Ep. 91 - OPEN MIND com Sara Jesus
Hoje com a convidada especial Sara Marilyn Jesus:
https://www.instagram.com/drasaramarilyn/
Eternamente Grata,
Ana Pedroso,
Transformando Vidas pelo Mundo
- Jejum e Práticas AncestraisBenefícios do jejum intermitente e prolongado · Expansão de consciência e criatividade · Preparação e quebra do jejum · Retiros de saúde e bem-estar
- Vícios Alimentares e LiberdadeDependência de açúcar e glúten · Qualidade de vida e energia · Consciência corporal e sinais do corpo · Transformação de dor em propósito
- Super Sapiens e Higiene do SonoÓculos para bloquear luz azul · Regulação do ritmo circadiano · Importância da luz solar e escuridão · Moth Tape para respiração nasal · Melatonina e antioxidantes
- Saúde como um somatório de hábitosPilares da saúde: emocional, social, aterramento, nutrição · Consistência e o básico que funciona · Transformar complexidade em simplicidade
- Construção da CoragemDesafiar o pensamento convencional · Responsabilidade individual pela saúde · Superar crenças limitantes · Ação e compromisso consigo mesmo
- Propósito e valoresCriar conteúdo transformador · Inspiração através da vulnerabilidade e storytelling · Servir e partilhar conhecimento
- Congresso Internacional da FelicidadePalestra sobre mudança de práticas diárias · Mensagem sobre alternativas e soluções simples
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. Gente linda do meu coração. Uma boa semana para todos vocês. E aqui estamos nós.
Para a gravação do novo episódio. Do podcast Open Mind. É uma honra receber-vos. Nas minhas casas tecnológicas. E mais um dia para agradecer. Mais uma semana. Para estarmos conectados. À vida. À nossa vida. Àquela que todos os dias escolhemos.
para nos tornarmos seres humanos cada vez melhores. Então, estamos aqui a criar a nossa realidade Open Mind. E é uma alegria partilhar sem pressa. Vamos chegando. Hoje tenho uma convidada muito, muito especial.
É alguém que vem aqui hoje partilhar a sua história, partilhar tudo aquilo que ela foi descobrindo ao longo do caminho, para também ela se tornar um ser melhor, mas disruptivo e fora da caixa. Então vamos entrando sem pressas, não te apresses e não te distraias. Não estamos aqui para despachar nada.
E hoje é uma pergunta que não cala. O que é que andas a despachar na tua vida que tu verdadeiramente já não queres, mas andas a fazer todos os dias exatamente a mesma coisa, a despachar, mas na verdade a reclamar, porque não tens coragem de colocar um basta e de começares a ser um pouco mais livre.
do que verdadeiramente leal. O que é que pede o teu coração? Onde é que tu és verdadeiramente feliz? A fazer o quê? Com quem? Então, sejam todos bem-vindos a mais uma gravação do podcast Open Mind.
Um podcast de expansão da consciência, autoconhecimento, saúde e qualidade de vida. É um podcast que nos ajuda a fazer o caminho mais curto, mas mais profundo da nossa vida. O caminho da mente ao coração e da coração à mente. Viver é um assunto muito sério. É o mantra deste podcast. E onde há vida, há caminhos.
onde há expansão da consciência, há histórias, e onde há histórias, há o grande património da oportunidade que todos temos de virar a chave, olhar e mudar a percepção que temos sobre o mundo, sobre as coisas que nos acontecem todos os dias. Então, hoje vamos gravar mais um episódio do podcast Open Mind, um podcast disruptivo que procura desmistificar.
Temas complexos, profundos, com leveza, de forma disruptiva. E aqui estamos nós, em mais um momento épico, único. Hoje, com uma convidada mega, mega especial. E também única.
A doutora Sara Jesus é formada em Medicina Dentária, Medicina Integrativa e Funcional, oradora, formadora e empreendedora na área da saúde. Após um percurso pessoal marcado por desafios de saúde, decidiu questionar.
os modelos convencionais e mergulhar numa jornada profunda de autoconhecimento e regeneração, viajando por mais de 40 países e estudando práticas ancestrais e ciência moderna. É fundadora da Prana Ceia, uma entidade pioneira na organização de retiros de saúde e bem-estar em Angola, Portugal e São Tomé e Príncipe, com dezenas de experiências transformadoras já realizadas.
É também cofundadora da marca Super Sapiens, focada em soluções práticas na vida moderna, estressada, que nós, cada um de nós, precisa de equacionar. Para que tanta pressa?
A missão é clara. A doutora Sara tem assim uma missão bem transparente também. Desafiar o pensamento convencional e devolver aos homens e às mulheres, ao ser humano, a todos nós, o poder sobre o seu corpo, através de hábitos simples, ancestrais e cientificamente fundamentados.
E o tema de hoje do nosso podcast Open Mind vai-nos trazer uma grande pergunta. E qual é a pergunta que não cala? É sobre saúde. A pergunta de hoje deste podcast é a seguinte. E se tudo o que te disseram sobre saúde estiver incompleto? A Sara, ela seguiu o caminho. Formou-se, estudou.
E fiz tudo como as regras mandavam. Só que hoje está aqui para furar a bolha comigo no open mind. O corpo dela começou a falhar e ela hoje vai contar a sua própria história.
E vai partilhar connosco a sua sabedoria. Como é que ela conseguiu transformar a vida dela e também hoje, todos os dias, transformar tantas vidas. Bem-vinda, minha querida. É bom receber-te. Obrigada. Quero te honrar profundamente. Gosto muito de ti. É uma sensação, sabes, de casa. Não. Família.
quem é a Sara sem falar-vos ainda do que fazes? Olha Ana, obrigada desde já por este convite é uma honra estar aqui a falar contigo, que bom então, olha, eu sou muitas coisas gosto muito de dizer que sou uma eterna aprendiz todos os dias aprendo coisas novas, gosto muito de estudar leio bastante, ouço podcasts e gosto muito também de explorar o movimento
Uma vez que eu tive uma doença muito grave, uma doença reumática, desde criança que tive mesmo muitas dores de costas. E então hoje em dia gosto muito de explorar movimento com vários tipos de desportos, modalidades, porque não tenho dores, já não tomo medicamentos. E sinto-me muito livre, então gosto de explorar essa liberdade de movimento, além da liberdade de pensamento. Então é isso, sou uma pessoa, sou uma mulher que...
assim, comprometida com a verdade assim acima de tudo não gosto de me conformar com o mediocre com a dor, com o que eu tenho que ser é genético, olha, é o azar e então transformei dor em propósito só alguns é que têm sorte, só alguns não é? Olha, minha querida e essa consciência esse esse alinhamento com a verdade e aí
ele aconteceu em algum momento ou foi acontecendo ao longo da tua evolução do teu crescimento conta-nos um bocadinho da tua história como é que tu começaste a assumir esse teu lugar o direito por esse bem-estar e não conformismo
que as dores são normais, que existem coisas que nos dizem deixa estar, isso é mesmo assim, nem todos têm a mesma sorte. Conta-nos um bocadinho sobre ti. Basicamente foi mais ou menos aos 21 anos que eu comecei a questionar todo o meu vício que tinha por alimentos ultrapassados, nomeadamente chocolates, bolos, tudo que tivesse açúcar, farinhas. Nunca, eu não tinha assim excesso de peso, sempre fui uma pessoa muito ativa.
