CUIDADO COM A MONGA (com Jenny Prioli)
Bianca DellaFancy apresenta uma experiência imersiva contando histórias da audiência. De zero a dez, Quanto Vale Essa História? Toda terça, quinta e sexta.
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Mande sua história para: quantovaleessahistoria@gmail.com
- Mancha Mongólica e AbusoJaqueline · Karina · Monga · Circo · Parque de diversões · Roubo de cigarro
- Prevenção de roubos e furtosFurto de cigarro · Diferença entre roubo e furto · Princípios morais · Crítica à falta de empatia
- Viver no interior vs. cidadesBalada da cidade · Ser mulher lésbica no interior · Comunidade LGBT no interior · Mudança para São Paulo
- Produção de PodcastsHistórias de ouvintes · Avaliação de histórias · Apoiadores do podcast
- Lugares inadequados para sexoNo meio da rua · Debaixo de uma janela · No córrego · No trailer improvisado · No quarto compartilhado no Chile
- O Papel da Arte e da CriaçãoArte drag · Circo · Valorização do trabalho artístico
- Star Fox e a cultura furryPessoas que se vestem de bicho · Fetiche com fantasias
- Reconexão com o Desejo e a Sexualidade FemininaDepilação a laser · Pelos pubianos · O que atrai os homens · O que atrai as mulheres · Ovário policístico
Eu sou Bianca de la Fancy e sejam bem-vindos ao Quanto Vale Essa História em Vídeo! Meus amores, estamos caminhando pro final da temporada, mas calma que ainda tem chão pela frente. Vocês sabem que estamos aqui toda terça-feira com episódios em vídeo, aqui no YouTube, no Spotify, em todos os streamings. Quinta-feira é dia de proibidão.
Menino Mal. Apenas pra apoiadores, hein? Então apoie esse podcast. Apoiadores passam na frente, você não vai se arrepender. E o link pra você apoiar o podcast tá aqui na descrição desse vídeo e também lá na bio do nosso Instagram, tá? Que é o arroba quanto vale essa história. E além disso, sexta-feira tem episódio extra, a minha hora extra. Fazer uma hora extra pra apoiadores. Nossa, tá ralando, hein? Tá ralando, minha filha. Nossa, e tá pagando? Tá valendo a pena? Tá, Bentinho, tá gordinho.
Ah, então continua. Vocês pagam a ração do meu cachorro. E eu agradeço muito por isso. Obrigada. Eu amo vocês. Também amo vocês. Um beijo. Não tá aparecendo ainda não, porque ela é sua. Não te introduzi ainda, meu amor. Pera aí. Quero agradecer também a Rioness. Rioness, nossa apoiadora, grande produtora desse projeto. Muito obrigada por isso. Meu amor, se você tá me assistindo agora, você já vai comentar logo de cara.
Meu Deus, eu quero a nenê. Comenta agora. Meu Deus, eu quero a nenê. Eu quero a nenê. Por quê? Ela tá aqui, meu amor. Ela está aqui. Mas antes, você tem que lembrar que esse podcast não se chama Quanto Vale Essa História? À toa não, tá bom? A ideia é que você depois comente a sua nota de 0 a 10 no nosso Instagram.
E aqui no YouTube. E também vai comentar a nota que a nossa convidada merece levar. Pela participação dela. Se ela vai entregar ou não vai entregar. Eu quero só ver, tá? Ela que é streamer. Apresentadora. E belíssima. Gostosa. Gostosa. Jenny Brioli.
Obrigada, meu amor, pelo convite. Obrigada você por ter vindo. E gente, vão dar 10 nos comentários mesmo antes de vocês começarem a assistir, porque eu fui promovida. Antes eu tinha vindo só no Proibidão. É verdade, já veio no Proibidão, já participou. Foi no seu Close Friends, você não me assumiu. E agora você me postou no feed. Tô assumindo, tô assumindo. Ai, tô tão feliz. E veio tão bonita, né? Pior que eu tava gravando com a Blogueirinha.
E ela, nossa, por que você veio bonita assim? Porque com ela eu vou meio regaço, né? É, porque ela é um regaço também. Aí eu falei, eu vou gravar com a Bianca depois. Ela, ah, tá entendido.
Ai, nossa, pesquisa Tinha toda lisonjeada São joias Swarovski é joia? Deixa eu ver, deixa eu ver Não pode tirar Posso? Tem que ver se eu quero Ah, é vidro, amiga Não é pra tanto não Não é pra tanto não Mas vou te falar uma coisa Que combina Com o seu pulsinho, não achei Com o meu pulsinho
Obrigada, Nini. Tá doida. Amiga, amei, amei os presentes. Amei que você tá aqui. Obrigada por ter vindo. Ai, obrigada a eu. Você já participou, você sabe como funciona. Você sabe que eu quero entrega. Tá, porque isso aqui, eu já falo, né, gente, isso aqui…
Só que a Jane Piolli é uma vida que tá aqui. São histórias reais dos nossos ouvintes. Que enviaram através do nosso e-mail. Quanto vale essa história? Arroba gmail.com Mande já essa história, inclusive. Amei essa fichinha, tô me achando o Gugu. O Gugu. Não é? Ai, como é que tá a audiência?
Tá lá em cima, meu amor. Porque todo mundo queria você aqui, viu? É sério. Muita gente pediu, tô falando sério. A gente, antes de começar os episódios em vídeo a gente fez uma enquete lá, uma perguntinha pros apoiadores e não, apoiadores também. Quem vocês querem ver no .valestory em vídeo se por acaso a gente fizesse? E muita gente comentou Samira Clouse. E aí... Não, e com certeza, e com certeza. Mas ela já veio. E muita gente falou de ano em primeiro.
Ai, tudo. Ele tentou me fazer acontecer. Mas o que tá acontecendo já? De tanto que eles tentaram, amiga. De tanto que forçaram pra ela vai, vai rolando. E rolou, né, minha filha? Ai, rolou, amiga. Tô feliz. Onde você tá? Onde eu tô? Ai, amiga, gosto. Tanto melhor lugar pra tá, né?
Não, eu tô amando, tô amando Meu amor, deixa suas redes sociais Ah tá, gente, eu sou Jenny Prioli 2N e Y, ruim de achar Mas também, quem tem esse nome? Só vai achar eu Jenny Prioli em todas as redes sociais Instagram, TikTok, Twitter E assim, quer me assistir na Twitch? Vou falar roxinha melhor que não derruba Não tô pagando nada pra Twitch, meu amor Vamos falar direitinho Na Twitch, na roxinha
Se quiser me achar na roxinha, Jennifer Prioli. Faço live direto, faço react, falo de cultura pop. Sabe, um negócio bem informal, assim. Um negócio bem baguncinha. Chique. Naturalmente, gente. Tchau, Lugana. Você tá sendo engajadíssima nas redes sociais. Todas elas? Você faz tudo? Amiga, eu ralo, tá?
E eu que posto Eu não pago um gay pra postar pra mim Eu que posto com a legenda Quer que eu poste pra você? Eu posso ser só gay Tá com dó, né? Escolha a hashtag Mas eu posto também, né, sabia? Olha como a gente rala Mas a minha equipe faz muito, tudo Eu faço os cortes Você tem uma equipe, eu sou que em mim Você que faz os cortes no CapCut Eles fazem dois cortes, aí eu faço o restante Se eu quiser mais cortes, eu faço E nunca deve querer
Tá se fazendo, de batalhadora. Tá se a ser a Girlucci do podcast. Amiga, eu sou drag queen da face não, tá? Ah, é verdade, né? É uma luta. A arte drag, Jenny Piori, que você não saiba. É que você tá muito com a blogueirinha, né? Que é um personagem. Eu sou um artista. É que a blogueirinha só põe aquela lace da wish dela e tá pronta, né? E tá pronta. Ó, isso aqui. É, isso daí ela não faz, amiga. Não faz. Você gostou disso aqui? Eu gostei bem disso daí, tá? Porque isso aqui é pra você.
Para! Inclusive, se meu peito ficar fora do lugar, você me avisa, tá? Amiga, eu tô achando meio vesguinho. Esse mais pra baixo. Olha, você não tinha falado isso. Essa é a filha da... Tá mesmo? Qual que tá mais pra baixo? Esse tá mais pra baixo. Ah, eu tinha um caroço aqui. Não quero falar sobre isso.
