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DOMINGO DA FAMÍLIA | PR. ALESSANDRO RIBEIRO | 03.05.2026 DOMINGO MANHÃ

05 de maio de 20261h3min
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Pr. Alessandro Ribeiro nos ensinou sobre a importância da mesa e quais os benefícios que a mesa nos proporciona (alinhamento, correção, comunhão), nos alertou sobre a importância de escolhermos bem em qual mesa assentar e também de ao assentarmos estarmos de fato inteiros nesse local, pois muitas vezes, estamos somente assentados somente de corpo presente, sem dar a devida atenção e valor necessário.

Assuntos8
  • Importância da mesaAlinhamento · Correção · Comunhão · Memórias afetivas
  • Regras de casamentoMaria, mãe de Jesus · Amor de Jesus · Falta de vinho · Primeiro milagre de Jesus
  • Perceber detalhes e agirSensibilidade aos problemas alheios · Manifestar o amor de Deus · Não é problema meu · Ser solução
  • Impulsionar filhos e outrosLançar filhos para o propósito · Flecha na mão do guerreiro · Maridos e esposas · Líderes e liderados
  • Impacto das palavras na mesaPalavras que machucam · Traumas de mesas passadas · Curar e promover vida · Ficar calado
  • Missão da Santa Sé na ONUDom não é para si mesmo · Servir os outros · Ser ponte para o milagre · Ouvir o outro
  • Mesa espiritualLugar de encontros e reencontros · Lugar de começos e recomeços · Cuidar e ser cuidado · Amar e ser amado
  • Maturidade na mesaComer o que precisa, não só o que gosta · Crescimento pessoal · Mesa dos filhos de Deus
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não há outro digno de ser adorado nesse lugar tu és a estrela dessa igreja a estrela desse culto não queremos, ó Deus, estar num lugar que não é nosso não queremos ocupar um lugar que não é nosso

Toda a honra, toda a glória ao Senhor, Pai. Viemos te adorar, viemos te servir, viemos prestar culto ao Senhor. Nos ajuntamos desse lugar para melhor, Pai, não para pior. Obrigado por esse tempo, obrigado pela sua palavra cantada nessa manhã. Cantamos a verdade que cremos.

E obrigado pela Sua palavra que será ministrada nesse momento e ela encontrará um lugar no nosso coração nessa manhã. E sairemos daqui melhores do que nós entramos, sairemos daqui acrescentados, por causa do Senhor e por causa da Sua palavra. Obrigado Pai, obrigado por olhos para ver, ouvidos para ouvir, uma mente e um coração sensível a Sua voz.

Sim, Senhor, e a Sua palavra cairá como uma semente, uma terra fértil nessa manhã. E ela produzirá frutos que permaneçam, Senhor. Obrigado por respostas nessa manhã, por direções, por cura, por milagres. Esse é o dia que o Senhor fez.

E nós vamos receber tudo que o Senhor tem para nós hoje, Pai. Que eu fale então somente aquilo que está no seu coração. Porque eu me submeto totalmente a unção do seu Espírito, Pai. Para não falar o que eu quero. Mas para falar aquilo que está no coração do Senhor. Porque eu sei que assim eu serei alcançado e os meus irmãos igualmente serão. Muito obrigado por esse tempo. No poderoso nome de Jesus. Amém e amém. Bom dia, irmãos. Obrigado, queridos. Graças e paz.

pode se assentar nosso mês da família coisa boa, você está pronto para receber a palavra? primeiro domingo de mês domingo de ceia domingo que nós separamos como igreja como família verbo da vida para trazer a memória o sacrifício do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nosso culto memorial

Foi o próprio Jesus, o nosso próprio Senhor que estabeleceu que fosse assim. Ele disse, fazer isso em memória de mim, falando sobre a ceia. E é o que nós vamos fazer nessa manhã, trazer a memória, o que nos dá esperança. Amém, irmãos? Diga memória. Você é bom de memória? Depende, se for de cinco minutos para cá, pastor, eu lembro. Ceia também fala sobre comunhão à mesa.

Amém, irmãos? Comunhão à mesa, tempo de mesa. E eu não sei, né, quando você faz esse exercício de memória, se você for bom nesse negócio, e você tentar trazer lembranças afetivas da sua infância, da sua adolescência, da sua juventude, e é claro também da nossa fase adulta, né, bons momentos que nós vivemos, é possível que essas boas lembranças estejam associadas a um tempo de mesa. Sim ou não? Sim ou não, gente?

Muita coisa boa acontece em mesa, num tempo de mesa. E se a gente for forçar um pouco mais, talvez você traga à memória momentos, vivências, experiências que marcaram a sua vida.

E eu sei que a gente pode falar de marcas positivas e até mesmo de marcas negativas também, mas como nós sabemos também que servimos a um Deus que nos sara, que nos cura, que nos deixou a sua palavra como remédio para a nossa vida.

Nessa manhã eu quero falar um pouquinho sobre o que nós podemos viver nessa mesa, aonde não apenas nos assentamos sozinhos ou com o nosso contexto familiar, mas aonde sempre vai ter alguém ocupando um lugar nessa mesa interessado em provocar milagres nela. Jesus Cristo. E aí, esse exercício de memória, se você puxar desse tempo, talvez, de memórias de mesa...

às vezes vem imagens na nossa cabeça, não é assim, a depender da sua capacidade, vem as pessoas que estavam à mesa, e aí a gente está falando às vezes de anos, a roupa que estava usando naquele dia, a depender do momento, o perfume de quem estava usando, o que foi estabelecido naquele lugar, porque mesa é lugar de alianças, mudanças de rotas, destinos, mesa é esse lugar de ajustes, de aperfeiçoamento,

Eu costumo, às vezes, me lembrar dos almoços de domingo em casa, na época que eu morava na casa dos meus pais. Talvez você fala do bolo da minha avó, consigo sentir ainda aquele cheirinho. E quando eu lembro dos primeiros anos de casado, e eu vou aproveitar, obviamente, que Bel está lá, servindo as crianças, eu posso falar.

e a gente ri muito com isso, ela também conta essa história, a Abel no começo dos nossos primeiros anos de casado, sabe pastor Léo, Gabi, ela não tinha uma amizade muito boa com sal, não.

E aí eu trabalhava, nós casamos, Bel tinha se formado, ela ainda não tinha entrado no mercado de trabalho. E eu ia para o trabalho de manhã, e a empresa que eu trabalhava chegava às sete e meia, a gente já ia para o restaurante, tomava café, tudo. Aí, meio dia, o restaurante almoçava, quatro e meia, cinco horas, café da tarde.