Mas não é sobre o peso em si, é só mesmo a fraca qualidade de vida que tinha, não é? Senti mesmo muito cansada. Também deslicenciava o sono, dormia pouco, estava na faculdade, estava bastante. Então não achava normal ter tantas dores, dores da espondilite, cansaço, rinite, sinusite, gripes. Então comecei a questionar e o primeiro, assim, fisca de consciência foi...
Será normal ser tão jovem e estar tão cansada. E depois seria normal eu ter vícios. Eu não gostava, não gosto de ter vícios, não gosto de nada que me controlo. Então, senti-me viciada, rama em tempão, bolachas, chocolates. E sozinha que eu percebi isso, por A mais B. Depois comecei a ler um pouco sobre o glúten.
E comecei, tentei deixar de comer pão e tudo o que tivesse que lutar mesmo não era nada fácil. E depois, a partir daí, foi uma grande caminhada, Ana. Já passaram muitos anos e errei muito. E como eu digo, foi muita tentativa erro. Quem me dera que na altura só houvesse 5% daquilo que sei hoje. Por isso é que eu gosto de dizer, olha, pessoal, eu já errei por vocês. Não precisam de errar. Estão aqui coisas mais, tipo a papinha feita.
E pronto, então hoje posso dizer que cheguei a uma fórmula em que me sinto... Claro que há dias piores, não é? Não digo que estou perfeita, mas tudo aquilo que eu já passei, todos os diagnósticos que tive, doenças graves, hoje consigo dizer que estou recuperada, não é? Aos 37 anos, acabados de fazer, sinto-me melhor do que quando tinha 8 anos e quando tinha 15 anos, sabes? Tipo, sinto-me cada vez melhor. Olha, e como é que tu descobriste?
Porque eu fiquei a pensar agora que tu eras viciada em pão, em doces, chocolate. Que eras viciada nisso tudo. Eu acho que não se fala nisso. Eu acho que fala-se noutros vícios. Mas não se fala nos vícios que nós temos diariamente e que estão à nossa frente.
mas que nós achamos que isso não são vícios na nossa vida. Como é que tu deste conta e colocaste essa situação à tua frente e começaste a fazer o teu open mind? Como é que isso aconteceu? Como é que isso se faz no dia a dia? Então, perceber que aquilo te controla. Perceber que passas muito tempo a pensar quando é que será para saber a vez que vou comer aquele chocolate, aquele bolo.
E sentes que também não ficas muito bem. Ou seja, é um momento prazeroso naquele momento. Acaba por ser um rush, aquele dopamine rush de açúcar. Mas depois, passadas as horas, tens um beck. É tipo uma ressaca. Então, há um momento assim de letargia. E isso que era nova, imagina. Quanto mais envelheces, menos capacidade tens de fazer essa disquitão. O corpo vai envelhecendo, sobretudo, com comida ultrapassada.
provoca envelhecimento precoce. Então é isso, acho que é mesmo por este controle mental, não gosto de nada, tipo, uma culpa minha, a minha mente.
Demasiado, sabes? Gosto de usar a minha mente para questões criativas, para otimizar o meu dia, para me divertir, para desfrutar da vida, do momento presente. Então sempre que tens a mim, aquela vozinha de, ah, agora tenho fome outra vez, tenho que comer isto, mas só isto é que me satisfaz, não é qualquer coisa, é isto que me satisfaz. Então acabas por estar sempre a distrair-te e a sair do presente para algo que sabes que não te faz bem. Depois começas a criar essa consciência, não é?
Naquela altura, e hoje em dia, mas naquela altura muito menos. Estamos a falar mais de 15 anos da consciência do glúten, do açúcar. Porque infelizmente lá está, não estamos a empoderar as pessoas, a ficarem livres e dependerem sem vícios. E a saber ouvir-se, ouvir os sinais, os sintomas. Ou seja, os sintomas são sinais do corpo a dizer algo.
Olha, e quando alguém diz assim, mas eu gosto tanto de comer aquilo, eu amo comer aquilo, eu preciso daquilo, aí é dependência? Depende do que é que for aquilo.
mas geralmente coisas que fazem mesmo bem não criam vício, não é uma coisa imagina sentes que há uma coisa que tu não consegues parar de comer sei lá, um pacote de bolachas, não consegues comer só uma de repente comes 3 ou 4 ou 5 e acabas o pacote ou uma barra de chocolate
Então, é sobre a qualidade da comida. Então, é contar nutrientes em vez de contar calorias, sabes? É algo que te sacia mesmo, em que tu chegas a uma parte e dizes, olha, não apetece mais. Não é por força de vontade, é mesmo fisiológico. É o paciente ao ponto de, olha, chega, estou saciada, estou bem assim, estou a respeitar o meu corpo.
Tu começaste a sentir que o teu corpo Ele falhava Tu tiveste uma depressão autoimune Sim E tiveste aí várias coisas que Como é que tu começaste a questionar Porque eu gosto muito de uma pergunta tua Que é Será que o problema sou eu?
Ou é o sistema? Pois. E tu começaste a procurar-te e viajaste por 40 países, mergulhaste em muitas práticas, inclusive é o jejum, e já vamos falar nisso. Aliás, eu comecei hoje, exatamente, e estou aqui, como tu dizes, se é jejum, é jejum.
Mas já lá vamos falar sobre o Jun. Como é que tu te começaste a autorregular emocionalmente? Como é que tu começaste a encontrar respostas e a praticar? Como é que tu fizeste isso? Foi coragem? Foi responsabilidade? Foi compromisso? Como é que foi? Como é que foi contigo?
