TE AMO LÁ FORA
Bianca DellaFancy apresenta uma experiência imersiva contando histórias da audiência. De zero a dez, Quanto Vale Essa História? Toda terça e quinta (para apoiadores).
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Lojinha oficial: https://heartmerch.com.br/collections/bianca-dellafancy
Mande sua história para: quantovaleessahistoria@gmail.com
- Marca no pescoço da vítimaPedido de conversa após término·Confissão de beijo em festa·Chupão no pescoço como prova·Aceitação de voltar com condição
- Término por mensagemPrint de tweet com vídeo de ex·Comentário inocente do Ramiro·PH pedindo explicações·Término imediato por PH
- Cultura de jogos de cartasDuas cartas: término ou continuação·Deixar o destino decidir·Escolha da carta de continuação·Pedido de tempo após a escolha
- Relacionamento com a sogra· SociedadePrimeiro relacionamento gay assumido·Apresentação aos pais·Conhecimento da família dele·Datas comemorativas juntos
- Técnicas de recordação de sonhosMúsica de término no Instagram·Sonho com ex de 2019·Verificação de redes sociais·Saída às 3 da manhã
Eu sou Bianca Della Fence e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História? E aí, como vocês estão? Eu espero que muitíssimo bem, obrigada. Eu tô ótima, gente. Eu estou voltando de Fortaleza. Ai, tô tão preta, tão preta, minha filha. Ai, foi tudo minha viagem. Não falei muita coisa aqui pra vocês porque, enfim, foi uma viagem assim... Com as minhas amigas. A gente foi se jogar um pouquinho, aniversário de uma amiga nossa, aproveitamos para se jogar.
Fiquei aí uns 10 dias em Fortaleza, foi tudo. Quem viu mentiu. Se você me viu pelas ruas de Fortaleza, meu amor, muito obrigado pelo beijo que você me deu. Ai, que se tem uma coisa que eu fiz nessa viagem foi beijar na boca. Ai, meu Deus. Bom, hoje é terça-feira. Eu espero que vocês estejam muitíssimo bem dentro, planejado possível, é claro. E eu quero que vocês se lembrem que estamos aqui toda terça, quinta e sexta, hein? Ai, ai, ai, quinta-feira tem episódio e sexta-feira também, só para apoiadores.
Meu amor, papo reto, se você não apoia esse podcast, que que você tá esperando para apoiar? R$13 e você ganha um monte de coisa. Primeiro que você vai ganhar episódios extras quinta e sexta, tem o nosso Proibidão na quinta e tem hora extra na sexta-feira. Gente, as histórias de quinta e de sexta estão cada vez melhores, já começaram incríveis. E agora, meu Deus do céu, você tá perdendo muitas histórias incríveis se você ainda não apoia esse podcast.
Tem também o nosso grupo no Telegram, onde eu e os apoiadores estamos lá conversando, fofocando, trocando sobre as histórias que a gente lê aqui. É lá que eu mando vídeos das histórias, fotos das histórias, quando pode compartilhar com apoiadores, é para lá que vai. Então quando tem foto, quando tem vídeo, quando tem áudio, quando tem qualquer coisa que eu não posso colocar aqui, é para lá que vai, gente. Os episódios em vídeo também vem logo aí, tá?
Tá mais perto do que vocês imaginam. Calma, vai acontecer a segunda temporada do Quanto Vale a História em vídeo. São muitos convidados. Vocês, apoiadores, inclusive me ajudaram a formar essa lista de convidados. E os episódios em vídeo também vem com surpresas exclusivas para apoiadores. Então, meu amor, por favor, hein, faça o que tem que ser feito. Apoie esse podcast a partir a partir de R$13. Eu falo a partir porque o céu é o limite, tá?
Você pode colaborar com o valor que você quiser, que tocar o seu coração, meu amor. Aqui é um lugar, como vocês sabem, democrático. Inclusive, o valor do apoio você que escolhe, a partir de R$13, mas você pode chutar o pau da barraca se você quiser. Inclusive, queira, vai lá apoiar a gente. O link do apoio, que pode ser através do Orelo ou do Apoia.se, tá disponível na descrição aqui do podcast e também na bio do nosso Instagram, tá bom?
