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Área de Transferência - 476: Jailbreak Na Máquina de Café

02 de maio de 20261h47min
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Neste episódio,Arthur Givigir, Guilherme Rambo e Marcus Mendes falam sobre o legado de Tim Cook, e sobre a tendência de jornalistas de tecnologia buscarem a independência criativa e de negócios.

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Links do ADT

Marcus Mendes

Guilherme Rambo

Arthur Givigir

Participantes neste episódio3
A

Arthur Givigir

Co-host
G

Guilherme Rambo

Co-host
M

Marcus Mendes

Co-host
Assuntos5
  • Legado de Tim CookIndependência criativa de jornalistas · Cultura organizacional da Apple · Comparação com outros CEOs
  • Joanna Stern e sua carreiraWalt Mossberg
  • Desenvolvimento de SoftwareUso de IA em segurança · Vibe Coding
  • Máquina de café GaggiaGajamite · Gaduino
  • Desafios do Apple PayExperiência do usuário
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Olá, você está entrando na área de transferência da Gigahertz. Esse é o quadringentésimo, septagésimo, sexto episódio do podcast que conta com o patrocínio da Firmou Consultoria e com o apoio dos mais detensos, nossos clientes Platinum que nos apoiam lá em gigahertz.fm barra apoio e que estão ouvindo a edição sem edição. Hoje foi um festival de bugs. Meia hora.

quase meia hora, só falando de bugs pra quem gosta desse assunto, mas teve também pesquisa de segurança usando IA, sem ser o Mythos e outras coisinhas. Eu sou o Guilherme Rambo e junto comigo aqui estão Marcos Mendes e Giva. Tudo beleza?

E aí? Tudo certo. Beleza. Recém-chegado da terra do Giva. Passei. Olha só. Um dia a mais até do que eu esperava no Rio de Janeiro. Eu ia chegar embora no mesmo dia, no dia seguinte, sei lá. Falei, não, vou ficar mais... Ia chegar... Cheguei na sexta pra ir embora no sábado. Mas aí foi pra ver a conferência lá de IA. Falei, ah, quer saber? Já tô com a credencial aqui, tem um monte de coisa pra ver. Vou alugar um hotel mais um dia.

Aí eu fiquei até domingo. Eu tinha falado pro Arthur, nem vai dar pra desencontrar, né? Que eu vou ficar só no sábado. Tô aí. Domingo eu saí de lá, passei nos lugarzinhos que eu queria conhecer e zarpei de volta. Show de bola.

Quês esperar a Shakira, não? Cara, graças ao Cosmos, não teve esse show junto dessa conferência, porque senão teria sido o absoluto caos. Pra conseguir Uber da Barra pro resto da cidade, ido e voltando. Uma pequena correção na sua frase. Um Uber da Barra pra qualquer lugar da cidade já é um caos.

anyway, qualquer dia da semana qualquer horário, agora com o show da Shakira, eu acho que tá um pouquinho pior, então assim ainda bem que não foi e fecha, Copacabana tinha os avis lá, vai fechar tipo as 4 da tarde na linha pra passar, mas até um hotel e assim, possível de pegar, o meu hotel até falei pro Rambo, tava uma turma do K-pop lá, que tinha um ginásio perto do hotel Farmaí, como é que chama esse ginásio? Farmaí Arena?

Ah, já mudou de nome tantas vezes que eu não sei mais. É, mas o que tem ali? Farma alguma coisa, é. Acho que é farmar, mas não faz sentido. Enfim, né? E aí o hotel tava no Ibis ali do lado, aí eu tava saindo do centro de convenções lá, que é de Jacarepaguá, né? O Rio Centro. E aí tava indo pro hotel. Aí eu vi uma... Assim, de longe... Cara, tem... Assim, você vai num show de metal, você sabe que é um show de metal, que tem um bando de cabeludo de preto.

Eu olhei e falei, ó, o povo do K-pop tá aí. Aí eu vi quem que era e mandei pro Rambo. Falei, ó, esse maluco aqui é famoso.

da máquina. É, o Rafa deve ter comentado que é porque ele fica de olho nos shows que vai ter, mas a gente é bem seletivo. Inclusive, se alguém estiver vendendo ingresso pro show do BTS, manda pra mim, por favor. Porque o Ticketmaster não deixou a gente comprar. O nome da arena é Farmaze. Farmaze, exatamente. Mas aí você já tava ruim de ficar no hotel lá com só a turma do K-pop. Imagina com Shakira todo mundo junto ali.

Muito bem. Amigos do ADT, inclusive quem quiser, escuta lá o Afonte, né? Porque aí o Marcos comentou do evento que teve, que foi bem interessante. Tem post no Night 5 Mac também a respeito. Sim, sim, sim. Muita coisa da Apple por lá. Boa. Amigos do ADT, o João Ferreti mandou pra gente, salve pessoal. Pro Amigos do ADT, eu tô fazendo um serviço de playlist colaborativa pro Churras da Família.

E tá ficando bem legal, pelo menos pra mim. Coloquei algumas funções de IA e de playlists públicas também. Se quiserem testar e mandar feedbacks, eu ficarei extremamente grato. Sou dev back-end, então front-end não me garanto. Obrigado pela ajuda, Claudio. Mas garanto que a API tá legal. O link é esse aqui. Como tem função que tem custos, liberei só algumas features com o código ALOADT na hora de criar a conta pra AWS não me falir.

Era pra falar o código aqui, publicamente, o João autorizou? Eu só li o que tava escrito na pauta aqui, né? Espero não falir o João. A gente também espera que não. Geralmente, quando vem essa instrução, vem lá, vem explícita. Em meio da semana que vem, é que ele falido, né? É. Só usa quem precisar muito, tá, pessoal? Aí fica tudo beleza.

João, coloca um limite lá de gasto, qualquer coisa, bota um circuit breaker lá. Muito legal. Bem legal, bem legal. E aí, espero que com o follow-up das pessoas, que assim, o churrasco te acha assim como qualquer projeto, né? A gente começa o projeto, ah, vai ser assim. Aí chega alguém com um ad case, aí alguém com outro ad case, aí alguém com uma necessidade, alguém com uma ideia.

Só colocar um botão não sei onde, aí começa a se ver pra onde dá pra apontar, evoluir. Mas bem legal. E é o tipo de projeto perfeito que a gente tem visto aparecer até por conta todo do lance de Vibe Coding. Uma necessidadezinha ali. E fala, pô, quer saber? Vou tentar fazer, ver o que dá. Bem legal.

Eu tô rindo porque eu abri o site aqui e isso não é uma crítica nenhuma a você, João. Mas é muito engraçado que é o degradê roxo, né? Que é o estereótipo de UI feita por IA, principalmente acho que o Claudio é especialmente fã de degradê roxo. O que me deixa até levemente irritado porque eu tenho usado muito...

Esse aqui no macOS é o System Indigo, o nome da cor, que é um azul meio roxo, né? E aí o pessoal vai achar que as minhas UIs é tudo IA, só porque eu uso roxo também, ou algo parecido. Então não é, né? Mas achei engraçado, mas ficou bem bonito o front-end aqui. Eu gostei da fonte, acho que não sei se é a futura, mas... Queria ser, sabe? É, tá bem legal, gostei.

Engraçado que essa semana eu... Acho que eu já comentei aqui que eu tô fazendo um curso de japonês. E aí um dos carinhas do curso, ele é desenvolvedor. Ele falou, ah, eu criei um sitezinho aqui pra estudar o Hiragana, enfim. Tá aqui o link pra vocês, pra vocês testarem e brincarem. Eu abri a tela toda roxa. Eu falei, ah, foi você que fez sim.

O Matt perguntou aqui, roxo é o travessão do código? É, do front-end com certeza. Mas o do codex são os goblins, né? Ah, é? Que história maluca isso? Então eu parei pra ler exatamente como que o OpenAI explicou, porque o GPT atual fixou em goblins e outras criaturas míticas.

viés de treinamento. O resumo da ópera é esse, mas eles explicam direitinho. Me surpreendeu eles terem uma explicação, porque muitas vezes não tem, né? Quem não estiver entendendo nada, tem um link aí nas notas de episódio da história dos goblins. Inclusive eu nunca esbarrei nenhum goblin, até fiquei surpreso porque eu falei, nossa, eu nunca tinha visto isso, pelo menos até agora.

A primeira vez que eu ouvi falar sobre isso foi quando o Rambo mandou pra gente, quando já era um problema conhecido, sei lá, né? Que descobriram lá no Codex, né? Que tava lá, não mencione Goblins de jeito nenhum, a não ser que seja explicitamente pedido, pelo amor de Deus, pelo usuário. Quanto tempo eu te ganho falar que a Irlanda foi feita por Iá?

Ah! Eu abri aqui o chat GPT e procurei na busca do meu histórico de chats Goblin. Tem em dois chats. Nossa! Fazer o mesmo agora. E que fique bem claro que eu nunca falei sobre Goblin eu não sou muito dessas coisas de fantasia e tal. Aí olha a frase No tiny Goblin hiding in Swift Data's SQL Generator.

Nossa, o meu tem zero menções a Goblins. E eu não estou com a personalidade nerdy selecionada, que eles associaram muito com a personalidade aquela que é nerdy, que nem existe mais. Mas a personalidade customizada que eu seleciono...

criei, digamos assim, vai um pouco pra esse lado. Mas não é nerd no sentido de história em quadrinhos e Senhor dos Anéis. É nerd de se interessar pelas coisas. Mas enfim. Então, tinha goblins no meu chat GPT. E goblin duende, né? Se a gente for trazer pra cá. Exatamente.

Agora, sobre o Gaduino, o Henrique Félix falou, sim, vocês pronunciaram certo. Eu agora garanto que pronunciei mais certo ainda. Só faltou a mãozinha. Tem que fazer a mãozinha. E sim, a Gadia Classic é uma máquina bem personalizável, como disse o Giva, e por estar há anos no mercado, existem mods para quase tudo.

A máquina é considerada medium entry level, mas todo mundo ama. O Gaduino, na verdade, é um mod para a Gaja Classic que usa um Arduino para controlar todas as variáveis da máquina, transformando ela em uma máquina equivalente a 3 ou 4 vezes mais cara. Ela é open source, mas bem complicada de fazer funcionar.

Pra isso, existe outro projeto, o Gajamite, que é mais fácil e também vale dar uma conferida. Gajamite, que eu falei com sotaque australiano, né? Pra ficar mais... Tem que falar, né? Gajuino. Nossa, que loucura. E a mãozinha, faltou a mãozinha. Gajuino. Tem que fazer a mãozinha e tem que fazer jailbreak na máquina de café, aparentemente, né? Pra ela ficar boa.

Mas é muito legal, porque é um projeto assim, é gigantesco, tem muitos acessórios e o negócio é ad eterno. É quase um PC realmente, que você vai montando e colocando penduricalhos nele. Coloca LED. É, quase isso. E tem, eu lembro de ter visto um projeto que tinha uma mini tela que você colocava. Então realmente é quase um PC gamer.

O Syracuse fez um rant no OTP recentemente falando de... Gente, para de colocar tela em tudo. Por que tudo tem que ter tela? Você compra uma GPU que vai ficar dentro do CPU do case lá, do gabinete, e tem uma tela OLED lá dentro que ninguém vai nem ver.

O que eu acho legal é tela que tem bateria externa, até no danço da tomada. Meu irmão tem umas dessas que mostram como é que está. O throughput. É uma bobagem. Quem se informar com isso é bom. Se você está na correria, você precisa colocar lá para carregar o computador, você vê se esse cabo é melhor, se essa entrada... Tudo bem. Mas a humanidade sobreviveu esse tempo todo sem isso e todo mundo estava por aqui.

Mas é uma bobeirinha legal de ter, pra quem se liga nisso. E eu sei que é até irônico eu falar nisso e nunca ter entendido ou comprado a graça de ter os iStats, menu bars lá, mostrando como é que tá o consumo de memória, de GPU, de não sei o que, a temperatura, blá, blá, blá. Mas esse eu acho divertido. Não tenho nenhum. Não achei divertido, eu ponto de abrir carteira. Afinal, bom de vaca. Mas eu acho mó legal essas telinhas. O que parecia de tomada esses dias é um quadradinho que a tela mal cabe ali, espremidinho pra falar quantos mini-apé estão passando ali. Eu acho mó legal. Legal.

Não, eu falei do Rant, mas eu não concordo. Eu gosto dessas coisas, né? O da GPU é meio estúpido porque fica lá dentro e ninguém vê. Mas eu gosto, assim, eu tenho aqui o meu Mac Mini agora, que é o servidor caseiro aqui, que agora tá no NoBreak, bonitinho. Ele é headless, né? Não tem tela, teclado, coisa. Eu tenho várias...

telinhas aqui que eu poderia usar. Eu tenho umas telas e-paper e eu já tô pensando em fazer um negócio pra botar ali do ladinho do Mac Mini uma telinha e-ink que fica ali mostrando o status do servidor, se tá tudo bonitinho funcionando.

Você falou de telinha na GPU, eu tenho, mas a minha CPU é toda de vidro, metade dela é de vidro, e aí a tela OLED fica passando ali a temperatura da GPU e da CPU. Então eu fico acompanhando, dependendo do que eu esteja fazendo. Então assim, para mim é de certa forma útil, mas dá para botar GIF, dá para botar até vídeo do YouTube nele.

Vou botar ali um vídeo e ficar rodando 24 horas por dia. Achei exagero. O pessoal sempre bota o Neon Cat nessas coisas. É, exato. Ou o Rodadum. É, também. É, verdade. Agora, sobre aquele nosso papo de Express Transit, o Lucas Boytenmiller falou que ele tem uma função no Brasil, que é você usar como chave NFC de carro.

Ele disse o seguinte, o meu carro tem opção de criar uma chave NFC na wallet que destrava o carro ao encostar o iPhone no retrovisor. Com o Express Transit desligado, ele fica exigindo o Face ID toda vez. Se ligar, ele abre o carro com o celular bloqueado. E aí ele mandou aqui uma imagem só para os nossos olhos, né? Não vamos poder compartilhar.

