inter ainda tem esperança? | 24/09/2026
Perdeu a resenha ao vivo? É só dar o play aqui no Spotify. ⚽De segunda a sexta, às 11h no ar na Rádio Atlântida, com transmissão ao vivo em www.youtube.com/@atlantida_tv
O Bola nas Costas: corneta e futebol sem enrolação quando e onde você quiser.
Acompanhe os principais assuntos do mundo da bola com muito humor, opinião e informação junto da galera.
Lelê Bortholacci
Rafael Diverio
Rafael Gomes
Rodrigo Adams
Diego Dias
Rafael Morenotti
- O show Acústico Bandas Gaúchas Volume 2 no Araújo Vianaparticipação de Acústicos Valvulados e Vera Louca·transmissão ao vivo pela ATL TV·repertório especial das bandas
- A importância da positividade e crença no Internacional para escapar do rebaixamentomensagem de Abel Braga·função do torcedor·apoio ao novo treinador
- A mudança de comportamento do torcedor de futebol na atualidadeperfil de cliente versus torcedor·dificuldade em lidar com a frustração·acesso a times internacionais
- A polêmica sobre a atuação e o currículo do técnico Eduardo Coudet no Intercomparação com Muricy Ramalho·aceitação do cargo sem exigências·apoio da torcida apesar das críticas
- A comparação entre gerações de ídolos no futebol e na músicaHaaland versus Paulo Rossi·Messi versus Pelé·Green Day versus Ramones
- A experiência de Diego Dias com o projeto Beatles no Acordeãoapresentações na Beatle Week·homenagem a Bagri Fagundes·recepção do público europeu
Atlântida, a rádio das nossas vidas. 11 horas e 6 minutos, tá começando o Bola nas Costas. Para pós-graduação FMP com mensalidades a partir de R$125. Exatamente, vou repetir: pós-graduação FMP com mensalidades a partir de apenas R$125. Vamos lá que temos algumas coisas para falar e temos convidados especiais hoje aqui. Vamos começar com ele, o nosso querido isentão Rafael de Vério.
Orgulhosamente seguimos sonhando até a hora de parar.
Ah, veio bem, hein?
Aí, aquele borrachos e loucos também.
Bom dia!
Rafael Gomes, cara, eu ia dormir mal, mas aí eu ouvi Abel Braga e dormi melhor.
É verdade.
Rodrigo Wadan, bota um Abel Braga aí pro cara ficar bem de novo, mano.
Vou botar o meu toda vez que eu tiver mal na minha vida, eu quero ligar pro Abel.
É verdade. Inclusive eu até postei, eu ontem à noite eu ouvi o Abel, eu liguei a câmera e gravei um vídeo.
É, não vi.
Botei lá no meu YouTube no clima tipo assim, vai dar, nós vamos escapar. Você, vocês que estão aí fazendo, ai, enchendo o saco, nos negativos do cacete, chega! Positividade do Internacional agora, positividade. Por isso temos aqui Rafael Morenotti. Vamos, meu velho!
Vamos, Lelê!
Vamos, turma! É, o negócio é o seguinte, a função do torcedor é acreditar até o último momento e ir contra a estatística, contra, né, contra história e contra tudo, né?
É isso aí.
E eu espero que realmente esse recado do Abelão entre na cabeça dos caras e que aqueles cérebros lá mandem os comandos para as pernas. Porque é que nem o guri de Uruguaiana, uma vez entrevistando o Dunga, falou assim: não, quando eu era jovem eu jogava futebol, mas aí eu tive um problema com as drogas. E o Dunga assim: que droga? As drogas das minhas pernas, cara. Daí o Dunga assim: ah, vai para puta que te pariu!
E para equilibrar a balança, meus ovos, temos aqui também um gremista do rock and roll, como já foi citado ali, né? Borracho e louco, e que acaba de chegar de mais uma turnê pela terra dos Beatles.
Eu tô que é um termômetro, é só grau.
Diego Dias da Vera Louca!
Valeu, valeu!
Lagamos bem, lagamos bem.
Vamos explicar por que que o Malandrote e o Diego estão aqui hoje. Um representando os acústicos, os valvulados e o internacional, e outro representando a Vera Louca e o Grammy, né? Porque a gente convidou os dois aqui porque amanhã à noite nós teremos no Araújo Viana O Acústico Bandas Gaúchas Volume 2, que é um projeto que dá sequência ao Acústico MTV Bandas Gaúchas, que todo ano vai ter no Araújo Viana, em setembro, 4 bandas gaúchas fazendo shows acústicos, depois daquele revival do ano passado.
Esse ano, Acústicos Desvavulados, Vera Louca, Comunidade Injitsu e Papas da Língua. Valeu, que massa esse show, mas eu moro aqui em Santa Catarina, não vou conseguir. Então amanhã tu liga no YouTube, mesmo YouTube que você tá nos vendo agora aqui, a TLTV. Amanhã, a partir das 8 da noite, você vai poder ver esse show no YouTube da ATL TV. Então assim, você que está próximo a Porto Alegre, ingressos ainda restam, ingressos no simpla.com.br.
Você que tá longe, amanhã ATL TV, demais, o Acústico Bandas Gaúchas com Acústicos Ovalados, Vera Louca, Comunidade Ninjutsu e Papas da Língua.
Que baita festa!
Eu tenho uma pergunta para vocês assim em relação ao show também, né, expectativa. A gente sabe que é um puta projeto que marcou época aqui no Porque assim, meu, vamos falar a real, né? Pô, a gente furou muito a bolha com aquele projeto e tocava a milhão os sons.
E aí esse resgate, ô meu, e era uma época que a MTV ainda tinha muita força, muita potência e relevância, né, Rafa?
Ô meu, que que é o show hoje assim? Porque eu lembro do DVD, se eu não tô enganado, eram 5 músicas, né?
O DVD do Acústico MTV eram 5 músicas para cada banda.
