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Conhecendo Oblívio, o RPG de Roma e Ggtonho | Aventurando Podcast

12 de junho de 20261h3min
0:00 / 1:03:04

Saudações, aventureiros! No episódio de hoje do Aventurando Podcast, Rafael Amon e Igor Cruz recebem Roma, do canal Aprenda RPG, para conversar sobre o aguardado lançamento de Oblívio, RPG criado em parceria com o GGTonho e publicado pela New Order Editora.Durante o papo, discutimos:A trajetória de Roma e GGTonho como criadores de conteúdo e como isso os levou a co-criar essa obra autoral A proposta de Oblívio RPG como sistema genérico de fantasia sombria e survival horror, onde a Escuridão não é apenas ausência de luz, mas uma força implacável Mecânicas claras, com grid simples para resolução de ações, e ambientação engajadora que mistura terror, mitos e escolhas difíceis financiamento coletivo iniciado em Catarse em 8 de setembro de 2025 Se você curte fantasia sombria e RPGs que trazem horror de verdade à mesa, esse episódio é ideal para se preparar para essa jornada.📣 Curtiu o tópico? Deixe seu like, inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhuma novidade do Aventurando!#Aventurando #OblívioRPG #RPGdeMesa #TTRPG #RPGBrasileiro #RPGdeFantasia #Horror #SurvivalHorror

Participantes neste episódio3
R

Rafael Amon

Host
L

Léo Dionísio

Co-host
R

Roma

ConvidadoCriador de conteúdo
Assuntos7
  • Histórias de RPGDarkest Dungeon · Fear Hunger · Fantasia Sombria Medieval · GGTonho · New Order Editora
  • Financiamento coletivo e apoio ao projetoMetas estendidas (habilidades, equipamentos, monstros) · Suplemento com 3 cenários (medieval, moderno, futurista) · Aventura escrita por streamer conhecido · Baralho de cartas de buraco como add-on · Torre de dados e porta-dados temáticos · Catarse
  • Flexibilidade versus inflexibilidadeArquétipos genéricos (Quem Protege, Quem Sabe, etc.) · Evitar estereótipos de classes · Flexibilidade de cenários (medieval, moderno, futurista) · Aparência de monstros e equipamentos definidos pela mesa
  • Colaboração Mortalis e HorusCombate em fila e posicionamento · Sistema de quebra de defesa (redução a zero) · Importância da luz e escuridão · Portador da luz
  • Combate em RPGSistema genérico de fantasia sombria · Combate por regiões do corpo · Sistema de estresse e fadiga · Uso de D20 e D6 · Equipamento como escudo de estresse
  • Cartas de Buraco e Criação de MapasRecurso para mestres criarem mapas · Cartas de fundação, efeito e missão · Cartas de construção (armadilha, encontro, infortúnio) · Darkest Dungeon
  • RPG como Ferramenta de AprendizadoAprenda RPG · Criação de conteúdo na internet · Dificuldades de iniciantes em RPG · Roma
Transcrição236 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
RARafael Amon

Saudações, pessoa que enfrenta a escuridão! Eu sou o Rafael Monção com meu amigo Léo Dionísio.

?Voz B

Prazer tá aqui. Vamos falar hoje de coisa boa, né?

RARafael Amon

Coisa boa com o Roma do Aprenda RPG. Seja bem-vindo, Roma.

RRoma

Obrigado, agradeço pelo convite, gente. E aí, pessoal, beleza?

RARafael Amon

Roma tá aqui pra dar várias dicas: criação de conteúdo, como você ter produzir material relevante de conteúdo na internet, que a gente tá aprendendo agora com o Léo.

?Voz B

Como ficar rico com RPG.

RARafael Amon

Como ficar rico com RPG.

RRoma

Isso ainda tô tentando aprender.

RARafael Amon

É o intuito. E obviamente de Oblívio, que vai sair agora pela New Order. Financiamento coletivo tá começando. Se você tá assistindo esse episódio na data de lançamento, é um dia ou dois depois, né?

?Voz B

Foi ontem.

RARafael Amon

Foi ontem, dia 8, né?

?Voz B

Sai dia 9, foi ontem.

RARafael Amon

Ele vai fazer aqui uma viagem no tempo. Viaja no tempo. Isso quem tá gravando no domingo antes do ontem.

?Voz B

Exato, exato.

RARafael Amon

Olha aí o espaço-tempo. Mas antes da gente ir para o nosso episódio, vamos começar pelos recados dos nossos parceiros, que tem tudo a ver com o episódio de hoje, né? Obviamente a gente tá falando, é um episódio da New Order Editora, um livro que vai sair pela New Order Editora. Então, que jogo da New Order a gente vai falar hoje, Léo?

?Voz B

A gente já falou, né? Estamos falando aqui do Oblivion.

RRoma

Sim.

?Voz B

E a gente pode falar do Guardiões do Limbo, outro RPG nacional. Já foi entregue, financiamento coletivo, já tá no site da editora. Com o nosso cupom PNP20%, você ganha 20% mais barato ainda, mais barato ainda. E é um RPG que você joga ali com brinquedos ali do quarto de uma criança para proteger ela sobre coisas sombrias que acontecem no quarto.

RARafael Amon

É um Toy Story dark.

?Voz B

Exatamente isso, cara.

RARafael Amon

Entendi, entendi a premissa. Outra parceria nossa que tem tudo a ver com brincadeiras de criança seria um joguinho do Zelda. Que joguinho do Zelda a gente pode falar? Eu que já tô com a camisa do Zelda. Melodia Perdida da Luz Negra. Para quem não conhece esse jogo, É uma das, eu acho, uma das artes mais fofinhas, mais bonitas que nós temos do RPG nacional atualmente.

?Voz B

A diagramação ficou legal.

RARafael Amon

Ficou muito maneira. O nome dos bichos, você vai enfrentar quem? Você vai enfrentar uma croba. Porra, perfeito pra quem vai jogar um Zeldinha. Tem regra adaptada pra jogar com crianças, pra quem quer, ah, quero pegar um RPG. Apareceu aqui, ó. Pô, e olha o ataque de oportunidade. Pra quem jogar com criança, ele tem regra Pra você simplificar o jogo e poder trazer as crianças nesse formato lúdico de jogo. Então confere lá o Melodia Perdida.

?Voz B

Também com 20% de desconto.

RARafael Amon

Mentira, Melodia Perdida também?

?Voz B

Também.

RARafael Amon

Se botar o cupom PNP20 fica mais barato do que já tá.

?Voz B

PNP20, desconto de 20%.

RARafael Amon

Sinistro, cara. O PNP tá de parabéns. O departamento comercial tá trabalhando.

?Voz B

Muito bom, cara.

RARafael Amon

Tá se destacando. Roma, bora lá. Bora. Primeira coisa. Quando surge o Aprenda RPG? Tava um dia de bobeira em casa, falou, meu irmão, não tem ninguém ensinando a jogar RPG. Isso aqui tá muito difícil, tem que ler livro, ler livro é complicado. Vou fazer o Aprenda RPG.

RRoma

Cara, surgiu de um momento da minha vida onde no passado eu tinha uma amiga minha que ela tinha decidido que ela queria começar a fazer criação de conteúdo. Porque ela fazia roupa, ela fazia umas coisas envolvendo cosplay. E aí ela pediu minha ajuda pra organizar algumas coisas, que na época eu tava muito interessado na parte de marketing, então fazer post, coisa assim. E aí a gente começou a ver umas coisas junto, e aí ela falou comigo, ah, pô, experimenta fazer uma coisa você também que você goste, uma página, uma coisa assim.

E na época eu tava muito interessado em RPG, eu tinha começado a jogar, tava começando a estudar, ver sistemas diferentes. E aí foi essa coisa realmente de pegar como meio que um laboratório assim, tá, vamos experimentar fazer isso. E começou como esse projetinho meio despretensioso, não só de fazer, porque isso vem muito de como que eu conheci RPG, que era eu como uma criancinha, devia ter uns 5 anos, não sei certo. Eu era pequenininho e eu tenho dois primos que eles têm uns 7 anos mais velhos do que eu.

E eles foram a minha entrada pro universo geek no geral, não só RPG, mas também anime, Senhor dos Anéis, tudo isso assim que a gente tem hoje, tipo, eles que me apresentaram. E aí, eu ia muito pra casa deles quando era mais novo e numa dessas idas eu fui pra lá, subi, porque eles têm no andar de cima, tem um escritório. Aí eu entrei no escritório, eles tavam numa mesa também tipo essa, assim, grandona. Vários papéis, várias anotações, desenhos à mão, que eles desenham bem, então eles fizeram os personagens.

?Voz B

Dados estranhos.

RRoma

Dados que eu nunca vi e é aqueles dados clássicos que é tudo colorido.

RARafael Amon

É, é.

RRoma

Dado de uma cor diferente e um rock zone no YouTube, assim, tocando. Eu entrei naquilo na minha cabeça de criança de 5 anos, automaticamente, né. Ativou todos os neurônios possíveis. O que que é isso? Aí um deles, ah não, que o fulano. Apontou pro amigo dele. Ele tá tentando tirar a nave dele do espaçoporto antes da polícia chegar e acabar prendendo ele. Eu falei, que legal, eu posso jogar? Aí eles viraram sério pra mim. Cê sabe pilotar uma nave espacial?

Cara, eu não sei pilotar uma nave. E aí por muito tempo eu achei que eu precisava saber, até que eu descobri que não. E que era só realmente pra eu não atrapalhar o joguinho deles ali na hora. Então veio muito de um espaço desse, porque eu não tive esses meus primos, infelizmente. Eles já trabalhavam na época, então eles não conseguiam me ensinar a jogar RPG. Eu tive que aprender sozinho. Então realmente pegar livro, pegar vídeo na internet.

