Sobre Eras de Ouro e Nossas Estantes | Aventurando Podcast
Saudações, aventureiros! 🎲No episódio de hoje do Aventurando Podcast, Rafael Amon e Márcio Moreira batem um papo descontraído sobre o que cada um considera a sua “Era de Ouro” — aquele período em que o hobby parecia brilhar mais forte! ✨Entre memórias, coleções e reflexões, o papo passou por:📀 As décadas de 2010 a 2020, com seus altos e baixos no mundo dos jogos analógicos;📚 O colecionismo — o que guardamos, o que deixamos ir, e por que cada item na estante conta uma história;🕰️ As transformações do RPG e dos boardgames com o passar dos anos;💭 E o que ainda pode ser a próxima “era dourada” pra quem ama o hobby.Um episódio cheio de nostalgia, boas risadas e aquela sensação de estar conversando com os amigos na mesa de jogo.📣 Curtiu? Deixa o like, se inscreve no canal e comenta:👉 Qual foi a sua Era de Ouro no mundo dos jogos?#AventurandoPodcast #RPGdemesa #TTRPG #Boardgames #Colecionismo #RPGnostalgia #PerdidosNoPlay
Rafael Amon
Marcio Moreira
- Eras de Ouro do RPG· EntretenimentoAnos 90 como era de ouro·Era moderna como era de ouro·PNP e a retomada do hobby
- Streaming e RPG· EntretenimentoAscensão da Twitch e conteúdo de RPG·Roll20 e jogos online·O fenômeno do espectador de RPG·Impacto do Critical Role
- Colecionismo de RPG· EntretenimentoLivros lacrados e não utilizados·Dificuldade em vender livros usados·Excesso de jogos vs. tempo para jogar
- Crise do RPG nos anos 2000· CulturaPopularidade da 3ª edição de D&D·Atraso e problemas com GURPS 4ª edição no Brasil·Pouca oferta de jogos e insatisfação
- Crítica a Mecânicas de RPG· EntretenimentoCrítica ao sistema PBTA e Fail Forward·RPG de super-heróis genéricos vs. licenciados·A importância de casar mecânica e lore·Marvel RPG e X-Men RPG
- Franquias e RPGs Desejados· EntretenimentoRPG de G.I. Joe·RPG de Street Fighter·RPG de Tartarugas Ninja·RPG de One Piece·RPG de Naruto
Saudações, pessoa que sabe o que é uma era de ouro do RPG. Eu sou Rafael Monstro, tô com meu amigo Márcio.
Muito bom estar aqui nesse papo de cozinha que a gente vai ter agora, cozinha da casa.
É, pô, episódio freestyle, só a casa do PNP, eu e tu, tu e eu, desse jeito. É, Igor viajando, Léo à distância. Então hoje teremos um episódio a gente trocando ideia sobre RPG, a vida, o universo e tudo mais.
Então tão alinhada, hein?
A gente não programou isso. É, é, é. Mas antes da gente trocar nossa ideia, vamos dar o recado dos nossos patrocinadores, nossos queridíssimos parceiros, começando pela New Order Editora, que recentemente tá aí com dois grandes lançamentos baseados em produção de conteúdo, grandes criadores de conteúdo: O Oblívio do Roma e do GG Tonho, e o Lunatar do do SNzinho do Colute. Então você que é um ávido espectador de RPG, gosta de consumir lives de RPG, conteúdo de RPG pela internet, também pode ter agora os livros dessa galera na sua coleção.
Muito bom. E o segundo caso que a gente traz aqui dos nossos parceiros iniciais é a queridíssima Luz Negra. Que tem o excelente Conspirações, que num futuro em breve a galera vai ver uma série de vídeos feito por Márcio Moreira.
A gente deu uma estudada boa naquela belezinha, naquele tesourinho nacional que eu acho. Um novo clássico minimalista, mas assim, que atende bem aquele joguinho que você quer fazer com os amigos. Vamo fazer um jogo aqui que...
Qual é o teu pitch de elevador pra vender o Conspirações?
Cara, vamo jogar um... Um jogo de— é porque conspirações ele vende muito bem, né? Já parou pensar nisso? Ele já disse que ele veio, você só precisa acrescentar que é anos 80, 90, tem aquela, aquele gostinho do, do cara— não tem jeito, eu falo isso— da faca no fofão, entendeu como é que é? Tem aquele gostinho do, do, tem aquele gostinho de disco ao contrário. É isso, esse é meu pitch elevador. Você vai jogar um RPG que, que trata isso de uma maneira, pode ser tanto uma maneira galhofa como uma maneira mais séria, mas a pegada, a proposta fazer de uma maneira séria. É o X-Files, é o Arquivo X Tupiniquim.
É isso, curti a ideia. Mas se hoje a gente tá aqui no nosso episódio, que será, muitos poderiam dizer que é um filler. Eu não falaria isso porque é um belíssimo papo.
No final a gente vai ter um episódio.
É, eu não chamaria disso, mas eu acho que o nosso ponto de partida, o ponto de puxada do novelo Eu acho que a gente pode começar por esse gancho do era de ouro do RPG. Assim, no episódio que a gente fez recente com o Luciano e o Arcanjo, cara, eu adorei gravar tanto, teve 2 horas e meia de gravação, cara.
Nossa, foi coisa linda.
E você vê claramente que para o Luciano e para o Arcanjo, eles identificam a era de ouro do RPG na visão de que era, foi os anos 90, né? Porque é na galera que vê os anos 90 com essa cara de era de ouro, era porque a gente tinha um mercado nascendo aqui no Brasil. A gente teve divulgação em grandes meios, né? Revistas de grande circulação, tinha RPG em revistas de banca de jornal. Sim, grandes editoras se aventuraram a entrada no mundo RPG, como de ouro e tudo mais.
E outras pessoas acham que a era de ouro do RPG é agora, é a era moderna, porque a gente tem muitas editoras no nosso cenário, porque a gente tem muito jogo aqui no Brasil que antes não tinha, quantidade de jogos explodiu. A gente tem hoje, né, a produção de conteúdo que antigamente não existia, feito pelo por quem é público, então tá bem pulverizado. Então dizem que o alcance hoje é maior do que o que era na década de 90.
Se você tivesse que falar tua era de ouro, onde você estaria, Márcio? Cara, eu posso tá falando uma baita de uma besteira, como tem vezes que eu faço, falo umas besteirinhas.
É pra isso que a gente tem um podcast.
É pra isso que a gente tem um podcast. É, eu tenho opinião do que aquilo que eu acredito que seja tecnicamente E tal, né, de maneira histórica, historiograficamente falando, talvez seja. Mas aquilo que o meu coração diz que é, que é importante, tá? Historiograficamente falando, não tem como me opor a pessoas do cabedal de Arcanjo e de Luciano. Mas eu tenho o meu coração num lugar que não é nem nessa época e nem hoje.
Pode até quebrar nossas pernas.
Ué, a gente tá no flow, tá no futuro, cara. Não, para mim, vocês vão achar muita similaridade com o tempo de hoje, com essa época que eu vou mandar. Mas quando o PNP começa em 2013, bota aí ali naqueles meados ali, aquela 2010, 2011, que a galera retomando, saindo da caverna do RPG, a galera saindo do, largou RPG, muita gente. O PNP ele nasceu Nada mais propício pra gente tocar esse assunto aqui, estando só nós dois aqui. Porque o PNP, que a galera sabe, é...