E quem vai no show vai ouvir quantas músicas?
Então no ano passado já se dobrou para 10. Tá, então no caso agora das bandas, dobramos de novo, o problema é sábado. Aí que tá, as bandas teriam repertório para isso, o problema é que fica cansativo para o público.
Ah, fala porque, entendeu?
Achou, achou, vestiário.
Então basicamente assim, é uma hora de show para cada banda, e aí depende, deve dar o quê, umas 10, 12 músicas?
É por aí, mais ou menos isso, né? E o legal é o seguinte, É realmente 4 happy hours, né? Tipo, são 4 shows, 1 hora para cada, cada banda vai fazer o seu happy hour principal, né? E no caso do Acústicos Valvulados, a gente vai ainda com aquela sensação de estar comemorando os 20 anos do nosso Acústico Ao Vivo e a Cores, que foi gravado em 2006, né? Então a gente vai fazer essa celebração pessoal de 20 anos da gravação do nosso acústico.
E a gente já remodelou toda a parte, né, visual, né, do telão e tal, tudo mais, e fez um repertório especial para saudar essa marca de 20 anos da—
Diego, a Vera Louca tem aquele DVD ao vivo, né, do Opinião. Mas vocês têm algum trabalho acústico registrado?
DVD acústico com vídeo? Não, mas tem áudio do Teatro São Pedro.
Tá, perfeito.
Que na verdade a gente virou aquela tradição, a gente buscava muito fazer aquilo que nenhum de nós fazia, de todo ano passar pelo Teatro São Pedro com esse show acústico. Porque a gente se deu conta que tem um público de crianças muito grande que acompanha a Vera, adolescentes que não se pilhavam aí numa opinião, digamos assim. E o Teatro São Pedro acabou renovando o público da Vera Louca, né? Porque as famílias preferem ir lá sentar, ver o show no Teatro São Pedro.
Então foi muito bacana, deu uma virada na Vera Louca. Tem muita gente que prefere até o nosso projeto acústico do que o projeto elétrico.
E é por causa do perfil.
E a parte do Diegão é que, pô, na real crece muito harmonia, né, cara?
Por causa da gaita também, né, que eu uso bastante.
Então, e o pianão do Teatro São Pedro, pô, floreando loucamente.
É isso aí, porque isso é importante, né, cara? Que a gente fala muito da questão dos shows ao vivo e tal. E uma das coisas mais legais que eu acho que a gente tem no nosso rock gaúcho é justamente a performance ao vivo das bandas, porque vocês são bandas que ensaiam muito, vocês fazem muitos shows. Então isso acaba transformando as performances ao vivo em coisas muito mais legais de ver. Só que os shows acústicos, eles não são, eles não fazem parte de uma, de uma, como é que eu vou dizer assim, de uma rotina normal. Geralmente tu tem uma turnê acústica, né, como vocês tiveram no DVD.
Contigo, oi, contigo, a turnê foi comigo, a turnê acústica foi contigo.
Essa época da vida dele ele apagou assim, deleitou muita coisa.
Tu falou da gravação, eu tava na gravação, não tava lá só de peru mesmo. Aí depois veio trabalhar comigo mesmo, cara.
Eu tinha esse DVD de Eu comprei no Camelódromo.
Entendeu?
É porque é sucesso.
A capinha de plástico, a capinha de plástico.
Era um saquinho.
Se tá no Camelô é sucesso.
Eu tenho cópia do Acústicos Ovlados que eu comprei no Camelô e pedi para o vendedor me autografar. Me autografa aí. O cara tem assim, ó: Rafael, um abraço do Camelô de Camboriú.
E eu, sempre que o Lelê me convida para alguma coisa, eu digo que eu tô representando a única banda que ele não trabalhou.
Mas também 5 gremistas, né, Lelê?
Pô, tá difícil, mas hoje eu representei vocês muito tempo na minha época de produtor, porque eu passei boa dessa época borracha e louco.
A memória do Lelê nessa época é tipo os arquivos do Pianjas na TVCom, não existe.
Tem vídeo, estão saindo em breve, cara.
As coisas, não, mas o que as tuas, do Pianjas, do Lelê é mais fácil.
As do Pianjas tem um mau caratismo que se tu for um bom fuçador de YouTube, tu Acho uma coisinha.
Eu já briguei com o Pianges ao vivo.
Sim, como eu tive essa honra.
Sério? Sim, sim, acho que ele também não deve lembrar, mas é que ele me destruiu ao vivo, eu tive que responder, né?
Ah não, mas é isso aí. Não, é isso, é isso.
Pra azar dele, eu também tenho muita coisa guardada, tempo de casuca. E se um dia, aí, Pianges, tá aí.
Aí, gurizada, Diego e Rafael falando um pouquinho do assunto desse programa, que é o futebol. Claro, vocês imaginaram que um dia vocês iam vir na Rádio Atlântida para fazer um Probola e os dois times iam estar nas zonas de rebaixamento?
O que mais me irrita do Grêmio é isso, eu não poder me arriar no Malenotti e vice-versa, né?
Que loucura, né, cara?
Que loucura! Mas eu tô confiante que o Grêmio não vai cair, que eu nunca vi um time cair com um goleiro milagreiro.
Ô meu, nunca vi! Goiás do Tadeu caiu!
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não notícia em GZH.
E cara, para mim é chocante. Eu não mandei para você porque eu mandei no grupo interno dos gremistas.
Ah, o Diverio recebeu então?
Não, não tá com eu. É o Jory que tá no grupo, não é o Diverio.
Os jogadores pediram para o Renato treinar, para treinar mais, cara.
Lamentável.
Qual o nível de raiva que tu sente quando tu lê isso, velho?
Cara, se o Renato tá achando Né, estão pedindo para o Renato é porque era grave, né? É que na verdade aí que tá o problema, né?
Cara, é inacreditável, velho. Eu mandei para o cara, não deixou nada, velho.
