Fuga 175: Star Wars: Episódio 3 - A Vingança dos Sith
Aproveitando a proximidade do May The 4th de 2026, os hosts Gustavo e Marcelo recebem mais uma vez o convidado Davi para um papo sobre A VINGANÇA DOS SITH, o ato final da trilogia prequel de Star Wars!
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- Star WarsDireção e CGI de George Lucas · Roteiro e diálogos do filme · Atuação de Hayden Christensen · Personagem Palpatine/Darth Sidious · Personagem Obi-Wan Kenobi · Personagem Anakin Skywalker · Personagem Padmé Amidala · Morte de Dooku e The Clone Wars · A queda de Anakin para o Lado Negro · Conflito político e religioso em Star Wars · Simbolismo da democracia e ditadura · Cenas de ação e coreografia de lutas · Luta entre Obi-Wan e Anakin em Mustafar · Luta entre Yoda e Palpatine no Senado · A morte dos Younglings · O papel de Jar Jar Binks como consequência · A tragédia de Anakin e a redenção em Star Wars · Comparação com outros filmes de Star Wars (Episódios 4, 5, 6, 9) · Influência da Guerra do Vietnã e governo Bush · Star Wars como reflexo da cultura ocidental e cristianismo · Andor como exemplo de Star Wars adulto
Bem-vindos a mais uma fuga. E hoje, no programa mais próximo que a gente tem aqui do May the 4th, ou também pode ser Dia de Star Wars, se você quiser, vamos finalmente encerrar um ciclo aqui, né? Falando sobre Star Wars Episódio 3, A Vingança do Sith.
Pois é, dois dias, né? Estamos aqui falando do filme no dia 2 de maio Mas o bom É que eu assisti esse filme realmente Procurando um motivo pra tocar Duel of the Fates, e toca Perfeito E também, né, outra coisa que a gente tem que Pontuar aqui, que a gente não poderia Encerrar o papo sobre a trilogia prequel Sem a presença do maior fã de Star Wars Do Brasil
Senão da Galáxia, né? Senão da Galáxia, que também esteve aqui com a gente Nosso programa sobre episódio 1 e episódio 2 Davi está aqui novamente
E aí, pessoal, muito bom falar com vocês sobre Star Wars, numa galáxia tão tão distante. O nosso expert, né? Os credenciais dele, o cara assistiu a Colite. Então, né? O cara é PHD. Doloroso, viu? Doloroso. Eu só tô em falta com Star Wars na terceira temporada de Visions. Só essa que eu não vi ainda. O resto tudo de Star Wars eu vi.
Não, e um semi-convidado novo na nossa saga aqui de Star Wars, porque é uma saga, né? Sim. Vai ser o Gustavo Otimista. Porque finalmente, depois de dois anos falando de filmes bem merdas, a gente vai poder falar de um filme bom de Star Wars, sabe? É, sim.
Faço até aqui um aviso, né? Que quem quiser saber as nossas opiniões, né? Como o Chá acabou de falar aí, né? Filmes merdas. Mas aí tem eu e o David falando também, né? Será que nós achamos merdas também, né? É, mas bora lá. Episódio 1 foi que episódio do Fuga? Foi o 72. E o episódio 2? Foi o Fuga 124.
Hum, ok. Então tá com um espaçamento gostoso. Porque a gente faz nessa data festiva, né? Exatamente. Dá até pra dizer que é um marco também, né? Porque ano passado o filme completou 20 anos. Verdade. Eu estava lá no cinema pra assistir. Pois é, eu e o Davi a gente assistiu no cinema. O Felipe foi também. Foi muito massa. Foi uma experiência que reconfigurou minha mente em relação a esse filme, inclusive.
forte. Sinopse básica, né? Aham, bora lá. É um filme que ele finaliza a fase prequel do Star Wars, né? Sim. Na teoria, no plano do gênio, do deus George Lucas, desse filme ia pro episódio 4.
Então a gente tá vendo um mundo Paz e amor no episódio 1 e no episódio 2 E o medo acontece Nesse que vai pro mundo Distópico Galáxia suja do episódio 4
É verdade, boa pontuação, porque realmente, a estética é muito diferente, né? Todo mundo destaca isso. É, e esse filme, eu acho que o gênero dele, porque, de novo, o Star Wars pra mim não é sci-fi, ele é fantasia. Sim. E nesse caso, esse filme é uma tragédia.
Sim. Tragédia com T maiúsculo. T maiúsculo. Não, e eu digo mais. Não existe blockbuster que retratou uma tragédia tão efetivamente quanto Jorge Lucas conseguiu com o episódio 3. Pois é. Eu já tenho um comentário sobre isso na parte com spoilers. Obviamente o filme está na Disney+. Pois é. Se o filme é da Disney, vai ser da Disney pra sempre. Não era na época, mas agora é. E você foi avisado, vai lá e depois volta.
A partir de agora, spoilers. E o maior spoiler de todos, Anakin Darth Vader. Vixi, mano.
Esse negócio que tu falou aí Do filme Blockbuster com tragédia, não sei o que A sorte dele É porque esses filmes, né Eles são episódios, é uma temporada de nove episódios Né Ele tem a sorte de ter todos os episódios E ele poder ser um episódio só focado em tragédia Sabe? Porque muito da tragédia dele é tipo Caramba, isso vai causar isso Ou caramba, isso veio disso Que a gente teve nos time jumps pra trás e pra frente Ao redor desse filme E aí
É, isso que eu acho legal Esse lance de... O 3, ele é um trabalho ingrato também Porque ele tem que fazer essa coisa, né? De você finalizar a trilogia Ao mesmo tempo você tem que conectar com os clássicos É um trabalho ali Até de design da coisa, né? Porque o filme tem que tentar desenhar Já algumas coisas que já existiam
E de tudo, né? Design de lore, design de economia, arquitetura, história. É, uma antropologia completa. É. Coisa de nerdola. O cara quis jogar D&D, quis criar a maior campanha da história. Mas assim, eu acho que, de cara, quando começa o filme, eu já acho uma diferença gritante em relação ao 2, por exemplo, que eu acho que no 3 o Jorge Lucas conseguiu dominar o CGI, assim.
pergunta elogio aqui. Esse filme é dirigido pelo Jorge Lucas? Sim, sim. Escrito e dirigido. Cara, escrito parece. Dirigido, não. Esse começo, esse primeiro ato, eu falei, peraí, peraí. Esse aqui foi alguém que chegou pra ele e falou começa assim. Não pode isso aqui ter sido uma ideia do cérebro daquele queixo, sabe? Uhum.
Assim, episódio 1 e episódio 2 Sempre teve aquela discussão em torno do visual do filme Tela verde, o CGI Que não é bom, não sei o que Até pra época, imagino que foi controverso Mas, vendo o 3 É muito gritante, tipo, é digital Na tua cara direto, CGI pra tudo que é lado Só que tá fazendo um cena de ação Que funciona, sabe, as naves É muito maneiro, sabe, o começo
É, chegou na geração PS4, né? É. É porque o lance do... A gente até falou isso no episódio 2, né? Do Fuga. Que é esse lance de ele utilizar pro cinema uma tecnologia de câmera HD, né? Que é essa coisa do 720p que a gente vê no YouTube hoje, que é, né? Assim, super comum, né?
Hoje, se chegou no 4K, na época, o 720p já era HD exaço, assim, até onde eu sei. Então, ele botou isso, não, vou usar isso aqui, esse de câmera digital, com esse efeito visual, vou inovar aqui alguma coisa. É. Aí, no 3, ele já consegue organizar, né? Eu acho que é organizar a questão de profundidade de campo, aquelas coisas de não parecer uma imagem tão artificial quanto no 2, que é bem mais chamativo, né?
O começo, ele já joga na tua cara. Sim, sim. Aquela cena que tá com as naves, não sei o que, não sei o que, aí a câmera vira e você tá vendo de fora do planeta pra dentro. Você consegue ver as camadas de batalha. Puta que pariu. Daquele momento pra frente, eu grudei. Claro, uns 30 minutos depois eu desgrudei, mas daquele momento pra frente eu grudei, sabe?
Esse lance geográfico, ele é muito bom. Assim, eu acho que no 1 ele vacila um pouco, mas ele já era muito bom nisso. Mas as melhores coisas de George Lucas é isso. Eles gostam de botar uns ângulos, assim, tipo, de cima pra você entender a questão espacial da coisa, né? Assim, é uma coisa... Sim, é. E hoje em dia, em filmes de ação...
Ou filmes em geral. Cara, tem diretor que não sabe fazer isso. Não sei porquê, assim. Isso é uma coisa que o cara fazia no começo do século XXI. Tem filme que você não entende o que tá acontecendo. Você não sabe onde é que o personagem tá. Você não sabe totalmente fora de centro geográfico. Isso é uma coisa básica do cinema. Tanto que quando você tem filmes bons de verdade, né? Você sabe muito bem onde é que o personagem tá e tal.
Ele consegue fazer isso com... Não, isso é básico de duelo de Sábado e Luz. Isso, pois é.
Não tem uma briga que você fica, peraí, o que tá saindo? Não sei o quê. É bem claro. Mas também, tipo, a coreografia é bem ruim, né? Até desse, a coreografia de briga é ainda bem ruim. Só no momento de Mustafar, que eu acho que eleva. Mas briga épica de imperador com Yoda é uma tristeza.
