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Teologia do Domínio e Movimentos de Base - Aula 14: Sionismo Cristão (2)

04 de maio de 20261h25min
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Nesta Aula 14, apresentamos as origens relisiosas do Sionismo Cristão e suas ações política a partir da Inglaterra.
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Participantes neste episódio1
E

Eliseu

HostProfessor
Assuntos3
  • Sionismo CristãoIsraelismo Britânico · Dispensacionalismo · Teologia da Substituição · Teologia da Separação · Teologia da Continuidade
  • Sionismo Cristão no Brasil - HistóriaInfluência em igrejas evangélicas · Posicionamentos políticos
  • AntissemitismoProjeto de Tabata Amaral · Condenação de José Maria
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e no YouTube. Bom dia a todos e todas, sejam todos bem-vindos, todas bem-vindas a mais uma transmissão da Teologia Pé no Chão. Me deem um sinal aí para eu saber se está tudo bem, para a gente poder continuar a aula 14, a aula de hoje.

Esse é o canal Teologia Pé no Chão, como eu falei, um canal voltado para transmitir temas teológicos a partir do chão da vida. Eu sou Eliseu e sou o professor e o produtor deste conteúdo.

Estamos tratando nesse ano do movimento teologia, do título, do tema Teologia do Domínio e seus movimentos de base. Isso não quer dizer que a teologia do domínio seja um movimento coeso.

A teologia do domínio é um grande guarda-chuva que abriga entre si movimentos até mesmo contraditórios, como, por exemplo, a identidade cristã com seu antissemitismo e o sionismo cristão, como nós estamos vendo agora. Só um minutinho, deixa eu ver se o YouTube está ok para a gente poder continuar.

Aqui diz que eu estou ao vivo, ok? Então vamos em frente. Então pessoal, na aula passada...

vejam lá vocês que me disseram que o YouTube está sem som, se eu recuperei a transmissão, e vamos em frente. Na aula passada eu iniciei um novo bloco, o bloco a respeito do sionismo cristão. Vejam só que interessante, na aula passada eu mencionei o projeto da Tabata Amaral a respeito da criminalização do antisionismo.

Nesta semana, o José Maria, eterno candidato a presidente pelo PSTU, foi condenado a dois anos de prisão por atacar o Estado de Israel. Ou seja, ele assumiu uma posição anti-sionista.

mas está sendo condenado como se tivesse assumido uma posição antissemita. Então percebam como o tema é atualíssimo e como ele está aí produzindo seus efeitos. Bom, como eu falei na aula passada, ao tratar deste breve glossário de termos importantes...

para a compreensão do tema e uma brevíssima história de Israel, o foco desta aula e da próxima é especificamente o sionismo cristão. Então, quem quiser estudar o sionismo, faça suas pesquisas. Eu indiquei aí um livro, deixa eu ver se ele está aqui.

Eu indiquei este livro aqui na bibliografia, é um livro do Stephen Sizer, um bispo anglicano, Sionistas Cristãos na Rota do Armagedon. Eu achei um livro muito bom, um livro muito...

adequado para quem quer ter uma noção sobre o sionismo cristão. Então, depois eu coloco aí novamente a bibliografia desse livro aqui. Um livro breve, simples, mas bem completo a respeito do sionismo cristão. O sionismo é um projeto político... Marlos Marlos

inicialmente em defesa da criação do Estado de Israel e após a criação do Estado de Israel em 1948, um projeto de defesa e expansão do Estado de Israel. Então o sionismo vai assumindo feições e objetivos conforme a história anda. E o sionismo cristão é o apoio que os cristãos dão.

ao sionismo em função da interpretação que eles fazem.

das profecias. O que eu quero mostrar hoje para vocês é que o sionismo cristão, não com este nome, mas o apoio dos cristãos à criação do Estado de Israel é anterior ao sionismo. Então eu poderia dizer assim, o sionismo cristão vem antes do sionismo secular.

O sionismo secular começa na última década do século XIX, em 1894, 1896 e 1897, o primeiro congresso sionista. Então, última...

Década do século XIX. Falei para vocês na aula passada que 50 anos depois do primeiro congresso sionista foi fundado o Estado de Israel. Então é um movimento que em 50 anos alcançou o seu êxito de ter a criação do Estado de Israel em 1948. O apoio dos cristãos...

A criação do Estado de Israel é décadas ou até séculos anteriores ao sionismo secular. Então o sionismo secular começa na última década do século XIX.

O sionismo cristão, mesmo que não com esse nome, mas o apoio dos cristãos à criação de um lar para os judeus, tem pelo menos cem, cento e tantos anos antes do sionismo secular.

Então, olha que interessante o que eu estou falando. A primeira defesa, a primeira busca da criação de um Estado de Israel, de um Estado judeu, nasce entre cristãos.

não entre judeus. E apenas no final do século XIX, quando surge o sionismo cristão, aliás, o secular, cuidado Eliseu, sionismo secular, o início do século XX, é que esses dois movimentos vão se encontrar. E a grande força...

o grande impulso, a defesa, a promoção do sionismo secular virá de cristãos. Então esse é o nosso foco de hoje, entender o sionismo cristão.

Vamos lá então. Bom, não esqueçam aí de dar like, de compartilhar, de se inscrever, me deem essa força aí, tá bom? Então vamos lá, aula de hoje, aula 14, sionismo cristão, segunda aula do nosso bloco. Para a gente entender o sionismo cristão, nós temos que entender dois movimentos de base, dois movimentos anteriores que vão dar grande impulso ao sionismo cristão.

cristão. Os dois movimentos são o Israelismo britânico. Já falei desse movimento quando falei da identidade cristã. O que é o Israelismo britânico? Aquela tese de que os britânicos...

Os povos arianos da Europa, mais especificamente os anglo-saxões, eram descendentes das dez tribos perdidas de Israel. Ora, se eles eram descendentes das dez tribos perdidas de Israel, logo eles tinham parentesco com os judeus, que eram então descendentes das duas outras tribos.

Lembra que o israelismo britânico não é antissemita. Ele vai se tornar antissemita nos Estados Unidos, onde surge a heresia da identidade cristã.

Mas o israelismo britânico, ele despertou nos evangélicos uma simpatia para com os judeus. Então vão nascer sociedades missionárias, por exemplo, voltada para a evangelização de judeus.

apoio de judeus na Europa, organizações que favoreciam, por exemplo, a migração de judeus para a Inglaterra, para protegê-los do antissemitismo. Então, um dos movimentos que vai dar origem ao sionismo cristão é o israelismo britânico, que é do século XVIII. Do século XVIII, quer dizer, mais de 100 anos antes do que a Inglaterra.

o sionismo. Então, guardem isso. O israelismo britânico, ao acreditar que os anglo-saxões eram parentes dos judeus, despertou uma simpatia, uma atitude favorável em relação ao drama dos judeus da Europa. É como se eles dissessem, Puxa!

Nós somos parentes, então vamos ajudar nossos irmãos. Vamos ajudá-los a se converterem. Quem sabe se eles se converterem, quem sabe não chegou o momento de os judeus se converterem. E então as profecias vão caminhar.

