Supersoda #214 - Jogos das Tartarugas Ninja
- Influência de Double Dragon e Beat 'em upsKonami vs. Capcom na era dos Beat 'em Ups · Tartarugas Ninja como IP ideal para Beat 'em Up · Capitão Comando como resposta da Capcom
- Tartarugas NinjaQuadrinhos independentes · Kevin Eastman e Peter Laird · Violência e marginalidade nos quadrinhos originais · Influência do Demolidor · Editora Pipoca e Nanquim · O Último Ronin
- Tartarugas Ninja infantilizadasTransformação de quadrinhos violentos em desenho animado · Venda de bonecos como objetivo · Estética do desenho animado influenciando os jogos · Comparação com O Máscara
- Teenage Mutant Ninja Turtles Arcade GameArcade de quatro manches · Estética visual comparada ao desenho animado · Emulação e dificuldade de rodar em computadores antigos · Vídeo de introdução memorável · Controles coloridos por tartaruga · Jogabilidade intuitiva com golpes e pulo · Golpe especial de dois botões sem consumir vida · Quantidade de inimigos e performance do arcade · Chefes baseados nos vilões do desenho · Paródia do Clã do Pé (Foot Clan) ao The Hand · Port para Nintendinho como TMNT 2: The Arcade Game · Demake da versão arcade para Nintendinho
Cauabanga, eu sou o Caio Hansen, das profundezas dos esgotos de Nova York, direto pro seu fôlei de ouvido. Hoje vamos mergulhar em nostalgia, relembrando os jogos das tartarugas ninja. Então pega o seu pedaço de pizza, porque esse podcast...
Super soda.
E hoje eu estou com meus amigos aqui para um bate-papo relembrando os jogos das Tartarugas Ninja. E lembrando também sempre, gente, de nos apoiarem. Apoia.se barra Supersoda. Escolha algum valor lá que se encaixe no seu orçamento mensal. Tenha recompensas e ajude esse projeto a continuar. Nas redes sociais nós somos o arroba Supersoda BR em todas elas. E nosso conteúdo está todo reunido em supersoda.com.br.
Amigos, recados dados. Vocês gostavam de Tartarogadinhos anos 90? Vocês gostam até hoje de Tartarogadinhos? Cawabangza!
Santa Tartaruga. Isso que eu ia falar, a caua banga é pra quem jogava. Quem viu o desenho era Santa Tartaruga, que foi a dublagem que adaptou, né? Exatamente. Um pouquinho antes de começar a gravação, eu tava falando pro Giuseppe que Tartarugas Ninja é um misto de sentimentos aqui, por quê? No que se refere ao desenho animado e aos filmes, ele é uma memória de infância. E no que se refere aos games, é uma memória de adolescência. Então eu tenho essas duas épocas na minha vida.
Pode crer, cara. Engraçado que pouca gente sabe, né? Realmente pouca gente sabe mesmo. Hoje tá mais difundido. Mas a origem das arturogasíneas são dos quadrinhos, cara. É, e quadrinhos independentes ainda. Exato! Eram indies, quadrinhos independentes feitos pelo Kevin Eastman e o Peter Lurd, que criaram os personagens. Fazia lá... O traço era bem rabiscado, era P&B e tal. Com o tempo, obviamente, os quadrinhos foram se aprimorando. Violento!
violento pra caramba, boca suja, era bem pra jovem... Era bem marginal, né? Era tipo, era o momento que eles viviam mesmo, era a coisa da rua. Eu acho que nada melhor do que tartarugas.
Tá chamando os caras de marginais? Não, mas é isso mesmo. Aqui no Recife é comum. Ela é influenciada pelos quadrinhos do demolidor também, que tinha essa pegada. É verdade, até a própria origem delas é atribuída à mesma substância radioativa que deu poderes para o demolidor.
Esse é o lado bom de fazer um quadrinho independente, que você pode botar qualquer coisa sem pagar direitos autorais e é isso. Vocês não acham que, assim, ao meu ver, Tartaruga Ninja é perfeito pra ser um bitter up?
É tipo assim, o brilho de rua tem que ser com as tartarugas que, porra, eles vivem na rua, tá ligado? Eles vivem debaixo da rua. É verdade. Mas ó, a dica que eu ia dar é, o pessoal que conhece a editora Pipoca e Nankin, eles publicaram todos os quadrinhos clássicos dessa era Eastman e Lurge, encadernados bem legais, assim, e agora estão publicando, inclusive, uma continuação recente, que é o Último Ronin, que mostra o futuro distópico, quem sobreviveu, quem não sobreviveu. Não vou dar spoilers, mas é bem legal.
Eu vi só um pequeno release desse último Ronin, cara. E sabe que tem negócio que me fez chorar só de ver a sinopse, cara? Não, não entrega não, porque esse spoiler é... Não, nem vou falar, mas assim, quem vê, só procure e leia. Depois, obviamente, virou brinquedo, como tudo na época. Virou desenho, virou filme e começou a ter esse ar cômico que a gente conhece hoje. As máscaras coloridas vieram dessa fase e tudo mais. Mas antes era tudo vermelho, né? Ou preto e branco, no caso.
dos gibi, mas nas capas eram vermelhos. Primeiro rolou a infantilização das tartarugas, né? É, virou desenho, né, Freud? Freud é boa, Freud. Virou psicólogo. Virou desenho de sábado de manhã dos norte-americanos, tinha que ter uma pegada. Pra vender boneco tem isso, né?
A ideia das tartarugas sempre foi clara, né? Que era vender boneco, né, cara? Tipo, é um produto altamente... Não, ela começou como um gibi, mas daí os caras viram essa opção. Tanto é que tinha um conflito dos dois criadores. Um queria popularizar ela, outro não. Eu só acho importante citar que esse desenho animado que a gente teve é o que editou esteticamente tudo, inclusive os jogos. Um ou outro que é baseado no quadrinho, mas o que a gente conhece e o que ficou canônico é o estilo desenho animado das tartarugas.
Mas sabe que é bem mais fácil de ter essa infantilização da obra? Porque, querendo ou não, ele era um produto um pouco mais desconhecido. É diferente de quando você tem uma obra de grande massa, tipo, por exemplo, Robocop, que por ser um produto de cinema, todo mundo já conhece. Já começou lá, né? É, já começou lá e já começou uma obra violenta e todo mundo conhece. Então, quando você infantiliza, fica estranho. Agora, esse e o Máscara, por serem obras que são muito desconhecidas como quadrinhos, quando foram transportadas para a grande massa, já vem com um ar um pouco mais familiar.
Bem lembrado. O Máscara era assim também. Era um gibi também independente, bem violento e virou aquilo que a gente conheceu nos cinemas e depois desenho. Exato. É um caminho a ser feito pra conquistar novos públicos. Porque ficar só no público adulto é muito nichado e tem uma perspectiva de retorno muito menor.
No fim dos anos 80 e início dos 90, os jogos de tartaruga bombaram muito. A gente estava no auge do Biremamp, no auge da briga de Biremamp, porque tinha Konami de um lado, Capcom do outro. Tinha outras também, mas as principais eram essas. E eu achava legal que a Capcom tinha muitas obras originais.
Tinha uma outra, tipo, o Cadillac Dinossauro e o Punisher e tal, umas coisas assim, mas geralmente eram IPs próprias e a Konami adorava. Usou Simpson, usou Tartaruga Ninja. Agora da Konami era... Acho que teve um da Konami do Dex Man, né, também. É, que era com seis jogadores.
É, quando eu ia me gostar de pegar a IP pronta, né? E Tartarugas Ninjas surgiu nesse contexto, e foi como o Giuseppe falou, com o Birem Up, que faz todo o sentido, porque Tartaruga Ninja é ninja, então é porrada, e é urbano. Eles moram no esgoto, eles comem pizza, eles estão lidando com o dia a dia da cidade de Nova York. Então é muito... Tanto é que a gente... E são porradeiros, né?
É, nesse episódio vocês vão entender que poucas vezes elas deram certo em outro gênero de jogo, né? Exato. Poucas vezes funcionou fora do Bereman, que é muito... Nasceu pra isso, nasceu pra isso. A gente até fez um episódio aqui, né, o Jeffrey, do Capitão Comando, que era uma resposta da Capcom ao sucesso do Arcade da Tartaruga Ninja.
que toda a estética era de quadrinho, era coloridão, era bem cômico e violento ao mesmo tempo. Sim. O Capitão Comando é uma resposta, é assim, era uma brigando com a outra, cara. Konami e Capcom, vendo quem lançava os Birem Ups mais populares da época. Pô, agora uma pergunta pros companheiros aqui. Qual era a sua tartaruga ninja favorita de cada um?
Rafael, pô. Michelangelo, cara. Se eu te falar que eu não lembro até hoje o nome de tu. Eu sei o nome, mas eu não sei qual arma cada um. É, fala a cor. Mas eu gosto do cara que tem o pau grande lá.
Ah, o Donatello? O Donatello. Exato. O que me pegava? É roxinha. É roxinha, roxinha. É, o Donatello também é meu favorito. Ninguém gosta do Leonardo aqui. O líder nunca é popular, né, cara? Eu tenho até um boneco do Leonardo aqui atrás de mim, mas eu gosto mesmo do Michelangelo. Michelangelo, ele era cômico, ele era mais... Ele parecia mais uma criança. Então, na minha infância, eu tinha seis anos, eu me identificava muito mais com ele.
Eu gostava muito do Donatello, primeiro porque qualquer cabo de vassoura virava arma. Exatamente, cara. E era divertido de brincar. E eu gostava muito porque, além de ser o mais inteligente da turma, nos jogos ele era um dos melhores de jogar porque a arma dele tinha mais alcance. A minha afinidade vem pela jogabilidade dos jogos. Exatamente. Nos jogos não tinha pra ninguém, era Donatello. Mas tinha também um fator psicológico, tá?
Porque os jogos que isso não interferia, a gente ainda achava que ele tinha mais alcance. É verdade. Tinha um fator psicológico.
Super Soda
Vamos começar falando dos jogos? Porque em 89 saíram os dois primeiros jogos, assim. E é muito doido. Procura. Eu sempre achei que o primeiro jogo de videogame da Taruga Ninja era o arcade da Konami. E que o do Nintendinho era um port. E não é isso.
meses antes a gente tem o Tartaruga Ninja, ou melhor, o Teenage Mutant Ninja Turtles de Nintendinho, cara. Esse foi realmente o primeiro port do arcade e vai ser o 2 do Nintendinho. Esse do Nintendinho é um side-scrolling, né? Tipo um, vamos dizer, um Castlevania. É, uma plataforma de ação, né? E era um joguinho difícil, bacana.
Meu Deus do céu. Esse dar a mão pra Battletoads e Ninja Gaiden na sofrência, cara. Putz, meu Deus. Mas era bonitinho. Cara, jogar Tartaruga Ninja. Porque assim, eu era uma criança detentora de um Master System. Mas, obviamente, eu tinha amiguinhos. Afinal de contas, todo mundo tinha... Era muito mais fácil alguém com Nintendinho, já que tinham vários clones no mercado, né?
E eu cansei de jogar esse jogo na Cade Amigo. Esse jogo é demais. Eu sempre curti ele. E tem uma cena que, cara, me lembra muito. Toda vez que eu penso nesse jogo, eu lembro muito do filme. Lembra do The Wizard lá, que é o gênio do videogame. É, sim. Um filme da Nintendo. Feito pra vender Nintendinho. Pra vender a Power Glove, pra vender a Power Glove. É. Tem uma cena nesse filme que é muito boa, que é...
O irmão do Corey lá, que é o Corey e o Jimmy, que são os meninos que estão desaparecidos, tem uma cena que os pais, o pai e o irmão mais velho, eles estão procurando as crianças e tal. Eles estão dormindo lá nesses hotéis de beira de estrada e enfim, estão passando a noite lá nesse hotel. E o personagem do Christian Slate, que é o irmão mais velho, ele simplesmente não consegue dormir. E ele vai lá no carro e pega um Nintendinho lá dos meninos que estavam no carro, jogado lá na mala.
Ele liga na TV lá do hotel e começa a jogar o quê? Tartaruga Ninja. Exatamente esse Tartaruga Ninja do Nintendinho aí. Cara, esse jogo começou muito bem, né, velho? Porque, assim, devido às limitações do console e devido ao momento ali, talvez...
Poderia sair uns jogos mais ruins. Ele me lembra um pouco o Metal Gear às vezes, né? Do Nintendinho. Tem fase que é visão de cima, tem fase que é side-scrolling, tem fase da água. É muito difícil, né? Ele é muito difícil o tempo inteiro.
inteiro, né? Só no começo. Mas depois que você pega um pouco o jeito do game, ele entrega um bom jogo, assim. Esse jogo, inclusive, teve um dos ports dele, que eu não tô lembrando agora se é do Amiga ou do Commodore, que ele é considerado um jogo inzerável por conta de um erro de programação, por conta de uma partezinha que você tem que pular.
baixa a cabeça, né? É, e fica um pelaço assim, e você nunca consegue atingir outro lado, porque não tem como atingir. Então, esse jogo é... Lançaram sem testar o jogo. Lançaram sem testar, exatamente. Sabe o que é isso? Não tinha um controle de qualidade da Nintendo. Ah, é. Lembra do selo de qualidade da Nintendo? É. Por isso que foi lançado uma amiga lá no Comodão.
Pois é, cara. E eu achava muito legal que você jogava esse jogo, que você podia dar um start e trocar de tartaruga, porque cada uma tinha um alcance diferente, tinha suas características. Cara, esse jogo eu acho até hoje muito completo, quando você obviamente analisa o momento dele, né? É muito bonito também para o jogo de Nintendo. As fases que você controlava o carro da tartaruga ninja era muito maneiro, cara. A tartaruga era totalmente verde, cara. O casco dela era verde.
Cara, esse jogo de cara, de cara, ele vendeu 4 milhões, assim, foi um sucesso absurdo, porque a animação tinha chegado, tinha 2 anos ali, né, 87, acho que 87, né, a animação. 87, é. Cara, tipo assim, tava em alta geral, e quando veio o jogo foi um sucesso absurdo, o Nintendinho já era um sucesso, né, estabelecido em 89, e acabou que com esse sucesso eles levaram o game pro...
fliperama, né? E lá no fliperama ele virou um bitteramp, né? Cara, inclusive, uma coisa engraçada, é, a própria Konami também, né, que lançou lá, mas uma coisa engraçada desse jogo, é, aí é aquela parte de memória, né? É, eu jogava muito com um amigo que tinha um Phantom System, ele tinha esse cartucho, então pra mim Tartaruga Ninja é um jogo de Nintendinho, mas eu me imagino com um controle de Mega Drive na mão. É, sim. A gente sabe que o controle do Phantom System era um controle de Mega Drive.