Você fez o exame de toque? Não, por isso que eu tô com câncer. Vamos começar? Tomara que seja benigno. Vamos! A história de hoje é sobre câncer. Ai, meu Deus! Ué! Leve, vamos começar leve a terça-feira. Terça-feira leve. Ó, já sabe, vou repetir. Eu quero entrega, quero dramaturgia. Não me venha ler essa história como se fosse um e-mail, um casinho. Eu quero entrega. Você sabe que eu não gosto de ler. E olha o tanto de texto que tem aqui, Bianca. E ainda tem aqui, ó.
Eu não leio um livro há anos e você me faz isso. Mas faça rápido. Vamos ver se a Jenny Pryor sabe ler ou se ela tá chegando longe. Sim, você tá pesada. Eu não leio nem os meus contratos, gente. Eu não sei nem quanto que eu ganho, não sei nada. Você leu daqui? Daqui? Que contrato aqui, amiga? Você tá me dando sua alma pra mim. O que fazer com isso? Vamos descobrir. Vamos. A história de hoje se chama... Cuidado com a Monga.
Inclusive, um adendo. As histórias desse podcast são escolhidas a dedo. Por esse dedo de acrigel. Tá passada, né? Por isso que são tão maravilhosas. E em algum momento tem a ver com a convidada.
Não sei. Ai, você me acha monga. Porque eu tenho ovário policista e que tenho um bigo peludo. Ridícula. Não sou nada de monga, não, tá? Eu não sei em que momento a nossa equipe escolhe, né, de acordo com o convidado. Já que eu não leio a história antes, então eu não sei o que vai se passar aqui. O meu capô de fusca é bem lisinho, audiência. Parece uma pererequinha. É mesmo? É. Eu fiz laser. Tu fez laser? Não dói o horror de fazer?
Amiga, dói quando vai chegando no meio. E aí você desiste. Para, para. Deixa só o ratinho no meio. Não, eu vou até o fim. Eu não deixo o bigodinho de Hitler, não. Eu vou até o fim. Eu quero peladinha, gente. Tá? Sabe como é que eu tô agora? Como? Eu tô Ronaldinho. Só a tirinha da frente.
Só a franjinha, franjota? Amiga, eu acho que tem que ter um baby hair ali. Sabe por quê o baby hair? Porque eles adoram ficar naquela área. Eles adoram. Essa é a dica que eu dou pra vocês. Tipo assim, lissinho é ótimo. Mas aquela área com um pouquinho de cabelo atrai uma coisa assim, uma textura. Sim. Diferente. Exato. Entendeu? Eu acho um chimichurri, amiga. Senão fica meio sem sal, sabe? Eu pinto sem nada, não é estranho demais. Aquela coisa pendurada.
Não sei, parece uma maçaneta, parece um nariz de bicho. Um nariz de bicho. Não gosto. Com o pelo você já... Ah, tá. Ah, é um adulto aqui, né? Um homem viril, é. Entendeu? E tem os seus pelos masculinizados. Eu gosto de uma pegada, Tarzan. Você gosta? Gosto. Então, por isso que a história é pra você. Ah, tá explicado. Oi, Bianca. Tá corrida, vida? Ai, tô corrida, vida.
Aqui também, viu? Meu nome é Jaqueline. Já? Jaqueline. Jaqueline. Tenho 15 anos e já dei. Já? Jaqueline. É Queline só. Ai, nossa. Contei tudo errado. Vai, já? Não, não. Meu nome é Jaqueline, tenho 15 anos e já transei. Já? Queline.
Antes de tudo, eu quero deixar meu carinho por você e dizer que amo seu trabalho, seus looks, sua narração. Você é impecável. Isso porque não viu ainda o pelinho que eu coloquei ali embaixo, que eu falei. Vamos ver o Timmy Chury. Vamos ver o Timmy Chury. Vale dizer que sou a apoiadora. E espero que a minha história seja lida. Mas deu carteirada só pra você ler.
Mas a apoiadora passou na frente. Mas a gente foi ver se ela apoia. Mas a gente foi no e-mail, viu se tava bem cadastrado e tava... Tá certo, senão a história é ruim, tem que passar na frente, né? E ainda... Tá pagando, tem que passar. Ainda é caloteira? É, você vai adorar esse apoio. Foi uma experiência única que passei na época que ainda morava na cidade onde nasci. Parece que eu atraio esse tipo de maluquice. Se eu contasse tudo que já me aconteceu nessa vida, vocês ficariam gag dela. Gag.
Por isso, vocês escolheram, porque ela é mulher viado, a menina? Eu acho que pode ser, viu? Abafa! Ai, acho que vai ser babadeira essa história. Vamos ver, tomara. É, ai, a louca! Eu tô com grande expectativa. Fechou. Tá louca? Ai! Slay, mamãe!
We work it! Tá bem moleveado, né amiga? Ah amiga, sim né? Tá bem moleveado. Aham. Você fala louca? Não, não. Eu falo umas mais fresh, né amiga? Ah, tá. E eu acho que tem que saber, pô. Tipo, gag dela gag. Tem que saber, pô. Ai, teve nerve. Muito nerve. Nossa, eu tô nerve. Porque ela é muito cante. Eu tô gag. Mais ou menos isso. Mas eu não coloco muito sotaque, senão parece que, né? Tá querendo ser drag de RuPaul. Querendo ser drag de RuPaul.
É, e eu sou do interior. Então eu falo, ai, quase um gag. Você tá falando que eu tô querendo ser drag de RuPaul?
Você quer? Aquela sexta-feira era pra ser só mais uma daquelas noites meia boca da única balada da cidade. Coitada. Cidade pequena, interior. Todo mundo já se pegou ou já sabe quem pegou quem. E sendo bem direta, ser uma mulher lésbica.
Naquele cenário, era saber que das três sapatões possíveis possivelmente, duas delas já eram suas ex. Eu sinto muito pelos LGBTs do interior. É muito difícil a existência, amiga. Você era interior, né? É, eu tava morando até agora no interior e assim tinha um gay na cidade assumido e coitado, né? A bichinha do interior. Exato, aí todo mundo ficava reparando, sabe? Dá uma dó, não tem a comunidade, né, pra apoiar ali.
A gente sente muito por vocês, LGBTs do interior. Mudem pra São Paulo logo, pra serem livres na Zig, usar o Harley, sabe? É verdade! E na Chili Pepper? Tudo! A Chili é tudo, gente! A gente tem que tomar a prep e dar o curso em camisinha na Zig duplex. Não é usar poppers, ir àquela balada super da hora louca. Não, pra usar a Loló na louca, gente. São Paulo é vida. Gente, o que eu tô com medo é um luxo. O que eu tô com medo é um luxo. Calma, amiga. Eu gosto de gay chic.
Eu fui mais por falta do que fazer mesmo. Cheguei lá, cumprimentei metade da população jovem da cidade em cinco minutos e fiquei encostada no balcão fofocando com meus amigos. Até que ela entrou. Karina. Na hora eu nem sabia o nome, claro. Mas foi aquele tipo de entrada que dá uma bugada no ambiente. Loira, cabelo meio ondulado, corpo desenhado e uma cara de quem era muito confiante. Amiga, parece você.
Eu ia falar, eu ia falar. Mas deixei no ar. Soquita. Karina. Karina. Prazer, Karina. Corpo desenhado, cabelo 3C. E cara confiante. E médium de terceiro plano. Tudo. Terror das lésbicas no interior, gente. Ela não era só bonita, era diferente. Ih, tô na feira. Era um tribofú, né? Só era loira, loira, violão mesmo. Era bonito ou era loira?
Naquela cidade, isso já era praticamente um evento. Ela não conhecia ninguém. Isso ficou muito óbvio. Ficou andando, olhando ao redor. E nisso, nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Eu não sei explicar.
Mas não foi aquele olhar neutro. Teve alguma coisa ali. Como é um olhar assim? Vamos tentar fazer. Eu tô tentando fazer alguma madeirada. Tipo, na faculdade todo mundo achava que eu era sapatão, né? Você não é, né? Não sou, amiga. Sempre achei. Que eu sou? Que eu era butt? Sapatão, butt, queen. Todo mundo achava porque eu usava roupa xadrez, amiga.