Mas aí eu lembrei também que a fechadura, por exemplo, aqui que eu tenho da cara, também tem essa função. Então você habilita tanto no Apple Watch quanto no iPhone, e aí você consegue chegar em casa, acabou a bateria do iPhone, você consegue destravar a porta com o iPhone sem bateria, e também consegue destravar com o Apple Watch sem precisar desbloquear.

É, eu não sabia dessa... Que uma funcionalidade estava ligada à outra. Para mim eram coisas separadas. Então, eu estou até surpreso, porque deveria ser coisas separadas, mas enfim. Até porque uma envolve pagamento e a outra não, mas interessante, bom saber. Aí o Matt perguntou aqui, será que dá para hackear se o carro for da Visa? Olha, talvez, né? Teria que testar. É, excelente.

Agora, sobre a troca de CEO da Apple, a Mariana Nicolau falou o seguinte. A frase sobre Apple e a APL não é boa, Marcos, com todo respeito. O Tim Cook foi muito mais que isso. Ele tornou a Apple, Apple, pois antes disso era Steve Jobs Inc. E isso é muito difícil.

A Apple não faz layoffs como as outras, ele não é um CEO creep como o Zuck ou Musk, parênteses, eu, Rambo, sou obrigado a concordar. A Apple também mantém os programas de DI, mesmo no governo Trump, ele é o único CEO que se declarou gay publicamente, ninguém foi salvo por um smartwatch da Samsung.

Zero polêmicas na parte pessoal, assédio, nada, nada. Não deixe sua frustração pessoal com o Apple Intelligence apagar 15 anos de uma bonita, não perfeita história. Bom ponto. Bom ponto. Bons pontos. Isso é porque eu comentei na semana passada que eu estava pensando no artigo que o título seria. Que eu espero que o John Turner seja tão bom para a Apple quanto o Jim Cook foi para a APL, que é a ação da Apple. E primeiro, né? Eu não escrevi esse artigo.

Era a ideia. Isso já é um sinal. E assim, esse é o título, é ter o contexto. O contexto é tudo que a gente comentou aqui a respeito de que o Tim Cook, quando a gente analisa, quando falam sobre ele, assim, dá pra voltar a escutar o episódio, mas o resumo é, quando falam sobre ele, a primeira coisa é sempre o quê? Sempre o quê?

Ele é o cara que fez a ação da Apple de tanto pra tanto, subiu não sei quantos graus de magnitude. Ninguém fala sobre os produtos que aconteceram na época dele, os serviços, a saúde, etc, etc. E a gente até observou. Por isso a Apple colocou isso no press release, pra tentar direcionar sobre o que as pessoas vão falar quando comentam a respeito do Tim Cook. E tem coisas aí que ela falou assim, que bom que ele fez o mínimo de...

não ser creepy, de não ter abuso não ter assédio, o Sam Altman também ele é público, ele fala sobre o marido dele, que eles tem um bebê, então exatamente exclusivo, mas e nem é frustração pessoal com o Apple Intelligence pra pagar 15 anos de história bonita, zero na verdade é mais piada do que frustração, a esse ponto, o Apple Intelligence porque o mundo inteiro está muito bem servido de I.A.S.

Sem isso, né? E o contexto que a gente conversou na semana passada, além do que teria sido o título desse post, eu achei que ele tivesse deixado claro, porque, sim, a gente vê todo o resto dos benefícios que ele trouxe, mas eu ainda acho que o foco dele, junto de tudo de positivo que veio...

foi sim proteger a Apple como um negócio. E o que eu espero que aconteça agora com o hardware mais no comando é que a gente veja esse mesmo crescimento de 14 vezes de hardware que a gente viu nas ações com todo o resto. E junto disso, a gente até viu nessa semana também, tanto vazamentos quanto as cartas e comunicações de John Turnbulls falando só sobre serviço. Porque foi tão forte o pêndulo pro lado da discussão do hardware que Apple falou... Pera, pera, pera, pera, pera, pera.

Jouternos gosta de Apple TV, Jouternos gosta de assinaturas, Jouternos gosta de... Pra poder equilibrar um pouquinho disso, né? Mas se durante o que eu falei na semana passada não deixou óbvio que o Tim Cook, além de ter crescido e de ter trazido a Apple pra esse valor de mercado que ela tem, isso ou todo o resto aconteceu também, sim, Mariana tá 100% certa que foi isso. O título dessa matéria que eu não escrevi, ele era redutivo.

E provocador de propósito, mas claro que o contexto, ele seria tão importante quanto, ou mais importante, como geralmente é, do que o título. Mas claro, obrigado a Mariana por ter mandado esse feedback, pra gente poder falar um pouquinho mais disso e eliminar essa impressão errada que eu deixei, sem dúvida.

É, tem essa nuance que é importante. E eu gostei muito de algumas coisas que a Mariana apontou que a gente realmente esquece, assim. E que, assim, honestamente, se eu for falar a minha opinião direta, não é nada mais que obrigação. Mas, assim, realmente, nenhum caso de assédio, de tretas, assim. Qualquer pessoa...

poderosa, bilionária, famosa, tem algum escândalo. Tim Cook, o escândalo, entre aspas, foi a revista lá tirar ele do armário contra, né, sem a permissão dele. O que, no fim, acabou que ele resolveu, né. É, foi um âncora de jornal, de TV, numa, tipo, dessas rodas, Roda Redonda, né, como é que chama?

Roda Redonda. Roda Redonda. Roda Viva. Roda Viva. Obrigado. Que alguém falou, não, o Tim Cook, inclusive, ele já é, famosamente, já se assumiu, etc, etc. E você vê todo mundo olhando em volta, não, do que você tá falando, tipo, é óbvio que todo mundo sabe, mas você tá no ar, ele, gente, cometi uma gafe aqui, não, e passa. Vai ter um subset só dos ouvintes que vai entender essa referência. Então quer dizer que o Tim Cook é o Agnaldo Timóteo dos Estados Unidos.

Vocês não vão entender, mas tem um monte de gente ouvindo que vai entender. Vai ter um link nas notas do episódio para quem não entendeu. Eu mando para você, Marcos. Aí aconteceu isso na TV, ao vivo, numa Bloomberg TV. Sei lá, não lembro qual foi a... Mas foi ao vivo, num canal de negócios.

Aí deu, sei lá, na minha cabeça foram duas, três semanas, não sei se passou um dia ou se passou um mês. Mas depois disso, aí teve a matéria da capa de revista do Tim Cook com a carta e ele falando sobre como ter nascido gay, foi o melhor presente que Deus deu pra ele, etc, etc. É uma carta que a gente deixou aqui nesse curso também. Aí daí pra frente, morreu o assunto. Claro que tem gente que ainda usa isso como uma arma, que tem gente imbecil no mundo, mas na CNTP foi uma coisa que, tá, foi um assunto e passou e beleza.

Não, e que não é um escândalo, né? Mas eu fui obrigado a mencionar, porque senão alguém ia falar não, mas teve isso. Não, isso não é um escândalo. Escândalo foi o que a pessoa fez, não ele, né? Mas enfim, é bem interessante isso mesmo e realmente não é um creep, né? A gente conhece histórias dele ser um...

um líder bem incisivo, né? Até de certa forma agressivo, mas no bom sentido, digamos assim. Mas isso faz parte do jogo, né? Nada além do normal. E outra coisa que ela falou aqui que é bem importante, que acho que a gente não comentou, que foi a questão da Apple não fazer layoffs, né? Tanto que ela teve algumas demissões de empresas terceiras, há alguns meses atrás, e virou uma notícia grande na época. Eu lembro que foram 50 ou 100 funcionários e...

lembre que tentaram fazer bastante barulho em cima disso na época, mas não foi um layoff igual outras empresas, e a Apple e eu acho que talvez a Nintendo sejam exemplos de empresas que não fizeram layoffs em crises então realmente é um outro ponto que eu acho legal de trazer do legado do Tim Cook

E é importante pontuar também que não é assim, ah, não fez layoff porque a empresa é boazinha. Não fez layoff porque sabe contratar. Porque não sai contratando um milhão de engenheiros só porque tem dinheiro e tem gente no mercado. E aí bota para inventar arquitetura, para ir dar talk em conferência sobre arquitetura que inventou.

Pra resolver um problema que não existe. Deu pra perceber que eu tenho um problema com isso? Então, não faz isso. Porque o layoff é o quê? Contratação mal feita. E o que eu acho curioso é que quando acontecem esses layoffs, a pessoa que deu a autorização ou a decisão de contratar esse monte de gente não sofre nenhum tipo de consequência.

Mas deveria, porque cometeu um erro, claramente. Você tem que demitir 10 mil funcionários, é porque alguém errou feio. Errou rude. Um outro exemplo que eu estava falando da Nintendo, quando ela estava embaixo, enfim, acho que foi com o Wii U, talvez. Eu lembro que eles cortaram literalmente da carne. O CEO da empresa na época, o presidente da empresa cortou do próprio salário, o que deveria ser o básico, né? Até porque eles ganham milhões.

para não demitir ninguém da empresa. E foi assim até hoje. E não foi o caso do Tim Cook, ele não precisou cortar do salário dele para isso, mas ainda assim eles conseguiram segurar até hoje, enquanto que a gente olha para o lado, enfim, Meta, acho que o Google também, cortando cargo e fazendo lay-off à torteira direita porque quer investir em IA. Não é por causa da IA, mas é para investir em IA. Então a gente vê que a balança está um pouquinho errada.

A meta eu cassei aqui. Novembro de 22, demitiu 11 mil. Março de 23, demitiu 10 mil. Em 2025, demitiu 3.700. Janeiro de 26, mil. O Elite Labs, né? Da meta. Maia agora, mais ou menos 8 mil. E o pior é que tem empresa, a gente já viu...

Eu falei 10 mil como hipérbole. Eu achei que eu tava exagerando. Não era. Não, não é. 11 mil, 10 mil, 3, 700 mil e 8 mil. Claro que contratou pessoas enquanto isso também. E eu sempre lembro de uma amiga minha que recebeu uma oferta faz muito tempo de ir pra meta. Eu falei, não faça isso de forma alguma. Teve um amigo seu também. Alguma. Mas na época chamava Facebook.

Porque é isso, eles vão mudar de ideia, você vai pra rua, você tem uma história legal numa outra empresa, continue aí. Tá tudo bem, né? Dá bem. Porque foi uma iniciativa daquelas que eles depois falaram, então quer saber, nos arrependemos e vai todo mundo pra rua, né? Então, e o que acontece, o que é mais louco, não deu certo com a meta nessa semana. Porque eles sabiam que eles iam reportar relatório fiscal ruim, reportaram nessa semana, eles ficaram 8%, 8, 9% num dia.

né? Então, deu uma nivelada. Eles estavam, desde a semana passada, o quê? Vazando, a meta é fazer demissão. Vai ter demissão em massa. E toda vez que tem, a ação sobe. É sempre isso. Você pega as empresas que anunciam isso pra poder ver a ação subir. Ou circular isso, e sobe bem. 5, 6, 7, 8, 10%. Dessa vez, eles confirmaram, eu acho que tá confirmado, tá?

essa demissão aí de 8%, nesse dia as ações caíram 3%. E aí depois teve a divulgação do lucro fiscal, caiu mais 8, 9%, porque para eles que estão apostando a empresa inteirinha em cima de IA, a paciência dos investidores está menor. Ele falou, tá bom, a gente aguentou isso por muitos trimestres. Cadê o resultado? Vocês compraram empresa, vocês mudaram muita coisa, estão pagando...

pagaram pro cara da Apple luvas lá, luvas não, né? Mas o bônus e não sei o que, um bilhão e não sei quantos milhões de dólares ao longo de muitos anos e ligado a desempenho, não é assim, o Pix, né? Mas esse foi um, cara, um bilhão, prometeram pra ele. E depois desse monte de contratação que eles fizeram, um monte de gente já chegou lá, bateu que coisa, já saiu, porque falou cara, não dá.

Então lá é muito... A conversa virou sobre a meta aqui, né? A gente tá falando do Tim Cook. Mas não está. Isso só reforça o quê? O ponto de que a Apple, mesmo durante a pandemia, quando teve aquela loucura de contratações toda do mercado inteiro, a Apple ficou pianinho, fez o que ela precisava fazer. E tudo bem que ela tava distraída fazendo o carro, né? Mas ainda assim, por bem ou por mal, a coisa ficou sob controle, né?

E toda vez que o assunto era layoff, o próprio Tim Cook falou assim, layoff, ele é a última da última da última da última opção que a gente vai considerar fazer aqui. Teve sim, layoff de terceirizadas que prestam serviço para a Apple, mas as pessoas que estavam lá, para quem a Apple tem essa responsabilidade mais direta, essas dormiram um pouquinho mais tranquilas do que quem estava com esse distanciamento. Isso sim, é uma coisa 100% de liderança.

E a responsabilidade, o ônus e o bônus, acaba indo para o Tim Cook, isso com certeza.

É, e acaba sendo mais fácil, não estou tirando nenhum mérito, porque é mérito totalmente fazer isso, porque acaba sendo mais fácil quando, um, você tem grana, porque não falta grana para a Apple, mas dois, porque você sabe quem contratar, você contrata certo, porque a Apple realmente não é uma empresa que sai contratando adoidado qualquer um que, ah, tem no currículo ali, desenvolvedor, Objective-C, Swift, contratado, não é assim, eles têm...

Não é uma empresa fácil de você ser contratado. Então, realmente, eles... Quem acaba indo parar lá é valorizado. E eles têm essa cultura de, não, você tá aqui e a gente quer que você fique aqui. Você só vai sair se você fizer alguma besteira muito grande. Ou, que nem o Tim Cook disse, em último dos últimos casos. Então, faz muita diferença. Se você contratar 10 mil pessoas errado, você vai ter que demitir 10 mil pessoas daqui a um tempo.

Não à toa que no projeto do carro que foi cancelado a galera foi remanejada para outros projetos e não demitida. E agora de novo, estão falando que o Vision Pro está sendo engavetado e a galera novamente foi redistribuída dentro da empresa, principalmente para a Siri. O que de novo é um bom sinal para quem está lá dentro.

