ESPECIAL DIA DOS NAMORADOS
Bianca DellaFancy apresenta uma experiência imersiva contando histórias da audiência. De zero a dez, Quanto Vale Essa História? Toda terça e quinta (para apoiadores).
Seja nosso apoiador: https://linktr.ee/qveh
Lojinha oficial: https://heartmerch.com.br/collections/bianca-dellafancy
Mande sua história para: quantovaleessahistoria@gmail.com
- Dia dos NamoradosHistória de Derek e o retiro de meditação · Luana e Ana Carolina: 13 anos de amor e gravidez · Mirella e Luiz: encontro no Bumble e vida a dois · Rodrigo e Lucas: primeiro amor gay e vida na Suíça · Primeiro encontro de Erick e a paixão nerd · Rodrigo e o veterinário: amor improvável após perda · Bernardo e Bia: encontro de almas e amor trans · Juan e Juan: o encontro de dois 'Juans' enganados
- Vira Casacas Podcast e ApoioLink para apoio no Instagram e descrição · Plataformas de apoio: Orelo e Apoia.se · Conteúdo exclusivo para apoiadores (vídeo da revelação do Bernardo, grupo do Telegram)
- Instagram do PodcastFotos dos casais ilustrando as histórias · Interação com os ouvintes para escolher a história predileta · Compartilhamento de vídeos exclusivos para apoiadores
Bianca DellaFancy:Eu sou Bianca Della Fancy e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História. E aí, meus amores, cês tão boas? Eu espero que sim, dentro do famigerado possível, é claro. Hoje é sexta-feira, tecnicamente seria dia de hora extra. Mas hoje é um dia muito especial. Dia dos Namorados, gente. Ai, meu Deus! Estamos aqui com o nosso especial de Dia dos Namorados do Quanto Vale Essa História. Adoro! Tão sentindo esse cheirinho, gente? Sim, sim, sim, é o cheiro da minha inveja. A todos os casais que mandaram a história pra gente. E não foram poucos casais, então muito obrigado a todo mundo que participou, gente. Muito obrigado mesmo, do fundo do meu coração. A todo mundo que mandou a história pra gente através do nosso email quantovaleessaistoria@gmail.com. É um especial, então é um episódio diferente dos outros. Por isso que estamos aqui hoje, na sexta-feira, onde... Geralmente é um dia apenas para apoiadores, então não se acostumem com episódio aberto sexta-feira. Não, tá, meu amor? Inclusive, por muito pouco esse episódio aqui não foi para apoiadores só, viu? Então você que não apoia a gente ainda tá perdendo tempo, porque por muito pouco você não perde esse especial aqui, viu, minha filha? Que hoje eu tô de bom humor. Então aproveita e apoia o podcast, mulher, pelo amor de Deus! R$13, bicha, vai apoiar o podcast, hein? Vai apoiar podcast. E o link do nosso apoio tá lá na bio do nosso Instagram e também na descrição aqui do podcast, tá bom? Você pode apoiar através do Orelo e também do Apoia.se. Obrigada mais uma vez a todo mundo que mandou a sua história. Se você não está com ninguém, se você tá aí jogada às traças, com teia de aranha na virilha, minha filha, tá tudo bem, tá bom? Estamos juntas nessa, tá? Esse episódio aqui é para contemplar, parabenizar e celebrar os casais existentes, mas também para inspirar Ah, novos casais que vão vir aí. Vai sim, minha filha, confia, acredita. Confia que vai vir aí, tá bom? Bora começar então? Deixa eu explicar como vai funcionar esse especial. Vocês me mandaram várias histórias. Algumas histórias são curtas, outras histórias são um pouco maiores, outras são imensas. E a gente selecionou aqui apenas o melhor do melhor pra vocês, meus queridos ouvintes. Então eu vou ler as histórias, cada história tem um título. E lá no nosso Instagram, você vai poder ver as fotos que ilustram cada história. Sim, cada história tem uma foto enviada pela pessoa que mandou a história pra gente, tá bom? Então se você quer conhecer esses casais, como eu tô louca pra conhecer, depois de ouvir esse episódio, corre no nosso Instagram, @quantovaleessaistoria, pra você ver as fotos dos casais aqui citados em cada história. São várias histórias. E depois de ouvir o episódio de hoje, esse episódio tão especial, você vai correr no nosso Instagram e vai comentar qual foi a sua história predileta. Eu tô curiosíssima pra saber qual você mais gostou. Ai, que incrível, né, gente? Nossa, eu tô muito feliz com esse especial, sério. Muito feliz mesmo. Muito, muito, muito contemplada por tanto amor. Vamos ver, na verdade eu não li nenhuma história ainda, né. Vamos ver se realmente são histórias de amor. Vamos lá, vamos começar. Porque a primeira história se chama... Entre Silêncios e Olhares. Veio... O amor. Olá, Bianca. Em dezembro de 2022, o YouTube me recomendou uma entrevista da Duda Beach. Nela, a Duda contava sobre sua experiência em um retiro de meditação vipassana, realizado em silêncio absoluto durante 10 dias. A ideia me chamou tanto a atenção que me inscrevi para participar. Em janeiro de 2023, fui aceito e embarquei nessa experiência em Santana de Parnaíba. Logo após chegar, entregar meus pertences e me acomodar, reparei em um rapaz que parecia ter a minha idade. Eu achei ele muito bonito, mas não tivemos oportunidade de conversar, pois o retiro começou. E a partir dali Todos permaneceriam em silêncio. Os primeiros dias foram desafiadores. Sem