A Era do Julgamento: Você Está Pensando ou Só Reagindo?
Programa Caminhos da Consciência - Rádio Vibe Mundial 95.7FM
Inspirado nos ensinamentos de Jiddu Krishnamurti e Swami Vivekananda, neste programa conversamos sobre como estamos perdendo a capacidade de observar, compreender e pensar com clareza.
Newton Schultz
- Observação crítica sem alienaçãoInteligência humana e observação · Julgamentos sem conteúdo real · Aprofundamento antes do julgamento · Notícias falsas e interesses
- Caminho, verdade e vidaVerdade divina e busca empírica · Diferenciação cultural e religiosa · Esforço individual para ascender · Fonte criadora única
- Integração Lavoura-PecuáriaRevolução não violenta · Cultivo da integração e inteligência · Influência das vidas individuais · Gandhi e a não violência
- Natureza dos PensamentosPoder dos pensamentos · Palavras secundárias, pensamentos viajam · Ideias e arquétipos
- Conhecimento e AprendizadoFinalidade humana: conhecimento · Ego humano e prazer · Pão e circo · Evolução e entendimento
- Fraternidade e Amor ao PróximoFraternidade não falada, mas vivida · Atos cotidianos · Caridade e propaganda
Olá, queridos ouvintes da Vibe Mundial. Estamos aqui em mais um programa Caminhos da Consciência e Newton Schultz junto de vocês, vinte e poucos minutos aqui nas ondas da rádio. No programa de hoje eu trago dois pensadores como fiz na semana passada, só que agora eu saio da Grécia Antiga e venho para o Oriente. Pensamentos...
por que não dizer assim, mais atualizados, porque essas pessoas vieram depois de Sócrates e Platão, que conversamos a semana anterior. Nós vamos conversar sobre os pensamentos de quem? Jiddu Krishnamurti e Vivekananda.
Esses dois seres especialíssimos também eu tive de acordo com a minha possibilidade. Estudá-los, procurar compreender através de pequenas frases, fragmentos na verdade, onde através delas nós temos condições de refletir sobre muitas coisas que ocorrem.
principalmente em relação a nós. Então esses pensadores, eles trazem através da pureza da mente e do coração deles, não estou falando que eles tiveram vidas perfeitas no sentido e na avaliação humana.
Sempre todos temos as nossas falhas, os nossos desafios a serem vividos, e obviamente eles também. Mas eles chegaram a uma maturidade mental e emocional, que tudo que eles deixaram para a gente como legado, servem como guia, como luz para tudo que a gente vive nesse peso atual. Vamos iniciar?
Com este, um pouco mais novo do que o posterior, que será Vivekananda, vamos falar de Jiddu Krishnamurti, filósofo, escritor, orador, educador indiano, que nasceu em 1895.
Ele trouxe muitos ensinamentos que, inclusive, eu utilizo vários nos vídeos que eu gravo nas redes sociais e também aqui no programa da Rádio Vibe Mundial. Então eu vou colocar sempre a minha visão sujeita a erros e enganos.
Mas através do que eu procurarei trazer aqui para vocês, talvez possa servir de luz para alguma pessoa que esteja precisando de um caminho, sempre o sentido da reflexão. E isto está inclusive nos pensamentos ou nas frases que eu trouxe aqui para vocês. Vamos iniciar então com os de Dukrishnamurti, vamos pegar uma frase deles, na verdade algumas, mas vamos iniciar com essa.
Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente. Vou repetir. Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente. Será que ele estava falando diretamente da saúde física? Acredito que não. Ele quis trazer aqui o pensamento.
que todos nós que ficamos não adaptados à forma social que vivemos, estou podendo dizer até no sentido mundial, através dos sistemas atuais, seria mais essa parte da nossa própria alma não ficar adaptada a tantas injustiças, tantas coisas que acontecem, e não estou falando de agora. Eu vejo que como humanidade nós chegamos em um ponto,
que é o lado mais denso, por isso que as transformações através dos rigores, não estou concordando com algumas coisas que acontecem no sentido de ações, não levem por esse lado, mas nós chegamos em um momento que são necessárias determinadas atitudes para transformar.
Esta sociedade doente que o Jidu Krishnamurti já falava muito tempo atrás. E isso não é de agora, nem deste momento atual diretamente. O Jidu Krishnamurti, novamente, de 1895, o ano do seu nascimento.
Então ele já estava falando de coisas que nós, como humanidade, vivemos ininterruptamente. Tivemos tempos onde existia mais paz, mais fraternidade? Obviamente que sim, em alguns lugares, por que não? Quem sou eu para falar quais? Mas a gente sabe que isso é possível. Mas quando a gente se refere à sociedade no sentido mundial, não estar adaptado a ela é absolutamente normal.
