RJ das Casas Bahia é só o começo? O raio-x que o varejo precisa [varejocast] tendências #668
O varejo brasileiro continua vendendo. Então por que grandes empresas estão quebrando?
Essa é a pergunta que dá o pontapé no novo T&P [varejocast].
A Casas Bahia virou símbolo de uma crise que vai muito além de uma empresa fechando lojas ou tentando reorganizar suas contas.
Porque existe uma contradição difícil de ignorar:
📈 O varejo continua movimentando bilhões.
💥 Mas empresas importantes enfrentam dificuldades cada vez maiores.
E quando uma gigante entra em crise, o problema não necessariamente termina nela.
Pode chegar aos fornecedores.
À indústria.
Aos pequenos negócios.
A toda uma cadeia.
E existe ainda uma questão mais incômoda:
e se o problema não tiver começado agora?
Neste T&P, Fred Alecrim e Caio Camargo discutem o caso Casas Bahia e o que ele pode revelar sobre o futuro do varejo.
Casas Bahia é só o começo?
Assista ao episódio completo e tire suas próprias conclusões.
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Edição e thumbnail: Yanes Maciel http://linktr.ee/yanesppg
Redação: Marília Melo
Caio Camargo
Fred Alecrim
- Casas Bahia e Setor Varejo· NegociosCasas Bahia·RJ (Recuperação Judicial)·Fechamento de lojas·Demissões de funcionários·Impacto em fornecedores
- Análise do Varejo Tradicional· EconomiaDesafios do varejo·Gestão familiar vs. profissional·Ciclos de crise no varejo·Alavancagem financeira
- Cenário do Varejo Brasileiro· NegociosVarejo restrito vs. ampliado·Crescimento do volume de vendas·Impacto de impostos e taxas·Competitividade do pequeno negócio
- Impacto da Inadimplência· EconomiaConsumidores inadimplentes·Empresas inadimplentes·Micro e pequenas empresas·Serasa
- Estratégias de Recuperação Empresarial· NegociosTurnaround de empresas·Corte de custos·Reestruturação de operações·Companhias aéreas em RJ
- Importância do Varejo no PIB· EconomiaComércio e serviços·Força política do varejo·Associações de varejo
Você está no Varejo Cast.
Este episódio do Varejo Cast é patrocinado por Alter Vision One Beat.
Olá, amigos do Varejo, tudo bem? Você já sabe, aqui toda semana tem o seu Tendências e Pendências da Semana aqui do Varejo Cast. Estou aqui, Caio Camargo, diretamente de Santo André, São Paulo, para estar por onde tá por Natal hoje também, meu amigo.
Tô em casa, meu amigo, tô em casa aqui dando uma oxigenada para voltar para estrada, meu velho.
É isso aí, estamos Pra você que tá vendo no vídeo, hoje estamos devidamente uniformizados, os dois de camisa preta, óculos, cabeça feia.
Semana que vem vou deixar a barba crescer, semana que vem vou deixar a barba crescer.
Só pra ficar igual, só pra ficar no padrão e tudo mais. Tu sabe que assim, eu fui entrar outro dia no prédio, não me reconheceu no prédio, né? Eu falei, é muito careca de barba, fica todo mundo muito igual, tá ligado? Mas embora nossas risadas, antes da gente começar aqui o nosso papo, Fred, aqui nosso papo semanal do VarejoCast, vem sempre aquela questão: temos aqui perguntas, interações aqui, nossos varejocasters da semana, meu amigo?
Temos, meu amigo, temos 3 comentários aqui.
O primeiro do Paulo, ainda tá repercutindo o episódio Contra Dados Não Tem Argumentos.
Boa, da nossa Alter Vision lá, dos amigos Alter Vision, cara.
Galera da Alter Vision, um forte abraço, muito bom, e sites poderosos. Aí vem o Michel, também repercutindo o episódio da Alter Vision. Ouvindo o Lucas falar, mesmo sendo de segmentos totalmente diferentes, parece que ele está falando de todas as mudanças que estamos fazendo em nossa loja. Claro, devido Guardadas as devidas proporções, mas estamos justamente nessa fase de passar de uma gestão familiar para uma gestão mais profissional e mudando muita coisa por aqui também. Muito obrigado pelos ensinamentos, pessoal.
Bacana dessa conversa, exatamente isso, né, cara? O Lucas é um sangue novo no varejo, né, cara? Coisa que a gente tá precisando, gente pensando diferente, pensando de maneira nova. Bem bacana o papo com o Lucas. Se você não escutou, corre lá, tá aqui na nossa timeline aqui, você consegue aqui escutar no Spotify, no YouTube, né? Pegar aqui um pouquinho como foi esse papo aqui com o Lucas aqui, cara.