Todo mundo quer esse emprego.
Ô meu, 45 minutos para treinar esses cara ruim, cara, não tem como.
É menos que o show do Acústico da Vila Louca, é o que vai acontecer no horário, que vai ser muito mais agradável que esse treino aí. Poxa, e não vamos cansar.
Mas pedir para treinar para o Renato é pedir para o Lelê para ficar sóbrio. O que que tá sendo isso, velho?
Vamos lá.
Mas eu fiquei com uma dúvida, porque ontem o Abel falou, o Rafa falou que o Abel deu entrevista ontem, uma exclusiva para o Diário das Conselhas. E eu pergunto para os colorados da mesa: o Abel Braga ontem, ele tem cabelo no peito?
Porra, velho, não tem.
Tony Ramos.
Não, eu entendi o que tu quer dizer.
Olha, tu não tá entendendo, eu tava em casa ontem.
O Abel é uma Cláudia Hanna do futebol, quer saber de pelo.
Eu tava em casa ontem, Léo, eu tava ouvindo a gaúcha, e aí entrou o Abel, cara, cara, não é que mudou o meu astral, velho. Eu simplesmente, eu peguei, eu liguei a câmera e fui fazer um vídeo, cara, para botar no YouTube, porque o Abel, ouvi o Abel, cara, mudou toda a minha perspectiva, sabe? Porque eu passei o dia inteiro ontem, cara. Ele falou a maior verdade de todas que o Abel falou ontem: é muito mais provável escapar esse ano do que ano passado.
Ano passado tinha 6 pontos para disputar quando ele chegou, agora tem 30. Matematicamente É lógico isso.
O Abel fez o que o Felipão não fez, na hora que apertou ele foi para o microfone.
É, cara, sabe, tipo assim, para casar mal, vai de mão, cara.
De mão, rapaz.
Isso é mongol.
Não é pescaria, idiota. É maior estilo de Okouga do Felipão, rapaz. Não fode.
Aí é pescaria aí mesmo, porque uma outra coisa aqui, Rafael Gomes se sacrificou pelo programa, gostei.
Uma outra coisa que me pegou, aí o lado de Rafael é bom de grupo, Rafael Gomes.
É porque ontem, cara, eu confesso que eu passei o dia inteiro ontem mais reflexivo com a confirmação do Eduardo Batista, como qualquer torcedor colorado estava. Só que depois eu passei no dia, eu fui pensando, cara, mas aí foi que, cara, porque tu fica pensando, tá apavorado, sim, cara, beleza. Só que a partir do momento que ele foi apresentado e botou o abrigo do Inter, eu não posso mais ficar criticando o cara, eu tenho que apoiar o cara, entendeu?
É isso, é isso. Porque daí tu abre as redes sociais, tá todo mundo falando mal do cara. Pô, velho, só um pouquinho agora, é o treinador do Inter. Aí, porque ele não tem currículo, cara, eu posso te enfileirar treinador com currículo que passou aqui nesses 15 anos, não deu bosta nenhuma.
E aí, a frase é polêmica, a frase é polêmica que joga contra nós, tá? Mas o Eduardo Batista tem quase mais currículo que o Pezzolano.
Ah, sim, mas tem 13 anos a mais.
E tu sabe uma coisa que eu acho que identifica muito, que o Abel identifica no Eduardo Batista, é o fato de que o Abel, quando chegou no Inter em 2006, também era patinho feio. O Abel era patinha feia, meu camarada.
O Abel pegou o Inter vice-campeão brasileiro, velho.
Mas eu tô dizendo que o Abel, ele, Abel, não, não, não, não era o ambiente, era o currículo do Abel em 2006.
É que o cenário para o Abel poder brilhar em 2006 era muito mais favorável do que para esse cara agora.
Então vou te falar um negócio, isso aí é mais um motivo para eu falar, olha para mim, o Muricy não tinha currículo quando chegou no Inter.
O cara resolveu chegar aqui, cara. Tem um monte de treinador que negou o convite do Inter agora, pelas informações que nós temos. Aí tu tem uma pemba para resolver, o cara assume.
Respeitei esse cara, o que o Abel falou ontem, de acordo com o Abel ontem, o Eduardo Batista ele aceita o emprego sem falar em premiação, sem falar em multa, sem falar em salário e sem questionar o tempo de contrato.
Eu concordo, eu acho que assim tem oportunidades que o cara tem que abraçar, mas ele tava pela hora da morte, cara.
Voltou para vitrine do Brasil, tá unindo o útil ao agradável, ninguém tá sendo hipócrita, a gente torce contra contra o Alessandro Barcelos, mas agora a favor do Eduardo Batista.
É isso. Eu não tô torcendo pelo Alessandro Barcelos nem por nenhum político, eu tô dizendo pelo meu time. Eu não quero meu time sendo— você torce.
O Muricy, se eu não tô louco, ele chega do Figueirense para assumir o Inter. Sim, o Muricy tinha um trabalho o quê, de auxiliar no Tele Santana nos anos 90?
Ganhou uma coisa, mas era de acordo com a realidade do que o Inter tinha na época.
Era só campeão estadual, ele não era um Muricy.
Eu já falei 200 mil vezes nesse microfone, vou repetir: se tivesse rede social em 2006 e o Inter anunciasse o Abel, mais da metade da torcida ia xingar. Porque o Abel vinha de 2 vice-campeonatos na Copa do Brasil, que ele tinha perdido um para quem? Santo André e Paulista de Jundiaí, com Flamengo e Fluminense.
Eu falei ontem, eu não acho Eduardo Batista tão mau treinador, mas não era a hora dele. Paciência, agora vai ter que ser, agora vai ter que ser.
Ele foi o único que aceitou, irmão.
E não vamos começar de antemão, ó, fora Vanderlei, fora Vanderlei, Valdemar, Valdemar, é fora Valdemar.
Serve, serve, fizeram esse, serve, fizeram. E Abel Braga falando, novo técnico do Inter, Eduardo Batista. Ah, se fuder!