Eu acho que esse negócio que o David tava falando de digital acho interessante porque vale lembrar também que o Jorge Lucas tava desbravando um campo ali, né? Não era uma coisa que nem hoje em dia que qualquer filme tem um monte CGI, né? Mas assim, entrando mesmo no filme, eu acho que ele já começa bem porque essa sequência inicial, sei lá, uns 20 minutos, né? É muito longa. Ela é muito interessante porque tem a parte das naves, né? As batalhas espaciais, que é muito maneiro.
Depois tem o Obi-Wan e o Anakin numa missão que eu acho muito interessante porque a partir desse momento, porque você tem filme que a introdução é só pra meio que ressituar o espectador, ainda mais sendo uma continuação, né? E aí a partir desse momento inicial, você pode começar a desenvolver o resto do filme. Mas nesse filme, de cara, o George Lucas já botou a coisa mais impactante, que é o Anakin matando o cular, né?
É, eu não sei como que tava a cabeça desse cara. Eu não tenho nem que sei como é que tava o mundo em questão da Clone Wars, né? Da série que ela tinha lançado, não sei o quê. Porque vendo agora, com a cabeça de hoje, essa primeira cena tem muito a vibe de caramba, eles quiseram botar o final dessa grande guerra em live action. Que foda pra gente, sabe? Mas na cabeça de 2005, né? Que saiu? Sim, em 2005.
Não tinha, né? Tinha tudo isso pra galera ter essa vibe de que era um final épico de alguma coisa? Não, não tinha a série da Clone Wars. É legal tu falar isso, porque... Não é aquela do Samurai Jack não? Do cara do Samurai Jack? Agora tu me deixou na dúvida. Talvez tivesse. Mas uma coisa que tu falou é interessante, porque realmente a morte do Doku, ele é um marco da guerra, né? E você não viu a guerra. É, pra gente é tipo, caramba, o cliffhanger do passado é o cara fugiu. Mas não se preocupa, nos primeiros 20 minutos desse o cara já morre.
Não, pois é, o que eu acho legal do Star Wars, assim, e eu acho que essa é a coisa que a gente precisa sempre colocar em pauta, assim, nos filmes, né, é que eles são episódicos. Eles estão acontecendo a partir já de uma história em andamento. O episódio 4, de 77, ele é assim. São duas naves perseguindo a outra. Você tem que entender o backstory, ah, por que uma nave tá perseguindo a outra? Por que esse robô tá levando informações de uma estrela da morte?
Que estrela da morte é essa? Tá entendendo? Então, tipo, é sempre uma... Você já entra numa explosão de uma guerra, né?
Tem sempre guerra nessas estrelas. Isso, exatamente. É o título, né? É muito óbvio, né?
Exatamente. Então no 3 ele é mais óbvio ainda, já tá acontecendo Guerra das Estrelas, literalmente, né? É, eu acho legal porque ele discute o pós-guerra, né? Muito mais. Isso. E aí é legal porque tu falou do Dokkan e o The Clone Wars, ele é totalmente baseado em chegar nesse filme. Tanto que hoje tudo que é de Star Wars, que vai ficar agora cada vez mais com a cara do David Filoni, né? Porque ele virou o presidente agora da Lucasfilm. Ou seja, colocar histórias nos buracos que existem entre os filmes, né?
Mas é interessante tudo isso. O Dokkan não tem uma intensidade da morte do que é você assistir The Clone Wars e você chegar no filme. Realmente, tem uma diferença gritante. Só que, como o Marcelo falou, pro Anakin, a morte tem uma intensidade, porque ela é parte de uma tentação, né? O cara, do it, do it. Mateu, né? E aí é que começa o negócio, fica drástico pra caramba. Por isso que ele é marcante pro Anakin, não pro Dokkan.
Acabei de falar bem da direção do cara nesse filme, né? Mas o roteiro desse filme é muito ruim. Tipo, as falas são muito ruins. Eu me lembro o Mark Hamill, nos anos 70 ainda, falando o que que fala assim? E realmente, acho que muito do que...
cria apatia minha para o Anakin, tipo, não fico, caramba, o pobrezinho ele tá destinado a uma tragédia. Nem um segundo, porque ele fala de uma maneira muito esquisita, Hayden Christensen não o manda muito bem. Tipo, essa cena aí, do começo...
Ela todinha é muito foda. Eles entrando, não sei o quê. Eu até falei assim, caramba, projeto dos sonhos de Star Wars. Um mistério em Coruscant, body cop de Jedi, sabe? Sim. Muito foda. Mas quando começa esse negócio aí, tipo, eu não posso. Do it.
É tipo, caramba, ele já é evil, já mostra... Se bem que já é um resumão do filme, né? Já mostra que o Anakin vê algumas coisas, mas ele é muito burro, muito cego, porque ele fala, eu acho que agora a gente vai usar paciência, não sei o quê. Eles começam a você ver, caramba, o cara tá mais foda. Mas ele não vê o cara vozinha de vilão?
É porque ele acredita muito no chanceler, né? No 2, ele tem essa coisa do... Ah, o chanceler é importante e tal. Mas isso que tu disse, assim, ah, tipo, é estranho. No 3, ele meio que também vai mostrando que eles ficaram muito amigos, né? Que o chanceler, ele é muito importante pra ele. Que ajudou ele a crescer como Jedi e tal. Então, meio que o filme vai explicando um pouco. Mas ele começa meio que já evil, né? Meio que do mal, assim. É verdade.
No Clone Wars tem a senhora deles tomando cerveja, acampando junto, alguma coisa assim? Cara, não nesse nível, mas tem eles ficando bem próximos mesmo. Aham. Mas assim, esse filme, ele acaba sendo bem superior ao episódio 1, episódio 2, não só porque o Jorge Lucas tá dominando muito melhor o CGI, mas também porque essas coisas que, assim, querendo ou não, tem o fato do Jorge Lucas não ser um bom diretor de ator, mas também tem o fato do...
próprio tom que ele tá querendo pra história. Então, já é um tom que é mais teatral e sei o que. Tanto que eu sempre dou o exemplo, né? O ator que faz o Palpatine, pô, ele engole o papel, tipo, é teatral, é exagerado, e ele manda muito bem. Aí tu tem o Hiddleston, que é um tijolo. Nossa! Só que aí, por que que eu acho que acaba funcionando o personagem do Anakin especificamente? Tipo, as frases são esquisitas e ele também não ajuda, né? Mas eu acho que, nesse filme...
O George Lucas, eu sinto ele mais objetivo. Em que sentido? No episódio 2, o drama dele, ali você tá dependendo muito da troca do Redekristen com a Natalie Portman, com a Admir. Sim. E também dependendo muito da atuação, no sentido de tu ter que ver ele sofrendo, tu ter que ver aquilo ali pra tu comprar o barulho dele.
No 3, eu acho que tá mais objetivo no sentido de, ok, tem o drama do Anakin e tudo, só que além de ser o drama do Anakin, ele tá meio que sendo um avatar do ponto de virada. Ele é uma peça-chave pra aquilo ali.
O bom e o ruim do filme é que... O bom, né? O filme é inevitável. É, isso. Em algum momento, nessa prequel dele, ele teria que mostrar o momento que tudo deu merda, todo mundo se separou, os jedis não sei o quê, não sei o quê. E o ruim do filme é que, ok, ele tem esse esqueleto, essa trama realmente acontece no filme. Ela...
De vez em quando tá bem atrás do que realmente tá acontecendo, de vez em quando você tá lá, junto com momentos chaves e tudo isso aí, não sei o quê. Mas, na maioria, os momentos... Eu tô falando, acho que literalmente só de diálogo. Tipo, o Delin Villanueva falou que não gosta de diálogo, sabe? Eu acho que só os momentos ruins mesmo são os momentos de diálogo. Eles são muito fracos, sabe? Tipo, até o Yoda, ele fica muito...
também é um filme de criança, né? Mas, de novo, ele volta... Esse vai ser um tema da trilogia pico, né? Ele ainda é, junto com o primeiro e com o segundo, um filme que é infantil, com aspas, porque ele é muito político.
você estava falando disso, me lembrou que o começo uma coisa legal que eu acho que vocês gostaram também é a relação do Obi-Wan com Anakin que eu acho que é o que engreina o começo do filme, porque você vê eles numa relação mais, sei lá, engraçada mais leve e tal, naquela densidade que tinha no segundo filme eles já eram meio engraçados, mas eles já estavam meio tensos e tal é verdade
Aí no 3 ele começa meio leve. Aí pegando o que o Marcelo falou, como ele é o avatar do ponto de virado, né, e tal, o filme todo é como Obi-Wan está reagindo ao Anakin mudando, né? Sim. Por isso que eu acho que as coisas ficam mais objetivas. Porque você começa o filme, você já sabe que o negócio tá indo errado.
Quando ele matou o campo, alguma coisa vai dar errado aqui. Você tem o som, né? A trilha sonora que vai também dando essa temática e tal. Aí é a questão de expectativa. Você já sabe que o cara vai virar o Darth Vader. Ele meio que é um filme que já tá preparado o terreno. Sim. Então, de certa forma, a história também é mais simples de você lidar com o ator nesse sentido. Não, óbvio, você vai ter essa derrocada aqui. Então, ele já tem um foco diferente de tudo.
2, que ele precisava de um desenvolvimento, de, ó, você é uma pessoa ambígua, você é um jovem promissor, mas você também tá se tornando um vilão, entendeu? Tipo, já é um trabalho um pouco mais complexo, né? O episódio 2, ele já teria que ele trabalhar um pouco melhor a atuação, né?