Acho que parte muito da palavra coragem, não é? Que é agir do coração. Então, é a coragem de questionar. De questionar o que tu sempre ouviste dizer que foi dado de querido, mas nunca perguntaste mesmo. Mas quem é que se insiste? Porquê? Então, acho que é ir para o sentir, sentir do corpo, sentir, olha, isto não está a fazer bem. Este vício, este... Ocupar este espaço mental para algo que depois não me sacia, não é? Está-me a tirar... Literalmente, está-me a tirar energia em vez de dar.
E é por esta tentativa erro que eu falei ao cabo de começares a tentar coisas diferentes. Então, os dias que eu passava a sempre comer coisas com açúcar e glúten, para já, esta sensação de superação. Uau, eu consegui fazer algo que me custava. Isto é divinal. Isto é dopamina, serotonina natural, não é? Aquela momento de, ah, eu consigo, não é? Eu tenho o controle das minhas ações, dos meus passamentos no meu corpo. E depois, sentir-se cada vez melhor. Olha, final, eu tinha razão, ou seja...
Esta intuição, deixar de comer açúcar, me levou realmente a deixar e a sentir melhor. Então, passa por aqui, não só a nível mental, mas a nível mesmo físico. Não é só psicológico, é, uau, sinto-me bem, porque realmente era um vício. Era algo que estava a ocupar espaço mental. Então, esta coragem de questionar te leva a aceitar, a não aceitar algo só porque é dito por uma autoridade.
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Então, estamos a questionar muitas vezes crenças limitantes antigas, que já vêm de gerações, como comer a cada três horas, comer pão a todas as refeições é saudável, é bom em receio integral, à segurança integral está tudo bem.
E é por aqui. Então, o propósito é mesmo, primeiro, tu despertares, não é? E perceberes como é que funcionas. É tu testares. É um desafio. Eu gosto muito de desafios porque vais conhecer outra versão de ti que até então não conheces. E vais perceber ah, eu no final consigo mais. Consigo algo que eu nunca pensei conseguir.
Eu comia cada três horas. Eu era esfomeada, era fiorenta. Hoje em dia eu faço jejuns enormes e adoro o frio. Exposição consciente ao frio, claro. E isso mudou a minha vida. Não só porque me superei, mas porque realmente depois percebes, vais para a ciência, lês estudos e percebes os benefícios de não comer por algumas horas ou dias, de forma consciente. Ou os benefícios de estar alguns minutos no gelo.
E começas a perceber, uau, eu prefiro esta versão de mim, não é? Mais calma, mais focada, não é? Em que gosto muito de comer, mas também gosto de não comer. Porque esta transição entre a abundância e a escassez, não é? É bom sabermos transitar entre estas duas estações, não é? Olha, tu formaste-te em medicina dentária. Sim. Medicina integrativa e funcional. Boa.
O que é que tu utilizas hoje para entregares a quem te pede ajuda? E também gostava de te perguntar, com tudo isto que tu já fizeste até hoje, quais são as tuas maiores forças, dons, e o que é que na verdade fizeste ao tirares a medicina dentária e a medicina integrativa e funcional? O que é que fazes com tudo isto? Qual é o bolo que tu entregas às pessoas que te procuram?
É isso, acho que a maior força é a coragem de questionar este convite a pensar-se por ti, a ter pensamento crítico a questionar tudo e todos a mim mesma, estou aqui a falar e também a mim, não é? Mas não dares como um dado adquirido como uma verdade afluta só porque a televisão falou aquilo só porque passou nas notícias só porque o médico, a família disse não, questiona sempre, ah mas foi o estudo ok, mas qual é o estudo? É controlado, é randomizado, quem financiou o estudo?
Então, ir sempre à origem da fonte, seja qual for. Estou a falar de saúde, mas pode ser política, religião, qualquer coisa. Acho que a vida é muito curta para nós seguirmos verdades absolutas só porque fulano tal disse. Mas quem é o fulano tal? Eu sofri muito, eu tive muito à mercê daquilo que me tentaram ajudar, médicos comissionais. Coitados, fizeram o melhor que podiam.
Mas, na verdade, é esta, que eu estava cada vez pior, né? Cada vez mais dores, né? Tive uma infância e uma adolescência muito sofridas, Ana. Então, acho que cada um tem a dor que tolera. Então, a questão é esta. Até que ponto toleras a tua dor? Porque se a dor é muita, por isso é que vejo cada vez mais pessoas que se tolerarem a dor. Vês a história deles e percebes... Ah!
A pessoa teve um cancro, teve uma doença autoimune, ramática, e teve que fuçar ali as respostas, a solução.
E testou muito. Eu realmente, eu testei. Eu tentei. A medicina mais convencional, a olopática, que é medicamentos anti-inflamatórios, quase que ia para os imunossessores. E tentei. Pronto. Olha, testei. E não funcionou. Estava cada vez pior. Depois um medicamento leva a outro. Também é viciante. Então acho que aqui a minha maior força é a estabilidade de eu já ter testado muita coisa e vale o que vale as minhas formações, mas acho que o mais incrível é a experiência.
E no final do dia somos todos seres humanos. E cada um com a sua dor. E infelizmente, Deus, o universo, colocou-me vários desafios na minha vida. Estive mesmo muito mal. Já pusei 38 quilos. Tenho 1,73 metros. Já tive síndrome de inscrito irritável. Amanorrei durante 4 anos sem menstruação. Hipertiroidismo, depressão. E pá, muitas coisas mesmo, Ana. Então... ...
Foi tudo testes, até que ponto eu conseguia me safar. E testei muitas coisas, fiz muitas terapias, muitos tipos de médicos, até o ponto de, olha, pelo menos já fiz muita, muita coisa, já apliquei em mim. E depois comecei a compilar aquilo que realmente funcionou comigo, a descartar aquilo que eu acho que, olha, realmente é dinheiro mal gasto. E comecei a perceber que é fantástico. Acho que é... ... ...
Acho que é fabuloso, menos é mais. O paradoxo da nutrição e da saúde. Aquilo que é mais barato, que não dá para ser patenteável, não dá para patentear o jejum, o sol.
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Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam.
Água filtrada, água com sal, a comunidade, a meditação. É o que mais transforma. Então, eu gosto muito de trazer esta multidisciplina, ou seja, várias técnicas, não uma só, porque afinal a saúde é um somatório de hábitos. Aplicar às várias esferas da saúde, aos vários pilares, ao pilar emocional, social, aterramento, a nutrição.
E ser consistente. Não vale nada fazer só uma vez. Olha, fiz aquilo, fui ao ginásio um dia, mas não funcionou. Claro, não é só um dia que vais com o estremúsculo. Então, é esta a consistência. Por isso é que estes hábitos são tão básicos. O básico funciona. Primeiro, antes de pensar de ir para o sofisticado, olha, faz o básico, porque o básico funciona. Então, é isso, Ana. Eu acho que tenho esta habilidade também de transformar coisas complexas em coisas simples. Compilar informação, trazer para uma linguagem mais compreensível, não é?
