Episódios de USE SP Momento Espírita

Programa Momento Espírita - 03/05/26

07 de maio de 202645min
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Enquete: "Todos os Espíritos inferiores são maus ou malvados?"; “Campanha de incentivo à cultura”- sugestão de obra: O Livro dos Espíritos e sua tradição histórica e lendária, de Silvino Canuto Abreu; o assunto enfocado no Espiritismo Hoje é “Silvino Canuto Abreu (19/1/1892 a 2/5/1980)”: Você já conhecia este espírita? Sabe algo de sua atuação espírita?; Momento do ouvinte: respondemos à pergunta de Carlos, de Osasco, SP; Recentemente um familiar muito querido foi morto em um acidente. Como ter contato com ele?; Estude e Viva: Estamos estudando a Revista Espírita, publicada por Allan Kardec, tratando hoje do artigo “Novos Médiuns Americanos em Paris”, de fevereiro de 1862.

EQUIPE: Suzete, Onivaldo, Amorim

Participantes neste episódio3
N

Niva Amorim

Host
S

Suzete

Host
A

Amorim

Convidado
Assuntos6
  • Silvino Canuto AbreuVida e obra · O Livro dos Espíritos e sua tradição histórica e lendária · Tradução de O Livro dos Espíritos · Projeto Allan Kardec
  • Contato com entes queridos desencarnadosNatureza da morte · Vida após a morte · Experiências de quase-morte · Comunicação com espíritos · Estágios do luto · Preces e pensamentos positivos · Cuidado com falsas cartas mediúnicas
  • Mediunidade e EspiritismoArtigo "Novos Médiuns Americanos em Paris" · Crítica à mediunidade como divertimento · Alerta sobre falsos médiuns · Análise crítica de mensagens
  • O Livro dos EspíritosDefinição de espíritos inferiores · Maus ou malvados
  • Portal UZI e Congresso Estadual de EspiritismoSite da UZI (usissp.org.br) · 19º Congresso Estadual de Espiritismo · Revista digital Dirigente Espírita
  • Rádio Boa Nova e TV Mundo MaiorDivulgação do Espiritismo · Clube Amigos da Boa Nova
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Olá amigos, estamos iniciando mais um programa Momento Espírita, programa da UZI, União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. 54 anos no ar aqui pela Rede Boa Nova. Hoje no programa de número 2807, nós temos na apresentação Niva Amorim e eu Suzete.

E desde já, nós vamos passar a nossa enquete do mês, o nosso WhatsApp, nosso e-mail, e já vamos dar o nome do sorteado do mês. Então, você pode participar respondendo a seguinte enquete.

Todos os espíritos inferiores são maus ou malvados? O que você pensa disso? Espírito inferior são maus ou malvados? Você pode responder através do WhatsApp 11 998405706 ou através do nosso e-mail momentoespírita.org.br O que você pensa disso?

Esse sorteio é feito todo primeiro domingo de cada mês e entram todos os participantes, quem deu sugestões, críticas, fizeram comentário. E este mês quem ganhou foi uma sorteada.

Solange Fialho. Ô Solange, muito obrigada pela sua participação e ganhou o livro de presente. Só que Solange, nós queremos pedir para você entrar em contato conosco através do nosso WhatsApp ou e-mail, passando o seu endereço, para nós mandarmos um livro para você de presente pelo correio 1199840.

5706 ou por e-mail momentoespírita.org.br Estamos aguardando. E assim como a Solange, você também pode participar. Nós ficamos muito felizes quando nós recebemos o seu contato. Niva, o que nós teremos na campanha de incentivo à cultura hoje?

Olá, Momento Espírita agradece a sua audiência. Sejam todos bem-vindos, queridas amigas e amigos. Vamos falar sobre campanha de incentivo à cultura e comentaremos sobre o livro dos Espíritos e sua tradição histórica e lendária de Silvino Canuto Abreu.

Então daqui a pouquinho nós vamos conhecer um pouquinho sobre o Silvino Canuto Abreu e também o livro que ele escreveu. Espiritismo hoje, Amorim, o que nós traremos?

