RPGs de FRANQUIAS Famosas: VALE A PENA Jogar? | Aventurando Podcast
Saudações, aventureiros! 🎲 No episódio de hoje do Aventurando, Rafael Amon e Leo Dionízio recebem Daniel Lustosa para um papo sobre RPGs que nasceram de grandes séries, filmes e livros.Começamos com a curiosidade inusitada do RPG de Dallas, mas logo mergulhamos nos gigantes da cultura geek:🚀 Star Trek RPG – Será que consegue capturar o espírito da exploração e diplomacia da série?🌌 Star Wars RPG – A Força está mesmo presente nas mecânicas ou fica só no nome?💍 Senhor dos Anéis RPG – Até onde ele emula a grandiosidade da obra de Tolkien?Discutimos como esses sistemas traduzem (ou não) a essência de seus universos, o que funciona, o que deixa a desejar e porque é sempre um desafio transformar uma franquia famosa em um jogo de mesa.📣 Curtiu? Então não esquece de deixar seu like, se inscrever no canal e ativar o sininho para não perder os próximos episódios!#Aventurando #RPG #StarWars #StarTrek #SenhordosAneis #RPGdemesa #TTRPG #PodcastRPG
Rafael Amon
Leo Dionízio
Daniel Lustosa
- Franquias IcônicasDallas RPG · Star Trek Adventures · Star Wars RPG · Senhor dos Anéis RPG (Um Anel) · Black Troopers (Tropas Estelares) · The Expanse RPG · Tales from the Loop · Vampire: The Masquerade RPG
- O Senhor dos AnéisDevir · Regras de Jornada · Primeira Era da Terra-média · Magos (Istari, Feiticeiros) · Beorn (Troca-peles)
- Star WarsFantasy Flight Games · D20 System (3.5) · Saga System · West End Games (D6) · Dados Especiais · Fronteiras do Império · Força em Destino · Age of Rebellion
- Star Trek: Strange New WorldsNew Order · 2D20 System (Modiphius) · Fases do cenário de Star Trek (Enterprise, Série Clássica, Nova Geração) · Criação de personagem (Academia, Carreira)
- Black Troopers RPGRPG com Nozes · Tropas Estelares · Miniaturas
- RPG de MesaRPG Nacional · D&D 5ª Edição com OSR
- Histórias de RPGNew Order · Descoberta e Destino
Saudações, pessoa que sai das telas para folha de papel do seu RPG. Eu sou Rafael Monstro, com Léo Dionísio. E novamente, Luz Tosa.
E aí?
Seja bem-vindo de volta, Luz.
E hoje nós vamos falar sobre...
Então, hoje nós vamos falar sobre as séries que viraram RPG, ou RPG que viraram séries, ou RPGs de séries, séries de RPG.
Pode ser filmes.
Pode ser animação, pode ser animação, pode ser quadrinho, pode ser videogame, pode ser algum que a gente gosta aqui pessoalmente, trouxe, pode ser que virou série e depois vira RPG, pode. A ordem que você falou, exatamente, tem muita coisa para a gente falar.
Antes da gente entrar no tema, temos que falar que é muito pertinente, um dos jogos que citaremos aqui é Star Trek Aventuras que vem pela New Order, já tá aqui lançado, é um livrão lindo.
Já vai sair o suplemento de comando, sim, já tá traduzido, já já tem FC.
Mais de 300 páginas, são 370, se eu não me engano, 370 páginas, papel aquele cuchê lindão, impressão colorida, um dos livros mais bonitos recentes que a gente tem aqui. E quanto é que custa um livro desse, Léo?
No site lá da New Order tá R$225.
Sim.
Mas aí você põe cuponzinho PNP 20%, trouxe lá, você que tava querendo.
PNP 20% e vai para 180.
Ele saiu na pré-venda por 170, então tá praticamente pagando a pré-venda de 2, 3 anos atrás.
Achar hoje um RPG abaixo de 200 é uma saga.
É isso aí.
E para ir nesse, normalmente compra usado.
Não é verdade, para quem não segue o PNP É, conhece o nosso parceiro.
Para quem não tá no nosso Instagram pegando as promoções que a gente coloca toda semana.
E você que ainda não é parceiro, pode tá dando mole ainda.
Temos poucas vagas.
A ideia é isso aqui virar um macacão.
Eu falei para o Léo, forma lá um. E o meu intuito ainda vender espaço na camisa. Vim com a camisa de patch de Warner, luz negra, tenda medieval. Eu quero ainda vir uniformizado. Exatamente.
Muito bom.
Falando em Luz Negra, um outro que também casa para você fazer o seu seriado de fantasia sombrio, aquela temática do grupo se aventurando numa terra com o infernal, escuridão e o medo, temos o Breu. Breu, alma, alma, né, um D&D 5ª edição misturado com a pitadinha de OSR, misturado com uma pitadinha de aprenda a mestrar seu RPG.
Eu vou deixar esse, essa vírgula para o meu lado, que dos RPGs nacionais, Breu é um, tá entre os top 5 artes mais maneiras.
Fato.
E hoje tá assim, trabalho gráfico sensacional.
Olha aí, olha aí, olha aí, meu Deus!
Na parte de arte, edição, de direção de arte, top 5, tá entre os top 5 RPGs nacionais que tem arte maneiríssima, fato, diagramação, material, é coisa linda.
Vamos falar de Leandro Lustosa, que falou que tá difícil ter um RPG com menos de R$200. O Build tem 340 páginas.
Isso.
Já tá R$150 no site.
Olha aí.
E com PNP 20%, R$120.
Cara, isso já deixou de ser saga, já é uma outra coisa. Isso é doideira.
É doideira. O tanto é doideira que o Breu, a gente começou os novos cupons agora no mês de setembro. O Breu, a galera já veio mandar mensagem para mim: peguei Breu com cupom. Já tá recebendo o livro, mandando foto para gente que o livro chegou. É isso aí, não dá mole não.
Parceria PNP, sim, pensando no público.
Igual os cara do antigo Shoptime: compra, compra, compra! A gente aqui é venda.
Vou falar rápido aqui, ó, aproveitar aqui, fazer um Rewind, o Numenera que saiu agora, novo lançamento, acabou de sair no site da New Odds, usar PDP 20% desconto, mais desconto de 20% para tu levar um lançamento. O Lustrada tá achando que é pegadinha já.
Tem várias paradas que estão dizendo aqui de cupom e valores que realmente eu tô sendo pego de surpresa.
Então eu vou pegar o Numenera com desconto do PDP porque Numenera é meu top 3 de jogos da vida. E eu não tenho o Descoberta e Destino ainda.
E aí, vamos lá?
Vamos embora. Quem quer começar? Quem quer puxar a primeira série para a gente falar? União do Ninja?
Olha, não sei se o Gustavo é convidado.
Então você puxa.
A gente, eu só vou flertar aqui com a história dos RPGs de franquias e séries e tal. Como a gente estava conversando, a primeira franquia que virou RPG, que veio da TV para RPG é uma série de 1979 chamada Dallas.