Porque eu palestro e falo para vários tipos de públicos, já tenho um espectro muito grande, desde pessoas sem escolaridade, profissionais de saúde. Então, é esta habilidade mesmo de querer.
genuinamente de impactar a vida das pessoas porque eu sei, ainda tenho muita empatia porque eu sei como é estar doente e sim, foi muito paciente foi muito paciente, mas resiliente perdi a paciência para estar tão doente e a partir daí disse, olha, já está eu é que me enfiei aqui, tomei responsabilidade da minha vida
Tomei as barreiras da minha saúde, empoderei-me, mas eu não sou um ser especial. Qualquer pessoa pode fazer isto. Então, é esta a mensagem mais que eu quero passar às pessoas. Tomar as barreiras da vossa saúde, porque é o vosso bem mais precioso. Não deleguem o vosso tesouro, a vossa saúde a alguém que muitas vezes até faz o melhor que sabe, mas não está a conseguir. Então, é por aqui. Deslumbrante. Olha, qual é o teu propósito? Qual é a tua missão hoje?
Quando tu acordas, o que é que te traz a seres quem és hoje? Ui, é mesmo isso. É servir. Vim para ser. É servir.
E por isso faço muito conteúdo aqui. Desde 2020 tive este compromisso de criar conteúdo que é verdadeiramente transformador. Entrega. Não faço posts por fazer. É mesmo posts ricos em conhecimento. Muitos deles colocam estudos, outros não. E de inspirar. No fundo também inspiro ao mostrar a minha história. É muita vulnerabilidade. A primeira vez que contei a minha história em público foi um vídeo que eu fiz para o YouTube. Ainda está lá. Contei toda a história. Com as fotos.
com toda a narrativa, eu contar a história, é forte, jurei muito, porque expus-me, mas eu acho que nós nos mexemos por vibração, nós nos inspiramos, então as histórias transformam, o storytelling.
E então, assim como muitas pessoas me ajudaram com vídeos fortes, né? De cura e pensei, fô, eu também consigo. Talvez eu também vou conseguir, né? Porque há um momento em que perdo a esperança. Diz, olha, mas eu já tentei tanta coisa e não funciona. Então é por aqui. O meu propósito é servir e partilhar o melhor que aprendi até hoje. Que foi bastante.
E aqui estamos nós. Olha, o que eu disse hoje aqui do nosso podcast é uma pergunta em forma de pergunta. E se tudo aquilo que nos disseram sobre saúde estiver incompleto? Qual é a tua opinião sobre isto? O que é que tu nos trazes sobre isto? Nós somos energia? Não somos. Nós somos mente? Não somos. Nós somos emoções? Não somos.
Quem somos nós para acreditar em tudo aquilo que a saúde nos traz, em tudo aquilo que a religião nos traz, que os paradigmas ao longo dos tempos nos foram trazendo e se o que nos disseram sobre saúde estiver incompleto? O que é que vai acontecer?
Olha, eu acredito profundamente nisto, Ana, porque a minha parte das pessoas tem ensinada a olhar para o corpo como algo que avaria, que fica quebrado. Mas o corpo não avaria, não é? Simplesmente responde ao ambiente que tu dás. A alimentação, aos teus pensamentos, à luz, ao stress, ao sono, às relações.
ao movimento, à falta dele. Então, se mudares o ambiente, o corpo também muda. Então, quando percebes isto, é muito importante, não é? Deixas-te ser vítima e começas a ser a protagonista da tua vida, da tua saúde. Começas a perceber que não há ninguém contra ti, nem o teu corpo está contra ti, não é? Isto é a maior tecnologia que há neste planeta. Não é o teu iPhone, não é um computador, não é o teu carro, é mesmo este corpo.
Mas, infelizmente, não nos empoderaram desde pequenos a usá-lo da melhor forma, a otimizar esta tecnologia.
através da epigenética. Nós temos a genética, que é o gene, e a epigenética é literalmente o que está acima do gene. Então eu digo sempre que a genética é como a arma. É o que carrega. A arma carrega o gene. Mas o gatilho é a epigenética. E o mais importante é que 5 ou 10% é a genética. E os restantes, 90%, atenção, 90%,
é hipismética, ou seja, é o teu estilo de vida. É tudo aquilo que tu fazes diariamente. E por isso é que é tão importante nós parar para analisar a tua vida. Como é que estás a viver? Como é que estás a alimentar? O que é que sai da tua boca? O que é que está nos teus pensamentos? Que música que estás a ouvir? Tudo isto deve ser analisado e a partir daí fazer mudanças. Claro, atenção, pouco a pouco. Depende de onde estás.
É por aqui que eu acho que tudo o que nos disseram sobre saúde está incompleto. Não nos contar uma história que pode ser muito mais simples do que nos faz entender. Complicam muito a história, porque, claro, alimenta, é uma indústria, alimenta muita gente. Uma indústria trilionária, sabemos bem qual é. Mas pronto, eu decidi trabalhar para o bem, para realmente deixar as pessoas livres, não só de vícios alimentares, como já falei, mas de medicamentos.
E é isso. Basicamente o dia-a-dia pode ser vivido com bem pouco. E como é que tu tiveste a coragem de, perante uma família, amigos, ambientes, ter essa coragem de pôr em causa
de buscares outras ferramentas, outras experiências, profundares. Como é que os de fora viram o teu movimento? E como é que tu reagiste a isso tudo? Assim, no início não é fácil. Quando tu começas a ver coisas e a despertar, não dá para desver.
Não dá para voltar atrás. É um divisor de águas. E mesmo que tu tentes não ver, o óbvio, a vida vai-te mostrar isso. E vai ficar cada vez mais difícil. Então, há um momento em que dizes, ok, vou assumir o compromisso comigo mesma. Porque no final do dia és tu contigo mesma. No final da vida és tu contigo mesma. A salvação é mesmo individual. Esta é uma frase forte, eu sei, mas no fundo é assim. Não há cá...
um salvador, não é? Há pessoas, há mentores, há pessoas que trazem mensagens. Mas, nesse momento dizes, olha, este compromisso é comigo, ninguém está a viver a rotador, ninguém vive esta angústia, esta ansiedade sou eu. E a partir daí fazes esse compromisso contigo mesmo, não é? Não é justificar. Tu não tens que justificar a tua vida a ninguém. Sobretudo quando és adulta, não é? Já és maior.
