Episódios de Jovem Pan Saúde

Ataque cardíaco: número de infartos cresce entre jovens

02 de maio de 202657min
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No Jovem Pan Saúde desta semana, o programa fala sobre ataque cardíaco e o aumento no número de infartos entre jovens. Para falar sobre o tema, Danúbia Braga conversa com o cardiologista Roque Savioli.

O programa também aborda as corridas e as lesões, com destaque para a dor nos joelhos durante a prática esportiva. O ortopedista Pedro Baches Jorge alerta sobre os sinais que esse tipo de incômodo pode apresentar. A edição ainda destaca um novo caso de sarampo confirmado em São Paulo.

No quadro Check-Up, apresentado por Claudio Lottenberg, o convidado da semana, Maurício Hirata, fala sobre os perigos da compulsão alimentar.

No Papo de Saúde, Danúbia Braga conversa com o psiquiatra Daniel Sócrates sobre o burnout. Em 2025, os casos triplicaram e chegaram a quase 7 mil afastamentos oficiais, levantando alertas para sinais de estresse extremo.

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Participantes neste episódio6
C

Cláudio Lotenberg

Host
D

Danúbia Braga

Host
D

Daniel Sócrates

ConvidadoPsiquiatra
M

Maurício Hirata

ConvidadoEndocrinologista
P

Pedro Baches Jorge

ConvidadoOrtopedista
R

Roque Savioli

ConvidadoCardiologista
Assuntos5
  • Aumento de infartos entre jovensFatores de risco para infarto · Sintomas de infarto em mulheres · Importância da saúde mental
  • Tendências alimentaresRelação entre compulsão e saúde mental · Tratamento da compulsão alimentar
  • Saude Mental e BurnoutAumento de casos de burnout · Norma NR1 e saúde mental
  • Corridas e lesõesDor no joelho durante corridas · Fortalecimento muscular para corredores
  • Sarampo em São Paulo
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Jovem Pan Saúde. Olá, seja muito bem-vinda, seja muito bem-vindo a mais um Jovem Pan Saúde. Eu sou a Danube Abraga e já agradeço a tua companhia antes de mais nada. Bom, deixa eu te fazer uma pergunta já direta. Como que foi essa semana? Sobrou um tempinho pra você cuidar de você? Eu sei que a rotina atropela a gente, né? O sono fica curto, a dieta, bom, a gente tenta.

Mas calma, você não está sozinho nessa, viu? A nossa missão hoje é descomplicar esse caminho e te mostrar que longevidade se constrói com escolhas possíveis. E por falar em construção, o que você faz hoje? Saiba que reflete lá na frente. Sabia que segundo o Ministério da Saúde, a cada dois minutos, uma pessoa morre por doenças cardiovasculares? E o alerta não é só para os mais velhos não, viu? O infarto entre os jovens cresceu muito e a gente precisa entender o porquê.

Mas nem tudo é alerta, tá? Tem solução também. Você já deve ter reparado que as ruas estão cheias daqueles corredores amadores. Antes a gente falava de Cooper, né? A corrida virou uma febre, mas não é só amarrar o tênis e sair por aí correndo, não. A gente te mostra passo a passo para começar com segurança e sem lesões.

No Check-Up com Cláudio Lutenberg, ele recebe o endocrinologista Maurício Irata para um papo necessário sobre compulsão alimentar. Um tema que afeta muita gente e é o gatilho para quadros sérios de obesidade. Para fechar, a gente aproveita para falar sobre o dia do trabalhador que acabou de passar. A gente tem algo urgente, a nossa saúde mental no ambiente corporativo. Como identificar o limite entre o esforço e o esgotamento? Fica com a gente, o Jovem Pô Saúde está no ar.

E olha, longevidade não é sorte, é hábito. Mas infelizmente o caminho inverso também é real. O estilo de vida moderna tem acelerado o risco de doenças cardiovasculares e níveis alarmantes. Para ter uma ideia, aqui no Brasil os casos de infartos seguem uma curva de crescimento que acende o alerta vermelho para todos nós. Quem vai trazer os detalhes e os números dessa realidade é o Matheus Dias. Veja só.

dor ou desconforto no peito, suor frio, palidez, falta de ar. Esses são alguns sintomas do infarto agudo ou miocárdio, razão da maior causa de morte no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Ainda de acordo com o órgão, estima-se que no Brasil ocorram de 300 mil a 400 mil casos anuais de infarto e que a cada 5 a 7 casos ocorra um óbito.

A causa não atinge apenas idosos ou pessoas com comorbidades. Os casos em jovens cresceram nos últimos anos. Dados do Sistema Único de Saúde revelam o dobro de internações por infarto entre pessoas com menos de 39 anos de idade.

Alguns hábitos corroboram para o ataque no coração. O estilo de vida é um dos pilares essenciais que ajudam a aumentar ou reduzir o risco de infarto. Ter uma rotina saudável com atividades físicas, alimentação adequada e uma boa higiene do sono ajudam a reduzir o risco de ataque no coração. Já uma alimentação baseada em fritura, com poucos nutrientes e a falta de atividade física, provam o contrário.

Caso os sintomas de infarto permaneçam, a ajuda médica é necessária. Infarto é uma preocupação que atinge muitas pessoas. E para esclarecer todas as nossas dúvidas, recebemos hoje no Jovem Pan Saúde o cardiologista Roque Savioli. Doutor, seja muito bem-vindo. Muito obrigado. É um prazer muito grande estar aqui com vocês, principalmente falando sobre saúde, que é um tema extremamente importante.

Doutora, eu já começo perguntando a respeito do infarto, principalmente nos mais jovens. A gente acompanhou a reportagem. Um caso que ganhou repercussão muito recente foi de uma MIS de 31 anos, um infarto fulminante. Ao que se deve esses dados que vêm mostrando agora os mais jovens também sofrendo infarto? Veja só, antigamente se achava que infarto era coisa de velho.

que era coisa de homem só. Quer dizer, as mulheres ainda acreditam que infarto é coisa de homem só. Então, esse caso foi interessante, foi triste, mas, na verdade, é um alerta para a mulher jovem, que a mulher também tem que se cuidar. Tem que cuidar do coração, assim como cuidar da parte ginecológica e tudo mais. Agora,

Realmente, o infarto em jovens tem sido mais frequente. Por quê? Primeiro pela obesidade, né? Porque a obesidade é um fator de risco importante, que é uma epidemia já, uma endemia nacional. Se você pensar que 50% do povo brasileiro está fora de peso...

Segundo, sedentarismo. Todo mundo que é hoje é molecada, o jovem fica em casa, ninguém brinca na rua, ninguém sai. Então isso é seríssimo. Terceiro, com obesidade vem diabetes, que está sendo muito mais frequente. Vem hipertensão, vem a dislipidemia, que é o aumento de colesterol. E o principal, as coisas que mais causam as doenças crônicas é o sedentarismo e a dieta.