Quem é clássico das antigas, 40 a mais, que na Globo, né?
Não, 40 a mais, 40 a mais, 40 a mais, 40 muito mais. Isso, agora uma passava, né? Passava, passava. Magnum, Esquadrão Classe A, Duro na Queda, Águia de Fogo, Trovão Azul.
Trovão Azul, Trovão Azul era sensacional, mano.
Dallas tava nesse métier aí e ele teve um RPG, cara. É um RPG policial de que o foco é investigação. Você, cada um dos jogadores é um personagem investigador e aí o mestre faz um caso policial e a brincadeira é essa.
Eu não lembro de Dallas, cara.
Pô, mas eu jogaria porque aqueles investigador com com paletó de ombreira, cabelo com mullet, as mulheres com permanente, aqueles cabelos, pô, laqué. Tem que jogar no estilo.
E o Dallas ainda é uma parada mais light assim, que o Magnum, o Miami Vice, é um negócio meio guerra contra o tráfico, tiroteio. O Dallas não, é tipo jogar detetive, sabe? Quem, aonde foi, com que arma foi, e o culpado é o mordomo, entendeu? É uma pegada dessa, entendeu? Então assim, esse é o Primeiro que veio junto com Star Trek, foi as primeiras franquias. O Dallas foi o primeiro licenciado, Star Trek foi o primeiro publicado.
Então tem essa diferença, o Dallas foi publicado depois do Star Trek, entendeu? Então falando de história assim, a gente pode começar falando, flertar isso, que há uma história que vem desde do início dos anos 80 que já tem esse movimento do mercado de comprar franquias, Star Wars, Star Trek, Dallas, Gus Busters, Tartarugas Ninja, Homens de Preto tem RPG. Então tem de lá para cá, lá dos primórdios para cá, isso já é um movimento de publicação.
Faz todo sentido ser Star Trek, cara, que se a gente for pensar, a série clássica é ali os anos 60. Então até os RPGs chegarem, tu tinha 20 anos de série pra galera querer transportar isso. Porque acho que, se não me engano, o primeiro RPG de ficção científica foi o Traveller, um dos primeiros a ser lançado, né?
1977.
É, 77 pra 78. E aí, pô, o cara vê sair um Traveller e o cara que é um fã de Star Trek, ou ele vai usar o Traveller pra jogar o Star Trek, mas pô, quando sai o livro, o Star Trek igual esse aqui da New Order, por exemplo, que ele tem a parte de cenário te explicando tudo ali bonitinho. Porque uma coisa você ser fã da série, já conhecer a parte do lore, como é que funciona, já porque que o cara tá—
uma mecânica ali para facilitar.
Sim, então porque se o cara já conhece aí, ele só qualquer mecânica ele vai conseguir adaptar. Ah, por que que fulaninho tem camisa azul, Beltraninho a camisa é vermelha, o outro é amarelo? O cara que tá de fora não conhece nada da série, irmão. Cada um abre o armário e fala: não, hoje eu quero usar azul, hoje eu quero usar vermelho, dia da semana, dia da semana.
E não é assim, sabe qual é o interessante? Principalmente que a gente tá falando de Doctor Who e Star Trek, parece que é um movimento natural transformar eles em RPG. Eu acho que dentro da comunidade Trek, dentro da comunidade Doctor Who, é uma paixão tão grande que principalmente os Trackers, eles têm todo esse movimento de aprender as línguas, eles aprendem a língua Klingon, entendeu? Então eles já naturalmente fazem isso de fazer fanfic e tal. Porra, transforma isso em RPG, mano, é um pulo.
Então, mas aí vem a pergunta, cara, o perigo de transformar um RPG de franquia é, cara, quais conseguem emular franquia de verdade? Eu me preocupo muito com isso.
Então esse é um, para mim, esse é um excelente aí o ponto de você como jogador barra mestre decidir se tu vai usar algum sistema, algum outro jogo que seja genérico para você emular aquela franquia que tu gosta, ou se você vai efetivamente precisar de um livro-jogo daquela franquia. Por exemplo, você já me mostrou Star Trek, o novo Star Trek Adventures, que é da New Order. Por que que você indicaria usar o Star Trek Aventuras para jogar uma aventura de Star Trek e não indicaria um GUPS, por exemplo, ou um Savage Worlds, que também é genérico?
Eu não indicaria. Então, para falar de Star Trek, porque o Star Trek Aventuras, em vez do Savage, do Traveler, por exemplo, o Traveler, por exemplo, que caberia tranquilamente. Então, porque Quando você quer jogar uma franquia, você quer algo que emule aquela franquia, né? Que você, que seja fácil viver aquilo ali. Tudo que é genérico você tem que adaptar.
Sim.
Então acho que você já tem a primeira barreira aí, tá? O Star Trek, ele tem uma coisa que eu gostei muito. Ele tem um capítulo que ele fala sobre as fases do cenário de Star Trek. Então ele tem o Enterprise, que cronologicamente é a primeira série, né? Cronologicamente. NX-01, se não me engano. Depois você tem a série clássica, que foi a primeira a ser lançada, e tem a nova geração. Então ele divide em 3 pontos e ele te dá todo um lore no livro de você conhecer os principais pontos.
Então ele não dá uma introdução e depois você vai lá assistir a série. Ele pega todas as informações mais importantes, condensa, condensa, e te dá uma base de cenário e de espécies que você tem em cada fase. Legal. Então nem todas as espécies estão liberadas para a fase da NX-01.
Entendi. O Deep Space Nine cai em que cronologia?
Ele cai ali depois da nova geração. É Voyager, né? Ele é da Voyager.
É, eu acho que é Voyager. É isso.
Ele é da Voyager, um pouco no futuro. É que Voyager e o Deep Space Nine, ele foge um pouco ali do clássico, porque ele vai lá para outro setor, né?
Isso. Deep Space Nine é uma estação espacial.
Ali é a estação que fica naquele buraco de minhoca ali.
Então, mas por exemplo, ele tá falando de emular A série no jogo. Se a gente for pegar, por exemplo, a série do Star Trek, essa nova que é da Amazon Prime, Netflix, onde é que tá? É que a comandante é uma mulher.
É, tem 3 ou 4 já.
Tem uma que é aquela oriental que fez tudo em todo lugar ao mesmo tempo.
Não, não era nessa não, essa aí é da Discovery, né?
Isso, isso, Discovery.
A que eu vi ou era da Netflix ou era da Amazon Prime, era um moleque que tinha um nome de estado, não era Michigan, um negócio assim.
Série nova?
É, nova 2020 e pouco já.
Então você tem a Discovery.
Eu acho que é a Discovery, acho que é a Discovery.
Eu acho que é a Discovery, que ela começa lá pouco depois da Enterprise e vai avançando de tempo.
Tem a Picard que...
Não, que é o careca, mas não é o do careca.
Careca não, não é o Picard, pelo amor de Deus.
É o careca, pelo amor de Deus. Você quer o careca?
Você quer o careca? Não fala isso, fã de Star Trek.
Não, irmão, eu tenho que ter um local de fala pra poder chamar alguém de careca.
