Episódios de Israel E o Mundo

Ira mudando? Trump vencendo?

01 de maio de 202648min
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Cesar fogo. Bloqueio americano, negociações entre Irã e EUA, israel e Líbano.

Participantes neste episódio1
C

Cesar Fogo

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Assuntos4
  • Transição no IrãImpacto dos ataques EUA/Israel · Resiliência e bloqueio dos estreitos de Hormuz · Perda de autoridade e prestígio dos Ayatollahs · Mudança de regime para ditadura militar · Negociações sobre enriquecimento de urânio · Acúmulo de forças militares dos EUA · Danos econômicos e financeiros ao Irã · Propostas de acordo do Irã
  • Tensão no Estreito de HormuzCapacidade iraniana de ameaçar a passagem marítima · Impacto na economia mundial e países vizinhos · Jogada de jiu-jitsu de Trump bloqueando navios iranianos · Danos econômicos diários ao Irã · Estocagem de petróleo e seus limites
  • Escalada militar no LíbanoFragilidade do Estado libanês e conflitos étnicos · Hezbollah como milícia iraniana e organização criminosa · Dependência do Hezbollah em relação ao Irã · Ameaça de Israel de ocupar o sul do Líbano · Acordo de paz entre Israel e Líbano · Cancelamento de leis anti-Israel no Líbano
  • Guerra no Oriente MédioSaída dos Emirados Árabes do OPEC · Presença de bateria do Iron Dome israelense nos Emirados Árabes · Mudanças no Golfo Pérsico · Potencial problema com a Turquia
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Oi pessoal, estamos mais ou menos três semanas, uma coisa assim, dentro do cessar-fogo com Irã, entre Estados Unidos e Irã. Vamos tentar fazer uma análise, entender um pouco o que está acontecendo na região do Líbano.

entender o que está acontecendo com o Irã, se vai renovar as hostilidades, se Estados Unidos vai atacar mais, o que está acontecendo com o resultado dos ataques que Estados Unidos e Islãs fizeram.

Então vamos botar um papo em dia um pouquinho, faz umas três semanas mais ou menos que eu não faço o podcast, mas eu sempre falo, eu tento dar as ferramentas para entender a realidade e não necessariamente ficar falando de cada discurso do Trump, ah, ele falou isso, ou ele...

trouxe mais aviões e o Irã acabou retaliando, trazendo uma contra-proposta, tudo isso aí, eu tento explicar os princípios maiores que estão em jogo aqui, para as pessoas poderem analisar as notícias sozinhas, obviamente, como eu sempre falo,

Tem que entender que os canais de mídia hoje, eu sempre falo...

da Globo, do BBC, do CNN Brasil e tudo, tem muito lixo, com muita notícia politizada, que a ideia é convencer as pessoas de uma certa realidade, então em vez de que reportar a realidade, eles tentam plantar notícias de um certo jeito que vai criar uma realidade.

Eu tento dar as ferramentas para combater isso, mas obviamente não é uma tarefa muito fácil de fazer. Então vamos começar, primeiro vou dar alguma análise minha.

sobre a situação no Irã, depois eu vou falar um pouco sobre o que está acontecendo no Líbano, e depois vamos somar tudo para entender mais ou menos aonde estamos e para onde vamos também, que é sempre a maior pergunta, o que vai acontecer, quanto tempo vai continuar mais essa situação, vai ter Maccabíada, não vai ter Maccabíada, então vou comentar um pouquinho sobre isso também, ok? Vamos começar com o Irã.

A gente sabe que Estados Unidos e Israel entraram em um ataque muito forte de 40 dias e o Irã apanhou muito. Nesse momento eu vejo muitas notícias, vejo muitas publicações e vejo muita gente que adotou esse ponto de vista dizendo, olha, o Irã é muito resiliente.

Parece que aqueles ataques não fizeram muita coisa. O Irã ainda fez aquele bloqueio dos estreitos de Hormuz, em outras palavras, conseguiu botar o dedo no olho dos Estados Unidos, conseguiu colocar pressão no sistema mundial, sistema econômico, e agora parece que o Trump não está sabendo o que fazer e não sei o que. Então vamos fazer uma análise rápida.

para entender onde está toda essa questão entre Estados Unidos e Israel, por um lado, e Irã, por outro lado. De modo geral, foi determinada uma pancada militar para diminuir ou eliminar as capacidades militares do Irã, principalmente com o projeto nuclear.

E adicionalmente também com o projeto de mísseis. E a gente acabou vendo durante 40 dias um resultado muito interessante. Primeiro, a primeira coisa era a eliminação, conseguiram acabar com o Ayatollah. Primeira coisa, não tem mais Ayatollah.

