Encontro entre Trump e Flávio na Casa Branca / Elo entre Vorcaro e Castro
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (26):
O senador Flávio Bolsonaro cumpriu agenda oficial em Washington e se reuniu com o presidente norte-americano Donald Trump no icônico Salão Oval da Casa Branca. Acompanhado por seu irmão, deputado Eduardo Bolsonaro, o encontro tratou de temas estratégicos de interesse bilateral, como segurança pública e regulação de redes sociais.
A Polícia Federal investiga um suposto esquema milionário envolvendo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A apuração foca em aportes de cerca de R$970 milhões realizados pelo fundo RioPrevidência na instituição financeira.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) avalie em até cinco dias a inclusão do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro no inquérito que investiga as ações do deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A medida atende a um pedido do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e cita supostas conexões com a tentativa de obstrução de Justiça e o financiamento do filme Dark Horse.
Durante um evento do programa Minha Casa, Minha Vida em Manaus, o presidente Lula voltou a defender o fim da escala de trabalho 6x1, alegando que a rotina é ainda mais grave para as mulheres devido à dupla jornada com os afazeres domésticos.
O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro cumpriu agenda em Washington e se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval. O encontro, intermediado pela equipe do Secretário de Estado Marco Rubio, buscou estreitar laços bilaterais e resgatar a credibilidade internacional do Brasil. Em coletiva de imprensa, Flávio detalhou propostas de parcerias econômicas em terras raras e solicitou o apoio de Washington para classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.
O Brasil alcançou em 2024 o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de sua história, ingressando no grupo de países com alto desenvolvimento.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Daniel Caniato
Bruno Musa
Cristiano Beraldo
Eliseu Caetano
Luiz Felipe Dávila
Roberto Mota
- Flávio Bolsonaro articula encontro com TrumpClassificação de facções criminosas como terroristas · Regulação de redes sociais · Parcerias em terras raras · Relações Brasil-EUA · Donald Trump · Flávio Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro · Casa Branca
- Investigação sobre Cláudio Castro e Banco MasterAportes do RioPrevidência no Banco Master · Relações políticas e favores · Cláudio Castro · Daniel Vorcaro · Banco Master · Rio Previdência
- Ações de Eduardo Bolsonaro nos EUAFinanciamento do filme Dark Horse · Obstrução de justiça · Jair Bolsonaro · Flávio Bolsonaro · Eduardo Bolsonaro · Alexandre de Moraes · Lindbergh Farias
- Debate sobre fim da escala 6x1 e jornada de trabalhoDupla jornada feminina · Violência contra a mulher · Lula
- Brasil no OscarExpectativa de vida · Educação · Renda · Saneamento básico · Desigualdade social
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Olá, tudo bem com você? Seja bem-vindo começando mais uma edição do programa Os Pingos nos Is, reunindo os assuntos mais importantes desta terça-feira, sempre contando com a análise dos comentaristas aqui da Jovem Pan.
Eu sou Daniel Caniato e você é o nosso convidado especial. O pré-candidato do PL e senador Flávio Bolsonaro está na Casa Branca, nos Estados Unidos, para um encontro com o presidente norte-americano Donald Trump. Vamos imediatamente, então, aos Estados Unidos. Lá está o nosso correspondente, o Eliseu Caetano, que está monitorando, inclusive, essa agenda de Flávio Bolsonaro e vai trazer todos os detalhes para a gente. Eliseu, seja muito bem-vindo. Uma ótima noite a você.
Oi, Paniato, ótima noite para você, para os nossos colegas debatedores e, claro, para todo mundo que está colocando os pingos nos is com a gente aqui na programação da Jovem Pan, viu? Flávio, Bolsonaro ainda está na Casa Branca. A expectativa é de que ele deixe a residência do presidente dos Estados Unidos nos próximos minutos e se dirija para um hotel a cerca de 10 minutos.
da Casa Branca, onde às 5h30 da tarde, pelo horário local daqui da Costa Leste Americana, portanto, 6h30 da noite pelo horário daí de Brasília, daqui a pouquinho, daqui a cerca de 29 minutos, não é verdade? Ele vai conceder uma coletiva à imprensa que está na capital americana acompanhando a agenda do senador pelo PL do Rio de Janeiro e pré-candidato à presidência do Brasil. Nós estamos acompanhando desde a chegada dele aqui na segunda-feira. Havia uma grande...
grande expectativa se esse encontro ia de fato ou não acontecer. A Casa Branca, até os minutos anteriores a esse encontro, não confirmava absolutamente nada, como ainda não confirmou, ou seja, mantendo aquilo que a gente falou na semana passada aqui nos Pingos nos Isis e também na programação da Jovem Pan, de que ele teria o mesmo tratamento oferecido ao presidente em exercício do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que ele seria recebido por Donald Trump, mas não haveria por parte da Casa Branca.
por parte do governo americano, qualquer tipo de divulgação dessa agenda específica. E, sobretudo, ao longo das últimas horas, a expectativa subiu ainda mais por conta da agenda cheia de Donald Trump para hoje, não apenas por conta dessa não confirmação oficial por conta da Casa Branca, mas também por conta até...
da retórica que foi acolhida pela equipe que acompanha Flávio Bolsonaro aqui nos Estados Unidos. Alguns jornalistas que estão com ele, até o próprio irmão dele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, nas últimas horas se limitaram a dizer, olha, ele está em Washington, temos uma série de agendas.
Temos muitos encontros, vocês vão saber em breve com quem. Inclusive, antes de ir para Casa Branca, Flávio Bolsonaro, na porta do hotel onde está hospedado na capital americana, chegou a conversar com jornalistas brasileiros e disse, olha, eu estou saindo, vou ter um encontro importante. Mas não disse para onde ir e nem com quem.
minutos antes desse encontro, já dentro da Casa Branca, o senador fez um vídeo, postou nas redes sociais, aliás, esse vídeo também está nas nossas redes da Jovem Pan, convido o nosso ouvinte, telespectador, internauta, a acessar as nossas redes sociais e o nosso site, porque também temos uma matéria completa lá falando sobre essa visita. Ele fez um vídeo dizendo, estou aqui na Casa Branca e vocês já já...
vão saber com quem eu vou me reunir. Nesse mesmo momento, um jornalista que estava com ele nessa entorrage, conversou com um colega jornalista brasileiro e disse, olha, eu não sei quem vazou essa conversa de que ele teria um encontro com o Trump, não fomos nós, não sei se foi alguém da equipe de campanha dele, mas se esse encontro não acontecer, não vai ser vergonhoso para o Flávio, vai ser vergonhoso para a imprensa brasileira.
que embarcou nessa história sem se certificar. E aí o colega jornalista perguntou, mas e aí, vai ter ou não vai ter esse encontro? Ele falou, eu não posso falar a respeito, mas vocês vão ver. E de fato, vimos. Eu não sei se a gente já tem a imagem aí, a foto divulgada agora há pouco pela equipe do Flávio Bolsonaro, do senador e pré-candidato à presidência do Brasil.
Ele, de fato, esteve com Donald Trump agora de tarde. Inclusive, tiraram uma foto que, repito, foi divulgada apenas pelo lado brasileiro desse encontro, não pelo lado americano. Flávio Bolsonaro se reuniu no início da noite de hoje, no final da tarde de hoje, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Agora!
A pergunta que não quer calar, Caniato, o que eles falaram? Bom, eu conversei com algumas pessoas próximas a Flávio Bolsonaro e me disseram o seguinte. Segundo as pessoas com as quais eu conversei, aí são informações de bastidores, tá, Caniato? Flávio queria tratar de enquadramento de facções criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, como terroristas.
Regulação de redes sociais, de big techs, era um outro tema que Flávio Bolsonaro queria levar à discussão com Donald Trump. Além de possivelmente acordos ou possíveis acordos sobre terras raras e outros assuntos considerados estratégicos.
para o Brasil. Flávio Bolsonaro estava o tempo inteiro acompanhado do irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro, enquanto conversava com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e juntos eles estavam com um jornalista que os acompanha.
durante toda essa agenda, que foi finalizada, digamos assim, no Salão Oval da Casa Branca, onde essa foto foi tirada. Ainda não há detalhes completos aí do conteúdo da conversa, que é muito recente, acabou agora há pouco. Flávio, nesse momento, acredito eu, já esteja se dirigindo ao hotel.
onde em 15 minutos vai conversar com a imprensa e contar o que conversou. Bom, analisando a foto, o que a gente tira de conclusão prévia é o seguinte. A foto mostra Donald Trump sorridente ao lado do senador Flávio Bolsonaro. Donald Trump sentado, Flávio Bolsonaro... Eu só quero pedir um instante. Rapidamente, você mencionou essa foto que foi publicada há pouco. Inclusive...
Essa foto já foi distribuída aos veículos de imprensa e nós publicamos há pouco na nossa rede social. Vamos só destacar essa foto que o Eliseu mencionou, em que aparece Donald Trump na mesa presidencial, no seu gabinete, e Flávio Bolsonaro ao lado direito de Donald Trump, de pé. E esse é um gabinete muito conhecido, né Eliseu? Traz as informações a respeito desse local onde Donald Trump recebe os seus convidados para as suas reuniões.
Esse local aí, Caniato, é o Salão Oval da Casa Branca. É aí que ele tira as fotos oficiais, é aí que ele recebe os oficiais. Então, antes de mais nada, já chama a atenção de Flávio Bolsonaro estar ao lado de Donald Trump na sala mais importante do Palácio Presidencial, na sala mais importante.
da Casa Branca aqui nos Estados Unidos. Eu não sei se a gente tem a foto de novo para colocar, se sim, eu peço para que o nosso editor, Pedro Vitor, coloque e retire a tarja que está aqui embaixo para a gente dar uma olhada na mesa. Reparem só na mesa, não há nenhum papel, não há nenhum documento.
A impressão que temos é que Flávio chegou, conversou, sorriu para a foto e fizeram junto esse registro. Flávio Bolsonaro de pé, Donald Trump sentado sorrindo. Donald Trump não tem o hábito de tirar foto sorrindo, mas sabendo a gente que ele tem uma ligação com a família Bolsonaro, não fica difícil chegar à conclusão de que ele estava ali realmente ao lado de um colega, de um conhecido, de alguém pelo qual ele tem um apreço. Flávio Bolsonaro está de pé.
Reparem no broche que ele está ali no paletó dele, pendurado ali, preso ao paletó. Esse broche é um broche que os senadores da República do Brasil usam em missões oficiais. Flávio Bolsonaro não estava em missão oficial, era uma missão pessoal, fora da agenda de governo. Mas com esse broche, o recado que ele quer dar é...
estou aqui em nome do país, estou aqui em nome do meu governo. Vale lembrar que essa viagem, repito, foi de cunho pessoal, não foi uma viagem feita enquanto senador da República do Brasil, mas ele mesmo assim estava com esse broche, com esse...
artefato que mostra que ele é brasileiro e é uma autoridade no nosso país. Mas na mesa, como vocês podem ver, não há nenhum documento, não há caneta, não há papel, nada que mostre que documentos foram analisados, que foram mostrados, algum tipo de documentação, absolutamente nada. Então, nesse primeiro momento, analisando apenas friamente essa foto,
a gente percebe um Donald Trump muito simpático, ou seja, mostrando que ele de fato estava com alguém que ele conhece, Flávio Bolsonaro com o broche no paletó representando o Brasil, ou querendo dizer que estava ali representando o Brasil mesmo, essa viagem não sendo oficial.
Essa questão também já gerou uma espécie de ruído com a chacelaria brasileira, com o Itamaraty, porque Flávio Bolsonaro e Suíto Raj pediram à Embaixada do Brasil em Washington DC que liberasse uma sala para que ele pudesse, depois dessa...
essa visita a Donald Trump, depois dessa reunião na Casa Branca, receber os jornalistas e conversar sobre o que eles falaram lá na Casa Branca, contar, inclusive no aviso de pauta, a equipe do Flávio Bolsonaro deixou bem claro, só serão respondidas perguntas pertinentes a essa agenda nos Estados Unidos. Ou seja, deixando claro que Flávio Bolsonaro não trataria de outro tema nessa coletiva que começa em exatos 20 minutos daqui para frente. Agora!