Não, não, não, é que é o Capitão Picard, mas vamos pular esse assunto. Pô, a Star Trek: New World, pra mim, cara, é a melhor série assim atual, porque ela pega o sentimento da clássica, mas traz tudo do tempo novo.
Mas o meu ponto vai ser justamente esse: a série clássica, ela tem todo um ritmo que era daquela época. O combate é lento, tem aquela famosa do Kirk dando a... no cara e tal, e era muito mais sobre o pensamento da ficção científica era muito mais filosófica até do que as atuais, que tem muito mais ação do que tinha nas antigas.
Descobre, eu acho que todas as séries de Star Trek são isso daí.
Então, mas tem uma mudança de ritmo.
E o livro traz isso.
É isso que é minha pergunta.
Tem conflito social, tem conflito físico, você assim, as rolagens, você gera ímpeto, gera ameaça. Então você, cara, às vezes dá certo, mas pode dar errado. Ele foca muito em perícias assim cara, de relação humana, que o Star Trek é isso, não é ação no espaço, é você confrontar a humanidade com desconhecido. Exatamente. Então assim, cara, é o livro que eu recomendo. O Sistema eu gosto muito, eu já falei isso milhões de vezes. É um 2D20 da Modiphius Padrão, tá?
Só que eu acho que assim, ó, ele tem a parte narrativista e gamemista junto. Então, uma coisa que esse sistema me pega bastante, por exemplo, ele tem liderança, né? Então você tem talento liderança, você pode lá no momento de combate passar as orientações para que tem um bônus lá de mais 1d20, tá? Só que o livro deixa claro: você tem que emular a cena. Você não vai dizer eu dei a liderança, e ao mesmo tempo você tem ali um game de você dar bônus para os seus Aliás, então a parte do sistema eu gosto muito, tá?
E o cenário, cara, eu acho que ele vem muito completinho para quem não conhece Star Trek.
É, então eu nunca joguei, mas eu tenho uma pira de experimentar o Star Trek por causa disso, por causa das naves. Então essa parte das naves que você tem também, que é a nave, é um personagem da série.
Então eu não li o RPG do Star Trek. Mas eu li do The Expanse, né? E aí também tem a série, tem a série também. E aí eu fiquei nessa porque eu comprei, eu comprei o Traveler. E cara, o Traveler para mim, eu tô muito ligado a RPG Planet e tal, então para mim era natural jogar no Traveler do que no The Expanse. E aí entra um ponto que o Léo trouxe que é a importância de você jogar um RPG construído especificamente daquela série do que um RPG que traz a proposta genérica para você adaptar.
Por mais que o RPG, o Traveller, seja muito robusto e que você consiga ter uma experiência muito boa daquela, daquela série, você de fato tem um esforço como mestre de fazer aquelas adaptações, você tem um esforço de Você ter que levar para os seus jogadores, e aí a responsabilidade daquilo funcionar é exclusivamente do mestre. Enquanto esse aqui, quando você pega um RPG pronto e aí bota na mão da mesa, todo mundo lê, você meio que dá uma autogestão para os jogadores, sabe?
Então essa carga do peso em cima do mestre fica muito mais suave quando você tem um produto como os Star Trek Aventuras.
Vou dar um exemplo do que o Lustrado falou na criação de personagem, que eu até esqueci de falar. A criação de personagem é como se tivesse avançando na sua vida na academia. Então, por exemplo, que aí também é parecido com o Thrive, você tem a espécie, né, beleza, espécie tem lá bônus de algum atributo, alguma habilidade, né, tem vantagem, por aí vai. E conforme as suas decisões de carreira, se você é da área de operação, se você é da área científica e das ações do histórico que você vai pegando, você vai construindo o seu personagem com história.
Então você tem que escolher lá, é um background sobre a primeira missão, tanto boa quanto ruim. Uma ruim: eu perdi um amigo numa nave que foi destruída, tivemos que abandonar, o meu melhor amigo morreu lá. Então você tem ali uma habilidade devido a esse aprendizado com aquilo e toda essa criação e a tua carreira na frota, entendeu? Então você sai meio que como alférez, ou pode sair como comando oficial, aí depende do estilo que você vai jogar.
Só que ele faz você viver a questão da academia ali com decisões. Eu acho isso muito bacana também, que puxou um pouco do Traveler. Tu falou do Traveler, eu lembrei dessa parte.
E falando em Traveler, falando em espaço, tem também o Black Troopers da RPG com Nozes, que emula um Tropas Estelares como ninguém.
Verdade, Black Troopers da Nozes, né, nossa parceira aí também. Adivinha, Lustosa, cuponzinho de 20%. Também tem um cupom PNP20% na RPG com Nozes e ele vai de 64, vai para 51.
É quase um lanche do McDonald's.
É mais barato, né, lanche tá 54, 55 reais.
Mais barato que uma pizza, muito mais barato que uma pizza.
A pizza que é aquele alimento clássico do RPGista, da galera, ah, vamos jogar, pede uma pizza aí. O que tu vai pagar no lanche é mais caro que o RPG que o teu grupo pode jogar.
E aí quem gostar de Tropas Estelares faz aí, marca o Jonas lá, marca RPG com Noses para trazer as miniaturas de novo, né, que teve na pré-venda.
As miniaturas, a galera fala que na pré-venda estavam muito maneiras, estava num preço. Como é que agora abre, abre para gente. Você conhece o Jonas?
Abre para gente aí.
Como é que eles conseguiram fazer a miniatura naquele preço, Léo?
Então, a Noses ela trabalha com os livros né, os livros, que é o produto do RPG. E todo o restante a gente tem um acordo de cavalheiros de ser um benefício para o público e não mais uma carta de lucro. Então basicamente a miniatura sai a preço de custo.
Era preço, cara, era preço de custo realmente.
É igual Tagma, Tagma saiu literalmente a preço de custo.
Impressionante.
Tem uma aventura pronta, tem escudinho, pô, bonitinho, bonitinho. Se quiserem, vão lá. Mas não esqueça de cobrar o Jhonny de trazer a miniatura de novo.
Isso aí.
Tem futuro pro Black Troopers assim, em termos de complemento?
Linha de tutorial.
Então, tem uma aventurazinha, né, que é Lado Escuro da Lua, e vai, e tem um complemento que eu não posso falar, um suplemento que eu não posso falar ainda, que o próprio Pepe tá desenvolvendo, mas aí vamos esperar.
Mas tem, senão não tem, pô. Tem, tem.
Não quer dar uma pista?
Nenhum sócio da Nerd deixou você falar, Leão?
Nenhum sócio da Nerd deixou eu falar.
Não pode.
É, contrato não pode ser feito. Então aí, ó, nunca se sabe.
É um bom tiro aí, eu posso dizer que não posso dizer que sim nem que não.
Nem que não, nem pode dizer que você está falando algo que seria.
É, vamos fazer o seguinte, tropa de estrelagem passou, e aí vamos falar do Senhor dos Anéis então rápido. Vamos, que aí já, o que que a gente traz para o Senhor dos Anéis?