E começou esse papo aí, quem é o Ayatollah no momento, se é o Mutsabah Hamenaik, que é isso que está alegando o Irã. Eles estão alegando, não, o Mutsabah está mais ou menos funcional, eles não estão querendo falar quanto que ele está ferido, mas eles estão alegando que ele está vivo.

E por algum motivo misterioso, ele não está querendo nem aparecer, nem gravar a voz dele. Não, essa aí não, mas ele tem umas noções e ele está passando para a Guarda Revolucionária. Princípios que, à base desses princípios, a Guarda Revolucionária continua na luta. Então, a primeira coisa, eu quero tocar realmente nesse assunto.

Eu já vim explicando em vários capítulos qual que é o significado do Irã no mapa mundial. Irã é o capital, é o líder do mundo chiíta. O mundo chiíta dentro do Islã inteiro adotou essa postura de querer levantar, tomar conta do mundo muçulmano inteiro e eventualmente atacar.

Israel e Estados Unidos e curar o mundo dessa doença, essas duas doenças, uma chama judaísmo, o outro chama cristianismo e colocar de volta no lugar o Islã como líder do mundo, ok? Isso é o objetivo do Irã, Irã tomou esse papel, assumiu esse papel do líder disso e nessa questão, fazsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystemsystem

Eu acho que vale a pena prestar atenção que isso já não existe mais. Isso é uma coisa, eu acho que isso não é coincidência, isso não é uma coisa que aconteceu sem querer, mas isso é um resultado desses 40 dias que se você for um muçulmano,

sunita ou xiita, você já não vê o Islã como líder desse esforço de tomar a liderança pelo mundo. Acabou isso. O projeto nuclear era a ferramenta principal, o carro-chefe.

do Irã para assumir isso, mas fora isso existe a questão da autoridade, do prestígio, dos líderes dos ayatollahs no Irã, isso acabou, uma criança, um adolescente muçulmano hoje...

ele não tem mais aquele aetolá que falava, que era intocável, que falava, olha, quero ver os Estados Unidos atacando o Irã, que nós vamos botar todo mundo no fundo, no mar, e Deus está do nosso lado, e nós vamos vencer, e o mundo nunca viu uma coisa... Não, acabou.

Durante 40 dias, Irã apanhou e apanhou de um jeito, dentro da casa dela, em solo iraniano. Irã conseguiu jogar uns mísseis para cá, mísseis para lá. Através desses mísseis, isso é outra questão que não vou entrar muito hoje, Irã perdeu todos os aliados dela.

Irã perdeu todos os países árabes que tinham algum tipo de respeito, algum tipo de medo dela, mas acabou isso. Mas mesmo assim...

A única coisa que Irã conseguiu fazer com o mundo é encher o saco. Só conseguiu jogar alguns mísseis, não conseguiu matar muita gente, não conseguiu causar nada, conseguiu causar uma subidinha no preço do petróleo, apertando os estreitos de Omuz, fechando os estreitos de Omuz, que sobre isso eu vou comentar já, já. Mas eu digo assim, Irã não conseguiu se defender.

Então aquele grande gigante que falou, vocês vão ver o que vai acontecer quando vocês mexem comigo. Todo mundo vai... acabou. Essa imagem apagou. Essa capacidade de assustar o mundo já foi.

E na verdade, como eu já tenho explicado, não vou entrar em todos os detalhes, mas esse Islã xiita assustador, que assustava o Islã sunita e assustava o mundo inteiro, não assusta mais ninguém. Na verdade ele...

A única coisa nele que assusta um pouquinho é esse poder econômico através dos estreitos de Hormuz e mais alguns estreitos, mas fora isso, ninguém tem aquela fama mais que os ayatollahs tinham. Então vale a pena a gente prestar atenção nisso, que os ayatollahs do Irã praticamente caíram.

Falando nisso, ok? Porque isso foi um aspecto religioso. O que eu quero dizer é que, na verdade, todo o mundo do Islã xiita radical já não apresenta um perigo como líder do mundo muçulmano, como líder e o controlador de todo o terrorismo. Acabou, acabou. Muitos braços terroristas deles estão praticamente morrendo.

Isso também vou chegar daqui a pouco, falar sobre Hezbollah, mas o Hamas também praticamente não ameaça mais ninguém. É uma injeção de saco, tem que ser tratado ainda, tem que ser apurado, mas não apresenta perigo para nada, acabou. Então, no mundo espiritual, no mundo religioso, o Islã xiita radical...

perdeu o apelo dele, perdeu a fama dele, perdeu o poder de assustar, e isso é uma mudança muito significante que vai ter feito durante anos e anos no futuro, ok? Isso é a primeira coisa. Segunda coisa, eu vou falar...

pouca coisa sobre mudança de regime, que muita gente falou, Estados Unidos, o Trump falou, Netanyahu falou, e houve muitos comentários, que o objetivo de Estados Unidos e de Israel é derrubar o regime iraniano, ok?

e colocar no lugar dele outro regime. Agora, obviamente, a intenção não era essa, mas vale a pena prestar atenção que o regime no Irã era uma teocracia. Teocracia quer dizer que quem tomava as decisões, quem tinha o último poder de decisão, era os ayatolás.