E aí quando dava seis horas, a gente estava saindo indo para casa. E nesse tempo o Bélia estava em casa, né? E eu chegava lá já, depois de um dia, com todas as refeições completas. Às vezes eu abria a porta, estava lá a mesa de jantar. Arroz, feijão, macarrão, bife, salada. Eu falava, misericórdia. E na época dos meus pais, a gente nem jantava, né? E eu cheio, ela, amor, fiz uma janta para a gente. Coisa boa, amor.

vamos comer, né, e aí dava aquela garfada, vinha um copo de água na sequência, e dava outra, e vinha outro, e dava outro, e vinha outro,

Mas sabe, aquela mesa salgada, ela transmitia uma mensagem. Naquela mesa havia uma mensagem. Eu pensei nesse momento o dia todo. Eu gerei esse momento. Eu investi tempo para esse momento. Eu criei expectativas para esse momento. E a gente sentava e eu comia o que eu conseguia. Às vezes ela falava, está salgado, né? Eu, está não.

Só um pouquinho. Ela não pode falar, está salgado. Não, está ótimo, amor. Mas aquela mesa falava sobre momentos, uma intenção, algo programado, planejado, intencional, de uma maneira intencional. Lembranças de quase 20 anos atrás, que eu tenho muito viva na minha mente e no meu paladar.

e a gente ri desses momentos hoje, né Bel, hoje é uma cozinheira de mão cheia gente, meu Deus do céu, mas a gente vai guardando essas coisas, e mesmo que você diga pastor, eu não tenho, quando eu olho para trás, eu não tenho boas memórias de família, lembranças afetivas assim, da minha casa, dos meus pais, não, não tenho, mas ainda hoje quando a gente vai celebrar,

Algo de bom que acontece, uma conquista, trabalho profissional, às vezes até na vida de um amigo que nos convida para compartilhar de algo. Esses momentos geralmente são celebrados aonde? Na mesa. Sim ou não? Pode não ser em casa, na sua, pode ser na do outro, pode ser em um restaurante. Mas eu quero falar sobre esse lugar, mas guarda o seu coração para que você não limite isso a uma estrutura física, de madeira, de vidro. Sabe, eu estou falando de uma mesa espiritual.

eu estou falando de uma mesa que nos acompanha por onde a gente vai, que não está limitada a onde as minhas mãos podem tocar, mas é aquilo que meu coração pode sentir, quero falar um pouco sobre isso, sobre essa mesa que é um lugar de encontros e reencontros.

Um lugar de começos e recomeços. Um lugar de cuidar e ser cuidado, de amar e ser amado. Um lugar de ser ajustado também, de ser corrigido muitas vezes, para que a gente não se perca na vida e não se perca nos processos. Hoje, pela manhã, eu tive um tempo de mesa, com um casal maravilhoso, amigos queridos. Quinta-feira eu tive um tempo de mesa com o Lelinho também. De vez em quando o Júlio e o Rai promovem um tempo de mesa na casa deles.

E é sobre essas coisas, irmão, sobre você ir para um lugar e às vezes você vai achando que você está indo levar algo para alguém e você descobre que você foi para receber de Deus pela vida de alguém. Amém? Por se permitir ser inteiro nesse lugar. Você entendeu o que eu disse? Porque é possível estar num lugar de corpo presente, mas o coração não estar nele.

E, infelizmente, muitas vezes, é essa realidade dentro de muitas casas, onde as pessoas até se assentam ao redor dessa mesa. Elas estão de corpo presente ali, mas elas não estão de fato ali. O coração não está ali. E quando não existe sequer o esforço para estar junto, ainda é possível que cada um esteja em um cômodo da mesma casa, mas não estão conectados, ligados. E eu quero falar um pouco sobre isso, nesse mês da família, começar a abrir essa temporada de mensagens sobre família, sobre sermos intencionais num tempo de mesa.

Amém? Provocar você mesmo. E ainda que você diga, passou na minha casa, na minha família, vai tudo bem. Pois eu vou te dizer, dá para melhorar. Em Deus dá sempre para melhorar, irmãos. Não apenas, sabe, aguardarmos os convites para a mesa dos outros, mas sermos esses que promovem esses encontros à mesa, na nossa casa. Amém? Por onde a gente passa. Você está pronto para isso? Amém!

Para ser confrontado, para ser chacoalhado, para ser despertado para esse momento. Amém ou não?

Ó, deixa eu parar aqui um pouquinho, por favor, sabe, deixa eu fazer uma indicação aqui. Era uma, né, agora virou vinte, não, brincadeira. Porque muitas vezes a gente fala assim, puxa, pastor, esse é um assunto que eu tenho carência, eu tenho necessidade, eu preciso de ajuda. E deixa eu te dizer, nós queremos ser igreja com você, além dos encontros de quinta, de domingo, amém?

né, pastor, é o meu casamento, a minha família, a gente está precisando de ajuda, levanta a mão, procura ajuda mesmo, a Bíblia fala que na multidão de conselheiros há sabedoria, amém, nós temos uma liderança de casais na nossa família, um corpo pastoral para te aconselhar, para te ajudar, para ser família com você, e às vezes a gente não consegue, o que nós não conseguimos construir em 50 minutos de palavra, a gente é alcançado às vezes por uma leitura de um livro.

ministrando a sua família, um livro de, sei lá, uma hora de leitura, sabe, com versículos, com textos, um cuidado que nós temos na nossa igreja a respeito do nosso verbo shopping, é colocar livros, irmãos, que a gente vai, a gente tem a certeza que você pode abrir e ler, e você não vai ser confundido.

ou você não vai ter nenhum desvio doutrinário daquilo que a palavra de Deus diz. Eu não gosto de ler livro onde eu tenho que separar de um livro inteiro, eu tiro uma parte que está de acordo com a Bíblia, os outros não estão. Ah, mas essa parte é muito boa. Não, eu prefiro nem ler livro assim. Então a gente jamais vai indicar livros para você que possam trazer dano para a sua vida. E um assunto para esses dias, falando sobre família, que é muitas vezes complexo de entender, fala sobre casamento, divórcio e novo casamento.

Um livro muito bom, A Luz das Escrituras. Outro livro que nós indicamos muito, Filhos para a Eternidade. Um tempo tão oportuno para a gente falar sobre criação de filhos, filhos criados à luz da Palavra de Deus, e para os nossos casamentos construídos para durar. Então, esses livros estão todos ali no nosso Verbo Shopping, muitos outros, mas eu preciso pregar, né? Obrigado, Sá.

Eu queria que você abrisse a sua Bíblia no Evangelho de João, capítulo 2, por favor. Evangelho de João, capítulo 2. Aleluia. Evangelho de João, capítulo 2, versículo 1. João 2, 1. Glória a Deus. Evangelho de João, capítulo 2, verso 1. Você achou?

Você conhece esse texto, o contexto aqui é uma história muito conhecida de todos nós, fala sobre um casamento.

em Caná da Galiléia, algumas bíblias trazem as bodas de Caná, eu particularmente gosto muito de ministrar esse texto em casamentos mesmo, sabe quando eu sou convidado para celebrar um casamento, eu gosto muito de usar esse texto porque a gente extrai desse texto lições muito preciosas para o início da vida a dois, mas essa manhã eu quero trazer um outro enfoque para esse texto aqui, você chegou, Evangelho de João capítulo 2, verso 1?