Aí eu vinha nas testas, as lésbicas tudo chegavam e... Meu Deus, meu amigo, eu só sou eu, moço. Mas nunca nem tentou nada? Nunca nem tentou? Nunca brincou? Amigo. Brincou? Brincou. Vou continuar aqui. E brincou legal. Me chame de Karina. É sobre você, Alô. Amiga!
É bonita, mas é diferente. Exatamente. É bonita ou é diferente? É lésbico ou não é? De Jennifer Pryoli. É bonita ou é engraçada?
E aí começou o jogo mais constrangedor da minha vida. Eu olhando, desviando, olhando de novo, tentando entender se era coisa da minha cabeça ou se tinha alguma troca acontecendo. Minha amiga percebeu, me cutucou e falou baixinho. Vai lá, boba. Vai, Jaque. Ou você vai deixar passar uma dessas? Eu fiquei naquele dilema ridículo de sempre, calculando mil cenários possíveis pra chegar nela.
Ai, vou? Não vou. Não vou. Vou? Não vou. Será que eu vou? Ai, eu não vou. Não vou. Pede ou não pede? Será que pede ou não pede? Não vou. Só que eu demorei. Demorei demais a fofã dos meus mamilos. Ela não foi. Ué, você que vai ler agora.
Quando o pessoalmente criei coragem, ela simplesmente sumiu. A mulher evaporou como se fosse uma entidade. Entidade loira? É, não tem, mamão. Os brancos não se aguentam, né? Tem que hackear um espaço que não é deles, mamão. Amiga, eles não se aguentam.
Era aí também, vamos conversar com ela. Não, amiga, não, nada a ver. Voltei pra casa com aquela sensação de oportunidade perdida que fica matelando na cabeça, que até é meio irritada comigo mesma, porque não era só sobre ela ser bonita, até porque não era, a gente já entendeu. Era sobre ter acontecido algo diferente numa cidade que não tinha novidade nenhuma, e eu tinha deixado passar. Inclusive, a minha teoria é que ela ficou toda assim molhadinha só porque era uma mina nova que ela não tinha pegado ainda.
Mas amiga, eu super entendo. Super entendo. Quando você vai num lugar e aí aparece a carne nova no pedaço, meu amor. Sim. Quando a gente era aluna nova na escola. Então, não tinha um cheiro diferente? Não tinha uma coisa diferente no ar? Uma carniça diferente, um bacalhau diferente.
Amiga, sim. Um corrimento diferente. Então você fica tentado aprovar. Porque você já aprovou. É cidade interior. Todo mundo já se pegou. Exatamente. Aquele rebuceteio. Uma pessoa nova na cidade. É a pessoa, meu amor. Novidade. É a Karina. É a Karina. O que não quer a Karina?
Eu já tô querendo a Karina, meu amor. E eu não moro nem no interior. Ela aparece uma entidade, amiga. Ela é uma aparição. Ela é uma aparição. Eu gosto disso. Eu acho misterioso. Meio Iara. É. Eu achei que você falou meio Iá. Meio Iá, né? No dia seguinte, sábado, acordei com uma leve ressaca e um convite no grupo dos meus amigos. Bora no circo hoje? Ai, meu Deus. Vamos te alô, Ralei Fox.
Era um circo que todo mundo tava comentando fazia semanas. Porque não era só um circo. Nunca é só. Eu amei ela. Graças a Deus. Ela não é só bonita, ela é diferente. É. Não é só um circo. Nunca é só o que é. Amei, gente. Uma forma de ver a vida. É. Eu não sou só uma drag queen. Você é uma drag queen podcaster. Você não é só a Jennifer Prioli. Eu sou a Jennifer Prioli, 18 quilos mais magra. Caralho.
Nossa, o que você achou disso daí? Gente, achei chique, tá no monjaro? Clóxico, né? Perdeu mais de 3kg e é monjaro, gente. Esquece, esquece.
Não era só um circo Tinha parque de diversões também Amiga, já é um milagre Você tá viva pra mandar essa história pra gente De ir nesse parque de diversão de Kermesse Ah, mas é tão bom Amiga, eu não tenho coragem daqueles barcos viking do interior Ah, eu ia Mas eu ia em Santos, né? Ah não, Santos não é interior, amiga Você tá querendo o local de fala que não é teu? Não, você tá querendo Eu sou negra, né?
Não, então pega. Então pega. Acertou a caipirinha. Acertou a caipirinha. Ai, Chiquinha Benta. Amiga, o parque na praia. A Marizinha acabando com a estrutura das coisas. E olá, mamãe. Nossa, os parafusos tudo enferrujado. Tudo enferrujado. Você é louco, gente. Eu não vou, amiga. Eu só vou... A gente já morre.
Diziam que era maior, que tinha mais coisa nova, que não era igual a um outro que vinha todo ano com a mesma lona suja. Eu fui mais por distração, né? Como falei, em cidades pequenas, sempre que aparece qualquer coisa diferente, a gente tem que aproveitar. Chegando lá, realmente era outro nível. Tinha uma roda gigante super alta, uma montanha russa extensa, a monga, a casa dos horrores, entre outras coisas.
Nossa, mas monga é um negócio velho, gente É coisa de minha mãe, Ana Boga Que é a mulher gorila, né É, tipo, que faz um jogo de espelho, né Nossa, chocada Você já viu isso? Não, não é da minha época, amiga Não, nem da minha Você já viu sim Ai, caipira velha
Ai, que jecona. A gente passou pelas atrações rindo, zoando, tirando foto. Até que chegou a hora da tal mulher gorila. A fila tava grande, com uma música misteriosa tocando na porta. Quando entrava na atração, uma voz narrava uma história dramática sobre uma mulher amaldiçoada. Passada. Na nossa vez, entramos naquele corredor escuro, abafado e com cheiro de fumaça. Parece a sua casa.
Eu já estava meio no automático. Nem estava prestando atenção na história que estava sendo contada no áudio. Falta de respeito. Até que a gente chegou na jaula. E aí... Pronto. Era ela. Era quem eu estou pensando? Então, acho que é. Amiga. A mesma mulher da noite interior.
A mesma loira, linda, com vestido curto que parecia feito pra causar. Era eu. Eu comecei como monga. Aí eu migrei pros reacts. Na hora eu congelei. Fiquei gag dela gag. Não sei nem explicar. Eu fiquei encarando totalmente encantada.
Enquanto a voz continuava contando a história da maldição e eu não ouvi mais nada. Eu só via ela, a Karina. Passada. Em algum momento, ela me viu também. E aí, aconteceu de novo. O olhar.
Só que agora Mais direto Nossa
Amiga, com a Monga é assim, amiga. Com a Monga tem que ser assim. Não tem que fazer, não tem que fazer. Não tinha dúvida nenhuma ali. Então, do nada, luz piscando, fumaça, grito, efeito sonoro. E aquela mulher virou... Um gorila. Ai, meu Deus, ela adora o spoiler da Monga! Ai, estragou pra o dia esse inteiro. Virou um gorila, ué. Ai, perdeu a Karina. Ficou enrolando, virou um gorila.
Um gorila em caps lock, gigante, peludo, fazendo um barulho absurdo, cantando toca-me, batendo na grade, barulho absurdo pra mim é esse, violento. Eu levei um susto real, tipo daqueles que você dá um salto no corpo inteiro. E aí a grade se quebrou e começou aquela correria desesperada. Todo mundo gritando, se empurrando, tentando sair daquele corredor escuro.
Eu fui junto. No começo, meio que carregada pela correnteza de pessoas, correndo igual uma maluca. Não existe alma corajosa quando um gorila gigantesco e assustador começa a vir na sua direção no escuro. Eu que não ia ficar ali esperando ser atacada. Não é? Foi sebo nas canelas. Cada um por si. Não tinha criança ou velho que me fizesse ficar. Eu saía atropelando quem quer que estivesse na minha frente pra não ser pega por aquele bichão. É isso?
Você era um gorila de verdade pra pessoa estar com medo assim? Não. Eu tenho muito medo em qualquer coisa de terror, assim, de parque. Mas se for uma pessoa, amiga, com uma fantasia de gorila, você vai ter medo? Eu morro de medo. Sabe esses negócios que tem de noite de terror e tal? Eu sei que tem alguém ali. Geralmente é um monte de viado.