Porque você olha, pô, meu produto vai acabar. Beleza, amanhã eu tô na rua. Se eu fosse da meta, de novo, voltando pra meta, mas enfim, se fosse um produto da meta, como foi o caso do metaverso, era praticamente certo que você estaria na rua. E isso é cultura. É cultura que vem desde os primórdios, desde a época do Steve Jobs, porque quando foram fazer o iPhone, não contrataram um monte de gente de fora pra fazer o iPhone. Ah, vamos contratar especialistas em mobile phone.

Não, chamaram lá, tem você aqui, você aqui, você sabe fazer um teclado? E é isso, né? E aí juntou a galera e fez. E aí com o resto também assim, e aí você começa a pensar no macro, esse monte de gente que estava trabalhando em carro, que foi trabalhar em outras coisas, primeiro, trouxe um monte de conhecimento do negócio do carro.

que pode parecer completamente inútil porque o cara vai trabalhar no iPhone, o que o negócio do carro vai saber? Pode ter algum sensor que eles estavam estudando para colocar no carro, que existe uma versão miniaturizada, dá para botar no iPhone. Fora que a pessoa traz toda a cultura da empresa que ela já tinha absorvido e continua trabalhando na mesma cultura, por mais que seja em outra área da empresa. Não é... Tá?

precisamos melhorar a carangueja, vamos contratar especialistas em caranguejas e aí vai lá e contrata a pessoa que não entende nada da cultura da empresa, não tem nenhum conhecimento de como realmente as coisas funcionam ali e aí as coisas não funcionam e aí demite depois

E esse é um dos motivos também pelo qual a Apple não é de comprar muitas outras empresas, justamente por causa desse choque cultural, né? Eu lembro já de ter visto alguma matéria, não lembro, inclusive se foi no 95 Mac, falando exatamente sobre isso, que ela evita comprar outras empresas por causa desse choque cultural e tal, de você trazer um time que tem outra cultura, outra cabeça pra dentro da Apple e essa galera ter que aprender como funciona a Apple, como é a cultura da empresa.

Leva tempo. Então essa adaptação é um choque muito grande. Com certeza.

Agora, outro choque é a quantidade de app que o pessoal tá mandando pra App Store, né? Sobre o nosso papo lá de apps vibe codados na App Store, o Marcelo Lopes mandou o seguinte. Já enviei alguns apps pra revisão na Apple e nunca tinha passado por isso. No meu último app, eles solicitaram um vídeo em link de cloud mostrando o funcionamento do app. Cadastro de usuário, principais funcionalidades, exclusão de conta, etc. Isso é normal ou...

Uma nova exigência devido ao boom do Vibe Coding. Sempre achei que essa validação fosse feita diretamente por eles, usando uma conta de teste para a revisão. E aí, inclusive, o Marcelo mandou um link aqui do app, que eu estou, inclusive, abrindo neste momento aqui, só para dar uma olhadinha como é que é, que é sobre gestão financeira. E eu já vou adiantar aqui, Marcelo, não é por conta do negócio de Vibe Coding, porque isso é uma prática... E aí E aí E aí

comum até, da Apple. Eu não sei por que, no seu caso específico, eles pediriam isso, mas geralmente é assim. A pessoa que fez a revisão do app não conseguiu entender exatamente como funciona o app. E aí eles pedem pra você mandar um vídeo pra eles verem o app funcionando e meio que como se fosse um tutorial ali, seguir passo a passo. Acontecia isso, às vezes, na época da firma, porque o app só tinha em português.

e não tinha versão em inglês, e você não sabe quem vai fazer a revisão do app. Muitas vezes não fala português. Às vezes eu até acho que eles têm uns revisores que conhecem outros idiomas e tudo mais, porque a Apple é muito diversa, e quando você submete o app, a App Store sabe qual é o idioma principal do app, então de repente eles tentam rotear, mas acontece. Então aconteceu algumas vezes da pessoa não entender o app, e pedir um vídeo do app funcionando.

Eu sei que isso acontece também com apps que mexem com hardware, então precisa de algum acessório de hardware, que obviamente a Apple não vai ter, né? Você não vai mandar para eles. Aí eles pedem também para você mostrar um vídeo, e aí é um vídeo mesmo, né? Capturado com uma câmera.

Do app ali rodando no iPhone e do device que ele se comunica funcionando junto, pra eles entenderem como o app funciona. Então, não, provavelmente não tem nada a ver com o Vibe Coding, só é curioso eles terem pedido pro seu app especificamente que não me parece ser um app tão complicado, né, mas de repente, sei lá, eles queriam ver ali como que ele fica com dados reais, não sei, mas não se assuste.

Bom, o Giva eu sei que nunca passou por isso, porque ele já me contou em segredo. E o Mendes, por enquanto, não publicou nenhum app na App Store, então também nunca passou por isso. Ainda não, mas agora eu já tô avisado. Se acontecer, eu já sei que não...

de marcação comigo. Inclusive eu vi hoje novamente um app sendo aprovado em 30 minutos. Submetemos, assim, é da firma também. Submetemos o app, passou 30 minutos e já tava no ar. Então... O boom de Vibe Coding, pelo visto, não tem me atrapalhado.

A dica que eu sempre dou, acho que a gente falou já várias vezes no Olá Mundo, é quando você for submeter um app na App Store, principalmente se for um app novo que está mandando pela primeira vez, eu particularmente já mando um vídeo, eu não espero eles pedirem, eu já mando lá nas notas lá do reviewer, e todas as informações de como testar, se tem in-app purchase, onde que fica o in-app purchase dentro do app, passo a passo, vai aqui, clica aqui.

Porque já aconteceu do app ser rejeitado de, tipo, não conseguir encontrar onde compra o in-app purchase. Tipo, pô. Daí insira o meme do Caetano Veloso. Você é burro, cara? Às vezes tá... Mas enfim, a pessoa tá revisando um milhão de apps ao mesmo tempo, né? Então facilita o trabalho ali que vai mais rápido.

E uma dica para quem está começando nesse universo de publicação de apps, iOS, Android, é normal. Não fique triste se o seu app for rejeitado de primeira. É claro que se for um aplicativo de batch, se for um aplicativo com algum item que a loja não aceite, aí sim é algo que você deva se preocupar. Mas se for um app normal, vamos colocar assim, dessa forma.

é bem provável que você seja reprovado em uma, duas, três vezes. E aí vai ter que trocar, vai ter um papo com o revisor, vai voltar algumas vezes até você conseguir ser aprovado. Inclusive no Google, para mim tem sido mais chato, tá? Eu tenho achado o Google bem mais chato do que a Apple em todas as revisões. Eu tenho ouvido isso também.

Meu app de Hollywood, por exemplo, não foi aprovado até hoje. Eu não consegui o número máximo de testadores, não bateu de jeito nenhum. Eu mandei pra um zilhão de pessoas. Eu sei que as pessoas testaram, mas não sei por que lá a lua e a terra não se alinharam e não foi pra frente. Então tá bem chatinho. E a Apple tem sido mais fácil, por incrível que pareça. Então, ó, não se desesperem. Inclusive, eu peguei pra mostrar que eu tenho essas meias que eu ganhei do Revenue Cat.

Foi, acho que foi lá na NS Spain, eles tinham um stand, e aí você mostrava pra eles um e-mail de rejeição da App Store e ganhava essas meias. Nossa, eu tenho tantas aqui que eu ia ganhar. Poxa. É, então você ganhava meia com um gatinho triste ali, daí a Apple me rejeitou e eu só consegui ganhar essas meias.

Então não fique... Eu acho que era uma conferência de desenvolvedor Apple, eu acho que não teve um lá que não ganhou um par de meia, porque todo mundo tinha um e-mail de rejeição para mostrar, então não se desespere, é comum, normal. Agora ainda sobre Vibe Coding, o Eduardo Papa falou o seguinte, fico ouvindo os podcasts e até mesmo vocês falando sobre isso, e teoricamente, eu que não tenho programação na veia...

Poderia, teoricamente, escrever um programa para macOS para meu uso pessoal? Ou seria apenas aplicativos web e bem básicos? O que eu estou querendo seria um app específico de cálculo de esquadrias. Existem vários no mercado, inclusive trabalho numa plataforma online de um sistema, mas aqui no meu bastidor gosto de coisas instaláveis. Será que vale a pena tentar um app nessa vibe aí? E aí? Eu acho que, sem dúvida...

por dois motivos. Primeiro, aquilo que a gente já comentou aqui sobre você vai poder fazer exatamente para a sua necessidade que nem um app do mundo, por mais bem-intencionado que ele seja, vai fazer igual. A segunda coisa é você tirar a dúvida, será que dá para eu fazer o app? Provavelmente sim. É claro que deve mais... Quem tem, como é que você falou aqui, programação na veia, vai se dar melhor.

Do que quem não tem. Eu não tenho. Funcionou pra mim. Então, e você, por escutar pelo menos o ADT há muito tempo, porque a gente sabe disso, e você gosta o suficiente pra ter vindo de Minas, dirigindo até aqui pra nosso encontro, a gente nunca vai esquecer disso, que foi uma coisa super legal. Você já tem um pouco de familiaridade a mais com tecnologia do que a média populacional do globo. E persistência também, claramente. Exatamente. Inclusive, ele tá no chat online agora. Ele entrou minutos antes da...

da leitura de mídia. Ele sabia já, já estava programado já o horário. Então, eu acho que vale sim. Claro que devs mais experientes vão conseguir. Eles conseguiriam talvez fazer o app melhor e mais rápido. Mas você vai fazer o app como você quer e vai descobrir uma coisa. Não vai bater cabeça, a primeira vez vai ficar ruim. Aí você vai tentando, tentando, tentando. Se for igual ao meu caso, você vai deletar o projeto e vai falar, dane-se. Aí o dia seguinte você vai abrir de novo. Você vai começar de novo.

Sabendo um pouquinho melhor, a mexer. E aí, vai. Ele vai ficar aos pouquinhos, você vai dourando ele pra fazer. Então, tudo que você descreveu aqui é o caso perfeito de uso, eu acho, pra quem tem interesse por essas ferramentas todas. Porque você sabe que elas existem, você tem um caso de uso específico, uma necessidade...

sua, que você vai saber muito bem medir se tá suprida ou não, e você tá com uma vontadezinha de mexer. Então vai lá e faz, sabe? Melhor motivo, vontade. Exato. Exatamente. E eu acho que assim, pra galera que sabe programar, desenvolver, não é só vibe coding, acaba sendo muito uma programação assistida. Eu li esse termo essa semana e achei interessante. Acho que combina muito pra quem sabe programar e tem usado essas ferramentas.

Porque vibe coding, você nem olha o código e tá tudo bem. Não faz, não tem problema nenhum. Você tá criando ali, tá pedindo pra IA fazer pra você. E quem desenvolve, vai, pode fazer a mesma coisa e olhar o código pra tentar entender. Pra ver se ficou bom, pra corrigir um bug mais rápido ou não. Então, assim, eu não vejo problema nenhum. E às vezes a sua necessidade é a necessidade do outro. Não tô dizendo que você vai ficar rico com esse aplicativo, longe disso.

Quem dera que fosse assim. Mas é uma... Às vezes a sua solução ajuda um amigo seu ou outra pessoa. E aí você daqui a pouco publica esse aplicativo. Vai passar por todos esses problemas que a gente acabou de falar na loja. Mas eu acho que vale a pena. Vai aprender bastante. Vai aprender muito sobre IA também. Como conversar com a IA para você chegar ao...

ao ponto que você precisa, ao que você quer, e isso vai te ajudar em outras coisas na sua vida, porque enfim, IA tá aí e a gente vai continuar usando, eu acho que não tem volta então, pelo menos aprender alguma coisa você vai, seja programação, seja alguma coisa de IA

É, eu tô gostando muito, como você falou, da programação assistida. E eu tenho usado muito como... Como se fosse um colega de trabalho mesmo, assim. Recentemente eu descobri, porque eu já sabia que existia... Nunca tinha clicado no botão de Agents lá do GitHub, que eu até mandei alguns exemplos pra vocês, que eu...

peço pra ele, oh, procura uma ischua aberta aí de um bug e analisa, encontra qual é a causa do bug. E nisso eu já resolvi uns 3, 4 bugs do AirBuddy, que estavam abertos há séculos, que eu nem falei pra ele qual bug, eu falei, olha as ischua abertas e escolhe. E ele escolheu...

não sei se é aleatório, não sei qual foi o critério, mas enfim e cara, é muito legal e nenhum desses bugs ele corrigiu pra mim ele só me apontou o que que ele achava entre aspas, que era o problema e aí eu fui lá conferir se era mesmo, 90% dos casos era realmente o que ele tinha apontado, os outros 10% eu ainda não confirmei, porque aqueles bugs que é meio fuzzy então tipo, tá altíssimo altíssimo altíssimo altíssimo altíssimo altíssimo altíssimo altíssimo altíssimo

Fiz uma possível correção, vamos ver, né? Mas sobre a sua questão específica, Eduardo, vai fundo. É que nem o Mendes disse, é o caso de uso perfeito. Porque você precisa de algo para o seu uso pessoal ou profissional que seja, mas que só afeta você. Então, se o negócio fizer tudo errado...

o único prejudicado vai ser você. E esse lance que o Mendes falou também de jogar fora, maravilha. Quem é programador, programadora há muitos anos, já deve ter feito muito código pra jogar fora. E eu já passei, já teve código que eu passei uma semana inteira trabalhando num negócio e depois eu joguei fora, porque não era o que precisava, ou eu vi que não era viável, ou porque o hiperfoco passou e eu fui fazer outra coisa.

Mas com a IA, o bom é que você não gasta esse tempo todo. Então você pode fazer um protótipo muito mais rápido para validar se aquilo realmente tem fundamento. E pela minha experiência, você rapidamente já percebe se está indo pelo caminho certo ou não.

E aí se tiver, cara, não é isso. É amassa o papel, joga fora, começa de novo. É tranquilo. Agora sobre como conversar com o IA, eu não sei vocês. Mas Prompt Engineering is dead. Morreu. Porque, tipo...