Então consumi muito material, consumi material inclusive do Perdidos no Play antes de conhecer o Jota. E aí foi muito isso. E aí nasceu dessa dor, que é uma dor que um monte de gente compartilha, né? Que é tipo, pô, eu quero começar a jogar, mas eu não sei como começar. Eu não tenho... Beleza, tem um montão de vídeo na internet que ajuda e muito. Mas ainda não tem muito aquilo de a pessoa te pegar a mãozinha e...

RARafael Amon

É, aquele organizadinho, né.

RRoma

Exato. E aí nasceu disso, de eu tentar deixar as coisas mais organizadinhas possíveis e ajudando o pessoal. Ou só dar ideia maluca pra quem já joga aí há muito tempo e, ah, agora eu quero jogar com o capitão dos pinguins de Madagascar. E aí toma uma ficha aí pra tu fazer, pra tu jogar com ele.

RARafael Amon

Pô, e o nome foi perfeito, Aprenda RPG é o melhor nome possível.

RRoma

Que ano isso foi? Que eu conheci ou que eu fiquei? Isso foi em 2021, se eu não me engano. Foi logo ali no início ainda da pandemia.

?Voz B

Tô pensando aqui agora, a frase foi cruel, né? Porque criança chegando e você fala assim: você sabe pilotar umas personagens?

RARafael Amon

Eu fiquei muito, cara, senti uma maluquice.

RRoma

Isso me doeu, eu tava aqui escutando.

RARafael Amon

Mas tu pensa que se tu falar isso para uma criança Beleza, a criança não jogou. Tu vai pensar no macro cenário, sei lá, pessoas de 20 anos jogando, a mesa já tá acontecendo. Chega uma criança de 5, cê não tem como inserir a criança de 5 naquele jogo.

?Voz B

Ela senta aí e assiste.

RARafael Amon

Não, podia ter deixado assistindo, beleza. A criança não vai jogar.

RRoma

Eu cheguei assistindo.

RARafael Amon

Ah, então, assistiu.

?Voz B

Ele deve ter saído com medo de lá.

RARafael Amon

Não, sabia. Porra, imagina, fala, caramba, eu vou aprender a pilotar a nave pra que eu vou jogar esse jogo.

RRoma

Pode ser, pode ser. Eu infelizmente não lembro o sistema que eles jogaram, mas eu só sei que eu não entendi realmente porra nenhuma que tava acontecendo, porque em nenhum momento eu vi nenhuma nave. Eu só via eles virando, ah, faz um teste aí para mim de não sei exatamente. Acho que me enganaram de novo.

RARafael Amon

A porra, a nave não chegou em momento nenhum, os cara continuaram sentado na cadeira. Pô, que vacilo! Mas o nome foi excelente. E aí você começa a criar esses conteúdos para galera que tá chegando, para ensinar a jogar, dando dicas e tal. E depois de um tempo, a galera também começa a se juntar para jogar mesas estremadas online, aí meio que junta, né, com a galera que formou o The 20 Minutinhos.

RRoma

Sim, exato. Isso foi uma galera que eu conheci eles pelo TikTok principalmente. Aquilo de, ah, pô, você tá no TikTok e aí aparece na sua For You, pô, legal esse canal aqui brasileiro também, galera da minha idade, pô, maneiro, vou seguir. E aí chegou uma época onde eu já tava um pouquinho maior e aí eu vi que tinha muita gente, não só tinha o do YP Judicelvis, né, grande referência, mas também Muita galera que eu via desses canais tava jogando, tava fazendo campanha.

Aí eu, ah, pô, vou chamar uma galera aqui que eu já vi, que eu tenho algum contato mínimo, ver se eles topam fazer uma mesinha. Aí a gente fez uma one shotzinha, bem no modelo ainda de Escape 60, nem tanto regrado assim, RPG. Aí eu vi que tava legal, vi que o pessoal queria ver, aí foi indo atrás, foi crescendo, fui conhecendo cada vez mais gente. Hoje em dia eu conheço gente pra caramba só por causa disso e é muito legal. Mas foi muito disso, de ver essa galera no TikTok aí, ah, pô, essa pessoa aí, esse gijetão aí, ele parece meio maluquinho, deixa eu jogar com ele, deve ser legal.

RARafael Amon

É, daí o maneiro que essa junção dessa galera, até quando eu encontro com nos eventos, né, que a gente vai, que se esbarra, eu sempre falo assim, da galera mais nova que foi para esse rolê de produzir conteúdo, de produzir mesa streamada, teve um lance meio que de Power Rangers montando Megazord, cada um traz o seu talento. E pô, veio Alice que sabia fazer trilha sonora, ela as trilhas da galera. Aí tinha o Caligrafo, não era que fazia os mapas?

RRoma

E não, o Cali, ele tem uma boa produção de mapa, mas não era ele que fazia. A gente tem artista que é amigo nosso também, comissionava, que fazia à mão. Mas é tipo, cada um trazia uma coisinha e ficava incrível.

RARafael Amon

E todas as mesas de todos os canais da galera que se juntava para fazer tinha uma produção, pô, incrível. Diferente da galera quando a gente começou a Zé, os Gruntar, depois veio a gente, que era Quem fazia o seu produzia o seu. Mesmo que a gente ainda participasse, jogasse numa mesa de outro, não tinha esse lance de vamos todo mundo se juntar para fazer o melhor rolê em cada local. Eu levo, eu faço transformador, eu vou fazer para você, para mim, para o Léo, para, sabe, não tinha essa divisão.

?Voz B

É a galera nova é que mais trouxe a essência do RPG, né, essa questão de classe colaborativo, né. Antigamente era isso, era a pessoa, né, era você, você era o produtor de conteúdo. E era uma coisa muito tu, alto, né?

RARafael Amon

Eu era muito autoral, é uma questão mais ali de colaborativo, de complementar, até de pensar a produção de conteúdo e o hobby em si como uma coisa mais coletiva.

?Voz B

E muita gente não entendeu o produtor de conteúdo antigo, como é que a galera nova cresceu tão rápido por causa disso.

RARafael Amon

Sim, sim, cara. E aí assim, aí Entra o lance, a galera, né, sempre quem tá vindo de fora tem a tendência a falar, pô, mas isso aí, ah, é panelinha, os cara tão fazendo panela. Isso já vem desde lá de trás, desde que a gente tava fazendo, porque o cara via, sei lá, o Gruntar. É, então, mas o cara via, pô, o Azecos tá fazendo mesa e tá pegando, sei lá, mil pessoas online. Ah, mas só joga as mesmas pessoas com Azecos. Ah, é panelinha.

O cara, no conteúdo que ele tá produzindo, Ele vai chamar quem ele conhece, quem ele sabe, quem ele confia que vai estar no espaço dele, quem ele sabe que tem o equipamento que pode entregar um entretenimento para quem tá assistindo. Então tem esse lance de você criar teu grupo de quem você confia.

?Voz B

Em alguns casos ele chamava até você.

RARafael Amon

Algumas vezes eu participei, tá vendo? Então não é que, ai, panelinha porque eu estou excluído. Acho que é uma união natural de quem você vai ter afinidade E aí a galera mais nova que chegou, eu acho que eles amplificaram isso de pensar, cara, o que que todo mundo efetivamente consegue se ajudar? Eu falei, pô, a iniciativa do D20 Awards, de tu fazer a premiação que você monta um show e aí fazer meio que tipo um Oscar mesmo, sabe como é que no intervalo?

?Voz B

Eu acho que eu vi 2 anos atrás ou 1 ano atrás, eu vi.

RRoma

É, acho que a última edição foi 2 anos atrás.

?Voz B

Então foi essa que eu vi.

RRoma

Muito legal.

RARafael Amon

E eu sempre falei, cara, falei pro GG, falei pro Léo quando estavam organizando, eu falei, cara, pra mim é a premiação mais maneira que tem da RPG, porque não é simplesmente a pessoa se inscreve, vai ter a votação, a curadoria e ela vai ganhar o prêmio.

RRoma

É realmente todo um show.

RARafael Amon

Um show, cara, pra mim o show era maneiro, porque você queria assistir a premiação pra ver trailer de campanhas que iam sair, a galera ia apresentando jogos novos, era entretenimento total, total. Eu falei, cara, Tanto que eu falei, antigamente o PNP não se inscrevia em premiação nenhuma. Aí eu falei pro GG, próximo D20 Awards que tiver, a gente vai entrar lá. Por quê, pô? Porque eu quero passar um trailer de uma campanha do PNP no intervalo.

Isso que eu acho mais maneiro, sabe qual é? Isso é pra mim a parada mais maneira. E a galera começa a jogar, obviamente, né? Começa pelos jogos que eles vão ter conhecimento, proximidade. Muita gente começou com Ordem Paranormal, né? Que era o—

RRoma

Inclusive dessa galera, muita gente começou com Call of Cthulhu. Coincidentemente.

RARafael Amon

Aí, que maneiro!

RRoma

A maior parte dessa galera, até onde eu sei pelo menos, muitos entraram pelo Call of Cthulhu e aí começaram a ir vendo uns outros, expandindo, fazendo os homebrews que sempre acontece.

?Voz B

Antes do Ordem?

RRoma

Antes do Ordem.

RARafael Amon

Ah, que legal!

RRoma

Porque teve uma galera também que entrou pelo Ordem, mas teve uma galera que, os amigos, por exemplo, se eu não me engano, tem, acho que o Biff, se eu não tô enganado, acho que o primeiro foi o Call of Cthulhu, ou pelo menos jogou por um tempo. Então tem algumas pessoas específicas ali que eu sei que eles já começaram pelo Call of Cthulhu, o que é curioso porque eu comecei pelo D&D. Então eu fui no D&D, aí eu fui um pouco no Call of Cthulhu, aí eu comecei a diversificar mais em outros.

