Gestão, Tecnologia e Crescimento na Saúde: A Visão de Raphael Brigagão | Performa Q. Pod na CBN
Neste episódio do Performa Q. Pod. na CBN Campinas, recebemos Dr. Raphael Brigagão Alcântara, fundador e proprietário do Grupo Sempre, para uma conversa estratégica sobre empreendedorismo, gestão, tecnologia, saúde e crescimento sustentável.
À frente das marcas Sempre Sorrindo e Sempre Visão, Raphael compartilha como construiu uma rede própria no interior paulista, mantendo padrão de atendimento, visão de longo prazo e foco em experiência humanizada. A conversa passa por expansão regional, cultura operacional, marketing, resiliência, transformação digital na odontologia e inovação aplicada à saúde.
O episódio também aborda os bastidores de uma operação com mais de 120 consultórios odontológicos, presença em diversas cidades, investimento em fluxo digital, tecnologia clínica, atendimento oftalmológico e os desafios de escalar negócios sem transformar qualidade em discurso vazio.
🚀 Principais Tópicos do Episódio:
- Empreendedorismo no interior paulista
- Construção de uma rede própria na área da saúde
- Gestão, cultura e padronização de atendimento
- Marketing tradicional, redes sociais e autoridade de marca
- Resiliência empresarial em períodos de crise
- Transformação digital na odontologia
- Tecnologia, propósito e experiência do paciente
- Crescimento sustentável com foco em execução
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- Grupo Sempre: Odontologia e OftalmologiaSempre Sorrindo: rede de clínicas odontológicas · Sempre Visão: rede de clínicas oftalmológicas · Expansão regional e modelo de rede própria · Cirurgia de catarata para pacientes do SUS
- Mentalidade EmpreendedoraForça do interior de São Paulo · Atendimento humanizado no interior · Desafios e oportunidades no interior vs. capital
- Resiliência e Pilares do EmpreendedorismoFé, resiliência e honestidade como pilares · Superação de desafios e aprendizado com erros · Impacto da pandemia na odontologia
- Jornada do Dentista ao EmpreendedorMudança de carreira de veterinária para odontologia · Experiência em gestão de clínicas no Sul · Fundação da Sempre Sorrindo com foco em implantes · Desafios iniciais de abrir uma clínica grande
- Motivação para Crescimento e LegadoFamília e filhos como motivação pessoal · Propósito de levar qualidade de vida através da saúde · Impacto emocional nos pacientes com novos sorrisos e visão
- Marketing digital e redes sociaisUso de TV e rádio como canais de marketing · Força e estruturação das redes sociais · Marketing de autoridade e conteúdo
- Construção e Manutenção de Reputação e Credibilidade
Fala, galera! Está no ar pela CBN Campinas o Performa Que Pode, o nosso bate-papo semanal sobre tecnologia, inovação e os bastidores de quem está moldando o futuro dos negócios. E o nosso convidado de hoje está à frente da rede de odontologia mais premiada do Brasil. Top of Mind por mais de 15 anos consecutivos, acumulando dezenas de prêmios de qualidade e gestão. Roda a vinheta!
Performa que pode na CBN tem o oferecimento de PagUtil, a evolução em pagamentos de tributos e Performa IT, o futuro hoje.
Fala, galera! Eu sou o Léo Tristão e estou junto com o meu sócio e grande amigo Samir Karam para mais um episódio do Performa Que Pode na CBN Campinas. É isso aí, Léo. E hoje estamos recebendo aqui o doutor Rafael Brigagão Alcântara, fundador e proprietário do Grupo Sempre, as marcas sempre sorrindo e sempre visão, né? Garoto propaganda lá de Ribeirão Preto, que eu fiquei sabendo. Então, Rafa, muito obrigado por vir bater esse papo aqui com a gente.
É um prazer receber você na mesa do Performa Que Pode aqui na CBN. Bem-vindo, Rafa.
Valeu, Léo, valeu, Samir, pelo convite. Uma satisfação muito grande. Uma honra sair de Ribeirão Preto, interior paulista, e estar aqui com vocês em Campinas. Obrigado pelo convite. Uma satisfação muito grande. Do interior para o interior. É isso aí. É um bate-papo piorando. Vamos falar dessa força. Aliás, é verdade. E é verdade mesmo.
uma força, né? O interior de São Paulo, a gente pega aí as regiões DDD19, a gente já falou sobre isso na DDD19, 16, 17, 14, gente, é uma região extremo, 15, né? A região extremamente pujante. É impressionante. E o legal, Léo, que a gente se conheceu, inclusive, no último evento do WTC de Ribeirão, que a gente falou aqui em alguns episódios pra trás.
E isso gerou, olha que bacana, né? Como um episódio conecta com o outro. A gente falou, inclusive, da força de Ribeirão Preto. No episódio falamos da necessidade de levar, realmente, eventos desse porte para o interior. E isso está gerando, inclusive, uma conexão para vir falar agora sobre empreendedorismo.
no interior, enfim, quais foram quais são os desafios e acho que a sua história é muito legal, Rafa, de você realmente conseguir construir aqui uma rede talvez ímpar, né, talvez uma história ímpar com certeza no setor de odontologia mas talvez até em outros é isso que eu acho que seria legal a gente trazer pra galera, quais foram os desafios, como é que você chegou até aqui
Bom, legal. O Grupo Sempre é detentor de duas grandes marcas, que é a Sempre Sorrindo. A Sempre Sorrindo é a rede de clínicas odontológicas mais premiada em território nacional. Legal isso. Somos a maior rede do interior paulista, porque somos uma rede própria. Então nós não somos franquia, orgulhosamente não somos franquia. Se trata de uma rede própria. Tenho orgulho de falar que sou o fundador, sou o gestor do grupo todo hoje.
Contamos com mais de 120 consultórios odontológicos, distribuídos em 7 cidades, em 12 endereços. E a Semprevisão é uma rede de clínicas oftalmológicas, com ênfase em cirurgia de catarata, onde a gente oferece a consulta oftalmológica, temos a central de exames super tecnológica, entregando praticamente todos os exames da oftalmologia, e centro cirúrgico próprio dentro das unidades.
Ou seja, a gente proporciona a cirurgia de catarata para a maioria das pessoas que estão na fila do SUS, que às vezes até tem um plano de saúde, mas não confia no profissional. A fila também pode ser muito grande. E a gente viabiliza também a cirurgia de catarata. Hoje também já somos a rede de oftalmologia que mais operamos cirurgias de catarata particular do interior paulista.
Caramba, muito bom isso. Então pouco tempo assim, né? Porque a oftalmologia já conseguiu chegar. É uma clínica relativamente nova, né? Mediante ao tempo, né? A Semprevisão tem quanto tempo, Rafa? Ela completou um ano. Legal. E nós temos duas unidades. E já conseguimos o feito Ribeirão e Franca. Legal. E a Sempre Sorrindo está. A matriz é Ribeirão Preto. Nós contamos com cinco unidades.
Nós temos duas clínicas em Franca, da Odonto, e uma da Oftal. Contamos com unidades em Sertãozinho, Barretos, Bebedouro, Jabuticabau e Araraquara, o que engloba o 016 e o 017 que você falou, porque Bebedouro e Barretos já está na Praça 17 e Ribeirão e as demais. Que características você diria, Rafa, que o interior...
permite ou habilita você conseguir construir um negócio sólido de longo prazo a gente estava falando inclusive de desafios que você teria hoje pra levar por exemplo isso pra competir num grande centro pra competir sei lá em São Paulo como é que você faria um paralelo talvez pra quem está empreendendo mais desafios ou mais oportunidades
Olha, eu sou daquela geração, talvez, ou da minha criação, de uma participação mais humanizada. Eu gosto muito disso. E eu acho que o interior tem muito disso. Legal. Que é o amigo, é a indicação, é aquele atendimento mais humanizado. As pessoas procuram isso. Procuram isso.
E isso vem do meu DNA. E as minhas empresas conseguiram, graças a Deus, replicar esse DNA de ser uma empresa humanizada. Que é difícil, hein, cara? É muito, é delicado, mas eu acredito que a gente consegue fazer isso. Então, se for fazer um paralelo, eu acredito que não que uma capital não seja, mas a capital é uma vida mais rápida, mais frenética, muito mais agitada.
