Supersoda #213 - O que te faz abandonar um jogo?
- Abandonar jogos: por quê?Tempo escasso e experiências ruins · Jogabilidade e design datados · Perda de progresso e saves · Glitch e bugs em jogos · Fadiga de jogos longos e complexos
- experiência de jogoFinal Fantasy XIII e Lightning Returns · Uncharted e sua jogabilidade · Zelda: Breath of the Wild · God of War (2018) · Tomb Raider (1996) · Ocarina of Time · Devil May Cry 2 · The Amazing Spider-Man 2 · Death Stranding · Hades 2 · Pokémon Legends Arceus · Super Mario Odyssey · Final Fantasy VII Remake · Baldur's Gate 3 · Legend of Mana · Metal Gear Solid · Trilogia Senhor dos Anéis (versão estendida) · Star Wars (pós-Disney)
- Memórias da MTV BrasilProgramas musicais e VJs · Desenhos animados e animações · Programas de humor e sátira · Educação sexual e temas tabus · Produções nacionais da MTV
- Transição de marca Super SodaUnificação de feeds de podcasts · Fortalecimento da marca Super Soda · Conteúdo nostálgico e retro games · Novo mascote e identidade visual
- Yu-Gi-Oh! e jogos de cartasCartas icônicas e estratégias · Diferenças entre versões (anime vs. mangá) · Experiências com decks e jogos · Outras franquias de card games
- Filmes de jogos da NintendoSuper Mario Bros. O Filme · Super Mario Galaxy O Filme · Preconceito com
Acordo e ligo a TV de tubo O som do start, o mega drive é o meu alvoroço Cartucho dourado, herói de 16 bis Contra um império do mal que nunca tem fim Lembro das tardes infinitas no sofá Com o controle confio que não ia até lá A tela piscava, a mãe gritava, vai desligar Mas eu precisava salvar, o mundo era meu lugar E o tempo era um titico Que a gente não sabia
A vida era um jogo que nunca terminaria São só pistões na memória, um desenho em glete Os heróis de sábado de manhã Eu sinto falta de você Era tudo mais simples, era super soda Nessa fita cassete que é minha saudade A gente era imortal, era rei, era amigo Nesses stages tem perdido o que eu chamo de passado É super soda
E aí, eu sou o Caio Hansen, você está ouvindo o Super Soda, podcast cheio de nostalgia e outras coisas legais. E, pessoal, eu sei que vocês estão achando estranho, como assim Super Soda? O que está acontecendo? Voltamos no tempo, mas é que hoje a gente está finalizando o nosso processo de transição, de fortalecimento da marca Super Soda.
alguns meses atrás vocês perceberam que a gente juntou os três podcasts da casa em um único feed mas a ideia desde o início era que na verdade tudo virasse uma coisa só, mas precisou ser feito gradativamente até pra não espantar todo mundo, ninguém achar estranho
essa mudança muito radical, e isso é baseado em várias pesquisas, no fato de que cada um chamava o projeto por um nome, obviamente, e no fim das contas, apesar das temáticas não serem as mesmas, a equipe era a mesma, a galera esperava da mesma forma, então, resumindo, a gente teve lá atrás a mudança do SuperSol da Podcast em três podcasts diferentes.
Mas agora, são outros tempos, a marca está fortalecida, o público está fidelizado, os algoritmos e os aplicativos de streaming se comportam de forma diferente, faz mais sentido a gente estar unido aqui de novo num único podcast, mas eu deixo claro para vocês que nada muda no sentido de conteúdo.
Ainda temos um apelo muito forte. Nostalgia. Os retro games que a gente vê no Tino Tronic. Vão comer solto aqui ainda. A gente ainda. Vai ter. Muito anime. E desenhos animados. Que não são anime.
brincadeiras, brinquedos, tudo que você viu no Figurinhas e no Carê, vai rolar por aqui da mesma forma, tá? O podcast Super Soda é um podcast que é baseado no tudo que a gente gosta, eu e vocês, já que vocês, o público que me acompanha, se identificam com a minha personalidade, então...
É muita nostalgia, muito anos 80, 90, 2000. Algumas coisas novas que dialogam com assuntos nostálgicos. Muito retro game, muito anime mancheteiro e coisas de antigamente. Muito Thundercats da vida e desenhos americanos. Muitos brinquedos, muitas coisas assim, legais como falam, né? Como voltando um pouco para os logos de antigamente do Super Sol, da coisas legais.
Então é isso, convido a vocês a acompanharem essa nova fase. Ah, com a numeração diferente, afinal de contas nós acabamos de unir todos os podcasts do Feed numa mesma numeração. Então a gente foi catapultado de Notronic de cento e pouco, Carey de setenta e pouco, figurinhas de vinte e poucos episódios, agora a gente tá no Super Solda duzentos e pouco, o que sempre foi uma verdade, a gente sempre produziu mais de duzentos episódios de podcast desde que o Super Solda foi fundado.
há mais de 3 anos atrás então a numeração também está agora regularizada com um novo mascotinho vocês que seguem as redes sociais conheceram o Max, o novo mascotinho do projeto com essa intro que vocês ouviram agora a musiquinha da Super Soda vocês não vão ouvir todos os dias ela completa mas trechos serão usados aqui e no canal do Youtube que está sendo trabalhado com muito carinho
A ideia, como eu disse, é fortalecer a marca. Super Soda ser a principal marca. Eu não descarto a possibilidade de usar de Notronic Carey figurinhas no futuro. Até tenho conversado com o pessoal já uma forma de usar a marca de Notronic de alguma forma.
Mas, no momento, o marca principal que vocês conhecem, Super Soda, com mascote novo, com música nova, com identidade visual nova, com tudo novo, mas a mesma galera de sempre aqui. A gente batendo papo, inclusive, vamos agora para o episódio, que é o piloto dessa nova fase. Estamos eu, Giuseppe, Jeffrey e Floyd trocando ideia sobre o Joguinho Véi, para começar bem. Um episódio muito papo de bar, muito solto.
Coisa que a gente tem feito pouco aqui e que a gente quer fazer mais, até pra vocês conhecerem mais a gente. Mas já aviso, ó, esse mês, se nada mudar, gente, vocês sabem como é que o conteúdo é. Se nada mudar, a gente vai ter ainda Tartarugas Ninja nesse mês, joguinho. A gente vai ter ainda Mortal Kombat esse mês, e não é joguinho, ou pode ser joguinho, não sei. A gente vai ter Dragon Quest esse mês. Então esse mês tá pesado, galera.
Então fiquem de olho aí no Super Soda, semanalmente no seu feed, no seu aplicativo de podcast favorito. Vamos pro episódio.
Super Soda! É Super Soda! Super Soda!
O que vocês têm jogado, pessoal? O que vocês estão jogando de videogame atualmente? Eu estou jogando só o que tem que gravar para variar. Minha vida é trabalho. Eu estou tirando o atraso de Playstation 3, porque como eu sou uma pessoa que nunca conseguiu ter nada à frente do Playstation 2, uma amiga minha, Renata, beijo, Rinho, ela me deixou emprestado que o Playstation 3 dela falou assim, olha, agora você vai tirar o atraso de jogos que você está esperando há anos de jogar, né?
E aí, eu comecei, eu falei assim, deixa eu já pegar a trilogia, né, que é a trilogia do Final Fantasy XIII. Que ele é muito falado pela galera, tem gente que odeia, aí eu tenho minhas impressões, assim. O primeiro Final Fantasy XIII, eu gostei, gostei genuinamente, tá? Tem muita gente que não gosta de você, eu apreciei, gostei e tudo.
O 3 e 2, cara, eu juro que eu não vi a hora de terminar de jogar. Eu falo assim, ai, mano, ele me cansou, sabe? Já me perdeu de um tempo pra frente. Assim, carisma zero. E o Lightning Returns, cara, eu juro, eu tô fazendo esforço pra ter vontade de continuar jogando. Porque, nossa, eu tô odiando esse jogo com tanta esforça, cara. Então, assim, o 2 e o 3 não tinham razão de ter existido. O primeiro, ele começa e terminou a história bem legalzinho, sabe? Os outros dois é encheção de linguiça.
E eu não vou abandonar o jogo, mas assim... Por que não? Eu não consigo continuar tendo vontade de continuar jogando, na moral, viu? Então, mas por que não abandonar? Por que isso é um problema? Ah, cara, que se for falar mal, eu quero falar mal com propriedade. Cara, mas eu acho que nada é mais mal do que falar gente, o jogo não valeu nem eu ter terminado. Eu acho que isso é muito mal. É que tem o toque, né? Eu acho que isso já é uma avaliação. Isso já é uma avaliação.
Eu tenho toque com série e filme. Para eu abandonar uma série. O jogo também. É porque tem que estar muito insuportável. Geralmente eu vou até o final. Um grande exemplo disso. As séries da Marvel. Eu fui vendo séries chatas. Uma tarde da outra. Eu vendo.