Mas isso que você comentou inclusive de ter o grupo, tipo, eu acho que é muito importante porque realmente no final do dia quando a gente tá jogando RPG, a gente tem que estar num grupo que a gente tá confortável pra situação resolver bem, tudo acontecer bem, o jogo fluir, porque senão tipo é aquilo, é entretenimento, então também é maneiro você Trazer uma galera maneira, trazer uma galera diversa. Mas tem que ser uma galera que você tenha aquela química, fato.

Porque senão o jogo trava e não vai. Ou fica aquela coisa que fica muito engessada e que não tem a profundidade, não tem... Eu agora fiz uma campanha, por exemplo, que eu botei um grupo que tem vários amigos próximos meus. Tem Calígrafo, tem Lícia, tem o GG. Mas eu também coloquei duas pessoas, que é o Grifo e a Carol, que eu nunca tinha jogado antes. E foi simplesmente a melhor mesa que eu já tive. Eles tiveram uma química absurda.

Que eu nunca vi um grupo de RPG ter uma química tão forte assim. De chegar na primeira sessão e eu sentir que eu já mestrei pra eles por 5, 10 anos.

RARafael Amon

Que irado.

RRoma

E era... foi muito bom. Foi muito especial. E a galera que tava assistindo também, muita gente veio de fora, sem conhecer o canal. Adoraram, ficaram malucos. Agora começaram a seguir também as outras pessoas que eles não conheciam. E foi uma coisa assim que eu fiquei... Muito feliz.

?Voz B

Não, você tem muita sorte. O meu acontece o contrário. Eu mexo meus amigos há 10 anos, eu acho que toda vez que eles não entendem, eles estão ladeira abaixo. Pô, gente, a gente já combinou e caraca, cara.

RARafael Amon

Mas uma parada, sei lá, acho que em 2016 ou 2017, quando a gente começou a fazer stream de RPG no PNP, uma parada que eu comecei a falar e tomei muita pancada no início era que quando a gente montava as mesas do canal, eu pensava em quem eu ia chamar. Porque se eu tô streamando, eu tô fazendo um programa, um show, é um... pra quem tá assistindo. Então não bastava ser só o meu amigo, porque se o cara... ele não vai ficar confortável sabendo que tem gente assistindo.

Não serve. Não basta simplesmente eu pegar, eu vou escolher todo mundo famosinho de internet e vou jogar, porque às vezes não dá essa química e aí a sessão fica uma porcaria. Eu acho que a melhor parada, para mim, o que teve mais resultado é um esquema que o Roma falou. Tipo, você vai jogar com você e mais 4 jogadores, bota 2 ou 3 que você já conhece, que tem a química bacana, e aí você experimenta um, vem trazendo um de fora, vem aí, a gente vai fazendo esse carrossel para conhecer no show.

Porque assim, não adianta você pegar, montar uma mesa, planejar a campanha, e aí quando entra no ar a mesa não dá liga, não tem química. Exato. Pô, fica muito ruim, muito ruim.

RRoma

Eu já consegui fazer mesas legais também com galera que nunca se conheceu, mas eu sempre tento fazer para alguma associação. Então, por exemplo, essa mesa era 5 pessoas, era Gegetonho, Calígrafo, Alice, que são 3 dos meus melhores amigos assim, então pô, tranquilo. Tinha o Grifo, que eu já joguei com ele numa outra mesa, nunca mestrei para ele, mas que ele é muito amigo do Calígrafo. Então, ah pô, vou trazer ele aqui porque pô, ele conhece pessoal, já jogou também com Alice, com Gegetonho.

Por mais que eu não tenha mestrado pra ele porque a gente não seja próximo, beleza, tá tranquilo. E a Carol, por mais que seja a primeira vez também que a gente tava jogando com ela, querendo ou não, a gente tem algumas coisas ali que é em comum, que eu já sei que, ah, tem umas coisas que a Alice gosta que ela gosta também. Ah, o Calígrafo, ele é muito... ele é aquela pessoa que ele, pô, é social pra caramba, então ele vai conseguir se dar bem.

Então eu vou trazendo pra associação. Eu geralmente tento fazer isso nas mesas ou pra chamar sempre, tipo, ah, ou amigos que eu tenho ou, ah, eu vou chamar essa pessoa, mas eu vou chamar aquela amiga dela. Porque pelo menos ela fica um pouco mais à vontade, porque tem uma pessoa que ela conhece, consegue se soltar mais. Então é uma coisa que é realmente é um tetrezinho que a gente tem que montar na cabeça para encaixar bem.

RARafael Amon

Faz sentido. E aí, gente, agora vai falar de Oblívio.

?Voz B

Antes do Oblívio, a gente tem que falar de RPG com Nozes, editora aí que tá aí nosso parceiro agora, que vou te fazer uma pergunta aqui que tu vai, não sei se tu vai acertar.

RARafael Amon

Vamos lá.

?Voz B

Tem cupom de desconto com ela?

RARafael Amon

Cupom com a Nozes tem.

?Voz B

Quanto você acha que é?

RARafael Amon

20% de desconto.

?Voz B

Nozes tá com lançamento do Felipe Farias, que aí faz muito RPG lá para fora. Não sei se você conhece já ele.

RRoma

Já conheço de nome.

?Voz B

Cara, é fenomenal, faz as próprias artes. E Patrulha da Noite é um RPG, um SR diferente. Sabe toda aquela magia do D&D, desses tu é o cavaleiro, que você é o cara importante da cidade. Não, nesse jogo você joga com a patrulha noturna, onde você não tem apoio de ninguém, só tem bêbado, tudo de errado acontece, você tem que se virar sem apoio nenhum. Então esse é mais ou menos o conceito do Patrulha da Noite.

RARafael Amon

Legal, pô, é a PM do Rio medieval. É a PM noturna do Rio medieval.

?Voz B

Caramba, hein?

RARafael Amon

Os cara, sabe aquele abre o capô da carroça e fala tem carburador, não tem carburador? Meu Deus, tá aí, eu vou querer jogar. Vou querer jogar.

RRoma

O ESR de seu pânico, sei lá.

RARafael Amon

Pô, eu vou curtir.

RRoma

Eu inclusive cheguei a comprar ele no Iniciativa RPG. Tava passando na frente do Nozes, aí eu vi lá a capa, que a capa é muito bonitinha.

RARafael Amon

A capa é chamativa.

RRoma

Aí eu peguei, dei uma olhada, ah pô, vou comprar. Comprei, muito legal.

?Voz B

Já tenho uma dúvida. Olha ela aqui, ó.

RARafael Amon

Pô, Ed, outro ataque de oportunidade de falar e tá aparecendo na hora, né?

RRoma

Foi cronometrado aqui, mano.

RARafael Amon

Foi cronometrado. A galera acha que é sem querer, não tem. Não existe coincidência.

?Voz B

E além disso, que a gente vai falar o quê agora, de Obelívio? Sim, tá escuridão, escuridão. E aí você pode ir na tenda medieval, que, ou seja, ó, não vou queimar pauta não, mas eu dei uma lida em Oblivion, sei que você tem ali pontos de estresse, várias partes do corpo, né, onde que você vai ali acusar o ferimento. E a tenda medieval pode trazer aí vários itens para você usar aí no jogo, proporcionar esse ferimento, você tem, você escolhe.

RARafael Amon

Você quer ferir com uma adaga?

?Voz B

Temos uma adaga, são os Itens, né, os itens do jogo. E também PNP 20%, 20% de desconto na tenda medieval.

RARafael Amon

O cara pode levar katana de metal, né? Óbvio, gente, é metal, mas não tem corte, tá? É enfeite, tá? É só para avisar também que vocês doidos, sem fio, sem fio, decorativa. Mas aí, qualquer katana? Não, tem a katana do Zoro do One Piece com LED aí.

?Voz B

De polímero. Tem a katana de samurai assim, é feita mesmo assim nos moldes do samurai de metal. Tem Claymore gigantesca, gigantesca. Tem a espada do William Wallace, cara.

RARafael Amon

Além das canecas, cara, outro dia a gente fala só das canecas, só de caneca, né?

?Voz B

A gente traz as canecas aqui, põe uma água, aí a gente fala.

RARafael Amon

Aí sim, aí eu curti. Agora, começando por Oblívio, qual foi o dia que vocês estavam, sei lá, eram umas 30, tava de bobeira, falou, irmão, pô, sistema aqui não funcionou. Vamo fazer o nosso? Igual o Bender no Futurama. Você... Como é que toma a decisão de falar, não, cara, é porque eu quero ficar rico, eu quero ganhar muito dinheiro.

RRoma

Cara, pior que não teve um único dia, né? Não teve tipo esse momento.

RARafael Amon

Teve aquela epifania eureka.

RRoma

É, do nada, ai meu Deus. Não, tipo, realmente foi uma coisa de várias experiências paralelas que eu tive junto do Gegê Tonho, que eu escrevi esse sistema junto do Gegê Tonho, que é meu melhor amigo, que a gente, primeiro que a gente já tem muita coisa em comum, então muito jogo, muita série, muita coisa que a gente vê, a gente gosta e tem o mesmo gosto. Mas às vezes a gente tava jogando tipo um RPG e um de nós inventava alguma regra ali da casa, uma regra na hora, e aí a gente ficava, pô, maneiro, gostei dessa mecânica, porque esse sistema geralmente não tem essa mecânica, então pô, maneiro isso.

Ou às vezes a gente experimentava um sistema novo que, caraca, eu vi esse sistema aqui que pô, você entra E você é nível 1 e aí pode vir um esqueleto, pode te matar no ataque. Caraca, que legal! A gente tentava também. Ou às vezes a gente jogava um jogo, por exemplo, Darkest Dungeon foi um jogo que a gente adora. Foi a maior inspiração assim pro Oblivion. Porque a gente jogava, a gente achava muito legal a ideia. Pra quem nunca jogou, é um jogo onde você basicamente...