Eu morro de medo delas. Porque eles que são do teatro, né? Exato. A arte, né? Ah, é. A arte é do queer. Eu morro de medo. Ah, então não vou julgar. Toda cagada. Então se fosse eu aqui, eu estaria também assim, toda cagada. Então tá. Então Jaqueline, longe de mim, apontar dedos. Porque quando a gente aponta um dedo pro outro, tem três pra gente. Aí, viu? Amiga. Nossa, você é sábia.
No fim, saí de lá rindo de nervoso, com o coração acelerado e uma única certeza. Eu precisava ver aquilo de novo. Ai, viciou na monga. Viciou na monga. Ou melhor, ver ela de novo. Voltei mais três vezes. Nossa, os quinhentão ficou na barraca, hein amiga? Meus amigos já não aguentavam mais e me proibiram de voltar pra lá. Nossa, tô achando que a gente tá lidando com muita normalidade. O fato.
Eu também tô achando. De que, tipo assim... Cara, como é que você... Não se desencanta na hora que você vê a gatinha que você viu na festa sendo monga. Tipo assim... E se a Jaqueline for furry? Você não vai ter preconceito com essa comunidade. É uma comunidade. É uma comunidade. Inclusive, quer contar mais sobre ela?
Gente, furry é uma comunidade que as pessoas se vestem de bicho peludo. E assim, não necessariamente as pessoas têm fetiche que se veste nisso, mas se se vestir, se tiver, não tem problema. E transa vestido de bicho. Tá nervosa? É um assunto pessoal?
De forma nenhuma. Mas super, entendeu? De braços abertos pra comunidade furry. Quem quiser, aparentemente. Depois que o parque fechou, a gente foi pro bar de sempre. Aquela extensão natural da noite. Onde todo mundo comenta o que aconteceu e ri um do outro. Eu ainda tava meio fora do ar, pensando nela. Quando de repente, pessoas chegaram. Era o pessoal do circo. E junto, ela.
Eu não aguento mais essa Karina aparecendo por aí no amigo. Ela é uma aparição, amiga. E não tem um diálogo. Não, ela é uma aparição, ela é um ser, ela é uma coisa. Ela é uma entidade, né? É uma entidade, mas eu tô achando… É um orixá. É um orixá vivo. Eu tô um gag, porque tipo assim… É Marina cena, porque até rima, né? Karina, Marina. Realmente, além disso, ela é uma coisa assim… Já juro, eu tô muito gag com a naturalidade que você só contou. É. Se fosse eu, eu não sou furry.
Ah, eu achei que era. Nossa, o Furry. Falam por aí, tá? Direto. Fala, ó, é escateira, é Furry. Eu falo, gente, vamos, né? Escateira e Furry? De você, é. É a nossa Furry.
Entendendo, entendeu? Olha aí. Menina, mas assim, você não ia perder o tesão por essa pessoa se você visse, imagina assim, um bofe. Um bofe muito gatinho, assim, aquela coisa toda. Qual é o tipo de bofe ideal? Você tem um bofe já, né? Eu tenho, eu gosto de homem alto. Vamos pensar num bofe, assim. Ah, igual ele. É igual, como é que ele é?
Ah, eu gostava de moleque alto meio surfistinha na faculdade, assim. Não é? Não é um tipinho legal? Adoro, adoro. Meia... até canela. Amiga! Ai, nem me lembra. Nossa, passam mal. Samba canção. Não vem com aquelas cuecas esquisitas, não. Não, não. Quem usa cuequinha fininha, a mamãe aqui. A mamãe aqui. Eu uso cueca fininha. Agora, meu marido, samba canção. Você usa cueca?
Não, né? Você entendeu, né? Amiga, mas é que eu acho que é o que as lésbicas falam. Lésbica que gosta de mulher.
Nossa, sim. Não é? Sim. Então tipo, ela viu uma mulher empregada. Trabalhadora. Artista. Artista. Esse circo provavelmente era do Marcos Frota. Que é o único circo que tem no Brasil. É uma mulher com contatos, sabe? Que provavelmente… Agora não deve ser global, a Karina. A gente nem sabe. A gente nem sabe. Porque os nomes são fictícios, inclusive. Exato. Mas eu tenho certeza que é a Karina Teles que fez, né… Que horas ela volta.
Cara! Nossa, faz total sentido. Pesquisa no Google se ela começou como monga, gente. Porque faz total sentido. Essa é a sua crítica social. E se continua também, porque a gente nunca sabe. Amiga, exatamente. Por que ela vai largar o monga? Monga é menos, disse artista de novela? Monga é menos, também não acho que Monga é menos. Acho até mais. Acho que Monga é mais. Acho que Monga merece o seu lugar. Você mesma começou falando que era uma coisa antiga.
Dos nossos pais e no discordo, acho que Monga é uma coisa… Eu sou parte do problema, você sabe. Eu sou branca, eu sou parte do problema. Eu sou Jenny.
Quantas mongas eu já não matei com o meu discurso, amiga? Várias mongas. E eu tô aqui pra trazê-las de volta. Pra fazer com que elas consigam ter uma vida justa. Você é necessária. Eu sou monga. Ó, necessária, tá. Vamos levantar a hashtag Somos Todas Mongas. Somos Todas Mongas. Você chegou até aqui no vídeo. Você chegou, é óbvio que chegou. Comente agora. Hashtag Somos Todas Mongas. E você vai levar essa palavra adiante.
Amiga, conta comigo. Eu tô com uma dívida com a sociedade porque eu falei. Ah, entendeu? Ah, é coisa antiga, coisa velha. Não. É, eu debochei. É uma arte. São pelos, são transformações, são gorilas. É um tipo de palhaçaria. É goli... Gorilaria? Gorilaria. Respeite os gorilas. Eu vou ler até com reverência, como se eu estivesse rezando. Não precisa.
Dessa vez, eu não ia deixar ela passar. Ah, não mesmo. A troca de olhares foi imediata, tipo imã. Não teve dúvida. Ó, você não me respondeu. Nossa, eu vi, mas eu olhei, mas eu senti. Eu já tô com 36. Tem nem mais reflexo, né? Não dá pra virar rápido mais. Não.
Não teve dúvida nenhuma. Em algum momento, ela saiu pra fumar lá fora, na calçada. Eu nem pensei duas vezes. Levantei e fui fumar também. Eu nem fumava. Eu fingi que fumava, eu não sabia nem tragar. Isso é amor. Isso é amor. Alguém que fuma por causa de você, que começa a fumar por causa de você? Mas imagina você ter um câncer por causa de uma pessoa? Amiga, isso é amor de verdade. Isso é amor de verdade. Tipo, eu quero alguém que faça isso por mim, sabe?
Alguém que começa a fumar por minha causa. É. Ninguém ficou com o pulmão preto por minha causa. Por mim também não. Só com o cu. Eu.
Que já é fofo também. Tá? Eu acho bem fofo. Talvez essa parte eu inventei. Ela falou que não fumava. Ó, eu nem pensei duas vezes. Levantei e fui fumar também. Tinha acabado de comprar no bar uma cartela de cigarros nova. Mas levei comigo meu maço que ainda tinha um sobrando. Ó.
Tinha quantos, amiga? Faço a pena. Nem lembro exatamente o que falei primeiro. Mas sei que foi algo meio sem graça. O papo fluiu. Fácil demais. Ela contou que viajava com o circo fazia dois anos. Que já tinha passado por um monte de cidade. Que aquele lance da monga era a atração que nunca foi retirada da programação desse circo. O soco em mim.
É, tá vendo só uma coisa que... Mas eu nem vou em circo também, amiga. Eu também não, sabia? E que antes dela, vieram outras mulheres gorila. Uma dinastia. Uma dinastia. Efeito rinodense, esquema de pirâmide. Eu contei da cidade, da vida parada, da falta de novidade. Em algum momento, eu soltei. Te vi ontem. E ela respondeu. Eu sei.
Aquilo ali já era suficiente. A gente decidiu esticar a noite ainda mais. Só que eu ainda morava com os meus pais, então não tinha muito pra onde ir. A solução? O trailer improvisado dela, lá no circo.
