Episódios de PAUSA PRO INSIGHT

A ARTE DOS BARRIS DE MADEIRA PRA ENVELHECER BEBIDAS POR MARIANO BARROS | Pausa pro Insight EP223

04 de maio de 202653min
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Hoje batemos um papo com o Mariano Barros, empreendedor que vive da arte da tanoaria. Seguindo a tradição da família, que sempre trabalhou com derivados da madeira, ele resolveu mudar o foco da empresa: saiu dos tonéis grandões e agora está produzindo barris menores, perfeitos pra quem quer envelhecer bebidas em casa.

Hosts:

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Jean⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Dunkl⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Victor ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Barbieratto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Convidado:

Mariano Barros

Barril Brasil

Organização:

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Kleyton Braguim⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Captação e Edição:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠3B Rec⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠3B Studios⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Participantes neste episódio3
J

Jean Dunkl

Host
V

Victor Barbieratto

Host
M

Mariano Barros

ConvidadoEmpreendedor
Assuntos4
  • A História da Barril BrasilOrigem familiar na arte da madeira e tanoaria · A transição de barris grandes para barris menores para o mercado B2C · O início das vendas online e o uso de publicidade no Google Ads · A diversificação de clientes: B2B (grandes fabricantes) e B2C (varejo, decoração) · Parcerias com a Rede Globo, Record, Ambev e outros · A importância da qualidade e do atendimento ao cliente · A continuidade da arte através da formação de novos profissionais
  • A Arte da TanoariaDiferença entre marcenaria, carpintaria e tanoaria · A importância da qualidade na madeira para evitar vazamentos · O processo artesanal de produção de barris · Uso de madeiras aromáticas como Amburana, Bálsamo e Sassafras · A arte milenar do barril
  • Envelhecimento em barris de madeiraVariedade de bebidas envelhecidas em barris (cachaça, uísque, vinho, cerveja, Negroni, vermute, vodka, gin) · O uso histórico de barris de madeira para chope · O impacto das madeiras brasileiras no paladar das bebidas · O processo de envelhecimento em barris pequenos e o tempo ideal · A experiência de provar uma bebida envelhecida em barril
  • Mentalidade EmpreendedoraA importância de acreditar no próprio negócio · Superar dificuldades e percalços no caminho empreendedor · Focar no cliente e entregar o melhor produto/serviço · A importância da diversificação e da gestão de riscos · A necessidade de ter uma central de soluções e especialistas · A importância de registrar a marca e proteger ideias
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Marcenaria mexe com móveis, carpintaria com telhado e tanuaria faz barris, faz ofurô, é toda essa área. E na tanuaria a gente faz a madeira falar. Por que você faz a madeira falar? Se você faz um produto de baixa qualidade, ele vai vazar. A madeira conta. Por exemplo, a Rede Globo é um dos grandes compradores nossos. Se vocês verem novelas, sereados, tudo tem barril nosso ali dentro.

Salve, galera. Bem-vindos a mais um episódio do Pausa Presite. E que episódio? Etílico. Como diz o Gia. Mais um episódio etílico. O presente está aqui. Mariano, obrigado por ter aceito o nosso convite. Prazer ter você no Pausa conosco. Bom, o Mariano te conheceu já começando a trabalhar juntos.

Foi muito bacana isso. E antes de falar sobre a Barril Brasil, Mariano e tudo mais, eu quero te convidar a fazer algumas coisas importantes para você e para o Pausa. Primeiro, se inscreve no canal do Pausa, ativa o sininho, todas as notificações. Todo domingo tem um empresário do outro lado da mesa para contar a sua história e trazer muitos insights para você.

Além disso, já curte o episódio, você vai dar risada com esse nome, não tem como. A gente acabou de se conhecer chorando de rir ali fora, você vai gostar muito. Já deixa o seu like aí que eu tenho certeza que vai gostar do episódio e deixa o comentário também que é sempre importante para a gente poder responder depois.

compartilha essa bagaça. Você sempre fala, esquece de falar, porque é para compartilhar. É que eu deixo você falar de compartilhar. Compartilha, então. Pronto, porque você não fala nada, né? Não tem o que falar. Então, compartilha. Só compartilha, manda para todo mundo, para quem você gosta, para quem você não gosta. Se tiver dificuldade, fala que a gente manda o Victor na tua casa e te ensinar. Ou então manda para a sogra. Uma hora de descanso. Só gastando o episódio, certo? São 230 já, se ela gostar. Vamos lá.

Quem é você, cara? De onde você veio? De onde surgiu a ideia de fabricar barril, cara? Cara, prazer, Mariano. Sou de uma família de artesãs. Terceira geração já mexendo com madeira. Tio avô, escultor de madeira.

Tio, vivo com 96 anos ainda, lútero. Produz as viola, violino, cavaquinho e ribeirão preto. Olha isso. Seu Milton Barbosa de Barros. Meu pai sempre fez de tudo com madeira, inclusive na arte da tanuaria, que isso aí já vem de avô também.

Eu e o meu irmão somos os primeiros a empreender a arte como empresários. Sempre foi, o meu pai no caso, sempre exerceu em alguma parte da vida dele como empregado e nós que viemos a exercer profissionalmente essa arte. E estamos todo dia melhorando um pouquinho.

Então nasceu no meio de pessoas mexendo na madeira, galera. E viram preto isso. É, na verdade a família é oriunda de Portugal. Então essa arte veio da Europa. E com os passários dos anos, meu pai viveu por longos anos na região aqui de São Joaquim da Barra, Morro Agudo.

E há mais ou menos uns 55 anos, se mudou para Ribeirão Preto, onde eu nasci. E a nossa arte em Ribeirão já tem pouco mais de 40 anos. Cara, que coisa incrível. E por que o barril? Cara, foi uma... O Niu Útil Agradável?

Também, apesar de eu não beber... Você não bebe? Não, nada. Ah lá, olha lá. Não tomo álcool, não tomo nada. Só o básico. Só água, um refrigerante, um suco, alguma coisa. Bebida alcoólica, eu não bebo. Mas pela paixão...

em mexer com madeira, a tanuaria chamou muito a nossa atenção. Foi no que a gente se pegou, se especializou e tentamos todos os dias fazer algo cada vez melhor para que quem compra o nosso produto fique muito satisfeito.

E o objetivo dele, que normalmente é envelhecer uma bebida, ter uma bebida de qualidade, nós podemos fornecer o principal, que é onde a bebida dele vai dormir e vai entregar uma bebida de qualidade. Que doideira, né? Isso tudo artesanal. Como é o processo de produção desse negócio?