A dieta é essa dieta importada dos americanos, que nós chamamos de dieta ocidental, que é a base de carboidrato, muita gordura, produto ultraprocessado. Então, isso realmente é um veneno para o coração.

Doutora, o principal sintoma, às vezes a gente tem essa sensação de que é só aquela dor no coração, então muito se fala sobre isso, sentir aquela pontada no coração, mas nem sempre, principalmente mulheres e jovens, é diferente. O que a gente precisa ficar em alerta?

Veja bem, o clássico é uma dor em aperto que vai para o pescoço, que vai para o braço, que vem com sudorese, a pessoa soa frio e vomita e tudo mais. Mas mulher é totalmente diferente nesse sentido, porque às vezes a mulher sente alguma coisa do estômago, sabe? E ela rotula como se fosse um processo digestivo.

Eu já tive vários casos assim de moças 30, 40 anos de idade que achavam que estavam com problema de estômago e na verdade era uma doença cardiovascular. Agora, tem um cansaço, sabe, um cansaço inexplicável. Então, às vezes palpitação e geralmente uma dor que não é característica de infarto, sabe? E isso faz com que, primeiro, atraso no atendimento.

E segundo, que mulher não sente tanta dor que nem o homem. O homem, quando chega no pronto-socorro, eu ouvi isso. Chega fazendo aquele carnaval, aquele saladaço. A mulher já estava acostumada a ter a dor, por exemplo, da menstruação, dor do parto. Então, a tolerância da mulher à dor é maior. E tem um outro detalhe que eu acho que também é extremamente importante. A mulher sempre cuida de alguém.

Ela deixa sempre ela por último.

Você pode ver na mesa, por mais empoderada que seja, por mais que seja, sempre ela... Porque isso é cultural, é ancestral, cuidar de alguma coisa. Isso que é o grande problema. A mulher nunca pode deixar de lago em cima, porque ela é, vamos dizer assim, a cabeça de toda a família. Por mais que a mulher não trabalhe, o trabalho que for, mas ela é a cabeça da família. Ela gerencia a família inteira.

E um cego não vai cuidar de outro cego. Tem que estar bem primeiro. Tem que se cuidar. Em primeiro lugar tem ela. Depois os outros.

Doutor, agora uma pergunta em relação às pessoas que já têm um hábito saudável. Também pode infartar? Tem uma questão genética? Tem. Veja só. 30% das pessoas que têm infarto, elas podem não ter nenhum problema de hábitos de vida, colesterol, tudo normal. A história genética é importante, antecedente familiar. Por exemplo, se você tem histórico na sua família... ...que você tem histórico na sua família...

de pessoas que tiveram infarto com menos de 50 anos. Você tem que se preocupar. Mas, genética não é destino. Por mais que você tenha histórico na família, você carregue seus genes, o que mais importa são os hábitos de vida. Ginástica, exercício, humida certa, sono, que é extremamente importante.

sabe, cuidado do lado psicológico, a saúde mental, quer dizer, são todos esses aspectos que influem na ocorrência ou não de infarto. O senhor fala bastante sobre essa conexão mente e corpo, né, o burnout, a ansiedade crônica tão comum hoje, pode ser um gatilho direto para um infarto fulminante, até para quem não tem, por exemplo, colesterol alto? Sim, pode, pode, porque um dos fatores de risco para doença cardiovascular é ansiedade, depressão.

Ansiedade, depressão, transtorno de ansiedade, porque eu sempre foco na mulher, porque a mulher é muito desamparada hoje em dia, porque todo mundo se preocupa com o infarto de homem, homem, homem. Mas a quantidade de mulheres é maior que o homem, e as mulheres jovens não estão se cuidando.

Então isso pode acontecer sim, a pessoa pode se cuidar, pode ser isso, isso, aquilo, e tem um infarto. Por isso que a gente tem que fazer um check-up cardiológico após os 40 anos de idade, a mulher que vai procurar o obstetra, o ginecologista, ela tem que fazer uma consulta com o cardiologista.

Ou seja, a gente tem aquele hábito de falar assim, está muito estressada, não vai infartar, vai infartar cedo desse jeito. De fato, isso pode acontecer por conta de um estresse. Pode, uma hostilidade, por exemplo, as pessoas que são hostis, aquelas que têm pavio curto.

Que fala, não, porque eu faço explosões e explodo na pessoa na frente. Não, ao contrário, você explode. Porque o pavio curto, a hostilidade é um fator de risco para a doença cardiovascular. Então, você precisa minimizar as coisas. Se você tem, vamos dizer, se tem obrigatoriamente um estresse pela vida.

Se é um sujeito que trabalha na bolsa de valores, você não tem como falar, olha, eu fico estressado. Então você tem que minimizar isso. Fazendo o quê? Exercício. Fazendo uma alimentação correta. Tendo uma noite de sono. Então isso que tem que ser levado em conta é isso que a gente tem que falar para esse povo todo que nos acompanha.

Doutor, o uso excessivo de telas, o que a gente chama de sedentarismo digital e até o consumo de energéticos, suplementos sem uma prescrição médica que os jovens aí vêm fazendo... Testosterona. Testosterona. Reposição hormonal. Isso a senhora lembrou bem. Isso é um assunto muito sério que vem acontecendo, porque a juventude hoje procura, a geração Z, procura atalhos.

Por que eu vou fazer tanto exercício assim? Se eu tomo lá uma testosterona, eu fico fortão, duritão e acabou. Só que tem detalhes. A reposição hormonal de testosterona em homem, ela pode levar a problema cardiovascular, pode levar a isso. E mulheres, então, é pior ainda. Pior ainda. Por exemplo, você vê muita gente usando chip de beleza e não sei o quê, que não sei o quê.

Quer dizer, a própria sociedade médica não indica isso aí. Não indica se... Principalmente usar testosterona em mulher. Quer dizer, a própria sociedade médica, a sociedade de cardiologia, a sociedade de endócrino, o que for, proíbe isso aí. Porque a mulher não precisa de testosterona.

Doutor, e a gente vê assim, muita gente com quadro depressivo, então toma um remédio ali para depressão ou para ansiedade e faz o uso de energético no mesmo dia. Uma bomba isso. Não, é a mesma coisa que o cara sujeira, ele comeu uma feijolha e tomou um cafezinho com uma gotinha de adoçante. Quer dizer, não adianta. Quer dizer, e a depressão é um dos fatores de risco também para a doença do coração.

E a ansiedade que é o mais importante. Por isso que eu sempre peço para os meus pacientes, olha, vocês têm que correr, vocês têm que fazer ginástica, vocês têm... Porque é o que eu falo, você, por exemplo, você tem um perfil de ansiedade que é seu, é genético. Você não pode ficar tomando remédio a vida inteira para você ficar fora do ar. Você tem que minimizar as coisas. Tem que compensar a situação.

A gente fala muito, tem visto, né, essa questão de infartar cedo. Até de acordo com a reportagem, os dados mostram que cresceram internações de pessoas entre os 39 anos, por conta do infarto. Então, hoje existe algo que contribua nessa rotina acelerada. E aí as pessoas não... Ah, mas eu não tenho tempo para fazer um exercício. Dá para fazer, sei lá, 30 minutos de exercício? Não é melhor do que nada? 30 minutos de caminhada diária.