Por que eu disse ruído? Porque Flávio Bolsonaro não é da chancelaria do Brasil. Ele está ligado a um outro poder e numa viagem onde ele não representa o país. A chancelaria, segundo as pessoas que estão acompanhando o senador Flávio Bolsonaro, sequer respondeu a esse pedido e por isso eu usei essa palavra...
ruído. Houve um pedido por parte da equipe do senador Flávio Bolsonaro para que essa coletiva de imprensa acontecesse lá. Esse pedido sequer foi respondido, pelo menos até agora, e aí Flávio Bolsonaro vai receber a imprensa daqui a 20 minutos, como eu disse, em um hotel muito próximo da Casa Branca. Aliás, é o mesmo hotel onde ele está hospedado e, nesse momento, os colegas jornalistas caniatos são...
todos indo para lá. Reforço, ele está acompanhado com uma grande enturragem, veio inclusive algumas autoridades do Brasil, como deputados, por exemplo. Ele também está o tempo inteiro acompanhado do irmão, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, e a expectativa agora é que ele conte o que eles conversaram.
Em que pé, em que tom essa conversa aconteceu? O que tanto ele tinha a dizer para Donald Trump e o que ele ouviu também de Donald Trump. Agora, para finalizar, Caniato, lembra que essa semana eu falei que essa conversa podia acontecer no dia 29. Sim. Exatamente por conta da agenda do Trump estar cheia. Até o último minuto, nem a equipe de Flávio Bolsonaro, e aqui a informação de bastidor, tinha certeza, podia cravar que ele ia ser recebido, que ele ia conseguir ser recebido por Donald Trump.
Agora, Eliseu, rapidamente, você mencionou que possivelmente Flávio e a sua comitiva estejam já se deslocando para o hotel, para realizar essa coletiva. Há informações se haverá sinal, uma transmissão via satélite, por internet? Poderemos acompanhar essa entrevista coletiva ao vivo? Qual a informação que você tem da equipe de Flávio Bolsonaro?
A expectativa dos jornalistas é exatamente essa, de que eles disponibilizem algum tipo de transmissão, ainda que feita por celular, para que os colegas jornalistas que não estão na capital americana consigam também saber ter acesso.
as informações em tempo real das falas do senador Flávio Bolsonaro. Mas nós não temos ainda a confirmação de que esse sinal estará aberto, disponibilizado, com as imagens ao vivo, em tempo real dessa coletiva, que como eu disse há pouco, começa daqui a pouquinho. São 5 horas da tarde, com 13 minutos aqui.
na costa leste-americana, 5h30 da tarde, em mais alguns minutos, portanto, começa essa coletiva. Mas eu estarei aqui e a gente vai acompanhar, a gente vai destrinchar a caniato durante os pingos nos Is e durante todo o resto da programação da Jovem Pan, todas as repercussões e os desdobramentos, obviamente, dessa visita do senador Flávio Bolsonaro aqui aos Estados Unidos e, sobretudo, desse encontro com o Donald Trump, porque aqui os analistas...
que acompanham o Brasil já estão cravando. Flávio Bolsonaro vai tentar, obviamente, capitalizar em cima desse encontro para tirar o foco da polêmica que ele estava submerso, envolvido desde a semana passada com relação a Daniel Vaucaro e o filme Dark Horse. E também, obviamente, ele vai tentar...
com isso apaziguar, digamos assim, os ânimos em torno dessa pré-candidatura dele à presidência do Brasil. Então, os analistas por aqui já avaliam dessa forma. Esse encontro foi exatamente pensado para mudar o foco da campanha.
pré-presidência do Brasil de Flávio Bolsonaro. Mas a gente vai seguir daqui o caniato acompanhando, porque nesse momento eles estão se dirigindo já para o hotel, a reunião na Casa Branca terminou, Donald Trump está com a agenda atrasada, ele passou a manhã inteira fazendo exames médicos, e a agenda toda dele atrasou. Então ele vai ficar até mais tarde, sete da noite tem um jantar, ou seja, não tem mais encontro com Flávio, pelo menos não hoje.
Tá certo. Eliseu continua monitorando as informações. Claro, Eliseu está nos Estados Unidos. Qualquer novidade, Eliseu, por favor, prioridade para você. Microfones sempre abertos. Eu vou girar com os nossos comentaristas. Daqui a pouco a gente volta a conversar, inclusive na expectativa para essa entrevista coletiva. Um abraço, bom trabalho para você. Até daqui a pouco.
Chama os nossos comentaristas para avaliar todas as informações trazidas pelo Eliseu Caetano, principalmente o encontro de Flávio Bolsonaro e Donald Trump. Há pouco trouxemos a foto, o registro desse encontro, está inclusive...
publicada essa foto nas redes sociais da Jovem Pan. Chamar o Roberto Mota, que acompanhou todos os destaques e as informações trazidas pelo Eliseu, no final das contas, bingo, né? Pra campanha, ou a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, foi aos Estados Unidos, não perdeu viagem, conseguiu registro com o presidente dos Estados Unidos e, segundo as informações de bastidores, tratou de muitas questões importantes para o Brasil e para os Estados Unidos. Bem-vindo, Mota.
É um gol de placa, Caniato Feito da forma correta Boa noite a você Boa noite aos meus colegas de bancada Boa noite a nossa audiência É um gol de placa Quando a campanha de Flávio começou Havia dúvidas
À medida que a campanha avançava, Flávio surpreendeu. Ele surpreendeu pela brilhante estratégia de se apresentar como moderado, como um estadista que procurava o bem do Brasil. E os resultados foram absolutamente espetaculares. Aí veio o vazamento da conversa com o banqueiro e a campanha ficou sem rumo.
Agora, a campanha pode ter reencontrado esse rumo. Não é todo mundo que tem uma foto com Donald Trump no Salão Oval. É evidente que Donald Trump entende o impacto dessa foto. Flávio, na fotografia, está do lado direito de Donald Trump.
Do lado direito de Flávio tem uma estátua de George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos. Do lado esquerdo de Donald Trump há uma estátua do famoso hasteamento da bandeira americana na batalha de Ivo Gima. Foi uma batalha crítica da Segunda Guerra Mundial, da guerra no Pacífico.
E reparem o sorriso de Donald Trump e na gravata verde e amarela de Flávio Bolsonaro.
Pois é, boas observações do Roberto Mota, inclusive, para as pessoas que nos acompanham pelas emissoras de rádio. Chama o Luiz Felipe Dávila para trazer também suas impressões iniciais dessas notícias que chegaram dos Estados Unidos por intermédio do nosso correspondente internacional. Dávila, ótima noite a você. Quais aspectos desse encontro precisam ser sublinhados aqui pelo programa?
O Mota menciona um gol de placa da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Daqui a pouco a gente vai trazer os detalhes do que foi tratado nessa entrevista coletiva. Mas é possível que uma pré-campanha consiga capitalizar muita coisa a partir de um encontro com o presidente dos Estados Unidos? Boa noite.
Boa noite, Caniato, Mota, Beraldo, Musa e a nossa querida audiência. Bom, primeiramente, um encontro com o presidente dos Estados Unidos é sempre um fato político. Se isso vai ser benéfico ou não pra campanha, vai depender muito mais dessa coletiva de imprensa.
Ou seja, o que será relatado. Como eu disse ontem, pode ser uma grande oportunidade e pode ser uma armadilha, principalmente num Brasil que nós vivemos um clima de inquisição. Qualquer sinal...
de que houve alguma interferência em gerência ou complô ou que passa qualquer fantasia na cabeça dos inquisidores, isso pode complicar muito a vida de Flávio Bolsonaro. Então, é muito importante essa coletiva de imprensa para saber como o Flávio vai se sair e ver se transforma isso realmente num grande ativo. Mas não há dúvida que a fotografia é, sim, um ativo importante para a candidatura de Flávio, que nesse momento precisa sair do córner dessa questão.
do Banco Master. Agora, o segundo ponto, e aí eu acho que pode se transformar num gol, é justamente dizer como Flávio Bolsonaro, se eleito presidente, pode reatar as relações do Brasil com os Estados Unidos, que estão no seu pior momento.
Apesar de Lula fazer todo esse carnaval político e a tal da química de Donald Trump, as relações Brasil-Estados Unidos estão no seu pior momento. E é evidente que relações entre Brasil e Estados Unidos precisam melhorar muito.
Química de amizade de muito tempo, que é o caso da família Bolsonaro com Trump, pode ajudar a melhorar as relações entre os dois países. Então, Caniato, se será uma grande vitória ou não, depende muito das palavras e das consequências.
desses atos no Brasil e não esquecendo aqui a nossa audiência que não vivemos tempos normais. Vivemos num período de inquisição, onde tudo pode passar por uma heresia e isso causar enorme dor de cabeça a Flávio.
Pois é, é interessante quando o Dávila menciona isso, não vivemos tempos normais. E a partir disso, há muitas reflexões a serem feitas depois de um encontro entre o pré-candidato e o presidente dos Estados Unidos. O Bruno Musa também está com a gente conectado, vai trazer suas análises e projeções.
A partir desse encontro, a foto publicada nas redes sociais, Flávio Bolsonaro, que é senador da República, pré-candidato à presidência da República. Há um alinhamento, ou pelo menos um contato mais próximo entre a família Bolsonaro e a família Trump, já de alguns anos, desde que Jair Bolsonaro se tornou presidente dos Estados Unidos. E Eduardo, principalmente, tem contato com a família Trump, é amigo do filho de Donald Trump.
Musa, o que lhe chama atenção? O Dávila quando menciona não vivemos tempos normais, talvez alguém diga não é normal o presidente dos Estados Unidos receber um senador da república, não é normal o presidente dos Estados Unidos receber um pré-candidato, isso é anormal? Agora também não é preciso olhar com bastante cuidado sobre...
O que o outro lado, o adversário de Flávio Bolsonaro, pode transformar essa notícia? Que isso pode se voltar em algum momento contra o próprio Flávio, né?
Boa noite, Caniato, Mota, Beraldo, Dávila, todos que nos assistem no Brasil. Muito boa noite a todos. Bom, sem dúvida nenhuma, ontem quando comentamos a respeito, eu até falei que o que o Dávila tinha trazido, que ele acabou de comentar, eu não tinha pensado e realmente achei bastante pertinente. Mas mesmo assim, eu continuo achando que o risco retorno é altamente benéfico nesse sentido.
Minha cabeça de mercado financeiro diário me traz sempre essa ponderação de risco. Será que faz sentido o custo versus o benefício que você pode ter? Eu acho que é algo que nós fazemos diariamente em toda e qualquer decisão na nossa vida, mesmo que de maneira intuitiva. Então, dessa maneira, eu acho que faz sentido. A foto, ela corre o mundo.
A foto é importante. Lula esteve presente com Donald Trump há pouco tempo. No meu entender, não trouxe nada de prático de verdade, ou seja, consequências que poderiam ser positivas. Não valeu sequer uma foto bonita ali. Então, tanto é que um, dois dias depois já não se falava mais do tema. Vendo agora as questões práticas, de fato não tivemos nada.
E essa foto pode render positivamente ali durante a campanha. Claro que isso abre margens em um momento que o Brasil está de arbitrariedades, de risco. Mas o que não é tomar risco nesse momento? Ainda mais quando ele viu a sua campanha perder um pouco de fôlego por conta dos áudios. No meu entender, foi um efeito marginal.
ou seja, muito aquém do que o PT esperava. E quando analisamos hoje os mercados preditivos, o próprio Lula voltou a cair de maneira significativa. Mas eu compartilhei uma matéria importante que vai na linha do que o Davila falou. Que o Alexandre de Moraes, está no jornal de grande circulação, que o Alexandre de Moraes pede, abre aspas, Moraes pede a PGR parecer sobre incluir Jair e Flávio em inquérito.
Ou seja, que teria a ver com essa atuação deles, do Eduardo Bolsonaro lá nos Estados Unidos. Então, sim, as pessoas aqui, a burocracia aqui pode querer fazer qualquer coisa, afinal de contas nós não sabemos o que pode ser feito com as regras vigentes no Brasil, tudo muda, mas, no meu entender, esse risco existe, mas ele é altamente calculado. Se de fato transformarem ele inelegível por uma visita dessa, ele expõe para o mundo ainda mais o que de fato está acontecendo aqui no Brasil.
Pois é, deixa eu... Daqui a pouco o Cristiano Beraldo estará com a gente. O Beraldo vai trazer também suas análises a respeito dessa agenda de Flávio Bolsonaro com o Donald Trump. Uma rápida parada para as pessoas que nos acompanham pela rede.