É muito fácil, gente, é muito fácil de apoiar, muito fácil de manter o seu apoio. Inclusive muito fácil de ouvir também os episódios exclusivos para apoiadores, porque você consegue fazer a ligação do Orelo ou do Apoia.se para o Spotify e ouvir direto do Spotify. Então é genial, você só sai ganhando. Corre para apoiar esse podcast que você não vai se arrepender. Bora começar? Bora, que eu tô ansiosa pela história de hoje. Uma história que vocês mandaram através do nosso email quantovaleessaistoria@gmail.com.
E a história de hoje se chama Te Amo Lá Fora. Nossa, poético, hein? Vamos ver se a história é poética mesmo. Antes de tudo, Bianca, tudo joia? Corrida, vida! Queria dizer que sou muito fã do seu trabalho e que seu podcast é o único que tenho paciência de ouvir. Ai, muito obrigada por isso, viu, meu amor? Que nem eu tinha paciência de podcast, mas esse aqui eu ouço. Sou que nem você. Mas enfim, vamos à história. Eu me chamo Ramiro, tenho 24 anos e sou de uma cidade do interior de Minas Gerais.
Olha, minha mãe é de lá também. Não sei se na mesma cidade, né? Acho que não, mas Minas Gerais também. Me formei em arquitetura e urbanismo na UFSJ, em São João del Rei. Quando o curso já estava chegando ao fim, Lá pelo final de 2024, comecei a ficar com um bofinho e parecia que ele era o amor da minha vida. O nome dele era Pedro Henrique, mas todo mundo o chamava de PH. Ai, PH, Pedro Henrique, tá, entendi. Eu fiquei um tempinho, fiquei um segundo pensando que porra é essa, porque aqui tá escrito PH, literalmente P-H.
Mas eu entendi. Detalhe importante: ele era meu calouro. Aquele foi meu primeiro relacionamento gay sem precisar me esconder. Eu apresentei até para os meus pais, conheci a família dele e passamos Carnaval, Ano Novo, aniversários e várias outras datas comemorativas sempre juntos. Ai, bem, bem amorzinho mesmo, né? Colados um no outro. Eu estava vivendo o namoro dos meus sonhos. Até que deu merda. Ai, meu Deus. É claro que deu merda, é claro!
Você mandou essa história pro Quanto Vale Essa História, né? Em algum momento ia dar alguma coisa de errado. Porque é bem comum por aqui. Era maio de 2025 e supostamente estava tudo tranquilo. Eu tinha ido pra minha cidade natal passar o fim de semana com os meus pais. No domingo, enquanto almoçava na casa da minha avó, recebi uma mensagem do PH com uma foto. Era um print do Twitter. Um gay com quem eu interagia por lá, um mutual, tinha feito um tweet aleatório e anexado um vídeo de um viado de calcinha que não tinha absolutamente nada a ver com o texto da publicação.
Quando vi o vídeo, reconheci na hora. Era um ex-rolo meu de 2019 que hoje em dia é bem conhecido no mercado de conteúdo adulto. Ai, meu Deus, eu sou fofoqueira! Eu já quero saber quem é. Temos fotos no final dessa história, gente. Acabei de ver aqui, temos fotos no final dessa história. Essa foto aqui vai lá para os apoiadores do nosso grupo do Telegram. Só quem é apoiador vai ter acesso a essa foto. Não sei que foto que é, mas eu tô Tá uma foto ali.
Ai, meu Deus. Como esse tipo de mídia dele circula bastante pela internet, aquilo não era exatamente uma raridade. Mas como eu mantinha silenciado nas minhas redes, não era algo que eu costumava ver. Mas por que que o seu namorado mandou esse print para você? Bom, vamos continuar. Na brincadeira, respondi ao post desse meu mutual. É assim que fala, gente? Mutual? Eu tô tão americanizada, né? Tá escrito mutual, mas eu acho que é mutual, né?