Presta atenção que em todas as negociações no momento com os Estados Unidos, todos os pronunciamentos, 99% são de generais da guarda revolucionária. Quer dizer que o regime no Irã acabou, na verdade, mudando.

Não sei se isso é oficial e isso vai ter que ser estabelecido e realmente existe um grande fator de caos no momento, mas o regime de teocracia.

absoluta que tinha no Irã, já não é uma teocracia, agora é uma ditadura militar de um grupo de generais e de oficiais que estão comandando e a gente não vê muito pronunciamento, não é que não vê muito, quase não vê nada, parece como eu falei antes, de vez em quando eles vêm com algumas coisas a quantificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificificific

Eu já falo há muito tempo, eu acho que muitos tabatá mortos também, eu acho que esses generais estão fazendo isso aí, falsificando uns pronunciamentos para ganhar um pouco de suporte interno do povo, para tentar assustar o povo, tipo assim, deixar todo mundo num lugar assustado que é, olha, tem ainda o lado religioso, ainda está aí, então toma muito cuidado e a gente vai...

Toda aquela história, mas na verdade dá para reparar, sem sombra de dúvida, que a teocracia caiu e está aparecendo uma ditadura militar. Não que isso é uma coisa muito boa, mas é menos mal do que era antes. E é uma mudança que mostra que o Irã é sujeito de mudanças, sem dúvida.

Ninguém consegue sobreviver sem dinheiro, especialmente num regime de ódio, de crueldade, de conseguir prender mulheres, prender gays, prender qualquer um que não acredita nessa religião, nesse jeito de vida da charia deles, ok? Obviamente, para você botar em rigor.

um regime ditador maluco que nem tem no Irã, é aquele que os bichinhos do cabelo azul protegem, isso exatamente, que todos esses liberais, esses progressistas protegem. Um tipo de regime desse aí, ele não existe à toa. Ele custa uma fortuna para manter.

tem que pagar salários, tem que gastar, tem que ter sempre gente armada em tudo com aquele lugar, porque senão vai ter uma revolta. Então, vale a pena prestar atenção?

e ver que o regime no Irã é sujeito a mudanças, está mostrando que já está mudando. Agora vamos falar sobre dois pontos rapidinho que é importante. Primeiro, o fato que o Trump está insistindo que o Irã não vai ter bomba nuclear, não vai ter direito de enriquecimento de urânio.

Todos os detalhes sobre isso eu já tenho explicado no passado, todo mundo entende mais ou menos, para você fazer bomba nuclear a primeira coisa que você tem que fazer é poder enriquecer o urânio, Irã tem uma certa quantidade de urânio enriquecido, que pode ser mais enriquecido ainda e pode servir para fazer bombas, Irã conseguiu, a gente não sabe exatamente onde está tudo isso, mas...

Trump está negociando e está insistindo, não, até vocês entregarem esse urânio enriquecido, não vai ter acordo. Não tem como enrolar, não tem como inventar quem não está achando. Nós precisamos desse urânio enriquecido para chegar em algum acordo. E qual seria esse acordo? Esse acordo seria...

Estados Unidos e Israel parando os ataques.

E esse cessar-fogo, que nesse momento ainda é temporário, vira uma coisa permanente. E aí começa uma reconstrução do Irã. Mas muita gente falou e continua falando que o Trump está difícil, ele está balançando, ele está tentando sair dessa situação econômica ruim que o mundo entrou.

E ele está disposto a abrir mão de várias coisas? Não, não, não. Não, não, não. Mentira absoluta. O Trump está em cada pronunciamento dele insistindo que se não pegar na mão esse urânio enriquecido, na mão dos Estados Unidos, não tem acordo. Outra coisa, durante todo esse tempo, isso é importante reparar,

Estados Unidos continua acumulando forças militares, não está mandando os navios embora, não está mandando os soldados embora, que seria um sinal que Estados Unidos está precisando mesmo do acordo e não quer mais lutar, não. No lugar disso...