Então, quando uma pessoa se lança, que é a doença citada por Jidu Krishnamurti, quando ela se adapta demais a um sistema tão complicado e desafiador que vivemos, vou colocar essas palavras novamente, fraternidade, igualdade, justiça.
Quando nós nos adaptamos demais a isso, é sinal que é complicado, é sinal de não termos a nossa saúde mental e coracional sintonizadas com os verdadeiros valores que nós temos que trabalhar na nossa evolução. Matizados por essas palavras que eu falei, que é muito fácil falar, mas viver isso é muito difícil no momento atual. Então, novamente a frase, não é sinal de saúde.
Para mim, Newton Schultz, colocando a minha visão, sempre sujeita a erros e enganos, principalmente a saúde psíquica, mente, coração, a nossa alma de uma forma geral. Não é sinal de saúde estar adaptado a uma sociedade doente. Então, quando ele lança este pensamento...
Ele vê que fica praticamente difícil, por isso que a gente vê tantas pessoas duelando com palavras, com pensamentos, e normalmente não é no sentido construtivo, é no sentido de procurar diminuir ou procurar colocar os erros dos outros de uma forma extremamente apontada através da nossa razão.
dos nossos valores doentes de alma, e nós não apresentamos caminhos, não apresentamos reflexões. É a falta da fraternidade. A partir do momento, é aí que eu vejo uma adaptabilidade, onde a sociedade não se torna tão doente. A partir do momento...
que a gente começa a sugerir de uma forma ponderada caminhos e reflexões, onde a gente observar o erro, aí aquela pessoa que, segundo a visão daquele que observa,
está errando, ela percebe que o outro não vem para criticar no sentido destrutivo, no sentido de diminuir, vem criticar no sentido de demonstrar caminhos que mais se adequam à própria evolução em relação ao erro que aquela pessoa está comentando. Esta é a fraternidade colocada de uma forma real.
Então, a partir do momento que a gente começa a integrar todos esses pensamentos desses grandes seres, que, óbvio, quando nós fazemos uma reflexão como esta que eu estou trazendo, a gente pode colocar todo e qualquer ser que a gente considere especial na forma de passar os seus ensinamentos. Então, para mim, Jiddu Krishnamurti apontou isso de uma forma bem clara.
que representa diretamente esta falta de adaptabilidade, agora coloco como uma realidade puramente atual e uma sociedade doente, onde os verdadeiros valores estão invertidos, e os seres humanos, em vez de trabalhar a fraternidade na troca de pensamentos e sentimentos, normalmente não coloco como uma regra para todos, estou falando de uma forma geral.
A gente percebe que normalmente é só você observar comentários em redes sociais, etc., em relação a algo que seja, vamos supor, mais delicado de se falar. Então a gente percebe que não existe isso, que não existe pontos colocados para que existam novas reflexões, para que o pensamento conjunto chegue numa solução que seja boa para todos.
Normalmente é o lado mais egoísta, é o lado colocado como outro está errado, aí vem aquela crítica pesada, dura. Eu acredito que isto é uma sociedade doente. E como a gente vê isso de uma forma...
clara na atualidade. Então este primeiro ensinamento vem como um alerta. Eu falo aqui, parece que eu sei tudo ou que eu sou perfeito. Muito pelo contrário. Eu procuro praticar de acordo com a minha possibilidade. A fraternidade tem que ser vivida nesses pequenos atos, nessas pequenas trocas. Aí a gente começa a curar uma sociedade que infelizmente está doente.
Como disse também, é minha visão sujeita a erros e enganos. Muitas pessoas podem discordar. Não só podem como devem, mas que apresentem pensamentos que não sejam destrutivos ou críticos no sentido de não agregar nada. Vamos seguir em frente. Mais um pensamento de Jiddu Krishnamurti.
A forma mais elevada da inteligência humana é a capacidade de observar sem julgar. Olha como tem tudo a ver com o que nós desenvolvemos até agora. Vou repetir. A forma mais elevada da inteligência humana é a capacidade de observar sem julgar.
Então é exatamente uma continuidade da nossa reflexão anterior. Quantos julgamentos, com aquela observação que eu já trouxe aqui, é uma coisa que realmente, vamos dizer assim, ela me aflige muito quando eu vejo, são os julgamentos sem um conteúdo real.
Então não está sendo a forma mais elevada da inteligência humana, que é adquirir um conteúdo antes de julgar. Então é aquela observação que a gente pode ter, que de repente a gente vê, a gente observa algo que a gente não concorda, então vamos observar, vamos ver o que existe por trás desse pensamento.
Vamos nos aprofundar mais antes de eu colocar o julgamento de uma forma direta? E eu não conheço, ou na verdade desconheço, e olha a palavra, ignoro o verdadeiro pensamento que está sendo colocado para mim, e que eu estou julgando sem ter um conteúdo real do que ele representa. Quantas verdades são meias verdades?