Na brincadeira, respondi ao post desse meu mutual com um simples: Meu Deus, eu acho que esse é meu ex. E continuei rolando a timeline inocentemente. Junto com o print veio uma mensagem do PH pedindo explicações sobre o meu comentário. Vocês entenderam? Então, o print que o PH mandou pro Ramiro era: o vídeo do ex do Ramiro de calcinha. É um print da Pabllo, era um print da Pabllo com um comentário ali do Ramiro falando: meu Deus, acho que esse é meu ex, ponto.
E aí esse foi o print que o PH mandou para o Ramiro pedindo explicações sobre o comentário. Comecei a explicar que não tinha visto maldade nenhuma naquilo e que tinha sido apenas um comentário inocente. Só que ele respondeu dizendo que era isso, que estava tudo acabado entre nós. Meu Deus, gente, top gag! Insisti bastante e consegui convencê-lo a conversarmos pessoalmente naquela noite, quando eu voltasse para São João del Rei.
Ele aceitou, e foi aí que tudo começou a dar errado. Já começou antes disso, viu, Fia? Não sei se você percebeu. Primeiro porque na volta pra casa passei a viagem inteira dentro do carro chorando em silêncio, olhando pela janela e ouvindo as músicas mais melancólicas que consegui encontrar no Spotify. Pra mim era literalmente o fim do mundo. Gente, mas que extremista é o PH! Não foi um comentário absurdo, gente? O comentário foi esse, abre aspas: Meu Deus, acho que esse é meu ex.
Fecha aspas. Nossa, isso é motivo para acabar o relacionamento? Tô sentindo que alguém já queria terminar antes e só precisava de um motivo, hein? Tô sentindo que alguém queria acabar com você logo, minha filha, e precisava de um motivo, uma gotinha d'água, uma bobagem qualquer. Conseguiu, não tá estranho, gente? Cheguei em casa com o rosto inchado de tanto chorar, tomei um banho, me arrumei E pouco tempo depois ele chegou. O clima de tensão e ansiedade já estava acabando comigo, mas o que aconteceu em seguida conseguiu me deixar ainda mais desnorteado.
Sinceramente, até hoje eu nunca vi ninguém fazer uma coisa dessas. Ai meu Deus, eu tô agoniada aqui. O que que vai acontecer, gente? Assim que nos encontramos Ele disse que tinha escrito duas cartas e colocado uma em cada bolso. Em uma delas, ele terminava o relacionamento. Na outra, dizia que a gente continuaria juntos. Gente, eu nunca vi ninguém fazendo uma coisa dessas. Meu Deus! Depois, completou com a maior naturalidade do mundo que deixaríamos o destino decidir.
E pediu que eu escolhesse um dos bolsos. Caralho, gente, não, não, nossa, eu nunca vi um negócio desse! Na hora eu fiquei completamente gag. Como assim o destino ia decidir? Parecia uma cena de malhação, só que com a cabeça e o coração completamente apaixonados. Eu achei aquilo super normal. Bicha, não tem como, por mais louca de amor que você tivesse. Eu escolhi uma das cartas e adivinha? Ai, gente, que rufem os tambores! Era justamente a que dizia que a gente continuaria namorando.
Ufa! Mas ai, não sei se eu ia querer continuar namorando depois dessa não. Eu fiquei aliviado, feliz, e com a sensação de que tinha feito a escolha certa. Depois disso, nos deitamos na minha cama e passamos um bom tempo conversando sobre nosso relacionamento. Era só isso que precisava, né? Era só uma conversa, não precisava das cartas. No fim da conversa, ele disse que queria continuar comigo, mas sugeriu que a gente desse um tempo pra pensar sobre nós dois.
Podre. Eu, que já estava sendo uma enorme trouxa, aceitei a ideia sem questionar. Mulher, esse cara tava torcendo para você pegar a carta do término. Torcendo, gente! Alguém concorda comigo? Pelo amor de Deus, comentem no Instagram para eu saber que eu não tô sozinha nessa. Ele tava torcendo para você pegar a carta do término e você pegou a outra. E daí ele se viu numa emboscada e agora ele pediu um tempo. Eu tô te falando, esse cara te odeia.
