#179 - uma descontraída desconstrução
Petição pela descriminalização das chamadas telefónicas de mãos ocupadas, no momento da condução.
- PSG na Champions LeagueErros defensivos no futebol · Evolução do futebol
- Descriminalização de chamadas
- Humor e Comédia
- Convívio com Kiko
- Aniversário da Rafa
Olha, olha, se não são eles Dia 1º de Maio Dia dedicado a vocês, seus malandros Que não fazem nenhum E sorte sorte
que manducam sem trabocar. Estou na minha casa. Acordei agora de uma cesta. Por acaso não sei se a Rafa dormiu, mas é possível. Aquela deitada para não adormecer... muito raro. Mas eu estava ali... Cheguei do treino...
Estava com aquela moleza, leitei-me ali um bocadinho no sofá, me tinha uma ver uma série e tchau. Só que o que era para ser uma cesta de meia hora, para depois gravar o podcast, tornou-se numa cesta de duas horas, duas horas e qualquer coisa. Estava ali sozinho, depois veio a Rafa, ficámos ali em Conchinha, pronto.
Lá se foi a tarde, neste momento vim de Paz 9 a gravar um podcast. A Rafa saiu entretanto para ir aspirar o carro, aproveitar os últimos resquícios de luz solar. E é isso, depois é jantar e amanhã temos a última dança desta época. Desta época dura, desta época negra, que coletivamente até correu relativamente bem, mas que individualmente vocês já sabem o descalabro que foi.
Começamos aqui com um pequeno tópico. Eu acho que as multas por chamadas ao telemóvel, mas chamadas com o telemóvel mesmo no ouvido, à antiga, sem ser kits mãos livres e bluetooth e assim, a chamada típica de ligam-os, vocês pegam no telemóvel e estão a falar no ouvido, acho que têm que ser descriminalizadas.
Porque já existem tantas coisas piores e o nosso cérebro já está tão habituado a multitasking mais exigentes que ter um telemóvel ao ouvido e olhar para a estrada já dá. Já dá. Já não justifica pessoas serem multadas por causa disso. Se há pessoas que estão em scroll de Insta e TikTok na sorte sorte sorte sorte que sorte sorte
Se há pessoas que vão pesquisar coisas, estão a falar com inteligências artificiais. Se há pessoas que estão a ver podcasts, vídeos, estão a olhar para o vídeo, em línguas que não são as maternas, malta, temos que começar a quebrar, não é? Imagina, ok, as pessoas não devem, mas os nossos cérebros já evoluíram. E como já evoluíram, já dá.
Então aqui o telemóvelzinho aqui no ouvido. Ou mesmo isto, estamos a falar sempre para os pobres que não têm carros com bluetooth e cenas. Têm que usar o telemóvel antigo. Ou o telemóvel ao ouvido ou o telemóvel em alta voz. Aqui, aquele em alta voz aqui. E vocês estão a olhar para a estrada tranquilos. E vão falar e vão concentrados.
Não se deve fazer, mas descriminalizar. Um pouco como fizemos em Portugal no início do século com a descriminalização das drogas. Acho que é quase a mesma coisa. Avançando, malta. Posso falar aqui de mais dois assuntos da semana, mais pessoais, e depois passamos para o tema filosófico do dia.
Amanhã a Rafa faz anos, dia 2 de maio, 28 aninhos de idade, muito bonitos. E eu ontem vim de Débora, cheguei a Lisboa, duas e tal, tinha combinado com o Kiko um convívio, um date, à tarde, 4, 4 e meia, então tinha ali um tempinho para matar.
Passei numa loja de festas e de festas, de balões, de cenas, para comprar algumas coisas aqui para casa, para a festa. Andei lá a ver. É assim, não posso dizer já o que comprei porque a Rafa ainda não sabe e é possível que ela ouça isto antes de amanhã. Então, comprei alguns artigos e um desses artigos foi um balão em formato de R.