O sentimento do PNP é a retomada do hobby. A ideia, você que é o fundador, você que é o... Como é que se fala em...
O marco zero?
O marco zero é o...
A pedra fundamental.
É, eu pensei numa coisa mais escrota, mas não vou falar não. Tipo aquele filme da epidemia, você tem que achar o primeiro macaco pra ser o primeiro.
Paciente zero.
Paciente zero, isso aí. Você que foi o primeirão, Cara, você diz isso o tempo todo. Ah, eu tava voltando e eu me acheguei também com esse sentimento. Tô voltando, parei por causa que a vida chamou. Você foi se formar, foi ganhar, né? Foi se estabelecer, tá com a vida ganha. Agora tá na hora de voltar um pouco, curtir a nostalgia. São os ciclos que a vida, as voltas que a vida dá. E cara, pra mim foi tão mágico quanto na época de molecada.
Eu às vezes chegar, sentar lá, ainda com aquela parede amarela atrás, eu com aquela parede de armário. E a galera fazendo conteúdo assim, sem muita pretensão, mas só querendo jogar. Nessa época eu conheci muitos dos nossos patrocinadores. A New Order tinha só a barraquinha deles lá, a mesinha do Wig Brasil lá no evento.
Com fluffzinho, né, aquela toalhinha peluda.
Cara, é... Eu conheci, cara, muita gente, ó. Conheci o Diego Bacinello, nossos patrocinadores estão aqui, como eu falei. Diego Bacinello foi nessa época. Chimuzinho com o Casa Velha, o Diego Taveira, pô, Gruntar, Azecos, sabe? O Balbi nos eventos do Casé TV. O Balbi, cara, aí começamos. Pra mim, a era de ouro.
O Volo também.
Foi assim, quando o Volo chegou nessa época, pra mim isso é muito mágico, porque a gente tava muito apaixonado de só querer tá fazendo, tá junto com a galera, a galera via isso. A gente terminava os eventos, quando tinha algum evento, o primeiro Diversão Offline, cara, tava mais ou menos ali por aquela época ali, 2016, não foi? 2016, 17, sei lá.
É, 2016, 17, por aí.
Cara, a gente falou assim, agora a gente vai voltar a ser quadradinho, porque os únicos conteúdos, você lembra que eu falava isso? Essa frase é minha, eu falava isso pro Thiago Rosa, ele ficava por conta comigo e falava assim, ei, amigos, agora voltaremos a ser quadradinhos na internet. Porque era assim que a galera se apresentava, a gente era quadradinhos na internet, não tinha, tinha o Critical Role, todo, mas todo mundo queria ser o Critical Role.
Ninguém tinha ainda, um pouco depois, sim, vem depois. O Critical Role foi a grande bênção e também a grande maldição do, do, desse, desse período, porque a gente começou a entrar no, para a gente, a gente tava satisfeito em terminar uma live ou tá no meio de uma live, e no meio da tua live tu recebeu um raid. E a galera que chegou agora, obrigado fulano que chegou, chegou agora, que isso aqui, cara, eu guardo com muito carinho essa época.
Se você é dessa época aí e tá assistindo a gente, coloca aqui embaixo aqui alguma coisa que você lembra dessa época.
E é foda porque é exatamente isso, é o antiprofissionalismo do que essas mega galera faz. Você não vai ver o Chris Kaululi parar porque alguém deu um Super Chat no vídeo deles. O Cellbit mesmo, gigantesco, era produção de televisão, ele parar qualquer, a todo Super Chat que chegar também fodeu.
Mas a gente pode se orgulhar E ao mesmo tempo se envergonhar, porque a gente não capitalizou nada em cima disso. E ter feito uma campanha de 4 anos, Ramon. Tá certo que a gente ficou parado quase 1 ano entre a 3ª e a 4ª temporada do Mago. Mas a gente ficou de 1 ano bissexto ao outro, que fazia parte disso da campanha. A gente teve... Cara, a gente tem muita coisa de história pra contar, de coisa que a gente experimentou. Parece uma coisa meio egoísta eu falar, qual é o teu ano de ouro?
Tá muito atrelado à história do PNP. Mas desculpa aí, brother. A história do PNP se confunde um pouco com essa época.
Mas eu acho que tem essa linha de raciocínio porque... É, eu falei no episódio com ele que eu acho que se você pode discutir que teve duas eras de ouro, eu coloquei que teve uma era das trevas. Tem uma galera que também não gostou. Não, não chame os anos 2000 como era das trevas, havia muito RPG, não sei o quê, não sei qual.
Foi exatamente esse período que eu falei, que a galera parou.
Não, eu acho que foi até um pouquinho antes assim, acho que foi bem entre 2000 e 2010, o comecinho ali da da década de 2010. Mas, cara, primeiro acho que a pessoa precisa ver que quando eu tô falando a era das trevas do RPG, pô, é óbvio que eu tô falando na minha visão, no meu enfoque, com meu olhar. A minha era das trevas do RPG foi quando eu parei de jogar RPG, quando meu grupo se desfez porque cada um foi para um canto, a gente começou a ir para fazer a faculdade, trabalhar, família, da nossa geração.
E aí, exatamente, foi o Era das Trevas da nossa geração. E eu acho que comba muito com esse lance de tu falar da era de ouro que vem depois, porque a galera que vai abrir editora depois de 2010 e entrar pra produzir e tal era a galera que na década de 90 eram os molequinhos que tavam consumindo e começando a jogar RPG e conhecendo. Então, porque assim, o que que motivou o jovem mancebo Anésio abrir uma editora de RPG senão ele nos anos 90, assim, ele, uma juba, moleques que jogaram e fala, pô, queria ter um jogo aqui no Brasil do John Wick que não tinha, e agora eu fui atrás e vou pegar licença e vou fazer financiamento coletivo. Então eu acho que passa por isso para caralho, mano.
É, isto eu falei que historiograficamente acredito que seja a época que o Arcanjo e o Lu falou, mas assim, é porque eu creio que esse termo surge muito parecido com um dos quadrinhos, né? Tem a Era de Ouro dos Heróis, Era de Bronze, Era de Prata. Então acho que por causa dessa nomenclatura que se enquadra o tempo mais antigo, porque a renascença é meio que a alvorada do RPG, acaba sendo a Era de Ouro. Mas aí uns vão falar que não, Era de Ouro se enquadra melhor no momento de maior prosperidade do negócio.
Cara, pra mim a Era de Ouro é o momento de maior romantismo da coisa. E aí acaba, na minha opinião, quase que empatando. Pra mim, a minha época com os meus amigos, cara, óbvio que pra mim vai ser um momento muito precioso, tá lá na caixinha, tá lá. Mas o momento em que eu entro no PNP, eu começo a conhecer esse mundo, conhecer muito mais do que só o World of Darkness, que eu sou cria do World of Darkness. Do GURPS, sair desses jogos e ir pra outro, saber que existe um outro mundo.
