Episódios de Quanto Vale Essa História?

A ÚLTIMA NOITE (com Dacota Monteiro)

26 de maio de 20261h2min
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Assuntos4
  • A Última NoiteRelacionamento aberto · Fim de relacionamento · Jonas · Léo · Jão
  • Comunicação em RelacionamentosFalta de comunicação · Ciclo do abuso · Terapia de casal · Comunicação não violenta
  • Carreira e projetos futurosTeatro Ray Lier · Show solo de comédia Gali Glamour · Instagram · Twitter · TikTok · YouTube
  • Respeito à Individualidade e DiferençasManter a individualidade · Autoconhecimento · Concessões
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Eu sou o Bianca Della Fancy e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História em Vídeo! Vocês viram que hoje eu tô assim a caráter, né? Dei tanto presentinho pros meus convidados que hoje eu vim com o próprio presente. Mas vamos começar daquele destino gostoso. Mandando vocês se inscrever no canal. Simpática, né? Se inscrever no canal, hein, gente? Dá hype nesse vídeo. Vocês pediram muito essa convidada. Awww!

Ouvi um barulho que eu não tô acostumada nesse estúdio. Teidei, desculpa. Isso eu tô acostumada. Veio uma galera que veio estar miraculosa aqui. Escocou até. Nossa, só falta cagar na parede, né? Se você olhar bem… Então, tá coberto de tecido por isso! Não cheio em coisa de… Que a madeira absorve. Não te introduzi ainda? Desculpa, pode falar. Dá hype nesse vídeo e já comenta agora! Comenta o quê?

Amei, muito bom! Amei, muito bom! Deixa esse comentário aqui, que eu vou curtir e vou comentar a minha convidada também. Engaja bastante, hein? Já falei, se engajar muito, a gente vai continuar fazendo a temporada. Me enxerga que essa tá acabando, mas a gente vai fazer outra. Se tiver engajamento. Queria tanto! Não se esqueça de comentar a sua nota de 0 a 10 pra história que você vai ouvir hoje. Afinal de contas, não se chama quanto vale essa história à toa. Meu amor, me ajuda a pagar esses royalties. Tem que fazer valer esses royalties.

No episódio de hoje a gente vai ver quais foram as histórias mais bem pontuadas. Você vê todas as pontuações, né? Não te amei. E agora… Muito obrigada também a Rioness, nossa parceira maravilhosa, produtora desse projeto. Obrigada por tudo! Inclusive, aparentemente, esse é o último episódio da temporada!

É, gente, foi muito bom estar aqui com vocês. Mas hoje tem uma convidada que vocês pediram muito antes de acabar a temporada, né, vamos chamá-la finalmente. Ela que é comunicadora, ela que é atriz de tablado, ela que é mãe!

Eu tô gag. Da Quarta Monteiro. Obrigada, fica com os teus aplausos. Obrigado. Eu obrigo os câmeras a aplaudirem. A parte da equipe, da plateia que a gente tem aqui hoje. Que linda. Obrigado pelo convite. Eu não vim a caráter, mas eu vim mal caráter. Pra poder.

Vou pro Ode, né? Ah, vai me dar. Vou te dar. Cheque! Porque a outra eu perdi numa mala aí no Johnny. Olha, vagabunda, ela é a Madonna. Ô, para a minha mala! Ah, quem é você? A Madonna agora. Pegaram meus looks de… Os acessórios, levaram a botinha roxa. Ah, me poupa, Dakota. E é que levaram a botinha roxa, levaram a camiseta, levaram um monte de coisa. Fiquei chateado, foi pra ver Lady Gaga ainda. Lixo! Dakota já participou aqui do podcast. Sim. Mas ainda não era em vídeo. É a primeira vez que você participou em vídeo. Tá ansiosa, querido.

Eu tô ansiosa não, né, que eu tô acostumada, né. Mas eu tô ansiosa pra poder fazer interpretações. Trazer todo o tablado que eu tenho de estudo. Eu amo, você tem feito bastante teatro, né, amiga? Sim, a gente fez bastante Ray Lier, que inclusive vai voltar quando sai esse aqui. Eu amei, amei, amei, amei. Você assistiu mesmo? Total, e juro, aquela cena pra mim é…

Eu vou ver, eu vou assistir. Do dia 7 ao 17 de maio, a gente vai estar de novo no Sesc Pompeii. Eu tô confundindo. Mas vai ser um Sesc, qualquer coisa corrigindo a edição. É, a gente vai estar lá. E vou, enfim, estamos reformando o Gali Glamour pra voltar também. Meu show solo de comédia, com performance, com música ao vivo. A gente é tudo. Stand-up, mas ela é… Ela faz tudo, né? Só não ganha reato. Mas do resto, ela faz. De resto… Até criança, ela faz.

Menina, inclusive, não pode falar ainda, né? O quê? Tu me contou? O quê? Do Babado? Não, ainda não. Não pode contar. Mas ela vai fazer pátalo.

Eu até assistei, meu Deus do céu. Tá grávida de novo, gente. Mais um filho. Desculpa, a gente tá esperando há três meses, talvez você não perde, né? Vem coisinhas aí, né? Vem coisinhas aí pro final do ano, pro meio do ano também. Ela é cheia de projetos. Passa então as redes sociais pro pessoal ficar acompanhando a sua carreira. Gente, por favor, arroba da Cota Monteiro, D-A-C-O-T-A Monteiro, da Cota com C, porque eu sou preta. No Instagram, no Twitter, que eu arranjo briga com as pessoas. No TikTok e no YouTube também.

Nossa, não entendi nada desse arroba da cota CACA com A que eu sou preta. Da cota, Monteiro! D-A-C-O-T-A! Porque eu sou preta! Porque eu sou preta, a cota! A... Você tem que registrar isso, tem que pagar por isso. Mulher! Você não sabia até agora? Não! Você não sabia que você era preta! Bom, é porque eu uso muito brinco de argola e parece que eu sou latina. Eu sou a cara da Sofia Vergara.

Vamos começar. Eu falei caso. Falei o corpo. A voz, talvez. Aí, ó. Eu acho que você é parecida com essa cara. Obrigada. Você só sabe várias vezes. Não sei qual época. Daqui uns 50 anos, igualzinho.

Bora! Bom, gente. Terminou aqui, é isso. Não vai dar pra continuar. Ah, porra, eu marquei sua palavra. É, querida. Olha só, você já participou, você já sabe como funciona. Porque eu vou repetir pra você lembrar, tá? Porque você não é muito esquecidinha, meu amor. É, eu tenho TDAH.

Eu quero entrega, tá? Não, isso aqui não é uma historinha qualquer, não. Não é um e-mailzinho, não. Claro. Isso aqui é uma história de vida. Eu vou trazer Stanislavski. Eu vou trazer Grotovski. Eu vou trazer Bertobrest. Eu vou trazer todos. Eu vou trazer todos. Eu gosto dela. Eu gosto dela.

Eu acho, eu não sei do que se trata a história, como sempre. Mas eu fiquei sabendo que é uma história diferente das demais aqui. É uma história mais densa, eu acho que é uma história mais próxima. É porque eu tenho uma energia pesada, assim, também. Você falou… Todas essas histórias são de acordo com os convidados. Em algum momento, a gente vai entender o que tem a ver com você. Eu acho que é pelo peso, e eu não tô falando…

De novo, de novo gordofobia. Pelo amor de Deus, chega. Não era isso. Chega. Eu sentei na primeira cadeira, a cadeira abaixo, ela falou, quebrou minha cadeira. Em vez de quebrar uma parede pra passar por isso. Mas precisava mugir quando a cadeira quebrou. A cadeira abaixo, ela ficou... Traz o capim pra ela. Eu comecei a ir pra trás com a cadeira, ela pegou e começou a pedir o capim, gente. Eu dei o capim tio. Nossa, eu não passava.

Vamos começar logo, vai. Vamos. Acho que eu tive criança e falou que eu sou vaca leiteira. Enfim, vai. Aí é um pouquinho, hein? E a história de hoje se chama... Hum... Qual é o nome?

Ah, lembrei. É a última noite. Deixa eu conferir, peraí. Deixa eu conferir. A última noite. O Chique Triste. Ó. Já vem com o rimo que não é a prova d'água, porque deixa marcas. Ai, amiga, entrega isso pra mim. Vou tentar. Esse corte é o que eu preciso. Olá, Bianca. Olá, todo mundo. Olá, Dakota. Oiê! Mentira, não tem isso aqui porque eu não sabia que ela tá Dakota aqui, né? Aqui quem fala é a Elis. Eu espero que você esteja bem. Todos nossos.