Ele foi embora e no dia seguinte, uma segunda-feira, já me mandou mensagem dizendo que estava com saudades e que não aguentaria ficar esse tempo longe de mim. será que eu vou ter que retirar minhas palavras? Dito e feito, foi lá pra casa e voltamos à rotina como se nada tivesse acontecido. Naquele momento, tive ainda mais certeza de que tinha escolhido A carta certa. Ledo. Engano. Ai, meu Deus, que fofoca boa, menina! Uma semana depois, no domingo seguinte ao episódio das cartas, ele foi lá para casa e passamos o dia inteiro naquele clima de casalzinho, tudo perfeito como de costume.
Dormimos abraçadinhos, sem qualquer sinal de que alguma coisa estivesse errada. Na segunda-feira, acordei por volta das 5 e pouco da manhã. Vi a porta do meu quarto aberta e percebi que ele não estava mais do meu lado. Achei estranho, mas imaginei que talvez tivesse saído mais cedo para buscar as coisas dele em casa antes da faculdade ou qualquer coisa do tipo. Como já estava acordado, peguei o celular para dar aquela conferida básica nas redes sociais.
Quando abri o Instagram, o primeiro story que apareceu foi justamente o dele. Assim que abri, fiquei completamente em choque de novo. Ele tinha postado uma hora antes a música Foi Mal da Urias. Foi mal! Aquela música é de término. Nossa, gente, foi uma babada, né? Foi mal, esse amor ruim. No nosso fim, enfim, foi mal. Todo mundo comigo! E agora não sei onde procurar. Essa música, gente, é pra quando você acaba com a pessoa e é um término tão horroroso.
Nossa, spoiler, eu já tive um término onde o boy postou essa música depois, gente. Foi mal, viu? Na mesma hora, mandei mensagem perguntando o que que tinha acontecido. E ele respondeu que durante a noite teve um sonho premonitório, ai gente, em que eu seguia meu ex, justamente o de 2019, nas redes sociais. Disse que acordou, resolveu conferir meus perfis e viu que eu realmente ainda seguia o garoto. Por causa disso, decidiu pegar as coisas dele às 3 da manhã enquanto eu dormia e simplesmente ir embora.
Da minha casa. Nossa, deixa ele embora, bicha, pelo amor de Deus! Que bicha doente, pelo amor de Deus! Que bicha doente é essa? Tentei explicar que todas as contas do meu ex estavam silenciadas e que por isso eu nem lembrava que ainda o seguia, tanto que desde o fim do nosso envolvimento nunca mais tínhamos trocado mensagens nem qualquer outro tipo de contato. Mas ele já estava decidido. Estava tudo acabado. Cara, esse... Gente, pra mim tava decidido antes das cartas já, entendeu?
Pra mim isso aí já tava... Que raiva que eu tô, bicho. Eu tô com uma raiva. Uns 30 minutos depois, apareceu na porta da minha casa com uma sacolinha contendo todas as minhas roupas que estavam na casa dele. Além dos presentes que eu tinha dado durante o nosso namoro. Me entregou a sacola, soltou um fica bem acompanhado de um sorriso cínico e foi embora. E mais uma vez eu simplesmente aceitei a decisão dele sem fazer absolutamente nada a respeito.
O que que você pode fazer, mano? Só se for dar uma coça nessa bicha. Na quarta-feira, 2 dias depois de tudo isso, ele mandou mensagens no WhatsApp perguntando se podia ir até a minha casa para conversarmos. Não, não! Disse que estava com muita saudade e que não sabia como iria viver sem mim. Eu aceitei. Gente, vocês pedem também, né? Vocês pedem! Eu aceitei, mas dessa vez, quando ele apareceu, eu resolvi falar tudo. Tudo! Não sobrou nada do que estava entalado.