Cara, antes disso, isso remete à época do antigo podcast do PNP, que eu ouvia, que eu conheci você pelo podcast. Eu me lembro, quando era só áudio. Que a galera achava, você tem episódio, tinha episódio disso, de que o RPG morreu. Essa pergunta só existe por causa dessa época das trevas que você falou. Então assim, É, as pessoas realmente acreditaram. Se eu ouvi essa pergunta é porque a galera realmente acreditou, dado um período de que o RPG tinha dado uma baixada de bola.
Não, então, e alguns indícios tiveram. Que beleza, a gente teve a popularidade do D&D 3ª edição, a Devir trouxe e tudo mais. É, e a galera começou, e foi a OGL que abre a licença para outras pessoas conseguirem produzir material para terceira edição. Aí, irmão, só tinha Devir. O Brasil só tinha Devir. A galera, por exemplo, que era jogadora de GURPS, ficou esperando a quarta edição. Se não me engano, a quarta edição do GURPS na gringa, ela é de 2004.
E aí a Devir prometeu que ia trazer a quarta edição, aí ficou enrolando a galera um tempo. E ela vai sair, sei lá, tipo uns 4, 5 anos depois, já no finalzinho da década de 2000. E mesmo assim saiu pouquíssima coisa. É tanto que o GURPS 4ª edição antigamente tinha um módulo básico que era um livro só, você jogava tudo que você quisesse com aquele livro. Se você quisesse aprofundar, você pegava um suplemento. Na 4ª edição do GURPS, o módulo básico foi dividido em 2 livros.
Era o personagens e o, sei lá, cenários, uma porra assim, campanha, campanhas e personagem, uma porra dessa. E eram dois livrões maiores que o primeiro. Aí na época a Devir só trouxe um, ficou faltando o outro, e não dava para jogar sem o outro. Na gringa o livro era todo colorido, aí quando foram lançar aqui lançaram preto e branco. Aí a impressão preto e branco não funcionava porque tinha caixa colorida aqui que o texto ficava difícil de ler, sacou?
Então assim, A gente ficou com pouca oferta de jogos, jogos que a gente tinha como tradicional aqui. A galera tava insatisfeita com o tratamento, então muita gente pode ter parado mesmo de jogar e de ter entrado no hobby e tal. Mas é ao passo que antes tu falou, ah, eu era, eu jogava Mundo das Trevas, eu jogava GURPS com meus amigos, eu tava só satisfeito.
A gente tinha aquilo ali, e ter aquilo ali, hoje a gente tem mais jogo do que vida. Exato.
Essa é uma parada que hoje é doideira, né.
Mas é um marco, cê entende que isso é um espírito da nossa época?
Sim.
Quando a gente vai falar, de novo falando aqui de historiografia de novo. Quando a gente vai falar de história, de marcação de história, eu não sou formado em história, nada do tipo, mas assim, é... Quando a gente tem aquele período lá atrás dos anos 90, ele é marcado pelo quê? Editoras chegando no Brasil, trazendo, arriscando, trazendo esses jogos pra cá, cê não tem muita coisa. Você tem a Xerox. Que é fato, por mais que muita gente não goste de tocar nesse assunto.
A Xerox, a geração Xerox, cara, tá aí, permeou a vida de muita gente. Então você tem essas coisas, os eventos, os grandes eventos em faculdades ou em outros centros de convenção, mas assim, uma coisa bem underground. Aí essa era que eu tô trazendo agora, que você não esperava por essa, a gente não combinou nada disso, você não combinou, você veio com essa era que eu trouxe no meio aqui, que é a era de 2010 2010, ali surge o PNP 2013, ali aquela meiuca ali, né, que a gente tem.
Ela é marcada pelo quê, ao meu ver? Que que surge nessa época? A Twitch. Ah, é verdade, a Twitch ela decaiu muito. A Twitch daquela época, de hoje é outra coisa. A Twitch era mais democrática, que ela tinha— não esqueço da Medir contando da live de mastigação, ela contou isso para gente. Tinha live de tudo que você imaginar. Entendeu? Então assim, tinha Twitch que você podia abrir live de jogo de videogame, mas também podia jogar de RPG. E cara, isso bombou.
O Roll20, cara. É, o Roll20 também é outra viagem.
É outro marco. O Roll20 ele traz essa parada assim muito forte de agora, cara, tamo voltando pro hobby e agora a gente pode jogar com os nossos amigos do passado estando eles longe.
E não de uma forma improvisada, né? Que dá pra fazer umas merda.
Dá pra fazer. Então o Roll20 E aí você começa com esses jogos diferentes dos que você já tá acostumado. Por que que o D&D é grande? Por que que o GURPS é grande? Por que que o World of Darkness é grande? Porque eles já estavam nessa época, na primeira época, e só tinha eles. Depois surge uma enxurrada como opções. É um pouco parecido, por que que o pôquer cresceu tanto num dado momento? Foi mais ou menos na mesma época. Ah, por causa de 3 motivos: por causa do Negra Nu, por causa da ESPN começou a televisionar com a camerazinha mostrando as cartas, e por causa da da PokerStars.net patrocina nós, não é o caso, mas é, enfim.
Mas entende que é sempre quando você vai ver algum fato, você tem que analisar quais foram os catalisadores desses fatos. Então, para eu dizer que aquela época é uma época, ele precisa ter fatos que baseiam que isso é uma época. Hoje seria o quê? É o que eu chamo de pós-critical role, é uma era pós-critical role nessa época que a gente tá vivendo. Hoje não tá tão mais difícil assim tu fazer uma mesa presencial. Você vê um boom muito maior de gente fazendo mesa presencial, mas da mesma forma como a nossa época você também não tinha ninguém muito no nível gruntado, nível Azecos fazendo, hoje tem um monte de gente também fazendo, mas não tá no mesmo nível que os caras.
Ou então, mas aí é que tá, cara, é que eu acho que para mim, eu acho que lance de nível vai, passa muito por questão de gosto e até o lance o Luciano e o Arcanjo, ele mesmo falaram aqui no programa, eu não consigo assistir live de action play de galera jogando. Isso faz muito sentido para galera que é da nossa geração, porque a gente conhece o RPG como na mesa, jogando ele propriamente dito. Mas essa galera que entra no hobby depois dessa época que você tá falando ali, de 2015 para frente, ele traz o tal que a figura que eu falo que é o espectador de RPG, que ele não existia antes.
Cara, você jogando RPG com teus amigos na década de 90, no máximo ia colar um outro brother para ficar olhando ali em volta da mesa uma sessão de jogo, mas depois de 20 minutos, meia hora, já tira embora e esquecer. É, o cara não ia ficar voltando toda sessão que vocês iam jogar para sentar e assistir, para ser um espectador. E se você pensar que O cara que assiste um Ordem Paranormal, que assiste o Critical Role, é exatamente isso que ele tá fazendo.
Ele tá pegando a cadeirinha virtual dele, tá botando atrás da mesa do Critical Role e tá lá ouvindo os caras jogarem o RPG, sacou?
Mas você tá reforçando o meu ponto.
Sim, sim.
De que um dos marcos, aí você botou mais uma aguinha no meu feijão aqui, porque um dos marcos dessa geração de hoje É que essa geração de hoje é construída pela galera que assistiu a gente em 2010, 2012, 2013.