Então é impressionante. Tartaruga Ninja de Nintendinho, pra mim, é num controle de Mega Drive. Cara, isso é muito legal, né? Vocês pararam pra pensar que o padrão de controle era algo muito aleatório, assim, porque tinha o Turbo Game, que era um controle inverso, né? Tinha clone do Nintendinho com controle...
Atari, sei lá. Que era o Manche. É, cara, é muito louco, porque até chegar o Polystation, por exemplo, que é um clone de Nintendinho com um controle de Playstation, então... Era muito confuso. E no final, a porta, né, de conectar o controle ao console, era a mesma, era aquela do padrão do Mega Drive, do Master System.
Veio no mesmo ano, mais pertinho do fim do ano, o arcade. Na verdade o nome é exatamente Teenage Mutant Ninja Turtles, The Arcade Game da Konami. E esse era mágico. Primeiro, era o famoso arcade fliperama de quatro manches. Que eu demorei a ver, tá?
Eu primeiro vi esse jogo em fliperama normal, não era assim, mas depois eu fui em algum shopping da vida e tinha lá aquele bonitão. O adesivo do fliperama era a April O'Neil, do lado assim, meio live action, era meio que uma atriz fotografada, era uma arte muito própria. Cara, e esse jogo era tão lindo, era como jogar o desenho animado.
Cara, esses jogos eu tive acesso, esses de fliperama, lógico, eu não tive acesso na época de jogar em shopping nem nada. Eu jogava através de emulação já, né? Meu primeiro computador lá, devagarinho. Emular arcade era difícil, hein, José? Era um meme lá. Era um meme, é. Mami, né? Que era um emulador multi-arcade. Você emulava tudo, desde esses jogos do Tartaruga até... Tinha que configurar pra qual plataforma, qual placa.
era chataço, cara. Aí tinha o Inkawax, né, que era o que rodava lá o CPS-1, CPS-2 e Neo Geo. Isso era mais fácil de rodar. Tinha o Neo Rage X, que era pra rodar só Neo Geo. Mas, cara, eu consegui comprar na época, em algum momento...
quatro controles quatro controles e ligava naqueles adaptadores USB e tal e tipo assim, foi um acontecimento conseguir rodar isso porque tinha vários e vários jogos de fliperama que eu queria jogar, assim, de quatro jogadores que era graça, né? o beat-up de multiplayer, assim e consegui jogar alguns desses aí e Tartaruga tava lá no meio
O Jeffrey vai concordar comigo. Todos nós que vivemos fliperama vamos lembrar que o que vendia uma máquina, o que fazia você botar sua suada fichinha nela, geralmente era aquele vídeo de introdução que ficava em loop. E esse arcade tinha um dos vídeos mais bonitos. Sensacional, né, cara? Os prédios à noite de Nova York e de repente a câmera desce com super velocidade.
pro esgoto que explode com uma luz ele saindo e tudo colorido. Cara, aquilo ali era cinema. Eu lembro de ver aquilo e falar eu quero botar minha ficha nesse fliperama. Sim. A máquina das tartarugas ninja era um apelo visual. Como você falou, mesmo que você pegasse um arqueidão pirata, ainda assim, você vê aquela maquinona com quatro controles. Geralmente os controles tinham até a cor de cara da tartaruga, então era legalzinho de ver.
Não, você não podia escolher... Pra você jogar nessa máquina de quatro jogadores, se você quisesse jogar, sei lá, com o Michelangelo, você não tinha uma tela de seleção. Você tinha que jogar no controle 3. Você tinha que ir pro controle laranja, que era o do Michelangelo. Então, assim, eu odiava jogar, eu odiava jogar, acho que é com o Leonardo e o Michelangelo, porque eles eram os da extremidade, ficava na pontinha vendo de lado, assim, a tela.
Eu odiava eles. Eu lembro que o game do Simpsons, que também é da Konami, tinha essa mesma coisa, né?
Pra você jogar com a Magi ou com o Homem ou com o Homem pra você trocar o controle ali. Exatamente. Esse negócio da Konami era genial. A X-Men também era assim. Isso é muito legal. Sim, sim. E era um jogo muito gostoso de jogar porque ele era muito intuitivo. Você só tinha lá o botão de golpe e o botão de pulo.
E o resto você ia descobrindo, as várias combinações de ataque, depende de você descobrir. Esse tinha uma vantagem sobre outros beat-up, porque o golpe de dois botões, que era um golpe que matava os bichos na hora, não consumia life, então dava pra você usar à vontade. Então era bem gostoso de usar isso.
Só que os bichos eram bem agressivos. Nossa, até hoje eu jogo, você percebe aquele comportamento da máquina em te cercar de toda forma. E, cara, a quantidade de inimigos que acumula por tela é brutal, cara. Tem uma hora que você vê que você está lutando contra 10 inimigos. E o arcade não fica lento. É um negócio impressionante.
Era bem processadora, era incrível, inclusive as animações, as telas entre tipo aquela famosa cena dos tartarugas e o Splinter no alto do prédio vendo um incêndio lá embaixo, com o vento batendo na roupinha. Cara, era muito legal. E o pixel art lindo, os prédios da cidade, tudo bem feito pra caramba, era lindo demais.
E aquela estética de cidade com mostruário de vidro de televisão era muito Capitão Comando. O Capitão Comando bebeu muito da fonte desses atarugas mesmo, cara. É, os anos 80, né?
E o legal é que os chefes eram, claro, os vilões do próprio desenho. Então você se sentia familiarizado de enfrentando eles. Você dizia, ó, eu lembro desse, eu lembro desse. Acho que não tem nenhum que eu enfrentei que eu não lembrasse de não ter visto no desenho. É, o Rocksteady Bebop, o Destruidor, tinha também o Craig. O Craig tava nesse, né? O Craig tava. O Craig tava nesse.
Tinha também o Professor Baxter. Tinha o Rei Rato também. Os ninjas do Clã do Pé, que como o Bira Mupp tinha esse clichê do Palia de Swap, né? Que você mudava a cor. E como eles eram ninjas, isso funcionava muito. Porque você tinha toda uma cartela de cores de ninjas, né, cara? Ele era muito legal. Eu sempre achei muito engraçado o nome do Clã do Pé, porque ele é uma paródia do The Hand, que aqui no Brasil ficou o Tentáculo, que é o grupo de ninjas da Marvel.
O clã do The Ranger é o clã do Foot Clan. E o que eu acho curioso desse começo aí dos jogos da Tartaruga Ninja é porque é o seguinte, a gente teve o primeiro game lá no Nintendinho, né? E acabou ele ganhando essa versão de arcade game nos fliperamas. E depois, essa versão dos fliperamas foi portada pro Nintendinho e lá ganhou o nome de Tartaruga Ninja 2, né? The Arcade Game, ou seja, deu a volta, né? Ele foi...
Influenciou, foi lá e pegaram de volta a influência. Eles continuaram a ter a contagem, né? Viu dois, porque eles não ignoraram o primeiro. Cara, eu vou te falar, é impressionante esse port para o 8.0. Ele é muito bom, cara. Eu também acho. A ceninha do prédio tá lá, do fogo. É um beat em up de fato, porque eu vou fazer uma crítica aqui. Eu sempre fui um detentor de consoles cegos até a geração 64-bits ali.
Eu achava os beat'em up do Master System muito ruins. O lance do impacto do personagem, os golpes, a movimentação. E esse beat'em up aí é muito bem feito. A movimentação é muito boa. Cara, que é porte bem feito, cara. Porte não. É porte, mas tem um nome também. Mas tem um nome que eles dão. É um demake? Demake, é um demake. É, podemos dizer que é um demake, né? Porque assim... ...
Eles tiveram que diminuir ali, né? Graças à capacidade do console, não dava pra comparar. A gente tá falando que nessa época, dos anos 80, os fliperamas, eles eram muito à frente dos consoles. Eram máquinas muito mais poderosas, eram um hardware muito mais parrudo do que aquele que a gente tinha em casa, né?
Mas sabe que, apesar disso, a única coisa que eu vi no Decréscimos foi só na parte gráfica e na parte sonora. De resto, a jogabilidade é primorosa, cara. Você joga esse jogo, você não sente nada travando. Ele é muito fluido de jogar, então ele é muito gostoso de jogar. Acho que é o jogo que mais tem apego emocional, porque foi a minha primeira experiência nos games com as Artarugas Ninjas.
Antes do arcade e tudo mais Foi nesse jogo, cara No Dynavision 3, não primo, cara Isso aqui é legal, os três grandes jogos Todos de 89 Cara, esse é 89? É de 89, só o primeiro Início do ano, aí quando sai o de arcade O José falou que graças ao sucesso Mas eu acho que não, a Konami já lançou tudo junto Ela já pensou em portar enquanto lançava o do arcade
Então é uma coisa meio instantânea, já no primeiro ano das tartarugas nos games, com três grandes jogos. E 89 ainda teve, a gente não vai mencionar com profundidade aqui, mas teve até aqueles famosos minigames da Konami. Eles lançaram alguns minigames do Tartaruga Ninja naquele padrão clone do Game & Watch, aqueles minigames meio estáticos. Então 89 teve um e 90 teve outros dois, que são joguinhos mais casuais, mais bobos.
Mas só pra mencionar, não deixar de mencionar que teve também isso aí. A gente teve alguns lançamentos ali no passado distante ali, teve uns fliperamas ali do... que, na verdade, eles estavam mais pra um pinball, né? Como se fosse um pinball. Não, era o... você tá falando do Teenage Mutant Ninja Turtles Pizza Drop.
É um daqueles Redemption Games, sabe o que é Redemption Games? São aquelas máquinas de arcade que você tem uma brincadeira com uma bolinha e você ganha uns tickets pra trocar por grado. Ah, sim.
que tem muito em shopping, era uma máquina que era quase um pinball vertical, que as bolinhas iam batendo lá nas coisas e dependendo de cair, se você ganhava pontos e isso é de 90 também, né? Quem jogou Shemur sabe muito bem o que são essas máquinas. Exatamente. A gente chegou a ter um tartaruganinho de 90 também, que é bem curioso.
que é uma versão de computadores da época, que é o Teenage Mutant Ninja Turtles World Tour, que saiu pra MIGA, Amistad CPC, Atari ST, Commodore 64, todos aqueles X-Pacton, aqueles computadores da época. Mas assim, cara, eu fui pesquisar ele e era um jogo de colorir. É quase um Paint das Tartarugas Ninja, sabe? É o Mario Paint da Tartaruga Ninja. Exatamente, é um joguinho de colorir. E era bem voltado pra criança, mas não deixa de ter sido um jogo ainda dos anos 90.
Vale lembrar que nos anos 90, enfim, nos anos 80, 90, tinham uma grande plataforma da Nintendo despontando que era o Game Boy, né? Sim, verdade. E o Game Boy recebeu sua série de jogos também. O primeiro de 90 é o Teenage Mutant Ninja Turtles Fall of the Foot Clan, a queda do clã do pé. Sim. Que era interessante, porque ele tinha uma pegada meio plataforma também, mas ele já tinha um bonequinho maiorzinho, assim, parecido com o do arcade game e tal. Ele era meio que, na minha opinião, uma fusão ali dos dois.
Eu acho que essa versão aqui pra Game Boy, eu não curti muito porque ela tem um problema...
que o Game Boy, por ele ter uma tela pequena, naturalmente os jogos têm um zoom. Ela é muito aproximada, sabe? A gente comentou isso no episódio de Metroid 2, né, Ojef? Sim, no Metroid 2, onde você... O que é um problema muito sério pro Metroid ver, né? Você não vê o que você tá vendo pela frente. Ele deixou a coisa tão aproximada que, assim, de fato, o personagem fica maior, você vê mais detalhes, mas você vê muito pouco do cenário, então você fica sem muita perspectiva do que tá te ameaçando e tudo mais. Isso, exato.
E eu acho assim que ficou bonito, porque no momento em que aproxima e fecha esse close aí na plataforma, eles conseguiram ter sprites maiores. Então você vê que, comparado aos jogos de Game Boy da época, esse sprite da tartaruga é muito grande. Você pega o Mario Land dessa época, nem se compara, tá ligado? E eu acho que por isso ele me afastou, eu não consegui continuar jogando esse game.
Mas é aquela coisa, né? É, mas você foi jogar depois, né? Na época eu acho que a galera curtiu e tal, se divertiu, mas pra mim, pessoalmente, eu não curti. Era mais você poder jogar na fila do banco da Taroganil. Então isso já fazia um peso, já tinha um peso enorme. Tem um jogo muito feio, cara, que saiu em 91, pra DOS.
que é o... Eu não vou ficar repetindo toda hora esse nome, nome grande. TMNT Manhattan Mission. Missions, que é um jogo... Cara, é um jogo de plataforma que tem uma pegada, uma estética que remete mais aos quadrinhos, né? Ele é mais... Cara de... Não era tão fofinho, digamos assim.
Só que ele tinha uma movimentação, ele tinha cenários horrorosos, ele parecia que era desenhado no Paint. É um jogo muito feio de dois. Mas o boneco tinha uma movimentação que me lembrava um pouco o Prince of Persia. Prince of Persia, o flashback. Flashback, aquele que você vê os passos até perfeitos demais do boneco, chega a incomodar, sabe? A batalha é totalmente torta, é muito estranho, cara.
É um jogo muito feio. Eu nunca joguei, só vi vídeo, porque ele é muito feio, não deu vontade, não. Tem um console que eu acho muito legal, que é o MSX, né? Que ele é um microcomputador, barra console e tal. E, assim, eu acho muito legal por conta da cena do MSX. Porque tem essa questão da galera meio que passar jogos de um pra outro, fazer jogo em casa e levar pra escola, pra faculdade. Enfim, trocar jogo e negociar nesse...
mercado aí, underground, vamos dizer assim. Mas, cara, os jogos todos de MSX eram desse estilo que você tá descrevendo aqui, que é aquela tela estática, e, tipo, você termina essa tela e você troca pra próxima tela, não tem essa coisa do scroll, de você ir andando com o personagem e a câmera acompanhar, tá ligado? Você não encontra isso, né, no MSX. Não, mas quando, tipo, eu adoro flashback, por exemplo, quando dá pra fazer Blackthorn ali, cara.
Então, não estou dizendo que seja Não é isso que vai ditar Que se o jogo é ruim Mas em geral Esses jogos que tem isso Teve muito jogo ruim Inclusive Chegou a ter um terceiro jogo de Nintendinho Que é o TMNT 3 The Manhattan Project Que tem uma curiosidade Ele recebeu 3 Ele é o jogo 3
praticamente continuação do arcade game lá, que é o port do arcade pro Nintendinho, mesmo esquema de tudo. Só que ele tem uma curiosidade, assim, ele é um ótimo jogo, claramente ele tem uma evolução do arcade game do Nintendinho, assim, tem muito mais elementos também do jogo de arcade, porém, e tem uma história nova também, ele não é o port do arcade game, ele é uma história nova.