celular, distrações ou conversas, o foco era apenas a meditação e o autoconhecimento. Mesmo assim, eu e aquele rapaz, que mais tarde descobri se chamar Derek, acabávamos nos sentando próximos e trocando olhares discretos. Aos poucos, fui sentindo uma curiosidade cada vez maior em conhecê-lo. No penúltimo dia, quando finalmente fomos autorizados a conversar, eu uni coragem para abordá-lo. O nervosismo era tanto que meu primeiro comentário foi simplesmente: "Olha, um riacho!" Apesar da abordagem desastrosa, a conversa fluiu. Falamos sobre música, gostos musicais e experiências de vida. E a conexão que existia em silêncio começou a ganhar voz. No dia seguinte, trocamos contatos e nos despedimos. Horas depois, por coincidência, ainda nos encontramos novamente enquanto aguardávamos transporte para ir embora. Quando voltei para Campinas, enviei uma mensagem: Desde então, nunca mais paramos de conversar. As mensagens viraram ligações. As ligações viraram encontros. Os encontros viraram amizade. A amizade virou parceria. E a parceria se transformou em amor. Em janeiro de 2024, Derek me pediu em namoro. Até hoje acho incrível pensar que uma simples recomendação do YouTube e 10 dias de silêncio absoluto me levaram ao encontro de uma das pessoas mais importantes da minha vida. Hoje eu tenho a felicidade de dividir meus dias com alguém que admiro profundamente. Meu melhor amigo, meu parceiro, meu namorado, o meu Derek. Ai, meu Deus, que coisa mais linda, gente! Me arrepiei Todinha! Todinha! Que história linda! Vamos lá, observações. É... "Olha, um riacho". Você tava vendo mesmo um riacho? Ou você tava apontando pro meio das suas pernas? Juro que eu fiquei na dúvida, gente. Porque tantos dias em silêncio... É muito tesão acumulado, né, gente? Fala sério. É muito tesão acumulado. "Olha, um riacho". E a corredeira assim, ó. Descendo pela virilha. De tanta vontade, né, minha filha? Adoro, tá água na boca. Menina, Duda Beach nem imagina que ela tá unindo casais por conta de uma experiência que ela contou no YouTube. Olha, Duda Beach, gente, marquem muito a Duda Beach lá no Instagram para que ela veja que esse retiro, esse retiro deu certo para alguém. Para Duda, não sei se deu, não sei. Duda, deu para você também? Amei, gente, amei, amei. Nossa, que difícil, né, gente? Tantos dias em silêncio, 10 dias em silêncio, misericórdia. Não pode nem falar sozinho, gente. Não tem a menor condição. Eu não teria porque eu tô solteira, gente. É por isso que eu estou solteira, jogada às traças, tiazinha. Porque olha, se para arranjar alguém nessa vida tem que ficar 10 dias em silêncio, gente, acabou. Vou morrer sozinha mesmo, não vai ter jeito. Bom, para você ver esse casal maravilhoso, corre no nosso Instagram para você ver quem é o Derek, que eu tô curiosíssimo para ver quem é o Derek também. Deve ser um gato, né, gente? Porque se você não pode conversar com a pessoa, você vai reparando em tudo. Tudo, né, todo o restante, né. Então deve ser bom. Já imaginou se depois de 10 dias e aí finalmente você vai falar com o Baphomet? E aí? Aí? Não, sem problemas, tudo bem, gente, pode ser assim também, né. Não vamos ser também aqui whatever, tudo bem, podia ser, não tem problema. Próxima história, e ela se chama Um novo capítulo. Oi Bianca, ano passado eu escrevi pra você contando como conheci meu amor. Eu sou a Luana e meu amor é a Ana Carolina. Bom, relembrando, foi na escola que nos conhecemos. Ai, eu lembro dessa história! E esse amor já dura 13 anos. Essa história ganhou mais um capítulo. Porque hoje estou aqui grávida do que chamamos de fruto do nosso amor. Estou com 4 meses de gestação e o Bernardo está a caminho. Eu gostaria que ela se lembrasse do motivo de eu amá-la tanto. Eu amo a Ana por ser a mulher que me apoia, que me faz rir todos os dias, e que está ao meu lado em todas as situações. Ela é uma luz que ilumina meus dias, a mulher mais linda que o mundo me deu de presente e a pessoa com quem posso ser eu mesma. Ela espalha alegria por onde passa e é sem dúvidas a mulher da minha vida. Amor, esses 13 anos ao seu lado foram incríveis. Eu não mudaria nada da nossa história, mas chegou a hora de sermos 3. Estar aqui ao seu lado nesse novo capítulo das nossas vidas só me fez querer viver ainda mais. Deixo nossa foto e o vídeo da revelação do nosso Bernardo, que foi tão sonhado e agora está a caminho. Gente, vocês querem que eu morra do coração? Meu Deus do céu! Eu lembro dessa história, gente. Quem aí lembra dessa história? Porque no ano passado, a gente também teve especial de Dia dos Namorados, caso você aí não lembre. E eu também perguntei: "Como que você conheceu o seu amor?" E eu lembro dessa história, eu lembro. Se você, por acaso, não lembra, vai ouvir aí, recapitula o nosso especial de Dia dos Namorados do ano passado. Onde a Luana contou como conheceu a Ana Carolina, que agora... Vão ser 3. Essa família tá cada vez maior, gente, meu Deus do céu! Olha só, elas mandaram a foto delas que está lá no Instagram, e como foi dito aqui na história, mandou o vídeo, o vídeo da revelação do Bernardo. Esse vídeo vai estar disponível apenas