Episódios de Quanto Vale Essa História?

O HOTEL

21 de julho de 202625min
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Participantes neste episódio2
B

Bianca Della Fancy

Host
I

Igor

ConvidadoEstudante
Assuntos3
  • Relacionamentos e CasamentoRelacionamento com Paulo · Descoberta da esposa grávida · Convite para ser padrinho · Pilatos · Convocação da esposa de Vorhauer
  • Jejum de Daniel e abstinência sexualPrimeira experiência sexual aos 16 anos · Abstinência prolongada · Primeiro encontro após 10 anos · Pilatos
  • Experiência em hotel isoladoTrabalho como recepcionista · Moradia no hotel · Relacionamento com colega de manutenção · Pilatos
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
BDBianca Della Fancy

Eu sou Bianca Dalla Fence, e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História? E aí, meus amores? Vocês estão boas? Eu espero que sim, hein. Dentro do famigerado possível, é claro. Hoje é terça-feira, e como vocês sabem, é dia de história aberta pra todo mundo ouvir. Disponível em todas as plataformas de streaming. Mas como vocês também já sabem, estamos aqui toda terça, quinta e sexta. Só que quinta e sexta são episódios especiais apenas para apoiadores.

São os melhores episódios, os episódios mais quentes da podosfera, inclusive, tá bom? Toda quinta e sexta. Pra você ter acesso aos episódios proibidões, você tem que apoiar o podcast, tá? Não só tem que, como deve! E o link pra você apoiar tá aqui na descrição. Ou lá na bio do nosso Instagram, tá bom? Você pode apoiar através do Orelo ou através do Apoia.se. Gente, R$13! Tô fazendo no precinho pra você ter acesso. As histórias proibidonas de quinta-feira.

A nossa hora extra de sexta-feira. Grupo no Telegram comigo e com todos os apoiadores. Estamos lá sempre fofocando, curiando a vida alheia, comentando sobre as histórias. E você tem acesso a coisinhas que apenas apoiadores têm acesso. Quando tem foto enviada na história, é pra lá que a foto vai. Quando tem vídeo, quando tem áudio, quando tem fofoquinhas que eu não posso pôr aqui. Mas os apoiadores vão saber lá no grupo do Telegram.

Enfim, você só sai ganhando apoiando esse podcast, tá bom? Então corre, acessa o nosso link do Orelo ou do Apoia.se lá no nosso Instagram, @quantovaliaessaestoria. Aproveita e segue a gente, tá? Bora começar? Bora, que eu tô ansiosa pela história de hoje que vocês me enviaram através do nosso email quantovaliaessaestoria@gmail.com. E a história de hoje se chama... O hotel. O hotel. Ai, uma coisa meio história de quinta-feira, hein?

Será? Não, não pode, não pode. Hoje fecha o zíper, hein? Ai, ai, ai. Olá, Bianca, linda do meu coração. Acredito que sua rotina esteja bem corrida, né, gata? Eu tô corrida, vida. Eu acho que você é a maior drag do mundo. Olha, muito obrigada. Eu acompanho tudo que você faz, sou apoiador e testemunha do quanto vale. Falo das histórias pra todo mundo. Eu gosto assim, gente, esquema de pirâmide. Já falei várias vezes, esquema de pirâmide.

Você vai ouvir o podcast, você vai amar, você vai apoiar. Você vai falar pra sua irmã ouvir, ela vai amar, vai apoiar. Ela vai falar pra amiga dela, ela vai ouvir, vai apoiar. Ela vai contar pra outra amiga, e assim por diante. Gente, esquema de pirâmide. Tá bom, é isso. Falo das histórias para todo mundo. Me chamo Igor, tenho 28 anos e vim contar uma história que só poderia ser contada aqui. Ixi, lá vem então. Tudo aconteceu quando eu tinha 26 anos, mas vamos voltar um pouco no tempo só para situar todos vocês.

Quando eu tinha 16 anos, estava naquela fase de descobrir meus gostos e acabei namorando uma menina menina por 3 meses. Foi uma experiência legal e tudo mais, mas eu sempre fui muito delicado, entre parênteses afeminado, o que acabou sendo uma surpresa para minha família. Logo após o término, ainda aos 16, perdi a virgindade com um garoto da minha rua. Eu sempre ia para casa dele jogar videogame, entre aspas, e ficamos nesse trelelê por um bom tempo.