Um outro movimento que é do início do século XIX, portanto décadas, 50, 60 anos antes do sionismo, é o movimento doutrinário dispensacionalista. Dispensacionalismo.

que é um modo de ler e interpretar a Bíblia especificamente as profecias do futuro, portanto, a escatologia.

Eu não tenho tempo aqui agora de tratar do dispensacionalismo. Talvez eu encaixe uma aula aí pra frente sobre o dispensacionalismo. Mas eu incentivaria vocês a darem uma busca, nem que seja no Wikipédia da Vida, e dar uma olhadinha sobre o que é dispensacionalismo. Vou fazer uma brevíssima explicação.

Dispensacionalismo, eu estou repetindo várias vezes essa palavra para fixar. Esta palavra vem de dispensações. Dispensações no sentido de eras.

Eras cronológicas. Então esta doutrina encara a história da humanidade como está na Bíblia, desde Adão até o milênio, até o fim do mundo, ou seja, da eternidade passada à eternidade futura. Esta história da humanidade, desde que Deus criou o mundo até o fim do mundo e o início da nova era eterna, etc.

Encare esse período como dividido em eras, em dispensações. Não por acaso a maioria estabelece sete dispensações. Eu não sei aqui todas de cor, mas tem a dispensação da inocência, de Adão e Eva, depois tem a dispensação da...

do pecado, depois tem a dispensação da lei, depois tem a dispensação, não sei do que, dos patriarcas, etc, etc, até que chega a dispensação da lei, que vai de Moisés até Cristo. E depois de Cristo...

depois que Cristo morre e ressuscita, inicia o que eles chamam de dispensação da igreja, que vai até onde? Vai até o arrebatamento. Então, quando eles falam, olha, está fechando a dispensação da igreja e tal. Ou seja, esta era da igreja é uma era que tem início e fim. O que vem depois do arrebatamento? Vem uma nova era, a era do milênio.

em que Deus vai tratar a humanidade de uma forma própria. Para cada uma dessas dispensações, o que muda de uma dispensação para outra?

muda o modo de Deus tratar a humanidade. Por isso, o modo como Deus trata a humanidade hoje é diferente do modo como Deus tratou a humanidade na época da lei. E é diferente de como Deus vai tratar a humanidade a partir do arrebatamento da igreja. Então, resumindo, dispensacionalismo é um modo de ver, de compreender, de ler a Bíblia

dividindo a história da humanidade em eras. Estas eras se chamam dispensações. Em cada uma destas dispensações, Deus trata a humanidade de uma forma diferente. Num momento...

Nós estamos na era da igreja, na dispensação da igreja. Esta era vai terminar com o arrebatamento da igreja. Quando a igreja for arrebatada, portanto o arrebatamento da igreja foi criado por esta doutrina, antes disso não se falava em arrebatamento da igreja. Após o arrebatamento da igreja,

Deus vai iniciar uma nova dispensação, uma nova era. E nesta nova era, nesta nova dispensação, Deus vai tratar com os judeus de uma forma diferente. Então, no momento, na era atual da igreja, Deus está tratando os judeus de uma forma, após o arrebatamento da igreja, Deus vai tratar o povo de Israel de uma forma diferente.

Segundo eles, esse será um período de grande perseguição para os judeus.

Haverá um genocídio tal qual nunca houve, esqueça a Segunda Guerra Mundial. A Segunda Guerra Mundial vai ser fichinha, café pequeno, perto do que virá. Em compensação, haverá também uma conversão em massa dos judeus, e os judeus finalmente acreditarão em Jesus Cristo, e então os judeus seguirão o seu destino na Terra, na Nova Terra, e os cristãos seguirão o seu destino.

Então Deus terá eternamente dois povos. Em brevíssimas palavras, esse movimento dispensacionalista...

vai fazer um grande sucesso não apenas na Inglaterra, mas também, como aconteceu com o israelismo, nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, o movimento dispensacionalista vai se tornar mundial, especialmente por meio da Bíblia de Cyrus Schofield, a famosa Bíblia de Estudo do Dr. Schofield, que tem nas suas notas de rodapé...

a doutrina dispensacionalista. Então, entendam o seguinte, o dispensacionalismo é uma doutrina nova, recente, vem do século XIX, que propõe um modo de ver a Bíblia, é um esquema.

Não é um esquema extraído, deduzido da Bíblia, mas induzido sobre a Bíblia. É um esquema criado, artificial, imposto sobre a Bíblia, como se fosse um óculos, uma lente pela qual você lê a Bíblia.

A consequência desta doutrina para a fé cristã é que ela predominou sobre a escatologia. Ela determinou o modo como a grande massa dos cristãos entende o futuro. Por exemplo, o arrebatamento. Antes deles, não se falava em arrebatamento. O arrebatamento era entendido de outra forma.

A partir do dispensacionalismo, com esse esquema, com esse filtro, esse modo de olhar as escrituras, eles criaram os desenhos, os mapas do fim do mundo. E eles desenharam cronologicamente todas as profecias em ordem cronológica. Eles sabem tudo sobre o fim do mundo.

Então, esse dispensacionalismo é avô do sionismo cristão. Por quê? Agora vem um segundo detalhe muito importante que define o modo como o sionismo vai surgir. Então, eu já falei do israelismo britânico, que pela primeira vez promoveu a simpatia de cristãos em relação aos judeus.

Lembra que os cristãos participaram de todas as perseguições a judeus na Europa ao longo dos séculos.

Se não foram os cristãos que perseguiram, foram quem então? Os cristãos. A partir do israelismo britânico, a chavinha virou. Eles passaram a ter simpatia com o povo judeu, a pensar na evangelização do povo judeu, a pensar no drama do povo judeu, inclusive a defesa de uma pátria para os judeus.

O dispensacionalismo vai dar a sua contribuição também, não apenas em relação à igreja, mas em relação aos judeus. Por quê? Agora preste muita atenção. Qual é a relação entre Israel e igreja? Veja.

Nas escrituras, no Antigo Testamento, o povo de Israel é o povo de Deus. Quem não é israelita, quem não é judeu, é gentil, é pagão. Não tem a religião de Deus. A revelação foi dada ao povo de Israel. Aí vem Jesus Cristo, judeu, pregando para judeus. Seus apóstolos são judeus, seus discípulos são judeus.

Mas Jesus Cristo é morto dentro da sua própria pátria, do seu próprio povo. Os líderes do seu próprio povo o condenam à morte por meio da mão de romanos, mas os judeus se voltam contra ele. Quem se apega a Jesus Cristo é a pobreada, é a multidão, as multidões. Mas a elite judaica promove.

A morte de Jesus. E então Jesus Cristo começa a falar de todos os povos e de por todo o mundo. E a igreja, então, acaba se espalhando por todo o mundo. E aí você lê na história do Novo Testamento, Paulo pregando para gentios, para romanos, para os gálatas, para os efésios, para todo mundo. E a igreja, então, se torna multiétnica.