Estados Unidos continua acumulando mais e mais força, que demonstra, na verdade, uma coisa que eu acho também indisputável, que se não chegar nesse acordo do jeito que servir para o Trump, do jeito que servir para os Estados Unidos,

de um jeito que tem realmente os ganhos estabelecidos, que seriam mudanças verdadeiras dentro do Irã, na questão nuclear, na questão dos mísseis também, e na questão provavelmente de financiar terrorismo o resto da...

das coisas ruins que o Irã faz regularmente, se não tiver isso, vai renovar os ataques, e o Irã vai levar mais uma pancada militar, e essa pancada provavelmente vai ser mais severa ainda do que o Irã já levou. Agora só sobre essa pancada.

que o Irã já levou daquela operação de 40 dias, dos bombardeios muito fortes que o Irã levou de Israel e Estados Unidos, os danos estão gigantes.

Pelo que eu entendo, a situação econômica dentro do Irã está péssima. O Irã não está conseguindo renovar, o Irã não está conseguindo de jeito nenhum recuperar, por exemplo, capacidades militares que eles tinham.

E Irã está, pelo que eu entendo, em uma situação de caos, que é muito precário a situação interna. Não está claro quem pode tomar decisões, quem não pode tomar decisões. Eu digo que vale a pena prestar atenção.

que até agora, durante essas três semanas mais ou menos, muita gente podia dizer não, mas ninguém podia dizer sim. E é um sinal de potência, é um sinal de capacidade de tomar decisões quando descobre alguém que ele consegue falar, olha, eu vou fazer...

o acordo tal, vou entregar A, B e C e eu consigo que as pessoas no Irã, os outros generais, as forças armadas, todas essas coisas aí, eu consigo que eles obedecem a minha autoridade. Isso está faltando no Irã, no Irã tem muito sinal de caos.

Agora, outro aspecto que eu falei, que eu ia comentar, é sobre toda essa história dos estrelitos de Hormuz. Realmente, Irã...

ela tem uma capacidade de ameaçar os estreitos de Hormuz, isso não é uma coisa tão impressionante, militarmente não precisa de muita coisa para realmente dificultar, eu vou dizer, a passagem em estreitos econômicos, isso em vias marítimas, isso os rutes fazem no Mar Vermelho, em outros estreitos que se chama Bab el-Mandab.

Isso é uma coisa conhecida, um país que está em uma situação de desespero, ele consegue realmente atrapalhar a vida, atrapalhar a economia através dessa ferramenta que o Irã utilizou aqui.

Isso incomodou o mundo? Com certeza. Isso está incomodando os vizinhos do Irã, que são os países do Golfo Persa, desde o Iraque, Kuwait, Oman, Emirados Árabes, obviamente, Arábia Saudita, Qatar, todos esses países foram atacados pelo Irã durante a Guerra dos 40 Dias agora.

E todos esses países estão sofrendo, e a economia mundial está sofrendo, do fato que o Irã fechou os estreitos de homens. O que fez o Trump? O Trump fez uma jogada que, olha, eu não tinha pensado, muita gente que eu considero como analistas que pensam um pouco fora da caixa, que pensam além um pouco, não esses retardados que você vê entrevistando na Globo.

Ninguém pensou nessa ideia, ninguém ouviu jogando essa hipótese, mas aparentemente alguém deu a dica para o Trump, e o Trump decidiu bloquear os estreitos de Olmuz para o lado dele. Quer dizer o quê? Em vez de que os estreitos de Olmuz ficarem bloqueados e...

Irã está vivendo a vida boa e os países estão, todo mundo sofrendo sob a ameaça do Irã, Trump falou, então tá bom, vamos bloquear os estreitos de Hormuz também para navios iranianos. Em outras palavras, vamos fazer uma jogada de jiu-jitsu, vamos usar a força deles contra eles e vamos ver qual que vai ser o efeito.

Isso acabou sendo uma coisa que, primeiro, eu acho que o Trump está literalmente adorando isso como brinquedo. O Trump está, isso está causando, só no nível técnico, no lado técnico, para entender o que isso faz, Irã vive de petróleo, a única coisa que o Irã ainda tem, praticamente, que consegue...

gerar dinheiro que é necessário para a manutenção do aparelho inteiro do Estado do Irã, é o comércio de petróleo. O que o Irã faz? O Irã vende praticamente a grande maioria para a Índia, para a China e para a Rússia. Através desse bloqueio, o Trump conseguiu...

Que o Irã não está conseguindo mandar o petróleo dele embora, obviamente está faltando moeda estrangeira, está faltando riqueza, está faltando dinheiro, e outra coisa, isso é uma bomba relógio.

porque isso causa, se o Irã não consegue exportar, ela precisa ficar estocando o petróleo. E esse estoque, ele é limitado, tem limite de quantos containers tem, o Irã está até no ponto já de usar navios que foram tirados de circulação, o Irã está usando esses navios.

para estocar mais e mais petróleo, mas eventualmente isso acaba, o lugar que pode estocar petróleo, e o que acontece, se você não consegue mais estocar, você é obrigado a parar a extração do petróleo, se você para a extração de petróleo, isso aparentemente causa danos na fonte do petróleo, onde o petróleo sai.

ele acaba se bloqueando, entra líquidos, entra gases e não sei o que, e esses danos são muito caros para depois resolver, ok? Então vamos supor que você extrai...