Passei uns bons 30 minutos. Foi pouco. Acho é pouco. Esculachando as atitudes dele e a forma completamente inconstante com que tomava decisões. Inconstante é pouco também. Disse que se ele quisesse terminar comigo, tudo bem, mas que fizesse isso como um adulto. Sentasse, conversasse e dissesse que não queria mais continuar. Era só isso que eu queria, que as coisas fossem resolvidas na conversa, para que tudo terminasse da melhor forma possível, independentemente do desfecho.
Então propus que ele realmente aproveitasse aquele tempo que tinha pedido ainda no primeiro término para pensar no que queria de verdade. Depois desse período, nós voltaríamos a conversar e resolveríamos tudo da maneira correta. Você meio que arrasou, mas eu já teria dado um pé na bunda dessa filha da puta faz um tempo, viu? Ele concordou. Gente, na hora das cartas eu teria falado: meu amor, pega as duas cartas, pega as duas cartas assim, ó, amassa as duas, faz uma bolinha, enfia dentro do seu cu.
Ele concordou e foi assim que a situação ficou. Continuávamos juntos, mas oficialmente dando um tempo. No sábado, 3 dias depois daquela conversa, saí com alguns amigos pra uma festa e quando já estava indo embora, recebi mensagem no WhatsApp. Era PH, óbvio. A mensagem chegou exatamente às 4:47 da manhã e infelizmente existe um motivo muito específico pra esse horário. Junto com o oi veio a explicação: de que no filme das Ana Vitória, aquele que elas interpretam elas mesmas, há uma cena em que dizem que 4:47 é o horário certo para fazer um pedido.
Vocês sabiam disso, gente? Nossa, nunca ouvi falar nisso. Para mim era só 4:20 mesmo, que é aquele horário lá que a gente conhece. Agora, 4:47, nossa, não sabia. E o pedido dele era que a gente ficasse bem. Nessa altura eu já estava me sentindo um personagem de malhação. Gente, eu também tô achando isso, ai, uma coisa muito adolescente. Ai, escolhe entre uma carta e outra. Ai, 4:47. Vocês têm quantos anos? Quantos anos vocês têm, gente? 13?
Ele pediu que eu fosse até a casa dele para conversarmos e eu disse que iria no domingo depois do almoço. Dito e feito, no domingo me arrumei e fui até lá. Assim que cheguei, a primeira coisa que me chamou atenção, além da cara de coitado que ele tava fazendo, foi um band-aid colado no pescoço. Um band-aid no pescoço? Como alguém machuca justamente o pescoço? Ai, meu Deus, lá vem. Enquanto ele falava sobre como aqueles dias sem mim tinham sido difíceis, sobre a solidão E sobre o quanto estava sofrendo, eu simplesmente não conseguia parar de olhar para aquele Band-Aid.
Até que consegui enxergar o que estava escondido por baixo dele. Uma marca roxa. Ai, amore, amor, que saudade que eu tô de você! Você nem imagina, um chupão enorme! Na mesma hora, perdi a paciência e pedi que ele tirasse o curativo. Ele nem tentou negar, já começou se explicando, dizendo que no sábado tinha ido a uma festa com alguns amigos, beijado um menino, mas que tinha sido péssimo, que nem tinha conseguido ficar excitado porque só conseguia pensar em mim, no quanto me amava e no quanto queria que a gente ficasse bem.
E sabe o pior? Ah não, bicha! Eu acreditei. Gente, eu vou puxar um coro aqui. Eu quero que todos vocês ouvintes cantem comigo. Não importa onde você esteja ouvindo esse episódio. Tá na academia? Tá onde? Tá na academia? Tá na faculdade? Tá indo pro trabalho? Tá no ônibus, no metrô? Em 3, gente. É 1, é 2, é 3. Otária! No fim, disse que aceitava voltar com ele, mas com uma condição. Só retomaria o relacionamento quando aquele inferno daquele chupão sumisse do pescoço dele.