É isso, né, Caio? E tem uma coisa interessante para você que tá nos ouvindo aí, nos ouve sempre. Olha, os nossos episódios, a maioria deles, eles não são datados. Pelo contrário, a gente tá enxergando tanto lá na frente, tanto lá na frente, que tem coisas que vale a pena ser revisitado, né, Caio? Então, de vez em quando, pega, você faz assim um episódio novo, mais antigo, novo, mais antigo, porque tem muita coisa boa. E o nosso último comentário, SOS, eu me amo, é do nosso último episódio, pós-venda.
Sensacional o episódio, acompanha o podcast semanalmente e tem sites maravilhosos para aplicação e reflexão. Aguardando um episódio especial sobre o mercado de locação de veículos versus seminovos versus atacados versus assinatura e a invasão dos veículos chineses. Pô, isso dá um episódio bom, hein, Caio?
Dá um episódio bacana. Não, não é tanto a nossa seara, mas é um varejo muito específico. Eu acho que a gente pode trazer um papo sim sobre isso. Fica até o convite aqui para a gente falar, o SOS aqui que tá nos acompanhando, para a gente quem sabe bater um papo junto com você. Desse papo aqui, ter a tua opinião sobre isso também. E sempre lembrando, né, esses são os canais abertos que a gente tem para você trazer a sua opinião, trazer a sua perspectiva, trazer uma sugestão de pauta, como tá fazendo aqui SOS Eu Me Amo.
É isso, SOS Eu Me Amo tá aqui, trouxe aqui para a gente a pauta, sugestão, canal aberto aqui para a gente sempre conversar junto com você aqui no nosso ValejoCast.
Eu pensei que você ia soltar, né, SOS Eu Me Amo. Lembra o quê? O Traja Regou. Eu me amo, eu me amo. Eu não consigo mais viver sem mim.
Vamos lá, cara, não tem como não trazer essa pauta essa semana, até pelas diversas perspectivas e visões diferentes que estão sendo trazidas até esse tema. Gente falando de apocalipse do varejo, gente falando que é um caso, né, um caso atípico, específico, gente prevendo o futuro, vendo mais gente na história. Mas sim, estamos falando não da Casas Bahia, mas esse epicentro que foi a Casas Bahia em meio a todo um problema que tá acontecendo no varejo como um todo, no varejo tradicional.
E brincando com o que você falou, né, Fred, de passado e futuro, não é nada novo para a gente. Já trouxe aqui o ABC dos problemas do varejo, a gente já tava falando de tudo isso já no passado aqui, foi pelo menos um ano, um bom ano aqui que a gente vem trazendo temas que já vem trazendo essa complexidade do varejo tradicional, do varejo atual, principalmente os pequenos negócios ali, como tá sendo difícil navegar nas águas do varejo.
E que culminou com essa conversa aqui da Casas Bahia, né, cara, que mais um RJ aí da Casas Bahia novamente, né, que sacudiu o mercado, até porque foi um repentino fechar ali 300 lojas, né, cara? Do nada, do dia para noite, 300 lojas. Certo, meu amigo?
É isso, cara. E vale salientar, né, Caio, a gente vem aí vendo, na verdade a gente inclusive vai falar sobre isso, né, porque a pergunta desse nosso episódio é se a Casas Bahia é um caso isolado ou um aviso para o varejo. Porque a gente vem aí acompanhando já muito tempo, né, Caio, mas eu diria que desde 2014 quem não fez o dever de casa ou tá sofrendo muito ou tá desaparecendo, né? Porque 2014, lembra? Aí não, a gente tá em crise e tal.
Aí teve aquela onda que era uma marola e isso, aquilo. Daqui a pouco 2020 vai tudo melhorar. Em 2020 entrou a pandemia, né? Aí foram 4 anos. Ou seja, só me lembro da Kate Anketil, né? Foi ela que falou dos 3 C's, né?
Isso.
Então a gente tem aí, contudo, né, além de Estamos esperando o El Niño para o final do ano. Tem esse conflito agora que está se expandindo, né?
Tem gente que já fala que é a Terceira Guerra Mundial, porque já não é uma guerra que tem fronteira, mas já é uma massa só de guerra.
Ou seja, aquilo que a gente vem falando do básico bem feito, acho que permeia isso aí, né, Caio? De garantir aí uma boa gestão, o tamanho necessário. E muitos dizem também aquilo, né? O mercado acaba selecionando quem opera direitinho, né, cara?
Cara, esse é um papo bacana a gente tá trazendo aqui, porque não é um ciclo curto, né, é um ciclo longo, que nem você tá colocando aqui, são 10 anos, ou pelo menos os últimos 5 anos ali por conta da pandemia. A gente pode falar que a gente tá vendo aqui uma derrocada das grandes empresas do varejo. Até brinquei essa semana, né, falando em LinkedIn, né, será que a gente tá encerrando um ciclo do varejo, né? Porque se você pensar, as grandes marcas do varejo, todas elas de alguma forma estão praticamente deixando o mercado por RJ, por ajustes ou por encolhimento, né?