Eu sigo aqui nas demais plataformas com os nossos comentaristas, os destaques com a nossa reportagem. Deixa eu voltar com o Roberto Mota, enquanto o Beraldo não chega. Mota, o Eliseu Caetano trouxe informações de bastidores de que Flávio Bolsonaro teria tratado de algumas questões de interesse também dos Estados Unidos, mas também...
da população brasileira, como o enquadramento das facções criminosas como se fossem grupos terroristas, regulação das redes sociais. Vários temas que são muito sensíveis para a atual administração, mas que são de interesse de boa parte da população. Como é que fica o outro lado quando observa...
posicionamento proativo daquele que disputará com o atual presidente da república. Eu fico imaginando nas questões, na avaliação do líder da maior potência do mundo versus as regras de diplomacia. Como modular esse tipo de coisa?
Regras de diplomacia, Caniato. Vamos lembrar o que aconteceu logo depois que o atual chefe do executivo brasileiro saiu da reunião, da última reunião com o Donald Trump e foi para uma coletiva dizer coisas absolutamente inacreditáveis.
a respeito de facções criminosas, de tráfico de drogas. Todas as regras da diplomacia foram quebradas ali. Eu acho que essa reunião tem tudo para marcar uma retomada daquela trajetória da campanha de Flávio.
em que ele se apresentava, se apresenta como um político moderado, um estadista que está pensando no Brasil. Eu imagino quais são, que assuntos devem ter sido tratados. Provavelmente foram discutidas coisas que não serão mencionadas pelo senador, porque não são de interesse público.
As coisas que são de interesse público, a gente consegue imaginar quais são. O combate ao crime, ao narcotráfico, o que inclui a classificação das facções como terroristas. É uma coisa assim que não dá para conceber que alguém tenha um minuto de hesitação nesse assunto.
Porque se você tem organizações criminosas que operam no Brasil com a violência, com o poder que essas organizações têm, qualquer coisa que você fizer que prejudique essas organizações, está ajudando o cidadão de bem.
É evidente, classificar como terrorista não vai resolver o problema, não vai te acabar com as facções, mas é um passo contra as facções. Então é preciso realmente um raciocínio muito exótico para alguém se posicionar contra isso, ainda mais colocar isso como uma posição de Estado.
Quanto à questão da liberdade de expressão, essa é uma questão que está na cabeça de todo cidadão brasileiro. Embora existam pessoas no Estado brasileiro que achem que o cidadão é um idiota, a gente não esquece.
que a rede X ficou fora do ar quase dois meses. A gente não esquece que o Rumble foi expulso do Brasil. A gente não esquece a quantidade de pessoas que tiveram as suas contas em redes sociais congeladas, caçadas, ou foram colocadas no Shadow Bank, ou foram processadas, ou estão sendo processadas, ou estão sendo ameaçadas.
simplesmente por exercer o seu direito de liberdade de expressão. Essa fotografia, ela mostra Flávio Bolsonaro no Salão Oval, junto com Donald Trump. A fotografia está aqui na minha frente. A gente está vendo aí a bandeira americana.
Do lado direito, uma estátua de uma águia, que é o símbolo do poder americano. Do lado esquerdo tem um busto de Abraham Lincoln, uma estátua de George Washington, o hasteamento da bandeira em Ivojima. Esses são símbolos importantes da República Americana, que tem a mesma Constituição desde 1789.
E na declaração de independência dos Estados Unidos, os pais fundadores dizem que todo homem tem direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade. Essa é a república mais antiga do planeta Terra. Ela foi construída em cima da liberdade, principalmente em cima da liberdade de expressão. Então eu acredito que se esse foi tema desta conversa com Donald Trump...
Isso é uma oportunidade fantástica para que Flávio retome a direção original da sua campanha e na aproximação com Donald Trump, a reaproximação com os Estados Unidos, abra caminho para uma nova era de prosperidade e segurança para o Brasil.
Pois é, agora sim o Cristiano Beraldo, ao vivo, conectado com a gente, Beraldo também acompanhou as informações, a divulgação da foto, aquilo que já se fala nas redes sociais a partir desse encontro, mas obviamente teremos as informações da boca do próprio Flávio Bolsonaro, que deve fazer dentro de alguns instantes uma entrevista coletiva em um hotel.
próximo à casa, à residência oficial, palácio de Donald Trump, à Casa Branca. Peraldo, seja bem-vindo. Ótima noite a você. Quais detalhes devemos nos atentar a respeito desse encontro entre o pré-candidato à presidência pelo PL e o líder da mais poderosa nação do mundo? Boa noite.
Boa noite, Caniato, Mota, Musa, Dávila. Boa noite, audiência que prestigia diariamente os pingos nos is. Caniato, o que Flávio Bolsonaro poderia tirar desse encontro? Ele conseguiu que a foto, não só uma foto com Donald Trump, uma foto no Salão Oval, o lugar onde as decisões mais importantes do mundo são tomadas.
Esse Donald Trump sorridente, gentil, demonstra que existe ali uma relação que nós já sabíamos que existia. A proximidade dos filhos de Jair Bolsonaro, até com os filhos de Donald Trump, é antiga.
E agora o Flávio Bolsonaro consegue uma ajuda importante no momento em que sua campanha atravessa a crise de maior repercussão até aqui. E aí ele consegue mudar o assunto, mudar de tema, virar uma página para que as pessoas possam associá-lo a outro assunto que não o Daniel Vorcari, o Banco Master.
Então essa foto já está circulando o Brasil inteiro, boa parte do mundo, e é isso que importa para ele. O que eles trataram ali? Eu acho muito difícil que algum tema realmente relevante tenha sido resolvido, tenha sido avançado, porque afinal de contas Flávio Bolsonaro é um senador da República pré-candidato a presidente.
Mas ele não tem em suas mãos poder de fazer acontecer grandes coisas entre Brasil e Estados Unidos. Mas fica ali um gesto de Donald Trump com Flávio Bolsonaro para quebrar a narrativa até da campanha de Lula, dizendo que Lula ataca Donald Trump, mas é recebido, fica lá no tapete vermelho e tal com Donald Trump.
E agora Donald Trump dá um freio de arrumação e mostra que a coisa não é bem assim. Não adianta Lula querer se vangloriar de algum privilégio nessa relação, porque Donald Trump é um sujeito pragmático e terá boa relação, seja com quem for o presidente.
provavelmente terá mais simpatia em lidar com o Flávio Bolsonaro. Pode torcer pela vitória de Flávio Bolsonaro, mas os interesses dos Estados Unidos no Brasil exigem dele o pragmatismo que ele vem demonstrando. Então, Caniato, acho que foi um gol marcado pela campanha de Flávio Bolsonaro, mas é isso aí, é essa foto e é essa foto que será usada pela campanha a partir de agora.
Lembrando que o nosso correspondente está nos Estados Unidos, o Eliseu Caetano, monitorando, inclusive, essa entrevista coletiva que deve acontecer dentro de instantes em um hotel em Washington, D.C. Daqui a pouco ele vai trazer os detalhes e as informações.
A gente vai seguir com o noticiário e daqui a pouco a gente volta a tratar disso a partir da informação da realização dessa entrevista coletiva. Tomara que tenha sinal e a gente consegue, inclusive, transmitir as partes mais importantes para você que está conectado com a gente aqui na programação da Jovem Pan.
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, foi alvo de uma nova operação da Polícia Federal sobre aportes bilionários do Rio Previdência no Banco Master. A Polícia Federal apura aplicações de cerca de 970 milhões de reais.
que foram feitos pelo Fundo Previdenciário dos Servidores Estaduais em Créditos Financeiros. E aí esses aportes foram depois emitidos pelo Banco Master. A Polícia Federal aponta que os investimentos do Rio Previdência no Banco Master não partiam de decisões técnicas, e sim de alinhamento político e da relação pessoal entre Cláudio Castro e Daniel Vorcar, o dono da instituição financeira. Começar essa rodada com o Luiz Felipe Dávila.
Você, Dávila, Cláudio Castro se defende, diz que essas operações têm objetivos políticos. É importante lembrar que ele é pré-candidato ao Senado Federal, né? E muitos colocam em dúvida, em xeque, se essa pré-candidatura ou se essa candidatura irá se consolidar diante de um cenário bem difícil para ele.
Se tem uma coisa que o ex-governador Cláudio Castro falou corretamente, das ligações políticas. Tudo é político nesse mundo sujo de Vorcaro. São ligações políticas, favores políticos, depósitos das previdências estaduais e municipais no Banco Master por razões políticas.
Tudo é político. Isso mostra como Vorcaro soube azeitar com dinheiro favores, festas, jatinhos, whiskeys. Esta república do rabo preso, essa república que se embevesse no dinheiro, nas festas, nos convescotes internacionais de cinco estrelas. É esta vergonha que fez essa máquina de fraude crescer e expandir.
E o banqueiro preso ter a cara de pau de dizer que ele pode devolver até 60 bilhões de reais. Por isso, é fundamental que essas agendas, ligações, telefones celulares, todo este conteúdo seja revelado ao público com transparência. Nós não podemos continuar vivendo eternamente de informação contagota. O...
podre desta república precisa ser revelado porque nós não podemos continuar achando que vivemos tempos normais. Aliás, isso já está sendo feito com outro escândalo neste governo que é o roubo do INSS. Todo mundo parou de falar desse assunto, Caniato.
Não se fala mais dos bilhões de reais roubados dos velhinhos. Nós falamos mais de oito bilhões de reais em descontos indevidos e mais de noventa bilhões de reais em consignados. Já varreram o problema para debaixo do tapete. Nós não podemos deixar isso acontecer. Depende da sociedade, da imprensa, cobrar constantemente que esta indústria do roubo da República do Rabo Preso continua...
pulando de um escândalo para outro, enquanto a população fica assustada e atônita com tanto dinheiro roubado, com tanto bolso recheado de dinheiro da sem-vergonhice e da corrupção.
Pois é, os nossos comentaristas avaliando mais uma operação que mirou o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Operação que inclusive revela as ligações entre o ex-governador e o banqueiro, dono da instituição financeira. Deixa eu chamar o Bruno Musa. O Bruno sempre trazendo informações importantes a respeito do mega esquema.
de conexões do Banco Master e de Daniel Vorcar. E, nesse caso em especial, o ex-governador tem muito a explicar, né, Bruno Musa? Quais são as justificativas para que os aportes teriam sido feitos? Ou em que momento ele toma-se a decisão de que o Banco Master era a melhor opção? Levar o dinheiro do Rio Previdência para o Banco Master. E aí a investigação...
revela que as justificativas, as decisões não eram técnicas, e sim o que determinava era o alinhamento político. Ou seja, não é uma novidade, algo que se repetiu, por exemplo, nos aportes feitos em outras localidades, em outros estados.
Sem dúvida, e o Rio é um deles. O Alpapac tem outra figura importante da política brasileira, também está envolvido com algumas centenas de milhões de alocação no Banco Master, quando já havia ali uma possibilidade de, pelo menos, questionarmos quem é esse banco dentro do sistema financeiro e por que estaria recebendo milhões, ou, em alguns casos, bilhões de aporte. O que foi noticiado hoje, realmente, ele é, eu não diria impactante.
mas ele diria esclarecedor sob o ponto de vista técnico da coisa. Veja, muitos dos créditos podres eram retirados de dentro do balanço do Banco Master para que ele pudesse seguir captando no varejo via CDB. Então, fundos de fachada eram criados, o dinheiro entrava via captação do CDB, o dinheiro era migrado para comprar empresas em que os vendedores estavam dentro do esquema, eles pegavam esse dinheiro e colocavam em fundos, nesses fundos de fachada.
