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O OBREIRO APROVADO | MIN. LUIZA OLIVEIRA | 23.04.2026 QUINTA-FEIRA

05 de maio de 202654min
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A Min. Luiza considerou que a bíblia fala de três tipos de pessoas que Deus busca: Os intercessores, os adoradores e os trabalhadores

Participantes neste episódio1
M

Min. Luiza Oliveira

Convidado
Assuntos8
  • Obreiro AprovadoProcesso de qualificação · Disposição para servir · Impacto na geração · Foco e prioridade · Manejar a palavra da verdade
  • Tipos de pessoas que Deus buscaIntercessores · Adoradores · Trabalhadores
  • Aprovação do caráterConduta específica · Moisés · Jetro · Êxodo 18:21 · Atos 6:3
  • Características do obreiro qualificadoBoa reputação · Cheio do Espírito Santo · Cheio de sabedoria · Manejar bem a palavra da verdade · Pedro
  • Crescimento e amadurecimento cristãoDiligência e virtude · Conhecimento e domínio próprio · Perseverança e piedade · Fraternidade e amor · 2 Pedro 1:5-11
  • Motivação do coraçãoAgradar a Deus · Agradar aos homens · Estrutura do ministério · 1 Samuel 16:7
  • Imitação de CristoJesus como exemplo perfeito · Paulo como imitador de Cristo · Perseverança e zelo · Conhecimento das escrituras
  • Altares íntimos e públicosRelacionamento com Deus · Testemunho de Deus · Davi · Golias
Transcrição142 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Agradecer, Pai, por tão generosa graça, tão infinita graça que nos alcançou, Pai. Hoje nós podemos estar aqui reunidos em torno do Teu nome, porque a Tua graça nos alcançou, alcançou as nossas casas, alcançou os nossos corações.

transformou a nossa sorte e tem transformado as nossas vidas, Pai. E por isso nós te louvamos, te bendizemos. Queremos mais uma porção do Senhor, Pai, que recebamos mais uma porção daquilo que o Senhor preparou para nós essa noite. Em nome de Jesus. Amém.

Amém? Boa noite. Tudo bom? Graça e paz. Para quem não me conhece, eu sou Luísa. E vim falar com vocês hoje um pouquinho a respeito do que Deus tem ministrado no meu coração nesses últimos tempos. Podem se assentar, por favor.

Bom, a Bíblia afirma que existem três tipos de pessoas que Deus busca. Deus está procurando pessoas. E Ele busca três tipos diferentes. Primeiramente, mas não necessariamente nessa ordem, eu vou falar dos intercessores. A gente encontra lá em Ezequiel 22, 30, o seguinte.

Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor dessa terra, para que eu não a destruísse, mas a ninguém achei. Então, aqui em Ezequiel, nós vemos Deus à procura de um intercessor, alguém que se colocasse naquela brecha.

O outro tipo de pessoa que Deus busca são os adoradores. Lá em João 4, 23, Jesus diz, mas vem a hora e já chegou em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Olha que lindo, gente, Deus está procurando adoradores.

E Deus também está procurando um terceiro tipo de pessoas, que são os trabalhadores. Lá em Mateus 9, 37 a 38, diz o seguinte. E então, Jesus se dirigiu aos seus discípulos.

A Seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da Seara, que mande trabalhadores para a sua Seara. Então, nós vemos Deus buscando, procurando intercessores, procurando adoradores e vemos o próprio Jesus buscando, pedindo por mais trabalhadores.

A gente entende que se Jesus estava pedindo por trabalhadores, dizendo mesmo que os trabalhadores são poucos e nós precisamos rogar por mais trabalhadores, significa que existe uma escassez desse tipo de pessoa. E essa escassez, ela influencia diretamente na obra do Senhor, no avanço da igreja do Senhor.

Por isso, hoje, eu vou falar um pouquinho com vocês a respeito desses trabalhadores, desse tipo de pessoa que Deus está procurando. Amém? Deus, lá em Romanos 12, 11, diz o seguinte.

Paulo diz o seguinte, no zelo não sejais remissos, sede fervorosos de espírito servindo ao Senhor. Aqui Paulo está dizendo como nós devemos ser diante do trabalho, do serviço do ministério de Deus.

A tradução NTLH, dessa mesma passagem, diz assim, trabalhem com entusiasmo e não sejam preguiçosos, sirvam o Senhor com o coração cheio de fervor. Olha só.

Existe uma maneira de servir ao Senhor. Então, Deus procura trabalhadores, mas existe também uma maneira que esses trabalhadores precisam de se comportar diante desse serviço, que é um serviço divino, o chamado de Deus.

Para nos tornarmos esse tipo de pessoa, esse tipo de trabalhadores que são entusiasmados, que trabalham com entusiasmo, que não são preguiçosos, que servem ao Senhor com fervor de coração, cheios do Espírito, nós precisamos passar por um processo de qualificação. Mas esse processo, ele é, nem sempre ele é desejado, nem sempre ele é...

aceito na nossa vida, na vida de algumas pessoas, e são poucos os que se submetem a esse processo. É o processo que a gente chama de amadurecimento. E, para a gente servir na obra, a gente pode servir do jeito que a gente está.