Cara, quando chegou aquela eco, eu abandonei. Ali não deu mais pra mim mesmo, cara. Da eco adiante, não assisti mais nada. Eu meio que abandonei também. Eu paro do ponto de que o tempo hoje, pra gente, ele é muito escasso pra gente fazer tudo que a gente quer. Então por que que a gente vai, na minha opinião...
perder tempo com uma coisa que não tá sendo legal, que, tipo, não é uma experiência boa. Sendo que a mesma fonte de jogos tem muita coisa boa, cara. A gente teve uma discussão disso, inclusive antes de gravar uns episódios aqui atrás, uns dias atrás, que era sobre Uncharted, né? Que a gente tava nessa discussão. Não vai falar mal de Uncharted pra mim, não. Eu não aceito. Você vai quicar ele?
Uncharted 1, 2 e 3 são obras primas. Não tem zero defeitos. E em português de Portugal ainda, cara. Nossa Senhora. O enredo não é ruim. O enredo não é ruim. Mas, cara, a jogabilidade... A do primeiro... O Drake é de Lisboa, pô. O 2 é perfeito. O 2 é perfeito. Agora...
Bicho, eu larguei mão do Uncharted pela jogabilidade. Se você jogasse um na época que ele saiu, você ia gostar, porque você foi jogar atrasado. Pela jogabilidade. Não, eu joguei há uns anos atrás, inclusive. Então pronto, o negócio tem quase 20 anos, pô. Já tem mais de 20 anos. Mas sempre que eu jogo uma parada das antigas, tento me colocar na época lá. Mas nunca consegue. Fica a minha crítica aqui. Tenta, mas não consegue. Claro, eu tento. É o que eu falei, eu tento. Então assim, eu...
Volto no tempo e penso, não, vou desconsiderar tudo que tem novo aqui e tal. Ano que vem, mais 20 anos, Caio, prepara o cast já. A franquia é tão forte, é tão forte a franquia que o primeiro, mesmo com esses problemas que eu considero...
Tipo assim, ainda é um bom jogo, entendeu? Não é ruim. É porque realmente me pegou muito o lance da incerteza, sabe? De você mexer um pouquinho, ser muito sensível. Enfim. Bota ele pra jogar aquele Sonic Adventure que você jogou live. E antes da gravação eu falei que gostava dele, lembra? Agora eu tô com raiva. Eu tô com raiva.
O Caio é fã do filme do O Charter aí com o Tom Holland. Eu sou muito fã. Não, então, esse filme não é ruim, não. Mas é que o Tom Holland não é o O Charter. Eu não vi, eu não vi. Não é o Drake, né? Mas tudo bem. O Floyd falou que a vida é curta demais pra gente ficar investindo em coisas ruins, tem que abandonar. Então eu vou acabar minha amizade com o Giuseppe aqui agora. Não vale a pena isso. É, não. Nossa, tá rompido, tá rompido.
Graças a um personagem fictício de um videogame. Continua na gravação, Giuseppe, porque o ódio... O ódio vende. É, exatamente. O pessoal vai ficar vendo pra gente se alfinetando aqui e vai aumentar a audiência.
Você está ouvindo o Super Soda.
Cara, se você tem uma ideia, o único RPG que eu abandonei mesmo foi o Breath of Fire 3, porque na época eu tava jogando e de repente meu memory card deu pau, e eu já tinha chegado num ponto e eu olhei e falei assim, ah cara, nem vou voltar a jogar, eu não tava curtindo o jogo mesmo. Tá, e uma discussão que eu acho massa? Vocês já largaram jogos porque eram longos demais e tipo, perderam o save, e não conseguiram voltar pra jogar eles?
Não, calma aí, calma aí, calma aí, calma aí. Tem duas coisas aí. Longo demais eu já falo um. Eu falo um que vai dar polêmica aqui. Mas depois eu retomei, tá? Mas eu, na primeira vez que eu fui jogar Zelda Breath of the Wild, eu desci. Chegou uma hora que eu falei, meu Deus, tá muito grande. E aí acontece uma coisa que é muito comum comigo.
Como eu trabalho com videogame hoje em dia, às vezes eu tenho que jogar numa sequência longa de jogos que eu preciso gravar ou coisas do tipo. E aí eu retomo, e eu falo de retrô, não tava falando do Zelda, então ele ficou em stand-by. Ainda mais RPG e jogos assim com história longa, quando eu retomo, onde eu tô mesmo? O que eu fiz? Esse é o meu problema, Caio. Eu recomeço.
Outro que aconteceu isso, antes de você falar, também a primeira vez que eu joguei o God of War, novo, né, do PS4. 2018. Eu também fiquei um período ali sem jogar, e quando eu fui retomar, mas esse aí depois também eu zerei de novo certinho depois. Eu vou falar de um clássico, que é um jogo muito importante, que tem uma personagem extremamente relevante para a indústria, e que eu abandonei por um motivo que é justificado, que é o primeiro Tomb Raider. Porque quando eu comecei a jogar... O primeirão mesmo, o primeirão que saiu lá.
O primeirão, porque quando eu tava jogando, eu tava jogando no Saturn, né? E assim, o jogo era difícil, desafiador, e o pior de tudo é que os gráficos do Saturn não ajudavam. Eles eram bem inferior. Meu Deus, é triste. Então você já até encontrava a plataforma pra pular, então foi difícil. Mas fui indo, fui indo, fui indo, até um belo dia que eu fui dar uma continuidade, aí eu fui lá, cadê o save? Cadê o save? A bateria do Saturn acabou, que era uma bateria de lítio.
Aí a hora que eu perdi todo o progresso e já tinha sido muito difícil, eu falei assim, deixe pra lá, cansei. Não, nunca mais joguei nenhum Tomb Raider e não tenho mais vontade agora. Ah, tu nunca mais visitou a franquia? Nunca mais. Cara, isso é trauma. Isso é trauma. O Jeffrey, meu amigo, quando ele pega a Rust e alguém... O mais perto que eu voltei a ter contato com Tomb Raider foi só o primeiro filme da Angelina do Jolie e só.
Nem viu o filme clássico. Não, o filme, só o primeiro. O segundo eu nem vi. Jeffrey, deixa eu só te dar uma dica. Tu que tá com PS3 aí, pega o Tomb Raider 2012 ali. Ele tá com ranço, cara. Ele tá com ranço, ele não vai pegar não. Não dá mais, não dá mais. Cara, eu lembro que eu perdi o meu save de Final Fantasy VIII na época do Play 1. E hoje, daí pra frente, toda vez que eu vou jogar esses jogos de RPG, tá certo que hoje o meu mercado não é mais um problema.
Cara, eu tinha umas 40 horas de jogo E eu perdi o save inteiro Depois de ficar farmando ali Pra ficar forte e perder Daí pra frente, toda vez que eu vou jogar um RPG Que ele me permite usar 3 slots de save Eu uso É muito sábio fazer isso Cara, eu tava jogando o Final Fantasy VIII no Vita
Que aí ele simula o Play 1, né? E eu fico salvando três vezes, sabendo que agora não tem mais um problema de memory card, não é alguma coisa física, né? É, mas se eu perder um, eu vou perder todos. Então, talvez o videogame. Mas eu fiquei com esse toque de...
Quanto mais eu puder, porque na época do Play 1 a gente tinha 15 espaços pra salvar, tinha jogo que ocupava mais de um. Então você tinha que ter um gerenciamento do que jogar e o que salvar, né? Sim. Então, isso aí são problemas do retrô, né? Porque quando a gente fala em save no retrô, a gente tá falando de uma bateria que tem dentro do cartucho, um memory card que tem, né? Uma tecnologia antiga, enfim. É um equipamento antigo que pode corromper, enfim.
um HD que, sei lá, arranhou, né? Deu pau. Mas hoje a gente, nos jogos atuais, tem uma certa vantagem nisso, né? Porque tem um save em nuvem, né? Você consegue fazer o save em nuvem. Mas isso faz parte do retrô mesmo, né? Pra mim, a pior experiência que eu tive em jogar um game assim, com save...
foi simplesmente com Ocarina of Time, né? O Zelda Ocarina of Time, minha franquia favorita, assim, dos games. E o jogo que é o, sei lá, o pináculo da franquia, né? Que todo mundo paga um pau, enfim, há muitos anos é tido como um dos grandes jogos da história. E, bicho, eu tive uma experiência terrível com Ocarina of Time. Eu perdi save no cartucho, eu perdi save no PC, jogando no emulador.
Eu perdi save no Nintendo Wii que eu vendi. Mas aí também já Ganondorf te abaldiçoou bonito, né, cara? É, zica mesmo. Bicho, eu tô te dizendo. Mas tipo assim, eu formatava o computador, aí... Pra quem usava o computador, ele sabe disso. Ele foi jogar no Switch lá, queimou o servidor da Nintendo, cara. Você tem 3DS, Giuseppe? Você tem 3DS? Tenho, tenho.