E aí esses fundos compravam os créditos podres de dentro do balanço do Master. Então você retirava o risco do balanço do banco e repassava a esses FIDICs, que é fundo de investimento de direito creditório. Consequentemente, quando você limpa o balanço de forma artificial, como a gente sabe, fraudulenta...
ele abria mais espaço para comprar, ou melhor, para captar via CDB, Certificado de Depósito Bancário do Varejo, pagando taxas acima da concorrência, não apenas na distribuição, mas também taxa de remuneração aos clientes finais. Assim, dessa forma, o banco foi se alavancando e chegou a números estratosféricos, como a gente sempre coloca aqui. E a questão é, em meio a tudo isso e todas essas fraudes sendo...
ventiladas na época, ventiladas e depois esclarecidas, como é que a decisão de colocar fundos de previdência, ou melhor, dinheiro da previdência de aposentados, em um banco como esse, quando a possibilidade dentro do sistema financeiro de forma muito mais confiável é ampla. Ou seja, você tinha muito mais opções de maneira cautelosa para fazer uma boa gestão. Mas a gente já viu ao longo dos últimos anos, Caniato,
que os fundos de gestão são, mais uma vez, uma obra usada para a política partidária. Foi assim com os fundos de pensão, por exemplo, do Banco do Brasil, o PREVI, foi com o FUNCEF da Caixa Econômica Federal. São bilhões e bilhões usados para um projeto político pessoal de um grupo de pessoas. Consequentemente, os gestores desses fundos não são técnicos.
Eles são indicações políticas. E quem paga a conta, todos nós, especialmente aqueles aposentados que têm um débito no seu contra-cheque por anos, de maneira coercitiva, sem nenhum tipo de escolha. E em meio a tudo isso, digo essa entrada para dizer...
Essa discussão que está na base da sociedade de defender partido político ABCUD cai por terra com mais uma coisa que estamos vivenciando. Qual é o partido do Castro? Qual é o partido, por exemplo, do político importante que tem ali uma correlação grande com o Amapá que também aportou no Banco Master? Quais os partidos todos envolvidos aqui? Qual o partido, por exemplo, de Caiado que tem ali junto com a Sabe que tem apoios...
dentro do Brasil, que apoiam o governo Lula. Qual é o partido? Qual é, por exemplo, a ideologia desse partido? Em quem votar? Isso mostra que essa discussão é muito mais profunda no Brasil. Não há ideologia no campo político. Essa ideologia tem que ser debatida por todos nós na base da sociedade, para fazermos pressão nessa camada burocrática que manda de maneira absurda em todos nós e querem que nós nos tornemos servos deles. Eles acham que somos.
Pois é, só uma informação, só para atualizar a nossa audiência coletiva, começando em Washington DC, Flávio Bolsonaro conversando com os jornalistas, não temos o sinal ainda, parece que há dificuldades técnicas, enfim, na transmissão pela internet, daqui a pouco possivelmente teremos o sinal, se não material recuperado, material gravado.
Traremos as informações mais importantes compartilhadas por Flávio Bolsonaro nessa entrevista coletiva. O Eliseu Caetano segue acompanhando, daqui a pouco ele volta aqui na programação. Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo para trazer também as impressões dele a respeito dessa situação que envolve o ex-governador do Rio de Janeiro, que tem pretensões políticas, eleitorais, pré-candidato ao Senado.
E diante dessas revelações e essas operações em curso, ele fica em uma situação muito delicada, muito desconfortável e tem muita coisa para explicar, né, Beraldo?
Arthur, pretensões muita gente tem, mas me parece que já está definido que o Cláudio Castro não terá paz até as eleições. Dá a impressão de que essas operações envolvendo coisas que aconteceram durante o seu governo vão ficar minando a sua viabilidade eleitoral. E mesmo que ele se lance, por exemplo, a...
deputado federal, ou mesmo aceite uma indicação para o Tribunal de Contas do Estado, porque parece que essa é uma possibilidade que ainda está sendo discutida, eu duvido que esses poderosos, verdadeiros poderosos do Brasil, vão permitir que ele faça uma coisa ou outra, ou assuma um cargo como deputado federal, ou assuma a cadeira de conselheiro do Tribunal de Contas.
porque ele está naquela lista de pessoas que não terão sossego. Agora, tudo que aconteceu ali no seu governo precisa, obviamente, ser investigado para entender qual foi essa dinâmica, porque existia... O governo Cláudio Castro foi desenhado como um governo de alguém que estava lutando por sobrevivência. A gente precisa fazer um histórico aqui.
Wilson Witzel foi eleito numa eleição completamente improvável, acabou entrando em confronto com a Assembleia Legislativa, e me perdoem pela qualidade que a gente vê ali da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, não me parece que ele estava errado, de todo, pelo menos. Mas, quando ele entra nesse conflito, a Assembleia opera para que ele seja retirado do cargo. E Cláudio Castro assume...
num compromisso de lotear ali os espaços do governo entre os deputados estaduais. E assim ele construiu a sua governabilidade. Então...
O perfil do seu secretariado nunca foi, com salvo raras, mas honrosas exceções, nunca foi um perfil de secretariado de pessoas que talvez desempenhassem as suas funções da maneira a beneficiar o estado do Rio de Janeiro e a população fluminense.
Então tem muita coisa ali que se começar a mexer, vai vir um cheiro estranho. E é preciso que isso aconteça, mas que isso aconteça no trâmite normal das coisas. Eu me preocupo muito esse Brasil que vai colocando alvo aí nas costas de algumas pessoas e toda a máquina do poder vai se mexendo, tendo aquela pessoa como alvo.
Até porque o Rio de Janeiro hoje passa por uma situação que é uma aberração sobre todos os aspectos que se possa olhar. Como é que pode o presidente do Tribunal de Justiça do Estado permanecer no cargo de governador?
mesmo havendo um presidente da Assembleia Legislativa, quando a lei é absolutamente clara, o presidente da Assembleia Legislativa tem que assumir o governo quando não há nenhum governador, nem o vice-governador presente. Aí vão dizer, não, mas a qualidade da Assembleia Legislativa não é boa, então não se pode confiar. Mas me desculpa, a população que confiou, o Rio de Janeiro não está nessa situação absurda por acaso. Aliás, Cláudio Castro foi eleito no primeiro turno.
Então é preciso também que a população do Rio de Janeiro tome consciência.
do que as suas escolhas, através das eleições, produziu não só para o Estado, mas para a vida dessas pessoas, que não conseguem ter o básico. Agora nós estamos falando aí de milhares e milhares de aposentados que tiveram um rombo, ao que parece, de 3 bilhões de reais nas economias do fundo de pensão que sustenta esses aposentados. Isso é absurdo.
Isso é uma loucura. Só que a população não parece que está se dando conta disso. Então o cenário para o Rio de Janeiro é um cenário que continuará sendo crítico porque eu não estou percebendo que a indignação está tomando conta num nível que vai produzir uma mudança radical. A mudança radical que o Rio de Janeiro precisa.
Pois é, deixa eu chamar o Roberto Mota para... Mota é do Rio de Janeiro, mora no Rio de Janeiro. Eu acho que tem propriedade para fazer as reflexões a respeito desse caso. Antes disso, uma rápida parada para as pessoas que nos acompanham pela rede de rádios.
Mota Cláudio Castro, ex-governador, pré-candidato ao Senado Federal, alvo da Polícia Federal nessa operação que apura e verifica aportes do Rio Previdência no Banco Master. Rio Previdência é, digamos, um fundo de previdência...
dos funcionários públicos do estado do Rio de Janeiro. Logo, muitos se surpreenderam com os aportes feitos em um banco que, digamos, já há algum tempo levantava suspeitas sobre a sua solidez. O que é preciso considerar em relação a essa investigação que coloca Cláudio Castro em uma situação muito delicada?
A manchete diz que a Polícia Federal teria apontado um alinhamento político entre Cláudio Castro e o banqueiro. E eu confesso que eu não entendi essa conclusão, porque o banqueiro não tinha alinhamento político com ninguém.
Os relacionamentos dele cobriam todo o espectro ideológico. As suas amizades, se é que a gente poderia chamar assim, iam da esquerda até a direita. Ele tinha amigos nos mais altos escalões da justiça. Aliás, salvo engano, vários tribunais de justiça fizeram seus depósitos judiciais no Banco Master.
Ele tinha amigos entre ex-ministros. Ele tinha amigos no Congresso Nacional. O banqueiro era muito cheio de amizades. Ele tinha amigos na mídia, muitos amigos. É importante lembrar isso. Isso não é alinhamento político. Isso é alinhamento financeiro. Isso é alinhamento moral. Eu acho que o grande problema...
de Cláudio Castro, são dois, na verdade, né? Primeiro, ele ter apoiado Jair Bolsonaro e depois ele ser candidato ao Senado. Talvez esteja acontecendo com Cláudio Castro agora o que tentaram fazer com o governador Ibanez Rocha. Uma operação para tirar o foco do escândalo do Banco Master, de onde o foco estava, e colocar em qualquer outro lugar.
Pois é, deixa eu agora passar para o... Quem é que está conectado com a gente? O Dávila já está ok? Então deixa eu passar para o Dávila também trazer suas impressões sobre... De que maneira... O Mota traz uma coisa que a gente tem feito essa reflexão, né? O caso do Banco Master, ele é tão grande, né, Dávila? Ele acaba englobando tantas figuras, tantos partidos políticos, ex-políticos, representantes de instituições.
que é difícil, inclusive, fazer qualquer tipo de projeção sobre qual vai ser a próxima revelação no caso do Banco Master. Agora, quando a gente trata de alguém que é pré-candidato ou que foi governador de um estado tão importante e relevante quanto o Rio de Janeiro, nós precisamos avaliar com bastante cuidado sobre eventuais consequências para o estado.
para ele, pessoa física, mas também para esse projeto político de se tornar senador. O caso do Banco Master deve interferir muito na avaliação, por exemplo, dos eleitores da Ávila, porque a gente tem observado a cada dia uma novidade, a cada dia uma nova notícia, uma revelação, um áudio.
um inquérito que é finalizado ou aberto. Enfim, a rede está chegando, por isso que eu estou fazendo esse preâmbulo um pouco maior. Aí todos vão acompanhar na íntegra a avaliação do Dávila. Agora sim, toda a rede com a gente aqui em Os Pingos nos Is, o Luiz Felipe Dávila vai fazer análise sobre a extensão das investigações do caso do Banco Mastro e o quanto isso respinga no processo eleitoral também. Dávila?
Bom, primeiramente, o Rio de Janeiro não é um caso de política, é um caso de polícia. Porque eu nunca vi tanto bandido reunido de uma vez só, assaltando os cofres do Estado, envolvido em tanto escândalo como é o caso do Rio de Janeiro. É uma coisa impressionante. Mas o ponto fundamental, Caniato, é que este episódio do Rio de Janeiro já vazou muitas notícias.
da repetição dessa fórmula. A repetição da fórmula é conexões políticas de Vorcaro, que alimenta essa rede de favores, negócios, dinheiro, viagens internacionais.
Foi criado justamente em muitos estados, com apoio de governadores, políticos locais, congressistas, para justamente morder um pedaço do dinheiro da previdência dos estados e municípios. Esse foi um capital importantíssimo nas movimentações financeiras do Banco Master.
Então, Canhato, não é uma coisa que, ah, é o governador Cláudio Castro, Rio de Janeiro. Não, isso aí está contaminado no resto do país. Por isso que eu digo que essas gravações, essas denúncias precisam ser reveladas. Porque hoje a gente está falando do Rio de Janeiro, a gente está falando de todos os outros estados que...
que se envolveram com essa história do Banco Master. O Banco Master não criou esse patrimônio de uma forma gigantesca e rápida se não tivesse tido essas ligações com essas previdências estaduais, com esses governadores, prefeitos, políticos, parlamentares. Então, é preciso levar isso em conta. Esse é o esquema que precisa ser desmantelado.
Porque senão nós vamos pegar um e deixar escapar um monte de outras. Outras pessoas que estiveram envolvidas. Nós não podemos deixar isso acontecer. Então, esta história de dosar os vazamentos e hoje criar um constrangimento no político A, amanhã no B e tal, tem que acabar.
Eu não entendo até agora por que a Polícia Federal, a Procuradoria Geral da República não divulgam integralmente isso. Porque é isso que o Vorcaro está tentando negociar na sua delação, poupar um ou outro. Não tem que poupar ninguém. Tem que mostrar esse esquema fraudulento, gigantesco, que contaminou o Brasil. E é uma vergonha.
tentativas de varrer esse problema pra debaixo do tapete, ou fazer delação meia boca, ou vazar só de um estado e não do outro, ou fazer um equilíbrio. Não, vamos vazar duas notícias de alguém que é governado pela direita, agora vamos vazar notícias de outros estados governados pela esquerda. Não é isso, isso aqui não é um jogo, isso é um escândalo, um escândalo que precisa ser apurado como caso político e de polícia.