Você é o herdeiro de uma mansão numa época medieval. Onde o seu pai, ele fez uma merda, ele abriu um... No subterrâneo da casa, praticamente uma passagem pra uma... Parada cutulesca, então sai um montão de monstro lá de baixo, infesta a região. E aí ele te chama de volta pra casa pra você limpar a merda que ele fez. Então você vai e aí você vai recebendo diariamente aventureiros novos na cidade. Cê monta o seu grupinho, cada aventureiro tem um arquétipo diferente.

Cê manda eles pra masmorra e aí na masmorra tem lá os monstrinhos, cê tem que cumprir as missões, aí cê volta, eles podem descansar. Mas ele trabalha muito isso de cansaço. De você fazer o management do grupo, você ficar cuidando. Então você vai ver que de vez em quando um deles vai desenvolver algum vício ruim. Tipo, ah, na cidade ele só vai rezar pra curar estresse. Na cidade ele só vai curar estresse jogando, bebendo, alguma coisa assim.

Então você só pode mandar ele pra tal lugar pra curar. Mas eles também podem desenvolver coisas boas. Então, ah, ele vai dar mais dano em tal tipo de inimigo ou alguma coisa. E aí a gente achava esse elemento muito maneiro de você ter que cuidar dos personagens. Em algum momento do nada poder vir um monstro que acaba com ele numa só. Então a gente começou a ver isso e a gente começou a procurar alguns sistemas, começou a fazer uns testes de sistemas, mas a gente foi vendo que tipo, ah, beleza, esse aqui até vai, mas ele não pega esse outro aspecto aqui que a gente queria, que era o do combate.

Porque tem outro jogo que a gente gosta muito, que é Fear Hunger, que eu não recomendo pra quem é menor de 18, é um jogo bem pesado, mas que ele tem um elemento muito maneiro que é o combate. Quando você luta, você não só chega e, ah, vou dar um tiro no bicho, pá, dei um tiro no bicho. Você tem que escolher qual região do corpo da criatura você quer acertar. Porque dependendo da criatura, pode ser que tenha uma criatura que ela tenha duas cabeças.

E essas cabeças elas têm um ataque de bico que pode te cegar. Então você tem que acertar a cabeça dela pra ela não poder dar esse ataque. Ou o braço dela, porque ela vai dar um ataque que vai te esmagar. Então você tem que desabilitar o braço dela pra ela não dar esse ataque. Então é um jogo de estratégia. E a gente também tava querendo trazer isso, mas a gente não tava vendo um sistema que ele tivesse isso muito específico. Então, o que começou, na verdade, foi a ideia de um cenário que a gente teve pra fantasia sombria medieval, que a gente também gosta muito, onde tinha, tipo, 6 chamas primordiais ao longo do mundo, que elas sempre existiram, sempre vão continuar a existir, e elas mantêm escuridão em volta do continente afastada.

Só que o problema é que uma dessas chamas se apaga do nada e a escuridão avança um pouco. Então começa esse medo de, e se as outras chamas apagarem? Como elas apagam? Quem apagou? O que apagou? Só que a gente achou essa ideia muito legal, só que a gente viu que o sistema só pra fantasia medieval iria tirar muitas outras ideias que a gente tinha.

?Voz B

Sim, ia se limitar ali, né?

RRoma

Exato, porque a gente queria fazer um sistema que não só fosse pra fantasia medieval, que tipo eu pudesse usar ele numa história onde essa escuridão não fosse literalmente escuridão. Ela pudesse ser, por exemplo, o esquecimento de uma criança que tá muito velha pra brincar com seus brinquedos, aproveitando que vocês falaram desse tema, né, envolvendo os brinquedos e a criança. Onde os personagens são meio que Toy Story, são os brinquedos.

E essa criança agora é um adulto que já esqueceu e eles vão ser meio que apagados e perder, tipo, a essência deles. Ou, ah, pô, sei lá, se eu quiser fazer uma mesa de Minecraft, onde você tá descendo a caverna, tá indo minerar no escuro e tem os monstrinhos. Então a gente resolveu tornar ele um pouco mais genérico, apesar da gente dar algumas sugestões de cenários, algumas coisas. E aí a gente foi fazendo vários testes, foi fazendo umas campanhas live, e aí foi consertando umas mecânicas, foi ajeitando uns pontos até a gente chegar mais ou menos agora, que é onde a gente gosta.

A gente ainda quer fazer mais mudança, quer também trazer coisas novas ao jogo, mas hoje a gente já tá em um momento onde a gente tá mais tranquilo.

RARafael Amon

É maneiro que ele deu as referências, né? Agora eu, velho, a minha referência é A História Sem Fim, pô, né? Um filme que tu vai enfrentar a escuridão, escuridão, é o vazio, o nada.

RRoma

É essa a graça, porque no Oblivion a gente deixa muito claro que a escuridão ela é alguma ameaça que ela busca devorar tudo. Só que o que é isso fica a seu critério. Então pode ser de fato uma criatura, um ser de trevas, ou até se quiser pegar numa pegada de fantasia medieval, o rei demônio que quer devorar tudo. Mas pode ser também, se você jogar no cenário cyberpunk, pode ser uma mega corporação que quer controlar sua vida. Legal.

Ou pode ser, não sei, um cenário moderno, pode ser no cenário moderno algum governo fascista, ou até um político, alguma figura que queira também, né, tipo dominar sua vida, acabar com você, alguma coisa. Então realmente isso é muito aberto.

RARafael Amon

Pode ser um Cthulhu, por exemplo, que você não ia, não tem como ganhar e vencer o Cthulhu. Aí ele é o deus, né, o inominável.

RRoma

A gente tem um cenário futurista que a gente ainda tá desenvolvendo, ainda vai fazer coisa dele, que a escuridão é literalmente um buraco negro, porque a humanidade desenvolveu um sistema de viagem que eles abrem buracos de minhoca no tecido, na malha do espaço. Só que eventualmente esses buracos vão se unindo e criando um mega buraco negro que tá começando a sugar tudo. Então a graça pra gente inclusive é ver como as pessoas trabalham a escuridão em outras mesas e quais são as diferentes formas que elas escolhem pra isso.

?Voz B

Mandem pra gente, que é um canal, né? Como é que foi o Oblivion na mesa de vocês?

RARafael Amon

É, né? Fazer um FAQzinho, né? Regras de como vocês jogaram Oblivion. Qual foi o cenário que você utilizou na tua mesa?

?Voz B

É legal que tá assim, todo RPG que as pessoas têm criado ultimamente é pra sair do ou e ir pro e. Tu já percebeu? Ah, hoje tem um RPG que eu tenho isso ou isso. Pô, eu vou criar um pra ter isso e isso. As pessoas vão criando os eis que elas gostariam de ter e vão surgindo os novos sistemas.

RRoma

Exato.

RARafael Amon

É, por exemplo, como é que foi o início de pensar a parte das mecânicas, né? Porque para jogar o Oblivion você precisa de um D20 e o D6.

RRoma

Exato. Hoje em dia, na verdade, o D6 nem tanto. A gente usava o D6 no início porque a gente queria fazer— eu queria muito fazer um sistema com D6 porque eu acho D6 um dado muito maneiro e ele é muito democrático também. Qualquer pessoa tem um D6, é muito fácil.

?Voz B

Problema é que lembra GURPS, aí pode ser um obstáculo.

RARafael Amon

É, também vai gostar mais ainda.

RRoma

Só que o que a gente viu é que pro sistema de rolagem que a gente tinha em mente tava ficando muito limitado. Porque D6, se você quiser fazer que, sei lá, tipo, de 1 a 6 são os resultados possíveis, você não pode botar um bônus tão alto, porque senão, tipo, se você bota mais 2, tipo, pronto. Se você bota mais 2 e, tipo, de 4 a 6 é um sucesso, se eu tiro 2 eu já acertei. Então a gente começou a ver que tava um pouco preso. Então a gente acabou eventualmente, a gente testou várias coisas, a gente fez com mais D6, testou com D12, testou com D12, testou com D10, mas a gente viu eventualmente que o D20 era mais fácil dentro desse nosso quesito.

Então o que a gente trabalha até nem é que tipo como em outros sistemas que usam D20 de, ah, você rola o D20, soma seu bônus e, ah, tirei 30, e, ah, 30, pô, isso é um resultado muito bom, ah não, ainda não, dependendo da sua dificuldade. O que a gente trabalha é, a gente tem a zona de acerto que a gente chama, que é uma tabelinha que ela vai de 1 a 20, e aí de 1 é uma falha extrema, De 2 a 12 é uma falha normal, de 13 a 19 é um sucesso normal e 20 é um sucesso extremo. Então já não é um padrão de D20 que é de 1 a 10 é um acerto.

RARafael Amon

É, já é mais difícil pra conseguir acertar.

RRoma

Exato. E aí o que acontece é que você não vai somar um bônus de atributo como tem D&D likes da vida, que você vai somar, ah, eu somo meu bônus de Constituição. Não. O que você vai fazer é, se você tá fazendo um teste de um conhecimento que você manja muito bem, então, ah, por exemplo, Rafa, você vai fazer um teste de esforço, você vai tentar empurrar uma pedra. E pô, você é um cara que vai na academia, você malha perna, malha braço, tá com o físico em dia, então a gente pode dizer que o esforço é um conhecimento especializado seu, que você manda bem.

E aí você vai somar 2 nesse resultado. Então, ao invés de 20, mais 2. Então fica um pouco mais fácil. De você conseguir acertar. O que ainda pode acontecer de Léo, você virar para ele, pô, mas essa é uma pedra muito grande, eu vou te ajudar. É uma ação específica, ajudar, que aí você chega e além desse +2 você tem mais um do Léo. Mas se eu te ajudasse, ia para +2. Se mais alguém quisesse ajudar, +3, +4. Então uma coisa que a gente também teve muita inspiração é a gente pegar de outros sistemas que a gente já jogou e ver mecânicas que a gente achava legal, mas que tinha um certo limite.