A gente chegou meio escondido, numa sintonia incrivelmente boa, com aquele clima de quem sabe exatamente onde aquilo vai dar. Ih, deu. Ai, pelo jeito a munga era passiva. Fiquei lá um tempo razoável, duas horas, talvez um pouco mais.
Você já precisou entrar em lugares diferentes pra poder consolidar o ato? Pra dar minha bucetinha, é isso que você quer dizer? Você deu minha bucetinha numa caçamba, Bianca? É.
Deixa eu ver. Você me treina um beco e biela? Ou no trailer, uma coisa assim, diferentona? Qual foi o lugar mais estranho? Acho que foi no meio da rua, amiga. Eu não sou tão... No meio da rua? É. Tava debaixo de uma janela. Lembra até hoje. Tava debaixo de uma janela. Tava amanhecendo. Ai, gente, não façam isso. Totalmente falta de educação. E daí a pessoa abriu a janela e tá com o chinelo em cima de mim, amiga. Tô falando sério?
Tô falando sério. Que horas era isso? Ah, tava amanhecendo, tipo seis da manhã. Dei, tá com o chinelo na minha cabeça. Machismo, né? Tá com a cabeça da mulher, né?
Ah, claro, né? Só que enquanto eu estava trocando cartão de memória, Bianca, você veio contar a vantagem. Ah, eu já trazei em tantos lugares diferentes. Eu quero que você me conte seu top 3, já que você é a transuda exótica. Dia TV? Mentira! Nas escadas? Numa sala. O que mais? Num córrego.
Dentro? Que nem a Juma? Que nem a Monga. Dentro de um corgo lá em Santos. Nossa! Porque lá em Santos são os canais, né? E aí, o canal ele fica cheio d'água ou ele fica vazio. E aí, nesse dia tava vazio. E eu não tinha local na época. Eu era a Coca-Cola de Santos. Eu não tinha nem Coca-Cola.
Ah, tá tristinho, bora coxô, tinha localzinho dela pra dar o cozinho dela. Aí me enfiei no córrego. Ai, deu tudo no esgoto lá. Que nem a Rihanna foi no esgoto lá do Rio de Janeiro, você lembra? Lembro. Foi exatamente isso que eu fiz. É, só que ela não deu ali, né? Não deu. Você ficou dando lá. Eu fiquei dando lá. Que é uma coisa que eu tinha que fazer lá dentro, né? A Rihanna não fez nada. Terceiro. Terceiro? Ah, eu acho que no quarto compartilhado no Chile.
Ah, internacional, que chique. International coin, sim. Ai, amei. Quando eu fui pro Chile, eu tava namorando com um chileno. A gente ficou uns dias num quarto compartilhado com milhões de outras pessoas. Tipo um hostel. Era um hostel, era um hostel. Tudo! Era um hostel. E dei babado ali. E geme bem baixinho. Duvida. Eu também. Por isso que brasileira tem essa fã.
Amiga, você destruindo a gente lá fora. Ai, você é tão parte do problema. Ah, você é tão parte do problema. Vou levar a cultura do meu país. Mostrar como são as gays. Ai, não. A gente tudo isso é pelo humor, tá, gente? Tudo isso é humorístico. É só pra gente poder fazer vocês felizes. Numa terça-feira, sol. Não sei como tá aí na sua cidade. Mas que vocês tenham um momento feliz na vida de vocês. É pra isso que a gente tá aqui.
E nada justifica os gringos serem misógenos com a gente. Exato. Nem preconceituosos e nem colocar a gente nesse lugar sexualizado, hipersexualizado. Exato. Por mais que a gente possa fazer o que quiser. E por mais que a gente seja extremamente sexualizado. Se a gente quiser que seja. Se não for, né? Se não for, tá tudo bem também.
Se for frígida, não tem problema, não. Nenhum. Estamos com as frígidas também. Amiga, eu tô super. Eu acho que velha é você também. Eu também tô bem frígida. Depois fui embora a pé pra casa. É uma pobreza, menina. Nossa, essa menina é uma fodida, gente. Fui flutuando, achando que tinha vivido uma daquelas histórias que você conta por anos. Até chegar em casa.
Fui mexer na bolsa pra pegar um cigarro e nada. Gente, se eu soubesse que o cigarro era importante, eu tinha guardado o cigarro. Amiga, eu tinha ficado, ó. E você viu quando ela falou do cigarro, eu fui criticar? Amiga, desculpa. O cigarro era uma parte importante da história, pelo visto. A minha cartela de cigarro inteira que eu tinha comprado no bar, simplesmente sumiu. Será que eu deixei cair?
Não, eu tinha certeza que tava comigo. Aí que eu me dei conta. A Monga tinha roubado a minha cartela de cigarros! Ai, que mina mão de vaca, amiga. Que mina mão de vaca, bicha! Tá dura, dorme. É, Monga! Nossa, cara que é monga!
Nossa, não tinha nem local. Foi no trailer da menina sujar com suor de bunda e ela não pode pegar um cigarro. Ah, você tá contra essa? Você tá contra... Ah, não. Eu tô contra a bunda que roubou o cigarro. Ah, pô. Depois as bongas. Some, você fica levantando hashtag. Meu amor, ela roubou um maço de cigarro inteiro. Ela não pegou um cigarro da garota. Ela pegou um maço.
Para de ser dura! Para de ser dura! Você é rica, querida! Sabe quanto é um cigarro? O cigarro é R$7,00, meu amor! O circo morreu no Brasil, porque ninguém valoriza a arte! Ai, precisa ter direito de roubar o máximo que custa R$7,00!
Sem avisar, sem nada. Na hora de supar o bacalhauzinho dela, você gostou. Meu amor, gostei mesmo. Então pronto, então pronto. É uma toca justa. Eu dou bacalhau, vocês vêm com a língua, meu amor. Ninguém tem que sair com coisa mais do que não. Ela veio com o trailer e a outra veio com o quê? Com o cigarro. Não, não é assim que funciona, não. Ela veio com o trailer, não. Não, não, não, não é assim, não. Não, não é assim, não. Não, não é assim, não. Não, não é mesmo. Não, não é. Ela veio com o trailer. Ah!
Viu como você se perdeu nos seus próprios argumentos? Você tá perdida, menina. Continua. Você tá perdida. Continua. No domingo eu acordei com um sentimento só. Ódio!
Aqui nem tava pra ler as duas juntas. Mas eu aqui tô com ódio. Não, meu cigarro. Tá louco, meu cigarro, minhas paradas. Não é para de se colocar no lugar dela. Não tem como. Não é sobre você, Bianca. Não é sobre você, amiga. Você não chupou a monga, querida. Se toca. Essa é verdade. Vai procurar a tua monga. Quer uma monga pra você? Vai no circo do Marcos Frota. Vai no Stanquevique, né? E vai um maço de cigarro pra ela, assim. É. Cacete de menina. Mas essa boiça acha que tem razão.
Ela já é a Monga, não foi fumar um cigarrinho? A Monga fica o dia inteiro perto dos elefantes sentindo cocô de bicho. Essa menina é uma coitada, essa Monga. É, essa Monga é uma coitada. É uma arte que ninguém valoriza. A Monga que tem o trailer, pelo menos ele tem um trabalho, ou...
Ou a nossa apoiadora, que coitada, tô quase dando uns 13 reais de apoio dela de volta. Porque ela não tem local. O preço de um maço. O preço de um maço de cigarro. Ela não tem local. Ela voltou andando, flutuando. Que ela não tem nem como pegar um rúper pra voltar pra casa. Ela é uma pobre coitada, comendo xereca de monga.
Pra ter um pouco de prazer na vida. Um pouquinho de prazer na vida. E o único prazer que ela tinha, que ela fumou um cigarro chegando em casa, a monga pegou. Você tá entendendo a complexidade dessa conversa? Amiga, eu entendi a complexidade da vida dessa dura, dessa mouquinha, dessa sovina, dessa Ebenezer. Mas amiga, eu vou bater de novo na tecla. Quem deu o local, merece um pouco de mérito. Tá?