Esse menino tinha sido o meu primeiro e único caso sexual. Depois dele, eu fiquei um bom tempo sem transar. 10 anos, pra ser exato. Nossa, você transou com 16 anos. E aí, agora você só vai transar de novo com 26. Sim, um jejum de uma década. Eu simplesmente não sentia vontade, desejo ou falta de sexo. Os meus amigos sabiam da situação e viviam dizendo: quando esse jejum acabar, a gente precisa saber. Mal sabiam eles que nos meus 26 anos o celibato finalmente chegaria ao fim.

Gente, eu tô com medo de estar lendo história de quinta-feira por engano. Não, é de terça-feira mesmo. Então vamos lá. Eu morei por 3 anos no Rio de Janeiro e voltei para o Paraná aos 26. Detalhe: nesses 3 anos de Rio não peguei nenhum carioca. Ó, peixá, foi fazer o quê no Rio, gente? Que que você faz no Rio de Janeiro além de pegar carioca? Eu não sei. E todo mundo diz que são os melhores. Ai, eu não sei, gente, eu tenho uma coisa para o pernambucano.

Vocês sabem que eu e Nordeste, nós temos uma relação, né? Nós temos uma relação. Mas carioca é muito bom, realmente. Carioca falou oi, a gente já tá com a calcinha Toda molhada. Fato, gente. Hoje não é quinta-feira, mas a verdade tem que ser dita. Eu voltei pra casa da minha mãe e arranjei um emprego de recepcionista em um hotel no meio da Mata Atlântica, no litoral paranaense. O lugar ficava localizado em plena serra, bem isolado da cidade.

Como o meu horário era das 15 às 23 e não havia transporte pra voltar tão tarde, ficou combinado com a minha patroa que eu moraria no hotel. Nossa! Isso é uma boa ideia? Não, né, gente, não vai ser uma boa ideia. Com certeza não vai ser, senão ela não teria mandado pra gente, né? Ela me deu um quarto com banheiro, Wi-Fi, cozinha por perto e ainda liberou a alimentação. Nossa, que bapho! Ai, gente, uma ótima ideia sim! Tudo sem descontar um centavo do meu salário.

Era o combo perfeito pra eu ficar confortável e guardar dinheiro. Com uma semana de trabalho, eu fiz amizade com a equipe e conheci Paulo. Ele era um pouco mais novo, devia ter uns 23 anos, e trabalhava na manutenção. Paulo era o típico cara que fazia piada com tudo e falava muita besteira. Ah, esses daí, gente, vocês conhecem esses, né? Os brincalhões, né? Esse, minha filha, a gente vai achando... Eles nem são bonitos, às vezes, gente.

Nem são bonitos, mas vão fazendo graça, vão soltando piada. Quando você vê, você tá de 4! Literalmente! Eu já caí numa dessas, gente. Cuidado com os brincalhões! Como eu tenho a mesma vibe, a gente se deu super bem. Ele sempre passava na recepção pra jogar conversa fora. Com o tempo, as piadinhas dele começaram a ir pra um lado mais... sexual. As famosas brincadeiras bobas e gostosas. E eu, é claro, entrava na onda. Ele me chamava pra ir na casinha de máquinas.

Ai, no quartinho da bagunça, na cachoeira. E eu não ia porque sempre achava que era brincadeira. Ah, meu amor, não se faça, meu amor, não se faça para cima da gente. Todo final de ano, uma igreja local reservava o hotel inteiro para um retiro de fim de semana. Com isso, todos os funcionários ganhavam folga, exceto um plantonista da recepção e um da manutenção. Na reunião, eu me voluntariei. Logo em seguida, Paulo disse que também ficaria.

A minha chefe perguntou se haveria problema ele dormir no meu quarto, já que havia duas camas de solteiro. Bicha, olha, gente, a carne caindo no prato do carnívoro! Falei que estava tranquilo e assim ficou combinado. Na sexta-feira recebemos 100 fiéis da igreja. Ai, meu Deus, tô com tanto medo porque tem duas coisas paralelas acontecendo. Uma é dois viados loucos para se comer e agora eles vão ficar no mesmo quarto. E paralelo a isso tem 100 fiéis da igreja indo para esse hotel.

Ai, meu pai. E só um aviso, gente, tem fotos nessa história, tá? Eu já vi aqui que tem foto, tô vendo a história aqui, no final tem foto. Então se você é apoiador, você vai ter acesso a essas fotos, hein? Fiz todo protocolo de check-in. E mais à noite, eles me convidaram para assistir a uma encenação da Paixão de Cristo. Jantamos e fomos assistir. Quando a peça estava quase acabando, Paulo se inclina e solta bem baixinho no meu ouvido: vai rolar aquilo que a gente conversou a semana toda?