Concordo.
Só que eles levaram pra um outro patamar, entendeu? Então, antigamente, nessa nossa época, era feito conteúdo pra galera assistir por gente que não assistia, que é o nosso caso. Hoje, a galera que assiste e gosta de assistir faz conteúdo pros outros assistirem.
Fato, fato. E pra gente falar da próxima galera, Vamos lá falar da nossa galera parceira, por favor, do RPG com Nossas, que tem um RPG do Patrulha da Noite. O grande você jogar com aquela galera que tá lá no— esqueço tudo o nome de Game of Thrones, tava no— qual é daquela da Muralha?
Qual é o nome da Muralha? Era Patrulha da Noite, era o Patrulha da Noite.
A Muralha tinha um nome, não tinha?
Era Morada de Gelo, acho, cara. Fala aí se a gente tá falando besteira, eu coloco aí embaixo. Mas era Morada de Gelo, era os Patrulheiros da Noite, era os— era, era.
Não era do que o John McClane vai parar lá?
Era o nosso, o nosso se lembra.
É, mas não lembra nem o do Interfell. Mas se você quer jogar com personagens heroicos que estão lá na Patrulha da Noite salvando os incautos de perigos normais e cumprindo algum tipo de sentença, ajudando o mundo, Vai na RPG com nós, é um RPG Tower Defense, tá? Porra, excelente aí, dá para jogar Plants vs Zombies.
Eu tô bom de pitch hoje, hein? Imagina, tô bom de pitch.
O cara vai lá, vai na nós. Eu vim comprar o Patrulha da Noite porque lá no PNP falaram que dá para jogar Plants vs Zombies no conteúdo. Mas mesmo se você não conseguir, você vai ter 20% de desconto com o nosso cupom PNP20%.
Coloca lá, você ganha um descontão.
Coloca lá. Esse lance do, da forma da pessoa encarar o hobby, dependendo da forma como ela entrou no hobby, aí eu acho que também entra a pessoa que passou a ter muito contato com várias streams, vai vendo vários jogos diferentes e várias apresentações, muito jogo chegando. Entrou a era do financiamento coletivo que possibilitou ter jogo para cacete.
Outra coisa também foi outro marco na nossa época, outro marco dessa época.
E aí entra o lance de que o cara muitas das vezes vira só colecionador de RPG e mesa mesmo jogar diminui para caralho. Eu sei que depois de que eu comecei com PNP, obviamente, né, que eu voltei a colecionar e comprar livro de RPG, eu tenho muito mais livro do que eu humanamente consigo colocar na mesa pra jogar.
É, e daí vem uma modelagem do nosso estilo de jogo por causa disso, né. Não sei se às vezes a gente pensa nisso, mas às vezes passa assim. Às vezes a gente olha assim, ah, que bom, também vai dar pra fazer isso. Porque, por exemplo, eu vejo pro nosso grupo de terça-feira. A gente resolveu agora abraçar de vez essa coisa de aventuras curtas e alternando mestre. Assim a gente consegue experimentar mais os jogos.
Fato, fato.
Porque se a gente ficar a vida toda jogando uma coisa só, a gente já era, abraçou mesmo aquele jogo, acabou. E a tendência dele degradando com o tempo e morrer é grande. E foi o que de fato aconteceu. A gente não chegou no fim da nossa campanha, né, de anos. Mas a jornada foi boa.
Não, mas é foda, porque para mim é meio que uma, é um contrassenso, se eu for pensar no meu gosto pessoal. Eu, campeão, Eu gosto de jogar campanha, também gosto do jogo, campanha é perder de vista o personagem evoluir e ganhar mais poder e ficar mais forte, conseguir fazer mais coisa. É a minha pira quando eu penso em diversão de RPG. Mas é o que tu falou assim, a oportunidade de tirar jogo da prateleira, botar na mesa e conhecer mecânica, conhecer proposta de jogo diferente, isso vale a pena.
Um modelo que eu fazia que era bacana que a gente fazia uma campanha, a gente adotava um jogo para ser a campanha grande. Isso nessa época também, que também foi minha era de ouro. Voltar para o PNP também foi a minha volta para jogar RPG de fato. Comecei a jogar de RPG com os amigos e tal. E aí a gente jogava a campanha que eu tinha longa na época, era de Mutant, acho que era. Eu terminava uma temporada, eu dividi em temporadas, aí naquele período de temporadas ali Entrava o Guedão, amigo meu, era só eu e Guedão que alternava.
Então o Guedão com alguma mesa curta, alguma de um outro jogo, experimentava quase sempre a Savage World, que ele mestra muito bem Savage World. A gente jogava um Savage Worldzinho rápido ali, ou Interface Zero, ou um Deadlands, uma coisa do tipo assim, voltava para campanha grande principal. Então eu também gosto de campanha longa para trabalhar ela e tal, mas chega um dado momento que você olha para tua estante com um monte de livro, dá uma dorzinha no coração que fala assim, pô, cara, queria jogar uma shotzinha que fosse só para dizer que eu joguei.
Outro dia eu tava bolado olhando para minha coleção, cara. Sabe uma parada que me pega? E sei lá, não sei se pega muita gente ou se tem gente assim, né, que nem eu, mas eu tenho alguns, uma boa quantidade de livros que ainda estão lacrados, que nem abriu, nem desembalar o livro eu desembalei.
É porque você ganha muito também, né, de editora e coisa do tipo, e eu não deixo desembalado. Mas eu vou abrir, vou olhar assim, mas vou olhar assim, tem livro que eu não gastei meia hora lendo, vamos colocar assim. Eu olhei, pô, legal, pum, voltou pra estante, vai pra estante, entendeu? Mas tá lá. Tem jogo que tá na berola de eu ganhar, por exemplo, um livro que vai tá daqui a pouco, vai tá vendo mesa. Mesa assim, não é, vai ser online, porque é o único jeito que eu vou ter pra jogar nos próximos meses aí. Mas é o Kona.
Mas como é que tu sabe Como é que tu faz essa curadoria? Ah, tal livro é pelo grupo, cara. Não, então, mas quando você pega o livro e você vai botar na tua estante, você usa algum parâmetro pra tipo, ah, esse aqui eu vou ler, esse aqui eu vou folhear, ou esse aqui eu folhei, vi as figuras e acho que ele vai ver mesa, acho que o meu grupo vai gostar. Tem algum indicativo, alguma dica pra tu passar?
Ó, pra começar, eu tenho muito mais PDF do que livro físico.
Porra, PDF, se a gente for entrar com PDF na conta, fudeu. Eu acho que PDF não pode entrar não. Eu tenho muito, muito, muito, muito.
E esses PDFs, eles entram na mesma categoria de alguns livros que eu tenho na estante, que é: deixa aí que talvez uma hora eles vão ver mesa. Entendi. Uma hora meu grupo fala assim: pô, tá a fim de jogar um futurista? Pô, tem esse, esse, esse. Entendeu? Pô, tenho esse jogo aqui, se tu for jogar um joguinho assim, tem esse, esse, esse. Tem outros jogos que eu sei, velho, que não vão ver mesa, entendeu? Por causa do meu grupo. Um jogo que eu sou louco para jogar, que eu sei que não vai ver mesa nunca, é Mouse Guard.
