Fim da escala 6x1 / Caiado vice de Zema / Encontro de Flávio com Rubio
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (27):
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, enviando a matéria para votação imediata no Plenário. O debate ganhou forte tensão política após parlamentares da oposição articularem um destaque para forçar a votação da proposta original de 4x3, manobra classificada por críticos e comentaristas como um "populismo eleitoral desastroso" que engessa o mercado de trabalho e ignora a realidade técnica das pequenas empresas.
A possível aliança entre os pré-candidatos à presidência Romeu Zema e Ronaldo Caiado já no primeiro turno de 2026 movimenta os bastidores políticos de Brasília em ano de eleição. A articulação ganha força como uma estratégia de união da centro-direita diante do cenário de estagnação nas pesquisas eleitorais. O movimento sinaliza um rearranjo importante no tabuleiro político, especialmente após os desdobramentos envolvendo outros nomes de oposição.
Em entrevista exclusiva ao programa Os Pingos nos Is, o pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado negou os boatos de que assumiria o posto de vice em uma chapa com Romeu Zema já no primeiro turno. Caiado reforçou a necessidade de união da centro-direita para derrotar o PT, minimizou os atritos causados pelos áudios recentes envolvendo Flávio Bolsonaro e adiantou que, se eleito, sua primeira medida será decretar anistia plena para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
A Câmara dos Deputados discute a proposta de fim da escala 6x1 em plenário, com forte polarização entre governistas e oposição. Em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, a deputada Júlia Zanatta (PL-SC), que votou contra o relatório na comissão especial, criticou o governo Lula e apontou a "hipocrisia" no debate. A parlamentar destacou que a oposição foca no impacto para pequenas empresas e cobrou coerência diante da sugestão de uma escala ainda mais rígida, a 4x3.
O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro cumprem uma agenda estratégica em Washington, fortalecendo laços com a cúpula do governo Donald Trump. Após um encontro reservado com o próprio presidente norte-americano na Casa Branca, os irmãos se reuniram com o Secretário de Estado, Marco Rubio, e outras lideranças influentes da política dos EUA.
O presidente Lula criticou duramente a privatização da Eletrobras, ocorrida em 2022, classificando o processo como "o maior roubo da história do país" e apontando o aumento do salário do presidente da empresa como exemplo. Em debate na Jovem Pan, analistas rebateram as declarações, defendendo que a desestatização gerou eficiência e receita bilionária para o Estado, além de apontarem prejuízos em empresas estatais.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Daniel Caniato
Beatriz Souza
Bruno Musa
Bruno Pinheiro
Cristiano Beraldo
Júlia Zanatta
Luiz Felipe Dávila
Roberto Mota
Ronaldo Caiado
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O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Os Pingos nos diz Jovem Pan.
Olá, tudo bem com você? Seja bem-vindo começando mais uma edição do programa Os Pingos nos Diz, reunindo os assuntos importantes do dia e contando sempre com análise, as discussões, as reflexões dos nossos comentaristas. Eu sou o Daniel Caniato, você é o nosso convidado especial. Várias notícias, hein? A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou hoje o relatório da PEC que acaba com a jornada de trabalho seis por um.
Girar a reportagem da Jovem Pan News. Vamos imediatamente a Brasília. Beatriz Souza está por lá acompanhando todas as discussões. Vai trazer para a gente o que aconteceu até agora. Beatriz, seja muito bem-vinda. Ótima noite a você. Conta então para a nossa audiência. Essa proposta deve ser votada dentro de instantes, é isso?
Oi, Daniel. Boa noite pra você, boa noite pra todos que estão ligados aqui com a gente na Jovem Pan. Pois é, muita movimentação aqui na Câmara dos Deputados. Eu estou aqui em frente ao plenário, já que o presidente da Câmara, Hugo Mota, já faltou a PEC do fim da escala 6x1 no plenário, ou seja, a votação começa em instantes.
Só relembrando, como você bem disse agora, o relatório foi lido na segunda-feira na comissão especial, teve um pedido de vista, foi retomado hoje pela manhã, às dez e meia da manhã, após uma longa, parlamentares falando, dando, discursando, o relatório foi aprovado com 34 votos a favor e apenas 4 votos contrários.
Foram apresentados alguns destaques que são pedidos de alteração no texto, alguns foram retirados, outros foram votados e não foram aprovados na comissão, ou seja, o texto do relator do deputado Léo Prates foi aprovado, segue aqui para o plenário de forma integral, que é aquela proposta que a gente já vinha falando aqui na programação.
da Jovem Pan, que é a transição de 14 meses, de 44 para 40 horas, a escala 5 por 2, a manutenção também do salário dos trabalhadores. Agora, aqui em plenário, é onde começa mais uma etapa para que essa proposta seja aprovada antes de ir para o Senado.
Entre as emendas que foram apresentadas lá na comissão especial, algumas vão ser reapresentadas aqui no plenário. É uma tentativa aí da oposição e do centro de conseguir algumas alterações no texto. Entre isso, a oposição, o líder, né, deputado Sostelens Cavalcantes, líder da oposição na Câmara dos Deputados, já disse que a oposição vai apresentar um destaque de preferência. O que significa isso?
É um destaque pedindo para alterar a ordem da votação, ou seja, deixando a votação da PEC do fim da escala 6x1, desse relatório que foi aprovado agora há pouco na comissão especial em segundo plano, e aprovando em primeiro plano a proposta da PEC da deputada Erika Hilton, que prevê a escala 4x3, 4 dias de trabalho e 3 dias de descanso.
E por que o deputado vai apresentar isso? É uma manobra que eles estão fazendo, segundo líderes da base do governo, é para tentar deixar o governo sem saísa e uma tentativa também de inviabilizar a votação da PEC da escala 6x1, que é esse relatório que foi aprovado agora há pouco.
na comissão especial. Então a gente vai seguir aqui acompanhando agora o começo da votação no plenário da Câmara dos Deputados e também acompanhando qual vai ser a movimentação dos parlamentares, tanto da base do governo quanto da oposição em relação a esse destaque de preferência, viu Daniel? Volto com você, qualquer atualização eu trago aqui.
Legal, Beatriz segue acompanhando todas as manifestações, as discussões, essas articulações para que em breve a PEC seja votada. Beatriz, qualquer novidade, por favor, preferência para você. Bom trabalho. Deixa eu chamar os nossos comentaristas. Há vários aspectos que envolvem a PEC, naturalmente essa proposta de emenda à Constituição, mas é preciso também olhar para a articulação. Essa...
Esses contatos, as conversas, vamos apresentar, muitos deputados, vamos apresentar uma emenda de preferência para votar o texto original de Erika Hilton. O que isso pode dar? Vamos chamar o Roberto Mota, está ao vivo? Lá no Rio de Janeiro chegou o grande dia de votação dessa proposta de emenda à Constituição.
Há muitas defesas, acusações, cálculos sobre o que poderá acontecer nas próximas horas. Mota, o que é mais importante nós nos debruçarmos quando a gente olha para essa proposta, olhando para o intuito realmente de quem elaborou essa iniciativa, qual pode ser naturalmente o impacto disso nas relações trabalhistas, enfim. Acho que há algumas camadas para nós nos dedicarmos aqui. Bem-vindo.
Há muitas camadas, Caniato, mas no final disso tudo há uma coisa ruim. Esse projeto é um projeto insensato, populista, feito por pessoas que nunca empregaram ninguém, que nunca criaram um único emprego, que nunca tiveram uma empresa, que nunca tiveram a responsabilidade de, no final do mês, rodar uma folha de pagamento.
Boa noite pra você, boa noite aos meus colegas de bancada, boa noite à nossa audiência. Eu vou comentar essa manobra da oposição com a ressalva de que eu não tenho certeza se entendi muito bem como ela funciona.
Pelo que eu entendi, me parece que a intenção da oposição é mostrar como esse projeto é absurdo, forçando uma apreciação da proposta original, que era de dar três folgas por semana.
e determinar que as pessoas trabalhassem quatro. Essa é uma proposta que faz tanto sentido quanto você dizer por que não trabalhar dois dias por semana e folgar cinco dias?
Porque a pergunta que precisa ser feita é, o que o Estado tem a ver com isso? O que o governo tem a ver com isso? O que os deputados têm a ver com isso? Por que eles têm que se meter nessa história? Porque o trabalhador não pode negociar com o seu patrão.
Como e quando ele quer trabalhar? Exatamente como acontece, por exemplo, nos Estados Unidos. Um país que tem uma renda média dez vezes maior do que a do Brasil. Um país para onde o brasileiro, em qualquer oportunidade, emigra. Nem que seja para trabalhar entregando pizza.
Porque ele sabe que no final ele vai ter uma vida decente, ele vai conseguir criar patrimônio, ele vai conseguir segurança e estabilidade. Então, o que acontece, e essa é a minha opinião, não tendo todos os detalhes, é que a oposição permitiu que a esquerda construísse uma narrativa mentirosa e fraudulenta em cima desse projeto.
Inclusive, nós já vimos vários deputados da chamada direita dizendo que iam apoiar esse projeto, que iam votar a favor, porque senão ia ficar muito difícil explicar para os seus eleitores. Um deputado que não consegue explicar as suas convicções para os seus eleitores não tem que estar no Congresso Nacional, tem que voltar para casa. Então, a oposição já deveria ter desmascarado esse projeto há muito tempo.
Eu não sei se agora dá tempo de fazer alguma coisa. Pois é, o Mota mencionou a manifestação do sócio Tênis Cavalcante, né? Da oposição, a gente vai trazer isso na sequência. Eu só quero lembrar que esse tema, naturalmente, ganhou a imprensa e também as redes sociais e a gente publicou uma pergunta na enquete do dia que trata disso. A gente gostaria de saber o que você pensa a respeito. Qual, para você, é o melhor modelo de escala de trabalho? Seis por um?
Cinco por dois? Quatro por três? Ou você acha que, na verdade, isso tem que ser combinado entre funcionário e empresa? Se você puder, vote no portal da Jovem Pan ou então no nosso YouTube. YouTube do programa Os Pingos nos Is. Deixa eu agora, sim, destacar a manifestação do deputado federal Sostenes Cavalcante, do PL. Ele anunciou...
que a bancada, inclusive, do Partido Liberal, votará a favor da escala 6x1. Mas chamou atenção a defesa de uma jornada ainda menor, a 4x3. A gente separou esse trecho. Acompanhe.
Nós do PL vamos defender sempre o liberalismo econômico e a relação livre para que o trabalhador trabalhe quantas horas e quantos dias ele quiser. Esta é a nossa posição. Mas como nós estamos com o governo?
que gosta de mentir, de maquiar, de enganar e, além disso, de roubar a esperança dos brasileiros, nós tomamos a decisão de amanhã, na hora da votação em plenário, nós vamos apresentar destaque de preferência
para votarmos a escala 4 por 3, porque nós somos a favor do trabalhador trabalhar menos, ficar em casa, descansar com a sua família e não somos hipócritas e oportunistas como este governo.
Aí, a manifestação de Sostenes Cavalcante, muitas pessoas, inclusive, ficaram refletindo sobre qual era exatamente a intenção dele, ou desse grupo, ao fazer essa defesa no púlpito da Câmara dos Deputados. Deixa eu passar para o Luiz Felipe Dávila, primeiro para avaliar a discussão que acontece na Comissão Especial, a proposta que deve ser votada em breve, trata-se de uma proposta de emenda à Constituição, então...
Para ser aprovada, é preciso de um quórum diferente. É cinco, salvo engano, não é maioria absoluta como um projeto normal. Você precisa de três quintos, exatamente. Estava lembrando exatamente qual era o regramento para uma proposta de emenda à Constituição. Dávila, para além da proposta e do desafio...
para aprovar essa proposta de emenda à Constituição. Qual a análise que a gente tem que fazer para essa manifestação de sócio-tenes cavalcante?
Bom, primeiro, Caniato, boa noite a você, a Mota, Musa, Beralda e a nossa querida audiência. Vamos tratar de dois temas que tem na matéria. O primeiro, nós precisamos exaltar aqui a coragem, a dignidade de quatro parlamentares genuinamente da direita que votaram contra o absurdo dessa matéria na comissão.
Esses deputados, esses parlamentares são Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina, Maurício Marcon, do PL do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, PL do Rio Grande do Sul, e Gilson Marques, do Partido Novo de Santa Catarina. Somente quatro.
parlamentares mostraram da direita, mostraram a devida coragem e convicção de votar contra uma proposta populista e desastrosa para as empresas, para os trabalhadores e para o poder público, principalmente estados e municípios que vão ter um aumento de gasto com fôlego e benefício gigantesco.
