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EUA podem classificar PCC como terrorista / Foco do caso Master muda

10 de março de 20261h59min
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (09):

O governo Lula teme possíveis consequências caso os Estados Unidos classifiquem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O chanceler Mauro Vieira chegou a conversar com autoridades americanas sobre o tema. No Planalto, há preocupação com riscos de interferência externa e impactos diplomáticos e econômicos.

A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República decidiram suspender, por enquanto, a apuração sobre possíveis ligações entre o banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades. A prioridade será investigar crimes financeiros ligados ao caso. Segundo os órgãos, o objetivo é acelerar a resposta judicial e tentar recuperar prejuízos causados pelas supostas irregularidades.

A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, pediu orações pela vida do ministro do STF André Mendonça. A manifestação ocorre enquanto o magistrado atua como relator de investigações ligadas ao caso Master. Nos bastidores, também há discussões sobre a ampliação da segurança do ministro e de sua família.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou apoio à criação de uma CPI para investigar ministros do Judiciário citados no caso Banco Master. O requerimento, apresentado por Alessandro Vieira, já reuniu assinaturas suficientes para ser protocolado no Senado. A instalação da comissão agora depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou sobre os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o futuro político do Irã. Durante entrevista, ele afirmou que o próximo líder iraniano terá que negociar com os Estados Unidos e com o Ocidente. Trump também comentou as operações militares e o programa nuclear do país.

Um levantamento aponta que o governo Lula já criou ou aumentou cerca de 30 impostos desde o início do mandato em 2023. O tema foi citado pelo senador Flávio Bolsonaro e pode ganhar destaque no debate político e econômico. A tributação deve ser um dos principais assuntos nas próximas eleições.

Pesquisa Real Time Big Data aponta o senador Flávio Bolsonaro na liderança das intenções de voto para presidente em São Paulo, com 39%. O presidente Lula aparece em segundo lugar, com 35%. O levantamento também mostra os índices de rejeição dos candidatos e a avaliação do governo federal entre os eleitores.

A CPMI do INSS recebeu menos de 1% dos documentos ligados à quebra de sigilo de Daniel Vorcaro no caso Master. A informação foi revelada pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana. Segundo ele, a Polícia Federal estaria filtrando os arquivos, mesmo após decisão do ministro André Mendonça garantir acesso completo aos registros.

Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Assuntos7
  • Banco MasterSuspensão de investigações sobre ligações políticas · Priorização de crimes financeiros · Recuperação de prejuízos financeiros · Investigações em paralelo no Senado · CPI para investigar ministros do STF
  • André Mendonça como Relator do Caso MasterPerfil do ministro e sua atuação · Investigação sobre vazamentos · Ampliação de segurança do ministro · Manifestação religiosa da Igreja Presbiteriana · Relatoria de investigações do INSS
  • Criação de CPI para investigar STFRequerimento de Alessandro Vieira · Apoio de Flávio Bolsonaro · Dependência de aprovação de Davi Alcolumbre · Inclusão de ministério da Fazenda e Banco Central · Ampliação das investigações
  • Conflito EUA-IrãPreocupação do governo Lula com interferência externa · Conversa com autoridades americanas · Impactos econômicos e diplomáticos · Riscos à soberania nacional · Mobilização do crime organizado
  • Geopolítica de Trump, Xi e PutinOperações militares contra o Irã · Programa nuclear iraniano · Negociações futuras · Proteção do Estreito de Hormuz · Parcerias energéticas
  • CPMI do INSS Recebendo Documentos FiltradosMenos de 1% dos documentos compartilhados · Filtragem pela Polícia Federal · Violação de decisão de André Mendonça · Atraso nas investigações · Denúncia de Carlos Viana
  • Pesquisa de Mercado e ConsumoFlávio Bolsonaro liderando com 39% · Lula em segundo com 35% · Índices de rejeição dos candidatos · Avaliação do governo Lula · Liderança da direita no estado
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Os Pingos nos Is. Jovem Pan. Olá, tudo bem com você? Seja bem-vindo, começando mais uma edição do programa Os Pingos nos Is, reunindo os assuntos mais importantes do dia, sempre contando, claro, com as análises dos nossos comentaristas. Eu sou Daniel Caniato e você é sempre muito bem-vindo aqui na programação da Jovem Pan. Primeira notícia de hoje, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República vão paralisar as investigações sobre as possíveis ligações

Daniel Vorcaro e autoridades, pelo menos por enquanto. Segundo os órgãos, com o objetivo de acelerar a resposta judicial, a apuração será concentrada nos inquéritos sobre crimes financeiros, já que os investigadores avaliam que já existem provas suficientes para demonstrar irregularidades. Além disso, a Polícia Federal e a PGR também querem tentar recuperar o quanto antes os prejuízos financeiros causados pelas práticas do banqueiro

É por isso as suspeitas envolvendo corrupção de políticos deverão ser investigadas em um outro momento. Chamar os nossos comentaristas. O Luiz Felipe Dávila já está preparado. Apóstolos Dávila, seja muito bem-vindo. Ótima noite a você, excelente semana. A informação aponta para uma paralisação momentânea das investigações referentes às relações entre Daniel Vorcaro e políticos.

E aí eu queria que você discorresse a partir da necessidade de investigar os muitos crimes em várias áreas. É preciso setorizar dessa maneira, como a notícia apresenta, ou são muitas coisas e tudo deveria ser investigado ao mesmo tempo? Deixar para um segundo momento não pode deixar a coisa esfriada, Ávila? Bem-vindo. Boa noite, Caniato. Boa noite aos meus colegas de bancada e boa noite à nossa querida audiência. Caniato, nós temos de olhar essa questão...

sob dois prismas. O primeiro é o seguinte. A Polícia Federal diz que já tem material suficiente para investigar as fraudes financeiras e deseja focar primeiro neste quesito. Isso pode ser uma parada estratégica para dar atenção ao grande problema do Banco Master. Não podemos esquecer que se trata da maior fraude financeira da história do país.

primordial. Mas isso não significa que as investigações vão continuar nas outras frentes. O ponto que talvez seja uma arrumação de casa, focar primeiro nas questões financeiras para depois partir para uma segunda etapa dessas relações promíscuas entre figuras da política e o Banco Master. Neste sentido, Caniato, até faz certo sentido, porque ao colocar o foco na questão

que é desvendar toda esta fraude financeira e deixar as questões políticas e imorais pra daqui a algumas semanas, pode inclusive criar até mais desconforto nos políticos. Mas, por outro lado, as outras frentes continuam a trabalhar. Hoje mesmo nós vamos discutir aqui que o Senado Federal, o senador Alexandre Vieira, conseguiu as assinaturas pra se instalar numa CPI

de Dias Toffoli no caso Master. Então, o que eu disse sempre aqui no Pingos nos diz, essa história do Banco Master já se tornou um caso difuso, onde estão acontecendo várias investigações em várias frentes. Agora, a Procuradoria Geral da República, aí é outra história, né, Caniato? Porque até o momento ela jogou parado o tempo inteiro, não se manifestou, pelo contrário, quis sepultar essa questão gravíssima do Banco Master.

a Polícia Federal, sim, esta vem cumprindo a sua tarefa. A Procuradoria-Geral da República tem muita explicação a dar à população. Por que quis engavetar este caso que se tornou a maior fraude financeira do país? É isso, os vários aspectos que envolvem as investigações em relação ao caso do Banco Master. Chama o Roberto Mota. Mota está ao vivo lá no Rio de Janeiro. Vai trazer também suas análises e impressões. Mota, seja bem-vindo. Ótima noite a você.

as informações indicam que há, neste momento, a intenção de avançar e concluir, pelo menos nesse momento, os crimes financeiros, a investigação em relação aos crimes financeiros. E as apurações sobre ligações entre Vorcaro e políticos, ou atuação irregular, ilícita de políticos, autoridades, isso ficaria para um segundo momento. Enfim, queria que você discorresse a respeito.

tudo ao mesmo tempo? É preciso também setorizar? Algumas coisas poderiam ser deixadas para depois? O que você pensa a respeito? Olha, nos últimos anos, a gente viu a polícia e o Ministério Público e o Judiciário investigando mensagem em grupo de WhatsApp, Caniato. Quem tem recurso e tempo para isso, tem recurso e tempo para investigar algumas das coisas mais graves que esse país já viu, que são justamente

as conexões do escândalo do Banco Máfia com algumas autoridades. Boa noite pra você, boa noite aos meus colegas de bancada, boa noite a nossa audiência. Quando se trata de prever as consequências do escândalo do Banco Máfia, os brasileiros se dividem. Metade acha que não vai dar em nada, a outra metade acha que vai acabar em pizza. Cabe aos parlamentares responder ao ceticismo do povo brasileiro.

daí que vem a esperança, se existe alguma, de um recomeço para o Brasil, do Congresso Nacional. A esperança não vem do governo e muito menos do sistema de justiça. Pois é, Bruno Musa também ao vivo com a gente nesta abertura de Os Pingos nos Is. Bruno Musa, seja bem-vindo, uma ótima noite a você. A notícia de abertura aqui do programa, a Polícia Federal e a PGR acabam paralisando as investigações sobre a relação

entre Daniel Vorcaro e políticos, autoridades. Isso ficaria para um segundo momento. Eles vão focar os esforços na investigação e na apuração dos crimes financeiros. Entendem que já há indícios, inclusive, até o encerramento, por exemplo, de um inquérito, enviariam para o Ministério Público, o Ministério Público ofereceria a denúncia à Justiça. Enfim, o que acha dessa divisão dos trabalhos? Boa noite, Caniato. Bom começo de semana.

todos que nos escutam no Brasil. Bom, eu acredito que estejamos vivendo aqui algo que nos dê aquilo que eu sempre falo, gera um pouco de expectativa, mas não esperança. Aquela pergunta de quem sabe agora, quem sabe agora no país onde a impunidade impera. Eu não gosto muito dessa história de deixa para depois ou já indícios suficientes. Na minha opinião, já indícios suficientes há muitos anos. Agora estão escancarados, escrachados, escritos com letras garrafais para que todo mundo entenda

correlações expuras que estamos assistindo ao longo dos últimos dias aqui no Brasil e cada vez mais óbvias essas relações completamente complicadas, por dizer assim. Portanto, eu acho que a Polícia Federal teria abraços suficientes para continuar investigando mais profundamente. Esses dias saiu, acho que no final de semana, uma notícia mostrando que a Polícia Federal tinha lido 30% das mensagens do Daniel Vorcaro e 30% já foi suficiente para chamar a prisão, para começarmos a

questionar o óbvio de um contrato de 129 milhões de todos os envolvimentos de outros ministros com essas relações espúrias, como eu mencionei aqui. Imagino que pode conter os outros 70%. Então, eu sou a favor de que tenhamos essa pressão como um todo para que não pare nenhum tipo de investigação. As provas que estão aí, elas podem ser a ponta do iceberg, como de fato eu acredito que são, e, portanto, devem ter muito mais coisas assustadoras por debaixo.

tecnologia tem condições suficientes para continuar investigando tudo em paralelo. Afinal de contas, todos nós financiamos isso de maneira obrigatória. Temos o direito e o dever de saber cada detalhe disso e que caia um por um que tenha participado do que foi o maior escândalo da fraude financeira no Brasil. Pois é, muita coisa pode acontecer. De agora até esse momento que vai ser escolhido pelas autoridades para iniciarem o protocolo de apuração,

da relação entre Daniel Vorcaro e os políticos. Deixa eu passar mais uma vez para o Luiz Felipe Dávila. Dávila, quando a gente fala de faz algum sentido, você trouxe isso aqui, né? Separar em capítulos, deixar as relações perigosas entre Daniel Vorcaro e políticos e autoridades para um segundo momento. Mas isso também não pode soar estranho, uma vez que as mensagens estão sendo divulgadas, o Bruno Musa bem destacou uma informação que veio à tona no fim de semana,