A gente não precisa de chegar a um ponto de que a gente pense, pronto, agora eu estou pronta para servir, agora eu posso começar. Porque a gente nunca vai estar pronto. O próprio Deus que nos chama é quem nos capacita. Então, nós não precisamos de nos sentir capacitados, nós precisamos de um coração disposto.

Amém? E a partir daí, a partir dessa disposição, o próprio Deus, o próprio Espírito Santo, através de nós, vai fazer a obra dele. Amém? Cumprir esse chamado de Deus é a maneira mais sublime e significativa de viver a vida cristã. É cumprindo o chamado, é dentro, no centro da vontade de Deus. E...

A gente pode impactar toda uma geração. Já pararam para pensar se grandes nomes, grandes homens de Deus tivessem desistido de servir com excelência? Se Kenneth Hagan não tivesse servido com excelência? Se Tony Cook tivesse desistido de escrever?

Imaginem o que nós teríamos agora se os grandes nomes que nós sabemos hoje que foram homens que serviram fervorosamente a Deus, não tivessem se disposto a esse servir, a esse trabalho.

Por isso, nós precisamos de entender que, assim como eles, nós também podemos fazer a diferença. Cada um dentro do seu chamado, cada um dentro do círculo que influencia, mas nós podemos, sim, fazer a diferença nesse mundo, porque nós somos luz, a Bíblia vai dizer que nós somos a luz do mundo. Nós temos a luz do mundo dentro de nós, é o próprio Espírito Santo.

Em Neemias 6.3, eu vou ler rapidinho, não precisa de abrir. Na NTLH, Neemias diz assim, aí eu mandei mensageiros a eles com o seguinte recado. Ele mandou mensageiros a Sambalat e Tobias, que tinham chamado ele no intuito de tirá-lo da obra que ele estava fazendo. Neemias estava reerguendo Jerusalém.

E aí ele diz, eu estou fazendo um trabalho importante e não posso descer até aí. Eu não vou deixar esse trabalho só para ir falar com vocês. Então, Neemias aqui, ele se posicionou. Ele não se distraiu. Ele se manteve focado naquilo que ele estava fazendo. Por quê? Porque era prioridade para a vida dele.

Ele entendeu a grandeza daquele serviço que ele estava prestando, a grandeza da obra que o Senhor faria através daquele serviço, e ele não se distraiu, ele não se deixou levar por ninguém, por nenhum convite, por nenhuma ameaça, por nenhuma distração, mas se manteve focado até cumprir aquilo que ele se propôs a fazer.

E em meio às dificuldades que Timóteo também passou nesse chamado, nesse ministério, nesse servir, Paulo ensina a Timóteo, num tempo em que haviam muitos falsos mestres, muitas...

muitas heresias, muitos ensinos errados que estavam desviando as ovelhas. Timóteo era pastor de uma grande igreja. E Paulo ensina a Timóteo como ser esse trabalhador entusiasmado, como ser aquele trabalhador que o Senhor deseja que a gente seja. E a gente vai aprender um pouquinho, nós vamos falar desse trabalhador hoje. Abram comigo, por favor, em 2 Timóteo 2, no versículo 15.

2 Timóteo 2, versículo 15. Está escrito, Paulo dizendo a Timóteo, procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

De acordo com o dicionário Strong, essa palavra obreiro é ergates. E ela significa simplesmente trabalhador. É um operário. Assim como Jesus pediu aos apóstolos que orassem, rogassem a Deus pedindo trabalhadores, aqui Paulo também está falando de um trabalhador. Dizendo que Timóteo deve se apresentar como um trabalhador, como um obreiro.

E o obreiro aprovado, de quem nós vamos falar hoje, é esse trabalhador capacitado. Ou, como nós gostamos de dizer aqui no Verbo da Vida, um ministro qualificado. Então, Timóteo...

ele se posicionou diante dessa orientação de Paulo. Da mesma forma que Timóteo recebeu essa orientação, acatou essa orientação, nós também, como ministros, como trabalhadores, porque...

Não é só o pastor que está aqui que é um ministro. Todos nós somos ministros do Senhor. Todos nós temos o mesmo chamado de levar o Evangelho, a salvação do Senhor, para todos os que necessitam. Amém? Então, todos nós somos, sim, os trabalhadores de Jesus. Amém?

Então, vamos começar lá no... A gente vai destrinchar um pouquinho essa passagem, esse versículo 15 de 2 Timóteo 2. Paulo começa assim. Procura apresentar-te a Deus. A primeira palavra que a gente identifica é procura. E ela quer dizer, ela diz respeito a uma busca intensa e incessante. Então, Paulo está dizendo aqui a Timóteo...

Timóteo, busque intensamente, com todas as suas forças, sem parar até o resto da sua vida, se apresentar a Deus.

