem de pump spell na edição, mas tipo, ela te mata muito rápido, ela meio que te reduz sua opção de bloco também por causa dos pings, sabe? E uma outra coisa, tem um vídeo que eu vi esses tempos que eu achei brilhante, que é do Daniel Gotch. Vamos ver se você lembra desse nome, quando a gente fez aquele episódio que era tipo Fundamentos de Magic, sabe?
Ai, não lembro não, viu?
Era aquele texto, era um texto num blog que era tipo os fundamentos do Magic, e era tipo um texto super nóia que a gente fez um episódio meio que só comentando esse esse texto. Mas enfim, é o Guru do Cat lá, um pro player super bom. Ele inclusive, procurei no YouTube, galera, Daniel Goetzel, ele tá fazendo muito vídeo falando tipo dos formatos do Arena que vale alguma coisa, né? Então ultimamente tem falado muito de Hobbit selado por causa dos Arena Direct e dos Qualifier especificamente assim.
Ele falou que vai fazer isso para os próximos, então acho que é muito legal. E ele fez um vídeo que eu achei brilhante Que tipo, a teoria é que tem dois tipos de criaturas. Tem as criaturas vanilla que te gera valor e tem as criaturas que ganham o jogo, né? Basicamente é tipo assim, um vídeo falando por que que ele acha que tem criaturas são superestimadas. E o exemplo era o drone lá de Marvel, 3 mana, 2/2, voar, quando entra faz 1/1.
E tipo assim, essa comum é meio que claramente a melhor comum em todos os sets, etc. Mas no fim das contas, isso ainda é um bicho vanilla. A teoria dele, e que assim fique bem claro, ele tava meio que ensinando como draftar numa pod high level no Pro Tour. Então assim, obviamente isso não se aplica para drafts no Arena, no sentido que os drafts no Arena são diferentes. Então você tem que montar seu deck diferente, aproveitando que o Arena te proporciona, que não é a mesma coisa que o Pro Tour.
Mas ao mesmo tempo que se você souber draftar melhor no contexto de Pro Tour ou de Liga My Angels, por exemplo, já fazendo aí o o Jabá, você vai draftar melhor na arena, sabe? E aí o que entra nisso, tipo, você tem que montar um plano ao redor de cartas que se você desvirar você tá muito na frente, né? Cartas que tipo geram muita vantagem. E eu acho que a Tsuku entra nesse sentido porque tipo ela é impossível de bloquear. Toda vez que atacar com ela, tipo, você tira um caminhão de dano, sabe?
Ou você meio que bota num abismo e montar o deck ao redor dessas cartas. Então, tipo, você tem um plano coerente, você tem que usar essas criaturas Vanilla para bloquear outras criaturas Vanilla, e você tem que guardar suas remoções para o que importa e montar um deck ao redor do que importa, sabe?
Sim, é, nas últimas edições, é, virou isso, tem feito bastante diferença.
Porque a Wizards fez um esforço, eu acho, tipo, esse negócio de— eu vi falando também, sabe, eu acho que é um hábito que eu preciso me desprender um pouco de, ai, 4, 5 mana sem ETB, sem proteção. É paia. Mas assim, a gente tá vendo um esforço consciente de fazer essas criaturas numa hate melhor, que se você desvirar você tem uma vantagem real, e fazer as remoções não tão eficazes contra essas criaturas. Tipo assim, você não vai ver remoção barata que mata até de suco, sabe?
Uma outra, a pessoa perde o turno para remover, né?
Exatamente. Aí isso volta para o que você falou, sabe, que perdeu o turno para remover uma coisa não é tão interessante. E acho que das últimas edições a gente tem visto muito mais também um movimento, tipo... Antes, naquilo que a gente fala que era a era dourada, você gastava remoção quando você tinha mana em qualquer coisa. Porque cada remoção era uma oportunidade de empurrar, tipo, 6, 8 de dano. Enquanto que agora você tem que ser mais...
Criterioso. Criterioso, exatamente, com suas remoções e tirar o que importa. Então acho que a gente tá vendo um shift no design, assim, global das edições nesse sentido, sabe?