Então, por exemplo, se você vai jogar um D&D e você vai ajudar alguém, geralmente o que que o mestre vai fazer? Ah, beleza, você faz então com vantagem um teste. Só que aí, se vier duas pessoas ajudarem, o mestre ele vai falar: ah, mas não precisa, fulano já ajudou, vai fazer uma outra coisa. Aqui não.

RARafael Amon

Se todo mundo quiser ajudar, realmente, efetivamente, dá legal, aumenta suas chances.

RRoma

Então o que nasceu muito do Oblivion também, essas mecânicas principais, foi isso da gente tentar pegar de outros sistemas e ver coisas que é aquilo. Eu já falei nos outros podcasts também que o Oblivio ele não veio porque a gente queria desbancar tal sistema, porque a gente queria fazer aqueles vídeos de, ah, você tá cansado de jogar tal coisa? Então vem jogar isso aqui. A gente queria fazer um sistema que fosse divertido para gente, e nesse divertimento, nisso que a gente via que outras pessoas também se divertiam, a gente poder compartilhar com o pessoal.

Então, por exemplo, o combate do Oblivio ele é muito diferente do combate da maioria desses sistemas que tem hoje em dia, porque muitos se esperam no combate do D&D ou alguma coisa mais próxima de, ah, você rola o dado, soma um bônus, e se você passou da defesa do bicho, você dá dano. Aqui não. Aqui a gente tem as regiões do corpo. Então a gente trabalha com tronco, que é a sua cabeça, seu torso, braço esquerdo, braço direito, perna esquerda, perna direita.

Mas também tem regras para você jogar com menos regiões de corpo. Então isso é legal. Pra caso eu tenha uma pessoa que ela não tem um braço ou que ela é cadeirante, que ela não pode usar as pernas. Então tem regras pra isso. A gente inclusive já teve amigos que têm alguma condição. Já tem uma amiga nossa que ela tem mobilidade reduzida, que eles gostaram muito, que eles acharam que— Legal. É porque tem muito, apesar dos sistemas não terem regras pra isso, tem muita gente que faz regra homebrew.

Só que muitas dessas regras acabam um pouco, né, tipo só impeditivas, não é uma coisa tanto de tipo Ah, você não tem isso, então você tem sempre desvantagem em tal coisa, você tem -10 tal coisa. E tipo, beleza, mas não precisa ser assim. Tipo, você pode apresentar dificuldades, porque vai ter algumas dificuldades diferentes de outras pessoas que não têm isso, mas você ainda dá chances. Então a gente, por exemplo, bota aqui, ah, por exemplo, se você não tem um braço, aquele, o limite de estresse que seu braço poderia acumular, ele é redistribuído entre seu corpo.

Porque é aquilo, se uma pessoa não tem, tipo, as pernas, ela vai treinar os braços e o tronco, tá?

?Voz B

Sim, vai lá. O estresse lá, o limite, ele é um total que você vai dividindo ali, né.

RRoma

Exato. Então, isso é também uma coisa diferente que a gente queria fazer. Porque a maioria dos sistemas também você começa com, sei lá, 20 de vida e você vai diminuindo a vida pra exagerar. Aqui é o contrário. Você tem um máximo que você pode acumular de estresse antes de cansar. E você começa com zero. Então, ah, eu tô aqui de boa, fiz um teste pra tentar abrir uma porta, fui chutar a porta, bum. Ai, falhei no teste, tive uma falha normal, eu vou ganhar 1 ponto de estresse nessa minha perna que eu chutei a porta.

Então, ah, fui fazer um ataque, fui tentar acertar o bicho, mas aí dei um mau jeito no meu ombro, recebo 2 pontos de estresse no meu braço. Você vai recebendo isso até chegar ao máximo daquela região. Tá, meu braço é 4, recebi 4 no braço, esse braço não é que eu perco ele, você pode até perder, tem regra. Mas é mais que cansa. É que nem quando você tá na academia, você fez dia de perna na academia, malhou, fez leg press, um montão de coisa.

RARafael Amon

Aí você volta para casa com as perninhas tremendo.

?Voz B

É normal, é normal, né?

RRoma

Na academia eu fiz 2 agachamentos, não tô conseguindo andar. E aí tu vai subir a escada e você sobe com a perna tremendo. Porque aquilo não é que você perdeu a perna, mas a perna tá no limite, tipo, ela já não pode fazer mais nada. Ela só tá ali para tu poder continuar em pé e poder andar. Então, o que acontece é que o seu corpo vai cansando e quando o seu torso chega no limite máximo, você fica fora de ação, você desmaia, porque o seu torso tem o seu coração e o seu cérebro.

Então, quando você tá muito cansado, aí você, pum, você apaga. E aí, isso pode acontecer 3 vezes ao longo do jogo. Então, também é um pouco, uma coisa que a gente não gostava era como esses sistemas de id-like, ele sempre pega de tipo, ah, beleza, você chegou a zero, tá. Vamos fazer aqui o saving throw de morte. Mas, ah, passei? Beleza. Então eu posso cair, tipo, mil vezes numa campanha, fazer mil saving throws e nada de seguir.

Exato. Tem uma galera que até bota umas regras caseiras já. Você ganhar meio que um ferimento persistente, uma coisa aí maneira. A gente também trouxe isso pro Oblivion. Quando você cai, quando você fica fora de ação, você ganha um fardo. Isso, obrigado. Você ganha um fardo, que é uma qualidade negativa que vai te acompanhar. Então você pode ganhar, por exemplo, É um ferimento que ele vai continuar sangrando ali por um tempo até você se tratar.

Ele pode ganhar uma condição que você fica, eu acho que era mal das pernas o nome, que toda cura que você recebe é pela metade. Então sua saúde ela fica mais frágil. Então tem várias coisas, mas o lance é dentro de uma missão, então a missão pode ser uma sessão ou uma campanha inteira.

RARafael Amon

Legal.

RRoma

Você pode cair 3 vezes. Na terceira vez que você cai, você morre definitivamente. Então é para tomar esse cuidado também, de— porque uma coisa que a gente queria fazer com o sistema era que ele não fosse uma caminhada no parque, era que ele não fosse aquele sistema que, pô, você tem uma ficha nível 5 e você já tem mais 70 num dado de ataque, você tem 300 de dano quando você acerta, e tipo nenhum combate para você. Você desafiou, você vai chegar lá, ah, deixa eu me divertir aqui.

RARafael Amon

O cara que nunca mais vê um goblin na vida depois que passa do terceiro nível.

?Voz B

Se eu percebi certinho, mas assim, é, ele dá mais importância para o equipamento, que que nem ele falou, é toda ação, se você falhar, você gasta um estresse ali da parte do seu corpo. Exato. Se você tiver o equipamento, você transfere para o equipamento, não é isso?

RRoma

Exato.

?Voz B

Então, se eu tô abrindo a porta com pé de cabra, se eu falhei, eu vou danificando o pé de cabra, eu não ganho estresse.

RRoma

Exato.

?Voz B

É importante você ter os itens ali, cair toda hora.

RARafael Amon

Outra parada que é muito legal no Oblívio, e aí que seriam as de dungeons, né, que são os buracos, que tem as cartas de buraco. E sabe o que que a pessoa, se a pessoa não tiver a carta de buraco, o que que ela pode utilizar, Léo? Não, o grid modular da Celestian Geek, porque tem a regra na tabelinha e você vai ali desenhando.

?Voz B

Modular e riscável, né?

RARafael Amon

Modular e riscável. Não, riscável todos são, ele é apagável, né? Peguei, ele é riscável, você consegue Riscável e apagável, pô, né? É reutilizável.

?Voz B

Não, foi você, foi perfeito, né?

RARafael Amon

Porque a parede da casa, as crianças fazem de riscável, só que não é apagável.

?Voz B

Eu perdi até a direção aqui do que falava.

RARafael Amon

Viu? Eu te dou os melhores ganchos. Todos são riscáveis, todos são riscáveis, nem todos são apagáveis.

?Voz B

Mas tem a torre também de dados. Vamos falar da torre de dados agora, com riscável.

RARafael Amon

Aí, viu?

?Voz B

E será que tem Tem cupom?

RARafael Amon

Mentira, Celestian Geek, claro que tem cupom porque ele é parceiro do PNP. CLPNEP20, 20% de desconto. Sabe o que eu tava fazendo? Eu fiz uma simulação para galera do grupo, do círculo interno dos nossos ouvintes que estão lá no nosso grupo do WhatsApp. Eu fiz a simulação da torre de dados Porque a loja da Celeste é na Shopee, né? Senta lá na torre de dados. Se não me engano, tava R$29, aí com cupom ia para R$24 e não sei o quê.

E ainda tinha cupom da Shopee de frete grátis. Ou seja, chega na tua casa uma torre de dados bonitinha de MDF para você usar, pô, com aquele MDF tematizado, com a torre mesmo e tal.

?Voz B

Ela tem um preço muito bom. Cupom, que eu assim, ó, eu acredito que muita gente que vai ver ela por aqui vai saber do cupom. Quando for comprar, vai achar o preço tão barato que vai achar que já botou o cupom e vai finalizar.

RARafael Amon

É verdade, o cara vai falar, pô, será que já tá com cupom esse preço? Não, bota, compra, você tem mais desconto de R$39. Exatamente, é o melhor custo-benefício do material. Eu falei, cara, assim, é porque, ah, estou falando porque é spot, não é não, não tive ação offline. Aí, ó, caraca, é cronometrado, gente!

?Voz B

Modular riscável.

RARafael Amon

Aí eu fiquei arriscado. Fala agora, vai botar embaixo e apagar. Eu vou botar apagável para consertar, né? Eu falei para o Kleber no Diversão, ele falou, olha, vocês vão estar no meu vídeo do evento como top 3 dos estandes do evento, porque a qualidade do material e o preço imbatível.