E aí, a gente recebe uma outra orientação aqui, é o primeiro de tudo, para quem nós vamos nos apresentar? É necessário que a gente sonde o nosso coração diariamente para entender qual é a motivação que nós temos de fazer aquilo que nós fazemos. Para quem nós estamos fazendo isso? Amém? Porque enquanto nós estivermos servindo apenas os homens com a motivação de agradar os homens,

Nós estamos só nos distanciando daquilo que Deus tem para a nossa vida. Amém? Essa motivação, essa convicção, essa... Esse... Ixi, perdi a palavra.

Essa motivação que a gente tem mesmo, ela que é a base, a estrutura do nosso ministério. Então, se ela for direcionada para Deus, para servir e agradar a Deus, o nosso ministério está bem estruturado e ele vai prosperar. Mas se ela for direcionada para agradar aos homens, então o nosso ministério está fadado ao fracasso.

1 Samuel 16, 7, a gente sabe que Deus queria ungir Davi como rei. Mas na hora que Samuel chega na casa de Jessé para ungir o rei, ele vê o irmão mais velho de Davi.

que era alto, que era bonito, que era forte. E aí ele pensa, bom, é esse. E Deus fala com Davi, perdão, e Deus fala com Samuel, não é esse, eu não estou olhando o que os homens olham. Aí a Bíblia vai dizer, lá no finalzinho do versículo 7, o homem vê o exterior, o Senhor, porém, vê o coração.

Então, essa motivação do nosso coração, a gente não tem como esconder ela de Deus. A gente pode até servir por algum tempo, agradando aos homens, mas Deus a Deus, a gente não consegue enganar.

Então, a motivação corrompida, ela é como se fosse um alicerce pequeno demais para aquela obra, sabe? Muito frágil. A obra, ela pode até começar, as paredes podem começar a ser erguidas, e ela começa a avançar, mas, à medida que ela avança, ela vai se tornando cada vez mais instável, cada vez mais vulnerável, ao ponto de aparecer uma rachadura, ao ponto de aparecer um buraco, de ceder uma parte e até...

desmoronar. Por isso, o nosso ministério precisa estar alicerçado em Deus. Amém?

Na Bíblia, nós encontramos dois tipos de altares. Eu vou falar aqui rapidinho sobre os altares, porque quando a gente diz de altar, a gente está falando de adoração, a gente está falando de primazia, daquilo que é a prioridade para a gente, aquilo que nós testemunhamos a respeito de Deus.

E a gente encontra dois tipos de altares. Os altares íntimos, que são aqueles que não são visíveis, e os altares públicos. Os altares íntimos dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus e o testemunho que Deus dá a nosso respeito.

E os altares públicos dizem respeito ao testemunho que nós damos de Deus. Mas pensem comigo, como que nós vamos dar um testemunho a respeito de alguém que a gente não conhece tão bem?

Ou de algo que a gente não conhece tão bem. Por isso, é muito necessário que a gente conheça profundamente a Deus. Para que nós, assim a gente vai saber a vontade de Deus.

o plano de Deus para nós. A Bíblia vai dizer que antes mesmo da fundação do mundo, Deus já havia escrito todos os nossos dias. Então, Ele tem um plano para cada um de nós. E somente conhecendo a Ele é que nós vamos conhecer esses planos e poder realmente viver aquilo que Deus nos chamou para viver. Amém?

Assim, nós devemos buscar intensa e incessantemente, como Timóteo buscou, como Paulo nos orientou, intensa e incessantemente, buscar nos apresentar primeiramente a Deus e depois aos homens. Antes, nós precisamos de ser aprovados por Deus para depois sermos conhecidos pelos homens.

Davi foi um grande exemplo de alguém que buscava incessantemente a Deus. Mesmo quando ele caía, ele se voltava para Deus, se arrependia. Mesmo quando haviam inimigos, ele sempre chamava a Deus, ele sempre buscava em Deus antes de agir. Ele sempre...

A Bíblia diz que ele tinha um coração conforme o Senhor. Então, ele tinha o coração entregue ao Senhor. A motivação dele estava no Senhor. E ele construiu um altar íntimo no dia a dia dele. Na convivência com as ovelhas, nas orações, nos cânticos, nas adorações que ele fazia, ele foi construindo um altar íntimo com Deus.

tão solidificado, que quando ele precisou de construir um altar público, esse altar público, de fato, elevou o nome de Deus. De fato, ele deu um testemunho de Deus, que foi quando ele, por exemplo, matou Golias.

Um pequeno pastor de ovelhas construiu o seu altarzinho ali, junto às ovelhas, às vezes matando um leão, às vezes matando um urso, mas sempre no escondido, sempre no anonimato. E quando ele precisou de construir esse altar público, que nós estamos chamando de altar público aqui, é o testemunho que nós damos de Deus, ele deu um testemunho grandioso a respeito do Senhor. Amém?