Logo na sequência, começou a haver conflitos entre cristãos e judeus. Você já vê isso nas páginas do Novo Testamento. E ao longo da história, houve muitos conflitos entre judeus e cristãos.

Tanto os cristãos se separaram dos judeus, como os judeus se separaram dos cristãos, e a gente conhece a história desta adversidade, desta hostilidade quase que permanente, massiva, entre cristãos e judeus ao longo de toda a história. A pergunta que se coloca agora é a seguinte, qual é a relação...

entre judeus e cristãos. Que papel eles jogam na economia da salvação?

Qual é o futuro da igreja? Bom, nós sabemos algumas profecias. Qual o futuro do povo judeu? O povo judeu tem um futuro específico? Eles cumprem um papel específico no plano eterno de Deus? A esta pergunta, a teologia deu três respostas possíveis. E aqui tem que prestar muita atenção.

É claro que o assunto é polêmico, eu não pretendo esgotá-lo aqui, mas, resumidamente, a igreja cristã deu três respostas. A teologia oferece três respostas a esta pergunta. Qual pergunta? Qual é a relação entre judeus e cristãos, entre Israel e igreja?

A primeira resposta é chamada de substituição, ou seja, a igreja é o novo Israel de Deus. Israel perdeu seu lugar por causa da sua incredulidade.

por causa da rejeição a Jesus Cristo, eles foram então descartados e Deus colocou no lugar um novo povo que agora é a igreja. É como se Deus fosse casado com Israel, Israel aprontou, adulterou, Deus divorciou-se de Israel e agora casou-se com a igreja. Ponto. Então a igreja substitui Israel.

Esta doutrina predominou ao longo dos séculos e justificou a hostilidade de cristãos contra judeus. Para vocês terem uma ideia, a Igreja Católica oficialmente condenava os judeus pela morte de Jesus Cristo. Portanto, toda maldade praticada contra judeus era justificada.

Porque eles eram culpados de deicídio. Mataram Deus. Mataram o nosso Deus, o Filho de Deus. Jesus Cristo é Deus. Eles mataram Jesus Cristo. Portanto, eles são culpados de deicídio. Assassinato de Deus.

Isso só mudou, pasmem, há 60 anos atrás, no Conselho Vaticano II, num documento chamado Nostra Etat, em que a Igreja Católica mudou oficialmente a sua posição em relação ao povo judeu.

passou a tratar o povo judeu como um povo irmão, como um povo portador da revelação, como a família do nosso Messias. E, portanto, eles não são culpados de erros passados e dos indivíduos, da elite, etc. Eles foram absolvidos deste crime oficialmente.

Mas esta doutrina de substituição do povo judeu é responsável, entre aspas,

pela justificativa das maldades, das perseguições, das hostilidades, do preconceito contra judeus ao longo da história. Uma segunda resposta, a segunda resposta a esta pergunta é a da separação, ou seja...

O povo de Israel é o povo eterno de Deus. Por eles terem recusado Jesus Cristo, não crido em Jesus Cristo, eles ficaram à parte. Enquanto isso, Deus está tratando com os gentios, com a igreja.

Encerrado este trato de Deus com a igreja, Deus tratará novamente especificamente com o povo judeu. Portanto, Deus tem dois povos. O povo judeu, por causa da aliança eterna com Abraão, e o povo gentil, a igreja. Dois povos. Então é como se...

retomando a metáfora do casamento, é como se Deus tivesse duas esposas. Bigamia, Deus tem duas esposas. Uma está brigada com Deus, mas ainda é esposa de Deus. Deus não se divorciou dela. Ela está de mal de Deus, eles estão tendo uma crise conjugal. Mas Deus vai se voltar para essa esposa e eles vão renovar os votos de casamento e tudo mais.

Nesse sentido, Deus tem dois planos para dois povos distintos e isso será assim para sempre. Então Deus será sempre fiel ao povo judeu, não importa o que o judeu faça, porque Deus fez uma promessa eterna a Abraão, Deus está preso a essa promessa, Deus jamais vai quebrar sua promessa, então faça o judeu o que ele quiser, ele é povo de Deus.

E do outro lado, Deus tem a sua igreja, que é o seu povo também, agora é eterno, a esposa do Cordeiro. Ponto. Esta é a resposta dispensacionalista.

Deu para entender? Esta é uma resposta dispensacionalista. Ou seja, Deus vai tratar separadamente com judeus e cristãos para sempre. Então, os judeus têm um modo de salvação. É étnico. Salvação étnica. Os cristãos têm um modo de salvação. Salvação pela fé, pelo sangue de Jesus. Ponto. E isso será assim para sempre.

Então esta resposta se chama separação. A terceira resposta é a resposta da continuidade, ou seja, Deus tem um povo só. Antigamente esse povo era composto principalmente por judeus, mas também havia estrangeiros convertidos a Yavé.

e esses convertidos estavam ao redor do povo de Israel, tiveram contato com o povo de Israel, etc. Mas é claro que a revelação estava predominantemente com o povo judeu, embora isso não excluísse jamais os outros povos, porque o próprio Deus fala que ele era adorado em toda a terra, então ele não era adorado apenas por judeus.

mas os judeus eram os portadores da revelação e era o povo do qual viria o Cristo. Depois de Cristo, Deus continua tendo um povo só. É o mesmo povo. É o povo que crê.

que ama a Deus, que é composto de judeus e gentios. É aquilo que Paulo fala em Efésios. O muro da separação foi destruído e de ambos Deus fez um. Então...

Deus tem um povo só. Esse povo é quem? Ora, esse povo é composto de todos os povos, inclusive de judeus, de quem é verdadeiramente judeu, como Paulo fala. Judeu não é quem é descendente de Abraão. Judeu, o verdadeiro judeu, é aquele que tem a fé de Abraão. E a fé de Abraão pode ser encontrada em qualquer povo, porque Deus prometeu a Abraão, de ti farei.

uma grande nação e você será a bênção para todos os povos da Terra. Ponto. Então, recapitulando, três respostas. A primeira da substituição.

que, como eu falei, foi a responsável por justificar a maioria das hostilidades dos cristãos, ou dos reinos cristãos, da política cristã, não exatamente dos indivíduos cristãos.

Porque pode ter havido muita amizade, muito amor, muito bom relacionamento, muitas bênçãos nessa relação. Mas o poder cristianizado foi hostil ao povo judeu durante séculos.

A segunda resposta é a da separação, que foi, pelo menos, impulsionada pelo dispensacionalismo, que Deus tem duas esposas, dois povos separados e assim será para sempre. A igreja é apenas um parênteses nessa história, porque a primeira esposa brigou com o marido, então Deus casou com outra, mas ele não divorciou da primeira e ele mantém dois povos aí. Esta é a resposta.

Dispensacionalista. Deus tem dois povos. As profecias são interpretadas de acordo com esse prisma. Deus tem dois povos. E a terceira resposta é a resposta da continuidade. Vocês podem me dizer de qual destas respostas nasceu o sionismo cristão? Da primeira? Da substituição? Não.