Olá Suzete, olá Nivaldo, olá amigos de Momento Espírita. Nós estamos sempre falando sobre algum assunto que está relacionado com o nosso cotidiano, com o nosso dia de hoje. E porque nós tivemos a desencarnação do Silvino Canuto Abreu no dia 2 de maio de 1980, é que hoje nós vamos falar sobre ele. Ele é o autor do livro que daqui a pouco a gente vai falar na campanha de incentivo à cultura e vamos falar sobre ele em destaque.

porque o trabalho que ele realizou é bastante amplo e ele é muito pouco conhecido, muito pouco referenciado no movimento e por isso nós acreditamos que merece esse destaque de hoje, Suzete.

Vamos falar do site da Uzi, vamos falar da Rede Boa Nova e também vamos responder a pergunta que o ouvinte nos fez. Foi o Carlos de Osasco, São Paulo. Você também pode fazer a sua pergunta e nós vamos responder. O Carlos pergunta o seguinte, é um assunto bem interessante que ele toca aqui. Recentemente, um familiar muito querido foi morto num acidente.

Como ter contato com ele? Muitas pessoas querem saber como é que a gente faz contato com os amigos queridos que partiram. Então hoje nós vamos responder sobre isso. Estude viva, Murim. Vamos continuar estudando a Revista Espírita e o que veremos hoje.

Lembrando que a Revista Espírita foi escrita por Allan Kardec, nosso professor Rivail, de janeiro de 1858 até abril de 1869, porque ele desencarnou no final de março, a Revista de Abril já estava pronta.

Hoje nós vamos falar sobre o número de fevereiro de 1862. Tem um artigo muito interessante, cujo título é Novos Médiuns Americanos em Paris. Mais uma vez ele referencia notícia de jornal. Nós vamos falar sobre isso no final do programa. É muito interessante. Então nós convidamos você a ficar conosco aqui, interagindo através do WhatsApp, do e-mail e participando de alguma forma.

E já iniciando aqui o nosso programa, vamos começar falando sobre a campanha de incentivo à cultura. Niva, você nos trouxe a lembrança aqui do livro que vamos falar hoje, vamos dar a dica para vocês lerem, é um livro muito interessante, que é do Silvino Canuto Abreu. O livro é Livro dos Espíritos e Sua Tradição Histórica e Lendária, que ele escreveu. O que trata esse livro, Niva?

Olha Suzete e amigos ouvintes, é muito interessante abordar realmente aqui no Momento Espírita a trajetória de Silvino Canuto Abreu, um espírita fantástico, ele viajou muito do Brasil para a Europa e outros lugares do mundo, inclusive, coletando dados e elementos para justificar realmente o trabalho maravilhoso que foi apresentado pelo nosso professor Rivaio.

E através desse trabalho, ele conseguiu essa divulgação. Publicou em separadas o Púsculo, o livro dos Espíritos e sua tradição histórica e lendária, que nós estamos comentando aqui, que foi editado pelo Lar da Família Universal.

Esse livro que ele escreveu, é importante a gente dizer que é uma criação literária do Canuto. Ele fez com base em tudo que ele conseguiu levantar sobre o desempenho do nosso professor Rivail, Allan Kardec, e várias referências que ele conseguiu obter com pessoas com quem ele conversou na França várias vezes que ele esteve lá no começo do século XX.

Ele tentou reconstituir aquele ambiente que seria o do lançamento do livro dos espíritos, de sua primeira edição. Então ele constrói essa imagem, é um romance que ele faz, como se fosse uma novela, porque inclusive foi publicado em fascículos, depois foi colocado num livro.

Então é uma história muito interessante, é claro que nós não podemos considerar que é absoluto, porque é uma fabulação, é uma criação romanceada do Canuto Abreu a respeito desse dia do lançamento. Mas é interessante porque ele faz uma série de relações, ele coloca uma porção de pessoas nesse cenário, e ele faz com que a gente se envolva nisso.

Então a leitura desse livro, que provavelmente está esgotado, mas deve ter no Cebos e tem na internet, se você procurar, você vai encontrar esse livro, é muito interessante a história como ele conta. Ele humaniza muito o próprio professor Rivail, mais ou menos como foi feito nos filmes que passaram recentemente, nós inclusive comentamos, como por exemplo Kardec, A História Por Trás do Nome.

em que Kardec é mostrado como uma pessoa de verdade. Então, nesse livro, que é muito provável que tenha sido usado até como referência para as pessoas construírem as outras histórias, nesse livro a gente encontra isso, um rivail de verdade, de carne e osso, investido da figura de Allan Kardec e preocupado com as reações que as pessoas teriam ao receber esse livro, ao comprar esse livro e abrir-lo pela primeira vez.