E aí a gente vai avançando um pouquinho aí no versículo 15 de 2 Timóteo 2, que diz, procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar. Então, aqui nós precisamos entender que existe uma maneira de nos apresentarmos a Deus. A gente não se apresenta de qualquer maneira para Deus, nós precisamos nos apresentar aprovados. E eu vou fazer um parênteses aqui. Por quê?

Deus, Ele deseja que nós nos acheguemos a Ele como nós estamos. Como filhos, independente do pecado, independente do sentimento, ainda que a gente esteja caído, ainda que nós estejamos com o sentimento de que não somos dignos, que não podemos nos achegar a Ele, ainda que a gente pense que precisa de consertar primeiro algumas coisas para depois se achegar, para depois ter um relacionamento com Deus, Deus deseja que nós nos acheguemos a Ele.

como filhos, ou como aqueles que ele deseja trazer para a família como filhos. Então, é do jeito que a gente está. Mas, a gente precisa entender que o contexto aqui, Paulo está falando com Timóteo. E Timóteo não era um neófito, não era um novo na fé.

Timóteo já era um ministro experimentado. Ele era um pastor de uma grande igreja. Então, nós estamos falando aqui como um ministro, como um trabalhador experiente deve se apresentar diante de Deus. Pensa, se você está concorrendo a uma vaga em uma grande empresa, você manda o seu currículo.

E eles dizem que o seu currículo está adequado à vaga que eles têm, porque você está capacitado a fazer exatamente as tarefas que eles precisam. Então, você está aprovado. Você tem as ferramentas, você tem a conduta necessária para cumprir aquela designação.

Mas, se a gente não está, não está, se a vaga, por exemplo, é para um administrador e eu sou formada em direito, então, talvez aquela vaga não seja para mim.

é importante a gente entender que cada um de nós tem um chamado específico. E o chamado do outro não é o meu. O meu chamado não é o seu. E o seu chamado não é o dele. Por quê? Porque Deus nos fez únicos. Ele sabe quantos fios de cabelo nós temos na cabeça. A nossa digital é única. E o nosso chamado também é único.

Então, nós não nos apresentamos a Deus de qualquer forma como trabalhadores, mas nós nos apresentamos diante de Deus como estamos quando nos apresentamos como filhos. Amém? Mas nós vamos focar aqui um pouco mais nos trabalhadores. Antes de tudo, é necessário que a gente entenda que a aprovação, ela primariamente é do caráter.

Então, eu fiz aqui um exemplo da empresa, mas nós, primeiro, estamos sendo aprovados por Deus no nosso caráter. Por quê? Porque Deus é quem nos capacita. Então, a habilidade, Ele nos dá.

Amém? A gente precisa estar aprovado mesmo no caráter. Deus, desde o início, desde quando ele tentou trazer Israel, ter um povo só dele, uma nação que o representasse, ele deixou diretrizes. Essa nação precisava ser santa.

Essa nação precisava de ser sacerdotal, que representasse um Deus que é santo. E por isso ela precisava se comportar de maneira que Deus aprovasse. Para que ela pudesse testemunhar corretamente...

O Deus grandioso que estava sobre aquela nação, que governava aquela nação. Amém? E nos dias de hoje é a mesma coisa. Nós precisamos de andar com uma conduta específica a respeito do nosso ministério, porque o nosso ministério é o testemunho de Cristo na nossa vida.

Quando Moisés, por exemplo, foi orientado a estabelecer líderes para ajudá-lo a gerenciar aquela nação, aquele povo enorme, o Getro, seu sogro, deu orientações específicas para quem ele deveria procurar, como deveriam ser os homens que ele deveria procurar. E essa orientação está lá em Êxodo 18, 21.

Êxodo 18, 21, diz...

Getro, o sogro de Moisés, dizendo a ele, procura dentre o povo homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza. Põe-nos sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta e chefes de dez. Então, aqui a gente identifica características específicas desses trabalhadores que serão levantados para colaborar na obra do Senhor.

E essas características são ser capazes e competentes, de acordo com o que Getro orientou aqui, tementes ao Senhor, essa talvez seja a principal, íntegros e honestos, incorruptíveis, odiando a avareza e imunes ao suborno.

Então, existia um comportamento necessário para que esses homens representassem Moisés diante do povo. E, da mesma forma, nós precisamos de ter esse exato comportamento para representar Deus diante do povo. Amém?

A gente pode notar também que, além da competência, que é uma característica necessária, todas as outras características dizem respeito ao caráter.

Então, a gente precisa de ter habilidade? Precisa. Existe uma parte que é nossa que a gente precisa desenvolver. A gente precisa estudar, a gente precisa se habilitar, a gente precisa ter mesmo capacidade, habilidade para fazer aquilo que o Senhor nos chamou a fazer. Mas, além dessa capacidade, Deus está procurando o caráter.

O coração. Amém? Lá em Atos, a gente também pode ver os apóstolos buscando homens com características específicas para ajudá-los na obra do Senhor. Vamos para Atos 6, versículo 3.