E eu sei também que a regra não me pega, a mecânica do Mouse Guard não me pega. Tu vai me botar num jogo de ratinho com espada, mas vai botar um Barney Will como se tivesse, não, cara. O cenário ele é interessante, mas não é apelativo.
Sei que, mas olha só, aí vamos pensar.
E aí a mecânica não ajuda, pô.
Por que que é Barney Will, rapaz? Porque olha só, você está olhando Mouse Guard com uma ótica que não deveria ser. Mouse Guard é uma crônica arturiana, irmão, foda-se. É rato fofinho com espadinha enfrentando cobra e passarinho. Eu quero um sistema que importa, que eu jogue ele e jogue Fiverr.
É, sim, sim, sim.
Eu faço uma skin.
Tem alguns jogos que são desconectados da mecânica, né?
Vou fazer um módulo de mouseguard pra super-heróis pra jogar com super mouse. É seu amigo. Pô, foda-se isso que eu quero, sacou? Eu não quero, pô, a complexidade do Burning Wheel com a regra.
Tem alguns jogos que são meio desconectados da regra. Vide Tales from the Loop, né? É desconectadaço com a regra. Então assim, É, então tem alguns jogos que tão lá. Eles, eles, por exemplo, Milton, acho que não tem mais saco pra mostrar. Assim, de tanto que eu já mostrei esse jogo. Muito, muito, muito, muito, muito. Mas tá lá. A hora que alguém tiver muito pilhado, queira recitar uma coisa nessa, tá lá. Outros não vão ver mesa.
Então, mas o grande, dá a sensação de tempo bem gasto.
É, gastei o jogo, investi.
Porque aquele livro na tua estante, ele valeu a pena, ele tem uma história. Você botou ele na mesa, o teu grupo folheou ele.
Por exemplo, eu falei um jogo aqui. Qual o jogo que você vê assim que não vai ver mesa, tu tem, mas não vai rolar, mas tu não vai se livrar, tá lá? Ou vai se livrar, não sei.
Então essa é uma parada que eu tenho que pensar. Mas por exemplo, um que, pô, eu vou e volto na minha estante, passo, volto, tá lá. 13ª Era. Pô, cara, mó galera fala bem do jogo, o livro é bonito e tal.
O 13ª Era, ele me lembra um jogo, não sei se é por causa das streamings da nossa época, dessa época que eu falei que é de ouro, mas ele tem cheirinho dessa época, cara.
Então, e aí eu penso, pô, parece que ele datou, parece que ele não— por que que eu jogaria 13ª Era, entendeu? É foda, porque se eu pensar em 13ª Era, antes de pensar em jogar 13ª Era, Eu vou pensar em jogar D&D em 2024, eu vou pensar em jogar Pathfinder 2, eu vou pensar em jogar, pô, vou até pensar em jogar em GURPS.
Eu acho que a desculpa de dizer que o 13ª Era ele é um jogo épico, o que que me impede de eu pegar um Pathfinder e jogar lá na décima, na décima, décimo nível? Exato, começa logo o décimo nível, entendeu? Não, porque é um jogo épico. Ué, bota décimo nível e bota só para matar goblin.
Parada, esse é o tipo de parada que me pega. Mas aí, cara, inclusive Eu não sei se eu cheguei a comentar, eu comentei só com a galera próxima, acho que em live, Instagram nem nada eu comentei. Eu tava pensando em fazer inclusive uma série de conteúdos que era baseado nisso, porque eu passar na minha estante e o meu quartinho onde eu gravo é um quartinho, é quase uma dispensa que eu tô dentro dela para gravar, e meus jogos estão ali com a estante.
Então assim, eu E eu trabalho de home office, né? Então assim, tipo, eu paro pra trabalhar, eu passo, eu vejo a minha estante com os itens da vergonha ali. E aí eu queria ressignificar os itens da vergonha pra mim.
Inclui board game, né?
Com board game também. Porque tu tem o Catan lá, parado. Lacrado, nunca botei na mesa.
Tô doido pra ter Catan.
Eu tenho board game que tá lacrado, que eu comprei e nunca joguei. Enquanto eu tenho o Catan lacrado, eu tenho o Banco Imobiliário do cartão magnético que tava lá também, já é nesse filme mesmo. O cara não viu. E aí, tal, uma série que eu tava pensando em fazer, eu primeiro, ó, primeiro vídeo, você que tá assistindo aí, você coloca no comentário se você acha a ideia maneira ou se acha uma ideia merda. Se vocês comentarem falando que a ideia é uma merda, eu não vou fazer, eu vou seguir o meu público.
Primeiro vídeo eu vou fazer o seguinte, o vídeo de abertura da série, vou começar filmando e primeiro explicando, né, por que que eu tô gravando aquele vídeo, que é isso que eu tô falando aqui agora. E vou passar a câmera pela minha estante filmando os livros que eu tenho, mostrando. Aí o cara nos comentários vai escolher o livro da estante para eu fazer um overview dele, porque aí ele me força, ou se o livro tiver lacrado, abrir.
Se o livro tiver aberto ou eu não tiver lido, me força a ler, me força mais, vai dar um propósito pelo menos para aquele livro que tá parado.
Porque aí eu vou passar pela estante, eu vou olhar para ele, eu falar, puta, tem um videozinho maneiro no canal, a gente lendo, passando as figuras, trocando ideia com a galera, sacou? A minha coleção hoje ela tá me trazendo um sentimento ruim. Eu acho que esse é o principal.
Entendi. E você não pensa em vender nenhum?
Então, cara, eu penso, já pensei em colocar a minha coleção para rodar até para pegar mais espaço na estante, que tá tomada e tal. Mas é outra parada que eu também pego, pô, cara, será que não vai dar mais trabalho eu vender esse livro do que eu só deixar ele largado na estante? Porque tu pensa, se eu fosse um PDF para eu vender digital, eu pego o arquivo, boto no email, mando. É uma merda, essa venda não existe. Não. Só que o livro, meu irmão, tem teu nominho ali embaixo.
Então, mas o livro é um bagulho pesado, tu tem que geralmente, né, tô falando tipo, ó, tem livro que é índio, que é menorzinho, que é fininho e tal, beleza. Mas tu vai vender, e aí eu pensar um livro desse, o livro índio, sei lá, o livro uma 5 com 60 folhas, que vai querer comprar usado, o cara vai pagar R$10, R$15. R$15 o cara não vai pagar a postagem que eu vou ter que mandar com o cara, o tempo do trabalho que eu vou ter para embalar aquilo ali, para ir no correio, não vale.
Melhor deixar ali na minha estante, entendeu? Entendi. Esse é o que tá me pegando hoje em dia.
Eu tenho uns livros que eu bato o olho assim, eu falo assim, cara, acho que eu vou vender esse livro. Mas só que vender daria muito trabalho. É o que você falou, quem vai comprar isso aqui? Por exemplo, eu sei que não é Vemesa, porque tem outros jogos de super-herói que são muito melhores, o Mutantes Malfeitores. Eu tenho lá o dos vilões e dos heróis. Cara, saiu agora, a gente tá jogando o da Marvel, que é o Marvel Universo.