É uma história muito interessante, muito envolvente, que merece ser lido, merece ser comentado, inclusive nos centros espíritas, porque muita gente não faz ideia como aconteceu esse processo de lançamento do livro dos espíritos.

Um livro que fala sobre um assunto que já era tratado por outros livros, inclusive a própria palavra espiritismo já existia em inglês, mas que quando Kardec lançou esse livro, com esse conjunto filosófico, com essas avaliações morais e esse fundo de pesquisa científica que foi desenvolvido por ele, quando a gente vê todo esse conjunto...

de questões que foram desenvolvidas pelo Kardec, e ler esse livro com essa ambientação, a gente fica realmente envolvido na história e até com vontade de estar presente ali. Quer comentar alguma coisa, Suzete? Esse livro, de fato, ele chama muito a atenção e poucas pessoas conhecem o Silvino Canuto Abreu. Eu gostaria também de saber.

e fazer uma pergunta para os nossos ouvintes. Você já conhecia esse espírita? Sabe algo de sua atuação espírita? Nós estamos contando, o Niva está contando a história, a Morim também, e nós estamos aqui querendo saber se você já conhecia alguma obra dele. Então você pode ligar aqui no nosso WhatsApp e participar também nos informando. 11-998-405706.

Espiritismo hoje, vamos falar sobre Silvino Canuto Abreu Niva.

O Amorim lembrou realmente que ele é pouco conhecido, mas as atividades doutrinárias que ele desenvolveu e que deixou como legado histórico para os espíritas do presente e quem sabe até para o futuro. É fantástico. O doutor Silvino Canuto Abreu nasceu em Taubaté.

Estado de São Paulo em 19 de janeiro de 1892. E faleceu em São Paulo, capital do estado, em 2 de maio de 1980. Lembrando que em Taubaté, onde nasceu, de pais brasileiros erradicados por seus ascendentes,

autorrão paulista, estudou desde os cinco anos com professores severos, entre os quais os doutores Antônio Quirino de Souza e Castro, Eusébio da Câmara Leal, Gastão da Câmara Leal e Monsenhor Nascimento Castro, afamados educadores talbateanos.

Completou em Jacareí, estado de São Paulo, aos 15 anos, os cursos preparatórios no ginásio Nogueira da Gama, pelo qual passaram numerosos intelectuais seus contemporâneos.

Aos 17 anos, formou-se em farmácia pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, na qual também concluiu curso médico. Depois, bacharelou-se em direito pela antiga Escola de Ciências Jurídicas e Sociais, hoje Escola de Direito da Universidade do Rio de Janeiro.

aperfeiçoou a conhecimento gerais na França, onde estudou teologia e ciências religiosas. Viajou quase todo o mundo e, autodidata, adquiriu o trato de diversos idiomas, demorando-se, sem dúvida nenhuma, e particularmente no estudo do grego...

hebraico e do aramaico. Traduziu vis-à-vis a primeira edição da obra de Allan Kardec, o Livro dos Espíritos, sob o título de, como já foi dito anteriormente, o primeiro Livro dos Espíritos de Allan Kardec, em 1857, que ele publica em 1957, em homenagem ao primeiro centenário daquela obra.

Publicou o livro Bezerra de Menezes, com várias edições da Federação Espírita do Estado de São Paulo e algumas obras ainda mais inéditas. Amorim.

O que você acha dessa trajetória de um espírita que deixou um legado, que merece ser estudado com muito carinho e com muita atenção? Sempre lembrando que é importante destacar que no dia 18 de abril de 1957, comemorou-se 100 anos, um século, está certo? No Pacaembu, um estado de esportes aqui de São Paulo. Você tem a palavra agora, Murem.

Você fez uma bela descrição do Silvino Canuto Abreu. Ele é geralmente tratado simplesmente como canuto. Às vezes as pessoas falam canuto Abreu, poucas vezes lembram do Silvino.