Eu entrei Pânico! Eu fiquei super nervoso e só dei risada. Eram 10 anos sem saber como manusear uma bilola. E pensar em fazer qualquer coisa já me apavorava. Eu não tinha me preparado psicologicamente e nem internamente, se é que vocês me entendem. Vocês entenderam, né? Fomos pro quarto antes da peça terminar. Ai, a gente já sabe como termina, né, essa história. Paixão de Cristo, a gente já sabe como é, não precisa ver tudo. Ficamos cada um na sua cama conversando e rindo dos outros até que cortei o assunto dizendo que ia dormir porque precisava acordar cedo.

Segundos depois, a voz dele quebra o silêncio do quarto com: posso deitar aí com você? Na hora comecei a me tremer de nervoso. Gente, você tem que lembrar que ela 10 anos! 10 anos, ela nem lembra como é que é mais. Nunca mais lembra. Não lembra nem como é que é um peru na vida. Não sabe como é que é mais. Não respondi de primeira. Até que ele insistiu. Vai me ignorar, é? Tá frio aqui sozinho, poxa. Ai, gente... Com o coração na boca, eu respondi: Pode vir, eu também tô com frio.

Começamos aquela esfregação gostosa. Bicha! Segura tua onda que hoje não é quinta-feira. Começamos aquela esfregação gostosa. Até que aconteceu o que tinha que acontecer. Não vou dar detalhes, mas depois de 10 anos, a bendita castidade tinha acabado. E olha, não foi ruim como eu imaginava. É, meu amor, a velha bate. Ele me deixou super confortável, mesmo sem saber da minha situação. Foi ótimo e ele foi super carinhoso. Quando terminou, fui tomar banho e debaixo do chuveiro resolvi que precisava contar pra minha prima e confidente, a Manu.

Saí do banheiro e ele estava se arrumando pra dormir. Então comentei: Você sabia que eu tava há 10 anos sem fazer isso? Desculpa se eu fiz alguma coisa errada. Ai, que fofa, gente! Que fofa! E ele respondeu: relaxa, na próxima a gente melhora. Ih, não gostou, hein? Não gostou, não gostou. Se tivesse gostado, teria falado: nada, foi uma delícia, nossa, jamais diria, você foi profissional, achei que você ganhasse dinheiro com isso.

Mas essa resposta que ele deu aí foi uma resposta de quem não curtiu muito, hein? Mas tudo bem. Vocês sentiram essa vibe, gente, ou só eu senti? Expliquei a situação por cima e perguntei: Eu posso contar pra minha prima? Eu prometi que ela seria a primeira a saber. Ai, bicha, precisa perguntar pra ele? Ai. E ele respondeu: pode sim, desde que não chegue no ouvido da minha esposa. Meu Deus! Nossa, gente, me pegou muito desprevenido.

Bicha, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não Na hora eu fiquei completamente gag.

Ele nunca, nunca tinha mencionado ou dado a entender que tinha uma esposa, não usava aliança e vivia mais no hotel do que em casa. Eu disfarcei, disse para ele ficar tranquilo e saí do quarto. Liguei para minha prima e rimos muito do absurdo da situação. Voltei para o quarto Conversamos mais um pouco e dormimos. No sábado, participamos de algumas gincanas com o pessoal da igreja. A gente tá achando o máximo esse pessoal da igreja aí.

Esse pano de fundo, essa cortina de fumaça. E de noite, fomos escondidos tomar banho na hidro. Ficamos de novo e fomos dormir. Nossa, você ficou 10 anos pra depois virar uma vagabunda salafrária, né? No domingo à tarde, a igreja iria embora, mas Paulo foi embora pela manhã. Eu fui embora no final da tarde, pois segunda era minha folga e eu ia para casa da minha mãe. Retornei ao trabalho na terça-feira. Percebi que Paulo não tinha aparecido, mas achei normal.

Na quarta, ele faltou de novo. Então fui perguntar para gerente. O Paulo tá de folga novamente? Perguntei porque ele não era de faltar. E ela respondeu: não, ele faltou porque a esposa tá tendo algumas contrações por conta da gravidez. Sim, meus amores, a esposa dele estava grávida de 9 meses. Paulo, você é um cuzão, bicha! Como é que você tem uma esposa que tá grávida de 9 meses, tá coroando e você tá pegando viado na hidro de hotel no meio da mata?

Eu agi naturalmente, disse um ah, entendi, e segui a vida. No dia seguinte, ele voltou a trabalhar. Eu chamei ele de canto e perguntei: por que que você não falou que era casado e que a sua esposa estava grávida? E ele, na maior cara de pau, respondeu: esse vai ser meu terceiro filho. Gente, só piora. Eu quase caí para trás de tão gag que eu fiquei. Como ele não me contou isso? Não é apenas um detalhe, é tipo a sua vida, sabe? 2 dias depois, o celular dele quebrou e Paulo me pediu para adicionar a esposa dele no meu WhatsApp.