Eu acho muito interessante que, por exemplo, o Gustavo falou aí que as ações de diálogo são complicadas e de fato, o João Lucas não é o melhor roteiro do mundo e também fica devendo direção de ator, então eu acho que também existe um fator de a pessoa comprar ou não a vibe do filme, mas eu acho que também tem uma questão que é o seguinte, nesse filme por mais que de fato eu concorde que tenha umas frases que ficam muito esquisitas e tudo, tipo assim
Querendo ou não, é o mesmo cara que escreveu os outros dois filmes anteriores que tem os mesmos problemas. Sim. Mas uma coisa que me chamou a atenção, que até o Davi falou que eu achei interessante, que tem muito que tu vê a observação do Obi-Wan em relação ao mudança do Anakin. Tem muitas cenas, principalmente as cenas do Anakin com o Conselho Jedi, que eu acho que elas são interessantes no sentido de valorizar muito meio que os silêncios de... O Anakin chega lá, o Chanceler mandou o Anakin e disse que o Anakin é pica.
Aí você fala, mas tu não vai ser Jedi, tu vai estar no conceito, mas tu não vai ser Jedi, não vai ser o mestre. Tipo assim, aquelas cenas, tu consegue sentir um tipo, putz, essa palavra pesou na cena, sabe? Tu vê o Obi-Wan olhando assim, então eu acho até que na direção ele valoriza um pouco mais essas reações, sabe?
Sim. É, acho que os atores fodas carregam muito, mas na questão que tu falou de direção de ator, eu acho uma pena que a atuação do Samuel Jackson tá horrível nesse filme. Ele tem umas falas que parecem robóticas, ele tá tipo memorizei-se agora, deixa eu te falar aqui rápido, pra não esquecer. Sabe alguma coisa assim?
ele fala, o fulano de tal está lá e ele está esperando a gente, não sei o que, não sei o que tipo, ele está dublando, que voz é essa? é que tá, eu acho que às vezes combina com o tom da trilogia mas às vezes claramente é problema de direção do Joy Luz
É, aquilo que falei no episódio 2, mas acho que talvez aqui fique um pouco mais claro com alguns outros exemplos. Por exemplo, os episódios clássicos. Por que o Hans Solo é tão chamativo, né? Porque o Harrison Ford, ele comentava sobre o roteiro, igual o Mark Hamill, enfim, todos os atores. Mas o Harrison Ford, ele fez o roteiro se tornar mais realista. Provavelmente ele improvisou algumas cenas.
Mesmo o George Lucas pegando o pé, claramente o George Lucas era o nerd e o Harrison Ford era o valentão. Então, ó, respeita a minha fala, entendeu? Em algum momento, eu tenho certeza disso. O que eu quero dizer com isso é que era uma interpretação realista. O grande foco que a gente consegue gostar dos clássicos é porque eles conseguiram fazer com aquele roteiro muito expositivo, com nomes totalmente esquisitos, eles conseguiram, os três juntos, fazer uma coisa minimamente realista.
Os Prelúdios, como é totalmente cara do George Lucas, assim, num nível absurdo, Então, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora
Você perde muito o realismo, né? Sim, sim.
Só que tem atores que não sabem fazer isso. Só que no 3, o que eu acho legal é porque como o George Lucas tá conseguindo organizar melhor o filme, na montagem, com o digital, essa coisa toda, é como se tudo meio que ficasse harmônico, assim. Eu consigo ver, por exemplo, essa fala do Samuel Jackson, que realmente é muito robótica, ele tá tentando mostrar claramente naquele momento que o Samuel Jackson, ele é o Jedi mais odiado desse momento.
Pelo menos pelo Anakin, entendeu? Então, assim, ele consegue nas cenas, mesmo com falas muito ruins, eu concordo, pelo menos,
Não é nada realista, são falas totalmente nada interpretadas direito. Mas o tom da cena, em que a fala tá sendo colocada, eu acho que, pra mim, pelo menos, quando eu vejo esse filme, ele não me afeta tanto quanto o 2, por exemplo. O 2, quando eu revejo, apesar de eu até gostar do filme, mas às vezes me incomoda porque eu não acho que tá integrado na cena. Mas no 3, não. Por exemplo, o Marcelo falou da questão do silêncio.
Cara, tem uma cena incrível, linda e maravilhosa desse filme, que é quando o Anakin está olhando para a janela, ele chora, né? Ah, sim. E a Padmé está do outro lado também e, tipo, cara, tem uma... Tipo, parece um filme cult, assim, do nada. Tem um momento que ele bota só os carros em Coruscant e você sente um peso colossal. No cinema fica ainda mais forte isso. É verdade. Você sente um peso colossal que alguma coisa vai acontecer, assim, horrível, entendeu?
É, mas a conversa deles, a atuação dos dois, é muito ruim. A Natalie Potter é um dos poucos casos desse filme, ela junto com o Samuel Jax e isso aqui, que não se aguentam. Tipo, o Ian McGregor, ele consegue lutar contra a correnteza do George Lucas, sabe? É, ele é bom. O Ray the Critics, ele tá Lazy River, sabe? Ele tá nadando na correnteza.
Mas é porque o papel do Obi-Wan, ele é do racional, né? Então, ele fazer um papel mais realista faz sentido. É, mas a Natalie Potman, ela tá horrível.
É, a Natalie Post, por exemplo, a cena que todo mundo reclama, né? You break my heart! Não é que a cena que todo mundo reclama porque ela parece muito exagerada. Não, mas todas as cenas dela, é sempre tipo, ela chega lá e fala O que foi, Anakin? Me diga! Tipo, é sempre esse negócio... Nossa, é porque também... Eu não sei, eu não sei se o George Lucas consegue roteirizar mulheres, né? Mas ela é... Cara, eu até sei de creeps que ela é muito mais foda do Clone Wars.
Ah, sim, com certeza. Não, com certeza, sem dúvida. Isso aí no Clone Wars, ela cresce como personagem. Porque eu sinto que em todos, menos, sei lá, no primeiro, aquele primeiro ela tá lá usando arma e não sei o quê, ela é muito boring, sabe? Tem nada, sem sal. Ah, sim, sim. Mas outra coisa que eu ia destacar, assim, que eu achei interessante, é que, como o Gustavo Davi já falou aí,
tem um ponto final muito definido, né? Anakin virou o Darth Vader. Eu acho que o Anakin, ele funciona 100% mesmo quando ele fica totalmente evil. Mas até lá, o que é que eu acho que ele se torna um personagem mais empático? Porque assim, eu acho que o drama dele no episódio 2 é bom. Querer se encontrar com a mãe, tudo é um drama bom, mas as cenas, o Redekrist não ajuda. Agora no 3, eu acho que conserta um pouco isso, porque ele estabelece um objetivo pro personagem, que é no começo ele descobre que ele vai ser pai.
Então tem esse objetivo, ok, eu vou ser pai. Então já muda o cenário dele, a relação dele com a Padme. Então introduzir isso nesse filme e nesse filme mesmo, estabelecer uma ameaça que ele sente em relação a essa situação, tipo, ele fica sonhando que ela vai morrer, os filhos, não sei o quê. Eu acho que no filme em si que você está assistindo, torna muito mais urgente o balanço dele.
Saber como ele vai ser, né? É, tipo, aquele papo do Palpatine de, tipo, ah, a história do Death Plagues, não sei o quê. Nos outros filmes, eu consegui entender a intenção do George Lucas de, tipo, ó, eu vou trabalhar esse personagem pra tu ver ele se interessando pelo lado negro e tudo.
nesse eu acho muito mais objetivo e de novo, não depende tanto do Ridiculous, porque ele é um tijolo mas aí ele contrasta muito mais com o Palpatine que eu acho que é um ator foda, eu acho que de todos os personagens do filme, ele é o que melhor lida com essa coisa teatral absurda do George Lucas e por ter mais interação dos dois eu acho que equilibra melhor, sabe? o personagem
Sim, não, é com certeza. Eu acho que, por sinal, aquela cena que ele conversa, que é uma cena, assim, totalmente obscura, né? Um negócio meio roxo, meio bizarro. Ele conversando com a Anakin, essa cena, eu tenho a sensação de que ele fez uma montagem ali, muito imperceptível, o Jorge Lucas, porque ele gosta muito de montagem, né?
Eu acho que ele pegou a cara do Anakin e ele travou ela. Porque eu acho que ele não tinha muita reação pra fazer. E ele só botou o Darth Sidious, né? Ele falando e pronto, vou botar só o Atobon e o outro ele vai ficar parado aqui. Porque se tu perceber, parece um loop da cara do Anakin.
Não, pode ter sido. Tipo, o George Lucas é o rei criar o filme, né? Na edição. Então, ele pegar e falar assim, ok, as reações do Raiden Christian estão uma merda. Bora fazer o seguinte, cola no Imperador e no momento que cortar pro Raiden Christian, bora procurar uns dois, três clipes aí que dá certo pra gente usar toda a vida. Eu tenho quase certeza que foi isso. Eu tenho... Nossa, é verdade. Parece muito. E aí ele consegue controlar a cena, entendeu? Ele, não, não, eu quero que seja essa reação aqui.