Passo de chuva, sabe? Você já está reduzindo a mortalidade em 30%. Só 30 minutos de caminhada a dia, de segunda a segunda. Agora, veja, se você faz uma hora de academia só, você acha que está tudo resolvido, né? Só que você fica sentado 12 horas no computador. Quer dizer, é um sedentarismo relativo, entendeu? E o que você bem lembrou...

O que mata, o que está problema, os problemas maiores hoje é com relação a sono. Por quê? Porque a pessoa vai com o celular no quarto, vai com a tela na cama, e o lugar, o quarto, tem que ser um... Primeiro, não precisa nem ter televisão no quarto, né? Porque a luz azul inibe a melatonina, que é um hormônio que faz a gente dormir.

Então, isso tudo é importante, sabe? Por isso que são oito life essencial, que são oito dados, oito parâmetros que a gente tem que ter na vida para você controlar bem. Entre elas, sono, alimentação. E eu sempre repito a mesma coisa, sabe? Então, você se torna repetitivo, porque às vezes as pessoas precisam ouvir.

O trocar o elevador pela escada também é uma boa oportunidade. Para quem está no escritório ali muitas horas sentado, vai descer para comprar alguma coisa, volta de escada. É, só de descer para fumar que você vai... É, isso não dá. Aí não resolve. E olha, o uso de anabolizantes, que é um problema muito sério, o uso desses tônicos todos, usar essas coisas artificiais para você querer fazer uma coisa, querer modificar a sua vida. Não tem sentido.

Doutora, a partir de qual idade uma pessoa saudável sem histórico familiar deve procurar um cardiologista para um check-up mais completo? E qual o exame que a gente tem que chegar para o médico e falar olha, eu queria fazer esse exame? Hoje, por exemplo, a partir dos 30 anos, 40 anos, no máximo, você tem que fazer um check-up.

E do check-up tradicional, básico. Então, a gente tem que se aprofundar um pouco mais. Então, hoje, por exemplo, a gente faz dosagem não só do colesterol, faz dosagem de A polipoproteína B, por exemplo, que são derivados do colesterol, ali proteína A. Então, são coisas a mais que, às vezes, o sujeito tem colesterol normal e tem infarto.

Então vai ver por quê, porque tem essa A polímpica, a proteína B, está alterada. Isso vai levando e tem um exame que eu acho extremamente importante, que é a angiotomografia coronária. É um exame espetacular que você vê a coronária por dentro. É uma tomografia simples, tem que tomar um contraste iodado.

Mas ela pode prevenir, porque ela vai mostrar se você tem placas, placas de colesterol, quer dizer, depósito de gordura nas artérias. Aquilo vai, aos poucos, vai aumentando, aumentando, aumentando, até que faz uma obstrução. As placas que são calcificadas, elas ficam grudadas na artéria. Então, não são tão complicadas assim.

problema maior são as placas moles, que a gente detecta através da angiotomografia coronária.

Doutor, deixa eu perguntar a respeito da alimentação. O que a gente não deve colocar no prato que causa o risco maior de infarto e o que é essencial ter no nosso prato? Olha, alimentos ultraprocessados. Quanto menor o consumo, melhor. Quer dizer, com o fangamento pronto, porque tem muito sal. Essas coisas prontas, ai, foda-se da vida. Todas essas coisas, pizza. Quer dizer, você evitar.

Agora, a melhor dieta que existe, que é comprovada do ponto de vista científico, é a dieta do Mediterrâneo. Que é baseada em bastante frutas, grãos, carne vermelha uma vez ou duas vezes por semana, duas vezes por semana peixe, frango e o uso de azeite de oliva. Quer dizer, isso faz parte dessa história da dieta do Mediterrâneo que realmente reduz a mortalidade.

Doutor, o senhor também defende, para a gente encerrar, que fé e perdão contribuem muito na nossa longevidade. De que forma essas emoções positivas fazem bem para a gente? Sem dúvida alguma. Eu acho que a gente tem um corpo, o corpo humano tem físico, psíquico, que a gente tem que cuidar, e tem espiritual.

E a doença pode começar em qualquer nível. Então, você tem que cuidar do lado da sua espiritualidade. Agora, é importante que vocês saibam, espiritualidade não tem nada a ver com religião.

espiritualidade é você acordar, por exemplo, é acordar e ter um propósito na sua vida. Eu quero fazer tal coisa, que é duro, né? É duro você chegar, acordar e falar assim, bom, e aí? O que eu vou fazer na minha vida? Então, aí realmente você tem que procurar um grau, alguma forma de você estimular a sua espiritualidade. Pode ser por religião, pode ser o que for.

Mas tem que ser, porque nós somos em três dimensões. Física, então você cuida do seu corpo, faça ginástica, faça o que for. Cuide do seu psiquismo, quer dizer, faça um tratamento psicológico. Mas não pode esquecer o lado espiritual, não pode.

Doutor, muito obrigada pela sua participação. Obrigado. Eu agradeço demais. A gente segue falando sobre dor no joelho. Afinal de contas, a gente acabou de falar sobre o infarto, quem corre bastante, aí você já sentiu aquela fisgada que incomoda, principalmente depois do treino, subindo uma escada, o que parece só um cansaço passageiro, ele pode, na verdade, ser o seu corpo pedindo socorro, limitando ali a sua liberdade de movimento.

principalmente para quem se rendeu a febre das corridas. O Misael Mainete mostra como identificar, então, quando essa dor deixa de ser comum e vira um alerta. Confira. Primeiro são os 5 quilômetros, depois 10, 20, e quando vê, as maratonas estão cada vez mais presentes na rotina. Um estudo realizado pela marca Olímpicos, em colaboração com a Box 1824, mostra que em 2024, 13 milhões de brasileiros praticavam corrida. E o Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor Senhor

No ano, havia mais corredores no Brasil do que suecos no mundo. Em 2025, a corrida se expandiu ainda mais. Houve aumento de 2 milhões de corredores no ano, somando mais de 15 milhões de atletas no Brasil. A taxa de crescimento, de acordo com a pesquisa, foi de 15%. Mas não pense que praticar corrida se resume apenas em correr de qualquer maneira.

Praticar o esporte incorretamente, sem orientação de um profissional, pode aumentar o risco de lesão, principalmente dor no joelho. O ortopedista Pedro Bax Jorge alerta como esse tipo de incômodo dá sinais no corpo. O principal osso do joelho chama fêmur, que é o principal osso do corpo, o maior osso do corpo. O fêmur começa na bacia.

Isso que é o principal osso do joelho. Então, é muito importante para proteger o joelho na corrida, na atividade física, que a gente fortaleça a musculatura e que comece esse fortalecimento na bacia.