Hoje em dia eu falo meio de qualquer jeito, assim, eu cuido com typos, que a gente aprendeu com aquele caso que eu mostrei aqui, que um typo pode fazer toda a diferença. E claro, dá o contexto necessário, mas assim, estruturação específica de prompt, principalmente em agents.

eu já não presto mais tanta atenção, não. É, eu vi que caiu bastante essa galera que fica compartilhando prompts, né? Teve uma época que era normal... Tirando o cara da Y Combinator lá, que publicou um monte de arquivo markdown no GitHub como se fosse o santo grau, assim. Exato.

Mas eu até vi que realmente diminuiu bastante. Essa galera deu uma sumida. Tinha uma galera que tava vendendo prompts. Tipo, a compra e pacote de prompts também deu uma desaparecida. Muita gente ganhou dinheiro com isso, óbvio. Mas realmente, eu acho que hoje tá muito mais tranquilo você bater um papo com a AI e chegar a um denominador como o que você quer.

O que talvez valha a pena é você dar o máximo de exemplos possíveis para IA do que você quer, do resultado final. Então, por exemplo, para o Bollywood, eu criei uma pastinha com alguns prints de aplicativos que eu usei como referência. Então, às vezes, você pode fazer isso também, seria interessante. E aí, é claro, você indica para IA, olha, analisa essa pasta. E aí, quanto mais detalhes você der para ela do que você precisa,

melhor ela vai criar o aplicativo e chegar no resultado final mais rápido. Mas, assim, a forma de falar eu também não tenho... Hoje não tenho um caminho muito detalhado, não. Desde muito tempo atrás, mas hoje especialmente, não importa muito a qualidade, assim, eles tentam fazer a qualidade do seu prompt não importar tanto, porque quando você manda o prompt, ele passa por um reprompt.

E aí, o chat GPT, por exemplo, ele pega o que você escreveu, aí ele dá uma encorpada ali pra te dar o resultado melhor possível, direcionado pro que o OpenAI acha que deveria ser o que você tem que receber. Então, o que ele processa ali pra fazer, os tokens ator regressivos, etc., não é exatamente o que você pediu. É que nem a gente tinha visto já fazia muito tempo, era mais exemplo de foto, que você mandava o prompt de foto, faça pra mim um chip de K-pop.

E aí, ele, antes de fazer, ele também complementava com coisas que ele achava que ia ajudar você a chegar no resultado bacana, que é o que você queria, e você não falou. É claro que ainda sim, quanto mais dica você der durante o seu pedido, direcionando para que pedaço do banco de dados vetorial você quer que isso aponte, a resposta melhor vai chegar mais rápido, você vai chegar mais rápido do que você precisa. E tem um exemplo que é muito bom, que eu estava conversando com o Fabrício Carraro, que eu apresentei a Sobre Controle.

Comigo, ele estava no Rio também, por coincidência, no fim de semana, e ele falou o seguinte. Eu estava no voo de Barcelona aqui até o Brasil, e ele tem um Pixel 7a. Ele colocou no Pixel 7a o modelo Gema, pequenininho do Google. Ele estava lendo um estudo lá qualquer, e tinha um termo que ele não conhecia. Ele estava sem internet, e ele falou, tá, está aí um bom caso de uso.

Gema pequenininho do Google, o que é esse negócio aqui? Ele respondeu um negócio absurdo, nada a ver. Aí ele falou, tá, deixa eu tentar de novo. Eu estou lendo um estudo que é disso, disso, disso, aqui um pedaço de estudo, ele fala sobre isso, tem esse termo aqui dentro desse pedaço aqui, desse contexto. O que tem a maior chance de ser, o que esse negócio significa? Aí ele respondeu certo. Isso quer dizer o quê? Como não tem internet, era um modelo local, estava lá dentro dos neurônios, em algum lugar. O prompt que ele montou primeiro, apontou...

mais ou menos aquela direção, pode ser que não. Esse segundo direcionou muito melhor. Que é a mesma coisa com os seres humanos. Eu chego e faço uma pergunta pra alguém. Se eu contexto, é mais difícil de eu ter a resposta que eu preciso que eu falo, escuta, tem uma coisa que eu preciso saber de você, que é isso. Você, quanto mais você contextualizar, mais você direciona o modelo pra ativar os neurônios certos ali pra ele saber do que estamos falando e te dar a resposta. Então, isso ajuda sim, tá?

Mais do que você chegar ali, ligar o carro a álcool e já querer sair correndo. Você esquentar ele um pouquinho antes vai melhorar. Mas é claro que quem transforma engenharia de prompt nessa ciência pra vender curso no LinkedIn, não. Esse é o mesmo tipo de pessoa que dá o nome, a conotação ruim ao termo VibeCoding, ao termo...

não é exatamente por aí, mas claro que importa quanto mais você se esforçar pra pedir mais direcionada, melhor mais rápido você vai chegar na resposta que você quer que você precisa, lembrando de checar sempre, etc, essa parte todo mundo sabe, né? Não é que a engenharia de prompt morreu, mas ela talvez não seja mais tão importante quanto era, porque existe já um trabalho grande aí que as empresas estão fazendo pra tentar nivelar um pouco mesmo que não tenha muito amanhã de perguntar pra complementar e deixar mais próximo da resposta isso sim E aí

A engenharia de prompt é importante se você vai usar um modelo cru, assim, tipo, ah, tô criando um app que vai usar o Foundation Models pra fazer uma tarefa, aí você vai precisar fazer a engenharia de prompt, que aí você vai precisar realmente fazer vários testes até conseguir chegar no que resulta na melhor resposta, mas assim, com o uso dessas ferramentas no dia a dia não é tão importante.

Uma última dica que eu lembrei agora, que eu abri aqui o projetinho do Bollywood. Uma coisa que eu recomendo é todas essas regras iniciais da aplicação, você criar num arquivo Markdown. Eu não sei, eu acredito que a IA consiga ler sim o arquivo TXT, mas dá uma procuradinha em arquivos Markdown.

como você cria, enfim. Quanto mais você deixar esse arquivo bonitinho, inclusive você pode pedir até para uma outra IA para te ajudar a criar esse arquivo. E você cria tópicos, né? Por exemplo, no meu aqui do Bollywood, eu lembro que eu fui em alguns detalhes que talvez você não precise, mas eu falei sobre a arquitetura da aplicação.

quais as tecnologias, qual o back-end que eu ia utilizar, qual que eu não ia, as funcionalidades. Então eu fui descrevendo tópico a tópico nesse arquivo. Dei um arquivo aqui de mais ou menos 64 linhas. Então foi uma descrição bem grande do que eu queria na aplicação para conseguir chegar no resultado final mais rápido. Então eu vi, você acabou de falar aqui no...

no chat, né, o Eduardo, que você é um cara organizado, né, então já que você é organizado, esse é um bom ponto de início, você criar esse arquivinho com todas as regras e você pode ir alimentando durante um dia, talvez ali, ou uma tarde, pra criar algo bem completinho.

E se você quiser focar muito o modelo numa coisa, bota em letra maiúscula STOP. Final. Eu aprendi esse truque com o Cloudflare, porque no template de workers deles, eles perguntam Ah, você quer que a gente já crie um agents.md? Eu falei, tá.

cria. Aí eu fui olhar e aí ele teve, stop! Esquece tudo que você sabe sobre Cloud Fireworks. Olha na documentação, tá aqui. E aí tem o link. E aí eu percebi usando no Codex, que inclusive ele tem um...

uma URL lá, llms.txt na documentação do Cloudflare, que daí já é a documentação formatada pra llms, então ele já pega ali rapidinho não precisa baixar toda a página, fazer parse de HTML, não, é só o texto que ele precisa e tem funcionado super bem

E eu percebi que assim, ah, resetou a janela de contexto, pede pra fazer uma coisa, ele começa... Ah, não, peraí, eu tenho que olhar aqui na documentação primeiro. Ele não faz nada sem olhar na documentação. Então, o stop realmente é um bom token pra colocar, se você precisar.

Muito bem, agora sobre recortar e copiar no Mac, o Luiz Gazotto falou o seguinte, vem aqui dar uma dica para assinantes do CETEP. Lá tem o SuperCharge, um app que habilita não somente o Command-X e Command-V, como também abre outras possibilidades, creio que especialmente para pessoas que não conseguem abrir mão de algumas operações nativas do Windows.

Sou usuário de Mac há anos, mas essa questão do Command X me fazia falta antes do SuperCharge. E também o Almir Jr. Quando preciso ver arquivos, seleciono os vários arquivos com Command ou Shift apertado e depois clico com o mouse ou trackpad e a tecla Command pressionada junta, arrastando os arquivos selecionados para outra pasta, que deverá estar aberta numa aba ou janela. É fácil e é nativo. É!

Eu concordo, Almir. Eu, inclusive, faço bastante isso. E, inclusive, assim, lá em 2008, 2009, quando eu tava começando a usar Mac, e pessoas que estavam começando a usar Mac vinham me pedir dicas de como fazer alguma coisa, eu falava muito, dava muito essa dica. Tenta arrastar e soltar.

Que isso foi uma coisa que eu não sei como é que hoje em dia, que faz muito tempo que eu não uso Windows, mas eu lembro que isso me pegou na época que eu migrei pro macOS, de tudo você pode arrastar, ah, eu quero que isso aqui vá pra cá, tenta arrastar e soltar. Talvez não vai funcionar, mas geralmente funciona.

então eu sempre fazia isso e dava essa dica pra todo mundo e eu uso de fato essa de se você quer mover, você segura a comand se você quer copiar, você segura a option dependendo da operação o sistema já por default já é o mover ou é o copiar mas o que eu uso muito é tipo eu ainda não estou com uma pasta de destino aberta altíssima

ou em outro contexto que eu vou mover, aí eu não uso arrastar e soltar, porque eu acho mais fácil copiar, fechar a janela que eu tô, abrir o destino, e aí Command Option V pra mover, nesse caso. Eu, particularmente, nunca senti falta do Command X, teve alguém até que mandou um feedback falando do Command Option V, mas a gente já tinha mencionado, né? E eu já mencionei também que pra mim até faz mais sentido você decidir

se vai mover ou não na hora de colar, não na hora de copiar. E vocês fazem o arrastar e soltar? Fazem a mistura dos dois? Como é que é? Pra mim é assim, até hoje. E é um fluxo mais complicado do que ele deveria ser. Eu acho, mas eu nunca fui atrás de aplicativo complementar que faz isso, nem nada assim.

Então, eu estou com a janela do Finder aberta, eu preciso mandar para outra. O que eu faço? Abro outra janela do Finder, navego para onde eu preciso fazer, vou de um para o outro, arrasto o Option ou Command, meu dedo sabe, eu não sei. Como é que eu faço para arrastar? E foi por isso que eu criei aquilo que eu falei, que é um jeito meio complicado, que eu tenho a minha pasta de arquivos locais, de edições que eu estou fazendo.

Criei um atalho, um alias, pro meu HD externo, pra poder navegar na sequência de colunas lá, que eu navego pro colunas no MacOS, né? Então eu tô na minha pasta local, vou pro atalho e pro HD externo. Tá na coluna do lado. Na coluna do HD externo, eu criei uma pasta do atalho pra coluna do HD. Pro local de novo, porque pelo Audition é mais fácil fazer isso, porque ele tem muita complicação pra navegar.

Mas até hoje eu faço assim também. Então, eu não uso abas no Finder. Nunca consegui me dar bem com abas no Finder. Pra mim é muito estranho, é travado, não vai. No dia da loucura, eu tenho 18 janelas do Finder abertas, pelo menos metade da mesma pasta, sabe? Eu falo que depois eu vejo, tá aqui, abre. Aí vai, aí vai, aí vai. Eu abro aqui, ó, central de controle, command center, control, sei lá como é que chama esse negócio, mission control. Cara, fica sendo lá tudo pequeno.

pequenininho do lado da outra, assim, no dia do caos, é assim. Aí dá aquela satisfação no fim do dia, como é de www, vai fechando tudo bonitinho, trazendo pra frente, é uma maravilha. Dá um alívio. Mas pra mim, administração de janelas, o Mac, eu nunca achei o jeito certo de administrar janelas do jeito eficiente. Então, o caos impera e abas eu já tentei me forçar a usar a aba, eu não consigo. Daqui a pouco eu...

A hora que eu percebo, eu já estou com a aba aberta e três janelas iguais lá dessa aba aberta em lugares diferentes. Não funcionou. Então, eu abri falência de administração e deixo o caos imperar mesmo. É o pedaço mais confuso do meu workflow é lidar com as janelas e pastas e as não-abas do Finder. De longe. É frustrante, mas quem tem tempo para lidar com isso, sabe? Então, é assim mesmo. No meu caso, eu uso janelas e abas.

No dia do caos é tudo. Eu também. Depois que eu aprendi a usar a aba no Finder, entrou muito no meu fluxo, justamente por causa desse arrastar com o command, para você cortar e colar em outra aba.

Eu acabei aprendendo a usar a aba por causa disso. Eu vou direto na abinha que está ali aberta e já faço todo o processo. Mas no dia do caos eu tenho aba, tenho pasta, tenho de tudo. Eu uso até o download como pasta de área de trabalho.

Vira tudo. Inclusive eu uso o download aqui minimizado, é aquele que abre uma janelinha bonitinha com todos os ícones, né? Eu uso bastante isso também. Mas eu, apesar de ter falado na semana passada que nunca tinha procurado um app que fizesse o Command X, eu até falei, não, vou procurar, vou instalar. Mentira, até agora não instalei. Então, tô devendo também.

E uma das minhas coisas favoritas também, que é desde os primórdios de quando eu comecei a usar Mac, é a possibilidade de você poder cancelar uma operação de arrastar pressionando a tecla ESC. Que é algo tão besta, mas que eu lembro na minha época que eu usava o Windows XP, sei lá.

não era tão simples assim. Você tinha que, tipo, arrastar de volta pro lugar, porque senão você ia soltar, né? E também uma dica pra quem não tá acostumado a usar as abas, mas se você tem duas, né, várias pastas abertas em abas no Finder, você não precisa abrir a outra aba pra arrastar o arquivo ali. Você pode só arrastar pra cima da aba e soltar.