para apoiadores lá no nosso grupo do Telegram, tá bom? Se você não é apoiador, você vai ficar de fora dessa, meu amor. Então corre para apoiar para você ter acesso a esse vídeo Dessa história linda, nossa, gente, fiquei toda arrepiada, toda cagada, quase chorei, quase me segurei. Eu tô sentindo que se continuar assim até o final, realmente vai ser difícil para mim, viu? Mas vamos junto, vamos junto. Então é isso, apoiadores vão ter acesso ao vídeo que a Luana mandou para gente, tá bom? Se você já é apoiador e não tá no grupo do Telegram, tá esperando o quê? Vai lá entrar no grupo do Telegram, a gente tá lá todos os dias fofocando, conversando, contando coisinhas que não vão para o grande público, tá bom? Próxima história. E ela se chama: Dois filhos, onze gatos e o maior amor que eu já vivi. Olá, sua grande gostosa, como está a vida? Corrida! Eu sou Mirella e tenho 33 anos. Eu e meu namorado estamos juntos há um ano e meio. Eu vou contar como encontrei ele, o amor da minha vida. Eu tinha acabado de terminar um relacionamento muito ruim e estava totalmente traumatizada. Era fim de ano e eu queria uma vida nova sem problemas, ou seja, sem homens. Desculpa aos que estão ouvindo. Tinha combinado um final de ano com minhas amigas para virar o ano de forma animada, apesar do ano ruim. No dia 30, fui a 25 de Março comprar as decorações para festa e comecei a passar mal. Mesmo assim fui trabalhar esse dia. Trabalhei sem parar. Quando estava indo embora, mandei mensagem pra uma dessas amigas que ia passar o ano novo comigo e que mora perto do meu trabalho pra gente pedir uma pizza pra eu jantar por lá e não desmaiar no trem. Assim também aproveitaria e pegaria umas coisas pra levar pra casa pro ano novo. Chegando lá, ela estava mexendo no Bumble e fiquei zoando dizendo que ela amava pegar homem em relacionamento aberto, que é o que o que mais tem nesses aplicativos. Nada contra, cada um sabe o que quer por lá, né? E daí comecei a ver como funcionava o aplicativo. Nunca usei nenhum porque meus ex eu achei no lixo, aparentemente. Jantei na casa dela como programado, mas no Uber de volta para casa instalei o aplicativo. E daí apareceu Luiz. Começamos a conversar, fomos até às 4 da manhã. O nosso primeiro date foi no dia 2 de janeiro e desde então nunca desgrudamos. Hoje formamos uma família com meus filhos e nossos 11 gatos. Juntos realizamos o meu sonho de conhecer Paris e essa semana pegamos as chaves do nosso apartamento. Ele é o maior amor que eu já vivi. "Eu nunca estive tão feliz. Luiz, eu te amo muito e amo tudo o que construímos." Gente, que coisa linda! Meu Deus, é muito doido pensar como as coisas simplesmente acontecem porque elas têm que acontecer, né, gente? Olha que loucura! Num dia aleatório, um rolê completamente aleatório, uma pizza super aleatória, tudo extremamente aleatório, sabe? Calhou dela ir lá na casa da amiga, a amiga tá usando aplicativo, ela ainda tira onda com a cara da amiga Ela falando com a amiga: só pega homem casado. E de repente ela tá lá usando o aplicativo que é o Bumble. Isso aqui não é uma publi não, deveria, né? Até poderia ser uma publi para esse aplicativo aí, mas eu já usei esse aplicativo há um tempão atrás. Nossa, faz tempo que eu não uso esse daí e não me deu muito bom não. Para Mirella deu super certo, ela conheceu o Luiz. E aí eu fico mais chocado ainda, gente, porque não é uma história assim tipo: aí estamos juntos, né? A gente tá aí vendo O que vai dar? Não, tipo assim, tá simplesmente casada, não se desgrudam desde o dia 2 de janeiro, que foi o dia que eles tiveram o primeiro date. Tem filhos, 11 gatos, foram pra Paris, compraram um apartamento. Tipo assim, gente, é uma coisa muito babado, juro. Isso, quando eu falo pra vocês sobre histórias que inspiram a gente, pra mim pelo menos, isso me inspira demais. Porque às vezes a gente pensa que a gente tá fazendo alguma coisa da nossa vida que é muito sem significado, sabe? Às vezes a gente tá num momento da vida que a gente pensa: "Ah, as coisas que eu tenho feito não tem muito significado." Sabe o que eu tô falando, né, gente? Esses momentos da vida onde a gente tá meio descrente da gente mesmo, da própria vida, muitas vezes. E a gente vai só fazendo coisas, amenidades, né, aleatoriedades na nossa vida que a gente pensa que não tem nenhum significado. E no fim das contas Mas essa aleatoriedade mesmo da vida leva a gente a conhecer o amor da nossa vida, sabe? Entendeu o que eu quero dizer? As coisas mais aleatórias da nossa vida tão acontecendo e muitas vezes levam a gente a coisas com extremo significado. Porque no fim das contas tudo tem muito significado, por mais aleatório que pareça. Porque tudo leva a gente a fazer o principal, que é viver. Ai, que coisa linda, Mei. Amei, amei, amei. Próxima história. E ela se chama Nova Descoberta. Oi Bianca, cê tá boa? Eu me chamo Rodrigo, tenho 31 anos e vim contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos. Já adianto que amamos o Quanto Vale Essa História e ouvimos juntos, inclusive os proibidões. Sim, somos apoiadores. O ano era 2011 e eu era apenas um adolescente de 16 anos com