Mas o parceiro, hein, tenda medieval com a Anduril. Em tamanho real. Cara, assim, eu conheci a tenda medieval no DOF em São Paulo e eu tive a oportunidade de ver a Anduril presencialmente. É impressionante.
Eu tenho uma.
É gigantesca.
Eu quase peguei no último Iniciativa, porque eu fiquei ali no estande da RPG Planet.
Do lado, do lado.
Eu tava ali ajudando, olhava pro lado, tava lá lá. E o cara, eu jurava que o valor que tava na minha cabeça era tipo o dobro do que realmente tá. Eu não lembro agora o valor, é sei lá, mil e poucos reais a espada do Senhor dos Anéis. Eu achava assim, pela qualidade, vem com bainha e tal, eu falei, eu achei que o papo era 3 mil para cima, entendeu?
Então corre agora, aproveita, porque já que você falou de preço Andúrio, tá? Tem dois modelos lá. Tem a que vem com suporte, que ela fica em pé na parede, mas a espada é a mesma, tá? E tem a que tem bainha. Uma foi de R$1.499 para R$1.199.
Nossa!
E a outra foi de R$1.899 para R$1.499. As duas com PNP20, com cupom de 20% do PNP. Tem o mesmo desconto.
PNP20 por cima de desconto.
E se a Hyper RPG tivesse esse falou, eu teria levado, porque eu juro que eu peguei a carteira duas vezes. Não, eu peguei a carteira, eu falei não. Aí eu pensei, pô, Pri, se eu chegar um dia com a espada em casa, não termina comigo, por favor.
Caiu do caminhão, pô, me deram, foi presente.
Ó, e quem gosta de Senhor dos Anéis, que até uma franquia boa da gente falar aqui hoje, você vai ter lá Andúrien, você vai ter a espada do Legolas, tem a espada do Elrond. De onde isso aí? Tem a espada daquele do Cavaleiro de Rohan, tem a espada do Rei Bruxo de Angmar, tem espada do Bilbo.
Acho que tem o machado do Gimli, não tem machado do Gimli?
Tinha o cajado do Gandalf.
Tem as espadas do filme do Hobbit, de todos eles ali, cara. Tem muita coisa.
E assim, se a gente tá falando de série, tem outras coisas também. Tem espada do Conan, tem Thundercat.
Thundercat é maluco, irmão. Thundercats, fiquei maluco, mano.
Thundercats é muito maneiro.
Thundercats tá pra sair RPG, anunciaram RPG de Thundercats.
Então, o do Thundercats, eu acho que tinha ela pequena, ela em adaga e corda, e ela grande, né? E ela grande. Aí você pode comprar as duas.
É, aí tu faz o cosplay.
Com cupom, leva as duas, faz o combo, bota as duas, tá?
Cara, além das canecas e tudo mais, entra no Tenda Medieval, usa lá PNP 20%, fecha teu carrinho, ainda manda o print, manda a foto pra gente, olha aqui, ó. 'Olha o pacotão que eu fechei na Tenda Medieval, coisa linda!' E manda pra gente.
É PNP20, né, lá, né?
PNP20.
E se você tiver comprando com cupom, vai lá na rede social do Tenda Medieval e põe lá: 'Comprei com cupom!' Boa!
Isso aí, marca a Tenda Medieval, marca a PNP, pra galera ver que tu teve um benefício.
Então vamos falar agora um pouquinho do Senhor dos Anéis?
Vamos! Cara, um anel, um anel Outra coisa, né, Senhor dos Anéis é uma franquia obviamente clássica. O Tolkien criou os livros lá década de 40, 50 e tudo mais. E já teve uma porção de jogos baseado em Senhor dos Anéis. Acho que o primeiro, se não me engano, é o MERP, né, que é o Middle-earth Role-Playing Game. E é o mais recente que a gente tem, pelo menos lançado aqui no Brasil, é Um Anel. Essa é a segunda edição que a Devir trouxe.
E ele entra para mim numa categoria, até que a gente falou na gravação que teve com o Roma, de jogos que você consegue utilizar em outros sistemas, em parte dele, né, em outras franquias. Por exemplo, eu adoro as regras de jornada do Um Anel para tu usar no D&D, no Pathfinder.
Também tem, inclusive você pode comprar no Beyond e fazer ficha por lá.
Que ele veio do que era do One Ring, né, da Modiphius, não é da Free League, a própria Free League fez o Adventures in Middle-earth, né, que era a versão dele para D&D 5ª edição. Então ela acabou trazendo parte dessas regras para D&D 5ª edição. E depois a regra de jornada, que é aquela que você, pô, Senhor dos Anéis, né, ele tá falando aqui de casar a temática da da série, da franquia com o jogo, pô, Senhor dos Anéis é uma road trip dos cara indo do Hobbiton, né, até o—
Tem um site, cara, não lembro aqui agora, que eu uso até para as minhas campanhas, que ele fez todo o caminho que percorreu cada grupo, cada um dos filmes, cada uma das missões. Meu amigo, são anos.
É, então, e é um uma campanha, uma franquia baseada em jornada, que a viagem faz toda a diferença. Então não dá para tu usar tipo um D&D que você fala: ah, eu tenho que ir, eu estou em Neverwinter, eu tenho que ir para Baldur's Gate. Ok, você chega em Baldur's Gate. Pô, se tu fizer isso no Senhor dos Anéis, tu perde muito do que é o flavor do Senhor dos Anéis. E o jogo te traz isso muito maneiro, que ele te coloca aquela mecânica: você vai ser o batedor, E tem você, cada um tem uma função na hora dessa jornada. Então dá para levar para qualquer jogo e é uma parada que eu me amarro no anel.
A jornada, né, a viagem, ela tem impacto ali no teu sucesso ou não?
Então, e aqui tem um ponto que é interessante, que é depende do, de quem é o consumidor. Porque se a gente tiver falando do consumidor de Senhor dos Anéis que é estritamente dos filmes e série da Amazon, não leu o livro, só viu a parte cinematográfica, ele é menos de jornada. Tu acha? Sim, porque no filme ele é mais de cenas. Então assim, ele, por exemplo, ele, isso que você falou do Waterdeep, Baldur's Gate, eles não põem toda uma jornada.
Eles põem: ah, ele tá em Waterdeep, tá andando numa montanha, chegou em Baldur's Gate.
Entendi.
Traz a jornada, mas ele é mais criminário.
É, eu também acho, mas focado em cenas, em problemas.
Pode ser, pode ser. É porque eu, quando assisti o filme, eu já era leitor do John Snow, né?
Exatamente.
Então talvez na minha mente eu montei, porque eu vi ele andando pela montanha, então mais a jornada.
Mas por ser filme, ele dá corte.
Exato.
Entendi que de um para outro levou meses, então 2 dias.
Então é isso, você perde um pouco se você comparar com o consumidor que veio dos livros.
Totalmente.
O livro Pô, você jura que você caminhou junto com a galera.
Ele ficou semanas, por exemplo, lá em Casa do, né?
Isso.