É um absurdo essa proposta estar sendo votada num ano eleitoral. É populismo puro. Populismo nitroglicerina. É um absurdo. Todos os estudos, todos, não tem um único estudo que comprovou que essa medida não será um desastre. Vai jogar.
trabalhadores hoje com carteira na economia formal, na informalidade, vai aumentar o custo de contratação em torno de 20%. Isso vai quebrar uma porção de pequenas empresas que não vão conseguir aumentar o seu custo em 20% para a contratação e vai penalizar dramaticamente as finanças de estados e municípios.
Ou seja, é só populista que não faz conta e pensa no oportunismo eleitoral para votar uma emenda à Constituição, que é esse tamanho descalabro. Na verdade, o que os parlamentares genuinamente de direita deviam fazer, aliás, tem poucos no Congresso Nacional, como vimos na votação.
deveriam se unir em torno de manter a reforma trabalhista aprovada pelo próprio Congresso Nacional, que dá a qualquer trabalhador e empregador o direito de discutir o seu regime de trabalho. Pode ser 6 por 1, 4 por 3, 5 por 2, é uma discussão do negociado sobre o legislado. A legislação já permite isso.
porque vão aprovar uma emenda à Constituição engessando o direito e a flexibilidade das negociações trabalhistas que hoje a legislação permite. Então, não tem desculpa.
E aí, meu segundo par do comentário. Esta proposta do deputado Sostens é um absurdo total. Ele está querendo fazer assim, vamos apresentar um projeto mais absurdo ainda para ver se as pessoas caem na real. É uma vigarice esse posicionamento.
O parlamentar de direita tem que se posicionar contra esta medida. Por quê? Porque ele está defendendo as empresas, o setor privado, os trabalhadores, os empregos formais e os empreendedores desse país. Portanto, qualquer outra armadilha é para esconder a covardia desses parlamentares que não têm coragem no ano eleitoral para votar contra.
esta PEC que é uma barbaridade, digna de populistas que não acreditam na economia de mercado, na livre negociação e no negociado sob o legislado, como diz a legislação.
Pois é, mas no final das contas nem foi um novo projeto, um novo texto. Na verdade, a oposição defende votar a proposta original de Erika Hilton, porque depois teve tratativas com o governo e entenderam que 5x2 seria o melhor modelo.
Mas a proposta original de Erika Hilton seria de quatro dias de trabalho e três dias de descanso. E aí agora o PL defende votar a proposta original de Erika Hilton e o PSOL também. O PSOL, que é um partido de esquerda, também defende...
votar a proposta original de Erika Hilton. Só que isso causa um constrangimento, deixa o governo em uma situação muito delicada. Deixa eu passar para o Bruno Musa, também acompanhando essas discussões, e a possibilidade de votar a PEC original de Erika Hilton, que prevê quatro dias de trabalho e três dias de descanso. Boa noite, Musa.
Muito boa noite, Caniato, Mota, Beraldo, Dávila, todos que nos acompanham. Bom, eu não quero me tornar repetitivo aqui, mas eu acho que é importante mencionar o nome dessas pessoas que, novamente, o Dávila colocou, porque merecem todo o...
Enfim, o reconhecimento por parte de representar ideias que, essas sim, deveriam ter muito mais estudos técnicos embasados para isso. Então, Gilson Marques, do Novo de Santa Catarina, Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina, Maurício Marcon, do PL do Rio Grande do Sul, e Osmar Terra, também do PL do Rio Grande do Sul, merecem todo o nosso enaltecimento aqui.
Dito isso, eu também assino embaixo com relação ao que eu ouvi pela manhã de Sostnes Cavalcante, quando ele falou a respeito daquela forma meio que jocosa ou irônica, que deveria trazer uma pauta, que apoiaria a pauta, enfim, como se fosse uma forma, digamos, de rebeldia, de rebelião.
A política brasileira se tornou isso, uma brincadeira de mau gosto, sem estudo técnico nenhum. E ao invés de vir a público apresentando estudos técnicos para que pelo menos aquilo fique gravado, se ele não tiver condição de fazer isso, que, por favor, pegue aqui dos pingos dos riscos que nós falamos por diversas ocasiões, temas como produtividade, hora de trabalho, comparado com outros países do mundo, com estudos feitos pela Organização Internacional do Trabalho, para respaldar...
Algo muito mais profundo do que simplesmente vir como algo jocoso e como uma brincadeira com o dinheiro do pagador do povo. Ou seja, o dinheiro do pagador de impostos. Eu estou falando aqui ainda da 5 por 2.
Eu não quero nem mencionar o 4x3 porque é uma piada que sequer deveria ter sido comentada. Não por nada, porque não há estudo técnico-científico que mostre que isso favorecerá o trabalhador. Muito pelo contrário, em um país com produtividade baixa, como é brasileira, que perdemos para o cubano, segundo a Organização Internacional do Trabalho, sem dúvida nenhuma isso prejudicará o empregador, que consequentemente prejudica...
o empregado na ponta final. Todos eles. Tudo isso significa que há ainda aquela mentalidade dentro de grande parte dos brasileiros do oprimido e do opressor, como o Mota sempre lembra, daquela mentalidade marxista de mais de 150 anos atrás que continua vigente no Brasil e que não tem um amparo na realidade teórica, nem muito menos na prática.
Mas não, isso não fica apenas na população que nem sabe quem é Marx, mas tem isso dentro dele. Isso também está dentro de parlamentares que se dizem da direita. Portanto, uma grande atenção para quem nós votamos nesse país, como a gente sempre bate aqui. Quando entrarmos na filosofia de fato do que é a defesa...
de pontos econômicos importantes da direita, uma ampla minoria de parlamentares saberia defender até a página 2. São pouquíssimos. Por isso que eu faço questão de enaltecer esses quatro nomes quando nós começamos da mesma forma que o Dávila fez.
Os nossos comentaristas debruçados analisando a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e uma articulação de bastidor da oposição que defende a votação da PEC original de Erika Hilton.
Porque esse texto, esse primeiro texto que foi apresentado, defendia a escala 4 por 3. Inclusive, quem tiver na audiência, na sintonia e puder participar dessa discussão, votando na nossa enquete, para você qual é o melhor modelo, qual é o mais adequado?
para o modelo brasileiro de relações trabalhistas quando a gente olha para a escala de trabalho? Você acha que tem 6 por 1? 5 por 2? 4 por 3? Ou, na verdade, essas regras são meros detalhes? É necessário que o funcionário e a empresa cheguem a um acordo e definam qual é o melhor modelo para eles, ou naquele contexto daquela atividade. A gente conta com você. O Beraldo está ok?
Então, daqui a pouco, Cristiano Beraldo chega e traz também suas reflexões e avaliações. Deixa eu só voltar para o Roberto Mota, que fez apontamentos muito interessantes. Mas, Mota, a gente precisa olhar também para...
um ano eleitoral, né? E aí os cálculos que os políticos, os partidos fazem quando defendem uma proposta como essa. E aí até a gente teve uma entrevista recente aqui e muitos de vocês ficaram surpresos com o posicionamento de um cacique partidário quando ele fez a seguinte reflexão. A gente vai ter que votar, vamos ter que aprovar, porque se nós não aprovarmos, entregaremos para Lula a vitória, entregaremos para Lula a reeleição.
Como é que funciona isso? Que cálculo é esse que os partidos, que os políticos fazem? Ah, vamos ter que aprovar, porque se nós não apoiarmos essa iniciativa, entregaremos a eleição de mão beijada para o presidente da República? Que história é essa, hein, Mota? Canhato e...
Completamente compreensível que o político faça esse cálculo. Eu não estou recriminando o político por se preocupar com a sua eleição, porque isso é o fundamento da existência do parlamentar. Se ele não tiver votos, ele não se elege. O que eu estou dizendo aqui é que está na hora da chamada direita brasileira crescer.
e encarar a esquerda nos seus próprios termos. Primeiro, a direita não pode ser surpreendida por essas maluquices da esquerda. Depois, a direita tem que ir para a ofensiva. Ela não tem que ficar esperando a esquerda fazer uma besteira ou lançar um projeto populista para ir então.
tentar reagir. Eu acho que o melhor exemplo que a gente tem é o da segurança pública. A direita deveria estar fazendo muito mais. Olhem o que a esquerda fez nesse projeto do fim da escala seis por um. É lógico, a esquerda não tem nenhum compromisso com o país. Não tem nenhum compromisso com a realidade. A estratégia da esquerda é a do quanto pior, melhor.
Porque esse é o pensamento marxista. Para quem não conhece a história, Marx era contra os sindicatos. Isso está nos escritos de Marx. Marx dizia que melhorar a vida do trabalhador não era uma coisa boa. O bom era deixar o capitalismo, segundo ele, continuar piorando a vida do trabalhador, porque aí viria a revolução. Então, a direita tem que crescer.
Ela tem que tomar a iniciativa. E, no momento em que a esquerda lançar projetos como esse, projetos fraudulentos, enganosos, populistas, imediatamente a direita tem que reagir à altura. Isso significa se comunicar com o eleitorado, explicar por que esse projeto é um absurdo. E não é difícil fazer isso.
É fácil. É só explicar, olha, se passar uma lei no Congresso resolvesse alguma coisa, por que o governo não manda para o Congresso Nacional um projeto elevando o salário mínimo para 10 mil reais? O que que impede o governo de fazer isso?
sobe o salário para 10 mil reais. Ou coloca um regime de trabalho de 2 por 5. Por que não? Não é difícil se comunicar com o eleitorado. Acontece que a maioria dos políticos nesse país, tanto da esquerda quanto da direita, subestimam a inteligência das pessoas. Eles acham que estão falando com um bando de idiotas.
Basta inventar uma historinha qualquer, o eleitor é enganado e vai votar neles. E eu tenho uma novidade para esses políticos. Esse tempo acabou. Pois é, muitos fazem o seguinte cálculo. Poxa, mas se aprovar o fim da escala 6x1 e for transformada em 5x2 ou em 4x3, isso renderá muitos votos?
haverá uma grande mobilização para que parte dos trabalhadores apoiem tal grupo político ou tal candidato Cristiano Beraldo está ok? Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo antes disso só dividindo a rede uma rápida parada para você que nos acompanha pela rede
O Beraldo está com a gente ao vivo. Beraldo, ótima noite a você. Muitas informações, muitas discussões a respeito dessa proposta de emenda à Constituição. E claro que tem essa posição diferente da oposição que entende que é preciso agora votar a proposta original de Erika Hilton. Uma estratégia de bastidor para desgastar.
A base governista, desgastar o governo? Não sabemos. Agora, o quanto um projeto desse pode render frutos para o governo federal em um ano eleitoral, hein, Beraldo? Olha, Caniato, me impressiona o tempo que nós estamos perdendo com uma discussão sobre cerceamento da liberdade da população brasileira. Boa noite a você, boa noite ao Dávila, ao Mota, ao Musa, boa noite à audiência que prestigia diariamente os pingos nos is.
Essa proposta de emenda constitucional, ou seja, estão alterando a sofrida Constituição de 1988 para estabelecer que o brasileiro é obrigado a descansar dois dias por semana.
Se você quiser trabalhar, se você quiser produzir, se você quiser se dedicar por seis dias por semana, você estará descumprindo uma regra constitucional. E não se enganem, porque a Constituição não serve de absolutamente nada para o Supremo Tribunal Federal, mas para a população, para pessoas comuns. Ah, não se enganem.
Todos nós vamos sofrer as consequências disso. Isso é absolutamente absurdo. Porque esse mesmo país que quer obrigar a pessoa a descansar dois, agora a oposição quer três dias por semana, é o país em que a liberdade para se drogar, essa aí existe. Garantida pelo Supremo Tribunal Federal. Suma maconha, meu filho! A vontade!
Se entorpeça. Cultive a sua ignorância, a sua preguiça. Fique burro de tanta maconha que você fuma. Mas não trabalhe, porque trabalhar a Constituição não deixa. Então, nós estamos perdendo tempo vendo esta papagaiada de pessoas que se veem reféns de um discursinho de quinta categoria em ano eleitoral.
Nós tivemos aqui no programa a entrevista com o presidente do Partido Liberal, Valdemar da Costa Neto, que nos disse que os deputados do PL estavam preocupados com os efeitos eleitorais de votar contra essa proposta. E agora eles foram lá pedir 4 por 3.
Só que essas figuras, especialmente do Partido Liberal, que foram eleitas na esteira de Jair Bolsonaro, foram eleitas, boa parte delas, graças ao prestígio de Jair Bolsonaro e o apoio que receberam de Jair Bolsonaro, hoje estão reféns de pautas populistas.