Porque a musculatura glútea, os glúteos, tanto a parte mais posterior, que é o bumbum, o glúteo máximo, quanto a parte mais lateral, principalmente, que é o glúteo médio, eles controlam o fêmur, que é o principal osso do joelho. Então, na corrida, o que acontece muitas vezes?

Você começa a correr, inicialmente vai bem, vai tranquilo, mas você começa a ter uma fadiga muscular durante o exercício. Natural, né? Ou porque você aumentou o volume e tudo e não está preparado. Você começa a fadigar e começa a mudar a mecânica do seu correr.

Você não percebe, mas a pessoa, se fosse filmada em câmera lenta, o fêmur, muito provavelmente, começa a rodar. É aquele que a pessoa que corre o joelho e começa um pouco para dentro. Durante a corrida, a gente não percebe isso e continua. E no final da corrida, você está com uma dor no joelho, às vezes o joelho inchado, incomodado, muito por isso, por você ter tido um desequilíbrio do seu eixo dinâmico, porque a sua musculatura não estava ainda bem compensada.

Na maioria das vezes, segundo o especialista, quem corre começa a desenvolver dor no joelho por conta do desequilíbrio muscular. 99% das vezes é desequilíbrio entre a musculatura glútea.

e a musculatura da coxa tá aí as meninas são nós fazemos muito glúteo tudo falam para não não é o bumbum bom ajuda super mas é a lateral lateral do bumbum são exercícios de abrir a perna e rodar né como aquelas cadeiras de abdução com o corpo inclinado para frente exercício de elástico então o corredor vai ter dor na perna vai ter dor no gelo normalmente por isso

Mas esse incômodo não necessariamente decreta o fim do esporte para as pessoas. Com os cuidados corretos e acompanhamento médico, é possível continuar na corrida. É muito comum, hoje é menos, mas é muito comum o homem chegar e falar assim, ah, eu vou na academia, aí eu faço só membro superior porque eu já corro.

Então, isso hoje a gente vê menos, mas ainda acontece. É um erro muito comum você achar que a corrida está fortalecendo sua perna. Óbvio, sempre vai fortalecer um pouco, mas a corrida é uma atividade física aeróbica.

A gente precisa ter ali a atividade física aeróbica, a atividade de resistência muscular, a atividade anaeróbica. Então, para a pessoa estar bem preparada para a corrida e para qualquer tipo de exercício, tem que ter um fortalecimento bem adequado. Então, a grande orientação da gente é sempre...

se manter glúteo, coxa e panturrilha forte, para você fazer atividade com o híbrido inferior adequado. E não adianta ser super forte de coxa e fazer pouco glúteo, ou o contrário, precisa ter um equilíbrio muscular. A gente chama de um equilíbrio do eixo dinâmico, para que quando a gente se movimente, o joelho não entorte. É isso que vai dando dor. Então, a principal dica que a gente passa é nunca deixe de valorizar o fortalecimento de glúteo, coxa.

e pantomírio. Ainda de acordo com o estudo da Olímpicos, a corrida está no top 5 de esportes mais praticados no Brasil. Por isso, alerta, para praticar o esporte, cuidados com a musculatura são necessários.

O Ministério da Saúde publicou, por meio de uma nota técnica, recomendações para os brasileiros que pretendem viajar aos Estados Unidos, México e Canadá para acompanhar a Copa do Mundo agora em 2026 diante dos surtos de sarampo em cursos nesses três países. A gente acompanha a reportagem da Camila Iunes de como está essa situação aqui no país.

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou mais um caso importado de sarampo esta semana. Um homem de 42 anos e residente na Guatemala teve o diagnóstico confirmado na capital paulista. Ele tem histórico de imunização contra a doença. Este é o segundo caso de 2026 registrado no Estado. O primeiro que a Secretaria identificou foi o de uma bebê de seis meses de idade em março. Em janeiro, ela tinha ido para a Bolívia.

A pequena ainda não recebeu a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. O imunizante é indicado a partir dos 12 meses. Na última semana, o Ministério da Saúde emitiu alerta para o risco do sarampo voltar a circular no Brasil com a Copa do Mundo.

Isso porque os países que irão sediar o evento têm tido surtos ativos da doença. Em 2024, o Brasil recuperou o certificado de Zona Livre de Circulação Ativa do Sarampo. Isso significa que, por aqui, a gente não tem a transmissão local da doença.

Infectologista secretário do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kifuri, afirma que os casos importados irão acontecer. Os casos importados, infelizmente, ocorrerão justamente porque, neste momento que o Brasil recebe a certificação de eliminação,

A América do Norte, em especial, vive o seu maior surto das últimas décadas. Estados Unidos, México e Canadá, só esses três países em 2025, acreditaram mais de 15 mil casos. Além dos nossos vizinhos, aqui como Argentina, Paraguai e Bolívia.

Esses casos acontecendo nas nossas fronteiras e com os deslocamentos constantes dessas populações, um entra e sai aqui no Brasil natural de deslocamento populacional, inexoravelmente, pessoas com sarampo entrarão aqui. O médico ressalta, no entanto, dois fatores cruciais para o controle da doença.

A nossa lição de casa é, primeiro, vacinar nossa população em níveis altos de cobertura vacinal para que os vacinados funcionem como barreira, não deixando a transmissão ocorrer. E segundo, estar muito atentos aos casos suspeitos.

Pessoas com febre, vermelho no corpo, tosse, conjuntivite e coriza, especialmente se entraram em contato com pessoas de fora do país ou viajaram para essa região, precisam notificar urgente para que nós possamos, de maneira muito rápida, isolar esse caso, vacinar seus contatos e, dessa maneira, impedir a progressão da doença.

Quem não recebeu o imunizante na infância ou não tem certeza se foi vacinado, pode tomar. Nesses casos, a vacina é aplicada em dose única, em pessoas entre 5 e 59 anos de idade. Para quem deve viajar para os países sedes da Copa do Mundo de 2026, a gente reforça a orientação. Atualizar sua caderneta de vacinação antes da viagem, já que a vacina é a principal medida para reduzir o risco de infecção.

15 dias pelo menos antes do embarque, tá? Fique de olho então nos principais sintomas. Febre alta, geralmente acima dos 38 graus, tosse seca, coriza e conjuntivite, os olhos vermelhos, lacrimejantes e irritados. Então é muito importante que você se imunize antes de viajar, como eu disse, 15 dias antes. E se no retorno ao Brasil você apresentar algum desses sintomas, é importante procurar um médico.

A gente vai para um rápido intervalo, mas no próximo bloco você acompanha a entrevista do Dr. Cláudio Lutenberg com o endocrinologista Maurício Irata sobre compulsão alimentar. Além também dos cuidados essenciais com estresse extremo em ambiente de trabalho. Não sai daí, a gente volta já. Jovem Pan Saúde Jovem Pan Saúde

Voltamos, não disse que era rápido? Olha só, a relação com a balança vai muito além das calorias. Ela passa pela nossa mente. E no quadro Check-Up com Cláudio Lutenberg, a conversa com o endocrinologista Maurício Irata sobre perigos da compulsão alimentar. Um diagnóstico silencioso e que atinge milhões de brasileiros é um dos grandes gatilhos para a obesidade. Então entenda como identificar os sinais e buscar equilíbrio.