Casa do, é.
É, dos Anões.
Moria. Entendeu? Então, assim, essa sensação de passagem de tempo do cara que consumiu o livro é muito mais presente do cara que só consumiu a parte de TV, entendeu? Então, do TV é: "Olha, ele já andando na neve, andando na pradaria e tal, e aí chegou." É, então ele, para dizer que eles foram por muitos lugares, mas na real, no filme, na série, é, eles estão andando na padaria, apareceu os orcs com wargs, e aí rolou o problema e tal, acabou aquele problema, eles já estão no Rio, entendeu? Não tem essa jornada, entendeu? A jornada é mais subjetiva, entendeu?
Eu lembro que fazer esse Esse parênteses, quer ver um livro que pouca gente entende? Na época, muitos amigos meus falava que o livro era ruim, que o Antônio Bandeiras aprendia a língua estrangeira em 2, 3 noites.
Que era o 13º Guerreiro.
Pô, ninguém entendeu, passou meses ali.
O livro é sensacional.
Ah, o cara também aprendeu ali em 3 noites, ele aprendeu a língua dos caras.
No livro, o livro chama Devoradores de Mortos. É um livro bem pequenininho, quase um pouquinho mais grosso que o Black Troopers. É, tem toda uma saga antes dele encontrar os Vikings. Ele encontra vários povos e ele já é um diplomata, então ele já sabe um monte de línguas, ele tem muita experiência em aprender línguas novas. Isso deixa muito— só quem leu o livro entende que o personagem já tem uma facilidade, tem uma predisposição.
E essa passagem de tempo ali nos Vikings dá essa sensação de passar 3 noites, já ele aprendeu. Não, não, não, Não, é muito, muito maior. Que por sinal, O 13º Guerreiro é um filme que eu adoro.
Até hoje é filmaço.
Eu adoro o livro, o livro é muito bom. E por ele ser pequenininho, fininho, tu lê numa barrigada no banheiro.
Eu não sabia que ele era de livro não, mano.
É do Michael Crichton, do mesmo cara do Jurassic Park.
Eu vou procurar, né? Esse maluco é bom pra cacete.
Eu já li 3 vezes o livro. É muito bom.
E a galera fala que o livro de Jurassic Park é melhor que o filme.
Isso, isso. E no livro ele tenta escrever como se fosse o diário do próprio cara. E na verdade ele escreve como se fosse um historiador que encontrou o papel histórico desse personagem. Então ele tem coisa assim: nesse momento há registros históricos que diz que ele foi para assim e outro para— então aí bota como se fosse uma nota científica, entendeu? Então é bem legal, bem maneiro.
Agora, falando do anel aqui, para finalizar, Senhor dos Anéis, eu acho que é um sistema que emula muito cenário, mas deixa a desejar nos personagens.
Por exemplo, quantidade de variedade de personagens, de opções.
Eu acho que ele mexe muito bem com a questão da sombra, do Gordo. Ele mexe muito bem, pô. A jornada dele é muito boa ali, a complementação ali de você ser um batedor, se você é um rastreador, se você é um— qual é o outro lá? São 4, né?
É forrageador? Não, qual é o nome do— dá para ver, é 109, acho que, a página de regra de jornada.
Agora, os personagens assim em si, você— eu senti falta de algumas coisas para para você emular de fato jogar no Senhor dos Anéis.
O Senhor dos Anéis, eu acho que eu tenho uma visão parecida com do Rafa, que a gente já levou uns papos sobre isso, que é a, pelo menos a minha dificuldade em jogar Senhor dos Anéis RPG. Eu tinha, eu sempre tive essa visão de que era muito difícil para mim jogar O Senhor dos Anéis porque essa coisa muito heroica do livro, da história, só funciona se você for tão heroico quanto um Aragorn. Ou quando— e aí quando você cria um personagem com a mentalidade de criar um personagem como no D&D, eu vou fazer um personagem de primeiro nível, você fica muito distante da experiência narrativa que é o livro ou filme ou a série, entendeu?
Por que que você vai criar um personagem teu e não vai jogar com Aragorn?
Isso me quebrou.
Não vai jogar com Legolas?
Isso me quebrou um pouco, esse paradigma, quando saiu Sombras de Mordor, o jogo de videogame, que ele traz um personagem.
Sombras da Guerra.
Isso.
Bom para caramba.
Sai um personagem totalmente inédito ali, específico para o videogame, e que funcionou bem. Ele é um personagem tipo E tem uma dualidade, tem uma força. É, ele passa a ser um herói por conta dele morreu, aí um espírito traz ele de volta, e aí ele tem todo— isso, esse tipo de gancho que pegou um cara ordinário assim, que ele não era um cara de linhagem, sabe, ou uma entidade ali, ou um elfo, nem nada disso, e transforma ele num herói realmente muito relevante, né?
E aí bota ele dentro de situações mais mundanas ali de combate com os exércitos de Mordor.
Eu nem falo disso, eu falo que assim, eu acho o anel muito datado dentro do cenário chamado—
tô falando que tem campeão, capitão, campeão, mensageiro, erudito. Isso tá falando?
Não, isso aí são tipo os arquétipos, né?
É, então, mas dos papéis, dos papéis na jornada, tem o guia, caçador, vigia e batedor.
É, ele é muito datado. Por exemplo, você pega o Beorn, que era um dos últimos troca-peles, no livro você não tem regra de troca-peles. E por exemplo, tu criando uma aventura que é para 1250 da Primeira Era, lá no surgimento do rei.
Esse para mim é talvez é uma das falhas do problema do livro do Um Anel em si, né? Porque eu acho que Um Anel, isso que eu tô falando Entendo, mas é que O Anel, ele te dá um recorte de tempo específico. Ele não é para você— Sim, sim, mas datado, ela pode ouvir o datado dentro do cenário. Isso, mas aí que o sistema é velho, ele é restrito a uma época da Terra-média.
Melhor é falar restrito a uma época mesmo.
É porque se você quiser jogar na Primeira Era, que porra, tinha uns deuses, poder para caralho, É, sacou? Não tem como.
E ele assim não dá opção, por exemplo, mago, pessoal acha que só tem 5 magos na Terra-média, não tem, tem muitos magos, tem os Istari, tem magos mesmo, tem feiticeiros, e ele não dá essa opção para nada. Você tem que jogar ali aquela época com mago, existe ali naquela época, cara. Eu acho isso uma falha bem grande desse sistema, sinceramente.
Eu não sei nem se é uma falha, porque eu acho que a premissa dele não é essa, mas eu acho que é uma brecha para vir alguém falar: "Pô, tá aí, eu vou fazer um genérico de Senhor dos Anéis." É, então eu acho que para experiência que você quer, O Um Anel não atende, mas para—
ele me atende em alguma experiência que eu quero, mas assim, ele não completa, entendeu?
Então, porque a experiência que você quer é uma experiência mais completa, então isso ele não vai te atender. Mas nesse cenário que ele tá falando, ó, se você quer essa experiência desse recorte temporal da saga da Terra-média, O Anel funciona bem.