Comprei, levo as minhas cenas para a caixa e o senhor diz-me, olha, não quer estes balões vão assim ou quer encher? Um hélio. E eu, pois, não sei bem. O R pode encher. Ele é? Sim, sim, os outros ficam assim, mas o R encha. Ok, vou passar à minha colega. Ele passa o balão à senhora, a senhora tem lá aquelas máquinas para encher balões a hélio, começa a encher e quando eu vejo o balão a ganhar forma, o balão era gigante.
Era um R gigante. Dourado. E eu comecei a pensar. O que é que eu faço com isto? Porque eu nem vou já para casa. Estou nas laranjeiras. Ainda vou para o Oriente. Para ir ter com o Kiko. E depois ainda tenho que ir para o Mãe Martins. Para a minha casa. E vou ter que andar com este balão. Para a frente e para trás. Estamos a falar de um R de... Assim, o traço reto do R. Tem, não sei. Talvez...
70 a 80 centímetros e é um balão muito grande este balão tive que o levar para o picante naturalmente, não ia andar com o balão a pé e depois surgiram aqui algumas questões primeira eu quando era pequeno quis fazer uma festa temática do Homem-Aranha e a minha mãe comprou-me um balão eu andei lá, ei a mãe vá lá, compra lá não sei o que, aquele choradinho de puto sim, sim
Era uma festa que ia juntar os meus amigos da escola, os meus primos, a minha família. Estava todo chitado. E pedi à minha mãe um balão a hélio do Spider-Man especial. E o balão era caro. Estes balões são caros. E encher a hélio torna os balões ainda mais caros. Mas a minha mãe lá se deu ao pedido, comprou-me o balão e à saída... Quer dizer, não, à saída correu tudo bem. Pegámos no balão, carro...
Chegamos a casa. Quando chegamos a casa, carro estacionado, eu pego no balão. E a minha mãe diz-me, Mauro, não queres que eu pegue no balão? Atenção! É que o balão é de hélio. Mesmo que não fosse, é difícil. Agora, de hélio, esquece. Não, mãe, eu estou a segurar bem, eu estou a segurar bem. Já sabe onde é que isto vai parar. Estou a segurar bem, saio. Eram 10 metros do carro até à porta do prédio. Eu saio.
E esta é chamada Core Memory.
eu olhar para o balão a subir com aquela cara de autogol a minha mãe... a minha mãe foi fixe, eu lembro-me que a minha mãe não me disse aquele do pronto, já sabia, bababá não, foi tipo... olha, pronto, mano foi tipo este tipo, pena, não te vou comprar o balão, né? mas é o quê? resta-te olhar para o balão e vê-lo a sobrevoar os céus do forte a casa
Então, quando eu saí de ambiente seguro e estava na rua, estava sempre a pensar, Mauro, segura bem neste balão. Este não vai voar. Anda lá. Anda lá. Segura. E eu a segurar, depois chega ao carro, segundo problema. O senhor diz-me, olha, tenha atenção, o balão não pode apanhar sol, nem pode estar em ambientes muito quentes, senão existe o risco dele rebentar.
Ontem estava um calor parvo. Este tempo que já temos vindo a ver. Um dia está dia de praia, um dia está dia de chuva. Então eu tive que arranjar ali mecânicas para pôr o balão para ele não apanhar muito sol. Só que é difícil pensar em grandes estratégias quando o balão ocupa a traseira toda do picante. Não consegui pô-lo na mala porque a mala do picante é muito pequena. Só serve mesmo para o Kiko.