Atos 6, versículo 3. Os apóstolos estão ali estabelecendo homens para ajudá-los, porque eles viam que a igreja estava crescendo muito rapidamente e eles não estavam dando conta de cuidar, de pastorear tudo, de fazer todas as tarefas.

E aí diz, ato 6, 3, vai dizer, mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarregaremos desse serviço. Então, novamente, a gente identifica aqui características específicas para esses trabalhadores qualificados, que são ser bem respeitados, confiáveis e de boa reputação,

cheios do Espírito Santo e cheios de sabedoria. Então, o ser bem respeitado, confiável e de boa reputação, ele vai dizer respeito ao que as outras pessoas veem em nós. E Deus se preocupa, sim, com o que o outro pensa de mim. Deus está preocupado com o que as pessoas pensam de mim e de você. Por quê? Porque nós somos filhos dele.

A gente sabe que o filho é o espelho do pai, certo? A gente vê uma criança ali, toda agitada, correndo, brincando, a gente já sabe que ou o pai ou a mãe gosta de brincar, gosta de correr, gosta de falar. Aí a gente vê a criança muito quietinha, a gente já sabe que ou o pai ou a mãe já tem um perfil mais introspectivo. Da mesma forma, nós, representando Deus.

Nós somos vistos pelas pessoas e precisamos cuidar, sim, da nossa reputação. Obviamente, o caráter é o mais importante. Até porque, sem o caráter, essa reputação é como aquele alicerce que eu havia falado. É um alicerce frágil que uma hora vai desabar.

E só o caráter, só a motivação em Deus é que alicerça verdadeiramente esse ministério, essa boa reputação. Amém? Cheios do Espírito Santo. Nós vimos, então, de boa reputação, cheios do Espírito Santo. Sim, precisamos ser cheios do Espírito Santo. Por quê? Porque é o próprio Espírito Santo que faz a obra. Na verdade mesmo, não somos nós.

A gente está disponível para fazer aquilo que Ele quer que a gente faça. A gente está disponível para Ele fazer o que Ele quiser através de nós. Mas a habilidade, a capacidade e o poder vem dEle.

e não de nós. Por isso, toda obra que nós, como trabalhadores, fazemos, ela precisa de apontar para Cristo. Porque, senão, se a obra aponta para a gente, ela não é uma obra de Deus, ela é uma obra do homem. E nós vimos também cheios de sabedoria. E esse cheio de sabedoria vai aí... ...

encerrar, concluir junto com o restinho do versículo que ele fala, que é, maneja bem, que maneja bem a palavra da verdade. Mas antes de a gente falar a respeito do manejar da palavra...

Eu queria dar o exemplo de Pedro, porque esses que possuíam essas características que os apóstolos citaram, eles eram considerados os trabalhadores, os ministros qualificados, e aprovados de caráter, e não somente de caráter, mas também capacitados como obreiros.

Então, Pedro foi um obreiro aprovado. Um exemplo para a gente seguir. Em que o próprio Jesus confiou a sua igreja a Pedro. Mesmo Pedro tendo o seu temperamento, que era mais...

impulsivo, vamos dizer assim, ainda assim, Jesus confiou, encontrou em Pedro um coração, um caráter transformado. E por isso ele confiou a Pedro, a igreja, lá em Atos, não, desculpa, lá em João 21, versículos 15 a 17, a gente vê essa passagem, né, de...

de Jesus falando, Pedro, você me ama? E aí Pedro responde, sim, Senhor, eu te amo. Então, apacenta as minhas ovelhas. Ali Jesus está já anunciando a Pedro o trabalho dele, o que ele iria fazer, o pilar que ele seria na igreja do Senhor.

Então, a gente entende que esse cheio de sabedoria aí, ele se conecta com o finalzinho do versículo 15, de 2 Timóteo 2, que nós estamos aqui passeando por ele, que é que maneja bem a palavra da verdade. Um se conecta com o outro. Por quê? Porque a sabedoria vem da palavra de Deus. Aquele que maneja bem a palavra da verdade, ele é cheio de sabedoria. Amém?

Conhecer as Escrituras deve ser uma busca diária da vida cristã. E manejar bem a palavra da verdade precisa de ser uma característica do trabalhador, do obreiro aprovado. E é essa...

Esse manejo qualificado, esse manejo da palavra é que vai nos impedir de sermos levados por ventos de doutrina, de sermos enganados, de sermos levados mesmo por doutrinas equivocadas, que não são realmente da palavra. Então, é conhecendo aquela velha história, conhecendo bem a cédula...

original, verdadeira, é que nós vamos reconhecer aquelas que não são falsas. Nós não estudamos as falsas, nós nos especializamos na verdadeira, para então a gente entender quando chegar a falsa, a gente já vai saber de cara. Amém? E é a palavra de Deus que nos instrui.