Pois é, a gente vai seguir acompanhando essas movimentações. Daqui a pouco a gente traz outros detalhes em relação ao caso do Banco Master. Deixa eu só trazer uma outra informação. A Procuradoria-Geral da República tem cinco dias para decidir se o ex-presidente Jair Bolsonaro e o senador do PL do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, devem ser investigados no mesmo inquérito que apura a atuação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro com as autoridades nos Estados Unidos.
Essa determinação partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A manifestação atende ao pedido para...
ampliar os alvos da investigação feito pelo deputado federal Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, para que Flávio e Bolsonaro sejam incluídos no inquérito que investiga Eduardo por coação e tentativa de obstrução de justiça. Nesta notificação, Moraes cita a investigação sobre a possível conexão entre o financiamento do filme Dark Horse com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Bem, agora eu preciso me despedir de parte da audiência, parte da rede. Algumas emissoras ficarão agora com seus programas locais. Muito obrigado pela audiência, pela parceria. Continue com a gente.
Sigo aqui com os nossos comentaristas. Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo para avaliar essa manifestação do ministro da Suprema Corte, provocando a Procuradoria-Geral da República. E há uma mistura de assuntos, né? Porque o representante da Suprema Corte pede que a PGR avalie a possibilidade de incluir Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, em uma ação que trata de Eduardo.
Mas aí coloca também no mesmo balaio a história do Dark Horse. Ou seja, os contatos entre Flávio e Daniel Vorcar. Enfim, são temas que são muito sérios, mas em tese não teriam conexão. Mas a depender se faz uma conexão, né? É perigoso isso, não, Beraldo?
Ainda bem que é perigoso, Caniato. Isso é absurdo, isso é inaceitável num país civilizado, num país decente. Só que o que nós estamos vendo de forma repetida é isso. Pega-se um assunto, faz-se uma salada e simplesmente porque aquele que detém o poder da decisão sabe que pode tudo e ninguém contesta. À medida que o Senado da República é completamente omisso às arbitrariedades produzidas.
na Corte Superior é...
impune, fazem o que bem entendem. E agora está aí, vai misturando um assunto no outro, vai misturando um assunto no outro, e isso serve para tudo. Qualquer pessoa pode estar vinculada a qualquer tema, a qualquer investigação, por qualquer motivo. Eu falei mais cedo no meu comentário anterior que nós temos algumas pessoas no Brasil que têm essa marca, esse X, esse alvo colocado nas costas, e em relação a elas, eu vali tudo.
sem precisar ter nenhum sentido lógico. E essas pessoas fazem essas coisas e não ficam nem vermelhas. Não estão nem aí. Elas estão achando que é assim mesmo que se exerce o poder no Brasil. Então, Cuneto, isso que nós estamos vendo acontecer é fruto da omissão do Senado Federal.
É fruto da falta do freio de arrumação, que é papel constitucional do Senado Federal impor quando há um desequilíbrio, e nesse caso um desequilíbrio muito evidente, na relação entre os poderes.
Então, isso é mais um retrato, é mais um elemento que coloca o Brasil nessa várzea institucional, nesse vale-tudo, nessa situação em que os brasileiros ficam completamente reféns da vontade de uma meia dúzia.
Pois é, deixa eu passar a palavra para o Roberto Mota. Mota, é claro que muitas pessoas acabam pegando as informações dessa manifestação do ministro, aguardando o parecer da Procuradoria-Geral da República e já fazem uma série de projeções. Ah, mas se for condenado...
ficará impedido de disputar a presidência da República. Enfim, há uma série de projeções que pintam um cenário que é possível, a depender de qual for a decisão tomada pelas autoridades. Mas quando a gente olha para a relação de Flávio com Daniel Vorcaro...
E a inclusão disso no inquérito que envolve Eduardo Bolsonaro. Enfim, são coisas que, em uma primeira olhada, você diria, não, não tem nada a ver. Mas acharam que tem um fio ali, uma intersecção, que é possível conectar essas histórias.
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Eu sempre alertei para essa possibilidade aqui, Caniato. Quando a gente falava das tretas dentro da direita, das disputas, eu sempre dizia, isso aí não é nada diante do que pode acontecer. Nós vimos coisas absolutamente excepcionais acontecer no Brasil nos últimos anos.
O mecanismo que fez essas coisas acontecerem está intacto. Então, não há motivo para que a gente ache improvável que essas coisas aconteçam de novo. Esse é o país onde Jair Bolsonaro perdeu os direitos políticos por causa de uma reunião com embaixadores. E perdeu a liberdade porque foi acusado por um golpe de Estado que nunca aconteceu.
E agora, o seu filho, que é candidato a presidente, pode ser incluído em um inquérito, conduzido pelo mesmo tribunal que condenou e prendeu o seu pai. Esse inquérito investiga a atuação do irmão dele, o deputado Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos.
Do que o Eduardo é acusado? Ele é acusado de fazer exatamente a mesma coisa que centenas de políticos de esquerda fizeram antes dele. Ir embora do Brasil e lá fora denunciar a falta de liberdade no Brasil e pedir que outros países façam pressão pela democracia no país. Isso é a história da esquerda brasileira.
Foi assim que grandes nomes da política de esquerda se construíram, saindo do Brasil, denunciando o país lá fora, levando casos para cortes internacionais. Nunca ninguém foi investigado ou punido por causa disso. Mas, como já ensinou o filósofo marxista Herbert Marcuse,
A tolerância precisa ser seletiva. Para a esquerda, toda a tolerância do mundo. Para quem não for de esquerda, censura, repressão e cadeia.
Bruno Musa também acompanhando os detalhes do noticiário e olhando com muito cuidado e muita atenção para esse inquérito que investiga Eduardo Bolsonaro pelas ações realizadas nos Estados Unidos e aí tem a decisão, pelo menos o pedido feito.
por um integrante da Suprema Corte, que provoca a Procuradoria-Geral da República, órgão máximo do Ministério Público, para que dê o seu parecer sobre a inclusão de duas figuras. Jair Bolsonaro, detido, hoje em prisão domiciliar em razão de questões de saúde, e Flávio Bolsonaro, senador da República, pré-candidato à presidência da República.
Galhão, se nós fossemos olhar tecnicamente, olhar a Constituição, não teria nenhum problema ter uma matéria dessa, porque o resultado era óbvio. Não teria o que ser feito por parte, seja da PGR ou por esse pedido do STF, simplesmente não haveria nada. Mas na atual conjuntura, no nível de arbitrariedades que vivemos, em que tudo pode ser reescrito, o passado é reescrito. Você traz o passado à tona, desengaveta esse passado, aconteceu aqui com determinados ministros, e os reescreve, como você quiser.
E isso é um grande problema, porque quem tem a caneta na mão tem a capacidade de reescrever esse passado e inventar determinadas arbitrariedades que não deveriam significar nada porque a Constituição diz que nada tem de problema nisso. Mas de que serve a Constituição quando ela é reescrita a todos os momentos? Como muito bem colocou o Mota, nós vemos pessoas que estão presas por mais de uma década condenadas por...
O quê? Muitos dirão, pelo golpe de Estado, enfim, nem cabe entrar nesse ponto em que a gente sempre menciona. Imagina aquele monte de pessoas desorganizadas comandando o Estado. O caos que de fato seria. Isso, para mim, já deixa à tona esse discurso infantil e imaturo por completo de um golpe de Estado.
Mas a verdade, sendo pragmática, é que essas pessoas estão condenadas porque aqueles que detêm a caneta, assim, reescreveram uma determinada Constituição e fazem o que bem entendem dela. A PGR, uma instituição que hoje está próxima do governo, tem ali, dentre pessoas importantes, uma proximidade com ele. Se eles têm essa capacidade de reescrever, infelizmente, no Brasil atual, tudo pode. E aí eu volto à pergunta.
E a Constituição, de que vale a Constituição? Repito, ela pode ser reescrita por essas mesmas pessoas. Acho que no momento em que nos aproximamos agora de um processo eleitoral e que as coisas estão ficando muito mais claras, não apenas no Brasil como também no exterior, a capacidade de reescrever ou a possibilidade de fazer...
é um pouco menor do que foi ali nas eleições passadas. Mas, mesmo assim, eu não duvido da capacidade de quem começa a se sentir preso, encurralado por coisas que começam a vir à toa. Portanto, se o passado é incerto, futuro, então, no Brasil, de tudo vale.
Deixa só para terminar a rodada a respeito dessa notícia, chamar o Luiz Felipe Dávila. O Dávila também dá a sua colaboração, quais aspectos precisamos avaliar a partir dessa decisão, essa determinação tomada pelo integrante da Suprema Corte e, claro, uma expectativa para qual será o parecer da Procuradoria-Geral da República. Há algo de errado? Há algo que mereça?
a inclusão de Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro em uma ação que trata de ações tomadas por Eduardo nos Estados Unidos. Enfim, Dávila, queria que você trouxesse também sua impressão a respeito dessa notícia de hoje.
Calhado, uma Procuradoria-Geral da República que aceita uma denúncia de crime contra bonecos e fantoches, que condena humorista, tudo é possível. Nós vivemos, como eu disse, no país da Inquisição. Hoje em dia isso não está mais embasado na Constituição, na lei, no direito. Está embasado no delírio de cada um que quer usar o poder para perseguir um ou outro.
A descrença no judiciário hoje é gigantesca. O número recente do Datafone mostra que 60% da população não acredita no judiciário. É óbvio que não acredita. Porque tudo... Como é que você explica que esses bandidos do caso Master estão todos soltos? E aí uma moça que usou o batom numa estátua pega 14 de cadeia. Não dá pra explicar um negócio desse. Como é que você explica?
Que traficantes, gente ligada ao crime organizado, sai pela porta da frente em todas essas ações. Aliás, um até recebe de volta helicóptero. Não dá para explicar para uma pessoa normal. Esse aqui é um país onde vigora o Estado de Direito. Aqui o Código Penal funciona. Aqui bandido é preso. O cidadão de bem pode manifestar sua opinião livremente. Não é verdade isso.
Então, Canhato, este é o momento trágico da história brasileira. É o momento na qual as garantias constitucionais deixaram de ser respeitadas. A liberdade de expressão não existe mais de maneira plena. E há a vontade, o voluntarismo e a arbitrariedade daqueles que têm a caneta e o poder.
Infelizmente, se tornaram a batuta que rege essa partitura do abuso, da arbitrariedade e, infelizmente, de um método que nós imaginávamos já ter sido extirpado do Brasil há muito tempo.
A gente segue acompanhando essas movimentações e vamos aguardar. Qual será a posição da Procuradoria-Geral da República? Vai recomendar a inclusão de Jair Bolsonaro, que está detido, está em prisão domiciliar, e também de Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência e senador da República? Vamos acompanhar.
O presidente Lula voltou a defender o fim da escala de trabalho 6x1, uma ideia que é encampada pelo governo, que está em análise no Congresso Nacional. Ele disse que a vida da mulher é mais grave, porque além do emprego, tem dupla jornada com os afazeres de casa. A nossa produção, inclusive, separou esse trecho, essa manifestação do presidente. Vamos acompanhar.
Porque a vida da mulher é mais grave ainda. Porque a mulher trabalha, quando chega em casa ela tem que lavar a louça, tem que lavar o banheiro, tem que lavar roupa, tem que cuidar das coisas. A mulher tem dupla jornada. E também nós estamos numa luta muito séria contra a violência contra a mulher.
Chama os nossos analistas, o primeiro da nossa lista agora, Cristiano Beraldo. Beraldo, presidente, não exatamente com essas palavras, mas disse o seguinte, que a mulher tem uma dupla jornada, porque depois do trabalho ela chega em casa, ela tem que lavar a louça, lavar o banheiro, fazer comida, lavar as roupas, arrumar as roupas, enfim.
Os tempos mudaram. Não quero dizer que, obrigatoriamente, as mulheres têm que fazer isso. Eu, por exemplo, ajudo em casa com esses afazeres. Eu acho que é normal. Ele está preso ainda a uma ideia, talvez, de 1970, 1980, 1960. Mas as coisas mudaram, né, Beraldo?
Renato, o presidente dá uma série de declarações, e já de muito tempo, mostrando que ele está completamente desconectado do que o mundo é hoje. Esse discursinho fácil de querer apelar para as mulheres, dizendo que a mulher tem jornada dupla, isso não revela o conceito real do que vive a sociedade hoje.