E a traseira, os bancos de trás, era o balão. E um balão a hélio gosta sempre de estar lá em cima. Então eu a conduzir não via nada, né? Espelho retrovisor, o central, não via nada lá para trás. E era o balão sempre ali, taca-taca, vai para cima, vai para baixo, vai para a esquerda. Foi uma guerra. E depois é pensar nas pessoas que estão a ver-me a conduzir em plena Lisboa, plena segunda circular, com um R gigante dourado no carro.
foi giro, correu tudo bem e o R está aqui em casa, estou a olhar para ele, muito giro ontem à noite vim, trouxe... eu tinha passado na casa da minha mãe trouxe uns livros, portanto vim encarregado então deixei o... o balão no carro subo, trago as coisas, dou um beijinho à Rafa entretanto digo-lhe baby, vou só buscar mais uma cena lá ao carro vais buscar o quê? vou só buscar, espera aí ok
Vou, novamente, flashbacks, Mauro, segura bem no balão, chego, e a Rafa fica tipo, o que é que é isto? O que é que é isto? Que anormalidade é esta? Que balão é este? Mas é um balão que está aqui giro. Está muito giro. Depois posso tirar uma foto e meter por aí. Ou não?
Fazendo aqui a segue-ei. Date com o Kiko. Adorei. Parámos ali no Parque das Nações. Conversa muito boa, muito produtiva. Falámos sobre quase tudo o que dá para falar. Falámos sobre estética, política, linguística, amizades, relações, emigrar ou não emigrar.
trabalho, a relação entre trabalho e fazermos aquilo que gostamos, a relação entre valores morais e a empresa para a qual estamos a trabalhar, falámos sobre sonhos, falámos sobre questões sociais, falámos sobre crescimento da direita, falámos sobre o estado da nação, falámos sobre muita coisa, foi muito giro, adorei, temos que fazer mais.
E é boeda giro pensar que ontem foi a primeira vez que eu e um amigo meu de infância tivemos um tempo e espaço um para um. Nunca tinha acontecido. Estarmos os dois só a falar. Parece ser uma cena boeda simples, mas nunca tinha acontecido. Porque sempre que estávamos juntos, estávamos sempre com mais gente. Vamos passar agora para o 5-4. PSG Bayern.
Eu não vi o jogo, tenho muita pena, ainda não consegui ver o jogo depois em repetição. Não vi o jogo, estava numa festa de anos, não consegui. Jogasse, obviamente, jogasse, golos, duas equipas a atacar incessantemente, um dos melhores jogos de sempre, numa meia-final da Champions, lindo. O que é que surgiu daqui de interessante para falar, a meu ver? Surgiram aqui duas escolas de pensamento.
A primeira escola, e acho que a mais dominante, foi. Lindo, o futebol está de volta, é isto que o futebol tem que ser. Duas equipas a atacar e a chegar rápido à baliza adversária. Sem muita posse de bola, sem critério, sem perder tempo. Com os jogadores...
os craques a fazerem a diferença e a bola a estar muito tempo nos pés dos jogadores que têm maior qualidade e têm mais capacidade para desequilibrar o jogo. Jogo lindo, melhor jogo de Champions, é isto, o futebol tem que ser isto, o futebol nos últimos anos tem se tornado muito chato, tal, temos esta, né? E depois, assim no...
No lado contrário, nos anti... naqueles mais alternativos, o pensamento mais alternativo, tivemos também, de algumas pessoas também muito influentes no futebol,
Sim, foi giro 5-4, mas um 5-4 numa meia-final da Champions. Como foi? Significa que existiram muitos erros defensivos, as equipas facilitaram em lances que não podem facilitar. Num futebol deste nível não podem existir tantos erros, tanta balbúrdia, tanta confusão. Tem que existir mais coesão tática.
mais sobriedade, temos que... Calma, isto não é assim. Futebol não é assim, quatro, seis... Tivemos estas duas visões deste jogo. E acho que é gira analisar quando um jogo nos mete a pensar a um nível mais filosófico aquilo que é o futebol e aquilo que se tem tornado o nosso desporto querido rei. O que é que eu acho?
Eu acho que eu concordo com a visão do erros táticos e assim, mas não interessa. Imagina, erros existem sempre e como existem sempre erros, é mais fixe que seja assim. 5-4, o gole é da golos. O gole é a melhor parte do futebol. Então, um 5-4 com duas grandes equipas
Um choque entre titãs. Acho que é sempre mais fixe do que... Aí é um zero, um jogo super tático. E esta equipa está perfeitamente encaixada na outra. Mas andamos ali num puzzle, num xadrez que não dá em nada. Não há remates à baliza, não há fintas, não há... O que é que isso interessa? Se é só... Batarmos ali os eruditos do futebol. Isso não interessa. Bola é golo. Bola é espaço. É finta. É... Bora lá.