É, por exemplo, tem espaço para alguém falar, não, vou fazer um RPG de Senhor dos Anéis da Primeira Era, poder para caralho, os cara pica.
Ou mais, só, a gente tem o The Hero's Journey, que vai, já fez o UFC, ele pega muito essa parte de magia lá Aqui a baixa fantasia trabalha bem, tem mais opções com Companion, com base, tem muito mais opções para tu jogar todas as eras. Mas assim, o Anel realmente é um sistema que eu gosto. O sistema da Free League, assim como do D20, são os dois sistemas novos assim que eu mais curto. Eu gosto bastante, né? E ele é muito parecido com aquele sistema básico do mutant.
Não é exatamente um mutant, mas é parecido. E é o que eu falei, cara, ele emula muito bem. Eu joguei muito primeira edição, não sei se vocês chegaram a ver. Não, não, primeira edição emula muita, pô, jornada dele, cenário, ambiente, o efeito da sombra muito bom, cara.
E as regras de, as cenas de conselho, que assim, tem umas paradas que ele emula muito bem do livro, do filme, que tem cena você falar, é só uma cena de interpretação da galera se reunindo. Não, cara, tem o livro, te explica como fazer uma cena específica no conselho, e é aquela deliberação, e era votando com aquela política. Puta, é isso, essa parte é do cacete, do cacete. Mais uma franquia, vamos para o Diga aí, Luiz, para a gente fechar aqui.
É O Senhor dos Anéis, ele tem essa que a O nascimento da criação lá do Tolkien é muito baseado em construção de cultura. E eu acho que esse RPG, e acho que o foco de quase tudo que foi lançado de RPG de Terra-média, tem esse foco de jogue com dentro dessa cultura, entendeu? Então é meio que nessa pegada.
Concordo. Próximo na lista seria Star Wars, que tá aqui na mesa. Acho que sim, né? Acho que teria. Que é outro também, obviamente, a franquia vindo primeiro dos filmes, né, também década de 70, final década de 70. E outra que tem um fandom bizarro de grande, acho bem maior do que Star Trek.
Apesar, mas se a gente for falar pesado dos outros filmes, mas também eles conseguiram reverter com as séries. Star Wars virou séries inacreditáveis, muito boas e outras muito ruins. É, não, sim, sim, mas eu acho que na balança, em termos de série, tá positivo nesse movimento de transformar Star Wars em série com Mandalorian. É, tem o Andor, você tem esse último que é o Skeleton Crew, que eu achei bem interessante.
Esse ainda não vi, cara.
Inacreditável, é muito legal. É muito divertido. É bem, é mais para uma molecada, mas se você assistiu Goonies, porra, vem toda aquela nostalgia junto, cara.
Foda.
Assim, eu tô brincando, acho tudo de Star Wars é bom no final, que eu costumo dizer que assim, ó, é igual filme de herói para mim, que a gente tem uma crítica pesada em filme, em algo que é melhor do que tinha, né, que é ter mais é bom, a gente joga contra.
Então, mas eu, a gente precisa ter, para mim, meu pensamento com filme de herói Eu prefiro que tenha filme de herói ruim do que não ter.
E aí a gente tem uns que, pô, são excelentes. Mas enfim, os filmes, pô, aquele filme 1 pro filme 2 deu uma quebrada muito pesada pra mim dessa nova trilogia. Acho que não é questão de ser bom ou ruim, cara. Dois diretores que tinham visões completamente diferentes.
É, é. O filme, essa última trilogia acaba que parece que na última a galera tava brigando, né?
Não parece não, foi uma briga de ego de porra.
O último filme, não dá pra ignorar que ele existiu, último, último não precisa dele.
Qual o último?
O 9, o 9 não precisa.
Isso, pô, pior que para mim precisa muito. Tem uma cena, tem uma cena nesse filme que eu guardo no meu coração.
Então uma coisa é ter cenas maneiras, ter cenas maneiras eu acho mais útil. Não teria cena, então não, para mim você pode ignorar todo o filme e ficar só com a cena na sua cabeça.
Muito ruim, muito ruim, pior do que o O 7, e o 7 é legalzinho. O 7 eu achei bacana.
O problema do 7 e do 8 é a contradição entre eles, né? Nem um nem o outro. É isso que machuca.
O 7 para mim é ok. Eu me diverti no 7.
É, eu também me diverti.
Ele tem a base de cópia do— da Nova Esperança, né? Mas ainda assim você tem o contato com os personagens clássicos. Avança um pouco a história, é um portal que abriram ali para você avançar mais na história. Agora, o 8 e o 9, né, é uma descida ao inferno.
É que aquele lá não é o Luke. Para mim, o que é isso?
Não me fez impulsionar um monte de coisa. Não, mas aquele maluco do Neto lá, eu esqueci o nome do maluco, o Kylo Ren, que, pô, o cara começa fodão no 7, aí no outro já fica meio abobado, no 9 ele é um completo E o pô, não dá, cara, sabe qual é? Não dá, o 9 não dá.
A jornada do vilão, pô.
A jornada do idiota, pô. Aí ele vai que se apaixona pela Rey, aí a Rey é Skywalker, não é? Mas irmão, não dá, não dá, não dá. Enfim, Star Wars, porque o Snoke lá, que maluco, some com o cara.
Ele era o vilãozão, depois virou nada, nada, ele não é nada. Mas enfim, é RPG.
Já teve uma porrada ao longo dos anos.
Isso.
Eu, por exemplo, joguei muito pouco. O que eu mais joguei foi essa versão da Fantasy Flight, que tinha os dadinhos, né, que os dadinhos especiais. Joguei, pô, joguei muito com meu personagem, Jan do Kalbinksen, era um— Por que que você tá rindo? Não posso jogar de ganga?
Nada, cara.
Cara, esqueceu do meu personagem. Abraço pro Rafael Bezerra, grande mestre de Star Wars, fez a minha ficha do gel do Calbinkson. Porra, maior sucesso na mesa, todo mundo adorava.
Acho que Star Wars o que eu mais joguei foi o D20 System.
Ei, tinha um D20 System.
Esse eu joguei bastante, comprei muita coisa.
São dois D20, esse aqui também é D20 System. Você tá falando do outro aqui que é do 3.5.
Não, esse é o Saga.
É D20 System.
Mas ele existe.
Ah, é? Porque o Saga não era o mapa.
Não, tá confundindo com aquele inicial que é D6.
Isso, que é o West End. Esse é o West End, é D6. Ele é um livro desse tamanho, capa azul, com Darth Vader. É, ele é, ele nem tem a exata imagem do filme.
É, esse eu nem vi, mas eu acho que é essa versão do The West End que o RPG avançou tanto nos suplementos, da galera foi criando Nave e corporação e tal, não sei o quê, que depois ele volta para o canon. Acho que na época do, quando a galera tava escrevendo os romances de Star Wars, que eles usavam os livros do RPG como base para escrever nave e tal, e foi voltando. Sai do filme, vai para o RPG, e depois sai do RPG e volta para o romance e vira E vira canon.