problemas para entender sua sexualidade. Estudava em um colégio técnico e nesse mesmo ano comecei o ano técnico de bioquímica no período da tarde. Foi nesse momento que conheci ele, o Lucas. Cada um tinha seu próprio grupo de amigos na sala. Até que passadas algumas semanas, nossos grupos se juntaram e nos tornamos amigos. Começamos a nos aproximar bastante e a sair aos finais de semana, mas sempre juntos de uma outra amiga, a Mel. Dormíamos muito na casa dela e geralmente ela nos deixava com seu quarto e ia dormir no quarto da mãe. Em uma das noites, quando já existia um clima enorme entre nós dois, ele propôs que nos beijássemos. Eu congelei, não sabia o que fazer e comecei a me tremer inteiro. Recusei. Não lembro muito bem o que disse, mas não nos beijamos. Depois disso, nós continuamos a sair e ele continuou a tentar alguma coisa comigo. Ele estava realmente certo do que queria e eu ainda vivia um conflito conflito interno enorme com os meus sentimentos e com a dificuldade de entender quem eu realmente era. Até que em um churrasco antes da nossa formatura, decidi que ia acontecer. Combinamos de ficar nesse dia pela primeira vez e aconteceu. Entramos num dos quartos da casa e nos pegamos muito, mas como não éramos assumidos e não tínhamos vontade alguma de fazê-lo ali, Inventamos que passei mal e ele me levou para o quarto para me ajudar. Como todo mundo já estava muito bêbado, ninguém pareceu duvidar. A partir desse dia, nós não nos desgrudamos mais. Ficávamos escondidos no banheiro da escola durante o intervalo, usávamos nossa amiga Mel como álibi para sairmos sem que nossos pais desconfiassem, e fomos descobrindo Quem nós éramos? Fomos a primeira experiência gay um do outro! Nos assumimos pra nossas famílias aos 17 anos. Fomos morar juntos aos 23. Nos casamos aos 25. A Mel foi a nossa madrinha! E hoje moramos na Suíça com o Ravi, o nosso Salsicha. Gente, eu tô gag! Eu tô completamente gag! Meu Deus do céu, a primeira experiência gay deles! Gente, eu não vou dizer que é a primeira e única porque não sei, né? Não sabemos, vai que é aberto, sei lá, né? Mas caraca, gente, olha isso! Olha esse final! Fomos a primeira experiência gay um do outro, nos assumimos para nossas famílias aos 17 anos. Um ano depois Vamos morar juntos aos 23. Gente, é uma vida! Casamos aos 25 e a Mel foi uma das madrinhas. Gente, que história! E hoje moramos na Suíça com Ravi, que é o Salsicha do casal. Gente, eu tô gag! Palmas, meu Deus! E apoiadores, que bom que são apoiadores, porque imagina, moram na Suíça e não apoiam podcast. Fala, meu amor, por favor, hein! "Fecha esse quiosque, volta agora pro Brasil". Gente, que história é essa? Tô passada, passada! Nossa, é uma vida juntos, gente, uma vida! Meu Deus, gente, parabéns por essa história de amor, por terem se descoberto juntos e terem assumido quem vocês são, sabe? Porque, enfim, acho que fez parte esse momento aí onde vocês tiveram que se esconder mesmo. E tá tudo bem, vocês tinham 16 anos, vocês eram muito novos ainda. Já falei e repito quantas vezes forem necessárias, se vocês não se sentem confortáveis para assumir a sexualidade de vocês, seja por qual motivo for, gente, principalmente por motivos de família, religião, né, da família, o ambiente onde vocês estão inseridos, né, o bairro onde vocês moram, enfim, a rua, a casa. Se você sente que vocês estão num lugar que vocês não vão ser bem recebidos, né? Essa notícia não vai ser bem recebida e vocês correm o risco de, sei lá, serem expulsos de casa, apanharem, né? Sempre que for um ambiente hostil, mantém em segredo sim. Vai vivendo sua vida assim, minha filha. Na hora que você tiver o seu dinheirinho, junta seus panos de bunda para ir embora de qualquer lugar que você precisa ir embora, se tiver condições de fazer isso, aí sim você vai e conta. Quando você não tiver condições de juntar os seus panos de bunda e sair pra qualquer canto se sustentando, infelizmente você vai ser obrigada, pelo seu próprio bem, a ficar quietinha, tá? Então entendo muito esse momento que vocês tiveram aí de realmente viver às escondidas, né? E já num relacionamento, inclusive. Vocês ficaram um ano num relacionamento, mas não durou muito essa coisa escondida porque no ano seguinte Vocês já se assumiram. Gente, amei. Nossa, tô gag. Próxima história. E ela se chama: Te amo em todos os universos. Oi Bianca, tá corrida né vida? Eu vim dar meu breve relato aqui de como eu conheci o amor da minha vida. Foi bem peculiar. 