O SÉTIMO RBD
ianca DellaFancy apresenta uma experiência imersiva contando histórias da audiência. De zero a dez, Quanto Vale Essa História? Toda terça e quinta (para apoiadores).
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- Músicas de AssisãoDificuldade em compor aos 9 anos · Tradução de música em espanhol · Versão em português do RBD · Apresentação da música na escola · Descoberta do plágio no carro · Consequências e pedido de desculpas
- Início na músicaDesejo de aprender violão · Inspiração em videoclipes e shows · Busca por aulas de violão · Conquista do violão e aulas
- Produção de PodcastsEpisódios abertos e para apoiadores · Grupo do Telegram para apoiadores · Plataformas de apoio (Orelo, Apoia.se)
Eu sou Bianca Della Fence e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História? E aí, meus amores, vocês estão boas? Eu espero que sim, dentro do famigerado possível, é claro. Hoje é terça-feira, hein, dia de episódio aberto pra todo mundo ouvir, disponível em todas as plataformas de streaming. Mas você não pode se esquecer que estamos aqui toda terça, quinta e sexta. Só que quinta e sexta É apenas pra apoiadores. E se você está me escutando e não apoia esse podcast, meu amor, sim, você está perdendo.
Você tá ficando de fora dessa, sinto lhe informar. Porque os melhores episódios, as melhores histórias da Produsfera estão aqui toda quinta e sexta. Quinta-feira, o nosso Proibidão. Ai, menino mau! E sexta-feira, a nossa Hora Extra. Então, se você gosta desse podcast, eu sei que você gosta, não só gosta como ama, você deve apoiar. Dobrar o seu apoio. Gente, R$13. A partir de R$13 você tem acesso aos episódios proibidões, aos episódios hora extra, e também coisinhas que apenas apoiadores têm acesso, como por exemplo o grupo do Telegram, onde eu estou lá conversando diariamente com vocês e nós estamos juntos fofocando sobre cada episódio.
Gente, para quem não sabe como funciona o grupo do Telegram, é o seguinte: sai episódio terça, quinta e sexta. Terça, quinta e sexta nós estamos lá no Telegram fofocando sobre a essa história que a gente acabou de ouvir, dando notas e comentando coisas que apenas apoiadores têm acesso. Informações que às vezes não vem para cá, mas vai para lá. Fotinhas inclusive que eu recebo e que eu não posso postar no Instagram, mas eu posso postar lá para os apoiadores.
Enfim, gente, muitas coisinhas que você tá ficando de fora, tá perdendo em não apoiar esse podcast. Então corre! O link do Orelo e do Apoia.se tá aqui na descrição do podcast e também na bio do nosso Instagram. Você escolhe por forma que você quer apoiar. Pode ser no Orelo, pode ser no Apoia.se. E você tem acesso a ouvir os episódios aqui mesmo no Spotify, tá bom, querida? Dá pra você fazer essa junção. Agora tem isso, é um bapho.
Você faz lá o pagamento de R$13, a partir de R$13, mas o céu é o limite. E você consegue acessar os episódios proibidões fazendo essa portabilidade. Você ouve do seu próprio Spotify, gente. Muito prático, muito chique. E você só sai ganhando. Você e Bento Joaquim, é claro. Já que você vai colaborar com a ração do meu cachorrinho. Ai, meu Deus! Vamos começar, então? Então bora, bora começar. Que eu tô ansiosa pela história de hoje.
E ela se chama... O Sétimo RBD. Menina, RBD... Vocês eram fãs de RBD? Nossa, eu nunca fui muito fã de RBD, viu? Confesso. Mas eu via... Eu vi algumas coisas, eu vi algumas coisas. Mas vamos ver. Vocês eram fanáticas por RBD? Me conta, gente. Tem muita gente aí, né, que até hoje é, inclusive. Eu nunca fui de acompanhar novela, novelinha, quando eu era pré-adolescente. Mas eu sei que era um bapho, tô ligada que era um bapho. Vamos lá.
Oi, Bianca, Della Diva. Tá boa? Ai, corrida a vida. Eu me chamo Guilherme, eu sou de Guarulhos. E não perco um episódio do maior podcast podcast da podosfera. A história que eu vou contar aconteceu há muito tempo atrás, quando eu ainda era apenas uma pequena bichinha com um sonho. Eu sei que geralmente as bichinhas da época queriam ser a Anahí, né? Eu sei que tinha isso, tinha Roberta, mas todo mundo queria ser Anahí. Tô errada?
