A CONVIDADA
Bianca DellaFancy apresenta uma experiência imersiva contando histórias da audiência. De zero a dez, Quanto Vale Essa História? Toda terça e quinta (para apoiadores).
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- Sexo no casamentodeclaração de amor da ex · intervenção do pai · reação do noivo · Vanessa · Renan
- Relação com Jéssicaprimeira paixão lésbica · família aceitando · término dramático
- Resolução de Medos com Mentoriapedido de desculpas da ex · continuidade do casamento · terapia e sobriedade da ex
- Casamento de Dua Lipaplanejamento da cerimônia · lista de convidados · convite para a ex
- Vira Casacas Podcast e Apoioepisódios proibidões · episódio hora extra · grupo no Telegram
Eu sou Bianca Dalla Fence e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História. E aí, meus amores, vocês estão boas? Eu espero que sim, dentro do famigerado possível, é claro. Hoje é terça-feira, dia de episódio aberto para todo mundo ouvir, disponível em todas as plataformas de streaming, tá bom? Mas não se esqueça que estamos aqui toda terça, quinta e sexta, só que quinta e sexta apenas para apoiadores. E você tá perdendo tempo se ainda não você tá apoiando esse podcast, viu?
Por apenas R$13, uma bagatela, você tem acesso aos episódios proibidões de quinta-feira, as melhores histórias, inclusive as mais quentes da podosfera, estão aqui toda quinta-feira. E também o nosso episódio hora extra toda sexta, apenas para apoiadores. E também tem o nosso grupo no Telegram, tá? Caso você não saiba ainda, mas estamos lá, eu e vocês apoiadores, conversando, fofocando, contando outras histórias, coisinhas que não podem ir ao ar, informações, fotos extras das histórias que vocês ouvem aqui vão lá para o grupo no Telegram apenas para apoiadores.
Então você só sai ganhando apoiando esse podcast. Tá bem baratinho, hein? R$13. E o céu é o limite, tá? R$13 é o começo, né? É o piso. Mas você pode apoiar aí com o valor que você quiser. Mas se você quiser apoiar só com R$13, tá tudo bem também. Bento Joaquim agradece. Tá? Afinal de contas, você tá colocando a ação do meu filho no pratinho dele. Obrigado por isso. Manda sua história pra gente através do nosso email quantovaleessaistoria@gmail.com.
E no final da história de hoje, você vai deixar a sua nota de 0 a 10 lá no nosso Instagram, @quantovaleessaistoria, porque eu quero saber a sua nota, tá bom? Bora começar? Bora, que eu tô ansiosa pela história de hoje! E ela se chama... A convidada. Boa noite, Bianca. Talvez boa tarde ou bom dia, não sei. Mas e aí, tudo bem? Eu tô boa, vida, só tô um pouco corrida, vida. Aqui quem fala é a Laís. Eu tenho 36 anos e sou apaixonada pelo podcast.
Estou com saudades dos episódios em vídeo. Será que volta? Claro que volta, Laís, volta muito em breve. Já falei aqui para vocês Muito em breve mesmo. A gente ia começar as gravações agora em julho mesmo, logo após a Copa. Mas a gente achou melhor jogar pro mês que vem. Porque estamos correndo atrás de patrocínio para os episódios em vídeo. Afinal de contas, queremos entregar o melhor pra vocês, tá bom? A primeira temporada foi um luxo, foi incrível.
E estamos aí prospectando uma segunda temporada tão boa quanto, senão melhor ainda. Inclusive, os apoiadores já tiveram acesso à lista de convidados da segunda temporada. Tá bom? Mas vem aí sim, vem aí. De qualquer forma, eu trouxe uma história conturbada que aconteceu comigo e me atormenta até hoje. Eita, vamos lá! Eu estava noiva do Renan havia um ano. Antes disso, namoramos por cerca de 2 anos, e então veio o pedido de casamento.
O Renan é um cara gentil, engraçado e sempre disposto a ajudar. A gente se conheceu por acaso, num fim de semana em Ubatuba. Estávamos na praia, relativamente perto um do outro, e passamos um tempo trocando olhares. Nenhum dos dois parecia ter coragem de tomar a iniciativa, até que eu, já com umas duas caipirinhas na mente, tomei a frente da situação. Levantei da minha canga, fui até ele e puxei papo. Descobrimos que morávamos na mesma cidade, Taubaté.