Não, eu zerei, hoje em dia eu já zerei, mas diga assim, que no passado, por esse jogo, eu tive muito problema com ele. E tipo, sei lá, sabe aquele negócio de você formatar o PC e colocar um disco D e andar de C, né? Tipo, particionar o HD bonitinho. Aí eu fazia isso, mas acabava perdendo o save porque tava no andar de C, enfim. Velho, tem mil histórias, tem uma que é muito boa, que eu tinha dois Nintendo Wii, eu já tinha locadora nessa época de videogame.
E eu tinha dois Nintendo Wii na minha locadora. E, cara, eu vendi um dos Nintendo Wii, porque não tava rodando muito e tal, eu coloquei um Xbox lá, e acabou que o Wii que eu vendi era o Wii que tava o save do Ocarina of Time que eu tava zorando lá. Eu vim zerar Ocarina of Time, tipo, sei lá, em 2019. Mas, assim, eu cheguei muito longe em todos esses saves e perdi todos. E já foi, assim, uma lástima.
Acho que eu zerei no 3GS, inclusive. É nessa que eu falo. Bendito seja o Save State. Pelo menos ele gera um arquivinho ali, né? Porque você tem um backup. Muito embora eu já fiz cagado com o Save State também. Eu dei aquele Save State bem quando eu já tava pulando dentro do abismo. Eu falei, não, eu não fiz isso. Que verda. Ele ajuda, ele não resolve tudo também. Eu tenho uma história com isso parecida. Uma vez eu tava jogando no Play Doh. Não, na verdade foi no Play 3. Eu tinha comprado o...
Foi no Play 2? Bom, eu não lembro, mas eu tava jogando o Devil May Cry 2. E Devil May Cry 2, que inclusive é bem ruimzinho, né? O 1 e o 3 são bem melhores. Tem um momento... Foi o Devil May Cry 2? Ou foi... Ou foi o segundo o segundo Prince of Persia? Eu não lembro, porque eu lembro que eu joguei as franquias em sequência. Eu lembro que deu um crit no jogo, que tinha um momento lá que tinha um elevador, que era elevador de...
desses de corda, né, antigos, né, se tinha que entrar, aí tinha que derrubar uma pedra, não sei, pro negócio subir, só que eu acho que eu passei além do negócio, tipo, o jogo permitiu que eu passasse, eu fiquei preso num quadradinho, assim, com a pedra do elevador, e deu um save lá, automático lá, não sei se eu salvei, eu lembro se já tinha save automático, toda vez que eu ligava o jogo, eu tava preso ali, cara, e tipo assim, eu precisei desistir do jogo.
Por causa de um glitch que o negócio ficou salvo, assim. Caraca. Era no final, já era bem no final. Faltava matar o chefão.
E eu nunca mais visitei esse jogo, eu não lembro nem qual foi agora, mas é um jogo que eu posso dizer muito sobre ele, mas o Batal Chefão em si eu não pude, porque o elevador que eu levar pro Chefão, eu fiquei preso num glitch ali, cara. Que raiva. Pô, esse negócio de glitch é bizarro, né? Eu lembro que um amigo meu, ele jogava aquele jogo do Wolverine, e no Wolverine enfrentava o Rino. Em algum momento ele enfrentava o Rino. Quando, toda vez que ele derrotava o Rino, era muito difícil derrotar o Rino. Era o baseado no filme lá, no Origin Wolverine, é esse?
Não, não, é um antigo, é tipo ali 2002, ali. Eu acho que tinha saído o filme do X-Men 1 e 2. Mas o Rino é inimigo do Homem-Aranha, não do Wolverine. Mas tem no jogo do Wolverine. Ah, no jogo, tá. É, no jogo. Aí acaba que ele ficou preso, tipo, toda vez que derrotava o Rino, ele ficava preso, não sei nada, porque não abria a porta pra sair da arena. Tem um jogo de 2003 chamado X-2 Wolverine's Revenge, pode ser? É esse aí, é esse aí. Que tem pra PC.
O Wolverine é tão relevante que o jogo do X-Men 2 é exclusivo do Wolverine. É isso aí. Anos depois, eu passei por algo parecido. Eu jogava aquele... Vocês lembram do The Amazing Spider-Man? Que é o 2, né? Que saiu ali pra PS3, 360... Baseado no filme? É, baseado é uma palavra muito forte. Porque, assim...
Era só o nome e a capa, mas a história não tinha nada a ver. É o nome do Gibi, mas também foi o nome da segunda série de filmes. Então eu não sei se era baseado no filme. Ele era o segundo jogo que era baseado no filme. Só que o primeiro era bem adaptado ao primeiro filme. Já o segundo jogo não tem nada a ver com o segundo filme. Mas enfim, eu passei por isso. Toda vez que eu derrotava o Rei do Crime...
o jogo não abria, não passava. E é um jogo que eu larguei mão por isso, pelo glitch. Eu disse, velho, eu não vou começar isso de novo, até porque é tudo quebrado esse jogo. Já tinha o Spider-Man do PS4.
Super Soda
Eu sou uma máquina de abandonar jogos, na verdade. Cara, eu abandono e não porque quero. Esse é o podcaster que vocês estão ouvindo toda semana e acreditando nas opiniões dele. Ele é uma máquina de abandonar. Pose. Pose. Pose. Não, mas, cara, por exemplo, eu tenho a minha trajetória de setembro do ano passado pra cá, por exemplo, eu comprei o Death Stranding 2 pra jogar no Play 5. Cara, estava legal, estava interessante, só que aí saiu o Silk Song.
E a minha vontade de jogar Silk Song e a animação do jogo de Silk Song é muito melhor do que jogar o Death Stranding. Aí eu fiquei, gente, eu não vou ficar jogando Death Stranding com o Silk Song aqui parada. Ainda mais tava barato pra caramba. E aí, beleza. Jogando o Silk Song. Eu não terminei o Silk Song, mas tô bem... Mas o Silk Song eu parei por... Cara, eu tô num chefe muito difícil que eu não passo de jeito nenhum. Então, aí eu comecei a jogar o Pokémon. Pokémon Legends EA. Terminei esses tempos. E agora eu tô...
Com Hades 2, que Hades 2 eu tô adorando. Gente, joguem Hades 1 e 2, é muito bom. Ele tá adorando, mas ele vai abandonar já já. Não, cara, Hades 2... Bem, eu já matei o Cronos e o... É, enfim. Tá bom, né? Já tá bom, já pode abandonar.
Não querendo opinar na vida de ninguém, mas eu acho que, do mesmo jeito que você pode achar problemático o Jeffrey se prender a jogos, mesmo quando não está sendo feliz pra ele, uma pessoa que, corriqueiramente, não termina nada que começa, é problemático. É bom ter o meu termo aí, né?
não, é, exatamente tipo assim, não consigo ter pareceu o melhor, vou abandonar isso aqui, sei lá será que você, é complicado eu vivo um relacionamento tóxico com um jogo que tá me fazendo infeliz e eu largo e o Floyd é o tóxico da relação ele que abandona ele pega e larga ele vai na balada, pega e depois de manhã some
Eu tô ali baseando que numa semana comum eu consigo jogar de duas a três horas, cara. E assim, quando eu me esforço mais ou eu abdico do sono eu consigo ir um pouco mais. Vamos analisar isso. Você tá escolhendo mal os jogos porque você tá tendo uma frequência de abandonos ou...
Ou você está expor no mal ou você está exigindo muito de um jogo. Ou está jogando um game que não é do gênero exatamente, que você está curtindo demais, que você já está saturado. Desses, o que eu não gostei foi... Assim, nem o que eu não gostei. Death Stranding 2, para mim, ele não trouxe nenhuma mudança.
significativa pra continuar jogando com base no 1. Que eu gostei. Ele, na verdade, ele tirou coisas que o 1 tinha de bom e não colocou nada de legal no lugar. Então, esse eu tô ali, cara. A história parece ser interessante. Eu vou voltar pra ele. O Pokémon eu terminei. O Silk Song, cara, tava, tipo, jogando 3 horas por semana. No caminho pro chefe morria. O caminho do chefe morria. E eu falei, cara, peraí.
O Hades, eu gosto de jogos tipo Hades, roguelike, que as vezes tipo, eu consigo parar ali e fazer uma run em 45 minutos. Vou lá, faço uma run, tipo uma run de sucesso, e beleza. E aí agora também eu peguei pra jogar o Resident Evil Racken. Só que esse eu não comecei a jogar...
porque eu não tô conseguindo dispor do tempo que eu acho que o jogo merece que eu pare e jogue. Isso é um ponto, isso é um ponto. Tem jogos que eu evito porque eu não tô com energia e tempo pra mergulhar naquele universo.