Eu não vou nem falar mais nada, a gente só continua. Ele concordou e ainda teve a pachorra de sugerir que a gente fizesse aquelas coisas que casais fazem. Eu neguei uma vez, neguei duas, mas na terceira a carne é fraca. Eu já estava há um tempo sem ele e sem fazer nada. Acabei cedendo e dei. Depois fui embora completamente leitado. E para completar o papel de trouxa, ainda mandei uma mensagem lembrando ele de colocar gelo no pescoço para o chupão desaparecer logo.
Bicha, você merece todo o sofrimento dessa história. Naquele mesmo domingo, quando já estava começando a anoitecer, recebi duas mensagens mensagens dele no WhatsApp. 2 vídeos, um de 4 minutos e outro de 5. Misericórdia, tá com tempo, né? Abri o primeiro e o cenário já dizia muita coisa. Ele tinha colocado uma regata branca, feito a barba, se arrumado todo e gravado aqueles vídeos para terminar comigo. Eu já tô pouco me fodendo para você, bicho.
Eu quero mais que você Se foda! Bicho, ele cravou uma carta aberta de blusa branca, mona, fez até a barba, bicho. E o chupão? E o chupão? Sendo muito honesto, eu nem lembro direito do que falava. Eu acho que eu fiquei com tanta raiva dele, mas com tanta raiva, que meu cérebro simplesmente apagou essa parte da minha memória. Mas também não era nada de novo. Era basicamente tudo o que já tínhamos conversado e os mesmos motivos de sempre.
Só que no final do segundo vídeo, ele teve a grandiosíssima cara de pau de encerrar tudo dizendo: mas é isso, eu ainda te amo, mas agora te amo lá fora. Para quem não entendeu a referência, Te Amo Lá Fora é o nome do meu álbum favorito da Duda Beach. Era o status dele no WhatsApp e até hoje um dos maiores motivos pelos quais meus amigos me zoam. E foi assim que esse episódio de malhação acabou, depois de um término por carta, outro anunciado por um stories com música no Instagram, e finalmente um encerrado por vídeos no WhatsApp.
Uma carta aberta de blusa branca. O meu relacionamento de conto de fada finalmente chegou ao fim. No meio desse caos, percebi que talvez estivesse na hora de me amar um pouquinho mais. E quem sabe começar a fazer terapia. Bianca, abaixo segue foto nossa para ajudar você a imaginar melhor essa novela toda. Eu sou o branquinho de cabelo cacheado e ele é o da pele parda. Querida, querida, querida, querida, querida, querida! Ai, ai, que casal lindo!
Bicha, pelo amor de Deus, bicha! Olha, ai, Ramiro, Ramiro, sinto muito, sinto muito por tudo que você passou. Gente, esse bofe, esse PH conseguiu me estressar aqui na minha casa. Eu tava de boa, Ramiro, meu dia tava ótimo. Você acabou com meu dia, Ramiro. PH acabou com meu dia. E você também, bicha, pelo amor de Deus. Gente, presta bem atenção no que eu vou falar pra vocês agora. Tá tudo bem a gente ser otário às vezes, tá tudo bem, faz parte da vida quebrar a cara, ser trouxa.
Mas existe um limite, gente, existe um limite aceitável, existe esse limite. Esse limite não é nem uma linha tênue, gente, é um muro, é um muro alto, grosso. Ramiro, você pulou esse muro. Você pulou esse muro várias vezes, Ramiro, pelo amor de Deus. Que bom, que bom que você percebeu que isso era carência, falta de amor próprio, porque ninguém que se ama passa por tantas, tantas, uma depois da outra. Gente, não existe isso, gente.
Bora se amar, bora se respeitar. Ninguém merece passar por isso, gente. Ninguém, ninguém. Pelo amor de Deus, não, gente! Na primeira, na hora das cartas, eu nunca vi um negócio desse. Você tá me tirando? Você tá me tirando? Você tá botando o que eu sinto por você numa escolha aleatória dentro do seu bolso? Que palhaçada! Na primeira eu já teria falado isso, gente, na primeira. Mas é claro, isso agora, aos 36 anos de idade, depois de ter quebrado muito a minha cara, mas talvez mais novo, né, gente?