Olha, você é a grávida, né? Então nossa conversa saiu do litoral e seguiu viagem até a nossa cidade natal. Não muito tempo depois se tornou um namoro. Antes do Renan, eu namorei a Vanessa por 5 anos. Durante uns 3, eu tinha aquela certeza de que ela era a pessoa com quem eu passaria o resto da minha vida. Talvez eu seja muito emocionada, mas simplesmente não sei ser de outro jeito. Ela foi a minha primeira paixão lésbica e até hoje a única.
Despertou em mim sentimentos completamente inéditos que eu simplesmente não conseguia ignorar. Pra minha sorte, eu nunca tive problemas com a minha família por causa da minha sexualidade. Muito pelo contrário, meus pais adoravam Vanessa. Tratavam ela como uma segunda filha e sempre faziam questão de incluí-la em todos os eventos da família. Ai, eu tô já meio entregue a essa história, gente. Não tô nem conseguindo fazer meus comentários.
Porque eu quero saber o que vai acontecer, no que vai dar. Nosso relacionamento começou a desandar quando caiu na rotina. Eu não queria admitir, mas depois de um tempo, a fase da lua de mel acabou. Antes, a gente mal conseguia tirar as mãos uma da outra. Depois, se transávamos uma vez por mês, já era muito. Nossa, uma vez por mês é babado forte. A novidade tinha desaparecido, e junto com ela, a vontade de fazer a relação dar certo também já não existia.
Nem eu nem ela parecíamos dispostas a reacender aquilo que um dia foi tão intenso. Ai, gente, tô amando! Nem sei no que que vai dar, já tô amando. Passamos quase 2 anos vivendo desse jeito, apenas empurrando o relacionamento com a barriga, até que, como era de se esperar, tudo explodiu e terminamos. Foi um fim bem dramático. E passamos meses sem trocar uma única palavra. Meus pais viviam perguntando por ela. Ah, isso é o mais difícil, né, gente?
Nossa, não basta você ter que lidar com esse luto, porque todo término é um luto, né? Ainda tem a família também trazendo à tona o tempo todo. Difícil. Meus pais viviam perguntando por ela, mas eu sempre desconversava. Acho que eles sentiram a perda quase tanto quanto eu. Com o tempo, a mágoa foi diminuindo. Eventualmente nos perdoamos e voltamos a manter um certo contato. Não chegava a ser uma amizade, mas nos seguimos novamente nas redes sociais.
Então eu acabava acompanhando um pouco a vida dela. Foi por lá que vi que ela começou a namorar outra menina e fiquei genuinamente feliz por ela. Aquilo me deu a sensação de que nós duas finalmente tínhamos seguido em frente. Curiosamente, foi mais mais ou menos nessa mesma época que conheci o Renan. Então eu e o Renan começamos a planejar o casamento. Sempre foi um sonho meu fazer uma cerimônia grande, daquelas com uma festona para muita gente, pista de dança lotada, bebida à vontade, DJ, gravata passando de mesa em mesa, tudo que eu tinha direito.
Conforme as decisões iam sendo tomadas Chegamos à parte da lista de convidados. Foi aí que surgiu um dilema que eu não esperava ter. Passei dias pensando se deveria convidar a Vanessa ou não. É meio estranho ter a ex no próprio casamento, não é? Por outro lado, já tinham se passado anos desde o nosso término. Ai, gente, cutucança com vara curta. Deixando aquilo que tava dormindo. Pode ser libertador, mas pode ser um problema também.
Ela estava em outro relacionamento, eu também. Além disso, por mais que nossa história tivesse acabado, ela foi uma pessoa muito importante na minha vida. E achava que fazia sentido que ela estivesse presente em um momento tão marcante pra mim. Na minha cabeça, aquilo era apenas um sinal de maturidade da nossa parte. Eu realmente acreditava que não havia mais nenhum sentimento envolvido. Afinal, nós duas tínhamos seguido em frente.