E aí segurar o Options, quiser copiar e tudo mais. E aí eu quero fazer um quiz com vocês para ver se vocês conhecem terminologia de UI de macOS. Vocês sabem como que a Apple chama esse comportamento de...

acontece em vários lugares no macOS. Por exemplo, você tá arrastando um arquivo e aí você para ele em cima de uma pasta, espera um pouquinho, aí a pasta dá uma piscadinha e abre. Como se chama isso no macOS? Como que a Apple chama isso? Deve ser um nome divertidinho, mas eu pensei em targeting. Não faz uma ideia. É, spring loaded.

Já ouvi esse termo, ok. É, eles chamam de Spring Loaded Folders, mas enfim, isso funciona em botão, em aba, em janela, em um monte de coisa. Inclusive, quando isso não funciona, quando tem algum lugar do sistema que não funciona, parece que tá me faltando um braço, assim. Eu fico, não, pisca. Eu quero que você pisque. Exatamente.

Outra coisa que eu uso muito aqui no Finder são as etiquetas. Então, por exemplo, o Bom Dia Tech, a Era do Pixel, os podcasts, a pastinha da minha empresa. É uma etiquetinha separada aqui. Então, toda vez que eu preciso, eu abro uma etiqueta dessa em uma nova aba. E tá tudo por cor aqui. Eu já bato, pela cor eu já sei o que é que eu preciso. Não é nem pelo nome. Não usei a etiqueta.

Eu não sei como entrou no meu fluxo muito rápido. Foi do dia pra noite. Eu também nunca usei. Mas um belo dia eu vi alguém... Acho que eu vi um vídeo no YouTube sobre organização. E aí eu falei, tá, vou testar. Ele funciona basicamente como uma pasta.

Como se fosse uma pastinha ali no canto. Mas eu acho que por ter cores facilita muito. Então eu tenho cores bem diferentes entre os temas que eu preciso. Entre as pastinhas que eu quero. E aí quando eu bato o olho eu já sei o que é. E funciona muito bem também no iCloud. Então quando eu entro no arquivo do iPhone. Tem as mesmas pastinhas com as mesmas cores. Então pra mim é muito...

É de rápido acesso, né? O curioso é que, dependendo se você compartilhar arquivos, pastas com terceiros, dependendo do mecanismo que você usa, a etiqueta vai junto. Então fica lá a corzinha. E aí, uma curiosidade aleatória, mas uns dias atrás eu fiquei curioso de como funcionava o wallpaper do Snoop da Apple TV.

Aí eu descobri lá de onde que a Apple TV baixa os arquivos. Aí eu baixei e era um arquivo .tar, um arquivo comprimido ali. E extraí e as pastas tinham etiqueta verde. Deve ser, tipo, aprovado. E foi junto.

Eu uso bem raramente a sinalização de cor da pasta, que fica aquela bolinha colorida do lado ali, porque tem duas coisas que eu, desde criança, sou muito ruim em encontrar. Coisas em listas, coisas em grids. Me bota numa gôndola de mercado para achar um produto, eu passo a noite ali e não acho o maldito produto. Eu sou péssimo nisso também. Não consigo achar.

lista é a mesma coisa. Eu começo a ver a lista, primeiro item, segundo item, tô pegando alguma coisa. Aí eu acho que eu já tô acostumado com a lista o suficiente pra fazer um skimming e passar assim. Aí eu não acho o negócio. Aí eu começo a ir de baixo pra cima. Aí eu não acho o negócio. Aí eu cheguei no topo de novo. Não acho. Tá lá o negócio. Precisa achar. Não tá. Eu sou muito ruim de achar. Então pra algumas pastas...

que eu acesso com frequência, mas não criei um atalho de teclado ainda, nessas eu coloco uma corzinha para eu poder abrir aqui o Finder. No Dropbox, por exemplo, duas pastas compartilhadas que eu tenho para projetos específicos assim. Um tem um laranja e um tem um azul. Eu abro, eu não preciso caçar nada assim, né? Fazer o escaneamento da lista dos nomes, nada. Eu procuro a bolinha e eu entro e está resolvido. Mas é para isso.

Mas o problema é o quê? Se eu tivesse uma bolinha colorida para cada coisa, matava o propósito. Eu não ia conseguir achar a bolinha que eu preciso. Então eu tenho que usar muito.

muito cirurgicamente, esse método de rápida identificação de pastas. Então, pra isso, eu uso. É muito raro. Eu vejo, sei lá, em WWDC, ah, agora o macOS tem as pastas com emoji que você coloca da cor que você precisa engolir. Eu falo, cara, quem que é produtivo nesse nível? Quem que é esse ser humano perfeito, imaginário, que usa desse jeito assim?

A Lari, se usasse Mac, ia ser assim. Ela faz os desenhos no iPad lá, que você fala, né? Eu acho que ela ia organizar bonitinho. E até formar um desenho com o grid das pastas. Exato. De um estômago. Mas é o tipo de coisa que eu invejo. Pra mim não funciona. A Bia também faria isso. A Bia ter tudo cursivo, bonitinho, né? Quem escutou área de trabalho sabe. Então esse é o jeito que eu uso. É bem dose homeopática. E aí nesse caso a homeopatia funciona.

Muito bem, a seguir a gente vai falar sobre a Joana Stern, porque o Luiz mandou uma dica pra gente que agora ela virou youtuber e a gente já viu lá, inclusive nos vídeos dela ela usa um microfone dourado quando ela vai fazer o patrocínio que eu adorei, que ela falou, ó, quando vocês verem um microfone dourado é porque eu tô sendo patrocinado aqui, então eu vou pegar o meu microfone dourado que eu não tenho.

E vou agradecer aqui a Firmou Consultoria, que está patrocinando mais esse episódio aqui do podcast, e quer falar com você que está querendo resolver a declaração do imposto de renda desse ano o quanto antes para já tirar isso da frente. A gente sempre comenta como a Firmou é especializada em pequenas e médias empresas, para quem está querendo abrir uma empresa, regularizar a situação da empresa, desenrolar pendências do CNPJ.

mas ela também resolve a declaração de imposto de renda. E como eles costumam brincar com a gente, quanto mais complicado, melhor. Então, independente de como está a sua situação, seja uma declaração fácil de resolver, seja aquela mais complicadinha, às vezes com pendências de anos anteriores, informação faltando, esse tipo de coisa, entre em contato com a Firmou.

explica qual é a sua situação, que afirmou vai resolver pra você, assim como ela faz todos os dias aqui, não só pra gente da Gigahertz, mas pra quem é ouvinte da Gigahertz também. A gente tava conversando com eles e eles contaram, por exemplo, do caso de um ouvinte aqui do podcast que autorizou a gente a contar essa história, claro, que mora no exterior e precisava resolver a burocracia toda de regularizar isso por aqui e afirmou resolveu numa boa. E eu também, Rambo Uso, afirmou tanto...

para o CNPJ, quanto para a declaração também, para não precisar me preocupar com isso. Então, se você está preocupado ou preocupado com a declaração do IR desse ano e quer deixar tudo isso na mão da Firmou, para ela resolver para você, ao invés de você ter que ficar perdendo tempo com isso, faz o seguinte, vai no Facebook ou Instagram, procura lá por Firmou Consultoria.

afirmou, está pronta para ajudar todo mundo que escuta o podcast, independente da sua necessidade e a gente tem certeza que ela vai resolver para você, assim como ela sempre faz para a gente. Mais uma vez, arroba firmou consultoria no Facebook ou no Instagram. Muito obrigado, afirmou, pelo patrocínio de mais esse episódio do podcast e pelo apoio a todas as gigahertz.

Valeu. Valeu. Muito bem. Tirando aqui o meu microfone dourado, agora, então, Joanna Stern. Mendes, você quer resumir aqui o currículo dela? Cara, a Joanna Stern, ela ficou muito famosa por fazer vídeos extremamente criativos no Street Journal, quando ela herdou a coluna de computação pessoal, basicamente, do Otto Mossberg, que...

Eu acho que ele dispensaria apresentações se ele não tivesse aposentado a tempo suficiente de ter uma geração nova que acompanha a tecnologia e não faz ideia, né? Walt Mossberg é o papa da cobertura de tecnologia pro grande público. Ele escreveu por muitos e muitos e muitos e muitos anos para Wall Street Journal. E ele sempre foi muito próximo do Jobs e da Apple. E tem várias histórias dele com o Steve Jobs, que ele fazia um review errado. Jobs ligava, descascava ele e depois falando mas você tá certo.

Teve o caso todo do Mobile Me, do Mobile Me, quando foi lançado. E aí, tem até no livro do Walter Isaacson, que o Jobs falou assim, o nosso amigo, vocês decepcionaram o nosso amigo Walt, ele está triste com a gente. Então ele sempre teve uma chancela muito grande no mundo de tecnologia, porque ele tinha...

tem, ele tá vivo, mas tá aposentado então ele usava muito um talento muito bom que ele tem de traduzir o máximo possível e com uma visão muito boa do significado do potencial das coisas pra poder falar sobre isso no Jornal de Grande Circulação tudo bem que era de negócio, mas ainda assim pro público

sem muito tecniqueis. E tem colunas excelentes dele. A primeira coluna não lembro a temática, mas era sobre desmistificar um pouquinho a parte de computação pessoal. E a última coluna dele foi sobre o computador desaparecer. Sobre tecnologia, não tecnologia ambiente, mas a do telefone, etc. Que a tecnologia vai ser uma coisa que existe, que não necessariamente vai ser um produto só, vai ser distribuído. Super legal o arco que ele fez.

Quando ele se aposentou, a Jonas Tern passou a ser a colunista. E mais ou menos na época do Apple Watch, ela começou a fazer vídeos extremamente criativos. Quando se apoiou o Apple Watch, ela usou uma Nikon D5. Isso é uma câmera? Sim. Então ela usou uma Nikon D5 num capacete pendurado na frente da cara dela e foi fazer corrida, foi fazer yoga. E mostrava como é que era em primeira pessoa usar o relógio, trocar a pulseira do relógio, fazer todo um lance.

E bombou esse vídeo. Aí depois teve um outro vídeo criativo, depois teve mais um.

E aí ela passou a liderar a parte de criação de vídeo para o Wall Street Journal. E deu muito certo, né? Tem inúmeros vídeos. E ela, cada vez o vídeo, sei lá, o escopo do vídeo aumentava, tinha mais orçamento. Uma ideia mais maluca do que a outra.

E ela virou a referência de vídeo do Astrid Journal. Ela ajudou muito o Astrid Journal a entrar nessa parte de vídeo fazendo isso. Ela passou anos fazendo isso. Tem vídeo de... Teve que ela foi acampar com as iás todas pra cantar com baiá na fogueira. Cada uma cantando pedacinho. Tem o que ela se clonou e tentou ela própria dar um golpe no banco dela. Fingindo ser ela com as iás de vídeo e de áudio. Ela sempre soube explorar de um jeito muito criativo. Essas coisas. Tanto os benefícios quanto os problemas e os riscos.

E tava gigante. E ela falou, chegou a minha hora. Ela saiu, não vai se aposentar. Ela saiu do Austin Journal pra fazer uma coisa que ia ser a coisa nova dela. E no fim das contas, ela não deu o nome disso porque é meio isso. New Things chama o canal dela. Tem um canal do YouTube. E ela passou a gravar os vídeos. Agora eu vou reconhecer que eu não vi nenhum dos vídeos ainda. Eu gosto muito dela, mas não parei pra ver. Mas só porque aconteceu, deu não ver. Não é nada...

que saiu de lá, é ela. E ela tem uma coisa muito... Ela vai lançar um livro agora também, ela fez a narração do livro dela, né? Vai fazer a versão... I'm Not a Robot, o livro. Adorei o título. Exato. Eu até perguntei pra ela, não deu vontade de trocar um pouquinho do texto, não? Não sei vocês, cada vez que eu escrevo um texto, eu olho e falo, putz, eu que mandaria esse parágrafo, aquela...

Ah, mas me deixaram fazer isso. Falei, ah, então beleza. Menos Fone Kito, né? Mas ela tá com um canal novo, seguindo uma tendência, que eu acho que a gente pode explorar aqui, se vocês quiserem. O Rambo viu os vídeos, mas pode falar dos vídeos, mas de ver muito jornalista, especialmente tecnologia, é o que eu sigo, né? Tem um viés aí. Mas no mercado de tecnologia, saindo de veículos grandões pra fazer a sua própria coisa e a...

Como é que ela chamava do The World? Que fazia vídeos também, montou o canal dela. Deu uma sumida. Eu tava olhando ela também, a Becca Versace.

Isso, exatamente. Então não teve tanta exposição, mas tá fazendo coisas também. E a Jonas Ternes, você pega o Casey Newton com a Platformer, o Peter Kafka, que ele é mais ligado à mídia imprensa e menos à tecnologia, mas trafega muito bem nisso também. Era do Recode Media, saiu pra fazer a coisa dele, tá lá com o Channels, que é um...

Um podcast super bacana. Então, é uma tendência do pessoal sair do veículo grandão. A própria Kara Swisher é que ela é o veículo. A Kara Swisher é a maior instituição de jornalismo de tecnologia há décadas. E ela é cria do Altmosberg. Ela, por muito tempo, trabalhou com ele, fez as cold conferences, etc. Mas ela também faz uma coisinha na CNN, faz uma coisinha não sei onde. Mas ela é ela. Trabalhava lá pro... Ela chama de Uncle Satan, o maluco lá. Olha...

Murdoch trabalhou pra ele e ela falou que passou a perna em mim, etc. Ela aprendeu, ela falou assim hoje eu sou dona 100% de tudo que eu crio, eu sou a dona. Tá no meu contrato que eu tenho o direito sobre qualquer conteúdo que eu crio, que eu compartilho, vídeo, podcast, entrevista, livro, matéria que eu escrevo, é tudo meu.

e tem veículo que não deixa, a maioria deixa, afinal, ela é ela, né? Se a gente quiser fazer isso, boa sorte pra gente. Então ela consegue. Mas também é uma tendência de essa independentização do jornalismo de tecnologia e a Jonas Turner seguiu e que bom pra ela, né? É, eu acho uma discussão bem interessante porque se for ver direitinho, ninguém realmente é independente, né? Assim, é independente num aspecto editorial, talvez, mas...