é obrigado a parar de extrair, quando você quer voltar a extrair, não é que você abre a torneira e o petróleo sai, custa uma fortuna para você poder recuperar, e já é uma coisa que é longo prazo, tipo assim, o Irã vai acabar pagando muito, muito caro, e isso vai quebrando o Irã economicamente. Aparentemente...

Isso está causando, eu podia entrar em números, eu vi que isso está causando danos de 435 milhões de dólares por dia, por ira. Mais ou menos isso é a estimativa de que isso está custando. O gasto...

do aparelho do Estado inteiro do Irã, mais ou menos, os gastos do Irã são cento e tantos milhões. Então, quer dizer que cada dia, Irã está sofrendo economicamente imensamente. E parece que eu vi hoje, ontem, anteontem, os iranianos já estão começando a chegar com propostas no Trump.

que vale a pena também abrir o olho sobre esse ponto, que isso é uma novidade. Até hoje, durante todos os presidentes, foi o Obama, foi o primeiro Trump, foi o retardado Biden, sempre Estados Unidos, sempre o mundo vem na mão do Irã.

e pediu para negociar, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo, temos uma proposta, e sempre o Irã negava. Agora, pela primeira vez, o Irã que está chegando, pedindo para fazer alguns acordos. Isso não é coincidência, isso é por causa desse bloqueio, combinação de 40 dias de bombardeio, que custou caríssimo para o Irã.

E agora esse bloqueio está custando muito caro também, e o Irã está começando, eu não sei se isso é a palavra certa, mas implodir. O Irã está começando a demonstrar trincas, e está começando a entrar em situação de colapso, e eu acredito que como resultado disso a gente vai ver ao longo da próxima semana, duas semanas.

tentativas iranianas a chegar em acordo. Obviamente, iraniano não é fácil.

eles vão tentar fazer algum acordo que serve para eles. E nesse ponto, eu sugiro que a gente lembre quem é o Donald Trump, que o Donald Trump surpreendeu todas as pessoas que falaram que ele não vai usar a força militar, que ele não vai dar suporte para...

Netanyahu e o governo do Netanyahu, que ele vai abandonar Israel, que ele... Muita gente pensa que o Trump não entende o que ele está fazendo, mas eu sugiro, olha, esse cara bombardeou o Irã na cara dura durante 40 dias, esse cara colocou esse bloqueio agora de uma intenção.

de quebrar o Irã e manter algumas coisas ainda funcionando no Irã. Porque uma vez que quebra toda a indústria de petróleo do Irã, o Irã vai entrar em uma situação parecida com o Iraque que entrou.

durante os últimos 20 anos, e só agora que o Iraque está começando a recuperar disso, a ideia do Trump é poder fazer alguma negociação com o Irã, quando o Irã ainda estiver funcionando minimamente como um país.

Eu acho que temos boa chance que isso aconteça, e eu vou, só para fechar todo esse assunto do Irã, onde nós estamos, com respeito a isso, eu vou dizer a mesma coisa que eu falei lá atrás, três anos atrás, acabou para o Irã. Toda essa história aí do Irã sendo ameaça do mundo acabou.

Eu falei que o Trump ia atacar uma vez, atacou uma vez, Israel atacou o Irã uma vez, todo mundo falou, não, o que isso tem a ver, todo mundo tem medo do Irã, eu falei que o Irã ia apanhar, o Irã apanhou a primeira vez. A segunda vez, depois que o Irã não aceitou fazer mudanças, eu falei, se o Irã não fizer mudanças, o Irã vai apanhar de novo e mais forte.

E isso aconteceu também. E agora eu volto a dizer, se o Irã não mudar o caminho e demonstrar de fato resultados, que quer dizer entregar esse urânio enriquecido e desistir do projeto nuclear.

Se o Irã não parar de fabricar mísseis, se o Irã não começar a mostrar mudanças verdadeiras, sabe o que vai acontecer? Adivinha, o Irã vai apanhar de novo e mais forte, porque ninguém está brincando e o momento é muito perfeito.

É perfeito para os Estados Unidos, é perfeito para o Trump demonstrar que conseguiu acabar com essa ameaça. O Trump tem outras coisas para fazer na América do Sul. O Trump tem outras coisas para fazer na Ásia.

Esse exemplo iraniano, eu falei que o Irã ia apanhar, o Irã apanhou, isso vai dar certo de um jeito ou do outro. Ou o Irã vai começar a mudar agora, ou vai apanhar de novo e vai mudar depois.