Spotify tá perdendo. Caralho, nem pra se fumar tanto. Bom débil lá fora. Espero que esteja bem. Eu tô. Porque eu não estou. Tadinho. Resolvi escrever essa história pra vocês como um exercício emocional pra mim mesma. Como forma de processar o momento que estou vivendo agora. Essa é a minha história de amor com o Jonas. Rui!

cavalo. Não vou conseguir deixar certo. Dança, gatinho, dança. Rapaz! Não, da Cotá, a gente tem que trazer o clima. Desculpa. É que assim, desculpa, ele foi fazer um exercício emocional pra você no pior lugar. Com Bianca, ela fez esse da Cotá Monteiro no quanto vale essa história, mulher? Pô, devia ter mandado pra Camila a Frenda. Não, mas não receitou. Pois é, não respondeu. A gente viu. Ela perdeu o e-mail. Vamos lá.

Ela começa em 2022. Eu já estava há quatro anos em um relacionamento falido com outra mulher, mas não tinha coragem de terminar. Recentemente, recentemente, recentemente, havíamos aberto a relação na tentativa falha de resolver todos os nossos problemas. Em um fim de semana em que ela estava viajando, saí para uma festa com alguns amigos, tentando aproveitar um pouco da vida.

Triste isso, né? O relacionamento não tava certo. Aí tentou abrir pra não dar certo. Esperou a menina viajar pra se divertir. Você já passou por isso, amiga? De ter um relacionamento que não deu certo e tentou abrir? Porque muita gente faz isso. Não, então. Eu tô no meu primeiro namoro, hein. E não tá fazendo certo. Você já tá bem. Poxa, né? A gente tem criança, agora não tem como voltar pra trás.

Mas já rolou? Já rolou? Não, ele foi o meu primeiro relacionamento. O Novo. Primeiro namorado da vida? Primeiro namorado da vida. Passada. Aí acertei de primeira, né? Desculpa. Aí a gente já começou aberto já. E é até hoje, só que agora a gente tem criança e não tem tempo. Mas olha, eu não sabia disso não. Pois é, e tranquilo. E cuidado vocês aí que estão assistindo a gente, que essa coisa de abrir relacionamento pra fazer dar certo. Pra ter filho, pra fazer dar certo. Aí ó, teve filho. Então, né? Com a década de pior. Poxa, já tomei umas 5 que tinha pi... Enfim.

Apesar de me considerar bissexual, sempre tive uma preferência por me relacionar com mulheres. E quando se tratava de homens, os afeminados eram os que me traíam. Tá no lugar certo, meu amor! Aqui tem mulher e viado pra você! É, pode, Deus dá vontade! Viado, traíam.

Os afirminados eram os looks que me atraíam. Então, claro, eu acabava beijando todos os meus amigos gays. Será que essa história já tá pegando algum ponto particular aí seu? Meu? Não. É, acho que tá. Já ela é bissexual, você também é bi. Sim, mas eu não fico com meus amigos gays. Não fica? É, porque eles não me queriam nem quando era homem. Então, pequeno da mulher aí. Ei, que isso? Que lugar sombrio é esse? Eu pego você da corda. Me peguem, você me aguenta? Eu pego você, eu aguento.

Vai me pegar então? Um, dois, três, wait! Parece cena da rapucha.

Nessa festa, um deles, o Léo, levou outros amigos que eu não conhecia. Ei, que a bissexual fez a festa! Dois caras que à primeira vista pareciam claramente héteros. Não dei muita atenção. Porque ela não gosta de bofe assim, ela gosta de… É, camisa polo pra mim não. Eu quero uma regatinha com um mamilo de fora, tá? Body. Um body com uma calça baixa, um ankle. E a cola coisa é bem anos 2000, cabelo espetadinho pra cima com highlights. E falar, ai, ai.

E aí, querida, deixa eu chupar essa briqueta. Caralho, o que você tem? Ai, que delícia. Foi assim que eu cheguei no meu marido. Essa transição era esse ponto. Era assim que vocês faziam? Eles faziam, ai, que briqueta gostada.

No meio da noite, beijei o Léo, como de costume. E ele soltou. Com qual dos meus amigos você quer ficar hoje, hein? O Jonas tá afim. O hétero! Eu respondi com cara de desgosto. Oh!

Sem nenhum interesse da minha parte, voltamos para a pista de dança, onde os héteros estavam. Mas, pra minha surpresa, quando chegamos lá, o Jonas e o outro amigo estavam se beijando. O desinteresse que eu sentia mudou na hora. Então ele não é tão hétero assim. Ah, interessante. Ai, que sexy, né, Cota? Ai, gostou. Nossa, pra cá eu vou ser de verdade, sabia? É aberto, não é, Sonona? É aberto. Nossa, meu, cuidei isso. Ah!

Façou um bebê?

Ai, o tom pesado da... A gente tá acabando com a história. Desculpa, Elisa. Depois dessa descoberta, Jonas chegou em mim e eu aceitei de bom grado. Nos beijamos horrores e foi muito bom. No dia seguinte, ele me seguiu no Instagram e perguntou quando que a gente vai terminar aquilo que a gente começou... Ui! Ah, tá!

Cavalo! Pare! Ablo, ablo, ablo, ablo. O que o Satan coloca esse solzinho? O que você vai colocar dessa vez? Poxa, eu tirei o emprego do Satan. Na versão ao vivo vai ser assim. Você me chama pra eu ficar. Pare!

Na semana seguinte, marcamos de nos encontrar às oito da noite. Mas acabei perdendo a noção do tempo. E em um show que eu estava no outro lado da cidade. E acabei chegando só meia-noite. E pra mim, a gente acabou em interesse. Um atrasinho é uma coisa. Atrasar quatro horas, porra, quem é você? Vanessa Wolff? Não pode. A Vanessa não é porque ela tá depressiva em casa.

Ah, é? Tadinha. A Vanessa atrás fica com o gato dela. Poxa, então assim, um beijo, Vanessa. Tá super convidada. Já veio, já? Já veio, já? Às duas ou quatro horas? Um beijo, Zé.

Pra minha surpresa, ele esperou. Claramente, queria muito transar comigo. Oi. Essa seria a minha primeira vez com homem. Gente passada. Meu Deus. Então, eu estava bastante nervosa. Ai, que delícia. Nossa, ela é bissexual. Eu nunca tinha transado com homem ainda. Que sorte. Menina. Mulher bissexual que não começou com homem. Que sorte, né? Que sorte passada. Olha só. Tadinha, ela não sabe o que ela perdeu. Não gozava.

Acabou que foi incrível. Ah, eu quero mais detalhes. Que tamanho que é? Hoje não é quinta-feira. Inclusive, se você quiser ter acesso aos episódios proibidões do podcast, basta apoiar o podcast. O link tá aqui na descrição do vídeo, tá bom? Pra você apoiar a gente. E ter acesso aos episódios de quinta-feira proibidões e hora extra toda sexta-feira. Desculpa.

sumiu o cigarro antes de entrar. Acabou que foi incrível, mas o melhor foi o pós-sexo. Conversamos bastante e nos conhecemos muito. Na manhã seguinte, terminei… Olha, foi rápido. Foi de 10 a 0, muito rápido. Na semana seguinte, terminei o meu relacionamento de quatro anos. Passada!

E no fim de semana seguinte, eu e Jonas saímos de novo e repetimos a dose. Mas o chá de pica que essa mulher... Deixa, mas posso falar? Ela já tava com um namoro que tava falido. Lembra que ela falou que era uma coisa, uma merda? Sim, ainda bem que terminou então, né?

Mas era um namoro com mulher que ela tinha? Sim, ela tinha namoro com mulher. E não tava falido. Ela abria um relacionamento pra ver se melhorava. Não melhorou. Surprise, surprise! E achou um macho que tava dando conta. Ah, já tem outro aqui, posso mandar-se embora. Curioso, isso geralmente é o inverso. Pois é, né? Geralmente é o inverso. Você namora com o Bof, o Bof é o O, termina e acha uma mulher que compensa tudo que o Bof nunca fez. Mas como a vida é plural, né amiga? Amiga, como as experiências são completamente únicas. A gente nunca...