CICAP Jovem Pan, com o doutor Cláudio Lotenberg. Compulsão alimentar. Muitos associam a depressão, outros falam em ansiedade. Alguns dizem que é um costume que de quando em quando pode acontecer.

E para falar sobre esse assunto, o Check-Up recebe hoje o doutor Maurício Irata. Ele que é médico, endocrinologista e é membro também do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albertans. Irata, é um prazer te receber aqui nesse dia no nosso Check-Up. Prazer é todo meu, né?

Vamos começar pelo básico. Como é que a gente pode caracterizar a compulsão alimentar? Antigamente, um, dois anos atrás, a gente se baseava em sintomas mais da parte psiquiátrica, etc. A pessoa come, vomita ou come até, não aguenta mais. Hoje a gente tem percebido as compulsões, por exemplo, pelo de mondiaro, que está todo mundo usando. Então o que acontece? Essas pessoas, quando utilizam mondiaro, muitas delas não emagrecem.

porque elas não comem por fome, comem pela compulsão. E é um número até que alto, razoavelmente alto, porque as pessoas acham que vão aplicar o mão de áudio e acabou. E não é bem assim. Então, fora os efeitos colaterais, então o próprio mão de áudio, com essas penetras aplicadoras, elas podem desencadear outros tipos de problemas que aparecem com o tempo.

Quer dizer, na realidade, a compulsão é algo muito mais comportamental do que uma mecânica de natureza neuroendócrino. Quer dizer, não adianta você trabalhar determinadas questões hormonais se a pessoa tem uma compulsão no sentido comportamental. Pode ser entendido dessa forma? São as duas, né? Porque a compulsão está baseada muito na dopamina, que é o sistema de recompensa. Então a pessoa tem a recompensa na hora e vai procurando.

Por isso que acaba virando uma compulsão. Mas assim, os diagnósticos vão mudando, porque...

É difícil da gente... Antigamente era uma coisa mais clara. Hoje, como tem muita gente utilizando esses injetáveis, aparece mais coisas. A gente consegue perceber mais efeitos. Qual que é a diferença entre alguém que come muito e alguém que tem compulsão alimentar? Come muito, todo mundo come, de vez em quando. O compulsivo ele come, muitas vezes sem perceber, ou para ter prazer.

ou um alto flagelo, ou para equilibrar os hormônios, os neurotransmissores, então dá uma sensação de prazer. E você pode considerar a compulsão alimentar como sendo transtornos de natureza psicológica? Psicológica, neurológica, neuroendócrino.

E pelo mundo, né? Porque o mundo está muito louco hoje, entendeu? Então, são várias questões, né? Então, os gatilhos que podem levar à compulsão são vários. Vários. Ansiedade, estresse, podem também serem fatores que desencadeiam a compulsão alimentar? Eu acho que esse é o primeiro lugar, né? Então, essa questão de...

A pessoa hiperansiosa, etc., acaba descontrando a ansiedade na alimentação. Então a gente acha que a pessoa que não tem nenhum tipo de problema, ela come porque tem fome. Esse tipo de paciente acaba comendo por ansiedade. É uma coisa meio frequente hoje em dia. A pessoa está sem fome, aí vai para determinado tipo de alimento, por exemplo, chocolate. Esse é um tipo de compulsão. Então a característica dos...

dos comportamentos hoje está mudando. Antigamente a gente não tinha um meio tão eficaz para beber com o apetite. Hoje, com essas medicações injetáveis, a gente consegue perceber mais pacientes que comem por outros motivos que têm a fome. As dietas restritivas. A gente vê muito que as pessoas fazem dieta, alguns usam os injetáveis, interrompe e volta.

Por que volta? Porque o hábito não mudou ou porque era uma coisa que era decorrente de uma compulsão? As dietas restritivas, quando é muito, essas dietas muito loucas, elas podem desicadear uma compulsão.

Agora, o problema maior da interrupção é que esse tipo de medicação é feita para fazer um uso contínuo. E hoje ela está meio que sendo banalizada. Então, qualquer tipo de pessoa começa a aplicar e acha que vai emagrecer. São múltiplos fatores. Várias coisas que aumentam o peso. Tem menopausa, por exemplo. Por exemplo, o problema de tiroides, estresse. Então, não é só a fome. A caneta não resolve só pela fome.

A genética, ela interfere no surgimento da compulsão? Pode interferir, porque muitos pacientes, já tem estudos sobre isso, tem um tipo de bipolaridade, uma bipolaridade mais leve. Esse tipo de paciente também é mais compulsivo. Isso é o padrão clássico. E como é que você identifica os primeiros sinais de uma compulsão alimentar? O paciente te procura no consultório, ele tem uma obesidade, e você tem uma obesidade tradicional, mas tem aquele que é compulsivo.

Como é que você separa esses dois grupos? Hoje, o primeiro sinal, a gente vê a questão da resistência à medicação, doses altíssimas, essa pessoa não perde peso. E o segundo é que a própria perda de peso, por exemplo, muitos pacientes são magros, são intimados por uso dessas medicações. Isso também já está escondendo um tipo de comportamento psicológico, psiquiátrico. Então, ela busca uma perfeição à beleza que não é a saudável.

Então são várias dicas que a gente vai tendo. Não é um pacote que você fecha o diagnóstico. A gente tem que ter sempre o contato emocional e saber tudo o que está acontecendo na cabeça da pessoa. Agora é interessante que muita gente faz dieta e depois come escondido. Isso é um sinal de compulsão? Isso tem algum outro tipo de desequilíbrio? A pessoa tem a consciência, está orientada, deve fazer a dieta, mas vai lá e come escondido. Não come nem...

na frente das pessoas, escondido, tem alguma coisa a ver com compulsão? É porque é como se fosse um bicho, então você fica alimentando o seu cérebro de dopamina. Então a pessoa come, às vezes omita, depois vai comendo até conseguir sentir o prazer. Só que esse prazer dura pouco, então acaba criando esse mecanismo de compulsão.

Os médicos endocrinologistas, aqueles que se preocupam com cuidados de peso, eles normalmente se atêm às questões daquilo que possa existir por detrás, ou seja, eles fazem o interrogatório e buscam para ver se existe uma compulsão, porque eu tenho a impressão que a abordagem para um obeso que não tem compulsão é diferente da abordagem de um obeso que tem a compulsão. É o diagnóstico que é mais difícil, a abordagem pela teoria seria a mesma. Mas muitas vezes, por exemplo, você consegue fazer um paciente emagrecer,

só tratando o estresse. E se você prescrever esse tipo de canetas, por exemplo, as pessoas comem por estresse, sem fome, muitos não emagrecem. Então, tem acontecido já na minha clínica, os pacientes já chegam com um diagnóstico que os injetáveis não funcionam. E não é bem por aí. A gente tem que saber por que não funciona. Quando não funciona, a maior pista é comer sem fome. Aí que a gente tem que caracterizar de onde que está vindo essa fome, entre aspas. É interessante que você come essa atração.

paralelo naquilo que envolve obesidade e saúde mental, que pode desencadear em compulsão e a pessoa, na verdade, desconta, entre aspas, na comida. Então, cada vez mais você está vendo que esse tipo de vinculação existe, ou seja, saúde mental impactando na compulsão.