100% artesanal. Tudo na mão. Tudo na mão, exatamente. Isso daí você imagina que nós compramos a madeira bruta, tá? Pra poder fazer todo esse trabalho, pra fazer a verga da madeira, que é essa curvatura nela, exatamente. Isso daí nós temos profissionais gabaritados que só fazem isso. Eu tenho um dos meus profissionais lá que ele tem aproximadamente 45 anos só mexendo com barril pequeno.

E o diferencial conosco foi um sistema que nós vemos implantando nos últimos 10 ou 12 anos, mais ou menos, que conseguimos aperfeiçoar o que ele já sabia de melhor na produção do barril. E com isso, hoje nós temos nossos barris não só no Brasil,

como vendemos também na América. Estamos entrando na Europa agora. Por que agora? Porque é um tipo de madeira pouco conhecido por lá, no caso desse daqui, que é a amburana. Lá se conhece muito, que é o carvalho, tanto nos Estados Unidos, quanto na Europa, quanto no mundo inteiro, em virtude do uísque.

Mas uma madeira aromática como essa, que dá um paladar incrível, um toque um pouco adocicado na bebida, eles não conhecem. Então isso daí está sendo muito bem receptivo nesses países. E assim nós estamos começando a sair além fronteiras. Legal. Você começou, quando você começou a mexer com isso? Você nasceu dentro, a família já mexia, mas quando foi que você...

Eu vou fazer barril, vou trabalhar com essa parte da... Como você chamou? Qual que é o nome? Tanoaria. Marcenaria mexe com móveis, carpintaria com telhado e tanoaria faz barris, faz ofurô. É toda essa área. Tanoaria faz ofurô também. Faz ofurô, exatamente. É a mesma linha. Coisas redondas, é isso? Isso, redondas, ovais, alguma coisa desse tipo. Maneira curva, né? Isso, exatamente. A técnica não é a finalidade. Tanoaria não está relacionada à bebida, então. Não.

Isso, mas na verdade a gente tem o hábito de dizer que na tanuaria a gente faz a madeira falar. Por que você faz a madeira falar? Se você faz um produto de baixa qualidade, ele vai vazar. A madeira conta.

E quando você faz um produto de altíssima qualidade, como o nosso está enquadrado, você pode abastecer ele, vai ficar por longos e longos anos, se manter sempre com bebida, não vai apresentar vazamento, a não ser que seja por um...

um descuido de às vezes consumir a bebida, esquecer de reabastecê-la, alguma coisa assim, aí ele tende a abrir, porque isso daí não tem cola. Exatamente, a madeira desidrata. Ele não tem cola, ele não tem prego, ele não tem nada. É madeira contra madeira, feito através de ângulos, que quando você coloca os arcos nele, você trava ele com a madeira super seca. Quando ela hidrata e lacra, acabou os vazamentos.

E essa arte é milenar, tá? Não é... Isso daí... O barril é uma coisa que a gente vê... Desde as pólvoras, né? Desde as pólvoras. E me fala uma coisa. Quando a gente olha em um barrilzinho desse, a gente pensa na cachaça. Sim. Na vez em regra, a gente põe cachaça aí dentro. Mas é só cachaça ou a gente envelhece outras bebidas aí? Tem gente põe uísque, tem gente põe outra coisa.

Não, o mercado é muito extenso. Você pode envelhecer vinhos, você vai apenas escolher o tipo da madeira que você vai utilizar para você poder envelhecer. Vamos partir assim, para os fermentados, você pode envelhecer vinho, você pode envelhecer cerveja. Cerveja. Opa, temos alguns prêmios internacionais com os barris nosso Cambev, através da Colorado.

talvez não vá ter essa memória, mas eu lembro eu era bem novo tem fotos, inclusive, de barril de chope se você era bem novo, Jean eu estava longe de ter nascido na época, você é muito mais novo é só olhar pra um pro outro você pegou muito mais estrada de chão eu lembro de chope em barril de madeira sim tem foto da gente na praia e os barris de chope, assim, eram de madeira o barril de chope, antigamente

Na década de 70 era muito difundido, 70 e 80, barris de madeira para a chope, porque não tinha um livre acesso ou fácil acesso ao inox e nem era tão difundido como é hoje. Então, se você pegar, por exemplo, a cervejaria antártica de Ribeirão Preto, que foi uma das grandes cervejarias que o Brasil já teve, tinha-se tanoaria dentro da própria fábrica para produzir os barris, exatamente, barris de...

30 de 50 litros de madeira para poder armazenar o chope. E dizem que ficava fantástico o paladar dele. Se passasse um pouco mais do tempo, maturava-se esse chope e ficava com a qualidade infinitamente superior ao de inox. E hoje existem cervejas que estão maturando dentro de barril de vocês.

Sim, cervejarias artesanais nós já fornecemos para vários fabricantes do Brasil afora muitos, inclusive com essa madeira, que é uma madeira que ela dá um toque sensorial fantástico na bebida É verdade, eu já tomei agora você falou que eu começo a conectar cerveja artesanal de beirão

Os caras usam nibs de madeira. Chips. De madeira. Isso. E tem cerveja que foi investida em barril de alguma outra coisa, que eu não lembro o que é. Principalmente as stouts, as cervejas mais fortes. Normalmente as cervejas mais fortes. Nós já produzimos três tipos de madeira que chamaram muita atenção. Uma é a hamburana, que é essa daqui. Uma segunda é uma madeira que é meio avermelhada, que ela chama bálsamo.

Ela dá um paladar um pouquinho ardido, lembrando pimenta, alguma coisa assim. Então fica fantástico, uma cerveja boque, alguma coisa assim. Ela fica show de bola. E uma terceira que nós já fizemos para duas cervejarias, uma aqui de São Paulo e outra no Rio Grande do Sul, que ela é de uma madeira que chama Sassafras.

Ela é meio ardida, lembra anis. É fantástico. Pena que você não encontra essa madeira comercialmente com facilidade. Mas são madeiras que dão um paladar totalmente diferenciado na bebida. Quem aprecia faz questão de bebê-las porque é muito boa.

Então, vinho, cerveja, chassa... Agora, quando a gente parte para o lado de... Ah, desculpa, tem mais uma bebida aí que a gente tem uma entrada muito forte nos últimos anos, que é Negroni.

Nós temos alguns produtores de negrone no Brasil que consomem barris nosso para poder envelhecer. Porque como ela é composta de três bebidas para poder compor, para criar-se o negrone, a madeira dá um toque fantástico ao final do envelhecimento. E fica assim maravilhosa. Negrone.