O quanto precisamos estudar o princípio da polaridade, que sempre onde existe trevas, existe luz, onde existe ignorância, existe sabedoria, seriam duas realidades que na verdade pertencem ao mesmo eixo de força ou vibração.
Só que quando estas realidades ficam presas nos seus extremos, existe tudo, menos a verdade que vai auxiliar todos. É aí que reside exatamente o que eu falei, essa força do julgamento, como disse Jiddu Krishnamurti, sem...
plena observação. Quantas notícias falsas, quantas coisas são colocadas por interesses, e a gente percebe que as pessoas que observam isso de uma forma extremamente...
rápida, sem analisar, sem pensar, sem ver se existe um real conteúdo que eu possa trocar, olha como se liga diretamente ao pensamento anterior. Sem a fraternidade presente no meu coração, eu já lanço um julgamento e aí eu faço tudo, menos trabalhar a mais elevada parte da inteligência humana. Agora...
Após essa nossa troca de ideias, retornemos para esse pensamento. Fecho lendo ele novamente, Jiddu Krishnamurti. A forma mais elevada da inteligência humana é a capacidade de observar sem julgar. Agora novamente eu lanço, sendo que é uma realidade que a gente vive na atualidade.
quando a gente está focado ali nas redes sociais, todo mundo normalmente vai nos comentários para ver o que os outros estão falando. E aí cria um eixo energético em relação ao que foi falado, é imantado algo diretamente em mim e eu expresso, eu tenho voz, eu tenho a possibilidade de colocar e muitas vezes eu observei pouco.
Estou julgando, estou colocando, estou apoiando algo que poderia ser uma, vamos dizer assim, uma forma de ver o pensamento que foi ali colocado de uma forma um pouco mais solta, de uma forma mais fraterna, para ver até onde existe o real ponto de acréscimo daquele que colocou algo para que todos pudessem julgar.
Agora vamos continuar com os pensamentos. Vamos colocar mais um pensamento do Jidu Krishnamurti. A verdade não pode ser trazida para baixo.
É o indivíduo que deve fazer o esforço de ascender até ela. Vamos lá, novamente. A verdade não pode ser trazida para baixo. O que para mim Jidu quis dizer? Nós falamos de deuses, de anjos, de mestres, de mentores, filosofias, de iniciações, disso e daquilo. Isso representa essa verdade que nós estamos cultuando.
que muitas vezes ela não pode ser trazida para baixo quando nós começamos a dar forma, e entra em convergência com o que eu falei anteriormente, onde a gente não tem a capacidade de observar sem o julgamento, esse caminho serve, isto é verdade para mim, este não serve, nós estamos procurando trazer essa verdade ou essa origem divina que até os mais céticos.
através da própria ciência, procuram chegar na partícula de Deus e de uma forma empírica, colocando no sentido de provar cientificamente algo que está sendo buscado. Esta realidade que nós queremos trazer para baixo não é possível a partir do momento que a gente trabalha os atributos anteriores, o julgamento, minha religião serve, a sua não.
Ah, esse pensador que você segue, ou influenciador, como falamos na atualidade, ele não serve para mim por causa disso, disso, disso, disso e daquele. Então nós estamos julgando e estamos trabalhando para ter uma sociedade cada vez mais doente.
Novamente digo, para mim, Newton Schultz, isso é falta de fraternidade, de observação, e procuramos com a nossa inteligência trabalhar as frequências mais densas e não as elevadas. Observem o que seria, para mim, essa verdade que não pode ser trazida para baixo. Agora vem o complemento da frase.
É o indivíduo que deve fazer o esforço de ascender a ela. Aí são os nossos atributos de alma. Olha como eu me apoio nos ensinamentos anteriores. Trabalhando com fraternidade e observação e a nossa inteligência.
procurando estar numa frequência mais elevada, que a gente, através do esforço e principalmente num contexto de era, onde a força coletiva é a principal, nós podemos acender juntos a verdade. Então ela não pode ser trazida para baixo.
Porque fica impossível, através de todas essas diferenciações, que existem em todos os sentidos culturais, mentais, emocionais, filosóficos, religiosos, onde as pessoas colocam que os seus caminhos são certos e as escolhas dos outros são erróneas.
Então é uma realidade que trazer isso para baixo fica impossível, sendo que ela é colocada em uma sociedade doente. A partir do momento que existe a possibilidade da ligação com essa verdade, que é a verdade única para todos, que é a fonte criadora que, como eu citei,
Até a ciência quer chegar a ela, obviamente, e lança-se sondas e vai visitar Lua, e isso e aquilo para procurar a razão de tudo. Mas se nós não estamos preparados, são meios que muitas vezes não são os verdadeiros, onde nós temos que, através da nossa consciência e do nosso trabalho embaixo,
procurar se conectar a essa realidade de cima. Então é de baixo para cima. É a nossa elevação, é a nossa força pessoal, que seja qual for o caminho que você siga, você vai chegar a uma fonte única e verdadeira, que nós humanos temos o hábito, mas isso tem o seu porquê, obviamente, basta refletir.