Essa riscou Israel do mapa. Israel pecou, eles que se virem com seu pecado, o problema deles. A segunda, a da separação, claro. Claro, essa daí é a resposta dispensacionalista. Da terceira, bom, a terceira inclui todos os povos. A terceira não faz mais diferença étnica. A salvação não vem mais por etnia. Aliás, nunca veio.

A rigor nunca veio. Quem inventou essa salvação étnica foram os próprios judeus, que por orgulho se acharam os preferidos de Deus, mas isso nunca foi verdade em nenhuma página do Antigo Testamento. Ninguém nunca foi aprovado por Deus apenas por ser filho de Abraão. João Batista fala, vocês ficam aí se vangloriano que são filhos de Abraão, Deus pode transformar pedra em filho de Abraão.

Então, ser filho de Abraão nunca habilitou ninguém diante de Deus. Deu a ele, claro, o privilégio de ter acesso à aliança com Deus. Mas a aliança tinha termos, condições e consequências. Então, o sionismo cristão é filho do dispensacionalismo.

Então, recapitulando o que eu falei até agora, que é muita informação. O sionismo cristão é derivado de pelo menos dois movimentos anteriores. O israelismo britânico, que mudou a chavinha.

Fez a Inglaterra, que era o império da época, como se fossem os Estados Unidos de hoje, o império do século XIX, a Senhora dos Maros, o maior império do mundo, a senhora de todos os reinos, etc., a grande Inglaterra, mudou a chavinha em favorecimento...

aos judeus. E o outro movimento é o movimento dispensacionalista, que é um esquema, um esquema, um modo de ler e interpretar as escrituras que pressupõe, agora vou juntar a segunda informação, pressupõe que Israel permanece no seu mesmo status de povo étnico.

condicionalmente, incondicionalmente. Pelo simples fato de ser filho de Abraão, ele está automaticamente incluído no plano eterno de Deus, ponto. Ele é o filho primogênito de Deus, faça o que fizer, ele recebe as bênçãos de...

de Abraão bom, falei bastante coisa, deixa eu dar uma parada aqui uma parada técnica, para a gente poder continuar legal, bom dia Elton, bom dia Leandro obrigado por o aviso, acho que agora já deu certo, bom dia José Carlos o Elton, tanto persegui tanto persegue-se os judeus

Tanto persegue que os judeus que temos hoje o termo judiar, é verdade. O termo judiar vem disso daí, vejam que coisa. Causar sofrimento físico e moral está no dicionário Aurélio. Legal, verdade. Quando a gente fala judiar, vejam que coisa incrível. Entrou no nosso vocabulário esta palavra. Judiar vem dos sofrimentos infligidos aos judeus.

Deixa eu ver aqui no chat do YouTube. Bom dia, Márcio. O som está bom, legal. Luiz Marcos. Bom dia, Sérgio Breia. Miguel. Beleza, então vocês estão aí. Rosana, bom dia. Legal.

Beleza, então agora está tudo certo. Bom, espero que vocês tenham entendido. É importante a gente compreender de onde vem o sionismo cristão. Como foi que os cristãos passaram a olhar para os judeus de outra forma e passaram pela interpretação das escrituras, se Deus tem um plano para o povo judeu,

Então este plano inclui o retorno do povo judeu à Palestina. A partir desta interpretação, deste olhar diferenciado em relação aos judeus, é que vai nascer o projeto político, então agora não apenas religioso, mas político, para defender...

a ideia de um lar para os judeus na Palestina. Use os ingleses aqui, porque o dispensacionalismo cristão, acho que eu não falei, também nasce na Inglaterra. Então a Inglaterra é o império do mundo, mas é também uma usina de doutrinas. Tanto o israelismo britânico como o dispensacionalismo nascem na Inglaterra.

Esses ingleses pensavam que os judeus iriam se converter ao Messias e então voltar para a Palestina. Então eles passaram a investir na conversão de judeus para que os judeus se convertessem ao cristianismo. De acordo com a leitura que eles faziam da Bíblia, os judeus iriam se converter ao Messias.

e então iriam voltar para a Palestina, e com isso o relógio profético de Deus iria avançar. Bom, a partir de agora então, eu vou mostrar para vocês esse desenvolvimento do sionismo cristão como interpretação de profecias e como ação política. Então eu vou mostrar para vocês esses dois braços...

agindo, esses dois braços em movimento. O lado da leitura da Bíblia, da interpretação da Bíblia, especialmente das profecias, e do outro lado o movimento político para viabilizar...

a criação de um lar para os judeus. Lembrem vocês, de novo eu enfatizo, que o sionismo secular, o sionismo do Theodor Herz, um austríaco judeu, vai aparecer lá na última década do século XIX, 50, 60 anos antes ou mais.

os cristãos já estão pensando que o futuro dos judeus é um lar nacional na Palestina. Olhem que coisa incrível. Isso não é todo mundo que sabe. O sionismo secular vai surgir no final do século XIX.

cerca de 80 anos antes, 100 anos antes, o sionismo cristão, ou seja, a visão de que os judeus, o destino dos judeus é voltar para a Palestina, já está sendo concebido.

por cristãos. Esses cristãos estão em todos os níveis sociais, inclusive na Câmara, no Parlamento Inglês. E aí a coisa vai engajar. Quando estes cristãos dispensacionalistas estiverem em posições de poder no Parlamento Inglês,

então a coisa vai começar a engajar. Por quê? Porque a Inglaterra é o império do mundo. A Inglaterra é o grande poder econômico, militar, colonial da Europa.

Enquanto os judeus estão sendo hostilizados na Europa continental, a Inglaterra está olhando para os judeus com um outro olhar. Vai chegar um momento em que esses interesses vão se cruzar.

e será de interesse da Inglaterra mexer os pauzinhos contra seus oponentes na Europa continental, por exemplo, a Alemanha e a Rússia, e o Império Otomano, e então isto vai engajar, ou seja...

Chegou a hora do projeto começar a caminhar. Então é um encontro de movimentos muito interessante, muito complexo, muito rico. Provavelmente o israelismo britânico não imaginava o desfecho desse movimento. Provavelmente o dispensacionalismo também não imaginava o desfecho desse movimento.

Mas tudo isso caminhou nesse sentido e, de fato, é algo impressionante. Bom...

Antes de dar continuidade, eu vou dizer para vocês como que eu vou trabalhar a partir de agora. Eu vou trabalhar em três etapas. Uma etapa hoje e as duas próximas etapas na próxima aula. A etapa de hoje é como esses movimentos, o israelismo, o dispensacionalismo e o próprio sionismo cristão, vão se engajando na Inglaterra.

Isso vai até o final do século 19, e não, até início do século 19, Primeira Guerra Mundial, especialmente até a Primeira Guerra Mundial.