As pessoas, em geral, elas têm jornada dupla. É óbvio que a mulher, quando é mãe, se separa do marido. Ela tem a responsabilidade, em geral, de cuidar dos filhos. Ela tem que trabalhar, tem que cuidar da casa, tem que cuidar dos filhos. É óbvio que isso é um peso. Mas agora, a jornada 6x1 quer dizer o quê? A pessoa faz isso todos os dias.
Se for o 5x2, nos cinco dias que ela trabalha, ela vai continuar tendo que fazer isso. Quer dizer, não tem um raciocínio lógico por trás nem para mostrar que ele valoriza a mulher. Não é isso que ele está fazendo. Ele só está repetindo os jargões. Ele só está mostrando como ele é antiquado, como ele é ultrapassado. O Brasil tem, sim, um problema gravíssimo.
de gravidez na adolescência. O Brasil tem, sim, um problema gravíssimo de uma cultura que vai estimulando a promiscuidade entre jovens e adultos. Esses artistas, né? Dito artistas, estão aí fazendo essas músicas de funk, sei lá o quê, os Oruan da vida.
que vão cantando essa vida promíscua, que depois gera uma vida de imensos sacrifícios, especialmente, sim, pelas mulheres. Mas não é com esse discursinho fácil de chavões que nós vamos discutir o verdadeiro problema das mulheres no Brasil.
Não é com essa conversinha fiada. Agora, a lei da misoginia. Olha, se o patrão for misógino, ele tem. Vai preso, vai ter que pagar multa, vai ter que entregar a empresa para a mulher. Qual vai ser a consequência óbvia disso? Menos emprego para a mulher.
Aí a mulher vai ter que fazer o quê? Vai trabalhar de Uber, vai fazer bico, vai se virar. E aí esquece, porque ela não vai ter carteira assinada. Não tem 5x2, nem 4x3. Vai ter 7x7. Porque enquanto ela não colocar o dinheiro em casa que ela precisa para pagar as contas e sustentar os filhos, aqueles que ela precisa sustentar, ela não vai parar. A mulher, sobretudo, é uma guerreira.
A mulher que dá a luz, que cuida de uma criança. Isso é um sentido de guerreira. Agora, o que nós, como país, não podemos mais tolerar, achar graça, achar bonito, é ver a vida das mulheres brasileiras, ainda na juventude, ao fim da infância, muitas vezes, terminar por um comportamento absolutamente reprovável.
que acaba gerando gravidez atrás de gravidez com cada filho de um pai. E essa é a realidade que nós vemos em vários lugares do Brasil.
Deixa eu chamar o Roberto Mota para analisar as discussões a respeito do fim da escala 6x1. Tem também uma discussão que envolve o Minha Casa Minha Vida lá em Manaus. Daí o presidente da república acaba fazendo essa declaração. E segundo ele a vida da mulher é mais grave ou seria mais difícil? Acho que esse foi o sentido. Não teria utilizado essa...
Essa palavra, essa classificação, a vida da mulher é mais grave por conta da dupla jornada, porque, segundo ele, a mulher, depois de trabalhar em um emprego, ela chega em casa e tem que se desdobrar para dar conta dos afazeres do lar. O que isso diz a respeito do posicionamento do presidente da República, a maneira de ele enxergar as problemáticas e, muitas vezes, apontar quais são as soluções?
Primeiro, chama a atenção, como sempre, a falta de domínio da língua portuguesa, Caniato. A incapacidade de expressar um pensamento simples de forma correta. É uma coisa muito triste para as dezenas de milhões de brasileiros.
que entendem a importância disso. Depois, mais uma vez, é uma visão ultrapassada e alguns críticos até diriam preconceituosa.
do funcionamento da sociedade. É uma visão de alguém que ficou parado no tempo. E mais uma vez manifesta a arrogância daqueles que fazem parte do Estado brasileiro e que acham que precisam, que devem educar o povo brasileiro.
Então você não sabe nem montar uma frase com português correto, mas se acha no direito de ensinar ao brasileiro como ele deve viver a sua vida.
E é dentro dessa linha de pensamento, de que os burocratas, os políticos sabem tudo, mais uma vez esse absurdo da escala, do projeto do fim da escala 6x1, é que o Estado dá ao Estado o poder de decidir quantos dias o trabalhador...
Quer trabalhar? Na verdade, isso deveria ser uma decisão do trabalhador, junto com a pessoa que o está contratando. Se o trabalhador quiser trabalhar só dois dias por semana, por que ele não negocia, então, o contrato desse jeito? E se ele quiser trabalhar sete dias por semana, por que ele está...
com boa saúde, ele é jovem, está começando agora na carreira, ele quer ganhar dinheiro. Por que também não pode isso? Por que não dar liberdade? Afinal, o Brasil já aprovou uma reforma trabalhista. Agora a gente vai andar para trás.
É um projeto populista defendido por políticos populistas. A maior parte deles sabe muito bem o que está fazendo, sabe do prejuízo que essa interferência vai causar para os próprios trabalhadores, mas não se importa. O negócio é conseguir votos para as próximas eleições. E alguns estão votando, apoiando esse projeto com a consciência culpada, porque têm medo.
não tem coragem de dizer aos seus eleitores esse projeto vai prejudicar vocês. Esse projeto vai prejudicar o Brasil. Porque nenhum trabalhador...
que está em situação difícil, vai usar esse dia extra para ficar em casa. Ele, o trabalhador, vai usar esse dia extra para conseguir uma remuneração adicional. Então é isso que esse projeto está fazendo. É mais um projeto populista que envergonha o Congresso Nacional.
Pois é, a gente está analisando com os nossos comentaristas a manifestação do presidente da República em relação ao papel da mulher no mercado de trabalho. Ele faz uma divagação, uma reflexão sobre...
A vida da mulher ser mais dura, mais difícil, e aí ele usa essa expressão mais grave, nem me parece que seria o termo mais adequado. Porque quando ele defende o fim da escala 6x1, ele dá como exemplo a situação da mulher, que trabalha fora, mas quando volta para casa, tem que fazer os afazeres. Limpar o banheiro, lavar a roupa, preparar o jantar, enfim, como se essa fosse uma atribuição exclusiva da mulher.
Deixa eu chamar o Bruno Musa para trazer também as impressões e reflexões a respeito dessa postura do presidente da República, que se apega a uma situação que, naturalmente, deve acontecer em muitas famílias. A mulher trabalha em casa e volta, trabalha fora, e quando volta para casa tem os seus afazeres. Mas não dá para dizer que...
Essa é uma regra, né, Bruno Musa? Da maneira como o presidente coloca, parece que toda mulher que retorna do trabalho, ela tem obrigatoriamente que fazer isso. O marido fica fazendo o quê? Sentado, com controle remoto na mão, assistindo televisão? Não me parece que essa seja uma realidade em todas as famílias. Mas queria o seu apontamento, Bruno.
Vamos lá, realmente, como disse o Mota, que é algo que toca no meu ouvido, a falta de capacidade de conseguir conjugar um simples verbo, aliado àquele orgulho ao longo dos anos de jamais ter lido um livro, como muito bem colocou ele textualmente.
por algumas ocasiões. Chegamos nisso ao longo de 20 anos por um país completamente entregue às traças, talvez. Isso mostra também, Caniato, a completa desconexão que ele tem da realidade. Esses dias me falaram realmente uma frase que me impactou bem. O Brasil não mudou de século. O Brasil continua parado nos anos 70 e 80 do século passado. Isso significa que, como ele quis...
Simplesmente ganhar votos daqueles que aderiram àquela agenda completamente deturpada, o Woke, ele teve que falar determinadas coisas para ganhar o apoio dessas pessoas.
E agora a realidade mais uma vez se impõe e mostra que de fato o Lula é. Não tem problema nenhum se a mulher tem um acordo com o marido e ela faz isso. Eu também ajudo aqui em casa, como você muito bem falou. Faz parte desse processo. Cada casal tem a sua organização. E qual é o problema disso? O problema é que qualquer frase que ele fala é para capitalizar votos.
É para criar narrativas. Me parece que sempre o chapéu ajuda a criar determinadas narrativas completamente falaciosas. Então o único que eu tenho aqui a colocar, a adicionar, é justamente isso. Quando você fala coisas que você sequer acredita, mais cedo ou mais tarde, você acaba se contradizendo.
E a coisa vai ficando feia. Não é de hoje. Ele errou o nome da esposa. Ele falou que corintiano não tem problema se bater em mulher. Ele falou tantas outras que mostra quem de fato ele é. Eu não estou aqui agora, nesse momento, julgando quem ele é. Mas mostrando que ele mente. Ele mente compulsivamente ao longo dos anos. Afinal de contas, se ele acreditasse no que ele falava para capitalizar os votos, daqueles que acreditavam naquela agenda que caiu por terra, a woke porque não tem...
nem pé nem cabeça, ele não falaria algo desse tipo. Portanto, abram os olhos e aí vejam quem de fato ele é, para você tomar uma decisão embasada. Você gosta ou não gosta de quem comanda o Brasil hoje?
É isso, os nossos comentaristas e as análises a respeito de um discurso que foi feito pelo presidente da República em um evento em Manaus, capital do estado do Amazonas. Era um evento, inclusive, do Minha Casa Minha Vida, e aí ele discorre sobre a proposta que prevê o fim da escala 6x1. Ele faz uma análise sobre a vida da mulher, a mulher trabalhadora, segundo ele, tem muito mais dificuldades por conta dessa...
dupla jornada. A mulher que trabalha fora volta para casa e ela tem que fazer todos os afazeres ali do lar. Organizar as coisas, limpeza.
cuidar dos filhos, do marido, preparar comida. Só para a gente fechar, o Luiz Felipe Dávila vai também trazer os apontamentos. O quanto esse tipo de discurso seduz setores da sociedade. A mulher que acompanha uma mensagem dessa, ela fica seduzida, comovida, ela pensa, poxa, como ele é bondoso, gentil, pensa na gente. Você acha que ainda pega isso?
Não pega, lógico que não pega, pega na... o torcido organizado do PT pega, mas aí você já pegou, pega qualquer coisa, né? Mas no brasileiro, médio, não pega de jeito nenhum, por duas coisas. Primeiro, jornada dupla hoje no Brasil,
Se a mulher está em casa ajudando a fazer a comida, colocar o filho na cama, o marido também está em jornada dupla porque está fazendo algum bico para aumentar a renda da família e pagar a maior taxa de juros do mundo, fruto desse governo gastador irresponsável que transformou juros no Brasil numa coisa de agiota.
Porque isto é consequência de um governo que gasta muito mais do que arrecada e não faz nenhum esforço para reduzir a despesa pública. Pelo contrário, chega o ano eleitoral, vai despejar mais de 140 bilhões em bondades para aumentar o rombo desse cheque especial que o Brasil está vivendo. E aí vai ter que fazer não só o marido trabalhar jornada dupla, mas o filho também.
fazer uma jornada dupla para aumentar a renda familiar e conseguir pagar as dívidas. Não é à toa que 80% das famílias brasileiras estão enforcadas em dívidas e não conseguem sair. Esta é a situação dramática de 80% da população brasileira. E não esse discurso populista ridículo. Segundo ponto...
Nós temos, e aí o Mota tem toda a razão, nós temos uma oposição irresponsável, covarde, que não tem coragem, só porque estamos no eleitoral, de colocar o dedo na ferida e mostrar que isso vai aumentar o desemprego no Brasil. Que esta falácia de que a pessoa vai continuar trabalhando a mesma coisa, ganhar a mesma coisa e trabalhando menos, isso é mentira.
o que vai acontecer é aumentar o desemprego, é aumentar aqueles que vão para a informalidade, é quebrar ainda mais o cofre dos estados e municípios que já estão enforcados com o gasto de folha, pessoal, benefícios e aposentadoria. É uma vergonha.
felizmente parece que uma pressão do setor produtivo e uma conversa hoje mesmo, recente, com o presidente da Fiesp, fez com que, pelo menos, o presidente do Senado se sensibilizasse pelo absurdo que é tentar aprovar num toque de caixa uma matéria que vai ter enorme impacto no setor produtivo em troca de alguns votos.
Esta aliança de Hugo Mota com Lula é uma das coisas mais vergonhosas no país neste ano eleitoral. Vai ficar para a história como que há um complô para criar uma ilusão, fazer com que o brasileiro pague essa conta por meio de juros e desemprego em troca de alguns votos.