Eu explico. Às vezes tem uns jogos que eu sei que vão exigir muito de mim emocionalmente e de dedicação mesmo. Jogos que são longos, que eu sei que eu vou ficar emocionalmente abalado e tal.
E às vezes eu vou evitando, tô trabalhando demais, tô com pouco tempo, vou ficar um tempo sem jogar, eu sei que vai me atrapalhar, depois eu vou desconectar do jogo. Enquanto algumas coisas, tipo recentemente aquele beat'em up da Marvel que saiu. Assim que saiu, comprei, joguei, zerei o Who, é isso. Alguns jogos mais casuais, alguns retros, eu consigo...
engajar alguns jogos grandes e eu vou dar um exemplo de um jogo que até hoje eu não zerei For The Last of Us 2, porque eu ainda não me senti emocionalmente e com tempo pra me dedicar a ele, o que ele precisa, sabe? Esse tipo de jogo, rola isso com vocês? Esse jogo eu não vou jogar agora porque precisa de mais dedicação minha que eu não vou poder
Eu tenho pensado nesse assunto aí recentemente, porque assim como você tá fazendo aí de largar alguns jogos, vai pro backlog, né, e tipo, você meio que esquece, enfim, quando vê, passaram-se anos e você não jogou, não zerou. Então assim, eu...
parei pra pensar no sentido de que eu acho que o jogo, ele pode até ser longo, hoje em dia eu tenho esse raciocínio ele pode até ser longo, só que você consiga avançar nele jogando poucas horas por dia acho que quando o jogo consegue fazer isso aí fica interessante, agora quando o jogo é longo e você vai jogar e você faz, pô, vou jogar aqui
Duas horinhas. E duas horas você não faz nada no jogo, tá ligado? Você fica só rondando e tal. Eu acho que fica frustrante, porque vai ficando uma parada meio maçante, meio longa, e você fica caramba, nada tá acontecendo. Eu não sinto a progressão do jogo, tá ligado? É bizarro isso. E sem brincadeira, o Pokémon Legends EA, eu terminei ele, é um jogão, legal. Esse foi o que eu consegui jogar. Esse foi bem tranquilo de jogar. Cara, mas se você pegar como você disse, duas horas, você mal tá terminando o tutorial. Você tá nas conversas e tudo mais. É um jogo que ele demorou o que ele demorou.
Mas emocionalmente ele não me pede muito, é só... Não, mas assim... Aí cai na casualidade. É, saca, eu falo de jogos e não sei explicar, gente. Cai na casualidade. Aí o problema da casualidade é porque é o seguinte, é a zona de conforto extrema. Tipo, você jogando só jogos casuais, jogos mais curtos e tal, jogos de luta, de corrida, tá ligado? De... D. D. D.
Eu tava jogando Mario Odyssey Que eu nunca tinha jogado antigamente É um jogo gigantesco Também Só que ele não me exige emocionalmente Acho que vocês não entenderam o que eu ia dizer Não é só o tempo São histórias, são jogos pesados E eu acho que eu não tô com energia Eu tô mais casual, eu acho Um que eu comecei e parei por esse mesmo motivo Por exemplo, foi o Final Fantasy VII Remake
Na época que lançou... Pô, tem um jogo que eu tô adiando jogar... Eu acho que o Floyd jogou, não sei. Baldur's Gate 3. Queria muito jogar, mas, bicho, é um jogo que realmente vai tomar muito tempo. Atualmente eu tenho jogado mais retro, sabe? Eu acho que... Eu tô revisitando muita coisa pra...
Eu era retro porque eu gostava dos jogos que eu joguei no passado, mas eu não jogava tanto eles assim quanto eu jogo hoje, sabe? E eu tô revisitando dois jogos atualmente. Um é por conta do lançamento que vai ter do GTA 6, eu tô revisitando ali o GTA 4 e 5.
Um é da minha adolescência ali, né? Infância, adolescência, que é o Legend of Mana que saiu pro Switch, né? O remaster. E, cara, esse jogo ele é muito bonito. Legend of Mana. Pra mim, assim...
é um dos jogos da minha vida, sabe? É porque eu sou suspeito de falar. Ele é muito bonito, ele é muito bonito. Ele é um pouco confuso, porque a história é meio que você vai fazendo de acordo com o que você vai ampliando ali no mapa, sabe? Vai abrindo no mapa. Então ele fica meio fragmentado, assim, sabe? A história. Mas ele, cara, ele é uma tela...
É uma pintura esse jogo, é bizarro. Eu tô rejogando. Eu jogava ele na locadora de Marquinho, que eu sempre falo aqui. Lá em 2001, sei lá, 2000. Mas tá sendo uma experiência massa. Eu tô jogando ele de novo, assim, depois de, sei lá, 25 anos, 26 anos. Eu tenho uma franquia no qual eu comecei a jogar os primeiros jogos. No qual os três primeiros eu gosto muito, mas...
dos próximos de antes sabe que eu não consigo sentir ânimo para jogar, que é nada mais do que a franquia Metal Gear Solid. Eu gosto demais do Metal Gear Solid. Depois, retroativamente, eu joguei os dois primeiros jogos lá do MSX, o Metal Gear 1 e 2.
Eu lembro quando você estava jogando. Mas, cara, não consigo sentir vontade de jogar os posteriores, né? Do Metal Gear Solid 2, lá do Playstation 2, o Snake Eaton, etc. Eu vejo, já vi vídeos a respeito demais, mas sabe que, assim, do fundo do meu coração eu não estou com vontade de jogar? Não sei.
não consigo me sentir atraído pra continuar jogando, né? Embora eu tenha gostado muito dos três primeiros. A gente muda nossos hábitos de consumo e no videogame não é diferente, né? Eu acho que eu tô numa fase mais casual e jogos leves e talvez menos dramáticos. Eu acho que até quando eu procuro conteúdo em audiovisual, eu tenho visto filmes mais leves também. Eu acho que é só uma forma de...
sei lá, de lidar com o meu estresse atualmente e tal, acho que isso reflete muito. É porque, querendo ou não, entretenimento também cansa, né? É, sabe? E aí, querendo ou não, você tem que escolher o que te cansa menos. Por exemplo, eu inventei esses dias de assistir a trilogia do Senhor dos Anéis versão estendida.
essa ideia ela morreu nos primeiros 30 minutos do Cidade de Janeiro eu fiz isso, eu fiz isso quando saiu o último Hobbit, foram 3 filmes e aí eu falei, vou maratonar tudo, e eu fui ver a versão estendida do diretor, sei lá, nossa, foi muito cansativo inclusive foi muito, os Hobbits são péssimos filmes, desculpa aí quem gosta, mas assim Os Srs. Danésio são filmes que eu adoro, que são muito bons mas eu tava num momento e falei, ah gente exatamente
Mas sabe uma coisa que eu acho engraçada? Beleza, as versões entendidas tem coisas interessantes e coisas que são bem bacanas. Mas, cara, você já para pra notar que só a parte de crédito você tem 40 minutos. A hora que eu vi que tinha terminado, eu vou ver nossa, tem 40 minutos dentro de filme e era tudo crédito. Eu falo assim, caralho!
É muito Hobbit pra acreditar ali no final. Não, não, não. Nem falou que não é Hobbit. É do Senhor dos Anéis mesmo. É muito Orc. Não, sim. Só a cena do condado ali. É muito coadjuvante. É. Conta o Senhor dos Anéis, eu não sinto isso. Eu consigo assistir de uma boa, assim, a trilogia. Não no mesmo dia. Eu vou ser polêmico. É de boa pra mim assistir.
É um dos poucos filmes que eu revejo O Senhor dos Anéis Mas eu acho que Star Wars Star Wars é mais cansativo De você fazer essa maratona Eu vou ser polêmico, eu não gosto tanto O Senhor dos Anéis Tudo bem Falou pra vocês De boa Star Wars eu gosto muito Mas não gosto muito do que a Disney fez Depois que teve os direitos Vou ter que apagar a minha tatuagem aqui
Não, eu não sou muito fã não, cara De Star Wars não De Teus Anéis, perdão Tem que apagar na sua cara Diga aí
Super soda. São só pistons na memória Um desenho em glete Os heróis de sábado de manhã Eu sinto falta de
E aí, bem-vindos ao momento dos feedbacks aqui do Super Soda, nessa nova fase, um podcast só. Eu pensei em chamar esse momento aqui de pós-créditos, porque a gente tem o pós-game, quando era de Notronic, mas nem todo episódio vai ser de games. A gente tinha os Fillers, que eu nunca gostei desse nome, na verdade, nunca funcionou muito bem, que era uma brincadeira com o care de animes.