Já não tem mais vigor, se é que tiveram algum dia, para lutar, mesmo contra a maré, mesmo como minoria, lutar contra os absurdos do Brasil. Eles não são dignos do mandato que lhes foi confiado.
O que nós estamos vendo é o resultado de escolhas mal feitas, da política feita com base nessas paixões inexplicáveis. O voto tem que ser com base numa escolha, numa escolha de alguém compatível com a obrigação, porque é obrigação. A pessoa eleita com uma determinada bandeira, defendendo uma ideologia, ela tem obrigação.
de atuar de forma perene, para que os seus eleitores reconheçam naquela pessoa o seu representante. Então, Caniato, o que nós estamos vendo é absolutamente deprimente, é nojento. Mostra esse Brasil que não tem nenhuma chance de dar certo se continuar na mão desses picaretas.
Tem podcast que te inspira a conhecer lugares novos, a ir mais longe. É como o Dili EX5 EMI. Conheça o super híbrido plug-in com até 1.300 km de autonomia combinada, com conforto de primeira classe. E na cidade, você roda no modo 100% elétrico. Com esse SUV, cada caminho leva você mais longe. Dili EX5 EMI. Sua grande jornada começa agora. Saiba mais em dilibrasil.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
É isso, a gente segue acompanhando o que acontece em Brasília, as discussões, as análises, nossa reportagem está acompanhando tudo, qualquer novidade, a Beatriz volta aqui e traz as informações para a gente. Deixa eu chamar o Luiz Felipe Dávila mais uma vez, para o Dávila...
refletir a respeito desse ponto que o Beraldo destaca na sua abertura, no seu comentário inicial. O Dávila está o quê? Não. Então, vamos colocar o Dávila. Parece que teve um problema com o sinal do Dávila. Agora está em tela comigo. Dávila, o Beraldo menciona o dispositivo, a ferramenta que se utilizam para...
mudar a legislação, uma proposta de emenda à Constituição para alterar a Constituição. Eu me lembro que o Beraldo certa vez fez um comentário até refletindo sobre a necessidade de alterar a Constituição para deixar expressamente a informação sobre o aumento dos enfermeiros. Eu me lembro que o Beraldo já...
compartilhou com a gente a reflexão a respeito daquela alteração, MAPEC, do salário dos enfermeiros, o piso dos enfermeiros. Não há um excesso de legislações a respeito de alguns temas e que escolhem justamente a proposta de emenda à Constituição para garantir que aquilo esteja na Constituição. Não deveríamos caminhar num outro sentido?
de desregulação, ao invés de um excesso de regulação, leis, dispositivos, tudo expressamente especificado na Constituição sobre temas que não sei se acabam servindo ali na Constituição. Deixa o empregado e o empresário acertarem isso, não é, Dávila?
É isso mesmo, Caniato. Por isso que falta verdadeira direita no Congresso Nacional. O PL não é direito, o PL é centrão. É centrão que votou mais de 60% das vezes nessa última legislatura com o governo.
partido de oposição votar sessenta por cento das vezes com o governo, absurda, é centrão puro, como está mostrando a sua veia nesta votação absurda dessa emenda à Constituição que na verdade engessa as negociações trabalhistas e você tem toda a razão verdadeiros
deputados, senadores de direita, deveriam estar trabalhando para melhorar o ambiente de negócio, trazer regras mais estáveis, diminuir a intervenção do Estado na economia, permitir livre negociação de empregador e empregado e, principalmente, desconstitucionalizar boa parte do que está na Constituição. Ou seja, aprovar uma grande emenda...
para transformar hoje leis constitucionais em leis ordinárias, justamente para dar a flexibilidade necessária para que possamos ter ambiente de negócio mais estável, leis previsíveis e regras do jogo confiáveis.
Deixa eu passar para o Bruno Musa. O Musa conversa com muitos empresários. Como o Musa é oriundo do mercado financeiro, trabalha com isso, conversa diariamente com muitos empreendedores e empresários. Há uma ideia, quando esses empresários acompanham essa discussão no Congresso Nacional, sobre qual seria o melhor modelo?
para o Brasil, dá para falar em melhor modelo, Musa? De que maneira os empresários contribuíram para essas discussões no Congresso Nacional? Tivemos as tratativas na Comissão Especial. Grupos que representam o setor produtivo ou setores importantes da nossa economia participaram desse tipo de discussão, Musa, até onde você sabe. Eles defendem algum tipo de modelo específico quando se fala em escala de trabalho?
Veja, Caneta, pontos importantes que você colocou. Eu faço parte do Conselho Superior de Economia da Fiesp, portanto, eu escuto ali bastantes industriais e eu tenho também, obviamente, aqui como cliente, você falou de gestão de patrimônio, que é a minha atividade, vários industriais, empresários, empreendedores e autos executivos de empresas. A preocupação, ela toma conta de todas as partes.
Infelizmente, a descrença no Brasil é tamanha em que apenas alguns grupos de lobby conseguem participar desse debate, mas quando a matéria vem comprada porque ela é leitoreira, faltando 4 ou 5 meses para as eleições, parece que não há debate. O presidente, por exemplo, da Fiesp, que nós...
Nós fizemos o programa direto ao ponto, aí nós já vamos com ele, com o Paulo Skaff, ele tentou interceder trazendo pontos importantes sobre a flexibilidade do mercado de trabalho. Praticamente não foi ouvido. Por que não foi ouvido? Porque a matéria já está feita, já está aprovada. Porque ela é feita para ser aprovada, porque é uma medida populista que está arquitetando entre Centrão, entre muitos que se dizem da direita e, obviamente, a esquerda.
eu nem coloco. Ou seja, já é algo que está aprovado, mesmo antes da votação. Já se sabia disso. As mensagens nem sequer eram subliminares. Elas eram já diretas mesmo. Então, quando você tem grandes grupos de lobbies que fazem parte disso, eles se arquitetam entre eles. Mas como eu falei ontem, no ano passado, foram criadas, Criato, 4,7 milhões de empresas no Brasil.
97% dessas 4,7 milhões são pequenas empresas que geram 70% dos empregos no Brasil. Essas sequer têm voz. Não tem voz dentro da política brasileira porque não faz parte desses grupos de lobby e sofrem as consequências disso tudo.
Como é que você vai conseguir transformar essa mudança de trabalho em um pequeno boteco, em uma pequena papelaria de esquina? Enfim, tantos geradores de emprego no Brasil, sem capacidade de conseguir enfrentar uma justiça, que muitas vezes eles têm que enfrentar porque o trabalhador sai de lá e a gente sabe como a justiça vem atuando. Veja, numa mini-reforma, digamos assim, durante o governo Temer, que trouxe algo.
Algo, pelo menos de flexibilização, já diminuiu e muito o número de ações trabalhistas e facilitou a contratação. Portanto, a economia de 2026, uma economia flexível, ela é muito mais adequada ao momento do mundo. Uma economia digital, onde as pessoas conseguem trabalhar por horas variadas, pactuar entre os contratos, entre as partes envolvidas.
ou seja, o empregador e o empregado, não é assim que os países que mais recebem imigrantes atuam? Por que nós não olhamos os dados internacionais? Por que nós olhamos apenas os países que continuam parados no século passado? Porque nós somos um país do século passado. Então esse grupo de empresário, grande parte dele não tem voz. Outros, Caniato, não tem mais a menor tipo de crença no país.
e vai tacando, e a gente tem que ir atuando conforme as adversidades vão aparecendo. O Brasil é algo disso. E, novamente, eu trago uma frase que eu trouxe aqui uma vez, que quem falou, pelo menos eu ouvi falando, foi o Roberto Campos, avô, não o Neto.
Em que ele fala que há três tipos de sociedades. As sociedades inteligentes que aprendem com os erros dos outros. É mais barato e mais fácil. As sociedades medíocres que aprendem com os próprios erros. Dói mais, é mais caro, mas ainda aprende. E a sociedade dos idiotas que não aprendem.
E nós, infelizmente, olhamos para aquele mundo que ficou parado no século passado, ou até antes disso, para copiarmos essas ideias populistas. E aqui eu me refiro novamente a todos, inclusive muitos que se dizem da direita. Ideias tão...
estúpidas, como por exemplo da Erika Hilton, defendidas pelo PT, pelo PSOL, é de se esperar isso. Agora, pessoas que se dizem de direita, que não têm amparo científico, técnico, e vão fazer isso com as empresas que geram emprego e, consequentemente, prejudicam o trabalhador na ponta final, me desculpe, para mim é imperdoável com a economia brasileira.
Pois é, tenho acompanhado muitas manifestações de lideranças políticas e é preciso olhar também para uma estratégia que foi desenhada ou talvez de maneira até atabalhoada, mas que parece que funcionou quando a gente olha para essa proposta de Erika Hilton, como se desenrolou os debates, se desenrolaram esses debates ou o processo.
de debates e como a gente observa os partidos de oposição se posicionando agora. Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo só para a gente finalizar essa discussão, lembrando que daqui a pouco talvez a gente volte com as informações ao vivo. Mas, por exemplo, Beraldo, União Brasil...
e Partido Progressista declaram apoio à PEC do fim da escala 6x1. Federação fecha a questão de forma favorável de redução da escala de trabalho, mas defende a preservação do parecer do relator. Parece que a base governista articulou de uma maneira que esses partidos de oposição ficaram contra as cordas. E com esse receio de, ah, não posso...
me queimar com o meu eleitorado, vamos votar favoravelmente. Lá na frente a gente vê o que faz. Ficou mais ou menos assim, né? Parece que, aparentemente, a base governista sai vitoriosa desse processo.
Pois é, Caniato, porque esse é o tipo de pauta que, conforme os deputados vão percebendo que há um apelo popular, eles não conseguem se desvencilhar do populismo. A mesma coisa aconteceu em relação ao piso da enfermagem. Quer dizer, piso da enfermagem no Brasil, piso de qualquer atividade no Brasil, não faz sentido, muito menos para estar na Constituição.
Tendo em vista que você tem realidades completamente diferentes em vários lugares do país. Você, naquela oportunidade, colocou nas costas de inúmeras prefeituras uma obrigação impagável. E a situação financeira dessas prefeituras só piorou com isso. Não é que eles contrataram mais enfermeiros, não é que a saúde melhorou. Foi simplesmente uma discussão de cunho.
populista na sua essência, travestido, embrulhado como um gesto de respeito aos enfermeiros. Não é assim que se respeita os enfermeiros? Não é assim que se resolve problemas do Brasil? Da mesma forma que não é assim, votando a determinação de quantos dias por semana se pode trabalhar?
que vai resolver alguma coisa. Só que os partidos, que são absolutamente medíocres do ponto de vista das suas convicções, eles vão na onda. Essa onda aqui está boa, não dá para a gente dizer que foi contra. E aí eles entregam a vitória da irresponsabilidade e compactuam com ela. Ao invés de deixarem essa irresponsabilidade só nas mãos do governo, não, não. Eles vão lá juntos.
para parecer que era uma vitória do Brasil. Não, não, não é uma vitória do Brasil. Até porque o Brasil de verdade, aquele Brasil que está preocupado em pagar conta, ele não vai ser atingido por isso, porque ele está fazendo o bico, ele está no Uber, ele está se virando.
E a partir disso, ele vai trabalhar o quanto for necessário para ele atingir os seus objetivos, como é em qualquer lugar decente do mundo, qualquer lugar civilizado do mundo é assim. Mas o Brasil não. O país rico, né? Tem que distribuir essa riqueza para todo mundo. Então, vamos dizer, não precisa trabalhar, não. Porque todo mundo vai ganhar um dinheiro do governo. Só que esse dinheiro do governo é esmola.
É para garantir a nossa ignorância, para garantir que a gente continue estagnado. E todos esses partidos compactuam com esse esforço para manter o Brasil atrasado.