Inclusive, quando a gente fala do Canuto Abreu, o Niva agora há pouco até comentou de passagem sobre o Livro dos Espíritos, a sua primeira edição, que foi traduzida pelo Canuto Abreu e ele fez uma publicação interessante, porque quando a gente abre o livro, nenhuma face da página tem o francês.

Em frente, do outro lado da página, tem o português. Então ele traduziu a primeira edição de O Livro dos Espíritos e publicou tanto o francês quanto o português. Isso permite que a gente compare a tradução com o original.

Então não existe aí, portanto, aquela história de que o tradutor faz o que bem entende, porque está ali, o original está ali. Qualquer pessoa que conheça minimamente o francês é capaz de fazer essa comparação. E foi feito o lançamento desse livro em 1957, como já foi dito. Tudo isso dentro de um grande trabalho que foi realizado, principalmente na capital, mas no estado de São Paulo inteiro, em comemoração ao primeiro centenário do Livro dos Espíritos.

E o Canuto Abreu participou ativamente. Teve o livro dos Espíritos, sua tradição histórica e lendária, teve o livro dos Espíritos, primeira edição, em versão bilingue, e muitas outras atividades que aconteceram em todo o estado de São Paulo, e que o Silvino Canuto Abreu participou também, como pessoa que era integrada ao trabalho da USE. É muito interessante porque esse fato ocorreu exatamente no centenário de lançamento do...

o professor Rivail do livro dos Espíritos. E aí o Camuto apresenta essa obra, que é uma edição única, onde aparece de um lado, como você já disse, em francês, e do lado oposto você pode até comparar literalmente direto português.

Isso foi muito interessante, até porque para essa comemoração, no dia 18 de abril de 1957, 100 anos depois, serviu para reforçar, inclusive, o convite que foi feito ao Canuto Abreu. Para quê? Para que a gente pudesse realmente ouvir de própria voz, de voz presente, ali o Canuto Abreu fazendo essa homenagem, que é mais do que uma comemoração que o Livro dos Espíritos mereceu.

Até eu gostaria de citar aqui um fato histórico, que meu pai compareceu no Pacaembu, ele ganhou uma bandeirola, essas bandeirinhas que davam antigamente de lembrança, e ele guardou e sempre falava desse evento que ele participou. É bem marcante, bem interessante esse evento onde muitos dirigentes espíritas estiveram.

Um outro trabalho que ele realizou, que é muito importante, e que hoje as pessoas estão falando muito sobre isso, mas poucos citam o trabalho que o Canuto Abreu realizou. Nas viagens que ele fez à França, ele sempre foi atrás de documentos que estivessem sobrados do trabalho de Kardec.

E ele conseguiu reunir uma boa quantidade desses documentos, que estavam se espalhando pelas mãos de várias pessoas, que as pessoas achavam que aquilo tinha algum valor, mas não davam assim tanta importância. Então acabavam dando para um primo, para um sobrinho, para um tio, e estava se espalhando esse material.

Ele foi atrás, conseguiu reunir uma certa quantidade desses documentos, trouxe para o Brasil, guardou durante muitos anos, esperando uma oportunidade em que pudesse contar com outras pessoas para ajudar a fazer uma boa tradução, fazer uma boa documentação sobre isso.

E ele acabou desencarnando antes de conseguir. Ele começou por si próprio a fazer a tradução desses materiais, mas evidentemente ele tinha muitas outras ocupações e ele não conseguiu fazer de todo o material. Esse material acabou sendo emprestado para a FEB.

Ficou durante algum tempo nas mãos da FEB, mas eles não conseguiram também fazer nada com o material e acabou indo parar nas mãos da Fundação André Luiz, através do CEDOR, que é o Centro de Documentação e Obras Raras. E aí, junto com mais outros documentos que foram aparecendo ao longo do tempo, outras pessoas que foram para a França ou conseguiram de alguma forma comprar documentos que estavam espalhados em vários lugares.