Meu Deus, gente! Caso ela precisasse falar com ele de urgência durante o expediente, uma vez que o bebê podia nascer a qualquer momento. Gente, se ele virar padrinho dessa criança, eu não vou achar nada demais também. Pelo andar da carruagem... Durante 2 dias eu fiz a ponte e avisava quando ela ligava. No terceiro dia, ela puxou o assunto comigo. Nossa, gente, que medo. Pra onde estamos indo? Conversa vai, conversa vem. Acabamos criando uma espécie de amizade.

Ai, um viado! E eu ali... Me sentindo um lixo por virar amigo da grávida enquanto continuava transando com o marido dela. Vocês continuaram transando? Meu Deus, achei que vocês tinham só se beijado de novo na Hydro. Vocês continuaram transando? Bicha! Sim, porque eu continuei ficando com ele. É que aqui ela tá falando ficando. E eu, inocente, né, achei que era ficando de beijando, tá beijando ele. O que já não seria certo, né.

Não, ela tá dando pra ele horrores. Afinal, o casado ali era ele e não eu. Tínhamos uma hora de almoço e íamos aproveitar esse tempo daquele jeito que vocês já imaginam. Como eu estava há muito tempo na seca, eu quis tirar o atraso. Não sabia quando teria outra oportunidade, então eu aproveitei. Comentários? Eu vou seguir. Bom, vamos lá. Na semana seguinte, o famigerado bebê nasceu e ele pegou 5 dias de licença. Bicha, pelo amor de Deus, não tinha um viado nessa igreja pra você dar o cu?

O que mais tem na igreja é viado, bicha. Às vezes até o pastor. A minha chefe veio falar que ia trocar ele de quarto porque achava que Paulo estava me incomodando. E eu logo rebati: não, não, ele é meu amigo, eu adoro ficar conversando com ele até tarde. Isso me ajuda a me distrair também. Mas logo em seguida Ela perguntou: vocês estão ficando? Ela não é trouxa, né, meu amor? Na mesma velocidade eu rebati: jamais! A gente é amigo e ele é casado!

Gente, comentários? Bom, vou seguir. Ela falou que ia mantê-lo no quarto e eu amei. Logo nos primeiros dias de vida do bebê, a esposa começou a me mandar fotos da criança. De pijama, tomando banho, dormindo, áudios do bebê chorando. Gente, o que tá acontecendo? Parecia que eu era o outro pai da criança, até que ela me mandou um áudio. Lu, como você é muito amigo do Paulo— gente, gente, Lu, como você é muito amigo do Paulo, a gente se deu super bem.

E você acompanha a rotina do nosso bebê, nós queríamos que você fosse o padrinho. Cara, eu não sei porque eu não me surpreendo com esse podcast. Gente, tô todo arrepiado. Olha só, mano, eu adivinhei! Na hora eu travei o celular porque eu não sabia o que responder. Eu esperei Paulo voltar a trabalhar para conversar. Assim que ele chegou, Perguntei se ele era sem noção, porque aquilo já tava passando de todos os limites. Paulo estava me incluindo demais na vida familiar dele.

Eu só queria tirar o meu atraso, não ser convidado pra ser padrinho de um bebê que há pouco tempo eu nem sabia da existência. A resposta dele foi pior ainda. Mas eu só falo de você em casa, eu digo o quanto você é engraçado, o quanto você é legal. Ela quer muito te conhecer. E aí você já aproveita pra ver o bebê. Nossa, gente, eu fiquei chocado com o nível da audácia. Eu peguei meu celular e respondi o áudio dela ali mesmo, na frente dele.

Oiê, poxa, desculpa responder só agora. Eu queria muito, mas eu já sou padrinho de 3 crianças e eu não vou dar conta de mais um. Mas eu vou aí conhecer o pequeno e eu levo uma lembrancinha, tá bom? Gente, eu não sei nem o que comentar, juro. Ela super entendeu. Diferente do marido, ela tinha um pouco de noção. E diferente de você também, né, amor? Né, meu amor? Ainda fiquei com ele mais algumas vezes, mas saí daquele emprego no mês seguinte porque recebi uma proposta melhor.