Pois é, a gente segue questionando você que nos acompanha pelas redes sociais e também pelo site da Jovem Pan, o portal de notícias, jovempan.com.br, e também no nosso YouTube. Tem a parcial aí da nossa enquete no YouTube? Vamos colocar para as pessoas que nos acompanham. A gente perguntou qual é o modelo de escala de trabalho que você defende. Olha que interessante. Na frente, 34%.
pessoas votarem em acordo entre trabalhador e empresa, ou seja, sem determinação via PEC. Então, a empresa e o trabalhador acertam qual é o modelo de trabalho, qual é a escala mais adequada. Depois, com 34% também estão empatados em primeiro lugar, as pessoas que defendem a escala 6x1, ou seja, entendem que não tem que mudar nada, deixa do jeito que está. E aí depois, com 22%, as pessoas que acham mais adequada a escala 5x2, trabalha 5 e descansa 2 dias,
E, em último lugar, nessa enquete, nesse recorte que nós fizemos, a escala 4x3 trabalha 4 dias, descansa 3. 11% das mais de 2.700 pessoas votam em 4x3. Então, muito obrigado, viu, vocês que votam no nosso...
no nosso canal do YouTube, dos Pingos nos Issa, não da Jovem Pan News. Então, essa enquete está publicada na nossa conta de os Pingos nos Issa. Se puder, participe. Também está publicada no portal de notícias da Jovem Pan. Bom, deixa eu seguir com as notícias. Daqui a pouco a gente volta a tratar da alteração da escala 6x1. Uma outra informação. Os ex-governadores de Minas, Romeu Zema...
e de Goiás, Ronaldo Caiado, ambos pré-candidatos à presidência, eles se encontraram e discutiram uma aliança já no primeiro turno das eleições. Em uma entrevista à rádio Nova Difusora em São Paulo, Caiado foi questionado sobre o assunto e sobre a disposição de Zema em fazer uma aliança sem abandonar a cabeça de chapa.
Vou abrir aspas. Nós conversamos e existe esse sentimento. E ele é uma pessoa aberta. Então nós estamos somente avaliando. Fecho aspas. Essa é a manifestação do pré-candidato do PSD, Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás. Bom, deixa eu chamar o Roberto Mota para...
avaliar essa possibilidade, falavam-nos, né, Mota, sobre as forças da direita, a união da direita, o Dávila falava, não, modelo chileno, cada um, cada partido lança o seu candidato, mas assim, enfim, os cálculos e as avaliações, elas seguem, né, talvez em algum momento entendam que é melhor juntar forças. O que acha de uma chapa Zema Caiado?
Essas conversas fazem parte da política. Às vezes elas dão resultado, às vezes são apenas conversas. Zema e Caiado são bons nomes. Embora a avaliação da maioria dos observadores hoje é que apenas Flávio tem chance de vencer o PT. Mas isso não tira a importância desse encontro.
Muito bom se nós pudéssemos falar com o Ronaldo Caiado. Vamos ver se a produção consegue conectar ele aqui com a gente. Deixa eu passar para o Luiz Felipe Dávila, que acompanha muito os bastidores e as articulações. Você, Dávila, o Zema, o meu Zema, pré-candidato do Novo, tem se notabilizado pelo discurso muito firme, né? Críticas, inclusive, algumas instituições, um posicionamento.
que acaba surpreendendo quando a gente observava ele enquanto governador. E havia dúvidas se ele toparia uma chapa com uma outra figura que também se colocava como cabeça de chapa, no caso de Ronaldo Caiado. Como você observa essas articulações? Há um namoro em curso?
É muito importante essas conversas, afinal de contas, existem muitos candidatos na direita, né? Se fizermos a lista completa aqui, temos mais ou menos uns seis, sete nomes, né, Canhato? Então, se dois nomes de proeminência na direita começam a conversar, é muito bom sinal. Porque mostra que apesar dessa pluralidade de ideias na direita, propostas e candidaturas, existe um objetivo comum.
vencer o PT e Lula nas eleições presidenciais. E todos eles, tanto o Zema como o Caiado, deixaram muito claro que no segundo turno, qualquer um que chegar no segundo turno representando a direita terá apoio integral dos demais.
Então, não há divergência, há convergência. E parte dessa convergência passa por essas conversas. Seria importante, cada vez mais, alinhar os interesses, alinhar propostas.
para que nós possamos ter reais escolhas a serem feitas no pleito de 2026. Porque hoje a população está cansada desta esgrima de um contra o outro nesse radicalismo que Nassu discute proposta. Caniato, nós estamos vivendo a maior crise econômica, política e social do Brasil. Não tem uma proposta a ser debatida.
zero de debate. Por isso, esse tipo de conversa pode aplainar o território para começar, pelo menos, a dar um pouco mais de enfoque na discussão de propostas. Pois é, deixa eu passar para o Bruno Musa. Musa, você se lembra bem...
Você estava aqui com a gente no estúdio, nós recebemos, Ronaldo Caiado, conversou com a gente, respondeu a várias perguntas. E naquela ocasião não parecia que ele topava ser o vice e tendo um outro cabeça de chapa nesse desafio que ele, ao que tudo indica, irá enfrentar. Você acha que o fator Banco Master e Flávio Bolsonaro...
pode influenciá-lo a juntar forças com o Romeu Zema? Lembro muito bem presencialmente quando ele, naquele momento, pareceu ter deixado claro isso, que não era uma opção. Mas como nós falamos sempre, né, Caniato? Tudo está em aberto. E os novos fatos que vão surgindo e outros que poderão surgir, positivos ou negativos.
acabam contribuindo para esse tipo de mudança no tabuleiro das coisas. Ao longo desses últimos tempos, a gente viu aí basicamente uma estagnação, seja nos mercados preditivos ou nas próprias pesquisas, que já dei muitas vezes as opiniões aqui, mas de qualquer maneira é um importante vetor de acompanhar.
em que o nome dos dois, eles continuam ali mais ou menos estagnados, sem maiores variações positivas ou negativas. Portanto, alguma movimentação ali deveria ser feita. Nós sempre defendemos aqui a liberdade de mais ideias e projetos se colocarem presentes ali no primeiro turno, para que os eleitores tenham maiores possibilidades de escolha. E no segundo turno, obviamente, deverá...
ser muito, ou deveria ser, muito mais estratégico do que foi em 2022, com o objetivo, obviamente, de, através do voto, retirar o PT do poder e, consequentemente, levar o Brasil em busca de uma melhoria econômica, institucional, enfim, tudo que já falamos. Então, olhando esses fatores novos ao longo dos últimos tempos, desde que o entrevistamos pessoalmente no estúdio...
da Jovem Pan, eu acredito que sim, que faça mais sentido agora essa movimentação com os fatos do Banco Master, com a opinião ali que deu o Romeu Zema, com o distanciamento que ele teve do Flávio Bolsonaro e com a possibilidade de algumas pessoas querendo não, digamos, apoiar o Flávio porque consideram que os áudios possam ter tido problemas, apesar das variações terem sido algo como marginais que comentamos aqui.
mas de qualquer maneira são as peças do tabuleiro se movimentando e claramente faz sentido para eles que estão ali de forma mais estagnada nas eleições. Isso não significa também que será algo que não pode ser mudado, portanto, de novo, sigo dizendo, para mim está tudo em aberto, inclusive nos mercados de polimarketing, nos mercados preditivos.
O que nós vemos é que o Haddad vem aparecendo, obviamente com resultados bem baixos, mas de qualquer maneira ele já segue aparecendo. Há poucos dias nós ouvimos o Lula falando, algo grande vai acontecer com o Haddad. Agora se noticia tanto a respeito dos tratamentos que ele está fazendo e que sequer os amigos próximos sabiam disso. O que eu quero dizer com tudo isso, que novas peças dentro desse tabuleiro podem aparecer, seja de nomes ou estratégias, e portanto tudo segue ainda em aberto.
Pois é, deixa eu passar para o Cristiano Beraldo, que é preciso olhar para os levantamentos que vêm sendo realizados, os índices que foram alcançados por Romeu Zema e Ronaldo Caiado e qual o cálculo que esses pré-candidatos e os partidos fazem para avaliar se vale a pena juntar forças ou não. Por exemplo, no Datafolha, Lula e Flávio Bolsonaro estão muito à frente do pelotão de trás. Ronaldo Caiado, a depender do...
do levantamento, oscila de 3%, 4%, 5%, 6%. Romeu Zema, da mesma forma. É esse o cálculo que eles fazem? Vamos juntar esse percentual com o seu, com o meu, que talvez a gente consiga fazer um barulho? Não me parece que seja algo tão simples, uma conta de padaria. Há outros elementos que possivelmente acabam pesando na tomada de decisão, não é, Beraldo?
Sem dúvida, Caniato. E é interessante a gente observar essa eventual disposição de Ronaldo Caiado de ser vice de Zema. Porque Ronaldo Caiado, ele é o candidato do partido mais importante nessa relação. PSD é um partido muito grande, com presença em todos os estados, inúmeros prefeitos. Em tese, se fosse um partido...
unido, seria uma plataforma bastante mais poderosa, porque o Partido Novo, até em razão de Zema, na sua campanha de reeleição, ter ele próprio sido reeleito no primeiro turno, mas Zema não conseguiu fazer nenhum deputado federal para o Partido Novo em Minas Gerais. Isso é muito simbólico. Então, agora, o Caiado...
a sinalizar com essa possibilidade de ser coadjuvante nessa disputa, sendo que o próprio Romeu Zema tem ainda problemas internos dentro do Partido Novo para equacionar, né? Há ali algumas figuras importantes do partido, pelo menos na expectativa de votos para essa eleição, que vem se posicionando contra Zema, a favor de Flávio Bolsonaro. Então tudo está uma confusão.
Agora, o que é importante a gente observar? Tanto por esse movimento de uma eventual união de forças entre Zema e Caiado, assim como a disposição de Aécio Neves de abrir mão de uma disputa à reeleição da Câmara para disputar a presidência da República pelo PSDB.
Isso significa que essa turma da antiga, porque o Aécio Neves está há 40 anos na vida pública, Ronaldo Caiá também há muitos anos, há décadas na vida pública, eles estão percebendo que esse dano causado na candidatura de Flávio Bolsonaro, em razão...
das revelações sobre Daniel Vorcaro, que isso pode fortalecer, sim, um outro nome, que Flávio Bolsonaro, pela experiência deles, não é mais o grande favorito para vencer essas eleições. Então, vamos ver como é que isso tudo se comporta, Caneato, porque obviamente isso traz repercussões nas alianças estaduais e isso para os partidos que são sempre focados em fazer mais deputados federais, isso é muito relevante.
Pois é, a gente vai naturalmente seguir discutindo e analisando a situação que envolve as pré-campanhas, o pleito que se aproxima e a estratégia dos pré-candidatos. Agora, nesse momento, eu preciso me despedir de parte da rede. Algumas emissoras ficarão com suas programações locais, mas eu quero agradecer pela parceria e pela audiência. Continue com a gente, continue na Jovem Pan.
Agora eu sigo, claro, trazendo os principais destaques, analisando com os nossos comentaristas e também girando a reportagem da Jovem Pan News. Estamos noticiando essa informação que foi destacada por alguns veículos, a possibilidade de Ronaldo Caiado e Romeu Zema juntarem forças.
nas eleições presidenciais. E aí eu mencionei, será que a gente consegue falar com o Ronaldo Caiado? Bruno Pinheiro entra ao vivo aqui com a gente, está ao lado de Ronaldo Caiado. Bruno, seja muito bem-vindo, viu? Ótima noite a você. Queria que contextualizasse para a nossa audiência. Você está no Centro-Oeste, fará a cobertura de um evento do agronegócio e ao lado de Ronaldo Caiado, certamente vai perguntar a ele sobre essa possibilidade de juntar forças com o Romeu Zema. Bem-vindo, Bruno.
E acabou de chegar aqui em Cuiabá, sentindo um pouco do calor já de Cuiabá, o estado de Mato Grosso. Um evento do LIT Agro, na abertura da Green Farm. Aqui um evento muito importante, uma vitrine para o agronegócio. E ao meu lado, Ronaldo Caiado, ex-governador, estado vizinho aqui de Mato Grosso. Governador, quero já seguir então como os nossos comentários estavam repercutindo sobre essa possibilidade do senhor ter essa aliança já no primeiro... ...número...
em turno com Romeu Zema após essa divulgação de áudios de Flávio Bolsonaro ao entendimento que isso acabou reduzindo ficando menos competitivo essa possibilidade é uma realidade? O senhor já tem avaliado isso, governo?
Bom, primeiro, muito obrigado aí, falar com todos aí, telespectadores da Jovem Pan. Agora, realmente, eu não sei de onde aquela sinalização ali de caiado pode ser visto do Zemo. Não sei de onde realmente foi tirado essa notícia. Realmente...
Uns dão que eu serei visto dele, outros que ele será meu visto. Então a conversa não teve esse nível de entendimento. É uma conversa que eu tenho um relacionamento excelente com os vêmios. Nós somos estados vizinhos também. A conversa nossa foi uma conversa pela manhã, adiante ontem, certo? Tomamos um café em São Paulo, lá no meu escritório. Uma coisa bem sinalizando o cenário atual.
Ninguém se colocou para fazer parte da chapa de A ou da chapa de B. Está certo? Vendo como é que é que nós atuaríamos dentro de um princípio, que é o princípio maior. Está certo que é que não haja dispersão da centro-direita. Está certo? Então, essa é a realidade.