Essa parte do RPG eu fiquei meio que— eu tenho o do West End, mas eu tenho o livro básico, o D20 System grandão lá, o que é 3.5. Esse eu tive quase tudo.
Eu tive todos impressos, não tive nenhum original.
Não, não, eu tive, eu tive Eu tive 80% original, aí tipo livro de aliens, livro de nave, livro antológico, né? Aí você tinha o livro do Dark Side, enfim, o livro do Jedi, Force Books of Jedi. Isso, então aí isso eu tive quase tudo, era viciado nisso aí. E ele conseguia passar uma experiência muito legal.
É isso que eu ia falar, o sistema D20 ele conseguia emular um Star Wars maneiro?
Sim, sim, porque era o 3.5, e no 3.5, que é comparando, é o Pathfinder, né? Então ele, essa questão de você customizar o seu personagem era muito boa. E que se você fosse pessoa, fazer um personagem com Force user, né? Então ele não só tinha como você fazer um Jedi ou um Sith, mas também outros cultos. Né, então ele te dava esse lore todo que ele pegava dos livros de romance que saíram, dos filmes, dos quadrinhos, tinha muita coisa ali.
Então você conseguia fazer uma experiência muito bacana de Star Wars com os livros, que é o que a gente conversou quando a gente tava falando de Star Trek. Em vez de você pegar um RPG genérico para fazer a experiência, você ter o material ali e ele ter a fanbase, você alimentar essa fanbase com vários complementos, né? Você quer jogar com aquela raça que tu viu no quadrinho, só tinha lá no livro de raças, entendeu? E você podia jogar com aquela raça, você podia jogar com Ewok.
Maneiro, entendeu?
Falando desse RPG, eu acho que assim, ó, naquela época, quem gostava 3.5, ele era perfeito, que ele era muito 3.5. Ele não era D20 System, ele era 3.5.
Isso.
Mas eu ainda prefiro o Saga quando fala de habilidade, de árvores de habilidade. Aí eu vou mais para o Saga, sabe? Eu acho que o 3.5, que ele tem muita coisa, tinha muito talento, né? Pô, tinha talento para tudo lá. Ele emula bem para que tá assim, tu sai do 3.5, quer jogar Star Wars, pegasse, quero lembrar o nome dele, cara, era Star Wars alguma coisa, que é o 3.5, acabou, cara, ia se apaixonar. Mas de uma maneira geral, Star Wars, eu prefiro Saga para as habilidades, porque você, ele é tipo Pathfinder, ele vai criando arte, isso eu gosto muito. E esse novo, cara, os dados que, cara, tem vários símbolos.
Então eu comprei só por isso.
Eu tenho minhas críticas aos dados, É, mas acho que a gente já tá na crítica dos dados. Coisa que eu gostei especificamente nesse aqui, por exemplo, aliás, uma pena que é o— acho que é pela Galápagos, não foi?
Aquilo saiu pela Galápagos, são 3 livros, né? Só saiu o primeiro.
É, então esse para mim é uma grande pena, porque a série da Fantasy Flight, ela é muito boa de fechar o todo leque de você jogar com Star Wars e ele te deixar, te entregar isso. Como experiências fechadas. O Fronteiras do Império é para você jogar com aquela galera, no force use, sem uso de força. É contrabandista, é o cara que tá ali, é o mercenário, espião. Ele é um andor, ele faz, pô, um andor sensacional para jogar. Um andor dentro de Fronteiras do Império seria coisa linda.
Isso, isso desse aqui que é da Phantom Flight, sair pela galáxia jogos. E infelizmente não foi muito para frente. Tinha um potencial muito grande comercial aqui no, se a Galápagos tivesse investido, porque a Fantasy Flight tem toda uma linha de jogos de Star Wars, que das miniaturas, que você podia trazer e usar as miniaturas para jogar o RPG, entendeu? Por exemplo, o Imperial Assault, que é toda uma linha de board games de Star Wars, que tem miniaturas incríveis de tudo que você possa imaginar.
Miniatura do Jawa, miniatura de veículo. Depois saiu o wargame que é o Legion, Star Wars Legion, que tem mais uma cacetada de miniatura. Então, se você quiser ter aquela experiência completa de RPG com grid e battle map e miniatura e tal, você tinha tudo isso disponível e que acabou não vindo, entendeu?
Mas o Força em Destino, que é o segundo, ele tem traduzido aqui do Brasil, traduzido, diagramado pela galera que é fã.
É, e o último era o Age of Rebellion, não era? O nome do—
não lembro agora de cabeça.
É que um é esse, a capa branca, o outro era capa vermelha, e o último acho que era capa azul, preto, azul, segundo, né?
Preto, preto, é preto, preto.
E tem o lance dos dados especiais, que aí para mim E assim eu cheguei assim, eu jogava especial, né?
É como eles funcionam na minha vida. Isso, então, porque aí entra o lance, a gente não tem que falar mais um parceirozinho nosso.
Verdade, falando em dados e jogar dados, temos a Celeste Anguic com torres de dados em promoção com o Célepe NP20, o cupom de 20%. Eu tava fazendo as Antes eu fiz, eu mulei no nosso grupo da galera, eu falei: cara, quanto é que você acha que custa uma torre de dados? Aí, galera: ah, 70, 60, 80, 120. Eu falei: não, vamos fazer uma, me diz quanto é que custa uma torre de dados que seria custo-benefício. A galera: ah, 50, 45. Eu falei: pô, e se fosse 30?
Não acredito, 30 é muito, 35 muito barato. E se você usasse o cupom de 20% do PNP? Aí eu simulei na hora lá na loja da Celeste, na Shopee, R$24 e uns quebradinhos, e ainda conseguiu colocar cupom de frete grátis.
Aí é doideira, é maluquice, é doideira. Acho que a gente tem, vai chegar no além.
Estamos aqui no, verdade, estamos nos finalmente, vamos falar o do Star Wars. E deixar o gancho, antes vamos falar exatamente, deixa o gancho para galera que está assistindo. Que série a gente não falou aqui e que você quer ver na parte 2, no episódio 2 de franquias de RPG?
Fala, Ali.
Aí o Léo, pô, fica direcionando.
Vou lançar uma aqui só para deixar para o próximo episódio. Série que foi baseada em RPG. Vampire. Ah, o Vampire teve série, cara, é mesmo, na década de 90, era meio Buffy, caça vampiro, mesma época da Buffy assim, era uma série, tentaram fazer uma série que não foi para frente, né, teve alguns episódios só, e é baseado no Vampire, cara.
Pô, mas Netflix da vida podia pegar, hein, para fazer um agora Sacou?
E acho que esse é o único, na minha cabeça eu diria, cravaria que esse é a única série de TV que nasce do RPG e não o caminho contrário.
Tem outra que você falou aqui nos bastidores.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Não, Tales from the Loop não. Tales from the Loop é um livro, artbook, né? É um artbook, depois virou romance, depois virou RPG e depois virou série.
Mas também, se fosse pela ordem, beleza, saiu o RPG primeiro do que saiu a série.