Não, eu acho até bonito o Marcelo falar que o Imperador aí, a atuação do cara tá boa, não sei o que, não sei o que. Porque se te pensar assim, a saga é sobre esse cara, né? Quem tem que tá mandando bem é ele. É, não, mas tipo, eu me refiro também a ele tá mandando bem, tudo é coisa da sedução, né? Com o Anakin. Mas tipo, quando ele vai pras partes mais extremas, ele fica o good, aquela coisa bem escurada assim.
Ao mesmo tempo, aí eu acho que também tem a questão da fotografia, da música que sobe, isso aqui. Ficou muito foda, sabe? É um cara que não tem vergonha do ridículo naquela cena e a essência do camp é isso, né? Não, e uma coisa que eu acho massa no escrito que o Marcel tá falando é porque o filme ele consegue desenhar muito bem a ideia do mal. Quando eles vão conversar naquele corredor, tá tudo muito vermelho.
Não, até quando o Danaki vai chegar, a sala inteira é cinza ou preta e tá aquele corredor vermelho, assim, sabe? Exato. O design desse filme, ele consegue dar aquele sentimento de mal, entendeu? Tipo, a cena quando ele se torna, né, o imperador, ele, ah, você é o Darth Vader e tal. Cara, aquela cena assustadora, assim. Aquele olhar, aquela coisa, nossa, eu tenho medo até hoje. Eu assisto, assim, nossa, aquela voz, assim. É muito creepy, muito estranho aquela cena.
Mas com esse negócio que você falou aí, do mal O Obi-Wan até fala, né? O Chancellor é evil, né? É É bem direto, né? Evil No olhar da força Que é o papai do Anakin E ele é o Chosen One Equilibrio, não sei o que Sim, sim
Ele é evil, mas o filme apresenta pra gente... Tipo, eu que acho nesse filme, em vários momentos, pensando... Um What If animado de Star Wars iria muito mais longe do que um da Marvel, sabe? Tipo, e se eles trocassem os gêmeos? Que é muita vitória, né? Qual que vai pra qual lado? Sim. Mas a questão do imperador, né?
E se ele mantivesse o negócio? Se ele fosse só um cara que não fosse 100% evil? Não, ele é evil, mas na questão geral, bom pro universo, né? Se esse for o argumento da força, que tipo, o equilíbrio é que tem muita gente boa, tem muito Jedi. Se deixar aqui um orif, é... Eles realmente irão dominar tudo isso aqui. Iam ter 300 mil Jedi. Sei lá. Entendi, entendi.
Não, porque aquele negócio, tem até a teoria de, tipo, ah, o Anakin tava destinado a equilibrar a força. No final ele equilibrou, ficou dois Jedi, o Obi-Wan e o Yoda, e o Palpatine e o... Tanto que quando o Doku morre, passam as cenas e tem o... Acho que é o Grievous que tá conversando com o Palpatine, ele fala assim, ah, não tem problema, logo, logo voltou um novo aprendiz. Então, tipo, até a morte do Doku foi planejada pra o Anakin substituir, sabe?
Mas assim, vamos lá. O que o George Lucas explica sobre o que é essa coisa do lore, né? A questão do equilíbrio não é número de Jedi e número de Sith. É assim, o que ele fala, né? O Sith é tudo que é ruim, tudo que é, sei lá, pecado. Tudo que é bom deve ser o Jedi. Só que qual é o problema? Dentro do episódio 1, você vê uma corrupção do Jedi. Então o equilíbrio do Anakin não é exatamente o mal vencer, e sim os Jedi hipócritas morrerem, entendeu?
Mas acho que o filme é meio bipolar nesse negócio de tipo... Ok, eles são hipócritas, mas eles têm motivações boas, né? Nenhum deles é evil, ou então tipo, compra o negócio que o Papatinho tava vendendo. De eles vão dominar a república, não sei o que, não sei o que. Tipo, vocês acham que em algum momento ia ter um golpe de estado com os jedis dominando tudo? Acho que não, né?
Então, o ponto é que existe um desenho político, e é por isso que o 2, ele ajuda nisso, assim. Que a questão de ter a guerra, quando os Jedi se tornam soldados de guerra, isso já é contra a ideia do que é o Jedi, entendeu? Ah, sim. Isso já fez o Jedi ser corrompido. Por quê? Porque ele é um agente da paz. É o que o episódio 1 explicou. É só olhar o Qui-Gon Jinn. Quando o Anakin ama o Qui-Gon Jinn, é porque ele é o cara da paz.
E ele morre, entendeu? Morreu a esperança. Caramba, outro what if? Imagina se o Obi-Wan tivesse morrido, quem fosse o mestre dele fosse o Qui-Gon. Ah, aí seria tudo diferente. Porque existe aí um problema, né? Assim, ele é a profecia, aí o Qui-Gon Jinn, que é o Jedi que você vê no primeiro que o Obi-Wan fala, ah, mas você sempre discorda do conselho e tal, tanto que ele nem é do conselho, né?
Por quê? Porque ele é o cara que não concorda com esse conselho ser político. Aí a questão do Estado laico, aí entra na teoria que eu pensei ontem, antes de dormir. Que é esse que é o 3, é muito forte na política que eu já disse. Porque o problema é quando você mistura religião com política. Entendeu? O grande problema dessa guerra é que os Jedi, que são a religião da República, eles não estavam preocupados mais em trazer a paz, eles estavam trazendo guerra.
Eles estavam o tempo todo em guerra. Tanto que o Dokkan morrer é o maior ato de violência, porque um Jedi não faria isso.
Mas o que que tu acha que, tipo, ia acontecer... Pronto. Se os Jedi não fossem merdas e eles chegassem ali na sala do Papatini, já lá no final do filme, e falassem, a guerra acabou, você está preso. E eles conseguissem conter ele. Tu acha que dali eles iam, tipo, tá, o Senado continua, a gente encontra o chanceler aí, a gente volta aqui pro nosso lado e quando tiver a próxima guerra, então a gente é soldado. Ou eles iam avançar de alguma outra maneira.
Entendi, tu tá olhando e tipo, ah, eles são corruptos, mas eu não acho que eles vão tomar coisa, né? Não, entendi. É, eu não acho que Dali e eles iam, tipo, matar ele e falar, os Jedi são os novos líderes.
Não, aí entra o ponto, assim, meio que o Arif de você também pensar no aspecto religioso dos Saoris, né? Que é a força. Ele meio que é o deus, né? Que meio que destina as coisas. Então, realmente, os Jedi não poderiam ganhar porque eles estavam fadados a serem destruídos. É porque a nossa imaginação dos prelúdios, e o Felipe sempre fala isso, né? É que, ah, eu esperava que os Jedi fossem super tops.
Porque é isso que me prometeram, porque é um contexto muito rico, as naves são de platino, né? Tudo é lindo e maravilhoso. Só que quando você começa o primeiro filme, aí vamos voltar lá o primeiro. Tudo é maravilhoso. Só que quando o Cargondi morre, tudo vai por água abaixo. É.
E aí, cada filme ficando um pior do que o outro. No 2, eu começo uma guerra, ou seja, coisa ruim. E no 3, você não apenas termina uma guerra, mas você termina uma guerra dando mais poderes ao chanceler. Tanto que por isso que a Padme é fala. E a democracia morre com aplausos. Por quê? Porque entendem que o chanceler precisa ter mais poder porque ele diz que, ah, não, precisa cuidar dos jedis, né? Porque os jedis se tornaram inimigos da república.
Tudo culpa do J.J. Binks, né? Nossa, de pensar bem, bem, bem, bem mesmo. No 2, né? Sim. É o grande vilão de Taos.
o pessoal vai pegar aquele idiota e botar ele no cargo político. É, meio bizarro isso, mas Jar Jar Binks tem tudo a ver com essa ideia da Guerra Cônica. Porque ele é representante do Naboo, né? E Naboo foi a primeiro planeta que teve efeito da guerra lá no primeiro filme. Então o 3, ele é consequência do Jar Jar Binks.
É, não. O grande vilão mexe das marionetes é o ego do Jorge Lucas, né? É. Porque, tipo, quem ali que ia ver o Jaja Binks e já voltando pra coisas do episódio passado, né? Ia falar, caramba, realmente, se esse cara tá falando eu compro o Jaja Binks? Ainda bem que ele nem voltou nesse, né? Só no final, no velório, né? Ele tava chorando. É. É, no velório.
Mas assim, esse filme, uma coisa que eu acho muito legal nele, é que se no final do 2, que eu até comentei no programa, que eu adoro aquele final, aquela peça musical final do episódio 2, junto com a montagem é coisa de gênio, que dá aquela sensação de que vai dar merda, nesse 3, eu acho legal a sensação constante de que tá dando merda, sabe? Sim.
Eu já até comentei aqui, né, na questão de, tipo, eles negando a maestria pro Anakin, que eles ficam olhando assim, aí tu fica com a sensação meio estranha. O Palpatine falando constantemente aí, ó, posso te ajudar, não sei o quê. E até a própria construção das cenas, tipo, quando ele descobre que o Palpatine é o Lord Sith, ele já puxa a espada pro Palpatine. E eu acho muito foda essa cena, porque ela é muito cruel. Que é o momento que tu pensa assim, olha aí, o Anakin, ele tá vendo, ele tá vendo, ele sabe que ele é o desgraçado, ele vai contar e vai resolver tudo.
Só que tu sabe que não, né? É aquela coisa de filme de terror, que o Hitchcock falava. O espectador sabe da merda, mas os personagens não, então deixa mais tenso. E aí, toda a construção, né? De mostrar as guerras, os combates. Tu vê que tem uma coisa estranha acontecendo, sabe? Eu acho muito legal essa sensação que o filme passa.