30% das mensagens teriam sido lidas ou avaliadas pelos policiais da PF. A gente fica se perguntando, bom, o que mais vai aparecer? E os tais vídeos e fotos das festas? O que eu quero dizer é que muita água pode passar debaixo dessa ponte nas próximas semanas e lá na frente talvez fique inviável conseguir avançar com a investigação entre Daniel Vorcar e autoridades. Vai saber o que pode acontecer.

dessa mistura de coisas irrelevantes com fatos picantes. Irrelevantes e picantes é a conversa dele com a namorada, que conversou com o presidente, conversou com o ministro, isso aí é totalmente só historinha, não conta nada. Agora, o que você entender é como é a conexão de políticos com o Banco Master, por exemplo, na fraude da Previdência Social de vários estados, nos descontos de precatórios, se teve rebate ou não,

para esses políticos e fraudadores. Isso é que interessa. Por isso que eu digo, se focarmos na questão financeira, vai aparecer várias dessas ligações promíscuas entre políticos e o Banco Master. Mas se jogar tudo isso que é muito relevante, que no final de contas, o que nós queremos? Não só punir culpados, mas nós queremos entender onde é que falhou todo esse processo de fiscalização,

de uma instituição financeira que deixou um prejuízo de mais de 50 bilhões de reais. Nós precisamos entender onde é que tem os pontos cegos, os pontos fracos, para poder melhorar a regulação do sistema financeiro, para poder punir pessoas envolvidas nesta fraude. Isso é o que importa. Agora, se misturarmos isto, que é a essência desse caso, com conversas, qual é o preço do iate da namorada, se usou ou não usou, é começar a misturar as coisas picantes e irrelevantes

com coisas extremamente relevantes. Então, ao meu ver, ao focar na questão financeira, não é que vai deixar de aparecer outras coisas, mas vão aparecer coisas de maneira mais disciplinada e que tem a ver com o caso. Porque, senão, nós vamos entrar numa mistura de minissérie e novela com questão séria de investigação que não ajuda a elucidar o que ocorreu. Então, eu entendo que ter foco

hora não significa abandonar investigações, significa a priorizar o que deve ser investigado e quais são os fatos que ilustram o tamanho desta fraude financeira. Pois é, quero até destacar pra nossa audiência algumas críticas que foram feitas nos últimos dias em relação ao vazamento das conversas de Daniel Vorcaro com figuras que em tese, em tese, parece que não vão ajudar muito nas investigações.

Mas tem aquela coisa que vocês já tinham dito que renderia muitos cliques, né, Mota? Estamparia muitas capas de portais de notícias, de jornais, as relações de Daniel Vorcaro, a vida extravagante de Daniel Vorcaro. Talvez isso ajude pouco na investigação, mas muitas vezes uma informação aqui, outra ali, a tal reunião com pessoas importantes no bar da Lameda Lorena aqui em São Paulo, contas de 400 mil, isso em tese não ajuda muito.

Mas talvez tenha uma informação aqui e outra ali que, se bem verificada, pode colaborar também na elucidação dos crimes financeiros. Não, Mota? Sem dúvida. A polícia não precisa de ajuda. A polícia não precisa ser ensinada como se deve investigar. Se tem uma polícia no mundo que tem experiência com investigações complicadas, é a Polícia Federal do Brasil. Não há dúvida.

que não está disponível em nenhum outro lugar do mundo. O que a polícia precisa é ter liberdade para fazer o seu trabalho. E aí entra o papel dos políticos, de criar um ambiente institucional para que a polícia possa realmente fazer o seu trabalho, ela decidir quais são os indícios que ela vai seguir, chegar às conclusões que ela tiver que chegar e doa a quem doer.

Evidente que não é isso que vai acontecer, não há dúvida nenhuma. Eu, mais uma vez, vou insistir no ponto, na quantidade de investigações e inquéritos que aconteceram nesse Brasil nos últimos anos. Eu conheço, eu conheço empresários, trabalhadores, pessoas de bem aqui do Rio de Janeiro, que tiveram a polícia batendo na sua porta às seis horas da manhã.

celulares apreendidos, contas bancárias da empresa congeladas. Qual foi o crime que eles cometeram? Colocaram um emoji num grupo de WhatsApp. Então, é inaceitável que um sistema de justiça que teve tempo, recurso pra fazer isso, agora tenha que priorizar esta investigação para não atrapalhar as outras. Eu acho, Caniato, isso é só o meu palpite.

A gente pode até depois fazer uma pesquisa aqui com os nossos ouvintes. Que o aspecto mais grave desse escândalo do Banco Master é justamente o envolvimento com autoridades. Essa história de CDB, de compra de crédito falso, nesse momento, isso é nada diante dos indícios de que coisas gravíssimas ocorreram

justiça criminal. Ora, um país que perde a fé no seu sistema de justiça é um país que está flertando com o caos. Me surpreende, mas isso é só a minha opinião, que alguém possa achar que há alguma investigação mais importante do que essa. Pois é, a gente vai continuar tratando das questões que envolvem as apurações, as investigações em relação ao caso do Banco Master. Deixa eu só girar a reportagem da Jovem Pan News, porque é uma das figuras

Quando a gente fala em investigação do Banco Master, a gente tem que jogar luz sobre um personagem. A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, pediu orações pela vida do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é pastor nessa instituição religiosa. Quem vai trazer detalhes da notícia é a Júlia Firmino. Chega ao vivo aqui em Os Pingos nos Is. Júlia, seja bem-vinda, uma ótima noite a você.

O medo, então, é de um atentado contra o ministro do Supremo André Mendonça. É isso, Júlia? Bem-vinda mais uma vez. É o que dá a entender, né, Caniato? Boa noite pra você, pra quem tá com a gente aqui no Pingos nos Is, na programação da Jovem Pan. Isso vem também alguns dias depois da gente ir lá na sexta-feira ter falado daquela possível ampliação da segurança do ministro André Mendonça, agora não só pra ele, mas pra família dele também.

que contariam, então, com um sistema maior de segurança pessoal. Fato é que ontem, domingo, aqui em São Paulo, na capital paulista de onde a nossa equipe fala, esteve presente o ministro André Mendonça, junto dos outros pastores ali da Igreja Presbiteriana de Pinheiros, para um culto. E nessa oportunidade, realmente, a igreja fez uma publicação nas redes sociais pedindo orações pelo ministro.

Uma postagem, né? Uma arte feita dessa postagem pra gente ter ideia do que foi declarado ali naquela publicação. Essa arte foi separada pelo nosso editor Pedro Vitor. Só pra gente esclarecer ali pros nossos ouvintes que estão na rádio também nos acompanhando, a mensagem publicada vem com uma foto, né? Em que Mendonça aparece entre os pastores Hernandes Dias Lopes e Arival Dias Casimiro, que são pastores da IP Pinheiros. Nessa publicação tá dito.

Abre aspas. Estamos em oração pela vida do reverendo André Mendonça. Ore conosco. Fecha aspas. Essa publicação, a gente conferiu agora há pouco, tem mais de 140 mil curtidas. E o vínculo que Mendonça tem com essa instituição religiosa é de membro, mas também de pastor colaborador. Isso vem em um contexto, Cariato, em que agora André Mendonça é relator, né?

o Banco Master e que ele abriu também o inquérito para apurar e investigar os vazamentos de informações em relação a esse caso. A gente também destaca que, como eu disse, na abertura dessa entrada ao vivo, que a Polícia Judicial do Supremo Tribunal Federal havia procurado o gabinete do ministro ainda na semana passada para avaliar a necessidade e a viabilidade, ou seja, como isso poderia acontecer, a extensão, a ampliação

do serviço de segurança privada, segurança pessoal, na realidade, do ministro, mas também da sua família. Atualmente, só o ministro é contemplado com esse serviço, assim como acontece com outros membros da corte, mas agora a ideia seria, então, ampliar não só para o ministro, mas para sua esposa e também aos seus filhos essa segurança. Volto com você.

é a situação de momento em relação à Mendonça, como o Supremo, inclusive, avalia a necessidade de reforço da segurança do ministro da Suprema Corte. Júlia, muito obrigado pelas informações, bom trabalho para você. A gente volta a conversar ao longo da programação. Deixa eu passar para os nossos comentaristas. Deixa eu passar para o Bruno Musa, começar essa com o Bruno. Muitos temem pela vida de alguns personagens envolvidos no caso do Banco Master. Acho que há alguns dias nós falávamos sobre uma jornalista, ou até,

dois jornalistas que participaram ativamente da divulgação das primeiras informações a respeito dessa fraude envolvendo o Banco Master, dois jornalistas de O Globo, um, inclusive, acabou aparecendo nas mensagens tratadas por Daniel Vorcaro com o tal Sicário, como sendo uma figura que poderia, inclusive, apanhar após a armação de um assalto, que foi essa a tratativa feita por Daniel Vorcaro

o Capanga, hoje morto após ele atentar contra a própria vida. Mas um outro personagem importante, né, Bruno Musa? É o ministro André Mendonça. Há, inclusive, o entendimento de que um reforço na segurança seria muito adequado. E aí as lideranças da igreja onde ele prega pedindo orações pela vida do ministro. Eu acho que tem uma questão simbólica, né? Ah, ele tem uma grande responsabilidade. Vamos aguardar o avanço das investigações. Esse trabalho é muito importante. Por isso, vamos orar.

por ele, eu acho que tem essa simbologia, mas tem uma questão prática também, né? Ele virou um alvo. Só de falarmos sobre isso, Caneata, a primeira coisa que me vem à cabeça, nós falaremos mais adiante aqui a respeito do crime organizado e da relação isso com o terrorismo, mas só de um juiz estar expondo alguma verdade, tentando fazer um trabalho, digamos, até o que parece até um momento muito mais sério, muito mais diligente, com toda a corrupção que está, repito,

crachada em letras garrafais para qualquer um ver, qualquer um, qualquer criança consegue entender o que está acontecendo hoje no Brasil. Será que não fala muito sobre o país se nós tivermos aqui a mente que um juiz que está fazendo o seu trabalho passa a ser um possível alvo de assassinato? Será que isso não mostra muito a situação que o Brasil está? Veja, até o momento nós estamos falando de figuras públicas, figuras importantes da política brasileira, figuras importantes do status

o do Brasil. Se essas pessoas que são gente de partidos importantes, gente dos três poderes, executivo, legislativo, judiciário, não estamos expondo aqui nenhum tipo de ah, o maior traficante, o responsável de uma determinada organização criminosa A ou B. Não, estamos falando de políticos, de pessoas, de instituições dos três poderes do Brasil. E ao mesmo tempo que falamos que há indícios importantes de envolvimento

de figuras do status quo brasileiro, da política brasileira, ao mesmo tempo o juiz que conduz um trabalho mais sério vira vítima, ou vira melhor alvo de assassinato? Será que isso não mostra muito a situação que o Brasil se encontra? Ou seja, ao invés de falarmos que estamos descobrindo a corrupção, podemos combatê-la, vamos por fim tentar lutar contra a falta de punição no Brasil, a impunidade que impera no Brasil há muito tempo? Não.

da verdade, expondo políticos das três instâncias dos principais poderes do Brasil, virá alvo de ser assassinado? Não fala muito sobre o momento que o Brasil chegou? Uma rápida parada pra você que nos acompanha pela rede. Mas nós seguimos aqui nas outras plataformas, nossos comentaristas trazendo as impressões a respeito dessa manifestação da Igreja Presbiteriana de Pinheiros. O ministro Mendonça também é um líder religioso, é um pastor,

prega nessa igreja e teve uma postagem pedindo orações pela vida do ministro. Você, Dávila, qual é a leitura, a interpretação? Tem uma questão simbólica, de importância pelo cargo que ele ocupa, pelos desafios que vêm pela frente, mas há esse aspecto de segurança, uma vez que o próprio STF tem estudado maneiras de ofertar ou reforçar uma segurança para o ministro e sua família. Criato, isso mostra algo fundamental.