Eu acredito que o tal do humanizar possa fazer muito sentido. Entre um paralelo do interior, trazer isso para uma capital, o que é difícil, é um desafio pela correria. Sim. Mas eu acho que talvez seria uma das características de atuar no interior. Muito legal. E quando a gente fala de empreender no interior, Rafa, esse é o nosso caso da performance, é o seu caso no grupo sempre. O que você acha? Que a gente tem mais desafios ou mais oportunidades?
Olha, eu diria o seguinte, quando a gente pensa em interior, a gente fala em cidades menores, mesmo o Ribeirão, que hoje, pelo censo, ela já passou de 720 mil habitantes. Caramba! A gente sabe que tem muito universitário, ela pode até passar disso, mas as demais cidades, a gente está falando de Franca com 300 e poucos mil habitantes.
Barretos, 120 mil e por aí vai. Sertãozinho, 120. Jabuticabau, Bebedouro, 90. Araraquara, 230. Então, você vê, a gente imagina cidades com menos pessoas, então você já imagina que é menos oportunidade. Você pega uma capital, próprio Campinas, uma cidade, acredito que 1 milhão e 200. A gente já fala que é do tamanho de algumas capitais ou maiores que algumas capitais do Brasil.
Mas eu penso que o interior tem a oportunidade de você fazer um trabalho seleto, muito bem feito, e o fato de ser interior você tem mais indicações. Então talvez possa ser um ponto positivo de estar no interior. Por outro lado, você está num grande centro, numa grande capital, você tem um volume maior de pessoas.
que teoricamente vão buscar mais pelo seu serviço. Então eu acho que tem os dois lados. Perfeito. O fato de você conseguir entregar um serviço, um produto de altíssima qualidade, o interior consegue te indicar talvez mais. Por uma questão de cultura. Total. Cultural. E um grande centro, o volume maior de pessoas.
Como é que você consegue, super legal esse papo, manter no crescimento, e acho que não é fácil, nada fácil, mas olhando para a sua trajetória, quais foram as principais características que você atribuiu? Devem ter tido muitos erros, muitos acertos. E acho que é legal, a gente já falou disso aqui em outros papos, a gente adora contar os erros também, porque é ali que a gente aprende.
De fato, a gente sabe que a história não é nada romântica de um empreendedor. É muito tapa na cara, é muito vento na cara. Aliás, a galera romantiza demais. Romantiza demais. Então a gente sabe disso. Na verdade não é essa. Nessa jornada, nessa busca de crescer e ao mesmo tempo manter o atendimento humanizado.
O que você diria que foi os principais desafios? E o que foi que você atribuiu que, cara, ali eu acertei? Ali é realmente um ponto-chave de sucesso para conseguir ao mesmo tempo crescer, mas manter ali o padrão, o atendimento humanizado e não perder essa linha, né? Como, por exemplo, às vezes acontece, como você falou com uma franquia que está olhando ali a marca, mas você vai e cada uma tem uma experiência muito diferente.
Olha, Samir, é o seguinte, talvez eu vá falar algo que pareça clichê, mas na minha realidade de vida não é. Eu vou falar talvez três pilares e talvez a partir deles a gente consiga explanar um pouco mais. Fé, eu creio em Deus de forma incondicional, ele é o gestor dos meus negócios.
E digo claramente, a ele toda honra e toda glória, não é a mim. Eu sou usado aqui. Então, fé, resiliência e honestidade. Eu acho que são três pilares principais. E claro que tem as suas derivações. Mas eu acredito que fé, acreditar.
Resiliência, cara. Isso aí, sem resiliência, eu acho que não existe um negócio que consiga performar. Nunca vai acertar de primeira. É impossível. Não existe mágica. A gente veio conversando sobre isso juntos. Eu não acredito em Mr. M, eu não acredito em Arrasta Pra Cima que eu te ensino. Isso não é verdade. Isso é fácil pra ele. É muito bom, né? Eu não acredito. O cara é genial pra gente ensinar a construir negócio.
Ele é genial pra ele ganhar dinheiro. Ele vai vender, mas você não acredita. Mas ele não tem o negócio dele. Mas ele te ensina a criar um absurdo. Impressionante. Aí você pergunta, qual é a empresa que você gera? Não tem, não tem. Qual é o know-how que você tem sobre isso? Não tem. Então, meu, isso não existe. Então, é fé, resiliência e honestidade. Pô, mas isso são pilares básicos? São, mas que às vezes na vida real e na prática nem sempre é utilizado. Eu acho que faça o certo, ainda que te custe mais caro.
Lá na frente, aquele que está lá em cima vai ver, vai te honrar. E ainda que hoje o Cux realmente tem que fazer. Eu acho que são os três principais pilares.
Os desafios existem, sempre existirão, mas tendo fé, resiliência e honestidade. De resiliência, você tem alguma história legal para contar? Algo que você achava que ia ser brilhante, não deu certo, teve que mudar? Conta aí um pouco dos desafios. Você me fez lembrar uma história importante que parou o mundo. Então, está indo para seis anos. Nós estamos falando então de pandemia. É um assunto que parou o planeta. Sem dúvida.
E não foi diferente em Ribeirão Preto e região. Tá bom. Resiliência, meu. Clínicas fechadas, né? Elas parcialmente fechadas. Porque a gente é considerada atividade essencial pelo governador. Tá bom. E alguns prefeitos da região...
colocaram critérios a mais do decreto do governo. Pô, o negócio... Cara, era aquela confusão. Sim. Mas, de qualquer modo, era essencial. Então, você podia ficar com a porta entreaberta, você podia atender urgência e emergência, ora você já podia atender outras atividades. Tá. Cara, resumindo, a pandemia parou. Num primeiro momento, se eu não me engano, 18 de março, parou o mundo.
Para muitas atividades, posteriormente foi bom. No caso da odontologia, depois foi excelente, mas resiliência. Nesse primeiro momento, não tinha trânsito, não tinha ninguém nas ruas, porque ninguém podia sair. Mas eu tinha... Hoje o nosso grupo conta com mais de 250 colaboradores. Então, eu tenho muitas famílias para sustentar.
E naquele momento eu me lembro muito bem. O que eu vou fazer? Eu vou olhar para baixo? Eu vou desistir? Ou eu vou ter resiliência como eu prego, como eu vivo e vou pôr ela em prática? Então o que eu fazia? Eu saía de casa com a minha melhor roupa, com o meu melhor perfume, com a minha melhor versão. Às vezes para ninguém me ver.
Mas eu precisava estar bem, com a minha melhor energia, e acreditando que aquilo ali seria passageiro. E foi. E foi momentos, meses depois, a atividade nossa teve, para quem é consolidado no mercado, para quem faz um trabalho bem feito, nós conseguimos, então...
passar por essa turbulência muito forte e aí a coisa aconteceu. Mas eu me lembro muito bem dessa passagem. Não foi um dia, foram vários dias. Isso é legal, esse ritual ajuda a gente a se energizar, né? Eu tive uma leitura, não sei se eu já contei isso aqui no podcast alguma vez, eu tive uma leitura mega equivocada da pandemia, né? Olha, olha...
Eu já sabia, porque eu tenho um amigo que morava na China, então a gente se conversava e tal, não sei o quê. E ele falou, puta, Léo, tem um negócio meio estranho acontecendo aqui e tal. E a gente via notícia, sabia que algo ia acontecer, né? Quando teve o lockdown, eu lembro que eu chamei o Samir e o André pra trocar uma ideia, né?
Eu falei assim, galera, ó, esse negócio é sério, tá? Não é brincadeira, não é uma gripinha, não é H1N1. Cara, se prepara, porque a gente vai ficar umas duas, três semanas em casa. Duas, três semanas. Essa era a minha leitura. Pior caso. Era sério, hein? Não, eu falei consternado. Eu falei consternado, eu falei abalado, que eu falei, cara, não sei como é que vai ser isso. Mas vamos ter que ficar em casa. Bom, vamos lá, galera. Vamos fazer uma pausa rápida, mas segura aí que o papo volta logo depois do comercial. Valeu!