Pois é, vocês viram que a ONU divulgou que o Brasil alcançou o maior IDH da sua história? Então, sobre isso, nós estamos questionando o nosso público, a nossa audiência, justamente sobre essa notícia. Publicamos na enquete do dia, no portal e também no nosso YouTube, a seguinte pergunta, depois dessa informação divulgada pela ONU, você sente que o nosso país está melhor?
Gostaria de saber o que você pensa a respeito. Três caminhos possíveis. Sim, está melhor. Não, não está melhor. Ou mais ou menos. Ou depende, né? Em alguns aspectos melhorou. Em outros piorou. Conto com você com o seu voto. Faremos agora um rápido intervalo comercial. É a jato. Um minuto e meio, 90 segundos. Eu conto com você. Fique por aí. Já, já a gente volta com mais notícias. Os Pingos nos is. Jovem Pan.
Comunicar vai além de falar. É marcar presença onde o seu público está. Textos, vídeos, posts e relatórios. Dezenas de canais exigindo presença, consistência e velocidade. É por isso que criamos a Samp. Um ecossistema de inteligência artificial que entende, cria e publica conteúdo com velocidade e consistência. Onde quer que o seu público esteja. De PDFs a notícias, de textos a voz, de ideias a impacto. Samp. Conteúdo inteligente para o seu negócio.
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Jornal da Manhã. Compromisso com os fatos. Com análise direta dos comentaristas que você já conhece e confia. Cada vez mais perto de você. Jornal Jovem Pan de segunda a sexta às oito da noite na Jovem Pan News. Os pingos nos is. Jovem Pan.
Estamos de volta com o programa Os Pingos nos Is, trazendo os assuntos mais importantes do dia, contando sempre com a análise dos comentaristas aqui da Jovem Pan. Quero chamar a atenção porque a nossa equipe acompanhou todos os detalhes da entrevista coletiva que foi concedida há pouco.
pelo senador Flávio Bolsonaro e pré-candidato à presidência em Washington, D.C., após o encontro que ele teve com Donald Trump. A nossa equipe aqui no Brasil, a Beatriz Oliveira, inclusive, nos atualizou em tempo real sobre todos os assuntos que foram tratados e também o Eliseu Caetano nos Estados Unidos acompanhando o sinal por internet.
E a gente vai acionar, inclusive, o Eliseu, que vai trazer um resumo dessas informações. Eliseu, só vou receber a rede e aí todos vão acompanhar, na íntegra, as informações que você vai compartilhar com as pessoas que acompanham a programação da Jovem Pan por todas as plataformas.
TV aberta, TV por assinatura, plataformas digitais, YouTube, o Panflix e também as emissoras de rádio espalhadas por todo o Brasil. Enfim, o Eliseu vai trazer, claro, as informações, os detalhes do encontro no Salão Oval, mas também os assuntos, né? Classificação das facções brasileiras em grupos terroristas.
Parece que Flávio elogiou as ações de Donald Trump dos Estados Unidos contra Irã e Cuba, falou-se em parceria estratégica, comercial, inclusive. Agora sim, toda a rede conectada com a gente, o Eliseu Caetano, nosso correspondente nos Estados Unidos, fará um resumo com as informações mais importantes que foram tratadas nessa reunião, nesse encontro entre Donald Trump e Flávio Bolsonaro. Né, Eliseu? Bem-vindo de volta.
Exatamente, Caniato. Muito boa noite novamente para você, para os nossos colegas debatedores e para toda a audiência dos Pingos. A gente volta ao vivo direto dos Estados Unidos. Vamos pincelar nos pontos mais importantes dessa coletiva de imprensa que terminou agora há pouco na capital americana, Washington, D.C. Flávio Bolsonaro estava acompanhado de Jason Miller, assessor especial de Donald Trump. Ele abriu a coletiva de imprensa.
fazendo ali uma comparação direta dele com Lula. O senador defendeu que o Brasil se aproxime das democracias, de países desenvolvidos e de parceiros capazes de firmar grandes acordos, em vez de, abre aspas, beijar ditaduras, fecha aspas, como ele destacou que o atual governo do Brasil faz. Ele também afirmou que o principal motivo dessa visita...
foi oferecer alternativas a Donald Trump. Ele afirmou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos que as organizações criminosas do Brasil, Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital, sejam declaradas como terroristas, dizendo, inclusive, que essas facções já funcionam como governos paralelos.
em várias regiões do Brasil. Segundo ele, enquanto Lula vem aos Estados Unidos para evitar essa classificação, ele veio e teria feito o caminho oposto. Pediu apoio internacional também para combater o crime organizado e, abre aspas,
libertar os brasileiros que vivem sob os domínios de facções. Disse, inclusive, que se eleito vai colocar o Brasil no escudo das Américas. Aquele evento que Donald Trump faz com presidentes da América do Sul e Latina, que nesse ano, inclusive...
Nós acompanhamos ao vivo aqui na Jovem Pan, que é uma grande aliança contra o crime organizado nessa região. Também falaram sobre terras raras, viu? O Brasil tem o segundo maior domínio de terras raras no mundo atrás da China. Então ele disse que se ele for eleito, que ele vai criar parcerias nesse sentido com os Estados Unidos e não com a China.
Com relação às retaliações comerciais ou o tarifaço, ele disse que não faria sentido com ele no governo ter o tarifaço porque um grande acordo bom para os dois países seria feito. Agradeceu por diversas vezes o irmão Eduardo Bolsonaro, citou o pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, aliás...
Ele disse que assim que ele entrou no Salão Oval, Donald Trump perguntou como estava Jair Bolsonaro e disse que sentia muito a falta do ex-presidente do Brasil. Ele também aproveitou para fazer uma espécie de nota de repúdio ao Itamaraty e à Embaixada do Brasil em DC, chamou as organizações de mesquinhas e reveladoras.
segundo ele, mesquinhas, porque negaram o espaço para que um senador da República do Brasil recebesse a imprensa em uma agenda com o presidente dos Estados Unidos e revelador porque, segundo ele, esses dois aparelhos...
o Itamaraty, perdão, e a embaixada, estariam aparelhados por ideias partidárias e não por ideias em prol do Brasil. Em seguida, eles foram para as perguntas e respostas dos jornalistas. Ele disse que foi uma deferência a ser recebido, que ele, inclusive...
Ele entende que Donald Trump deixou de ir no casamento do filho, que aconteceu nesse final de semana aqui no sul da Flórida, para cuidar dos assuntos dos Estados Unidos e também para recebê-lo. Então ele disse que foi um grande gesto do presidente dos Estados Unidos. Ele falou que Donald Trump depois levou ele para caminhar e falou sobre as obras lá na Casa Branca.
Afirmou o caniato, para a gente encerrar mais uma vez, que sim, recebeu o convite de Donald Trump, negou que a viagem foi para virar a página Daniel Vorkaro, banco master, e disse que agora o presidente dos Estados Unidos vai avaliar os pedidos dele, aquilo que ele colocou na mesa. Sobre candidatura, só para encerrar...
ele negou que Trump tenha endossado a candidatura dele, que ele jamais faria isso, mas reforçou que estava ali presente enquanto senador do Brasil e enquanto pré-candidato à presidência do país.
Está certo, um bom resumo das informações que foram tratadas nessa reunião e naturalmente depois Flávio Bolsonaro compartilhou isso com os jornalistas que participaram dessa coletiva em um hotel em Washington DC. Eliseu, muito obrigado pela participação, pelas informações. O Eliseu segue acompanhando.
as movimentações nos Estados Unidos e voltará ao longo da programação da Jovem Pan. Na sequência, tem o jornal Jovem Pan. Elisir, bom trabalho pra você, viu? Muito obrigado. Forte abraço e até breve, amigo. Até.
Deixa eu seguir com os nossos comentaristas, passar para o Bruno Musa. Você, Musa, as informações compartilhadas pela nossa equipe, aquilo que foi tratado, dito, entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump, nenhuma novidade, né? Eu acho que aqueles assuntos que vocês mesmos chegaram a levantar e listar, elencar aqui no nosso programa. Mas chama a atenção o tempo do encontro, né? Eles ficaram...
alguns disseram, ah, mas eles vão ficar cinco minutos, vão tirar uma foto e acabou. Não, parece que foi uma reunião muito longa, inclusive trataram de vários temas de interesse dos dois países. Chama atenção várias coisas, hein? Chama atenção, por mais que possa ser, muitos possam dizer, ah, parece forçado ou não, quando comparamos as duas fotos, chama atenção o tempo, chama atenção a forma como estão ali na foto,
O sorriso na cara de Donald Trump, repito, seja forçado ou não, diferente do que aconteceu ali com o Lula. Os temas que supostamente foram abordados são completamente diferentes, uma vez que aquilo que Donald Trump quer, que é transformar o PCC e o Comando Vermelhinho em organizações terroristas, como na minha opinião de fato são,
elas vão muito mais alinhadas aos próprios interesses de Donald Trump. Inclusive, mencionaram a respeito das tarifas. Ou seja, que haveria o aliado muito maior na América do Sul, o maior país disparado da América Latina,
com os interesses americanos e não aliado à China, que nós sabemos que, independente de aperto de mão, a grande guerra hoje entre Estados Unidos e China, basicamente, pelos recursos naturais para a geração de inteligência artificial e captação.
dos data centers, onde, na minha opinião, os Estados Unidos levam vantagem, por uma série de fatores que eu já mencionei aqui, como, por exemplo, a estabilidade jurídica que cada país tem e a abundância de energia a um custo menor. Portanto, tudo isso faz com que esse alinhamento, onde o Brasil é importante também no posicionamento sobre terras raras, sem termos a capacidade de empresas minerarem e explorarem essas terras, E aí
faz sentido você ter um país mais aliado aos Estados Unidos e ainda mais colocando os grupos terroristas como de fato são terroristas pelas práticas que executam. Então, tudo isso me chamou a atenção diferente, muito diferente, da foto que foi colocada com o Lula e principalmente depois dos temas abordados, ao menos aquele que o Lula veio a público e falou logo depois do encontro, quando ele foi até a Embaixada Brasileira.
E ali mencionou, deu uma entrevista sozinha ali a respeito dos temas abordados em que não vimos nenhum resultado na prática. Essas duas fotos me parecem bem diferentes. Veremos agora na prática o que virá adiante. Pois é, inclusive eu pude verificar há pouco, tem mais uma foto correndo na internet, porque primeiro foi tirada uma foto de Flávio Bolsonaro e Donald Trump. E tem também uma foto com o Eduardo Bolsonaro, que participou ali.
da tratativa para a reunião e tem uma outra foto que está no perfil de Eduardo Bolsonaro em que ele está do outro lado da mesa e com o jornalista inclusive Paulo Figueiredo na parte de trás deixa eu chamar o Cristiano Beraldo para analisar também os assuntos que foram tratados entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump e há uma dedicação especial a questão que envolve o enfrentamento ao crime organizado E aí
Inclusive, há informação trazida por Flávio Bolsonaro na coletiva de imprensa, dizendo que o combate às facções é um assunto de interesse dos dois países, ou pelo menos de interesse de um grupo que pretende comandar o país, caso venha a ser eleito nas próximas eleições. Beraldo.
Renato, é importante a gente lembrar a dinâmica da relação hoje dentro do governo Trump com o Brasil. Esse encontro foi intermediado por Marco Rubio, a equipe de Marco Rubio, que é o secretário de Estado dos Estados Unidos, talvez a função mais importante estratégica para os Estados Unidos.
Só que, do outro lado, existe também a atuação, através do secretário de Finanças, que vem sofrendo uma influência muito grande, de aliados do governo brasileiro. Então, existem essas duas vertentes de informações que chegam até o Donald Trump, para que ele, então, possa formar a sua opinião sobre os assuntos que são de interesse dos Estados Unidos e do Brasil.
No caso específico de Marco Rubio, transformar as organizações criminosas brasileiras em entidades terroristas que de fato elas são. Essas organizações terroristas que assolam o Brasil, que produzem o terror nos quatro cantos do país. Isso é óbvio, isso está claro. Ah, dirão alguns, aliás, o próprio governo brasileiro. Ah, mas não tem uma motivação religiosa.