Você tá assim porque você ficava dando um esgoto por aí? Aí você fica achando que quem não tem local tá por cima. Não, não. Meu amor, para a atenção. Quem não tem local, quem não tem local e se enfia no esgoto tá por cima. Porque eu tô indo te dar prazer. Eu estou indo até você. Você não me deu prazer nenhum no esgoto. Dei sim, meu amor, dei sim. Você gostou muito. Amiga, eu negosei, amiga. Eu saí sequinha. Não, meu amor, mas é uma questão hormonal sua. Ah, minha boceta tá quebrada.
Minha buceta é uma merda É isso que você tá falando Buceta é merda Faz esse corte Faz esse corte Eu quero o corte de você falando Que essa buceta é uma merda Porque você tá falando que ela é Não porque eu falei Ah, mas a minha buceta é claro Se a sua xereca não tá molhada Não é problema nenhum Eu fiz o que eu pude E eu saí molhada Se você saiu seca Um pinóquio Uma mulher oca por dentro Uma questão não é minha Eu tenho ovário policístico Você calha sua boca Eu não tenho ovário
Viu? Viu que mico? Ai, que mico! Para de comprar cigarro e compra um ovário pra você! Economiza! Ah, faça-me um favor, não tem local, não tem ovário, mas não tem nada! Não tem só rarinhão pra me oferecer! Pra se fuder! Você que é oca, menina! Nossa, que mico de transa, que mico!
Uma coisa é viver uma noite inesperada e maravilhosa. Outra coisa é ser furtada no fim. Olha, ela usou o termo furto. Mas como é que se defende isso daqui, Bianca? Mas é um furto sim, é um furto sim. A mesma coisa de latrocínio. Latrocínio. Roubo de inocentes. Ou seja lá como se chama. Estimidação de testemunha. Sim. Ninguém mexe com o meu cigarro. Eu fui até o circo decidida a resolver aquilo. Ah, você tá achando isso normal? Paguei a entrada com uma raiva que eu raramente senti.
Defende. Eu vou defender. Eu sei que ela podia ter pego esse dinheiro da entrada e pagado um novo maço de cigarro. Eu sei. Mas é uma questão de princípios, meu amor. Não é mais uma questão do meu cigarro. É uma questão de princípios. Você vai lidar com o que você causou. Eu vou devolver o desconforto que você... Amiga, se você tem princípio, você pega esse dinheiro que você devia ter comprado um cigarro, você compra uma marmita e dá pra um mendigo. A marmita!
que custa 13 reais. Uma mita de 13 reais é um pedaço de cocô que dá pra tomar um mendigo? Não quero dar cocô pro mendigo! Esse é o podcast que tem no Instagram. O violi diz que mendigos moradores de rua merecem 13 reais se alimentar durante o mês.
Seguinte, se o mendigo tiver fetiche em sketch, eu não vou também julgar, porque mendigo também merece ter vida sexual e ter preferência e comer o que quiser. E se for bosta, que seja, eu vou estar lá. Você julga muito, querida. Você julga muito, tá bom? É assim que você chegou na TV, velho? Amiga, meio que...
Falando esse tipo de coisa legal. Meu Deus. Entrei direto na atração da monga. Esperei tudo acontecer de novo. A história, a transformação, o surto coletivo, a palhaçada toda. Bicha, tudo acontecendo era assim, ó. É. Seca pra um cigarro. É.
Aguando pro cigarro. Com canuda, senhor. Com canuda. Quando o gorila saiu correndo atrás do povo, eu fiz o contrário. Fiquei sozinha. No meio daquele cenário escuro, com cheiro de fumaça. E comecei a bater na grade e gritar. Karina! Não, levanta e faz.
Ô, Karina do caralho! Ô, Karina, eu sei que você tá aí. Eu sei que você tá aí, sua puta. Eu parecia completamente surtada e talvez estivesse. Ô, Karina, devolve meu cigarro, Karina. Cadê meu cigarro? Ô, Karina, eu quero meu cigarro de volta, tá? Não vou embora sem isso não, Karina. Não adianta, eu fico aqui a noite inteira, Karina. A Karina queria cair embora.
Vixe, não, tá humilhante, diria. Amiga, para! Mas eu entendo ela. Será que foi tipo o maço que a avó dela deu no leito de morte? Porque não tem explicação, amiga. Não, parece até que é outra coisa, assim, né? Tipo assim, devolve meu patinho. Será que cigarro não... Amiga, aí faz sentido. Será que não era cigarro? Era uma coisa mais... Amiga, tipo a Ru de Euforia que perdeu a mala de 50 mil de mercadoria.
Tipo, nem era dela esse negócio. Ela ia passar pra frente. Ela ia fazer corre.
Mas não sei. Gente, faz muito sentido. Mas ó, Polícia Federal, a gente tá só especulando. A história não é nossa. Exato, a gente nem sabe quem é, tá anônimo. Então assim, vamos contar. E eu tenho certeza que o circo do Marcos Frota não ia também, tem esse tipo de gente lá. É, não ia. Nesse meio tempo, o gorila voltou. Parou. Inclinou a cabeça, claramente tentando entender o que tava acontecendo. O gorila.
O que tá acontecendo? Foi uma cena tão caótica que se alguém tivesse filmado, eu ia virar meme. Eu queria essa cena. Eu também queria. Dá pra fazer uma figurinha. Aí, depois de alguns segundos, ele tirou a cabeça da fantasia. Suado. Ó, viu como não era gorila de verdade? Não era gorila de verdade, hein. Suado, meio confuso, com cara de quem tava tentando processar a situação. Pegando o fôlego, me perguntou...
O que tá acontecendo aqui? Eu ia tentar fazer um gurião, mas não sei como é. É um homem suado, amiga. É um homem suado. Você sabe fazer voz de homem suado? Ai, geralmente... Eles não falam muito quando estão assim comigo. Eles ficam só... Caralho. Ah, pronto. Pronto. Ai, que horror, né? Nossa. Não, tudo. Tudo. Vou ter uma saudade agora, faz tempo. Ai, fiquei triste, vai. Ah, não tem ovário, né? Não. Não.
Que isso, cara? O que tá acontecendo aqui? Pô, o que tá acontecendo aqui, cara? Caralho, mina, o que tá acontecendo aqui, mina? Nossa, ele ficou repetindo? Nossa, que isso, gente? Nossa, a fantasia deixou o cara, é, ó. Ah, ele foi mais cigarrinho também, viu? É, ele, ó. Ele foi mais...
Eu olhei pra ele com toda a indignação acumulada e soltei. Essa monga me roubou! Cadê essa loira safada? No segundo seguinte, ela saiu da parte de trás do cenário e tentou negar. Esse crime é de onda, a gente tem que negar mesmo? Senão, gente, é cadeira elétrica. Claro que tentou. Falou que não sabia de nada, que eu devia ter perdido, que eu tava louca. Gaslight! Gaslight?
Nessa hora, eu perdi um pouco. Só agora. Odeio que me chamem de maluca. Principalmente quando eu sei que eu tô certa. Principalmente quando eu tô sendo maluca, né? Ai, Jaqueline, isso é uma figura. Eu perdi a paciência na hora. Avancei pra cima e puxei o cabelo da mulher gorila. A vontade que deu com a raiva era de arrancar tudo. E essa estreia da monga careca, a nova atração do parque.
Posso falar, isso aí é abstinência. Amiga, eu não queria falar isso dos seus apoiadores, mas já falando, Euforia estreou aí temporada 3. Cigarro, né, Jaqueline?
cigarro. Roubou dois cigarrinhos soltos e ficou assim, Jaqueline? Será? Vamos de adesivo de nicotina. Tá bem maluquinha, tá? Vamos de internação. O gorila tentou apartar, mas nem foi preciso. Karina percebeu que eu não tava ali pra brincadeira, meu amor. E pediu pra eu me acalmar, pra que fôssemos até o trailer dela.
Acreditem, a atração teve que ser fechada temporariamente por conta disso. Eu acredito, se você inventasse isso, amiga. Nossa, eu acredito, com certeza. Karina entrou e eu fiquei lá, de braços cruzados, esperando na porta, com um homem de quase dois metros, vestido de gorila do meu lado, servindo de segurança. Alguns segundos depois, ela voltou com a cartela.
Cartela tem comprimido, né? É. Intacta. Eu peguei. Olhei pra cara dela e ainda falei. E a entrada.