Nós temos roupagens que nós colocamos, transformando isso em religiões, em cultos e etc. E muitas vezes nem entendemos direito ao qual estamos ligados. Então é muito interessante. Agora, o último pensamento do Jiddu Krishnamurti, vamos entrar no Vivekananda. A verdadeira revolução não é a revolução violenta. Olha o alerta.
mas a que se realiza pelo cultivo da integração e da inteligência de entes humanos, os quais, pela influência de suas vidas, promoverão gradualmente radicais transformações na sociedade. Olha que bacana isso, olha o alerta do Jidu. A verdadeira revolução não é a revolução violenta. Lembrem de Gandhi.
que junto de toda a população da Índia, toda no sentido de figurar o que representou a força do seu pensamento da não violência, fez com que Winston Churchill se dobrasse a ele e nós tivemos toda aquela parte da Índia.
se livrando dos grilhões que sufocavam a própria revolução. Muito interessante. Não estou aqui, lembrando novamente para quem muitas vezes está pegando este conhecimento aqui, passada na rádio agora, não estou falando aqui que estes seres, eles não tinham seus desafios humanos. E o que eu digo, realmente que sim, é que as pessoas julgam,
e acabam ficando diretamente nesses julgamentos, de repente uma frase que leu na internet e não procuram, assim como eu estou tentando fazer aqui agora, conversar, dialogar em relação a todo esse pensamento. Então é o cultivo da integração e da inteligência de entes humanos. Todos temos um propósito aqui. Então é necessário essa integração, principalmente em um momento de nova era, onde o coletivo vale.
Para mim foi isso que o Jidu quis dizer. Agora o Vivekananda, o principal discípulo de Ramakrishna, fantástico esse ser também, poderia trazê-lo aqui, mas vamos falar sobre o Vivekananda, que nasceu em 1863, também na Índia. O homem não tem por finalidade o prazer, mas sim o conhecimento.
Muitas pessoas podem falar, pô, você falou um pouquinho do Vivekananda, mas é que as frases que ele deixou casam completamente com tudo o que a gente falou do Jidu Krishnamurti. Vivekananda, um pouco mais velho que o Jidu, ele em 1863 e o Jidu em 1895, poucos anos. Mas, novamente, o homem não tem por finalidade o prazer, mas sim o conhecimento. Ou seja, a partir do momento...
que a gente só fica preso nos prazeres que o nosso ego necessita, o ego no sentido puramente humano, e a gente não tem o conhecimento real do porquê estamos querendo viver esse prazer, é o famoso pão e circo, onde a gente se diverte com pequenas coisas e a gente esquece o principal, que é o entendimento da nossa evolução, vou colocar dessa forma, para depois...
depois a gente procurar o prazer e não colocar ele anteriormente ao real sentido de obter conhecimento. Agora olha que lindo também, Vivekananda, somos o que nossos pensamentos fizeram de nós, portanto tome cuidado com o que você pensa, as palavras são secundárias, os pensamentos vivem e viajam longe.
Olha que interessantíssimo isso. O nosso pensar tem tudo a ver com esse conhecimento que ele citou como prioridade antes do prazer. Que se nós começarmos a cultuar esse conhecimento, os nossos pensamentos podem viajar longe, como ideias, como arquétipos.
como estamos fazendo com os pensamentos desses grandes seres que eu estou trazendo aqui nesse programa, e também trouxe no anterior, Platão e Sócrates. Então, isso é fundamental em relação ao momento atual, de uma informação tão rápida que é passada e as verdades...
que têm que ser sublimadas de baixo para cima, ficam num patamar muito raso. E fechando o programa, o que Vivekananda disse, que fecha integralmente com o propósito deste programa. Quem realmente sente a fraternidade não fala.
Faz e vive. Olha que fantástico isso. E esse faz e vive, que viver Kananda diz, é no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, no nosso trabalho, com a nossa família, com as pessoas que se aproximam de nós, em todos os pontos. Não é efetuar uma caridade, fazer uma tremenda propaganda em relação a ela?
que na verdade fraternidade é a última coisa que existe aí. Acredito que muitos entenderam a mensagem que eu quis trazer com esses dois seres fantásticos de Dukrishnamurti Vivekananda.
Então, de mente e coração, eu espero ter agregado algo de valor no caminho de vocês. Me despeço aqui fraternalmente e, como sempre falo, que os Budas da Era de Aquário estejam em sintonia conosco com o Brasil e com o mundo. E eles estão. Até o próximo programa.