Recebi a confirmação de presença dela e da namorada e fiquei muito contente por isso. Pra mim, aquilo era a prova definitiva de que tudo tinha ficado no passado. Ai, gente, que fofoca boa! Se ela aceitou o convite e ainda faria questão de ir acompanhada da nova namorada, era porque a nossa história Realmente tinha chegado ao fim da forma que deveria. O Renan também lidou com a situação da melhor maneira possível. Desde o começo do nosso relacionamento, ele sempre foi muito compreensivo em relação ao meu passado com a Vanessa.
Nunca demonstrou ciúmes, nunca implicou por eu ainda tê-la nas redes sociais, e quando comentei que estava pensando em convidá-la para o casamento, ele foi super a favor. Nossa, gente, sabe o que tá me lembrando? Aquela música do Reginaldo Rossi. Saiba que meu grande amor hoje vai se casar, mandou uma carta para me avisar, deixou em pedaços o meu coração. Os meses passaram voando entre degustação de buffet, prova do vestido, reunião com a cerimonialista, escolha das músicas e os inúmeros improvisos que surgem quando você resolve organizar um casamento.
Mal tive tempo de pensar na lista de convidados de novo. De vez em quando eu via alguma publicação da Vanessa nas redes sociais. Ela curtia uma foto minha ou outra e era só isso. Uma convivência distante, porém tranquila. Quanto mais o grande dia se aproximava, mais ansiosa eu ficava. Não por medo de casar, muito pelo contrário. Eu estava realizando um sonho que alimentava desde criança. Eu queria que tudo fosse perfeito, mas ao mesmo tempo sabia que sempre acontecia algum imprevisto em casamentos e sentia que o meu não seria exceção.
Ai, meu Deus, o que que vai acontecer? No dia da cerimônia, acordei antes mesmo do despertador, já que tinha dormido muito muito mal de tanta ansiedade. Eu passei a manhã entre maquiagem, cabelo, fotos e mensagens de familiares dizendo que já estavam chegando ao local. Minha mãe chorava por qualquer motivo, minhas madrinhas tentavam me distrair, e eu alternava entre momentos de pura felicidade e um nervosismo absurdo. Quando finalmente entrei no carro a caminho da cerimônia, senti aquele frio na barriga que todo mundo descreve.
Era uma mistura de ansiedade, felicidade e aquele medo irracional de esquecer os votos ou tropeçar no vestido na hora de entrar. Ai, gente, eu nunca casei, mas deve ser muito difícil. Nossa, eu tô ansiosa só de ler. Mas no instante em que as portas se abriram e eu vi Renan me esperando no altar, todo o nervosismo desapareceu. A cerimônia foi exatamente como eu sempre sonhei. Teve choro dos meus pais, risadas durante o discurso do celebrante, e aquele silêncio emocionante enquanto trocávamos os votos.
Quando colocamos as alianças um no dedo do outro, eu só conseguia pensar que estava finalmente vivendo um dos dias mais felizes da minha vida. Em certo momento, enquanto o celebrante falava, meus olhos percorreram os convidados. Foi aí que encontrei Vanessa sentada em uma das fileiras mais ao fundo. Ela sorriu discretamente quando nossos olhares se cruzaram e eu retribuí. Achei curioso que ela estivesse sozinha. Eu tinha certeza que ela havia confirmado presença com a namorada, mas imaginei que a menina pudesse ter ido ao banheiro, chegado atrasada ou simplesmente estivesse sentada em outro lugar.
Não dei muita importância. A cerimônia terminou sob aplausos. Saímos do altar de mãos dadas enquanto os convidados comemoravam. Tiramos centenas de fotos e seguimos para o salão onde aconteceria a recepção. Era ali que a festa realmente estava pra começar, com todo mundo mais relaxado depois da parte mais formal. A festa começou exatamente do jeito que eu imaginava. A pista cheia, o DJ acertando uma música atrás da outra, e eu mal conseguia terminar um drink porque toda hora alguém me chamava pra tirar uma foto ou pra conversar.
Entre um abraço e outro, perdi completamente a noção do tempo. Foi então, ao sair do banheiro, que senti alguém tocar de leve no meu braço. Virei e dei de cara com Vanessa. Ai, meu Deus! Ela estava com um sorriso tímido, mas bastou ela abrir a boca para eu perceber que ela tinha bebido muito. Os olhos estavam marejados e ela parecia fazer um esforço enorme para organizar as palavras. Com muita dificuldade, disse que eu estava linda e que esperava que eu fosse muito feliz.