Performa que pode na CBN tem o oferecimento de PagUtil, a evolução em pagamentos de tributos e Performa IT, o futuro hoje.
Estamos de volta com o Performa que pode na CBN Campinas, hoje com o doutor Rafael Brigagão, fundador e proprietário do Grupo Sempre. Ô Rafa, a gente pegar um assunto aqui, a gente fala muito sobre empreendedorismo, a gente estava conversando um pouco sobre o digital e principalmente o marketing digital, hoje pós pandemia, a pandemia acelerou inclusive esse processo de digitalização. Conta um pouco como é que foi essa história, como é que você enxerga hoje?
o poder das redes sociais, da internet, para te ajudar. Você é um cara muito tradicional, que a gente estava falando, há 16 anos ali, sendo garoto propaganda, dando a sua própria marca. Como é que você enxerga isso? Como é que você enxerga como empreendedores podem usar isso em benefício, vamos dizer assim, da empresa?
Bom, na prática, a gente de fato tem 16 anos, a nossa empresa, e tem 16 anos que a gente faz televisão. Legal. A gente fala de redes sociais, mas tem 16 anos, ininterruptos. Rádio, TV. TV e rádio. A rádio, algumas praças, mas a gente nunca saiu também. Legal. Então a gente acredita muito na rádio, acredita muito na televisão.
ininterruptos. E aí, quando a internet começou a tomar força, naturalmente a gente tem que estar ativo. Mais um canal. Mais um canal, é. Exato. E a gente tem que estar sempre correndo, acordado, né? Enfim, começamos. Hoje, eu noto a força das redes sociais, ela tem superado muitos outros veículos. Então, assim, de forma correta, fazer de forma estruturada, de forma estudada, eu acredito muito na força das redes sociais.
Então, não sei se vai de encontro, acredito sim, se a gente permanece fazendo televisão. Estamos nas quatro maiores emissoras do país, fazendo publicidade nossa, do grupo sempre. Sou, de fato, o garoto propaganda há 16 anos e nas redes sociais não é diferente. Então, hoje os vídeos, a produção toda, tem agência, tem produtora.
Mas a gente intensificou muito e a gente acredita muito num trabalho bem feito que a força das redes sociais vem crescendo muito. Legal. Rafa, deixa eu pegar um ponto para a gente levar para os nossos ouvintes. Você é dentista de formação. Sim. Você já tinha, antes de você se formar ou durante a faculdade, você teve algum contato com empreendedorismo? Ou você...
Focou na faculdade. Eu queria explorar um pouco contigo como é que foi essa transformação do doutor Rafael no fundador Rafael. Porque são habilidades diferentes que são necessárias. Então eu queria entender um pouco como é que foi essa tua jornada.
Vamos lá. Eu, com 16 anos, eu tive a necessidade de colocar aparelho ortodôntico. Com 16 anos. Até então, era medicina veterinária. O Rafael ia ser veterinário. A vida inteira, a vida inteira veterinário. Legal.
Morando em Ribeirão. Morando em São Sebastião do Paraíso, sul de Minas. Tá bom. Você é mineiro? Sou mineiro. Legal. Eu sou de São Sebastião do Paraíso. Tá. É a cidade de divisa com o estado de São Paulo. Beleza. E a nossa cidade polo é Ribeirão, inclusive. Tá. Por conta da proximidade, né? São 95 quilômetros de Ribeirão. Legal. Então é muito perto.
Então isso lá, 16 anos, veterinária, beleza. Tava decidido, faltando um ano pra prestar vestibular. 16 anos, tive a necessidade de usar aparelho ortodôntico. Fui no consultório de um dentista, olhei praquilo e falei, cara, eu quero isso aqui pra mim. Eu quero ser ortodontista. Vestir branco, ar-condicionado, tudo limpinho, não tem dúvida. Virei a chave, cara. Virei a chave. Vou lá cuidar de gado, de ficar no sol o dia inteiro. Certo, né? Vai funcionar.
ali parecia um sonho. Poxa, fechou. É sobre isso. Beleza. Cheguei em casa e falei, ó, pai, mãe, vou ser dentista. Tudo bem pra vocês? Se eu passar na faculdade, vai pra cima. Tudo bem, tem nosso apoio. Prestei um vestibular em Barretos. Passei em 34º lugar, lembro igual se fosse hoje, e fui morar em Barretos. Beleza, entrei na faculdade pra ser ortodontista, que é especialista em implante. No meio da faculdade...
comecei a ver a parte cirúrgica. Aí começou a virar a chave. Falei, caramba, é muito gostoso isso aqui, é muito legal. Então, passei a gostar da parte de cirurgia. Quando me formei, fiz implantodontia. Paralelo já no último ano da faculdade, já fiz atualização de implantodontia. E me tornei, então...
um profissional que fazia implantes dentários. Que na época existia em números implanta odontistas, mas não existia implanta odontia em massa. Que aí talvez seja o momento de virar a chave. Doutor Rafael, dentista para o fundador do grupo. Então o que acontece? Me formei, apresentei o TCC, fui para os Estados Unidos. Fiquei seis meses nos Estados Unidos, aprimorar a língua, cultura, queria conhecer e tal. Era a última oportunidade teoricamente que eu tinha. Uh-huh.
Voltei sedento de trabalhar, de vontade de trabalhar, de necessidade. Fui, vim para Barueri. Vim trabalhar numa rede aqui. Tive uma oportunidade de ir para Joinville, uma proposta. Fui para lá para fazer gestão daquela clínica e ser implantodontista. Mas eu não tinha experiência. Mas meu pai e minha mãe são administradores. Não são dentistas, mas são administradores de empresa.
Fui para Joinville, fui fazer a gestão daquela unidade e ser o implanto dentista. Fiquei nove meses lá. Em nove meses, eu multipliquei o faturamento daquela unidade em 3,6. Em nove meses. Foi muito rápido. Isso é escalar o negócio. Foi muito rápido. Daquela unidade pontual.
Então, passado esses nove meses, eu falei, eu vou para Ribeirão Preto, que é como se fosse, na época, minha segunda casa, hoje minha casa. E montei, então, a primeira unidade da Sempre Sorrindo. Isso em 2010. Eu era o implanto odontista daquela unidade, ou seja, era indo dentista, mas já com foco que montamos, então, uma clínica de dez cadeiras. Não era um consultório odontológico, nem uma clínica de duas cadeiras. É grande. Então, quando eu entrei em Ribeirão, eu entrei com a maior clínica odontológica de Ribeirão. Já pensando grande.
Mas com ênfase em implante. E aí começou. Por quê? Porque aí eu viabilizei, eu com a equipe, nós viabilizamos a implanta odontia, ou seja, o cara perdeu um, vários ou todos os dentes, ele ia fazer um tratamento num dentista particular, que já existia, é claro, caríssimo. Peraí, existe possibilidade de eu fazer algo que eu vou entregar qualidade, eu tenho mão para isso. Acessivo, de uma forma mais acessível. Você conseguiu trazer essa competitividade. Eu tenho mão, eu sei fazer.
Tenho como comprar barato? Não, eu tenho como comprar bem e vender mais barato. A questão de fazer em massa é por causa para você ter um poder de barganha, negociar custo de bateria-prima, ou vamos dizer assim, dos materiais que você precisava, que sozinho você não ia ter esse...
Então assim, com uma cadeira só, vamos dizer assim. Sem fluxo, exato. Isso, sem o volume. O volume ajudou a trazer acessibilidade. Exato, porque aí você aumenta o poder de compra, aumenta o poder de fogo, e aí eu repasso. Legal. Então é o seguinte, a ideia, fazer mais barato, não é barato, não é preço que não... Fazer mais em conta...
do que um trabalho... Mas sem abrimos de qualidade, né, Rafa? Nunca. Isso é inegociável, né? Inegociável. Por quê? Nós estamos indo para 16 anos de empresa, são 15 anos consecutivos recebendo título de top of mind e já somos convidados esse ano, não recebemos ainda, mas no meio do ano agora a gente recebe o 16º ano.