Estado brasileiro tem vários mafiosos, não é só o banqueiro Vorcaro, porque se não tivesse mafioso do outro lado não teria escândalo, se tem é porque tem comparsa nessa história, tá cheio de comparsa nessa história, mas o ponto aqui é o seguinte, primeiro, temos sim de rezar pela vida de André Mendoza, que está fazendo um trabalho exemplar, mas aqueles que defendem a democracia, a liberdade, a importância das instituições, inclusive do Supremo, deveriam não só rezar

pela vida de André Mendonça, mas para que a sua relatoria seja exitosa no sentido de esclarecer dois crimes que marcaram a atualidade. O caso do Banco Master e o rombo do INSS. Por quê? Porque se o Supremo fizer um bom trabalho apresentar um relatório que pune os culpados, denuncia os mafiosos que hoje

completa um Estado brasileiro, isto vai ajudar imensamente a resgatar a credibilidade e a reputação do Supremo Tribunal Federal. Esse é o ponto. Se tem algo que hoje pode salvar parte desta reputação tisnada do Supremo, é justamente a relatoria de André Mendonça em fazer um trabalho sério de apuração, de investigação e de julgamento,

esses dois grandes escândalos que marcaram a vida brasileira nos últimos meses. A questão do INSS e Banco Master. Portanto, aqueles que acreditam nas instituições estão não só rezando, mas apoiando a relatoria de André Mendonça. Agora, aqueles sabotadores do Estado Democrático e Direito, do devido processo legal, que tem rabo preso, esses querem melar esse jogo.

é um ponto fundamental. Este é um caso que separa o joio do trigo. Aqueles que defendem a Constituição, a liberdade, as instituições inclusivas e aqueles que usam o poder para locupetar a nação. Este é o ponto decisivo. Por isso, o ministro Fachin, presidente do Supremo, também tem um papel fundamental em blindar

atos de sabotagem que já vem ocorrendo na própria corte contra a relatoria de André Mendonça. Programa Os Pingos Nuzis, a notícia em destaque, a igreja em que o ministro Mendonça atua como pastor, pedindo orações pela vida do ministro. Recebendo a rede Jovem Pan, todos conectados aqui em Os Pingos Nuzis. Vou passar também para o Mota para trazer suas impressões a respeito desse posicionamento da instituição religiosa,

jogando luz sobre a atuação do ministro Mendonça. O Dávila menciona as relatorias de responsabilidade de André Mendonça. O caso que envolve as fraudes no Banco Master, mas também aquele grupo que, de alguma maneira, atuava para fraudar os muitos benefícios do INSS. As fraudes do INSS. Dois casos muito importantes que envolvem figuras poderosas, gente com muito dinheiro.

Por curiosidade, eu vim dar uma olhada aqui no nosso chat, Mota. Claro que lembram de um caso relativamente recente, de 2017, mas em que um ministro que também relatava um caso de grande repercussão, da Lava Jato, acabou falecendo após um acidente aéreo. Tudo bem. Foi uma lembrança da nossa audiência. Mas o que eu quero dizer com isso, diante de casos tão importantes,

a relatoria precisa sempre estar atento. Estar atento e se proteger. Eu acho que é isso, né? A gente tem que ter cuidado com esse assunto. Eu já ocupei, por um período curto, um cargo que tinha uma exposição de segurança. E eu vou dizer para vocês, ninguém tem nenhuma ideia do que acontece lá. A maioria das ameaças, a maioria das situações complicadas, nunca chega ao conhecimento de ninguém.

Só Deus sabe o que é a rotina de uma pessoa sobre a qual paira algum tipo de ameaça. Só Deus sabe como se sente alguém que tem que tomar decisões que afetam de forma negativa pessoas poderosas. É muito difícil, é impossível para nós que estamos aqui fazer qualquer tipo de julgamento, qualquer tipo de avaliação. Eu acho, Caniato, que rezar não faz mal a ninguém.

Deus e respeitar os mandamentos é um excelente caminho para uma vida produtiva e sadia. Não tem erro. Qualquer um que acompanha a política pode até pensar que não existem homens bons na política. Às vezes até os comentários que eu faço aqui podem criar essa impressão. Mas nada é tão distante da realidade. Porque são os homens bons que existem na política que impedem

que esse país caia de uma vez no abismo. Esses homens bons na política sempre existiram e sempre continuarão existindo e a gente tem sim que rezar todo dia pra que Deus os proteja. É o ministro da Suprema Corte e é responsável pela relatoria de duas investigações, dois casos muito importantes. A investigação das fraudes no Banco Master, mas também a apuração do esquerdo

Tema fraudulento no INSS. Você, Bruno Musa, olhando para o perfil de André Mendonça, uma figura muito mais discreta, religioso, muito religioso, foi escolhido como relator do Master após aquela saída voluntária do então relator, depois de muitos questionamentos na imprensa, aquelas informações que vieram à tona. Qual é a sua aposta para essa relatoria? Tem lhe surpreendido?

pessoas até preocupadas, dizendo, ah, mas eu fico com receio, acho que essas investigações não vão pra frente, porque em qualquer instituição da República sempre tem um negócio chamado corporativismo, né? As figuras se protegem e tal. Você acha que no caso de André Mendonça ele tem um perfil diferente? Ele vai avançar, custe o que custar, mesmo que isso respingue em seus pares? Olha, Caneto, infelizmente no Brasil um trabalho técnico ele nos surpreende, ou seja, o óbvio nos surpreende, não deveria ser dessa maneira.

quando alguém pega e joga um papel no lixo, a gente olha e fala, nos espantamos com isso. O deveria ser óbvio. O mínimo de civilidade, de educação, de respeito com o próximo aqui no Brasil gera notícia de jornal. Alguém roubou, alguém achou uma carteira com dinheiro e devolveu. Olha só, o que deveria ser completamente normal. Então, ao que me parece, até onde a gente tem visto, ele tem feito um trabalho onde ele está dando uma sequência para expor, de fato, os responsáveis e mostrar esse trabalho técnico.

a gente já vê o que nós falamos, uso de colete, mais proteção, enfim, vira alvo de grupos escusos, por assim dizer. Então, me parece que a gente tem uma... O que dá para falar até o momento é que o que temos em mão, me parece que ele está sim conduzindo esse trabalho com mais seriedade e com o lado técnico. Veja, se ele mudar de ideia, não sabemos. No Brasil, nada nos cansa de surpreender.

falando frases ou entrevistas importantes e fortes. Por exemplo, uma delas ele falou que ele conduziria as investigações e seguiria, não importa a quem chegasse, dando claros indícios que se chegasse mais profundamente ainda do que já está chegando a mais ministros pares dele do STF, que mesmo assim ele seguiria essa conduta. Será que por isso ele precisa de mais proteção? Pode ser? Outros políticos, outros poderes da República,

como um todo, como eu mencionei no meu comentário anterior mas pelo menos com o que nós temos em mãos até esse momento nos parece, ou há indícios de que ele seguirá conduzindo se alguma outra força alheia, externa alguma parte vier a travar esse processo, veremos infelizmente no Brasil tudo é possível mas com o que temos em mãos até hoje, me parece que até esse segundo, ele conduzirá de uma maneira mais dura e mais firme custe o que custar, veremos

ações referentes a uma possível apuração, uma comissão parlamentar de inquérito que aconteceria em uma das casas legislativas federais, no Senado, para avançar com investigações sobre ligações entre membros da Suprema Corte e aí o caso que envolve o Banco Master. Mas isso daqui a pouquinho, deixa eu só pedir para o Dávila também compartilhar a sua impressão sobre a figura de André Mendonça, o que o perfil dele pode ajudar nessa investigação,

E qual deve ser o posicionamento de um ministro da Suprema Corte quando ele se depara no âmbito da investigação com indícios de ligação de colegas, de outros integrantes do Judiciário? Deve ser uma situação super delicada. Abriria aí um outro inquérito, um inquérito em separado, para investigar somente a atuação, sei lá, daquela figura pelo cometimento de algum crime, sei lá, advocacia administrativa, por exemplo?

Lógico que gera enorme desconforto começar uma investigação e deparar que pessoas que o cercam no tribunal estão envolvidas nisso. É óbvio que isso gera desconforto, mas aí vem a grande história. Aqueles que zelam pela Constituição, pela lei, pelo Estado de Direito, e aqueles que têm uma visão, vamos dizer assim, flexível do que é a Constituição, e vão interpretando, adaptando, de acordo com a sua visão pessoal,

ideologia política. Isto é uma distorção do papel da Constituição. A Constituição existe para limitar o poder do Estado e garantir o maior grau de liberdade possível para o cidadão. A Constituição, o papel do Supremo na Constituição é dizer se uma lei é constitucional ou não. Essa história de começar a interpretar a lei além de dizer se ela é constitucional ou não e dizer como ela deveria

isso é uma aberração que não está na Constituição brasileira. Isso é um poder autodelegado. E isso que veio distorcendo o papel do Supremo ultimamente. Isso que abriu espaço para a arbitrariedade, pelo voluntarismo político, que acabou, ao invés de trazer o Brasil de volta à normalidade, gerou mais insegurança à jurídica e acirrou essa questão do ativismo judicial. Então, o que André Mendonça está fazendo

é cumprindo o seu papel na Corte Constitucional como se espera. Seguir fielmente a lei, seguir fielmente as evidências e não ficar usando licença poética para interpretar as coisas de acordo com a crença política e ideológica de cada um. E isso tem um custo no Brasil hoje. Tem um custo, Caniato, porque nós já vimos vários membros do Supremo Tribunal Federal agirem de acordo com as suas preferências políticas,

com as suas convicções e dogmas e não de acordo com o que está estritamente na Constituição. Por isso que eu digo que a atitude de André Mendonça pode ser um exemplo para voltar a fazer que o Supremo se comporte como uma corte constitucional e não como um tribunal político. Deixa eu até privilegiar a audiência rotativa. Nossa manchete principal agora trata de uma questão que até nós chegamos a tratar na

E aí, Mota, você como fez um questionamento a respeito do que é mais importante? Queria que você discorresse a respeito de uma dúvida que alguns internautas aqui chegaram a dizer.

dividindo no nosso chat. Eles entendem o seguinte, beleza, se avançar a investigação e a punição para os crimes financeiros, as punições forem aplicadas de maneira exemplar, não se corre o risco de sentar em cima da segunda parte da investigação que trata dos políticos, dos representantes de instituições importantes, talvez até com a proximidade do processo eleitoral, optem em deixar isso para depois, e aí você sabe,

deixar pra depois no Brasil é um convite pra nunca mais você olhar a capa da investigação, né? Esse comentário é interessante, Caniato. Agora, não me parece que exista conexão entre a primeira parte da pergunta e a segunda. Primeiro, o que pouca gente acredita que mesmo os crimes financeiros serão punidos de forma exemplar. Isso talvez acontecesse pela primeira vez. Eu não me lembro de nenhum crime financeiro

que tenha sido punido de forma exemplar. Forma exemplar, na minha concepção, é a punição que recebeu o Bernard Madoff nos Estados Unidos. 180 anos de prisão. Eu só vou colocar um parênteses aí, se me permite. A pessoa, inclusive, que fez essa exposição usou um termo, um termo que muitas pessoas conhecem, principalmente os mais antigos, usou a expressão boi de piranha. Talvez o boi de piranha fosse punido exemplarmente. E aí os poderosos, os cabeças,

pode continuar, desculpa.

coisa. Como eu já disse antes, eu acho essa alegação inaceitável. Um Estado que tira 40% de tudo que os cidadãos ganham pra se financiar, não tem recursos pra fazer essa investigação. Eu vou dar uma sugestão aqui. Tira essa investigação da Suprema Corte. Coloca essa investigação onde ela deveria estar. Não vão investigar só crimes financeiros, não é isso? Então, tira. Pra que que é essa investigação?