Toma, Renato, Eduardo Batista.
E aí, cara, eu acho que é isso que vocês estão mencionando e que o Abel falou, cara. E tipo assim, e eu sou um torcedor, cara, que eu jamais Mas, cara, jamais dentro do estádio Beira-Rio, quando anuncia no telão, cara, qualquer jogador, o cara pode ser um pereba, eu jamais saio uma vaia. Mas por dentro, não, cara.
Aí vai dizer, não, às vezes tem o que dá vontade.
Não, cara, eu não consigo pelo seguinte, porque eu cresci dentro do Beira-Rio, cara, vaiando loucamente qualquer um que tivesse com a camisa adversária do Inter. Essa foi a minha criação, meu alicerce de torcedor é esse cara. Tipo assim, Internacional, cara, Alejandro. E sanada, não, tipo assim, sanada. Não, geralmente eu fico assim de braço cruzado, né? Fico aqui de braço cruzado e tal. E cara, e aí eu acho que isso é realmente um reflexo da atualidade, da modernidade, dos novos tempos mesmo, cara. A torcida vai para vaiar o próprio time, velho.
É que tem uma mudança de comportamento, essa mudança de comportamento. Eu já falei aqui no programa, hein, a gurizada veio junto. Ô meu, hoje parece ter um perfil muito mais de cliente do que de torcedor, tá ligado? O cara vai para o estádio, se sente no direito de— ô meu, a gente é do tempo, é isso que tu tá falando, é da cultura de estádio, de clube que torce. No final acabou os 90 minutos, aí, meu, aí é um vinho.
Olha o que é os argentinos, cara.
Eu vivi isso, é cultural. No ano passado, aquele jogo Inter e Bragantino na última rodada, o estádio tava bem longe de estar lotado. Eu não lembro qual era o público, 20 e poucas mil, aquela média clássica Inter e Grêmio, 22 a 25 mil, tá, cara? Em nenhum momento houve vaia, porque o torcedor do Inter que não foi naquele jogo porque não acreditava, ele tava certo em não ir.
Se tu não acredita, fica em casa.
Tu também tá sendo torcedor ficando em casa e não indo para lá encher o saco.
Só que vai, o jogo foi apoteótico porque era todo mundo que acreditava reunido.
É isso que deu certo.
Sabe onde é que estão os aventureiros? No Interessantes, que foram embora com trilo no primeiro tempo. Aí não, não, não, tu não pode ir embora, cara, tem que ficar até o final.
Mas é o mesmo, aí, ó, na boa, com 30 minutos segundo tempo, tá tomando 3 a 0, se tu quer ir embora, eu fico assim, ó, eu fico puto, mas eu aceito. Tá, mas 30 do primeiro tempo, cara, não deixa passar.
Não, do segundo vai, do primeiro não, aguenta.
Ali era para bater uma fotinho, o cara não ia no próximo.
Mas eu acho A torcida que é mais anos 90, agorizada nascida anos 90, tem mais dificuldade de se frustrar hoje em dia. Eles não vivem bem na frustração. É tudo tão simples. Eu vejo lá meu filho fazendo um trabalho no colégio, só pesquisando lá, é tudo simples, cara. Tu não se frustra muito hoje em dia. Daí tu vê teu time tomando uma sacola, tu não sabe lidar com isso.
É difícil.
E outra coisa, uma criança, um menino hoje, uma criança hoje se frustra com seu time Cara, ele tem na mão dele o acesso ao Paris Saint-Germain, também ao Inter Miami, ao Barcelona. Eu quero comparativo fera com o Davi.
Cara, deixa eu pontuar bem de forma rápida aqui. A Dinda do Lito, que é o meu filho, voltou da Noruega. Ela trabalha lá e tal. Ela voltou e ela trouxe um mascote do Haaland e o uniforme do Haaland. Sim, cara, o Lito ficou numa felicidade brutal e eu fiquei assim, ó, Pô, me dá um boneco do Paulo Rossi em 82 para ver a merda que acontecia. Que a gente destruiu, nós ia destruir. E se eu fosse de Paulo Rossi no outro dia no colégio, nós ia morrer apanhando no campão.
É isso aí, cara. Eu ia patentear. E o mundo é assim agora.
E eu ali agora faço fiasco quem não tem a camiseta do Rala.
É agora. Aí eu, Rala, Rala, Rala.
Nunca veio no Brasil. Se o cara viu, os cara para o país.
O exemplo do Malenotti, meu, chancela o que a gente falava do Július Boa, velho. Július Boa certa feita disse nesse programa que o De Bruyne era melhor que o Rivaldo.
Cara, nós queria dar aí nesse, ô velho, o De Bruyne tinha eliminado o Brasil e o Rivaldo é o Rivaldo.
É, é, é, é isso aí, isso aí. Mas é que tem isso que o Lelê falou, eu devia ter trazido esses caras.
O Paulo Rossi era um inimigo, entendeu?
Entendeu? Era do tempo que existia o mocinho e o bandido. Ele era o bandido.
Ah, não, porque tu não tava.
O Haaland é mocinho todo sábado na televisão. O Haaland é mocinho toda quarta na televisão.
Todo sábado ele é mocinho e é capaz de ter gente brasileira torcendo para o Haaland.
Imagina, não é que não tem dúvida?
Não tem dúvida.
Tinha torcendo para Argentina, não tinha um torcedor neutro aquele. Se ganhar também, o Haaland tá bom.
Isso é geracional, cara.
É geracional.
A gente falou esses termos aqui, que eu não me lembro quem, já tempo, estamos com dois músicos aqui. Alguém falou, deu uma declaração esses tempos aí, cara, que o Green Day já era maior que os Ramones, sabe? Cara, para mim isso é a mesma coisa que tu dizer que o Messi é maior que o Pelé. Para geração que só viu o Green Day, tá tudo certo. Para geração que só viu o Messi, tudo certo. Agora, claro, nego velho como eu que viu os Ramones, não aceita.