Então assim, sempre qualidade acima de tudo Você foi em 2009? 2010 A gente é de 2009 Somos contemporâneos Agora eu acho que é fácil A gente olhar e falar assim Nossa, o grupo é grande, forte, sólido e etc Mas a gente sabe que não começa assim Lá no início, quais foram os teus principais desafios?
No início, Léo, é o seguinte, é interessante falar isso. Hoje é inimaginável o que eu vou te falar. Então, eu abri uma clínica com 10 consultórios, mas era nova. Então, naquele momento de abertura, eu não tinha propaganda. Não tinha cliente. Não tinha cliente, não tinha nome naquele momento. E naquele momento, eu tinha uma recepcionista num período, outra no outro período. Tinha uma pessoa responsável pela limpeza. Mas se a recepcionista faltasse, quem ia para a recepção? Eu.
naturalmente, não tem problema nenhum. Isso há 16 anos, você fala, hoje é inimaginável, você está louco. Normal, e se hoje precisar ir, também eu vou. Não tem problema nenhum. Mudou nada. Mudou que hoje tem estrutura, se uma faltar ou tem em outra empresa, eu consigo suprir. Mas na época, cara, os desafios foram enormes. Então, faltava uma recepcionista, quantas vezes sentei na recepção, fiz o primeiro atendimento.
Eu tinha um caderno na época que eu fazia, como se fosse o livro caixa na época, para fazer aquela contabilidade, para entender como é que a empresa estava indo, por um período até relativamente grande. Então faltava a pessoa responsável da faxina. Cara, você vai fazer o quê? Você vai deixar a clínica suja ou você vai pegar um pano e vai passar, porque o meu paciente merece uma clínica limpa? Pega o pano, passa o pano no chão e deixa a clínica limpa e cheirosa. Por que não?
é um sentimento de dono mesmo durante muito tempo da performa, eu tô ouvindo você falar, eu era o responsável pela emissão das notas fiscais e aí, de novo hoje é o que você fala, inimaginável eu sentar pra emitir notas eu nem sei mais, pra ser honesto mas do tipo assim e aí eu lembro que eu criei um ritualzinho tipo assim, sábado de manhã acordava, fazia minhas coisas, quando dava umas 10 e meia 11 horas, sentava no computador abria uma cervejinha e aí
ia tomando minha cerveja, emitindo as notas era até gostoso só que era necessário se você não fizesse ninguém faria não tinha faturamento não tinha faturamento, simples assim e não dava pra fazer durante a semana porque de novo, é uma empresa pequena fazer tudo, entender cliente programador, analista, digitador operador, no final é só uma topeira mas é muito interessante isso é muito bonito
E aí, agora, seguindo na linha do tempo, né, Rafa? A gente chegou, vamos lá, saímos lá em 2010 com 10 cadeiras, chegamos agora em 2026 com 125 cadeiras. O que te motiva a continuar crescendo?
Eu vou te dizer o seguinte, no âmbito pessoal, minha família, meus filhos, eu acredito que com toda modéstia eu já deixei um legado. Legal, sem dúvida. Com toda modéstia, sim, mas meus filhos são novos. Eles precisam aprender a trabalhar. Eles precisam aprender o valor do dinheiro, o valor do trabalho. Então eu diria que talvez pessoalmente isso me motiva a continuar. Profissionalmente, talvez empresarialmente, ver o resultado na ponta.
Você ter um paciente saindo de uma clínica satisfeito, feliz, muitas vezes... Sorrindo, cara. Sempre sorrindo. Muitas vezes ele está chorando de sorrir. Muitas vezes. Não é uma nem duas. Ele está chorando de emoção pelo sorriso novo que ele tem. Entendi. O paciente da oftalma, ele chora quando ele enxerga, cara. Isso.
A pessoa não enxergava mais. E tem casos severos de catarata que de fato ele não enxerga mais. É tudo embaçado. Dependendo do nível dela, é tudo embaçado. E uma cirurgia de catarata, ela permite você voltar a enxergar na hora. Melhora em 15 dias. Mas na hora. Dependendo do nível dela, você troca. Você faz a lente, a solução do cristalino. Coloca a lente nova. Cara, o cara sai da mesa cirúrgica, ele chora. Não é possível. Então, o paciente nosso da Odonto, que está sem os dentes.
com o sonho de voltar a mastigar, o sonho de voltar a ter autoestima, o sonho de voltar a sorrir. Cara, a hora que ele pega o espelho e sorri com aquela prótese nova, o implante com a prótese, aquilo ali é... Ou seja, você está tendo um senso de propósito. Esse propósito de continuar levando qualidade de vida para as pessoas. É porque é isso, está levando qualidade de vida. Exatamente.
é muito legal pra gente fechar esse primeiro bloco queria falar um pouco assim, você construiu uma reputação você hoje tem aí uma marca a Zela qual é a receita? se é que tem alguma receita de novo, pra empreendedores ou pra grandes empresas, que a gente sabe você já falou assim, cara
não tem aí, hoje em dia o mercado é inundado, né, de internet, arrasta para cima, assim, coisas como... E hoje você tem uma reputação azelar. Como é que você acha que hoje, no mundo digital que a gente tem, a gente consegue se diferenciar e, de fato, mostrar a reputação e da credibilidade dentro dessa enxurrada de informações que a gente é bombardeado? Propósito.
Eu diria que talvez propósito. Você ter um propósito, ele seria imutável. Esse propósito, qual que é o propósito? É esse? Então, não altere. Continua nele. Foco. Propósito. A gente também recorre muito a isso. Toda gente está tomando decisões na pessoa. É verdade.
A gente para, sempre alguém para e fala assim, calma gente, qual é o nosso propósito? Desenvolver pessoas para construir o futuro. Então com base nisso, a gente vai tomar a decisão. E realmente, quando você tem um propósito, isso fica tudo muito claro. Todos os seus movimentos são previsíveis no sentido de...
ele tem que me empurrar para mais perto do meu propósito. Se eu estou tomando uma decisão que me afasta, essa decisão está errada. Se eu estou tomando uma decisão que me aproxima, e aí todo em volta, e aí, Samira, até expandindo um pouco, eu acho que nem tem a ver só com o digital, entendeu? Tem a ver realmente com a construção...
da marca como um todo, né? Girando. Essa é a minha pergunta, porque assim, o volume que você tem hoje, você não consegue estar nas 120 consultórios ali ao mesmo tempo, né? E nem visitar tudo. Então, como é que você cresce e mantém essa credibilidade, esse padrão de atendimento? Tem alguma receita? Eu gosto muito da palavra propósito e dela na prática, é claro. E DNA.
O DNA, ele... Biologicamente, claro, mas no sentido figurativo. Qual é o DNA da unidade 1? É o mesmo da unidade 14. Tem que ser o mesmo. Porque o propósito é o mesmo. Então, qual é o DNA? Replica o seu DNA. E aí é treinamento? Treinamento. Incessantemente treinamento. Você investe muito em treinar as pessoas ali que estão na coluna. Treinamento, dedicação, acompanhamento.
dedicação aos funcionários, aos colaboradores, entender qual é o propósito nosso dentro de uma unidade, seja ela odontológica, seja ela oftalmológica. Qual é o propósito? Nós estamos aqui pra quê? Então, fazer com que os nossos colaboradores, os nossos prestadores de serviço, entendam qual é o DNA lá de trás. O que que veio lá atrás? Veio um propósito de cuidar de pessoas.
então eu acho que esse é o grande ponto Rafa, vamos mudar de assunto agora e vamos falar um pouquinho de tecnologia e inovação na saúde, eu acho que esse é um tema comum aqui é um tema em comum entre nós três cara, como você faz pra acompanhar tantas inovações sem perder o foco no que realmente importa que é o paciente isso
O Léo, é o seguinte, a gente procura, não sei se a gente consegue, mas a gente procura estar sempre um passo à frente. A gente procura estar à frente do tempo. O que acontece? A odontologia, assim como a oftalmologia, tem inúmeros congressos nacionais e internacionais.