Está na Suprema Corte. Mas de qualquer jeito, eu acho que o foco inicial nos crimes financeiros não significa que alguma coisa depois vai acontecer ou deixar de acontecer. E eu acho que a menos que os nossos parlamentares entendam o momento pelo qual o Brasil está passando e tenham a coragem de mostrar por que eles são os representantes do povo,

que a gente já cansou de ver. E foi o que a gente... E nada representa melhor isso do que a história da escola de Samba, que eu acho que nós vamos falar aqui, né? É o enredo da desigualdade perante a lei que prevalece no Brasil. Algumas pessoas no Brasil podem fazer o que elas quiserem e nada acontece. E fica aqui o meu desafio aos nossos políticos. Provem que eu estou errado.

também da necessidade de investigar também no âmbito do legislativo. Pelo menos é isso que defendem vários senadores. Inclusive, Flávio Bolsonaro, que é senador, anunciou a sua adesão ao requerimento para a criação de uma CPI para investigar os ministros do Poder Judiciário que foram citados no esquema do Banco Master. A assinatura aconteceu depois do senador Alessandro Vieira, ele é o autor desse pedido, confirmar que atingiu o número mínimo de apoio

para protocolar essa solicitação. Em um texto que foi publicado nas redes sociais, Flávio afirma que as investigações devem ir além do Judiciário, que pedirá a ampliação das apurações para incluir o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, dizendo que todo o caso aconteceu debaixo do nariz deles. A instalação do colegiado depende agora do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, figura

crucial, inclusive, na instalação da CPI no Senado Federal. Você, Bruno Musa, quais aspectos dessa tentativa dos senadores você gostaria de destacar aqui para a nossa audiência? CPI é um caso que, se não resolve toda a situação, pelo menos joga luz sobre um tema que está sendo apurado também em outras frentes. Você é defensor de uma CPI para tratar da possível?

entre esses ministros e o caso do Banco Master? Acho que sim, acho que a gente chegou num momento que toda e qualquer CPI aqui nesse caso é importante para não deixar morrer. Simplesmente por essa falta de confiança que temos aqui nas instituições por todos os motivos óbvios. Então, qualquer tema adicional que joga uma luz e que nos exponha ou mesmo que não venha resolver, mostre um pouco mais dessas entranhas que estamos assistindo, eu acho que faz total sentido. Uma CPI, uma CPMI, ela traz

pressão, ela traz mais visibilidade, ela traz mais imprensa em cima noticiando e, portanto, fica mais difícil de jogar tudo pra debaixo do tapete. No Brasil, nada é impossível, mas fica mais difícil. Você tem mais pessoas falando, você tem mais notícias a respeito, maiores comentários, maiores trabalhos em redes sociais, maiores engajamentos de políticos querendo fazer, mesmo que da oposição, fazendo uma justificativa pros seus eleitores de que está jogando uma luz em cima de algo que tá claro, que tem coisas muito

estranhas, corrupção, dinheiro público envolvido, bilhões e bilhões de uma fraude que eu sempre repito, e não vou cansar, que é a maior fraude do sistema bancário nacional, que ultrapassa os limites do sistema financeiro e vai além, vai para todos os políticos. Quando você menciona, por exemplo, o Banco Central, quando você menciona o ministro da Fazenda, o Fernando Haddad, são pessoas que fazem parte de um colegiado que compõe o Conselho Monetário Nacional. Então, tudo isso faz parte dessa investigação que a gente não sabe,

Até onde vai todos esses tentáculos? Quando começamos a discutir isso, parecia uma fraude bancária lá atrás, com taxas de juros remunerando clientes acima da grande média dos seus pares concorrentes. Agora nós vemos que é uma coisa extremamente relevante. A captação com taxas adicionais era uma simples sementinha do que estamos descobrindo tudo e que tem muito mais para descobrir.

no celular do Daniel Vorcário, em um dos celulares que parece que aprendeu três celulares adicionais. Então, são pessoas importantes de todos os meios, instituições, políticas brasileiras que têm algum tipo de laço com o que estamos vendo, seja dentro do mercado financeiro, seja no judiciário, no legislativo ou no executivo. Os tentáculos estão por todas as partes. E, nesse momento, é extremamente relevante que o Brasil tenha a condição de passar por uma mudança em 2026, e isso não passa pelo nome do Flávio,

qualquer um opositor dessa mentalidade que tomou conta do Brasil nas últimas décadas. Portanto, qualquer luz adicional que venha jogar e pressão para cima dessas pessoas e a população falando a respeito, eu acho que é extremamente relevante. É extremamente relevante, perdão. Pois é, daqui a pouco, manifestação do presidente norte-americano Donald Trump, a gente vai trazer em detalhes. Daqui a pouquinho, deixa eu só passar para o Dávila, porque é preciso olhar também para o Senado Federal, né, Dávila?

É importante acompanhar uma comissão parlamentar de inquérito para investigar relações entre membros integrantes da Suprema Corte com o caso do Banco Master. É preciso também fazer essa ponderação. O Senado Federal é uma casa legislativa que tem poderes adicionais quando a gente olha para os integrantes da Suprema Corte, não é? Certamente. Aliás, o Senado Federal tem o poder, inclusive, de abrir um processo de impeachment.

contra ministros do Supremo Tribunal Federal. Portanto, iniciar uma investigação no Senado me parece a casa ideal. E o que as assinaturas conquistadas pelo senador Alessandro Vieira mostra como está mudando o humor no Senado. Antigamente, esse assunto não adiantava nem ser cogitado que não ia sair nunca do papel. E agora, por causa do caso Master, essas assinaturas da CPI começam a aparecer.

positivo. Isso mostra a mudança de humor e dando, inclusive, coragem a esses políticos. Eu queria fazer um comentário aqui sobre uma coisa que o Mota falou, que o Mota também conhece bem a história, lembra da época do governo Fernando Henrique, né, Mota? E naquela época, o governo Fernando Henrique liquidou bancos. Bancos que tinha dono de banco, parente do presidente da república, dele. Liquidou bancos, no qual um era ministro do Estado.

liquidou Ban Kiun era o seu principal aliado político na Bahia. Ou seja, quando se trata a política com rigor dos princípios, as coisas acontecem mesmo neste país que geralmente as coisas acabam em pizza. Daí, a minha esperança hoje, neste relator, que é o André Mendonça, que vem tendo essa postura correta, digna, sem sensacionalidade,

revanchismo, nada. Apenas cumprindo o seu papel de juiz relator de dois casos escabrosos que mostram como a República Brasileira foi corrompida por um estilo mafioso de governar. A gente vai seguir acompanhando essas manifestações, essas articulações. Daqui a pouco tem outros detalhes e vou querer também escutar o Musa e o Mota a respeito da CPI.

a intenção de instalar essa CPI para investigar ministros da Suprema Corte. Só quero trazer um outro detalhe agora, olhando também para a geopolítica, porque o governo Lula corre contra o tempo para tentar evitar que os Estados Unidos classifiquem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Após a notícia ser veiculada pelo portal UOL, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, telefonou para o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio,

tratar desse assunto. Para o Planalto, a classificação poderia abrir uma brecha para interferências externas, como a que aconteceu na Venezuela, além de vários impactos econômicos em outras esferas, como a fuga de investidores e também reflexos no turismo. Durante a visita do presidente da África do Sul ao Brasil, nesta segunda-feira, o presidente Lula, durante a sua fala, afirmou que os países precisam se preparar para o risco de uma intervenção militar

estrangeira. Começar essa com o Roberto Mota, essa é uma notícia que também ganhou muito destaque hoje. Os Estados Unidos e a possibilidade de classificarem PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas. E aí a preocupação do governo brasileiro, né? Claro que em algum momento vão tratar daquela questão que envolve o atentado à soberania do país e o impacto em várias áreas. Mota. Ainda bem que tem notícias como essa, né, Caneto? A gente dá uma descontraída,

Sim, é quase uma peça de humor. Eu fiquei até com medo já do governo federal, do PT, já declarar guerra aos Estados Unidos. Me lembrou aquele filme O Rato que Ruge. Eu recomendo, não vou dar spoiler aqui não. Quem tiver um serviço de streamer, procura se tem lá. Agora eu fiquei imaginando, Caniato, aqui como seria essa conversa. O governo brasileiro indo lá convencer o governo americano. Veja, companheiro americano, não faz isso com o pessoal das facções.

Eles são bandidos, mas eles não são terroristas. Claro, eles só dominam milhares de territórios aqui no Brasil. Só no Rio de Janeiro são 1.400 comunidades dominadas pelo Estado Paralelo, onde o poder do governo brasileiro, do Estado brasileiro, não entra. Essas facções só fizeram parar cidades como Rio de Janeiro e São Paulo.

Essas facções só realizaram já inúmeros atentados contra a vida de magistrados, de promotores. Recentemente eu tive a honra de estar com o promotor Lincoln Gakia, grande inimigo dessas facções, que vive 24 horas por dia sob proteção policial. Olha, se o Brasil fosse um país com vergonha na cara, estaria aplaudindo a iniciativa americana. E quem seria enviado para conversar com o Marco Rubio?

seria o promotor Lincoln Gakia. E a conversa ia ser completamente outra. Mas é curioso, né? Porque a gente aprova a PL, a antifacção, PEC da Segurança Pública e nos discursos sempre falam de melhorar o combate ao crime organizado. E seria um apoio e tanto, um reforço e tanto, hein, Bruno Musa? Enfim, o que é preciso considerar em relação à intenção dos Estados Unidos e ao receio do Brasil? Primeiro seria interessante a gente pontuar o que seria

quais seriam as práticas terroristas praticadas por essas organizações criminosas. Se compararmos àquelas instituições que já são consideradas terroristas, dá exatamente na mesma. Como o Mota falou, a gente já viu São Paulo parado, a maior cidade do hemisfério sul, não é, Eduardo? Vou precisar interromper. O presidente norte-americano, Donald Trump, falando neste momento, em meio, claro, à guerra no Oriente Médio, também a possibilidade, como dissemos há pouco, do PCC e do Comando Vermelho

enquadrados como terroristas. Donald Trump concede, neste momento, entrevista à coletiva, responde aos jornalistas neste momento. O Eliseu Caetano, nosso correspondente, chega ao vivo e vai trazer os detalhes, os destaques da fala de Donald Trump. Eliseu, seja bem-vindo. Toca daí.

Nesse momento, cerca de 50, 51 navios no entorno do Pérsico, muito próximo do Irã. A gente também tem conseguido destruir as fábricas de drones do Irã. A gente sabe que eles estão utilizando muito desse tipo de artilharia para também atingir outros países, países vizinhos e países aliados nossos na região.

Nós já sabemos que só hoje eles já tentaram atingir pelo menos 50 pontos diferentes de países vizinhos no Oriente Médio e não conseguiram. Mas a gente não queria estar fazendo isso que a gente está fazendo, mas a gente está fazendo o que precisa ser feito.

A gente podia ter derrubado eles em um dia. Mas existem muitas coisas que a gente precisa levar em consideração antes de tomar uma decisão como essa. E nós estamos dando tempo para que eles vejam e revejam aquilo que eles precisam fazer. A gente já sabe também, é um dado de hoje, de que conseguimos reverter

Cerca de 90% de todos os mísseis que eles lançaram falharam. Eles não são muito espertos, então todas as vezes que eles lançam um míssel, a gente já sabe junto e consegue interceptar e fazer com que ele não caia e mate civis em áreas de civis.

Nós estamos falando de bombas e de bombas grandes que eles estão lançando, bombas que poderiam causar uma catástrofe, uma destruição muito grande se caíssem. A gente sabe onde todos eles estão, mas a gente não vai pegá-los de uma maneira rápida para que eles entendam que a gente quer negociar, que a gente

E que eu sou uma boa liderança. E eu não quero um outro presidente que eu não seja capaz de negociar. O próximo presidente do Irã tem que ser capaz de negociar, não apenas com a gente, mas com o Ocidente inteiro. E esse novo presidente, ele precisa entender que a paz é importante.