Sabe o que tá acontecendo na casa de cada pessoa? Eu olho pela janela da rua e fico chocada imaginando o que tá acontecendo. Eu também, eu penso, será que eles tão fumando o mesmo cigarro que eu? Será que tá fumando o cigarro de uma latinha? Que diferente. Eu ainda tenho xereca. Na época, eu estava escutando muito as músicas do Jão. Ai, é isso, você tá fã do Jão? Amo! Adoro! Aquela... Meu cozinho é bicudo. Amo essa música.

Love. We stand. Será que é pelo João ou pelo Cozinho Bicudo? Ai, adoro o Cozinho Bicudo. O meu é Bicudo. Jura? Ai, eu adoro, porque ele dá um beijinho antes de entrar. Quando sai também. Quando sai ele mostra a língua. É, da última vez que eu te comi, Bianca, eu achei que precisava dar uma escovadinha na língua. Ai, vai ser porque...

Arcozinho da Laba Forô e Mime. Na época, eu estava escutando muito as músicas do Jão. Ele não conhecia. Então, eu apresentei. Tem uma música dele que diz A gente se apaixona só na sexta-feira Jura amor eterno, mas de brincadeira. Você conhece a música que pode cantar pra gente? É... Bate dão, tão. Uhum. Eu ia peidar.

A gente se apaixona na sexta-feira Ju, o amor é zero, mas é brincadeira Você acha que tá chorando, não? E parecia ser exatamente a nossa situação Mas a brincadeira foi ficando séria No próximo fim de semana Eu já tinha entendido que estava apaixonada de verdade Ihhh!

Que isso, meu filho? Calma! Deixa eu mover! Deixa eu mover! Ratinho! Quatro anos namorando com uma menina. É muito tempo de namoro. Pra já estar apaixonada por... Você é uma pessoa que se apaixona fácil? Sim.

Eu e meu namorado, a gente começou a namorar depois de uma semana de ter se conhecido. E começou a morar junto depois de um mês. Tá brincando, tá falando sério? Um mês só? Amiga, no primeiro dia que a gente se conheceu e a gente deu um chá um no outro eu já queria falar eu te amo. Esse é o problema, né? Pra você deu certo.

Não, é porque se você é carentona e você encontra uma pessoa que é mais fria, dá ruim. Agora, se você é carentona e encontra outra pessoa carentona, dois emocionado, amor, vai de cabeça. É verdade, né? Às vezes falta isso, isso encaixe, né? Exato, porque às vezes você é uma pessoa que gosta muito de demonstrar afeto. E a pessoa não gosta, não é pra você. E você fala eu te amo com facilidade? Opa! É mesmo? Te amo, amigo.

Ai, que história triste. Ai, que ódio. Por três meses, ficamos nessa relação exclusiva sem nome e sem vontade de ficar com outras pessoas. Você e seu namorado, marido, né? Se esse marido, vocês tiveram essas fases de relacionamento? Ou nesse breve mês já foi assim? Nos conhecemos, casamos.

Ou rolou namoro? Ficou? Ficou sério? Namoro? Depois de uma semana eu pedi ele em namoro, porque assim, a gente é dois artistas independentes, então a gente tem agenda muito livre. Então desde o dia que a gente se conheceu, a gente se viu todos os dias. Os cinco dias da semana a gente ia ver um outro. E não enjoou, não enjoava? Não, não enjoamos. E trazava todo dia também, trazava todo dia. Horrores, teve um dia que a gente trazou umas quatro horas seguidas. Ele gozou umas trinta vezes, porque até ótimo. Meu Deus, amiga. É aberto, né?

Sim, você pode passar o número dele pra mim? 11, 9. Chama no Instagram, ele é o responsável do mundo. Que ótimo. Fica a dica, gente. Quer comer meu marido? Mais de 9.

Em uma das nossas conversas, ele me disse. Eu quero que você me prometa que vai sempre priorizar a sua felicidade. E não vai ficar num lugar que não te cabe. Seja comigo ou com qualquer outra pessoa, Mr. M. Você tá acabando o clima da história. Você tá acabando o clima da história. Amiga, você me chamou aqui, pô.

Eu ia falar pra esse avós do... Cid Moreira. Cid Moreira. Não tem como não ficar de quarto por ele. Mister M, abre o cozinho pra mim, Mister M. Que cozinho pontudo, Mister M. Rebola pros crias, Mister M. Mister M, tem uma língua no seu cu. Que delícia, Mister M. Que mistério, Mister M. O meu beterraba ontem, Mister M.

Ai, não dá, gente. Não manda mais histórias pra dar conta. Não tem como. Então, eu obedi em namoro. Eu sempre vi dizer que a fase da lua de mel tem data de validade. Mas, naquele momento, eu não acreditava nisso. Eu estava muito apaixonada, como nunca estive antes. E jurava que aquilo ia durar pro resto da minha vida. Você tá chegando foto enquanto eu tô lendo?

Ela tá muito interessada. Fala que eu tô acabando com o drama da menina. Ela tá cagando. Eu tô sabendo meu cabelo. Em outra música do Jão, ele narra a última noite de um casal que já sabe que terminou. Mas decide viver mais uma noite juntos, como uma forma de celebração.

Com apenas quatro meses de relacionamento, quando tudo estava indo perfeitamente bem, eu chorava só de imaginar que um dia poderia entender exatamente o que ele quis dizer nessa letra. Ai, babado. Babado. O que eu falei? Amiga, tantas coisas que tocaram profundamente.

Muito fundo, Mr. E. Foi lá no fundinho. Catuca sem massagem, Mr. E. Vê se bota a casa. Mr. E. Com cinco meses, por necessidade, fomos morar juntos. Você foi morar junto por necessidade? Não fui por necessidade.

É porque a gente gastava muito. Só pela resposta, a casa caiu. É, mas é porque eu tinha muita coisa de drag e meu apartamento não tinha espaço pra drag e pra eu ao mesmo tempo. E eu já tava ficando muito na casa dele. Então a gente decidiu deixar meu apartamento pra... Estúdio. Pra estúdio e eu ir morar com ele. Aí dividiu os aluguel. A gente fica soterrada de coisa de drag, né? Sim, né? Muito. Agora tem um apartamento só pras coisas da drag. Deve ser maior que o seu, inclusive.

Exatamente do mesmo tamanho. Nossa, muita coisa. Mas você fez um close, uma coisa assim? Sim. Depois a gente vai lá. Chique. Te mostra. Tá ganhando bem, hein? Avisa, Paulo. Com cinco meses, por necessidade, vamos morar juntos. Foi a maior prova do nosso amor. Pois nos mudamos pra um apartamento de 20 metros quadrados.

De apenas um cômodo. Você morou no coreto da praça. É isso? Vocês ficaram, os dois foram pra rua. 20 metros quadrados? Isso em São Paulo é 5 mil reais. Não, 20 metros quadrados é só minha cintura, pelo amor de Deus, gente. Eu achei a risada um pouco too much, Bianca. Não foi tão engraçado assim. Eu acho que a Isara tem um dom de crueldade que eu não sei se precisava.

Ai, amiga, você também tá pedindo. Porra, parceira. Não pousa no pedindo, gente. Eu sou assim mesmo. Porra, tu pedindo. Por incrível que pareça, a fase da lua de mel sobreviveu a isso. Babado. Com um ano, eu tive um problema sério de saúde. E passamos nosso primeiro aniversário no hospital. Eu na UTI. Ele esperando dar o horário da visita. Com um ano e três meses, nos mudamos pra outro apartamento um pouco maior. Adotamos um gato. Você tem... Tchau.

Não, meu marido é alérgico. Ah, melhor assim. Estou ciente de que trouxe minhas vivências lésbicas para um relacionamento hétero. Mas ele também era muito emocionado e aceitou de bom grado. Com um ano e seis meses, a lua de mel começou a dar indícios de que estava acabando. A diferença de personalidade começou a ser uma questão. Ele muito extrovertido... Ó o que a gente falou.

E eu mais na minha. Ele com emprego formal, CLT. Eu sendo artista. Uber, né? Tá vendo só como a história diz? Mas pior que tem isso mesmo. Que eu sou um pouco mais extrovertida. E o meu marido não é tão extrovertido, sabe? Aí a gente tem essa diferença quando a gente tá fora. Eu quero ficar conversando muito tempo com todo mundo. Ele tipo assim, vamos voltar, tô cansado. Mas isso já foi uma questão pra vocês em algum momento? Já foi.