E talvez esse seja um dos veículos que a gente utiliza para estar atualizado. A internet está aí, a gente, a qualquer momento você pode colocar, pesquisar sobre algo, mas na prática, por exemplo, há dois anos eu estive no IDS, né? IDS acontece na Alemanha.
o maior congresso de odontologia do planeta. Legal. Onde ali você vai enxergar, você vai ver. Cara, tudo que você imaginar está ali. Então eu fui com o intuito de quê? De trazer tecnologia. Cara, tem muita coisa legal. Super bacana. Cheguei lá.
Vi muita coisa bonita, vi muita coisa boa. Mas a maioria dos detalhes que eu vi foram novas empresas fabricando produtos que a gente já usa. Que você já fazia. Caramba. Porque é como se fosse uma chancela de que eu estou fazendo certo. Top. Isso tem dois anos, o IDS. Tá bom. Agora, em janeiro acontece o CIOSP, que é aqui em São Paulo, capital.
que é o maior congresso de odontologia da América Latina. Legal. Esse é também violento, um monstro de congresso. Mas o que acontece? A gente procura estar à frente do tempo. Então, falando isso, na Alemanha, por exemplo, eu vi muitas empresas fabricando scanner introral, que talvez há cinco anos...
É, 2020, mais ou menos, foi quando isso meio que pulverizou. Tinha duas grandes empresas que fabricavam. Então, cheguei na Alemanha, pô, tinha umas 50 empresas. Coreana, chinesa, japonesa, tudo fabricando. Mas não era um produto que a gente não tinha. Então, você pega uma outra tecnologia interessante, já vou falar de Scanner, se vocês me derem a oportunidade. Claro. Uma outra tecnologia.
piezo registrado, é um tipo de ultrassom que faz corte ósseo, faz limpeza odontológica, ao mesmo tempo, a mesma tecnologia, você muda a frequência, ela faz uma incisão em um osso sem gerar necrose. Você fala, cara, como assim? Você vai então num congresso como esse, já tem tantas empresas fabricando.
Tem uma empresa de Ribeirão, inclusive, que trouxe essa tecnologia. Em todas as unidades a gente conta com aparelho de piezo. Então, assim, isso para nós é um privilégio muito grande. Você fala, putz, você tem tecnologia piezo em todas as unidades? Cara, temos tecnologia piezo em todas as unidades. Quando eu falo de scanner introral, essa é uma bandeira muito gostosa de levantar. É uma informação.
que foi validada agora em janeiro desse ano, de 2026, que nós somos a única rede de clínicas odontológicas no território nacional que estamos no fluxo digital 100%. A única rede. Caramba, tem inúmeras redes no Brasil. Mas a Sempre Sorrindo é a única rede do Brasil que encontra-se no fluxo digital. Cara, o que é fluxo digital? Então vamos lá. O fluxo digital é complexo, porque não é um scanner intraoral.
O que é o scanner intraoral? Acho que todo mundo aqui já passou por uma moldagem. É isso aí, uma moldagem. Você vai fazer uma prótese, uma plaquinha de bruxismo, você vai fazer uma plaquinha de clareamento, você molda, certo? Para quem tem demanda, para quem tem necessidade de uma coroa, uma faceta, molda. Fez o implante, molda.
Isso não existe mais. No meu grupo não existe mais. Hoje é o scanner intraoral. Então, o scanner intraoral, ele tem na ponta... Você não faz molde? Não, esquece. Não, digitaliza a boca inteira, tudo digital. 100% digital. Aí você fala, não, mas a minha clínica... Aí tem alguém aqui acompanhando. Não, mas eu fui num dentista que tem o scanner. Tudo bem. Não estou falando que eu sou o único que tem scanner. Claro, claro. Eu sou a única rede que tem scanner e fabricação na ponta.
E fabricação na ponta. Entendi. Então, hoje nós temos em Ribeirão, na nossa matriz...
no prédio, né? No nosso administrativo. A gente tem a central de fresagem. Ou seja, é um laboratório digital com fabricação de dentes em porcelana, PMMA, tanto fresado quanto injetado de um arquivo que veio de qualquer um dos 125 consultórios. Todo esse fluxo, todo digitalizado. Porque eu tenho escândalo em todas as clínicas, o fluxo 100% digital. Normal.
Isso é transformação digital na veia. Então, nós somos a única rede... Na veia. 100%. A única rede do Brasil que todas as unidades têm o scanner. Temos a fabricação na ponta. E quando se trata de fluxo digital, nós estamos falando de raio-x panorâmico dentro de cada unidade, tomógrafo e digitalizador. Então, por exemplo, raio-x...
O raio-x não é mais revelado. Você não precisa revelar ele mais. O raio-x, você toma a imagem, essa imagem vai para um digitalizador e ele vai direto para o computador. Mas a maioria das clínicas ainda trabalham revelando, lavando, fixando.
A película do raio-x, sim. A película coloca, bate. Você coloca, tira, mas a imagem vai de forma digital. Ah, sim. Mas é uma forma antiga, como era foto antigamente. A maioria dos consultórios e clínicas ainda usa. Ainda usa a maioria. Você entra numa câmera escura, você introduz num líquido, revelador, água e fixador. Eu não compro revelador e fixador, deve ter vários anos. Entendi. Então, quando você pega um fluxo digital, todas as unidades. Digitalizador.
Raio-X panorâmico. Pô, Rafa, e a qualidade é melhor? Mas é. Assim, não dá nem pra comparar. O que isso muda na entrega da qualidade ou na experiência do paciente? Uma moldagem, por exemplo, a gente tá falando de escaneo introral. Uma moldagem pode ter distorção. Mas você fala, ah, mas eu sei escanear, você vai distorcer também. Tá bom? Mas você quer comparar o material que pode ocorrer distorção... Sim.
Com uma tomada de imagem de uma empresa que dedicou anos para entregar, vamos falar, um alemão da vida. Estado da arte. Cara, é impecável. São centenas, acho que centenas de fotos por segundo. Milhares de fotos por tanto tempo. Então, assim, é uma tomada de imagens absoluta.
Então, você pega... Quando você faz um escaneamento com a técnica correta, você tem uma imagem 100%. Fazer uma analogia bem simples aqui. É quase, sei lá, TV, sinal analógico, sinal digital. Tipo, cara, o sinal digital, ele garante, assim, aquela qualidade da informação, de fato, para a forma que ele é estruturado, né? O molde, ele é analógico, né? Ele pode ter...
Perda ao longo do caminho, né? Distorção, então, interessante. E o próprio raio-x, o raio-x uma vez revelado, ele tem prazo. Ele vai perdendo aquela imagem. O raio-x, quando você digitaliza ele, acabou. Ele fica pra... Indeterminado. Pô, Rafa, pelo amor de Deus, vocês podiam arrumar um jeito de eliminar aquele motorzinho, né, cara?
Eu odeio aquilo. É, o barulhinho do motor. Cara, sem brincadeira, eu tenho trauma. Eu tenho trauma de dentista por causa do negócio do motorzinho. Quando eu vou ao dentista, eu já falo. Tem alguma tecnologia? Existe. Existe. Existe. É porque ele é pneumático. Ele demanda ar e água. E água, isso. O que gera aquele barulho que incomoda. Existe o motorzinho elétrico, sim.
Ele não é tão usual. Eu acredito que na prática o motorzinho adicional o tradicional é mais eficiente. O raiz é mais eficiente. O raiz ainda funciona melhor. Você é muito Nutella, Léo. Muito. Não, não. Eu sento na cadeira e já falo pode anestesiar. Não, Léo, mas é superficial. Eu falei anestesia. Você não vai tocar aqui. Ou anestesia ou não tem jogo. Então, seu próximo tratamento odontológico com motorzinho.
Você está convidado a realizá-lo comigo em Ribeirão Preto, ou em qualquer cidade que a gente atua. Por quê? Porque nosso grupo tem um outro grande diferencial, que é o óxido nitroso, que é o gás hilariante. É uma sedação consciente. Então a gente conta com a sedação consciente. Você vai fazer seu tratamento, nós vamos colocar uma mini máscara sobre o seu nariz.