?Voz B

Sabe o que que é mais que eles fazem? Porque eu acho que já tem até conversas ainda, nem sei se o Roma sabe, eles fazem preços especiais para F6. É verdade, material customizado, material customizável mais barato ainda. E parece que o Anésio tá falando aí sobre o Obidívio.

RARafael Amon

Olha aí, a gente aqui traz novidade, traz novidade.

RRoma

O autor não sabe das novidades que podem ter no financiamento coletivo dele.

?Voz B

Mas voltando, para a gente entrar no Obidívio, vamos lá, voltando.

RARafael Amon

As cartas de buraco. Primeiro assim, como me pareceu muito, como vocês falaram, né, até aquela ideia do Darkest Dungeon, você tem os quadradinhos, você vê as conexões, né, para você ir para uma sala, para outra e tudo mais. Pareceu muito aqui, a inspiração foi essa. E a ideia é trabalhar. O cara vai entrar no financiamento coletivo agora no dia 8, tá assistindo, já tá, já foi ontem, o cara já se inscreveu. Mas às vezes o cara só pegou o livro básico, ele não pegou uma carta.

A carta é um add-on, agora a gente vai convencer ele a pegar o baralho do buraco.

RRoma

É, e surgiu exatamente disso que você falou, porque pra quem também nunca jogou Darkest Dungeon, quando você vai jogar, você tem lá, tipo, ah, vou numa missão. E aí tem um menuzinho que tem lá todos os tipozinhos, porque são 4 tipos basicamente de lugares que você pode explorar. Tem as ruínas, tem outros lugares. E aí quando você entra tem as missõezinhas, você escolhe. E aí dentro da missão surge um mapinha aleatório, que você também não vai saber, mas tem lá os quadradinhos e tem tipo meio que um caminhozinho, uns corredorzinhos, você vai seguindo.

E aí nasceu um pouco disso, da gente poder fazer um mapa simples, mas ele nasceu muito mais de uma dor minha do dia a dia, que também um montão de gente que mestra tem essa dor também, que é ter que fazer mapa pra sessão. É muito legal, mas também É complicado.

RARafael Amon

É um trampo.

RRoma

É uma relação de amor e ódio, porque, pô, é maneiro, mas ao mesmo tempo, tipo, ou você tem que catar um mapa na internet e você tem que torcer pra ele ser perfeito, ou você tem até que, tipo, ah, pô, achei esse mapa muito legal, então você tem que montar tudo da campanha em cima de como aquele mapa tá. Ou se você vai fazer o seu mapa, você fica um tempão lá, tipo, ou desenhando ou montando em algum programa, coisa assim.

?Voz B

E não é sempre que você tá a fim ou tem tempo.

RRoma

Exato. Muitas vezes pode ser que tipo, pô, vou ministrar e esqueci de fazer o mapa, ferrou. Então a gente queria poder ter um recurso que os mestres eles possam pegar e pôr na hora. Se você precisar, você só puxa uma carta e pronto, tem tal coisa. Então, por exemplo, você tem— a gente trabalha com dois baralhos. A gente tem baralho de, no caso, as cartas, né? A gente tem as cartas de fundação, que são as cartas para definir os aspectos principais da magia.

Então tem a carta de entrada, que é literalmente entrada, pode ser tipo realmente um buraco no chão, pode ser uma porta, pode ser entrada de um prédio, alguma coisa. E aí tem um número de conexões que ela pode fazer. O que isso quer dizer? Tipo, pegando assim, imagina que essa aqui é a carta de entrada, então a entrada está aqui. E aí vamos supor que ela pode fazer aqui duas conexões. Quer dizer que você pode botar uma carta aqui e uma carta aqui, ou uma carta aqui, uma carta aqui, uma carta aqui, uma carta aqui.

Ela só pode conectar a duas outras cartas. E aí, o que pode acontecer também é da gente ter carta, por exemplo, a gente tem carta de efeito. Que que a carta de efeito fala? Ela fala que dentro da masmorra, aí você rola um dado, todas as suas fontes de luz elas são reduzidas pela metade o tempo. Então a luz apaga mais rápido porque a escuridão é mais densa. Ah, as criaturas elas dão mais dano, então você dobra o dano de criatura.

Ah, os equipamentos recebem dano, você recebe dano de tanto tanto tempo, então A gente também trouxe esse efeito, é opcional, não é obrigatório, mas aí você pode botar se você quiser. E tem a carta de missão também, que você pode definir uma missão aleatória pro grupo. Então, ah, explore o local até você encontrar tal coisinha, até encontrar uma carta tal, e aí tal coisa acontece. Ou encontre tantas cartas, encontre tantas coisinhas, e aí você pode sair de lá, você pode ir embora.

E aí tem as cartas do próprio baralho realmente, de você criar a masmorra. Então são as cartas de construção, que são as cartas, por exemplo, de armadilha, E aí tem o efeito de armadilha, pode vir uma armadilha que a sala começa a diminuir que nem no Indiana Jones, vem espeto, explode, tem monstro. Tem as cartas de encontro, que você tem os monstros pra você lutar. E aí o que a gente fez também é dificuldades diferentes de encontro.

Então você pode rolar numa tabela de encontro fácil, e aí tem os monstrinhos mais fracos. Na tabela de encontro médio, aí tem uns monstrinhos um pouquinho mais fortes. E difícil, que são monstros ainda mais fortes. Aí tem também carta de infortúnio, que é alguma coisa ruim que aconteceu. Então, ah, você perdeu um item, é, ah, um equipamento seu ele tá um pouquinho mais quebrado, ah, você se perdeu, voltou para o início, e por aí vai.

Então o que a gente queria fazer era poder trazer essa praticidade, mas de não só a gente poder usar isso em Oblivion. Claro, tem as tabelas próprias para Oblivion, mas só de você poder montar ali a masmorra do seu jeito já dá inspiração para você em outros sistemas de falar, vou jogar em, sei lá, vou jogar uma mesa de vampiro e eu só quero fazer um mapa aqui, mas eu tô sem paciência para montar o mapa do prédio que os bruxais vão entrar para caçar ali que eles precisam caçar.

RARafael Amon

É, cara, assim, isso é uma parada que eu acho maneira quando eu tô hoje em dia, né? Que jogo eu vou decidir entrar e apoiar no financiamento coletivo? Às vezes eu falar, não, pô, mas para jogo de terror eu já jogo qual Motul. Ah, para fantasia medieval eu já jogo D&D. Pô, então o que que vai me fazer pegar, mudar, às vezes nem mudar, mas pegar um jogo novo? Esse tipo de material que os jogos novos hoje em dia muitos têm, que são sessões, capítulos, que eles funcionam independente da regra daquele jogo, do cenário daquele jogo, que você consegue levar para outro lugar.

Por exemplo, lá no passadão, a mecânica de jornada do One Ring já levei para usar em D&D. No Breu, quando a gente fala do Breu, o capítulo de mestragem do Breu, cara, para mim é fantástico, serve para qualquer mestre iniciante utilizar com qualquer outro sistema. Esse das cartas de buraco, você, se você tiver o jogo, tiver o baralho, você monta tua dungeon para qualquer jogo.

?Voz B

E não é só isso não, o legal das cartas que eu acho dessa, principalmente das de efeito, por exemplo, cara, quem nunca jogou RPG e aí o mestre colocava algum efeito diferente, você falava assim, pô, botou antimagia só porque eu sou mago, pô, botou esqueleto só porque eu tô com arma de perfuração, cara, ficava aquela desconfiança, entendeu? E de fato era verdade, cara, o efeito ele traz uma aleatoriedade no jogo em que é um desafio para ambos os lados.

É isso, eu acho legal o narrador que é testemunha, a testemunha, e para o jogador. É desafios o tempo todo ali, ele já vai preparado para ter algum desafio ali aleatório também ali no meio.

RRoma

Claro, muitas coisas são mecânicas, então, ah, rolou tal armadilha, faz esse teste aqui para ver se você recebe tanto dano. Mas tem uns que a gente conseguiu colocar no meio que a gente queria, que são mais roleplay. Então tem um evento, se eu não me engano, da carta de infortúnio Que é que surja um impostor no grupo. Então todo mundo rola um dado, quem rolar menor, do nada meio que a luz pisca e quando acende de novo agora tem dois Leos aqui.

E aí o Leo como jogador tem que interpretar as duas versões sem saber quem é o falso. E a testemunha define, ah, é o Leo da esquerda que é o falso. E aí o grupo tem que descobrir de alguma forma quem é o falso enquanto o falso tá tentando se livrar do verdadeiro. Então trazendo dentro do jogo.

RARafael Amon

E outra parada também do combate, ele tem também o parecer com Darkest Dungeon naquela questão do combate em fila, a ordem fazer diferença.

RRoma

Exato. Pra quem não sabe, tipo, basicamente o combate do Oblivion ele funciona assim: a gente tem a fileira dos jogadores e tem a fileira das ameaças assim, eles ficam se olhando. Então não é aquele combate, né, de D&D ou de outros assim que a gente vê top-down. E, ah, cê pode ir pra qualquer lugar. Não, aqui basicamente cê pode ir pra frente ou tu pode ir pra trás. E o seu movimento vai empurrando os outros. Então, a gente trabalha sempre com habilidades que ela tem um alcance, por exemplo, adjacente.

Que pega só isso aqui ou esse aqui. Ah, o alcance curto, que pega esses dois. Então, uma coisa que a gente trouxe também é que, ah, esse aqui... Ah, não vou conseguir usar uma habilidade adjacente porque só pega esse cara. Não, pega o adjacente aqui, porque o adjacente é sempre essa primeira casinha. Ah, tá. Então o seu posicionamento, ele realmente, tipo, ele vai importar. Então isso também importa quando a gente trabalha com luz, por exemplo, que a gente tem regra para se apagar a luz.