Sim, é, eu concordo, acho que é por aí mesmo. Boa discussão.
Sim, gente, 23 Mágicas é estratégia, não é só notícias, tá bom?
Aquelas, exatamente, é, não é só informação não, pensamento crítico, é high stakes.
Aí a gente tem tipo a terceira carta perdida da Copar, né? Que aí volta para aquela ideia, pô, vamos dizer que aqui Tetsuko Mezao é a melhor carta, vou passar para a pessoa do lado. Ela vai saber que ou eu peguei a Kiora ou a Tetsuko, né? Eu nem li a carta antes disso, mas enfim, é a carta Kiora, Fire and Ashes, 4 vermelha vermelha, 2/2. Ela é uma criatura lendária. Quando entra, você faz uma ficha de dragão 5/5 voar. E tem uma ativada que é 8 mana, faz uma ficha de dragão 5/5 voar.
Eu gostei para caramba dessa carta, é forte, né? Caraca, eu gostei demais dessa carta. Que é isso? Entra, faz 2 corpos, depois consegue pagar 8, fazer um monte de dragão. Tipo, eu acho que isso aí é meio flavor assim. Acho que você não vai ficar pagando 8 mana assim.
Eu não acho que é não, viu? Constrói. Onde você vai enfiar esses 1 milhão de Heartwood que você fez, sabe?
É, pode ser mesmo, pode ser. Você consegue fazer uma mágica de 4 mana, mas pagar 8 ali.
Então, porque tipo assim, você fez A que hora você tem um dragão que tem que ser removido porque é um 5/5 voar, senão você vai morrer? E você tem um 2/2, você tem que remover porque senão no próximo turno eu vou fazer outro dragão, sabe? Tipo, e assim, idealmente você faz ela quando você já for desvirar com 8 mana, né? Para já tipo botar ameaça.
Ah, sim, é engraçado.
Eu acho que acertaram muito o número.
No turno 6 você já tem 8 mana se você tá no contrário, né?
Você tá no contrário, é tipo isso. E é, eu achei brilhante o design que ela não é 7 ativada, é 8, sabe? Pra não poder curvar, tipo, de graça assim. Eu acho que isso aí foi uma boa escolha, sabe, de design.
Aí o flavor do Kraken dela, né?
É, porque ela original brinca com Kraken o caralho, ela do Ecoverso é a dragãozera. E você reparou um detalhe na arte? Que assim, sabidamente a Kiora, aquele bidente que ela carrega, que não é um tridente, era da taça, né? Ela literalmente roubou o bidente da deusa do mar de Teros. E nessa arte da Kiora Fireknecht, ela tá com o martelo do Púrfuro.
Então ela roubou de outro deus do mar.
Ela roubou o martelo de um deus de Teros brilhante, sabe? Achei muito da hora isso.
Muito da hora.
E o flavor delas: você não aguenta o calor? Sai da minha frente, sabe? E derrite, né?
Só o calor.
É tipo um agito, sabe? Nossa, eu amei essa carta.
Brilhante, é bem legal mesmo. E aí fica a dúvida de qual seria o seu pique aí com todas essas cartas, que as próximas é uma rara e uma mítica.
Olha, interessante, né?
Pegaria uma carta de 6 mana P1/P1.
Então é muito interessante porque tipo eu não faço a menor ideia. Tipo assim, eu consigo ver 4 piques aqui nesse pack, tipo Óculos Ecos, a Tetsuko Azul, mas eu acho que é viagem minha. Não, 5 na verdade, porque eu vejo também o mundo que tipo o bicho constrário é bom, a esvela, né, a esvela em casa.
Sim.
E eu vejo um mundo que a quiora também é tipo insana. Eu realmente não faço a menor ideia. Eu acho que esse pai ainda é óculos.
Então se o formato se desenvolver para nesse pack, né, entre comum e incomum, o certo for pegar o óculos, eu acho que eu ficarei feliz, viu. Eu gosto dessa ideia de, pô, tem 5 incomum e eu vou pegar uma comum, sabe?