E ali, claro, controlando o oxigênio e o gás, que é o óxido nitroso, a gente vai controlar e te colocar num estágio de relaxamento. Tomou uma garrafa de vinho, mais ou menos. Tem como ir só para isso? Eu estou pensando nisso, se teria como eu ficar por aí. Você tomou suas três cervejinhas. É aquilo ali. Nem precisa mexer na dente, né? Você não vai escutar o barulhinho. Aquilo não vai te incomodar. Então você vai fazer um tratamento.
É um outro grande diferencial do grupo. Que eu ia entrar até nessa, assim, sabe, Rafa, eu gosto muito de quando eu converso com pessoas, você é de uma área que a gente não tem absolutamente nenhum tipo de conhecimento que não seja o que eu já passei. Já veio, né? Então, do tipo assim, eu, ainda bem, eu tenho uma... Apesar dos meus dentes serem bem tortos e por isso que eu tô usando o aparelho pra contornar, eu tenho, tipo assim, eu tive pouquíssimas cáries.
De adulto eu nunca mais tive cárie. Eu tive cárie criança. Cara, na minha época eram aquelas obturações com...
Amálgama. E hoje não existe mais isso. O que evoluiu? O que é o considerado moderno hoje na odontologia em geral? No que se diz respeito à restauração, que muita gente fala obturação. Obturação, na verdade, é o fechamento do canal quando você faz um tratamento de canal.
Aí você obtura o canal. Então, assim, popularmente, eu fiz uma obturação. É uma restauração. Então, quando você fala de restauração, nós estamos falando, então, de resina composta. Resina composta é o que substitui a dentina, o esmalte.
quando você olha, você não vê uma restauração. E vai estar mais ou menos da cor do dente, né? Ele fica exatamente da cor do dente. Tem restauração que você olha, você não identifica. Não identifica, não tem como. Por quê? Porque você vai usar uma resina, por exemplo, de dentina e depois uma de esmalte, por exemplo. Esmalte é o translúcido, é o que você vê que ele é translúcido. E a dentina é o que dá a cor no dente, propriamente dito, de forma rápida.
Hoje tem resinas compostas de uma tecnologia que você não enxerga, você não vê. Cara, que louco. Então, assim, no que fala em... Então, nós estamos falando... Então, nós estamos falando...
de restauração, dentística restauradora, resina composta. Aí você fala, cara, e na odontologia, na endodontia, que é canal? Você está usando, então, antigamente usava lima na mão. Quem aqui já fez canal sabe, era uma liminha que o dentista entrava para conseguir alargar o canal, para depois obturar. Hoje, cara, tem quem usa, tem, mas está ultrapassado. Nós estamos falando de oscilatório, rotatório, nós estamos falando de motor que faz isso.
Com o localizador apical. O que é isso? O ápice do dente, a pontinha da raiz, você entra com o equipamento que ele localiza, para não deixar passar. Tipo um GPS dentro do dente ali. Exato. Endodontia. Você fala de perdas dentárias. Por exemplo, a Sempre Sorrindo atua em todas as áreas. A gente tem especialista em todas as áreas. Mas vamos falar, o carro-chefe nosso, implantes dentários. Quando você fala, então, o paciente perdeu um dente, antigamente, prótese, você usava uma...
Prótese, uma ponte móvel. Hoje isso, cara, é a última da última alternativa quando realmente a pessoa não pode fazer. Nós estamos falando então de um implante dentário que ele substitui uma raiz natural. Ele é um pino de titânio.
com superfície do pino tratada, com hidroxiapatita, que é extremamente biocompatível com o corpo. Então você vai fazer uma incisão na parte da mucosa, na gengiva, faz a perfuração, introduz um pino dentro do osso. Aquele pino é extremamente biocompatível. O organismo entende, ósseo integra, você vem com uma coroa em cima daquele pino e acabou.
Se a pessoa cuidar, o paciente cuidar... Ela, pro resto da vida, pode ter uma... Cara, teoricamente, pro resto da vida. Teoricamente. Aí você pega o paciente, perdeu o osso, ele não tem osso mais. Perdeu todos os dentes e não tem osso pra fazer na parte superior. A gente tem um implante zigomático.
É um implante enorme que trava no zigoma, aqui em cima. Você fala, cara, é uma técnica totalmente diferente. Todos os implantodontistas do grupo sempre atuam com implante zigomático. Então, cara, a odontologia avança a cada dia. Então, cada área, a ortodontia, você está usando aparelho. Você usa um aparelho de bracket, um aparelho tradicional.
Não é errado, tá? Ok. Vai chegar no resultado. Esteticamente, hoje, tem aparelhos que você praticamente não enxerga. São os aparelhos invisíveis. Ou aquele Invisalign lá. Invisalign é uma marca. É uma marca, né? Sim, uma baita marca, um baita de um produto. A gente tem. A gente tem sempre sorrindo alinhadores. Marca própria nossa. Legal. Que chega no mesmo resultado. Então, o que é? É um alinhador que, se a gente estivesse conversando aqui, eu talvez enxergaria porque é dentista.
talvez alguém que não é não vai enxergar. E vai chegar no resultado. Pode demorar um pouco mais, dependendo do caso, não demora, e você está usando um alinhador. Ou seja, a ortodontia, para quem tem tendente torto, claro, vai passar por avaliação, vai passar por um especialista, você já tem um alinhador invisível que chega no ponto.
Então, todas as áreas, eu acredito que tem muita evolução aí. Deixa eu fazer uma pergunta, que a gente estava até falando um pouco na prévia. Não, você já queria até fazer a consulta aqui. Ele vai cobrar a consulta, hein, mano? É caro a consulta.
Inagrecível. Tô brincando. E só complementar, na oftalmo, cara, a gente conta com equipamentos que faz topografia, tomografia, cara, que você fala assim, meu, é muito avançado. Você enxerga fundo de olho, que antigamente era uma dificuldade absurda. Você vai em questão de minutos, você tem um diagnóstico impecável intraocular. Então, assim, é... Eu ia te perguntar do oftalmo justamente, o que que te fez...
E depois de 15 anos, né? Cara, rede top of mind, super de sucesso. O que motivou você? E acho que até voltando no início do papo do empreendedor que está incessantemente buscando ali. O que foi que realmente motivou aí e abria sempre visão?
Acredito que o primeiro ponto é o cuidado à saúde. Nós que somos da área da saúde, isso é muito íntimo. Você saber que você pode transformar uma vida. Esse é um ponto que, de fato, você mexer na autoestima, na mastigação, agora na visão, é algo que realmente é muito nobre. Entendeu? Então, assim...
O que motivou? Está muito alinhado com o mesmo propósito que você sempre teve. De cuidar. O propósito de cuidar. E relatos de pacientes, talvez um dos pilares, relatos de pacientes, aguardando em fila incansável, interminável do SUS, a falta da visão. Ou seja, o insight veio dos próprios pacientes, da Sempre Sorrindo, que talvez é a mesma...
público próximo ali, né? Alguns deles, obviamente. Um percentual alto. E aí a escuta ativa dos seus clientes fez ter esse... Ah, interessante. E aí o Newt é agradável, minha esposa é oftalmologista. Boa, legal. Então, conhece muito da área, porque você fala ah, mas você não é cirurgião dentista? Como é que você monta uma clínica e fala de conhecimento? Não, primeiro que você tem que estudar sobre qualquer área que você tá, mas o fato de ter a Camila, né? Que é oftalmo.
ajuda muito porque ela conhece muito a área, é muito dedicada, estuda muito. E na oftalmo tem o Breno, que é meu sócio, que é cirurgião, atua há alguns anos. Diga-se de passagem, um exímio cirurgião, que isso também é um diferencial muito grande na entrega do serviço oftalmológico. Então, assim, qualquer área da saúde é delicado.
Mas quando você fala em uma cirurgia ocular, ela é, ela tem sua peculiaridade. Então, uniu o quê? Conhecimento, vontade de entregar saúde, ter um propósito de entrega e entender que a gente pode transformar vidas.
Brinquei com vocês num outro momento. Nosso slogan da Sempre Sorrindo é a vida é feita de sorrisos e disso a gente entende. Porque a gente... Pô, a vida é feita de sorrisos. Se você viver feliz, pô, é outro astral. O slogan da Sempre Visão ver é viver.