Ele é matador de crianças, não é o Anakin? É, pois é. Nossa, essa parte de arco dele, de school shooter, do cara que é excluído o tempo todo, de não sei o quê, não sei o quê, aí volta e destrói tudo, é muito dark, né? Mas...
Sei lá, imagina se a gente tivesse um ator foda, um roteirista foda, que realmente conseguisse trabalhar a tragédia do Anakin. Porque eu não sinto que ele tá muito apertado. Eu sempre sinto que é assim. Cara, é só porque ele é uma criança e ele não tem paciência. O tempo todo.
Sabe? Tipo, se alguém conseguisse montar o negócio ali Eu nem sei como é que ele ia fazer isso Mas pra você ver, caramba, realmente O cara não tinha outra opção, esse era o destino dele Não, pra mim o filme todo É trágico É uma tragédia Satisfatória, né? É um filme foda, não sei o que Mas o quão foda seria se você não achasse Que o protagonista principal fosse uma criança Irritante, sabe? Uma adolescente irritante
Não, é que tá. É por isso que eu acho que no 3, eu gosto muito mais do 3 do que dos outros, porque, de novo, eu comentei até no começo do programa, eu sinto que, nesse filme, ele meio que entende o Anakin como o avatar daquela ruína toda. Então, eu acho que os dramas dele nesse filme funcionam melhor. E, de novo, como eu também falei, ele continua ruim, o Redecris.
Só que eu acho que a construção das cenas que o Jorge Lucas faz nesse filme e tudo, eu acho que... Lembra como o Davi defendeu o episódio 2 falando que, tecnicamente, é o filme que conquiste ele e tudo? Pra mim, é o 3. No sentido de que eu acho que as imagens, a montagem, a direção, a filmação... Resolve as limitações do filme, né? É, resolvem. É, pra mim, é esse mesmo negócio. Tipo, se eu parar...
Vou dar exemplo prático. É exemplo de hoje. É exemplo protagonizado por eu mesmo. Quando eu sentei e eu assisti o filme, eu percebi todos esses erros. Mas quando eu tava com o filme passando no iPad, eu tava lavando louça, tava muito foda o filme, sabe? Se você prestar muita atenção, você consegue ver. Meu que entra no filme e fala, vixi, merda. Mas se você parar um pouco e não sei o que, não, releva, releva, releva, releva.
você sobrevive. Porque tem muita coisa do filme que ainda é simples. Menos o Obi-Wan. Impressionante. Na trilogia inteira, eu reclamo, reclamo, reclamo, reclamo. Mas acho que o meu slogan é menos o Obi-Wan.
Ele ainda é o foda. Ele ainda é o cara que tem uma história interessante, não sei o que. É, ele é muito foda. Mas eu digo, tipo, por exemplo, a gente ia assistindo cinema, né, ano passado, eu e o Davi. E ver no cinema o filme foi muito impactante, porque não só o som, mas, tipo, aquelas imagens, tipo, o Anakin chegando com os clones lá no tempo Jedi. A própria cena que o Davi falou do closezão dele, o choro, isso que... É aquilo.
Quando o Anakin abra o jogo, ficou horrível. Mas, pronto, no momento que os Jedi vão chegar lá no Palpatine pra dar um ultimato nele,
A partir dali, eu acho que o filme fica muito bom Porque ele já se entregou total Pro lado negro E ver aquelas imagens dos Jedi morrendo Do Obi-Wan descobrindo Ali pra mim é ele fechando a tragédia Que eu acho que fica muito interessante Porque ele entendeu melhor E foi mais objetivo no terceiro filme Do que nos outros De como resolver visualmente tudo
É, é composição de plano, é você saber montar a coisa. Vamos pensar lá, como é que um filme é formado, né? Tem o plano, tem a cena e tem a sequência, né? Cara, se você for pensar no episódio 3, ele é um primor nesse sentido. Você pode reclamar da atuação, do roteiro, mas nas cenas, pensar na maneira como ele construiu da primeira cena à última. Ele consegue, é isso que o Marcelo tá falando, que pra mim acho que é bem claro assim, ele consegue pegar, ah, eu quero chegar do ponto A ao B.
E ele consegue entregar isso de maneira potencializada. Com cada cena, eu sinto que tá um mal aqui, que há uma tragédia eminente e que os atores estão reagindo a isso de alguma maneira. Níveis diferentes, mas estão reagindo de maneira que me convence emocionalmente. Isso eu acho que é um filme bom, né?
É, eu acho que a equipe dele, né? Porque, realisticamente, tudo que a gente tá falando aí é a equipe dele, né? Eles finalmente pegaram a manha de gravar com o Blue Screen, sabe? Sim, totalmente, totalmente. Iluminar, não sei o quê, movimento de câmera. Sei lá, eles parecem muito mais preparados, né? Mas o Marcelo falou, né? Desse ponto pra frente, tá? Não sei o quê. Eu até concordo.
Mas eu acho que ele ainda não é 100%. Tipo, a luta do Yoda com o Palpatine, ela é muito ruim. A briga dos Jedi com o Palpatine é muito ruim. Ah, essa é ruim mesmo. A briga, entre aspas, do Anakin com a Padme é muito ruim.
Sabe? Tipo, são coisas Que eu acho que são muito chaves Nesse final aí, coisas fodas Que são muito ruins, sabe? A briga do Palpatine com O Mace Windu, não sei o que, né, galera? É ruim pra todos os lados, sabe? O Mace Windu é um idiota, os Edites São idiotas, o Palpatine Cara, por que ele se segurou?
décadas pra fazer tudo isso. Ele já tá sendo um tédio, porque ele tava lá, na manga, preparado, o sabre de luz, esses pulinhos dele girando, sabe? É muito ruim. Mesma coisa com os pulinhos do Yoda. Infelizmente, o Yoda, que era aquela questão de, caramba, esse cara for brigar, vai ser todo um negócio, como é que esse cara briga? Porque ele é só o velhinho, né? Ele briga muito esteticamente esquisito, né? E mesma coisa com o Papatini. Ele vai gritando... E aí
Nossa, o Papatinho tem uma hora que ele pula pra cima dos caras, ele faz exatamente esse grito. Eu falei, cara, que porra é essa? Sabe? É muito ruim. Não, mas, tipo, de toda essa sensação que tu falou, o que eu concordo 100% é a do Mason Windu. Tipo, são quatro Jedi, quatro idiotas.
É muito mal feito, assim. É muito ruim. Agora, por exemplo, ele brigando com a Pai de Methodiz lá em Mustafar. É. Horrível. Eu entendo que é meio brega-cena, só que, tipo, eu já acho que as construções de tudo é tão intensa emocionalmente. Tipo assim, a galera acha foda o Hamnet aí, que é um filme controlador manipulativo que só é emocionalmente, mas quando é o Jorge Lucas fazendo a merda, né?
É, prontos. Boa, boa, boa. Não, mas porque, Marcelo, você tem que olhar pros roteiros. Nesse, ele enforca ela, ela Anne, você está mima... Aí ela cai no chão. Aí ele, três minutos depois, ela está morta? Você que fez isso? Tipo, cara, qual foi o filme que a gente falou? Que a gente falou que não... Pronto, o Shranger Things não teve uma segunda olhada nesse roteiro, sabe? Esses são momentos chaves de tudo. Esse é o momento do cordeirozinho, não sei o que, do momento que Jesus nasceu.
é chave de tudo, sabe? Mas eu vou defender essa cena porque... De novo, eu acho que o roteiro do George Lucas sempre foi ruim desde o 4, tá? Mas essa cena, ela realmente é muito tosca por causa do que tu falou, né? Tipo, nossa, ela reagindo daquela forma. Mas eu acho que é o que o Massaro disse, assim. É uma cena tão intensa que é aquela coisa. Ou ele te expulsa, ou você cumpre completamente, entendeu? Porque, cara, é amor da vida dela, que ela entendia que era a representação do Jedi, né? O melhor pai, vai ser o pai dos filhos dela.
Tá dizendo que ele quer ser um império, uma ditadura. Aí entra no lance simbólico do que eu falei do episódio 2. Ela é a representação da democracia, ele é a representação da ditadura. É um filme político, né? É uma coisa até evidente demais. A democracia e a ditadura é um momento de cisão.
Em que você vê claramente que não, agora você tem o símbolo do Jedi tornando a ditadura e a única representação que trazia um pouco da democracia para ele, que era Padmé, agora está dizendo que o coração dela está partido, entendeu? É a mesma coisa lá do Romain Julieta, do Capuleto e do Montéquio, entendeu? Não é só uma conversa, você está definindo o destino do universo, o destino da política intergaláctica, entendeu?
Pois é, mas de novo, é aquele negócio que na escala grande é isso aí. No filme em si, a cena é término de escola. Sabe? Do casal tóxico, boy lixo, e ela falando, não, não te conheço. Não, mas você tem que ficar comigo, não sei o que. É horrível, sabe?