Em barril. E quando você parte pro destilado... Muito bom, muito bom. A destilado... Agora, a destilado, a gama é muito grande. Você pode colocar... Qual que é a destilado? Desde vodka...

desde vodka, é uma madeira, ah, é neutro, mas sem envelhecer uma vodka, fica supimpa, fica muito boa, gin, o próprio whisky, se você quiser dar um toque diferente nele, você pega numa madeira nacional nossa, não só na hamburana, no bálsamo, numa castanheira, que apesar de ter o corte proibido, a gente consegue comprar alguma coisa, porque às vezes tem alguma...

alguma área exatamente aí você consegue comprar através do Ibama liberando um certo lote, alguma coisa assim o próprio Sassafras que é uma madeira que dá um toque fantástico e aí vai, você pode colocar gin, whisky a própria cachaça dependendo do que você vai querer extrair da madeira para entregar para a cachaça, você tem uma diversidade muito grande nisso daí

O que mais? Vermute. Já vendi bastante barril para vermute. Você diz, eu vi um cara que colheu o café e guardou o café para secar dentro do barril que tinha cachaça. Aí o café está fermentando dentro de um barril que foi de cachaça. Eu imagino qual vai ser o resultado disso. Ele vai mexer na acidez do café. Se perguntar uma coisa. Isso.

Por exemplo, nós vamos pegar, ganhei o presente. Muito obrigado mais uma vez. Impecável, sem palavras. Nós vamos colocar a cachaça aqui dentro mais tarde. Perfeito. Quanto tempo depois que ela já vai ter absorvido...

As características da amburana. Como funciona isso? Tá. Por ser um barril pequeno, teoricamente você vai entender que você está entregando muita madeira para pouca bebida, em contato. Se você pegar um barril de 200 litros, o ideal é deixar ele pelo menos um ano, porque a área de contato centímetros...

quadrada ali referente a litro, é pouquinho. Então você precisa de mais um longo tempo. São só as bordinhas encostando, o miolo todo não está em contato com a madeira. Isso, por isso você precisa de um prazo, um tempo maior. Já aqui, você está potencializando isso daí 50 vezes mais. Então, normalmente, com prazo aí entre 30, 45, talvez 60 dias, você já tem uma bebida.

com uma cor muito interessante, um paladar acentuado. O envelhecimento na parte da acidez da bebida ainda não deu tempo de fazer todo esse trabalho, entendeu? Mas você já tem o lado sensorial da bebida, já está a ponto de você beber e as pessoas beberem e elogiar a sua bebida.

Faremos o teste. O difícil é ser o seguinte, colocar isso lá na agência... 45 dias, 60. Exato. Mas nós já trouxemos uma bebida já envelhecida pra você colocar pra esse tempo. Tem um hack dele. Eu já penso em tudo. Vocês vão consumir, então tem que entregar pronto, né? Muito legal, muito legal mesmo, cara. É muito legal porque... Eu vou começar aí na agência. A gente sempre pensa, cara...

Quem faz as coisas, né? E quando você pensa, pô, uma empresa que faz barril. Eu nunca imaginei que eu fosse conhecer alguém que fizesse barril. É, é uma doida. O Pausa é legal por isso, né? A gente conhece gente que a gente nunca imaginou que fosse conhecer. Tem muita gente que... Eu sempre olhei e falei, cara, achei incrível, mas eu sempre imaginei que fosse uma coisa assim, cara, quem é que faz isso hoje?

E você imagina que existem diversas profissões que são mais artesanais, você imagina que já não tenha mais quem faça. Sim. O cara que conhece fazer um negócio desse não tem chassi antes de, sei lá, 60, 55. É difícil. Tem que ser um cara mais velho, um cara que já vem da... Enfim, é cada vez mais difícil achar quem faça isso. Que vem de família. E outra, a viabilidade de negócio hoje grita muito alto.

É um processo que demora, é um processo que exige um conhecimento muito grande. Então, você pensar, quem faz isso para você conhecer e tal, é uma grande surpresa ter você aqui hoje, conhecer e ver um baita trabalho desse. E tem um detalhe que quem está na câmera não consegue sentir. O cheiro da madeira, onde eu estou aqui, que delícia, cara.

Muito, muito bom. É muito legal isso. Fiquei feliz de conhecer e de ver. E tem um detalhe, viu? Desculpa ele cortar. Inicialmente, nós fazíamos barris de grande porte. Que tamanho? Imagina algo de 50, de 100 mil litros. 100 mil litros? Mil litros, exato. Nós temos alguns barris Brasil afora aí com essa litragem. Então, o que é 100 mil litros? Aproximadamente 5 metros e meio de diâmetro por 5 metros de altura.

Imagina uma caixa d'água de mil litros, multiplica por cinco. Não, por cem. Por dez. Não, por cem. Não, por cem. Cem mil litros. Cem mil litros, é vezes vinte. É grande. É bastante grande. Cinco por cinco metros. É, cinco metros de diâmetro por cinco metros de altura.

E como é que faz isso? Manual? Sim, produz. Isso aí você leva mais ou menos uns 20 dias para produzir ele. Você produz ele na empresa, desmonta ele e vai montar no local onde ele vai ficar estático ali armazenando a bebida. E tem uma outra coisa importantíssima que eu penso. Pô, obviamente não vou comparar com água, mas pensando na água aqui, um litro é um quilo. Pensando que a bebida, vamos supor que mantivesse o peso da água. Aqui eu vou ter três quilos, entre aspas, de líquido aqui dentro.

100 toneladas de líquido dentro... Mais de 12 a 15 toneladas do barril. Ah, então, isso que eu ia falar. O barril pesa 12 a 15 toneladas? Toneladas. É, porque não tem como, cara. Agora, 12 a 15 toneladas, pensa que o teu carro deve pesar uma tonelada... E meia. E meia, mais ou menos. São 10 carros, o peso do barril. Exatamente. Puta que pariu. Tanto é que...

Existe todo o marchete. Eu só não entendi onde você que chegar com essa relação toda. Não, cara, você pensa no tamanho. Em termos de piso. Pesa 15 carros o negócio. E a pressão desse líquido dentro do barril, que é feito artesanal, e eu imagino que você vai juntando os pedacinhos de madeira. É um quebra-cabeça. É a mesma coisinha com o pequeno, só que numa dimensão gigantesca. Sim, vai juntando pedaços.

Grandes destilarias. Cervejaria não, aí já parte para destilados. Destilarias. Você pega Minas, tem muito. Nós temos clientes que já montamos tonéis nesse porte de 50, de 100 mil litros em Minas. Alagoas. Nordeste, isso que eu falo. Nordeste, Ipioca.