Eu acredito que a próxima vez que o Irã apanhar, o Irã vai chegar realmente a um estado tão ruim que não vai ter a quarta. A terceira vai ser suficiente. Mas quem sabe? Uma coisa eu garanto. Resultados eu garanto. Eu acredito nisso. Resultados já dá para ver agora. Mudança de regime já dá para ver agora.

O regime iraniano xiita já não é o regime iraniano xiita, e o projeto nuclear vai acabar. Aquele... Ah, esqueci um pouquinho, quero falar mais uma palavrinha sobre os estreitos de Omuz. Só para explicar o que significa isso. Um país que nem os Estados Unidos, que é o líder do mundo livre, ok? Não pode permitir...

que o Irã fica lá apertando os estreitos de Hormuz, causando caos mundial, e cada vez que alguém não aceita alguma coisa que tenha a ver com o Irã, o Irã vai ter essa capacidade de atrapalhar a economia mundial. Então, do mesmo jeito que o Irã tem essa...

O Irã pretende ter bomba nuclear e isso seria uma coisa que atrapalha para o mundo inteiro? Não, Trump não vai aceitar isso, isso não vai existir, garanto, eu garanto, ok? Isso é a minha...

opinião pessoal, isso não vai rolar, Irã não vai ter bomba nuclear, Irã não vai poder enriquecer o urânio, durante essa campanha agora, isso vai sumir, a outra coisa que vai sumir é essa capacidade iraniana de ficar ameaçando o mundo, Irã vai ter que aceitar que os estreitos de Olmuz não pretense a ela,

não pode encher mais o saco do mundo, e que Irã vai chegar ao entendimento, que se ela mexer nos estreitos de Olmuz, cada vez que ela fizer alguma coisa dessa aí, vai custar muito mais para o Irã, do que vai custar para o mundo, e é isso que está acontecendo agora, isso é uma mensagem clara que Irã vai ter que entender e internalizar. Agora vamos falar rapidinho...

tentar pouco tempo sobre o que está acontecendo no Líbano. Eu expliquei outro dia para alguém, gostei da ideia, que fazer um acordo de paz com o Líbano é igual fazer um bar mitzvah. Por quê?

Você faz bar mitva com um menino que tem 13 anos, pega um menino, fala pra ele que ele é homem, dá um monte de presente pra ele, dá um dinheirinho, todo mundo dança em volta dele e declara que ele é homem. Alguém pensa que ele é homem com 13 anos? Obviamente ele não é homem, se ele tiver um pouco de inteligência, mesmo ele entende que ele não é homem, ok?

Mas a gente faz uma cerimônia e a gente começa a plantar sementes e começa a colocar expectativas nele para ele virar homem um dia. Então, na verdade, o Bar Mitzvah é o início, é uma festa que abre o processo de ele virar homem. Do mesmo jeito, fazer qualquer acordo com o Líbano.

O país de Líbano brasileiro não entende isso, porque tem muito libanês aqui no Brasil, e os libaneses adoram ir para o Líbano e falam como que Líbano é maravilhoso, e a terra é maravilhosa, e toma café, e tem não sei o que, que vida maravilhosa, comida maravilhosa e tudo isso aí. A verdade é que Líbano é como país. Líbano nem é país. Líbano é praticamente uma região.

que tem uma tentativa de criar um país. Essa tentativa, então...

Não vou dizer ridícula, que eu não quero ofender, ok? Mas Líbano é um país igual os países na África, que é questão de vários grupos de pessoas andando com machado, e quem cortou mais pernas dos outros, ele é o líder naquele momento. Mas isso não é país, ok? No Líbano tem vários grupos étnicos que odeiam um outro.

e realmente lá no meio tem muita gente que gostaria de ter uma vida boa, só que a construção, a constituição praticamente do Líbano é uma piada, são vários grupos, cada coisa, vamos supor, se vem...

Não vou entrar em muitos detalhes, mas cada mudança demográfica no Líbano acaba mudando tudo e entra mais uma onda de assassinato de presidente, assassinato do chefe do exército e não sei o que, e o exército é tão fraco e o último problema que o Líbano adquiriu nos últimos 20, 30 anos...

E essa merda aí que chama Hezbollah, desculpa a palavra, ok? Esse negócio do Hezbollah é uma milícia iraniana, xiita, que ocupa vários lugares no Líbano, mas o principal deles é o sul do Líbano. E no sul do Líbano eles completamente dominaram. Depois que Israel se retirou do Líbano, eles dominaram. Então aquela região é toda terra do Hezbollah, do mesmo jeito que o Gaza é terra do Hamas.

Eles fizeram os mesmos túneis. É tudo uma tentativa militar, muito bem financiada pelo Irã. Nos anos que o Irã tinha dinheiro, o dinheiro tudo ia para lá. E o Hezbollah também existe aqui no Brasil. É muito forte no tráfico de drogas. Hezbollah é uma organização de crime organizado, misturado com terrorismo, principalmente terrorismo e religioso.