Você tá numa plataforma que é o YouTube, né? No caso da Joanna Stern. Então ela depende da plataforma que é o YouTube. Mas, é claro que é, sim, muito mais independente do que quando você tá ali no guarda-chuva de um grande conglomerado de imprensa que vai querer editorializar todo o seu conteúdo, né? Embora...

Eu nunca percebi isso em nenhum conteúdo, né, que eu assistia basicamente sempre os vídeos dela. Os vídeos dela pareciam muito ser os vídeos que ela quis fazer e fez. Não parecia ser algo que um advogado do Wall Street Journal foi lá e falou Ah, não pode fazer isso aqui, né? E tem algo nos vídeos dela que você não soube expressar quando você tava descrevendo e que eu também não sei porque eu acho que não tem como. Tem que assistir os vídeos.

Tem alguma coisa, eu não sei se é carisma, se é autenticidade, talvez. Ela é muito autêntica e tem um jeito só dela, assim, de fazer vídeo, que é muito divertido. Eu adoro, não teve um vídeo dela até hoje que eu fui assistir, me arrependi. Ah, putz, perdi tempo. Não, todos são excelentes. Os dois vídeos que saíram até agora no canal dela são muito bons. O primeiro é basicamente uma introdução...

do canal dela, que é onde ela explica o negócio do microfone dourado lá, e aí eu, quando eu vi o thumbnail do vídeo, eu vi que tinha o Casey Neistat, né, que participa do vídeo, me deu vontade de não assistir, porque eu não gosto dele, assim.

Não é nada contra a pessoa. Eu não tenho nada contra ele. Eu só não gosto, assim. Eu acho ele irritante. Não sei. Fane Kito. Não gosto. Só não gosto. Mas tava legal o vídeo porque tinha a Joanna Stern. E ela é a personagem principal do vídeo. Então, é altamente recomendado pra todo mundo que gosta de tecnologia. E quem não viu os vídeos dela na época do Wall Street Journal, volta lá e assiste. Tem todos no YouTube também. Não no canal dela, mas no canal do outro. Procura...

Joana Stern no YouTube que você vai achar. E um detalhe também que você não comentou, que mais recentemente, também o pessoal começou a chamar ela de Tech Mummy. Porque ela, primeiro, é mãe, né? E também, mas porque ela sentou lá o Craig Federighi e... Foi o Joss? O Joss, pode crer.

E basicamente deu um sermão neles lá de, pô, vocês prometeram que iam fazer e não fizeram. E realmente é muito divertido aquela entrevista, porque ela realmente tá dando...

mijão nos dois ali, tipo, pô como é que vocês não fizeram, não sei o que pô, e não dava pra saber quando vocês anunciaram lá, então o pessoal começou a chamar ela de Tech Mummy, e o nome meio que pegou então tem isso também ela tem um cachorro cujo nome é Browser eu acho muito bom que o cachorro dela chama Browser muito bom

De fato, a gente tem visto acontecer isso bastante. A gente estava falando agora um pouquinho off do René Rich. A Beca que você falou do The Verge, eu lembro que ela teve algumas tretas também com o The Verge. O primeiro vídeo dela no canal...

dela. Foi bem ríspido, assim, porque teve alguma treta quanto a conteúdo, se ela era dona ou não do conteúdo dela no The Verge. Então foi um negócio meio tenso. Mas o que eu sinto também é que o canal dela é meio intimista. Não dá pra falar isso num canal gigante, porque o canal dela já é grande. Não é gigante, absurdo, mas já é um canal grande. Ela já tem patrocínio. Mas ela faz o que ela quer ali. Então ela...

Ela gosta muito de fazer avaliação de câmeras, por exemplo. Então, ela toda hora tem alguma câmera nova, algum fone, algum microfone novo. Eu gosto do canal dela, de vez em quando eu vejo um ou outro vídeo. Mas eu sinto que essa galera sai para fazer esse conteúdo mais intimista mesmo e falar só do que gosta. Porque, querendo ou não, tecnologia eu acho que é algo muito grande, né?

Não sei se eles curtem falar de tudo e nesses canais eu sinto que eles estão mais focando em alguns detalhes. Não acho que vai ser o caso da Joanna. Acho que ela vai continuar sendo bem generalista e que bom, porque combina bastante com o conteúdo dela. Mas a Becca, por exemplo, não foi o caso. O René teve aquela época também que ele tentou emplacar um...

um outro YouTube dele pra fazer dinheiro, eu lembro que tudo quanto era vídeo era propaganda desse outro aplicativo, outro site, e aí eu acho que não deu certo, mas eu sinto muito que é isso, sabe? É essa galera tentando focar em alguns pontos que eles mais curtem ou não de tecnologia. É, tem...

Acho que trabalhar em veículo muito grande, você transita por vários nichos grandes. E você, primeiro, na hora que começa a vir patrocínio e etc, mesmo jornalista que ganha bem, percebe que você está deixando muito dinheiro na mesa. Afinal, você está trabalhando para alguém que está te pagando para fazer o que você... Aquilo tem uma cena muito boa de Mad Men depois, na segunda temporada, que ele está assim, a gente pegou o dinheiro deles, agora a gente tem que fazer o que eles estão mandando.

É meio isso, sabe? O personagem fala, num momento de caos com uma clareza tão grande, a gente pegou o dinheiro deles,

tem que fazer o que eles mandam. No fim das contas, quando você trabalha pra qualquer pessoa, é meio isso. Se a pessoa trabalha pra ela, de uma certa forma, a gente comprou. Então você fica preso a isso. A Jonas Terny, ela parecia ter uma liberdade editorial e criativa infinita ali. E se ela não tinha, meu Deus do céu, o que será que eles não deixavam ela fazer? Porque ela fazia de tudo.

E os vídeos todos meio estranhos, meio malucos. Ela não tinha vergonha de passar vergonha. Não como uma crítica, mas o vídeo é isso. Então isso sempre foi assim. E tem um pouquinho da coceirinha de querer fazer a sua coisa. Não para construir um império. Eu acho que não é por aí.

Mas a gente vê história de novo e de novo de gente que... Especialmente newsletter, cara. Newsletter é muito louco. Ah, tá aqui a newsletter que tem 18 milhões de inscritos. E você nunca ouviu falar do cara nem da newsletter. Mas tem. Não é nem lixo com 18 milhões. Tô chutando o número aqui pra passar o ponto, entendeu? Que sempre vai ter público. Se você tiver já um certo nome e fizer um conteúdo de qualidade.

qualidade com frequência, essas duas coisas juntas, só frequência não salva nada. Só qualidade sem frequência? Também não. Então tem que ter os dois pra conseguir fazer dar certo mesmo. Vejo muita gente tentar ir por aí. E claro que dos vários que tentam, a gente só fica sabendo das histórias de sucesso. Porque as histórias do fracasso a pessoa só some. E você não lembra que ela existe. Então, uma coisa que eu fico curioso altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima altíssima alt

É o quão sujeito essas pessoas grandonas também vão estar. E o Rambo falou de estar meio à mercê do algoritmo. Eu nunca esqueço um vídeo... Como é que ele chama o Song Day Man? Não lembro. Não é Jonathan Man? Jonathan Man, acho que é isso. É, é.

de ele falando sobre... Tinha um vídeo dele, eu lembro que o PH Santos falou sobre isso também. Eu acho que talvez o C.G. Brick Gray falou também sobre o monstro do algoritmo de recomendação. Que vai só recompensar você se você seguir alimentando o monstro e o tempo inteiro. Isso não para nunca. Eu tô muito referente de cultura pop hoje. A cena do Seinfeld, o Newman, que ele fala que as cartas não param e sempre tem mais cartas chegando e tem carta e tem que entregar porque as cartas não param.

É meio isso, né? Só que você é o que tem que dar conta de receber e entregar a carta, conteúdo o tempo inteiro. Se você não criar conteúdo, ele vai te penalizar. Tem que estar sempre ali. Mas a vida não deixa você estar sempre ali. Então eu fico curioso para saber o quanto essas pessoas, que já são nomes grandes, mas estão se colocando expostas a terem, né, até a mercê do...

do algoritmo de recomendação que vai recompensar só se você seguir fazendo, como é que entra nesse fluxo. Tanto que o YouTube já tem combatido um pouco disso e quando o assunto de saúde mental entrou de verdade na conversa sobre qualidade de vida de carregador de conteúdo, eles começaram a trabalhar um pouquinho essa parte também. Mas no fim das contas, estar sozinho tem um ônus e o bônus é estar sozinho. Ninguém vai fazer vídeo por ela se ela não puder fazer por algum motivo e a estrutura agora é 100% dela.

Eu espero muito que dê certo, porque ela é genial no que ela faz. Se o Walter Mossberg, ele tirou de letra fazer as colunas, a Jonas Tarn tira de letra fazer os vídeos, a mídia da geração, cada um a sua. Mas eu tô muito curioso, não só dela, pra ver como essa galera toda, grande e independente, vai seguir fazendo essa roda girar no médio e longo prazo. Tudo um pêndulo, daqui a pouco todo mundo volta pra coisa consolidada, depois sai de novo. Mas é interessante observar esses movimentos.

É, o bom, no caso da Joanna Stern, é que eu acho que uma pessoa como ela fica menos à mercê do algoritmo já por default, né? É claro que seria muito melhor pra ela se o algoritmo entregasse o vídeo dela pra todo mundo e entregou pra mim, por exemplo. Óbvio que, né?

o algoritmo do YouTube sabe que eu me interesso, mas enfim eu não segui ainda o canal dela mas existe obviamente um interesse ali, porque eu assisti todos os vídeos dela no Wall Street Journal assistindo no YouTube e ela tem ali centenas de milhares de seguidores no X e em outras plataformas, deve ter muitos seguidores também ela já tem uma boa plataforma em E aí

diversas plataformas pra poder divulgar ali. Acho que quanto a isso não é tão preocupante, né? Acho que não vamos ver ela postando vídeos com The Truth About não sei o que. E aí o thumbnail é fazendo a cara do Esqueceram de Mim lá, né? Cara de apavorado, assim. Só isso hoje em dia no YouTube, né? E vídeos de 50 minutos que poderiam ser de altíssimo.

12 minutos, mas que a pessoa faz durar 50 minutos por causa do watch time. É engraçado que você falou do algoritmo e tudo mais. De fato, eu acho que ela já sabe que vai precisar fazer algum trabalho em cima do algoritmo, porque independente do nome, acho que precisa. Tanto que ela já tá com 6 shorts aqui no YouTube. Então ela já começou com dois pés na porta, porque os shorts hoje levantam o canal. Mendy, você falou de newsletter e ela também tem uma newsletter aqui. Mendy.

Já tá, eu tava dando uma olhada aqui. Então, as duas coisas. Ela não é boba nem nada, conhece, né? É o pacote, né? Já chegou com o pacote completo. Obviamente deve ter um time cuidando disso. Duvido que seja ela sozinha fazendo tudo isso, mas... Legal, ela já chega com uma estrutura bem grande.

Cara, eu tentei entrar no fluxo de consumir newsletter, porque tem coisas muito legais que só saem isso, mas não funcionou. Teve episódios do área de trabalho que eu e a Bia falamos sobre isso, a gente chamou o Guedim pra falar sobre isso, e eu lembro que assim, um bando, e aí você abre na primeira semana, na segunda, na terceira, você deixa de abrir, na quarta, uma regra pra ir pra pasta de newsletter e pronto. O que o coração não vê, o olho não sente, sei lá, o contrário, né? Mas vocês entenderam que aí vai pra pasta de newsletter e passou assim.

Eu vi o Casey Newton comentando esses dias sobre criação de conteúdo, ele falou assim, mas o newsletter é muito louco, você me paga para eu te mandar e-mail, não faz o menor sentido. Você me dá dinheiro para eu encher a sua caixa de entrada. Mas é, é o pacote indie, é isso mesmo, o podcast, o vídeo e a newsletter. Eu acabei de me inscrever na newsletter dela.

Tem uma taxa de inscrição de 30%, aparentemente. Eu não sou de consumir muito, mas ultimamente eu comecei a olhar algumas sobre IA. Tem pelo menos duas que eu tenho lido aqui com conteúdo diário de manhã e não sei porque está funcionando comigo. Vamos ver se a dela também vai funcionar. Tem umas que são meio absurdas que exageram. Eu não sei porque.

Criei o login no Financial Times e eu devo receber pelo menos uns 10 ou 15 e-mails deles por dia. Metade vai para spam, metade vai para a caixa de entrada. Mas, assim, as que eu tenho recebido na caixa de entrada, eu tenho lido e tem sido legal. Vamos ver se o dela também entra no meu fluxo.

É, eu também não consegui me acostumar com o newsletter, não. Aqueles dois, três feeds RSS e é isso. O Matho até comentou que não é só jornalista, né? Mas pessoas da mídia em geral têm criado vlogs. Nesse caso, eu acho que algumas dessas pessoas estão fazendo para limpar a imagem, para criar uma nova imagem com as pessoas.

Principalmente esses jogadores de futebol sem entrar em nomes para não receber e-mails com críticas. Mas muitos deles estão fazendo para limpar a imagem. É diferente da galera do jornalismo. Acho que a galera do jornalismo não é a gente que está realmente focando no seu próprio conteúdo. Fazendo uma coisa mais autoral ou mais otimista. É um pouco diferente.

diferença, né, porque é que tem esse lance agora que eu particularmente odeio que todo mundo tem que ser influencer. E aí, tipo, o pior, a pior categoria é político, que agora político tem que ser influencer. E aí faz vídeo na internet pra aparecer, vai em debate pra fazer cortes.

pra postar nos shorts, pra ó, eu lacrei aqui no debate, né, ou vai fazer caminhada pra não ser onde, né, faz essas coisas aí. Então, eu odeio essa trend de todo mundo tem que ser influencer. Eu acho que é uma pegada bem diferente, né, não tem muito... Pelo menos assim, no caso de jogador de futebol, né, quando aposentar já tem outra carreira ali, de repente.