A segunda e a terceira etapa são as seguintes. Na segunda etapa, o sionismo vai para os Estados Unidos. Então ele vai engajar nos Estados Unidos com os judeus estadunidenses. E por fim, a terceira etapa é a etapa posterior à criação do Estado de Israel. Então vamos dizer assim, o que eu vou falar hoje tem a ver com a...

a ação da Inglaterra em favor dos judeus. O sionismo britânico vai engajar em favor dos judeus. Depois da Primeira Guerra Mundial, a coisa passa para os Estados Unidos. Os Estados Unidos se tornam o grande poder após a Primeira Guerra Mundial.

especialmente após a Segunda Guerra Mundial. Então, o sionismo cristão vai engajar nos Estados Unidos. E a terceira etapa é a partir de 1948, com as guerras de Israel sendo interpretadas como o cumprimento das profecias e a grande máquina religiosa a serviço do sionismo cristão, que inundou as nossas igrejas e as nossas...

Faculdades Teológicas e as nossas livrarias de material sionista e faz os cristãos pensarem que não há outro modo de pensar a não ser defender Israel incondicionalmente. Então vamos para a primeira etapa agora.

O dispensacionalismo vai surgir entre grupos de estudo bíblico voltado para profecias. Houve um despertamento no século XIX para estudar profecias. Então, por exemplo, de 1826 a 1830, em Albury Park, na Inglaterra,

eles promoveram conferências anuais de estudos de profecias. Essa conferência de Albury Park foi bancada por um inglês, banqueiro e político, bancada por um banqueiro e ficou boa, né? Veja aí o poder, né? Ele era político e banqueiro, Harry Drummond.

Ele promoveu, patrocinou, bancou, financiou conferências anuais de estudos de profecias. Eles chegaram à conclusão que haveria uma grande tribulação em breve, durante a qual os judeus voltariam para a Palestina. Dentro desse grupo está o Edward Irving. Edward Irving.

é um grande propagador do dispensacionalismo. Ele era um pregador extremamente popular, muito famoso na Inglaterra, ele era escocês, ele é estudioso das profecias, pré-milenista, anunciava a vinda de Jesus em breve, e ele criou o movimento Irvinista.

Ele fundou uma igreja chamada Santa Igreja Católica Apostólica. Santa Igreja Católica Apostólica. Quem quiser pesquisar, vai em frente. Mas esse Eduardo Irving, que foi, digamos, influenciado pelas conferências de Albury Park, ele espalhou por toda a Inglaterra essas pregações escatológicas.

de que Jesus Cristo estava para vir em breve, que haveria tribulação, e ele então incendiou a Inglaterra com estas profecias. Esse Eduardo Irving foi então um grande propagador destas profecias. Depois teve outras conferências chamadas Power's Court Castle, então...

se mudaram para o castelo de Lady Teodosa Powerscourt, a partir de 1830, e passou também a promover grandes encontros de estudo de profecias. Foi nestas conferências de Powerscourt que o sionismo se encontrou com o dispensacionalismo.

Então veja aí o germen do movimento. O israelismo britânico, a simpatia para com os judeus, se encontrando com os estudos dispensacionalistas. E nestes grupos de estudo de Powerscourt, estava o tal John Nelson Darby.

John Nelson Darby é o pai do dispensacionalismo. Ele foi o grande organizador do dispensacionalismo e é ele que vai levar o dispensacionalismo para os Estados Unidos. Assim como teve aquele Edward.

que levou a identidade cristã, o israelismo, para os Estados Unidos, o John Nelson Darby vai ser o cara que vai levar esse movimento para os Estados Unidos. John Nelson Darby nasceu em 1800, faleceu em 1882, era um inglês.

professor de grupos de estudo bíblico, ele formulou, ele que deu, digamos, consistência ao dispensacionalismo. Seus seguidores formaram o núcleo dos irmãos de Plowmaltz. Esse grupo é um grupo famoso, porque é neste grupo que o dispensacionalismo vai se propagar na Inglaterra.

Bom, esses irmãos de Plymouth são famosos, e o John Nelson Darby foi um grande professor dentre eles. Entre 62 e 77 do século XIX, John Nelson Darby fez sete viagens ao Canadá e aos Estados Unidos.

E ele se encontrou com grandes pregadores dos Estados Unidos, como, por exemplo, James Brooks, Dwight Moody, o famoso Moody, que vai se tornar um grande propagador do sionismo e do dispensacionalismo nos Estados Unidos, o William Blackstone, que vai se tornar também um grande sionista, o pai do sionismo cristão nos Estados Unidos.

Pai do Tim LaRey, pai do Raul Linsen, pai de toda essa turma aí que vai propagar o sionismo cristão nos Estados Unidos, e o Cyrus Schofield. Então aqui fechou, né? Você não precisa decorar nada disso que eu estou falando, mas o nome do John Nelson Darby é um nome chave, porque ele é o pai do dispensacionalismo.

E ele vai ser o professor do Schofield. E o Schofield vai ser o cara que vai elaborar a Bíblia de Estudos Schofield. E essa Bíblia vai propagar para o mundo inteiro a visão dispensacionalista, sionista cristã.

Então estou mostrando para vocês a origem do sionismo cristão. Em termos religiosos, o sionismo nasce desses estudos de profecias. Lembra que eu falei para vocês que o dispensacionalismo é um esquema?

e que esse esquema propôs, estabeleceu uma forma de ler a Bíblia e de interpretar as profecias, então tudo isso aconteceu no século XIX, nessas conferências bancadas por gente poderosa, gente rica, por exemplo, Lady Theodosia Powers Court tinha um castelo, ela abriu seu castelo, então...

para o funcionamento dessas conferências. Essas conferências alimentavam trocentos grupos de estudos bíblicos por toda a Inglaterra. E é desse meio que veio o John Nelson Darby na Inglaterra e o Schofield nos Estados Unidos, o Moody nos Estados Unidos. Estou citando aqui apenas os nomes mais conhecidos. Então, desse movimento de estudos...

bíblicos e de profecias nasce o dispensacionalismo que se conecta com aquela doutrina voltada à conversão de Israel. Então aqui nasce o sionismo cristão, nesses grupos de estudos bíblicos.

Agora, se isso ficasse apenas no nível de estudos bíblicos, bom, seria uma doutrina como outra qualquer. O que eu quero mostrar para vocês agora é como que destes grupos de estudo bíblico participaram pessoas importantes, pessoas que tinham acesso ao parlamento, pessoas que tinham acesso aos primeiros ministros. E esta visão...

bíblica, profética, escatológica, começou a encontrar espaço na política. E aí é que a coisa começa a engajar. Então vamos lá, eu mostrei para vocês o lado religioso.

Alguns nomes importantes nessa conjugação de profecia com política, pessoas que tinham poder, pessoas que tinham títulos nobres e que faziam parte do governo. Por exemplo, Lorde Anthony Ashley Cooper. Esse Lorde é um dispensacionalista convicto. Então, olha só. O cara é um Lorde.

Anthony Ashley Cooper, chamado Conde de Shethysburg. Shethysburg. Ele nasceu em 1801, faleceu em 1885. Ele é um inglês poderoso que se tornou dispensacionalista convicto. Ele era presidente da Sociedade de Londres para a promoção do cristianismo entre os judeus. Olha aí o israelismo britânico.

presidente da Sociedade de Londres para a promoção do cristianismo entre os judeus. Por quê? Porque eles acreditavam que os judeus precisavam se converter para então voltar para a Palestina. Ele foi presidente dessa associação por 40 anos, quase 40 anos, de 1848 até 1885. Ele atuou junto ao governo britânico.

em favor dos judeus. Ele persuadiu Lord Palmerston, que era seu sogro e que era secretário de Estado para negócios estrangeiros. Esse cara não era sionista, não era dispensacionalista, mas era o secretário de Estado, era o secretário de Relações Exteriores do governo britânico. Então, olha aí as conexões.