2 anos atrás, enquanto eu me aventurava nos aplicativos de namoro, acabei encontrando um perfil diferente no Tinder. Tinha um nome fora do comum e sequer uma foto, apenas memes de gatinho, o que me fez dar risada. Nossa, geralmente eu passo esses assim sem pensar duas vezes. Gente, eu tô muito solteira e eu tô descobrindo hoje aqui com vocês os porquês, juro. Esses perfis aí de meme de gatinho no Tinder, gente, ai, que vergonha! Eu sempre passo, fala: sai fora, eu, hein! Às vezes eu passei o amor da minha vida e não tô sabendo. Agora eu tô sabendo. Por isso dei like e não é que deu match? Ficamos conversando o dia todo. No final do dia, pedi o WhatsApp para ver seu rosto. Bicha, você conversou sem ver o rosto? Passada, passadíssima. No dia seguinte ele me respondeu: "E vi o homem mais lindo do mundo naquela foto de perfil. Foi paixão na certa." Conversamos por dias e decidimos marcar de nos encontrar. No dia uma chuva babado começou a cair e tivemos que remarcar para semana seguinte. E na semana seguinte, a mesma coisa aconteceu. E na outra semana, fiquei doente. Era como se o mundo estivesse sabotando o nosso primeiro encontro. Quando finalmente aconteceu, não foi dos melhores, mas aconteceu. Continuamos conversando mesmo assim, até porque eu já estava completamente apaixonado por ele. Como não ficar apaixonado? Um homem carinhoso, inteligente, bonito e engraçado, tudo o que eu sempre sonhei. Depois de muitos encontros e conversas, decidimos viajar para São Paulo e passeamos na Liberdade. Ele me levou no restaurante da Hello Kitty, que eu queria muito ir, e na mesma noite me pediu em namoro com um aplicativo que ele programou. E com um presente, uma caixa que ele pintou com o símbolo do Homem-Aranha, as minhas cores favoritas, cheia de doces com uma cartinha. Esse é o homem da minha vida, o homem que eu sempre sonhei, que me apoia nos meus hobbies e nas minhas loucuras, e principalmente apoia os meus sonhos. Erick, eu te amo muito mesmo e amo ser nerd com você e tenho certeza que se houver um multiverso, eu e você estamos juntos em todos eles. Você é o Anakin da minha Padmé, o Hanklin do meu Wiccano, a Jean Grey do meu Ciclope. Pra sempre te amarei, meu gatinho. Segue nossa fotinha juntos em um torneio de Pokémon que participei, porque mesmo sem jogar e sem tenho nada para fazer, ele tá lá comigo, me apoiando e me dando forças. Gente, um casal nerd! Menina, esse final pra mim me pegou, viu? Anakin da minha pá de meh, Deus sabe quem são, né? Hunklin, Hunklin, vocês conhecem, gente? Hunklin do meu Wiccan? Jim Grey eu conheço, Jim Grey, né? Pelo amor de Deus, Jim Grey, Ciclope, eu conheço. Agora, o Wiccan, eu não sou nerd, gente. Eu definitivamente não sou nerd. Já fui quando criança, já fui um pouco nerdola quando criança, Não sou mais, definitivamente não sou mais. Gente, olha só, realmente existe a tampa da panela, não é mesmo, menina? Existe sempre um chinelo velho para esse pé cansado, sempre, gente. A carne às vezes cai no prato do carnívoro, né? A gente pensa que não, mas cai. Olha aí, gente, ele deu like num perfil cheio de meme de gatinho, sem foto, sem nenhuma foto, conversou com essa pessoa O dia todo sem ver a cara dela. Quer dizer, vocês fariam isso, gente? Eu jamais faria isso. Então você que me ouve, que é solteiro, solteira, talvez a gente hoje esteja descobrindo o porquê da nossa solteirice. A gente não tá se permitindo, a gente tá muito difícil, gente. Desde que a gente descobriu amor próprio, a gente colocou muita coisa na frente do amor pelo outro, entendeu? A gente colocou muita barreira. Muita barreira, minha filha. Tem tanta coisa antes desse amor chegar perto de mim, entendeu? Até ele chegar. E quando chega, eu falo assim: sai, não encosta em mim, tira a mão do meu ori, não pega na minha cabeça, sua macumba. Tanta coisa, gente, pelo amor de Deus. Na hora que chega o amor, o amor, juro, gente, na hora que chega o amor, se o amor vier com perfil no Tinder com meme de gato, sem nome, aliás, com nome duvidoso, sem foto, eu não vou dar like, meu amor. Eu não vou dar like, e se der like vai ser sem querer. E se der match, eu vou desfazer o match. Eu jamais vou passar um dia inteiro conversando com você sem ver a sua cara, só falando com os memes de gatinho que você colocou no seu perfil do Tinder. Se esse for o amor, meu amor, eu não vou encontrá-lo. Então, por favor, gente, eu peço a Deus, por favor, aos meus orixás, faça esse amor vir um pouco mais É, como eu posso dizer, alinhado com as minhas expectativas. Expectativas essas que não são baixas, porque se vier dessa forma, a gente não vai encontrar o amor. Pronto, é isso. Próxima história, e ela se chama Visita ao Veterinário. Oi Bianca, tudo bem? Meu nome é Rodrigo, eu tenho 29 anos e Essa é a história de como fui levar meu cachorro ao veterinário e acabei encontrando o amor da minha vida. Em 2021, realizei o sonho de ter um husky siberiano chamado Denver. Infelizmente, ainda filhote, ele ficou muito doente e precisei levá-lo a um hospital veterinário no interior de Goiás. Foi lá que conheci o veterinário que mudaria minha vida. Além de extremamente atencioso, ele era um agro boy lindo. Alguns dias depois, Denver faleceu e mandei uma mensagem agradecendo todo o cuidado que ele teve conosco. A partir daí, nunca mais paramos de conversar. Com o tempo, as conversas ficaram cada vez mais frequentes e percebemos que havia interesse dos dois lados. Marcamos nosso primeiro date e passamos horas conversando e nos conhecendo. Durante esse período, contei que ainda estava em um relacionamento aberto que já havia acabado emocionalmente, mas que ainda não tinha sido encerrado oficialmente. E aí, babado! Pouco depois, ele me convidou para um churrasco em sua casa. Quando cheguei, descobri que o irmão