É porque tipo assim, é, é uma carta boa, mas é uma remoção drop 4, sabe? As outras incomuns que a gente falou são tudo meio build around, e o Oculus meio que vai ser bom em qualquer deck azul. E eu também não duvido que a gente viva um mundo que a melhor pick é o terreno, o terreno comum, o Room of Refuge, né? O terreno de qualquer cor. Mas eu acho difícil, mas assim, eu não duvido.
Sim, ainda mais um jogo high level como a gente tá falando, eu também não duvido, viu?
Mas temos uma rara e uma mítica.
Uma rara e uma mítica. Começando pela rara, Repurposed Enforcer. 1 e branco por uma criatura 3/2. Quando ela ataca, você amassa G, C, X, onde X sendo o número de criaturas que você controla.
Ó, essa arte, pra quem não viu, assim, umas artes mais medonhas de Magic que eu já vi. Não medonho no sentido ruim, medonho no sentido de assustador mesmo, sabe? Sabe? Para mim essa tá nível a nível aquela pessoa fantasiada de vaca de Midnight Hunt, você lembra?
Sim, pô, boa arte, hein?
Não, e é, e tipo, para quem não sabe da lore, tipo, é um deep cut da lore, a lore da origem do Jayce, que ele era bulinado na escola por essa galera, e tipo, ele nunca vai esquecer essa galera, mas ele apagou o rosto de todo mundo. E agora essa galera são tipo a polícia da escola dele, sabe? Tipo, o flavor dessa carta é brilhante, pô. Turno 2 faço isso, turno 3 faço um bicho, ataco, dou Empower Jace 2, sabe? Aí de você ser um 3/2, é tipo, aí de você, se eu tiver na play, você não fez um drop 2, sabe?
Mesmo assim, nossa, mesmo se você fez um drop 2, eu ataco A gente troca e eu já fiz um Empower JC2, tipo, nossa, ótimo. E ai de vocês se eu fiz um drop 1 também, porque eu já vou comprar uma carta, sabe? Essa carta é forte, é forte.
Você começou no drop 1 com um drop 1 ou aquela carta lá que você fala do Way of Pyromancy, tipo isso.
Não, é, sabe, é um bom drop 2, ponto, fortíssimo. Sabe, seria o pico, com certeza. É muito bom, é muito bom.
É assim, dificilmente você vai ficar com uma mítica.
Não, sim, mas assim, não, só completando, dificilmente tipo você vai ficar, não vai viver o sonho ficar dando em Power Gems várias vezes, sabe? Mas só de você forçar uma troca e já gerar um valor, tipo, já é, já é absurda. É, não tenha medo de trocar essa criatura, só toca, gente, só toca com ela, sabe? Mas é a mítica, mítica foil inclusive, tipo Inclusive ela é dum Eco Par, né, mas ela tá no pack porque ela é uma foil. Então vem uma extra que é o Garruk, Cursebreaker. 3 verde verde, é um planeswalker Garruk, 5 de lealdade.
Toda vez que uma criatura que você controla com poder 4 ou mais entra, compre um card. +2: desvire até 2 terrenos. -3: você cria uma ficha de besta 4/4 com atropelar. -4: Já entrutando, hein? Até o final do turno, toda vez que uma ou mais criaturas atacarem um dos seus oponentes, essas criaturas ganham +2/+2 e atropelar até o final do turno.
Essa carta, velho, nossa senhora, essa carta é muito quebrada! Que é isso, hein? Que carta quebrada, porque entra já dando overhandzinho, né? Se você for para ganhar o jogo, senão você pode só criar um 4/4 ali e comprar uma carta também. E comprar uma carta, ou você também— nossa, 4/4 comprar uma carta, acho que é quase sempre é o que você quer fazer.
Mas você ganhar o jogo, né?
É assim, mas você também pode dar— beleza, não tô sofrendo nada, você pode pôr para cima ali, fazer um double spell ali com duas lendas. Então é muito, muito quebrada, quebrada.
Gente, tipo, Planeswalkers raiz, né? A gente tem nesse set também, não é só ficha de G, sim Planeswalkers reais.