Já foi, mas a gente conseguiu se dar esse equilíbrio, assim, sabe? De tipo, relacionamento já é aberto. Então dá pra gente ter essas coisas. Tá, você vai ser com suas amigas, você faz o que você quer fazer. E eu faço as coisas com meus amigos, a gente não precisa estar junto o tempo todo também. E também assim, pra pensar que a gente nunca vai encontrar uma pessoa que é 100%. Igual a gente se encontrar seria um saco.

Sim, e você ficar procurando uma pessoa que é exatamente tudo igual a você, você não vai achar ninguém, você é uma chata, você vai morrer sozinha. Vai morrer sozinha. Ai, você vai morrer sozinha. Ai, eu chamo. Ai, cozinha o bicudo. Babado, né? Será que ele vai processar? Ai, tomara.

A convivência cotidiana também começou a pesar. Mas o amor já estava estabelecido. Com dois anos, adotamos outro gato. Também tem isso, né? Outro gato! Também tem isso, né? Tipo assim, quando tem uma relação que tem várias idas e vindas, ups and downs, já tá morando junto, aí a lua de mel já vai acabando.

É quando começa o relacionamento de verdade, né? É isso que eu ia falar, porque o amor tá ali, sempre esteve ali. Mas aí é que você vai ver se realmente aquilo é forte. Se aquilo ali realmente é pra valer. É, se os dois estão abertos a fazer as concessões e pro relacionamento dar certo, sabe? Sim.

Porque tem indiferença, tipo, ah, é muito extrovertido, eu sou mais na minha, esse tipo de coisa. É o tipo de coisa forte o suficiente pra terminar um relacionamento? Que eu acho que não, sabe? Porque a gente sempre dá pra dar uma contornada, se a gente tem vontade, sabe? E eu também...

Acho que depende muito da vontade, do quanto você tá disposta a fazer dar certo. Mas eu acho que uma coisa pode levar a outras. Então o fato de você ser mais extrovertida que a outra pessoa pode te levar a querer sair muito mais. E aí, querer sair muito mais pode trazer um desconforto de nunca estar em casa. Sabe, uma coisa vai levando a outra. Que pode ser que se você não abre algumas concessões tipo, ah, hoje eu posso ficar em casa então. Sim, é isso.

Sabe, se você não abre nunca a concessão Nunca dá pra sua torcer Daí a outra pessoa começa a sentir isso E tem gente que não avisa, tem gente que só Deixa chegar ali no topo, no limite E aí sim, acaba tudo de uma vez Relacionamento, tem que haver comunicação Tem que ter, né, eu sempre digo

Mas de verdade, esse é um problema mesmo das pessoas não conseguirem falar o que elas precisam, esperar acumular um monte de coisa e depois explodir do nada, sabe? E começar a jogar coisa na cara da pessoa e vira uma briga que vira outra briga. Então a capacidade de se comunicar, não é só comunicar tipo, ai, vamos conversar todo dia. De ouvir o que a pessoa tá reclamando. Reclamar quando você tá com algum desconforto é o que mantém o relacionamento vivo.

E conversas difíceis. Conversas difíceis fazem parte do relacionamento. É verdade. Tudo que você tem… Não tem nada que você vai conseguir na vida sem pedir. Com dois anos e pouco, paramos de transar tanto. Fomos ficando mais amigos do que namorados. Mas ainda existia um carinho tão grande que acabar com isso nem era uma possibilidade. Ah, que não vai virando amizade. Três. Só amizade. Porque amizade é essencial ter, né? Tem que ser amigo do seu boy, né?

Da sua mina, enfim. Mine. Do seu parceire. Parceire. Mas porra, quando vai virando só amizade. É babado. Aí vocês só tão vendo o filme junto e não tão transando, é babado? É babado. Tá preparada? Hum? Garota! Com quase três anos, assinamos uma união estad...

Meu Deus. Depois de não ser mais relacionamento e virar amizade, a gente assinou o munilhão estável. A amiga não tem pra escorrer. Ou nem será eles. Não consegue vencê-los ou não será eles. Não consegue vencê-los, faça o munilhão estável com eles. Você não pode comer-los. Você não pode comer-los. Faça o munilhão estável com eles.

Ah, agora entendi. Com quase três anos assinamos a União Estável e eu podia agora usar o plano de saúde do trabalho dele. Esperta! Pra poder botar peito! Nessa época, outro gato surgiu na porta do nosso condomínio e forçou a própria adoção. Isso não existe, né? Mas tá bom.

Entendi, muito empatia.

Eu continuava indo para shows de artistas novos, que ele também não se interessava em conhecer. Eu chegava em casa em êxtase pelas músicas que tinha escutado ao vivo. E ele me escutava com todo carinho, contando como foi. Mas ele já não corria atrás para sentir o mesmo que eu.

Merda, hein? Que merda, hein? Que merda, hein, gente? Que merda. Que merda. Tristeza. Nossa. Mas é isso, né? Ainda tem um carinho pela pessoa. Essa pessoa não tem nada de ruim acontecendo. Às vezes é mais difícil você terminar um relacionamento se nada de ruim aconteceu do que se algo ruim aconteceu. Porque o que tá acontecendo aqui é uma deterioração do relacionamento.

Ela só tá se deteriorando num processo quase natural porque não tá tendo briga, não tá tendo nem entrar em ninguém. As coisas só estão deixando de brilhar. Tá deixando de ter o tesão, tá deixando de ter o interesse, tá deixando de ter tudo isso. Isso é muito difícil, gente. Vocês que se relacionam vocês precisam manter essa chama acesa. Vocês que se relacionam. É porque eu mesmo, né, amor? Eu e meu cachorro, parece a ver, meu ventinho. Você só tava namorando? A última vez que eu pensei com você, você tava?

Eu esperava ir dormir... Amiga, tantas vezes, né? Cada vez que eu te encontro... Mas tá quase, gente. A gente vai tomar de novo. Aê, Chico, voltou? Voltou o quê? Com o outro? Aqui, ó, página 5, versículo 3.

Corinthians, versículo 3. Versículo 3, bora. Eu esperava ele ir dormir pra poder ficar acordada de madrugada sozinha e fazer minhas coisas, ouvir minhas músicas. Você não era essa LT? Você não ficava mais tempo sozinha? Você era essa LT e trabalhava?

É o contrário? Não, ela é CLT, não é? Não, ele é CLT. Ela é artista. Ela é artista, então. Ela é artista, ela tem tempo de ficar acordada da madrugada. Ele é CLT, ela vai dormir. Não, mas se ele é CLT, ela fica das 8 às 18 também em casa, né? Artista? Artista? Artista.

Que artista que ela é, você dá cota? Boa pergunta. Se ela for drag queen, ela fica em casa o dia todo, fazendo nada. E ela vai trabalhar, só acorda meia-noite pra fazer maquiagem. Grava de quarta-feira, que nem eu? Todo dia. Bah, triste. Entendeu? Durante o dia, o carinho continuava. Mas a convivência pesava cada vez mais. Eita.

Eram hábitos aos quais eu não estava acostumada. Vivendo com um homem pela primeira vez na vida. E tais hábitos estavam cada vez mais pesados. Nos fins de semana, a distância ficava ainda mais evidente. Pois ele ia pra casa de algum amigo. Aí é difícil, mas né, porra. Enquanto eu ia pra algum show ou alguma festa. Eu passava o domingo inteiro dormindo de ressaca. E ele ia andar de bicicleta pela cidade.

Então, mas ela ia pra um show, ele tinha que ver os amigos dele, né? Porque ele tá sozinho em casa. Mas o negócio é o seguinte. É o quê, Bianca? Fala pra mim. Cara, eles estão completamente desconectados. É verdade. Tipo assim, não tem interesse algum em fazer nada do que outro gosta de fazer. Não é que… Eu tava pensando até, eu ia falar. Será que ele não tá, tipo, assim, em depressão? Pra não querer fazer nada desse jeito? O bofe, pensa aí. Eu ia falar isso agora.

Mas não, porque ele tá saindo com os amigos dele, andando de barco pela cidade. Ele tá vivendo a vida dele. A questão é que eles estão completamente desconectados. Não tem interesse algum ir num show com você. Por mais que seja só pra fazer… Só pra ter um momento com você, sabe? É, porque não basta… É importante a gente respeitar as vontades de cada pessoa dentro do relacionamento. Só que se ela faz o que ela quer, ele faz o que ele quer. Eles não fazem nada juntos, não tem relacionamento. Vai viver sozinho. Sabe? Tem as coisas que eu gosto de fazer, que eu faço. As coisas que meu marido gosta de fazer. Tem as coisas que a gente faz junto, sabe? É, tipo o quê? Tipo o bebê.