Mas ele tem uma curiosidade, ele não saiu em região SPAW, que é Europa, Brasil e tal, só região NTSC e aquele outro lá que eu esqueci o nome que tem um outro padrão de vídeo. Então, depois quando a gente chegar no 4, que é o do Super Nintendo, ninguém entendeu porque tinha um 4 ali. Porque muita gente não viu esse 3, não viu o dia do 3, só os norte-americanos. Então, esse terceiro game aí, eu joguei ele, cara...
muito, muito, muito tempo depois assim, só porque eu fui atrás dos jogos de Tartaruga Ninja e eu fui jogando um por um, assim faz alguns anos, inclusive, que eu fiz isso ele é bonitinho, cara ele é muito bom, só que assim, que pena, né? que esse jogo não teve tanto
Não teve tanto alcance, vamos dizer assim. Acaba que já tinha o Super Nintendo nessa época também, né? Eu acho que talvez esses fatores tenham pesado, assim. Eu acho que o 2 teve um impacto maior. Mas chegou no mercado norte-americano que era o que mais consumia. A gente no Brasil e em alguns lugares da Europa, talvez, né? Não sei. Bom, não tô querendo dizer que não merecia, mas... Eu acho que isso não impactou tanto, não, o sucesso do jogo. É.
O Game Boy também teve a sua continuação, né? Teve o Tartarogar Ninja 2, Back From the Seers, que era praticamente uma nova fase do mesmo jogo anterior. Não tinha muita evolução não, cara. E não precisa também. Acho que era o melhor mesmo que o Game Boy podia entregar desse jogo, de jogo de plataforma. É, tipo o Champion Edition. É, assim, era um novo jogo, como se... A mesma engine, né? O mesmo autográfico, a mesma engine, exatamente.
A gente tá citando aqui mais por citar mesmo Porque não tem muita novidade Aí que chega Um dos jogos mais importantes da lista Que sempre me deixou curioso E hoje, pesquisando sobre Não hoje, né, já tem uns anos que eu descobri isso Eu entendo um número 4 Em seu título, que é o famoso Teenage Mutant Ninja Turtles in Time Que nos arcades era esse nome Mas que foi portado Pro Super Nintendo como Teenage Mutant Ninja Turtles 4 Turtles in Time
Porque a Nintendo resolveu continuar a contagem do Nintendinho pro Super Nintendo. Teve três jogos do Nintendinho. O do Super Nintendo era o quarto jogo. E aí sempre tem essa confusão. E eu já de cara falo assim. Dá pra falar dos dois juntos? Porque eu acho um porte muito bem feito, cara. Sim, cara.
[trecho inaudível]
A música do jogo. Sim, mas ele ainda era muito parecido com o arcade game. Ele tem umas melhorias, uns acabamentos, né? Não é um novo jogo com um novo... É o mesmo motor gráfico, né? Cara, mas eu acho assim, a movimentação e os sprites... Porque assim, você pega o antigo arcade game, eles eram meio magrinhos assim, estiradinhos, tá ligado? E faziam... Esticando o braço e tal. Esse aqui não, eles tem uma movimentação mais de golpe. É quase como um...
um game da Capcom. Os rostinhos deles têm expressões também, é bem legal. E eles também têm stands que quando ficam paradinhos eles ficam fazendo alguma coisinha com a arma. É bem legal. É muito legal jogar no Google com Parisian, fazendo a comparação do Super Nintendo com o arcade. E você vê como o Super Nintendo era capaz de portar muito bem um jogo de arcade.
Inclusive tem elementos na história, que a história já é uma nova história, uma continuação do arcade game, fala de viagem no tempo. O Super Nintendo tem até fase extra, né? É diferente, não é? Tem mais conteúdo na versão 2, né? Então assim, se eu fosse recomendar alguém jogar esse jogo, eu recomendaria a versão do Super Nintendo, tranquilamente. A menos que você tenha quatro pessoas ali do seu lado, né? Três pessoas do seu lado, pra que você jogue o co-op de quatro jogadores. Então esse é o fator da arcade aí, nos quatro jogadores.
É só pra dois, inclusive, esse jogo traz aquela famosa tela de seleção, né? Você vai botando e tem aquele fundo colorido das tartarugas. Cara, muito bom. Cara, uma das mecânicas que eu mais gostava desse jogo era a mecânica que a tartaruga jogava o inimigo na direção da nossa tela.
E que a princípio, você fazia isso diversas vezes durante o jogo, eu achei que era só um recurso visual. Até que você descobre que isso na verdade é um recurso importante pra você derrotar o destruidor no final. Porque ele tá te comando. Exatamente. Ele tá te atacando e ele tá na frente da tela. Então você tem que jogar os bandidos na direção da tela. Quando eu descobri isso, eu achei isso muito sensacional. O jogo meio que vai treinando você até chegar aquele momento do boss, do destruidor. E aí você vai usar a técnica que você aprendeu durante o gameplay. Sim.
E é legal demais que tem essas pegadas de viagem no tempo, então você tem parte no Super Nintendo, se não me engano, que você vai pra época das cavernas, assim, é uma doideira. É muito engraçado que o jogo já começa com o Chris roubando a estátua da liberdade, né? É, no final você... Ela tá gigante lá na luta final, no fundo, nos momentos finais ali, jogando... Se não me engano, ela joga raiva, você acha que tem uma pegada dessa? Não, acho que essa tá só no fundo, mesmo lá no galpão do destruidor.
Cara, muito legal, cara. Esse jogo é muito importante. Eu acho que a gente tem que fazer episódio do arcade game logo em seguida desse, cara. Porque eu acho importante falar desse, mas acho importante falar do arcade game primeiro. Cara, com certeza esse jogo tá no top 5 de melhores beat'em ups do Super Nintendo, cara.
Vamos só linkar aqui um... Lá no futuro saiu um remake desse game aqui, né? Lá para os consoles da época do PlayStation 3 ali, Xbox 360. Inclusive eles saíram nas lojas digitais, ele não tinha cópia física. Ele era exclusivo do...
Xbox Live Arcade, né? E depois da PSN. E, cara, era um remake que muita gente, assim, esperou, porque quando saiu esse rolê do remake, todo mundo lembrou com carinho, né? Porque esse é considerado um dos melhores jogos da Tartaruga Ninja. Muita gente considera o melhor até hoje. E, tipo, quando veio o remake, foi um balde de água fria, assim, porque a jogabilidade era ruim.
a escolha gráfica do jogo eles colocaram aquele gráfico 3D e ficou muito estranho porque não tinha aquela coisa cartunesca a gente é acostumado o tartaruga nasceu no quadrinho depois teve uma ótima animação os jogos em si ele trazia essa pegada mais cartoon e de repente chegou ali o remake e cara
Foi só decepção mesmo. E voltando então pro Tuttles in Time que vale, onde a gente tava lá em 94, foi feita uma versão pro Mega, que é semelhante, acho que é um pouco mais curta, que é o Hyperstone Heist, vocês chegaram a jogar, o Caio era o do cara do Mega, né? Era o jogo que eu mais alugava na época, eu era moleque, porque eu jogava o Tuttles in Time na locadora, e quando eu alugava pra ir pra casa, eu tinha que alugar o Hyperstone Heist, porque eu tinha Mega Drive. Mas ele tem uma curiosidade muito interessante.
A gente sabe que a Nintendo tinha um esquema, além daquele selo de qualidade, ela tinha contratos com as desenvolvedoras de que os jogos que saíam para os consoles de Nintendo não poderiam sair para outra plataforma. Eram exclusivos. Mas as empresas tinham seus macetes. Por exemplo, a Konami lançou Castlevania Bloodlines no Mega Drive, que era a sua interpretação de Castlevania para o Mega Drive. Um excelente Castlevania, inclusive.
ela lançou o Contra Hard Corps no Mega Drive, que era a sua interpretação do Contra, que são jogos muito parecidos com suas contrapartes do Super Nintendo, mas eram outros jogos. A mesma coisa foi feita com o Hyperstone Heist, que é um port, podemos dizer, quase um port do Turtles in Time, também com vários elementos, sprites parecidos, músicas parecidas, cenários parecidos.
mas com uma historinha um pouquinho diferente, né, pra poder ficar outra coisa. Nessa história, Manhattan foi encolhido e preso lá no... No globo, né, de neve. No globo lá, eles têm que recuperar Manhattan, mas assim, é o Turtles in Time da galerinha da SEGA. Da minha galera, da minha galera! Sua turminha.
Eu queria dizer que eu achava que esse game, eu não procurava muito saber, né? Eu achava assim, que esse game era só o Turtles in Time com outro nome lá pro Mega Drive e tal, não dava muita moral. E eu vi o Caio falando a história desse game em algum lugar, não lembro se foi...
Algum podcast, eu não lembro. Você tem esse jogo, não tem, Caio? Não tenho, não. Curiosamente, eu alugava muito ele quando pequeno, porque eu tinha Megadrive, mas hoje eu tenho Turtles in Time em mídia física nos pentáculos. Mas eu lembro de você comentar isso, e eu fui atrás desse game, graças a você. E, cara, é muito bom. É tipo assim, terminei Turtles in Time, quero mais.
Pega esse jogo aqui que vai curtir do mesmo jeito. E até o HUD da tela é muito parecido e tudo. Você consegue perceber uma espécie de filtro Mega Drive? É menos saturado, parece ter um filtro de sombra na frente, o jogo é mais escurinho um pouco. É mais escuro, é.
Tem o filtro Mega Drive ali. Porém, apesar disso, é muito parecido. Tem umas questões também diferentes. Por exemplo, o Floyd fez uma piada aí. Não sei se vazou no áudio quando ele falou. Que é o Big Apple, 3AM. Que tinha voz no Turtles in Time. O narrador falava. Aqui já não tem efeito de voz. Só aparece o nome New York City. Aparece o barulho de datilografia lá escrevendo.
Então algumas limitações, você consegue ver que a versão de Super Nintendo, o 3D Time, que eu disse, é muito mais parecido com a versão de arcade. Demais, demais. Hyperstone Heights, mas assim, é muito pouca a diferença, assim, sendo bem sincero, é tão divertido quanto, assim, não tem o efeito de jogar o boneco na tela, que era feito com o Mode 7 do Super Nintendo, aqui a gente não tem o Mode 7 que faz aquele 3D fake, né? 3D fake. Que não estica e fecha e diminui o sprite.
Mas ao mesmo tempo tem uma história tão interessante e ainda é um um beat'em up de muita qualidade da tartaruga ninja. A qualidade das tartarugas ninjas estão lá. Na época, pra quem tinha que escolher entre Mega e Super, tinha tartarugas ninjas legal nos dois.
Hoje, como todo mundo joga aí no seu R36S, cara, joga aí os dois, é super divertido, cara. Total, total. Tem uma referência muito legal. Na fase do esgoto aparece um alien. O Mega Drive sempre tem a série, né, cara? O boneco é o alien copiado e escarrado, cara. No Super Nintendo já não tinha esse personagem. Outra coisa que eu queria destacar desse jogo é a excelente capa que esse jogo tem. Pô, eu queria muito um pôster dessa capa.
Porque é eles assim, observando como se fosse uma tampa de bueiro, mas não. É Nova York encolhida ali. E ela tem uns prédios assim, dando uma sensação de grandeza ali da rua e tal. Muito bom. E a cara dos anos 90 é isso, né?
O Mega Drive tinha essa parada de ser radical, né? O jogo tem um visualzinho colorido. O Turtles in Time mesmo, você vê a capa, é mais colorido. Agora no Mega, eles estão com cara de mal, cara. Eles estão com cara de radical, ué. É muito bom isso. Maginares.
Soda Gente, teve o terceiro Tartar Organize de Game Boy, o 3, Radical Rascal, que é a continuação dos outros dois, cara, é isso não tem muito o que dizer é isso aí, os jogos Game Boy esse saiu em 93 eu só sinto que esse aqui tem um pouco mais de espaço de tela que a gente reclamou dos outros euདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདདད
Você consegue ver melhor o que vem pra frente, mas não tanto quanto em outros consoles. Ainda tem esse problema no Game Boy. Mas é muito parecido com os outros. Na verdade, não. Eu tô vendo o vídeo aqui e ele tem uma evoluçãozinha de visual, sim. Ele tem uns prates mais bem desenhadinhos, vocês percebem? Com certeza é um dos jogos já lançados no mundo.
É, tá melhor sim, eu tô viajando Eu tava confundindo, eu fui ver aqui E os primeiros são muito parecidos Mas o segundo tem uma melhorazinha mesmo E inclusive talvez o Giuseppe gostasse mais Jogar esse, pelo que eu tô vendo aqui Do que o anterior Eu joguei o 1 e o 2 E desistiu, né? Não tô insistindo Dos dois eu desisti, dos dois inclusive Dos dois que eu joguei eu desisti deles dois
Eu cheguei até um certo ponto. Sabe quando você tá passando jogos e jogos e você joga até morrer? Ah, deu game over. Ah, velho, cara. Dane-se. Vou pro próximo. Eu acho que talvez quem tivesse um Game Boy na época e tivesse só esse jogo, esse jogo e mais três, com certeza ele daria uma devida importância que ele merece, mas não numa lista de ROMs.
Agora a gente chega no primeiro game das Tartarugas Ninja, no qual, como a gente falou, resolveu sair do modelo de beat'em up. E aí nós temos aqui agora justamente a primeira tentativa fora desse formato, né? Que aí, nesse caso, entramos aqui já na listagem aqui, o famoso Teenage Mutant Ninja Turtles Tournament Fighters. Ah, isso sim, esse é um jogão, cara. Esse é muito bom.
Inclusive, esse jogo eu não vivi na época. Não passou por mim, apesar da capa dele ser bem familiar em revistas de videogame, aquela carona de tartaruga ninja. Mas eu sei que é uma questão minha, da minha galera. Porque ele foi muito popular em locadoras, a galera gostou muito.
E ele, diferente dos outros que eu falei, ele tinha versões diferentes pra cada console. Teve a versão de Super Nintendo Mega e o port de Nintendinho de Super Nintendo. Mas ele tinha o mesmo nome, né, cara? Sim. Ele mudou o nome. Exatamente. Eu gosto desse jogo, porque eu sou muito fã de jogos de gruta. Mas eu acho esse jogo um pouquinho em exceção de linguiça. Porque tirando as quatro tartarugas e o Rei Rato e o Destruidor, o resto era tudo personagem que foi assim... Quem são vocês e de onde vocês vieram? Quem são vocês?