Somente conhecendo a palavra que nós podemos dar essa resposta ao mundo, que o mundo precisa, que o mundo olha para nós e busca, e vê. Lá em 2 Timóteo 3, nos versículos 16 e 17, diz, toda a escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão.

para correção, para educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. Olha aí que interessante. É a palavra de Deus que habilita o obreiro. Então, o obreiro é aprovado quando ele maneja bem a palavra de Deus, a palavra da verdade. Amém?

É o conhecimento da palavra que nos capacita, nos habilita, nos ferramenta para nós exercermos o chamado mesmo, as tarefas que Deus nos propõe. Amém?

E tudo isso que Paulo ensinou a Timóteo, ele mesmo fez. Paulo não falou assim, olha, faça isso porque eu estou fazendo uma outra coisa por aqui, cada um faz o seu. Não. Paulo fez, Paulo viveu, Paulo experimentou e depois Paulo ensinou.

Então, nós podemos ver na vida de Paulo todas essas características desse versículo 15, de 2 Timóteo 2. Ele procurou se apresentar a Deus. Lá em 1 Coríntios 14, 18, ele disse, Paulo disse, dou graças a Deus, porque falo em outras línguas mais do que todos vós.

Então, aqui ele já se apresenta como aquele que procurou a Deus intensamente. Aquela procura, aquela busca intensa e incessante. E aí ele diz, eu oro em línguas mais do que todos. Ou seja, ele tem um relacionamento...

sólido com o Senhor. Ele construiu esse relacionamento e, por isso, ele pode orientar, ele pode dizer aquilo que deve ser feito, porque ele conhece a vontade de Deus.

Então, ele procurou se apresentar diante de Deus, e ele foi aprovado, obreiro que não tem de que se envergonhar, que nós encontramos também lá em 1 Coríntios 11, 1. Ele diz, Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.

Se ele foi imitador de Cristo, então ele definitivamente foi um obreiro aprovado. Porque o maior obreiro, o maior exemplo que nós temos do obreiro aprovado, do trabalhador capacitado, do ministro qualificado, foi o próprio Jesus. Foi ele que veio, que se desfez de toda a glória que ele tinha. E abriu mão de tudo que ele poderia desfrutar.

na sua glória, e veio como homem.

para cumprir um chamado específico. E ele cumpriu com excelência. Ele não cumpriu de qualquer jeito. Ele foi um obreiro aprovado. A gente vê a palavra contando a respeito de Jesus, a respeito de como ele lidava com as pessoas, como ele lidava com as situações. Em todo o momento, todos que chegavam a ele eram recebidos. Nós não encontramos na Bíblia um momento em que Jesus diz, olha, agora eu estou cansado.

Você pode voltar amanhã nesse mesmo horário? Não. A palavra vai dizer que Jesus, em alguns momentos, ficava até altas horas da noite curando enfermos. A palavra diz que Ele curava todos. Eu não encontrei nenhuma palavra, e a gente não vai encontrar, nenhuma passagem da Bíblia que diz que Ele curava alguns. Exceto na própria cidade dEle, e não por causa do...

do pouco poder ou da falta de habilidade, mas por falta de fé do próprio povo, daqueles que já o conheciam como menino, que viram ele crescer. Então, a falta de fé daquele povo impediu Jesus de fazer tudo o que ele poderia ter feito e tudo o que ele fez em todas as outras regiões.

Então, Jesus é o nosso principal exemplo, é o exemplo que nós devemos seguir, e assim como Paulo diz, ser de meus imitadores como eu sou de Cristo. Uma vez que nós podemos olhar para Paulo e falar, realmente, Paulo andou nessa terra como um obreiro aprovado.

como um ministro qualificado. Ele cumpriu o chamado dele com excelência, com zelo, com perseverança. Ele não desistiu em meio à espada, em meio à chicotada, em meio a cadeias, naufrágeos. Paulo passou por tudo. Paulo passou por tudo e não desistiu. Continuou zeloso, continuou excelente em tudo que fazia.

E dessa mesma maneira, nós precisamos de ser imitadores dele, porque ele foi imitador de Cristo. Cristo foi o obreiro perfeito. E nós vemos também...

que Paulo maneja bem a palavra da verdade. Além dele ser imitador de Cristo, ele maneja bem a palavra da verdade. Ele vai falar, em sua defesa, ele vai falar que ele é fariseu de fariseus.

Os fariseus eram os estudiosos da palavra. Sentado aos pés de Gamaliel, ele aprendeu toda a escritura, ele fala fielmente. Então, ele aprendeu fielmente toda a escritura. Gamaliel era considerado o maior, um dos maiores estudiosos, o melhor mestre. E Paulo aprendeu aos pés de Gamaliel desde menino.

toda a escritura. Então, ele manejava muito bem a palavra. Ele tinha domínio, tinha conhecimento, e por isso ele se apresentava com segurança, ele se apresentava em qualquer situação, sabendo o que dizer, o que fazer, como reagir, sabendo que Deus estava com ele, ainda que as situações fossem contrárias a ele.