E por isso nós demos três avisos antes de começarmos essas ofensivas lá no Irã, para que eles soubessem que nós estamos dispostos a negociar. A gente sabe que tem muita gente que está se ferindo, que está morrendo. Os efeitos colaterais de um conflito como esse são de fato grandes.

E esse conflito que está acontecendo agora é uma oportunidade para que a gente possa acertar as coisas e terminar de uma vez por todas com esse programa nuclear. E a antiga liderança dizia o tempo inteiro, nós vamos continuar construindo, nós vamos continuar fazendo o nosso programa nuclear acontecer de uma maneira intencional.

umas bases, foram três bases, vocês se lembram? E o povo americano tem muita coragem, porque nós fizemos aquilo que a gente precisava ter feito. Só que tem mais, tem mais para ser feito.

E aí a gente precisa pensar também no povo do Irã, porque existe esse programa sendo feito, mas tem um povo do Irã também que precisa ser olhado. É inaceitável o que eles estavam fazendo, eles estavam enriquecendo o urânio a níveis nunca vistos antes. E estavam dizendo que estavam fazendo isso por finalidades civis e não estavam.

E eles estiveram fortemente envolvidos com muitas coisas. Muita gente morrendo em beira de estrada. Gente que está sem braço e sem perna agora. Por causa deles, o regime iraniano, ele tem atacado americanos e espalhado terror por 47 anos. E apesar dessas incontáveis oportunidades,

que a gente deu para eles, eles tiveram muitas, a gente deu algumas oportunidades para eles. Aqui, por exemplo, com o Steve Witkoff, ele está aqui comigo, e eles disseram, e eles disseram, a gente vai continuar fazendo arma nuclear, e se nós não tivéssemos destruído o potencial nuclear deles, eles já teriam essa bomba nuclear e há muito tempo.

E nós temos uma tecnologia incrível. Agora, por exemplo, a gente tem a tecnologia do laser. E esses lasers são muito mais baratos e conseguem atingir os seus objetivos de uma maneira rápida.

E com pouco custo para o povo americano. E por isso eu conversei com o Steve, com o Jared, com o Pete Hegset. Para que a gente fizesse essa operação que está acontecendo hoje. E agora a gente entra com esses lasers que vão ajudar, que vão auxiliar e muito nesse conflito.

não se envolver? Podia, mas nós seríamos atacados. E daí foi uma questão de escolher o lado e eu escolhi o nosso lado. Olha, olha o que está acontecendo na Arábia Saudita, no Catar, no Emirados Árabes, por exemplo, estão sendo atacados. Eles estão sobre ataque agora, nesse momento. E o Irã está dizendo, as bombas caíram lá por um erro, foi sem

querer, não, não foi por erro, não foi sem querer. Desde o meu primeiro dia do governo, eu tenho dito, eu vou parar o Irã. Eu vou parar o Irã e eles vão ter que entender. Eu tenho falado isso há muito tempo. Desde o ano passado, vocês estão me escutando falar sobre isso e eles também. Foram muitas tentativas deles de continuar enriquecendo,

de continuar enriquecendo o urânio, construindo esse projeto nuclear, e eu avisando. Eu tentando fazer eles pararem com isso. E eles iam ter bombas muito, muito fortes, e eles conseguiriam inclusive produzir em larga escala depois de uma maneira muito rápida, que ia mudar completamente o jogo do sistema.

não estaríamos mais seguros. Eles iam produzir mísseis, por exemplo, muito melhores, muito mais fortes, bombas nucleares. Por exemplo, agora a gente tem vários navios lá na região, navios militares, da marinha. E a gente está tentando com esses nossos navios, com essa artilharia militar, atingir

essas bases iranianas para evitar que eles continuem com esse programa. E aí tem esse problema, porque enquanto a gente está nesse conflito, centenas e centenas de voos, centenas e centenas de navios que tentam passar pelo canal de Hormuz, pelo estreito de Hormuz, não podem passar. Eu peço desculpas, mas isso é algo que precisa ser feito.

E nós, nos Estados Unidos da América, estamos assumindo todos os riscos. Nós estamos lá para freá-los. E, inclusive, a gente está oferecendo, se for necessário, ajuda para os navios que quiserem passar pelo Estreito de Hormuz. Os nossos navios militares estão prontos para ajudá-los a fazer essa travessia em segurança.

manter o canal aberto, a gente precisa manter esses navios passando. Porque tem muito óleo, tem muito óleo saindo, passando, entrando ali para aquela região. A gente tem a Venezuela agora como nossa nova parceira para tentar ajudar com isso aí. Eu tenho conversado muito com a presidente deles. E olha, lá nós temos gás natural, nós temos petróleo.

está muito aberta a negociar com a gente. E a gente também ainda tem a China, que é um grande produtor também. E a gente tem uma boa relação com a China, não é verdade? Então, nesse momento, a gente está protegendo o mundo. Não é só o povo iraniano. E a gente está fazendo isso com sucesso, viu?

E aí a gente está fazendo algumas sanções para tentar reduzir os preços do petróleo também. E quem sabe a gente não vai conseguir finalmente ter um mundo com mais paz, porque até agora não tinha, não teve. A gente tem, nós os americanos temos toda a habilidade, todo o aparato tecnológico,

com todo o aparato militar. E eles estão jogando um jogo. Eles estão subindo o nível do jogo, mas eles nunca brincaram com a gente. Eles não sabem do que a gente é capaz de fazer e até onde a gente pode chegar. Os nossos militares são os melhores, os maiores do mundo, os mais poderosos. Ninguém nunca viu nada do tipo como os nossos militares. Nós somos um país muito, muito poderoso.

Se a gente quisesse atacá-los e destruí-los, a gente faria. A gente tem muitos, muitos, muitos mísseis. Centenas, milhares de mísseis. E os mísseis deles, as armas deles, não são nada perto das nossas. Só que a gente tem os parceiros lá no Oriente Médio. Você vê que eles estão tentando destruir Israel a todo custo.

Eles têm tentado fazer isso de uma maneira mais forte, mas eles não estão conseguindo. Agora eu vou abrir para perguntas. A gente quer saber um pouco mais da sua ligação com o presidente Trump e com o presidente Putin da Rússia hoje e também com relação a sua fala ao presidente do Irã, ao próximo presidente.

Bom, com Putin a gente falou sobre a Ucrânia, né? A gente falou sobre esse ódio que eles alimentam entre os dois presidentes da Ucrânia e da Rússia. Esse foi o tema da nossa conversa. E o presidente Putin quer ajudar. Ele falou que quer terminar essa guerra entre Rússia e Ucrânia.

Foi uma conversa muito produtiva Agora sobre o Irã Nós estamos acompanhando O pronunciamento Seguido de entrevista coletiva Donald Trump, presidente norte-americano Responde aos questionamentos Dos jornalistas Há pouco, Eliseu Caetano Nosso correspondente

tradução desse pronunciamento Donald Trump explicando a atuação dos Estados Unidos, dizendo que o conflito é uma oportunidade para encerrar o programa nuclear e colocando os Estados Unidos como a nação que vai conseguir brecar, parar o Irã e ele menciona inclusive o apoio que será dado para que os petroleiros consigam passar pelo estreito de Hormuz. E agora ele respondia a questão feita pela jornalista a respeito do plano de paz que foi entregue por Vladimir

Vladimir Putin da Rússia. Bem, o Eliseu Caetano segue acompanhando, a gente monitora essa entrevista coletiva, qualquer informação importante que for dita, a gente traz aqui ao vivo na programação da Jovem Pan. Bem, uma rápida parada agora pra você que nos acompanha pela rede. Seguimos nas demais plataformas com os nossos comentaristas. Quero até retomar uma questão que nós estávamos tratando sobre a gestão Trump querendo avançar

Com aquela mudança de classificação, PCC e Comando Vermelho, duas facções brasileiras, poderiam ser classificadas pelo governo norte-americano como grupos terroristas. E isso permitiria que os Estados Unidos fizessem operações em loco, como que aconteceu na Venezuela para a captura de Nicolás Maduro. O governo brasileiro é muito preocupado. Entendem que isso poderia atentar contra a soberania

prejudicar outras áreas, outros setores da sociedade, como, por exemplo, o turismo. Chamar os nossos comentaristas, Mota e Musa chegaram a avaliar essa intenção dos Estados Unidos e esse temor do governo brasileiro. Você, Davila, como avalia? Isso já tinha sido tratado lá atrás, foi refutado pelo governo brasileiro, só que isso volta à pauta agora. Às vésperas de uma viagem do presidente brasileiro para se encontrar com o Donald Trump.

E aí, o que acha da ideia? Bom, primeiro que o governo deveria entender isso como um ativo, um ativo justamente para investigar, aprofundar a captura de recursos, drogas, que são transportados internacionalmente pelo PCC. O PCC faz parte de uma ligação internacional do comércio de drogas e movimentação de lavagem de dinheiro.

combatido apenas com as armas da política nacional. Isto envolve cooperação com os Estados Unidos e demais países para desmantelar esta distribuição de drogas, essa movimentação ilícita de recursos. Então, nós deveríamos enxergar isso como um ativo e não como uma ameaça à soberania nacional. Mas aqui eu faço o meu parênteses.

disse que nós deveríamos classificar o PCC pelo que ele é. Ele é uma organização mafiosa, muito mais do que uma organização terrorista. Mas se terrorismo é o adjetivo usado e isso permite combater uma organização mafiosa, utilizando essa rede de colaboração de Interpol, FBI, com Polícia Federal, com o governo brasileiro, com os militares, seria fantástico. Nós temos de olhar isso como uma ajuda,

para desmantelar o crime organizado. Este crime organizado que cada vez mais adentra atividades lícitas, desestrutura setores da economia, como a distribuição de combustível, mercado financeiro com fintechs e bets, setor imobiliário e tantas outras atividades econômicas. Então, quando você não tem preconceito ideológico,

medidas como essa, como algo que pode ajudar o Brasil a combater o crime organizado. Pois é, a gente vai receber a Rede Jovem Pan, deixa eu só trazer o que diz a Lei 13.260 de 2016. Define como terrorismo atos cometidos por um ou mais indivíduos com o objetivo de provocar terror social ou generalizado usando explosivos, gases, materiais biológicos ou sabotando serviços essenciais. Recebendo a Rede Jovem Pan,

todos conectados aqui em Os Pingos Nosiz, eu li o que diz a Lei 13.260 de 2016 e a definição de terrorismo. E aí tem um adendo aqui, deixa eu passar para o Mota, para ser caracterizado o ato deve ser motivado por razões de xenofobia, preconceito de raça, cor, etnia ou religião. E essa crítica que muitos fazem, né, Mota? Poxa, mas vão dar um jeitinho brasileiro e aí acabam classificando como terrorismo, mas daí não entendem que o que essas duas facções

fazem, poderia ser considerado terrorismo. Mas isso quando tratavam da mudança na classificação aqui, internamente. Agora, se a mudança vai ser feita lá pelos Estados Unidos, enfim, talvez eles tenham parâmetros diferentes. Enfim, o que é preciso considerar em relação a essa classificação que muitos entendem que seria um jeitinho pra, sei lá, aumentar a punição pra essas facções? Bom, primeiro, é preciso lembrar e você fez muito bem em ler o texto da lei, porque aqui

no Brasil se criou uma classificação diferente para terrorismo. Aqui no Brasil, a lei diz que só é terrorismo aquilo que a esquerda acha que é terrorismo, porque é politicamente incorreto. Então, se você botar uma bomba no shopping center e matar 200 pessoas, e você fez isso por razões de etnia ou gênero, é terrorismo.