Não, não é o que você tá pensando Não é criança, a gente gosta de beber, a gente é alcoólatra Eu achei que era alcoolismo mesmo Cerveja atrás de cerveja, sabe É porque a gente não fica agressivo também O que você não faz que ele gosta de fazer?

Ele gosta de natureza. E você não gosta de natureza? Você gosta de Canada Dakota? Ele é mais banquizão. Então, tipo, às vezes a gente viaja, vai pra praia, etc. Que ele gosta e eu não gosto. Mas eu vou porque a gente gosta e a gente faz uma coisa junto. Mas eu não sou muito fã de praia, sabe? Ele é? Ele é. A gente já fez trilha junto.

E você ali, segurando a barra. Foi assim, Patrilli? Foi assim, Patrilli? Não, né? Pelo amor de Deus. Eu tava com um chapéu, assim, de uma vez. Nada! Um chapéu de cinco metros. Jamais iria tão básico assim. Pelo amor de Deus, uma honra de nove centímetros e na floresta, assim, de noite. Pra assustar quem tava campando lá. Eu fui com a cara branca, assim, foi toda. Alguém se ouviu? Cai pra hora cheia.

E por isso que tá dando certo, tá vendo? Vocês vão entrando na vida do outro. Exato. É importante ter a particularidade que faz parte de você e dele também. Mas é isso, tem que haver isso aqui, ó. Sim, tipo, ele não gosta tanto de boate, etc. Mas volta e meia ele vai me assistir performar, ele vai me assistir fazer as coisas. E eu vou assistir as coisas dele. É que eu gosto, né, do que ele faz.

E também um outro lugar, né, Dakota. Você tá trabalhando na boate, né? Então ele vai assistir, assim, né? Sim, mas do mesmo jeito, tipo, ele não precisava aí, sabe? Não é uma coisa que eu cobro. Mas ele vai pra poder curtir, pra poder apreciar meu trabalho, me elogiar e tal. E ele vai apreciar. Ele vai apreciar, acredita? Tem que amar muito. Caralho, muito!

Ai, que queima pesado. Com três anos e seis meses, eu lembrei do que ele tinha me falado três anos antes e percebi que não estava mais tão feliz. Enquanto o aleatório do YouTube me trouxe aquela música do Jão pra escutar, ele estava no escritório jogando videogame. O medo que eu tinha antes agora se concretizou. Eu percebi que já tinha acabado.

Ai... Você nunca passou por isso? Passei, na mesma situação. Então a gente teve um período que, tipo, aconteceu isso pra gente morar junto. Olha, gente, juro, quanto vale essa história? Ele traz esses traumas aqui assim, ó. Se não tivesse, vai ter a partir de agora.

Então, mas acho que até por isso que a gente tá muito bem agora Porque a gente passou por esse período de, tipo Aquela euforia do começo do relacionamento foi baixando Os defeitos de morar junto foram surgindo e tal E a gente teve um momento de, tipo Não, a gente vai ter que se afastar, vai ter que terminar Só que a gente não conseguia ficar longe um do outro Mesmo, tipo, distante A gente ainda mandava mensagem todo dia Ainda conversava todo dia Eu lembro disso quando vocês terminaram E aí

Sim, foi pesadinho na época, mas depois a gente meio que sentou e conversou. Porque o que tava acontecendo era realmente a falta de comunicação, sabe? Ele tava... A gente teve uma conversa que foi assim. Amor, a minha psicóloga falou que você é abusivo. Aí ele falou, então, meu psicólogo falou que você é abusiva.

Eu falei, mas o que eu fiz? Aí eu listei o que ele fez, ele listou o que eu fiz A gente chorou, pediu desculpa E prometeu resolver essas situações Pra conseguir dar certo E até hoje a gente... Não, a gente não se abusa A gente teve um filho pra poder descontar ele

Uma terceira vístima, não é mesmo? Já que não pode os dois. É o ciclo do abuso. É o ciclo do abuso. Aí depois a gente vai ter um cachorro pro bebê bater nele. Ai, amiga, que lar. Essa é a família tradicional brasileira. Meu Deus, você é de direita, imagina, né? Bolsonaro é... Aí, negrônia do Bolsonaro. 22, 22, negrônia do Bolsonaro. 24, 69, travego do Bolsonaro. Esse você corre. Pelo amor de Deus. Aí você pode, você é travego. E aí?

Não, mas falando sério. Realmente, tá vendo, menina? Ela chocada, tá vendo? Essa história tem tudo a ver com você. Sim, eu tava tentando esconder. Você passou por isso também. Mas a gente passou por isso, a gente tomou a decisão e prometeu um pro outro. Tipo, se não estiver feliz, aviso por que isso tá acontecendo. De ter o compromisso de fazer as mudanças de personalidade, de hábito, pra poder dar certo. Sabe? A gente foi trabalhando, trabalhando, até ficar uma coisa natural. E agora a gente se respeita e dá tudo certo. A gente quase não briga mais.

E você acha que perceber o quanto a pessoa tá ficando bem com essas mudanças te incentivam a continuar essas mudanças? Porque são mudanças difíceis, né? É muito fácil de fazer. Porque são hábitos de anos, você é abusiva há anos. Eu sou uma pessoa horrível, você sabe. Mas você sente isso, que você percebeu o quanto eles…

ficando bem pelas suas mudanças, te incentivam a querer continuar e melhorar ainda mais? Também tem a ver com a reação do outro? Não, tem a ver com isso, de você... Eu quero que ele seja feliz, sabe? Eu quero que ele seja feliz, porque eu sei que ele quer que eu seja feliz.

Então, não é sobre eu fazer as coisas porque eu quero um relacionamento bom e ponto. Eu quero fazer as coisas pra poder fazer ele feliz porque ele me faz feliz. É uma coisa que vale a pena você fazer essas mudanças. Porque às vezes até é de terapia. O meu problema é que eu não falava dos meus problemas. Eu não conseguia falar dos meus problemas. Eu não conseguia identificar o que eu tava sentindo. E em algum momento isso, sabe, acabava afetando ele.

Então, aprender a superar o desconforto de falar dos meus problemas, de parar de fugir dos problemas e começar a conversar sobre eles. Tipo, do início, aconteceu alguma coisa. Eu falar, olha, eu não gostei que isso aconteceu. Porque isso faz eu me sentir assim, assim, assim. Esse tipo de mudança é mais difícil do que, sei lá. Não esperar juntar, né? Exato, porque isso vai criando uma imagem na sua cabeça da pessoa.

Sabe? E não vira, tipo, você... Ele fez uma coisa que eu não gostei. Ele é essa pessoa desse jeito que faz isso, isso e isso. Vai criando ranço. Sim, vai criando ranço. Que lindo isso, que lindo, que lindo, que lindo, que lindo. Tem a ver também com o fato de que você não vai achar outro otário? Isso. Exatamente. É porque eu falei, porra, achei esse, né? Não vou dar a chance de achar outra pessoa. Não vai. Né? Então, é isso. Eu demonstro uma coisinha aqui e ali, mas quem faz a maior parte do trabalho é ele mesmo. Que coisa...

Ai, você vai. Só queria deixar registrado que eu amo o meu marido porque o nosso relacionamento é ótimo. Tá, não tem nada de abusivo. Eu também amo você, baby. Ó, Diogo, todo mundo ama. Você é a torcida do Flamengo.

Num dia, como outro qualquer, eu disse isso pra ele. Ele foi pego de surpresa. Eu já percebi, ele não percebeu? Mas compreendeu tudo. Choramos abraçados um no outro por horas. Ele pediu uma semana pra se organizar e sair do apartamento. Ai, pesado. Ai, ó, porque, pera, jura. Eu nunca passei por isso, mas eu já passei por alguns términos, né? Minha vida pública tá aí exposta. Meu livro tá aí também, né? Maravilhoso. Chico Feliz. Sim. E... É... É...