A compulsão alimentar pode trazer prejuízos à saúde mental? Quer dizer, o sentido contrário também é possível? É possível. É um ovo e galinho, então a pessoa vai retroalimentando. O importante é você saber dar um diagnóstico, não só ficar aplicando. Tem pessoas que vêm muito magras.

Então, até abaixo do peso, sarcopênico, baixa massa muscular. E não admitem. Esses são os mais complicados. Então, é importante você tratar, fazer uma coisa multidisciplinar, né? De a parte psicológica, como é que está em casa, toda essa questão hormonal, né? Também com a parte do climatério, né? No pausa.

Então ela é multidisciplinar, a gente tem que fazer uma avaliação múltipla. Hoje é endocrinologista, a gente tem que ser acima de tudo um clínico. Não é só ficar prescrevendo mão de ar, só prescrever mão de ar não vai resolver o problema do mundo. Eu entendo, você coloca com muita propriedade. Quer dizer, a avaliação não é aquela que a gente faz só na balança e também não é feita só com aquilo que o paciente está enxergando.

principalmente porque existem muitas métricas, quer dizer, você falou da questão da massa muscular, a gente vê muita gente perdendo a massa muscular e achando que está obeso, e quando na realidade está perdendo algo que é importante em termos de longevidade. Você normalmente enxerga que muitos dos pacientes que estão obesos, além de orientação alimentar e até eventualmente uso do Moncharo ou de medicamentos similares, os injetáveis, como você tem dito,

eles merecem e precisam de alguma indicação para o sistema nervoso central, para controlar a ansiedade, por exemplo? Muitos deles sim, porque não come simplesmente por fome. O que tem acontecido muito hoje em dia é que quando a pessoa faz uma dieta sem muita orientação...

eles acabam virando sarcopênicos, quer dizer, acabam perdendo muito mais massa magra do que o necessário. Então, é importante você dar um diagnóstico de como é que está essa composição, fazer uma densitometria do corpo inteiro, por exemplo, que a pessoa está feliz, né, tomar água, mas, por exemplo, a sarcopenia, que é a perda de massa muscular, ela mata tanto quanto a obesidade. Então, são dois problemas que o endocrinologista hoje está...

cercado, a parte da obesidade, que obesidade simples como antigamente é fácil, e esse outro extremo que tem aparecido agora. Aparece muito nas meninas, nas mulheres mais jovens, que querem esse padrão de Instagram, de marketing, que não é uma coisa real.

Maurício, eu sempre digo que às vezes é muito fácil a gente poder explicar para um paciente ou ter um entendimento daquilo que tem uma lógica, mas existem coisas que a gente ainda não consegue explicar com a base científica. Em algum momento poderá surgir ou não. E eu acho que bons médicos, como é seu caso,

Por vezes se antecipam a isso e percebem coisas que com o tempo se mostram óbvias através do cientificismo, que deve ser respeitado e que é fundamental nós médicos vivermos disso. Eu escuto muito sobre Mindful Eating, ou a questão de uma alimentação consciente. Você tem alguma posição a respeito disso? Acho que para quem consegue fazer.

É interessante, essas terapias cognitivo-comportamentais, elas são de ponta. É um tratamento mais complicado do paciente aderir, mas para quem consegue fazer, é bom, é um tratamento até para insônia, por exemplo. Agora, o importante é você ter um envolvimento na parte pessoal, saber como o paciente está vivendo.

Como é que está o trabalho? Por exemplo, o trabalho é uma das fontes hoje de compulsão alimentar. Por um livro parece, a pessoa trabalha 15, 16 horas por dia, não consegue fazer exercício, não consegue se alimentar ou se alimenta totalmente incorreto. Então hoje o trabalho do endocrinologista é muito mais clínico. A gente tenta fazer essa abordagem multifatorial. Quando você tem um paciente que tem compulsão alimentar, você imagina que isso pode ser curado?

Ou isso, de certa forma, vai exigir por parte do paciente e do médico um monitoramento contínuo? Pela teoria, a gente não consegue curar esses compulsivos. Então, a gente consegue controlar.

E você tem que atacar, é o alvo, do ano que vem. É a parte emocional, a parte profissional. Você tem que mudar o estilo de vida da pessoa. Por isso que está complicado hoje em dia. Não é só aplicar mão diária, por exemplo. O que está acontecendo hoje em dia é que todo mundo está aplicando. Perde peso, mas não é uma coisa saudável. Eles fazem uma alimentação errada, errônea. Então é tudo muito diferente hoje em dia.

Perguntas e Respostas

E eu vou começar te perguntando, eu começo a comer muito e eu sinto que não consigo parar, mesmo sem fome. Por que isso acontece? É aquele mecanismo de recompensa, então ele atua como recompensa, só que dura pouco tempo, então a pessoa fica nesse ciclo vicioso. E o pior pode acontecer também é que a pessoa se arrepende e vomita, então são aqueles casos mais clássicos, mas a principal causa é a questão de recompensa cerebral, a pessoa se sente bem.

Bem entre aspas, né? Que tem efeitos complicados. Eu tenho vergonha de falar sobre a minha relação com a comida. Como saber se eu preciso procurar uma ajuda profissional? O ideal é você fazer, o ideal seria todos os clínicos, fazer um inquérito de como que é a parte alimentar da pessoa, né? Porque muitos detalhes a gente não presta atenção. Então, a anamnese, como antigamente, hoje ela está voltando. Você pode pedir 10 mil exames, os mais sofisticados.

você não percebe. Então, a anamnese, o pato-papo, ele é muito importante. Outra questão, a gente acabou de falar de rejuvenescimento, a questão da inflamação. Então, o foco de todas as especialidades, da tua também, claro, é a questão inflamatória. Então, uma das principais fontes de inflamação no nosso corpo é a própria alimentação. Então, a questão é multifatorial, multidisciplinar.

E aí por aí vai. O que você coloca agora, acentua, é justamente o interrogatório, aquela conversa que o médico tem que ter. E por mais que a gente até enxergue, nós conversávamos antes a respeito do papel da inteligência artificial, ela funcionará se existir por parte do médico a capacidade e a propriedade de perguntar adequadamente. Quer dizer, toda essa automatização não vai ficar plenamente independente do fator humano.