Então dando lugar a novas marcas, a novos players, a novos canais, né? Então o mercado parece que tá passando uma revisão de ciclo como um todo, né? A gente entende, acho que eu não sei se foi 2014, 2018, que a gente tinha muito já o modelo quando a Livraria Cultura começou a derrubar e depois Saray, vai todo mundo daquela galera. Eu não sei se foi 14 ou foi 18, agora não vou lembrar direitinho a data, mas a gente já falava que tinha muita empresa com alavancagem, né?
E muitas dessas empresas elas quebraram, tiveram problema de RJ, né? A gente viu muita derrocada de empresa, principalmente de moda, com isso. Porque usou empréstimo, juros, banco, aquela jogada financeira tributária, né, que você puxa daqui, tira ali, estica dali. Mas no momento que os juros eram ruins, na história de explodir os juros, o que aconteceu? Que a dívida ficou muito maior do que qualquer cobertura, né, Fred? Essa sequência pesada de empresas ali, a única que tá fora desse balaio, mas também tá passando por esse ajuste aqui, seria Americanas.
Porque Americanas tem um caso muito atípico ali, que foi a questão de gestão tributária, um monte de coisa ali. Que não faz parte da seara inicial do pavio, mas dessa condução que a gente vai falar para vocês aqui faz sentido, certo, Fred?
Certíssimo. E a gente ainda fala desse tamanho, né, Caio? Porque assim, para você que tá nos ouvindo aí e não conhece o tamanho do grupo, né, só dando um contexto aqui, as marcas que pertencem, né, a esse grupo, tá, casasbahia.extra.com. E eles têm atualização, tanto tem atuação tanto com lojas físicas, comércio eletrônico, são marketplace, serviços financeiros, crediário, logística, envolve mais de de 6 milhões de consumidores ao longo da história.
Mas aqui é o que, cara, eu fiquei assustado com isso aqui: 175 mil vendedores parceiros. E com RJ, se tiverem algo a receber, vão ter que esperar. Tem assim também a questão dos fornecedores e tudo. Mais de 90 milhões de produtos cadastrados. E assim, uma das coisas que impacta muito, né, porque a gente tá falando da empresa, do CNPJ, mas tem um monte de PF aí que vai sofrer, já sofrendo com 3 mil demissões, né, Caio? Então o impacto é muito grande em todos os lados.
Eu não sei se são 3 mil ou 1,6. Eu lembro que eu tinha escutado alguma coisa de 1,6, mas o que a gente sabe que depende do número fechado é porque você tem o direto e você tem o indireto, né? Porque eu acho que o grande baque que a gente tem no mercado como um todo, Fred, né, quando a gente quebra ou tem um problema com varejista desse porte, né, e muita gente fala de outros varejistas que podem entrar nessa sequência também, é que ele não afeta só o varejo, né?
A indústria que vendia para ele, embora talvez não tivesse dificuldade de receber e tudo mais, também passa a ser afetada. É uma indústria que vende para menos pessoas, vende para menos empresas, né? Então você começa a ter problema em cadeia, né? Começa a criar uma cadeia de demissão, de problema de ajuste, que isso vai parar inclusive nas praças das pequenas cidades e tudo mais. Então assim, aqui é um ponto, é um epicentro que a gente tá colocando, mas são várias empresas que podem ter seus cenários complicados por conta disso, né?
Agora, a principal dor, né, você vê, essa semana teve repórter de Marisa que tava com problema também de fechamento de trimestre, né. A própria Casas Bahia tem uma história, né, complexa lá para 2010, se eu não me engano, né. Ela foi comprada pelo Grupo Pão de Açúcar e depois o Grupo Pão de Açúcar revendeu, a Casas Bahia recobrou a empresa e fizeram um monte de coisa no meio da história de ser nova, um monte de coisa que eles inventaram, tirou, saiu, perdeu, criaram, viraram sozinhos novamente, né.
Teve a compra do Ponto Frio E o que aconteceu nesse contexto hoje, cara, é que tanto GPA quanto Casas Bahia estão os dois em RJ, né? Os dois hoje estão em RJ assim, porque a gente vê que é uma situação de mercado, consumo tá baixo, as pessoas, as empresas tiveram gestão no passado complicadas. Isso, toda essa somatória de negócios tá complicando principalmente as grandes empresas, as empresas mais complexas de capital, né, meu amigo?
É isso. E, Caio, só dá para a gente deixar a informação aqui: Brasil Journal, O Globo, e G1 dão 3.000 funcionários. ND+ dá 1.900 funcionários. Então a gente tem fontes com 1.900, tem fontes com 3.000. O número de lojas é que é 298 lojas, né, que pelo menos que todas as fontes trazem.