A mídia vai nos ajudar, está aqui. Versículo 1 diz, três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado com seus discípulos para o casamento. Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse, eles não têm mais vinho. Deixa eu dar uma pausa aqui.

Pensa comigo, me ajuda a fazer esse exercício de memória aqui. O que acontece em uma festa de casamento? O que tem em uma festa de casamento, gente? Não estou falando só da celebração do casamento, estou falando da festa. Amém? O que tem em uma festa de casamento? Vamos lá. Comida. Os crentes, comida, né, Alex? Comida. Não pode faltar dois dedinhos, né? Aquela churrasquinha. Tem comida, tem bebido, mas o que, gente? Doce, né, Léo? Cada um, né?

Música de coração, tem isso? O que mais? Bolo, alegria, pessoas, a gravata, tem que pagar a gravata. Tem mesa, gente? Tem mesa, tem tempo de mesa, casamento tem tempo de mesa. E sabe, quando eu olho para esse texto aqui,

Nesse casamento o texto já começa dizendo, olha, Jesus tinha sido convidado, a sua mãe tinha sido convidada, os seus discípulos haviam sido convidados, haviam certamente muitos outros convidados, se você estudar um pouquinho, entender o contexto do casamento nessa época, o casamento nessa época não era um casamento que começava às quatro da tarde e terminava às dez da noite, não, eram dias de festa, de celebração.

E a Bíblia vai dizer que todos eles estavam lá. E o texto destaca que Maria, a mãe de Jesus, ela percebe um detalhe extremamente importante. E qual foi o detalhe que Maria percebeu? Acabou o quê? Acabou o vinho. Primeiro ponto que eu quero destacar sobre um tempo de mesa. Nós deveríamos nos reunir em um tempo de mesa para perceber detalhes.

Eu vou te explicar isso. Tinha muita gente naquela festa. Tinha muita gente desfrutando do que a festa podia oferecer. Certamente aqueles que estavam tomando, bebendo aquele vinho, não estavam preocupados se ia continuar saindo vinho da cozinha.

Você vai numa festa de casamento, você não fica preocupado se vai faltar o refrigerante, se vai faltar o suco. Não, você sabe que quem preparou aquela festa planejou, pensou, o número de convidados, o buffet contratado é proporcional para que todo mundo saia satisfeito. É assim ou não é, gente? É assim. Agora, essa mesa de observação, onde Maria percebeu o detalhe do vinho que tinha acabado, não era a mesa da casa dela.

era uma mesa alheia a uma festa de casamento que não era do filho dela, não era ela que estava promovendo aquela festa de casamento, a Bíblia fala que ela foi convidada, Jesus foi convidado, os discípulos foram convidados, e ainda assim ela estava atenta aos detalhes.

sensível e atenta ao que estava acontecendo naquela festa, ela percebeu um detalhe que poderia arruinar aquela festa e marcar de uma maneira negativa a vida daquele casal. Um detalhe. Pergunta. Aquele era um problema dela? A festa era dela? E quantas vezes?

Nós perdemos oportunidades de manifestar o amor de Deus sobre a vida de pessoas que estão perto de nós, às vezes na nossa mesa. Porque estamos desatentos aos detalhes. E a pessoa está às vezes abrindo o coração para você. Mas você está pensando em outra coisa.

A pessoa está abrindo o coração para você e você está pensando, não, eu preciso buscar o bolo, não, eu preciso buscar não sei o quê, amanhã eu tenho que sair, menino, não corre. E a pessoa está ali abrindo o coração. E a gente não percebe os detalhes. Detalhes que às vezes são transmitidos não por palavras. Às vezes é só um olhar. Está tudo bem? Não, está tudo bem e você sabe porque sabe que não está. Mas só pega quem está atento aos detalhes.

a festa não era dela, o casamento não era dela, mas ela estava percebendo o que estava acontecendo ali. Quantas vezes deixamos de manifestar o dom de Deus que flui da nossa vida, porque o problema não é nosso? Isso não é problema meu.

E você foi chamado a um dom, a um talento, dom de Deus na sua vida. E eu não sei se você sabe, mas o dom de Deus na nossa vida não é para a gente. Vou dizer de novo, o dom de Deus na nossa vida não é para a gente. O dom de Deus que flui na sua vida é para servir os outros.

E a gente fica segurando o dom. Eu tenho um chamado. Eu sou pastor. Eu sou profeta. Eu sou evangelista. Eu sou mestre. Eu sou apóstolo. Eu sou líder. Eu sou músico. Eu sou diácono. Eu sou... E o que a gente faz com o dom de Deus na nossa vida? Alguém está aclamando perto da gente, sofrendo perto da gente. O dom não flui. Por quê? Não é problema meu. É um filho muitas vezes... É um filho muitas vezes...

clamando pela atenção do pai, é uma esposa, clamando pela atenção do marido, um pai e uma mãe, esquecido, filhos, irmãos, parentes, que até se reúnem, em volta de uma mesa, mas ninguém percebe nada, detalhes são perdidos.

Estamos desatentos e muitas vezes usamos o discurso ou a desculpa. Não é problema meu. O problema não era de Maria, a festa não era dela, mas ela estava atenta aos detalhes e logo ela agiu. Porque não basta perceber. Eu preciso fazer alguma coisa. Porque muitas vezes até percebemos. Mas aquilo que percebemos a gente compartilha com quem está fora.

A gente sai da mesa, sai da casa, vai embora, vai para outro lugar, encontra outra pessoa que não tem nada a ver. Rapaz, eu fui ver fulano. Eu fui na casa do Júlio. Rapaz, meu Deus, está passando por um problema lá. Deus te chamou para ser solução lá e não fora. Casa não era dela, a festa não era dela.

Acabou o vinho. Ela, peraí, opa. Ela se levantou. Ela falou, se eu estou aqui, eu vou fazer alguma coisa. Porque se não for para fazer parte, irmãos, da solução, eu também não quero fazer parte do problema. Alô? O problema é que a gente escolhe não fazer parte da solução, mas a gente quer fazer parte do problema. Maria disse, não, não, não, eu vou fazer alguma coisa. E ela agiu. E qual foi a ação de Maria? Nós vamos ler o texto, calma.

eu sei, quem pode resolver esse problema, eu não posso mudar essa situação, mas eu conheço quem pode, você ainda está com o texto aberto aí? João, capítulo 1, diz assim, continua comigo aí acompanhando o texto,

Um, quatro. Perdão, dois, quatro. Diz assim.

Versículo 3, tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse, eles não têm mais vinho. Vou ler de novo, versículo 3, tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse, eles não têm mais vinho. Versículo 4, mas Jesus lhe disse, mulher, que tenho eu contigo, ainda não é chegada a minha hora. Então ela falou aos serventes, fazei tudo o que ele vos disser.