J.K. Rowling com uma dedicação pro Monteiro Lobato. Foi isso. Nossa, términos de relacionamento sempre me pegam muito. Nunca consegui lidar muito bem, assim, com… Mas assim, lógico, né? Términos e términos, mas aqueles que realmente pegam, assim. Pegam, traumatizam mesmo. Sim, a sorte que a gente teve é que eu tinha meu apartamento, ele tinha o dele. Então quando acabou, eu só…

Peguei as minhas coisas e fui. Mas esse lugar de estar dormindo na mesma cama, de estar convivendo no mesmo espaço e ter que lidar com uma mudança, puta que pariu. Toda a burocracia do término, ninguém fala sobre isso. Da burocracia do término. Quem vai ficar com o cacto que tá passando sede? Quantos gatos tem? Vai dividir quantas pessoas? Quem vai ficar com o pantufa? Quem vai ficar com o calilite? Qual que vai parar na panela de pressão? Qual que vai virar rebol? Vamos aí!

Qual que vai vir aí, bota?

É, eu sou da Macumba, querido. É, eu sou a TEN, então. Vai. Vivemos uma semana de soft termo. Seis? Termo? Termos? Sabe termos? Vivemos uma semana de um soft término. Sem realmente mudar nada. Só com aquela nova informação na cabeça e uma contagem regressiva no relógio. Um dia antes dele sair, tivemos a nossa maior briga de todos os tempos. Não gosto nem de lembrar desse dia. Então não vou nem dar os detalhes.

Mas nos resolvemos e no dia seguinte ele se foi em bons termos. Mas antes de ir embora, ele fez a proposta. O que você acha de a gente ter uma última noite só nossa? Igual na música. Ah, eu tô emocionada, juro.

É muito bonito isso. Porque se você tem um momento legal com a pessoa, não precisa ser triste. Vocês podem celebrar o que vocês tiveram. Sabe o que é? É tipo assim, ah, eu tô emocionada de verdade. Não chora pra mim, chora. Foca nela, dá um zoom. Dá um zoom, dá um zoom. Muito botox. Ela botou botox no sovaco, na testa e no canal Lagrimal. E no ânus também.

De verdade, é tipo assim… Pra não chorar. Eu consigo nem pelo cu. Pra não chorar nem dando cozinho. Pra não correr perigo de chorar dando cozinho. Ah, eu não corro de rola, meu cu é cheio de botox. Não, meu cu é sorridente, meu amor. E toda emoção que tava foi embora. Mas de verdade, tipo assim… Amiga, foram o quê? Quatro anos? É muito tempo. Sim. Pra quem é o quê? Dez anos, né? Meu Deus, isso é uma vida. Então assim, é terminar pra ter um… Mas com um sentimento de vamos tentar preservar um pouquinho do que é saber assim da nossa memória.

Lembra da parte boa. Na parte boa. Porque às vezes… Se você acaba sem esse final aqui, não sei se eles vão ter um momento só deles. Não chegamos lá, mas espero que sim. Porque é isso, é manter um pouquinho do que já teve. Sim, eu acho que é um momento também que nem toda despedida precisa ser triste, sabe? O relacionamento não aconteceu uma coisa ruim pra eles, pra algo terminar em briga e odiando um outro. Pode ter cansado a relação mesmo e eles irem embora celebrando o que aconteceu. Foi bom, mas foi. É, tchau.

Meu Uber tá chegando. No final de semana seguinte nos escolhemos como companhia um do outro e fomos jantar num restaurante que eu adoro. Às vezes precisa não ter mais pra você acordar pra vida e fazer o básico que você deveria ter feito algumas vezes durante o relacionamento, que é jantar fora.

Teve uma... Ah, eu vou me expor um pouquinho. Por favor. Teve um momento, na época que a gente tava... Eu e o Nô, a gente tava meio brigado, que chegou o nosso aniversário de... Tipo, mês-versário de relacionamento. Aí, a gente tava brigando, porque aconteceu isso e aquilo e tal. Só que ele tinha comprado um presente pra mim.

E esse presente era um botão. Que quando você apertava, igual aqueles botões de treinar cachorro, sabe? Quando você apertava, fazia um barulho que você gravou. E era uma coisa muito nossa de quando eu chegava em casa, quando ele chegava em casa, de chamar um outro, a gente fazia alô! Tipo, ai, cheguei! Aí era um botãozinho que quando eu apertava, tinha a voz dele fazendo alô! Fofo! Aí eu tinha esse botãozinho quando eu ficava com saudade, eu apertava. Ai, amigo! A gente é muito fofo! Quem nunca me falou, alô!

É babado. Linda. Ah, tá vendo? Pequenas coisas. Nossa, eu vou meter tanto já na noite. Puta que pariu. Eu vou pensar em vocês. Cada dia mais apaixonado. Eu vou pensar em vocês hoje à noite. Vamos, vamos, vamos. Eu posso ir junto? Vamos, vamos. Eu prometo que eu não taparei nada. Tem dois buracos, gente. Eu não taparei nada, eu prometo. Eu fico só olhando. Tudo. A gente tem uma quererinha só pra isso. Agora eu só dou uma cutucada.

Eu vou ver se tá bom de sal e sal. Falta pimenta, falta pimenta. Tem que ir mais pra cá. Eu vou fornear. Imagina, tipo assim. Mais ritmo, amiga. Não cansa. Amiga, vai, vai. Não desiste. Mantenha o ritmo. Yes. A gente lá. Ai, você. Rá, cá, cá, cá. Para de gostar.

Você paga o gozo, assim. Ai! Você tá pra fora, você... A senhora que bate na câmera. Isso é que é pior. Eu gostei de ver, Dead. Ai, que duro. Menina, eu achei que tinha caído água do ar-condicionado. Tava poça aqui embaixo. Menina, molhou tudo o meu crocs. Depois, ele me levou pra um Airbnb, num andar mais alto que ele conseguiu alugar por uma noite. Como na música.

abre aspas, uma noite no alto de um prédio, vendo a cidade por cima. Ele empurrou ela, imagina. É Jão também, imagina, né? Deve ser. Acho que é, acho que é. É Jão, né? Você gosta? Falou, tem 13 anos de idade. Naquela madrugada, revivemos todos aqueles anos.

O que foi ruim e o que foi bom. Fomos pra rua por um momento, só pra, abre aspas, correr tão rápido com o vento no rosto, secando o choro tão envergonhados. Envergonhado mesmo, né? Correr no meio da rua, assim, do nada. Não é, amiga, eu ia chorar tanto. Subimos de novo e com um beijo a gente esquecia o porquê da gente ter dado errado. Que tristeza! Chorei depois de transar pela primeira vez na minha vida.

Hã? Primeira vez? Primeira vez que ela chorou depois de transar. Ah, tá. Chorei pela primeira vez na minha vida depois de transar. Lutamos contra o sono pra ver o sol nascer. Mas acabamos dormindo abraçados. Acordamos com o sol na cara, anunciando o fim oficial da noite e de nós dois. Ai, amiga, tô todo arrepiado. Ah, é porque é isso, né? Era só uma noite. Só isso que você precisava. Era só uma noite.

Babado. Porque o casal vira uma entidade, né? Então você deixa de ser nós. Essa despedida do nós é babado. E aí, assim, quem era eu antes? Você tem que correr atrás agora. Quem é, Bianca?

Quatro anos, porra. E o pessoal que namora desde o... Faculdade. Desde o colégio. Colégio, nossa. Da faculdade, tipo, termina depois de 30 e poucos anos sem que aprender a flertar. Por isso que eu digo, gente, nunca se esqueçam de quem vocês são. É. No momento que a gente fale das concessões, é muito importante manter a individualidade, os gostos que você sempre teve, coisas que fazem parte da sua essência. Porque se por acaso termina esse relacionamento, a pior sensação que tem é você se ver perdido de quem você é. Você não sabe mais quem você é. Sim.

E pra onde você vai? E você não tem mais amigos porque você não fala com ninguém mais? Porque você só ficou só com seu namorado, marido? É sua filha da puta. Responde uma mensagem. É, não responde. Eu tô falando direto também. Ela sabe. Eu tô falando pra você. Eu tô falando com você, viadinho penoso. Que fica pedindo o FIPE na filha da túnel. Eu tô falando com você. A Dakota não responde a ninguém. Agora tem filho, agora piorou. Agora tem a desculpa perfeita. Vamos dar uma volta, Dakota. A Dakota não vem. Então aí, dá merda. Depois, ai, quem sou eu? Eu tô falando com a...

Você não vai lembrar de que você era não, hein? Alerta, eu vou lembrar sim. Tá tudo gravado. Vou lembrar. Ele me deixou em casa e prometemos manter uma certa distância. Pelo menos nesse primeiro momento. Ele falou que pagaria pensão pros nossos gatos.