Não, não aceita.
É a mesma coisa um nego velho dizer para mim, não, o Messi é melhor que o Pelé.
Não, Segurizada preguiçosa, né? Porque vai pesquisar também, mas eles já viveram.
Mas é essa geração que torce para Argentina, velho. Eu não consigo torcer para Argentina, não consigo.
Uma coisa é tu admirar a cultura de estádio deles, essa paixão, essa massa.
É até uma inveja assim de tipo, bah, olha só como é que esses cara torce assim, eu queria torcer desse jeito, mas eu nunca vou conseguir torcer para Argentina. Eu vou sempre ser cara argentino.
Olha só, a gente torce que nem argentino para Grêmio e para Inter, é isso? Não, não torce, torce. A gente torce parecido, não, mas dentro do contexto Brasil os que mais se aproximam somos nós. A nossa cultura, a seleção brasileira, a gente não torce desse jeito.
Desculpa, a gente não torce. Tu tá tomando 3 a 0 aos 30 do primeiro tempo, vai ficar cantando ainda mais.
Se o cara for sair, campanha.
Tem, porque tem livramento. Livramento tinha no campo do 14 de Julho.
Semana passada ali, o jogo San Lorenzo e Boca Juniors, cara, caindo um temporal inferno chovendo, o Boca Juniors tocando 2 a 0 no São Lourenço, São Lourenço com a menos, e os cara alentando como se nada tivesse acontecendo. É isso aí, é cultural, é outra coisa.
Se fosse aqui, a gente não ia dizer que é papel de bobo.
É isso aí, cara, tá ali, trouxão, tô te chamando para uma bagunça, tá na arquibancada, apanha condicionado, né?
Então o máximo que acontece comigo hoje no jogo de futebol, e o Gordo Sabe que várias vezes eu já falei assim, tipo, para que que eu tô fazendo aqui, sabe? Tipo assim, o time não tá jogando bosta nenhuma, mas tu fica até o final, né? De homem, né?
O cara se arrepende e pensa assim, ó, pai, eu acordo cedo, devia ter ficado em casa. Mas Inter e Cruzeiro, Inter e Cruzeiro que eu fui, era de noite, a friaca ali. Nós estamos 2 a 1, 3 a 1, né? E no segundo do Cruzeiro eu tô parado assim, cara, que cagada. É, mas sabe, fica lá de braço cruzado, compromisso contigo mesmo, cara.
Mas isso é a cabeça do cara que nasceu e se criou aqui na grande Porto Alegre. Eu que sou do interior, para mim, na minha cabeça, é uma aventura ir nem arena. Claro, eu ainda vou a cada jogo na arena como se fosse a primeira vez.
Eu faço foto no corredor, faço, porque, cara, mas é isso aí demais, isso aí demais.
Mas no caso de vocês que trabalham com isso ainda, o cara é o torcedor, fica olhando: puxa vida, o Adams abandonou! É, é ruim, é isso.
Eu não olho para esquerda lá por causa do shake, velho.
Se até o Adams abandonou, nós estamos fudidos.
Mas olha só, Diego, o que vocês falaram Gente, pé frio lá do Grêmio, meu. Que pé frio, cara? Ele tá em todo jogo. Então ganha, ele tá.
E o Grêmio tá numa merda há 5 anos.
Para mim, a merda do Inter começou quando eu parei de encontrar o Galvão Bueno colorado no Beira-Rio. Ele joga bumerangue, ele joga bumerangue ali na hora. Quando eu vi o Galvão Bueno colorado, nós ganhamos, cara.
E tem um lance clássico também, que é o seguinte, cara: a gente aqui da mesa, eu posso afirmar com toda a minha certeza, cara, a gente sempre vai feliz para o estádio. Voltar é outro que é.
E os brother reunir Acho que é melhor a gente estabelecer uma verdadezinha antes do intervalo. Ai, ai, ai, quando o Grêmio eliminou o Inter agora na Copa do Brasil, quem não estava no estádio, quem tava no estádio era o Sheik. Só que ainda estava no Japão, era outra pessoa.
E quem é que veio no bolo outro dia?
Para mim é a defesa. Para mim é a defesa.
Quebrou uma cadeira.
Eu vi a vitória antes lá, né, porque eu tava relax.
Mas só para a gente ir para o intervalo, já contei a cena.
Não, bem rapidão. A minha mina é colorada, né? E pô, Grenal é foda, né, velho? Não tem nessa hora, separa tudo, né? E aí, bah, nós se arrumando para sair, 8 e pouco da manhã, Diegão. E aí, pau, Grêmio já abriu um 2 a 0. Aí ela se maquiando, quando vê saiu o terceiro, e eu não falei nada. Eu só saí assim, ó, pelo quartinho, que é aqueles quartinhos de hotel em Tóquio, né? Eu só saí assim, ó. Aí eu só ouvi assim, ó: foi gol do Grêmio?
Foi.
O terceiro, o terceiro, para brigar no Japão não deve ser legal.
Não dá para brigar com namorado durante viagem, né? Namoro durante viagem não existe.
Aí, a elelinha que apartou a briga.
Vamos terminar namoro durante viagem, deixa para volta.
Basta um no programa.
É tão bonito.
11:30, temos que ir para o intervalo porque o programa está terminando mais cedo. Voltamos daqui a pouquinho. Com bola falando mais de futebol e também de rock porque amanhã tem acústico bandas gaúchas volume dois estamos recebendo aqui Diego Dias da Vera Louca e Rafael.
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Foi o Maranhão, a gente tá com o Lá do Já Voltamos. Atlântida, rádio das nossas vidas, tá de volta o Bola nas Costas, soltando 24 para o meio-dia. Hoje recebendo aqui Diego. Dia, ó, legal.
Ah, vai tomar no cu!
Puta que pariu, Diego!