Nossa, que sistema lindo, brother! Os livros bonito para caralho.
Não tem como, é Marvel, não tem como, entendeu? E você, ah, mas você só joga com herói da Marvel. Não, você pode fazer os teus também. Então assim, ah, mas dá para fazer. E eu já não gostava antes da mecânica de criar superpoderes no Mutantes e Malfeitores. Entendeu? Que não adianta. Eu gosto muito do modo de criar poderes do Ghost Heroes. Eu gosto muito ali do Ghost Heroes, entendeu? Que ali dá para fazer de tudo mesmo assim.
Então é esse, pô. Aí falando ainda de herói, tem um que para mim é uma decepção total, que é o— desculpa se tá assistindo gente que gosta— que é o Sea of Mist. Puta, mano, Sea of Mist é uma decepção. É um livro lindo, lindo livro, lindo. Lindo, mas é um livro de cabeceira de mesa de centro, sabe? É um livro de mesa de centro assim.
O foda do Ser Eufemista é que ele já me perde de cara por— me perde não, mas assim, ele já tem o meu desinteresse, ele já tem o meu ligeiro desafeto por ele ser um PBTA. Eu não gosto do par by the apocalipse assim. Ah, fail forward.
Também não gosto.
Eu tiro 6, puta, mano, eu acho.
Não, não tem nenhum problema com fail forward, problema é como eles fazem fail forward.
É, exatamente, aquele puta, pra tu tirar 7 a 9, pô, que que foi um sucesso com não sei o quê? Pra jogar dessa forma com fail forward, eu ainda acho mais maneirinho o dos dados da Fantasy Flight, que tinha o do Star Wars.
Sim, tem um monte de jogo bom que a gente jogou de fail forward. A gente jogou aquele agora com Lustosa de pós-apocalipse da RPG Planet.
Do Easy D6, pô, e tem fail forward. Pô, e simplinho também, sensacional.
Fail, fail, eita. Fail, me ajuda aí no inglês, bosta, entendeu? Então assim, não é problema, não é mecânica, problema é o modo como se trabalha a mecânica do PBTA. Eu não curto. E eles ainda é um PBTA mudadão, né? Então assim, eu acho que deu uma engessada. Aí eu tenho que dar o braço a torcer para o Bob do tal do fetiche de regra, né? Para mim isso é fetiche de regra, entendeu? Porque é que complica para poder chamar atenção, sabe?
O que mais me chateou, não sei, ele Mystic é ele se apresentar como um jogo de super-heróis e depois dizer: não, não, não, isso aqui é deuses americanos. Não, não, tá maluco, pô, isso aqui é new game, você tá maluco, cara? Que que é o idiota que tu é que acha que você é super-herói? Pô, irmão, eu abro, eu abro você aqui, ilustração de quadrinho, tem aquele halftone, aqueles pontinhos, não sei o quê.
Pô, então, porra, então tá me vendendo assim, né?
Tá me vendendo assim. Quem não me vende coisa errada é a Celeste Angui. Que vende excelentes torres de dados, excelentes bandejas de dados num preço fenomenal, com a qualidade absurda. E na loja dele da Shopee você tem o cupom CELI PNP 20, que deixa tudo mais em conta ainda.
Maravilhoso.
Outro dia eu entrei no aplicativo da Shopee, aí eu fui ver o catálogo, né, da Celestia e tal. Aí eu vi a torre de dados, eu Pô, mas 30 e pouquinho. Aí botei nosso cupom de desconto, tal, aí botei. Ué, quando eu botei o cupom de desconto já foi para menos de 30. Aí veio o bagulho do aplicativo, você quer fechar com frete grátis? Eu falei, pô, irmão, que ainda frete grátis? Pô, daí é doideira, aí é doideira. Então já vai lá, adiciona a loja deles da Shopee no teu aplicativo favorito para você ficar sempre sabendo se tiver algum lançamento novo, algum produto que chegou que você não tem.
Se você tem o teu grupo de jogo que tem a tua imagem, procura a galera da Celestia, que eles fazem torres de dados e bandeja de dados customizadas para você.
Isso é muito irado.
Só dá um toque lá, fala: Kleber, o Ramon disse que vocês fazem torre de dado e bandeja customizada, é verdade? Ele vai dizer que é, porque ele não vai me deixar mentir aqui no podcast. Então vai lá e já troca essa ideia com eles.
Show!
Agora, jogos que tava na nossa estante que, porra, não vou ver jogo e eu não vou gostar, mas eu acho que fazer, por exemplo, um vídeo de todos os jogos, me obrigar a ler e fazer um overview, vai ajudar até na questão do desapego.
Vai. Eu acredito, meio que retomando quase o tema inicial do episódio hoje, linkando os dois, eu acredito que esse excesso que a gente tem de jogos, esse monte de coisa que a gente tem para jogar, essa infinidade de PDFs na pasta, essa tuas crises, as minhas crises, essa sensação de ter mais jogo do que vida para jogar, isso tudo, isso é uma ressaca do período que a gente teve de 2010, que também era uma ressaca por si só do nosso período de infância, de adolescência, que a gente não tinha quase nada.
A gente sabe, o cara que é o famoso nunca comeu doce, quando come se lambuza. Aí você fica uma obsessão sobrecarregada, né? A gente ficou, é um para caramba, cara. Então assim, eu acho que a gente tá vivendo essa época. E agora, agora acho que deve vir uma outra época onde a gente vai ter que administrar esse tipo de coisa. O mercado vai ter que se adequar, as práticas, os hobbies vão ter que se ajustar para que a gente consiga lidar com esse tipo de coisa.
Ou vai vir simplesmente uma geração desencanada que vai falar que vai lidar com isso de outra forma por si só, sei lá. Porque eu não consigo ver, a gente tá com essa crise porque a gente é meio que o o elo perdido, entendeu? Mas talvez a próxima geração não vai ter esse volte o que era antes, você pega um jogo só e acabou, entendeu?
Porque, cara, inclusive vai ter uma parada que o Arcanjo e o Luciano estavam falando, e é bacana porque o Luciano trabalha em escola, então ele tá com essa molecada, né, com a juventude mais próximo no dia a dia, que é uma galera que tá preferindo voltar para mesa de jogo. Assim, eles têm todas as ferramentas online, eles jogam online, conheceram muita gente online, mas em dado momento é uma galera que tá deliberadamente escolhendo a proposta da mesa para, de forma ativa, desacelerar.
De hoje, a molecada, talvez eles estejam juntando os melhores dos dois o melhor dos dois mundos, cara.
Acho que é o caminho mesmo, entendeu?
Porque eles fazem, talvez eles tenham colecionismo sem crise, que o nosso colecionismo é com crise. Eles têm um monte de livro e fica lá com peninha que tá fechado. Talvez o cara vai ter um monte de livro na estante, vai estar felizasso, e ao mesmo tempo vai ter as ferramentas online para fazer amigos, vai assistir uma parada ou outra, mas vai preferir jogar um que nem antigamente na mesa, entendeu?