Jogador aposentado agora faz podcast. Tem isso também, podcast no YouTube. E jogador que não é aposentado faz vlog para limpar a imagem. É esse o padrão agora. Podcast é o estágio final de qualquer carreira, né? Eu lembro quando o pessoal brincava que a carreira de Apple Developer era, né, júnior, pleno, sênior, gerente, podcaster. Eu pulei gerente, olha só.

Ou então, é... artesão, né? Vai trabalhar com madeira. Eu já pensei em vender minha arte na praia. Das coisas que a natureza dá. Exato. Mas é o que todo mundo que pede demissão dessas empresas de IA, de laboratório de fronteira, faz. Toda carta de demissão que o cara posta no LinkedIn, né? Mas, ah, gente, tô preocupado aqui com o futuro da humanidade. Esse foi o meu último dia da OpenAI. Eu tô me mudando pro deserto onde eu vou passar a viver de clorofila. Sabe assim?

É, essa gente sabe de algo que a gente não sabe. É, então, é curioso que o pessoal sempre desses laboratórios é só isso. Agora eu só vou escrever em soneto quaternário e pronto, sabe? E viver disso. Nem que esse pessoal já ganhou o suficiente pra poder, de fato, viver disso. O pessoal de rendimento já tá resolvido, mas...

Cara, se eu não precisasse... É, você tá cheio da grana ali, pô, vai numa fazenda lá. Porque imagina o cara que trabalhava nessas áreas aí, é como se estivesse com um computador plugado no cérebro, 24 barra 7, assim, a pessoa realmente deve criar uma ânsia de... Ah, não quero mais saber disso, chega. O Chris Letner, que foi o criador do Swift, também virou artesão. É, então.

muito bem, e a gente tem aqui, é claro, o Alô ADT você que foi lá em gigahertz.fm barra feedback e mandou sua pergunta, pode ser sobre tecnologia ou não, só não suporte técnico, né, pra isso tem os fóruns ou as IAs, mas o Vitor Amaro mandou o seguinte, como vocês fazem pra vender ou trocar seus Macs? Tenho achado muito difícil conseguir trocar de máquina vendendo Mac antigo ou só eu tenho esse...

problema. Spoiler, Victor, não é só você, não. Não. Mac é tão difícil vender que eu nunca consegui vender nenhum. A não ser que seja o Mac Mini. Quem tem um Mac Mini hoje em dia, vende pelo dobro do preço. Aham. Nos Estados Unidos, tem gente vendendo Mac Mini por 10 conto, 10 mil dólares. Ô, louco. Nada a ver. É que tem sempre um louco no eBay, né? Mas é, lá tá em falta. Mas eu nunca consegui vender um Mac. A sorte é que eu compro um Mac de vez e nunca, né? Então eu comprei em 2011, em 2015 ou 2016, e um faz...

dois anos. Mas vender Mac é um problema mesmo, porque é muito caro. Mesmo usado, é muito caro. Então, a pessoa tem uma resistência grande e fala, cara, eu vou pagar 16 mil reais no computador usado? Não vou. Eu pago 20 no novo. Não vai pagar nenhum nem outro, mas entendeu o ponto? Então, eu não sei vocês, mas pra mim eu tenho dois Mac encostados aqui. É o meu museu privado, por não ter... Eu não me esforcei muito, pra ser sincero.

Aliás, eu tô vendendo um iPhone 13 Pro Max, quem quiser, falou nisso. Até hoje eu vendeu também.

Mas tá, tá só encostado aqui. Um por muito tempo foi meu NAS, eu deixava tudo ali, era o meu servidorzinho Plex, e o outro só ficou, mas tá tudo aí. É, eu por exemplo decidi, não é 100% relacionado, mas eu decidi, a não ser que a Apple lance algo revolucionário pro iPad nessa WWDC, eu vou vender o meu iPad e nunca mais vou ter iPad. Porque esse iPad que tá atrás de mim aqui, ele me dá trabalho.

Porque, tipo, eu tenho que desbloquear ele de vez em quando pra ele não reiniciar porque não desbloqueou, né? Que tem aquele lance agora que 24 horas, acho que é um... Não, não é 24 horas, é tipo 3 dias, uma coisa assim. Ele reinicia pra ficar no modo BFU lá. E quando tem update do iOS, eu tenho que lembrar de ir ali, atualizar. É só isso que eu...

O que eu faço nesse iPad? Desbloquear ele pra ele não morrer e instalar update. Só. Eu não faço nada. Então se não mudar tudo, revolucionar nessa WWDC, eu vou vender esse iPad. Então me procurem aí depois da WWDC que daí a gente conversa. Mas cara, é complicado. Principalmente quem usa Mac mais topo de linha, que é o meu caso, por exemplo, é mais caro ainda. E aí é que nem você falou, fica num limbo, porque é um produto muito caro.

Novo. Você vendendo usado, obviamente, você vai fazer um baita de um desconto. Mas ainda assim é muito caro. A ponto de a pessoa que está procurando um Mac desse nível, ela vai comprar novo.

Tipo, tá, o novo é 10 mil reais, mas a pessoa vai pagar 10 mil reais. É que nem você disse, se eu vou gastar 20 mil reais no computador... Gastar não, investir. Se eu vou investir 20 mil reais num Mac usado, eu invisto 25 no novo. Pra ter o novo, com cheirinho de Mac novo, com a bateria, com a saúde 100%. Ainda mais...

Sem nenhuma marquinha. É, porque assim, eu tenho aqui um Mac M1 Max, 14 polegadas, 32 giga. Olhando assim, ele tá novo, deve ter uma ou outra marquinha mínima. Bateria deve estar com 90%. Mas se eu for vender ele, vai ser muito caro. Eu até já teve amigos assim que vieram me perguntar, não quer vender esse Mac e tal? Olha, eu até quero, mas acho que você não vai querer comprar.

Porque geralmente, assim, se é um amigo, eu já sei o que a pessoa pretende fazer no Mac. E aí eu já sei que não é o que a pessoa precisa. A pessoa precisa de um Mac muito. Um MacBook Neo já servia pra pessoa, sabe? E aí, pô, vai comprar um Mac de 20 mil reais? Não, né? Então, realmente, Vitor, é complicado. Quanto mais topo de linha, mais complicado fica. Exceto o Mac Mini, atualmente. Sobre o Mac Mini, pra eu não esquecer. No Brasil, o prazo de entrega tá de 12 a 14.

14 semanas. Nossa! E na divulgação... Fora os que você fala, que você quer e fala, indisponível. Então, no mínimo, é isso. E hoje, na divulgação do relatório fiscal, a Apple falou cara, vai passar meses assim. Ou seja, não vai sair mesmo...

Então, a não ser que eles surpreendam o WWDC, pode ser, mas eles deixaram atipicamente bem claro que não tem e não vai ter. Então, quem comprou, comprou, e é isso. E sorte dos ebayzeiros que estão faturando em si. Eu estou olhando para o meu Mac Mini aqui com uma vontade de colocar no eBay.

10 mil dólares agora, né? Mas eu, no meu caso, eu também troquei poucas vezes de MacBook. Eu tive um MacBook Pro clássico, mas não era topo de linha. E como eu sempre cuidei muito bem, meus amigos olham e falam Pô, quando você... Mesma coisa que o Ramo, né? Quando você quiser vender, fala comigo. Então eu vendi ele muito rápido. Meu MacBook Air, o primeiro que eu tive, também foi assim.

E o terceiro foi o único que eu não vendi para um amigo, mas eu vendi para um amigo de um amigo. Então também foi extremamente rápido. E aí eu acabei ficando com o meu M1, porque esse eu uso para viagem. E o Mac Mini eu não pretendo vender apesar da brincadeira, que é o meu Mac de trabalho.

Mas até hoje, acho que esse Mac Mini é o primeiro Mac que eu tenho mais topo de linha, mais próximo de um topo de linha, porque ele tem memória RAM já grande, com 48 GB de RAM, tem 1 TB e é um M4, M4 Pro. Então, todos os outros equipamentos eu sempre tive médio para básico, sempre me atendeu, apesar de ser desenvolvedor, sempre me atendeu muito bem, com suas limitações, é claro, não vou dizer que...

Dava pra fazer tudo que não dava, mas sempre me atendeu muito bem. Mas eu acho que é isso, assim, eu sempre consegui trocar muito fácil por causa disso. Realmente, agora talvez seja mais difícil. É, realmente. É, eu tô com um M2 Max aqui, não pretendo trocar tão cedo. Ainda mais que parece que os M6, né, que iam sair no final do ano vão atrasar. Não vão atrasar porque, né.

Mas enfim, vocês entenderam, né? Não vou sair tão cedo. É, e aí, porque eu pensei, não, eu vou, quando sair um MacBook Pro com tela OLED, aí eu, vai ser o meu ponto de upgrade. Mas também tem que ver o preço, né? Porque tem esse ponto.

Vou custar 50 mil reais, não, deixa quieto, vou ficar com esse M2 aqui pro resto da vida. Eu acho que dá, viu, porque é bom o negócio. Acho que é a mesma coisa com esse meu Mac Mini, assim, ele não trava, não tem problema nenhum. Assim, é zero problema mesmo e não me dá estresse, não faz barulho em cima da mesa. Nem parece que eu tenho equipamento aqui.

Então, toda vez que eu vejo alguma notícia de novo Mac Mini ou novo MacBook, eu falo, pô, que legal. Uma tela talvez fosse legal e tal, mas eu olho e falo, não, muito caro. Agora, deixa esse carinha aqui, tá ótimo, tá me atendendo e não tenho pretensão de trocar. Boa.

Agora, o Jomar Magraff está com um problema muito triste. Ele mandou aqui para a gente. E, na verdade, eu acho que a gente vai pedir para vocês mandarem sugestões. Porque eu já adianto que eu não tenha. Mas ele falou o seguinte. Tem uns créditos da OpenAI barra chat GPT que comprei para testar a API e desisti.

Vocês teriam algumas ideias do que poderia fazer com esses créditos? Pode ser através de Home Assistant, Prox, Mox ou Mac. Forte abraço e um excelente final de semana pra você também, Jomar, e... não sei, que problema difícil, né? É, isso é tipo... Gente, eu tô com esse bando de H100 aqui que eu não sei o que fazer. Alguém também dá uma ideia?

Tô com essa pilha de Mac Mini aqui. Tô com esse bando de token no seu Zacara. O Marco podia vender os 48 Mac Minis por 10 mil dólares cada ano. Nossa, ele se aposenta com o tanto de Mac Mini. Acabou, não faz mais de nada. É, então, assim...

Esse é um alô a Detencios. Porque quem tiver ideias do que fazer e ajudar o Jomar, vocês mandam para a gente. Então ele está aí com um bando de API da OpenAI e quer dicas e falou, pode ser através de HomeKit, de Home Assistant, do ProxMax ou Mac. Então ele já falou para onde ele quer que aponte. Já ajuda um pouquinho a quem tiver boas ideias. Mas mandem em GigaRets.tv em barra feedback para a gente resolver esse problema terrível que ele está de estar com API demais. Ideia de menos para usar.

Assim, você falou um bando, ele falou uns créditos, assim, né? Um bando é mais do que uns. Então, acho que, né, dependendo aí, Jomar, você não quer vender a conta?

Eu ia comentar isso. Não quer vender a chave de API? Fecha essa conta, revende ela do jeito que tá. Ou espera mais um pouco, tipo Bitcoin, né? Guarda essa conta mais um pouquinho, que daqui a pouco vai estar valorizado. É. Ou não, né? Se bem que não, porque token costuma baratear ao longo do tempo.

Exceto o Dan Trump. É. Agora, o Alisson Menezes mandou uma pergunta interessante aqui. Existe algo que faça vocês pararem tudo relacionado a trabalho ou produtividade a ponto de só voltar a fazer aquilo quando terminar? Exemplo, estudo programação do tempo livre lançou Resident Evil 9, produtividade, perdemos. Só voltei quando platinei.

E aí, tem alguma coisa que causa isso em vocês? Falei no banheiro. É, dor de barriga. Pior que às vezes meio com dor de barriga, dá uma segurada. Eu penso muito no Mark Hurley nessas horas que ele fala, que ele não se aguenta e transforma as coisas que ele mais gosta em trabalho. Então, todo o hobby que ele tinha, o lance da caneta, do Fórmula 1, de tecnologia, etc, fez um monte de podcast disso. Ele quis virar maker, virar youtuber, começou a comprar teclado, desmontar no computador.

na frente da câmera. Então, a única coisa que eu parava, quando eu trabalhava em agência, por exemplo, que eu parava tudo e dane-se se alguém achar ruim. Eu vou parar e vou fazer. Era tipo, ver WWDC. E hoje é óbvio que isso é parte do trabalho. Então, eu paro o trabalho pra trabalhar, no fim das contas, né? Então, assim, eu não sei, teve o cara que ficou bravo que eu falei que eu não como muito doce, né? Eu não jogo muito videogame, então, eu não...

Isso numa coisa que me seduza, sei lá, e série, coisa assim, já fui mais ligadão. Então, sei lá, na época de Lost, por exemplo. Lost, dane-se, não vou dormir até sair Lost no Torrent, porque eu queria ver rapidinho. E assistia, duas, três, quatro da manhã. Depois, no dia seguinte, eu resolvia o que eu precisava fazer. Mas... Hoje em dia, de parar mesmo assim, o que eu preciso fazer é ou banheiro ou incêndio. Sei lá, porque eu sei que se eu parar, é das cinco da manhã, eu vou estar aqui ainda. Então, sei o quanto custa, sabe?

Ultimamente comigo tem sido algo assim por conta de hora extra, enfim. E aí eu acabei que no meu tempo livre eu diminuí meu estudo de programação porque eu passo 12 horas aqui dentro do escritório, seja trabalhando em hora extra, seja fazendo o Bom Dia Tech. Então assim, era às vezes mais de 12 horas aqui, então no final de semana eu não queria programar.