Eles pegaram muito o personagem do dos quadrilhos. Quem é essa galera? Possivelmente. E depois teve uma outra personagem que foi muito trabalhada futuramente nas animações, que foi a Karai. E sim, eu sei que a quinta série tá gritando agora, né? Mas a Karai, eu sei que ela entrou como a personagem que era a líder do clã do clã, do clã do pé, mas numa animação lá pra frente ela foi canonizada como filha do Destruidor. Mas você tá falando da versão mais do Super Nintendo, foi que você jogou mais. Isso.
A do Mega, você não tem ela, mas você tem a April O'Neil como selecionável. É mesmo? E ela vai pra porrada. Sim, os personagens tirando as quatro tartarugas são completamente diferentes entre as versões. Olha! No Mega você tem o Casey Jones, você tem a April O'Neil e ela tem os poderes de planta. Ela dá uns golpes, voa umas pétalas de Sakura, assim, é uma viagem.
Tem um bicho que parece uma raia gigante, fortuna, e tem um besourão. São os personagens selecionáveis da versão de Mega Drive. E a de Spentendo, se não me engano, tem aquele Triceractops, né? Tá até na capa do jogo. É, que é famoso do inimigo de Sartarogalindia e tal. Mas assim, curioso isso, cara, tem a... Ah não, eu tô confundindo. Essa das plantinhas eu acho que é a carai que você falou. A April não tem esse poder não, mas a April é selecionada.
é, exatamente eu tenho um carinho por esse jogo, porque é o seguinte foi um cartucho que sobrou na minha mão de algum rolê de locadora, eu comprei ele em algum
em algum lugar fiz alguma troca. Eu era o moleque de levar cartucho na casa dos outros moleques pra fazer negócio, pra trocar controle pro cartucho, cartucho por dois cartuchos. Era assim, eram altas fitas assim rolava. E acabou que, inclusive, uma foto que eu postei, eu subi outro dia lá no Telegram, no grupo do Telegram da gente.
Eu subi uma foto do meu Super Nintendo na época, né? Do final dos anos 90, começo dos anos 2000 ali. E essa fita tava lá no meio desses jogos. Cara, o que eu joguei isso aqui é brincadeira. Joguei muito, muito mesmo porque eu achava bem divertido, assim. É uma jogabilidade honesta e tal. É das Tartarugas Ninjas, né? Um jogo das Tartarugas Ninjas. Então, assim, eu tinha um carinho especial por esse game aqui.
Por muito tempo foi meu jogo de luta, assim, titular. Era ele e o FataFury 2, na época que eu tinha no meu Super Nintendo. Então eu jogava esses jogos demais, demais mesmo, assim. E eu falar dele aqui me lembra muito essa época, assim, de moleque. Meu pai ainda tinha circo, então eu levava o meu Super Nintendo pro circo nas férias e jogava com os guris lá da... Os outros, né, as outras crianças que tinha no circo também. Então eu tenho uma memória bem afetiva com esse jogo aqui.
Mas o pessoal que gosta de jogo de luta elogia bem o Jeffrey, esse jogo. Dizem que é um... Ele tem uma vibe bem Street Fighter e é um bom jogo de luta. Você curtia? Acho um bom jogo de luta? Eu gostava, sabe? É que eu só não conseguia ficar muito tempo nele porque eu me entendia muito facilmente, mas... É que ele não...
É porque acho que só me atraiam os personagens que eu conhecia. E aí todo o resto eu não sentia muito interesse em conhecer. Tinha um destruidor, tinha um tubarãozão também na versão do Super Nintendo. Eu acho a versão do Super Nintendo melhor que a de Mega. Apesar de ter a April e o Casey Jones de Mega Drive, acho a de Super Nintendo mais interessante. É verdade.
Agora, a gente entra na geração, a gente teve um tempo aí que a gente ficou sem ver coisas de Tartaruga Ninja, né? Um tempo longo até, né? É, teve alguns jogos aí de handheld, né, minigame lá, lançados pela Konami e tudo mais, mas só em 2003 a gente teve um novo jogo, que é o Teenage Mutant Ninja Turtles, que saiu pra GameCube, Xbox, PlayStation 2 e PC.
que era baseado na série animada de 2003. Foi o retorno das Tartaruga Ninja. Cara, foram quase 10 anos sem jogos, né? É. Que é uma animação que eu lembro que eu gostava muito, cara. Eu achava bem legal essa animação. Eu achava que ela tinha uma... Teve uma questão no Brasil, que foi quando a dublagem foi toda alterada, né? A gente teve novos dubladores, que não tinha aquela vozinha cômica, o que é até mais correto, né? A voz mais condizente.
Porque esse aqui já tinha uma pegada um pouco mais séria, né? Isso aqui acho que passava da Fox Kids, se não me engano, né?
passava na Fox Kids, foi na fase que a Saban tinha feito também um live action da Tartaruga Ninja um tempo antes, que teve aquele crossover com a Power Rangers no espaço, lembra? Aham, sim. Que tinha uma quinta tartaruga até, que era a Vênus, né? A Vênus, é, mas não nesse desenho, tinha no live action.
E esse jogo era baseado no desenho e tem uma coisa interessante que ele faz uma coisa que eu sempre comento que a gente tinha o Game Boy Advance rolando no Super Nintendo. Ou, rolando nos portátiles da Nintendo. E os jogos que saíram pro Game Boy Advance tinham os mesmos títulos dos jogos, por exemplo um jogo maravilhoso do Game Boy Advance é o Star Wars Episódio 3.
E a versão de console de mesa 3D zona não é nada demais. Mas o beat'em up do Game Boy Advance é maravilhoso, com pixel art e tal. Aqui rola algo parecido. A versão dos consoles de mesa é tipo um beat'em up com movimentação 3D. É um jogo bem legal, tem uma estética meio cel shading e tudo mais. Mas não é nada revolucionário. Agora, a versão de Game Boy Advance remete muito aos joguinhos que a gente gostava.
no Nintendinho, que é uma plataforma de ação, cara, muito bonitinho. Tem dessas, né? Tem muito jogo, inclusive, que saiu pro Game Boy Advance, que tem essa pegada do 16-bits, assim, apesar de ser um console que, na época, era vendido como 32-bits, mas, cara, era um Super Nintendo 2, né, o Game Boy Advance. A gente só não associa 32-bits, porque o 3D não deixou, mas se você pegar o Sega Saturn, tinha jogos de pixel art maravilhosos, assim.
A gente tinha muito disso e era legal porque, assim, muitas vezes, como o Caio citou aí, o jogo 3Dzão lá, o principal, né, o produto principal, ele nem era tão essas coisas e acabava que a gente ia lá no Game Boy Advance e pegava um jogo bem legal. Eu lembro do Batman Begins, que é até um bom jogo, assim, mas, cara, a versão do Batman Begins lá do Game Boy Advance é sensacional.
O Iron Man, acho que não é do DS, mas a versão 3D é horrível, assim, do Play 3. Demais, demais. E o Iron Man me divertia muito com o DS, cara. Teenage Mutant Ninja Turtles, que é só esse o nome, né? É como se fosse um reboot quase em 3D. É, ficou tantos anos sem jogo que fazia sentido o texto. Eles botaram só esse nome mesmo. E eu tenho uma memória legal com esse jogo, inclusive, porque assim, eu sempre falo aqui, né, da locadora do Marquinho,
Que virou meu amigo, inclusive Que era a Control Games A melhor locadora da cidade lá Lá em Esperança, que tinha vários consoles E tal, e ali no começo dos anos 2000 A locadora mudou e virou A Lan House, né? E nessa historinha de Lan House Acabou que Marquinho colocou Quatro joysticks
em um computador dele lá e instalou esse jogo aí a gente chegou a jogar esse jogo aí em co-op quatro jogadores e tal e era algo assim sensacional porque era uma tentativa de resgate daqueles velhos tartaruga ninja que a gente jogava de quatro jogadores nas antigas
Esse jogo aí, eu não me lembro de ter jogado, eu não lembro qual foi que eu joguei, se foi no Gamecube ou no Playstation 2. Não foi Xbox porque eu tive pouquíssimo contato com o Xbox. Mas eu lembro que quando eu joguei, eu me diverti bastante porque, primeiro, eu gostava desses gráficos de self-shading. Eu acho eles charmosos. Eu já gostava bastante deles por conta do Crazy Taxi e outros...
jogos dessa época, então eu achava bem legalzinho toda aquela cara de desenho animado. Mas uma coisa que eu achava bem legal nesse jogo era o trabalho de voz, onde os personagens falavam bastante durante as pancadas e tinha uma tirada que eles faziam que eu adorava, era a minha favorita. Que eles davam um chute e ele falava Talk to the feet! Que é fale com o pé. E eu adorava essa tirada, eu achava mais divertida.
O segundo jogo e o terceiro, eles basicamente é uma expansão do primeiro, assim, basicamente o jogo é o mesmo, só que vai ter lá... É, vamos falar o nome, é o Teenage Mutant Ninja Turtles 2 Battle Nexus e o Mutant Nightmare, que são também baseados nessa animação de 2003, apesar dos jogos ser de 2004, 2005, ainda é dessa animação.
Esse Muted Nightmare foi o que eu mais joguei, eu acho, porque foi na época que eu tinha um Xbox clássico e tinha quatro controles e tal, então assim, foi um jogo que rodou muito na minha locadora, inclusive. Esse aí eu tenho uma memória bem legal com ele, porque eu acredito que seja o melhor, inclusive, desses três aí, seja o Muted Nightmare, que é o terceiro.
Eles eram todos jogos com visão de cima, mas de porrada, quase com beat'em up, com visão de cima, movimentação 3D e essa arte em cell shading aí. E teve um chamado TMNT Mutant Melee, que era...
Ele pode ser chamado de Smash Bros. Porque ele é de luta com 4 personagens. Mas sabe o que ele parece mais mesmo? Aquele jogo de Dreamcast. Power Stone. Ah, sim. Um jogo de luta de arena. É porque ele é mais arena. Ele é muito parecido com Power Stone. Pra quem conhece, teve até um anime que passou na Globo. Do Power Stone. Que é realmente uma arena. Você tinha até 4 personagens lutando naquela arena. Pegando o caixa e atacando no outro cenário. E se movimentando.
Mas ainda assim, com a mesma estética, a mesma arte nesses jogos anteriores. Nessa época tinha muito isso, né? Lembra do Death Gen? Que era um game que era basicamente isso aí também, de arena. Cara, esse aqui, eu confesso que era divertido, esse jogo, mas eu joguei muito pouco. Eu acho que essa época aí, eu acho que já é com a Ubisoft, esse game?
É Konami ainda. Mas sabe uma coisa que é interessante a gente resgatar agora? Que esse espaço de 10 anos sem novos jogos das Tartarugas Ninja também foi meio que a época da queda dos Bermups. Onde realmente eles meio que sumiram. E aí quando começaram os primeiros jogos em 3D começou alguns jogos...
Que deram uma entrada no 3D Nessa nova geração Foi tipo o Die Hard O Fighting Force Tinha até incluso um Bidam Up do próprio Tekken Também E aí esse da Star Trek Ele meio que resgatou um pouquinho Pegando um pouco de como está sendo agora Os Bidam Ups dessa nova geração
o Tekken, na verdade, era o modo do jogo. Era o modo do jogo, isso, que era o Tekken Force. É que tinha o Fighting Force, que de fato era um beat'em up, e aí quando saiu o Tekken 3 ele saiu com... era um dos extras do jogo, que era o Tekken Force.
Mas antes da gente seguir, eu queria muito citar, pela curiosidade, três jogos que saíram, que é um misto de portátil com não portátil, que eles chamavam de Plug and Play. O primeiro era o Teenage Mutant Battle for the City, que era desse console Plug and Play de 2005, que era um joystick que você ligava na TV, o joystick ligava no cabo de vídeo da TV, e era um joguinho de plataforma baseado nessa animação também de 2003.
Muito bacaninha. O segundo, que era o Mutants and Monsters Mayhem, era uma arma, uma pistola que se ligava na TV e era um jogo de tiro da Tartaruga Ninja. E o terceiro, que era o Way of the Warrior, ele era uma espécie de câmera, ele era uma bola, tipo uma espécie de Kinect que você ligava na TV e você conseguia refletir e você se via na tela, tipo, te filmando com a roupa da Tartaruga e seguindo as movimentações. Uma coisa bem limitada ainda do que seria um Kinect depois. Não confundir.
com Way of the Warrior, o horroroso jogo de luta do 3DO. Teve um jogo de Windows em 2007 também, o Ninja Adventure que é um jogo de plataforma feio pra caramba. Isso é triste, isso aí. Ele parece aquela estética daquele Oddworld, tá ligado? Ah, sim. É meio essa pegada. É legal.
Em 2007 tem o TMNT. Começamos de novo a história. Outro reboot, né? Porque tinha acabado de sair uma nova série animada.
Isso, saiu uma nova série animada e saiu um novo filme também, filme animado também. É, na verdade, era um filme animado, vocês têm razão, que era um filme de computação gráfica. Muito bom, Gustavo, eu não tava dando nada pra esse filme, eu adorei. Então, era um filme novo, computação gráfica da Taroga Ninja, os jogos tinham ido pra mão da Ubisoft, a partir daqui.
E aí teve esse TMNT, que era bem a sigla do negócio, né? E também esse filme, se eu não me engano, deu origem à série depois da Nickelodeon, né? Teve o filme e depois veio a série, né? O Jeffrey falou ainda agora aqui uma coisa que ficou na minha cabeça, que é o lance do... Nesse momento, os beat-it-ups, eles estavam caindo, né? Tipo, tava na... vamos dizer assim...
Já tinham morrido, na verdade. Na pior fase, né? Tinha morrido. Tipo, não estavam saindo mais jogos. Os poucos jogos que saíam não eram bons. Acabava que o pessoal foi só largando a mão mesmo, assim, do Bitter Up. Assim como o Tartaruga Ninja faz total sentido ser Bitter Up, ele também foi caindo, né?
Junto com essa queda do Bitter Amp, ele foi junto. E nesse momento aqui no TMNT, né? TMNT, que eu joguei no Wii, inclusive, mas ele saiu para vários consoles, né? 360, PS2, Wii, PSP, DS, GameCube e PC. Cara, muita coisa.
Ele tinha elementos de Beremamp, mas ele também tinha elementos de plataforma de ação, e mais uma vez ele teve uma versão de Game Boy Advance que é muito maneira, cara. Sim. Então, justamente, ó, essa versão que eu joguei foi a do Wii, ela lembrava assim como o Jeffrey falou naquele outro jogo que lembrava o...
Prince of Pass, né? Que era uma das mais estáticas e tal, do Amiga. Aqui ele também lembra o Prince of Pass, só que... Só que o Prince of Pass é atual, né? Só que o Prince of Pass é atual, que é o Sands of Time, né? Aquela geração do Playstation 2 ali. É bem parecido. Inclusive tem até um filtro meio blur que era encontrado nas versões de console do Prince of Pass.