Isso aí. E até tive pessoalmente vendo umas, né, cara. E assim, e o que se sabe que ninguém teve um sobreaviso, não foi assim, ó, semana que vem vamos fechar, é no outro dia não abre, entendeu? Então assim, muita gente chegou lá com talvez assim com a porta fechada, e foi o que aconteceu ali, foi uma decisão E que até eu entendo em gestão, e não estou defendendo a empresa, mas a gente entende isso como um grande motor. O que a empresa tomou como decisão, pelo que eu vi pelos reportes, assim, aí vai ter gente fazer pequenos ajustes e que isso não ia adiantar.
A gente já está prevendo um cenário muito difícil para 2027, a gente vai falar aqui um pouquinho também disso, é um cenário muito difícil. Então a gente puxou o freio ao máximo, tirou tudo que tava, né, com problema. Lojas estavam deficitárias há muito tempo. Eu acho que aí sim é uma coisa que a própria loja, o gestor, os vendedores já entendem que a loja não tava fechando meta há muito tempo. Então você já tem, quando você tá num cenário desse, você já entende que em algum momento isso pode acontecer alguma coisa, né?
Então assim, fecharam para estancar de uma maneira para tentar crescer. A gente fala isso, né, a poda, né? Não é um corte, não é uma coisa, mas é uma poda, mas é uma poda significativa. Foram acho que 25% do total da rede, se eu não me engano. Quando você pensa de 25% para sobrar 75% do outro lado, né, é para que tenha, para que esses 75% não vire 40%, 50% só saudáveis em algum momento. Então assim, É um movimento de alguma forma até corajoso, né, mas ao mesmo tempo tem todas essas consequências absurdas, né, que tem.
Quem perdeu o emprego vai demorar muito tempo aí, talvez 2 ou 3 anos para ter uma rescisão completa, entre outros casos ali. Então tem um lado das pessoas que ele é inegavelmente, não tem nem o que questionar, mas é o lado dos negócios, é você tentar controlar um navio no meio de uma tempestade e fazer o máximo para tentar sobrar ou salvar o máximo de barulho possível. O que eu vejo é aquele movimento quase que a última cartada em alguns casos. Você também tem essa leitura, Fred?
Sim, eu tenho, eu tenho sim, Caio. E é interessante a gente falar sobre isso. E a gente, antes de entrar no ar, você tava falando sobre também, a gente vai falar sobre essa questão do tempo que os novos gestores estão em alguma dessas empresas e que por estarem fazendo isso agora pode ser que seja porque isso não foi feito antes. E aí chegou a uma situação muito mais de ruptura muito mais radical que poderia ter sido feita antes, porque fechar loja não é novidade.
A gente está vendo aí desde antes da pandemia esse movimento. A gente vem falando muito de eficiência, mas ter cuidado, você que está nos ouvindo. Quando a gente fala de eficiência, é aquele equilíbrio, né, Caio, que é importante entre cortar demais e ser cliente demais, né? Ou seja, nem você ser muito inchado, nem você cortar muita coisa, né? Você ser de menos, porque a gente está vendo o Grupo 3G, por exemplo, na gestão de outras empresas como Heinz, como Burger King, que também não estão indo na— a gente já falou sobre isso aqui, que é um exemplo de eficiência máxima, né?
Então não é uma questão só de eficiência máxima, mas aquela eficiência suficiente para manter o negócio e também continuar entregando uma experiência para o cliente que vale a pena, né? Seja em conveniência, seja o que for importante e valor para o cliente. Então isso a gente vê acontecer com grandes marcas, Starbucks, fechou loja, Walmart fechou loja, Target, CVS, né, e todas essas outras grandes também. A gente foi vendo que foram fechando lojas por ajustes, né, que tal loja em tal lugar.
E também eu já vi muita coisa interessante sobre esse caso, né, que vai ao encontro do que a gente tá falando, que por exemplo o grande negócio ali é que aperta quando você tem o problema com o fornecedor que acaba financiando você em prazo e o cliente. Então o cliente ele tá comprando menos ou comprando mais efetivamente, por um lado. E por outro lado, fornecer documento tá dando menos prazo, e aí isso vai, vai apertando ali no meio.
Além disso, a gente tem uma outra situação, Caio, que é você não fazer aquilo que deveria ter sido feito por alguma razão, né, cara? Então a gente não tá falando de um varejista qualquer, né? A gente tá falando varejista que tem aí uma referência enorme em relação ao mercado popular, crédito, ou seja, o impacto é muito grande também por isso. E por isso assusta também. Mas lembrar que aqui no Brasil também marcas fecharam lojas e tudo por ajuste, né, por melhorar as operações, na saúde das operações, e não necessariamente porque iriam quebrar, ou até mesmo para que não quebrassem no futuro.
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Eu acho que quem dita se essas decisões mais fortes, mais críticas, são corretas ou não acaba sendo um pouco o futuro, né, Fred? Por exemplo, lá no futuro a Casas Bahia virar um case de turnaround, como eles falam, né, de virar, de turnover, de mudar realmente, né, para o negócio e virar salutar de novo. Vamos dizer que esse foi o movimento mais assertivo que eles tiveram, de cortar na carne, tomar uma decisão ruim em termos de pessoas, mas que salvou a empresa de um fracasso pior.