Nós não podemos, por questões que venham amanhã, atingir um ou outro candidato, que nós criemos uma situação de inviabilização da centro-direita no segundo turno. Esse foi o ponto principal da nossa conversa. Que aparemos as arestas entre nós, que temos ali conhecimento da força hoje, tá certo? Do ex-presidente Jair Bolsonaro.
que é fundamental para nós batermos o Lula, esse é o objetivo principal, que nós precisamos de ter esse ponto de concórdia. E não podemos dispersar essas forças todas num segundo turno, que é num curto espaço de tempo. Nós hoje teremos até dia 4 de outubro. O segundo turno nós só teremos 21 dias. Nós temos que chegar muito unidos.
E ninguém vai ganhar o segundo turno se nós não tivermos também o apoio da centro-direita no Brasil. Essa centro-direita não pode ficar fragmentada por declarações de um lado ou do outro.
ela tem que ficar unida. As pessoas que têm algo a esclarecer, devem se esclarecer. Agora, o problema de ordem pessoal, ele não pode atingir o ponto principal do debate e do objetivo das nossas campanhas no primeiro turno. Essa é que foi a conversa que nós tivemos. E hoje mesmo, ainda me mostraram um vídeo do Zema reafirmando essa posição.
dizendo aquele que chegará o segundo turno, ele apoiará e se for ele, ele receberá o apoio dos demais. Então, este é o fato que teve. Mas de maneira nenhuma, nós avançamos na tese de quem vai servir-se de quem. Não, vamos manter cada vez mais próximos, teremos uma outra reunião daqui a dez dias lá em São Paulo, já pré-marcada e vamos conversar política.
É hora de nós sabemos aparar a restas. A política se faz com habilidade política, com capacidade de mostrar maturidade política. O que o PT quer é criar uma cisânia entre nós. É isso que eles estão apostando. Isso não vai acontecer.
para a frustração do PT, nós vamos bater o PT no segundo turno. Nós vamos derrotar o Lula no segundo turno. Porque esse é o Brasil que o país não quer mais assistir. É exatamente o crescimento das facções criminosas e da corrupção.
Eu acho que já deve um basta que a população hoje não aceita mais continuar com mais quatro anos de atraso, onde eles já roubaram o futuro dos jovens durante 20 anos. Então, essa é a posição clara nossa, do Zema, minha, tá certo? E também o Flávio Bolsonaro, todos aqueles, nós vamos chegar unidos.
E nós vamos, sem dúvida nenhuma, mostrar que para sentar aquela cadeira, vocês podem saber que o Ronaldo Caiado tem história que tem a mão pesada para combater o crime da corrupção e também das facções nesse Brasil. Podem ter certeza que este é o recado que o Brasil todo vai assistir e na hora dos debates nós vamos aí sim poder demonstrar quem cada um tem de experiência. Isso é um debate normal, gente.
O problema do debate é normal na vida pública. Tere que passar para o segundo turno, possua uma competência e pronto. Mas não tem que ter briga entre nós. Esse é o objetivo principal. Eu vou aproveitar rapidinho a pergunta do Caniata no estúdio, governador. É isso, governador. Mais uma vez quero agradecer a gentileza em sempre atender aos convites aqui da Jovem Pan. Agora, o senhor defende essa união ou destaca a necessidade dessa... Ele não está escutando, Bruno?
Está escutando? Agora sim, Daniel Arthur. Ok. Governador, mais uma vez, obrigado. Agora, o senhor defende essa união da centro-direita, da direita, enfim. Já, inclusive, entrevistamos o senhor aqui no estúdio quando o senhor sublinhou e destacou essa necessidade. Agora, a divulgação dos áudios entre Flávio e Daniel Vorcaro muda a dinâmica da pré-campanha, porque, ok, o senhor defende essa união. Mas, Romeu Zema...
Por exemplo, ele adotou uma postura de crítica, de decepção, de persplexidade. Falou, inclusive, em tapa na cara da sociedade, quando os áudios foram divulgados. Essa posição de Romeu Zema não foi apoiada por todos do Partido Novo. Só aí nós já vimos uma cisão dentro de uma sigla. Defender a União nesse momento não é, talvez, prematuro? Eu fico imaginando, ok, Flávio vai para o segundo turno. Romeu Zema vai abraçar a candidatura de Flávio? Todos...
ficaram em dúvida qual seria o posicionamento. O senhor estará com Flávio, se Flávio estiver no segundo turno, governador?
Olha, está aí hoje, ele já gravou uma mensagem nesse sentido hoje, isso já está respondido por ele mesmo, ele mesmo respondeu esse assunto, por certo? Agora, ele respeitará aquilo que chegará no segundo turno. O problema é que nós não podemos fazer um corte temporal no dia de hoje, como se a realidade de hoje fosse a do prato de outubro.
Calma, teremos muitos debates, tá certo? Nós teremos ainda quatro meses para percorrer uma campanha eleitoral. Isso é uma eternidade na política. Então, este momento, eu quero é tranquilizar a todos que estão me assistindo aqui nesta hora, para poder tranquilizar a toda centro-direita, tá certo? Nós vamos ganhar as eleições, tá certo?
O escolhido será aquele que der conta de atravessar os debates, de mostrar que tem estatura para sentar a cadeira da presidente, que tem autoridade moral para fazer as reformas que precisam no Brasil e tem a coragem de enfrentar o crime e a corrupção. E a partir daí, os programas e as reformas estruturantes que encaminharei no primeiro dia que eu estiver à frente do governo.
Então, são ações que nós vamos para o debate. Agora, em relação à convivência nossa no segundo turno, para a tristeza do PT, fiquem tranquilos que nós chegaremos unidos e vamos ganhar as eleições em 2026. É isso. Governador, peço licença. Os nossos comentaristas farão perguntas. Eu acho que a gente tem tempo para uma pergunta, pelo menos. Deixa eu passar pela nossa ordem. Deixa eu passar para o Roberto Mota fazer a pergunta. Vai lá, Mota.
Governador, boa noite. Se o senhor fosse eleito presidente, qual seria a sua primeira medida? Bom, eu já levei o conhecimento da população brasileira, jamais negaria aquilo, que é a palavra e o cumprimento de que eu tomerei medidas que sejam definidoras da pacificação da política nacional. E eu...
Encaminharei ao Congresso a anistia plena, geral e restrita a todos do 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Encaminharei na mesma data a certo projeto de lei para reconhecer as facções criminosas como terroristas no país. Encaminharei na mesma data também a revisão da reforma tributária como a reforma administrativa.
da reforma política, da revisão da reforma também trabalhista no país. Tudo isso será num primeiro dia. Eu conheço o Congresso Nacional, não vou cometer erros de outros presidentes que ficavam encaminhando apenas uma reforma, esperando dois anos para poder aprovar uma reforma, não.
Eu encaminharei ao Congresso Nacional, todas elas no primeiro dia, reunirei diariamente com todos os presidentes da Câmara e do Senado, intensamente, dedicarei tempo integral a essas reformas, porque sei que ali é o momento, como fiz no estado de Goiás, que é o momento de nós podermos fazer esse resgate.
da economia, que nós sabemos aí muito bem, todo mundo sabe, o colapso que nós vamos aí entrar com esse quadro irresponsável do governo Lula, que a cada dia aumenta aí as dívidas do país, o quadro da taxa de juros, quer dizer...
É um presidente que não tem o menor respeito pelas pessoas a ponto de legislar sobre uma taxa das blusinhas há três anos atrás e agora legislar mandando exatamente suspender a taxa das blusinhas. Um governo que estimula as pessoas a gastar e depois responde com a taxa de juros levando a população toda.
Ficaram aí 100% inadimplentes. E aí vem um presidente dizer, agora eu vou apresentar aqui um programa de desenrola. Gente, pelo amor de Deus, será que você, nessa hora, sabe que vocês não fizeram uma campanha nesse rodapé aí? Lula, explique à população quem é que foi que enrolou o povo brasileiro. E para desenrolar, alguém enrolou. Quem é que foi que enrolou o povo brasileiro, Lula? Foi você, Lula.
Você que levou a população a realmente, ao invés de fazer poupança, gastar, e depois você simplesmente respondeu a essa população com o desenrola aí agora. Onde o desenrola, tá certo? A pessoa está usando o que ele tem de poupança, do fundo de garantia, para pagar a taxa de juros que o agiota do Lula cobra da população.
Então você vê a prática do Lula, quer dizer, ele deve ter agradado muito aí segmentos do setor financeiro. Estão ganhando muito, na verdade. E o Lula, ao invés de defender quem trabalha e produz, ele realmente praticou a ejotagem contra o povo brasileiro. O desenrola é mais um golpe do PT no povo brasileiro. Uma última pergunta, já liberamos aqui o governador então. É isso, quero só passar a palavra agora para o Luiz Felipe Dávila. O Dávila fará a próxima pergunta para fechar. Por favor, Dávila.
Boa noite, governador. Um prazer tê-lo aqui na Jovem Pan. Governador, é uma pergunta muito importante. O senhor vem conversando com o Romeu Zema e isso mostra a grandeza da política. A política é feita de diálogo. Em diálogo em torno de um objetivo comum, como o senhor bem colocou, que é derrotar o PT e tirar o mundo do poder, pelo amor de Deus, no próximo ano.
Agora, governador, não deveria também passar para uma conversa mais estratégica? Que áreas o senhor e Zema deveriam dividir para poder aumentar o conhecimento do eleitor das propostas da centro-direita brasileira?
Sem dúvida. Você é de convir que nós temos as nossas estratégias. Certo? Cada um com a sua pauta de prioridades, tá certo? E ao mesmo tempo, defendendo um objetivo único, que é a eleição de 2026, o segundo turno. Nós sabemos da nossa responsabilidade neste momento.
O que nós não podemos, e aqui eu reafirmo, é hora alguma ter aí um quadro de desentendimento entre nós, que isso possa causar fissuras, tá certo? Eu sou daquele, assim, que eu vejo com muita objetividade a política. O problema de ordem pessoal tem que ser resolvido por cada um que vem amanhã ter o seu problema. Então eu prego muito a necessidade de nós não deixarmos mais...
ter dúvidas em relação a este assunto. Agora, a estratégia, qual é a estratégia? Lógico que este assunto foi tratado. Esse assunto da estratégia, olha, se nós ainda estamos com um patamar pequeno ainda, quais são as ações, quais são as regiões que, por exemplo, eu estou caminhando, que ele está caminhando? Tudo bem, qual é o tom que deve ser levado sempre nessa objetividade de mostrar a nossa unidade?
Então, essa estratégia está bem clara na minha cabeça. Eu vou trabalhar com muita seriedade, com muita determinação para chegar à presidência da República. Sou um homem já calejado, um homem que vem de vários mandatos na Câmara, no Senado, no governo do Estado.
Isso aí que é a chegada da hora do Brasil. Veja, nós não temos uma política estruturante. Esses anos todos que eles estão na frente do país. Eu estou agora em Cuiabá, aqui no Mato Grosso, onde os produtores rurais não sabem o que fazer e como vão adquirir fertilizantes.
É o estado que tem a maior produção de safra. Só que o Mato Grosso eles produzem mais de 100 milhões de toneladas de grão nas 350 milhões que o Brasil produz. E de repente eles não sabem onde eles vão adquirir o fertilizante. Além do preço estratosférico, não tem nem a oferta dos fertilizantes para eles poderem produzir.
Porque o Brasil realmente é um país governado pelo PT, que nunca fez com que nós pudéssemos avançar naquilo que nós temos no nosso subsolo. Podemos desenvolver aqui a produção de enxofre, de cloreto e potássio, podemos ter o avanço aqui do fósforo, podemos produzir amônia, ureia. Enfim, tudo isso é um país que nunca teve preocupação, é nunca sobre o que era terras raras, é nunca na vida projetou o Brasil para poder ser competitivo nas mesas de negociações.
E é isso, é uma educação que deixa a desejar. É uma politicagem que não tem uma política de estimular uma juventude. Não tem uma política social capaz de emancipar as pessoas. Esse é que é um projeto que realmente diferencia um país. É que o Brasil vai cada vez mais perdendo o seu espaço no cenário internacional. Não tem uma política estruturante. Eu estou num estado aqui que até hoje não tem uma ferrogrão.
discute isso há 50 anos. Vamos fazer isso rapidamente, gente. É um estado que não tem hoje como chegar ao porto com toda a sua capacidade produtiva. Seja eu no interior de Goiás, seja no interior do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul. A ferrovia bioceônica falada por tantos anos na vida, nunca deram conta de construí-la. Então, é uma falta de interesse. O que eles querem é ficar com esse tititi.