A versão desse TMNT do Game Boy Advance, como eu citei, gente, ele é muito legal e ele é muito parecido com o beat-up do Scott Pimbre. Você já viu esse jogo? Vê aí, Giuseppe, olha como é lindo esse... Cara, é muito bacana, cara. Mais uma vez, a versão dos consoles de mesa é mais um jogo 3D mais genérico, enquanto a versão de Game Boy Advance é um pixel art maravilhoso 2D, lindo pra caramba. Essa é lindaça, velho. É o que eu falo, que a gráfica dos 2D envelhecem muito melhor.
Demais. O único problema, a minha única ressalva que eu tenho com esses jogos de Game of Thrones é porque muitos deles nem tinham suporte a multiplayer, nem que você quisesse com cabo link e tal, eles não davam. Teve um jogo em 2009 chamado Tartaruga Ninja Smash Up, saiu pro Wii e pro PS2, que era um jogo de luta também, né cara? E ele era desenvolvido pela mesma equipe ali do Smash Bros. Brawl.
Ninja Gaiden Dead or Alive, mas era um jogo de luta, esse sim é um Smash Bros. Tartaruga Ninja total, assim. É, esse é. Inclusive, até hoje, ele é jogável online no Nintendo Wii. Olha! Até hoje tem servidor alternativo pra ele. 2009 sai aquele que o José citou lá atrás que era o remake do Turtles in Time né, o Turtles in Time Re-Shellered. É. Saiu pro Xbox Live Arcade PSN apenas. Recascada.
que era um Birem Up 2.5D como a gente chama, 2D e meio, né? 3Dzinho e tal, Ubisoft Singapura, que fez, tentando trazer, resgatar o Birem Up. Teve também o Arcade Attack, que saiu pro DS. Ah, mas ele é mó bonitinho esse aqui. É um Birem Upzinho meio isométrico, mas câmera lateral, cara, muito legal, pô.
A gente não mencionou lá atrás, ainda nos anos 90, que teve o famoso pinball das Tartarugas Ninja, que a gente via aqui, pelo menos no Rio de Janeiro, nos shoppings mais de Playboy, eu via sempre e adorava jogar. A Nickelodeon chegou a lançar um pinball também das Tartarugas Ninja em 2013, que era um pinball portátil, a criança comprava e brincava em casa. Mó legal, assim. Acho que a relevância de Tartaruga Ninja ficando cada vez menor, né? Mas a gente teve em 2013, nos videogames pelo menos. Dois jogos, né?
O Out of the Shadows primeiro, né? Esse aqui é baseado no filme do Michael Bay? Esse é o que é... Isso, que ele é bem escuro, assim. Cara, eu tenho esse jogo no PS3 e eu gosto desse jogo. Ele é legal, a jogabilidade é boa e tudo.
mas ele não é baseado no filme, tá? É porque o nome é o mesmo. Acho que o nome foi só pra vender, né? O nome é, mas a estética era que veio mais uma nova série. Agora tem mais uma série na TV que a Longe começou há de anos e anos a lançar uma nova série. Que era novamente 3D e computação gráfica. E esse jogo tem o nome do filme, mas ele é baseado com a estética do... Da animação. Do desenho da época, né? É, de 2013 ali.
Ah, tá, não, e detalhe, só uma coisa, o filme, ele é de 2016, então, ou seja, o filme veio depois, foi o filme que pegou esse título, Out of the Shadows. Provavelmente deve ser algum capítulo famoso do quadrinho, que os dois homenagearam, deve rolar uma parada de graça. Ah, sim. Em 2013 teve mais um de 360, o Wii 3DS, que é o Ninja, novamente rebutando, né, Teenage Mutant Ninja Turtles, porque de tempos em tempos tem que rebutar o negócio, né? Mais um com o mesmo nome de Tartaruga Ninja.
Cara, complica, cara. Mas você sabe que eu acho ele um beat'em upzinho bem bacana, cara? Tem umas sequências nos telhados das lajes dos prédios que eu acho bem legal, assim. Comparado ao que tinha saído recentemente, eu acho ele bem interessante. Inclusive comparado ao de 2014, que era um jogo exclusivo de Kinect, que era o Training Lair, que era basicamente você sendo uma tartaruga ninja, né? Sim.
Você se via no jogo pelo Kinect. Sabe aquele Fruit Ninja que fica cortando as coisas assim? Você tinha um no Chaco, tinha que ficar quebrando as coisas que vinham, usando o Kinect. Joguinho pra quem gosta de suar, né? Não gosta de ficar sentado com o controle na mão. Esse também é baseado em uma série, não é isso?
todos nessa série mas a gente já tá na terceira série da Nickelode eles estavam tirando pra todo lado a gente tá dando os pulos de 10 em 10 anos a cada 10 anos tem uma tartaruga nova e uma nova sequência de jogos esses que eu tô falando, os de 2013 tem um que é bem obscuro, bem shadow e o outro que é bem mais feliz, que é baseado naquela animação mais... foi a mudança de uma série pra outra exatamente
teve também aquele de 2013 que saiu para todos os consoles teve a versão de 3DS Android também, que é uma versão um pouquinho mais inferior mas ainda na mesma pegada aí a gente também tem ali em PS3 que se senta o Danger of the Uzi Uzi, pra quem não sabe, é o nome daquela gosma verde que fez as tartarugas né?
E esse é totalmente baseado nessa série do momento, que é uma das mais cômicas de Tartarugas, uma das mais infantis que teve na Nickelodeon. Mas é mó bonitinho os gráficos. Eu gosto dos gráficos dessa animação, porque eu acho muito bonitinho. Esse parece o jogo de Nintendinho, cara, só que com o personagem 3D. Ele é totalmente sidescrolling tradicionalzinho, assim, muito fofinho, cara.
Que legal, cara. Pelo menos a versão de 3DS é assim, né? Mas acho que pelo que eu vi aqui, as duas outras são também essa. Essa época eu estava completamente away de Tartaruga Ninja nos videogames, cara. Total. A gente teve o Mutants em Manhattan também no PS4, já entrando na geração seguinte, 2016, né?
Aí já era Activision que tava lançando os jogos, cara. Até o Organismo também pulou de tudo quanto é mão, né? Não tem jeito. Konami, Ubisoft, Activision. Em algum momento vai sobrar pra Activision. Esse Miltons e Manhattan, cara, ele é um frenético pra caraca. A porrada come solta nesse jogo, cara. E tem até um traço bem mais agressivo, né? Saiu daquela coisa um pouquinho mais infantil pra um negócio bem mais agressivo, né?
Provavelmente, deveria ter uma série animada nova em 2016, já era uma nova interpretação dos tartarugas ninjas. Cara, e nesse caso é um daqueles que a plataforma ajuda muito a ser frenético, né, cara? Porque acho que dá pra ver que, principalmente naqueles, o Ray Challenge lá do Turtles in Time, tá bonitão, mas dá umas travadas de vez em quando aqui, cara, é perfeito, assim, tipo...
Ainda em 2016, saiu esse... Tinege Mutant Ninja Turtle Portal Power, né? Esse jogo que, cara, eu fiquei sabendo da existência dele nesse momento, porque eu realmente não conhecia esse game. Ele foi lançado pra iOS e Android, ou seja, na época, pro iPhone e pro Android, em 2016. E só em 2017 ele pingou lá uma versão pra PC e Mac.
E, cara, eu tava vendo aqui, é muito legal gravar podcast por isso, porque você vai buscando mais informações sobre algo que você não viu ainda e tal, que foi o caso desse jogo aqui. Esse jogo é muito legal, velho, e ele tá custando apenas 20 reais na Steam, e eu vou comprar ele pra jogar esse jogo aqui, porque aquela escolha estética que eu tava falando do remake do Turtles in Time...
ele deveria ter vindo nesse estilo aqui gráfico, entendeu? Que é essa pegada mais cartunesca, mais self-shading e tal, que é a cara desse gênero, né, do Bitter Up.
Por falar do remake, 2017 tem o último jogo dessa década de 10 aí, que foi o Teenage Mutant Ninja Turtles, de novo o nome mais simples, que saiu só para os arcades, e ele é inspirado no Turtles in Time, mas com a estética da sede de 2012, aquela série bem cômica. E você tinha as máquinas com 4 jogadores, eles resgataram essa parada.
Cara, deve ter sido algo muito nichado, viu? Porque em 2017 você lançou um fliperama de tartaruga ninja. É, só saiu no fliperama, esse jogo não teve nem porte. Não tem nem, em repente, na Wikipedia. Você procura no YouTube o gameplay e os caras estão filmando da tela, não tô nem fazendo... Pô, quem disser que jogou isso aqui tá de zoação, né?
O mais legal é que você tem toda a estética Moderna das tartarugas 3D e tal Mas é um beat'em up tradicional E você tem aquele lance dos quatro Quando você vê a máquina, você joga a foto Da máquina, é a máquina igualzinha A clássica ali Muito legal, tem a fase da prancha aqui também É, ele é totalmente inspirado Nos clássicos de arcade Só que com o visual da série 2012 Jogando os inimigos na tela
Você está ouvindo o Super Soda.
Mas ó, estamos até 2022 sem jogo novo. Até que rolou. A gente fez até episódio na época, né? O Floyd rolou. Julinho, o Julinho tava nesse. É, o famoso Shred's Revenge, cara. Que é o beat'em up mais recente que resgata demais. Pegada dos clássicos beat'em ups, né? Esse jogo, pra mim, eu acho que... Eu só não vou dizer que ele é o melhor. Porque os dois primeiros de arcade são muito antológicos, né?
Eu posso dizer isso pra você, é o melhor jogo de Tartaruga Ninja. É, tecnicamente falando, sem o fator emocional, mas é porque sem o de lá não teria existido esse, né? Mas sem o fator emocional, esse aqui talvez seja o jogo mais divertido de Tartaruga Ninja. Olha, pra você, a gente pode falar um pouquinho, mas tem um episódio inteiro sobre ele. Procura aí no feed. Teenage Mutant Ninja Turtles Shredder's Revenge. E eu acho legal porque ele homenageia muito tudo que a gente tinha visto antes de Tartaruga Ninja.
pra mim ele é muito bem executado ele tem a historinha bonitinha ali ele tem, né, que é baseado na série animada clássica, tem um multiplayer que é até 6 jogadores, se eu não me engano, não é isso? Você joga até 6 jogadores cara, é muito, muito divertido muito bem feito, muito, cara esse jogo é muito bom, eu lembro que tinha saído o Street of Rage 4, não foi nessa época, um pouco antes saiu um monte de coisa, um monte de beat'em up saiu um Dumbledragon Gaiden que é nessa pegada também o próprio Scott Pilgrim feito
Eu ia até mencionar isso. Deu uma reacendida, né? Eu ia até mencionar isso, porque da mesma forma que de quantas produtoras que já passou, né? Konami, Ubisoft, entre outras. Agora ele caiu na mão da Dotemo, que estava justamente com essa proposta de fazer esse resgate de coisas clássicas. Que teve aí agora o Shredder's Revenge, como vocês mencionaram, o jogo do Double Dragon e o Streets of Rage.
E tá sendo muito legal essa proposta da Dotema De trazer de volta esses clássicos Com gráficos assim Assim, a régua subiu altíssimo O topo dos gráficos 2D E com carisma, né, cara Você se encanta pelos personagens Então é maravilhoso Pixel art lindaça Exatamente, então, ou seja
Esse Shredder Vivendi saiu pra tudo quanto é lugar, né? Aham. Windows, Switch, Playstation 4, 5, Xbox One. Ele dava pra jogar pela Netflix. Ah, olha. Ele saiu até pra Android, cara. iOS, esse jogo saiu tudo. Cara, onde você via, tinha Shredder Vivendi pra jogar. É verdade.
E cara, só dar um adendo aqui desse game, que é o seguinte, a gente fala aqui de retro game, e muitas vezes a gente tem aqui na audiência uma galera que só tem os consoles antigos mesmo e tal, não tem esses consoles mais novos, né? E acaba que esse game, na versão de PC dele, ele é muito otimizado, então se você tem um notebookzinho velho aí, ele vai rodar nesse notebook, entendeu? Porque ele é muito bem otimizado, como o Caio falou...
Tinha até na Netflix, e esse da Netflix é via streaming, né? Ele roda como se faz de PC virtual, sei lá. No mesmo ano, em 2022, saiu uma coletânea, Kawabanga Collection, que é mó legal, porque traz praticamente todos os jogos clássicos, né? Os jogos, os três jogos de NES, os de arcade, os de Super Nintendo, os de Mega Drive, os de luta, os de Game Boy estão lá, tá tudo lá, cara. Jogo pra caramba na coletânea.
que é da Digital Eclipse, que é aquela galera que fez o Power Rangers. Olha que interessante como que são a virada do plot twist, porque você vê que essa coletânea vinde de todos esses jogos, de diversas produtores, de diversos consoles diferentes e consoles que, outra hora, eram concorrentes entre si. Então, aquilo que era tão ferrenho deles serem tão exclusivos, agora você vê uma coletânea completa com todo esse tesouro, cara. Que legal essa coletânea.
Essa surpresa que você está tendo agora, Jeffrey, eu tive alguns anos atrás quando eu vi Sonic Adventure portado para o Game Club. Nesse momento, tudo caiu. O mundo caiu, tudo era possível. Quando eu vi o Sonic no console Nintendo, tudo passou a ser possível. E desde então, quem mais vê é Sonic em consoles Nintendo e qualquer outro console. É verdade. Essa surpresa já foi lá atrás. Tá certo.
Agora, eu tenho uma informação aqui que eu tô vendo na lista, eu acabei não pegando essa informação. Lembra que a gente falou do arcade 2017, que o José falou, nossa, muito nichado e tal? Ele ganhou porte pros consoles em 2024, cara. Olha! Bom, diga aí, em abril, né? Tô vendo aqui em abril. Olha!
Sete anos depois ele saiu pra Windows, Switch, Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series. É o Mutant Ninja Turtles Arcade Wrath of the Mutants. É a versão de arcade de 2017. Então dá pra jogar, gente. Tá aí nos jogos de atualmente, pra quem quiser jogar. Ele saiu pra tudo também.
Cara, a gente tá falando aqui que o Tartaruga Ninja reacendeu, né? E bota fogo nisso, porque em 2024 saíram três jogos do Tartaruga Ninja. É, teve também o Splintered Fate, né? Que eu nem sabia. Esse passou por mim completamente batido, tá, cara?