Tem alguns hiatos assim por conta dessas horas extras. E aí, por conta disso, meu tempo livre era no Pocopia. Eu tenho jogado bastante. Tem um tempinho sobrando, eu vou ali e jogo Pocopia. Ultimamente, eu tô fazendo uma maratona. Não é bem maratona, porque enfim, eu tô vendo quando dá. São os filmes do Godzilla, os clássicos. Então eu comecei com a era Millennium. Vou pra nova era agora e depois eu vou voltar pros clássicos.

Então foi uma loucura que me deu na cabeça, porque eu adoro Godzilla, eu adoro filme de Kaiju. E aí eu falei, não, vou ver os filmes do Godzilla aqui e tô curtindo. Acho que são essas duas coisas de videogame. Agora eu tô num momento por copia e... Ah, é um outro jogo também que eu recomendo que...

comecei a jogar recentemente foi a Hell Clock que é um jogo brasileiro bem divertido e me pegou bastante mas acho que é isso. Mas aí é mais como hobby, não é que você tá parando de trabalhar pra ir jogar, né? Não posso, tipo, eu queria parar de trabalhar. Poder ninguém pode, né? Mas às vezes acontece, né?

Eu queria muito, sei lá, chegar hoje, meio da tarde e falar chega, não quero mais trabalhar, vou sentar no sofá e ficar vendo filme o resto da tarde. Mas se eu fizer isso, não bate salário no final da conta, no final do mês. É, eu também atualmente não tenho nada também, eu também não sou muito de jogar, também não sou muito de doce, podem mandar seus e-mails, os fanboys de doce, né? Mas assim...

É que nem o Mendes falou, vira trabalho, né? Tipo, é, WWDC, ah, vai ter aqui nojo da WWDC. Não importa o que esteja acontecendo no mundo ou no meu trabalho, eu vou parar pra assistir, mas é trabalho, de certa forma, né? Porque eu não faço cobertura de WWDC, mas, enfim, é muito relevante pro meu trabalho e também depois a gente vai falar no podcast, então acaba se tornando trabalho também. Mas é um trabalho que interrompe outro trabalho, né? De certa forma.

Ou então, assim, se eu tô trabalhando em alguma coisa aqui e encontro uma vulnerabilidade ali no sistema da Apple, alguma coisa que pode dar um bug bounty. Às vezes eu paro e vou olhar um pouquinho mais a fundo, porque senão eu vou ficar só pensando naquilo e não vou conseguir continuar o que eu tava fazendo anyway, então, né, melhor olhar isso logo. E aí logo descobrir se é algo ou não pra...

seguir a vida. Mas é mais isso. Então não tem, não, nenhum jogo, nada, assim. O meu principal hobby é cozinhar, mas eu não me dá uma vontade louca de fazer um bolo do nada e aí eu paro de trabalhar e vou fazer um bolo. Então não...

Eu acho que assim, a única coisa que também me faz parar de trabalhar, mas de certa forma eu vou fazer o podcast, que enfim, não é um trabalho, mas já faz parte do meu dia a dia, são meus eventos também, principalmente a WWDC. E tem alguns eventos que eu gosto de fazer cobertura e resumo. Então, eu por exemplo, assisto a WWDC pelo meu trabalho e pelo podcast. Então...

Eu acabo de assistir a WWDC, sento aqui e começo a fazer a pauta pra já lançar o episódio logo em seguida. Então acho que eu também tô na mesma. Mas, enfim, acabou a pauta, acabei de lançar o podcast, eu tenho que voltar a trabalhar pra compensar o tempo. Então, não tem como fugir. E o Eduardo Papa, que tá acompanhando ao vivo aqui, falou de vez em quando eu paro aqui o trabalho e dou uma dormida. Já tenho uma cama no escritório, não é à toa, home office é vida.

É isso aí, Eduardo. Eu acho que de todas as opções, você parar pra dar uma dormida é o melhor delas. Exato. Assumindo que você acorde renovado depois, né? Cara, aconteceu recentemente, eu não contei pra vocês. Eu... Teve um dia que eu tinha dormido tão mal, foi numa quinta-feira.

Então a gente terminou de gravar meia-noite e meia, eu fui dormir uma da manhã, acordei às sete. E isso pra mim é muito pouco. Aí eu... Ah, quer saber? No final da tarde eu deitei um pouquinho e eu dormi. Cara, eu fiquei um caco. Péssimo, péssimo. Nunca mais. Porque fazia, sei lá, dez anos que eu não dormia sem ser à noite. Foi uma péssima ideia. Eu não faço mais isso. Mas deveria ter aguentado até de noite.

Eu fico meia fase também. Mas se é bom pra você isso, é excelente. Acho que é melhor do que parar pra jogar. E depois que eu fui lendo aqui o Eduardo Papo falando assim, já tem até uma cama no escritório, não é à toa. Eu falei, home office é vida. Eu falei, ah, bom. Só faltava o cara ter o puxadinho dele no escritório. Esse quartinho aqui é meu pra tirar a dormida após almoço. Minha empresa, minhas regras, né? Exato.

Agora, tem a clássica aqui do contente, né? Que ele sempre manda alguma pergunta diferente. Ele perguntou o seguinte. Quando vocês estão em uma loja e vão pagar, vocês pagam 1. com Apple Pay do Apple Watch ou 2. com Apple Pay do iPhone, mesmo estando com o Apple Watch. Tempo!

então, depois que ele fez essa pergunta eu notei a gente recebeu o e-mail e eu fiquei com isso na cabeça eu notei que eu só uso o Apple Watch eu posso estar com o iPhone na mão o cara chegar com a maquininha, a pessoa chegar com a maquininha pra mim, eu viro o pulso

pago com o relógio. O que não faz sentido. Eu poderia usar o iPhone, ele já tá na minha mão. E eu já me peguei inclusive, por exemplo, vou no mercado. Eu coloco o relógio, não precisaria. Eu vou lá, coloco o relógio, vou com ele pra pagar a conta. Então eu 90% das vezes pago com o Apple Watch, mas depois do e-mail dele, eu me forcei a usar o iPhone pelo menos uma vez. Então por isso que é 90% das vezes.

Eu, por um período muito breve na minha vida, tive o Apple Pay funcionando perfeitamente com os meus cartões dos dois bancos, tanto no iPhone quanto no Apple Watch. Era glorioso. Eu só usava no Apple Watch. Aí acho que eu troquei de Apple Watch, sei lá o que eu fiz. Aí não consegui cadastrar, porque aí o banco precisava autorizar.

confusões assim, falei, ah cara, deixa pra lá. Aí eu passei a usar o Apple Pay só os dois cartões no iPhone. Aí eu tava viajando lá no comecinho do ano, troquei de iPhone, e aí eu fui ativar os cartões no Apple Pay. Um deles eu consegui, o outro não. E é que nem o HomeKit, que as coisas vão quebrando aos poucos, eu vou desistindo, falei, cara...

Então hoje eu uso o único cartão que funciona só no iPhone. Apesar disso aí com o Apple Watch, etc. Eu vou no que está funcionando. Na hora que esse parar de funcionar, eu faço a rapa da manutenção e instalo tudo em todos. Mas hoje em dia é bom que é fácil, né? Que eu não tenho que escolher. Vou pagar negócio, aperta, aperta, tap, pronto. Está resolvido. Mas se eu tivesse feito funcionar de cara, sem ter que ter trabalho de carregado, eu estaria com o cartão... Eu tenho o cartão oficial, né? Que eu uso. Esse ia ser o do Apple Watch, mas...

Ele não quis funcionar, eu não quis fazer funcionar Hoje é só um no iPhone mesmo Eu faço a opção 2 Porque realmente Eu tô sempre com o Apple Watch Mas eu pago com o iPhone Por dois motivos Um é que eu acho muito desconfortável Não é ergonômico Que você tem que virar o pulso Assim, dependendo da posição Da maquininha, fica meio desconfortável Quase que o NFC tinha que ser Na pulseira, na parte de baixo Então

É verdade, né? Pra você só aproximar assim, né? Poderia usar o relógio ao contrário, né? Mas aí é esquisito. Eu acho, pelo menos. Eu não usaria nada contra quem usa. Tenho até amigos, aquela coisa. Mas... E também tem uma questão social, assim, da expectativa social. Porque não é tão comum.

Pelo menos não aqui no mercadinho aqui que eu vou, nos lugares que eu vou. Então quando você fala que vai pagar no crédito e pega o celular, a pessoa já entende. A pessoa do caixa já entende. Porque é comum as pessoas pagarem com o celular. Mas se você não pega nada na mão, tipo, você pega o cartão, a carteira, o celular, mas se você não pega nada...

A pessoa do caixa às vezes fica olhando assim e pergunta de novo. Fica uma... Dá uma certa confusão. E o Arthur tá rindo porque provavelmente ele tem um caso desse pra contar. É porque teve uma vez que eu tava na rua andando e eu falei Ah, vou comprar uma água aqui, vou nessa banca do senhorzinho aqui da esquina. Vou comprar uma água. E aí no momento que eu passei o relógio na maquininha, ele me olhou como se eu estivesse matando alguém.

E aí ele olhou, olhou pra minha cara e falou, o que que é isso? Eu falei, não, é o Apple Watch, eu expliquei a ele. Como você anda com o Apple Watch, com o cartão no seu pulso no Rio de Janeiro? E ele me deu um sermão tão absurdo, mas um sermão tão... E aí eu desisti de explicar que era seguro, eu não tinha condições nenhuma. Eu falei, não, o senhor tem razão, eu vou parar de usar o cartão no relógio.

Eu só peguei minha água e saí. Mas assim, ele acabou comigo de uma forma. Que depois eu olhei e falei, nossa, será que ele não tem razão? Nessas horas você tem que usar a estratégia de papo de Uber. Aham, pois é, né? Que coisa. É, foi isso. Eu falei, nossa. E ele quase me convenceu de tanto esporro que eu levei. É que aí você não tinha mais como fazer. Mas teve uma vez que eu usei. I'm sorry, I don't speak Portuguese. Nossa, essa é uma boa.

E aí o Matt falou aqui que você podia ter só falado, é seguro, não é da Visa. Nossa, mas aí imagina eu explicar isso para o senhorzinho da banca que estava querendo me matar. Nossa. Fala para ele ver o DT. Quer saber? Pega esse relógio para você. Isso que ele queria. Vai ver? Essa é a estratégia dele. Aí você olha, ele tem um monte de Apple Watch no bolso ali. Não, mas assim...

brincadeira à parte, de fato isso aconteceu mas assim, o que às vezes acontece, as pessoas mais novas perguntam como é que funciona e quais modelos que tem isso já me aconteceu algumas vezes as pessoas olham, ah, mas qual relógio da Apple tem? Não fala Apple Watch fala, ah, relógio da Apple tem algum relógio?

É, o relógio do Android, alguma coisa assim. E aí eu explico, aí pergunta sobre segurança e, enfim, aí eu falo normalmente, né? Se a pessoa não quiser me dar um sermão igual foi o senhorzinho. Mas eu costumo explicar porque, enfim, é legal. Eu acho interessante explicar para as pessoas que é seguro, enfim. Não é a pessoa arrancar o relógio do meu pulso que vai pegar o meu relógio e passar em qualquer lugar. Mas acho que só com ele eu tive esse problema mais sério.

Mas aí, ó, quando tem o lance da pessoa, daí você explica e tudo mais, o máximo que já aconteceu quando eu paguei usando o iPhone foi a pessoa falar, olha, nunca tinha visto esse iPhone sem ser na cor laranja, né, do 17 Pro.

O máximo que já... Como eu sou uma pessoa que às vezes eu não tô muito afim de conversar, é melhor assim. E se eu tiver empolgado, aí eu vou começar a falar e vou ficar meia hora falando do negócio da visa, daí a fila traz ali. Tá bom, tá bom, já entendi, já entendi. Esse é um ótimo jeito de fazer a pessoa se arrepender e nunca mais resolver fazer isso. Você faz um filibuster ali na fila.

Puxa o quadro branco, né? Começa a desenhar o algoritmo ali. Exato. Me lembrou quando logo que saiu os AirPods. É sempre fila do caixa, né? Fui passar no caixa, tava de AirPods, tirei. Mas eu falei assim, nossa, mas não tem fio? Eu falei, não, ele é... Comunica por Bluetooth. Mas veio assim ou você cortou?

Não, já veio assim Eu não sabia Porque parece muito, né? Eu lembro que a gente Primeiro ainda, né? Que é, aquela coisa Que é aquela coisa horrorosa Que cigarro Cigarrinho Exato, né? Mas veio assim Ou você cortou Nunca esquece Genuinamente curiosa Pra saber como é que funciona Não, não, já vem assim É tipo Wi-Fi

E você não riu? Não, eu fiquei... Cara, coitado da menina, eu não sabia. Por dentro eu ri, porque é uma pergunta engraçada, mas eu não sabia, coitado. Então tá vendo, ó, eu ia... Estamos indo aqui. Eu ia rir porque eu ia achar que a pessoa tava brincando. Pode ser.

Very funny. Enfim, mandem suas perguntas lá no gigahertz.fm barra feedback. Quero agradecer aqui o Edu, que edita o podcast e faz a gente parecer mais inteligente. Quero agradecer a Firmou Consultoria pelo patrocínio, os mais detensos que nos apoiam lá em gigahertz.fm barra apoio. E pra falar com vocês, como é que faz?

Bom, para falar comigo é só ir no arrobaarturunderlines, dividir no Instagram ou no Threads, e às terças e quintas lá no Bom Dia Tech. Boa. Para falar comigo, MVC Mendes lá no Threads, apresento por aqui o área de trabalho à fonte, apresento para a Luruiar Sob Controle, e os textos vocês encontram no 95Mac. Muito bem. Eu estou lá no mastodon.social, arrobaunderlineinside, e apresento também o Olá Mundo aqui pela Gigahertz. Tudo dito e posto. A gente volta semana que vem. Falou.

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