Ficou tão poderoso que eu acho que é considerado o segundo, terceiro maior exército no Oriente Médio. Eu sei que o maior órgão não governamental que é um exército é o maior do mundo, ok? Mas eu não estou lembrando das estatísticas. Rivalá era muito forte. Obviamente...

durante essa guerra, desde os 7 de outubro, Israel bateu no Kizbalah, derrubou o Kizbalah, a gente já sabe aquela história dos beepers, dos pagers, não sei o que, e várias outras coisas, Israel vem atacando desde quando começou agora a guerra no Irã.

O Hezbollah primeiro ficou uns 3, 4 dias pensando se vai ou não vai, e eventualmente Hezbollah entrou e começou enchendo o saco, por um conflito que não tinha nada a ver com o Líbano. Mas o Hezbollah de dentro do Líbano começou jogando bombas em Israel, Israel teve que reagir, Líbano saiu gritando socorro, e como resultado a gente chegou onde a gente está no momento. Agora...

O que está acontecendo com respeito a isso? O Trump pediu, é óbvio para todo mundo, que o Hezbollah depende do Irã. Quer dizer que o Irã é a torneira do Hezbollah. Fechou a torneira no Irã, secou toda a água do Hezbollah. O Hezbollah morre, ok?

Tem outras maneiras também de destruir o Hezbollah. O principal deles é destruir o Líbano. Israel estava ameaçando fazer alguma coisa assim. De repente o Trump falou, não, peraí, eu acho que o que está acontecendo aqui no Irã vai trazer resultados, por favor, para o fogo lá no Líbano, com o Hezbollah. Israel aceitou. É muito óbvio. Israel aceitou por quê?

porque o Trump e Israel agora estão trabalhando junto, e isso está trazendo muitos benefícios para Israel, óbvio. O Trump é o cavalo que o governo Netanyahu está apostando. Israel pode fazer tudo sozinho, mas se fizer junto com o Trump, ganha legitimidade.

internacional e ganha, claro que é limitado, que não é que todo mundo gosta muito do Trump, mas ganha legitimidade, porque você tem o seu sócio em Estados Unidos e ganha poder de fogo, obviamente. Então, nesse momento, está acontecendo que dentro do Líbano está...

tendo uma tentativa, um processo de fazer algum acordo de paz com o Líbano, que o Líbano realmente vai permitir para o Israel tomar conta de Hezbollah e o Líbano vai participar nesse processo. Não vou entrar em muitos detalhes, só vou dizer assim, primeiro vale a pena prestar atenção para entender.

Porque Israel, mais ou menos, de dois em dois dias, está achando uns túneis imensos no sul do Líbano. Então, vale a pena, primeira coisa, abrir os olhos e entender, olha, isso é Líbano. Israel não teve nada com Líbano. Os caras ficaram lá 30 anos do mesmo jeito do Hamas. Então, aquela região...

Da faixa do sul do Líbano, eu passei um bom tempo naquela região, durante um tempo fui guarda-costas justamente naquela região, conheço, não sei se hoje eu ia conhecer, mas 30 anos atrás, conhecia todas as ruas lá, todas as cidades, não sei se alguém viu, mas tem uma cidade chamada Bintbel, Bintbel eu andava lá como se fosse a minha casa, eu conhecia tudo, obviamente meio oculto, em carros civis, faz press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press press

blindados, mas isso é outra história. O que eu quero dizer? Eu quero explicar que aquela faixa do sul do Líbano, na verdade, é como se fosse um pé cancerígeno de um corpo.

O corpo mesmo prefere que corta a ICP. O Líbano mesmo prefere que Israel ocupe aquela faixa. Porque o Líbano não ganha nada daquela faixa, só problemas. E quem se instalou lá é justamente o pessoal do Hezbollah, é os xiitas e as famílias deles. E infelizmente Israel vai ter que acabar com aquela faixa. Vai ter que destruir, do mesmo jeito que está destruindo a faixa de Gaza.

Israel está tentando deixar, tem alguns lugarzinhos, tem uma cidade chamada Mar de Ayun, que tem uma comunidade cristã, Israel está tentando que essa comunidade saia intocada, mas mesmo assim...

a faixa do sul do Líbano, Israel já está ocupando e não vai sair, e vai ocupar mais e mais, até mais ou menos ocupar uma faixa considerada barreira de segurança.

A mensagem é para o Líbano e para o Hezbollah. Hezbollah, para vocês, acabou a história. Líbano, vocês vão perder essa faixa, porque nós fizemos acordo com vocês, vocês não conseguiram tomar conta dessa faixa, nós vamos tomar essa faixa, e isso aí, para vocês, acabou, ok? Vocês não conseguiram, e o próprio Líbano está aceitando isso, está em processo de aceitar isso, ok?