Não tem problema? Não tem problema? Pix e Pioca. Na Paraíba temos alguns barris de grande porte. Pitú é uma grande. A Pitú é mais ou menos igual a uma grande que nós temos no estado de São Paulo, que é tida como a maior do Brasil. Eles têm pouco barril de grande porte.

Mas são clientes nossos também aqui. O daqui também porque... Daqui. É, porque num projeto... Pichuã? Isso, porque num projeto... Vamos falar o nome, não tem problema nenhum. Faz o Pix, Piracinú. Manda para nós aí. Ou pelo menos manda cachaça. Não precisa fazer o Pix. Manda em álcool. Ou manda mais pedido para ele também, que eu fico feliz. E não são só eles, não. Tem várias aí no mercado. Hoje os seus clientes... Isso é legal entender o Mix, né, cara?

Porque, embora seja artesanal, a gente está entendendo que você atende B2B absurdo. Você atende grandes empresas. Muito.

Qual é a proporção disso hoje? Você atende mais mercado de empresas ou você faz mais esse tipo de produto para vender para o cliente final? Vamos lá. Inicialmente, como eu disse para vocês... Quando nasceu o Bairro Brasil? Calma aí que eu vou chegar lá. É que a gente foi no arco de sair de uma coisa para a outra. Mas é um assunto muito louco. A gente não consegue pegar uma linha do tempo. A GH bateu forte. Vocês vão entender agora. Inicialmente, nós começamos atendendo somente grandes fabricantes de bebida.

Ou melhor, alambiques que produziam e precisavam armazenar, às vezes de um ano para o outro, alguma coisa assim. E isso daí normalmente o pessoal comprava barril de 5 mil, de 10 mil litros, de 20 mil e por aí vai. Porém, essa demanda por barris grandes...

ela tem uma certa periodicidade, que é normalmente quando os caras estão produzindo, e depois você tem um vácuo, que normalmente vai de dezembro até março, abril, que ninguém está produzindo, pelo menos no Sudeste. Então, a aquisição desse tipo de material se torna muito baixa.

A durabilidade deve ser eterna. Cada um que você vendeu, você perdeu uma chance. Então, exatamente. Então, se o camarada não tiver um plano de crescimento para sempre estar aumentando a produtividade, o armazenamento, você acaba ficando um pouco limitado. Foi por isso que surgiu a oportunidade de vamos atender um outro nicho de mercado também. E o B2C também. Exatamente, por quê? O varejo.

Isso daqui não tem dia. Isso daqui pode ser um brinde, ele pode ser um presente de aniversário, de Natal, de Páscoa. Nisso daí nós já começamos a atacar um outro nicho, já está sendo um terceiro já, que é o nicho de decoração. Em decoração, nós começamos a atender as TVs, porque tem muito cenário.

Já tem mais ou menos uns 12, 13 anos que nós somos fornecedor de uma das grandes TVs nossas para novelas, sereados, para tudo que vocês imaginarem. Não vou falar o nome, fique tranquilo. Não é ruim, não. Por exemplo, a Rede Globo é um dos grandes compradores nossos. Se vocês verem novelas, sereados, tudo tem barril nosso ali dentro. Eu acho legal.

Mostrar a proporção, né, cara? Exato. Porra, cara. Vendo para a Rede Globo, vendo para a 51, para a IPA. Porra, cara. Primeira produção dos 10 mandamentos, foi nós que produzimos os barris para eles, para a Record. Olha que legal. Primeira edição do Masterchef, nós fizemos tinas de madeiras neutras para poder temperar carne.

e por aí vai se vocês pegarem todos os museus que a Ambev estava fazendo no Brasil que cada cervejaria tinha um museu na parte interna dela nós que fomos responsáveis na oportunidade até 2018 eles vieram com os projetos com as fotos de 100 anos atrás de 100, na verdade foi aniversário de 130 anos eles chegaram com algumas fotos e disseram olha é...

Uma produtora da Globo disse que você tem condição de fazer isso daqui. Replicar os barris de 130 anos atrás. Replicar de 130 anos atrás. Você faz? Fizemos todos.

Todos. Você faz, lógico. Entendeu? Isso daí, vamos. Se você pegar pra área artística, o primeiro boteco do Gustavo Lima, tinha-se... Você contratava o show dele, você recebia um brinde que era um barril com a logomarca igual gravada de vocês aqui, gravado na frente do barril, uma cachaça, tudo. Os responsáveis, nós fizemos, acho que foram 700, 800 kits pra cada show que se vendia. O produtor ganhava, o contratante ganhava um brinde daquele ali.

Pontos de venda da Pimentas Tabasco, muito famosa. Fizemos barris para eles para distribuir Brasil afora. Skin Cariol, quando eles começaram a fazer aquele sol da skin, alguma coisa, tinha um barril que havia um toldozinho nele. E ali guardava todo o material. Isso aqui nós fizemos Brasil afora.

O último advento grande que nós fizemos da cervejaria da Ambev, a cerveja Spaten, que ela tem mais de 500 anos de produção de Munique. Eles chegaram até nós. Por que eles queriam? Eles queriam um barril. Imagina esse barril em pé, no qual abria a cabeça dele e dentro iam duas longnecks e uma taça.

com toda uma escrita, uma abordagem em cima, nós fizemos um lote muito grande para eles. Foi algo também que eles tentaram com outros parceiros do mercado que também produz, outros concorrentes. Ninguém quis fazer.

Nós fizemos, nós não temos problema com nada. Mando o trabalho diferente para cá. Pode mandar, tu tem seu preço e nós não temos problema para desenvolver nada. Isso aí nós fizemos também, só que foi um sucesso absurdo e passaram-se, após o lançamento, 45 dias depois, eles fizeram um volume que nem se nós tivéssemos três indústrias nós conseguiríamos atendê-los.

Então nós preferimos até não pegar o trabalho por não conseguir atender o cliente com o nível de qualidade que nós costumamos trabalhar. Então é melhor a gente não pegar. Não foi só ele, não. No segundo boteco do Gustavo Lima também, eles vieram, mas com um prazo muito curto para poder fazer.

Em virtude de nós negarmos a fazer esse trabalho, eles acabaram criando uma outra situação e acabaram não fazendo, porque eles vieram numa época que a demanda era muito grande e o volume que eles queriam a gente não conseguia atender. Porque não adianta você colocar os ovos tudo num cesto só, né? Você tem que saber administrar, porque tem coisas que são passageiras.

E não é porque vai te dar uma visibilidade muito grande que você tem que deixar outra área de lado. E nós sabemos que nós atacamos vários pontos, então não tinha como nós atendermos eles naquele momento. Mas você vê que a diversificação é muito grande. Cara, incrível. Incrível. É por isso que eu falei, né? Qual que é a magnitude disso daí? É artesanal. Artesanal, mas olha o tamanho do artesanal do cara. Você encontra os funcionários hoje?