Eu acho que o que funcionou pra mim nessa cena é que, de fato, eu concordo totalmente com o Gustavo. É tosco mesmo, assim. Como o Davi também comentou aí, né? O Jorge Lucas nunca foi muito bom ou triste. Mas eu acho que existe também uma questão de contraste, que é o seguinte. Todas as cenas entre eles, a maioria, na verdade,
É muito açucarado, é insuportável. Tipo, no 2 é o ápice disso. É horrível. Sim. Então, se tá em cena, a Anakin Padme, você já viu o filme, já bate o olho e pensa, ok, lá vem outra cena açucarada chata. Às vezes é um pouquinho mais interessante quando ele começa a ser meio fácil story lá e ela, opa, que é isso?
Então, exatamente o boy lixo, sabe? Nossa, puta que pariu. Ela não é uma princesa. Ela é uma política prefeita do planeta dela. É, ela já tem experiência de décadas de política, não sei o quê, não sei o quê. Cara, qualquer pessoa assim, chega o teu namorado e fala não, mas todo mundo tem que ser escravo, tem que ser destruído, tem que mandar em tudo, não sei o quê. Tipo, no começo, antes dele virar lá, Mustafar, não sei o quê, não sei o quê, ele fala um negócio fascista pra ela e ela...
Não, mas não é pra ser assim, não sei o que. Eu já ia falar, porra, cara, que merda é essa? Não sei o que. É, verdade. O bom é que depois dessa cena tosca desse aí, não sei o que, tem a cena mais foda da trilogia, que é a briga do Obi-Wan com Anakin. Pois é, porque assim, eu acho que essa cena, só pra concluir essa cena aí, né? Eu acho impactante, porque se criou um padrão de ser, das cenas entre eles serem muito ascaradas, e essa é uma que rompe drasticamente com isso.
Mas aí, quando o Tiricen está Anakin e Obi-Wan, inclusive aquele plano fodástico, que é o Anakin no primeiro plano e o Obi-Wan do lado aqui, aí a parte daí é fodíssimo demais. Aquilo ali que é clímax, sabe? É, aquilo ali é anime, é videogame, é tudo que eles queriam desde o começo, assim, né? Aquela criancinha que foi treinada lá pro Obi-Wan no primeiro filme, ele se revolta e vai se tornar ditadura, e ele fala, teremos que lutar porque você é o mal, né?
É, o bom é porque, o seguinte, ele tem um orçamento pra, o seguinte, essas falas em qualquer outro filme, eu ser altamente toscas, mas o fato de serem dois caras no inferno de lava, não sei o que, com espadas, ok, essas falas são menos toscas, sabe? Ele fala, você era o meu irmão, você traiu a gente, não, agora eu sou o Ivo, o Ivo é melhor, agora eu vou te matar, não, agora eu vou te matar.
nossa, ia ser muito ruim se não fosse o inferno e os olhos vermelhos, sei lá, do Anakin, sabe? Mas o Marcelo fala muito bem, assim, esse filme, mais do que os outros, assim, eu acho que ele se entrega muito ao teatro, assim, na composição da cena em si, das coisas. Porque o filme, o Star Wars, ele é composto de muitas referências, né? Então ele se baseia em Romeo e Julieta, do Anakin e da Padmé, no contexto político, né? Aí você tem a questão meio japonesa aí dos anos 90, que vai adentrar no...
cinema americano, né? Você tem essa cena que eu acho muito massa do Lava e tudo, que é um, cara, é um coisa de Dragon Ball, assim, é uma cena de Dragon Ball live action, assim, se você pensar em algum contexto. Mas aí também é um filme que ele tá tentando falar, né, sobre o momento realista do século XIX, até romântico, de que esse cara que era o destino, que era a profecia...
Ele, romanticamente, né? Ele vai se tornar o quê? Um robô. Que é a ausência de emoções. Então, a cena da luta deles tem que ser o mais teatral possível de você expor todas as emoções possíveis. Porque depois ele não vai mostrar emoção nenhuma. É, é o inevitável no Anarchy, né? Ele sabia que se o cara não para, não consegue controlar a emoção, alguma coisa vai ter que parar, né?
E aí vai pro que o Marcelo comentou no episódio 2, que termina ele segurando a mão da Padme no casamento. E a mão dele é robô mecânica, ele perdeu a mão. E aí nesse 3 é que ele vai se configurar completamente como um ciborgue, né? Algo que normalmente não é espiritual, é algo mecânico, sendo que ele vai ser a união das duas coisas, né? Porque ele vai mostrar que a religião vai ser agora uma ditadura.
Olha o tanto de contraste que tem nesse filme. Então, assim, a cena final, desde essa cena da luta até o último ato, eu acho, assim, estupenda. Assim, paralelamente a que o Gustavo não gosta, né? Que é o Yoda lutando contra o Darth Sid. Nossa. Eu acho essa muito mais Dragon Ball. O Lee chegou lá no negócio do Senado. É. Mas esse é o ponto que eu queria falar. O fato deles lutarem no Senado, eu acho interessante.
É, eu também gosto. Mas pra mim, ó, uma coisa pra deixar clara. Pra mim, são duas brigas. Eles brigando no escritório é uma coisa porque o ator do Papatinho queria brigar de espada alguma cena aí. A cena que eles estão no Senado é cinemática de videogame, sabe? CG total, foda-se. Bora jogar um negócio aqui, força. O que você até vê, que é um cenário 100% fake. Porque aí eles podem fazer o que eles quiserem, né? Ali, essa é foda. Mas ela ainda continua sendo...
Todas elas são vazias pra mim, sabe? Essa cena aí do Cocô, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Eles brigando no escritório é ridículo. Agora, quando eles estão no cenário lá, eu acho muito foda porque é grandioso. O cenário é muito grandioso. Eu acho que a primeira luta de Tawas que me vem em mente, que as pessoas realmente lutam pegando objetos e jogando nos outros, usando a força e tudo.
E eu acho legal também que tem um componente político muito forte, porque enquanto tá tendo a luta do Anakin com o Obi-Wan, que é a luta pela parte emocional, né, que Padme é tava envolvida, o Obi-Wan fala, você era meu irmão, a parte totalmente emocional ali, a luta do Yoda com o Palpatine é a coisa política, né, é o Imperador e o Yoda que representava os Jedi brigando. Assim, eu acho que é uma forma muito grosseira, mas ele pegar as cadeiras do Congresso e começar a jogar no Yoda, tipo, é literalmente isso, sabe?
É, e quando ele cai, o roupão dele fica pendurado, é a tragédia perfeita. Tipo, o que é que simboliza o Jedi normalmente, né? Aquele roupão, aquela coisa meio samurai antigo e tal. A indumentária, né? Isso, e ele perdeu, ficou lá, entendeu? Acabou.
Mas, tipo, nada se compara também, né, a luta em Mustafar, né, a lava explodindo. A trilha sonora. A trilha sonora, fodíssima. Acho muito massa que o cenário é tão grande que é... Ok, eles estão usando lightsaber, então a gente pode afastar ao máximo a câmera pra mostrar a grandiosidade, porque a gente vai ver os sabres, a gente vai saber onde eles estão, né. E o final também, tipo...
É a única vez que o Haley Christian, de fato, consegue explodir emocionalmente. Que é quando ele grita, I hate you, pro Obi-Wan. Acho forte, assim. Tu vê, né, na cara do Obi-Wan, a decepção, assim. Mas, tipo, continua sendo um pouco a minha crítica. Esse I hate you dele é um I hate you tão vazio de, tipo, um adolescente de 15 anos falando pro pai. Tipo, I hate you. Mas você sabe que ele realmente não odeia. Porque em nenhum momento o Obi-Wan deu algum motivo pra ele odiar ele. Sabe? É verdade.
Mas é porque ele tirou o desejo dele, né? Tipo, ele queria aprender com o chanceler e tal. A questão também da Padmé, porque ele achava que ia salvar a Padmé e no final a Padmé parece morta, enfim. Mas isso não tem nada a ver com o Obi-Wan. O cara é o Evil, Darkness, Emperor, Sorcerer, Wizard.
O Obi-Wan só falou assim, esse cara aí não é legal não, não vai pra cima não. Se tivesse sido montado pra realmente ter, eles até batem nisso um pouco quando o Obi-Wan fala assim, o conselho precisa que tu faça essa missão aqui. Faz aquela missão merda pra ele, de se piar no amigo dele, não sei o que. Ia fazer isso e ele falasse assim, mas não eu, viu? Eu não quero nada a ver com isso. Ele vai embora. Vai com o Grievous. Se fosse ele...
traindo o Anakin, falando pra ele fazer uma coisa que ele sabe que é errada, não sei o que, não sei o que, ia ter algum motivo. O ruim é porque o filme, a tragédia dele, e agora que ele está com os nossos 20 não sei quantos anos, ele continua sendo movido por uma birra infantil. A raiva do Anakin de tipo, não, mas eu quero ser o Jedi. Não, Anakin, agora não. Não, mas eu quero ser o Jedi agora. É o que move tudo isso, cara.
Não, mas assim, vamos lá, tem o fator dele acreditar que o chanceler é a coisa boa, porque ele acredita que os Jedi também são corruptos, ele fala isso no filme, ele acha que não. E qual é a diferença entre o chanceler fazer isso e o Jedi?
Não, mas o Chanceler é o cara na van falando ó a balinha, ó a balinha, sabe? Não é uma coisa infantil, não é uma coisa tipo cara, ele entra em lugar tal aí ele vê, caramba, a força não bora usar a paciência, não sei o que mas nesse velho escroto aqui esse cara aqui é legal. De novo, é um filme infantil mas se ele não fosse infantiliza a audiência, sabe?