Tinha o momento Jaiminho no Fiorinhas, porque tinha um áudio do Jaiminho lá, mas nenhum deles funciona mais. Aí eu pensei pós-créditos é uma coisa muito da nossa cultura de hoje. A gente tem esse lance com filmes de super-heróis e todo mundo sempre espera os pós-créditos e tal. Isso aqui é exatamente isso, é o pós-créditos. Acabou o nosso episódio. Fica aqui quem quiser ver esse conteúdo extra que fica pra vocês.
que curtem mandar comentários e ter os comentários lidos e tudo mais. Então, bem-vindos ao Pós-Créditos. Eu tenho um monte de feedbacks para fazer de vários episódios, porque ficou tudo meio acumulado, e com essa mudança agora de tudo virar um podcast só, ficou misturado coisas que eram figurinhas, que eram caret, que eram...
é Dinotronic então eu vou fazer o seguinte eu vou ler os comentários de 3 episódios atrasados aqui o figurinhas da MTV número 27 o care do Yu-Gi-Oh! número 66 e o Dinotronic do Super Mario Galaxy o filme Dinotronic 111 tudo isso obviamente da contagem antiga do projeto anteriormente exatamente
E aí, no próximo episódio, eu leio os outros três, que são o do jogo contra, né? E também o do...
Transformers, perdão, do Figurinhas, né? Transformers. E desse episódio que vocês estão ouvindo agora, que vocês acabaram de ouvir. Que vão pegar os comentários dele. Então vamos ler três agora, três depois, e aí o negócio fica resolvido. Eu tô estudando a possibilidade desse pós-créditos virar um episódio a mais no mês. Em vez dele vir no fim de cada episódio, ele ser um episódio dedicado.
Eu não sei se isso funciona, não sei se vocês vão gostar. Mas pode ser que role. Eu estou pensando sempre em chamar pelo menos um dos integrantes do SuperSol. Dá para a gente ler os comentários de vocês. E aí leria, no caso, os comentários do mês todo. Então, no episódio só, acho que...
Poderia ser legal. Eu vou estudar a possibilidade. Posso testar se eu perceber que não está indo bem de audiência e está atrapalhando até a entrega, porque episódios com baixa audiência atrapalham a entrega do algoritmo do Spotify e afins. Mas eu acho que é uma boa pedida. Depois digam aí do que vocês acham. A opinião de vocês conta muito para eu decidir isso. Afinal de contas, isso aqui é feito para vocês. Então vamos nessa.
Começando pelos feedbacks do Figurinhas, no 27, final do Figurinhas, episódio de MTV. O Bruno Eduardo comentou, eu quero um episódio de Hermes e Renato, top demais. Tá anotado, Brunão? Eu tô afim de fazer também. Deixa eu passar só um tempinho, porque a gente acabou de falar de MTV, acabamos de falar de Hermes e Renato, e a gente toca nesse tema em breve. Ou não tão breve, mas em algum momento.
O Dudz, ou Dudes, não sei se eu li certo, ele falou Meu Deus, que saudades da MTV Brasil. Eu também, Dudz. Ouvindo o programa de hoje, me veio tantas lembranças. Eu só conheci a MTV em 96, quando uma amiga que tinha multicanal em casa me apresentou.
Desde nunca mais parei de ver. O meu programa preferido é claro que era o disco MTV. Era o momento mais esperado do dia. Já tive um amigo que participou do Beija Sapo. Olha que legal. E foi hilário. MTV jamais será esquecida por quem viveu a época. Nos marcou, Dudu. Me marcou demais. Ainda é muita referência minha. Até na apresentação do podcast. E das coisas que eu faço em vídeo.
Minhas referências de apresentadores eram os VJs, sempre serão, acredito eu. Era o que tinha de mais descolado. Muito bom. O Luzga comentou, eu peguei mais o final, ali na meiaca dos anos 2000 e 2010, mas foi importantíssimo na minha formação musical. Muita banda que escuto até hoje, eu conheci lá. Eu assistia o dia todo e era apaixonado pela Marimun. Marimun maravilhosa, eu conheci a Marimun antes dela ser VJ.
Eu era meio viciadinho em Fotolog, que era a rede social da que a gente tinha na época, né? E ela já era famosa no Fotolog, ela tinha mais seguidores, era seguidor que tinha no Fotolog? Acho que era seguidor que tinha. E ela era bombada, ela é uma das primeiras influenciadoras do Brasil tranquilamente. Também adorava ela também te ver.
Hugo Leonardo comentou, que cast maravilhoso, valeu Hugão. Como sempre, obrigado cara. Ouvi e lembrei de um cast que você gravou em 2020 no TV de Tubo, pra quem não sabe, projeto antigo meu, sobre videoclipes e foi lá ouvir a sequência como complemento. É lá a gente conta a origem do videoclipe, né?
E esses Demented V Seriam a continuação daquele episódio Que acabou acontecendo só hoje No Super Sodom Um dia eu volto pra falar aqui no Super Sodom Sobre a história dos videoclipes pra vocês também Que é bem maneiro
Eu só conseguiria assistir minha TV quando ia na minha avó aos sábados. Daí, enquanto a maioria dos meus primos desciam do apartamento dela pra brincar ou andar na parte social do prédio, eu e minha irmã ficávamos enfurnados lá assistindo. Bom demais. Eu tive uma história parecida com a Fox Kids, Fox Kids Cartoon Network, antes de ter TV a cabo, eu via num tio meu que tinha TV a cabo. E também ficava vidrado, ele gravava os VHS com a programação, o quanto que houvesse, né? Então vinha com os comerciazinhos, era bem legal.
A MTV quando eu conheci Eu já tinha TV a cabo em casa Então já tava vendo na minha própria TV
O Bruno Macedo comentou Eu só fui conhecer MTV depois de 2010 Me chamava a atenção só os clipes na época Lembro de um desenho De uma mulher cabelo roxo De cara bem fechada Toda vez que lembro da MTV lembro dela Provavelmente era a... A gente comenta no episódio como é o nome, gente? Ai, desenho, mulher, MTV Putz, me deu branco Era tipo um Ghost of the Shell Americano Take care
Ah, cara, eu não vou lembrar agora. Putz, eu sou muito ruim de... Ainda mais esse horário depois de trabalhar. Ah, aqui, achei. Euflux. Provavelmente era... Ah, não, acho que você tá falando da... Euflux é de antes. Você deve estar falando da Funéria. A Funéria, que era a personagem do desenho do Fudêncio. Fudêncio é um boneco que nasceu no programa do João Gordo. Era um boneco desses de plástico que ele pintou, fez tatuagem na cara. Azul boneco.
E era o mascote dele. E depois a MTV Brasil fez a animação e tinha essa personagem, a Funéria, que ela era mal-humoradinha. Depois ela ganha até um talk show. É um desenho animado entrevistando pessoas. Era bem legal. Bem lembrado. Bem lembrado mesmo, cara.
Muito legal. Aí agora o comentário do Rafa Lápide. Só uma pequena correção. Rodrigo Brandão e não Leão. Apresentador do Yomi TV Raps. E membro do grupo de rap Mamelo Sound System. Abraço, Caio. Mas, na verdade, o Rafa me corrigiu errando. Porque eu não estava falando do...
Rodrigo Brandão, que também foi apresentador de fato do YoMTV. Eu tava falando do Rodrigo Leão mesmo, que foi o primeiro. Aí ele até comentou depois. Brandão foi o segundo? Então, obrigado pela info. Só peguei a fase do Brandão. Pois é, o primeirão mesmo era o Leão. Mas a fase que eu mais vi foi já com o KLJ, apresentador. Clássico DJ do Racionais MCs.
Muito bom. O Meijael comentou, já peguei mais a época do humor da MTV. Nosso YouTube era MTV. É, bebia muito do YouTube, né? Era a época que tinha o Marcelo Adneta, a Taverneck, essa galera ali, né? Dani Calabresa. Eu gostava, eu gostava de fato. Mas o momento que eu mais tenho saudade é de antes. Porém, ele cita depois embaixo o programa 15 Minutos do Adnet. Esse programa é muito bom. Ele é uma referência pra mim.
É o que eu penso pro canal do Super Soda. Eu tenho um escritório aqui em casa que é como se fosse o meu quarto. Tem boneco, videogame antigo, decoração geek, nerd, gibi pra caramba, um monte de coisas assim que fosse o quarto de um adolescente porque eu sou um eterno adolescente, de alguma forma.
Minha vontade de gravar vídeo é sim, nesse lugar. Isso me remete muito ao programa 15 Minutos, que era ele com o amigo dele ali, 15 minutinhos, falando de vários assuntos e tal. Então, se rolar o canal um dia e eu for capaz de... plagiar, não. Mas de fazer algo parecido, provavelmente vai ser algo tipo 15 Minutos da MTV.
O Cleilson comentou A MTV chegou aqui em Cuiabá em 95 e eu estava prestes a entrar no ensino médio. Meus programas favoritos eram o Non Stop, da Soninha, o Cine MTV, da Marina Persson e o Lado B, do Fábio Massari.