São poucos lá. É? 14 pessoas hoje. 14 pessoas? Poucos. 14 pessoas. Está doido, cara. Me fala uma coisa. Quando que é a data de nascimento da Barrio Brasil?

A Barril Brasil, se deu, ela tinha um outro nome, que quando a gente começou a trabalhar com barris pequenos, nós resolvemos rebatizar a empresa. Entendeu por quê? Como estava tendo uma abrangência maior, nós quisemos abrasileirar o nome, deixar de sair do nome de Tanoaria para fazer algo genérico que fosse de fácil fixação nas pessoas.

Não lembrar, exatamente. Essa ideia surgiu inicialmente em 2013, veio se materializar com CNPJ, contudo, em 2017, e está até hoje no mercado e em franco crescimento.

Mas a tanuaria já vem... A tanuaria já vem desde o início da década de 80. Que, na verdade, é quando nasceu a empresa de verdade. Exatamente. Barril Brasil é praticamente um braço dentro de tudo que é feito. Exatamente. É mais um canal de vendas. Exatamente. Nós somos o primeiro vendedor de barril, de mini barris assim na internet no Brasil.

Nós recebemos em 2015 a visita de uma equipe do Google, no qual eles comentaram conosco que nós éramos. Chamou atenção e passando por Ribeirão fizeram uma visita para nós. Só para vocês terem uma noção, você é do meio, você sabe. Quando eu fui fazer a primeira campanha de Hades, no item que está lá, quanto você quer pagar por clique, eles não tinham referência para Barril.

Eu coloquei um centavo. Ok, bateu. É fantástico isso. Não tem uma concorrência. Quem mais vende? Não existia. Aquilo ali não existia. E ali foi um início. E o início foi algo fantástico também. Eu vou contar muita história para vocês. E aí? Me conta do início. O início aconteceu o seguinte. Eu vou começar a vender na internet. Nós estávamos passando uma fase um pouco difícil numa entre safra.

que era o lance que eu falei, isso aí foi no começo de ano, e no começo de ano quase não vendia esse barril grande, então as vendas eram muito pequenas, então para você poder continuar pagando as contas, apesar que o número de funcionários era menor, mas você tinha que ficar rebolando ali para inventar moda, para você conseguir fazer grana, as divulgações não eram como é hoje, então as dificuldades eram grandes.

Um determinado cliente no interior de São Paulo me liga, entra em contato e me faz uma encomenda de 40 peças no tamanho de 10 litros. Porra, ralamos, saímos, corremos, vamos fazer isso e aquilo. Ao final da produção, eu ligo novamente para o camarada e digo para ele, olha, o seu pedido está pronto.

Ele falou assim, ah, perfeito. Quando o cara que me encomendou falar que está ok, eu te peço. Falei, não é essa a nossa conversa. Ô meu bem, não é assim que funciona, né? Não, não é assim que funciona. Você me ligou, você escolheu a madeira, você efetuou a compra. Agora você me disse que quando o seu cliente pedir, como que eu vou fazer agora? Ah, eu não sei como você vai fazer. Eu sei que quando ele autorizar, nós concluímos a venda. Você imagina eu com esse volume de barril.

sem saber o que ia fazer, sem ter cliente para comprar, sem nada. Na oportunidade, eu conhecia um camarada que estava começando a introduzir aquelas pequenas lojas, 2008, 2009, na internet. Lojinha para vender qualquer coisa. Você jogou lá.

Não, liguei para ele, falei, cara, eu tenho um lotezinho assim, assim, assim, e como que eu faço? Ele falou, eu não tenho muito tempo para ficar fazendo isso para você. Eu dou aula em escolas de computação, aqui em Ribeirão Preto, mas eu vou te dar um norte, vou subir para você, foi o termo que ele usou ainda, vou subir uma lojinha, você vem aqui, eu vou te dar mais ou menos como que você faz, e você segue. Inclusive, tem um tal de Google que está saindo aí agora, você procura lá, teu Wad, você vai atrás.

Ele só me deu esse norte. Sentamos lá, ele me orientou. As fotos você corta no Photoshop assim. Coloca aqui, você sobe ela aqui. Aqui você põe o preço. Fala que você vai mandar por correio, porque não tinha outro meio. Vê o que acontece, beleza? Beleza. Você entra aqui, cria uma conta no Google. Vai lá, tem o tal do Ades. Vem cá que eu vou te ensinar. Bem superficial. Foi coisa de uma hora. Nós ficamos juntos. Você vem aqui, qualquer coisa.

Depois você me manda uma mensagem, me liga, alguma coisa assim. Eu te oriento, tá bom? Tá bom.

Três dias depois eu já tinha vendido meu primeiro barril. Pra Brasília. 2008? 2008. Ninguém nem pensava em comprar online em 2008. Ninguém. Entendeu? Zero. Uma pessoa de Brasília viu a foto, interessou, comprou. Porra, só pra você ter uma noção. Eu me lembro que eu falei, olha, o preço nos Correios vai ser... Vamos falar assim, vai custar 12 reais pra fazer o envio. Não, tá bom, eu te deposito. Quando eu fui lá fazer o... O...

O envio ficou em 10. Eu pego e ligo de volta para a pessoa. Por gentileza, me passa o número da sua conta que eu tenho que te devolver 2 reais, porque sobrou 2 reais do valor. Porque não era meu, cara. Não justificava eu ficar. O que é justo, é justo. Ali começou a história nossa e na internet. E está até hoje. Depois vieram-se os marketplaces. E a gente está firme aí, vendendo em todas as plataformas. É apaixonante, né?

É muito doido de pensar. É, exatamente. Vou fazer uma pausa rapidinho para falar dos apoiadores do Pausa, para poder falar de quem mantém o nosso projeto rodando com tanta qualidade. Vou puxar primeiro para te falar sobre a Let's Tech. Está aqui, estamos com a...

canequinha da Let's Tag aqui para poder te falar. Cara, é uma empresa de tecnologia em pagamentos. Então o que acontece? Você tem todo o trabalho de vender o seu produto. Quando chega no último momento, a questão é facilitar para o seu cliente. Primeiro, para você ter uma taxa ótima e poder parcelar para o seu cliente, muitas vezes sem juros.

Você poder escolher quando receber os pagamentos, ou seja, você escolher a taxa que você paga para receber e o principal de tudo ter suporte. A Letstack usa a mesma plataforma que o iFood usa para processar os pagamentos, ou seja, vai dar conta de qualquer nível que você precisar de volume de entrada de dados. Então conheça a Letstack, eu confio, diversos clientes nossos usam eles e faz total sentido considerar a Letstack para o seu negócio.