Eu ia dizer aqui alguma coisa e perdi-me. Perdi-me, perdi-me, perdi-me. Não sei agora. Não sei. Táticas, golos... Bom, bom, bom. Pronto, mas é isto. É isto. Surgiram estas duas... Estas duas... Ah! O futebol tem vindo a evoluir como é natural. Ao longo das décadas...
O futebol vai evoluindo. Se vocês forem ver, e eu acho que já falei aqui há alguns tempos sobre isto, se vocês forem ver o futebol dos anos 2000, não havia saídas de jogo desde trás. Era muito raro. Era muito raro a equipa que saía do guarda-redes para o central, vai lateral, depois o guarda-redes já está a fazer uma linha de 3 ou de 4 com os centrais, e toca, e vai ao meio-campo, vai à esquerda, e vai à direita. Não havia isto.
Quem democratizou este pensamento da posse de bola, a posse de bola, a posse de bola, foi o Guardiola. Ele começou em 2009, acho eu, no Barça. 8-9, mas sendo assim.
E depois a partir daí, com o sucesso todo que ele teve, este pensamento generalizou-se para um futebol. E que depois é engraçado ver equipas que querem porque é o Guardiola, mas não têm jogadores com essas características, então esta posse de bola torna-se um bocado inocu, eles andam ali, fazem 30 passos, não chegam à baliza, acabam por perder a bola, a outra equipa numa transição, golo, acabou o jogo.
e é isso é uma cena fixe, o tiki-taka é lindo mas para equipas que o consigam aplicar
Para outras, há outras formas de chegar à baliza. Há outras formas. E nos anos 2000, a bola chegava ao central e o central, toma. Central, ponta de lança, ganhar ali uma bolinha e depois aí os mágicos jogavam. O que é que aconteceu com esta evolução? E esta digitalização e a revolução dos dados no futebol, a revolução da tecnologia?
O nível está muito mais homogéneo entre uma equipa de topo e uma equipa que está ali, que não é de topo, mas está ali num segundo, terceiro escalão, dentro, obviamente, de primeiras ligas. O que aconteceu?
Há muito mais informação, as equipas estudam-se muito mais, encaixam muito mais uma na outra, o espaço é muito mais reduzido, por isso para um jogador conseguir desequilibrar ali naqueles últimos 20-30 metros tem que ser algo fora do normal e é mesmo muito difícil, porque mesmo que ele saia no dribble de um aparece logo outro jogador, é muito difícil. O jogo tornou-se mais físico, mais intenso. Ai, bateria fraca, tenho que ir buscar o carregador.
Não é a questão dos jogadores correrem mais, mas correm mais à alta intensidade. Correndo mais à alta intensidade, perdem um bocado de frescura mental para desequilibrar. E muitos craques, os chamados Dezzi, os desequilibradores, os treco-artistas...
que andavam ali a meter nojo, mas depois quando recebiam a bola era perfume para todo o lado, era cuecas, era cabritos, era lambretas, era tomates fora da área, picadas. Esses jogadores perderam espaço ao longo do tempo. Porque chegou um jogador que não era assim tão técnico, mas era técnico a um nível que é B, era muito intenso, cumpria taticamente com quase tudo e tornou-se mais efetivo no futebol de hoje. Então...
Tem havido esta evolução ou esta mudança, que nem sempre é boa. Por um lado é muito boa porque agora o futebol está mesmo no detalhe. É ali mesmo as equipas sabem tudo uma da outra e têm análise em tempo real de vídeo, de AI, de tudo e mais alguma coisa. Mas por outro, aquela magia, aquele futebol mais parecido com o futebol de rua, tem-se perdido.