É, eu pegaria o Garruk, né?
Garruk, porra, primeiro draft, tipo, ai, beleza, eu não duvido que edição é mega distorcida, eu acho que não, espero que não, mas tipo, pô, se você, seu draft se abriu um Planeswalker mítico e não pegou, você morreu por dentro. É o Garruk, qual foi a última vez que a gente viu Garruk, sabe? Tipo, ah, ele é brabo demais.
Nossa, faz 3 milhões de anos, foi o Dream original.
Já faz, sei lá, quando que foi o Dream original mesmo, gente? 2000 e nossa, 19, 20.
Deixa eu ver aqui.
Eu acho que foi 2019, foi penúltimo set antes da pandemia, foi 2019, porque depois saiu o Teros, aí agora a gente já tava em pandemia já.
Agora a loucura é você lembrar que 2019 fazem 7 anos.
Exatamente.
Aí você, quê? Como assim? Foi ontem.
É, gente, tipo, já teve Phyrexia e agora tem o Jace de vilão.
Caraca, que maluquice, viu? Mas é isso, gente, esse foi o nosso pacotinho desta semana. E durante o pacotinho a gente já conversou e discutiu tudo que a gente tinha pra discutir praticamente sobre edição, né, Alana?
Eu acho que é isso, eu tô muito curiosa.
É, a gente vai voltar aqui próxima semana provavelmente, que início de edição assim a gente costuma conseguir soltar mais episódios porque temos mais assunto pra falar. Então estaremos aí pra falar um pouquinho sobre as cartas, abrir mais um pacotinho, e queremos ouvir de você que tá nos ouvindo também as suas opiniões. Então deixa um comentário aqui pra gente.
É, e até porque essa edição é uma edição de Magic que eu pretendo jogar bastante, pelo menos, né? Mês que vem tô saindo de férias, vou colar em Buenos Aires jogar o PTQ selado lá. Então tipo, eu quero febrar muito nesse set, e o set tá parecendo incrível, eu tô babando.
Legal.
E então é, a gente vai, vai se falar bastante ainda nesse set. Como eu aludi antes também, set review, galera. Se você por acaso— ah, sim, se por acaso ouve podcast e não, não me tem lá no YouTube, segue lá que eu pretendo ler todas as comuns, incomuns, pelo menos amanhã, se der tempo, as raras quando der tempo.
Enfim, exatamente. E outro amanhã, que é o dia da publicação desse podcast.
Ah, olha só, gente, então é isso. Se tá saindo aí por acaso, sei lá se eu tô online na Twitch também. E também fazendo jabá do Apoia.se, né? apoia.se/linguxeira. Você colar no Alana Chat com a gente, nosso grupinho de WhatsApp. Galera tá a todo vapor, ainda mais quando saiu 7. Tipo, hoje tá todo mundo babando, sabe? Edição de Magic mesmo é outra história.
Nossa, é 500 mensagens por hora.
E quando sai edição, todo mundo discutindo as cartas, como tá jogando e mandando dos decks que fez troféu e avaliando cartas juntos e trocando ideia. E tem a Liga My Angels também toda segunda-feira, um poddraft ali, né, para jogar, tipo, que praticamente outro jogo, né, jogar na arena e jogar um draft high level com a galera. Então colem com a gente. E é isso, eu tô pilhado, eu tô babando, eu não vejo a hora de jogar. Ai, quarta-feira tem o acesso antecipado também, umas 7 da noite, twitch.tv/mangucheiras.
Quarta-feira, dia 23 ou dia 30?
Não, na próxima agora já, quarta, dia 23. Dia 23 a gente vai jogar o evento de streamer lá na Twitch, e aí dia 29 sai a edição real oficial, né? Então a gente vai se falando, galera, ouvintes.
Boa, é isso, perfeito. Alana, obrigado por mais esse episódio de 23 Mágicas.
Obrigado a você, Randy. Obrigado a quem escutou, e a gente se vê na próxima semana no Ecoverso.
Até mais, pessoal!