Agora, se lá na frente, né, falarem que realmente isso não adiantou nada e tal, vamos falar que foi uma decisão arriscada, né. Então tem N empresas que estão, a própria Americanas que a gente falou aqui, tá passando algumas revisões de fechar algumas operações, de fechar também e-commerce digital, tá indo por outros caminhos, né. Então, e quando apresenta o resultado correto, né, que o balanço fecha, porque o mercado aberto é isso, empresa de capital aberto é isso, realmente as pessoas falam assim, ó, tá indo no caminho certo.
Tá se acertando. Concordo com você, né? Existem esses ajustes, quando eles são feitos apenas pela eficiência, apenas pelo Excel, eles não acabam não dando uma verdade. O que tá acontecendo nesse exato momento é isso. A gente vive um momento que o mercado não está bom, o mercado de consumidor ele está menor, o mercado de consumo está menor do que tava no ano passado, né? E a gente vê esse retrato não só nas empresas grandes. Eu tava vendo um levantamento do Sebrae, a gente tem esse ano pelo menos 20% a mais de empresas pequenas declarando falência porque a maioria não tem a ferramenta do RJ, não tem a consciência da ferramenta do RJ, fechando as empresas, né, do que no ano passado.
Isso significa que essas empresas estão— tá, todo mundo é ruim de gestão? Porque muito se fala dessas empresas grandes que eles são só ruim de gestão, fizeram erros no passado. Quer dizer que todo mundo é ruim de gestão?
Não.
Tanto que a gente tá falando aqui exatamente como o Fred colocou, a maioria dessas empresas que a gente tá falando hoje, Casas Bahia, GPA, Marabrás agora vai trocar também, acho que a Marabrás não tá trocando, mas é outra que também entrou no meio desse bolo aí das empresas com RJ, né. Todas elas estão buscando novas presidentes, novos rumos de gestão, novas maneiras, novos caminhos. Então são, estão acertando a moeda, estão tentando botar a empresa no trilho agora, só que com o passado, né, um passivo muito grande nas costas, cara.
Então assim, precisa arrumar tudo isso para dar estrada para o futuro. O problema é que é o seguinte, pessoal, tá sem trilho andar para frente porque não tá tendo consumo. Então a empresa, mesmo que esteja com a casa organizada, ela não consegue fazer as vendas que consegue, não é por uma ineficiência. Eu tava vendo alguns, entre aspas, especialistas em algumas matérias que fazem: julgar passado é fácil, né? É muito fácil analisar passado, é moleza.
E o cara falou assim: é também, por que que uma empresa de varejo tem que apostar e comprar uma startup de logística, né? Por que que tal empresa tem que fazer um aporte? Porque a gente vem falando que as empresas precisam se modernizar, elas precisam encontrar outros caminhos, né? Porque realmente algumas coisas tradicionais não tá Sim, mas o básico benefício de comprar muito bem, num preço ajustado, a vender com preço certo, com a margem correta, de olho nos seus KPIs, nos seus indicadores da margem, isso é o básico do varejo.
Mas a gente tem esse caminho da inovação quando é feita da maneira correta, quando não é tecnologia ou coisa comprada a esmo. Mas muita empresa buscou caminhos muito assertivos, né, cara? É como você falar que a Amazon nunca teria que ter pensado grande e ficasse só numa livraria online, né, cara? Não dá.
Isso você traz, Caio, eu acho super legal porque vai ao encontro assim de caminhos de empresas grandes que passa a ser básico, né? Por exemplo, você sempre falou aqui, eu me lembro demais, você foi o primeiro a falar sobre a questão de logística ser o ponto mais importante de quem vende online, né? Ou seja, então a logística faz parte do básico de um negócio online, né? Então não é inovação, é necessidade.
Se eu vou contratar uma empresa para resolver o last mile e vai resolver isso, eu vou ser mais eficiente, não tá errado, né? O varejista não tem que ficar só no core business. Mas assim, hoje é, não, tá vendo? Se tivesse ficado só fazendo isso, dava certo. Não, cara. Mas vai falar que a Magalu pode ter exagerado alguns caminhos digitais, algumas decisões? Sim, talvez tenha desejado, e estão revisitando isso o tempo todo, né? Mas se tivesse ficado vendendo na lojinha da maneira certa, tal, tudo, talvez não estaria do tamanho que tá hoje, talvez não estaria acontecendo o que tá hoje, talvez poderia até ter sido ultrapassada ou estaria apanhando muito mais de marketplaces e operações como a gente tá falando hoje aqui.
