Dia Mundial do Lúpus
Você já ouviu falar do Lúpus? Sabe o que é?🤔
Nesse Dia Mundial do Lúpus, nós vamos te contar os sintomas, os tipos de Lúpus, como é feito o diagnóstico e o tratamento💜🎗
Ficou curioso? Vem ouvir esse episódio!🎙
Lembrando que sempre tem um post explicativo e ilustrado sobre o tema lá no nosso Instagram: @tanahoradetomaroremedio
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- Sintomas do LúpusFadiga intensa · Febre · Dor nas articulações · Rigidez muscular · Inchaço · Sintomas no sistema nervoso · Sintomas pulmonares · Sintomas na pele
- Inflamação e Doenças InflamatóriasDoença autoimune · Sistema imunológico atacando tecidos saudáveis · Inflamação em várias partes do organismo · Doenças autoimunes relacionadas
- Tipos de LúpusLúpus eritematoso sistêmico · Lúpus discoide · Lúpus induzido por drogas · Lúpus neonatal
- Diagnostico do LupusDificuldade de diagnóstico · Sintomas que se confundem com outras doenças · Ausência de teste único confirmatório · Conjunto de fatores para diagnóstico · Exame de sangue · Exame de urina · Avaliação clínica
- Tratamento do LúpusTratamento individualizado · Controle dos sintomas · Melhora da qualidade de vida · Prevenção de crises
- Complicações do LúpusFalência renal · Problemas no cérebro · Aumento do risco de infarto · Dificuldade de respirar
- LúpusPredisposição genética · Fatores ambientais · Infecções · Exposição ao sol · Estresse · Uso de medicamentos
- Dia Mundial do Lúpus
Você sabia que existe uma doença em que o próprio corpo começa a se atacar e muitas pessoas passam anos até receber o diagnóstico? E mais, ela pode afetar desde a pele até órgãos como o rim, o pulmão.
E até o cérebro, mas ainda é muito pouco falado. Hoje nós vamos falar sobre o lúpus, uma doença autoimune que precisa ser mais conhecida, principalmente para um diagnóstico precoce. E também para combater vários preconceitos que ainda existem. Eu sou a Lívia. Eu sou a Camila. E tá na hora do podcast.
Para começarmos, o que é o lúpus? O lúpus é uma doença inflamatória autoimune. E o que isso vai significar? Que o nosso próprio sistema imunológico, que deveria proteger o nosso corpo, começa a atacar tecidos saudáveis, por exemplo.
Ou seja, o corpo perde a noção do que é inimigo e o que é ele mesmo. Exatamente, e isso pode gerar inflamação em várias partes do organismo. E dependendo da pessoa, isso pode ser mais leve ou mais grave, né? Sim, tem vários casos que afetam mais a pele e as articulações, por exemplo. Mas também pode atingir órgãos internos importantes, como o rim, como o coração. E o lúpus não é a única doença autoimune existente.
Não mesmo. Existem várias, como artrite reumatoide, diabetes tipo 1, e todas têm esse mesmo mecanismo de atacar o próprio corpo. E o que causa isso? Ainda não se sabe exatamente, mas a teoria mais aceita envolve predisposições genéticas junto com fatores ambientais externos. Fatores ambientais? Tipo o quê? Infecções, exposição ao sol, estresse.
a usar medicamentos. Tudo isso pode desencadear ou piorar a doença. E é importante reforçar, essas são doenças crônicas. Isso, não tem cura, mas tem tratamento e controle. Agora vamos falar sobre os tipos de lúpus, porque isso confunde muita gente. Sim, porque não existe apenas um tipo. E qual é o mais comum? O lúpus eritematoso sistêmico, que é o mais conhecido, ele pode afetar vários órgãos do nosso corpo.
E ele pode variar bastante, né? Muito. Tem pessoas com sintomas leves e outras com vários sintomas mais graves. E tem o lúpus que fica só na pele também. Esse é o lúpus discoide. Ele causa lesões na pele, geralmente no rosto, no couro cabeludo ou na nuca.
E ele pode evoluir para a forma sistêmica? Em alguns casos, sim. E tem também aqueles relacionados a medicamentos. Sim, esse é o lupus induzido por drogas. Ele aparece por causa de algumas substâncias, mas costuma desaparecer quando o medicamento é suspenso, por exemplo.
E tem um tipo mais raro, né? O lúpus neonatal, que pode afetar bebês de mães com lúpus, mas geralmente ele é temporário. Agora o mais importante, quais são os sintomas da lúpus? E aqui já começa uma dificuldade no diagnóstico.
Porque não existe um padrão, né? Exato. Os sintomas variam muito de pessoa para pessoa. Mas com certeza tem alguns mais comuns. Quais são? Sim, fadiga intensa, febre, dor nas articulações, rigidez muscular e inchaço.
E também tem sintomas mais específicos, dependendo do órgão afetado. Por exemplo, no sistema nervoso pode causar dor de cabeça, convulsão e alteração de comportamento. E no pulmão? Pode dar falta de ar e até tosse com sangue.
E na pele? Na pele nós vemos lesões, manchas e até aquele fenômeno que os dedos mudam de cor no frio. Uma coisa importante é que esses sintomas vêm em crises. Isso. Eles podem aparecer, piorar e depois melhorar por um tempo. Então por que é tão difícil diagnosticar o lúpus? Porque os sintomas se confundem com várias outras doenças.
E existe algum exame específico para diagnosticar? Não, não existe o único teste que confirme sozinho. Então como é que é feito? Com um conjunto de fatores, como exame de sangue, urina, avaliação clínica.
Ou seja, é uma investigação mesmo. Total. E é por isso que muitas pessoas demoram para ter o seu diagnóstico. E depois do diagnóstico, qual é o tratamento? O tratamento normalmente é individualizado, vai depender da gravidade e dos órgãos afetados. Mas tem um ponto importante. Sim, o lúpus não tem cura.
Mas tem controle. Isso. O objetivo é controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. E evitar as crises. Isso. Exatamente. E o que pode acontecer se não tratar? Aí o problema fica sério. Quais são as principais complicações? Nos rins, pode levar à falência renal. E no cérebro? Pode causar confusão mental, convulsões e até um possível AVC.
E também afeta o coração, né? Sim, pode aumentar o risco de infarto. Os pulmões também são afetados, né? Sim, com inflamações que causam dor e dificuldade de respirar. Ou seja, não é uma doença simples. De forma nenhuma. E pra que foi criado o Dia Mundial do Lúpus, dia 10 de maio? Para conscientizar as pessoas sobre uma doença tão importante.
Porque ainda tem muita desinformação. Muito mesmo, e isso atrasa diagnóstico e tratamento. Além disso, tem a questão do preconceito. Sim, como muitas vezes a doença não é visível, as pessoas acabam invalidando os sintomas. E isso pesa muito para o paciente. Então, se tem uma coisa que queremos deixar nesse episódio, é que informação salva. E pode fazer toda a diferença na vida de quem tem lúpus.
Se você conhece alguém que convive com essa doença, escute, acolha e respeite. E se você tem sintomas, procure atendimento médico. E não se esqueça de compartilhar esse episódio pra mais gente entender sobre o assunto. Segue a gente lá no Instagram, arroba, tá na hora de tomar o remédio. E lembre-se, tá na hora do podcast.