Ah, é o 8 de janeiro, nós vamos fazer agora parcelamento da condenação e tal. Então, é isso aí, isso não leva a nada, isso é uma mediocridade na prática política. Além da mediocridade, você vê o escárnio maior, que é o processo de corrupção que alaça por todos os lados.
Há então uma entrevista com o governador Ronaldo Caiado, discussão sobre o Romeu Zema, discussão sobre eleições 2026, um estado importante agronegócio que tem reclamado, governador, sobre o relacionamento com o governo Lula. E é importante o senhor, então, visitar essa região do Centro-Oeste para colocar, então, sobre essa mesa de negociação, de avanço para as eleições, como será.
o relacionamento com o agronegócio. Muito obrigado ao senhor, a equipe do LIDI de Mato Grosso, da Green Farm, também uma feira muito importante, uma vitrine para o Estado, a nível nacional, do que a força do agronegócio, a locomotiva do país, né?
Olha, é a grande verdade, meu estado vizinho, estado irmão, eu certo que sempre convivi maravilhosamente bem. E pra vocês terem uma ideia aí, nós aqui do Centro-Oeste, nossas polícias aqui não tem fronteira não. Então, mexeu com aqui, mexeu com todos. Então, você vê que nós sabemos como combater o crime no Brasil. É hora que o cara chega lá.
Nós vamos fazer com que obras estruturantes aconteçam, mas que a segurança pública seja devolvida à população brasileira. É o que eu disse, eu devolvi Goiás aos goianos e vou devolver o Brasil aos brasileiros de bem. Podem ter certeza nisso. Em um minuto, o governador hoje aprovou, agora há pouco, a escala 6x1 na comissão especial. Como o senhor vê essa aprovação? Olha, essa batalha estava mais do que cantada, aquela seria aprovada. Foi por unanimidade?
foi ter votos contrários. Ah, não, porque eu pensei que fosse até por unanimidade igual foi do imposto de renda. Na verdade, mas você pode saber que eu vou apresentar propostas também no sentido de nós darmos a opção aos jovens de horas trabalhadas. Esse é um projeto que eu pretendo levar adiante. O jovem hoje não quer essa vinculação de tempo integral. Ele não quer esse modelo de CLT. E nós brasileiros temos que entender que nós precisamos atender o jovem hoje que precisa estudar.
desenvolver a sua capacidade, ter o seu tempo de família e poder também emprestar a sua capacidade e a sua competência para aqueles que desejam ali contratar a sua mão de obra. É isso que eu pretendo fazer. Modernizar o Brasil. É dar ao Brasil uma legislação de inteligência artificial que não tem até hoje no Brasil. O Goiás já tem marco regulatório de inteligência artificial, sobre também a legislação sobre autoridade de minerais críticos no Brasil e dizendo realmente como se exploram os minerais críticos do país. Enfim.
É algo que realmente o PT nunca soube fazer, porque ele a vida inteira só voltou os olhos para essa politicagem rasteira. Agradeço novamente e volto ao estúdio Daniel Caniato. É isso. Bom trabalho para você, Bruno. Uma satisfação. Obrigado pela entrevista, governador. Bom trabalho para o senhor. A gente segue em contato.
Um abraço. Deixa eu passar para os nossos comentaristas o Bruno Musa para também trazer a sua reflexão a respeito desse posicionamento de Ronaldo Caiado, explicando, enfim, defendendo essa união, essa troca de informações, essa interlocução entre figuras importantes da centro-direita e da direita. Ele explicou, você compreendeu exatamente em que pé estão essas tratativas?
definitivamente se entende, mas como eu falei, está tudo em aberto, ou seja eu entendi o que ele falou me pareceu bastante claro, mas portas abertas ou seja, quaisquer novas realidades que possam vir a aparecer, a coisa pode mudar de cenário mais uma vez, como nós falamos, né? Nada de ser enfático, jamais faria algum acordo aqui, ou jamais me alinharia, ou jamais teria um vício Bis Bis
Não, porque também não faria sentido ele ter esse tipo de posicionamento. E aí ele aproveita, obviamente, para colocar as suas pautas, realmente o trabalho importante que ele fez ali no estado de Goiás, eu que vou bastante, eu fui bastante no ano passado para lá, realmente por parte da população se fala muito bem a respeito disso, a diminuição da criminalidade, vai ser uma bandeira do próprio governo dele ou da eventual campanha dele junto com o Zema ou não.
Mas, como eu falei, no meu entender, ainda estamos na fase da pré-campanha. Então, ninguém vai cravar absolutamente. Todo mundo sabe que está tudo em aberto. A coisa pode começar a direcionar para algo. Eu acho que faria sentido até o que começou a sair nas grandes mídias hoje a respeito dessa junção. Mas, de novo, não colocaria mesmo no fogo que esse é o caminho 100% definido.
Daqui a pouco a gente vai trazer atualizações sobre as discussões em torno da PEC que prevê o fim da escala 6x1. Antes disso, deixa eu chamar o Cristiano Beraldo. Você, Beraldo, convenceu a explicação de Ronaldo Caiado? Enfim, não me parece.
que ele esteja preparado para ser o vice da chapa, porque ele está num discurso super pré-candidato, porque o candidato pode se colocar de certas maneiras que o pré-candidato não pode, mas ele já está enaltecendo a gestão da segurança pública no estado de Goiás, enfim, criticando muito o presidente Lula, a administração do PT, me parece uma postura de cabeça de chapa.
Olha, Caniato, o grande desafio de qualquer candidatura, especialmente uma candidatura majoritária, presidente da República, é ter personalidade. Qual é a personalidade da campanha de Flávio Bolsonaro?
Flávio Bolsonaro, ele é o herdeiro de Jair Bolsonaro, ele vai levar à frente todas aquelas bandeiras que o pai dele defendia, ele tem a identidade, uma base de apoio ao Jair Bolsonaro, então essa é a identidade do Flávio Bolsonaro. Não é uma candidatura de propostas. Quando perguntado sobre propostas, o próprio Flávio Bolsonaro disse que não tinha nenhuma, que isso ia ter que perguntar depois.
Então, está definido qual é a candidatura de Flávio Bolsonaro. Quando a gente olha para Romeu Zema, ele tentou, a partir dessa questão do envolvimento do Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, criar uma identidade para a sua campanha. Ele está de parabéns por isso. Ele foi para cima do Flávio Bolsonaro, ele disse que esse comportamento do Flávio Bolsonaro é inaceitável e que ele está numa posição moralmente superior.
a de Flávio Bolsonaro, como se ele fosse aquela figura, ou ele quer vender essa imagem de que ele é uma figura da direita, que não precisa, que os eleitores não precisam fazer concessão, né, que é assim, eu vou votar no Flávio apesar...
da amizade dele com o Daniel Vorcaro. Eu vou votar no Flávio apesar da mentira que ele contou para nós, eleitores. O Zema não, o Zema está dizendo, ó, fui para cima, eu sou um cara transparente. Sou um empresário bem-sucedido, fui governador duas vezes de um Estado importante e estou aqui para ser presidente da República.
Agora, quando a gente olha para Ronaldo Caiado, não basta dizer simplesmente que ele foi um governador muito bem aceito pela população de Goiás, o que é verdade, que ele fez um trabalho importante na segurança pública, o que é verdade, porque a grande maioria do eleitorado não se sensibiliza com isso.
Ele precisa ter uma personalidade para a sua candidatura que seja nacional. E aí começam as dificuldades. Ele demonstra, como fez novamente nessa entrevista, que ele não quer entrar em atrito com o Flávio. Então, não importa o que o Flávio faça ou diga, ele não vai, até aqui pelo menos não mostrou que irá, entrar em conflito.
Ele fala de Jair Bolsonaro como se ele quisesse ser aquele bom filho, aquela figura que está sempre ali junto, está sempre elogiando, para quem sabe então herdar isso. Mas eu não acho que isso vai levar ele muito longe.
Pois é, vamos voltar à Brasília, a Câmara dos Deputados chamando, o repórter Beatriz Souza vai trazer detalhes das articulações e as discussões a respeito da proposta que prevê o fim da escala 6x1, os bastidores dessas tratativas. E a Beatriz Souza está com uma convidada especial, a deputada Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina, conectada com a gente. Bia, obrigado pela gentileza mais uma vez.
Conta pra gente o que a deputada que votou contra, inclusive, essa proposta na comissão especial, tem a compartilhar com a gente. Obrigado.
Oi Daniel, boa noite pra você, pra todos que estão ligados aqui com a gente na Jovem Pan. Como você já adiantou, a deputada Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina, ela que votou contra lá na comissão especial e vai explicar pra gente por que esse voto contrário, né, em relação ao relatório do deputado Léo Prates e qual é a indicação de votação aqui no plenário da Câmara dos Deputados que começa a votação daqui a pouquinho. Deputada, seja muito bem-vinda à Jovem Pan.
Obrigada, Beatriz. Obrigada a todos os ouvintes da Jovem Pan. Obrigada pela oportunidade. Bom, votamos contra o relatório lá na comissão especial. Fizemos um bom debate. Eu fui a deputada que mais fez proposições, requerimentos na comissão especial. E diga-se de passagem, tive coragem de dar cara a tapa, porque ficou até sobrando vaga na comissão, porque os deputados queriam correr do debate.
Bom, eu não faço política pensando na próxima eleição, eu faço política pensando nas próximas gerações. E eu entendo que esse debate foi cancelado por mentiras propagadas. A esquerda, o governo Lula, eles não querem a melhoria da vida do trabalhador. Eles querem ganhar o debate e dizer que apoiam o trabalhador, que ajudam o trabalhador. Nós, verdadeiramente, trouxemos questionamentos preocupados com a vida do trabalhador. Porque...
questionamento simples, por que tanto ódio? Quem vai pagar conta? Ora, hoje eu fui atacada aqui por uma sindicalista que teve que ser segurada pra não me agredir. Uma sindicalista de São José dos Campos. Então, assim, me chamando de nazista, isso é tipo de debate? Divulgaram um monte de mentiras sobre nós. Fizeram vários recortes tendenciosos.
Isso é querer debater? Isso é se preocupar com o trabalhador? Não. E agora eles estão loucos e andando em círculo aqui no plenário, porque o nosso líder Sostenes, nosso líder do PL, anunciou ontem que ele vai colocar o destaque de preferência para a votação da 4x3. E aí estão reclamando. Mas quem propôs a 4x3 foi a senhora Erika Hilton. E agora ela vai votar contra a própria...
proposta dela, ah, mas e aí vocês vão quebrar o país, ó como assim? Eles propõem um negócio que é a quatro por três, agora dizem que vão votar contra, nós queremos a transição, o sócio anunciou isso, a transição tem que ser imediata então, por que que querem só pra depois da eleição? Estão fazendo a proposta só pra pensar na eleição? Nós vamos provar o nosso ponto hoje aqui no plenário da Câmara dos Deputados, foi uma decisão.
ontem, tomada pelo líder junto com outros deputados, eu confesso que eu fiquei um pouco assim, mas vendo a esquerda agora tendo que se explicar sobre esse assunto, ficou muito interessante, porque a irresponsabilidade é uma coisa que saltou aos olhos nesse debate. A irresponsabilidade, a falta de coerência, a mentira, e o único objetivo deles era destruir, fazer uma revolução, destruir os adversários que ousassem questionar.
Mas eu sigo com as minhas convicções, sigo firme, sigo fazendo bom debate e não me amedronto. É óbvio, hoje tive que estar acompanhado com o policial legislativo, porque eles estão aqui e estão agressivos, inclusive. Isso é democracia. Imagina eu ter que não poder me sentir segura no meu próprio ambiente de trabalho. Agora...
A gente tem que falar, mais de 90%, quase 90% dos empregos no Brasil são de pequenas empresas, entendeu? E o custo que vai ser passado para o trabalhador, né? Mas agora vamos ver como que vão votar na 4x3. Por quê? O ministro do Lula, o senhor Luiz Marinho, veio aqui na comissão, nos debates, e disse que as fichas do governo Lula estão todas depositadas no aumento da produtividade.
com o fim da escala 6 por 1. Mas se vai aumentar a produtividade com a 5 por 2, então bota logo a 4 por 3, porque daí a gente vai virar o país mais produtivo do mundo, se essa é a lógica que eles estão falando, que não foi apresentado nenhum estudo, mas se o governo está falando nesse sentido, vamos ver o que vai dar aqui a hipocrisia que vai ser mostrada agora aqui no Plenário da Câmara dos Deputados. Obrigada.