Sim, mas a série não é baseada no RPG. Exatamente, não é. Kindred é total, é um RPG e mais nada, talvez uns romances ali, e disso se transformou em série. Fato.
Posso falar uma coisinha sobre os dados de Star Wars?
Diga.
Que a gente não finalizou esse assunto. Ele é complicado de você aprender, ele é difícil de você É, ele tem uma curva de aprendizado muito grande, só que ele funciona.
Então eu concordo pra caralho, eu concordo pra caralho.
Eu acho que não precisava, foi uma escolha errada.
Eu também acho, eu também acho.
Hoje a galera quer jogar muito one shot, uma aventura curta e conhecer outro RPG. Ele não consegue fazer isso.
Então sabe para mim qual é o problema desses dados? É que ele volta para um problema que a gente tinha na década de 90. Você falar esse RPG é ruim, aí o cara fala é ruim porque você não jogou com o meu mestre, porque faz uma diferença do caralho. Eu, por exemplo, que eu falei que eu joguei com o Rafael Bezerra, entende tudo de Star Wars, porra, um puta DM. Teve podcast sobre Star Wars, era o Holocast, teve podcast sobre RPG em geral no DMDT.
Então jogar com ele, pô, Pô, era maneiríssimo, porque ele sabia fazer esses búzios do Star Wars e ler. Ah, pô, saiu, é o crítico que é triunfo com 2 não sei o quê. Como é, irmão? Eu jogava e falava para ele ler aí o que saiu. Eu jogava, lê aí.
Tem um aplicativo, né, para—
E ele sabia criar cenas maneiríssimas com o que saiu ali. Porque aquilo, você teve um sucesso, mas com duas desvantagens, que não é desvantagem o nome, Mas aí, então, o que que seria um sucesso com duas desvantagens? O que que seria uma falha com uma vantagem?
Isso complica muito o jogo.
Cara, eu acho cansativo pro mestre.
Isso pra mim é o que, por exemplo, a minha crítica ao Assimilação, por exemplo. Ele segue mais ou menos essa linha, que os dados são dados especiais e tal, que não é intuitivo o resultado. Você olha, você tem que ter, e vai ter muito jogador que vai fazer exatamente como o Rafa falou, jogou o dado, aí lê aí para mim, que eu não tenho saco de ficar lendo, de aprender ali o que é cada dado e tal.
E tu cria abstração do que aconteceu no dado, isso era foda.
Você pode usar dados especiais contanto que além leitura seja intuitiva. Por exemplo, tem dado, tem jogo que o dado de 10 tem face em branco, face em branco é zero, você tem uma explosãozinha significa um hit, duas explosõezinhas são dois hits. Exato, entendeu? A leitura iconográfica ali é fácil de você entender. Quando você olha aqui, o que que é esse símbolo aqui que eu nem sei de que que é? Aí tem triângulo, Aí tem um hexágono com uma bolinha no meio.
Não é intuitivo. Você tem que entender do lore de Star Wars pra— inevitavelmente você tem que ler uma tabela dizendo o que é cada ícone. E não, e no Star Wars ainda piora, porque nem só cada ícone.
É, você tem que jogar o D12, que as cores são diferentes, que variam com o tipo do dado. A situação que tu joga, a habilidade que tu joga, que é um D6, dois D8 e não sei o quê. Tu vai montando. Se o mestre não manjar bastante do sistema, ele não souber conduzir isso, fica muito lento, sacou? Fica muito lento. Jogando com Bizerra, pô, era tranquilaço, irmão. Cara, era pica da galáxia, que serve muito para Star Wars. Vocês são pica da galáxia.
E aí, pô, era muito maneiro jogar com ele. Mas pode dar merda, sacou? Você: ah, eu quero ler agora e vou levar o jogo para uma one shot. Você vai Tua primeira experiência, você tá misturando Star Wars, você ainda vai levar para um evento para fazer para one shot para quem nem jogou. A probabilidade desse jogo ser uma merda é altíssima.
Sabe o que é para mim a pior coisa de um dado especial, como por exemplo esse sistema desses dados aqui, é a quebra do clímax. Por exemplo, no D20 você rola, saiu um 20, você já pula e vira a mesa e sai descabelado. Esse aqui você joga, tu fica assim: "É, agora é." "Foi bem?" "Eu vou." Cara, você tirou um crítico!
"Ah, eu vou!" "Eu vou vestir aqui a camisa do Márcio agora, é igual no futebol agora, o gol depois do VAR." "É, pô, é, caralho, é um gol depois do VAR." "Ah, entendeu?
Valeu, Márcio." Você comemora ou não comemora, sabe? Então assim, você quebra muito dessa experiência do jogar RPG. Tirou um 1, tu fala: "Puta, aconteceu uma merda." ou 20, caralho, foi 20 na hora que eu precisava. Isso aqui não, tu joga, daí tu tem que ler. Aí se você não, se o jogador não sabe ler ali, como você citou, depende do mestre. Cara, pô, parabéns, você tirou um crítico. Aí o cara tem que ficar feliz, comemora.
Mas nesse sistema, o crítico você tem uma consequência, aí o cara já não sabe se fica feliz.
É, então é diferente, é diferente.
Então Me quebra um pouco isso, esse tipo de usar um sistema de dados especiais em que a leitura não é intuitiva. Como eu disse, assimilação, você pode tirar "juaninha", você pode tirar "cervo".
São bichos, né?
É, entendeu? E aí, se você não decorar, você tem esse trabalho de você ler o que é cada símbolo, decorar o que é cada símbolo, aí os jogadores também têm que fazer esse movimento, porque senão começa a ter essas coisas. 'Leia aí para mim, senhor mestre.' 'Ó, comemora aí, pode ficar feliz que você tirou um crítico.' Porque o cara nem sabe ler se tirou um crítico ou não, entendeu? Então isso me quebra um pouco.
Faz sentido, galera. Tamo aí, fechamos a 1 hora de gravação praticamente. Falamos aqui dessas séries que estão na mesa, aguardando a parte 2, que tinha muita coisa para falar ainda.
Bota aí nos comentários, bota aí no show.
O que que faltou falar?
Uma parte Parte 2, né? Quer uma parte 3?
Quer uma série de uma série dessa série aí? É uma série das séries. Porra, sensacional, Lúcio! Valeu por ter aceitado nosso convite. Estamos aqui, tá convidado já para o episódio parte 2, parte 3 do Lúcio.
E a gente já vai, eu tenho camisa aqui, a gente troca, já faz o pior ainda, a gente vai gravar obviamente em outro dia.
Mas a gente tem que vir com a mesma roupa que a gente tá hoje, para parecer que a gente continua. É, pô, a básica, né? Eu vou ter que vir de Zelda, jogo preferido do Léo, que ele adora Zelda. Zelda é outro nível, outra série que teve RPG também, mas a gente fala no próximo. Valeu, tamo junto, até a próxima, falou!
Celeste Anguic
Torres de dadosNew Order
Star Trek AventurasRPG com Nozes
Black TroopersTenda Medieval
Anduril (Espada do Senhor dos Anéis)