Como se isso bastasse, como se todas as organizações terroristas tivessem motivação religiosa. Isso é só bobagem sem tamanho. Mas como o atual governo brasileiro sabe que fala para uma legião de ignorantes que o suporta, então cabe ao presidente falar o que bem interessa. Pois bem, essa reunião serviu para que Flávio levasse até o presidente Donald Trump.
assuntos que são alinhados com Marco Rubio. Então essa lista de temas foi colocada ali, óbvio, Flávio Bolsonaro sem a autoridade, a capacidade, o poder de tomar decisões nesse momento. Mas foi uma sinalização de que...
Caso vença as eleições, ele então terá ali mais proximidade com os desejos dos Estados Unidos diante de alguns assuntos em comum dos dois países. Mas isso tudo, então, como eu disse no meu primeiro comentário sobre o tema, Caniato, isso tudo fica nesse campo, no campo de, pô, estamos juntos, estamos alinhados, tal, não sei o que, mas de prático nada.
Agora, essas fotos, a foto dos dois juntos, as fotos que foram tiradas, isso hoje, para Flávio Bolsonaro, é o mais estratégico que ele pode tirar desse encontro.
Pois é, deixa eu chamar o Roberto Mota para trazer também suas impressões e reflexões a respeito dos temas. A Beatriz Oliveira e o Eliseu Caetano trouxeram os detalhes para a gente, né? A Bia no nosso grupo de WhatsApp e o Eliseu Caetano para o público que acompanha o programa. Você, Mota, eu acho que eram mais ou menos aqueles temas que nós...
Já tínhamos, inclusive, discutido e destacado aqui no programa, né? Mas tem algo a mais que lhe chama a atenção? Flávio, naturalmente, soube explorar, me parece, ao máximo, o tempo que ficou no Salão Uval com o Donald Trump.
É muito mais do que isso, Caniato. Eu acho que a entrevista de Flávio foi uma demonstração de maturidade que a gente raramente vê na política brasileira. Me parece que Flávio deve ter deixado de lado a orientação dos marqueteiros.
e deve ter seguido o seu próprio bom senso, bom senso que fez com que ele adotasse na sua campanha uma postura moderada de estadista. Ele fugiu de perguntas sobre a questão do Master, deixando claro que já tinha falado tudo o que queria falar sobre o assunto. Não deixou que a entrevista fosse sequestrada por essa pauta.
Ele fez questão de dizer que não foi aos Estados Unidos pedir qualquer tipo de interferência no Brasil, que previsivelmente vai ser provavelmente o argumento número um que o seu adversário vai usar. Ele disse que ele preza pela soberania e não foi aos Estados Unidos pedir interferência.
no Brasil. O que ele foi fazer foi resgatar a credibilidade do Brasil. E isso é uma causa com a qual todos os brasileiros se relacionam. Ele disse que aproveitou a reunião com o Trump.
para pedir que os Estados Unidos declarem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. E nisso ele explicou a grande diferença, a diferença essencial, a diferença que importa para o eleitor, para o trabalhador, para o cidadão comum.
Quando ele olha para o panorama do Brasil hoje, muitas vezes as pessoas se perguntam, mas afinal, qual é a diferença que existe entre a esquerda que está no poder e a direita que está na oposição? Muitas vezes as pessoas não sabem responder direito a essa pergunta e o Flávio respondeu. Porque a diferença essencial hoje...
além da questão da liberdade, está na atitude em relação ao crime. Um lado passa a mão na cabeça do criminoso e vende essa narrativa do criminoso como um pobre coitado e tem um desplante de ser contra essa tentativa de classificar as facções como terroristas. E Flávio disse que essa foi uma das coisas que ele conversou com o Donald Trump.
E que também jamais pediria apoio eleitoral a Trump.
Então ele desmontou a principal narrativa, que ainda assim vai ser usada por seus adversários, e demonstrou uma atitude de estadista. Eu repito mais uma vez, é uma coisa rara a gente ver isso, porque quando o seu adversário esteve na mesma situação, na mesma cidade, depois de uma reunião com o mesmo Donald Trump,
Quando ele esteve diante de jornalistas com o microfone na mão, o que a gente viu foi um festival de baboseiros.
Pois é, deixa só para a gente fechar essa discussão com, naturalmente, consciência daquilo que foi tratado nesse encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump. Você, Davila, queria escutar também o que você pensa a respeito desse encontro após a divulgação dos temas, mas além disso, além dessa análise que você vai fazer, só queria rapidamente que você compartilhasse com o nosso público. Esse evento, esse encontro ajuda Flávio a...
tentar, né? Tentar virar a página do caso do Banco Master ou não? As informações que foram divulgadas até aqui seguirão com Flávio Bolsonaro até o dia do pleito.
Bom, primeiro, Caniato, a história do Banco Master não está sob o controle de Flávio Bolsonaro. Nós não sabemos o que mais será vazado, divulgado, então ele não tem controle sobre essa variável. E o candidato tem que focar naquilo que ele tem controle.
E a viagem aos Estados Unidos foi uma viagem planejada nesse sentido. Não dá para esquecer o que aconteceu, porque esse caso do Banco Master vai ficar pipocando ao longo do processo, principalmente porque nós não estamos abrindo totalmente as informações. Então ela virou uma conta-conta e vai poluir mesmo o processo eleitoral.
Agora, eu queria fazer um comentário aqui sobre essa viagem do Flávio, sobre dois ângulos. Primeiro, a fotografia. Sim, a fotografia é importante neste momento porque desvia a atenção de assuntos domésticos que incomodam Flávio Bolsonaro. Segundo, ela é ótima para reforçar o apoio da sua base política. Mas a fotografia em si não traz um voto daquela base que ele precisa conquistar, que são os eleitores de direita independentes.
E aí, a segunda parte que é mais importante, o conteúdo desta coletiva. O conteúdo foi muito bom mesmo. Neste sentido, o conteúdo agrada ao eleitor de direita independente. Por quê? Por três razões. Primeiro, Flávio Bolsonaro tratou dos temas que hoje estão pacificados entre Brasil e Estados Unidos. Combate ao crime organizado.
exploração de terras raras e não deixar a China entrar neste ramo aqui e defesa da democracia no continente latino-americano. São três temas de extrema importância que, na verdade, mostram ao eleitor de direita independente
que a política externa brasileira vai voltar a ser uma política de Estado. Porque esta é uma discussão de Estado. Quais são os interesses que os países, Estados Unidos e Brasil, compartilham como fundamental na América Latina.
E isso é visto como na esfera de influência que os estados gostam de definir sua política externa hoje, e encontram na voz de um pré-candidato à presidência da República, um parceiro alinhado com os objetivos de política de Estado. Então, no conteúdo, Flávio foi muito bem. A foto é só para reforçar a sua imagem perante a sua base política.
Pois é, faremos um rápido intervalo, mas eu quero lembrar que a enquete do dia é sobre o recorde de IDH. O Brasil bateu o recorde no índice de IDH, índice de desenvolvimento humano, informação que foi divulgada pela ONU. A gente está tratando dessa questão na nossa enquete do dia. Vamos discutir isso com os nossos comentaristas depois do intervalo comercial, que é super rápido, mas um minuto e meio, né? É isso, um minuto e meio, eu conto com você. Fique por aí, até já.
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Estamos de volta com o programa Spingos nos Is, destacando os assuntos mais importantes do dia pra você.
O Brasil alcançou em 2024 com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de 0,805. Com isso, o Brasil ingressou no grupo de países com autodesenvolvimento humano pela primeira vez. Esse índice é composto por três fatores, expectativa de vida, educação e renda.
Mesmo que esse índice esteja alto, na prática, o brasileiro não pode dizer que isso aconteceu. Na educação, por exemplo, no ano passado, o Brasil registrou uma queda de um milhão de alunos na educação básica. E na renda, como já trouxemos aqui, 80% das famílias brasileiras estão endividadas.
E há vários questionamentos também em relação a outros aspectos da vida do brasileiro. Pode ser saneamento básico, condição de moradia, qualidade dos empregos. Deixa eu receber a rede Jovem Pan, conectada com a gente aqui em Os Pingos nos Is. Há notícia em destaque, o Brasil alcançando o maior IDH.
da história. O IDH é Índice de Desenvolvimento Humano. Agora, mesmo com esse bom índice, parece que o brasileiro não sente alterações substanciais no dia a dia. Parece que é só um índice, só uma manchete de jornal. Chamar os nossos comentaristas, reflexões rápidas.
No final do programa, você, Luiz Felipe Dávila, falamos rapidamente isso durante a tarde, né? Sobre essa notícia que tratava do maior IDH da história do Brasil. Dávila, o que é preciso considerar em relação a esses índices, né? Quais são os fatores que acabam ajudando a você melhorar ou cair nesse índice? Porque o brasileiro, na prática, não sente grandes alterações, né? Um minuto e meio.
Não, não sente por uma razão muito simples, Caniá. A nossa educação continua péssima. O aumento de renda com Bolsa Família não conta. O que tem que contar é aumento de renda com produtividade. Coisa que no Brasil vem afundando ano a ano. A produtividade do Brasil vem caindo.
Terceiro ponto, as condições de desigualdade. Por exemplo, a questão de saneamento básico. Nós temos quase metade da população brasileira sem acesso ao esgoto tratado. Isso tem enorme impacto no aprendizado das crianças. Ou seja, o Brasil ainda não enfrentou os reais problemas. E mesmo com essa melhoria no indicador do IDH, que lógico que o governo vai falar que é preciso gastar mais dinheiro para continuar melhorando o IDH, o que não é verdade.
Nós estamos atrás do Chile, da Argentina e do Uruguai. Ou seja, não é algo para se comemorar. O que nós temos de comemorar é o Brasil subindo nos exames de Internacional de Educação, dando saneamento básico para a população inteira e aumentando a renda por meio do trabalho e da produtividade, e não do Bolsa Família.
Pois é, deixa eu passar agora para o Bruno Musa, para trazer também a impressão a respeito desse índice, mas qual é a percepção do brasileiro, né? Você, Musa, quais aspectos lhe chamam a atenção? 40 segundos.
É o que a gente vem falando, os números divulgados oficialmente não refletem mais a realidade, porque a metodologia é completamente diferente da demanda atual de 2026, de uma economia que deveria ser muito mais flexível. Portanto, o IDH, um dos componentes que puxou ele para cima...
É o nível de renda per capita, só que a renda per capita, ela cresce através do incremento do salário mínimo, que ele não cresce por produtividade, ele cresce por canetada, o que acaba inflacionando a moeda, perdendo o poder de compra. Então aquilo que sobe o salário mínimo na canetada, ele acaba endividando mais o Estado e desvalorizando a moeda, tirando o poder de compra do trabalhador. É tudo uma grande farsa. Você, Cristiano Beraldo, 40 segundos.
Olha, olhando para o Brasil, os brasileiros olhando para a sua vida, um para o outro, nós temos essa sensação, o nosso desenvolvimento humano está realmente avançando, está evoluindo. Somos cada vez seres humanos melhores ou o que a gente está vendo é uma derrocada moral, cultural, da estrutura econômica e financeira brasileira?
A educação está péssima. Está tudo péssimo no Brasil. Não tem como o Brasil melhorar. Então, esses números não são referências para a realidade brasileira. O Brasil continua muito atrás de seus pais. Para fechar, faltou o Roberto Mota, né? Você, Mota, 40 segundos.
O Brasil é um país difícil de entender, né? Todo dia a gente escuta os políticos dizendo que tem muita pobreza, que tem gente morrendo de fome, que tem que distribuir a renda. E agora sai aí esse relatório das Nações Unidas. Eu, pessoalmente, tenho dificuldade de ver ao meu redor esse alto grau de desenvolvimento.
Pois é, vamos colocar o resultado da enquete do dia, a pergunta que nós publicamos para o público que acompanha os Pingos nos Is. A pergunta foi a seguinte, o questionamento após a ONU revelar que o Brasil alcançou o maior IDH da história, você sente que o país está realmente melhor? Para 79% das pessoas responderam que não, o país está pior.
Para 11%, disseram que sim, melhorou em alguns aspectos, né? E piorou em outros. Então, mais ou menos, depende. Para 10%, sim, o Brasil está muito melhor. Quero agradecer a todos que entraram nas nossas plataformas, participaram da discussão, votaram. Amanhã um novo tema, uma nova enquete. Um abraço aos nossos comentaristas. Boa noite e boa noite a você. Fique agora com o Jornal Jovem Pan e as informações importantes do dia. Tchau.
A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.
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