Quando eu era criança, eu queria muito ser músico. Eu adorava assistir a videoclipes e shows na televisão e imaginava como seria estar em cima de um palco igual aqueles artistas. Mais do que qualquer coisa, eu queria aprender a tocar violão. Pedi para minha mãe me matricular em aulas, mas ela sempre dizia que não tínhamos dinheiro para isso. A minha mãe era professora na escola em que eu estudava, então vocês imaginam que dinheiro nunca foi algo que vivemos para dar e vender.
É babado, né, gente? Professora no Brasil, meu amor. Vivíamos sem luxos, mas suficientemente bem. Mas eu queria o meu luxo, eu queria as minhas aulas de violão. Então bolei um plano para amolecer o coração de minha mãe. Eu iria escrever uma música, assim ela perceberia que aquilo poderia ser um investimento. Que seu filho tinha futuro na música e que uma formação musical seria importante para desenvolver aquele talento. Ai, já tô com dó, gente.
Mas apesar de ser um grande admirador da arte, logo descobri que criar uma canção do zero era muito mais difícil do que cantar uma que já existia. Ainda mais quando se tem 9 anos de idade e absolutamente nenhum conhecimento técnico. Eu passei uma tarde inteira tentando escrever alguma coisa. Peguei um caderno, sentei na mesa da cozinha e comecei a rabiscar palavras aleatórias. Amor, coração, saudade, destino. Eram algumas palavras que eu ouvia nas músicas dos adultos.
E na minha cabeça, qualquer composição de sucesso precisava ter pelo menos duas delas. O problema era que eu não fazia a menor ideia do que era saudade. Nunca tinha me apaixonado. E meu destino naquele momento era apenas terminar a lição de matemática antes da minha mãe chegar do trabalho. Eu pensei nisso, ele colocou aqui saudade, destino. Eu falei, gente, 9 anos de idade, já sabe o que é destino? Não, ele não sabe. Definitivamente ele não sabia o que era destino, saudade, nenhuma dessas palavras, né?
Mesmo assim, eu estava determinado. Se os compositores renomados conseguiam escrever músicas emocionantes, eu também conseguiria. Nem que fosse preciso inventar sentimentos que nunca, nunca tinha sentido. No fim da tarde, resolvi fazer uma pausa na minha carreira promissora de compositor para assistir a novela Rebelde no SBT. Quem sabe eu não encontrava alguma inspiração.
Eu sou rebelde quando eu sigo os E sou rebelde.
Eu amava as músicas, eu não acompanhava a novelinha, mas eu adorava as músicas. No capítulo daquele dia, a banda estava ensaiando e começou a cantar a música Só não Queda-te em Silêncio. Ah, eu conheço essa!
Só não Queda-te em Silêncio, 1, 2 minutos.
Não é essa?
Dentro de mim, vendo na minha xereca. Dentro de uno e velamento bem gostoso, assim.
Enquanto assistia, eu tive uma ideia brilhante pra minha carreira de cantor e compositor. Eu poderia pegar a letra em espanhol, traduzir para o português e apresentar como se fosse uma composição minha. Olha só, um roubo intelectual aos 9 anos de idade, que bonito! A minha mãe não falava espanhol, eu muito menos. Ninguém jamais iria saber. O plano era infalível. Esperei dar meia-noite para entrar na internet sem ser pego. Naquele horário, a conexão discada saía muito mais barata.
Assim como nos dias de domingo. E minha mãe dificilmente perceberia o aumento na conta de telefone. Quando eu tive certeza de que ela já estava dormindo, corri para o computador para procurar a letra da música. É, gente, para quem é jovenzinha, né, novinha, e tem celular e internet na ponta dos dedos a qualquer momento do dia, da noite, nessa época aí, gente, era assim que a gente fazia, tá? Tinha uns horários que a gente podia usar computador, porque nós crianças, nós éramos proibidas, porque vinha muito cara depois a conta de luz.
Então tinham momentos ali onde a gente conseguia a liberação dos nossos pais para poder usar a internet. Então domingo era um bom dia, à noite era, eram dias ótimos. Eu lembro que eu jogava The Sims e eu só conseguia jogar à noite porque era o único horário que a conta vinha menos cara no final do mês. Então tinha todo esse babado e a conexão era discada, viu, fia? Nossa Senhora, conexão babadeira! Você já deve imaginar como era, né?
Se você não viveu essa época, eu vivi, e muitas de nós aí eu sei que vivemos, hein? A minha intenção era encontrar a letra da música original e identificar quais palavras em espanhol eram parecidas com as do português. As que eu não conhecesse, anotaria em um caderno para procurar depois em um dicionário de português/espanhol na escola. Mas durante a pesquisa descobri algo muito melhor: o RBD tinha gravado uma versão oficial em português para o álbum Rebelde versão Brasil.