Faltou você citar o MTV Movie Awards, que tinha categorias mais absurdas de premiação, com melhor cena de luta, melhor sequência de ação. Cara, vocês desbloquearam muitas memórias, que época boa. Chegar da escola, assistir os clipes, à noite, ver Beavis e Butthead ou South Park.
esquecemos mesmo, a gente falou do VMB, do VMA, do EMA, mas tive o MTV Movie Awards, que era tipo o, sabe o Framboesa de Ouro, aquele Oscar da zoeira, que premia o pior ator, ele era tipo isso, mas bem humorado com essas categorias que o Cleilson citou. Pô, faltou mesmo, cara, que pena que nós esquecemos, uma pena mesmo, mas, na verdade, Cleilson, faltou muita coisa, a gente não cobriu nem 10% do que foi MTV Brasil, né?
Rodrigo Machado comentou, assisti muito MTV ali por volta de 2005 a 2011. Tempo muito bom que deixou muita saudade, especialmente de Hermes e Renato. Boa. O João Gabriel Souza Reis. Que retorno maravilhoso foi esse, episódio sensacional. Quando acabou eu falei, mas já? Está tão bom, ah João, que pena. Mas fica aí que vai ter muita coisa bacana e nostálgica no Super Soda ainda.
O Guilherme Ganzaroli comentou, a MTV me ensinou o que é música boa. Esse trabalho de curadoria da MTV, que era o grande lance mesmo, sabe? A gente ia lá pra se informar e saber o que é bom, né? Hoje, youtubers fazem isso. O problema é que no YouTube você encontra de tudo. Gente com capacidade de...
Trazer conteúdo bom. E gente que nem tanto. Mas. Ao mesmo tempo tem uma. Democracia na produção de conteúdo. Que eu defendo. Na MTV não. Era uma galera fera mesmo. Gente selecionada a dedo. Então era bem legal.
Mais um comentário aqui, do Eder Aderaldo. Demorou, mas a espera valeu a pena. Não posso falar muito sobre a MTV, pois lá onde eu morava o sinal da MTV não chegava. Estranho que já lá na casa do meu primo que morava aos 2km, pegava.
Mas acho que mesmo se eu tivesse acesso, não iria dar muita bola, pois meu negócio sempre foi desenhos, tokusatsu e videogame. Eu era disso tudo e música também. Mas assistia quando ia lá no meu primo. Tanto é que lembro que chegava lá. Ele estava assistindo e eu falava, bota aí na manchete, tá passando o Yu Hakusho, Shurato. Lembro de ter assistido lá os clipes de Smell's Lighting Spirit.
do Nirvana, Californication do Red Hot, Alive do Pearl Jam, só que o que não gostava muito é que o horário que eu assistia só passava os mesmos clipes. Agora, se for falar de manchete, Fox Kids Cartoon, aí sim tá falando minha língua. Já temos episódios aqui de manchete, não temos? Fizemos, né? Será que não? Ih, gente, agora eu tô confuso. Fizemos episódio de manchete já. Gente, são mais de 200 episódios.
Eu não lembro de tudo. Acho que não temos a manchete ainda, hein? Tem que anotar aqui. Mas tem um episódio chamado de animes da Fox Kids, que não cobra a Fox Kids toda, mas cobra os animes. Cartoon estamos devendo. Corre lá que dá para o visto da Fox Kids.
Peguei mais a época do Descarga, 15 minutos, ele fala aqui. Gostava desses programas, peguei um pouco dessa fase mais musical também. Assistia principalmente esses clipes citados acima. Porém, meu negócio mesmo era Fox Kids e Cartoon, o Eder deixando bem claro três vezes no texto dele que ele não gostaria e queria ver Desenho Animado. É isso aí, Eder, tamo junto. Kate Salles comentou, fala Caio, sou Kate de São Paulo, capital. Fala Kate, bem-vinda.
Estou comentando pela primeira vez, mas já acompanho seu trabalho desde o jogo velho e sinto todos os podcasts da família Super Soda. E sigo, perdão. Agora um podcast só, né, pra facilitar a vida. Adoro seu trabalho. Valeu, Kate. Grande episódio. Sou de 1990, você do ano da minha esposa, Kate. Eu sou de 88, minha esposa é de 90 também.
Fui cria da MTV desde pequenininha, vendo clipes de Michael Jackson, Oasis, Black Sabbath e Iron Maiden, com meu pai. Já adolescente, briguei muito com minha mãe porque queria ver o disco MTV em vez de novela. E os domingos à tarde eram sacrosantos. Hora de ver o Top 20 e torcer para os meus favoritos.
Uma coisa que nossa geração teve através da MTV, especialmente em famílias mais conservadoras como a minha, foi a educação sexual através da televisão. Isso é verdade. A gente menciona isso, eu acho, no episódio que é muito importante mesmo. Sem programas como Menina Veneno e .p, eu e muitas meninas na minha idade não saberíamos quase nada sobre prevenção de gravidez, HIV, AIDS e outras STs.
pressão dos colegas e especialmente de namorados para fazer sexo sem estar psicologicamente e emocionalmente pronta e muitos outros temas que as famílias e escolas empurravam para debaixo do tapete. No que diz respeito às animações da MTV, me lembro de assistir a E.O. Flux, que eu citei agora há pouco, Beavis and Butthead e até mesmo do anime Desert Punk, que era bem maneiro, tá gente? Bem legal. Esse já nos anos 2000.
Isso sem contar as produções nacionais, como a Mega Liga de Virgens Paladinos, Fudêncio e seus amigos e The Georges. Esse The Georges, eu não sei se eu tô lembrado. Deixa eu pesquisar que eu fico curioso aqui. The Georges...
Ah, é, tinha um desenhozinho, é do mesmo estilo do Fudêncio e do Mega Liga. Cara, não sei porquê, esse eu não me lembro mesmo, talvez seja em algum momento que eu me desconectei da MTV e tal. Talvez seja o caso de fazer episódio sobre o conteúdo animado do canal. Pô, dá pra fazer sim, cara, dá pra fazer sim, é bem legal. Boca gente sabe que passou tanta animação na MTV, Speed Racer, como eu disse lá no início, tanta coisa.
que sempre foi muito interessante e fora da curva, e foi pioneiro em passar animações nacionais. Desculpa o comentário gigante, mas esse é um assunto que rende bastante. Força e sorte na nova fase do podcast. Um grande abraço. Kate, eu adorei te conhecer. Você é da minha geração, você viveu e me te viu igual a mim. Adorei seu comentário, enriqueceu muito o conteúdo, e fico feliz que você finalmente comentou. Espero que você volte mais vezes aqui nos comentários, porque é legal demais conhecer mais vocês.
O último comentário sobre a MTV. Esse ficou grande. O Arthur disse. Oi Caio. Oi Arthur. Bem. Começo adiantando que da família Soda. O figurinhas. Família Soda é muito bom. O figurinhas é meu programa favorito. Dentre os três. Agora é uma coisa só. Você já percebeu. E fiquei muito feliz com sua volta. Ainda mais com um tema desse.
Eu era um neném quando a MTV Brasil acabou. E por boa parte da minha vida, não tive TV paga. Então meu contato com a emissora em si é quase nulo. Mas eu sempre digo que eu considero Hermes e Renato uma das coisas mais engraçadas de todos os tempos. Especialmente as sátiras de novela, que eu como um bom noveleiro choro de dar risada. Olha, eu vou te falar que eu sou noveleiro Arthur. Eu vou fazer episódio novelas aqui, super soda hein. Pode notar.
Eu sou noveleiro. Ele continua. Quer dizer, eu já fui, né? Hoje nem tanto, mas tudo bem. O professor Gilmar é algo que me tira do ar de tanto rir. E quase todos os momentos. Inclusive, mandei esse programa para uma digníssima amiga minha que é muito fã de Fudêncio. Acho que ela vai gostar do episódio. Boa, depois me diz se ela gostou. Inclusive, eu como fã de Charlie Brown Jr. digo que eu não gosto do Acústico MTV.
Algo que ninguém acredita quando eu falo, mas é verdade. Para mim, Charlebrau pede uma guitarra, me desculpe. Cara, Arthur, eu entendo demais, mas eu acho que a graça desse acústico é exatamente como eles conseguiram passar o peso deles sem guitarras.
é impressionante, esse acústico eu acho ele, pô, primeiro Charlie Brown é rap com rock como é que você não tem DJ porque não pode ter a picape do DJ, no meio de um acústico eles botam beatbox, que é até o Marcelinho beatbox que faz, entre outras coisas, momentos muito épicos e eles focam muito nas mais baladas, nas românticas só por uma noite, pra mim, que é uma das músicas que eu mais gosto de Charlie Brown Jr na versão do acústico é a definitiva pra mim
a participação do Marcelo D2, a participação da galera do rap lá, foi muito maneiro, o Marcelo Nova. Eu, diferente de você, Arthur, eu acho esse acústico excepcional. Exatamente por isso. Você pega uma banda que em sua essência é plugada, despluga ela...