E por isso, Paulo é esse grande exemplo que nós temos também. Além de Jesus. É...

Eu queria falar aqui um pouquinho que a gente, às vezes, olha para essas características e a gente pensa assim, isso talvez não seja para mim. Isso aí é para o pastor. O pastor consegue, um homem escolhido de Deus, um homem capacitado, ou para algumas outras pessoas especiais. Mas, para mim, quem sou eu?

Mas a gente precisa de ter a consciência de que nós fomos chamados, nós fomos capacitados. É para nós, é para todos nós. Amém? Essas características, elas representam verdadeiramente a maturidade de quem busca ser como Jesus. E é importante a gente entender que esses traços, eles não são inalcançáveis.

Amém? Eles são alcançáveis. Por quê? Porque Deus disse que são. Se Deus falou, através de Paulo, que nós precisamos nos apresentar como obeiros aprovados, significa que tem como ser aprovado. Mas também significa que tem como ser reprovado.

E essa balança, ela vai pender para o lado que nós escolhermos. Porque essa é uma escolha nossa. Nós vamos nos esforçar, nos dedicar, construir os altares íntimos para depois testemunhar nos altares públicos, ou nós vamos nos esconder na falta de capacidade, na falta de fé, na preguiça, às vezes.

Ou no contentamento Não, eu estou assim, eu estou bem Não preciso de mais do que isso Quando Deus, às vezes, nos chamou para coisas grandiosas Amém Amém Amém Amém Amém Amém

Nós precisamos, então, buscar mesmo, amadurecer, conhecer a palavra e sermos, adquirirmos essas características de caráter para sermos aprovados como obreiros que não têm do que se envergonhar. Segunda Pedro 1, 5, para quem quiser acompanhar comigo. Eu vou do 5 ao 11, tá? Segunda Pedro, primeiro capítulo, versículo 5.

Pedro diz, por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude. Com a virtude, o conhecimento. Com o conhecimento, o domínio próprio. Com o domínio próprio, a perseverança. Com a perseverança, a piedade.

Com a piedade, a fraternidade. E com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós, e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos. No pleno conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo. Eu vou só dar uma parada aqui para a gente entender que...

Assim que a gente adquire, assim que a gente busca, na medida que a gente vai buscando, vejam que ele fala em aumentar essas características na nossa vida. Então, à medida que a gente busca aumentar essas características, nós nos tornamos frutíferos. Nós nos tornamos mais ativos. E se a gente não busca, Pedro diz aqui que nós podemos nos tornar inativos e infrutuosos.

E aí, no versículo 9, ele continua. Pois aquele a quem essas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora. Por isso, irmãos, procurai com diligência cada vez maior confirmar a vossa vocação e eleição, porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. Amém?

Aqui, Pedro nos ensina, mais uma vez, mais características daquilo que nós precisamos buscar para as áreas da nossa vida. Além do caráter que a gente precisa de ser transformado conforme o caráter de Cristo, a gente precisa de refletir mesmo. Eu gostaria de trazer como reflexão mesmo, como que nós estamos nos saindo.

Como que está o nosso desempenho em certas áreas da nossa vida? E aí Pedro diz, eu vou pegar as áreas que Pedro disse aqui nessa passagem. Como que nós estamos nos saindo na excelência moral? Como que está a nossa excelência moral? E o nosso conhecimento? Nós temos nos dedicado a conhecer a palavra? E o domínio próprio? Nós temos exercido o domínio próprio?

E a perseverança? Porque ainda que a gente falte um dia, que a gente deslize no outro, a gente precisa perseverar. E o temor a Deus? Que é o princípio da sabedoria. Ele é a base de tudo.

como está a nossa fraternidade e o nosso amor para com todos? A nossa generosidade, os nossos relacionamentos, a nossa doação daquilo que Deus depositou em nós.

Então, eu trouxe essas características que Pedro destacou para a gente refletir mesmo a respeito da nossa vida, da nossa conduta, de como nós podemos nos apresentar como obreiros aprovados, como ministros qualificados.

E Pedro aqui está destacando a necessidade de crescer, de amadurecer, crescer nessas áreas, e a possibilidade de algumas pessoas fracassarem nessas áreas. Por quê? Por falta da perseverança. Existe uma frase que é muito assertiva, que diz, Deus não chama os qualificados, Ele qualifica os chamados.

E nós não precisamos e nem devemos esperar nos sentirmos qualificados, nos sentirmos aprovados para realizar. Como eu disse anteriormente, nós precisamos de um coração disponível para que Deus faça nos capacite e faça através de nós. E por isso é começar, pode ser, a atitude de começar a servir pode ser feita diariamente.

Porque a gente, às vezes, fala, não, hoje eu não vou, mas a gente pode começar de novo. Ai, não, esse departamento não é para mim, mas a gente pode tentar. Ai, mas eu estou bem aqui no banco. Mas e a nossa colaboração na obra do Senhor? Quem somos nós como trabalhadores, como obreiros aprovados?