Aquilo caiu do céu! Eu não precisaria traduzir nada, a letra já estava pronta, revisada e cantada pelos próprios artistas. Tudo o que eu precisava fazer era Copiar. Na minha cabeça, aquilo era praticamente uma parceria. O RBD tinha escrito a maior parte e eu estava apenas divulgando o trabalho no Brasil. Bicha! Ô bicha! Viado quando quer ser mau caráter, não importa a idade, né? Não importa a idade, vai dos 9 aos 40. Peguei uma folha do meu caderno e escrevi a letra inteira da música.
Depois, passei tudo a limpo com a melhor caligrafia que um menino de 9 anos conseguia produzir. A cada verso copiado, eu me convencia mais de que aquele plano era genial. Todos ficariam chocados com o meu talento e minha mãe ficaria tão orgulhosa que me colocaria na aula de violão naquele momento. Na noite seguinte, esperei minha mãe chegar do trabalho. Eu estava nervoso, mas também muito confiante. Ai, gente, tô ansiosa! Afinal, não era qualquer música, era uma música do RBD.
Quando ela finalmente sentou no sofá para descansar, eu apareci na sala segurando minha folha de caderno e disse: Ô mãe, eu escrevi uma música! A senhora quer ouvir? Ela levantou os olhos com uma expressão de surpresa, sorriu e fez que sim. Então comecei a cantar. Ai, gente, lá vem, lá vem! Com afinação duvidosa, mas com toda a emoção que a ocasião exigia, interpretei a canção inteira. Fechei os olhos em alguns trechos, sentindo a música, né?
Ele tava sentindo. Gesticulei com as mãos e me esforcei para parecer um artista sensível e profundo. Quando terminei, abri os olhos. Minha mãe estava emocionada. Ai, mentira! Não emocionada do tipo, ai, que gracinha, mas emocionada de verdade. Filho, foi você quem escreveu isso? Aquela era a pergunta decisiva. Mas, gente, ela gostou ou não gostou? Ai, meu Deus. O momento em que eu poderia confessar tudo e encerrar a fraude. Ou manter meu plano infalível.
Eu disse que sim. Eu disse que eu havia escrito. Ela me abraçou e começou a me elogiar pelo enorme talento que não sabia que eu tinha! Deu certo, gente! Ai, naquele instante, ao invés de sentir culpa, senti um orgulho enorme. O golpe estava funcionando melhor do que eu podia imaginar. A minha mãe pegou a folha da minha mão e releu alguns trechos. Disse que eu precisava mostrar aquilo para mais pessoas. Na semana seguinte haveria um festival.
Nossa! Nossa, meu Deus! Ai, tá se abrindo um buraco, né? Tá aumentando cada vez mais. Uma coisa que era pequena, uma mentira pequena, vai virar uma mentirona. Na semana seguinte, haveria um festival de talentos na escola em que as crianças mostravam apresentações no estilo Avião Sem Asa. Avião sem asa, sou eu. Assim, sem você, quem nunca, né, gente? Típico das comemorações de Dia das Mães, só que no meio do ano. Fiquei em silêncio, mas ela continuou.
E depois dessa bomba, disse exatamente o que eu queria ouvir. E vou te dizer mais, filho, se você está levando a música tão a sério assim, eu dou um jeito de te colocar numa aula de violão. Pronto, era exatamente o que eu queria. Durante semanas eu tinha sonhado em ouvir aquelas palavras. O único problema era que elas tinham sido conquistadas através de um crime autoral internacional envolvendo uma banda mexicana. Não qualquer banda mexicana, a maior banda mexicana de todos os tempos.
Durante o auge do seu sucesso. Bicha, você vai se dar muito mal. No dia seguinte, a minha mãe decidiu que meu talento não podia mais ficar restrito ao ambiente doméstico. No intervalo das aulas, me chamou até a sala dos professores e me mandou cantar a música para todos os colegas de trabalho escutarem. Eu congelei. Ao redor da mesa, uns 8 professores me observavam com sorrisos simpáticos. A minha mãe estava radiante e dizia coisas como: o meu filho escreveu uma música sozinho e vai apresentar no show de talentos da escola.
Não havia saída, então eu cantei. Quando terminei, os professores aplaudiram, elogiaram a letra, disseram que eu tinha muito futuro e outros elogios pra agradar a criança e a mãe. Ai, eu já estava afundado até o pescoço naquela mentira. Então continuei sorrindo e agradecendo como um verdadeiro artista. Os dias se passaram e o show de talentos chegou. Subi ao palco da escola tremendo. A minha mãe estava na plateia, orgulhosa. Contando para todo mundo que aquela era uma composição original do próprio filho.