A terceira pergunta que vem aqui, que eu te faço, é quais são os primeiros passos para alguém que percebe que está comendo sem controle? É, você procurar um especialista, um endocrinologista, muitas vezes é caso do psiquiátrico. O problema é que algumas medicações psiquiátricas também geram aumento de peso, né? E faz um estudo, por exemplo, só para você pensar como está complicado hoje em dia, a gente tem que fazer um estudo de flora intestinal. Por quê? Porque conforme a flora intestinal... Tchau!

você usa algum tipo de lactobacilo que ele consegue, pela teoria, melhorar. A ansiedade, a obesidade, etc. Ainda é tudo muito teórico, tudo muito novo, mas também todo mundo está estudando a questão de flora intestinal, porque ela pode desencadear alterações no humor, no peso, até câncer. Então, pacientes que têm câncer no intestino também já têm um tipo de flora intestinal meio complicado. Conversa boa, agradável.

Poderíamos aí falar horas sobre isso. Queria muito agradecer você, Irata. Saiba que nós temos estima, consideração, respeito para o seu trabalho. E é um prazer te receber aqui no CheckUp. Prazer foi todo meu, é uma honra, né? Papo de Saúde

E no dia 1º de maio, celebramos o Dia do Trabalhador, mas os números mostram que não há muito que se comemorar quando o assunto é saúde mental. Isso porque, de acordo com os dados mais recentes desse ano mesmo, de 2026, os registros de burnout no Brasil deram um salto assustador. Os casos triplicaram, chegando a quase 7 mil afastamentos oficiais.

E o alerta agora, ele é jurídico. A partir desse mês, entra em vigor a atualização da NR1, a norma que obriga as empresas a monitorar o risco psicológico no escritório, tanto quanto monitoram o risco de acidentes físicos. Para a gente, então, entender melhor esse novo cenário, saber como proteger a nossa mente, a gente recebe o psiquiatra doutor Daniel Sócrates. Doutor, seja muito bem-vindo. Obrigado.

Doutor, nesse dia aqui a gente fala sobre o dia do trabalhador, mas também os casos de burnout subindo cada vez mais. O que deixou de virar ali exceção e passou a virar regra, principalmente no ambiente corporativo?

Olha, o grande problema que está fazendo esses números aumentar tanto é que o mundo está cada vez mais acelerado. Então, a gente começa a se cobrar desde a hora que acorda até vai para a rede social, se compara com um monte de gente, acha que está fazendo pouco, quer fazer mais, aumenta as metas no trabalho. As empresas, obviamente, se beneficiam disso, então acabam cobrando cada vez mais o sujeito.

Isso está criando um cenário que é insustentável. Então, esses números altos, eles são reflexo disso. É um estilo de vida que nós escolhemos e que ele não está se sustentando. Doutora, a gente pode dizer que, por exemplo, na pandemia, a história do home office, a gente ficou com a falsa sensação de que o trabalhador estava em um ambiente mais confortável, mas aí ele passa a produzir mais e, naturalmente, ele não se dá conta de que ele, às vezes, está trabalhando muito mais.

Olha, certamente a pandemia ajudou a borrar esse limite entre profissional e o ambiente pessoal. E isso é um fator de estresse, só que demorou para as pessoas entenderem que assim, opa, eu estou em casa, estou mais confortável, mas eu estou trabalhando mais. O tempo que eu estava no deslocamento do carro, agora eu estou respondendo o e-mail. O tempo que eu estava fazendo um cafezinho ou conversando com alguém na hora do almoço, eu estou trabalhando. Então, certamente isso causou um impacto muito grande.

A gente tem até um quadro, para ficar bem claro para a nossa audiência, os sinais de estresse extremo. Então, esse cansaço constante já vai mostrando para a pessoa que tem alguma coisa errada e a gente pode até somando, com irritabilidade, dificuldade de concentração, essa sensação de sobrecarga permanente, uma alteração do sono, a queda no desempenho, a falta de prazer em atividades que são ali corriqueiras. Doutor, esse seria um combo para a gente falar, opa, preciso buscar uma ajuda médica?

Certamente, só que se você prestar atenção, tudo isso aqui as pessoas normalizam, como se fosse só uma fase, como se fosse só, ah não, eu estou cansado porque está acontecendo isso ou isso lá no trabalho, ou isso ou isso lá em casa. Não, se isso começa a ficar muito frequente, tem que ser olhado como um sinal de alerta. E aí, qual é o gatilho para essa pessoa de fato procurar uma ajuda médica, chegar no consultório e falar, olha, não estou bem?

Aqui desses itens, o principal é o cansaço. Esse cansaço, ele não é um cansaço normal como de um dia que a gente trabalha muito, chega em casa e dorme e acorda bem o dia seguinte. É um cansaço que não passa. Então, eu durmo, acordo cansado. Final de semana, acordo cansado. Um feriado estendido, fico lá três dias descansando, acordo cansado. Aí eu preciso ligar um alerta de que, olha, tem alguma coisa errada.

Perfeito. Os números do INSS mostram que o burnout triplicou em dois anos, então ele bateu o recorde em 2025, em 2026. O que explica esse salto tão drástico em pouco tempo, doutor?

Eu acho que as pessoas estão ignorando o sinal do início. Então, quando chegam a buscar ajuda, ou quando chegam a precisar de um afastamento, é porque já estão num caso muito grave. Por isso que é tão importante um veículo como esse vir aqui, a gente dizer, busque tratamento no início, reconheça o sinal quando está começando. Esse cansaço excessivo todos os dias, isso não é normal. Isso é sinal de doença.

Essa nova norma regulamentadora NR1, que entra em vigor já agora em maio de 26, ela obriga a empresa então a gerenciar também esses riscos psicossociais na prática. O que vai mudar para o trabalhador que se sente esgotado?

Vamos imaginar que a NR1 já fazia isso com outros riscos. Então, se eu chego lá em uma construção, imagino que pode cair um martelo na minha cabeça, eu vou usar um capacete, eu vou colocar uma tela de proteção. Então, esse risco foi mapeado e houve um cuidado ali para que não acontecesse esse evento.

A mesma coisa agora vai acontecer com a saúde mental. A empresa vai precisar olhar, mapear o seu ambiente e entender o que é risco psicossocial. Então, a carga horária está muito alta, as metas estão inalcançáveis, tem um chefe que é assediador e que já adoeceu várias pessoas nesse setor e nada foi feito. Então, esse mapeamento vai ser importante e a partir dele eu vou identificar onde estão os riscos e tem que ter um plano para cada risco. E isso vai ser vigiado, isso vai ser fiscalizado pelo Ministério do Trabalho.

Ou seja, são os EPIs psicológicos. Mas, de fato, algo mais subjetivo, né? Qual seria um exemplo mais prático? Porque como que as empresas vão fazer isso nessa fiscalização? Quando ela identifica aquele gestor mais assediador, algo que nem deveria existir, como vai ser esse trato para que, sei lá, talvez o RH entre em contato com essa pessoa? Quais outras coisas a gente consegue ter de exemplos mais práticos?

Existe esse plano de gerenciamento de risco que toda empresa tem que ter. Nele vai ter que constar o que a empresa considera que é risco psicossocial. Um fiscal pode chegar lá e entender que, por exemplo, uma empresa tem um risco psicossocial porque o funcionário está fazendo muita hora extra.