Minha sugestão, entre em contato com eles, pede uma cotação. E se você tem e-commerce e tem um gateway de pagamento só, presta muita atenção no que eu estou falando. Coloca a Let's Tech como seu segundo gateway de pagamento. Pronto.

O dia que der pau no primeiro, eles vão assumir e você nunca mais vai querer voltar para aquele único que você tem. E outra coisa, mais importante, quem tem um não tem nenhum. Se der problema, sua loja para de vender. Então instala a Letstack como segundo gator de pagamento. Caso já tenha um que você é apaixonado por ele, você vai perceber que o mundo pode ser muito melhor. A gente já entendeu que a redundância é fundamental.

Exato. Cara, e se você tem loja online, é imprescindível que a gente fale com você sobre a Shop Hub. Exato. A gente incansavelmente indica a Shop Hub. Já falei como usuário, o quanto é tranquilo de você usar, de você comprar em uma loja que tenha a Shop Hub.

E também pelo lado do lojista, do empreendedor, que tem todo o suporte. A gente até brincou. Não é um suporte, é um grupo ali que você fala, porque é diferente você abrir um protocolo, esperar o tempo de atendimento, que algum especialista vai te atender. Não, você está com problema, entra lá, na hora, você vai ser atendido, vão te responder, e você não tem interrupção na tua operação.

imagina só hoje você ter sua loja, trazer teu cliente tudo funcionando e você passar às vezes 5, 10, 15 minutos esperando o especialista te falar alguma coisa, é o tempo que você está perdendo de venda. Então se você não quer ter tempo de espera para resolução de problemas, se você quer ter uma navegabilidade, ou seja, se a pessoa, o teu cliente entra pelo celular, entra pelo notebook, entra pelo tablet, tanto faz qual vai ser o caminho que ele vai seguir para chegar até você, você vai conseguir provocar uma baita experiência para ele.

Então, sem ruído, sem interrupção e com um baita atendimento. Você tem loja online hoje, você tem seu e-commerce, demorou para conhecer a Shop Hub, corre lá. Conheça a Shop Hub, sem dúvida alguma, plataforma inteligente para o seu e-commerce. Cara, tudo que a gente falou agora...

É uma questão, o Mariano falou diversas marcas ao longo do caminho. E, cara, quando você monta uma empresa e tudo mais, você precisa prestar muita atenção na sua marca. Você precisa registrar a sua marca, porque ela é o que vai fazer a diferença entre quem vai ter longevidade ou não.

E tão importante quanto isso são as patentes de produto, de ideias também. E se você é um influenciador ou se você conhece alguém que tem a marca pessoal, perceba que você também pode registrar a sua marca pessoal. Por quê? É importante que você proteja aquilo que é o mais valioso da sua empresa, que é o seu longo prazo.

Quem constrói marcas, constrói valor. E para construir marcas de sucesso, conheça a velagem Marcas e Patentes. São diversos escritórios no Brasil, nos Estados Unidos, em outros países, Portugal, etc. para poder te ajudar a criar a marca, proteger a sua marca e o principal de tudo. Ao longo do tempo eles fazem a curadoria da sua marca. Ou seja, se alguém tentar entrar com registro parecido com o seu,

e eles já te avisam para vocês poderem fazer a contraposição juntos. Cara, é carinho que fala. Carinho, atenção, cuidado. Cara, a gente sabe que o empreendedor tem inúmeras preocupações. Empreender já não é fácil, empreender no Brasil é um grande desafio. E eu costumo dizer que, enquanto empreendedores, a gente tem que ter uma central de soluções à nossa volta. A gente tem que ter pessoas que nos ajudem.

Seja qual for o assunto que for, ninguém sabe fazer tudo. A gente tem algum conhecimento de finanças, a gente tem algum conhecimento de marcas, a gente tem algum conhecimento jurídico, óbvio que tem que ter, faz parte do empreendedor. Mas estar cercado por especialistas, por pessoas que tragam soluções ao que você precisa é fundamental. E a gente tem um grande parceiro que é a Cicobi Credimo Giana, que no que diz respeito à parte financeira, ou seja, de operação financeira, isso é um banco, uma cooperativa, eles conseguem trazer soluções diversas.

solução de crédito, solução de pagamentos, enfim, são inúmeras soluções para o empreendedor não ter que se preocupar. Então basta você sentar com o seu gerente de conta, explicar para ele qual é a sua demanda, ele vai achar a melhor solução para aquela demanda e não a solução que ele precisa te vender para bater uma meta ou para ter uma remuneração melhor. Ele vai te atender de forma construtiva, trazendo a melhor solução para o seu negócio para aquele momento, se for operação de crédito, se for pagamento de funcionários.

Se for para comprar um bem, para fazer a substituição de um bem que você tem, se a substituição for programada, ela vai achar a melhor opção e vai te dar um direcionamento para isso. Eu entendo que no mundo onde tudo é tão dinâmico e o atendimento faz toda a diferença, você ter um atendimento humanizado.

de um banco, de uma cooperativa de crédito, vai fazer toda a diferença. Você vai se sentir amparado, com suporte e com certeza vai tomar a melhor decisão baseada no que os especialistas estão te trazendo. Se eu fosse você, ia correr hoje lá abrir a sua conta. É isso aí.

Mariano, vamos lá. Feito o bloco dos apoiadores do Pausa, me diz uma coisa. A gente vive um mundo cada vez... A gente viveu, desde a pandemia, um mundo cada vez mais digital. As pessoas mais com o celular na mão ali e tudo mais. E o teu produto é o produto que reúne as pessoas, né? Sim. Porque você olha, dificilmente o cara vai tomar cachaçinha sozinho. Ele vai chamar um amigo, conversar. Isso gera conversa.

O que você imagina para os próximos anos? Com relação tanto aos barris, com relação a todo esse universo que você vive, o que você imagina que pode acontecer nas próximas décadas, cara?

Olha, se você quiser na área de consumo uma bebida de qualidade, o barril não vai deixar de existir nunca. É o único item que consegue transformar algo primário em algo assim elementar que fica com as características que só a madeira consegue dar.

E só o tempo também, né? E o tempo, exatamente, somente isso. Então, nesse ponto, eu vou falar para você, não termina nunca. Não começou agora e tenho certeza que não vai terminar nunca.