Outro dia... É que meu marido paga pensão pros gatos que tão com o ex dele até hoje. Jura? Sim. Cara, essa história é sua. Você escreveu isso aqui? Não, inclusive eu vou mandar mensagem pra ele depois.

Tá querendo me dizer alguma coisa? É, tá achando estranho. Outro dia, ele voltava pra pegar as coisas que tivesse esquecido. No primeiro dia de solteira, depois de quase oito anos casada emendando um relacionamento no outro, eu só chorei. Triste pelo fim, mas feliz por tudo que vivemos. Me pega muito eu lendo uma coisa emocionante, ela pegando o celular. Não tá pegando eu, tá pegando você agora. Eu sei, mas me distrai. Soca aí. Vou voltar.

De alívio e desespero por ter a casa só pra mim. Com medo de estar no mundo sozinha depois de quase uma década.

Nossa, amiga, foram oito anos Oito anos Tem uma coisa, a gente teve o negócio No relacionamento, mas com pouco tempo Já teve tipo Quando a gente teve essa separação Foi um peso muito grande pra mim dormir sozinha Foi mesmo? Dormir sozinha, não ter uma pessoa pra abraçar Não ter uma pessoa pra deitar no seu peito Uma pessoa pra ter carinho, sabe? A cama gigante Horrível, horrível, horrível

Até hoje, quando eu durmo em hotel, isso é verdade. Quando eu durmo em hotel, eu não consigo dormir no meio da cama. Eu durmo do lado que eu durmo. É o seu lado. É o meu lado e fica vazio o outro lado. Ai, amiga. E quando eu fui fazer o projeto que eu fui fazer, que em breve vocês vão saber, eu levei uma camisa dele com o perfume da Moschino que ele usa. Igual um cachorro. Isso. Pra eu não esquecer dele. Será que não esquece fácil? No Rio de Janeiro ainda. É que eu sou TDAH. Eu deixei a regata com o perfume dele e coloquei nos homens que eu dormi.

Eu ia falar, faz um homem em mim, faz um filho em mim, faz um filho em mim. Engravida, me engravidas! Gente, Dakota nunca mais. Ela falou, não, ela vai servir drama. Ela faz tragédia do Shakespeare. Meu Deus, é, Shakespeareana. Vocês estão vendo, né? É muito pior terminar...

Ainda amando a pessoa. Não existe o ranço... Amiga, tudo que a gente falou. Não existe o ranço pra te impulsionar. As partes boas permanecem muito mais fortes do que as ruins. Você se pega questionando se tomou a decisão certa. É importante saber diferenciar o que é sentimento e o que é razão. E sempre deixar a razão falar mais alto. Difícil. Porque a longo prazo é a melhor opção. Sim.

Mas antes de escutar a razão, deixe-se levar pela emoção por pelo menos uma última noite. A mais bonita das despedidas, a melhor noite das nossas vidas.

Falso, não tem nada escorrendo. Amiga! Paulinho tá chorando! Paulinho tá chorando! Ai, amiga, que coisa linda! É muito bonito. Não foi uma história triste, foi uma história feliz. Isso que eu ia falar. Foi uma história sentimental, assim, né? Foi uma história profunda, mas não é triste. É, de fato, uma coisa que acontece na vida. Eu acho que eles...

lidaram da melhor forma possível. Eu acho que perceber o fim foi a melhor coisa que eles fizeram. Para além de tudo que eles já tinham feito juntos, né, de um relacionamento em si, mas acho que perceber o fim é essencial. Sim, eu acho que às vezes ...

Acho que às vezes algumas pessoas, elas se deixam pegar o ranço. E se deixam ficar com raiva da pessoa. Porque é mais fácil terminar com uma pessoa que você não gosta mais. Então em vez de resolver o problema, acho que as pessoas às vezes preferem fazer tipo... Aquele, ah, se eu sinto que ele não me quer, eu não quero mais ele também. Eu também acho que evitam, né? Não só porque é mais fácil também terminar com quem você já tá com ranço. Mas pra evitar lidar com a situação. Então tipo assim, ah, não tá tão bom, mas eu não quero trazer essa questão.

Ou porque eu tenho medo de terminar, porque essa conversa é difícil e pode trazer um término. Ou porque eu não quero falar sobre isso, eu não sei lidar com isso. Então vai levando a coisa pra um lugar cada vez pior. Vai virando uma bola de neve, só vai piorando. Então acho que eles terem percebido que não tinha mais jeito... Mas será que não tinha mesmo? Será que não tinha mais jeito? O que você acha? Porque essa última noite não mostrou...

Tanta coisa boa, mas não tenha sido uma noite só? Então, eu pensei nisso, porque tipo, se eles tinham força e carisma pra poder ter essa noite, lembrar de tudo de bom que aconteceu e fazer várias coisas boas juntos, por que que não foi uma conversa sobre...

Vamos fazer isso, sabe? Vamos resolver, vamos começar a se esforçar pra fazer o relacionamento ficar bom. Mas às vezes houve o entendimento de tipo... Não dá mais. É que às vezes a gente tá junto, eu tenho um carinho por você.

E a vida que eu tô tendo sozinha é interessante e boa pra mim. E eu não tô disposta a perder o que eu tenho. Não tinha nada artista? Então. Porque ela tinha festinhas e shows. Já tinha esses caras. E eles tinham uma bike. Eles tinham uma bike e eu joguei.

Cortei o clima, desculpa, mas é verdade que tem razão. Mas é isso, porque às vezes não é nem sobre você estar disposto a fazer alguma coisa pra alguém. Não é sobre ser uma pessoa ruim, ser uma pessoa boa. Às vezes não é... Você não tá podendo, você não tá conseguindo investir isso agora. Sabe que nem às vezes você vê as pessoas passando necessidade, vê as pessoas com problemas, seus amigos às vezes postando tudo no Instagram. E você fica tipo, cara, eu quero ajudar essa pessoa, mas...

Eu tô com um monte de coisa nas minhas costas pra resolver a minha vida. Eu não tô disposta, eu não tô... Eu não tenho espaço na minha vida pra carregar o problema de outra pessoa junto. Sabe? Às vezes você não tem essa disposição pra poder fazer o relacionamento funcionar. Porque relacionamento é manutenção também, o tempo todo. Se você não tá disposto a fazer isso, às vezes não...

Uma noite é uma promessa de que aquilo vai ter fim. Então acho que essa noite que eles tiveram juntos eles já foram pra ela com esse pensamento de que, bom, é uma noite só. Então a gente realmente vai fazer isso acontecer. Mas prolongar isso pra mais oito anos é ter a responsabilidade de manter. E aí é uma outra conversa. Uma noite a gente consegue fazer. Agora...

Quantas vezes a gente saiu com uma pessoa que a gente conheceu, foi incrível, mas não virou nada depois daquilo, porque a gente não tava querendo lidar com aquilo mais vezes, sabe? Ai, que profunda, Cota. Obrigada. Bem fundinho mesmo. Ai, muito funda. Ui! Tente, né? Cavalo e úmido. Cheio de pus. Pode entrar o médico. É ela mesmo.

Da Cota Monteiro! Quanto vale essa história? Olha só, aqui nós temos as nossas placas. Pode pegar, meu amor, muito cuidado. Você vai escolher a sua nota sem mostrar pra mim, sem mostrar pra eles, pro Brasil. Você vai escolher pro Brasil. Calma, precisa explicar a dinâmica. Vai levar pra casa, lá em casa você vai escolher. Você vai escolher.

Vai voltar pra casa. Aí você vai dobrar. Vai dobrar. Vai achar uma fossa. Vai molhar na água do mar. No próximo episódio, a gente vai abrir a garrafa que veio do mar. Vai tirar. Exato. Se manjar, eu trazer de volta. É porque sua nota foi boa. Você não trouxer de volta, querida, porque não era. E acabou. Manda de volta. Escolhe e levanta tal qual uma placa. Tá, Cota Monteiro? Quanto vale essa história?