E esse cara era sogro do Lorde Ashley Cooper. E ele, então, mexeu os pauzinhos, levou os estudos de profecias para o Lorde Palmerston, e ele, então, foi o primeiro a nomear um cônsul britânico para Jerusalém.

Jerusalém estava sob o domínio turco. Em 1839, ele nomeou um cônsul britânico para representar os interesses da Inglaterra em Jerusalém e passou a apoiar a colonização da Palestina em favor dos judeus. Então, desde sempre...

Desde sempre, não. Desde o século XIX, os britânicos passaram a apoiar a migração de judeus para a Palestina. A Palestina estava lá, largada, com seus habitantes árabes, palestinos, drusos e etc., inclusive judeus. Mas eles passaram a incentivar a ida de judeus para a Palestina.

Esse Lorde Ashley Cooper, chamado Conde de Sheffsburg, foi a figura mais influente de sua época, estou lendo aqui, dá uma citação, foi a figura mais influente de sua época em termos do que fez para promover a causa sionista cristã, início do século XIX, antes do Theodore Harris.

Por meio de seus escritos, discursos públicos e lobby, esse Lorde Sheffersburg fez mais do que qualquer outro antes dele para traduzir os temas sionistas cristãos em iniciativa política. Então vejam que a coisa sai do grupo de estudo bíblico para o parlamento britânico.

Além de influenciar as percepções coloniais britânicas sobre o Oriente Médio, Shakespeare também predispôs a próxima geração de políticos conservadores britânicos favoravelmente ao movimento sionista mundial, o que levou, eventualmente, ao apoio britânico ao Estado judeu. Então, aqui está demonstrado o seguinte, como que...

dos grupos de estudo bíblico a respeito de profecias...

Em relação aos judeus, saíram as conexões com o parlamento, que vai influenciar outros políticos que eventualmente vão se tornar primeiro-ministros ou secretários do governo britânico, de uma Inglaterra imperial que passa a enxergar a Palestina com outros interesses, movidos por estudos bíblicos. Música

Olha o poder disso.

A posição de destaque de Sheffersburg no panteão dos sionistas cristãos modernos se baseia na alegação de ter sido o primeiro gentil a conseguir conciliar o interesse bíblico pelos judeus e sua antiga pátria com as exigências mais pragmáticas de uma política externa nacional. Então foi ele que conectou. Foi ele que conectou estudo bíblico Obrigado.

com o sionismo que iria nascer, iria nascer ainda, depois, com política externa internacional. Colocou a Palestina no radar do Império Britânico. Ele é o autor de uma frase que vai se tornar uma... Uma...

um slogan do sionismo que é cruel. E esta frase, se você pesquisar, você vai encontrar por aí, ele que criou esta frase, um país sem nação para uma nação sem país. Um país, a Palestina, sem povo.

para um povo que não tem país. Isso mostra o olhar equivocado que a Europa tinha sobre a Palestina como uma terra vazia.

E por mais que seja um equívoco, esta visão equivocada influenciou todo o olhar sobre a Palestina como sendo uma terra abandonada, uma terra de ninguém. Quando lá havia centenas de milhares de árabes vivendo ali há séculos. Mas eles olharam...

esta terra como sendo uma terra de ninguém. Olha, havia ali nessa época, em 1880, havia na Palestina 480 mil pessoas, sendo 456 mil árabes e apenas 24 mil judeus, ou seja, 5% da população.

5% da população era judia, mas eles disseram um país sem nação para uma nação sem país. E por mais equivocada que esteja essa frase, ela norteou a política da Europa, de um modo geral, para a Palestina. Esse Sheffersburg também, ele ajudou a patrocinar...

a construção de uma igreja anglicana em Jerusalém. Então a Inglaterra devagarzinho foi colocando seus pés na Palestina. Ahn...

Deixe-me ver aqui, mais alguma coisa. Tá, um segundo nome muito importante, porque esse nome aqui, apesar de não ser exatamente um político, ele que vai fazer a conexão do sionismo cristão com o sionismo secular. É o William Heschler.

William Heschler nasceu em 1845 e faleceu em 1931, aos 85 anos. Ele é inglês, filho de missionários alemães que haviam servido na sociedade Londres para judeus na África. Olha aí!

Trabalho missionário britânico para evangelização de judeus na África. E ele foi tutor de um nobre alemão nos anos 70, 1874, 1876. Então olha que interessante, ele é filho de alemães, mas ele é inglês.

E ele vai ser tutor, professor particular, de um príncipe alemão.

Então os dois grandes poderes da Europa no século XIX, ele tem acesso a essas duas potências. E depois ele vai ser capelão da embaixada inglesa em Viena, entre 1885 a 1910, portanto por 25 anos.

Ele vai publicar o primeiro livro sionista, antes do Theodore Harris, que é o pai do sionismo secular, austríaco. Olha as coisas caminhando. William Heschler, filho de alemães, professor de um nobre alemão, inglês, capelão da embaixada inglesa em Viena, onde mora o Theodore Harris.

Ele vai publicar um livro chamado A Restauração dos Judeus à Palestina, segundo a profecia.

Em 1893. O Theodor Herz vai publicar o seu livro em 1896. Três anos antes, o William Heschler, sem conhecer Theodor Herz, está publicando um livro chamado A Restauração dos Judeus à Palestina. Eu não sei se vocês lembram, mas na aula passada eu falei que nem o Theodor Herz pensava que o lar tinha que ser necessariamente na Palestina.

Podia ser na Argentina, podia ser na Uganda, poderia ser em outro lugar. Ele só queria uma pátria para os judeus. E ele estava disposto a negociar isso com os poderes, com os donos do mundo, os donos da Europa. Eles eram donos da África, poderia achar um canto na África e enfiar os judeus lá.

William Heschler, que não é judeu, já escreveu um livro, não, a pátria dos judeus tem que ser na Palestina, porque assim diz a profecia. Com base em seus estudos, ele previu o retorno dos judeus à Palestina para 1897 ou 98.

Então, cálculos, matemáticos, proféticos, interpretação. Esse cara dedicou a vida a estudar as profecias a respeito dos judeus. Ele tinha mapas, gráficos, cronogramas, bíblias de todas as línguas. Ele tinha um grande acento.

Servo de estudos sobre as profecias no que diz respeito aos judeus. Quando ele leu o livro do Harris, que foi publicado em 1896, ele percebeu que a profecia estava se cumprindo e entrou em contato com o Harris. Então, olha só, ele começou primeiro.

Quando ele ouviu falar do Theodore Hells, alguns anos depois, ele que entrou em contato para dizer, cara, você está cumprindo as profecias que eu estou estudando. O Heschler, então, tinha contato com altas autoridades da Europa.