Maria não podia resolver o problema, ela não sabia como resolver, mas ela sabia quem podia. O problema não é meu, eu nem sei como fazer, não tenho como ajudar. Mas será que você não conhece quem pode? Quantas vezes nós entramos e saímos, irmãos, de mesas indiferentes à dor do outro?

Do problema do outro, a situação do outro. Saímos sem fazer nada e ainda dizemos, eu não posso fazer nada, eu não posso ajudar, eu não tenho condições de ajudar. Mas nessa manhã Deus está nos chamando para pensar, refletir e responder para nós mesmos. Será que você não consegue, você não sabe quem pode? Será que você não sabe quem pode mudar esse casamento? Será que você não sabe, você não conhece ninguém que pode entrar nessa casa e nessa família e mudar essa história não?

Deus, eu não posso fazer nada, você sabe que eu não posso, ele está falando, tudo bem, eu sei que você não pode, mas você não, aqui, alô, você não conhece ninguém não? E às vezes o convite é só para a gente fazer um exercício, é, como você estava? Quem você era? De onde Deus te tirou? O que Ele tem feito na sua vida?

Quais são as mudanças que você tem vivido e os milagres que você tem experimentado por causa dele? Será que isso já não seria suficiente para a gente dizer, eu conheço alguém que pode mudar a história desse casamento, dessa família. Por quê? Porque está fazendo na minha vida. Fez por mim, pode fazer por você também. Quantas vezes, irmãos, a gente vai estar nesse lugar onde a gente vai ouvir, vai ouvir, vai dizer, meu Deus, eu não sei nem o que dizer.

Quando você não sabe o que dizer, não precisa dizer nada. Simplesmente diga, vamos orar, porque Deus é suficiente e poderoso para poder mudar essa situação.

É convidar quem pode mudar o problema, mudar a situação para dentro da conversa. Irmãos, aquele que disse, fazer isso em memória de mim, não sofria de baixa autoestima. Não tinha medo de ser esquecido. Porque no fazer isso em memória de mim, não estava, não esqueçam de mim, por favor, não estava. É para que você não se esqueça, que eu posso fazer por você.

É para que você não se esqueça do que eu fiz por você. É para que você não se esqueça de que quando você não tinha nada, você não podia resolver o seu problema, eu resolvi por você. Para que você não se esqueça que quando o preço que era cobrado era a sua vida, eu entreguei a minha por você. Será mesmo que hoje a gente está nesse lugar onde a única resposta que a gente tem é eu não posso te ajudar, eu não posso fazer nada, eu não sei o que fazer? Não, a gente pode.

Aleluia. Sabe o que nos impede muitas vezes de ser esse agente de milagre em mesas? É que a gente fica pensando que nós, somos nós que temos que fazer alguma coisa, nós que temos que provocar o milagre, nós é que temos que provocar a reconciliação, nós é que temos que ter todas as respostas. Deus não está te chamando para fazer o milagre. Ele está te chamando para ser a ponte. É só a ponte, o milagre quem faz é Ele.

a pessoa está sentindo dor, a pessoa está enferma, o diagnóstico desfavorável, e você diz, mas se eu orar e não acontecer nada e não mudar, Deus está dizendo, não é você que cura, eu disse para você, impõe as mãos sobre os enfermos, você impõe e eu manifesto a cura, irmãos, a gente não está nesse lugar não, onde a gente não tem nada que não possa fazer por ninguém, temos sim, pois é de novo, temos sim, ninguém tem tão pouco que não possa compartilhar, irmãos,

E às vezes tudo que alguém está precisando não é de dinheiro, é de ser ouvido. De alguém que se importe com a dor do outro. Que sente num tempo de mesa, despreocupado, sem interesse de falar. Eu quero te ouvir, me fala. Você vai perceber que até para ouvir hoje a gente não está dando conta? A pessoa começa a falar, começa a falar, seu pé começa a balançar assim já. Daqui a pouco a pessoa olha no relógio.

E aí interrompe o outro. Paciência nem para ouvir. Não é porque tem um tempo, eu tenho outro compromisso, eu tenho outra coisa. Deixa eu falar uma coisa para você. Se é para viver essa história, esse negócio chamado evangelho, se é para viver evangelho, o evangelho não segundo a igreja, não segundo o homem, mas segundo Jesus Cristo. O negócio desse evangelho aqui são pessoas.

O negócio de Deus são vidas. O que Deus se importa é com pessoas. Se é para ser um instrumento dEle, se é para ser um discípulo dEle, se é para viver um chamado dEle, se é para viver uma vida que agrada a Ele, então a gente precisa viver essa vida para o outro, rendido ao outro, pronto para o outro, aberto a servir o outro.

Porque antes do dom na minha vida, para pregar, para ensinar, para cantar, para tocar, o que Deus está procurando em mim é, existe disposição para eu poder fazer na vida do outro, por meio de você, filho? Porque o dom que eu coloquei na sua vida é para servir o outro. E a gente fala, dom, pastor, você está falando de dom, então não serve para mim, porque eu não estou chamado de pastor, apóstolo, profeta, evangelista mesmo, não. Não se trata...

estou falando de sensibilidade, estou falando de um coração que está batendo aí dentro do seu peito, agora, que bate porque alguém sustenta ele batendo, todo dia, às vezes,

Essa frieza, essa indiferença, irmãos, ela não só separa pessoas, ela não só... Me ajuda, Senhor. Ela não só separa casamentos, pais e filhos, ela condena pessoas à eternidade que Deus não tem para elas.

Como é que eu vou dizer isso para você, para você entender com muita clareza? Às vezes uma conversa, um tempo de mesa, ela pode provocar um dano quase que irreparável. E a gente nem percebe. E não é uma faca, não é uma arma, não é um documento de divórcio que se assina, são palavras que saem da boca, que machucam e ficam ecoando por uma vida inteira.

traumas que vão se arrastando por anos e anos e anos. E aquela pessoa entra num outro relacionamento, ela começa uma outra vida, mas está lá no fundo, aquela dor ligada àquela outra mesa. Ela já viveu e está vivendo tantas outras mesas, mas ainda presa àquela velha mesa. O que mata não são só armas de fogo, faca, espada, palavras matam.

Nós estamos sendo chamados nesse tempo como filhos de Deus, para ser esses que curam, que promovem vida. Que se não for para ajudar, eu também não vou atrapalhar. Porque se eu não tiver uma boa palavra para dar para você, não vai ser maldizer ou falar uma palavra maldita que vai sair da minha boca. Porque às vezes, irmãos, é melhor você ficar calado durante todo o tempo de mesa do que falar bobagem. Quem está entendendo o que eu estou falando? Ai, Jesus.