Sorri, agradeci e disse que tinha ficado muito feliz por ela ter ido. Achei que a conversa terminaria ali, mas não terminou. Ela respirou fundo, olhou para o chão por alguns segundos, voltou a me encarar e disse: eu preciso te falar uma coisa antes que seja tarde demais. Laís, eu nunca, nunca deixei de te amar. Ai, meu Deus, mulher, como é que você me faz isso? Como é que você faz isso comigo? Meu estômago gelou. Ela continuou falando completamente embriagada, como se estivesse tirando um peso das próprias costas.
Diz que tentou seguir em frente e fingir para si mesma que tinha superado o nosso relacionamento, mas nunca, nunca conseguiu. Contou que quando recebeu meu convite de casamento, quase não teve coragem de ir, mas achou que precisava me ver pela última vez. Pra conseguir encerrar aquele capítulo da vida dela. Eu não sabia nem o que responder. Ai, gente, eu tô toda cagada! Na verdade, a primeira coisa que senti nem foi pena, foi raiva.
Raiva por ela ter escolhido justamente o dia do meu casamento pra fazer aquela revelação. Raiva por transformar um momento que deveria ser feliz em uma situação completamente desnecessária. Respirei fundo e falei o mais calmamente que eu consegui. Vanessa, isso não faz sentido. Eu estou casada. Você também seguiu sua vida. Não devia estar me dizendo essas coisas agora. Já é tarde demais. Ai, meu Deus, não, não! Ai, Vanessa... Ela balançou a cabeça, começou a chorar e deu um passo na minha direção.
Antes que eu pudesse reagir, segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Pare! Guegui! Guegui! Foi rápido, talvez 2 segundos, mas foram 2 segundos suficientes pra destruir a paz daquela noite. Empurrei ela na mesma hora, querendo me desvencilhar daquele beijo. Ela começou a pedir desculpas, dizendo que não conseguiu se controlar. Só que antes mesmo de conseguir processar o que tinha acabado de acontecer, eu ouvi uma voz conhecida gritando atrás de mim: Eu sabia!
Quando eu virei, eu vi meu pai com uma taça de uísque na mão. Claramente bêbado, ele abriu um sorriso enorme, ergueu o copo e começou a bater palmas. Eu sabia que vocês iam voltar! Eu sabia! A minha filha, minha segunda filha, voltou pra família! Meu Deus, gente! Eu sabia que vocês iam voltar! Eu sabia! A minha filha, minha segunda filha, voltou pra família, gente! Gente, que babado! Que babado! Meu coração afundou. Eu tentei explicar que não era aquilo, mas ele nem me deixava falar.
Já estava andando pelo salão chamando a atenção de todo mundo. Em questão de segundos, dezenas de convidados olharam na nossa direção e o Renan também. Foi como se o salão inteiro tivesse ficado em silêncio. O Renan caminhou até nós sem fazer nenhum escândalo. Isso, de alguma forma, foi ainda pior. Ele olhava para mim tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Meu pai continuava sorrindo, completamente alheio ao desastre que tinha causado.
Renan, Eu posso explicar, eu disse. Antes que eu continuasse, a própria Vanessa interrompeu. Não precisa. Foi culpa minha. Eu que beijei a Laís. Ela me rejeitou. Ela não fez nada de errado. O salão continuava em silêncio. Eu só conseguia ouvir a música tocando ao fundo, completamente deslocada daquela situação. Renan ficou alguns segundos olhando pra Vanessa. Depois olhou para mim e perguntou se era verdade. Eu balancei a cabeça afirmativamente.
Ele respirou fundo, passou a mão no rosto e ficou encarando o chão por alguns instantes. Então fez uma coisa que eu jamais vou esquecer: abraçou a Vanessa. Ela ficou completamente sem entender. E ele disse: você precisa ir embora, Vanessa. Não porque eu te odeie, mas porque você tá sofrendo há tempo demais e acabou machucando pessoas que nunca quiseram te machucar. Nossa, gente, gente, que história é essa, caralho? Nossa, eu quero chorar.