O futebol de Champions tem sido cada vez mais diferente do futebol de rua.
Até porque o futebol de rua também tem morrido. Aquela história que os putos já não brincam, ainda brincam, ainda jogam, mas é diferente. Há muito mais escolas de futebol, os putos já entram num sistema padronizado do passe-recessão, do não podes fazer isto, recebe a bola assim, ah, isso não, essa finta não, passa ao teu colega, e perdeu-se um bocado esta magia louca. Depois veio um Bayern e um PSG,
E era um jogo que toda a gente estava a antecipar, que não sabíamos bem o que ia acontecer, quem é que ia dominar, quem é que ia ter bola, quem é que não sei o quê. E foi a conjugação perfeita. Dois treinadores loucos que assumiram o jogo, disseram, não vamos para aqui defender, e bora. Vamos ver o que é que isto dá. E deu um 5-4, podia ter dado um 7-6, um 5 igual, não sei o quê. E temos agora a segunda mão, que também será...
Vou tentar ver a segunda mão e espero que seja um jogo tão bom quanto a primeira. É difícil. Mas sei que as duas equipas vão adotar uma estratégia ou uma postura em relação ao jogo muito parecida. Porque está no ADN. Ou seja, o Bayern continua a sofrer muitos golos porque também quer marcar muitos golos de forma louca. Ainda agora o último jogo foi 4-3. Estavam a perder 3-0 ao intervalo. Ganharam 4-3.
O PSG já não sofre tantos golos, mas também porque a Liga Francesa é diferente, sem certas características, não tem equipas tão capazes na transição, então acaba por ser... Mas mesmo assim, o PSG tem sofrido muitos golos este ano. E tiveram aí, no primeiro terço da época, ali em segundo, estava o Lens, portanto, também é uma equipa de ADN ofensivo e de bola para a frente.
E isto até me fez pensar... Estou a esticar a boia bateria, tenho medo que isto desligue tudo. Esta discussão lembrou-me da discussão do humor trazida pelo Salvador Martinha entre os céticos e os líricos. Não sei se vocês apanharam isto, que depois trouxe alguma celeuma para o meio humorístico em que ele fala...
disto mesmo, em que existem humoristas céticos, que são humoristas mais racionais, que se focam mais no texto, mais no artesanato do texto e da palavra, e depois temos outros humoristas líricos, que se focam mais na estética, mais no... Rafa vai entrar agora? Alô?
Olha, ia-te pedir um favor já que entraste Que é... Preciso... estou sem bateria O meu carregador Conseguiste? Sim Ya
Mas já, a discussão entre líricos e céticos, que acho que aqui também se pode aplicar. Entre os líricos do 5-4 e os céticos do 1-0. Agora não sei se chega aqui.
Obrigado. Vocês são o quê? Céticos? Céticos da razão e do controle? Ou líricos do caos? E da imprevisibilidade? Digam. Digam. E agora? Agora? O que eu tenho aqui?
chamadas e tal, tal, tal é isto é mais ou menos isto também são 9 horas e 5 aproveito que a Rafa chegou quase, quase fazer 28 anos e é isso editar o episódio e amanhã cá estaremos para um bom um bom sábado de festa e de final de época beijinhos abraços
Até logo. Até logo. Até logo. Até logo é meio... Se vocês pensarem num até logo, o que é que temos aqui? Temos um logo que é algo imediato e temos um até que é uma ponte entre o sítio onde nós estamos e um sítio futuro. Portanto, é uma ponte que vai crescendo até logo quebra. Não sei se isto fez sentido.
Tá no Sky, tá no Sky, yeah Meu pensamento é singular Negatividade tá-se a dissipar Meus tropas dão sangue, eu sinto a circular Escondido no estúdio, o orque tá raro Escrita de madruga, pra mim não tá tarde Meus diz estão comigo só pra acompanhar Me avolar no Sky, mete o olho cá embaixo Tropas tão com olho gordo no meu tacho Dá uma salta, tampa, não briga