E disso a gente entende. Pô, você para e pensa. Cara, eu tô te olhando aqui, tô te enxergando, né? Poderia estar aqui sem... Pô, é mais difícil, né? É mais delicado. Então a gente sabe a importância de entregar um serviço de qualidade de saúde. O trabalho de vocês muda a vida. A gente entende. De saúde a gente entende também.
Eu posso... Vai, vai, porque senão não paro. Bora lá. Não, fica à vontade. Eu queria falar também, voltando no assunto de tecnologia, hoje você falou muito de tecnologia aplicada, né? Na saúde, o implante-se, toda parte dos... Enfim.
Agora, quando a gente fala do back-office, vamos chamar assim, ou seja, todo o que mais dentro de uma, não só uma clínica ou rede de clínicas, você tem uma empresa, uma rede que exige habilidades e ferramentais e gestão como um todo. A gente estava até falando um pouco na prévia sobre isso.
Como você vê hoje que a tecnologia pode te ajudar, além do profissional ali que está aplicando de fato a tecnologia, como você já falou do scanner e tudo isso, mas você entende hoje que a tecnologia é mais uma aliada para te ajudar nesse processo de crescimento, de escalada? Inteligência artificial, por exemplo, será que ela é? É alguma coisa que você está olhando, que você acha que empreendedores podem apoiar?
Eu acho que o grande momento, a bola da vez é a IA, né? É a inteligência artificial. Eu acho que a leitura sobre a inteligência artificial, ela ainda é deturpada. Total. Para muitas pessoas. Inteligência artificial não é só o chat X ou Y. Não é só isso. Isso é ferramenta. Isso é uma ferramenta. Então eu penso o seguinte, eu penso que a inteligência artificial é uma grande aliada. E quem não estiver com ela, independente do segmento, vai ficar para trás.
Então hoje a gente usa o nosso back office. Tem algum exemplo que você pode dar de como está usando isso na prática, por exemplo? Cara, um dos exemplos, por exemplo, é o próprio atendimento, o primeiro atendimento de um cliente, de um lead, eu diria, que vem de uma origem da internet, por exemplo. A gente faz redes sociais, a gente faz televisão, como eu disse anteriormente. Mas esse paciente precisa nos buscar.
E à medida que ele aperta um botão de WhatsApp, eu adiciono o nosso número e chama no WhatsApp, hoje eu tenho um atendimento desse paciente, um atendimento primário é feito por uma IA. Por uma IA. Então hoje, o primeiro atendimento, e ele é mais humanizado do que muito ser humano.
É interessante isso, né? A forma de tratar, a forma que ela foi feita. Ou seja, exigiu o conhecimento, o treinamento de vocês para que fizesse a diferença. A formatação daquilo, a forma que a IA vai falar com o meu paciente, de forma que o meu paciente sinta confortável. Que legal. E você conseguiu, assim, de novo, você sempre se preocupou com esse lado humanizado, na implementação dos testes, você...
ver que, pô, se surpreendeu? Como é que foi pra você, né? Do outro lado, que não é de tecnologia, você, sei lá, porque às vezes tem muita gente que não é de tecnologia e ainda é um mistério, entendeu, Rafa? Tipo assim, ah, isso aqui não vai dar certo. E tem preconceito, né? E tem preconceito. Como é que foi pra você que não é de ter esse primeiro contato, te surpreendeu o quanto ela conseguiu ser humanizada?
Eu diria que sim, tá? Apesar de eu acreditar nela, né? Então, assim, o primeiro teste, ele é mais engessado. Exato. Mas a IA permite a configuração. Ela permite a formatação. Você treina ela quando, de repente, ela está fazendo um padrão de atendimento que talvez um ser humano cansaria.
Ele cansa. E talvez ele não segue um padrão único. E o volume, né? Por dia. Milhares. O volume se desvia. Muito pelo contrário. Quanto mais ele atende, mais ele vai gerando o contexto da clínica. Ele vai absorvendo a forma, até como os clientes interagem, como eles procuram, como ele é orientado a responder e ele vai evoluindo ali dentro. Exatamente. Ele evolui. É. Ele não cansa. É o contrário. Exatamente. E aí a gente está... A gente está...
falando de a gente ter um padrão de atendimento, que pra você, por exemplo, o teu crescimento, ele com certeza vem da padronização de uma metodologia. E toda vez que você padroniza algo, você facilita a replicação. Você facilita o teu crescimento e tudo. Eu também acho a IA vai ser um... Como tem sido o seu posicionamento como líder da empresa nessa adoção? Porque hoje eu entendo que não é só você que tá à frente, você tem um número grande de funcionários,
A galera está indo atrás, não está incentivando, ainda tem um misticismo ali envolvido. Qual a sua visão? Eu acho, Samir, que o papel de um líder é motivar e mostrar caminhos. Então sempre partiu de mim...
fazê-los inovar e acreditar no que eu acredito. Isso não quer dizer que eu não possa errar, não é isso. Mas eu acredito na inteligência artificial, eu acredito nas ferramentas bem utilizadas. Então, em quantas reuniões nós já tivemos com a equipe de gestão que parte de mim, falou, olha...
Busca auxílio, pode usar. Por quê? Porque tem conteúdo importantíssimo. Eu costumo dizer o seguinte, é difícil às vezes usar uma área porque talvez eu vá estar falando que não precise mais daquilo. Não é isso, tá? Por exemplo, você pede um projeto...
de determinado assunto, para não usar uma profissão específica. Aquela IA, ela pegou projetos do mundo inteiro, validados no mundo inteiro, dos melhores projetistas, seja qual área for, e vai te entregar aquilo pronto. Cara, se você souber utilizar aquilo, por que não então você ter ela como um aliado? Exato. Pergunte bem.
Faça com que ela envolva no seu processo e, claro, peneira, valide. Você não vai pegar uma informação toda ou é isso. O humano tem sempre que estar no loop para fazer as validações necessárias. Eu falo muito isso. Não é você terceirizar uma responsabilidade, mas é você...
acelerar e expandir o seu conhecimento e criticar. Você ser mais produtivo, né? No final das contas, você ser mais produtivo. Aliás, Samir, desde o início, qual foi a nossa primeira tese de inteligência artificial? Hipercriatividade e hiperprodutividade, né? A gente conseguir fazer coisas que antes a gente não conseguia. E bem nessa linha que você falou, Rafa, hoje eu falo, e a gente repete isso pro nosso time incessantemente, hoje não tem mais justificativo pra você entrar numa reunião página em branco.
Porque você consegue fazer uma pesquisa prévia, se armar de argumentos, recursos, pegar... Eu tenho feito um experimento muito legal que eu gero algumas informações com base no que eu tenho de uma proposta comercial ou interação minha com o cliente, etc. Enriqueço ela numa IA qualquer e peço para uma outra criticar. Olha que legal. E aí eu tenho o meu viés crítico, eu tenho o viés crítico da máquina, eu tenho o viés criativo da máquina. E com isso eu chego num resultado final. Fantástico. Humano.
Porque o resultado final é meu. Você está olhando, você está validando. Mas potencializado pelo uso de robôs, que são mais eficientes do que eu, por exemplo, em detecção de padrão.
O robô é mais exigente que o humano em geral em detecção de padrão. Mas é a base da IA essa, detecção de padrão. Detecção de padrão, exatamente. Ao passo que eu acabo contribuindo com informações que estão na minha cabeça, que faz parte do meu repertório de 30 anos na área de tecnologia, que a IA ainda não tem. E eu falo ainda.
Porque eu não sei se vai chegar o momento que todo conhecimento vai estar disponível. Eu ia me dar uma pergunta. É. Eu ia me dar uma pergunta exatamente nesse sentido para o Rafa. Aí é futurismo, beleza? Vamos lá. Não tem resposta certa e errada. Certo e errada. Vamos lá. Futurologia aqui. Adoro.
O que você imagina que vai ser mais importante no futuro para profissionais da área da saúde? Qual é a habilidade? O que você entende que não vai ser substituído? A certeza que ele gerou essa pergunta com a IA. Que não vai ser substituído?