E é por isso até que todas essas empresas estão com suas próprias logísticas, né? Porque aí você domina todo o processo e você cria esse ecossistema que é tão importante. Agora, quando a gente fala de RJ, Caio, e interessante você fala desse turnaround, a gente, por exemplo, mudando de segmento, a gente vai para empresas, companhias aéreas. Por exemplo, a Latam foi a primeira um tempo atrás a entrar em RJ, saiu. A Gol foi a segunda, saiu. E a Azul foi a mais recente, né? Acho que início desse ano ela saiu da RJ.
E a Americanas pediu inclusive agora em maio também, ó, já saída da RJ. Americanas foi uma que eu falei, já é um exemplo desses que cortaram, né? Funciona.
E a Gol, logo após sair da RJ, um pouco tempo depois, abriu agora uma rota para Nova York com avião grandes, não mais aqueles que ele usa aqui em rota nacional que voa para Orlando, por exemplo. Então o RJ pode ser sim um caminho se o que a empresa precisa é de ajustes. Se for mais do que ajustes, questões éticas, outras coisas, aí o buraco é mais embaixo. Agora, uma das coisas que às vezes perguntam, né, outra pessoa que a gente tá numa palestra, das perguntas, porque assim, se é um caso isolado, e a gente tá falando um pouco sobre isso, porque Existe um contraponto, né, Caio, que, por exemplo, o varejo brasileiro ele não parou de vender.
O que a gente vê de dados é que o consumidor está mais seletivo, né, o orçamento tá mais justo, a inflação tá alta. E o que a gente vê, por exemplo, o IBGE traz dados que o volume de vendas do varejo ele cresceu, por exemplo, em junho 0,5% em relação a maio. Na comparação com junho de 2025, junho foi 2,9% maior, segundo o UOL Economia. E o primeiro semestre de 2026, aproximadamente mais 1,9% sobre igual período de 2025, também segundo o UOL Economia.
Hipermercados, supermercados cresceram 1,1%, móveis e eletromédios 0,4%, artigos farmacêuticos 0,2% e outros artigos. Ou seja, existe um contraponto, existem grandes empresas que estão operando melhor, né? Então, por exemplo, não é um negócio que atinge todas as empresas. E eu estudei um pouco também esse caso da Casas Bahia antes da gente fazer esse episódio, vi muitos analistas falando, e tem gente de todo lado, né? Tem gente que leva muito para a simplificação e coloca tudo de conta na economia.
Tem gente que vai um pouco mais profundo na gestão também do negócio. E aí uma dessas pessoas, ela trouxe, por exemplo, aqui o online da Casas Bahia tava crescendo, né? Vem em crescimento. Então a questão de fechar loja pode fazer sentido, de nem todas as lojas estão operando bem. Talvez eu não use essas lojas como um ponto de recebimento, de distribuição de produtos. Então pode fazer sentido. Agora a grande pergunta é: por que agora e por que não antes, né?
O varejo viveu um boom de expansão alguns anos atrás, Fred, e aí muito dentro desse papo da alavancagem que a gente tá falando, de investimento, de capital aberto, tem toda uma nuance ali, um contexto sobre isso. Mas com certeza, né, teve muito shopping que foi uma aposta. Então por vezes é um shopping de uma rede grande de shopping que a empresa vai lá e monta uma loja, Vamos montar uma flagship, vamos montar um modelo diferenciado, vai lá, coloca.
Mas às vezes o próprio shopping não dá certo, ou a região começa a ter alguma frustração porque a grande área sustentada por um tipo de negócio, a cidade era sustentada por um tipo de negócio, que o negócio acaba não indo bem, uma indústria que vai embora, né, uma, um agro que não dá certo, tanto faz. Mas assim, existem exatamente como você falou daqui em 2021, é uma policrise, né, cara, não é uma coisa isolada que causa um efeito simples.
Você não consegue achar o estopim disso, isso é uma conjuntura né, de diversos fatores ali unidos que podem dar aquele ponto que por outrora foi muito interessante, né, neste exato momento ele já não começa a se tornar interessante, tem que ser fechado. E aí o que você falou, talvez gestões passadas falava isso é fase, isso passa, ah, vai trocar de governo, vai trocar de plano, isso vai melhorar, é, depende do que vai acontecer lá fora, tem um monte de pormenores ali, certo, que guiava as pessoas.
E aí o que acontece é que tem que ser agora essa corte na carne que a gente tá falando E que, cara, sinceramente falando, não vai parar aqui. A gente vai ver mais empresas. A gente tem ciência completa. Não vou ficar falando nome ou colocando hipóteses aqui, mas quem é do mercado entende quem pode, o que que tá acontecendo aqui na pista. Empresas que vão realmente passar por essa fase, porque tem muita empresa que tá prestes a declarar o RJ, cara.
E aí tem uma questão do direito que se discute muito, né, o quanto esse uso desta ferramenta, né, ele de fato ele é justo, né. Porque muita empresa faz isso como uma ferramenta para congelar tudo, para lucrar mais para frente. Então até numa artimanha financeira jurídica ali, como ferramenta, com propósito. Não, esse caso a gente sabe, e quem sofre aí são os fornecedores, né?