Às vezes, irmãos, são lições que não vão requerer de você uma Bíblia aberta, dizendo agora abra a Bíblia na mesa, vamos ler. Isso é maravilhoso, isso é importante, um culto no lar, um culto em família. Mas às vezes, irmãos, a única Bíblia que alguém vai ler é a sua vida. A única Bíblia que alguém que nunca vai botar o pé na igreja, a única Bíblia que essa pessoa vai ler é a sua vida. É o tempo de mesa com você.

Qual é o texto das escrituras que as pessoas estão lendo quando sentam à mesa com você? Deus é fogo consumidor. Deus é amor, mas Ele é justiça. Quem está entendendo? Está recebendo alguma coisa?

Lá em casa, a gente não coloca Isaac para dormir sem antes ter um tempo de oração com ele. Isaac tem seis aninhos. A gente não tem tempo de mesa tomar café, almoçar, manchar, jantar, sem antes ensinar ele a orar, dar um tempo de orar. Isaac, quem vai orar hoje? Hoje eu oro. Ontem fui eu. Hoje é papai, hoje é mamãe. A gente está estabelecendo o coração do nosso filho. Os princípios e valores que acreditamos. A gente coloca ele na mesa. E às vezes, nesse momento de mesa, ele pede algumas coisas. Papai, eu...

vamos viajar, papai assiste um desenho, no outro dia ele quer, vamos para a Disney, filho de crente, pastor, esse negócio é para crente, não é pastor Vinícius, o empio usa de atrevido, não é isso? papai vamos para a Disney, vamos filho, vamos, vamos viajar de avião, vamos,

Papai, eu estou querendo ver o negócio na televisão, já acha que amanhã está chegando em casa. E quando ele pede algumas coisas assim fora do nosso alcance, que é quase todo dia, a gente ensina para ele, a gente fala, filho, papai não pode comprar isso para você agora. Mas ore. Porque aquilo que o papai não pode fazer, Deus pode. E a gente ensina ele a crer para algumas coisas. E ele está pegando esse negócio, gente. Está pegando.

Aí tem dia que a gente está saindo de casa, ele fala, papai, vamos lá não sei aonde, no parquinho. Não, meu filho, está fechado. Ele, papai, a fé é a certeza das coisas que a gente espera. Eu falo, quem ensinou isso para esse menino? Papai, compra isso, não sei o quê. Esse dia ele pediu para eu trocar o nosso carro. Eu falei, é, papai, compra uma BNW.

Compre uma BNW. Falei, uma BNW, acho que o papai consegue. BNW. E tudo que você vai falar com ele que não dá, ele fala, papai, a fé é a certeza das coisas que a gente espera. Princípios que estão sendo firmados no coração dele. Num tempo de mesa.

Pega isso em amor, tá? Se uma criança de seis anos pode aprender, você também pode. Se uma criança de seis anos, irmãos, pode aprender a romper contra o natural, as impossibilidades, declarar, crer, se alegrar, gerar expectativa, porque vai acontecer, eu posso e você pode. Tem jeito. Tem jeito, irmãos, porque Deus não está limitado aos nossos recursos naturais. Amém?

Tempo de mesa é tempo de rompimento, é tempo de milagre, é tempo de você provocar de novo, trazer aqueles sonhos que já estavam esquecidos, num contexto de família, num contexto conjugal. Tem jeito? Olha para alguém que está do seu lado e diz, tem jeito? Tem jeito. E eu vou dizer uma coisa para você, quando um pai, fala aqui, do pai aqui, tá? Quando um pai que está ensinando esses princípios ao filho, vê o filho dizendo, papai, a fé é a certeza, meu irmão, o coração do pai fica cheio de alegria.

Esses dias ele pediu um brinquedo lá e eu falei, não, rapaz, mês passado eu te dei um brinquedo, rapaz. Não, o seu aniversário está chegando em setembro. Falei com ele, não, papai, vai demorar muito, falta um ano ainda. Eu falei, aqui falta um ano, rapaz. E aí eu estava fazendo alguma coisa na internet, aí, assim, sabe? Eu falei, deixa eu olhar na internet o preço desse negócio. Aí eu fui olhar, fui pesquisar, daqui a pouco eu falei, meu Deus do céu, é bobo demais, né? Lá vai o pai comprar o negócio para o menino.

Eu falei, gente do céu, não é possível. Coração do Pai vendo o filho se mover em fé. Coração do Pai vendo o filho crendo para o milagre. Coração do Pai, eu não estou falando mais sobre o Isaac não.

Alô, você tem um Deus e pai, você tem um pai que cuida de você, que se importa com você, que está dizendo nesse tempo de mesa, filho, eu quero, eu estou interessado no que é importante para você. Vai, pede, pede e você vai receber, bate e a porta vai se abrir. Tempo de mesa com seu pai, aquele que não está limitado ao dinheiro que você carrega no bolso.

Aquele que não está limitado, irmãos, ao que os homens podem oferecer para você. Porque ainda que o homem nessa terra ou alguma mulher nessa terra possa estar negando amor para você. Deus, o seu Pai, Ele é o próprio amor. Dizendo para você, eu supro isso em você. Aleluia. Aleluia. Maria sabia que nele e em Jesus estava toda a capacidade para resolver o problema daquela festa de casamento.

Ela não podia fazer, mas ele podia todas as coisas. E ela disse, façam tudo o que ele vos disser. Agora eu gosto muito da minha resposta de Jesus antes. Maria diz, acabou o vinho. Aí Jesus diz assim no versículo 4, mulher, o que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Uau. Nesse, o que tenho eu contigo, em outras traduções diz assim, o que você me envolve nisso?

Por que você está me envolvendo nisso? Talvez na tradução dos nossos dias seria o problema não é meu. A festa não é minha. Não foi eu que contratei esse buffet? Se vira. O problema não é meu.

Não é chegada a minha hora. É claro que nesse contexto não é chegada a minha hora. Jesus estava falando, apontando para a missão dele na terra. Jesus estava dizendo, eu vim para cumprir uma missão e não é hoje. Ele estava falando, a minha hora vai chegar. Aonde eu vou morrer pelo problema da humanidade. Eu vou resolver o problema da incapacidade. Eu vou resolver o problema daquilo que você na sua força não pode fazer. Porque eu vou pagar o preço para que você nunca mais esteja sozinho.

não é chegada a minha hora ainda. Mas ainda que Jesus tenha dito isso para ela, aquilo não foi um balde de água fria para aquela mãe, porque ela sabia com quem ela estava falando. E depois que ele disse, mulher, o que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Ela não sentou dizendo, puxa vida, que insensível. Não, ela saiu, foi até os serventes, foi lá na cozinha e falou, faça tudo o que ele vos mandar.