Ah, mas tem as florestas. Sim, mas se você não tiver os manejos devidos, se não cortar em qualquer lugar, a floresta vai crescer de forma exorbitante. Então, dentro de um manejo inteligente, vamos ter matéria-prima para trabalhar por toda a vida e a nossa natureza vai continuar vívida do jeito que está hoje.

É uma peça que, numa decoração, ela traz uma tranquilidade, como toda madeira, traz um ar de vintage lindo, né, cara? Então é algo assim que, ah, não está usando mais nada a bebida, mas ela vai servir numa decoração, ela vai servir, pode fazer um baú, pode fazer um pé de mesa. Então eu acho que, sabendo trabalhar...

e colocar as coisas nos seus devidos lugares, não vai faltar espaço para ela nunca. Não sei, com determinados fabricantes, você vai conseguir manter essa cultura do aprendizado, do ensinar. Na nossa empresa, nós temos muito isso. Nós estamos sempre formando.

cada 10, cada 20 pessoas que entram, às vezes você consegue tirar um que você vai conseguir ensinar para essa arte não morrer. Entendeu? Conheço alguns amigos que já não produzem mais porque deixou de ter essa raiz de ensinar, então automaticamente a arte ficou pelo caminho. Não é o nosso caso. Mas achar que vai morrer, jamais. Isso aí é... Vou dizer que é eterno, não tem como acabar.

Cuidar da continuidade do negócio. Sempre. Cara, sensacional. Eu fico muito feliz, como eu disse, de ter um episódio desse. Acho que a gente passa por algumas etapas no Pausa, e parece que a gente vai subindo alguns níveis. E eu acho que hoje a gente rompeu um nível absurdo. É demais, demais. Absurdo.

Fiquei muito feliz de conhecer. Acho que esse é um episódio que entrega muita coisa nesse sentido de empreendedorismo. Principalmente desse empreendedorismo que é mais manual, mais artesanal. Como você falou, tem uma sucessão para isso acontecer. A gente não pode deixar essa arte ir embora. Morrer, com certeza. As pessoas vão passar, óbvio. As pessoas vão envelhecendo, vão passar. Mas tem que cuidar para que isso fique vivo. A gente fala muito em empresas tradicionais de sucessão.

A gente está falando de transferência de tecnologia, transferência de conhecimento. Sim.

mas não nesse nível de sucessão. Então, a cada pergunta que a gente faz, eu vou viajando aqui, pensando como a essência disso impacta no empreendedorismo tradicional que a gente está vendo aí. Muito legal, vocês estão de parabéns. Mas eu vou te perguntar.

Como funciona hoje em dia, por exemplo? Entrou um pedido. Quanto tempo demora para um barril desse ficar pronto, por exemplo? Um pequeno. Hoje nós temos uma produção de aproximadamente de 1.500 a 1.700 peças por mês. Você tem um estoquezinho pronto e entregue, então. Não, eu não consigo fazer estoque.

1.500 a 1.700 peças a mês. Não consegue explicar? Não, não consigo. Não consigo. Se, que nem... Nessa semana entrou um pedido aí razoável, eu tive que pedir 20 dias para entregar, porque senão eu não conseguiria fazer a entrega.

Pediu de barris pequenos. É, de barris pequenos, para uma grande indústria, uma marca multinacional que pediu, porque teve uma concorrente que fez conosco também, e foi sucesso absoluto, e eles querem fazer também, e a marca deles vão estar no mercado. Eu só não posso falar ainda, porque eles pediram um sigilo nisso daí, porque onde as pessoas serão presenteadas é algo fantástico, mas a gente não consegue.

Temos equipamento no qual conseguimos ainda aumentar a nossa produtividade em 25%, 30%, sem aumentar o quadro de funcionários, mas não temos intenção em aumentar muito mais do que isso para a gente poder manter em termos de qualidade. Por que isso? O barril é um produto que...

Pela essência dele, por ser produzido com madeira natural, ele está sujeito a dar um problema.

Como? A pessoa deixou o barril seco por 40, 50 dias, por exemplo, bebeu, consumiram a bebida, acabou esquecendo, ele tende a dar problema. E nós já deixamos isso aí bem avisado tudo. Independente disso, por ser madeira natural, volto a repetir, por melhor que seja o olho do profissional, do artesão que está trabalhando, pode ser que passe alguma coisa, algum pequeno defeito.

E a nossa empresa tem como meta não discutir defeito. O cliente comprou, apareceu o problema, só manda uma foto por gentileza, nós mandamos outro imediatamente. Isso aí nós aprendemos muito com o americano, não se discute, se resolve o problema. Então a gente tenta ao máximo evitar esse tipo de transtorno, esse tipo de estresse. Então quando nós vendemos...

Já tem aí alguns anos que a gente sempre coloca, olha, nosso produto vai testado. Aí depois vieram copiando nós. Se você chegar na empresa, nós normalmente tem lá 250, 300 barris, todos eles hidratando. Por quê? Como nós temos um grande volume de comércio na internet, nós sabemos que o comprador de internet gosta de chegar, ele fica com aquela ansiedade de receber a mercadoria e poder já usar. Você imagina ele receber uma mercadoria, tem que ficar lá...

15, 20 dias do produto com água para a madeira poder hidratar, lacrar o barril. Então, nós já antecipamos esse processo, já mandamos ele pronto. Porém, nós temos um transporte que não são dos melhores. E ele, por ser uma peça sensível, apesar de ser de madeira, pode sofrer uma batida, uma queda, pode mexer um pouquinho com a estrutura da madeira. Então, nesse meio tempo que nós falamos, coloca água aí entre 24 e 72 horas. Com 24 horas...

selou, pode tirar a água exatamente e colocar a sua bebida mas a gente não sabe o que acontece nós temos aí um percentual de problemas que não chega a 1% da produção então é muito baixo e isso por causa do que? por causa das nossas precauções que nós temos e por ser artesanal é zero quase é zero quase, exatamente mas nós sempre reiteramos

Com cuidado na produção, não adianta querer meter os pés pelas mãos, vamos fazer com qualidade, atender bem os nossos clientes, porque um cliente bem atendido, ele fala para mais um, um mal atendido, ele fala para 10, e isso aí destrói qualquer empresa. E tem uma coisa legal que eu acho, tem muita empresa de confecção, por exemplo,

que você compra uma camiseta, lava a primeira vez, ela encolhe. Muitas indústrias de confecção, ao vender online e perceberem que tem muita troca, passaram a fazer o quê? A primeira lavagem antes de mandar para o cliente. Porque ele já vai medir da camiseta depois da lavagem. Eu nunca imaginei que isso chegaria no barril.

para você já preparar o produto para o cliente imediatista. Porque, na verdade, o cara comprou o código de rastreio. Passa o cartão, primeira pergunta. Cadê meu código de rastreio? Está chegando já? Calma, meu anjo. Imagina chegar a frustração de esperar. Então, realmente, é mais um insight genial. Eu acho que tem público e público. É que nem você compra um queijo, você põe para curar, você tem que esperar. Não adianta comprar o queijo curado, não tem graça.