Num caso como esse, os credores aí acabam sendo prejudicados, e tem de todos os tamanhos, né? Tem um que se passar um mês sem receber vai fechar, e a vida de uma família, né? Então é isso aqui é preocupante.
E porque assim, né, aquela coisa, você tem a indústria que vende a geladeira, mas dessa indústria que vende a geladeira, que deixou de vender a geladeira pronta para uma Casabahia da vida, né, tem o cara que faz a rodinha da geladeira, né, ou a borracha e não sei o quê. Então aquele cara, uma indústria às vezes bem menor do que vocês imaginam. E aí esse cara começa assim, então assim, é por isso que a gente fala que é um efeito cascata, né.
Então ele vai pegar lá na ponta uma empresa pequena de um jeito ou de outro, como na moda você vai pegar uma costureira ou lá na no alimento, você vai pegar lá o cara que tá plantando com problema. A mesma coisa em qualquer tipo de cadeia de segmento de fabricação, né?
E trazendo também, viu, Caio, falei aqui desses números que o varejo tá aumentando, mas eu tava vendo também aqui no levantamento para esse nosso episódio que o varejo brasileiro ele não é um só, né? Então quando a gente fala em varejo, por exemplo, existe a denominação do varejo restrito, varejo ampliado. No varejo restrito são aqueles dados que eu falei mesmo, crescimento aí em média de 5% no mês segundo o UOL Economia. Porém existe o varejo ampliado que inclui além dos produtos de uso pessoal imediato. Então inclui aí carro, moto, peças, que aí está em baixa, tá em -1%.
Material de construção também tá no ampliado também, se eu não me engano. Material de construção também, que é um segmento do mercado, tá apanhando demais, cara, porque ainda todo mundo na pandemia reformou e construiu casa. E aí você cria, você antecipou algumas compras, alguns ciclos de compras, isso ainda não chegou, é um novo ciclo de compra. É carro com toda invasão do carro chinês. E aquela conversa, não vamos entrar em pauta política, mas taxa da blusinha junto com bet, junto com não sei o quê, cara, isso tá criando um contexto para o varejo, principalmente o pequeno, cara, muito difícil de lidar.
Tá muito difícil, tá pesado imposto, tá com taxa sobre taxa, tá com o mercado por fora correndo numa maneira muito assim mais competitiva do que ele mesmo. E tá cada vez mais difícil, cara, tá cada vez mais difícil o pequeno negócio prosperar nisso, porque de fato o cliente dele já não é mais passivo, ele não tá mais passeando pela rua, ele tá comprando em casa. O cara às vezes não tá com um canal pronto para isso, para vender.
Tem um monte de questões ali no varejo que tá apertando. Então a gente vai ver muito mais gente nesse sentido, não tenho dúvida nenhuma.
É verdade, é verdade. E a gente parar de olhar essas questões ideológicas, né, cara? O que o varejo precisa de gente que defenda o varejo. Eu acho que nisso a indústria é muito mais forte, né? Não sei se você concorda comigo. O que a gente vê no agro, por exemplo, se a gente for para o número do varejo, o varejo representativamente tem 65, comércio e serviço, 65% do PIB, certo? Em média, mais ou menos 65% do PIB. E eu não vejo essa força toda do varejo que a gente tem no agro e na indústria.
E parabéns para eles, mas eu acho que a gente precisa também entender a importância desse segmento de comércio e serviços no Brasil, né, amigo?
Tem algumas, algumas associações que ela tem uma pauta política mais estruturada Mas tem um desafio. Eu sei que a Abras, por exemplo, conseguiu criar um trabalho bem interessante até de disputa lá com a Cofarma, de vender medicamento no supermercado, de baixar alguns impostos da cesta básica. Então eles conseguiram fazer alguns trabalhos para o segmento deles interessante. Farma também tem brigado algumas linhas. Anamaco, em matéria de construção, sempre teve uma voz política muito grande.
Meu amigo Cláudio Konski escuta a gente aqui, sabe disso muito bem, teve sempre presente, né, no momento político. O IDV do Jorge Gonçalves, pessoal do DV que tá sempre aqui com a gente também. Foi criado inclusive com essa pauta de ter essa voz política com os maiores empresários do Brasil para tentar ter algum argumento, contraponto, mas não é a força econômica ou a força política que deveria ser. Tem, existe uma, uma tentativa, uma iniciativa absurda.
Eu acho que tem um movimento forte disso, mas o próprio governo não dá tanta voz para o varejo como deveria dar. Eu acho que esse é o papo. Não é um governo A, o governo B, tá? O governo como de maneira ampla aqui O governo como entidade política, né? Eu acho que tem dado pouca voz ao varejo de alguma forma nessa questão aqui.