E no início as pessoas estranham. Mas depois entranham. E a minha família, sobretudo, vou falar da minha mãe, que eu partilho aqui muito a minha mãe, tem 76 anos, é sasaristiana. E ela no início começou, e jejum, estás maluca, pronto, e se faz mal, cuidado. Hoje em dia ela faz sozinha, se eu lhe dizer nada, se ela me dizer nada, faz três dias de jejum.
Porque apetece-me, e lá está, porque ela também teve condilite, esta doença, e teve mesmo muito mal, quase uma cadeira de rodas. E graças a este método, que no fundo é voltar às raízes, hoje está absolutamente sem nenhum medicamento, sem nenhuma injeção, sem infiltrações, nunca mais vou voltar ao hospital só para fazer algumas análises. E é isto que estás a ver. Primeiro, o silêncio é a linguagem dos reforços. É um início, é um compromisso.
te testes, também és um laboratório, és cientista de ti mesmo, és o biohacker, e começas a perceber, olha, diz que funciona, não funciona, uau, sempre melhor. E no final, as pessoas vão-te perguntar, no final, lá passados dois meses, olha, o que é que andas a fazer, Ana? Vês-te mais, com mais energia. Aí é o contrário, é um esfeito contrário, tu não vais dizer nada a ninguém, não precisas de pregar nada. Tu és a acontecer contigo.
Exatamente, é o que está a acontecer já há algum tempo também. Mas é incrível, é mesmo isso.
Isso, é mesmo isso. Então, ela é do retorno, não falha. A questão é o compromisso contigo mesma. É esta missão, commitment, de eu sou a minha melhor amiga. E minha cheerleader, eu estou aqui para mim. Sobretudo quando ninguém consegue estar, por muitas boas intenções que as pessoas têm.
que afinal estávamos no caminho certo e tu começaste a perceber isso e começaste na verdade a fazer os teus próprios projetos e a também querer espalhar e inspirar mais e mais pessoas
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam. Fala-nos dos teus projetos e dos teus sonhos para aqui e agora, para este ano, para este mês. O que é que tu almejas? O que é que tu desejas?
Olha, primeiro quero dizer uma coisa que é assim, quando tu começas a despertar e começas a melhorar, a verdade pode incomodar a muita gente. Por isso é só um conselho que a verdade muitas vezes incomoda. E então é só lembrar desta força.
O mais importante é a tua firmeza, é o teu foco, o teu propósito contigo mesmo, é a determinação. Então é isso, 2026 tem sido um ano incrível, muita expansão, mas lá está, sempre altos e baixos, porque isto é a vida, temos muita polaridade, se há alegria também há tristeza e é só saber navegar nessas emoções.
da melhor forma, mas fica cada vez melhor. Não dá para piorar, é sempre a melhorar. Então, o objetivo é levar esta mensagem a cada vez mais pessoas, expandir os retiros dos programas, temos programas online, temos o desafio regenerativo, que já fizemos 12 ou 11 turmas.
e que é um desafio, são 21 dias de todo este método para regenerar o corpo e a mente e o espírito e depois os retiros são 3 dias já fizemos também retiros maiores mas a maioria são 3 dias, também a marca SuperSafins esta aqui com estes óculos amarelos e os óculos laranja que é para bloquear a luz azul à noite e gerar o sono, a energia, o bem-estar e é isso, chegar a mais pessoas ou seja, que a missão é mesmo trazer esta mensagem que se há .
Há opções, há alternativas, há soluções. E muitas vezes são mais fáceis de implementar do que as pessoas acham. E para não se contentar com o medíocre, com o básico, com a dor. Ah, porque é sim, porque é genético.
Então é isso, mostrar que a felicidade não é só emocional, não é biológica. É só pensar positivo, é mesmo fazer ações, menos ou menos, para estar mais feliz. Como falei, o banho gelado, ou como usar estes óculos para melhorar a minha melatonina e conseguir dormir melhor. Se duro melhor, também acordo melhor e tenho mais energia durante o dia.
Então é isso, é olhar para todas as esferas. E olha, fala-nos um bocadinho desses óculos e do teu projeto, o vosso projeto, Super Sapiens. Como é que esse número surgiu? E o que é que vocês querem entregar também? Esses óculos servem para quê? E todos os produtos que vocês têm no vosso projeto, qual é a verdadeira intenção do Super Sapiens?
Olha, mais do que nada, está aqui a página, super sábado, também a assistir a live, se quiserem depois entrar lá na página. Assim, Ana, mais do que vender produtos, nós queremos promover uma consciência. Que é, nós temos, hoje temos um desafio moderno, que antigamente os nossos ancestrais não tinham, que é luz azul.
após o pôr do sol. Antigamente, a única luz que nós tínhamos era a luz da fogueira, o fogo, velas. E muito recentemente, isto é algo cada vez mais comum agora, ainda pior que os luzes LED, e que perturbam bastante o nosso ritmo circadiano, o nosso cológio interno e o nosso ciclo circadiano.
Portanto, até 80% a melatonina é bloqueada e não é produzida. Então, a melatonina não é só a órmã de sono, é sim um antioxidante brutal que entra em vários mecanismos de reparação do nosso organismo. E isso é algo que vai estar, não há muita gente a falar disto, por isso é que nós quisemos muito ter algo assim em Portugal, porque eu já uso...
este tipo de óculos e outras coisas que nós também temos no site há muitos anos, eu e a minha, mas aqui em Portugal não havia este tipo de soluções. Então, basicamente, estamos aqui a colmatar uma deficiência no mercado, que é trazer algo que realmente vai à raiz da questão. Não é um medicamento para o sono, até não é um seguramento de melatonina, é algo que vai mesmo à raiz da questão. É proteger os nossos olhos, também proteger os nossos olhos, para não estarmos com esta luz bem forte.
nos olhos, seja dos ecrãs, da televisão, ou mesmo a luz da cozinha, da casa de banho, do frigorífico, dos shoppings, dos aeroportos, pior ainda.
E é isso, 80% das nossas hormônios são reguladas pela luz. E também temos outros gadgets, que são uma luz ámbar, uma luz assim como esta que está atrás de mim, para usar no quarto, para a casa de banho, para manter aquela, para ter a higiene do sono, para preparar o corpo para dormir bem. Também temos o Moth Tape, que é uma fita para pôr na boca e para dormir de boca fechada, para promover a respiração nasal, não só por uma questão de estética, mas uma questão funcional.
para ter mais óxido nítrico, que é uma molécula muito boa para termos mais oxigênio, mais vasodilatação. E temos mais gadgets. Olha, é só entrar no site. É isso, é tudo objetos para melhorar a nossa bem-estar e performance.