E ela consegue... E não é só desplugar, porque você pode pegar uma banda, desplugar e mudar o arranjo e ficar tudo meloso. Não, tem rap, tem rock, tem peso, tem tudo e funciona. Essa é a minha defesa para o acústico do Charley Brault, eu acho maravilhoso, inclusive. Mas, Arthur, adorei seu comentário e volte mais vezes. Ó, agora vamos para o episódio do...
Yu-Gi-Oh! O Kung Lao, olha que honra o Kung Lao comentando aqui. Comentou, pô Caio, exódia são as únicas cartas de Yu-Gi-Oh! que todo mundo tem que saber o que faz. Tomei os porra aqui, gente. Eu só vi cartas alternativas de Yu-Gi-Oh! Mas primeiro deixa eu falar. Calma aí. Eu até comentei lá, respondi e ele deu uma risadinha. Me perdoa. Eu sei. Eu sei. Deu branco na hora. Meus amigos me ajudaram no episódio. Deu branco. E em minha defesa, esse episódio eu gravei tem mais de dois anos. Então...
Nem sei porque que deu esse branco, não. Devia estar com sono. Mas você tem toda a razão, Kunguila. É mesmo, de todas, essa é a mais... Chamativa, mais... Né? Não saber ela na hora, realmente, foi falha das brabas. Mas, tá... Me perdoa, me perdoa. Ele continua aqui, ó. Eu só vi cartas alternativas de Yu-Gi-Oh. Dessas pequenas mesmo, as de tamanho normal eram originais. Foi aquelas que a gente comentou lá, que a gente também só teve delas.
Eu era jogador de Magic the Gatorade. Eu também. Eu tenho meu deck de pássaros até hoje. Também já joguei Pokémon TCG. Também eu tenho meu deck do Kangaskhan aqui. Eu joguei esse fim de semana com meus amigos. Fazia anos que eu não jogava um Pokémonzinho. Yu-Gi-Oh! Infelizmente quase não joguei. Porque eu conhecia... Poucos que eu conhecia, perdão, compravam ou imprimiam pra jogar Yu-Gi-Oh! Eu conheci o Yu-Gi-Oh! Toei, que é o anime original que a gente mencionou no episódio, mas não assisti ainda.
Mas não sabia que os cards games eram separados entre OCG e TCG. O Luiz que gravou com a gente é fanático, ele manja tudo, por isso que ele trouxe essa informação aí. A segunda temporada de Duel Monster é muito melhor do que a primeira.
gosto também. Acho que essas duas primeiras, pra mim, são as melhores temporadas da série, na minha opinião. Mas valeu, Kung Lao. Volte sempre. Sou seu fã, hein? Kung Lao é muito bom. Jogava com ele. Luzga comentou, eu gosto muito de animes de cartinha. Esse Vanguard que citam no início é muito...
no início é muito bom. Tenho vontade de ver o Yu-Gi-Oh! da Toei e a versão original do Duel Monsters, sem as intromissões dos Estados Unidos, mas é difícil de achar. Da Toei, eu dei essa dica lá, não sei se ainda tá disponível, mas eu lembro que quando eu gravei, há dois anos atrás, tava... tinha uma playlist no YouTube com todos os episódios legendados.
O Duel Monsters original sem as mudanças da For Kids, né? Acho que é da For Kids. De fato, é difícil mesmo. Mas deve ter, Lúdia. Você sabe o caminho, Lúdia. Todo mundo sabe o caminho, né? Pelo amor de Deus, né? Ó, o Bruno José comentou. Ai, tô com sede, gente. Calma aí. Deixa eu beber uma água antes de continuar, porque eu já tô aqui com a boca seca.
Calma aí, né? Calma aí. Ó, tá ouvindo o barulho em dois chãos, o copo d'água? Outro dia eu tava fazendo isso na gravação, a pessoa que tava gravando comigo, perguntou que eu tava fazendo xixi no meio da gravação. Bom. Aqui é tudo ao vivo, freestyling. Vamos lá pro comentário do Bruno José.
Meus amigos, baita episódio. Yu-Gi-Oh! foi muito presente na minha adolescência. Joguei muito. Tive deck original, deck pirata grande, centenas de cartinhas. Cabulei aula tantas vezes pra jogar que adivinhem, reprovei. Caraca, não sozinho, meu grupo de duelos foi junto. Lembro do auge do pânico satânico, quando uma velhinha me abordou enquanto jogava.
Esse é o jogo do capeta, disse ela. Olhei com um sorriso e respondi, sim. Tenho todas essas cartas, só preciso achá-las de nostalgia. Procura, Bruno. Eu, quando acho minhas coisas da infância, me dá uma paz tão grande de lembrar dessa época boa, procure sim, fique admirando suas cartas, porque faz bem. O Gustavo Detome comentou, coração das cartas é igual vou roubar na cara dura. É, pois é. Episódio top, parabéns pelo trabalho, valeu, Gustavo.
Eduardo comentou, nossa, eu amava as cartinhas pirata que vendiam na banca. Queria muito ter elas ainda, mas já se perderam com o tempo. Episódio muito bom. O Biliardes, acho que é Biliardes, mas acho que tem um pontinho, mas deve ser Biliardes a pronúncia.
Só uma curiosidade sobre o Yugi mudar de aparência quando troca com o faraó. É somente um recurso visual para os espectadores. Porque na verdade o que muda para os outros personagens é somente a postura do Yugi que fica mais firme e menos bondosa.
E pelo que eu entendi, vocês não viram a versão japonesa, só a dublada? Se for isso, tá aí o motivo de acharem os diálogos ruins, já que a versão americana inventa muita fala idiota. Yu-Gi-Oh! Bom é somente o original barra manga. Eu respondi ele aqui, então vou ler minha resposta, porque nem eu lembro mais o que eu respondi, faz tempo.
Aí eu disse aqui, você entendeu certo, até porque eu deixei claro no início do cast que era um review da versão da 4Kids que passou aqui e quando eu critico os diálogos eu comento que com certeza a adaptação americana que tinha cagado tudo.
Eu pontuo, inclusive, diversos cortes e mudanças feitas por ela. Além disso, eu introduzo a produção falando do mangá, das suas versões japonesas e fecho citando filmes e séries subsequentes. Discordo que o Guio seja só o mangá. É tudo isso junto e por isso é muito legal. O Bilhard não ouviu o Kes com atenção, porque ele puxou a orelha de coisas que estavam muito claras. E, né, tudo bem. Vamos seguir aí. Valeu, Bilhard.
Andréa Cristina, ainda não é o último não, comentou aqui, eu amo Yu-Gi-Oh! e comecei a ver na TV Globinho, eu tinha 13 anos na época, e já assisti 3 vezes esse anime todo, e sempre amou tudo, e sempre, tá faltando as pontuações, eu tô rolando aqui.
Três vezes esse anime todo, ponto. E sempre amo tudo. E tem uma caixa cheia de cards de Yu-Gi-Oh! E detalhe, eu tenho o Exódia inteiro. O Exódia negro, o Exódia por partes. E tenho também os deuses egípcios Obelisco e Atormentador. Nossa, pode esquecer de falar da carta do Obelisco.
ou Atormentador, no caso. Dragão Alado de Rá, Slither, o Dragão do Céu. Essas três cartas eram bem importantes, esquecemos de citá-las no episódio. Obrigado pela lembrança, André. E bem-vindo e volto sempre. Agora o comentário do...
Arthur, de novo, atuai. Oi, Caio. Assumo que eu não gosto mesmo do desenho de Yu-Gi-Oh. E olha que eu gosto muito de Pokémon, Digimon e Medabots. Mas realmente nunca engoli o desenho de Yu-Gi-Oh. E sua cambada. De Yu-Gi e sua cambada.
Mas sempre gostei muito do jogo de cartas Yu-Gi-Oh! Apesar de preferir Magic, eu tenho excelentes memórias até hoje. E até hoje jogo muito Yu-Gi-Oh! com meus amigos. Especialmente na escola. Inclusive lembro que quando eu comecei a jogar, foi por um menino mais velho da escola que me dava as cartas do irmão mais novo dele. Falando, ah, essas são as ruins que eu dou pro meu irmão. Joga com essas. Nessas a gente acaba conhecendo coisa boa.
Depois a gente vai lá e monta o nosso deck pra valer. Que é bom, né? Tamo junto.
Rafael Colucci comentou Bom Caio, mais um anime que por ser baseado em um card game assisti demais e só depois de velho e tendo o irmão que colecionava e jogava, viu quanto Yugi roubava. Sempre gostei mais do Joy. Depois de assistir a saga do Yugi, assisti os outros e achei séries como V-Rens e Arc V muito boas e Zack Salboa também, porém são pouco faladas.
GX ou GX e 5D são bem mais faladas. Lembro de... Eu acho que é porque, se não me engano, essas duas teve dublagem, né? GX eu sei que teve. Acho que as duas teve dublagem. Então isso faz de toda diferença para o público engajar.