Eu vim aqui hoje só pra pegar meu cigarro e acabar com a sua raça. Me devolve a entrada. Amiga, você consegue fazer essa linha de novo, só que parecendo uma pessoa em abstinência muito maluca? Tipo... A Anitta tá falando da Luzmila? E a entrada? Eu vim aqui zoando. Não, melhor não. Melhor não. Melhor não. Ok.
Nossa, é que, gente, desculpa, Jaqueline. Ela meio que aprontou pra caramba, amiga. Ela tá cobrando cinco reais da entrada e você quer que eu defenda? Amiga, eu não sei o que fazer, Jaqueline, com você. Sim, sim, sim. Eu tô te achando uma dura, amiga. Você é muito dura. Vem de coisa no enjoei, se vira, amiga. Nossa, que fodida. Uma lojinha, porra. Amiga, faz bolo de pôde, sua fodida.
Você tá achando bonito. A cartela tava até intacta. A menina nem fumou. Às vezes tava caindo debaixo da cama dela. Cama de palha do circo. Para de acusar a menina. Você tá vendo? A Jaqueline, gente, é narrador não confiável. Que nem o Dom Casmorro, tá?
Eu só vou falar isso. Não, eu acho que ela pegou... A gente vai escutar sobre isso no final, vai? Ela ficou me encarando como se eu estivesse tirando sarro com a cara dela. Eu não tava. Ela ficou parada o tempo, custando acreditar naquilo. Realmente inacreditável, Jaqueline. Foi lá dentro de novo e tirou o dinheiro da entrada. Enfim, saí de lá com os meus cigarros.
o meu dinheiro, e não bastasse o que me aconteceu, ainda passei a ser chamada pelos meus amigos como a Sapa, que se apaixonou pela monga. E foi roubada por ela. É cada uma que a gente passa. Ah, é mesmo. Que coisa, hein, Caenza, Aqueline? Vamos lá.
Você quer bater de frente? Eu vou bater de frente e vou te falar o seguinte. Eu duvido que a Karina Monga teve um pós-transa pior que esse na vida dela. Amiga, eu duvido você que deu no esgoto. Eu duvido. Deve ter pegado o chato. Você levou chinelada na cara, você me respeite. Então, não tive um pós-transa que nem esse. Eu entendo. Entendo, Karina. Karina Monga. Eu entendo super a Karina Monga. Mas eu entendo mais.
A minha apoiadora. Você é vendida. Não sou vendida, eu entendo mais… Você é da máfia digital, amiga. Uma pessoa que tem acesso ao meu corpinho. Olha só, não é qualquer corpinho, não. Não, não é. Não é. Você viu? Eu vi. Bom. Ok. Isso daqui tem o seu valor. E não é pouco, não. E ainda quer tirar proveito. Isso é coisa de gente de mau caráter, gente. Gente que tenta tirar proveito dos outros. Artista, você acha mau caráter? Artista?
Monga não é arte? É arte. Circo não é arte? É arte. Então tá. Mas roubar o cigarro de alguém é tirar proveito. Porque você trabalha, você pode comprar só um maço de cigarro. Eu não trabalho, eu trabalho na internet, que nem você, amiga. Você sabe que isso aqui não é trabalho? Monga é trabalho. Não precisa. Então a Monga tem dinheiro. A Jaqueline, em momento nenhum, falou que trabalha. Ela não tem local, ela não trabalha, ela tá sempre na fúria.
Você vai roubar ela, uma pessoa que não tem dinheiro, uma pessoa que tá nessa situação?
Ela é a pessoa que mais merece ser roubada pra ver se toma vergonha e luta. E vira gerluce na vida. Não é assim que funciona. Inclusive, a gerluce rouba na novela e todo mundo bate palma. Aí a monga vai lá e subtrai uma assim de cigarro e todo mundo aponta a dedo. Vamos dar palavras corretas. Rouba, latrocínio. Curta.
Roubo, isso é roubo. Ela foi com a intenção. Ela viu ali. Não é que caiu e ela esqueceu. E ela, vou pegar, caiu, vou pegar. Você é máfia digital. Ela pegou. Eu tô assim. Ó, máfia digital. Alô, pera.
Você tá a favor, você tá do lado dela então, daqui roubou. Eu tô, amiga, porque se ela tivesse, se a Monga tivesse, sabe? Como que é aquele circo super caro? Circo de Solé. Circo de Solé. Se a Monga tivesse um Circo de Solé, meu amor, todo mundo ia bater palma. Ai, europeia flexível. Ai, artista. Ai, pipipi. Ai, só porque ela é uma fodida, que faz show em cima de palha, o trailer dela devia ser um chevette. Você sabe que não era um trailer.
Elas se chuparam num banco de trás de uma brasilha. E aí ela é uma bosta por causa disso? Ela é rouba?
Ela é ladra. Não, ela é roba. Ela é ladra. Ela é roba. Eu tô exaltada, desculpa. Eu gosto muito da arte, senhor Cens. Eu sei por que você tava malga na minha vida. Eu nunca consegui ser malga. Querida, bom, entendi o tipo de pessoa que você defende e o tipo de pessoa que você é. É que você é muito bandido bom, é bandido morto, né? Eu sempre achei que você era dessa pegada. LGBTs com bolsa. Negona. Me respeite. Jojo Tati.
Jenny Prioli, quanto vale essa história? Aqui estão as fichas, as placas que você vai pegar. As cartelas. As telas de cigarro. E você vai escolher a nota pra essa história de 0 a 10. Você não vai mostrar nem pra mim, nem pra eles. Não me interessa, não sou exibida, não sou amostrona. Você vai mostrar pra eles quando você escolher. Só quando você escolher. E vai falar o porquê da sua nota. Jenny Prioli, quanto vale essa história?
Eu vou explicar antes. Antes? Não, dá a nota pra você explica. Ai, tanta regra, né? É muita regra. Tanta regra pra uma bagunça dessa. Inclusive a regra de não roubar as pessoas é uma das regras que a gente tem na sociedade. Que veio dos mandamentos, né? Que é coisa ultrapassada, né? Mas, deixando claro...
Que minha nota é pra história, não pra atitude de Jaqueline. Pra Jaqueline... Eu te dou um. Pra monga, eu dou dez. Passada. Jaqueline, você foi uma xiliquenta, mas minha amiga, eu não tava dando nada pela história até a ficha quatro. E aí, amiga, começou a ferver tal qual uma chaleira narrativa.
Ia piorando, ia piorando. Uma vergonha ali, abafado, né, menina? Uma vergonha ali, abafado. Amiga, eu tava assim no começo, foi caindo. O mamilo foi caindo. E amiga, você conseguiu me prender? Chique, ela tá 10? Ela queria prender a Monga, mas você prendeu a minha atenção.
Jaqueline, você é uma péssima transa, mas uma ótima contadora de histórias. Passada! Tudo nota 10, então, pra Jaqueline? Eu dei, amiga. Eu fiquei de cara mesmo. Uma coragem da gata. Não, foi uma coragem, viu? Realmente uma coragem de você ir atrás de um maço de cigarro desse jeito. Porque uma coisa é você, tipo assim, ai, me roubou. Acho que me roubou, né? Ou um vapezinho que é mais caro, sabe? Um vapezinho, é. Mas isso aqui não era, né? Cigarro não era.
Comentem aí, gente, o que era esse maço de ser essa cartela de cigarro. A gente pode chutar umas coisas. Eu acho que era uma sacolinha. Uma sacolinha. Um pacotinho. Uma pedrinha. Ai, mas pedra, amiga. Pesado? Eu acho que era pino.
comentem o que vocês acham que era esse maço de cigarro. Que não é possível. Jaqueline, se foi prensado, cheio de barata, eu vou te matar, amiga. Copa de rato. Juro, uma fodida. Era um chá, era um pino, era uma pedra. Ou era realmente um maço de cigarro? E você concorda comigo que ela estava com a razão dela de ir atrás do que é dela? Sim, ela trabalhou.
Quer dizer, eu não sei se trabalhou, porque não falou que ela trabalha. Mas ela teve o máximo de cigarro dela furtado, roubado, sim. No momento de prazer. Momento, inclusive, onde ela estava... Vulnerável. Nua. De quatro, de costas. Que cigarro você acha que era? Se fosse um cigarro? Se fosse um cigarro? É. Ah, derby com certeza.