Olha, como é que as pessoas podem comprar? Onde é que elas podem ir e fazerem a reserva e pedirem e depois experimentarem, não é? A melhor ação de saúde e bem-estar é experimentar. Exatamente, experimentar nós vamos em eventos. Nós temos ido a eventos, assim, summit, conferências, nós existimos há um ano e meio.
Mas temos tido assim feedbacks incríveis mesmo. Ainda ontem tivemos um static dance em Leiria. Foi muito bom. O pessoal lá está. Quando experimentas percebes a redução do cortisol. O óculos anti-stress. Que relaxa. A pessoa sente-se até... A vida fica mais bonita. Fica com mais uma luz diferente. É muito bom. Também para usar durante o dia.
ir e assim. Então, está aqui o site www.saproxapernice.pt e viemos para toda a Europa, praticamente. E temos desconto do Dia da Liberdade, que foi ontem. Ainda está aplicável, 15% de desconto para quem quiser. E temos vários modelos, modelos mesmo giros. Estes aqui são só dois, mas há outros. Para crianças também, muito importante. Para o desenvolvimento motor e ocular. Também isto ajuda a prevenir questões dos olhos, não é? Tipo, para prevenir de... ... Obrigado.
vários problemas oculares. Muito bem. Olha, querida, tu vais palestrar à oitava edição do Congresso Internacional da Felicidade, que vai ser de 24 a 27 de setembro.
Qual é a tua intenção com a tua palestra no Congresso? Tu vais levar algo, não é? Para chocalhar o pessoal e para pôr em causa e fazer pensar todas as pessoas que vão participar no Congresso Internacional da Policidade. Qual é a tua intenção, minha querida? Então, a intenção é mesmo esta. Trazer mais consciência. A pessoa realmente mudar algumas práticas no seu dia-a-dia. E...
E perceber que é mais fácil do que parece. Sabes? E trazer esta mensagem que quase ninguém fala hoje em dia. Não estão a dar o devido valor.
Então, pronto, eu aprendo muito, eu estudo bastante inglês, espanhol, vários livros, assim, incríveis e vejo poucos ou quase nus profissionais de saúde aqui em Portugal a falar desse tipo de coisas. Então, lá está, quando gosto de entregar, tem tanta coisa para falar, eu gosto de falar o que realmente sei.
que vai mudar, não é? Impactar, vai impactar. Impactar, isso, trazer mudança. Sim, e aqui no podcast também temos essa intenção não só de impactar, de fazer refletir e pensar as pessoas para uma nova ação para a próxima semana. E eu gostava que tu nos trouxesses o jejum. O que é o jejum? E o quanto ele pode contribuir?
para uma renovação celular, mas para a qualidade de vida aumentar. Como é que tu descobriste o jejum? Lembras-te assim a primeira vez? E o que é que tu achaste assim sobre o jejum? Que pode ser intermitente ou não? Então, boa. Isto agora eu podia falar aqui horas sobre o jejum, mas vou mesmo resumir. Ana, eu faço jejum há quase 12 anos. Jejum prolongado exatamente há 11 anos.
que cumpri o meu primeiro jejum prolongado, o meu primeiro foi de seis dias.
E, para mim, o jejum é uma prática, assim, muito completa, com inúmeros benefícios, tanto a nível físico, mas, sobretudo, a nível emocional e espiritual. Não é, por acaso, que várias religiões praticam jejum, porque há uma expansão de consciência incrível, que só quem faz é que entende. E é muito bom para encontrar propósito de vida, respostas, insights, criatividade. Temos vários filósofos, como Platão, Sócrates, Pitágoras, que jejuavam para maior eficiência mental.
E para mais criatividade. Para mais felicidade também. Então o jejum é assim uma ferramenta super completa. Mas infelizmente mal compreendida. Por muitas pessoas. Porque não traz lucro. O jejum não pode ser patenteado. E isso é algo...
bem importante, é que é algo natural, é só deixar de comer. Não é só deixar de comer, na verdade há um set and setting, há uma preparação, tens que saber começar e terminar o jejum. Para quem nunca fez, eu recomendo o jejum intermitente, básico, 12, 14 horas, assim, algo bem tranquilo, mas reforçando, é importante saber comer, hidratares-te e nutrires-te bem antes de começar o jejum, então vai ser um sacrifício, vais estar em fome, vais estar em desespero, então é bom entender.
que é necessário boa proteína, boa gordura para saciar bem o corpo e também quebrar o jejum da mesma forma e também o ambiente lá está o setting onde estás, com quem estás não estás disposta a cheiros de comidas a ver comida só vai ser mais difícil para mim o melhor sítio é mesmo ir para a natureza onde possas estar sozinha ou com pessoas que te entendam escrever, meditar caminhar e aí
Porque já a natureza te nutre muito. É um sítio onde não te sentes julgado. Isso é muito terapêutico. Sobretudo nos dias de hoje. Então, para quem nunca fez, eu sugiro o acompanhamento de um prolongado. Nós fazemos retiros de um prolongado, três dias.
Que no fundo é muito fácil em três dias. Lá está com quem sabe fazer. E nesses jujuns nós explicamos à pessoa o que é que deve comer antes, o que é que deve levar. E depois também lá quebramos o jujum todos juntos. E lá está em grupo. Estamos todos no mesmo mindset. Tudo a falar de coisas incríveis. Assim, a levar a vibração. E isso aí é tudo. Porque também nos nutrimos uns com os outros, não é? Assim, a companhia. Sem dúvida. E o que é que nós devemos fazer antes de começar um jejum?
de três dias, antes antes, para já ter um propósito estudar um pouco sobre o jejum por fontes fit dignas ler alguns estudos perceber a história do jejum várias correntes e ter um propósito
E saber comer da forma apropriada para preparares o corpo. Sabes? Então, comer bem. Já não comer açúcar, álcool. Ter assim uma alimentação rica, nutritiva. Comer comida de verdade, não é? O que há da terra. O que há da estação.