Ela começou a chorar ainda mais, pediu desculpas para mim, para ele, para os meus pais, e saiu do salão praticamente correndo. Meu pai, quando finalmente percebeu o que realmente tinha acontecido, parecia querer cavar um buraco e entrar. Passou o restante da noite pedindo desculpas ao Renan e a mim. Eu achei que o casamento tinha acabado ali. Mal casei e já teria que ir atrás do divórcio, igual Ross em Friends. Mas Renan segurou a minha mão e perguntou: Você ainda quer aproveitar a festa?
Comecei a chorar de novo, dessa vez de alívio. Voltamos para a pista de dança. Demorou um pouco para o clima melhorar, mas os amigos mais próximos fizeram de tudo para que a festa continuasse. Dançamos, rimos, cortamos o bolo, e por incrível que pareça, conseguimos terminar a noite felizes. Nunca mais falei com a Vanessa, para não dizer nunca. Meses depois, ela me mandou uma mensagem enorme pedindo desculpas pelo que fez. Disse que parou de beber, voltou para terapia e que tinha vergonha de lembrar daquela noite.
Eu respondi desejando que ela fosse feliz, mas deixei claro que era melhor nossas vidas seguirem caminhos diferentes. Hoje, 5 anos depois, eu e Renan ainda estamos casados. Às vezes lembramos do nosso casamento e damos risada de quase tudo o que aconteceu naquele dia. Quase tudo. Eu ainda guardo um certo rancor e penso que se Renan não fosse um cara tão legal, a minha ex teria destruído o meu casamento. Gente, eu tô completamente entregue a essa história, gente.
Alguém faz um filme, alguém faz uma série, alguém faz alguma coisa. Gente do céu! E vou te falar, geralmente temos histórias aqui no podcast onde as pessoas se reencontram e voltam. É bem comum a gente gosto de receber essas histórias, né, onde as pessoas se reencontram, voltam, tem uma outra oportunidade, conseguem construir uma nova narrativa para a vida delas. Mas aqui não foi isso que tivemos. Tivemos Vanessa completamente apaixonada, porém não correspondida.
E foi um babado, gente, foi um babado! Meu Deus, na hora que o pai da Laís viu e começou a gritar Gente, nossa senhora! Renan, Renan, caralho, que homem, gente, que homem! Nossa, eu tô assim, olha, eu sinto muito pela Vanessa mesmo, gente. Eu sei que a Vanessa foi o ó, né? Esse beijo, porra. Ai, antes que seja tarde demais, caralho, no dia do meu casamento. Depois de eu já ter casado, inclusive. Eu concordo com a Laís de ter ficado puta.
Por que você não falou isso antes, né? Você esperou chegar esse dia? No dia? Depois da cerimônia? Que eu já estou casada, que eu não posso fazer mais nada quanto a isso, sabe? Não! Eu achei... Ai, é difícil falar, né? Porque a gente não controla os sentimentos da gente. Mas a gente controla as atitudes, né, gente? O que a gente sente, muitas vezes, é incontrolável. Sim, na grande maioria das vezes, né? Mas o que a gente vai fazer com isso?
A gente tem que controlar sim, porque nós somos adultos, né? Nós vivemos em sociedade, a gente não pode pensar só na gente. Eu achei de um egoísmo sem tamanho a Vanessa fazer o que fez. É, eu achei egoísta, gente. É apaixonante, é lindo, é visceral, mas é egoísta. Porque ela pensou só no que ela sente pela Laís. Ela não pensou na Laís, não pensou no que ela tava vivendo naquele momento, não pensou no marido da Laís que tá ali, o Renan, que não tem nada a ver com a história delas.
Então achei bem egoísta da parte da Vanessa, mas não tô fazendo um juízo de valor, não tô julgando a Vanessa, que é isso. Às vezes a gente age por impulso, ainda mais sob efeito de substâncias, álcool, né? Por mais que isso não seja uma desculpa, né, gente? Ainda assim, nós temos que ter noção daquilo que a gente faz, né? Se você não tem noção do que faz, pode se retirar, vai para sua casa, não vá para o meu casamento, né? Então, dito isso, Renan é um homão, gente.