Cara, esse é aquele tipo o Hades, não é? É, tem aquela visão do tipo o Hades lá. Eu não sei se ele também tem a mesma pegada do Hades, mas a visão de cima... É, acho que sim, cara. É a mesma pegada. Você passa ali de setor e ganha umas habilidades. É porque o Tartarogarim chegou a turma da Mônica, né? Tu vê um formato igual o Mickey. É só botar o personagem naquele gameplay e funciona. Pronto. É tipo... Sabe Marvel Ultimate Alliance, né? É tipo isso, né? Aquela câmera... E aí
Mas como é que é o gênero do Hades mesmo? É roguelike, né, Cristiano? É roguelike, né, e você vai, tipo, ter um setor, você tem os desafios daquele setor ali, daquela sala. E a cada reset, o jogo se reseta todos os desafios mundos. E a visão é isométrica, assim, também, né.
É procedural, e aí cada vez que você passa um cenário, você ganha uma habilidade aleatória ainda. E como o Giuseppe falou, 2024 é o jogo pra caramba, teve um outro que passou batido por mim também, e que eu tô vendo aqui, ele parece ser muito interessante porque ele é baseado naquele Mutant Mayhem que é o filme, a última animação que era aquela animação que traz tartarugas pra um ambiente mais moderno, com eles mais jovens geração Z E aí
E o jogo é lindo, porque o jogo remete aos beat'em ups da Tarogar Ninja meio 3D, só que tem aquela estética, ô Jeffrey, meio Spider-Verse, sabe? Meio rabisco, meio heavy. Cara, eu não vi esse jogo sair, eu não acompanhei, eu não sabia dele e eu vou adquirindo. Sim, é isso aí. Eu peguei a demo desse game na época e eu gostei mais da estética dele, que é dessa estética do filme, né? Que é meio... é o filme do...
É o filme recente, porque parecia Spider-Verse com as tatarugas parecendo adolescentes pela primeira vez. Cara, e teve um trailer de um jogo que o trailer não mostra quase nada que provavelmente vai ser lançado ano que vem ou esse ano ainda, que é baseado no The Last Honey. É um trailer que saiu, o jogo foi anunciado por Playstation 5, Windows, Xbox, Series X e S e...
Ele é super suturno, cara. Mas, assim, suturno naquelas. Como eu disse, o trailer não mostra quase nada. Não mostra gameplay, não mostra nada. Só mesmo cenários escuros e o logo subindo. Se eu não me engano, foi anunciado também um filme baseado nessa história.
Então pode ser que seja um jogo baseado no filme que vai vir aí. Então, a produção mais recente que nós temos não é uma produção ainda... É, exatamente, é bem recente. Se não me engano, foi esses dias aí que anunciaram. E adapta essa história que o Pipoca e Nankin publicou no Brasil agora há pouco, baseado nos quadrinhos da IDW, que é o retorno da história clássica dos quadrinhos nesse futuro distópico, onde as tartarugas, entre aspas, não existem mais, e é um negócio meio darkzão e tal.
E assim, cara, tô muito ansioso, porque quem leu a história ou pelo menos tem uma noção da sinopse sabe que o negócio é bom. Então, quero muito ver esse jogo aí. Talvez esse filme aí, se não for boato, né? Esse filme que eu ouvi dizer, se não for boato. É, mas a gente procura o trailer e alguma coisa safada feita por Iá, né?
Ah não, achei que Paramount Plus anunciou para... em abril de ano passado que está produzindo aí o filme do Last Ronin. Então provavelmente esse jogo é baseado no filme que vai sair que por si só é baseado na... É, talvez já saia para até promover o filme e tudo mais, então vai ser um bom lançamento.
Agora, teve muito jogo também mobile, a gente não vai citar aqui, porque sempre ficaria uma coisa gigante, mas vale mencionar algumas participações de tartarugas nos jogos. Uma coisa que eu não sabia, que tem tartaruga ninja no Tony Hawk Pro Skate 5. Ah, tem, é verdade. É porque esse Tony Hawk Pro Skate 5 é totalmente esquecível, esse é o pior jogo da saga do Tony Hawk. Eu lembro que era um clássico jogar como aranha no Tony Hawk 2.
Se eu soubesse que o 5 tinha tartaruga, eu tinha jogado o 5. Pois é, porque skate tem tudo a ver com as tartarugas, né?
Tem, eles andavam de skate nos Biremans, cara. Genial, genial. Exato. Tem no Smite, né? Que é aquele jogo MOBA 3D lá do PC. Tem no Injustice 2. Esse do Injustice, esse é bem legal, porque o interessante é que todos os jogos, hoje em dia, tem sempre nos seus pacotes de DLC personagens convidados. E no caso do Injustice 2, ele tem como personagem...
As tartarugas ninja, então, ou seja, você joga com uma delas, mas conforme a gear que você escolhe na customização, você pode jogar com cada uma delas, aí você tem os golpes próprios. Então você tem as quatro tartarugas como um personagem só no Injustice 2. Isso é bem legal. Teve também uma ação dessas tartarugas no Brawlhalla, que é jogo de jovem, né? Jogo de jovem. Que me lembra muito... Quem é da minha época vai saber. O Grand Chase? Quem lembra do Grand Chase?
O Brawlhaw é meio Cranchase, meio Smash Bros, né? Não, mas o gráfico é total Cranchase. O Giuseppe me entendeu. É uma mezcla. Vou dizer qual é. É jogo de Flash. Tá ligado? Jogo de Flash. Parece, parece mesmo.
Sabe o que parece muito? Não sei se vocês jogaram isso. Tinha um jogo do Playstation 1 que era do Digimon, que era estilo Smash Bros. de luta, Digimon, sei lá qual era o nome, mas que era assim também. Que eram o Smash Bros. 2D. Rumble Arena. Rumble Arena. Tem 3, inclusive. O primeiro é do Play 1, o 2 é do Play 2 e o 3 é do Play 3. Elas aparecem no Nickelodeon Super Brawl Universe que é jogo de luta da Nickelodeon. Aliás, queremos.
O Bob Esponja lutando contra o Michelangelo. É meio essa pegada. Queremos jogar um dia, quem sabe, talvez. Tem que rolar essa série. Também apareceu Tartarugas no Nickelodeon Kart Racers também. Se tinha um jogo Smash Bros. no Nickelodeon, tinha que ter um de kart também, né?
convenhamos. Não podia faltar coisa de kart, né? Nessa época tinha muito disso. Eu lembro que tinha o Dreamworks kart, aí tinha um que era do Madagascar kart, só que o Madagascar é da Dreamworks, então assim, os caras tinham até subdivisão de kart, tá ligado? Era tipo Fórmula 1, Fórmula 2 e Fórmula 3.
O do Chaves era de carrinho de rolimã. É isso, é isso. Eu fiz igual o Chaves, é isso, é isso. Mas o Chaves era muito bom, esse jogo do kart do Chaves. Depois teve o Kart Races 2 e teve um jogo, se a gente teve lá o Super Brawl Universe, que é um jogo de luta de Android e OS, teve depois pros consoles o All-Star Brawl do Nickelodeon.
E esse jogo é bonito pra caralho. É um Smash Bros. também, o Wannabeer, mas é mó bonito, cara. É mais um genérico do Smash. Pô, mas esse é bonitão, cara. Tem uma fase que é a luta na cozinha, que você luta em cima da torradeira. É aquele negócio que eu gosto, né? Um ser pequeno num ambiente grande. Aí a torrada pula, você joga você pra cima. E, cara, é muito louco. Não tem erro. Tem no Bob Esponja, não tem erro. Bob Esponja, Ataruga Ninja, CatDog, InvasorZin, Garfield. Cara, tem todo mundo, cara. É uma loucura. Teve o Kart Races 3.
Eu vi na lista aqui, eu tô procurando porque diz que tem Tartaruga Ninja no Call of Duty Model Faire 2 e eu preciso ver isso, pelo amor de Deus. Ah, é o Destruidor, cara, olha, tem o modo do Destruidor. Que irado, quero jogar isso. Fiquei com vontade de jogar com o Destruidor dando um tiro nos outros, cara, demais. E depois teve também o All-Star Brawl 2 que é o mais recente, 2022 também, que é outro jogo bonitaço também, também tem Tartaruga Ninja.
Então assim, várias participações. Cara, Tartarugas Ninja é realmente uma franquia que foi explorada à torto e à direito. Eu tive minha festinha. Mais do que nunca, inclusive. Está sendo. E a maior participação de todas, ela foi tema da minha festinha de aniversário de dois anos.
Maior de todas Tem uma que eu gostaria de mencionar Que não está nessa lista Mas é que na verdade é a mais recente de todas Que foi a ação que foi feita de Tartarugas Ninja Junto com Street Fighter 6 Onde teve Caramba
É, então, porque teve skins das tartarugas sendo vendidos como DLC em Street Fighter 6. E que deu uma baita de uma polêmica. Por quê? Por conta do altíssimo preço de que cada skin tinha. Então, ou seja, foi uma ação que foi bem legal. Os gráficos de skin da tartaruga eram bem bacanas, mas acabou não fazendo sucesso por conta do preço abusivo que estava sendo feito. Ah, eu tô vendo. Mas não é que tem elas no jogo, é skin de algum personagem, né?
É skin, exatamente. Mas é porque era uma ação feita da Capcom para as tartarugas ninjas.
demais, tô vendo aqui, cara, muito legal. Acho que a Paramount, que é dona da Nickelode, é a dona da Tartaruga atualmente. Tu dá 10 conto na mão do cara, ele libera pra tu usar Tartaruga. Vamos fazer, vamos fazer um um crossover do mascote do SuperSol da Tartaruga. Acho que a gente consegue pagar isso aí, cara. Deve ser barato. É verdade. Vai tudo pingar no bolso dos criadores mesmo? Tá ótimo, libera aí.
Terno! Heroes in a half shell! Terno! Terno!
Pessoal, depois de muita canseira, porque esse deu cansaço, fizemos o nosso episódio dos caracolinhos dos games, galera. Teve hora que eu me perdi aqui, que eu já não sabia mais do que eu tava falando. Foi difícil hoje, mas tá entregue, o filho vai nascer, tá nasceu o filho, nasceu o filho. Lembrando sempre, pessoal, de vocês acessarem lá o patelier.cosmaking do meu amigo Jeffrey.
que encomendar a sua peça de cosplay e quem sabe você não encomenda aí o bastão do Donatello do Chaco do Michelangelo até a casca da tartaruga a gente faz aí, tá vendo? eu tava indo simples ele que tá complicando, então o azar dele acesse lá, patelier.cosmic no Instagram, tem link aqui no post também e pessoal, obrigado vocês não tem noção, eu tô gravando com câmera, o Ford tá nu nesse momento então
nem Recife tá tão quente eu tô nu desde o começo e eles são de São Paulo eu sempre gravo nu por causa da reverberação do som o Paulista não aguenta calor o Jeffrey então que é do sul não aguenta calor, eu sou do Rio o Giuseppe tá em Recife, a gente tá de camisa e aqui com certeza está mais quente que São Paulo, então vocês são fracos fracos
Este podcast foi patrocinado por Projeto Tamar. Preserve as tartarugas. Muito bom. Até semana que vem, gente. Tchau, tchau. Tchau, tchau.
Super Soda. São só pistons na memória, um desenho em glete, os heróis de sábado de manhã. Eu sinto falta de você. Era tudo mais simples, era super soda. Bem-vindos ao Pós-Game. Como eu disse pra vocês no último episódio, nós vamos pôr em dia.
Nossas leituras de feedbacks, né? Que estavam atrasadas. Então nós vamos ler aqui os feedbacks do episódio 211 sobre Contra, o jogo Contra. 212 sobre Transformers. E o 213 que puxou essa nova fase que é o que te faz abandonar um jogo. Aquele papinho que te bateu bem mesa de bar.
Vamos começar então, pessoal? Começar pelo comentário do... Olha, o Floyd, nosso parceiro Floyd, que não estava no episódio, comentou Eu terminava sem morrer nenhuma vez. Claro, né, Floyd? Você e suas lendas urbanas. O Bruno José comentou Curti demais o episódio. Contra é um clássico. Marcou muito a minha infância.
calma aí que eu me perdi, gente, minha infância, tá? Achei aqui. Sobre o Irã Contras, foi aquele escândalo dos anos 80 em que os Estados Unidos venderam armas para o Irã, mesmo com o embargo. Acho que a gente comentou isso no episódio. Será que a gente esqueceu? Não lembro.
e usar a grana para bancar os contras na Nicarágua. Deu ruim nas relações com o Irã, que não estava boa, e até rendeu o filme Argo. Ah, o filme Argo é sobre isso? Verei então, porque esse filme está na minha lista de filmes para ver há muito tempo. É o filme que foi dirigido pelo Ben Affleck, se não me engano.
E sátira no American Dead. Estados Unidos fazendo esse tipo de coisa, né? Ele bota uma piadinha aqui. Financiar golpes pelo mundo é mais uma segunda feira nos Estados Unidos. Zero surpresa. É irã que não tem uma relação com os Estados Unidos há muito tempo. Inclusive, recentemente, muitos conflitos. Valeu, Brunão. Guilherme Ganzaroli comentou. Sempre ouvi falar que é um dos jogos mais difíceis. E é mesmo, Guilherme.
O Leonardo Matos da Mota Silva botou as mãozinhas pra cima. O comentário do Rafael Colucci é o... Tá aí um jogo que joguei. Joguei e morri tantas vezes que nem o Konami Code pôde me salvar.
O Contra que mais joguei na adolescência foi o Contra 3 do Super Nintendo, mas também não fechei, mas achava a estética do jogo animal. Voltei a jogar ano passado, após achar o Contra que saiu para a PS3, o Hard Cops Uprising. É o título da franquia que foi desenvolvido pela Arc System Works em 2011, naquele modelo de gráficos já conhecidos pela desenvolvedora. Gráfico caprichado e gostosinho de jogar, me chamando a atenção.
Mais pela arte do game do que pelo gênero do jogo em si. Vida longa ou super solda. A gente não comentou dessa versão no cast, não? Se a gente não comentou ali no finalzinho, naquele apanhado, demos mole, Rafa, demos mole. Agora os comentários do episódio 212 de Transformers.
O Jean Smansky, eu sempre leio errado o nome dele, perdão Jean. Conheci Transformers por causa de Beast Wars na Record. Meu irmão e eu éramos viciados e tínhamos dois bonequinhos quando criança e achávamos o máximo. Depois de velho fui olhar novamente e na minha memória era muito mais bonito. Eu gosto, cara, eu acho um charme a série clássica. O Old Man Luis comentou, Olá Kai, tudo bom? Tudo bem Old Man Luis?
Adorei o episódio. Eu era viciado em Beast Wars. Gostaria de contribuir com o episódio citando os jogos Transformers War e Fall of Cybertron. Esses dois jogos contam o início da guerra entre as facções dos robôs e como a guerra levou à destruição do planeta.