Assim como as ferramentas do pedreiro, por exemplo, precisam de ser manuseadas por ele, porque elas não conseguem construir sozinhas, a gente também precisa de manusear as ferramentas que Deus nos dá. Depende de uma atitude nossa, porque o Espírito Santo já está dentro de nós, como filhos.

Então, nós já temos as ferramentas, nós já temos toda a capacitação necessária. Agora, parte da nossa atitude, do nosso querer, da nossa disposição de realizar. Amém?

Então, nós aprendemos em 2 Timóteo 2,15, que nós, como igreja, como ministros qualificados, trabalhadores capacitados, precisamos buscar intensa e incessantemente nos apresentar primeiramente diante de Deus, para depois sermos reconhecidos pelos homens.

A nossa aprovação diante de Deus, ela é do nosso caráter. Então, nós nos apresentamos aprovados de caráter, de motivação. É o coração rendido. É aquele coração que não está almejando aqui, a terra. Aquilo que o homem pode dar. É o coração que está almejando o céu. Aquilo que o Senhor preparou. Aquilo que o Senhor chamou para fazer.

Amém? O coração rendido, ele é visto por Deus como a maior ferramenta que ele pode ter dentro da igreja. É o coração rendido, porque não é o muito saber, não é o muito fazer, mas é a disposição de fazer para Deus. Amém?

Então, nós precisamos buscar intensamente e incessantemente nos apresentar a Deus, aprovados de caráter, como obreiros qualificados, que não têm de que se envergonhar e que conhecem bem as Escrituras, que manejam bem a palavra da verdade. Por isso, é muito necessário que nós...

Temos disciplina mesmo de criar o hábito de ler a Bíblia. Não adianta fugir, não tem outro caminho, se não parar, sentar e ler a Bíblia. Entender o que o meu pai escreveu, o que ele quer me dizer, o que ele deixou aqui para mim de conhecimento. É isso. 2026, a gente sabe que é o ano da expansão.

E cabe a cada um de nós, como colaboradores do reino, colaborar para essa expansão. Com as nossas ferramentas, eu tenho algumas, você tem outras, ela tem outras, eles têm outras. E as nossas ferramentas unidas, as nossas habilidades unidas, o corpo junto, com todas as juntas, todos os membros, cada um exercendo o seu papel.

Ele anda, ele avança. E é isso que nós almejamos para esse ano. Avançar juntos, como trabalhadores capacitados, como filhos amados, como membros do corpo, como seguidores de Cristo, imitadores de Cristo. Amém?

Nós fazemos parte também, somos responsáveis por isso, por essa obra. Deus nos chamou para essa obra. Então, nós temos essa responsabilidade e nós precisamos de cumprir.

esse chamado para edificação da Igreja de Cristo mesmo. Nós sabemos, nós temos uma visão dada para o pastor, nós sabemos que temos um grande sonho, um grande projeto, e como que nós vamos alcançar esse grande projeto se nós não dermos os nossos passos. A igreja depende dos nossos passos para avançar, porque nós somos a igreja.

Amém? Nós sabemos, então, que nós somos responsáveis por colaborar com a obra de Cristo e colaborar com a expansão, tanto da Verbo da Vida, como membros, quanto da Igreja do Senhor. Amém? Amém? E Jesus disse aos discípulos para rogarem ao Senhor, para que enviem trabalhadores.

Então, o meu desejo, a minha oração, é que nós sejamos a resposta dessas orações. Que nós nos apresentemos como esses trabalhadores que os apóstolos rogaram. Eles não somente oraram a Senhor, manda por gentileza. Não, eles rogaram a Deus por trabalhadores. Que nós sejamos essa resposta. Amém? Podem se levantar. Pai, eu quero te agradecer, Senhor.

Obrigada, Pai, por esse tempo em que nós fomos levados a refletir a respeito daquilo que temos construído no Senhor, Pai. Pai, nós cremos, Senhor, que a Tua palavra é viva, santa e eficaz. Ela é mais cortante do que qualquer espada, Pai. E ela é apta a nos ensinar, a nos corrigir, a nos guiar, Pai. A nos dar sabedoria.

Por isso, Pai, nós desejamos, Senhor, com os corações rendidos a Ti, que nós sejamos transformados por essa palavra. Que a gente não saia daqui, Pai, como a gente entrou, mas que a gente saia com a convicção de que nós temos um papel, de que nós temos uma importância no reino, de que o nosso trabalho é importante, é necessário para o reino.

E que nós precisamos, Senhor, ter o coração rendidos ao Senhor. Por isso, Pai, nós te agradecemos por essa palavra. Te agradecemos, Senhor.

Porque o Senhor tem nos chamado, tem nos escolhido e nos capacitado. Que honra, Senhor, poder fazer parte daquilo que o Senhor tem feito aqui na terra. Obrigada, Senhor, pela honra de participar de tudo aquilo que o Senhor faz. Nós te louvamos e te agradecemos por isso. Em nome de Jesus. Amém?