Por que será que tu nunca produziu ele?
Que legal!
O negócio é o seguinte, vamos com um abraço de gol aqui para Cervejaria Salva, a melhor cervejaria do Brasil. Rafael D'Ivério, te lembra do goleiro Luiz Felipe, que era do Inter?
Um cara grandão, jogou uma Copa São Paulo, Feijão, lá de Rio Grande, lá. Luiz Felipe, infelizmente, cara, jogou 2000 2014, por aí, uma Copa São Paulo. Ele era da mesma geração do Carlos Miguel. Eu lembro que tá no Palmeiras. Eu lembro, fiz uma reportagem com ele, tá publicada agora ali. O Eduardo Castilhos publicou sobre a história de superação dele, é muito legal. Uma hora a gente vai contar com mais detalhes aqui no blog.
Eu quero mandar um abraço para galera de Rio Grande do Sul, convida, cara, do Esporte Clube São Paulo. Depois do programa eu vou postar a vaquinha que eles estão fazendo, porque, cara, detonou o Aulo da Puso, estádio do São Paulo. E vai ser pior, né, cara? A gente tá conversando, não tem o Itufo. E, cara, então mandar um beijo para a galera lá do Rodrigo Tavares, a galera do Esporte Clube São Paulo, presidente Igor Pazin, que turma teve um revés violento lá, cara.
Eu tenho aqui, ó, para a galera da Body Beach Sports de Cachoeirinha. Eu encontrei o— esqueci o nome do cara, eu só anotei aqui Body Beach Sports. Não, não, cara, futebol, né, com a minha filha.
Não, eu vi que era foto, era com ela.
Ela já joga beach tênis, mas eu fui para Eu comecei a treinar o futebol com ela.
Aliás, eu nunca vou fazer esses dois totoca aqui.
Aliás, é, com filho eu não brinco.
Até aquele adutor ali, com aquele adutor tu vai jogar um futebol aí?
Tô jogando, cara, tô jogando. Mas eu já descobri que movimentação de peito é melhor evitar por causa da coluninha, né? Mas tamo ali, cara.
Porque senão dá no marca-passo.
Travou a coluna, eu falei, cara. Tu treinar um esporte com o teu filho é uma das grandes emoções da vida, cara.
Rompi os ligamentos do meu joelho na felicidade total.
Então abraço para galera aqui, Bodybeat Sports Cachoeirinha, e também para galera ali da esquadra SQD ali na Mila ali onde eu tô treinando.
Eu só queria dizer esse negócio de jogar com o filho uma vez.
Filho, fica aí que vem que o pai vai meter no ângulo. Aí o guri lá, né, e eu vá na cara do cara, quase matei.
Tu te amou com a mulher, né?
Pai vai meter no ângulo, ele nunca mais acreditou.
Quer mandar um abraço para alguém, Mariano? Eu quero mandar.
Ah, eu quero mandar abraço para todo mundo que tá confirmando presença no Acústico Bandas Gaúchas amanhã. Podem ter certeza que vocês vão ver 4 bandas que tem um histórico maravilhoso, que são 4 bandas que se relacionam entre si, cara. Todo mundo é parceiro, todo mundo torce uns pelos outros. Isso é verdade mesmo, por mais que falem assim, ah não, mas a galera do Sul não se dá bem, tá sempre dando.
Não, cara, é seguido, rola esse papinho, né?
Eu não sei, eu não faço parte, né? Todo mundo Tudo, né? E tem uma notícia importante também, Lelê: o Bafo de Bira está para voltar.
O Alex deixou a bomba para o Lelê.
É, o Bafo de Bira, a cara do Lelê, velho.
Como assim?
Bafo de Bira is back!
Pô, tu sabe que eu vi ontem, anteontem, um post do gurizão aquele, cara, do acústico reggae. Como é que é o nome dele? Me deu um branco agora.
Insider, né?
O Zigomar. Ele postou uma foto dele com o Júnior Marvin, sim, né, que era o guitarrista do Bob Marley. E uma vez ele veio fazer uma turnê no Bafu. Ele ensaiou no Bafu. Não, e pior que eu não, para dizer como é minha memória, eu não lembrava que eu tinha arrumado um show para ele aqui. Eu ajudei a montar a banda, isso era os guri da Autônomia.
E a banda era o Júlio, Nando e o Pancho.
E aí a gente, eles foram ensaiar no Bafu, cara, no Bafu, o guitarrista do Bob Marley tocando no Bafu.
Olha, temos, temos registro, temos registro.
Essa banda era legal, velho.
É, então é isso, né? Um abraço especial a todos aqueles que conhecem um pouco da história do Bafo de Bira. E se não conhece, ainda vai conhecer. Ah, ok, coisa linda!
Vou botar no meu currículo essa, eu vou frequentar o Bafo de Bira.
Vai frequentar o Bafo de Bira que nem o despachante.
Não, não, não, churrascão.
E outra coisa, né, Lelê, no meio de toda essa chuvarada agora teremos os dias bons de temperatura e de clima, né? Então todo mundo, abraço para o Cleocum, Esperamos que lá, já que não vai ter nada para fazer.
Olha aqui, ó, nós temos o quadro mais clássico e polêmico desse programa aqui, ó: O Passado Te Condena. Tweet retro para GetNet Soluções. É, produção, vamos procurar algum do Diego que tem bastante aí. GetNet Soluções de pagamento que são mais negócio. A produção me mandou aqui um vídeo selfie do Renato Portaluppi.
O que que seria isso?
Se você não segue o Instagram do Renato, por favor faça isso, porque é, olha, de ontem para hoje é maravilhoso.
Ele é o Rodrigo Adams.
Ó, vamos ver, ó, passando aqui para agradecer todo apoio, todo carinho de vocês. Continue me seguindo. Agora muita torcida lá para o nosso Grêmio, uma tarefa bem árdua. Mas vamos lá, dei um pulinho aqui no Rio de Janeiro passar 2 dias para desestressar um pouquinho a cabeça. Mas é que esse bom hoje do meu lado, estamos juntos, tá bom?