É uma fodida dessa, né? Amiga, é uma fodida dessa. Mas eu agradeço pelo seu apoio. Porque você não tá conseguindo comprar um máximo cigarro. Amiga, sim, sim. Mas tá pagando 13 reais pra me ouvir durante esta feira e quinta-feira. Muito obrigado pelo seu apoio. Eu amo você. Eu também amo, Jaque. Adoro. Nossa, Jaque. Você tem apoiadores também no seu trabalho, Jaque? Não, amiga. Eu vivo de... Esmola mesmo. Quer uma? Dá uma cigarro.
Nota 10 passada, amei, amei, amei. E você não dá nota? A minha nota, meu amor, é de todo mundo que tá me assistindo. Inclusive, você que tá me assistindo agora, você vai comentar agora quanto vale essa história. Porque a sua nota é a minha nota. Então comente aqui no YouTube, comente no Instagram, comente no Spotify quanto vale a história de hoje, tá? E comenta também, claro, quanto vale a participação da nenê. Quando você achou, dá, dá. Ai amiga, você arrasou. Ai, você achou mesmo? Fica pra você.
Porque veio o Vitor de Castro antes, né, amiga? Ele antes, ele arrasou. Ele é forte, tablado. Então, tem um milhão de seguidor. Um milhão de seguidor. Amiga, não bate nem um 150 ainda. Não? Não ri. Ah, é aqui, promoção. Nossa, isso é ridícula. Isso é ridícula. Não bate nem 150? Amiga, não. Gente, tá fazendo o quê? Não vai dar nada de... Amém, gente, desculpa. A máfia, os três da máfia, se puder engajar pra ter valido a pena.
Você é maravilhosa, muito obrigada. Obrigada, meu amor. Vai ganhar presente, tá bom, meu amor? Ai, mentira, adoro, adoro. Vai ganhar um presentinho. Você sabia que existem produtinhos da Bianca de la Fence, meu amor? Amiga, sabia, só se fala disso. Só se fala em outra coisa. Olha só, temos a nossa eco bag do Tá Passada. Tá Passada que eu sei. Com a Bianca de la Fence, só eu aqui, não sei se você reparou.
Ah, é assim, é assim. Sou eu. Tem também a nossa blusa. Essa aqui é bem famosa. Tô com a Lucas aqui. E aí, que lugar sombrio é esse? Tudo! Quando você estiver fodida, precisa de um maço de cigarro, sem local, pra dar sua xereca. Você pode colocar essa aqui pra lembrar do saído do Lucas sombrio que você se enfiou. Ai, eu posso ir no mato, eu forro o mato com isso daí do em cima. Ai! Tem a próxima, né? Que é?
Ai, gente, eu gosto de usar, né? Dá a nossa eco bag do Tá Passada. Tudo! Tá passada, que eu sei. Então quando você for dar o cu no boeiro, no… Nossa, mas só piora, né, amiga? Quando você levar a chinelada na cabeça… Quando for na esquina dar o cu por dinheiro. Quando você levar a chinelada na cabeça.
que você tá dando a xareca mãe da rua, a sexta tarde e passar as pessoas vivendo a vida delas e olharem, você pode falar assim, tá passada? Tá passada que eu sei. Tá passada tudo! Tá passada que eu sei, entendeu? E temos também as nossas canequinhas. Ai, eu amo! Qual que é a sua de hoje? A minha tá bom pra você, nota 10. Ah, tá bom pra você. A Bianca ainda ela fez isso ali, nota 10. A minha é do nosso Proibidão. Ai! Ai, menino mau!
com a Bianquinha dela tem esse aqui proibidona, mais 18. Tudo, né? Amiga, tá uma gracinha esse Burst, tá? Tá ó, tchutchuca. Tudo disponível no link aqui do nosso vídeo, aqui embaixo na descrição tá bom? Você pode ir lá comprar o que você quiser Ai, que legal. Tem um descontinho pra você que é... Nossa! Vira afiliada! Não, só um descontinho tá bom? Pode ir lá, brincadeira. O que você quer ganhar hoje? O que você quer ganhar? Posso escolher um de tudo que tá aqui que se não vou querer uma xícara, eu vou uma xícara.
Escolhe uma coisa que você quer aqui. Mas aí não vai fazer falta a xícara? Vai fazer falta muito antes
Quero a xícara. Tô pagando.
Essa aqui? Ah, que você quis me dar, amiga. Não, qual você gostou mais? Ah, então pega essa aqui, tá bom pra você. Vai ter que usar. Amiga, eu uso nas lives. Tem que usar em lives, tem que mostrar. A do Jordan, sabe? Do Corina das Blogueiras. Eu uso direto, adoro. Pois vai ganhar a minha agora, tá bom pra você? Ó, meu presentinho pra você. Ah, muito bonitinho, amiga. Linda, né? E aí, quer uma blusinha também? Ai, mas tá sim. Tá passando necessidade, eu tô ajudando, né? Tá passando necessidade, tá pedindo cigarro. Eu quero uma blusa e um cigarro.
ó, qual blusa você quer? eu gostei mais da tapassada, mas eu sujo muito tem que ser a preta tem vela preta também ah, então eu quero essa preta mostra lá você, mostra lá você mostra lá eu no caso ó gente, ó que bonitinha, não parece a RuPaul?
Não, ela há 40 anos atrás, amiga. Ah, tá. Sou eu, linda, né? Ai, gente, o tecido é bom, viu? É ótimo. Fala do tecido, fala do tecido, fala do tecido. Gente, o tecido é bom. Dá pra ver que a estampa foi bem feita. Não é naquelas máquinas do ratinho. O que mais? Você quer que eu falo? Fala que não sai.
Não sai, tipo, dá pra passar, dá pra lavar Dá pra colocar na lave-seca Que não vira crópia, de queimar Se estiver na rua Não dá CC Não fica, tipo, amarelo embaixo, sabe? Que você tem que ficar passando herbício Se levar a chinelada, tudo bem, também é só lavar É só lavar, amiga Inclusive essa blusa é o tipo de gente que leva chinelada mesmo Olha a puta, vai se fuder Vai se fuder, vai se fuder Foi no meio do córrego
Amei. Jenny Prioli, meu amor, obrigada. Obrigada a eu, amor. Foi tudo, amei. Amei também. Siga o Jenny Prioli nas redes sociais. Gente, Jenny Prioli. Tem um canal no YouTube também, onde entra vídeo todo dia. Tô no Instagram, tô no TikTok. Jenny Prioli em tudo. E vai ser uma alegria receber vocês. E tô todo dia no Pra Variar também, da Dia TV. Ao vivo das quatro...
Quatro às oito horas. Não. Quatro às oito? Não, às dezoito. Das dezesseis às dezoito. Ah, tá. Mas duas horas já é muito, hein, amiga? Nossa, o Rafa Dias gosta de programa grande. Ele gosta. Ele tá pagando pra isso? Ah, paga, né, amiga? Beijo, Rafa. Um cigarro e uma cómica.
Obrigado, Mamu. Foi tudo. Comenta, não se esquece de curtir esse vídeo, deixar o like, dar um hype nesse vídeo aqui no YouTube. E o que mais? Like, hype, manda pros amigos. Compartilha, gente. Compartilha muito. Vira apoiador. E fica a gente. Manda um pixê, compra uma xícara. Compra uma cigarra, compra uma xícara, compra um trailer. Eu sou pidonzona, você viu, né? Eu sou total pidonzona. Faz corte, joga no TikTok. Sempre passando necessidade, sempre pedindo alguma coisa. Eu também, amiga. Eu sou uma coitada. Mentinho tá sempre passando fome.
Ai, amiga, você é uma fodida, né? Gente, ela não tem nada. Essa mulher não tem nada, gente. Gente, eu tô indo desde faculdade. Ai, você não fez? Não tem muito de forma pra falar. Nossa, não tem nem cela especial. Por isso que você é contra roubo. Porque se você for pra tremer em bés, você... E eu vou assim. Nossa, mas você viu cada preso gostoso, amiga. Eu tô lutando pra ser presa. Faz um tempo. Tá bom pra você?