Lembro de muitas tardes jogando Forbidden Memories no PS1 e tentar fundir todas as cartas de uma vez para formar monstros mais fortes. E no processo, fungir. E a próxima carta bater e descartar. E o monstro que você... Ficou confuso, mas é porque quando você tentava fusão no jogo...
Se a fusão não fosse bem efetuada, a carta era descartada, você perdia a carta. E como a gente não sabia como é que funcionava, o que fundia com o que, a gente tinha que ir na tentativa e erro. Eu fazia exatamente isso que o Rafael falou. Observação. Ah não, antes ele fala aqui. Um jogo que gosto muito é Duelist of Rose do PS2. Acho bem diferente. Aí ele bota, observação, no card game fizeram uma homenagem a Kamen Rider. Os Masked Heroes são heróis do deck Hero Strike.
Indicação, quem parou na série principal ou no GX e 5G dá uma chance para VRans e ArcV, que são séries bem boas. E uma série bem cópia de Yu-Gi-Oh! que eu assisti e gostei é Cardfight Vanguard, é boa. Mó galera elogiando essa série, vou dar uma olhada depois. Abraço Kai e família Super Soda, valeu Rafa!
Comentário do Thiago Peixoto. Cara, esse comentário, esse nosso bloquinho tá grande, hein? Deixa eu ver aqui. Nossa, tá enorme. Vamos seguir, vamos seguir. Comentário do Thiago Peixoto. Não vou comentar sobre o podcast, mas apenas uma situação que aconteceu em janeiro. Eu estava com uma amiga e passei por você na Lapa. Parece que ele tá brigando comigo, né? Mas é eu que tô botando essa retonação.
Falei com essa amiga que curtia muito seu trabalho e você era a mistura do talento do Messi com a persistência do CR7 dos podcasts. E caraca, que comparação foi essa, Thiago? Pelo amor de Deus. Os dois são feras demais e de fato o Messi é o talento em pessoa e o CR7 é o esforço em pessoa. E eu acho que eu sou mais o CR7. Eu acho que eu sou mais fruto de muita vontade do que talento. Mas eu agradeço os seus comentários.
Ela ficou curiosa com tal comparação e começou a acompanhar seu trabalho. Olha que ótimo. Tiago, primeiro de tudo, pô, tinha que ter falado comigo, cara. E assim, eu frequento muito a Lapa, é meu lugar favorito no Rio de Janeiro. Ali eu tenho Circo Voador, Fundição Progresso, entre outras casas de show que eu acompanho muito a cena hardcore e rock no geral. Adoro os barzinhos como Chimeninho, entre outros, tomar cervejinha com os amigos.
Da região central do Rio, é um lugar que eu gosto muito. É um dos lugares favoritos no mundo e eu frequento muito lá.
E na próxima fala comigo que eu vou adorar trocar ideia com você e com a sua amiga, Thiago. Obrigado pelo carinho, tá? Essa comparação que você fez aí. Eu ganhei meu dia, meu mês, meu ano, tudo. Tamo junto. E o Rafael Ribeiro, último comentário sobre o Yu-Gi-Oh. Olá, Caio. Fala, Rafa. Esse podcast atingiu meus pontos de vida diretamente. A piadinha é boa. E aí
Muitas frases desse anime eram usadas na minha escola, como Eu ativo minha carta armadilha, ou Quando uma pessoa caía em uma piada, eu invoco o exódia. Quando alguém fazia algo maneiro. Esse maneiro é o quê? É uma fala no anime? Porque aqui no Rio isso é uma gíria normal. Eu não sabia que tinha essa fala no anime, não.
Aí ele continua aqui, ó. Da série clássica, acompanhei todo o anime e um pouco do GX, né? GX. Mas nunca me interessei pelas cartas. Achava muito complexo e diferente do que o anime mostrava. A gente comenta isso, né? Que no anime é bem diferente. E parei de acompanhar a série por anos, até que na faculdade tinha um otaku na minha classe e ele me emprestou o SD. SD, onde os personagens jogam cartas pilotando motos. Que isso, gente? Existe um Yu-Gi-Oh! Chamado SD.
onde os caras são motoqueiros? Gente, ah, é o 5G's. Ai, que susto. Sim, sim, é o 5G's. Eu nunca assisti, então eu não sabia que era de moto. É que você botou SD, eu pensei que... Só se a pronúncia é SD e escreve 5G, eu não sei. Mas é o 5G. Mas fico com o clássico mesmo. Termino minha mensagem deixando uma carta virada pra baixo. Adorei o comentário do Rafa, porque foi bem cheio de piadinhas dentro do contexto.
E pra fechar, gente, comentarizinhos aqui do filme do Super Mario Galaxy. O filme? Vamos lá. O Nathanael comentou. Salve, galera do Super Soda. Salve, Nathanael. Nathanael aqui. Tô meio sumido dos comentários, mas continuo acompanhando o podcast e essa nova roupagem. Assisti o filme e gostei. Achei uma pegada interessante, mas acho que parece que houve pressa em algumas. Concordei no episódio, eu falo isso, vocês vêm lá.
foi, mas eu adorei ainda assim eu adorei foi uma impressão, mas o filme foi maravilhoso e assim como o Daniel também gostou e já deixou uma deixa para o universo do Mario e também uma possibilidade para um filme da franquia Zelda, um grande abraço possibilidade essa que está
já entregue, as gravações da semana passada foram finalizadas. Então, é isso. Zelda chegará. Agora, você fala que deixa a possibilidade do filme do Zelda. Que cena do Mario Galaxy que faz referência a Zelda? Eu não lembro. Depois me diz aí.
Aí ele continua aqui, um adendo. Sobre as críticas que vêm sendo feitas, há um certo preconceito com filmes de animação. E principalmente a cultura de filmes sobre games não serem tão bem vistos. Isso é um fato, né? A gente tem, por motivos muito plausíveis, uma tendência a achar que filme de jogo é tudo ruim. Isso tá mudando, que ótimo.
Mas eu não sei se tem preconceito com a animação, não. Eu sempre vejo tantos elogios com animações da Pixar e do estúdio Ghibli e tudo mais. Não sei. Eu ainda acho que as críticas do filme, como eu disse no episódio, são justas.
Eu acho que crítico tem que criticar. Bom, eu acho que são justas. Mas eu, como fã, adorei. O Cleomar Zanketti comentou Salve, galera. Só das questões. Estou ansioso para o filme, mas vou esperar chegar aos streamings. Beleza. Checado. E, para fechar, o último comentário de hoje, finalmente. Fer Feliza comentou
assistir no último final de semana e olha, ver o Star Fox, que no caso é o Fox, Star Fox é o nome do jogo. O nome dele é Fox McCloud. McCloud, né gente? Acho que é McCloud. Ajudando o Mario, Luigi e Yoshi. Caraca, Sonic? Da onde que eu tirei Sonic? Mario, Luigi e Yoshi eu curti demais. Me teletransportei para 1999 comigo jogando Smash Bros. no Nintendo 64 e pensando em várias teorias de como seria legal um jogo com todo mundo.
Mas a história é bem fraquinha. Entendo que é um filme infantil, mas isso não necessariamente quer dizer que precisa ser um filme infantilizado. Não acho que é um filme infantilizado, tá, Fer? Descordo de você. Mas acho que a história é fraca sim. Mas infantilizado eu não acho. Acho um filme até normal. Infantil, ok. Porque algo ser infantil é diferente de ser infantilizado. Infantilizado é quando você pega uma coisa que claramente deveria ser mais séria ou adulta e deixa bobo.
Ali é infantil como tem que ser um infantil. Ponto. Mas a história é fraquinha sim. Concordo. Mas ainda assim, como fã, pirei. Muita referência legal e ri demais. Aí ele continua. Eu prefiro muito mais o primeiro filme. Com uma história bem mais construída. E eu concordo, Fê. Acho que eu falo isso no episódio.
Se eu for escolher meu favorito entre os dois que saíram até agora, o Super Mario Bros. o filme, o Super Mario Galaxy o filme, eu prefiro o Mario Bros. Gosto mais dele. Gosto bem mais dele, inclusive. Acho mais estruturado e tal. Mas, assim, não vou desnegar que o segundo filme é cheio de referência maneira e eu pirei demais. Inclusive, em off aqui... Off não, já estamos ao vivo aqui, quem não está ouvindo.
Eu participei do Rio Retro Games, o evento aqui no Rio. Participei não, apresentei o palco do evento. E eu fiz alguns... Apresentei alguns painéis. Entre eles, o painel com os dubladores do Rob, o robozinho, e do próprio Mario. E isso vai virar episódio aqui, tá? Em breve vem pro feed. Vocês vão poder ver meu papo com os dubladores do filme. E foi bem legal. Tá bom? É isso, gente. Até semana que vem com mais Super Soda Podcast. Tamo junto.
Super soda! É super soda!