Então, isso é muito importante, é a preparação física e mental, saber o porquê de jejuares, não é? Sim, e depois ali aquela quebra de jejum também é muito importante. Sim, exatamente. Depende dos dias ou depende das horas, mas...
entender que o corpo passou por uma cirurgia, uma cirurgia da natureza, mas sem anestesia, sem pós-aparatório, mas no fundo é um processo de stress, não é? Imagina, o teu corpo está habituado a comer todos os dias, de repente não lhe dás comida, ele fica assim, mas e agora? E a minha comida está onde? Então, claro que isso gera stress, cortisol ele leva, por isso é que é bom fazer atividades que estimulam o sistema nervoso parasimpático, para regular esse stress.
o sol, aterramentos tardes sei lá, água quente banho quente ou banho gelado, depende e
E depois quebrar o jejum com algo proteico. É o que nós aconselhamos, né? Sobretudo caldo, caldo de ossos. Ossos. Caldo de ossos é muito bom porque é algo líquido, né? Mas super nutritivo, não é? E tem muita glicina, paulina, glutamina, que são aminoácidos muito bons para a recuperação da mucosa intestinal. Ou seja, o estômago está vazio, né? O sistema digestivo está assim, muito puro, não é? Então tudo o que coloques vai absorver rapidamente. Então é bom.
por algo tão nutritivo e com alta densidade nutricional que é um caldo e depois, por exemplo, pode ser também ovo, abacate, carne
peixe, lá está, nada de açúcar, mesmo que seja açúcar bom, né, fruta, para não haver um pico de glucose, né, porque estavas mesmo assim embaixo, né, assim, não há produção, não há digestão, não há consumo de comida, muito menos carboidratos, então não é bom começar logo com hidrato de carbono, isso pode levar à compulsão alimentar. Então é muito importante mesmo ter esta consciência de que realmente é um processo que envolve muita consciência.
preparação e saber entrar e sair do junho. E também saber onde estar durante o junho. Muito bem. Olha, e como é que nós, se alguém quiser ter esse acompanhamento contigo, por onde é que envia essa mensagem? Onde é que tu atendes? Onde é que tu ajudas as pessoas? Então, na maioria do tempo é mesmo online e acompanhamento individual ou em grupo.
Também os retiros são presenciais, isso é presencial. O próximo retiro vai ser de 10 a 12 de julho em Maura, no Alentejo, no Monte Terrace, que é um sítio maravilhoso, assim, na natureza, espetacular, muito lindo. E já fizemos vários retiros lá. Esse terá o retiro de junho, é o Regenerar, que vai ser a 12ª edição ou 13ª. É mesmo o retiro de junho, são 3 dias.
E se quiser fazer algum acompanhamento comigo, individual ou em grupo, vamos lançar em breve o Desafio Regenerativo. Vai ser já no mês de maio. Também é muito bom. É todo um processo de 21 dias. Vem cá, há uma preparação. Há várias aulas em que eu ensino várias coisas importantes. Não só o jejum, todo o contexto. Então, só mandar uma mensagem no meu Instagram aqui mesmo, doutora Sara Pouco, no meu site.
e entrar em contato comigo. Depois passo para a minha equipa. Olha, há uma das coisas que...
Esse podcast é um oferecimento da WISE, o app feito para você ser do mundo. Com a WISE, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da WISE em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a WISE, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
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As pessoas pedem muito em relação ao sono, que não conseguem dormir bem, que não conseguem relaxar, que estão sempre muito ansiosas. Que práticas é que nós podemos começar a fazer para que o sono seja reparador e que consigamos criar um ambiente para, de facto, conseguirmos dormir a noite toda? Como é que isso pode acontecer?
Então, uma boa noite de sono começa com as primeiras horas do dia, sobretudo com a primeira hora do dia. É sim algo que se completa. E, por isso, quando acordas, deve estar em exposição solar. Abrir a janela, ir para a varanda, terraço, se puderes dar uma caminhada.
com luz do sol, assim, se estiver no lago, também funciona. Não precisa estar um sol, assim, sem a aberto, claro, que é melhor. Mas qualquer luz solar é melhor do que nenhuma.
O problema é que a maioria das pessoas acorda e fica dentro de casa a fazer coisas, tem a luz suficiente para ativar o cortisol fisiológico e promover, assim, este acordar natural, em que a pessoa se sente bem. Então, pior ainda, vai logo beber um café, que não serve fazer, não serve beber café nos primeiros 90 minutos. Logo após acordar, é se esperar 90 minutos ou não beber café. E água com sal, água com limão.
E depois à noite, após o pôr do sol, vários momentos de estar à luz natural durante o dia.
É bom mesmo normalizar, estar exposto à luz, porque passamos muito tempo indoor. E à noite, depois de pôr o sol, usar este tipo de óculos. Se não tiveres a tua casa preparada para um ambiente mais cozy, com lâmpadas vermelhas ou luzes incandescentes.
ter assim regra número um para um sono bom, podes fazer muitas coisas mas se não fizeres se não tiveres esta preparação, este cuidado com a luz, vai ser difícil até podes adormecer rápido mas o sono nunca vai ser tão bom sim a única coisa é teres mesmo níveis ótimos de sono REM
sonho profundo. Então essa é a primeira dica. Depois deixar estímulos, deixar o telemóvel, deixar redes sociais, televisão, nada disso. Ler um livro, ver algo tranquilo, conversar, escrever. Não comer tarde. Esse também é um erro que as pessoas fazem muito, sobretudo aqui em Portugal. Jantou muito tarde, deve-se jantar cedo, ou não jantar, ou só um caldo. E também não ver muitos líquidos. E não é normal acordar para ir à casa de banho. Isso é curiosamente.
Significa que há a desregulação do sistema urinário, que de sua vez vem das glândulas suprarrenais. Então, tem a ver com o stress a mais, né? Stress crónico. E que pode ser resolvido com coisas que eu já falei hoje. Aliás, o jejum, nem que seja, tipo, sei lá, 18 horas já resolve isso. Pronto, então...
Esta é a base para um sono bom. Ter o quarto também fresco, não ter nada no quarto, não haver nada de luz no quarto, quarto completamente escuro. Nós temos uma venda, uma máscara seda da Moreira, com um material muito bom, saudável, no nosso site também. Mesmo para isso, temos também um giroplex para harmonizar o som e abafar o som. Também para outros sítios que estejam assim com muito barulho, para reduzir esse barulho.
Acho que disso tudo é um básico para um sono... Eu acho que é perfeito para começarmos esta semana. E não beber álcool. As pessoas acham que o álcool é sedativo e dormece mais rápido. Mas é uma ilusão. Depois se faz medir o sono, o sono fica todo quebrado. Fica mesmo... Não é bom. Então eu reconselho não beber nada.
de álcool, mesmo que seja um copo, enfim, mas pronto, fica para outro podcast. Tenho a certeza que o vamos fazer. Olha, minha querida, se uma mensagem final que venha do teu coração para todas as pessoas que nos escutam e que nos vão escutar posteriormente. Então, o que é que eu posso dizer? Olha, olha...