Cantei a música inteira a capela, afinal ainda não sabia tocar e nem tinha um violão. Quando terminei, fui recebido por uma chuva de aplausos e por alguns minutos eu vivi um sonho, um sonho ser artista. Tudo estava saindo perfeitamente bem, até que na volta para casa passamos por uma barraquinha de CDs piratas e lá estava ele, o CD Rebelde versão Brasil, com sua capinha branca. Estava tão entusiasmado com meu primeiro show, vivendo a euforia do show business, que ao ver aquele CD senti que precisava tê-lo em casa.
Afinal, foi ele quem me deu uma carreira. Bicha, você tinha que ficar longe desse CD, longe! Eu pedi à minha mãe que comprasse para mim e ela comprou. Entramos no carro, bicha, entramos no carro, colocamos o disco para tocar e seguimos viagem. Eu ainda completamente eufórico, estava distraído admirando o meu novo CD, feliz por ser um grande cantor e compositor, até que eu ouvi os primeiros acordes da segunda faixa. Meu coração parou.
Bicha, mas você foi muito burra! Bicha, você foi muito burra! Você comprou o CD, você pediu. Se ela tivesse comprado, eu entenderia. Sua mãe foi lá e comprou. Agora você mesmo pediu, Mona. Você tá louca? Você tá louca, bicha? Meu coração parou. A música número 2 era justamente a minha. Bicha, mas é claro!
Meu Deus, que bicha burra.
A minha, tudo bem, né? 9 anos de idade, né, gente? A minha mãe continuou dirigindo por alguns segundos, depois aumentou o volume e me olhou, depois voltou a olhar para estrada, depois olhou para mim de novo, a cada olhada com mais confusão no olhar, até que ela disse: essa é a sua música? Ai, mano, você é muito burra! Que isso, bicha, com 9 anos você era muito burra! Não Não sei se você ainda é, mas puta que pariu! Continuei em silêncio e ela continuou: eu não acredito que você pegou uma música dessa banda e falou que foi você que fez e ainda cantou na frente de todo mundo!
Aquele foi um dos trajetos de carro mais longos da minha vida, embora durasse menos de 15 minutos. A minha mãe ficou profundamente decepcionada. Segundo ela, não porque eu tivesse copiado uma música do Rebelde, mas porque eu tinha enganado todo mundo, e principalmente a ela. Quando chegamos em casa, veio as chineladas, puta, e a sentença: eu teria que pedir desculpas para todo mundo. Nossa, que humilhação! Bicha, você mereceu, você mereceu.
Ai, vai me desculpar. Para ela, para os professores, para a organização do show de talentos, para o zelador da escola, para as tias da cantina, Enfim, eu tinha que pedir desculpas pra basicamente todos que estavam na escola naquele dia e aplaudiram a minha farsa. Nos dias seguintes, fiz minha primeira turnê e fui de sala em sala admitir a verdade pra todo mundo. E pra piorar, a minha mãe fez questão de ir comigo em cada perdão que eu fosse pedir.
Foi humilhante. A minha curta carreira como compositor terminou da mesma forma que começou: sem nenhum conhecimento musical e com uma admiração exagerada pelo RBD. Por anos virei o Giovanni na escola, não só pela minha bela canção vinda da banda dele, mas muito também por eu ser bem viadinho. Giovani do RBD. A minha mãe não me colocou na aula de violão e eu me ressenti por anos pensando que se eu tivesse aprendido quando criança, hoje poderia ser um grande músico, dessa vez de verdade.
Mas graças a Deus parei de me lamentar pelo que poderia ter sido e fui correr atrás do meu. Comprei um violão. Aí sim! E finalmente me matriculei para começar as minhas aulas particulares. Eu tô doido para tocar a minha primeira música, que com certeza vai ser a seguinte: só loqueira desse silêncio, 5 minutos. Ai, meu Deus, que delícia de história, bicha! Como a senhora foi burra! 9 aninhos, né, gente? O que esperar de uma criança de 9 aninhos?
Eu, eu acho pelo que ele conta aqui na história, eu acho que ele tava tão eufórico com tudo que tava acontecendo. Imagina, gente, do dia para noite ele virou uma celebridade no colégio dele. Imagina, gente, uma criança de 9 anos vendo isso. Então acho que ele simplesmente esqueceu de onde vinha o grande talento dele, né, de composição. Acho que ele assumiu ali naquele momento, assumiu um papel de que a música é minha, fui eu que fiz, Tá todo mundo aqui deitando para mim, é isso, acabou, não tem como mudar.