Vai chutar uma galera que lida, talvez lide melhor com consumo assim, porque acho que é muito da nossa geração também partiu daquela de, meu irmão, quando eu era moleque eu não tinha possibilidade de consumir as paradas que eu queria, só tinha na gringa. E quando só tinha na gringa era caro para caralho, não chegava aqui. E quando chegou, meu irmão, me dá tudo, 5 de cada, eu quero ter porque, porra, eu não tive, agora eu quero ter.
Eu acho que talvez essa galera que tá vendo isso agora É uma galera que vai falar, não, cara, eu consigo consumir só o que eu realmente tô a fim mesmo de ter na minha estante, não quero ter uma estante entupida de livro. Mas sei lá, eu inclusive eu já vi de galera mais nova de falar, cara, eu sou, por exemplo, mega fã de Ordem Paranormal, meu irmão, se o Cellbit, porra, abrir live 3 horas da manhã, eu vou botar despertador para assistir a live do Cellbit às 3 da manhã.
A Critical Role é no horário gringo, aqui começa meia-noite. Foda-se, eu vou dormir 5 horas da manhã para trabalhar, estudar no dia seguinte, mas eu vou assistir Critical Role. Só que o cara vira e fala, meu irmão, essa parte do Ordem Paranormal me satisfaz, eu não preciso comprar o livro do Ordem Paranormal e jogar o Ordem Paranormal. O meu grupo joga, sei lá, vampiro. Meu grupo joga Savage Worlds. Sim, doideira, né? Porque assim, se fosse a gente pensando com a nossa cabeça de consumidor, de moleque dos anos 90, que a gente assistia o programa da Xuxa e o intervalo era só propaganda de brinquedo falando compre, compre, compre, falava mãe compra, mãe compra, mãe compra.
A gente é de uma época que se os pais da gente visse algum brinquedo encostado, o pai chegava pra gente e falava assim, ó, final do ano vai doar, hein? Tu vai fazer o o catadão para doar tudo, entendeu? Molecada de hoje, cara, assim, não sei você, eu tenho pouco contato com criança, mas as crianças que eu conheço hoje em dia, elas têm pouquíssimos brinquedos. E às vezes tem condições de ter mais, tá? Porque a maioria é, ó, celular e videogame.
Então eles ali estão muito tranquilos com relação a essa coisa do consumismo, porque o que eles têm, eles realmente usam.
E não pode mais ter toda propaganda infantil, né? Que a gente tinha fobiou.
Eu posso estar falando uma baita de uma besteira aqui, mas eu acho que passou por essa porra.
Moleque, eu lembro até hoje, cara, dos intervalos comerciais que passava propaganda de Comandos em Ação, porque a gente era duro mesmo, cara.
Moleque, mas era os carros do Comandos em Ação andando sozinho e atirando. Aí uma mensagem desse tamanhinho assim: ah, esse preguiçoso não anda sozinho.
Porra, na minha cabeça eu tomando um cu, que era aquele carro que vai pular.
Caraca, o cenário da propaganda, né?
As pedrinhas Pô, perfeito, caralho! Eu queria aquela porra, os cara me vendia aquilo ali, sacou? Então você tinha mais esse desejo.
Eu acho que era porque a gente era ferrado de grana, cara, porque eu tinha uns amigos que tinham brinquedo para caraca e não doavam nada, só crescia, cara.
Não, eu só cresci quando era moleque, graças a Deus. Eu era fodido, mas eu era um fodido de uma família muito grande, então eu tinha muita gente para pedir presente. E aí, quando Comandos em Ação, por exemplo, Meu irmão, eu pegava o— tinha um panfletinho, né, que vinha todos os bonequinhos.
Sim, adorava aquilo.
Aí eu pegava os panfletinhos, eu ia de pessoa em pessoa: eu quero esse aqui, hein, eu quero esse aqui, porra. Eu tinha coleção maneira de Comandos de Ação.
Era muito bom, cara.
Eu tinha maneiro. Eu tinha o caça do Comandos de Ação, eu tinha a base do Comandos de Ação.
Pô, eu me lembro quando eu fechei a— porque Comandos de Ação tinha uma— teve uma época que lançava assim: é Comando Tigre, Comando Cobra, Naja. Aí, Força Tigre, Força Naja, Força Naja. Os Naja era do Cobra e os Tigre eram do G.I. Joe. Cara, eu consegui fechar dos dois lados as duas coleções, cara. E eu, caraca, assim, fechar os bonecos, veículo não consegui ter, mas eu tive um tanque que ele abria a cabeça no meio assim. Não sei se você lembra disso, cara, da Cobra sendo um triciclo que abria. Cara, era muito da hora. Agora divaguei aqui total na nostalgia.
Um RPG que eu quis experimentar da nostalgia era o do G.I. Joe. Tem, tem, e é maneiro para caralho. Assim, não sei se o sistema é maneiro, Mas o livro é bonito pra caralho, é novo. Eu, se eu não me engano, eu vou falar merda, vou pesquisar aqui, mas eu acho que é da— como é que é o nome, cara? É da Margaret Wise? Não, nome de uma mulher que faz— botar aqui, Dia e Joe RPG, cara. Livro é bonitão, mané.
Tá aí, cara. Eu acho que até algum movimento que algumas editoras estão fazendo, mas deveriam fazer mais, é trazer esses títulos assim, cara. Outro dia eu tava lembrando com vocês do RPG do Street Fighter.
Pô, do Street Fighter era maneiro, cara.
Era total, é total nostalgia. Não cabe hoje, na minha opinião, não cabe hoje.
Na época coube. Olha a capa do livro do, do, do DiU.
Nossa, é maneiro, é lindo, cara.
O livro é bonito pra caramba, é da Renegade Games, eu acho. Nossa, só que eu sei o nome da, de quem é autor, cara. É um sistema famosinho, pô. Eu vou achar pra não falar merda aqui, hein. Então eu ver, eu botar, eu faria uma, moleque, eu jogaria uma campanha de DiU de comandos e ação para caralho.
É muito, cara. Então eu acho que é baseado no jogo, cara. Se o jogo for bom, mas tem que casar o jogo bom, que nem a gente tá jogando da Marvel, o jogo é bom, mas essa porra, e a nostalgia, essa porra se baseia na nossa nostalgia.
Se tu pensar em G.I. Joe, aqueles filha da puta trocavam tiro há 5 anos, ninguém se acertava.
Ramon, sei disso, mas seja sincero, eu sei que, eu sei que, eu sei que X-Men não é ruim, tá? Não é só porque é bom por causa da nostalgia não. Mas seja sincero, se o RPG que a gente tá jogando de X-Men, o livro, fosse aquela mesmíssima mecânica, caiu meia aqui, um dadinho no meio, um, o outro é meia também e tal, mas não tivesse nada, é super-herói genérico para você fazer os teus X-Men, você pode fazer, mas o livro não vai fazer menção nenhuma.
Tu acha que ia pegar tanto? Cara, vende muito, cara. A gente só A mecânica, ela só sobressalta. A gente fala assim, a mecânica gostosinha, né? É gostosinha porque a gente gosta demais do lore. Porque se fosse só mecânica, é personagens, é imagem do quadrinho, brother. Eu, eu, dono de editora, vendo isso aqui, vendo PNP, investiria em RPG de Tartaruga Ninja. Tem, investiria, tem, né?
Tem.