Eu acho que a maturação também acontece nesse mesmo sentido. Mas vai ter o cara que vai querer já resolver na hora. Você acabou de fazer a cachaça. Pô, 45 dias esperando. Não, já trouxe a cachaça envelhecida. É por isso que eu estou falando. É uma experiência. Às vezes o cara vai fazer essa primeira rodada assim e depois ele vai ter o prazer de colocar, de deixar. Mas posso te contar? Muitas vezes... Porque é legal também esse processo.

Mais parte. Deixando aqui no México. Deixa eu experimentar agora. Até a comparação, né? Exato. Provar, depois provar. Eu apresento agora. Eu tenho lá em casa o...

A gaiolinha do queijo lá. É bom demais. É gaiola de pegar mineiro. Você põe um queijo dentro, é um negócio fechado. O bobiou, você pega um mineiro preso lá dentro. Claus direto, vai com a mãozinha lá, e vai, opa! Aí você vai tirando uma lasquinha, você vai sementando, você vê dia após dia a maturação daquilo e o como muda. É gostoso esse processo. E eu acho que da Caixa é essa mesma coisa. Você vai esperar uma semana, vai tirar um pouquinho, vai sementar, você vai...

É legal isso. Mas olha algo que acontece muito conosco. O cliente recebe o barril, aí ele mandou uma mensagem. Não vazou. Falei, objetivo alcançado. Mas eu comprei um outro, ficou 10 dias. Falei, mas você não comprou da Barril Brasil.

Já foi, sei lá, já hidratou. Então, e normalmente eles não sabem que nós temos esse cuidado, porque... Se preocupa, fala, tem alguma coisa errada, não vazou. Quer ver uma coisa que eu faço muito na empresa? Se porventura entra um barril...

Eu sou olho de águia, cara. Eu estou olhando tudo. Eu vejo qualquer pequeno defeito, eu bato o olho. Na própria solda desse arco aqui, eu sei quem foi quem fez. Porque cada um, um dá dois pingos, o outro dá três pingos. Na solda, tem a assinatura de cada um. E se porventura eu vejo um pequeno defeito, por menor que seja, eu pego um outro dele também perfeito, sem nenhum problema, e levo aquele. Questiono o profissional, qual que você compraria? Acabou.

Ele falou assim, esse tem esse defeito. Eu falei, então, o nosso consumidor também vai fazer essa escolha. Ele não vai querer esse pequeno defeito. Então, um cuidadozinho a mais, um toquinho a mais ali. Um detalhe. Um detalhezinho. Vamos atender o cliente nosso com o maior carinho do mundo. Por mais que são feitos muitos no dia.

Para aquele cliente, ele comprou um só. Exatamente. Aquele é especial para aquele cliente. Exatamente. Eu nunca perco a primeira oportunidade. Não pode perder. Nunca perco. Eu acho que a primeira oportunidade, você tem que fazer ela bem feita. E todo dia nós temos uma primeira oportunidade, porque todo dia nós temos clientes novos. E quando ele volta, é a maior satisfação por ele saber que a gente tem carinho em cada detalhe do nosso produto. Exato. Me fala uma coisa. Teve algum cliente que comprou uma vez?

Quando você descobriu, você falou, rapaz, olha quem está comprando de mim que eu nem acredito. Qual foi o primeiro baque? Alguém que você admira? Algum famoso? Não, eu quero ser o famoso. Eu quero que todos comprem. Eu quero que eles falem, puta, nós compramos um baque da Barrio Brasil. Ah, sim, jogou, inverteu a merda demais. Muito bom, muito bom. Se eu for falar aqui, eu vou falar um monte de gente.

De presidente da república a ministro do STF, a artistas, a cantores, a governador, vários, eu tenho vários. Então, se eles estão comprando, a Barrio Brasil está atingindo o objetivo que ele quer. É ser o melhor no que faz. É sensacional. Cara, que show.

Cara, sem palavras. É o que eu falei, episódio incrível. A gente tem, por hábito, não deixar estender muito. A gente sabe que vai em torno de 45 a uma hora. A gente está batendo essa marca. Fica o convite. Eu acho que tem muita conversa para a gente ainda falar no futuro. Mas acho que a gente tem que partir para o encerramento, Vitor Barberato.

Como que a gente vai encerrar esse episódio? Vamos lá. Como que a gente vai encerrar? O que você quer fazer? Fala. Vamos lá. Sem falar que a Barberato vai ser o nosso grande parceiro e impulsionador no mercado nacional. Se Deus quiser, faremos muita coisa juntos. Cara, a gente sempre encerra o Pausa para o Insight pedindo...

um insight para quem está assistindo o episódio. Então, se você veio de uma família tradicional com relação à arte que é feita, é algo que não é usual. Você não encontra... Você não tem mil concorrentes no mundo. Não. Então, assim, não é usual.

E a gente sempre tem, do outro lado da tela, as pessoas, está tudo certo, é venda, está tudo certo. Do outro lado da tela, o nosso público do Pausa, majoritariamente são empreendedores, pessoas que estão ou buscando uma solução para o seu negócio, empreendedores sempre se sentem muito sozinhos, ou começando alguma coisa. Eu queria que você deixasse um recado para quem está assistindo a gente que está começando o seu negócio.

e está havendo dificuldade em vários pontos. É normal de acontecer com quem percorre o caminho há tantos anos. Mas que recado você daria para quem está começando agora, cheio de tesão por fazer acontecer, mas também com muito medo? Primeiro, ninguém acredita no seu negócio mais do que você. Começa por aí. Dificuldade que você vai ter, o outro também teve.

os percalços que você vai ter, outros já tiveram. Faça sempre o seu melhor, mas não é o melhor para você, o melhor para quem está adquirindo o que é seu. Porque quando você, dentro da sua alma, faz o que tem de melhor, você consegue atingir os maiores objetivos. E fronteira só tem em termos...

de muro. E não existe muro pra quem quer empreender e acreditar. Vá em frente que tudo dá certo. Cara, obrigado. É isso? Obrigado. Porra. Valeu. E assim a encerra mais episódio sensacional do Pausa pro Insight. Valeu!

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A ARTE DOS BARRIS DE MADEIRA PRA ENVELHECER BEBIDAS POR MARIANO BARROS | Pausa pro Insight EP223 | Castnews Index — Castnews Index