Eu posso consultar o chat de BT? Vamos lá, vamos lá. Não, vamos. Ao vivasso, o que não vai ser substituído? É, não. Olha. Para profissionais da saúde, assim, que a gente está falando, por exemplo, atividades manuais, atendimento seu já é, por exemplo, feito. Quando a gente olha...
todo esse sistema de soluções, a gente recebeu aqui médicos já, que a gente falou até de robô que faz cirurgia, futurismo mesmo, tá, Rafa? Hoje um profissional da área, o que você entende que é o mais importante realmente que ele vai se destacar cada vez mais por isso? São duas vertentes, eu penso assim, vai existir num futuro, não sei quando, um robô que vai fazer absolutamente tudo que um dentista faz hoje? É futurismo mesmo. Cara... E aí
Pode ter um robô que vai lá. Hoje é improvável. Eu também, eu ia falar exatamente isso. Eu acho. Pra mim, improvável. Não é impossível. Não é impossível. Mas é improvável. É improvável. Mas nem uma limpezinha assim, ou entrar ali... A limpeza... Já tem? Não sei nem se tem. Talvez, mas ela não vai ficar...
Olha, vamos lá. Improvável não é impossível. Mas eu acho improvável. Por quê? Cara, cada boca é de uma forma... Não há padrão. Não há um padrão, cara. Então é o seguinte, se você falar para mim o seguinte, você tem uma lesão de pele, nada...
É contra dermatologista, de forma alguma, porque existe lesão em lábio que o dentista tem que avaliar. Não é sobre isso. Se você falar para mim que uma IA vai identificar uma lesão, eu acredito que sim, por padrão. Ela vai pegar um banco de imagens mundial... Radiologia, a gente falou sobre isso já, que tem uma assertividade muito alta. Muito maior do que o ser humano muitas vezes. Exatamente. Então, assim, eu penso que em inúmeras áreas da saúde, a IA, o robô vai entrar...
com uma assertividade talvez muito maior do que a nossa. Superior à nossa. Superior à nossa. Boa. Até aí estamos alinhados. Alguns procedimentos eu acho improvável conseguir. Se um dia isso chegar, cara, vai surpreender. E pode ser que eu não esteja mais aqui. Talvez os nossos avós jamais imaginavam que a gente ia conseguir fazer uma ligação por vídeo. A gente está no Brasil, alguém na China, no Japão e está falando em tempo real.
Era improvável. Não era impossível. Então, assim, na minha opinião, são duas vertentes.
O robô, ele vai operar sozinho? Ou você vai fazer uma cirurgia robótica? Você vai fazer. Então, se for essa a vertente, eu acho que o profissional de saúde, seja o dentista, seja o médico, ele tem que se capacitar. Então, a tocar uma máquina como essa. Porque envolve dedicação, conhecimento, para poder manusear. Por outro lado, eu penso que algumas atividades...
ainda não vejo possibilidade de serem substituídas. Você pega... Um tratamento de canal pode ser substituído. Um implante pode ser feito por um robô? Pode, se tiver um ser humano por trás. Tá bom. Se você mapear, explicar, configurar... Isso.
Tem que ter um ser humano. Claro. Um robô não faria um implante? Claro que faria. Se você tiver uma tomografia, se você tiver um ser humano por trás para conduzir o robô, ele vai fazer. Mas então o ser humano, aí já cai na primeira vertente. Ele tem que se capacitar para tocar esse robô. Total. Então até acredito que sim. Agora, um tratamento amplo, uma restauração, o robô vai usar o motorzinho? Pode usar.
Mas a configuração disso é muito longe de ser simples. Cada care tem um tamanho, cada restauração é de uma forma, cada remanescente dentário é de um jeito. Hoje é necessário você fazer um ataque ácido, um adesivo. É uma habilidade praticamente de um artesanato, não é uma indústria. É uma indústria de carro, uma indústria de caneca. É praticamente um artesanato. Eu acho super legal essa...
É habilidade, né? Admiro muito essa profissão, assim, não é porque você tá aqui, mas realmente sempre admirei. Tenho amigos. É manual, é bonito, né, cara? É bacana. Eu tô alinhado contigo sobre a questão do não é impossível, mas é improvável, principalmente quando a gente olha o que a gente conhece de tecnologia hoje.
Tudo que eu falo que é futurismo, eu dato que é o seguinte. Gente, olha, na data de hoje... 2026, porque pode ficar... Grava aí. Pode ficar isso aqui obsoleto muito rápido. Eu poderia só fazer uma denda? Claro. E tem uma outra vertente. Ainda que um dia um cirurgião dentista vire um robô. 100%. Qual seria o custo disso?
Então, assim, você tem acesso a um cirurgião dentista. Por exemplo, uma das nossas propostas, a Sempre Sorrindo, a Sempre Zão, é um tratamento acessível. Qualidade lá em cima, um preço justo. Acessível. Se amanhã, então, virar tudo robô...
Qual vai ser o custo disso? Será que vai ter possibilidade do pobre, do baixa renda, do médio, fazer um tratamento de qualidade? Primeiro, isso vai estar acessível somente para a clara. Eu acho que é muito lá na R. É muito. Sem dúvida. Sem dúvida. Bom ponto. Muito, muito alinhado contigo. Puta, Rafa, sério mesmo, cara. Que bate-papo animal, cara. Obrigado, cara. Foi muito bom. Eu confesso, eu estava com a expectativa alta.
até pelo que o Samir já tinha falado, o Samir tinha te conhecido lá no evento em Ribeirão e falou muito bem, mas realmente o papo cara, me surpreendeu muito conseguimos aqui cobrir todos os aspectos aqui, os nossos três pilares do Performa que Pode, falar sobre tecnologia, inovação e empreendedorismo
em serviço, inovou na forma de atender inovou no modelo de negócio, que normalmente a galera já quer expandir através de franquia e você acho que teve realmente uma sacada muito inovadora e obviamente de empreendedorismo um exemplo de empreendedor
obrigado, acho que você prestou um super serviço aqui para os nossos ouvintes realmente gerar exemplo e principalmente provocar o que eles precisam estar desconfortáveis aqui para buscar continuar melhor atendendo e principalmente pelos pilares que você trouxe, pelo propósito que você vem cumprindo, obrigado e parabéns pela trajetória, parabéns pela história e por tudo que você construiu até aqui e com certeza vai continuar construindo. Muito mais.
Obrigado, Rafa. Obrigado mesmo. E eu digo que talvez o bate-papo tenha sido muito leve, mas o mérito é de vocês que são, que tocam de uma forma muito gostosa, muito agradável de estar aqui. Ficaria mais horas aqui batendo o papo com vocês. Se a gente abrir uma aqui, a gente vai à noite conversando, porque tem assunto.
E é legal porque o assunto é bom. Apesar de serem áreas distintas, né? É do tipo assim, isso estimula a nossa criatividade, a nossa curiosidade. Então o papo flui muito bem. Obrigado, viu? Valeu, amigo. Me coloco à disposição dos ouvintes, de vocês. O que eu puder agregar e ajudar, estou à disposição. Muito obrigado pelo convite. Vocês são feras. Valeu. Obrigado.
E você que ficou com a gente aí até o final, já sabe, né? Curte, compartilha, ativa o sininho. Se quiser fazer uma pergunta pro Dr. Rafael, bota aí nos comentários que a gente faz chegar até ele. Tá aí, Ribeirão, região, vai conhecer lá as clínicas da Sempre Sorrindo, pessoal. Não perca, hein, clareamento. Fiquei sabendo, tem desconto. Claro, claro.
Manda mensagem que a gente manda um voucher de desconto. Nosso objetivo é fazer esse conteúdo de qualidade chegar ao maior número possível de pessoas e para isso a gente precisa do teu engajamento. Performa que pode. Porque você pode performar. Um abraço, galera. Valeu, tchau, tchau. Valeu. Performa que pode na CBN teve o oferecimento de PagUtil, a evolução em pagamentos de tributos e Performa IT, o futuro hoje.
Grupo Sempre
Sempre Sorrindo e Sempre Visão