Para ele acostumando que não tem barbado.
Grande abraço a todos!
E a turma é traíra, ele postou ontem um vídeo, a Carol, filha dele, postou ele com cachorrinho no colo, nego meteu, ah, é o mesmo barbeiro Primeiro dos dois, o cachorrinho tinha o cabelo igual. Falou, até se puder baixar o vídeo, a gente botar lá para o cara. Aí ela, ele ganhou uma toalha ou uma coberta, que é ele e ela, ele e ela.
E é o vídeo, é uma pegada meio Maurício Saraiva assim, vídeo selfie meio. E é bom, e é bom que ele disse, veio o Maurício, vim para desestressar, faz 3 dias que ele tá aqui, cara, já tá morto, não aguenta mais.
Imagina aguentar o ano inteiro.
É o Pedrão gravando vídeo no pier em Manhattan, Manhattan de fundo e só a cara do Pedrão. Olha, a situação do Brasil me preocupa.
E agora ele tem gravado de roupão.
Deixa eu fazer também aqui, só para a gente entregar tudo que tem que entregar comercial hoje aqui, ó. Lance polêmico para RR Fit. Conheça projetos reais, lançamentos e dicas para montar a sua academia. Em @rrfit_equipamentos.
Não temos jogos, mas eu tenho um lance polêmico.
Qual seria?
Eu tenho, queria saber do Maranhão, do Diego, é muita polêmica para conseguir montar um show só de uma hora? Porque o que vocês têm de hit acústico, vivera louca, uma loucura. Mas quanta polêmica tem para escolher só uma hora de show?
É, mas esse é o problema que o técnico bom gosta de ter, né? Quando tem um monte de jogador legal que tem que ajeitar. A gente, mas racha o vestiário, racha o vestiário. Mas cara, o Acústicos Valvulados tem, dá uma sequência muito, muito prazerosa na época ali de 99 a 2002, que é o Diamantes Verdadeiros, nosso disco e tal, que são os top 10 do acústico da era do rádio, que, né, que a gente tocava aqui direto o tempo todo e tal.
Então esse é o meio que o nosso alicerce histórico Se a gente tira essas músicas, cara, sempre tem aquele, pô, mas eu queria ouvir e tal, cara. E tem que ouvir, velho. A gente que vai a show.
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Na por exemplo aqui do ICDC, né? A gente vai, a gente quer ouvir os clássicos dos clássicos, né?
E no caso deles, né, Léo? Eles têm a facilidade de fazer sempre o seguinte, né? Que é um mantra que a gente tem aqui: o guitarrista na guitarra, o baterista na bateria, o vocalista no vocal e o gaiteiro na Aí facilita, joga melhor.
E a Vera Louca também, mesmo, a Vera Louca eu acho que ela tem menos hits que o Acústicos Alvoados, não querendo diminuir minha própria banda, né? Mas a gente se baseia muito pelo Spotify também, né, que hoje é uma boa referência. Tu consegue ver ali o que que a galera ouve mais, o que que a galera gosta mais. E realmente vai só as confirmadas nesse show aí, porque é uma horinha, né? A gente deixa para dar uma, mandar alguma novidade, geralmente que é 1 hora e 30 de show, daí tu pode arriscar tipo música nova e tal.
Mas esse show a gente vai fazer. Aliás, tem uma música a gente acabou de lançar com a participação do Carlinhos Carneiro também, que a gente gravou um disco ao vivo em Caxias do Sul, né, que vai sair agora. Eu acho que essa música vai estar no show, mas no geral vai ser só as confirmadas.
Eu não posso deixar de te perguntar aqui também sobre o teu projeto paralelo, que é o Beatles no Acordeão. Tu acabou de voltar de mais uma Beatle Week, né?
Isso aí.
De novo, quantas apresentações? Todo ano tu vai para o Cavern Club agora?
As próximas, ano que vem eu vou de novo. De novo, mas foram 7 shows dessa vez. Da outra vez foram 11, mas dessa vez eu passei por Londres. Antes eu tinha ido só Liverpool. Então foi muito legal, cara. Tipo, a gente aqui quer ser o pai da criança, né, por causa do acordeão, mas a Europa conhece muito bem esse instrumento. Então a primeira vez que eu fui, como é que essa galera vai entender um cara tocando Beatles na gaita, né? Pô, foi espetacular desde a primeira música.
E agora foi melhor ainda porque eu acho que tô mais solto. O show lá naquela época, em 2018, tava meio no começo, e acho que agora a gente toca melhor.
E o próprio nervosismo.
E eu vi o recorte ali Don't look back in anger, né?
Não, não, cara, é presente.
Faz aí, faz aí, faz aí para nós aí. O Aces no acordeão, só no Bola nas Costas.
Olha que cabra, meu amigo!
E tu fez, tu fez o vídeo ali atravessando a faixa de segurança de Abbey Road, né?
Fiz, fiz uma homenagem para o Bagri Fagundes tocando o Canto Alegretense na faixa, né? Porque também eu vim do CTG, né? Comecei, então tinha que fazer essa homenagem.
Lindo demais.
E também, cara, fiz cada coisa legal lá. Fui na capa do disco do Ace, toquei essa aqui, né?
Obviamente tu foi aí, filho, também, não foi?
Fui, fui.
Sabe quem é que me deu ingresso?
Quem? Alisson.
Ah, viu?
Quando eu fui lá, tu sabe quem é que me deu ingresso? O Lucas Leiva, viu?
Olha aí, muito legal, muito legal. Foi uma experiência incrível, cara. E eu, puxa vida, esse cara vai perder o jogo comigo aqui, vai estar— não tava jogando bem o Liverpool, né? Saiu perdendo, daí empatou, tomou mais um. Graças a Deus empataram, senão ele ia dizer: esse gaiteiro, pé frio.