dele era meu ex-namorado. Meu primeiro relacionamento com outro homem. Bicha! O clima ficou estranho quando a história veio à tona e eu achei que aquilo acabaria com qualquer chance entre nós. Mas não acabou. Depois de refletir bastante, terminei meu relacionamento e decidi seguir o que já sentia. Começamos a passar cada vez mais tempo juntos e após 7 meses ficando, ele me pediu em namoro durante um aniversário em Goiânia. Mais tarde nos mudamos para lá, mas cada um manteve seu próprio apartamento. Esse período foi importante para amadurecermos juntos e para que ele pudesse se assumir para família no momento certo. No ano passado, fui apresentado oficialmente como namorado durante uma festa da família e fui recebido com muito carinho. Uma semana após a morte de Denver, ele me mostrou uma filhote husky que estava para adoção. Eu a adotei, dei a ela o nome de Nairobi, e ela acompanhou o início da nossa história. Hoje moramos juntos juntos, temos mais 2 cachorros e formamos uma família. Ele me ensinou o que é um relacionamento saudável, baseado em respeito, conversa e parceria. E daqui alguns meses vou pedi-lo em casamento. No começo do namoro, prometemos que após 5 anos juntos oficializaríamos nossa união, e agora chegou a hora de cumpri essa promessa. No fim das contas, perdi um cachorro, mas encontrei uma família inteira. E aprendi que o amor pode aparecer nos lugares mais improváveis, até mesmo em uma clínica veterinária do interior de Goiás. Gente, gente, eu tô gag! Gente, vocês têm noção disso? Olha que loucura! Cara, é o que eu sempre digo, é o que eu sempre digo. A gente precisa trabalhar o fato de que a vida é um mar de possibilidades. E às vezes tá tudo uma bosta, tá tudo uma merda. Seu cachorro morreu, sabe? Você tá, tipo assim, no fundo do poço, no olho do furacão. E aí vem alguma coisa que acontece e simplesmente muda tudo. Porque isso é a vida, a vida não é linear. É ups and downs, querida. Altos e baixos, pra quem não entendeu. Muita coisa vai acontecendo e muita coisa vai acontecendo ao mesmo tempo. Olha que loucura, gente, ele foi levar o cachorro dele num veterinário no interior de Goiás e conheceu o amor da vida dele lá, que era o veterinário. Gente, quais as chances disso? Muitas, na verdade. Sabe por quê? Porque isso é a vida. A gente acha que não são muitas chances, mas são muitas, muitas. Que loucura! E eu fiquei chocada, chocada que a senhora já estava num relacionamento. Rodrigo, nossa, Rodrigo, se você me conta um negócio desse, para mim é uma red flag tão grande, gente. Para mim, meu Deus do céu, sem condição. Tá vendo, gente, cada vez mais longe do amor eu, no caso. Porque, cara, se o Boff me fala, olha, eu namoro já, mas esse namoro já terminou sentimentalmente, né, afetivamente já terminou, tá, mas e aí o sexo, meu amor, vai ficar transando com ele? E aí qualquer outra coisa vocês tenham juntos, vai acabar ou não vai? Ai, não sei, eu ia ficar tão preocupada de, do bofe voltar para o ex dele, tá vendo, gente? Comigo nem ia rolar, eu já ia falar: não, meu filho, não, você já escolheu pelo seu, pelo seu bofe aí que você tá ficando, namorando, sei lá, pode ficar com ele, não, deixa para lá. E não foi, e o que Rodrigo fez? Rodrigo deu um voto de confiança, as coisas deram certo, tá vendo, gente? A gente tem que confiar nas pessoas, tem que confiar nas pessoas. Nossa, gente, amei, amei! Sinto muito, muito pelo Denver, seu cachorrinho que faleceu. Mas que bom que a sua vida se desdobrou pra um lugar muito melhor do que você podia sequer imaginar. E hoje você tá aí com a sua família. E é muito doido, né, gente? Muito doido pensar como realmente família é uma coisa que não precisa ser de sangue, né? Família é um sentimento, família é um estado de pertencimento, né? Família é lar, independe do sangue, independe da criação, né? Família é onde você se sente bem. E nós, pessoas LGBTs, quantas vezes nós somos forçados mesmo a ir atrás de outra família, senão a família de sangue, né, gente? Então os nossos amigos e as pessoas que nós nos relacionamos, nossos parceiros, muitas vezes se tornam nossa família mesmo, porque às vezes aquela de sangue lá não nos apoiam, né? Espero que não seja o caso de vocês que estão me ouvindo, mas se for, fiquem tranquilos, viu? Fiquem tranquilos que vocês provavelmente já têm uma grande família junto de vocês, que são seus amigos, as pessoas que amam vocês. Às vezes só basta vocês perceberem isso mesmo, viu? Ai, linda, gente, que linda! Nossa, fiquei muito feliz por vocês, muito, muito, muito, muito. Nairobi, que nome de cachorro, né, gente? Próxima história, e ela se chama Encontro de Almas. Oi Bianca, meu nome é Bernardo e sou apoiador desse podcast. Provavelmente se essa história for lida eu estarei com 31 anos que completo no próximo dia 5 de junho. Sou do interior de Minas Gerais, de uma cidadezinha chamada Piranga. A minha história começa muitos anos atrás quando eu ainda era visto como uma garota. Sim, eu sou um homem trans. Desde muito novo, sempre fui uma pessoa muito à frente do meu tempo, decidida e intensa. Me assumi como lésbica aos 15 anos, indo totalmente