Daniel, tem alguma pergunta para a deputada? Eu só gostaria, quando ela menciona essa hipocrisia, queria que ela explicasse o posicionamento da oposição quando defende a votação daquela proposta original de Erika Hilton, que defendia quatro dias de trabalho e três de descanso. Para muitos acaba sendo um contrassenso esse tipo de defesa, mas naturalmente a gente compreende quais podem ser as...
os objetivos da oposição. Queria que ela explicasse qual foi o cálculo, o que o PL discutiu internamente para defender agora a votação dessa proposta 4x3. Veja bem, no começo eu também estranhei um pouco. E aí o que acontece?
Eles, só que não há contrassenso algum, porque os questionamentos, os debates continuam sendo feitos, né? Feitos por nós e nós continuamos sendo colocados por eles como inimigos do povo. Mas como que vai ficar pra eles agora que nós vamos apresentar... Nós não, o líder sócio vai apresentar o destaque de preferência pra votação da 4x3. Se eles dizem que aumenta a produtividade...
que não diminui, por que votar contra 4x3? Isso é uma estratégia política, porque a verdade seja dita. Esse debate foi cancelado, como eu falei no começo. Muita mentira foi propagada, colocando as emoções das pessoas mais simples, que realmente trabalham muito, acordam cedo, mexendo com essas pessoas, com a emoção, não lidando com a razão. Então, às vezes aqui, algumas estratégias políticas... Porque...
para expor o adversário, tem que ser assim mesmo. Deputada, desculpa, eu não sabia que a senhora estava com o retorno. Bia, os nossos comentaristas também querem fazer perguntas. Deputada, se a senhora puder responder aos questionamentos dos nossos comentaristas, será um giro rápido, pelo menos uma pergunta pode ser, Beatriz? O Roberto Mota, deputada, gostaria de fazer um questionamento à senhora. Mota, com você.
Mota, eu vou pedir para você retomar que está fechado o microfone. Desculpa. Coração! Posso perguntar? Pode perguntar, por favor, Mota.
Deputada, a senhora é um raro exemplo de parlamentar de direita que teve a coragem de se posicionar contra esse projeto baseada nas suas convicções na realidade econômica e usando a lógica. O que falta para que toda a direita tenha essa combinação de coragem e inteligência que a senhora está demonstrando?
Olha, é difícil falar sobre os outros. Eu sei o que me pauta, o que me pautou desde o começo, quando eu me propus a ser candidata, e eu sigo na mesma linha. E eu sempre defendi que a gente deve trabalhar para a pessoa, para os empresários ou trabalhadores terem mais liberdade econômica. Isso está lá, nas minhas promessas de campanha. Então, estou seguindo a risca aquilo que eu me comprometi. E a gente não ficou...
somente dizendo que isso não ia dar certo. A gente apresentou propostas. Exemplo, o meu colega Maurício Marcon, também corajoso e combativo, ele tem a melhor PEC possível, que é aquela que dá mais liberdade aos trabalhadores, aos empregadores, questão de horas trabalhadas. Mas aí o pessoal não quis debater. Tanto é que o Hugo Mota, que fez tudo que o Lula queria, que o governo Lula queria, nem apensou a PEC do Maurício Marcon para que a gente pudesse...
discutir, ele cancelou esse debate pra que a gente pudesse discutir na comissão especial, e isso é uma prerrogativa dele foi uma escolha política feita dele, mas assim, sim eu tenho muita coragem de defender aquilo que é certo porque a verdade sempre prevalece é isso, Beatriz Souza tá com a deputada Júlia Zanato vai lá Bia, por favor pode fazer o seu toque final aí, por favor
Daniel, a deputada tem que voltar pro plenário. A deputada tem que voltar pro plenário. Vou agradecer, então, a presença dela aqui na Jovem Pan e volto com você no estúdio. Deputada, muito obrigada mais uma vez pela presença. Voltamos, então, com você no estúdio, Daniel. Perfeito. Beatriz Souza com a deputada Júlia Zanatta. Muito obrigada, viu, deputada? Bom trabalho pra senhora.
contamos com as suas participações em outras ocasiões. A gente volta a conversar com a Beatriz, naturalmente, daqui a pouco, quando novidades surgirem lá na Câmara Federal. Faremos agora uma rápida parada, é isso, um break a jato. Um intervalo comercial de 90 segundos, um minuto e meio. Eu conto com você, se puder, aproveite esse tempo para votar na enquete do dia que trata do fim da escala 6x1. Eu conto com você, até já.
Os Pingos nos Is. Jovem Pan. Semana com Flávio Rodrigues, vice-presidente da Shell, e Alexandre Ribas, CEO da Falcone. Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve, né? E se qualquer caminho serve, pegue sempre o mais barato, né? Se você não tem clareza do retorno que você está buscando, afinal das contas passa a ser um investimento muito vazio. Show Business, hoje às onze e meia da noite, na Jovem Pan.
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Estamos de volta com o programa Os Pingos nos Is, trazendo os assuntos importantes, girando com os nossos repórteres, também trazendo as informações ao vivo de Brasília, como sempre, contando com você, com a sua parceria, com a sua audiência.
Os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro voltaram ao centro das articulações políticas em Washington. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo são esperados nesta quarta-feira em reuniões ligadas ao núcleo responsável pela política dos Estados Unidos para a América Latina.
em meio ao fortalecimento da aproximação entre aliados da família Bolsonaro e integrantes do governo Donald Trump. Essa movimentação acontece um dia depois de Flávio se reunir de forma reservada com Donald Trump na Casa Branca.
A agenda desta quarta deve incluir contatos com integrantes do escritório para assuntos do hemisfério ocidental, setor do Departamento de Estado que coordena a política americana para a América Latina e Caribe. As informações foram apuradas pelo representante dos Estados Unidos, o nosso repórter Eliseu Caetano. Inclusive, há pouco.
Flávio Bolsonaro publicou nas redes sociais uma foto com o vice-secretário de Estado dos Estados Unidos. A gente tem essa foto? Daqui a pouco a produção vai separar essa fotografia. Flávio Eduardo com o Marco Rubio. Deixa eu chamar o Luiz Felipe Dávila.
Acho que o Dávila tem apontamentos a fazer a respeito, claro, das fotos publicadas ontem, o burburinho que acabou gerando a agenda de Flávio Bolsonaro com Donald Trump. E hoje, mais uma etapa dessa agenda internacional de Flávio Bolsonaro, essa reunião com Marco Rubio. Parece que combate às facções, relações comerciais, foram tratadas nesse encontro, nessa reunião, Dávila.
É muito importante que isso aconteça, já que os canais oficiais da diplomacia brasileira hoje têm a pior relação da história do Brasil com os Estados Unidos, é muito bom que um candidato de oposição se esforce para começar a reconstruir uma política de Estado baseado nos interesses comuns entre os dois países.
E os interesses comuns entre os dois países, justamente, é a questão da segurança pública, combate ao crime organizado, que é uma coisa que inferniza a vida do brasileiro e dos americanos, por causa do tráfico internacional de drogas. É a questão das terras raras, relações comerciais muito importantes, e a defesa da democracia no continente americano. Por isso...
é um bom começo para reatar relações internacionais que foram poluídas, destruídas, por causa de uma política externa militante, ideológica e de esquerda que não tem nada a ver com a tradição diplomática brasileira.
Pois é, deixou ao Cristiano Beraldo, inclusive, deixou, antes de colocar o Beraldo na tela, nós temos a foto, acho que agora a produção separou. Vamos colocar a foto Flávio Bolsonaro e Marco Rubio, foto que foi divulgada nas redes há pouco.
Não sabemos exatamente qual é o ambiente em que essa foto foi tirada, claro, dentro naturalmente do prédio público, Casa Branca, ou em algum gabinete do departamento chefiado por Marco Rubio, mas a gente tem essa fotografia aqui, inclusive.
Está estampado em muitos portais de notícias. Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo para trazer suas impressões sobre o day after de Flávio Bolsonaro, a reunião com Donald Trump. Muito se falou sobre a reunião de ontem. Alguns enalteceram, outros tentaram diminuir o encontro de Flávio Bolsonaro com Donald Trump. E hoje, essa reunião, o encontro com o Marco Rubio. O Marco Rubio é peça importante nessa engrenagem. É uma figura...
que tem uma ligação mais próxima com os Bolsonaro, Beraldo? Tem dúvida alguma, Caniato. Há duas forças em relação ao Brasil dentro do governo Trump.
O secretário de Estado, ele é 100% alinhado com as bandeiras da família Bolsonaro, pela proximidade que tem com Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo. A partir daí, foi articulada a aplicação de lei Magnitsky e outras sanções em relação ao que acontece no Brasil hoje.
que não pode mais ser reconhecido por ninguém que avalie de forma honesta como uma democracia equilibrada.
Mas, por outro lado, no secretário de Tesouro, existe uma influência muito grande dos parceiros de Fernando Haddad que conseguiram, através de negócios do interesse dos Estados Unidos, conter algumas medidas, algumas movimentações que estavam em curso, como o caso da Magnitsky e outras que estavam sendo articuladas.
para que o Brasil sofresse mais sanções ou autoridades brasileiras que estão abusando do seu poder sofressem sanções por parte dos Estados Unidos. Então, esse encontro com Marco Rubio é um encontro, eu diria, até natural, porque...
aquele momento de ontem em que Flávio Bolsonaro, junto com seu irmão Eduardo, puderam ir até o Salão Oval conversar ali, não importa se foram dez minutos ou uma hora e meia, o que importa é que eles foram recebidos pelo presidente Donald Trump, que é a figura mais importante do mundo.
Então, isso foi sim um gol marcado pela família Bolsonaro, pela própria campanha de Flávio Bolsonaro, e a partir daí eles estão tentando mostrar essa força da articulação internacional, passar uma mensagem para o eleitorado brasileiro de que eles estão articulados, que eles estão...
avançando e que esse episódio da relação com o Daniel Vorcaro não vai deter a candidatura de Flávio Bolsonaro. Então, até para aqueles entusiastas da candidatura de Michele, me parece que esse encontro com o Donald Trump ontem deixa claro que isso não vai acontecer. Em relação a Marco Rubio, me parece que esse encontro foi natural e que ele vai seguir ali fortalecendo as relações com o núcleo de Jair Bolsonaro no Brasil.
Pois é, deixa eu chamar o Roberto Mota para trazer também suas impressões. E pensando mais adiante, Mota, como os Estados Unidos aparentemente veem o Brasil atualmente? E de que maneira o Brasil, sob nova direção, pode ajudar em uma parceria com os Estados Unidos nessa cooperação, por exemplo, de enfrentamento às facções criminosas?
Eu acho que quando há convergência de ideias, tudo fica mais fácil, Caniato. É difícil a gente avaliar o significado exato desses encontros de Flávio nos Estados Unidos, mas é possível especular. É possível a gente imaginar que se essas conversas estão acontecendo e estão acontecendo publicamente, é porque o governo americano enxerga algum valor nelas.
O valor, esse é o meu palpite, está menos nas informações que Flávio pode levar, porque, afinal, o governo americano tem as melhores agências de informação do mundo. O valor provavelmente está mais no estabelecimento de um relacionamento. O fato...
que tem deixado muita gente desequilibrada de ontem para hoje, é que Flávio segue construindo uma trajetória de estadista.
Muita gente zombou da probabilidade de uma reunião na Casa Branca e a reunião aconteceu. Aí eu vi ontem um debate nas redes sobre a fotografia, se as fotografias eram produzidas com inteligência artificial. Aí hoje a reunião foi com o Marco Rubio.
Marco Rubio é secretário de Estado dos Estados Unidos, é o terceiro cargo mais poderoso do governo americano. Marco Rubio é o algóis de Maduro, dos ayatolás e, quem sabe, da ditadura cubana.
E eu ia encerrar meu comentário dizendo que só faltou o Flávio conversar com o vice-presidente, Jade Vance. Mas, por algumas informações que eu estou vendo aqui, parece que essa conversa também aconteceu. Pois é, quem sabe a gente não vai tratar disso ou nesse programa ou no de amanhã.
Deixa eu chamar o Bruno Musa, o Bruno também, para trazer as reflexões necessárias a partir das várias agendas internacionais de Flávio Bolsonaro, com o apoio, naturalmente, de Eduardo e as muitas dúvidas a respeito de que maneira ele, como pré-candidato, pode transformar isso em algo positivo para a sua campanha aqui no Brasil. Musa, você.
Deixa, vamos lá. Eu já falei algumas vezes aqui a respeito do que está acontecendo no mundo, que na minha opinião é algo estrategicamente geopolítico, Caniato. Vamos lá. A verdadeira guerra para mim são Estados Unidos e China pela abundância da energia para ver quem ganha a guerra da inteligência artificial. Que não vai entender, eu já fiz vários detalhes disso, mas os Estados Unidos querem dominar os estreitos e a logística para ter abundância de energia.