Essa instrução carregava assim, eu sei porque sei que ele vai fazer alguma coisa. Eu sei que ele não vai dar conta. Ele vai fazer alguma coisa. Então eu falei, deixa eu preparar logo eles. E eu imagino que Jesus estava sentadinho lá com os discípulos na mesa, comendo a coxinha dele lá quietinho. Mulher, o que tem eu contigo? Não me envolve nesse negócio não. Não chegou a minha hora não. Ela, não, está tudo bem. Olha, ele está sentado naquela mesa lá.

quando Ele vier aqui falar com vocês, faça tudo o que Ele mandar. Ela não falou para Jesus, não, está tudo bem, mas eu vou lá já deixar eles preparados. Não. Quem está entendendo? O tempo de mesa, irmãos, é esse tempo onde nem sempre serão as palavras pronunciadas. Deus está ouvindo um som que sai do nosso coração. Às vezes vai ser só você nessa mesa.

Às vezes vai ser só você nessa mesa. Só você nessa mesa física. Mas você nunca vai estar sozinho. Existe um Deus dizendo, eu estou ouvindo. Eu estou pronto para ouvir. Eu estou ouvindo esse som que sai do seu coração. Eu não estou insensível à sua dor. Os meus olhos não estão tampados que não te possam ver. Não estão tampados o meu ouvido que não te possa ouvir. Nem encolhido o meu braço que não te possa socorrer.

Faça tudo que Ele vos mandar. Agora, nesse tempo, eu quero destacar que outro ponto sobre um tempo de mesa, e isso vale muito para nós como pais no contexto de vida hoje, é não perca a oportunidade de lançar e impulsionar seus filhos para o propósito deles.

Para os pais que estão aqui, mães, e ainda que você não esteja vivendo a paternidade, essa é uma lição que um dia você vai precisar aprender e viver. Não perca oportunidades de impulsionar o seu filho para viver o chamado dele. Jesus não tinha feito nenhum milagre até aqui, nenhum milagre relatado na Bíblia. Alô? Nenhum milagre ainda que havia sido relatado. Jesus estava numa festa de casamento.

Mas Maria já estava dizendo, chegou a hora, chegou o tempo. Eu sei para que Ele veio, eu gerei Ele em mim, eu gerei Ele em mim. É hoje que vai acontecer, vai começar hoje. Esse é o melhor momento, faltou o vinho, não tem como comprar, não tem onde providenciar, tem um monte de gente nesse lugar, só um milagre hoje aqui. Pronto, vai começar hoje. Vou nele, aqui, acabou o vinho. Jesus estava dizendo, bora, vamos fazer milagre.

Já parou para pensar? Primeiro milagre de Jesus registrado nas Escrituras, transformou a água em vinho do casamento. Esse é o final da história, mas esse não é o foco. E às vezes a gente está... A Bíblia diz que filho é como flecha na mão do guerreiro. Flecha na aljava, irmãos, não é para ficar guardada, é para ser lançada. E quem lança a flecha quer acertar alguma coisa.

Não desperdice oportunidades de projetar o seu filho para viver o plano e o propósito de Deus para a vida dele. Pastor, eu nem sei qual é o plano de Deus para a vida do meu filho. Uma coisa eu posso te garantir, não é para o fracasso, não é para a derrota, não é para a morte, não é para a perdição. Então, ainda que você não saiba, você ainda assim pode dizer, você ainda pode lançar, você pode impulsionar dizendo vai dar certo, vai dar certo. Eu declaro que seu casamento vai dar certo, filho. Você vai ser bem sucedido.

Oh, aleluia. Isso não está limitado a pais e filhos, isso pode ser uma relação de marido e esposa, entre irmãos. Amém, irmãos? Está comigo? Não perca a oportunidade de usar a sua mesa como um lugar onde você vai impulsionar alguém a viver o melhor tempo de Deus na vida dele, na vida dela. Maridos que impulsionam as suas esposas.

esposas que impulsionam os seus maridos, irmãos que impulsionam o seu irmão, amigo impulsionando amigo, líder que impulsiona o liderado, a viver e cumprir o plano e o propósito de Deus para a vida dele, aleluia, o olhar atento daquela mulher, sensível,

Alguém que sentou só para curtir a festa da mesa, a festa do casamento. Sentou ali porque foi convidado, viu o problema, isso não é problema meu. Ela disse, não, é problema meu sim, eu vou resolver isso aqui, eu sei quem pode resolver isso aqui. Irmãos, o que tem acontecido na vida das pessoas como resultado de tempo de mesa comigo e com você?

O que tem acontecido na vida das pessoas? Os meus amigos, os meus conhecidos, aqueles que sentam à mesa comigo. A gente precisa considerar sobre isso, irmãos. Nesse mês da família você vai ser chacoalhado.

nós seremos. Porque não tem ninguém pronto, estamos crescendo. Amém, irmãos? Você já sabe, eu falo isso todo culto, praticamente. Vou dizer de novo. Esse não é o lugar onde os perfeitos se reúnem. Mas é onde os imperfeitos se reúnem para serem aperfeiçoados.

Pastor, eu estou errando nisso, eu estou errando aquilo, ah, minha casamento, bem-vindo. O que eu tenho para te dizer é, tem jeito. Tem jeito, irmãos, tem jeito. O que acontece na vida das pessoas que têm tido um tempo de mesa comigo? Você pode não saber o que fazer, você não pode ter todas as condições, você não pode ter todas as respostas, mas você sabe quem tem, você sabe quem pode. Você não precisa ser aquele que provoca simplesmente um milagre por meio das suas mãos, você só precisa chamar quem faz milagre para sentar nessa mesa.

é apresentar aquele que pode resolver o milagre, aleluia, se tudo irmãos que estão dizendo sobre mim e sobre você, das oportunidades que Deus nos dá, de tempos de mesa com os outros, é que você come muito, que as suas piadas são terríveis, se tudo que estão dizendo de mim e de você,

sobre o tempo de mesa que a gente tem com os outros. É que a gente fala e ninguém consegue mais falar. É que você só reclama da vida. Que nada está bom para você. Que você está sempre cansado.

Eu fico pressionado quando... Lá vai o pastor, né? Chega para conversar, às vezes um dia exaustivo, cansado, desgaltado. Mas chega na igreja, porque para mim, assim, depois de um dia exausto, cansado, vir para a igreja significa, eu vou me reabastecer. Para mim é isso. Aí eu vim para cá, eu chego aqui, e aí meu irmão, como é que está? Ah, pastor, estou cansado. Ah, pastor, eu estou... Hoje só o pó.

Eu não estou dizendo, irmãos, que a gente não cansa, porque todo mundo cansa. Amém? Eu não estou dizendo sobre esse cansaço físico real. Estou dizendo de a gente não perceber, a gente não considerar o ambiente, não discernir a mesa. Nós estamos num lugar para ser reabastecidos. Nós estamos num lugar para ser reanimados. Nós estamos num lugar onde a gente pode chegar cansado e sair revigorado. Mas a gente não se atenta aos detalhes.