Por isso que eu falei lá mais cedo no programa Que eu acho que o personagem do Anakin funciona muito Mais no episódio 3 do que nos outros filmes Porque no episódio 3 O drama do Anakin é uma coisa muito mais Direta, mais objetiva Porque ele sabe que vai ser pai E ele fica tendo sonhos, premonições Que a família não vai sobreviver E ele tá querendo uma solução desesperada Que o chanceler tá oferecendo a ele
Então, tipo, eu concordo muito com o Gustavo no sentido de que não foi muito bem construído essa sedução que o chanceler faz no Anakin. Mas no episódio 3 em si, eu consigo entender muito mais a aproximação do Anakin com o chanceler da forma menos tosca de só ah, eu quero ser mestre. E ele fala, é, tu devia ser. Porque ele tá oferecendo uma solução um pouco desesperada pro Anakin, que é salvar a família que tá pra surgir, sabe?
É, tipo, eu até concordo com o Marcelo, eu concordo com o Davi, todas as peças, tudo pra ter uma coisa foda, tá ali, só que o cara não soube montar, sabe? Essa história do chanceler, imagina, podia ser uma coisa muito legal se ele não tivesse que deixar o chanceler muito mais óbvio, o Anakin muito mais burro, sabe? Porque o tom que ele quer, pra ser honesto, o tom que o Jorge Lucas quer não é um filme infantil, puta que pariu, que é um filme político, drama, tragédia.
Apesar do que ele vai dizer que Star Wars é feito para se criando. É, mas o Jô Lucas troca sobre o que é Star Wars a cada cinco minutos. Não, e é muito doido isso porque quando eu tava achando esse filme no cinema, quando terminou, eu tava pensando assim, meu Deus do céu, esse filme é muito triste, eu tava muito impactado. Porque, tipo, tem muito filme que as pessoas falam assim, pronto, o Percadores.
Marcelo, caramba, fiquei arrepiado Eu tava literalmente pensando em falar do Pecadores agora Não, porque tipo assim É um filme que todo mundo fala, nossa, mas olha Esse subtexto aqui, tipo, ok, eu tô vendo Que tá o subtexto, mas ele não tá me entregando nada É, é exatamente isso que eu tô pensando Tipo, a gente fez um episódio do Pecadores
o Fuga no Oscar aí, no começo do ano, e cara, eu falei que tipo, imagina se esse filme fosse foda, do jeito que a galera fala, não sei o que, não sei o que, ia ser um filme malucamente bom. Mesma coisa com esse. Imagina se ele realmente fosse trágico, se você realmente sentisse que o Papatinho vindo era uma coisa sorrateira, que se você não precisava ter atenção, não via do nada, que o Anakin era esperto e ele tinha amadurecido, que os Jedi eram realmente uma força letal, não sei o que. Não sei, um filme foda.
ia facilmente ser o melhor filme de Star Wars, sabe? ia atupelar a trilogia antiga nesse argumento aí, por mais que eu entenda que esses prequels do episódio 3 tem ideias que poderiam ser muito melhores exploradas, eu ainda acho que o episódio 3, como o filme em si, ele compensa como ele compõe os planos, como ele constrói as cenas, então tipo, eu consigo ver uma construção concreta de coisas pra ser emocionante, que não tá só no roteiro, sabe?
É porque tá faltando tantas coisas Que são tão importantes Muito mais do que o técnico Tipo, você se conectar com os personagens A mensagem ser interessante O ritmo ser bom Os diálogos serem bons Porque se o diálogo não for bom O que você tá assistindo ali?
As conversas dessa trilogia são todas esquisitas, porque os diálogos são todos esquisitos, sabe? Nenhum deles é como pessoas que conversam. A não ser o nosso rei, Eamon Grego, toda a vida que ele fala, eu falo, caramba, esse cara vive nesse universo, esse cara é real. Mas todo o resto, tipo, as partes vitais do filme, pra mim, pra fazer ele um filme realmente, caramba, bom, bom, bom, tão faltando, sabe? Mas a ideia tá ali, sabe?
É, mas o argumento é que, tipo, pra mim, eu acho que ele constrói coisas ali que não é só, tipo, ó como o filme é bonito. Eu tô falando que ele constrói cenas impactantes e que me comovem, sabe? Uhum.
Eu acho interessante que, assim, o roteiro não é alma do cinema. Ele é uma das técnicas muito importantes, assim como a fotografia, assim como a composição de som, assim como todas as outras. O diálogo ruim afeta, com certeza, porque o diálogo ruim mostra que aquilo não foi bem interpretado, não foi bem traduzido do papel para a cena. Mas um filme que tem diálogos ruins, ele pode ser mil vezes melhor porque ele pode te entregar emocionalmente o que ele está tentando te trazer. Por exemplo...
a ideia do filme como um todo. Tipo, eu quero fazer uma tragédia. Gustavo, você entende o filme? Você sentiu a tragédia desse filme? Sim ou não? Sim. Mas a tragédia do filme é o que eu falei. É aquele negócio inevitável ainda. Então você mostra que o filme foi bem construído.
Não, a tragédia desse filme, você sente, cara, no episódio 4. Eu lutei com seu pai durante as guerras clônicas, não sei o quê. O Darth Vader matou, não sei o quê. Aí o cara pega e fala, ah, Darth, finalmente nos encontramos de novo, não sei o quê. E o cara pega e morre. Essa é a tragédia. Quando você vai e fala, caramba, aquele é o Anakin, sabe? Ali é a tragédia. De novo, a tragédia desse final aí, não sei o quê, não sei o quê, ela é legal pelo visual da lava, dos caras com negócio, não sei o quê. Mas...
Sei lá, ela não é empolgante em si. Entendi. A última vez que eu tinha visto antes, acho, do episódio 9, eu lembro que eu não tinha gostado tanto do 3 exatamente por esse aspecto de achar que as coisas já estavam muito lá e você meio que só assiste reagindo a coisas que você já meio que espera. Se o filme não tivesse suspense bom. Mas aí eu pego o que o Marcelo comentou, essa ideia dele ser o avatar da tragédia, né? Porque no final das contas...
É aquela criancinha do episódio 1. É aquele jovem mimado, né? No episódio 2. E o destino dele tá totalmente na mão dele. E ele tem um outro destino agora. Ele não é apenas o destino de ser a profecia. Ele quer salvar os filhos dele. Pois é.
E aí que é uma coisa mais, talvez, interessante, que é um filme que você já sabe o futuro. O episódio 3, ele é pensado já em 2005, mas de pessoas que já assistiram os outros Star Wars, né? E aí agora, olha que interessante, a tragédia é ele tentando salvar os filhos dele. E no final, ele morre salvando o filho dele.
É, acho que quando tu fala salvando o filho, a minha mente aqui vem um negócio muito foda, estilo Joe, sabe? Ghost of Us, tipo, indo lá salvando os filhos, não sei o que. Mas no filme, de novo, eu ainda volto pra esse negócio aqui, quando você pega um orador de Star Wars, tão bonito quanto o Davi, que consegue realmente pegar a história, o lore do negócio e falar, não sei o que. É foda. Mas o filme em si, ele falando esse negócio de salvar os filhos dele, no filme, é o...
pai, que é um adolescente, um pai que, sei lá, engravidou alguém com 15 anos de idade, que é a idade que eu vejo que o Redecuista tem ali, e ele falando assim, não, não, não, eu quero salvar meus filhos. Não, mas eles vão morrer, eu tenho que fazer. Não, mas eu quero. Não, mas eu quero. Ó, tem um cara que é evil ali, tem que falar com ele. Ah, eu falo. Ó, tu tem que matar uns caras ali, mas vai salvar teu filho. Não, eu mato.
Tipo, a única coisa dele que encaixa nesse negócio aí teu, que é um ponto fora da curva, das coisas mais dark de Star Wars, que nada equivaleu, é a morte dos Younglings. O Darth Vader ir lá e matar a criança. Isso colabora com o que você tá falando. O resto é como se fosse um garoto mimado correndo pra trás de uma bola. Sabe?
Esse filme de Star Wars, eu acho ele muito bom, mas ele é pra mim, ainda é um filme meu sem cabeça, infantil, esquisitão, mas acho que é a minha visão de onde Star Wars está hoje em dia. Esse, pra mim, é o pico. O mais adulto que Star Wars consegue chegar, sabe? Talvez, que eu ainda não vi, Andor.
É, Ando, com certeza, é um marcelhado. Não, é esse adulto mesmo. Esse adulto mesmo. Pois é. Então, tipo assim, resumindo assim, obviamente falando por mim, né? Esse filme, eu consigo ver que ele ainda tem um monte das fragilidades dos outros dois, sabe? Só que eu acho que o Gustavo Lucas, na experiência de fazer o primeiro, de fazer o dois, chega no terceiro filme, ele constrói um filme que, mesmo com as fragilidades, tipo, eu concordo com o Gustavo, toda a fala do Anak parece um moleque mimado.
Mas, com o decorrer do filme, eu acho que, que nem o Davi falou, questionar a linguagem cinematográfica.
ele consegue compensar erros de roteiro com o uso da linguagem que torna aquilo dramaticamente mais forte pra mim. É, eu acho que esse daqui é o filme do Jorge Lucas mais perto da onde o James Cameron tá. De ser um diretor veterano, que é roteirista, que é criador do mundo, trabalhando com equipe imensa, muito dinheiro, não sei o quê.