E ele se colocou a serviço do Theodor Herz para levá-lo aos governos. Então, ele levou o Theodor Herz ao príncipe alemão e ele colocou o Theodor Herz com os políticos britânicos. Olha isto. O sionismo cristão já estava amadurecido quando encontra o sionismo secular nascente.

E ele que vai colocar o projeto do Theodor Heuss, que era um mero jornalista, em contato com os poderes da Europa. Tipo, quem vai conseguir tratar a questão aqui? Então, na Embaixada da Inglaterra, na Áustria,

William Heschler conheceu Theodore Hales e se tornou um dos seus amigos e conselheiros mais próximos. Quando Theodore Hales estava desanimado, William Heschler que falava, não cara, você está cumprindo, você está fazendo a obra de Deus, você vai cumprir as profecias. Ele constantemente...

assegurava a Herz que o que ele estava fazendo ao fundar o movimento sionista era o cumprimento de uma profecia bíblica. Para Heschler, o Theodor Herz era o líder que faltava.

Então, olha que interessante. Ele tinha todo o desenho das profecias, ele tinha mapas de Jerusalém, ele tinha mapa do monte do templo, ele tinha mapa do templo onde deveria ser construído, ele tinha gráficos e gráficos. Aí ele casualmente encontra um cara, um judeu,

que também está bolando um plano para repatriar os judeus. O sionismo cristão se encontra com o sionismo secular. Só que o sionismo cristão está muito mais desenvolvido, muito mais amadurecido do que o sionismo secular. Então, o sionismo cristão vai se tornar o grande combustível, o grande motor.

do sionismo secular. Ele vai colocar o Theodore Harris em contato com quem pode executar o plano, o plano sionista, que era o quê? Criar o Estado de Israel. Então, essa declaração é muito importante. William Heschler ficou decepcionado, porque ele não conseguiu...

mover os pauzinhos, ele viu desânimo nos próprios judeus, os próprios judeus eram anti-sionistas, o sionismo era uma ideia esdrúxula de uma pequena elite judaica, dos bilionários judeus, de alguns líderes judeus, mas a massa de judeus, o povo judeu, os pobres judeus, tinham até medo do sionismo.

Porque eles acreditavam que o sionismo seria uma forma da Europa se livrar deles. Ou separá-los mais ainda. Os judeus dessa época estavam tentando se...

misturar com o seu local de... Por exemplo, o judeu inglês estava querendo se tornar inglês, o judeu alemão estava tentando se tornar alemão, o judeu francês estava tentando se tornar francês.

E agora vem o sionismo cristão para dizer, não, vocês não são alemães, não são franceses, não são húngaros, vocês são judeus. E eles ficaram comendo do sionismo. Então William Heschler, ele deu a vida por esse projeto, ele se dedicou com todas as suas forças por esse projeto.

mas ele viveu altos e baixos. Por exemplo, ele viu a Inglaterra avançar para cima da Palestina, mas ao mesmo tempo viveu para ver, porque ele faleceu em 1931, viveu para ver o fracasso da colonização britânica sobre a Palestina. Porque nos anos 30, nos anos 20, nos anos 30, a coisa já estava indo muito mal, como nós vamos ver na próxima aula.

Alguns outros nomes importantes aqui que eu tenho que colocar para vocês rapidamente, olha só. Um primeiro ministro britânico, David Lloyd George, ele foi primeiro ministro da Inglaterra, primeiro ministro da Inglaterra, durante a Primeira Guerra Mundial. Ele era sionista cristão convicto. Olha aqui, gente. Em 1916...

10, 20 anos depois de Theodore Harris, ele, 20 anos depois do Theodore Harris, do sionismo secular, o David Lord George é um primeiro-ministro sionista cristão convicto.

E ele vai mover a política da Inglaterra para obter o controle da Palestina, que justamente durante a Primeira Guerra Mundial sai do poder do Império Turco Otomano para as mãos da Inglaterra. Então tem as mãos de um sionista cristão movendo os pauzinhos no governo da Inglaterra para abocanhar a Palestina. Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar

Arthur James Balfour esse é famoso esse também foi primeiro ministro inglês um pouco antes um pouco antes de 1902 a 1905 mas durante o governo do Lloyd George

ele era secretário de relações estrangeiras, de assuntos estrangeiros, entre 16 e 19. Portanto, ao mesmo tempo que o David Lloyd George era primeiro-ministro, este Arthur Balfour era secretário de relações estrangeiras da Inglaterra. Sionista, cristão, convicto. Eu estou mencionando o nome dele aqui pelo seguinte. Ele...

O nome dele ficou célebre por causa da declaração Balfour. Então esse cara se chama Arthur James Balfour, nasceu em 1848, morreu em 1930, aos 81 anos, foi primeiro-ministro da Inglaterra e durante o governo do David Lloyd George, durante a Primeira Guerra Mundial, ele era secretário de Assuntos Estrangeiros.

Pessoa certa na hora certa. Ele é que vai redigir a declaração Balfour ao Lord Rothschild, que era o líder da comunidade judaica. Um Lorde britânico, judeu, líder da comunidade judaica na Inglaterra.

Nesta declaração famosa, a Inglaterra afirma a intenção de fornecer uma pátria para o povo judeu na Palestina. Em 1917, quando a Inglaterra toma o poder da Palestina,

O Império Otomano vai perder a Primeira Guerra Mundial, vai esfacelar, e a Inglaterra vai passar a ser dona da Palestina. Nesta época, o governo britânico emite esta declaração, que é chamada Declaração Balfour. Eu vou ler aqui para vocês esta declaração, que é considerada a certidão de nascimento do Estado de Israel.

Dizem que em Israel de hoje as crianças decoram essa declaração Balfour. Ela é do dia 2 de novembro de 1917, redigida por Arthur Balfour ao Lord Rothschild, líder da comunidade judaica. Caro Lord Rothschild.

Tenho o grande prazer de endereçar a vossa excelência, em nome do governo de sua majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações sionistas. Declaração submetida ao gabinete e por ele aprovada. Abre aspas.

O governo de sua majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar hoje no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia 7 horas no dia

contra os direitos civis e religiosos das coletividades não judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país.

Desde já declaro-me extremamente grato a você pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista. Assinado Arthur James Balfour.

Por esta declaração, a Inglaterra defende o estabelecimento não de um Estado, mas de um lar nacional para judeus. Ao mesmo tempo em que ela se compromete não ferir, não prejudicar os interesses e os direitos dos árabes, bem como não prejudicar o direito dos judeus em outros países.