É isso, a mensagem é o teu corpo não está avariado, não tens nada de errado e muitas vezes a culpa nem é tua. É simplesmente todo um sistema e todo um ambiente que te fez adoecer. Então, tu não consegues, talvez não vais conseguir melhorar no próprio ambiente que te adoeceu.
Então é só parar para questionar, questionar mesmo de tudo, literalmente de tudo. O que é que eu estou a comer, o que é que eu estou a ouvir, o que é que eu tenho na minha casa, que produtos que eu vou usar. Nem falamos dos produtos de higiene, cosméticos, desodorizantes, pastas de dentes. Questionar literalmente de tudo, medicamentos, pior ainda. E começar a fazer mudanças conscientes, pouco a pouco, menos é mais.
E o teu corpo nunca está contra ti. Então, esses sintomas são sinais que algo não está bem. Então, é um feedback. É só ouvir e perceber. Olha, isto não é azar da vida. É simplesmente algo que eu tenho que mudar. E é para ontem. E muitas vezes as pessoas, quando ouvem o diagnóstico mais grave, e aí já não há nada... Há muita coisa a fazer, mas ficam assim. Ah, e agora? Pronto. E vão... E o medo basta a vibração.
ficam presos ao medo e aceitam logo qualquer tratamento.
Sem pensar. Então, pensem antes de aceitar qualquer coisa. Questionem tudo. Leiam as bulas. É o vosso direito de ler o que é que aquele medicamento faz. O que é que aquela injeção faz. Perceber o que é que estão a colocar no vosso corpo. Tudo. Literalmente tudo. Beijo de cremes, alimentação, medicamentos. E é isso. E é perceber. Depois está meu feedback positivo. Olha, fiz assim e estou melhor. Então, é por aqui o caminho.
Quando tu percebeste que a fórmula resultou contigo, que tu foste experimentando várias coisas e várias coisas e questionando e foste e foste e foste, tu quiseste...
levar para a tua família e mesmo pessoas mais próximas tuas, para eles também mudarem? Como é que foi o teu processo? É que nós às vezes queremos salvar pessoas que não querem ser salvas, ou que não se querem curar, ou que não querem comprometer-se e serem as protagonistas da sua história. Como é que tu fizeste? Ao início e agora? Cada um no seu processo. Não pode expressar o processo de ninguém.
E é isso. E é a história deles. Agora, é assim. Falas para quem quiser ouvir. Não podes forçar a cura de ninguém.
isso é contra o próprio livre-arbítrio, então eu, como falei, a minha mãe ouviu-me e hoje é assim super praticante tudo aquilo que nós ensinamos ela vai aos retiros e inspira muita gente com a idade que tem faz hoje mais coisas do que fazia há 40 anos atrás
Eu sou muito ativa. E o resto da família. Alguns fizeram. A maioria até que fez. Lá está. Outra vez. Volto à mesma questão. Quanto maior a dor. Também maior o teu compromisso. E mudares. Com a menina. A menina. A menina. A menina. A menina. A menina. A menina. Que estava no estágio bem avançado.
Depois derivou em outros sintomas graves, problemas na pele, urticária, hemorroidas, enfim. Ela comprometeu-se muito mais. Claro, porque estava farta da dor. Não dá para viver assim. Mas como o resto da família, talvez graves alguns. Então, é isso. Acho que quanto maior a dor, também maior a vontade mudar. E depois, como tu fazes e vives resultados, olha, está por aqui o caminho.
Sem dúvida, sem dúvida. E depois, assim, amigos é a mesma coisa, não é? Com os amigos é igual, é como a família. As pessoas só vão por si mesmas, não podes obrigar ninguém a nada. E acho que isso é muito importante. Só vais estar a gastar a tua energia com pessoas que nem sequer querem ouvir e acham que são uma pervoíce e vais ficar drenada. Então, é importante, assim, preservar a tua energia para a tua, para o teu processo e depois, eventualmente, para quem quiser vir.
Olha, nunca ninguém te disse que tu eras assim meia louca e que havia coisas que tu não estavas assim bem regulada com aquilo que estavas a dizer. Nunca tiveste ninguém que te questionasse? Claro, praticamente quase todos os dias. Ok. Em redes sociais, isto aqui é...
É surreal, não é? As pessoas realmente não... Há muito julgamento. Julgam sem saber, sem saber nem sequer a tua história. Mas é isso, quando tu estás comprometida com a tua vida, com a tua missão, que já... Eu estive quase à beira da morte, tipo... Sabes, não vou estar...
a dar asas a ouvidos a pessoas que nem sequer sabem quem eu sou só porque viram algum poste meu e que foi contra aquilo que eles achavam estou ali a tocar em várias feridas então claro que mexo e acaba por ser muito disruptivo mas pronto aqui a missão é muito clara não estou aqui para agradar toda a gente não é linda és tão linda e
E quem quiser e sentir no coração ir ao site supersapiens.pt é isso, não é? Isso mesmo. Isso, .pt instiguem, experimentem porque é assim que damos mais um passo mais um passito com toda a tranquilidade do mundo porque a correria onde é que ela nos vai levar? Andamos a correr para onde e para quê? E... ... ...
E para quê? No final do dia, a verdadeira riqueza é isto, é paz de espírito, consciência tranquila, é ter saúde, ter liberdade de pensamento, movimento.
E é isso que corta. Muito obrigada por estar aqui, por partilhares a tua sabedoria, a tua história, tudo. Essa tua força, essa tua coragem que certamente vai inspirar muitas e muitas pessoas. Um beijinho grande. Obrigada, Ana. Uma excelente semana. Obrigada, querida. Beijinho. Obrigada, meu amor. Beijinho. Beijinho grande.
Bem, meus queridos, mais um episódio do podcast Open Mind. Desejo-vos uma semana enriquecida, em ambientes enriquecidos. Olharmos a força da epigenética, o nosso estilo de vida, as escolhas que estamos a fazer. Essas nós podemos comprometermos.
com elas de uma forma mais leve, mais divertida, traz mais humor à tua vida. Começa a movimentar-te, a olhar diariamente para o que estás a fazer de ti. Porque nós, na verdade, somos o que toleramos. Quando nós percebemos o que é que eu estou a tolerar?
Quanto de dor todos os dias eu tolero, assim eu me torno. Então, minhas queridas e meus queridos, missão cumprida, mais um podcast gravado e muita alegria para todos os nossos corações. Ana Pedroso, transformando vidas pelo mundo. Um beijinho grande e uma excelente semana para todos nós. Até já.