Então ele vai entender que aquilo ali pode sobrecarregar. Aquilo está lá mapeado pela empresa? Não, a empresa não viu. Então ele vai orientar, olha, você tem que mapear esse risco, porque isso aqui pode adoecer o sujeito. Então a partir de agora começa a haver esse diálogo também entre o que é risco e o que não é risco. Não tem um manual certo, porque isso é individual. Não dá para eu colocar uma regra que valha para todas as empresas. Cada empresa vai ter que ser olhada de um modo individual.

Perfeito. Como que em casa, então, eu consigo diferenciar? Justamente essa questão do burnout. O senhor falou sobre o esgotamento, o cansaço. Então, eu me sinto cansada. Mas que outro fator, talvez eu também tenha que ficar de olho, porque pode me gerar um afastamento médico.

Um outro pilar clássico do burnout é uma desconexão que a pessoa começa a ter do trabalho, das pessoas que trabalham com ela. Então, imagina aquele sujeito que antes ele chegava, fazia piada na hora do almoço, gostava do trabalho, ficava feliz quando fazia alguma coisa positiva lá dentro. E agora ele chega desmotivado, meio sem sentido, começa a achar que aquele trabalho não tem mais valor.

ele fica diferente do que era. Então, começou a ouvir de colegas assim, ah, você está diferente, você não costumava ser desse jeito, você está mais mal-humorado, você está mais desanimado. Esse também é um sinal de alerta. Ou aquela sensação também de que quando a gente acorda e vai trabalhar, você não tem vontade de ir para aquele lugar? Porque a gente escuta muitos relatos assim. É, o trabalho perdeu o propósito. E isso é uma das questões importantes dentro do burnout.

Perfeito. Quais então são as dicas essenciais e o cuidado que a nossa audiência tem que ter para ter uma vida melhor, com menos estresse? Como fazer esse equilíbrio, buscar uma atividade física, diferenciar aqui, né? Diferencie urgência de excesso. Acho que isso é bem difícil no ambiente corporativo em que a gente recebe zilhões de e-mails e tudo é muito urgente.

Eu falo muito para os meus pacientes, que geralmente são líderes, gerentes, executivos, eu falo, olha, não deixe a desorganização do outro virar a sua urgência. Então, todo mundo vai te mandar um e-mail de última hora urgente, porque eles estão desorganizados. Isso não precisa virar a sua urgência. Isso é fundamental. Se eu começo a viver de acordo com a urgência dos outros, e hoje tudo é urgência para todo mundo.

Uma criança de 10 anos vai te pedir uma coisa com urgência. O mundo está nessa velocidade. Então, acho que a gente precisa tomar cuidado para se filtrar. Esse é um bom ponto, sem dúvida. Estabelecer pausas reais tem que ter uma pausa ainda aqui dentro do expediente. Não dá para ir almoçar com o computador na frente ao celular ainda respondendo alguém.

essa é uma tecla que eu bato muito, assim, proteja o seu descanso. A gente precisa encontrar uma maneira de fazer pausas sem telas. E não importa se eu estou respondendo coisa no trabalho ou se eu estou na rede social, porque rede social também ativa estresse. Geralmente vai me mostrar coisas que eu tenho muito interesse, coisas polêmicas, coisas que eu quero interagir. Então, meu cérebro não descansa enquanto eu estou na tela.

Observar o seu corpo é importante. Seja quando a gente vai ganhando peso, comendo em excesso ou fazendo uso de bebida alcoólica também em excesso. Antes era social, mas agora todo dia eu preciso ir fazer um happy hour porque eu estou muito estressado pelo trabalho. Isso também não é positivo.

De jeito nenhum. E certamente o corpo começa a dar sinais antes, mas de novo as pessoas normalizam. E esse é o pior tipo de adoecimento, esse disfarçado de normalidade. Então se você está sentindo dores que não tem muita causa clara, se você está com taquicardia, a pressão de repente está aumentando.

alergias pelo corpo, queda de imunidade. Essas questões têm que ser ouvidas, é o seu corpo te dando uma mensagem. A mesma coisa o cansaço, a insônia. O nosso corpo começa a dar sinais muito antes de quebrar. Então, precisamos estar atentos a isso. Para isso, precisa reavaliar os limites.

Certamente. Eu falo muito isso também de que não adianta você consertar todo o ambiente de trabalho e você mesmo não aprendeu a colocar limite. Porque, de novo, o outro sempre vai te demandar mais. Sempre vai ter uma coisinha a mais para fazer, um e-mail a mais para responder. Ah, vê só isso aqui hoje. E eu tenho que saber a hora de falar não.

Perfeito. E procurar uma ajuda especializada, porque hoje eu vou desenhar a minha terapia, eu vou fazer crochê terapia, né? Terapia, é terapêutico terapia, são coisas diferentes, né, doutor?

Sou super favorável aos hobbies, eles precisam existir, fazem parte do tratamento, aliás. Mas tem que ter uma avaliação especializada para entender se aquilo ali é um esgotamento, se é uma depressão, se estamos falando de um burnout. Tem alguns diagnósticos que precisam ser separados porque cada um tem o seu tratamento ideal.

Doutor, muito obrigada pelas suas informações tão valiosas, importante para a nossa audiência. Obrigado vocês. Até a próxima. Bom, e o nosso Jovem Pan Saúde termina por aqui, mas o cuidado com você continua agora, viu? A partir de agora, com o NR1, a saúde mental não é mais um luxo. É um direito garantido no seu ambiente de trabalho. Então, não normalize o burnout, não ignore o estresse extremo. O doutor Daniel Sócrates foi certeiro. Colocar limites é, acima de tudo, um ato de saúde.

E falando em limíduos, o doutor Maurício Hirata, no Check-Up com Cláudio Lutenberg, nos deu também um mapa para entender sobre compulsão alimentar. Lembre-se, entender o porquê de cada garfada é o primeiro passo para ter mais energia e menos culpa. E vimos também...

que a corrida é uma aliada incrível, mas o seu corpo precisa de técnica para que o benefício não vire lesão. Então cuide do seu joelho, principalmente do seu coração. O alerta sobre o aumento de infartos em jovens é para nos fazer agir hoje, investindo em hábitos que garantam a nossa longevidade.

Bom, perdoar algum detalhe ou quer rever alguma dessas orientações, o programa completo te espera no YouTube da Jovem Pan News ou no Panflix. Dúvidas ou sugestões de pauta? É só mandar um e-mail pra gente, saúde.jovempan.com.br. Claro, te espero lá no meu Instagram também, arroba danubiabraga, pra gente continuar com essa troca diária.

E segue o Jovem Pan News, arroba Jovem Pan News, para não perder nada da nossa programação. Um beijo grande, se coloque sempre em primeiro lugar, tenha uma semana leve, consciente e com muita saúde. A gente se encontra na próxima. Tchau. Jovem Pan Saúde A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação.

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