Portanto, é uma declaração política, que se compromete, porém no mucho, com os interesses dos judeus na Palestina. Essa declaração é considerada uma certidão de nascimento, um compromisso do governo inglês em estabelecer uma... Uma...

um lar nacional judeu na Palestina. No mês seguinte, o general Allenby conquista Jerusalém. Então o documento sai em novembro, em dezembro o general Allenby, britânico, toma Jerusalém dos turcos, e o doutor Scofield, que nós vamos ver na próxima aula, vai dizer que pela primeira vez temos um verdadeiro sinal profético. Você imagina...

a tensão profética, o frisson causado no dispensacionalismo ao ver a Inglaterra botar as mãos na Palestina. O problema é que a Inglaterra prometeu a mesma coisa para os árabes. Tem uma série de correspondências entre o emissário britânico McMahon e a Inglaterra botar as mãos na Palestina.

e o Emir de Meca, Hussein ibn Ali, em que ele também promete a Palestina aos árabes em troca de apoio dos árabes contra os turcos.

Como os turcos dominavam a Palestina e os árabes também não queriam mais a presença dos turcos na região, houve uma conjugação de interesses e a Inglaterra prometeu a mesma Palestina para os árabes, em troca de apoio, ou seja, a Inglaterra prometeu a Palestina para árabes e judeus e depois não vai conseguir cumprir a promessa.

Terminada a Primeira Guerra Mundial, a região toda que pertencia ao Império Turco Otomano, como eu falei na aula passada, pesquisem sobre isso, Primeira Guerra Mundial, Império Turco Otomano.

A região é dividida entre Inglaterra e França. A França fica com o Líbano e com a Síria, a Inglaterra fica com a Palestina, com a Jordânia, com o Iraque, e ainda com certa influência sobre o Egito e tudo mais.

A Palestina vai ficar na mão da Inglaterra. A antecessora da ONU, fundada em 1922, a chamada Liga das Nações, homologa essa divisão da região entre França e Inglaterra. Então, a Inglaterra se torna...

mandatária com o apoio da ONU antiga, Liga das Nações, sobre a Palestina. Bom, a partir de agora a gente entraria na etapa 2, né? Porque a Inglaterra vai tentar administrar a Palestina desde 1922.

desde o final da Primeira Guerra Mundial, melhor dizendo, desde 1917, 18, ela vai tentar administrar a Palestina e tentar encontrar uma solução que agrade gregos e troianos, melhor dizendo, árabes e judeus. Não vai conseguir.

Vem a Segunda Guerra Mundial, é uma tragédia para os judeus, a Inglaterra lava as mãos, sai fora, devolve a Palestina para a ONU, recém-criada, e a ONU, então, vai aprovar aquela resolução que deveria, em tese, criar dois estados, o Estado judeu e o Estado palestino. Porém, não consegue.

de forma nenhuma, essa solução é rejeitada por todos os árabes, porém é aceita pelo povo judeu. E assim nasce o Estado judeu, em 1948, e os palestinos ficam em pânico com esta solução. Bom, não é minha tarefa...

Tratar desta questão do sionismo secular não é minha função tratar da polêmica em torno do Estado de Israel. O que eu fiz hoje, na aula de hoje, foi demonstrar o surgimento do sionismo cristão, como ele jogou...

como protagonista político no governo inglês, então como que o sionismo sobe dos grupos de estudo bíblico para o governo inglês, como ele influencia a política britânica para a Palestina, como ele dá as cartas na região, como ele oferece uma visão de mundo.

tanto para o governo britânico como para o sionismo secular, e agora ele tem um problema para resolver, o problema de como resolver a questão árabe-judaica. As profecias dizem respeito aos judeus.

As profecias não dizem respeito aos árabes. Portanto, vai dar ruim para os árabes. Porque quem está por trás do sionismo não tem plano para os árabes. Os árabes são muçulmanos. São inimigos da fé cristã. Eles estão ali como intrusos. Como inimigos. Então o plano, o sionismo cristão, só tem olhos para os judeus.

O que as profecias dizem sobre os judeus?

Com respeito aos árabes, ela tem um ponto cego, ela tem uma nuvem, está completamente nublado. Não tem um projeto para os árabes, para os palestinos. Portanto, o projeto nasce capenga, ele nasce manco, ele é filho de uma interpretação equivocada das escrituras, e que já...

deu todos esses resultados dificílimos que a gente vê hoje aí. Bom, andei até aqui, deixe-me ver aqui se tem mais algum comentário. Na próxima aula a gente parte da Primeira Guerra Mundial para frente.

beleza, pessoal do Facebook está aí, pessoal do YouTube, se tiver algum comentário, alguma pergunta, estamos caminhando para o encerramento da nossa aula de hoje. Mostrei o aspecto bíblico, dispensacionalista, e o aspecto político. O sionismo cristão é isso aí.

Deixa eu ver aqui, comentários no chat do YouTube, deixa eu ver se eu consigo pegar aqui todo mundo. Rosano, o Reino Unido continua sendo uma usina de movimentos e teologias. Especialistas estudiosos afirmam que existem mais de 2 mil movimentos religiosos e grupos de controle no Reino Unido. Eu estou falando da teologia do domínio muito nos Estados Unidos, mas a coisa propaga, com certeza, tem razão, Rosana.

Aí o desmestre, eles, eu não tenho palavras para lhe agradecer a grandiosidade dos conhecimentos que você nos oferece gratuitamente todos os domingos. Muito obrigado, Aíldis. Eu destaco aqui a gratuidade porque nessa semana alguém entrou no chat.

para me xingar, dizendo, ah, vem esse cara vendendo cursos, eu pensei, bom, pobre coitado, né, se ele soubesse, se ele visitasse meu canal, ele saberia que tudo aqui é gratuito, né, tenho o maior prazer em fazer isso gratuitamente, mas fui acusado de vender cursos na internet essa semana.

aí eu disse que Deus te abençoe sempre, todos os dias, muito obrigado, gente, isso é muito importante pra mim. Marco, bom dia mestre, bom dia meu amigo. Rosana, é assustador testemunhar esse trânsito de ideias e convicções do campo religioso para as esferas e atos políticos, exatamente. E conveniente o uso e manipulação dessas ideias e convicções para alavancar projetos. É a teologia do domínio, né?

De novo nós estamos vendo isso, uma visão equivocada das escrituras influenciando política. Desculpa, o comentário aqui continua para alavancar projetos de poder e interesse de grupos políticos e econômicos. Obrigado, mestre, por mais uma aula magistral. Deus o abençoe por sua generosidade e disponibilidade. Muito obrigado, gente. O Sérgio Brea, o sionismo cristão exerce uma influência enorme.

moldando crenças, práticas e posicionamentos políticos de parte das igrejas evangélicas brasileiras e contemporâneas. Gente, na próxima aula vocês vão ver como nós somos influenciados até o talo. Nós somos influenciados profundamente pelo sionismo cristão, a um modo que...

não há alternativa, não tem a menor possibilidade de pensar diferente. Então, de fato, a influência é massiva. E eu estou aqui para mostrar para vocês que nós temos que nos desvencilhar desta heresia. A palavra certa é heresia. Gente, um grande abraço para vocês, muito obrigado pelo apoio de todos que estão aí.

me ajudem a divulgar, a compartilhar esse material. Nos vemos no domingo que vem, certamente com a última aula sobre o sionismo, quando ele migra para os Estados Unidos. Aí a salada está pronta, né? Até lá. Boa semana para vocês.

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