200 pessoas mesmo, independente de quem elas sejam, aí não é terrorismo. Não procurem entender. Agora, a outra questão é, do que a esquerda brasileira tem tanto medo? Por que a esquerda brasileira e o governo fazem tanta força para impedir que as facções sejam classificadas como terroristas? Qual seria o impacto negativo disso para o país?

feita pelos Estados Unidos, ela possibilita que o governo americano adote formalmente algumas sanções contra esses grupos ou pessoas ligadas a esses grupos. São ações jurídicas, ações de controle financeiro. É completamente inimaginável o governo americano realizando ações militares no território brasileiro. Mas é isso que a turma da esquerda diz que teme.

essas organizações como terroristas, amanhã os militares americanos estão aqui invadindo o Brasil. Como se uma invasão dessa precisasse de alguma classificação do governo brasileiro, né? Então imagina isso. O governo americano quer invadir o território brasileiro, mas ele só vai fazer isso se o governo brasileiro classificar as facções como terroristas. Não faz sentido nenhum. Agora, tem muita gente que diz que, olha, a verdade nessa história é outra.

O que a esquerda teme aqui é uma coisa completamente diferente. O que a esquerda teme é que primeiro as facções sejam classificadas como grupos terroristas e depois, inevitavelmente, essa classificação seja estendida a outros grupos que a esquerda chama de movimentos sociais. São grupos que utilizam a violência. São grupos que invadem propriedade alheia.

Grupos que, por exemplo, vou citar aqui só um desses casos, tinham relações fantásticas com o regime de Nicolás Maduro. Receberam, iam para lá toda hora, trocavam presentes com Maduro, receberam condecorações. Tinham até uma operação lá na Venezuela e, salvo engano, um ou dois dos porta-vozes dessa organização estavam recrutando voluntários para ajudar na resistência de Maduro contra os americanos.

É disso que a esquerda tem medo. O que a esquerda brasileira mais teme é que você aqui no Brasil passe a chamar de terrorismo aquilo que é efetivamente terrorismo.

Comando Vermelho. No dia a dia se fala isso, se comenta exatamente esse tipo de coisa. Nossa, que absurdo. Vão aparecer aqui e pegar os bandidões lá do PCC e do Comando Vermelho. Quer só fazer um complemento em relação a isso? Quero sim. Não. Se isso fosse verdade, Caniato, eu acho que seria um motivo excepcional pra que essa classificação fosse feita amanhã. Porque só um louco abriria a mão dessa ajuda americana se ela tivesse disponível.

Onde são assassinados 44 mil pessoas por ano. Só aqui no Rio de Janeiro são 1.400 comunidades dominadas pelo narcotráfico. Nas grandes cidades brasileiras, se você entrar na rua errada, você pode morrer por esse crime de ter errado a rua. Aqui a gente tem o fenômeno do novo cangaço. Os caras invadem cidades do interior, ocupam as cidades inteiras.

das facções. E aí os americanos dizem, não, deixa comigo, eu vou mandar um pessoal aí e a gente vai tirar esses chefes de facção. Não, não, não, não. Invasão de soberania. No bandido brasileiro, ninguém coloca a mão. É uma piada, né? Só pode ser. Pois é, o Musa estava introduzindo o assunto quando o Donald Trump começou a fazer o pronunciamento, eu acabei interrompendo. Musa, desculpa, se quiser retomar, fazer a introdução e discorrer sobre o assunto, à vontade.

Não, imagina, imagina, vamos lá. É, eu só mencionava que, inclusive, o Financial Times fez uma matéria agora mostrando como está a atuação no crime organizado no Ceará. E hoje foi divulgado, num grupo aqui que eu tenho das notícias em tempo real de mercado, etc., em que uma criança, era uma criança, parecia ter uns 9, 10 anos, estava saltando ali na orla, na beira-mar, em Fortaleza, e chegou um rapaz que devia ter ali seus 20 anos dando um tapa na cabeça dessa criança e falando,

Aqui não pode assaltar, você sabe que aqui não pode, é a ordem do crime organizado, algo dessa forma que ele estava e pegaram por câmera, ou seja, o crime organizado controlando as regiões por completo, aonde pode e aonde não pode assaltar. E eu mencionava que já vivemos isso aqui, São Paulo parada, Rio de Janeiro parada, várias outras cidades também que em algum momento param bairro, ou seja, são táticas praticadas exatamente igual de organizações.

Mas a esquerda adora falar que, aí é um jogo de narrativa, que o Brasil, como vocês estavam comentando, seria invadido. Que isso acabaria com a soberania brasileira. Que tipo de soberania onde um percentual importante da população vive debaixo de regras do crime organizado? Que precisam pagar, por exemplo, taxas de luz, taxas de manutenção para poder sobreviver.

organizações que podem muito bem colocar fogo em ônibus, parar cidades e temos que simplesmente assistir. Se isso não é tática terrorista, eu simplesmente não consigo mais comparar a diferença que eles fazem aqui e fora do Brasil. Pois é, e hoje o presidente da República até mencionou, né, numa fala ao lado do presidente da África do Sul, o temor, ah, daqui a pouco vão invadir aqui a América do Sul, a América Latina, mencionando a necessidade de uma proteção

Adicional. Enfim, a gente vai voltar a tratar disso ao longo dessa semana. Várias notícias aqui em Os Pingos nos Is. Desde a posse do presidente Lula, o governo aumentou ou criou mais de 30 impostos. Vamos acionar a nossa reportagem? O Matheus Dias chega ao vivo, vai trazer os detalhes pra gente desse levantamento. Matheus, seja bem-vindo, uma ótima noite a você. Esse pode ser um dos pontos fortes pra que Flávio Bolsonaro ataque Lula, por exemplo, em debates

Essa é a aposta, pelo menos, dos marqueteiros que avaliam as possibilidades. Bem-vindo.

Ele falou isso em evento, claro, ouvindo agora o Pingos no ar aqui, a gente vê que realmente as pautas mais em foco são sempre em torno da segurança pública, em torno do combate ao crime organizado e talvez seja realmente a principal bandeira de campanha, o que mais carregue as campanhas eleitorais durante esse ano todo. Mas a economia, claro, nunca fica para segundo plano, tanto que a todo momento a direita sempre relembra das taxas.

dos juros, relembra das alíquotas criadas e a esquerda sempre tenta se defender ou colocar pautas em defesa também, como no caso a redução da jornada 6x1, no caso também a tributação do imposto de renda, a faixa de isenção e por isso então a economia também nunca fica para segundo plano e vai ser sim uma das principais bandeiras a serem debatidas esse ano, como em todos os anos.

desde o início de 2023, quando Lula assumiu o mandato presidencial neste mandato atual. E aí uma colunista do Estadão, no caso Maria Carolina Gontijo, no programa Não Vou Passar Raiva Sozinha, ela fez um compilado de todos esses impostos, analisando um por um, para ver se realmente era verdade ou não a alegação de Flávio Bolsonaro. E sim, ela conseguiu verificar, segundo a colunista, 30 impostos criados.

Não os 38 citados por Flávio Bolsonaro, mas 30 impostos criados nesse mandato atual, entre eles PIS, COFINS, CID sobre combustíveis, desoneração da Folha, impostos sobre importações, o IOF, impostos sobre BETs e uma série de outras tributações. Claro, será sim uma das principais bandeiras levantadas pela direita para tentar atacar a gestão econômica da esquerda, tanto na questão da tributação como na questão da dívida pública.

Isso aí, muito bom esse levantamento e claro que você acabou sendo muito gentil com o governo federal, porque se o governo atual já aumentou ou criou 30 impostos, mas na verdade são 38, poderíamos falar quase 40 também, né Matheus? É isso, a gente segue daqui, vou passar para os nossos comentaristas, Matheus Dias segue acompanhando as movimentações, qualquer novidade ele volta aqui na programação da Jovem Pan. Deixa eu começar essa com o Luiz Felipe Dávila.

são quase 40, né, Dávila? Ou criação de novos impostos ou aumento de novos impostos. Enfim, nada diferente daquilo que você previa ou indicava lá durante a campanha eleitoral de 22? Não é, Caniato, não é que eu era profeta, não. É que a gente entende a natureza da esquerda. Eu já falei que eu criei o chapeuzinho agora pro Haddad. Amor, arrecadador mor da república. É isso que ele é.

da República nos governos petistas. Mais do que isso, a arrecadação recorde, a arrecadação cresceu mais que a inflação. É um negócio inacreditável. E pra que tanto dinheiro, Caniato? Pra financiar roubo de estatal, pra financiar roubo do INSS, pra financiar malandragens do Banco Master, é tudo isso. O dinheiro só vai pra essas coisas. Melhorou a educação? Não. Pega os indicadores

de educação. Nós sequer na educação recuperamos o que o aluno não aprendeu durante a pandemia. A gente não conseguiu nem recuperar a pandemia. Quanto mais melhorar a educação. Segurança pública. O Brasil está entre os dez países mais violentos do mundo. Esse é o Brasil que arrecada quase quarenta por cento do PIB. Ou seja, o brasileiro trabalha cinco meses por ano para pagar a carga tributária mais alta de todos os países emergentes,

O governo celebra recordes de arrecadação mês a mês e olha a qualidade do serviço público que nós temos. É uma vergonha. Isso deveria ser motivo para o eleitor não esquecer nas eleições e botar para fora um governo que é tão incompetente e tão faminto para meter a mão no nosso bolso. Pois é, você, Mota, a gente tem tratado de maneira recorrente a questão que envolve a estratégia tributária,

chamar assim, desse governo ou criando novas taxas ou então reajustando aquelas já existentes. No total, segundo a lista divulgada pelo nosso repórter, 38 ou novos impostos ou impostos já existentes que foram reajustados. E aí chegamos a essa notícia destacada pelo Dávila, um governo muito arrecadador, batendo recordes de arrecadação.

situação de várias pastas, né? Ô Mota, por favor. É, o governo federal do PT tem obsessão com impostos. Isso acontece por várias razões. Uma delas é que a força motriz essencial da esquerda é o ressentimento, principalmente ressentimento contra aqueles que trabalham e prosperam na vida. Então é preciso tirar o que essas pessoas ganham. A maioria dos políticos de esquerda nunca

teve outra atividade na vida, a não ser a política, a não ser depender do Estado, a não ser viver do dinheiro, dos impostos dos outros. Então, acreditem em mim, verifiquem a biografia das principais figuras da esquerda. Eles criaram a mentira da justiça social. A justiça social diz que o governo tira de quem tem mais pra dar pra quem tem menos.

todo mundo pra colocar no seu próprio bolso. Nunca isso ficou tão claro como no caso da escola de samba estatal. A escola de samba que recebeu milhões de reais, dinheiro de impostos. Dinheiro que foi arrecadado. Eu adoro esse eufemismo, né? Foi arrecadado, foi confiscado. Dinheiro que foi arrancado das nossas mãos, de nós que ganhamos o dinheiro e foi dado a uma escola de samba.

para que ela fizesse propaganda eleitoral antecipada de um governo populista e perdulário. Pois é, e aí o Matheus Dias, nosso repórter, mencionou que uma colunista do Estadão, ela é bem conhecida no meio, a Duquesa de Tax, ela trata de muitas questões tributárias, e aí o Musa Alista inclui pisco-fins sobre receita financeira, CID sobre combustíveis,

Imposto de importação, IOF, tributação de fundos exclusivos, imposto de renda para pessoas jurídicas, CSLL, IPI, imposto sobre betes e várias outras tributações. A lista é grande, hein, Musa? Quais aspectos dessa administração federal nós devemos considerar em relação a essa estratégia de morder um pouquinho ali e um pouquinho no outro lado para aumentar o bolo da arrecadação?

subindo, subindo, subindo. Não precisa ter estratégia pra isso. Basicamente, vamos traduzir aqui um pouco do que o Davila falou em números. Quando ele falou que o Brasil tem a carga tributária mais pesada de todos os emergentes. Então vamos aos números porque é difícil relativizar o número, apesar da esquerda adorar relativizar inclusive a matemática. O peso do PIB no Brasil, o peso dos impostos sobre o PIB no Brasil gira por volta de 34%. Na China, 20%. Na Índia, 18%. No México, 17%. Tudo dados do Banco Mundial, tá?

da Indonésia entre 11% e 12%, Turquia 23%, África do Sul 26% e Rússia 28%. Significa que o Brasil tem, na média, 10 pontos percentuais acima da média dos emergentes, que é algo em torno como 20%, 21%. Nós temos 33%, 34%. Quanto representa esses 10 pontos a mais? A última leitura do PIB do Brasil foram 12,7 trilhões de reais. 10% disso, nós estamos falando de 1 trilhão e 200, 1 trilhão e 300,

maneira forçada do bolso da população e muito bem colocado, como o Mota falou, eles adoram a narrativa que é retirar dinheiro de ricos para pobres, mas não, retirar o dinheiro de todos a favor do Estado. Para bancar o quê? Esse tipo de coisa que nós estamos vendo. Judiciário mais caro do mundo, legislativo mais caro do mundo, um dos executivos mais caros do mundo e uma ineficiência brutal. Nós vemos recordes a cada mês que passa de arrecadação do governo.