E de uma forma mais barata, que foi a Venezuela, foi o canal do Panamá, que ele exerceu influência, foi a Groenlândia pela Rota do Norte, foi o Mar Vermelho e o Estreito de Hormuz. Os Estados Unidos são um país com saída para os dois mares e com estabilidade jurídica e econômica, com liberdade de capital. Consequentemente, você traz um ambiente muito mais favorável para instalar os data centers lá do que na China. Para mim, essa é a grande guerra e o Irã está nesse intermediário.
Por que eu estou falando tudo isso? Porque o mundo está mudando e a América Latina está mudando. Consequentemente, a tua pergunta foi o que o Flávio Bolsonaro pode capitalizar em cima da campanha dele? Basicamente, mostrar que o Brasil está ao lado dos Estados Unidos.
na guerra contra o narcotráfico e que não quer ceder aos interesses brasileiros para a China, um país de conta capital fechado, um país autoritário, um país com o Partido Comunista dominando e com, apesar de abundância de dinheiro, um problema crítico na economia doméstica que não consegue transformar a economia em economia de consumo. Os dados já estão disponíveis aí, com um problema demográfico bastante importante.
Consequentemente, estar ao lado dos Estados Unidos com uma demografia positiva, liberdade de capitais, abundância de energia e mais barata, isso significa que os aliados dele podem surfar essa onda positiva. E é isso justamente que Flávio Bolsonaro está colocando.
não apenas a Donald Trump, mas todo o entorno positivo, como o Mota acabou de comentar. Foi com o J.D. Vance, foi com o Marco Rubio, foi também com o Darren Beatty, que ele é o conselheiro e assessor encarregado da relação dos Estados Unidos com o Brasil, e o Christopher Landau, que é o vice-secretário. Portanto, o entorno mais importante de Donald Trump estava ali presente nesse encontro.
o que é extremamente importante nesse mundo atual de reconfiguração geopolítica e de uma nova ordem econômica que, no meu entender, já começa a ficar mais clara para todos.
Pois é, a gente vai seguir acompanhando essas discussões. Qualquer novidade que surgir dessas agendas, desses encontros de Flávio Bolsonaro com autoridades nos Estados Unidos, a gente traz aqui e analisa, debate com os nossos comentaristas. Lembrando...
que a nossa enquete está chegando na reta final. Se você puder, vote ainda da Tempo. YouTube do programa Os Pingos nos Is e também no portal de notícias da Jovem Pan diz respeito ao modelo de escala de trabalho. Qual você defende? 6 por 1? 5 por 2? 4 por 3? Ou para você tudo isso é bobagem? O acerto deve ser feito entre funcionário, colaborador e empresa.
Vote ainda, dá tempo, daqui a pouco a gente traz o resultado. Rápida parada, voltaremos em um minuto e meio, com mais notícia, mais análise e a sua presença importante. Até já.
Para tudo, para tudo. Olha quem veio para essa conversa. João Kleber! Que é quase uma pegadinha. E atriz do teste de fidelidade tem a ver com o término de Vini Júnior. Pô, eu não tenho nada a ver com isso. Não tô defendendo ninguém. Até prova e encontra lá falou a verdade. É que ninguém mais vê programa, eu acho. O Neymar sempre assiste o teste de fidelidade. Isso não é um talk show. Hoje, às dez e meia da noite, na Jovem Pan.
Não vai pra cama sem mim. Alô, beijinha. É? Duas das maiores empresas de alimentos do mundo se juntaram pra fazer algo ainda mais grandioso. Criar uma potência global multiproteínas.
E um novo marco como esse pede uma nova marca pronta para o futuro. Uma marca que inclui a nossa origem, que representa a nossa expansão e mostra a força da nossa escala global. Uma marca que inspira confiança, porque confiança é a base de tudo. MBRF Global Foods Company. Uma empresa pronta para levar ainda mais longe marcas icônicas. A gente acredita que alimentar é muito mais do que nutrir o corpo.
Alimentamos o simples porque é nele que mora o essencial. E o cuidado porque dele vem a excelência e o compromisso com o planeta. Não é apenas sobre o que colocamos na mesa, mas tudo o que fazemos para chegar lá. MBRF Global Foods Company. Alimentando o mundo. Todos os dias você acorda dentro de um projeto de engenharia. Você confia sem perceber.
E tudo funciona porque profissionais sonham, calculam, projetam, fazem tudo acontecer. Por isso, aproveite seu dia. E quando você for descansar, durma tranquilo. Porque mais uma vez, você estará dentro de um projeto de engenharia. Com fé. Existe um lugar onde a corrida nunca dorme.
Mas essa história não pertence a um único lugar. Agora, ela volta a São Paulo.
Jornalismo de tradição, compromisso com os fatos. Jornal Jovem Pan, de segunda a sexta, às oito da noite, na Jovem Pan News. Os Pingos nos is. Jovem Pan.
Estamos de volta com o programa Os Pingos nos Is. Os assuntos importantes do dia, sempre contando com a análise dos nossos comentaristas. Roberto Mota, Luiz Felipe Dávila, Cristiano Beraldo e o Bruno Musa estão com a gente, como todas as noites. E você, que nos acompanha por todas as plataformas, é sempre nosso convidado especial.
Agora eu recebo as pessoas que nos acompanham pela rede de rádios, todos agora conectados com a gente aqui em Os Pingos nos Is. Muito obrigado, viu, por prestigiar a Jovem Pan também pelas ondas do rádio, mais de 100 emissoras espalhadas por todo o Brasil. Aqui em São Paulo, as pessoas curtem a programação pelo 100,9. Muito obrigado, principalmente aos...
taxistas e motoristas de aplicativo que gostam de acompanhar a Jovem Pan dentro do carro durante o trabalho. Bem, deixa eu trazer uma outra notícia. O presidente Lula disse, durante um discurso no estaleiro Bertolini, em Manaus, no Amazonas, que a privatização da Eletrobras foi o maior roubo na história desse país. E aí a nossa produção separou esse trecho. Vamos acompanhar.
Eu vou dizer para vocês o que é a privatização. A privatização que eles estão fazendo, como fizeram a Eletrobras, foi o maior roubo da história desse país, a privatização da Eletrobras. A maior empresa de energia que a gente tinha foi vendida nas Bacias das Almas e o salário do presidente da Eletrobras, quando era do governo, era 60 mil reais por mês. Hoje, o salário do presidente é de 360 mil a 500 mil reais por mês. Cadê a moralização?
Cadê a moralização? O discurso do presidente da República criticando a privatização da Eletrobras. Deixa eu passar para o Luiz Felipe Dávila, que vai trazer os seus apontamentos. O Dávila é um defensor do processo de privatização, desestatização. O presidente Lula está no lado oposto, não é, Dávila? O Dávila está de um lado, o presidente Lula está do outro. O Dávila defende a privatização e o Lula não gosta de privatização, Dávila.
É isso aí, onde está o Lula, tudo do lado oposto. E nas privatizações é isso, privatiza tudo já. E eu vou mostrar isso em números. Como a Vale foi privatizada, ela dava um lucro de 500 milhões de reais por ano. Sabe qual que é o lucro da Vale privatizada agora em 2026? 121.
de reais. A telefonia que era estatal, uma desgraça, você ficava anos esperando uma linha telefônica, saltou de sete pra trezentos e trinta milhões de acessos só de celular, ninguém tinha celular.
A Eletrobras, esta que o Lula criticou, foi privatizada por 34 bilhões de reais em 2021. Passou a chamar Axia, Energia. O ganho de oficiência operacional e a capacidade de investimento aumentou brutalmente. Só pra você ter uma ideia, o custo operacional da Axia caiu 18%.
A Axia privatizada cortou 27% do quadro de funcionários. E sabe o que aconteceu? Pasmem! O lucro extraordinário foi para 2,6 bilhões de reais em 2026. É por isso, presidente, que ele pode remunerar bem o presidente de uma empresa privatizada. Agora, as estatais...
já deram prejuízo de 5 bilhões de reais só em um ano do governo Lula. Ou seja, estatal dá prejuízo, faz o governo meter a mão no nosso bolso para cumprir o rombo do correio, enquanto a venda traz 34 bilhões da Eletrobras para os cofres e ainda faz uma empresa muito mais eficiente, capaz de investir, como mostram os números. Ou seja, discurso populista é vazio de fatos e evidências.
Pois é, deixa eu passar para o Roberto Mota também trazer essa análise a respeito do que disse o presidente da República sobre privatização. E aí ele coloca o salário do presidente da empresa como sendo um problema, Mota.
Eu acho que ele deveria aplicar esse critério pro próprio governo. Imagina quando a população descobrir quanto ganham as pessoas no alto escalão do governo. Salário, benefícios, gastos com viagem. Agora eu acho que ele deveria propor a reestatização das operadoras telefônicas. Aproveita esse embalo aí. Aí sabe o que vai acontecer? Vai acabar a telefonia celular.
Vai voltar as linhas fixas que você tinha que comprar pagando 3 mil dólares e esperando 4 anos para serem instaladas. Vamos lá, tenha coragem, reestatiza tudo. Sei Bruno Musa, e a sua reflexão a respeito desse ranço, parece, né? Que o presidente da república tem com processos de privatização. Ele considera que a Eletrobras, o processo, foi um roubo.
O único ranço é porque quando você privatiza, você tira da mão dele uma parte do orçamento. A privatização da Eletrobras, você pode questionar os números, mas gerou quase 100 bilhões de renda para o Estado. E a empresa já valorizou mais de 40% desde o IPO. Talvez seja porque o Estado não está mais com a mão. Mas quando ele fala de roubo...
A privatização gerou 100 bilhões de receita. Quando nós contamos mensalão, petrolão e NSS e agora o escândalo do Banco Master, talvez ele não tenha certa familiaridade com os números para entender. Ele que acredita que gasto é vida, talvez ele não saiba diferenciar também entre renda e desvio de dinheiro público.
Pois é, presidente da República criticando o processo de desestatização da Eletrobras, dizendo que esse processo teria sido um roubo, o maior roubo na história do país, segundo informações que foram compartilhadas há pouco nesse vídeo, separado pela produção. Você, Beraldo.
Olha, Caniato, essa é uma crítica tão cafajeste que o presidente da República, ele simplesmente ignora o fato de que a Polícia Federal, durante as suas investigações, levantou que a sua empresa, a empresa LILS,
Depois que ele deixou a presidência da República, ou seja, depois que ele deixou de ser um funcionário público e se tornou um profissional das palestras, ele ganhou 52 milhões de reais em quatro anos. Então ele sabe muito bem a diferença da remuneração de quem é do serviço público para quem é da iniciativa privada. E depois falar em roubo, que a privatização foi roubo...
Ele entende de roubo, ele entende roubo do dinheiro público, porque ele sim foi condenado por participar do maior roubo, do maior saque de dinheiro público da história do Brasil durante o Petrolão. Então é uma conversa que não tem nenhum respaldo, nem na conduta do próprio presidente, nem na realidade dos fatos.
Pois é, só para a gente finalizar, encerrar essa discussão, acho que dá tempo para o Dávila só arrematar esse tipo de análise a respeito do processo de privatização e desestatização. Dávila, naturalmente não dá para esperar que esse governo, que nunca defendeu agendas de privatização, vá avançar com algum tipo de processo de desestatização. Mas pensando em um outro governo, alguém que...
Pense em um estado mais enxuto. Quais empresas precisam ser privatizadas na sua avaliação para ontem? Rapidamente, 40 segundos.
Em dois segundos. Todas. Absolutamente todas. Eu quero justificar por que tem que ter uma empresa estatal. Você acha que precisa ter empresa estatal de chip de boi? Você acha que precisa ter estatal de trem-bala? É óbvio que não. Tem que vender absolutamente todas e usar o dinheiro pra bater a dívida pública e reduzir a taxa de juros que tá matando o brasileiro. Pois é, vamos colocar o resultado da enquete do dia? A pergunta que nós fizemos sobre escala 6x1. Qual é o modelo mais adequado pra você?
Olha só, 35% disseram acordo entre trabalhador e empresa. Já 34% entendem que o melhor modelo é 6 por 1, ou seja, nem precisaria ter discussão, deixa do jeito que está. E aí, as pessoas que defendem 5 por 2 e 4 por 3, se nós juntarmos os percentuais...
a gente chega ao resultado de 31%. Então, muito obrigado a todos que participaram da nossa discussão. Um abraço aos nossos comentaristas, voltaremos amanhã. Tchau, tchau. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan
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