São dois jogos muito bons e permitem ao jogador jogar com as duas facções, explorando narrativamente os dois lados da história da guerra entre os robôs. Acho que vale o Dinotronic. Não tem mais Dinotronic, mas pode valer o episódio do SuperSod. No mais, muito obrigado pelo episódio. Um abraço. Valeu, Luiz. Vou dar uma olhada nos jogos, cara. Vamos ver quem sabe.
Agora o Rafa Lápide. Faz tanto tempo, fez tanto tempo que até o rap saiu na época Melô dos Transformers do MC ADE. Calma aí. Eu tenho que procurar isso. Existiu um Melô dos Transformers? Pô, eu sou o rei dos Raps e Funk dos anos 90. Melô dos Transformers. Vamos ver aqui.
Ah, eu não vou conseguir ouvir agora porque eu estou... Mas deixa eu ver aqui, porque eu estou gravando. Quando eu gravo, gente, eu uso uma outra interface de áudio que me impossibilita de ouvir qualquer vídeo do meu computador que dá problema. Mas eu posso ver aqui, ó. Melo Transform. Eu vou no celular. Boto para vocês ouvirem aqui. MCADR. Vamos ver o que é isso.
ó não sei de quando gente é isso mesmo cara isso nem português é
É som de Miami Bass mesmo, né? Que deu origem ao funk. Saquei. Pra mim era... Por isso que eu não conheço. Eu conheço o funk nacional, pô. Me respeita. Vamos continuar aqui. Tocava nos bailes funk aqui do Rio nos anos 80 e eu ouvi na rádio imprensa quando criança.
No refrão era Now Transform e se ampliava o barulhinho da transformação. Legal demais, Rafa. É, na verdade, a própria série clássica teve várias frases de transformação, né? Então, vamos seguir aqui. Valeu, Rafa, pelo... Vou ouvir com calma, Rafa. Achei interessante.
É comentário do Bruno Eduardo. Tem um bonequinho dos Transformers na minha infância de 87 que passou por três sobrinhos e hoje está com o meu filho. Eu adoro histórias de brinquedo que passa de geração para geração. Eu tenho uns brinquedos que não foram meus. Do meu pai não, porque ele era muito pobre. Mas de primos, assim, que estão até hoje comigo. E eu acho legal. É tipo a série do Toy Story. Lembra quando no Toy Story, quando aquela menina erra dos brinquedos que era do Andy? Então, essa energia é muito legal, cara. Eu gosto. Gostei da história, Bruno.
O Fernando Araújo comentou, estava com saudade de vocês. Aí eu respondi, mas nós nunca fomos a lugar algum. Provavelmente o Fernando, que é um ouvinte muito antigo e muito querido, estava sem ouvir a gente e está retornando agora. Seja bem-vindo, Fernando. O Guilherme Ganzaroli, tenho poucas lembranças do desenho, mas eu tinha um dos bonecos.
E o Norisic deixei meu comentário no site, que não ia caber aqui. Já adianto que o comentário do Norisic é gigantesco. Vamos ver se eu dou conta dele. Mas antes, o Carlos Schneider comentou. E aí, galera? Fala, Carlão. Mais ou menos como o Caio falou. Eu não lembro de ter assistido Transformers na TV, mesmo sendo de 84. O que eu acho estranho é que ali, quando saiu o primeiro filme do Michael Bay, eu já sabia do que se tratava, como se fosse algo da minha infância, mas não lembro de ter tido contato.
Eu acho que eu posso explicar, Carlos, foi como eu. Eu ouvia meu pai, meu pai também não é da época, ele era mais velho, mas eu ouvia pessoas mais velhas falando, e a revista Herói me falou muito sobre Transformers. Tinham várias matérias relembrando Transformers, então é como se eu tivesse vivido aquilo. Além do fato de ter tido Beast Wars, na época do Beast Wars, a própria Herói escreveu sobre, contando a origem de Beast Wars, porque tinha o subtítulo Transformers, né?
E ali eu entendi o conceito. Eu só não tinha visto, mas eu li tanto sobre nessas revistas que eu absorvi a essência, sabe? Provavelmente aconteceu a mesma coisa com você.
Aí ele continua. E outra coisa, o carro robô AutoChange também foi um grande brinquedo da infância. E uma das melhores surpresas que tive. Como para a grande maioria, era difícil ganhar um carro super legal de presente quando um padrinho meu que não aparecia muito me deu uma caixa que parecia de bumbum. Agradeci e tudo mais.
achei que seria só doce pelo formato da caixa quando abri era um auto change nunca tive carrinho de controle remoto e esse mesmo com fio foi uma grande alegria nunca esqueço isso então se estamos ligados eu, você e Giuseppe a essa nostalgia que nós três tivemos o carrinho auto change abraço a todos e ótimo episódio valeu Carlos
Aí ele voltou aqui, ó. Poxa, eu tive que voltar porque esqueci de elogiar o final do podcast com a música do Linkin Park. Oportunidades como essa não podem ser perdidas. Muito bom. Saiba que eu recebi uma notificação do Spotify por ter usado essa música. Aí eu coloquei lá a opção de que estávamos fazendo... Porque tem assim, quando eles dizem que eu tô usando uma trilha indevida, que acontece muito, eu tenho como apagar o episódio, dizer que eu tenho autorização pra usar a trilha, que é uma mentira.
Ou dizer que minha obra... Está a explicação lá. A obra é uma análise ou sátira. E aí, nesse caso, eu posso usar uns trechos. Aí eu marco isso e até hoje não tirar nada do ar. Vamos ver até quando vai.
Ah, o comentário do Ayrton agora, gigantesco. Vamos lá. Transformers é uma das minhas franquias favoritas. Eu vou contar aqui algumas curiosidades e esclarecer coisas que o episódio não deixou bem claro. Transformers chegou no Brasil primeiro como brinquedo pela estrela numa linha chamada Optimus vs Malignus. Olha, isso aí eu de fato não vi em lugar nenhum.
onde os Autobots eram a facção Optimus e os Decepticons os Malignos. E junto com elas veio para as bancas o Gibi, e nele o Optimus era chamado de Supremos Absolutos. Caramba. E os Witches eram o Bob, o pai, e Centelha, o filho. Vieram também alguns livros, pelo menos um, contando a origem dos Transformers. Caramba, se isso for verdade, eu nunca tinha ouvido falar disso em lugar algum, nem na revista Herói em lugar algum. Muito legal.
Um tempo depois, chegou da Globo a animação e nela já veio as nomenclaturas certas, Autobots, Decepticons e Optimus, que na dublagem era líder Optimus. Em 1986, veio o longa animado, que serviu para dar um salto temporal na história e iniciar a terceira temporada da animação, além de introduzir novos personagens. Nesse longa, vocês citaram Nimoy como Galvatron e o Orson Welles como Unicron, mas também tinha como estrela o Jude Nelson.
Aí ele bota aqui o Bad Boy do Clube dos Cincos, Clube dos Cinco, perdão. Como Hot World e Rodimus Prime e... Rodimus Prime? Nem lembrava desse. E Lionel Stander. O Long Full Dids original dos anos 30. Não entendi nada que o Ayrton falou, mas tudo bem. Como veterano cup.
Foi também a partir da terceira temporada que os americanos e japoneses divergem nos rumos da história. Enquanto os americanos ressuscitaram Optimus Prime e rumaram para dar um fim na animação, o que logo mais daria origem a G2, a segunda geração, os japoneses, por sua vez, mataram Optimus novamente e criaram a temporada Headmasters, aprofundando ainda mais a história. E é por isso que a Hasbro começa a lançar brinquedos independentes da Takara.
No Japão, ela estava lançando os Headmasters e suas continuações. Muito obrigado.
Transformers após G2 só é esfria nos Estados Unidos, pois no Japão continuam saindo séries, ovas e mangás e obviamente brinquedos. Os brinquedos de GoBots vieram, não sei porquê, divididos em duas linhas, os Mutantes da Glacelite e os Converts da Mimo, onde saíram também alguns personagens que futuramente viriam a ser Transformers.
Falando em GoBots, hoje em dia o spoiler da Tonka pertence a Hasbro, e alguns GoBots já foram incorporados no universo de Transformers. Sobre a frase Optimus Autobot Transform and Roll Out, em português ela na animação clássica era Autobot transformar, vamos rodar. Autobot transformar e rodar, e Autobot transformar e avançar.
Esse do Vamos Rodar, eu me lembro, cara. Tinha mais coisas pra dizer, mas já falei muito por hoje, como sempre. Sugiro procurar um documentário do History Channel sobre a criação dos Transformers também. Tinha no YouTube. Até que sejamos todos um. Ele termina aqui. Cara, não precisa se desculpar, Ayrton. Você somou demais pro conteúdo. Espero que tudo que você tenha falado aí seja verdade, porque eu não estou conferindo.
E, nossa, eu não sabia desde o comentário do Restore Trenos se eu soubesse ter visto pra somar no conteúdo. Eu acredito que também não vai ter as informações com relação a lançamentos no Brasil, né, lá. É mais referente à gringa, mas você trouxe muito bem trazido esse conteúdo pra gente. Eu agradeço demais. Vamos pro próximo aqui, ó. Agora, finalmente, chegamos no episódio 213. O que te faz abandonar o jogo?
Começando pelo comentário do Luzga. Quantos comentários? O Caio tá lascado quando for ler. Realmente tem bastante comentário. Mas é um lascado bom, né, Luzga? É um lascado bom. É melhor do que aquele lascado que tu abre e ninguém deu bola pro conteúdo que você fez? Isso é pior. Aí ele continua aqui, ó. Curti demais a música e a nova fase, que é igual a antiga fase. Seja bem-vindo, novo velho, novo dono, super soda. Novo de novo, super soda. Ele bota aqui. Agora é definitivo, gente. Não vou mudar mais nada, não.
O Yuri Muniz comentou, top demais, valeu Yuri. O Gabriel Klintovic, desculpa se eu falei esse nome errado, Gabriel. Fala turma, fala Gabriel. Às vezes solto uns comentários dos episódios no grupo de apoiadores, mas nunca tinha mandado aqui. Me identifiquei bastante com esse episódio. Desde que meu filho nasceu, jogar é cada vez mais raro.
Estava no finzinho de Fallout 4 na época e acabou que nunca terminei. Aos poucos mudei para jogos que permitem uma jogatina rápida. Ultimamente tenho jogado Hades, que cada run leva uns 30 minutos e tem funcionado bem. Enfim, ótimo cast, vida longa, super soda. Valeu, Gabriel. Volte sempre aqui nos comentários, hein, Gabriel.
O Fer Feliza comentou Gosto do novo formato, unificando tudo em um único nome. Eu fiquei muito confuso com tantos nomes diferentes. Gostei do novo formato, ele continua aqui, mas espero que a sessão feedback seja realmente curtinha. Ah, calma aí que eu me perdi.
curtinha, putz, o papo tava maneiro demais, conseguiram até encaixar um pouco de filmes na temática e do nada, na metade do podcast vai pra feedbacks de episódios antigos eu acho legal essa ideia de trazer ouvintes pra participar, mas tá uma quebrada que pra mim incomoda bastante e aí eu expliquei aqui pra ele aqui embaixo vou até ler minha resposta pro Fer
Porque não é bem assim. Eu botei, a culpa do papo mais curto nem foi dos feedbacks. Esse papo surgiu numa gravação de outro episódio. Ia pro lixo, mas eu vi que tinha potencial e resolvi resgatar. Uma pena ele ter só essa duração. Mas melhor do que privar vocês disso. Eu aproveitei a situação pra colocar os feedbacks em dia, porque tava acumulado. Então, a história é a seguinte, Fê.
A gente tentou fazer um piloto do que seria um Dino Tronic em vídeo. Na época, o Dino Tronic ainda existiria. E deu problema na captação da imagem. Mas o papo estava legal. E como era um piloto...
era pra ser curtinho, e também tinha outras coisas, por exemplo, a gente chegou a gravar leitura de feedbacks ali também, não, não gravamos nesse não, a gente fez outras coisas ali, outros papos assim, que acabaram não ficando muito bons, mas esse trecho ficou legal, e ele deu uma meia horinha, eu pensei, poxa, o papo tá muito legal.
Eu estou estreando esse novo formato. Esse novo formato, a ideia é botar a abertura, a música, tema toda, que não vai estar toda nos outros episódios, como vocês viram agora. A ideia é dar uma adiantada nos podcasts também. Então eu vou aproveitar esses 30 minutinhos de papo, que tanto é que o nome do episódio, que te faz abandonar o jogo, nem existia. Eu fui ouvindo o papo. Eu lembrei que o papo com meus amigos tinha sido bom, mas que eu tinha perdido o vídeo.
Então, eu peguei o áudio, que estava bom, fui editando e fui vendo o que saía do assunto, sabe? Aí eu percebi, bom, o que a gente mais falou nesse papo foi o fato de abandonar o jogo, então o título vai ser esse. Mas na verdade a gente estava ali testando o formato em vídeo, falando abobrinhas, puxando. Então até que eu começo o papo assim, o que vocês têm jogado, pessoal? E as coisas foram acontecendo.
Eu tiro duas... duas... duas respostas para isso tudo. Primeiro, que bom que eu não joguei fora. Ficou curtinho, mas foi um papo legal. Segundo, produzir podcast e vídeo é muito difícil. Tem que melhorar essa parte ainda. Não ficou boa a captura de imagem. E terceiro, a gente tem que fazer mais episódios assim, de bate-papo solto. Vocês gostaram? A gente gostou de gravar e eu acho que todo mundo saiu feliz no final, né?
Então, é isso, Fê. Não foi porque tinha que botar feedback que ele ficou curto. Eu aproveitei que ele ficou curto para me botar de feedback, entendeu? Meio que isso. E obrigado pelo comentário, Fê, que bom que você gostou. Vamos trazer mais papos assim e dessa vez eu prometo que vão ser mais duradouros.
O Fernando Araújo comentou, caramba, eu só estou conseguindo jogar uma hora por dia, no máximo duas. Quando o jogo me dá muito trabalho mesmo, eu largo. Fiz isso agora com Dragon Quest 2 HD Remake. Aí pulei para o Lego Star Wars Skywalker Saga. Ele é longo também, mas acho que não vou ficar preso em alguma parte dele.
Enfim, foi um papo muito bom. Parabéns e obrigado. Cara, eu não tenho jogado... Quer dizer, eu tô voltando a jogar... Tô enchendo a garrafinha d'água aqui, gente. As pessoas ouvem esse barulho. É que eu tô fazendo xixi enquanto eu gravo. Não é. Tô enchendo meu copinho d'água aqui. Eu tenho jogado mais RPGs do que eu jogava. Ainda não é como eu deveria, mas tem jogado. Funciona muito pra mim, Fernando, jogar no portátil.