Mesmo depois de ter saído, ele continuou me mandando mensagens. Papo de amigo, nada demais. Até que um dia a esposa dele me mandou outro áudio direto ao ponto. Igor, você e o Paulo já ficaram? Porque ele só fala de você. Diz que sente saudades de quando vocês dormiam no mesmo quarto. Queria saber a verdade. Porque o Paulo já me traiu com um amigo uma vez e queria saber se vocês seriam capazes de fazer isso comigo enquanto eu estava grávida.

Meu Deus, que fofoca boa! Na hora eu fiquei pensando como ela havia descoberto. Pensei rápido e mandei o áudio mais sonso da minha vida. O quê? Jamais! A gente é só amigo. Até me ofende você pensar um negócio desse. Logo eu, que quase fui padrinho do seu filho, eu jamais faria uma coisa dessas. Ela me— gente, eu não vou nem comentar nada, até eu vou só seguir. Ela me pediu desculpas e aproveitei para dar um fim na minha ligação com eles.

Olha, não me leva mal, mas eu vou apagar o contato de vocês e me afastar do Paulo, tá? Eu não quero impressões erradas sobre mim e nem que pensem que nossa amizade passaria disso. Eu jamais, jamais faria isso com você. Ela pediu mil desculpas e implorou para que eu não fizesse isso, mas era um empurrãozinho para que eu saísse dessa situação. Deletei o contato dos dois, segui a minha vida e não tive mais contato com nenhum deles.

Isso até semana passada, quando ele me mandou uma mensagem perguntando se depois dele eu tive mais alguém ou se estava esperando mais 10 anos. A verdade é que atualmente estou há 9 meses sem sexo e talvez ele esteja prestes a quebrar esse ciclo novamente. Ele, gente, ele, o bofe. Temos fotos, gente, temos fotos do hotel, temos foto. Nossa, um hotel maravilhoso, gente do céu! Hotel lindíssimo no meio do mato, enorme. Não vou falar o nome do hotel aqui, mas se você é apoiador, você vai saber qual hotel é esse.

Você vai ver que eu vou mandar no grupo lá no Telegram, tá? As fotos que recebemos aqui, gente. Eu tô completamente sem palavras com essa história, completamente. Que fofoca boa, menina! Nossa, mas eu tenho tantas questões, tantas questões. Tem a questão de ser uma mulher grávida, casada. É claro que o casamento é deles, né? Não é com com o Igor, né? Mas ainda existe aí uma questão assim, será que é a coisa certa a se fazer, né? 9 meses, gente.

Bebê de 9 meses é babado. E depois os áudios, né, falando que jamais faria isso. O que vocês acharam, gente? Ai, eu tenho tantos pensamentos sobre isso, mas eu quero muito saber o que vocês acharam. Dessa vez eu vou querer saber o que vocês acharam. Eu não vou falar nada, gente. Dessa vez eu vou deixar na mão de vocês. Vocês vão julgar as atitudes dessa história, gente. Tá tudo bem? O Igor não fez nada de errado? Afinal de contas, quem tinha relacionamento ali não era ele, quem era casado não era ele, quem tava grávida não era ele.

Tem alguém certo? Tem alguém errado, gente? Todo mundo tá certo? Tá todo mundo errado? Eu vou deixar na mão de vocês. Vocês vão ser os juízes dessa vez, gente, porque eu tenho tanta coisa, né, tô pensando tanta coisa que eu preciso que vocês me ajudem a entender o que é certo você pensar sobre essa história. Porque aconteceu muita coisa, gente. E tá na mão de vocês, tá na mão de vocês. Eu quero ver lá no nosso Instagram, através dos comentários.

Corre, gente, corre pro nosso Instagram, @quantovalhessaestoria, e deixa o seu comentário. Eu quero saber o que vocês acharam desse relacionamento. Gente, eles estão prestes a transar de novo. Vocês entenderam o final? Eu tô passada, juro. Padrinho... A única coisa que eu vou falar, gente, é que Igor, você teve noção sim, tá? Parabéns pela noção que você teve de não ser padrinho dessa criança. Porque se você aceitasse ser padrinho dessa criança, eu não sei o que eu faria da minha vida, gente.

Eu não ia ter condições de continuar. Não ia dar pra mim! Gente, que babado. Tô passado de verdade, meu Deus. Bom... Tá com vocês hoje, gente. Hoje tá na mão de vocês. Corre no nosso Instagram, deixa o seu comentário. Quero muito saber o que você achou. E não se esqueça, é claro, de deixar a sua nota de 0 a 10 pra história que você acabou de ouvir. Quanto vale essa história? Por hoje é só, meus amores. Quinta-feira tem mais episódio Proibidão, apenas para apoiadores.

Um beijo, tá bom? Pra Nossa, eu tô sem palavras. Speechless. You've let me speechless, so speechless.

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