Esse é o mais perto que o George Lucas conseguiu chegar da história. Coesa, épica, blockbuster, com CGI, não sei o quê. Porque, cara, obviamente, os outros Star Wars, eles foram filmes grandes. Mas nenhum foi tão grande quanto esse, né? Tipo, antes das Peacons, eles eram grandes. Aí veio o episódio 1, aí esse foi o maior de orçamento, não sei o quê, de astros, de todo o dinheiro que já tinha ao redor dele.
E com a evolução, o episódio 9 aí deve ter sido o filme de Star Wars que custou mais. Porque foi o último, cada um tem que se elevar, não sei o que, foda-se. Esse foi o único que o Jorge Lucas dirigiu, né? Que ele controlou a produção e deu certo, sabe? É, porque também o primeiro lá, que tipo, eu prefiro assistir o episódio 4 do que o episódio 3, com certeza. Mas eu acho que também era muito mais...
Simples, né? Cara, pois eu ainda acho que eu... Hoje em dia, antes de gravar, eu tava falando com o Davi, eu achando o meu ranking do Letterboxd. E o meu ranking do Letterboxd, eu percebi, tá muito desatualizado. Eu ainda acho que eu prefiro assistir o episódio 3 do que o episódio 4. É mesmo. Só por causa do meu gosto hoje em dia de ver um negócio... Sei lá, acho que é o mais perto de Game of Thrones que já chegou. De ter uma tragédia, várias coisas acontecendo ao mesmo tempo. Você se sentindo aquela tensão o tempo todo, sabe?
Pois é, pois é. Não, é verdade. Mas sei lá, porque eu acho que o episódio 4 ele é tão classicão assim que é divertido de assistir, né? Mas eu concordo com o Davi que eu me lembro que ele falou, eu acho que o episódio 5 ainda é o filme de Star Wars. Tipo, se eu for... Eu adoro o Rogue One. Se eu for mostrar o Rogue One pra alguém, eu falo ó, mas fique em mente que esse aqui é um Tomás Dark, não sei o que, não sei o que. Se eu não quisesse dar esse adendo, o episódio 5 é o filme de Star Wars.
É porque o 5, ele é o que tem um lore do Star Wars, né? O 5, ele é mais meditativo, tem a cena lá com o Yoda, ele até, pra algumas pessoas que não gostam muito de filme antigo, é até mais lento do que o 4. O 4, ele ainda tem até uma urgência, né? Porque tem a cena final e tal.
Até porque o George Lucas inventou que ia ter o 5, né? Porque o 4 era... ele se fecha ali. Exato, exato. É. Mas acho que com tudo isso dito, eu ainda dou o prêmio de mais épico pra essa franquia, o Prêmio episódio 3. Porque, pra mim, é onde culmina tudo, sabe? É. Do jeito que tudo ficou alinhado com a trilogia sequel, pra mim, o ponto central da história é aqui.
É, eu gosto muito do... Assim, porque ele resolve basicamente tudo que ele queria falar nos prelitos no 3. Porque assim, a gente tem que lembrar que quando ele fez o episódio 4, 5, 6, ele só dirigiu o primeiro, né? Os outros não dirigiram. Mas ele tava muito falando ainda, né? Reflexo da guerra do Vietnã.
Ah, sim. Esse 1, 2, 3, ele já tem um reflexo do governo Bush, né? E da questão do Iraque, essa coisa toda. Então, assim, ele já tem outra visão política, né? Já tem uma coisa de mostrar como as democracias morrem. Porque antes era a questão do império, né? O guerra do Vietnã, os Estados Unidos é o grande império mundial, pós-Guerra Fria. Ele, inclusive, falou isso pro James Cameron. Tem um vídeo que tá ele e o James Cameron conversando e o John Lucas fala.
Ele, não, quando eu criei o Star Wars, os rebeldes são os Vietcongues e o império dos Estados Unidos.
É, porque o James Cameron, nessa entrevista, traz o ponto que ele tava relacionando com os Estados Unidos hoje em dia e os terroristas que eles atacam, sabe? Que também é o mesmo argumento, não sei o quê. É aquele negócio, todos esses filmes de Star Wars, eles são muito mergulhados num lore, se sente realmente que é um mundo cheio de coisas, e muito, mas também nem tão diferente do nosso, né?
É uma coisa legal. Esse terceiro, reclamei, reclamei, mas pra mim, da saga, ele é o mais que tem tudo. Tem alguma coisa que vai marcar, sabe? Tem muitas cenas marcantes, tem tipo, a gente tá fazendo nessa ordem aqui, né? Se alguém tá seguindo essa ordem, o que você vê na saga original, fica muito mais pesado com esse contexto aqui, sabe? Desse episódio. Ah, verdade.
Quando eu assisti com a minha mãe, eu fiz ela assistir nessa ordem, 1, 2, 3, 4, 5, 6, né? É o 9. Cara, assim, claro que você vai ter alguns problemas, como o Gustavo falou, ah, meu Deus, o D'Archie VD é aquela criança, meu Deus, que horrível, mimado. Mas, pra ela, o episódio 6 é o episódio que ela mais se emocionou de todos, porque você tem essa ideia da tragédia e da redenção, que é a história bíblica, basicamente, né? Uhum.
Que é a cultura ocidental. O cristianismo tá na base da cultura ocidental. Então você tem uma história do povo que não seguiu as leis, né? E aí você vai vir um messias que vai trazer a redenção pra todos os povos, né? Então a ideia basicamente que a Bíblia tá contando é essa. E aí você tem uma história do messias, que é o Araquim. Nossa, mas nesse contexto aí o mundo dos taós é uma merda!
Porque o Messias O mundo melhor Opa, brincadeira É o mundo pior Aquele momento ali tava muito bom Vai piorar Nossa, que merda O George Lucas dentro Os bichos dele do Instagram é tudo emo A mensagem dele sobre o Chosen One É não, que tinha muita bondade Tinha que dar mais espaço pro Evil Nossa
Mas tu também fala um negócio aí, tipo A gente tá falando aqui no contexto da saga De mitologia que ela se criou e tudo Mas pra gente, tu falando, né, Gustavo, tipo, reclama, reclama Mas tem essa questão do 3 O seu marco completo, não sei o que Cara, sério, tu pega o episódio 9 Qual discussão que tu tira do episódio 9, por exemplo O episódio 3, no mínimo Tu consegue ter essa discussão Da duração que a gente tá tendo aqui Com questões e tudo O episódio 9 é só, tipo, cara, olha que decisão merda Sabe por que é vazio? Pronto, o episódio 9 é vazio
Não, eu acho que é, é, exatamente. Eu acho que é a responsabilidade do final. Como eu falei, o episódio 3, ele tem muito a favor dele, junto com o Jorge Lucas, né? De que ele é, que eu falei várias vezes, inevitável, sabe? O episódio 9, o cara tá criando. Tá tendo que criar o que vai agora. Os caras do Game of Thrones no final. Pois é.
Ele comprou o colhão. Episódio 9 não compra. Ele, ah, o que é que eu vou fazer? Não, eu não vou seguir o Reddit. O que que o fã quer aí? Eu vou falar. Ele não decide o que que ele quer contar. Ele conta pra todo lado e vive vazio. Não conta nada. É. Três, não. Ele diz, não, eu vou fazer isso aqui mesmo. Esse é o Darth Vader. Esse é o Anakin. Esse RedenCrist aqui que você não gosta.
que atua mal, ele vai ser o Darth Vader. Ele comprou a ideia. Nisso aí, não é que também o George Lucas nunca tenha ouvido fã, tá? Ele também não é santo nem nada, não. Mas ele pisou como autor, né? Não, eu vou decidir essa droga aqui e é isso. É, pois é.
Então é isso. Falamos aqui sobre Star Wars, episódio 3, Amigas do Sith. Fechamos uma trilogia. Acho que é a primeira que a gente fecha, né, Gustavo? Ah não, foi o Avatar. Desenho, né? Que a gente falou de todas as temporadas. Mas em filmes, o primeiro que a gente encerra aqui é o Star Wars. Assim, encerramos um terço dele, né, também? É, encerramos parcelado. Mas agradecer ao Davi, maior especialista da galáxia de Star Wars, que eu conheço.
Não, o cara é foda porque, tipo, ele é historiador na vida real, né? Mas ele é tão nerdola que ele podia ser historiador de Star Wars. Dentro do lore, do mundo, não sei o quê. É, é, porque realmente é muito legal, cara. Star Wars, é... Não, e é muito preciso, porque... De vez em quando fica bagunçado aqui na minha cabeça. O pós-Yaven, antes de Yaven, o BBB, não sei o quê. É, isso aí é complexo mesmo, mas é legal. Mas a pergunta aqui pra ver o tamanho do fã. Vai assistir Mandalorian Grogu?
Vou, né? Puta que pariu. Nossa, realmente é muito fã. Não tem como, né, cara? Não, mas a coisa mais fã da VLT achou do Acolade. Não, mas o Acolade é de grátis. Já tá pagando Disney+, sabe?
O Mandalore, ele vai ter que ir pro cinema, comprar uma pipoquinha, convidar, aí complica, sabe? É. Mas vai dar certo. A Colite, realmente, é... A Colite é doloroso, gente. Eu queria muito que as pessoas compartilhassem a minha dor e assistissem também. Não. Mas teve o Endor, né? Pelo menos.
Pois é. Aí sim, aí sim. Pois é. Então, é isso. Obrigado por ouvirem. E tchau. Tchau. Valeu.