contra tudo aquilo que a minha família esperava de mim, já que eu era o bebezinho da casa, até chegar a minha verdadeira fui descoberta, vivi muitos conflitos internos, me relacionei com algumas pessoas e mesmo tão novo eu já tinha uma certa fama. Cabelo curto, tatuagens, um jeito confiante e, como diriam, bem mulherengo e sapatão. Até que em 2016 iniciei minha transição e foi aí que aquela pessoa confiante pareceu desaparecer. Eu entrava em sites de relacionamento e as perguntas eram sempre as mesmas: se eu já era operado, como era o meu corpo, o que era isso, o que era aquilo. Aos poucos fui me fechando para o mundo e perdendo a confiança. Comecei a ficar mais na minha. Tive relacionamentos rasos, nos quais nunca me sentia realmente amado. Muitas vezes me sentia como um objeto de curiosidade, algo diferente que as pessoas queriam conhecer, mas nunca assumir. Em 2016, esse assunto ainda era muito pouco compreendido por muita gente. A falta de informação era enorme e, com isso, o preconceito também. Era muito mais forte. Depois disso, passei por um relacionamento complicado em que a minha altura, meu jeito e a minha forma de ser eram constantemente desvalorizados. Eu fui perdendo partes de mim sem perceber. Até que em 2022 eu conheci a Bia. Ela foi um encontro de almas. Depois de 7 anos sem me relacionar de verdade, sem permitir que meu corpo fosse entregue com confiança a alguém. Eu a conheci. Eu me lembro exatamente do momento em que nossos olhos se encontraram. Naquele instante, ela me transmitiu segurança, e dali em diante nós nunca mais nos separamos. Estamos juntos há quase 4 anos, moramos juntos, temos 8 pets, e hoje me sinto amado como nunca me senti antes. Eu me sinto sortudo por ter a Bia, sortudo por ter alguém assim para amar. A Bia me enriquece todos os dias. Ela me alimenta como ser humano, me torna uma pessoa melhor e me faz acreditar no amor de um jeito que eu achei que não fosse mais possível. Amar a Bia é como amar uma brisa leve em um dia ensolarado na praia. Ela é abrigo, é cuidado, É escuta, é amor de verdade. E eu queria dizer: amor, eu te amo muito. Obrigado por me fazer renascer dentro de mim mesmo. Ai, meu Deus, gente, sabe uma coisa que eu tô amando nessas histórias? A diversidade, a pluralidade dessas histórias. Ai, que delícia, que delícia! Ai, gente, que delícia histórias de pessoas LGBTQIA+ sendo felizes no amor. Ai, gente, fico tão feliz. Sério mesmo, brincadeiras à parte, né, que a gente fala que sente inveja. Mas eu sinto muita felicidade por todos vocês. Obrigado, Bernardo, muito obrigado pela sua história. Que bom que você encontrou alguém que fizesse você se sentir tão bem desse jeito. A gente fala muito sobre amor próprio, e a gente tem que ter amor próprio, isso é óbvio, né. A gente tem que trabalhar o nosso amor próprio, sim. Mas a gente vive em sociedade, né, gente. E o amor próprio não impede a gente de amar outras pessoas, né? Muito pelo contrário, muito pelo contrário. Então que bom que você encontrou alguém que potencializa esse amor que você sente por você mesmo, né? A pessoa que você é, o homem que você se tornou. E é tanto amor que você consegue dar esse amor para Bia também. Isso é maravilhoso, maravilhoso. E que pena que você passou por tanta gente ruim, né, no meio do caminho. Nossa, realmente, né, gente, 2016 é logo ali, mas ainda assim era uma época por mais recente que seja, onde de fato era um assunto que ainda não era tratado com a delicadeza e o cuidado, né, e a seriedade que é tratado hoje em dia, né. Infelizmente ainda não por todos, mas com certeza por muito mais pessoas hoje em dia, né. Ai, gente, que delícia, que delícia! Estamos chegando no fim, hein, estamos chegando no fim, mas tem ainda. Calma aí, segura aí, vamos para a próxima história. Porque ela se chama O Espião. Oi Bianca e todos que estão ouvindo Quanto Vale Essa História. Eu me chamo Juan e vou contar hoje como conheci meu noivo, que também se chama Juan, porque não basta ter nome igual, nós também ficamos com o mesmo cara e com o ex dele em momentos diferentes antes de nos conhecermos. E pasmem, nos conhecemos com o meu boy achando que eu era um espião. Mas vou contar lá do princípio, quando Gaga criou as gays. Tudo começou quando nos conhecemos por aplicativo, aquele amarelo que você geralmente quer algo mais rápido, sabe? Ou dos Correios, gente. Quando começamos a conversar, ele me disse que não imaginava que eu iria falar com ele porque ele era ex-ficante de um pseudo amigo meu, aquele que eu citei no início. Mas eu nem lembrava da história de que eles se conheciam. Bom, decidimos marcar o primeiro date com ele, ainda achando que eu tinha combinado com o ex-boyzinho uma vingança. E aquele date foi terminar às 4 horas da manhã do dia seguinte, com a gente conversando conversando numa pracinha sobre qual era a linguagem do amor um do outro. Um certo dia decidimos colocar as cartas na mesa. Perguntei sobre a versão do meu boy na história com o ex-ficante e por que ele achou que eu nem conversaria com ele. Foi nesse momento que descobrimos que o ex era um mitomaníaco, aquela pessoa que mente