Se você ficar uma ou duas rodadas sem luz, você morre, tipo, o grupo morre porque a escuridão devora eles. Então a luz também, o portador da luz, ele nunca pode estar ou na primeira casa da frente ou atrás, porque a pessoa que tiver na outra casa ela vai estar no escuro. Então ele tá sempre, tem que estar sempre movimentando, tem que passar.

?Voz B

E acho que falou, explica um pouquinho aí sobre O que que é o portador da luz?

RRoma

Acho que não chegou a comentar não. Como a gente trabalha da escuridão, no sentido mais literal, a gente realmente tem geralmente uma pessoa com uma fonte de luz, uma tocha, uma lanterna. Já teve um amigo meu que ele usou uma câmera tipo outlast também, com visão noturna. Legal, legal. Mas que para quando você tá explorando um buraco, que também ele tem esse nome porque o GG inclusive era contra esse nome, ele não gostava, ele falava tipo, Roma, ninguém vai levar isso a sério.

Mas essa é a melhor parte, porque sempre que a gente introduz pra alguém que as masmorras, que esses lugares perigosos são chamados de buracos, a pessoa fica 5 minutos só rindo disso e isso grava na cabeça.

?Voz B

É, grava.

RRoma

Ela não vai conseguir esquecer depois. E aí, são chamados de buracos porque o que que é um buraco? Um buraco é uma depressão, é um lugar que, né, tipo, ele contém algum espaço ali dentro, ele tem um recuo. E geralmente você não sabe o que tem dentro do buraco. Então se você vai meter um pé num buraco, pode ter uma cobra, pode ter uma pedra, você pode torcer o pé, pode ter um espeto, pode ter alguma coisa. Então ele tem algum perigo oculto que você ainda não conhece, a menos que você entre nele.

Então quando a gente entra num buraco, que é esse lugar tomado pela escuridão, como a escuridão é muito espessa ali, se você não tiver uma fonte de luz pra afastar ela, eventualmente ela vai te devorar. Que é a mesma coisa que tem no Darkest Dungeon, que quando você tá sem luz você tá ferrado. Os monstros dão muito dano, acúmulo muito estresse, você realmente alguma hora morre. Só que é legal porque, por exemplo, eu tenho um amigo nosso que ele tá fazendo uma campanha ao vivo de Star Wars com Oblivion.

Então a fonte de luz não é uma fonte de luz, é literalmente o lado, né, tipo positivo da Força, o lado da luz da Força. E a escuridão é o lado sombrio da Força que tá sempre tentando ali a galera, tentando levar eles para o lado ruim.

RARafael Amon

Pô, excelente adaptação.

RRoma

Exato. Mas uma coisa também de combate que eu esqueci de falar antes, que é da parte de como é feito um ataque, que eu falei das regiões, esqueci de falar do ataque. Quando a gente vai atacar, a gente não rola o D20 e, ah, tirei 17, a CA do bicho é 15, eu acerto. Não, você vai especificar qual região você quer arriscar. Então, ah, eu tô com machado nas duas mãos, eu tô com meu braço, meus dois braços, e eu ainda quero colocar minha perna direita como uma base para eu fazer aquele arco e bum, descer o machado.

Então eu tô arriscando meus braços, minha perna, Então vou rolar um D20 pro meu braço esquerdo, vejo se foi um sucesso ou uma falha. Um D20 pro meu braço direito, vejo se foi um sucesso ou uma falha. Um D20 pra minha perna direita, sucesso ou falha. Se for sucesso, eu vou contando. E aí vamos supor que eu tenho 3 sucessos e a defesa do bicho é 2 ou 3. Eu consigo acertar, a defesa dele é reduzida a 0 até o início do meu próximo turno.

Porque é que nem um videogame, aqueles videogames que o boss ele tem lá a proteçãozinha dele, você fica pá pá pá pá pá, bate bate bate. Aí reduz, aí você, ah, agora! Aí vai, dá dano, dá dano, aí volta. Aí cê tem que reduzir de novo.

RARafael Amon

Octopath Traveler, essa é a Dili, pô, é a Dili, adoro Octopath Traveler.

RRoma

Só que isso vale também pros jogadores. Então se você tá jogando ali, cê tá numa caverna, tá cheio de goblin. Se um goblin reduz sua proteção a zero, ferrou.

RARafael Amon

Os outros que vêm depois...

RRoma

Porque quando a proteção tá reduzida a zero, cê não precisa rolar um ataque. Você só gasta uma ação regular, que é a ação normal do jogo, pra você automaticamente dar o dano. Porque meio que você teve uma quebra ali da defesa, tipo, ah, você bateu, o escudo do cara voou pra cima, tadadadá. Então é aquela coisa que tipo é muito bom pros jogadores, porque né, quando for no boss todo mundo, é, vai, bate. Mas quando for neles tem o contrário, tem o terror, porque vai vir os bichos e vai em cima.

Então foi uma decisão que a gente fez, é uma coisa nova, não é tão antiga no sistema, pra agilizar o combate e pra deixar ele mais mortal. Porque é aquilo, tipo, tanto os jogadores vão poder acabar rápido com um bicho, Mas os bichos também podem acabar rápido com esses jogadores.

RARafael Amon

É, pô, cara, curti, curti a mecânica.

RRoma

E aí precisa essa coisa que o combate, a gente não queria que fosse uma caminhada no parque onde eu só chego e bum, obliterei esse bicho em 2 segundos. É aquela coisa, você tem que pensar, você tem que arriscar, você tem que ver quais regiões você realmente quer fazer aquilo. Porque se uma região chega no máximo e você ainda vai receber estresse, vai pro teu torso. Então não é que aquele ponto vai embora, ou você pode botar no equipamento também, mas equipamento uma hora também vai quebrar.

Então todo combate ele tem ser pensado e realmente, tipo, levado em conta se você quer realmente lutar.

RARafael Amon

Bem o lance do Darquete Dungeons, cara. Chega uma hora que tu fala, faltava só uma salinha pra eu fechar essa dungeon. Não, vou voltar porque não adianta, vou embora. Pô, muito maneiro. Agora, pra gente ir pros finalmentes do nosso episódio, a gente tem que falar do financiamento coletivo.

?Voz B

Mas, pô, antes eu tenho um monte de dúvida.

RARafael Amon

Vai, tira, pode. Só porque você é um cara legal, que cê tá no mês de probatório do PNP. Eu vou deixar tu fazer essa pergunta.

RRoma

Sou fã de Zelda, é verdade.

RARafael Amon

Aí tem jeito. Agora você vai começar a jogar Zelda, aí a gente vai deixar. Você jogou Darkest Dungeon?

?Voz B

Nunca joguei.

RARafael Amon

Aí tem que jogar.

?Voz B

Os arquétipos, né? Porque assim como tem as classes, tem profissões no Tagma, tem arquétipos no Oblivion.

RARafael Amon

Acho que a gente faltou falar, faltou falar quem faz alguma, quem uma ação, né?

?Voz B

E isso é muito legal.

RARafael Amon

É.

RRoma

Quando a gente começou a pensar nisso, a gente tava pensando em alguns nomes, mas aí acaba ficando aquela coisa que tipo, experiência média de uma pessoa que não jogou RPG o suficiente, vai jogar uma mesa de um conhecido, e ela chega na mesa e tipo, ah, oi gente, tudo bom? Ué, que que cês tão jogando? Aí vem aquele nerd clássico, eu tô jogando com um probador de sangue nível 47, com multiclasse em psiónico. Aí chegou outro, ah, tô jogando com mestre de armas, barbárico, é... rúnico das pedras anciãs.

E você fica, que porra é essa? Do que que você está jogando? O que que é isso? Então, a gente não queria que fosse um nome que você precisa pesquisar pra entender o que que o nome é. Tudo bem que tem uns nomes que são muito, tipo, ah, Guerreiro. Beleza, você entende o que é um Guerreiro. Mas a gente queria que fosse essa coisa, tipo, João, com quem você tá jogando? Quem você é? Ah, eu sou quem protege. Eu sou o tanque do meu grupo.

Eu que sou o cara grandão que fica ali na frente levando dano. Ah, Sofia, com quem você é? Com quem você tá jogando? Ah, eu tô jogando com a Lacréia, que é a minha personagem, uma elfa que é a quem sabe do grupo. Ela é a pessoa que detém os conhecimentos. Então a gente tem 5, né? A gente tem quem protege, quem sabe, quem cuida, quem age, quem resolve. Então a gente tentou trabalhar todos com um nome que, tipo, pelo nome você pode até não saber qual é a habilidade, mas você entende que ele faz no grupo.

RARafael Amon

Já associa, sim.

RRoma

Então você vê que, ah, o quem age Pessoa que é ágil, então provavelmente é o DPS.

?Voz B

É a própria vida, né? Exato.

RARafael Amon

Quem vai resolver, quem vai para cima.

?Voz B

Cara, ó, vamos falar de qualquer coisa. Pô, como é que eu faço para gravar no PNP lá? Ó, é quem é com fulano, quem resolve, quem resolve, quem define ciclano, quem opera, né?

RRoma

É isso, você tem que ter os papéis facilmente encontrável, definir também as regrinhas.

RARafael Amon

Sabe por quê? E muito RPG Às vezes só quer fazer a mesma coisa que um D&D, só que de nome diferente. Não, no D&D é o Ranger. Não, eu vou— é o Guardião, não é o Ranger. Faz a mesma coisa. É o Guerreiro. Não, nós temos aqui o Lutador, nós temos o Combatente, eu não sei o quê. Tu vai sair para uma outra solução de nome que representa a mesma coisa, que é poder. Exatamente, você tá usando um sinônimo para a mesma parada. Aqui tu entrega uma solução que eu acho bem mais clara, bem mais direta.