Como resultado disso, a gente espera, e como resultado, está tendo umas conversas, se o Líbano vai mandar. Só para entender, o Líbano, Iraque e mais alguns países árabes têm lei, lei, ok? Há muitos anos, que um cidadão libanês, se ele for pego em qualquer lugar no mundo, entrando em contato,

com Israel ou com israelense e israelense. Quer dizer, se eu estiver tomando café na offner de jardins com um libanês, uma coisa que por acaso eu faço bastante, esse libanês pode ser processado e não é brincadeira. Tem até pena de morte por ter entrado em contato com israelense. Isso é lei, isso não está em disputa. Isso é lei no Líbano.

o que o Trump está querendo fazer, o que Israel está querendo fazer, querendo fazer Bar Mitzvah, cancelar esse tipo de lei, fazer uma festa, se não um acordo de paz entre Israel e Líbano, e com expectativa não que isso segure alguma coisa, mas que isso serve como uma base para uma coisa futura. Eu acho isso muito interessante, eu acho isso uma boa notícia.

Não é prometente no sentido de, opa, beleza, fizemos acordo, então agora a gente pode largar, está tudo certo, de jeito nenhum. Isso aí chamava acordos de Oslo, esses são os acordos que Israel fazia quando a esquerda estava no governo. Isso aí acabou, acabou, morreu, isso não vai ter mais no mundo. Israel fazendo acordos de fraqueza, ok? Que Israel está louco para pegar.

Quem entende o que estou falando agora? Tipo o quê? A esquerda queria que Israel fizesse para pegar os reféns? Ah, vamos parar a guerra, só me dar os reféns, estou desesperado, preciso dos reféns, sem os reféns, eu vou morrer. Não, não, não.

Nós vamos ocupar a faixa de segurança, vocês que vão se responsabilizar pela segurança, mas nós não vamos agir. Desculpa, nós não vamos parar de agir. Israel não vai parar de agir. E ao contrário, o Líbano vai aceitar que Israel tem o direito de agir em qualquer momento, sobre qualquer...

ameaça que está acontecendo dentro do território do Líbano em nossas palavras, o acordo de paz

que eu acho que pode ser, que vai eventualmente sair entre Israel e Líbano, vai ser um acordo de paz de um ponto de potência de Israel, ok? Israel vai aceitar fazer acordo de paz, Líbano vai parar com todas essas leis racistas que eles têm contra Israel, contra judeus, contra essas coisas aí, Líbano vai parar com isso, e Líbano vai falar, olha, eu quero...

realmente entrar no grupo de países que inclui Israel, inclui Emirados Árabes, inclui os Acordos de Abraão, inclui Estados Unidos. A gente quer isso. A gente não quer mais aquela influência francesa, a gente não quer mais influência iraniana.

A gente não quer mais o Hezbollah com liberdade de agir aonde quiser. Nós aceitamos intervenção israelense e americana e nós aceitamos que o Hezbollah não é mais bem-vindo no Líbano e é considerado um problema que tem que ser tratado e disso vai partir o acordo de paz. Então vale a pena prestar atenção nisso.

Esse podcast já está mais longo do que eu tinha imaginado, mas eu acho que deu para explicar algumas coisas, só para somar tudo.

O Oriente Médio está mudando. A gente viu agora a saída dos Emirados Árabes do OPEC. Isso é da Organização do Petróleo, para quem não entende. Isso era um grupo restrito de países árabes que era contra a vantagem americana.

A gente já está vendo países fora dos Emirados Árabes, dizem até que os Emirados Árabes têm, dizem não, está comprovado agora, tem bateria do Iron Dome israelense, com soldados israelenses dentro dos Emirados Árabes, protegendo os Emirados Árabes de ataques iranianos nesse momento.

O Oriente Médio está mudando, o Golfo Persa está mudando, Irã está mudando, Líbano está mudando. Já já a gente vai ter problema com Turquia.

Mas Turquia é islã sunita, é outra história, mas eu acho que é indisputível as coisas que estão acontecendo. Se o Irã já virou uma democracia liberal, legal, ainda não.

Isso não aconteceu ainda, isso é um processo que leva tempo. Mas o que eu queria mostrar hoje no podcast, que já tem mudanças verdadeiras, que não dá para disputar.

e que a bola está correndo para o lado certo, as coisas estão acontecendo para o lado muito positivo, e tem muito motivo para otimismo, então até o próximo, aproveita feriado, final de semana e tudo, cada um escuta, e espero que internalize isso, e quem sabe semana que vem eu faço mais um, ok? Até mais!

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