compulsivamente. E para cada pessoa para quem ele contou a história, um fato era distorcido. Depois de descobrir a verdade, o meu boy teve a certeza de que eu não era um espião e que ambos, além de ter o nome igual, fomos enganados pela mesma pessoa. A partir desse dia, continuamos nos aproximando mais e mais, até o momento em que o gostar Virou amar. Uma ficada virou noivado! E seguimos juntos, construindo a nossa vida de casal, como Juan's. Juan's! Meu Deus do céu! Gente, você já imaginou você marcar um date com uma pessoa achando que ela tá ali pra te aplicar uma vingança? Vocês iriam, gente, nesse date? Meu Deus, um date... Ele foi com a certeza, ele foi com a certeza de que esse date era um combinado com o ex dele pra virar uma vingança terrível. Gente do céu, não sei se eu iria, não. Assim, dependendo de quem fosse, a gente até se arrisca um pouco, vai. A gente já se arriscou por coisa muito pior, né, que é uma vingancinha, né. Chocada, chocada, chocada. Dois ones, dois ones vivendo uma história, um amor que começou unido pela raiva com o ex. Porque vocês sabem que existem duas coisas que unem muito o ser humano, né, gente. A primeira é o amor e a segunda é o ódio, que andam lado a lado, meu amor. Então, se você encontrar um motivo pra odiar alguém e o seu namorado ou pretendente, ah, também odiar aquilo, as chances de vocês ficarem juntos são enormes, sabia? Quem odeia junto permanece junto, gente. Anotem, tá bom? Anotem essa. Próxima história e última história do nosso especial se chama Daniel e Luiz. Oi, Bianca, sou Daniel e meu namorado se chama Luiz. Olá, amores! Nos conhecemos há 3 anos e meio. Nosso match foi pelo Tinder e hoje já moramos juntos. Tá passada? Eu tinha 23 e ele 27. O nosso primeiro date foi em um barzinho para beber um chopp de vinho lá em Itacoaquecetuba. Escrevendo isso, me lembro de todas as vezes que fui feliz e triste ao lado dele. Por motivos nossos ou não, até terminar e jogar a aliança nele eu fiz uma vez. Me arrependo muito, pois me passei na toxicidade, eu sei, e peço perdão. Mas hoje a gente é uma família, a gente senta e conversa quando precisa. É mais fácil quando você já conhece a pessoa há um certo tempo, alguns limites já estão estabelecidos, Mas pensar que hoje moramos juntos, temos nosso gato, nosso apartamento, nossa família. Apesar de qualquer dificuldade, nós vencemos com o nosso amor. Hoje, com 27 e ele 31, vejo que ele é o homem com quem eu quero passar o resto da minha vida e carregar na garupa para onde formos trilhar nosso caminho juntos. Acreditem também no amor que vocês têm pra oferecer. Palmas, gente! Palmas, palmas! Ai, meu Deus, eu nunca precisei segurar tantas lágrimas num episódio como hoje. Que coisa linda! Gente, eu tenho que agradecer muito todos vocês que me enviaram histórias. Foram muitas histórias, eu tô preenchido de muito amor, de muita esperança e de muito carinho por todos vocês. Esse podcast serve pra entreter, pra gente rir da desgraça alheia, da nossa desgraça também. Mas também serve pra gente ter esse momento de acalanto, pra deixar nosso coração quentinho. E pra gente celebrar a vitória dos nossos, né, gente? Celebrar a vitória dos nossos, das nossas que estão aí vivendo, se relacionando, criando suas próprias famílias, adotando seus pets, plantando suas árvores e sendo tudo aquilo que sempre quiseram ser. Então, muito obrigada por compartilharem com a gente hoje aqui as histórias de vocês. Eu fico muito, muito feliz. Desejo caminhos abertos bombardeios e muita sorte para todo mundo que mandou a história, para todo mundo que não mandou e tá aqui ouvindo, e para todo mundo que sonha, deseja em algum momento encontrar um grande amor, tá bom? Do fundo do meu coração, gente, que vocês sejam muitíssimo felizes e que a gente aqui do Conta Várias Histórias fique sabendo mais ainda das histórias de vocês, tá? Então mandem desfechos, mandem o que aconteceu, o que tá acontecendo, que agora a gente quer saber como anda a vida de vocês, tá? Que a gente, para além de tudo, nós somos fofoqueiríssimas, vocês já sabem disso, né? A gente vai querer saber. Mantenham a gente atualizado, por favor, todos vocês que mandaram a história para gente. E você que tá me ouvindo, corre para o nosso Instagram para você ver as fotos desses casais. Todas as fotos estão lá no nosso Instagram, quanto vale essa história, tá bom? As fotos dos casais com os respectivos nomes das histórias. E eu quero que você comente qual história mais tocou o seu coração, qual foi a sua história predileta, qual história que você mais gostou, tá bom? Por hoje é só, meus amores. Um ótimo Dia dos Namorados para vocês, que seja um dia cheio de amor, que você termine esse dia com o coração quentinho e eu consiga superar o meu sentimento de inveja. Por todos vocês. Ai! Eu não sei se vocês entenderam esse episódio. Eu não entendi nada. Afinal de contas, está em amor verdadeiro. Um beijo, meus amores. Terça-feira tem mais. Episódio aberto pra todo mundo ouvir. Disponível em todas as plataformas de streaming. Um beijo. Tá bom pra você?
Bianca DellaFancy
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