Porque eu vou no banheiro, eu continuo jogando, eu deito pra dormir, nos minutinhos antes de dormir eu jogo um pouquinho, sei lá, eu pego e jogo. Então jogos longos, assim, tipo RPG, funcionam muito e portátil pra mim. Sentar na frente da TV naquele momento ali para, demanda mais gasto de energia, eu acho. E aí você pensa mais, ah, eu tenho só uma hora pra sentar ali e o jogo vai me pedir mais. Sei lá, o joguinho de RPG eu bloqueio a tela, pum, depois eu volto e continuo, entendeu?
É meio que assim que eu tenho feito. Valeu, Fernando. Agora eu vi uma água que eu tô com a boca aqui seca. Ah, água bom demais. O Nathanael comentou. Fala, galera do Super Soda. Nathanael aqui. Fala, Nathanael.
Primeiramente, queria dizer que o episódio foi muito gostoso de se ouvir. Posso pedir minha Coca Zero e sentar na mesa? Só se você trouxer uma pra mim também, Nathanael, porque eu tô praticamente parando de beber álcool ultimamente e tô na Coquinha Zero também. Ah, inclusive, recomendação, hein, gente? Pepsi Black é mais gostoso que a Coca Zero, hein? Fica a dica.
Aí ele continua, sobre a questão de abandonar jogos, é algo bem presente na minha vida, principalmente com as questões de trabalho. Hoje, tendo a correria da vida adulta, pegar alguns jogos com muitos desafios ou muitos difíceis acabam desanimando algumas vezes. Mas procura tentar no máximo devido ao interesse e sobre o filme do Mario Kart. Eu não entendi esse final.
acaba desanimando algumas vezes, mas procura tentar ao máximo devido ao interesse sobre o filme do Mario Galaxy. Eu não entendi essa parte do Mario Galaxy. Mas vida que segue, Nathaniel. Parto do mesmo princípio, eu concordo com você. Pra mim, poxa, acabei de trabalhar, fui no supermercado hoje, voltei pra gravar os feedbacks pra soltar logo, também tô super cansado pra deitar e dormir. Mas vamos que vamos.
O Rodrigo Moquepon. Faz tempo que o Rodrigo Moquepon não comenta aqui também. Oi, galera. Super sodas. Que esse nome de todo mundo. Tá bom. Pô, meu tu lembra, né, Rodrigão? Pelo amor de Deus. Eu estava ouvindo pós-créditos e a leitura de mensagens sobre Yu-Gi-Oh! E me deu vontade de recomendar um TCG. Diferente, simples e gratuito. Cui, seu é. É Cards, The Universe e Everything o nome. O diferencial dele é o tema. Todas as coisas do mundo.
Essa semana mesmo as coleções em destaque são Grécia Antiga, Moluscos, Pioneiros da Ciência, Pássaros, Culinária Curiosa e Dinossauros Carnívoros. Imagina um baralho com tiranossauro, Aristóteles e Picolé. Eu achei isso genial, eu vou atrás disso, você pode apostar, Rodrigo, eu achei muito, muito maneiro.
Vamos seguir aqui. O Saulo Monteiro comentou. Música do Super Sol dá muito legal. Valeu, Saulo. Eu estou me segurando para não abandonar o Bowser's Fury. O jogo do Mario, né? Estou achando muito repetitivo. Mas estou me educando para não largar e só comprar outro game quando terminar ele. Abraço. É uma boa forma de lidar com videogames. Ainda mais que os jogos estão caros, né? A gente acaba comprando muito jogo, ficando com um backlog grande e não termina nenhum. É um grande problema.
Eu não joguei o Bouses Fury, na verdade é um DLC, né? Eu não joguei ainda, tá na minha fila pra jogar, tem aqui, mas um dia eu jogo. Valeu, Saulo. O Cleilson comentou, Eu dropei GTA V porque não curti o jogo, e dropei Bloodborne porque eu simplesmente não consegui evoluir no jogo.
Fiquei muito tempo morrendo no mesmo lugar, senti que não era pra mim e larguei. E é isso, né, gente? Tem jogo que não é pra gente e tá tudo certo, né? A gente tem que experimentar pra descobrir se é bom. Se não for bom, a gente larga e tá tudo certo, Cleus.
José Vitor, bom dia, Caião. Agora, pra mim, é bom dia mesmo, que são duas da manhã. E galera do Super Soda, fala José. Por cá, José Vitor de Fortaleza. Acho boa a ideia de um episódio focando só na leitura dos comentários. Tendo em vista que o feed tá unido, essa medida faz mais sentido. Vida longa, Super Soda. Tô estudando a possibilidade ainda, José. Vamos ver como é que vai ser.
Porque eu teria que botar alguma outra coisa junto. Não dá pra só... Teria que ser um episódio tipo esse que vocês ouviram. Um papo curto e os feedbacks de seguida do mês. Pra não ficar também só feedback. Só ficar sem lógica. Vamos pro próximo.
Comentário agora do Rodrigo Machado. Hoje em dia o tempo é escasso. Os jogos são muito grandes e requerem atenção. Mas o tempo para isso é menor. Em relação à nossa infância. Para mim, se tornou uma diversão esporádica. Que ainda agrada muito. É o comentário do Rodrigão sobre essa lança de abandonar o jogo.
O que te leva a fazer isso. A maioria da galera fica reclamando da mesma coisa. Vida adulta, corrida, pouco tempo. E é isso. O Guilherme Ganzaroli comentou. Acabei de abandonar Kingdom Hearts 1 do PS2. Amo de RPGs e rogues de aventura tipo Zelda. Mas Kingdom Hearts é confuso. Não me pegou, não.
Eu acho que a gente tem episódio de Kingdom Hearts 1 aqui. O grande problema do Kingdom Hearts é a confusão do lore. Eles se perderam legal. E na minha opinião, Kingdom Hearts, por se tratar de Disney, deveria ser um RPG mais palatável pra trazer a galera pro universo da Square Enix, pro universo de Final Fantasy e tal. É uma pena. É uma pena ele ser tão confuso assim.
Merecia um remake já, já tá na hora do remake de Kingdom Hearts. Vamos lá. O Alishou comentou, eu também literalmente não tanquei a continuação de Death Stranding 2. O jogo ainda continua na mesma premissa, apesar dos gráficos serem lindos, mas a jogabilidade demorada se torna cansativa. Eu joguei o primeiro um pouco, não me pegou, não é o meu tipo de jogo.
E eu nem quis jogar o 2, cara. Até porque eu não terminei o 1. Cara, é muito contemplativo demais para o meu gosto.
Valeu. Olha, show, volte mais vezes, hein? Acho que é você a primeira vez aqui. Volte mais vezes. O Cleomar Zankete. Salve, galera sodástica. Eu joguei até o PlayStation 2. E jogos de mundo aberto até o PlayStation 2. Ele botou de novo aqui. Eu achava massivo, porém tive experiência com os novos consoles, mas me sinto deslocado. Por isso não jogo jogos de mundo aberto. Ele foi bem enfático com jogos de mundo aberto. É o que ele não gosta.
O Goulardede comentou, acho que tem um grande problema hoje em dia que é a quantidade de opções acessíveis que temos. São tantas que acabamos perdidos e sem saber o que escolher. Tem streaming, YouTube, redes sociais, podcast, tanta coisa que acabamos perdendo o foco ou interesse rápido em um game. Isso é uma verdade, Goulard. A gente tinha, na infância, vou falar da minha infância, nos anos 90, aquele jogo que você ganhou no fim de ano natal do seu pai, do seu console e... E aí
algumas opções que você alugava esporadicamente. E era isso. E realmente, você queria ver um desenho, tinha que ligar todo dia na programação da manhã e ver naquele horário. E é isso. Filmes também. Tinha que esperar chegar na TV, sair do cinema. Resumindo, a gente tinha menos opções mesmo.
Isso foi mudando, né? A internet trouxe os downloads, a gente começou a ter acesso a baixar séries e filmes pra ver animes. A pirataria na era do Playstation facilitou muito comprar as famosas baciadas, 3x10 e tal. Já começou ali. A gente comprava mais jogos do que jogava. Começava a ver mais animes do que terminava. E assim ia. E hoje em dia nem se fala, né? Com os streams e tudo mais.
as ofertas são absurdas então Goulart trouxe um aspecto realmente muito interessante isso inclusive gera pauta pra gente conversar um dia de noturno que eu não conseguia largar o nome do Super Soda, vou estudar melhor essa possibilidade
comentário agora, está chegando perto do fim? não, tem bastante o Arthur de Souza sensacional essa abertura hardcore já quero o arquivo para pôr no meu MP3 de pendrive, parece que foi um ótimo time esse episódio, tinha voltado a jogar Mario Odyssey no feriado gostei bastante da unificação, inclusive do nome, sucesso sempre, valeu Arthur, comentário agora do
Éder Aderaldo, bem grande, vamos ver se eu vou ler tudo. Cara, já abandonei jogos por diversos motivos. Final Fantasy VII eu abandonei por ter muitas batalhas aleatórias e já tava de saco cheio. Com Save State eu tava jogando Mega Man 2. Salvei logo antes daquela parte das barras da fase do Quick Man, pra não ter de repetir a fase de novo, caso tomasse o game over.
Fui planejando até que na hora, quando eu ia tomar Game Over, acabei dando save ao invés de load. Só vim tomar coragem de recomeçar o jogo ano passado, ou seja, mais de 10 anos para terminar o jogo. Star Wars da Survivor eu quase abandonei, pois além do jogo ter mundos muito grandes, a impressão que tive foi que estava jogando um jogo de parkour, só não abandonei por ser muito fã de Star Wars.
Aí ele continua aqui, ele fala do Forza Horizon 4, aí ele fala, tem também aqueles jogos que você só morre, mas nem sabe ao certo porque tá morrendo. Aí ele bota aqui, há uns anos atrás, quando eu tava com menos tempo pra jogar, ele evitava RPG dia de semana, pois chegava na hora de desligar o videogame e sentia que não tinha progredido nada. Ele lista aqui uma lista absurda de jogos, ele parece que igual o Floyd, abandona muito jogo. Então...
acessem lá supersolda.com.br que o comentário dele está no post do episódio o que te faz abandonar o jogo mas calma aí que acho que no final ele falou outra coisa aqui agora espero ver esse papo também com séries, desenhos, anime e tokusatsu pode ser, pode ser a gente pode trazer, vai ficar um pouco repetitivo porque a gente vai falar mesmo que com outras obras a gente vai comentar os mesmos motivos de abandonar, mas pode ser aí ele continua euད
Espero também ouvir mais desses papos de boteco. Na boa, estava esperando algum de vocês baterem o copo na mesa e falar Ô do bigode, desce mais uma. Cara, vocês gostaram de ouvir, a gente gostou de gravar, temos que fazer mais.
Caio, não sei se o episódio por mês, lendo os comentários dos episódios, vai dar muito certo. Já pensei que o episódio à parte iria aliviar bem a sua barra, mas acho que essa ideia precisa ser mais bem pensada, pois acho que pode dar bom. Eu não entendi muito esse seu exemplo final de episódio por vez, mas eu vou estudar. Por enquanto eu vou tocando desse jeito mesmo, com a leitura de feedbacks semanalmente, depois do episódio. Vamos ver se vai rolar.
O Maurício Manente. Perdão, Maurício, falei esse nome errado. E aí, Caio Hansen. Fala, Maurício. Meu nome é Maurício, sou de Jundiaí, tenho 29 anos. O jogo que eu larguei foi Diablo 2. Eu estava numa parte já bem avançada do game quando acabei morrendo. Para quem jogou, sabe que quando você morre, seus itens ficam no chão e depois você precisa voltar para recuperar tudo.
O problema foi que eu voltei no lugar onde morri e meus itens simplesmente não estavam mais lá. E mano, ali tinha tudo, armadura, espada, tudo já upado. Quando, acho que deve ter sido algum bug, porque antes eu sempre conseguia voltar e pegar meus itens normalmente. Eu não manjo muito de Diablo, não é uma franquia que eu manjo tanto. Sei que o 2 que você abandonou é até hoje o mais idolatrado, né? Por ano já o jogo, os servidores continuaram ligados, o pessoal continuou jogando.
e cara bug é uma coisa que eu contei a história do jogo eu acho que era o Assassin's Creed mesmo que eu abandonei por causa disso de bug, fiquei preso no elevador maluco lá, cara, e isso é frustrante demais, frustrante demais
Aí eu continuo aqui, ó. Só que sem meus equipamentos, o jogo ficou literalmente injogável. Eu tomava um hit de qualquer inimigo e morria na hora. Porque já era uma área avançada do game. Aí não teve jeito, desisti do jogo na época. Mas essa é minha triste história com o Diablo 2. Quem sabe um dia eu volte a jogar. Volta, cara, volta sim. Ou joga o 3 e o 4 e vai embora. Também não precisa voltar, não. Você precisa voltar, Maurício. É nos comentários mais vezes. Volte sempre, cara. Quero te ver mais vezes aí.
E pra fechar, comentário do Rafael Colucci. A única coisa que me faz abandonar um jogo é o enredo. Gráfico, idade do jogo, jogabilidade. Se a história for boa, eu vou até o fim. Se for RPG ainda... Mentira, Rafa, porque lá no grupo dos apoiadores você reclamou dos gráficos do Pokémon... Qual foi o Pokémon que reclamou? Ele reclamou de vários, na verdade, mas foi o... Foi o Pokémon... Legend Z.A. Você reclamou, não vem não.
Jogos em japonês, RPGs, ou como citado nos comentários, o jogo do Kamerider de PS2, Seiji no Keifu, fechei em japonês, e o Uchukeiji Tamashi, The Space Sheriff Spirits, que se baseia nos três primeiros Metal Hero, também foi em japonês. Fora os vários outros, sendo bom e valendo a pena, não abandono. Só se for ruim e chato e redo.
Acho que o maior problema para nós adultos com várias outras atividades para fazer no dia, para sobreviver e pagar as contas, é o tempo. Demora meses para fechar um jogo, porque às vezes ou estamos cansados ou jogamos uma hora ou menos no dia, mas um dia termina.
Valeu Caio, abraço família Super Soda Valeu Rafa, Rafa grande Apoiador, amigo lá do grupo Gente, ficamos por aqui Mais um Pós-créditos finalizado Semana que vem tem Mais Super Soda Semana que vem vai ter Episódio duplo, tá? Vão ser dois episódios na semana Vocês vão entender porquê Fiquem tranquilos, mas tem muita coisa Legal pra rolar esse mês Ainda no Super Soda Beijo pra vocês, tchau, tchau
O que eu chamo de passado é super soda É super soda É super soda É super soda É super soda É super soda
É super choda