E o déficit não para de crescer. A dívida do governo já ultrapassou 10 trilhões de reais. O déficit, a diferença entre o que o Brasil gasta e o que o Brasil arrecada, incluindo o pagamento de juros, é um dos maiores do mundo. 8,5%, 9% do PIB. Isso não tem paralelo nesses países emergentes que estamos citando por aqui. Apesar de todos os problemas dos países emergentes. Portanto, o Brasil tributa como países da Europa Ocidental e entrega serviços como países da África Subsaariana,

da África subsahariana. Pois é, e essa é uma questão importante, né, Dávila? Para muitos, antes de passar para o Dávila, deixa eu só dividir a rede, uma rápida parada para você que nos acompanha pela rede de rádios. Nós seguimos aqui com os nossos comentaristas. Tem uma discussão sobre quem não acompanha a situação fiscal do Brasil, mas que parece, inclusive, um movimento nobre, né, por parte de algum governo. Poxa, eles criaram um novo imposto, mas esse imposto vai ser para melhorar a educação. Não, não, esse imposto vai ser

exclusivamente pra saúde e aí o contribuinte ele no fundo não quer pagar o imposto, mas ele acaba entendendo que seria para um bem maior tá bom, vamos acabar então com a fome vamos melhorar muito o atendimento nos hospitais públicos ou na escola pública, só que esse é o problema e fica parecendo inclusive um assalto depois que as coisas acontecem pra muito contribuinte porque depois ele descobre que o dinheiro não foi aplicado naquela área, né Davila?

vezes isso já não aconteceu, né? É isso mesmo, Canhato. Imagina assim, cada dez reais que aumenta o imposto, só chega a dois na ponta. O resto se perde no financiamento da máquina de benefício, gasto obrigatório. Não vem nem a cor do dinheiro, não chega a nada. Então, é que nem você abrir a torneira com um monte de furo no cano. E aí chega aquela aguinha fininha lá na ponta. Por quê? Porque desperdeu tudo nesses buracos do cano. É isso que

no estado ineficiente. No estado ineficiente, essa arrecadação monstruosa do Brasil, recordista, que coloca o Brasil como o país que mais arrecada entre os emergentes, deveria ter serviço público de melhor qualidade. Mas ela se perde no caminho. Ela não chega lá pra melhorar o aprendizado do aluno a ponto. Ela se perde financiando a burocracia, o corporativismo na educação, os benefícios.

chega lá na ponta, por exemplo, para melhorar o aprendizado e a qualidade do ensino. E isso se repete em todas as áreas, na segurança, na saúde. E, Caniato, o problema disso no Brasil é aquilo que nós já falamos. Hoje, do cada real que sobe o salário mínimo, porque o salário mínimo está vinculado a 60% do orçamento, tem impacto de 380 bilhões nas contas públicas. Ou seja, é um absurdo.

já anunciou que 100% do imposto arrecadado vai ser utilizado pra pagar benefício, folha, pessoal e gastos correntes. Isso significa que não vai ter um centavo pra investimento, não vai poder tampar o buraco da estrada, não vai poder construir melhor saneamento, não vai poder fazer nada, não vai ter dinheiro pra absolutamente nada. Veja o absurdo. E aí o que o Mota falou, é uma filosofia de governo que é assim, arrecada o que dá pra arrecadar,

e vamos gastar para fazer justiça social. Mas a maior injustiça social é um governo que gasta demais, obriga a aumentar a taxa do juro e faz com que hoje 80 milhões de brasileiros estejam inadimplentes. O programa Os Pingos nos Is, um levantamento que aponta a criação ou aumento dos impostos pela gestão Lula. Recebendo a rede Jovem Pan, todos conectados aqui em Os Pingos nos Is,

O nosso repórter há pouco trouxe um levantamento sobre as taxas, os impostos que foram criados pela atual administração, além de outros que foram aumentados, reajustados ao longo dessa gestão Lula 3. E tudo começou com uma declaração de Flávio Bolsonaro, ele concede uma entrevista e menciona 38 tributos ou taxas criadas ou então reajustadas.

a respeito de todos esses impostos, e ela chega a uma quantia de 30. Então, por isso que há uma divergência sobre o número, se são 30 ou 38, ou pelo menos Flávio Bolsonaro mencionou 38. Deixa eu só passar para o Bruno Musa, que vai fazer um complemento em relação a essas discussões que nós estamos fazendo. Vai lá, Musa. Eu particularmente não acredito em estado eficiente. Eu acredito em os mais ineficientes e os menos ineficientes. E eu acho que também tem um aspecto moral aí da coisa.

muito bem falou, ninguém paga imposto, nome é imposto, porque quer. Ele paga porque é obrigado. Ninguém tem medo de ser preso e ninguém acha que vai ter algum tipo de retorno como poderia ser no mundo da eficiência de verdade. Então, sabe aquele celular que vocês queriam? E eu falo aqui pra quem está nos escutando. Aquele celular que você queria trocar, ou aquela viagem em família, ou aquela saúde de melhor qualidade que você queria dar pro teu filho, ou aquela educação de melhor qualidade, uma viagem em

o que quer que seja. Se você vai, por exemplo, para um país aqui do lado do Paraguai, um celular custa 50% do preço que custa aqui no Brasil por conta de impostos. Pois é, esse dinheiro está sendo retirado de você e tirando boa parte dos sonhos que você tem com a tua família para sustentar essa classe de política, esse estado parasitário inchado que a gente tem e completamente ineficiente. Então não é uma retirada de ricos para pobres, é de todos a favor deles, de uma pouca classe e quantidade de pessoas que comandam o Estado brasileiro.

O Bruno Musa mencionou Paraguai. O que tem de empresa se especializando na mudança do domicílio fiscal de brasileiros, de empreendedores brasileiros para o Paraguai não está escrito. Não estou falando de grandes companhias, não. Mega empresas, não. Operações pequenas, muito empreendedor hoje em dia está optando em mudar a sua residência fiscal, alterar a empresa para operar no mercado Paraguai. Olha só que loucura, né? É sintomático. Deixa eu só passar para o Mota.

finalizar, compartilhar um último ponto, uma última reflexão, senão eu vou vir à página. Eu só queria lembrar que o objetivo do imposto não é contribuir para o bem comum. Isso é uma narrativa que o Estado criou para tirar o dinheiro do nosso bolso. Quando você paga, tem muita gente que acha que quando paga o IPVA, que aquele dinheiro vai para a manutenção das ruas, não vai. O imposto

você paga vai para um caixa único, vai pro cofre do governo. E o governo faz com esse dinheiro o que ele bem entender, inclusive financiar. São Benredo. Pois é, é importante esse tipo de análise. Deixa eu só trazer um outro destaque. A semana começou com um novo levantamento, né? Uma pesquisa que foi realizada pela Real Time Big Data pra aquecer a corrida eleitoral. E a gente vai separar uns números pra compartilhar com vocês. Vamos então

aos principais destaques em relação à intenção de voto para presidente da República em São Paulo. O senador Flávio Bolsonaro lidera o primeiro turno com 39%. Logo atrás, o presidente Lula pontua com 35%. Em terceiro lugar, mas bem distante dos primeiros colocados, os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Romeu Zema, de Minas Gerais. Os dois aparecem com 5% das intenções de voto.

O senador Flávio Bolsonaro lidera numericamente e o presidente Lula segue na segunda posição. A pesquisa também avaliou o grau de rejeição dos candidatos à presidência dentro do eleitorado de São Paulo. Os eleitores foram questionados em relação a quem eles não votariam. O presidente Lula lidera com a maior rejeição. São 49%. Logo atrás, o senador Flávio tem a segunda maior rejeição.

45%. Os governadores Eduardo Leite, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema têm mais de 20% de rejeição. Os eleitores de São Paulo também avaliaram a gestão do presidente Lula, do governo atual. Cerca de 47% consideram o trabalho de Lula como ruim ou até péssimo. Para 28%, o trabalho do petista é ótimo ou bom. Para 22%, o trabalho é considerado regular.

passar pros nossos comentaristas, eu acho que tem números interessantes pra nós nos debruçarmos aqui. Vou começar essa com o Bruno Musa. Você, Bruno, Flávio Bolsonaro no universo Estado de São Paulo aparecendo numericamente à frente do presidente Lula. Quais aspectos devem ser considerados em relação a esse levantamento? Bom, o Estado de São Paulo, você tem aqui as características do interior, que majoritariamente apoiam candidatos não de esquerda, e o grande ponto são as grandes

capitais, assim como São Paulo, onde, salvo engano, o Lula até, inclusive, ganhou nas últimas eleições, né, aqui na capital. Então, isso é um fenômeno que vem acontecendo não só aqui no Brasil, não só nas capitais brasileiras, apesar de uma mudança importante. A gente tá vendo, inclusive, os jovens, entre 16 e 29 anos, que não tem mais apoiada a esquerda, isso, inclusive, aqui no Brasil, de acordo com as últimas pesquisas. Isso aconteceu em países também que eu estive lá nas eleições acompanhando, Argentina, Estados Unidos e algumas na Europa que eu também presenciei. Então, é um fenômeno

é um fenômeno pendular que tem acontecido isso, e o Estado de São Paulo chama bastante atenção, afinal de contas, é um Estado extremamente relevante para as eleições. Apesar do interior ser majoritariamente, como eu falei antes, esquerda, a gente tem, provavelmente dentro desse retrato aí, um crescimento da rejeição de Lula na capital, até mesmo amparado por esses jovens, que cada vez mais abandonam aquelas ideias utópicas da própria esquerda por perceberem ao longo do tempo que não mais querem algo muito moldado,

e sim um mundo muito mais atualizado, como é um mundo mais flexível, sem regras trabalhistas, sem, enfim, todas aquelas ideias antiquadas que a esquerda normalmente prega e que já tivemos tempo, tanto nas leituras como na vida prática, de perceber que elas não entregam aquilo que elas prometem. Então, é um retrato, é um número importante para ser analisado, é um Estado extremamente relevante que precisa ser levado em consideração e eu acho que já começa a acender não apenas a luz amarela, mas também a luz vermelha dentro do próprio PT. Vale lembrar,

que nós vimos na semana passada uma pesquisa da Datafolha colocando Haddad contra Flávio Bolsonaro, retirando Lula desse cenário. Será que isso indica algum presságio daquilo que a gente vem comentando aqui, que pode ser, de repente, uma saída para não ter que enfrentar o eventual possível e provável derrota? Pois é, é um aspecto importante também. Você, Dávila, Flávio Bolsonaro aparecendo à frente de Lula

time, big data, quais aspectos lhe chamaram atenção? Esse ingrediente do interior, o interior mais conservador, sempre elegendo políticos de centro-direita, de direita, você acha que esse é o fator determinante ou tem muito mais a ver com a gestão do atual presidente e essa rejeição ao trabalho dele? Bom, primeiramente, Caniato, ao ler a pesquisa, nós precisamos somar não só os votos de Flávio Bolsonaro,

mas dos demais candidatos da direita. E se nós somarmos o voto de Eduardo Leite em Ronaldo Caiada, em Romeu Zema, Aldo Rebelo e Renan Santos, a direita dá um pau na esquerda em São Paulo. Porque é óbvio que esse voto não vai para o Lula, não vai para a esquerda. Esse voto vai continuar sendo da direita. Então, primeiro, esse é um aspecto importante para mostrar o tamanho do peso da direita. Por quê?

ligadas ao empreendedorismo, ao trabalho, que não vive tanto de benefício de governo. E aí tem aquela resistência do PT em alguns colégios eleitorais, como é o caso da cidade de São Paulo, como é Campinas, tem alguns lugares ali que tem algumas bolhas petistas. Mas a maior parte do Estado mostra esse Brasil empreendedor, trabalha, investe, cresce. E se você comparar também na eleição para governador, também está disparado o Tarcísio na frente.