A última noite. Façada! Amiga! Achei uma história bem escrita. Achei uma história emocionante. Ai, sabe, fez a gente refletir sobre como a gente leva nossos relacionamentos. Será que você tá disposta a levar um bom relacionamento? Será que você tá disposta a conversar sobre seus problemas? Será que você tem capacidade de ter um término tranquilo? Ou será que você só consegue terminar as coisas de um jeito violento porque você não quer...

celebrar coisas boas que aconteceram na sua vida. Você conseguiria celebrar tudo de bom que aconteceu no relacionamento? Ou será que você só vai lembrar das coisas ruins pra ser mais fácil de afastar? Tá falando comigo? Tô falando com a câmera. Tô falando com aquele viado que tá chorando atrás da câmera. Isso eu sou eu.

É verdade, Dakota. É uma história que fala muito sobre relacionamento, sobre profundidade de relacionamento. O quanto a gente tem de traumas na vida que permite levar a vida adiante depois do trauma. Que isso, meu filho? Os seus traumas do passado fazem você ter um relacionamento saudio. Pai! Faz a sadia, essa é a marca grande do Brasil. Eu faço diariamente, Dakota. Ablo, ablo, ablo.

Nota 10 da Cota Monteiro, passada. A minha nota, como vocês já sabem, é a nota de vocês aí de casa. Então comentem quanto vale a história de hoje. Porque essa vai ser a minha nota, tá? Então a minha nota é a nota de vocês. Comentem de 0 a 10 da Cota Monteiro, deu nota 10.

E eu quero, para além da nota Para a história Uma nota para a nossa convidada, né gente Por favor, quero que vocês analisem E julguem mesmo A participação de Dakota Monteiro Aqui no Contravalo essa história O que é isso? A sobrancelha começou a tremer É, tá tendo um espasmo? Eu tô começando a ter uns espasmos Eu falei, o que tá acontecendo? É um problema de saúde? Eu tô com burnout Entendeu? Sério? A primeira jura?

Finalmente, gente. Alguém mandou... Alguém cala a boca dela. E foi Deus. Bom, é isso. Deixa eu roubar as pulseiras dela. Aproveitar que... Da Cota Monteiro temos presentinho. Mentira!

Olha só, você tá vendo que eu tô usando aqui, né? A minha camiseta é um produtinho Bianca de la Fence, tá bom? E você pode adquirir nosso aporte como deve na descrição desse vídeo, hein? A nossa lojinha virtual. Na Heartmurch? Heartmurch, meu amor. Tudo que eu faço, a Bianca quer. Eu faço coisa na Heartmurch, ela faz coisa na Heartmurch. Eu gravo nesse estúdio, ela grava nesse estúdio. Eu faço coisa carinas, ela faz coisa carinas. Eu sou consultora de carreira da Bianca de la Fence. Não dou um mês pra ela aparecer com uma criança aqui. Alguentinha. Não deu certo, né?

Alguém tinha que fazer dar certo, afinal de contas. Eu faço projeto e ela ganha o dinheiro. É assim que funciona. Alguém tinha que resolver esse problema. Olha aqui na Casa Monteiro, temos a nossa eco bag. Vamos! Tá passada. Que linda! Eu sei. Pra você carregar a frada do seu filho. Cheguei! Temos também aqui a nossa camiseta. Essa eu vou colocar já.

Eee, que lugar sombrio é esse? Pra você que é gótica, alternativa, né? Bad vibe de vez em quando, tá no site pra você comprar. Tem também a blusinha do Tá Passada, que é a que eu tô usando agora. Só que é a preta minha, né? Tem de... Tá Passada. Tá Passada, que eu sei. Mas tem todos os tamanhos, vai até o XXXXG. Pera, 4XG. 4XG, é que eu não usei.

Não sou eu que administro o negócio da loja. Compra, menina, mas você acha pra fazer uma lona de circo pra você, sua palhaça. Pensa aqui pra quando você estiver andando com seu filho no colo. Uma travesti? Com filho? Sim, tá passada? Tá passada que eu sei!

E claro, temos as nossas canequinhas. Como é que é a sua canequinha de hoje? Olha só, eu tô com a canequinha mais 18. Ai, menino mal! Que é a nossa canequinha de quinta-feira, do Proibidão. De quinta-feira, as histórias mais quentes da atmosfera, tá? E a canequinha de hoje é, qual que é? Tá bom pra você, o clássico. Com a Bianquinha, que segurando a nota 10. Que é a sua nota de hoje, tá vendo? Qual você quer?

Eu quero a preta. A preta? Uhum. E que lugar sombrio é esse? Pode pegar. Vai ser bem sombrio mesmo, porque tá escrito M na camiseta. Então vai ser bem sombrio. Não, mas cadê? Tem uma G. Pega a caixa. Depois pega o tapete aqui. Pega o tapete. Pega o tapete. Pega o tapete. Pega o tapete. Pega o tapete. Aí grampeia a camiseta.

Faz um buraco no meio, dobra Vai trocar depois Tá vendo? Vai aparecer canção inclusiva Só pra você escolher a estampa Depois a gente vai te dar o tamanho certo O tamanho certinho Podem cobrar no meu Instagram A Dakota já recebeu a camiseta da Bianca? Pra pegar hoje, gente Só tem PP

Põe no seu filho. Cabe nele? Gostou do presente? Amei, amei a 200 caseta. E Bianca, eu também tenho presente pra você. Ah, mentira. Porque eu percebi que os convidados desse podcast não tem um pingo de classe que todo mundo recebe presente e a pessoa não retribui. Ninguém me deu nada. Vou te falar uma coisa. Hoje é o último episódio da temporada. O último episódio da temporada. Fomos aí com vários convidados, foi incrível. E ninguém...

Ninguém me deu nenhum presente. Você vai ser a primeira. Então, vou te dar esse presente que eu que fiz, com minhas próprias mãos. Ai, meu Deus. Com muito prazer. Fiz, assim, muito prazer mesmo. Eu que fiz. E eu vou te dar pra dar sorte nesse novo formato do podcast. Faz aqui, Álvaro, o presentinho. Ah!

Eu que fiz, tá? Vou mandar, tem vários lookinhos. Pode pegar. Meu Deus. Tá bom, cuidado com a unha. Mas pode pegar. Meu Deus.

Sabe, pra fazer uma companhia pro Bentinho, tá? Muito prazer, foi bem, fez com muito prazer. Muito prazer, você não tem ideia. Tava meio bêbada, maravilhoso. Tava bêbada, né? Horrores. Eu imaginei. Olha como ele é bonitinho, ele não faz tanto barulho. Ele faz menos barulho que o Bentinho. Não tem tanto pelo também. Não tem tanto pelo, ele… Não tem como gruda nele. É, meus pelos são falsos, acaba grudando nele. E cuidado, que se pegar no bracinho e ele dá uma puxada, pode fazer corte. Mas…

Tem que tomar cuidado mesmo. Que coisa linda, meu Deus. Nem parece que veio disso aí. Pois é, né? A gente veste ele de branquinho pras pessoas acharem que eu sequestrei. Tô falando qualquer coisa, ninguém tá vendo nada, né? Gostou, amiga, do presentinho? Que coisa mais maravilhosa, meu Deus. Nem parece que veio disso aí. Pois é, né? Uma coisa tão horrorosa, tão cheia de coisa, cheia de... Pesada, ele já...

Ele fez uma coisa tão linda. Então Deus deu pra gente pra ver se dá uma leveza, né? Aí como ele tem uma energia boa, decidi trazer um pouco pra você. Porque, né, todo mundo que se aproxima de você uma hora vai embora. Então decidi trazer uma coisa mais positiva. E ele vai embora comigo agora. Vai embora comigo. Coisa mais linda da tia. Meu Deus.

Meu amor, muito obrigada, Cota. Gente, eu sou expert. Obrigada por ter vindo, amiga. Obrigada pelo convite, amiga. Me chama às vezes, eu gosto desse podcast. Vou chamar às vezes só. Poxa. Muito obrigada.

Meus amores, por hoje é só. Essa temporada fica por aqui. Mas engajem muito pra gente voltar com mais uma temporada de quanto vale essa história. Agora, em vídeo e o mãe, né, gente? É, olha que tudo. É como diz o negócio, né? Forçou a adoção. Então forcei essa adoção. E eu tô lactante. Fui no melhor momento. Eu vi que tava escorrendo o negócio da sua perna. Chegou outra coisa. Ai, Ana.

Não tomei a pílula de hoje. Muito obrigada, meus amores. Por hoje é só. Até terça-feira que vem. E depende de nós. Que o palhaço não seja engraçado. Que a Dakota...

Perca outro reality. E a Bianca... Fique quatro horas na porta pra festa da vô. Depende de nós. Depende de nós. Tá bom pra você?