Ela está no posto de gasolina, do lado da bomba, reclamando que o carro está sem gasolina. Está me amando ainda? Oh, meu Deus do céu. Mesa é lugar de ajuste. Amém? Ajustes para a gente acertar. Agora, está chegando um tempo na nossa vida.

que aprender a discernir essas mesas vai nos fazer mais rápido em levantar de algumas mesas. Está chegando um tempo nesses dias, que por considerar...

Palavras e conselhos do céu, como esse que você está recebendo essa manhã, sobre estar atento aos detalhes, discernir a mesa, que isso vai fazer você ser mais rápido em se levantar. Porque a consciência de que essa mesa não me pertence vai chegar.

porque eu me recuso a me assentar numa mesa, para falar do meu irmão, para minar a fé de alguém, para levantar um falso testemunho de alguém, se é para me reunir tem que ser para melhor e não para pior, porque se eu não for para sentar nessa mesa, para provocar cura, milagre, restauração, reconciliação, para criar divisão, eu também não quero me assentar. Pastor, mas eu não falei nada, eu só fiquei lá sentado balançando a cabeça, e você ficou falando, assim seja.

Assim seja, você tem razão, é isso mesmo. Não pastor, não falei não, falou. Quem está entendendo? Atenta aos detalhes, prontos irmãos, para discernir o tempo de mesa. Que a nossa ausência em algumas mesas seja sentida, percebida e não celebrada.

que esse levantar e sair, depois de um tempo de mesa, deixe marcas que vão provocar rapidamente um novo encontro, um novo ajudamento, a gente precisa ter esse encontro de novo, a gente precisa marcar outro belicutico lá, a gente precisa juntar a Ju de novo, a gente precisa a Paulo de novo, a gente precisa, Josué, fazer aquele churrasco de novo, dois dedinhos, que você sabe, a gente precisa, irmãos, sair de mesas e o resultado ser saudade.

Que coisa boa, que tempo bom, que conversa boa, que prosa boa. Eu nem conhecia fulano, eu não sabia que ele era tão gente boa. Primeira vez que eu fulano, meu Deus, tomei um café com o Fábio ontem. Primeira vez que a gente conversou, quase meia noite, saímos de lá. Uma história de vida e agora uma conexão. Amizade, desejo de partilhar a vida. Que a nossa ausência de mesas seja sentida e não celebrada.

Poxa fulano, meu Deus do céu, toda vez que dá até uma coisa ruim na gente. Só fala negativo, só fala que vai dar errado, só fala de coisa ruim, nada está bom, está sempre com a cara para baixo, está sempre emburrado, está sempre não sei o quê, esse não é você. Vou dizer de novo pela fé, profeticamente, esse não é você. Ai meu Deus do céu. Não negocie.

Não troque, não abra mão, não faça concessão daquilo que Deus te chamou para ser, daquilo que Deus te chamou para fazer, da integridade do seu coração, dos princípios da palavra de Deus para caber em mesas. Não negocie, porque é melhor, irmão, ser rejeitado em certas mesas, do que se assentar nelas para se tornar aquilo que Deus não te chamou para ser.

Mesa é lugar de alegria. Posso ouvir amém? Mesa é lugar de correção. Mesa é lugar de ajuste. Mesa é lugar de caráter ser forjado. Estruturas serem construídas. Mesa é esse lugar, irmãos, de ajustes que podem salvar a nossa vida. A gente não coleciona só boas memórias. É verdade. Tem algumas que a gente até faz força para esquecer. Mas chega um momento na nossa vida que até isso a gente precisa... ...precisa...

Fazer escolha. Escolher que tipo de memória eu quero colecionar. Que tipo de lembrança eu quero colecionar. Eu já vivi momentos de mesa que eu decidi apagar da minha vida. Porque toda vez que eu lembrava dela, aquilo me fazia sentir a dor de novo. E a gente vai vivendo a nossa vida arrastando essa mesa com a gente. Essa é uma manhã em que Deus está cortando cordas aqui.

E algumas mesas vão ficar para trás na sua vida. Alguns traumas, algumas dores, algumas palavras malditas. Para que você possa se sentar por inteiro nessa mesa que está posta nessa manhã. A mesa dos filhos de Deus.

O salmista vai dizer, o Senhor prepara uma mesa para mim, na presença dos meus adversários. Olha isso. Prepara uma mesa na presença dos meus inimigos. Eu não quero sentar na mesa dos inimigos, não. Deus está dizendo, sentado comigo você está seguro. A questão não é se tem inimigo na mesa. A questão é quem está com você do seu lado. Porque foi numa mesa em que Jesus serviu o traidor.

Foi numa mesa em que Jesus partiu o pão na sua última ceia. E ele não disse, você não, você vai me trair. Não, ele deu para todos. Porque não é a mesa que define quem você é. É o que você carrega dentro. Porque ainda que alguém possa passar na mesa dizendo, não presta, não presta, não presta, não presta, não presta, não presta, não presta, não presta, não presta, vai chegar uma hora que vai dizer, peraí. Não, ele não pode falar isso. Ela não é assim.

manhã de reconstruções, reconstruções de lembranças, de memórias. Irmãos, se as memórias do meu passado não são, eu não celebro elas no presente, então Deus está me dando o hoje de presente para construir novas memórias. Para que no futuro eu possa olhar para esse dia chamado hoje e dizer, valeu a pena.

Deus tem um futuro glorioso para você. Deus tem um futuro extraordinário para mim e para você, irmãos. Mas nós vamos viver esse futuro primeiro quando aprendermos a celebrar o presente. Não dá para viver o hoje que Deus tem para você apegado à mesa do passado. Você nunca vai ser inteiro hoje. Preso no passado.

Eu não estou querendo, dizendo, não é insensibilidade com a dor que você viveu, não é dizendo que ela não é real, não é dizendo que ninguém se importa com isso, é dizendo, tá bom, tudo isso é real, mas também é real o que Deus tem para você hoje. Ele está dizendo, se aquela mesa foi ruim, eu estou puxando a cadeira para você numa mesa boa hoje. A mesa dos filhos, a mesa da reconciliação, a mesa da paz, a mesa da alegria, do novo começo.

Tem mesa para você nessa manhã, irmãos? Mesa de graça, mesa de favor, mesa de cura, mesa de paz, mesa de provisão. Agora, estou finalizando, tá? Você concorda comigo que quando nós estamos à mesa, em celebrações, em encontros, em momentos, e essa mesa de comunhão tem...

comida, né, pra você se servir, crente se reúne pra isso. Meu pai que falava, crente não come não, crente não bebe não, mas come? Tem muita coisa em mesa, né, somente quando a gente se junta. E a gente faz o que? Quando a gente tem muitas coisas na mesa, muitas opções, a gente escolhe o que quer comer. Sim ou não?