Estado hoje que certamente vai dar uma vitória estrondosa à direita. Porque tem que somar o voto de Flávio com os demais candidatos, pra entender o tamanho da dimensão do voto na direita. Esse voto não vai pra esquerda. Então, Caniato, eu vejo que isso vai se repetir ao longo do Brasil. Por isso que as pesquisas hoje, elas camuflam uma coisa. A supremacia dos votos da direita. Porque nós não podemos entender que esse voto do... Por exemplo,

do Ratinho Júnior, do Caiado, vai para a esquerda. Então, se não vai para a esquerda, vai continuar na direita. Então, aí é que nós temos de olhar a particularidade de cada candidato. E em São Paulo, assim como no resto do Brasil, chama, sim, a atenção da enorme rejeição, tanto de Lula como de Flávio Bolsonaro. Essa é a batalha dos dois nomes que lideram hoje, como reduzir a rejeição. Esta é uma corrida morro acima.

É, o levantamento ouviu 2 mil eleitores entre os dias 6 e 7 de março. Índice de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa realizada com recursos próprios do Instituto e registrada no TSE Protocolo BR-1902-2026. A gente vai seguir acompanhando essas movimentações e qualquer novo levantamento a gente traz aqui, analisa com os nossos comentaristas.

A CPMI do INSS, que apura o roubo dos aposentados e pensionistas, recebeu menos de 1% dos documentos referentes à quebra de sigilo de Daniel Vorcaro. Essa denúncia foi feita pelo presidente do colegiado, o senador Carlos Viana, que afirmou ser um absurdo o fato da Polícia Federal estar filtrando os arquivos, já que a decisão do ministro André Mendonça dá aos parlamentares acesso total, completo, a esses registros.

ainda precisa analisar vários aparelhos celulares e eletrônicos que devem detalhar ainda mais o escândalo de fraude no INSS. Começar essa com o Roberto Mota, a revelação feita pelo presidente da CPMI, dizendo que menos de 1% dos documentos do caso da CPMI do INSS, mas no caso que está relacionado ao Master, teria sido divulgado até agora, Mota,

Ou seja, é preciso considerar que vai aparecer muito mais coisas, né? Afinal, os documentos estariam represados com a Polícia Federal, Mota. Eu imagino que até uma estimativa dessas seja difícil de se fazer, né? Porque ninguém sabe quantos documentos existem, ninguém sabe qual é a quantidade de informações que foi obtida. É tudo uma estimativa. Agora, mais uma vez, o Congresso precisa fazer alguma coisa.

é composto pelos representantes do povo. Eles foram eleitos para representar o povo. O que está acontecendo no Brasil, mais uma vez, é uma onda de indignação que a gente tem vontade de dizer que é sem precedentes. Tem muita gente que olha para o que está acontecendo no Brasil hoje e diz, olha, isso aí é o resultado de tudo o que tem acontecido ao longo do tempo no Brasil. É preciso lembrar, nós estamos em 2026,

21 começou, com exceção de quatro anos, todos os outros anos. O Brasil foi governado por regimes de esquerda. Esse é o quinto mandato do partido de esquerda. Então, isso tudo que está, esse clima geral de degeneração moral, ele está empurrando o país para um abismo. Cabe aos parlamentares tomar providências a respeito disso. Os parlamentares podem mudar

leis, os parlamentares podem mudar a Constituição. Os parlamentares têm o poder de retirar da Suprema Corte do Brasil a capacidade de julgar indivíduos, de fazer julgamentos criminais. Basta acabar com o foro privilegiado. É uma coisa que o Congresso já devia ter feito ontem. Cortes constitucionais são pra julgar questões constitucionais. Questões criminais têm que ser julgadas pelos tribunais,

Aqueles tribunais que têm pessoal, que têm competência, que não vão cair na tentação, porque são muitos, vai ser difícil que eles caiam na tentação de usar essas investigações de uma forma política, como o Brasil tem visto recentemente. Pois é, deixa eu até perguntar para a nossa direção. Dá tempo do Musa comentar ou a gente vai ter que ir para o break? Musa, naturalmente, quando a gente divulga uma notícia,

em que o presidente de um colegiado, de uma comissão parlamentar mista de inquérito, revela uma atitude da Polícia Federal de não entregar os documentos necessários para o avanço da investigação, mesmo após o posicionamento do ministro André Mendonça, autorizando o compartilhamento das informações, qual é a mensagem que é passada para o grande público? Estão segurando, não querem divulgar as informações. E aí, no imaginário coletivo, fica aquela ideia, poxa, vai dar em pizza, lógico,

não estão mandando os documentos, como é que eles vão investigar? Não se corre o risco de passar essa informação para o grande público, para o eleitor, pagador de imposto, Musa? E passa, até porque a gente está acostumado aqui a tudo dar em pizza, não ter nenhum tipo de punição e simplesmente virarmos a página para uma nova crise, acordarmos no dia seguinte e esperarmos a nova crise chegar. A ideia é que passa, mas de fato, imaginemos que esse 1% realmente tenha sido divulgado até agora,

com essa capacidade explosiva que tem. Ou seja, uma bomba na mão de um país minimamente, mas minimamente bem intencionado, isso aqui já teria parado de vez. Agora, está escalando de uma maneira que se 1% fez esse barulho como um todo, o potencial realmente de uma explosão grande no colo de pessoas extremamente importantes é cada vez maior. Claro, de novo, no imaginário popular e no dia a dia das pessoas, você percebe esse ceticismo.

nada, outros falam algum tipo de esperança, mas de qualquer maneira, o normal no Brasil, infelizmente, é terminar em pizza, não dar em nada. Quando vem essas informações, é natural que tenhamos esse tipo de percepção, mas ao mesmo tempo sempre dá aquele bom friozinho na barriga, dessa vez parece maior, será que vai? Lembremos disso, tenhamos expectativas, não esperanças, aí não nos decepcionamos. Pois é, rápida parada, daqui a pouco a gente volta com mais notícia e informação e tem a enquete do dia, viu?

Os Pingos nos Is, publicada no nosso portal de notícias e também do YouTube, que trata daquela questão sobre os Estados Unidos classificar o PCC e também o Comando Vermelho como grupos terroristas. O que você pensa a respeito? Daqui a pouco a gente traz o resultado, voltaremos em um minuto e vinte. É bem rápido. Até já.

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alta, mas sabe que depender do governo para se aposentar é uma aposta muito arriscada. Hoje, a aposentadoria média no Brasil é só R$ 1.863. A aposentadoria parece distante, mas o tempo voa. Imagine sua vida aos 70 anos, tendo que pagar remédios, consultas, imprevistos e nenhuma margem para viver com tranquilidade. Essa não é uma história fantasiosa, é o caminho natural de quem deixa o tempo passar e o futuro na mão de terceiros. Por isso, no dia 24 de março, às seis e meia da tarde, eu vou fazer o workshop

Vai ser uma aula ao vivo no Zoom online, né? Onde eu vou ajudar você a olhar para a sua realidade financeira, entender onde você está hoje e dar o primeiro passo para construir a sua aposentadoria tranquila, com um plano simples, realista, possível e alinhado à sua realidade. Isso não é sobre ficar rico da noite para o dia, mas sobre você parar de empurrar o futuro com a barriga e construir a sua própria aposentadoria para não depender de ninguém quando a velhice chegar.

ponto com ponto BR e garanta sua vaga. Nos vemos ao vivo no workshop. Vitorio! Aqui a entrevista vai direto ao ponto. E toda semana as principais autoridades e personalidades do Brasil no centro da roda. Receberemos Eduardo Ribeiro, presidente do Partido Novo, para uma conversa sobre as perspectivas para as eleições em São Paulo. Direto ao ponto. Hoje às nove e meia da noite na Jovem Pan. Os pingos nos is.

Jovem Pan. Estamos de volta com o programa Os Pingos nos Risos, os assuntos importantes do dia, sempre contando com a análise dos nossos comentaristas. E antes do break comercial, nós falávamos sobre uma manifestação que foi feita pelo presidente da CPMI, do INSS, dizendo que não recebeu todos os documentos necessários para avançar com a investigação no colegiado. E ele disse que só 1% dos documentos teriam sido compartilhados, mesmo após...

a manifestação de André Mendonça, ministro do Supremo, e também ele é o relator. Bem, deixa eu passar para os nossos comentaristas, só pedindo para a nossa equipe no Switcher fechar a comunicação aqui, por gentileza, mas eu vou receber a rede e aí sim eu vou passar para os nossos comentaristas. Todas as informações aqui com os nossos analistas, recebendo agora sim a rede Jovem Pan, todos conectados aqui em Os Pingos nos Is. Deixa eu passar para o Luiz Felipe Dávila,

menos de 1% das informações referentes ao Banco Master, mas no bojo da CPMI do INSS teria sido compartilhado com Carlos Viana, que ele é o presidente do colegiado. Imagino que muitos outros documentos precisarão ser enviados. Quando a Polícia Federal não compartilha de imediato isso, claro, atrasa, atravanca o avanço das investigações. O que devemos esperar por parte do colegiado agora? Cobrar diretamente a Polícia Federal?

Caneto, é interessante quantos obstáculos existem hoje para impedir a investigação. São os documentos que chegam lentamente à CPI, são ministros no Supremo que utilizam de recursos judiciais para tentar bloquear o poder do relator da matéria que é André Mendonça.

podem envolver cada vez mais gente graúda da política neste escândalo financeiro que já se tornou talvez o maior escândalo político também do país. Por isso, Caniato, todo cuidado é pouco. E aí, o poder das comissões parlamentares de inquérito, a pressão da imprensa, tudo isso será muito importante para dar celeridade a um caso que a

A maioria da política está tentando varrer para debaixo do tapete. Mas quando o presidente do colegiado menciona que a Polícia Federal estaria filtrando materiais, realmente é algo que a gente precisa aguardar, inclusive essa, como o Mota costuma dizer, a investigação dentro da investigação. A quem interessa segurar os materiais, né Mota? Um minuto. É, a gente precisa sempre lembrar que o que a gente não vê é muito maior

o que a gente vê. E eu acho que um dos principais elementos de tudo que a gente tá vendo hoje é justamente, são justamente tentativas de desviar a atenção daquilo que é essencial, daquilo que é o principal pra coisas que são absurdas, provocam a nossa indignação, mas foram colocadas ali justamente pra nos distrair. Pois é, vamos compartilhar com o nosso público a enquete do dia. Qual foi a pergunta que nós publicamos no portal da Jovem Pan?

também no nosso YouTube. A pergunta foi a seguinte, como você avalia a possibilidade dos Estados Unidos classificarem PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas e realizarem ações no Brasil? E aí nós temos o resultado, pelo menos do YouTube, se a gente puder compartilhar com o nosso público. No YouTube, mais de 5 mil votos, mais de 5 mil pessoas votaram. Para 8%, ruim, porque isso atentaria contra a soberania.

2%. Isso seria ótimo, pois ajudaria, inclusive, as nossas polícias. Muito obrigado pela audiência. Um abraço aos nossos comentaristas. Até amanhã. A gente agradece a você pela audiência. Fique agora com o Jornal Jovem Pan e as notícias mais importantes do dia. Boa noite. Tchau, tchau. Continue com a gente na Jovem Pan. Até mais. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.