Ninguém mais pé frio que o Potter, né?
O Potter foi lá e já perdeu. O Potter, ou ele vai para o lugar e chove, ou ele vai para um jogo e perde. Mais ou menos isso aí. Bom, Sempre lembrando que a gente tem que encerrar o programa 11:54 por causa justamente do glorioso horário político.
Mas então rapidinho, né, a gente falou, perguntou muito de intro para o Malenotti. Que que tu tá achando do elenco do Grêmio esse ano?
Tu vai me ferrar, né, cara? Um olhar de quem vai te ferrar, né?
O que que tu tá achando do elenco do Grêmio esse ano?
É com ele que a gente vai sair dessa, né? É, tenho certeza.
O passado te condena.
Produtor não tem erro.
Tweet Retro pra GetNet, Rafael Gomes.
Porque no dia 17 de maio de 2022, a 1:26 da tarde, o @DiegoDiasMusic tweetou o seguinte: quem resolveria o problema do Grêmio é Paulo Pelaype.
Olha aí, ó. Ah, eu achei que era algo mais grave.
Não, pegamos leve.
Eu achei que você ia dar um pau no time.
Que ia suar aqui.
Justo na nossa vez, o Pelaype, o Felipão, tão mais manso, né?
Então tá mais velhinho, tá tipo argentino e uruguaio frio.
Mas tem mais um aqui, ó. Eu acho que o Diego agora que ele representou a torcida. Ai, ai, ai, ó, 12 de setembro de 2026. Ó, é agora, lá, tweet verdinho, fresquinho.
É algo que vai me impedir de sair na rua ou tranquilo?
Não, se tu postou, Luiz Castro, querido, Querido, não é xenofobia, tu é ruim pra caralho. Todo mundo torceu muito por ti, mas tu conhece bola porque touro não usa cueca.
Olha aqui, ó, ele é tipo um balenote.
Calma que não acabou, termina o tweet, cara. Tem que mandar enquadrar isso aqui, cara. Renato amanhã em Porto Alegre ou vamos cair.
Olha aí, rapaz! Se não cair, esse aí é homem.
Esse aí vamos enquadrar. Eu lembrei dessa frase hoje quando eu vi o Malenotti. O Malenotti conhece bola porque touro não usa cueca.
Não, Malenotti era meu ídolo no rock and roll, cara.
O Beduíno, Albino, meu ídolo também, meu ídolo no rock and roll, cara. Cara, você é o mais simples, né?
Você é, você é. Porque as feridas, eu chegava do colégio, tava de manhã, e via reprise, jogou 2:30 da tarde reprisar o walkie-talkie.
Eu via, cara, só música para fazer a gente sorrir nesse programa. O que que estão combinando aí?
Aqui, ó, vai lá, vai.
Nem penso muito no que pode acontecer enquanto arrumo todas as coisas que eu sinto, o meu passado e o meu destino, e espero que o fim da tarde Amanhã, se o cara entra cantando, ele sai cantando, que eu gosto de palhaço nessa rádio.
É brincadeira. Amanhã então, no Araújo Viana, a partir das 8 da noite, acústico, bandas gaúchas volume 2, acústicos valvulados, Vera Louca, comunidade ninjutsu e papas da língua. Se você não está próximo de Porto Porto Alegre, né? Se está próximo de Porto Alegre, ingressos ainda no Simpla. Já abriram aquela venda dos ingressos no Araújo para ficar de pé, são bem mais baratos que os sentados, né?
Quero ver o Tesouro acústico, cara. Eu nunca vi com o Manno Chates cantando acústico.
Sabe que na minha época eu fui num show deles no Teatro da Urgs, no Teatro da Urgs acústico.
Que ano é isso?
Ah, 2000 e baixo.
É porque sabe o que que a gente fazia na época? Que o Manno Chates é um cara que não para quieto no palco, né? Aí sabe o que que a gente fazia nos acústicos da comunidade na época, sobre a minha gestão? Amarrava ele numa cadeira. Na cadeira do índio, ele ficava lá para cima assim, amarradinho numa cadeira assim.
E não era na cadeira do índio, aqui, ó, borra aí, mano.
Era antes, era antes.
Tem um bagaçãozinho até meio sambinha assim de uma das músicas.
Tem não, a comunidade acústica surpreende muita gente. Então, repetindo, tá, ingressos do 5 a amanhã a partir das 8 da noite. Única apresentação, não vai ter duas sessões. E para quem tá longe de Porto Alegre, amanhã na ATL TV TV ao vivo. Transmissão deve começar um pouquinho antes ali, 10:15 para as 8. A gente já entra ao vivo com vários comunicadores, vários comunicadores da Atlântida transmitindo ao vivo. Eu vou estar lá na apresentação do evento também, na transmissão da Rede Atlântida. É isso aí. Mais algum recado?
Um beijo, vocês amanhã.
Vamos escapar, turma, vamos escapar!
A gente fica aqui, os dois times escapando. Vocês voltam aqui na rodada depois da última da Brasileira, a gente faz um Um programa com álcool aqui.
Foi um prazer ter você, senhor.
Legal, até pra gente ficar ligado, hein?
E essa aqui eu vou cantar com toda propriedade.
Então vai.
E agora estou aqui borracho e louco, e meu coração idiota ainda chora. E o quê?
E o quê?
E eu te esperarei, te esperarei para sempre. Baby, até hoje eu não sei por que você foi embora. Agora até passar os créditos. E agora estou aqui, mais um minuto.
O Rádio e Loco, uma talíssima com Zé Delivery, com os destaques do esporte.
Seu idiota ainda chora, daqui a pouquinho vem, segue o jogo.
Bola nas costas, volta amanhã. Com mais enrolação enquanto a gente tem data FIFA.
Não vejo, segue o fio.
E vem aí Luiz Leite na TLTV em algum programa.
Vou embora, agora estou aqui.