Eu sou agora artista, meu amor, compositora, cantor, cantora, compositora. E aí a pessoa esqueceu, esqueceu que na verdade, meu amor, não tinha talento nenhum ainda, ainda, bicha. Coitadinha, gente, 9 anos, né? É isso, o que esperar de uma criança de 9 anos? Não tem, não dá para ter muita noção Né? Se bem que tem criança de 9 anos com muito mais noção do que adulto, né, gente? Mas para fazer uma coisa dessas, acho que é a cara de uma criança de 9 anos, gente.
Simplesmente esquecer de onde veio a letra da música e deixar rolar, sabe assim? Deixar acontecer. Porque era, além, para além de tudo, ele era muito fã do RBD, né? Então na hora que ele viu ali o CD do RBD, ele nem pensou duas vezes, tipo, ai meu Deus, vou, vamos descobrir que de onde veio. Não, ele pensou assim, cara, eu já cantei a música para uma galera, ninguém comentou nada, ninguém falou nada, ninguém disse que eu copiei a música, ninguém falou nada.
Então pronto, a música é minha e acabou. Eu acho que é isso que passou pela mente dele, porque não é possível, não é possível. O sétimo RBD, o sétimo RBD, Guilherme. Guilherme, que coisa fofa! Ai, que bom que você conseguiu ir atrás do seu no futuro, né? Fico muito feliz que depois disso tudo você foi atrás do seu, independente da sua mãe ter te colocado na aula ou não. Sim, ela poderia ter feito isso por você, mas não, já que ela não tinha condições, né?
Então eu também entendo a sua vontade, mas também dá para entender a dela, né, de ser professora. Imagina sem ter essa condição de te colocar numa aula de violão. Que pena que ela não tinha essa condição, mas que bom que você foi atrás do seu. Isso é muito massa da sua parte. E mesmo quando criança, a gente tá tirando onda aqui que você foi bem burra, Mas ainda assim, isso mostra muito sobre você, né, gente? Olha, 9 anos já indo atrás disso assim, né, de, cara, quero ser, quero fazer.
Isso é muito legal, isso mostra que você é uma pessoa, desde sempre foi uma pessoa que vai atrás do seu, corre atrás do seu, ainda que por, ainda que por caminhos um pouco tortos, né, um pouco não convencionais, como roubo, roubos intelectuais, né. Espero que você não faça mais isso, que você Consiga aí aprender a tocar o seu bom violão e componha suas próprias músicas, tá? Depois, claro, de cantar sua primeira música, que é a música do Rebelde.
Quero ter em 5 minutos. Amei, gente! Me trouxe uma memória afetiva muito boa. Vocês também sentiram isso? Eu amei, achei super gostosa essa história. E como eu disse, eu não era fã de Rebelde, mas adorava as músicas. Inclusive, tinha uma música do Rebelde que era muito triste, que era a música tema do casal. Qual que era, gente? Me lembra lá nos comentários do Instagram, @quantovalessaistoria. Eu lembro de uma música que eu amava e eu chorava sempre que eu ouvia.
E era uma música que era música tema do casal, mas não era uma música que falava de amor, ela falava, ah, era muito, muito triste. Que música era essa, gente? Me lembra lá os nomes, por favor, me lembra o nome nos comentários. Tô esperando, hein, que eu quero ouvir essa música. Hoje eu vou emburacar com Rebelde. Quero lembrar que música que foi, que música O que foi que eu não tô lembrada? Ó, agora é com vocês, meus amores. É com vocês que eu quero saber quanto vale essa história, de 0 a 10.
Quanto vale a história O Sétimo RBD? Comenta lá no nosso Instagram, @quantovaleessaistoria. Comenta se você também já foi fã de RBD ou se você ainda é. E quem que era o seu personagem favorito, hein? Quem que você queria ser no RBD? Me conta que eu tô ansiosa pra ver os comentários de vocês, tá bom? Por hoje é só, meus amores. Quinta-feira tem mais episódio Proibidão, apenas pra apoiadores. Se você não apoia ainda, é muito fácil, muito baratinho.
E você só vai sair ganhando. Então corre pra apoiar esse podcast que vos fala. Um beijo, até quinta-feira. Tá bom pra você?
É, filha, só não quero ter silêncio 5 minutos. Inderebere pitoreiro, vem junto a mim. Inderebere de perero, engole tudo. Inderebere do perureiro, deve ser a mim.
É, te assusta, é GBD em coreano.
ianca DellaFancy
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