RRoma

É uma coisa que a gente debateu por muito tempo, porque por mais que a gente tenha referências em muitas mídias diferentes, a gente não queria que fosse aquela coisa onde a pessoa chega e, ah tá, realmente é só isso daquele sistema e eu só tô jogando isso de novo. A gente queria que fosse uma coisa nova, uma coisa diferente, pra também significar aquilo. Tipo, se eu fosse criar uma coisa que já existe ou que é igual a outra coisa, eu preferia só continuar jogando aquela coisa.

Coisa, ou tipo, eu não ia criar um sistema, ia fazer um financiamento, ia querer vender ele. Eu já, a gente não ia fazer isso. Então a gente realmente tentou trazer sempre os arquétipos, as coisinhas mais diferentes possíveis, para ser o mais único, mais especial dentro daquilo.

?Voz B

Não é só sair do sinônimo, eu acho que tira estereótipo, entendeu? Figurinha do guerreiro, não, o cara aí fica realmente genérico, né?

RRoma

Porque é isso, porque quando eu boto, por exemplo, ah, Eu sou um clérigo. Necessariamente você já tá atrelando isso a uma coisa um pouco mais medieval e um contexto mais religioso. Quando você é o Quem Cuida, você não precisa ser só um clérigo. Você pode ser um médico, você pode ser um terapeuta, você pode ser outra coisa. Então você abre muito pra esse lado também que a gente queria, que é do genérico. E também porque todas as habilidades e equipamentos do Oblívio, a gente não atrela eles a uma única coisa.

Então, por exemplo, o Quem Cuida tem uma habilidade de cura. Você cura lá a pessoa. Mas a gente não fala que essa cura é feita por magia. Que é feita por um medicamento, que é feita por, sei lá, nanorobôs inseridos na corrente sanguínea dessa pessoa. A descrição é da pessoa.

RARafael Amon

Fica à vontade da mesa, né? Exato. Do cenário que eles escolheram.

RRoma

Exato. Então, por exemplo, a gente também não tem literalmente só adaga, espada curta, rapieira. A gente tem, por exemplo, a lâmina curta, que ela faz tal coisa, a lâmina longa, que faz tal coisa, a lâmina de guerra, tem o taco, tem tal coisa. Então, tipo, cada equipamento também tem um nomezinho lá que entra numa categoria de coisas e a gente só dá exemplo, que, ah, esse equipamento pode ser tal coisa. Mas a aparência também é tu que descreve.

A gente quis deixar o mais aberto possível. Os monstros são a mesma coisa. Tipo, ah, tem ameaça lá que é a carcaça. Que que é a carcaça? É um zumbi. Mas pode ser um esqueleto, pode ser uma coisa um pouco mais espectral também, se você quiser.

RARafael Amon

Pode ser um robô.

RRoma

Exato, pode ser um robô, tipo o T-1000, né, o Exterminador do Futuro. Então fica a seu critério definir a aparência daquela coisa.

?Voz B

Show.

RARafael Amon

Agora vamos falar do financiamento coletivo. Ele tá indo aqui para o encerramento, mas a galera que tá aqui ainda não entrou, que tá assistindo o episódio, falou, pô, cara, daí vou lá entrar, vou dar uma clicadinha na página lá do Catarse para conhecer o que que tem nesse, da ideia do financiamento, né, que é você poder proporcionar às vezes mais coisas de início que você, você fosse fazer uma produção direto, não conseguiria proporcionar.

E o que que vocês pensaram pra esse financiamento? A ideia é lançar o livro físico, o baralho com as cartas de buraco também já poder vir junto, já tá programado suplementos, aventuras, como é que vocês planejaram esse financiamento?

RRoma

A ideia do financiamento mesmo é financiar o livro, né? É o normal assim, o padrão mesmo. Mas a gente tem metas estendidas que agora quando o vídeo sair já vai ter lá no site, então vocês podem ver. Mas elas têm metas pra gente trazer mais habilidades, mais equipamentos, mais monstros, aquelas coisas normais. Tem meta, se eu não me engano, pra gente trazer um papel adicional. Então, eu ainda não vou revelar qual é, porque até lá pode ser que eles tenham mudado alguma coisa, mas a gente tem meta pra adicionar uma nova classe, um novo arquétipo de jogo com novas habilidades, novas coisas só dele.

A gente tem também uma meta pra trazer um suplemento com 3 cenários que a gente já tem prontos pro Oblivio, que é um cenário de fantasia medieval. Um cenário de fantasia, de fantasia não, de mundo normal mesmo contemporâneo, e um cenário futurístico. Então, que aí cada um não só vai trazer novas nuances, né? Então, ah, como é que você pode fazer com tal regra de tal coisa? Você pode trazer isso aqui, mas eles também vão trazer regras específicas.

Então, por exemplo, o cenário de fantasia medieval vai trazer uma regra de linhagens para galera que gosta de fazer como tem nos RPGs assim de raça para você jogar, como sei lá, tiefling, coisa assim. Então não vai ser essas raças, mas vai ser algo tipo próximo para você poder introduzir no jogo. Vai ter no cenário moderno regra para você gerir base. Então você vai ter tipo meio que a sua basezinha, seu acampamento. Então você pode investir em defesa, em infraestrutura, você pode trazer tal NPC que ele vai ter, traz traços positivos, traz traços negativos, ele vai te ajudar de alguma forma.

E o cenário futurista Agora não vou lembrar de cabeça quais era a regra específica dele, mas ele também traz umas regras. Acho que a gente talvez equipamento, tinha algumas coisas de equipamento que a gente tinha feito para ele.

?Voz B

Implante, não?

RRoma

Acho que talvez implante, pode ser. Mas ele também traz coisas específicas e outras metas. Tem uma meta muito boa que a gente quer muito bater, que é uma aventura escrita. Eu não posso ainda falar quem é porque tem questão, né, de NDA, mas já vai ter saído, hein? Você pode falar. Não, é porque eu não sei se tá na página. A meta vai ter batido, esperar a meta Eu acho que na página não vai estar o nome ainda, mas tem uma meta que vai ser uma aventura dentro do livro base escrita por um streamer bem grande, bem conhecido, que é parceiro nosso, é colega nosso, e que tá ficando muito legal, que a gente já viu que tá ficando bem maneiro.

Então eu espero que bata pra gente poder ter essa aventura no livro. E também tem meta pra outras coisas, tem meta pra mais aventuras, tem meta pra trilha sonora pra galera poder ouvir enquanto joga, ou para eles poderem botarem numa transmissão que eles fizerem. Então tem muita coisa. O baralho inclusive é um add-on. A gente tá botando no Meta. Então se a pessoa, se você que tá vendo gostou do baralho, quiser entrar lá só para comprar o baralho, pode ir.

Então vai ter baralho, vai ter dado. Inclusive a gente também, além de dado normal, tem dado que brilha no escuro.

RARafael Amon

Maneiro para o pessoal, né, poder fazer aquela imersão, né, e tirando a luz do cenário. Pô, maneiro.

RRoma

Tem torre de dados. A gente tem também, a gente fez com a Mago dos Dados um porta-dados, que é tipo aquela gavetinha de dados, só que a base dele é uma lanterna. Então ele tem toda uma estrutura para você colocar uma lâmpada, ele já vem com soquete da lâmpada dentro, você só conecta e ele liga para você poder botar isso no meio da mesa. Você guarda os dados embaixo, vem uma bandejinha. Então muito legal, tem muita coisa maneira lá no lançamento.

RARafael Amon

Pô, isso aí.

?Voz B

E para quem Vai estar o link aqui embaixo, né, no vídeo. Mas é catarse.me/obelívio, com B mudo, oblívio com B mudo. Mas tem um link aqui embaixo.

RARafael Amon

Isso aí, não dá mole, vai lá. E obrigado você que assistiu o episódio.

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RRoma

Na verdade não vai ser só day one, vai ser semana ou ano, vai ter.

RARafael Amon

Então quem tá assistindo já pegou. Mas assiste até o final, termina o episódio e vai.

RRoma

A terceira ela vai ter os níveis normais de apoio, eles vão estar com um nível, com um preço especial. Então você pode conseguir o livro por um preço muito mais barato, PDF por um preço muito mais barato. Tem inclusive apoio, esqueci de falar, tem apoio pra você fazer o conceito, a aparência de uma criatura, de uma ameaça que vai entrar no livro, pra você fazer também, porque por exemplo, a gente tem no livro personagens que representam os arquétipos.

Então, ah, tem um arquétipo de quem age, que é a Aurora, que é uma garota de um cenário moderno, punk, de banda assim. E cada um deles tem o seu próprio grupo. Então, ao longo do livro vai ter ilustrações dos personagens com seus grupos. Então a gente colocou também apoios para você poder definir a aparência de um desses personagens desses grupos.

?Voz B

Você vai ser criador de parte do livro.

RRoma

Exatamente. Então, para a galera que quer apoiar, que quer poder ter a sua parte lá no livro, tem esses apoios muito legais.

RARafael Amon

Boa. E pra galera que quer te acompanhar, que às vezes não conhece o maluco, ainda nunca viu o Aprenda RPG, como é que a galera te acha na internet?

RRoma

Qualquer rede social, tudo minúsculo e junto, Aprenda RPG. Só pesquisar que você vai me achar, provavelmente.

RARafael Amon

Isso aí. Se você não conhece o Aprenda RPG, tá querendo mestrar, é iniciante, vai lá que o conteúdo é excelente pra você.

?Voz B

Tem TikTok, tem Instagram, tem tudo.

RARafael Amon

Em tudo, né? Tudo que é lugar, galera. É diferente dos velhos. Velhos só estão, só tô no YouTube, eu só no Instagram. A galera nova tá em tudo que é lugar. É isso, tamo junto! Entra lá no Catarse, não deixa de apoiar Oblivio, jogão. Você que é fã da Arca de Noé, então, cara, isso aí é compra certa para você. Tamo junto, até a próxima!

?Voz B

Valeu, valeu demais, gente!

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