Você pode até comer de tudo. Mas às vezes você vai escolher até a ordem. Mas você vai fazer escolhas na mesa. Sim ou não, gente? Quem está entendendo? Pega isso. Estou terminando com isso aqui, tá? A gente escolhe do que a gente quer se servir a mesa. Os pais vão entender agora esse exemplo que eu vou dar. Criança na mesa é um negócio sério. Né? Às vezes você bota lá tudo que ela precisa comer.

Tudo aquilo que ela tem necessidade de comer. Mas tem também o que tem que ser moderação para comer. O que não é para comer muito. Ou talvez não seja nem a hora de comer. O que ela quer comer na mesa? Tem almoço todo lado. Lá na geladeira, no fundo, tem a sobremesa guardada. Ela está sentada na mesa, olhando para a geladeira. Eu quero que vai sair de lá. Quem está entendendo o que eu estou falando?

Criança é assim. Sempre escolhendo o que quer. Criança é assim. Sempre seletivo. Criança é assim mesmo. Criança escolhe do que vai ser servido.

Não precisa responder para mim não, só pensa aí. Quantos você tem? Maduros. Os maduros não comem só aquilo que gostam. Os maduros comem o que precisam. Maduro faz o que precisa ser feito. Eu amo ir para a academia.

Bel está lá na porta, não gosto. Não, não, é pela fé, ela falou, para de falar que você não gosta, fala que você gosta, fala que você gosta. Eu não gosto muito não, irmão, tipo academia não. Mas eu aprendi que a gente não faz só o que gosta, a gente faz o que precisa. Até muito tempo atrás eu não comia qualquer coisa não, porque tinha coisa que eu não gostava. Até eu descobri que tem coisas naquilo que eu não gosto, que o meu corpo precisa. Existe uma mesa nessa manhã.

Deus está colocando uma mesa para mim e para você. Você pode até dizer, não gostei dessa palavra. Não gostei desse tom. Foi uma indireta para mim? Foi? Foi? Só posso te dizer uma coisa. Não foi, não. Só posso te dizer, tem uma mesa nessa manhã para mim e para você.

Ou a gente senta e come do que precisa. Ou a gente abre o coração e diz. Pai obrigado por essa palavra. Pai obrigado porque você botou o dedo naquele lugar que dói. Mas eu sei que é para o meu crescimento. Eu sei que eu precisava ouvir isso. Eu sei que eu preciso praticar isso. Eu estou saindo daqui Senhor. Para mudar a realidade da mesa da minha casa. Para mudar a realidade da mesa da minha empresa. Eu estou mudando a realidade daquelas pessoas.

Que se assentam a mesa comigo. O resultado de um tempo de mesa comigo. A partir de hoje muda Senhor.

Eu não serei celebrado quando eu sair das mesas. Vai fazer falta. Porque eu serei intencional num tempo de mesa a partir de hoje. Eu posso não saber o que dizer. Eu posso não ter todas as respostas. Mas eu sei que o Senhor tem todas as respostas. Eu sei que o Senhor pode fazer o que eu não posso. Então quando me faltar palavras eu vou dizer, confia em Deus. Aleluia. Tem muito para a gente desfrutar na mesa, irmãos.

mesa da comunhão, mesa de paz, mesa de unidade, o seu nível de maturidade define o que você vai desfrutar da mesa. O nosso nível de maturidade define do que nós vamos provar da mesa. As histórias que verdadeiramente valem a pena serem contadas, que nem o tempo, a força do tempo pode apagar, não são aquelas que nós ouvimos dos outros, mas são aquelas que nós vivemos e experimentamos.

declaro sobre a sua vida, esse tempo, aonde você vai construir novas histórias, aonde você vai viver novas histórias, aonde mesas que não cabem mais você, ainda que isso possa custar para você, sabe, possa doer, possa casar, um certo incômodo, você vai se levantar desse lugar, você vai deixar essa mesa, para estar no lugar que Deus te chamou para estar.

E ainda que possa parecer perda, um novo e melhor tempo se inicia na sua vida, por causa da decisão de se assentar na mesa dos filhos. Você está pronto para ceiar? Antes da gente ir para a ceia, queria que você curvasse sua cabeça, queria orar com você. Pai, obrigado por essa manhã, obrigado pela sua palavra, obrigado por esse tempo de mesa, Pai.

Obrigado pelo seu tratamento, Pai. Eu quero ser esse, Senhor, que promove mesas onde o Senhor se assenta. Eu não quero ser aquele que promove mesas onde o Senhor não está. Eu quero ser esse, Pai, que só senta na mesa onde o Senhor está. E é isso que eu declaro sobre a vida dos meus irmãos nessa manhã. Eu declaro uma mesa de salvação nessa manhã. Uma mesa de reconciliação nessa manhã. Declaro filhos voltando a se assentar na mesa.

E aquele que não conhecia esse lugar à mesa, descobrindo esse lugar hoje. Mesa de cura, de restauração, de paz, de alegria. De esperança e expectativa. De um novo e melhor amanhã no Senhor. E ainda assim, em oração, eu quero perguntar nessa manhã. Tem alguém nessa manhã que gostaria de abrir o seu coração para Jesus, fazendo dele o seu Senhor e o seu Salvador? Aí onde você está sentado.

Você ouviu a palavra? Não viveu essa experiência? Pastor, eu quero entregar a minha vida para Jesus. Eu quero, eu nunca fiz isso. Eu sempre crio em Deus, eu crio em Jesus. Mas eu nunca vivi essa experiência de dizer, Jesus, vem morar no meu coração, vem habitar em mim, eu quero ocupar o meu lugar de filho na mesa. Tem alguém nessa manhã que gostaria de fazer isso pela primeira vez? Ou que talvez já tenha feito isso, já entregou a sua vida para Jesus.

se decepcionou, se frustrou, tomou caminhos que você se distanciou da mesa, essa também pode ser uma manhã de se reconciliar com o Senhor, voltar para casa, voltar para a mesa, amém, glória a Deus. Mais alguém quer se reconciliar com o Senhor nessa manhã? Amém, glória a Deus também, irmã. Mais alguém nessa manhã quer se reconciliar com o Senhor? Não é um convite para pertencer a uma igreja, nem para pertencer a uma denominação.

para se assentar na mesa dos filhos, mais alguém? Obrigado Senhor, por essa manhã, de reconciliação, manhã de salvação, sua palavra mais uma vez, cumpre nesse lugar, o propósito pelo qual ela foi ministrada, Senhor, os diáconos vão distribuir os elementos da ceia, amém, você também quer que ele, glória a Deus,

Pode distribuir. À medida que você for recebendo os elementos da ceia, aguarda um pouquinho, pra gente ceiar juntos.

Todas as alturas onde ouço a sua voz Fala de tua justiça pela minha vida Jesus, este é o teu sangue

da cruz mostra a tua graça fala do amor do pai que prepara para nós o caminho para ele onde posso me achegar somente pelo sangue

Que nos lava dos pecados. Que nos traz restauração. Nada além do sangue. Nada além do sangue.

Aceitos como a neve, aceitos como a minha.