Caio, eu acho que é importante a gente, para finalizar, só dar um contexto aqui para quem tá nos ouvindo entender quem é seu público, o que é que afeta seu público. Uma coisa que a gente fala muito, né? Tem uns dados aqui só para a gente ver que para quem, como a Casas Bahia, por exemplo, vive de crédito, a sinalização vai, vai vindo, né? Como um dos elementos. A gente sabe que não é apenas uma coisa, mas só para ter ideia, em julho de 26, a Serasa Experian registrava aproximadamente 83,9 milhões de consumidores inadimplentes. 83,9 milhões de consumidores inadimplentes é equivalente a cerca de 51% da população adulta.
Então a gente já lê há bastante tempo quanto o crédito ele tá apertado, seja onde for. As pessoas estão sendo mais seletivas em dar dinheiro dependendo do seu É, não estão dando mais dinheiro na dúvida, né? Só na certeza, na certeza.
Se tá restrito o dinheiro, crédito ficou restrito de uma maneira ampla ali.
Aí, no contexto empresarial, aproximadamente 9,1 milhões de empresas inadimplentes em junho de 2026, crescimento de 17%, muito alto. Micro e pequenas empresas inadimplentes, aproximadamente 8,9 milhões, e um crescimento anual de 17,7% nesse número, segundo a Serasa Experian. Ou seja, isso aí vai muito ao encontro do que passa Casas Bahia, e você que nos ouve entender se você depende do crédito para você ficar ligado e ajustar cada vez mais a sua gestão, cuidar do seu time e o que for necessário para passar por situações de desafio.
E que a gente fala aqui, né, cara, já vem desde 2014, então não tem respiro, né, cara, não tem respiro.
Mas eu tô pensando quantos episódios a gente passou nesses últimos 3 anos que estamos juntos aqui fazendo o VarejoCast, quantos episódios a gente já passou falando de coisas assim que já tava dando gancho para o que a gente vai acontecer. A gente já falou de outras crises quando tinha o Cast News aqui também já falava um pouquinho das notícias de empresa tá ruim, empresa tá ruim e tal, empresa tá ruim. E isso a gente já entendia que não era uma coisa pontual, já era uma coisa macro.
A gente já sempre colocou para você que nos escuta, para você que nos escuta sabe que isso não é uma novidade, a gente já vinha falando sobre isso. E eu falo, infelizmente esta pauta não vai encerrar aqui, né? Infelizmente esse é um episódio que ele se encerra agora, mas essa pauta não vai encerrar. A gente vai ver ainda mais empresa nessa situação. Uma das frases que eu vi do presidente da Casas Bahia falando, Renato Franklin falando sobre isso, né, exatamente o ponto que ele falou assim, cara, tem que preparar para 2027.
O inverno que tá vindo vai ser pior do que o inverno que a gente tá vivendo. Assim, ou a gente prepara a casa para tentar suportar a tempestade, a onda que tá vindo, ou nós vamos quebrar mais rápido e mais forte lá, mais forte lá na frente. Então, apesar de tudo, eu acho que é um movimento que tinha que ser feito. É uma, por todas as famílias, né, que estão ali na questão, é sempre difícil. Mas é aquela história, ou a empresa inteira ou são alguns, não tem jeito, cara.
Não, e interessante, viu, Caio? Só deixar algumas perguntas aqui para nossa audiência, que tem algumas coisas que são importantes. Primeiro, não cair na pilha de que fechou 298 lojas porque loja física morreu, né? Então isso aí é muito raso. Não cair nessa pilha, é entender que o mercado continua registrando, né? Esse ano tá superávit de abertura de empresas, né? Foram abertas mais empresas até agora do que do que o fechamento.
Ou seja, não é uma questão da loja física, é uma questão outra coisa. O estoque, né, ativo ou peso, né? Muitas vezes você investigar o seu capital imobilizado, giro, obsolescência, desconto para saída do produto, previsão de demanda. É outra coisa, é quanto custa, por exemplo, errar uma compra quando o dinheiro custa 14% ao ano, né? Então tem algumas perguntas para serem feitas. Para deixar a gente ligado. Mas olhando para frente, quanto anda atual, outra coisa que você fala muito, né, não pode ligar o sinal desespero e parar, né. Então tem que buscar caminhos e alternativas.
É isso aí, pessoal. Desta forma que a gente encerra esse episódio do Vale Juca dessa semana. E sempre lembrando, olha, para você ter melhor gestão, não esquece, Autervision para controle de fluxo, tem o pessoal do OneBit para controle de estoque, né. Então nós já estamos, já que nós estamos numa pauta ali, melhor investam nos seus negócios. Não esqueça, se não conhece essas empresas aqui que estão sempre aqui falando com a gente, tem aqui link aqui embaixo, aqui no card, para você conhecer mais a respeito aqui do Monbit, da Walter Vision também. E é isso aí, pessoal, a gente fica até semana que vem. Até a próxima, valeu!
Até semana que vem. Você assistiu Varejo Cast.
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