Tartaruga Ninja mesmo, não é jogo de você pode jogar Tartaruga Ninja, Tartaruga Ninja, Tartaruga Ninja, entendeu? Investiria RPG do G.I. Joe, investiria RPG do Street Fighter, que hoje não cabe, na minha opinião, fazer um RPG de Street Fighter legalizado. Street Fighter é, como é que dá o nome quando é legalizado? Não, parece que licenciar, legalizar, licenciar Street Fighter com storytelling, muda mecânica toda, mudaria mecânica toda.
Arrumar, porque dizem, reza a lenda, que é a melhor mecânica do Storytel.
É búzios, cara, é búzios. Não, é legal, mas o problema, olha só, o problema, não, não, bota aqui embaixo, pode arrumar confusão, mas o problema que eu vejo é o cara que vai mestrar esse jogo, porque tu vai enfrentar um cara no meio do caminho, na rua, você precisa arrumar do nada umas cartinhas para colocar ali, tem que ter um nível de preparo muito grande, cara.
Hoje não pede, Thiago Rosa na rua, Street Fighter no PNP foi maneiro, foi a mesma maneira.
Aposto que foi, me lembro, me lembro mais ou menos como é que foi uma cena do hotel, vocês fazendo uma correria lá. Eu me lembro, eu me lembro, né? Era de ouro nosso aqui da RPG, do nacional, que com certeza o PNP faz parte. Mas assim, eu acho que hoje pediria uma releitura. Pô, o próprio Storyteller teve releitura, cara. Por que que não pode ter uma releitura do Street Fighter até para se distanciar do Storyteller, cara? Entendeu?
Porque Não cabe mais. Você tem lá o World of Darkness, cenário World of Darkness usando aquele sistema. Tu vai fazer o quê, um V5 Street Fighter by V5? Não faz sentido, entendeu? Eu achava que devia fazer um RPG com licença Street Fighter. Tem vários jogos que dá para jogar Street Fighter. O Cadence, como é que é aquele do Thiago? Cadence dá para fazer, entendeu? Um monte de jogo dá. Eu tô falando um licenciado para tu olhar assim, olha a ficha branca.
A ficha do Honda, ficha, isso pega, entendeu? Street Fighter tem a boneca, até ter a base para você fazer teu personagem se você quiser. Mas você ter aquele livro que você olha assim e você vai jogar campanha, você cruza com Sagat, você tá de brincadeira comigo, velho.
Venderia, venderia para caralho, venderia igual água, venderia para caralho, venderia igual água, igual fazer RPG de anime para cara. Não sei por que todos os anime pica não tem um RPG igualmente pica. Pois é, cadê o RPG do Dragon Ball?
E agora é o momento do Naruto. E agora, caraca, um RPG Dragon Ball ia ser sinistro, hein?
Lore pra caralho. Naruto tem lore pra caralho. One Piece tem lore pra caralho. Aí vão falar, ah, mas tem um RPG que dá pra jogar isso.
Não, eu tô falando de uma parada licenciada.
Se tiver um RPG de One Piece, até, mas tá, foi lançado na Coreia em 2019 ou no Japão. Irmão, eu quero em português. Cadê aqui? Cadê na New Order, na Luz Negra? Cadê aqui pra eu comprar em português? Não tem, irmão.
Exatamente. Caraca, é verdade.
É foda. E é outra parada que tu sabe que vai ter público. E sabendo que vai ter público, muito provavelmente a galera vai botar pra ver mesa.
Coloca aqui embaixo aqui. Nos comentários qual RPG que você gostaria que não tem. Vai ter muita gente vindo com coisa que já tem.
Ó, mas casa com aquele episódio que a gente fez das séries, né. Qual série, qual franquia você queria muito que tivesse um RPG e não existe? Deixa aqui no comentário.
É, coloca aqui embaixo aqui.
Que franquia, mas não vem com porra, bagulho obscuro não.
Ah, eu assisto um anime lá que não. Tem que ser um anime coreano underground.
Foda-se, tem que ser um bagulho que seja massivo, cara.
Um RPG de One Piece, mas é vender tanto. Imagina mecânicas para os frutos. Então, mas eu vou botar agora aqui, ó, One Piece RPG.
Vai, alguém vai ter feito em algum lugar do mundo, vai ter fanmade, mas deve ter uma oficial. One Piece RPG, botei aqui, One Piece RPG. Porra, Sistema Vontade dos Mares, foda-se nessa merda não, cara. Não tem um RPG de mesa de One Piece. Sou fã de One Piece, tem alguns há algum tempo. Homebrew, cara, Fizeram um homebrew pra 5ª edição. Pô, essas porra que me emputece, sacou? É, o cara vai forçar na 5ª edição.
A gente não tá mais nessa época, isso a gente não tá mais anos 90, gente. Tem que ser mecânica própria pro lore, porque é o que eu vivo falando. Amon já concordou comigo uma vez, não sei se ele ainda tem essa opinião minha. O jogo que ele é só cenário, só história pra caraca, e o sistema é merda, é melhor você ler um livro. E jogo que ele, o cenário é merda e só tem mecânica, é melhor jogar um board game. RPG tem que casar os dois direitinho, tem que ser uma mecânica que conversa com lore, entendeu?
Você pode não gostar de Mutant, mas na minha opinião Mutant ele casa muito bem. Se rola o dado, você tá sentindo que é pós-apocalipse. Pô, que merda, vou ter que rolar de novo, não quero rolar de novo, entendeu? O Exit 6 também casa bem pra proposta. Entendeu? Tem um monte de jogo que casa bem com proposta por aí, cara. Hoje jogo, na minha opinião, que é só uma skin, cai muito no meu conceito, cara. Isso novamente parece que a gente tá falando propaganda da editora.
Tragam, por favor, um dos nossos patrocinadores, tragam Marvel para o Brasil. O jogo, a mecânica, que ela não é grandes coisas, a gente já falou que ela, o cenário fala mais do que a mecânica, mas a mecânica é simples e ela conversa com cenário. Ela tem um negócio dado meio a meio, ó, para quem conhece X-Men, o meia é o meia, entendeu? Cara, eu acho maneiro.
E entra o combate, combate vira um combatezinho tático bacana, tipo um D&Dzinho que, pô, tu vai usar o poder. E tá jogando X-Men, por exemplo, né? O Ciclope, ele tem os poderes, os poderes que dele quer dar ajudação e força de liderança.
E tu vai pensar assim, ah, o Ciclope só tem o laser óptico. Não, pô, eles conseguem preencher bem os poderes do Ciclope.
É muito maneiro isso. Então, se você ficou até agora, assistiu esse episódio nosso aqui achando, meu Deus, vai ser um filho, não vai ter nada para falar, olha a quantidade de coisa que a gente já falou, quantidade de ideias que a gente deixou. Então, se você não deixar um comentariozinho para gente, deixar aquele like maroto que ajuda demais o vídeo a chegar para outras pessoas, você, pô, vai estar vacilando com a gente. Neomar falou, ajuda nós da nossa era de ouro do seu coração.
Coloca assim no comentário, assim, ó: vai ser a de ouro se vier o jogo da franquia tal.
Coloca aí embaixo aí. É isso, tamo junto, valeu, até a próxima, forte abraço, pessoal!