Que homem, que pessoa, que pessoa incrível! Eu achei de uma atitude assim ímpar. Ele abraçar a Vanessa e pedir pra ela se retirar daqui da forma que ele pediu. Gente, meu Deus do céu! Eu, eu, nossa, eu ia chorar tanto, mas eu ia chorar porque, gente, é absurdo, né, a forma como tudo aconteceu. Nossa, eu tô bem passada, gente, bem passada mesmo. Mas sinto muito pela Vanessa, sinto muito que ela esteja vivendo esse momento. Namorou por 5 anos a Laís, mas não rolou, né?
A coisa foi pra um lado aí que Já não dava mais. Quando você pensa que a pessoa superou, é só fachada. Gente, que babado! Que bom que você e o Renan continuam juntos 5 anos depois. Você tá o mesmo tempo que você ficou com a Vanessa. Bom, espero que você e o Renan estejam muito bem, muito bem mesmo, melhor, muito melhor do que você tava com a Vanessa quando vocês completaram 5 anos e terminaram o namoro de vocês. Desejo muita sorte para você e para o Renan.
Nossa, fiquei apaixonada pelo Renan, gente, apaixonada pelo Renan. Eu fiquei com dó da Vanessa, fiquei com um pouco de raiva pelo egoísmo na situação, pela falta de noção, né, faltou noção. Envergonhada pela situação toda. Nossa, essa história me trouxe um mix de sentimentos assim, um mix de sentimentos. Mas de fato A Vanessa não fez a coisa certa, né? Não fez. Eu acho que era papo de conversar antes do casamento, né? Antes do casamento, para ver se tinha possibilidade, se ainda tinha alguma abertura, alguma chance de alguma coisa, né?
Olha, eu sei que você namora, mas ainda gosto de você. Ainda existe alguma chance da gente voltar? É isso, né? Agora, fazer isso no dia é babado, gente. Ai, mas É o que a gente vê nos filmes, né, gente? É o que a gente vê nos filmes. Se eu fosse a Vanessa, por isso que eu tô falando que eu não tô julgando a Vanessa, porque se eu fosse ela, gente, eu faria a mesma coisa. Só que eu iria antes da cerimônia, eu iria antes da cerimônia, eu não iria depois que já aconteceu os votos ali, que já trocou aliança.
Se eu fosse a Vanessa, eu até iria no casamento, eu tentaria antes, né? Tentaria falar antes, como eu falei, para ver se tinha ainda alguma abertura. Mas se fosse para ir no dia, eu iria antes dos votos. Ia ver se tinha como. Tipo assim, cara, você é o amor da minha vida. Você vai se casar daqui uma hora. Não faça isso, por favor. Volta pra mim. Isso eu faria, gente. Isso eu faria. Ai, gente! Nossa, que história boa! Ai, eu tô meio apaixonado por essa história.
Eu tô apaixonado. Passada. Me trouxe muitos sentimentos. E vocês, gente? Vocês sentiram também muitas coisas? Sentiram muitos sentimentos ouvindo a história de hoje? A convidada? Pois eu tô curiosíssima para saber o que vocês acharam da história de hoje. Nossa, muito boa, muito boa mesmo, fofoca das boas! Corre no nosso Instagram e deixa a sua nota de 0 a 10 para a história que você acabou de ouvir. Me fala o que você achou, gente.
Me fala o que você achou da atitude da Vanessa, se vocês fariam algo parecido. O que vocês acharam do Renan, gente? Me conta, eu tô muito curiosa para saber a nota de vocês e o que vocês acharam da história de hoje. A convidada, eu amei, gente. Para mim foi 10 de 10, muito, muito boa, arrasou. Muito obrigada por essa história, viu, Laís? Boa sorte, muito amor entre você e Renan. E espero que Vanessa esteja melhor hoje em dia, que tenha conseguido aí seguir a vida, né, fazendo terapia, parou de beber.
Ai, Vanessa, te desejo o melhor também, viu, fia? Porque eu sei que não é fácil, né, gente, gostar de alguém e não ser retribuída. É babado, gente. Ai, meu Deus! Por hoje é só. Ai, gente, toda engatilhada, toda engatilhada. Por hoje é só, meus amores. Quinta-feira tem mais episódio Proibidão, apenas para apoiadores. Corre para apoiar o nosso podcast. O link do nosso Orelo ou do nosso Apoia.se, você escolhe, tá, a plataforma de apoio.
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