Não, não, não, não se permitam, não se permitam, gente. É tempo de não se permitir, tá bom? É tempo de não se permitir. Não se permitam passar por isso, pelo amor de Deus. O Boff vem com duas cartas, uma para a gente continuar junto, uma para a gente terminar. Escolhe. Vamos ver o que o destino tem para gente. Tudo bem, ela foi cante, eu sei, gente. Ela foi cante, eu achei cante. Eu achei cante, eu nunca vi isso na minha vida, mas é uma pataquada com a cara da bicha, né?
É uma pataquada. Eu tô aqui falando que te amo, você vem com essas porra dessas cartas. E pior, depois terminou com a bicha, tipo assim, meu amor, tirou a carta para ficar junto e terminou com a bicha ainda assim. Esse homem te odiava, esse homem nunca gostou de você de verdade, essa é a realidade. E se gostou, fazia um tempo já que não gostava, tá bom? Se um dia ele gostou, fazia um tempo já que ele não gostava, né? Foi para esbórnia, levou chupão no pescoço, tá toda roxa, deve estar com o cu roxo.
Só que você que não viu o cu dela, aliás, viu, aliás, não viu, quem deu foi você, né? Mas se você visse o cu dela, uma aposta que tava com chupão também bem lá no olho do cu, para você ficar esperta com ela. Isso é uma rapariga, minha filha, rapariga, tá na cara. Não, amor, que babado, que babado, menina! E você foi deixando, gente. Não, é tempo de não se permitir, de não deixar. É tempo de dar passos para trás. Não, não, não, não, não, não.
Esse bofe já não tava a fim de você há um tempo. E como eu já tinha dito antes, é isso. Ele precisava de um motivo, ele precisava de um motivo qualquer que fosse. Mas aí, não, mas eu gosto, ai, não sei o quê. Gosta nada, gosta nada. Ninguém gosta da gente, desrespeita a gente desse jeito, nesse nível e tantas vezes assim. Que bom, Ramiro, que você se livrou, tá bom? Que bom que você se livrou. Fico muito feliz por você. E eu espero, PH, que você tenha criado vergonha nessa tua cara.
Eu espero que você tenha criado vergonha nessa tua cara, porque é inadmissível fazer um negócio desses. Inadmissível. Se um dia eu te cruzar, eu vou vir com duas caixinhas para você. Escolhe uma cartinha. Em uma delas eu acabo com a tua raça e na outra te dou uma coça. Escolhe agora! E essa história da Duda Beach, gente, da Duda Beach, gente, marquem Duda Beach lá no post para ela ver o que que os fãs dela estão fazendo por aí.
Marque a Duda Beach lá nos comentários para ela ver o que que o álbum dela tá fazendo por aí, o estrago que tá fazendo por aí. Marquem Duda Beach nos comentários. Que eu quero ver a posição, eu quero um vídeo da Duda Beach de blusa branca e barba feita na minha mesa. Ah, não dá não, que isso! Ai, bicha do céu, quanto vale essa história, meus amores? Corre no nosso Instagram, @quantovaliaessa-historia, e deixa o seu comentário com a sua nota de 0 a 10 e me fala o que vocês acharam, gente, que vocês fariam no lugar do Ramiro?
Vocês teriam aguentado a primeira, a segunda? Ficaria junto do PH? Tentaria um pouco mais? Você acha que Ramiro foi errado em comentar no vídeo lá do Twitter? Me conta o que você faria, o que você achou, que eu tô curiosíssima para saber, tá bom? Lá no nosso Instagram, @quantovaliessaistoria. Por hoje é só, meus amores. Quinta-feira tem mais episódio Proibidão, apenas para apoiadores. Começamos o mês de agosto muito bem, hein, gente?
Eu adorei, adorei! A gente começou o mês de agosto sendo feita de otária, mas dando a volta por cima. É sobre isso também. Um beijo, gente, até quinta-feira. Espero vocês, hein? Tá bom pra você? Bicha, eu tô gag. Que fofoca boa, menina!
Bianca Della Fancy
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