Então, todo esse material hoje está sendo utilizado para formar um grande arquivo e que está sendo publicado pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Então, quando a gente fala sobre o projeto Allan Kardec, nós estamos falando de um trabalho que começou com o trabalho de Silvino Canuto Abreu, lá nos anos 20 do século XX.

em que ele visitando por conta própria, as suas próprias custas, a França, e buscando essas pessoas, ele se entrevistou com Leão Denis, com Gabriel Delany, e ele foi conseguindo documentos que serviram de base para hoje em dia nós termos uma série de informações a respeito de Kardec, a respeito do surgimento do Espiritismo, que de outra forma teria se perdido. Então, Suzete.

Fica aqui o nosso grande agradecimento e a nossa homenagem a esse trabalhador, o Silvino Canuto Abreu. Muitos desses documentos que estão sendo recuperados estão na internet, né? Sim, muita coisa já, através da Universidade Federal de Juiz de Fora, já está disponível. Como que as pessoas podem acessar?

Elas devem procurar o projeto Allan Kardec na Universidade Federal de Juiz de Fora. Portanto, é um arquivo público, está acessível a quem tiver interesse. Pela internet? Pela internet. E, com isso, muitos historiadores já estão se debruçando sobre esses documentos, porque eles estão sendo traduzidos e colocados à disposição. Mas é sempre possível, em cima desses documentos, fazer uma série de outras pesquisas.

encontrar relações entre várias atividades. Então, é um material muito rico e ainda falta muito para ser traduzido. É muito material, Suzete. Então, repete como que a gente consegue acessar. É o projeto Allan Kardec, que está na Universidade Federal de Juiz de Fora. Então, se você também quiser acessar e ver esses documentos, procure o projeto Allan Kardec. O projeto Allan Kardec está hospedado na Universidade Federal de Juiz de Fora.

Que legal, né? Então, está acessível para todo mundo. Para concluir, Suzete, aquilo que o Amorim citou, comentou, inclusive enumerou, é bom para que todos entendam o seguinte, pesquise você pessoalmente sobre esses pontos, e se eventualmente tiver alguma dúvida...

Manda um zap para nós aqui, para que a gente possa, inclusive, até auxiliar nessa pesquisa. Porque, volto a repetir, se ouvir um canuto abreu, é um espírita que tem uma trajetória na divulgação do espiritismo, volto a repetir, fantástica.

Vou salientar mais uma vez que ele nasceu em 19 de janeiro de 1892 e desencarnou em 2 de maio de 1980. Então tinha 88 anos quando ele desencarnou, então trabalhou muito pela doutrina. Abordamos sobre a vida desse grande espírita.

Vamos entrar agora no momento de união, onde nós falamos um pouco sobre o site da Uzi. Você conhece o site da Uzi? Como acessar, Lamorim, e o que nós temos de importante?

O portal da UZI fica em usisp.org.br. No portal da UZI, como nós temos divulgado, tem muitas informações sobre a história da UZI e do próprio movimento espírita. Nós temos também o local para inscrição para o 19º Congresso Estadual de Espiritismo, o Congresso da UZI.

E você deve saber, faremos esse congresso de 19 a 21 de junho, portanto daqui a pouco mais de um mês, e as inscrições estão se encerrando. Daqui a pouco você não consegue mais se deixar para a última hora. E nós temos também um ponto de entrada para o programa Momento Espírita, onde tem os programas anteriores gravados e estão disponíveis ali no portal da UZI. E por fim nós temos a revista digital Dirigente Espírita.

Eu queria aqui comentar rapidamente um artigo que está na página 42 da edição 211 da revista digital Dirigente Espírita. Fala sobre o ensino do Espiritismo e a responsabilidade das instituições. É muito interessante que a gente leve em consideração que o Espiritismo não é alguma coisa que a gente apreende simplesmente olhando para um centro espírita ou simplesmente ouvindo uma comunicação mediúnica.

Tem muita gente por aí que pensa que é espírita só porque vai no centro espírita, mas nunca se dedicou a estudar o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho segundo o espiritismo, o céu e o inferno, ou justiça divina segundo o espiritismo, a gênese, os milagres e as predições segundo o espiritismo.

As pessoas acham que ser espírita é frequentar centro espírita. Frequentar centro espírita não leva ninguém a ser espírita, a não ser que essa frequência se dê em grupos de estudo. Então, esse artigo é muito interessante porque fala sobre a responsabilidade que as instituições têm de lembrar isso aos espíritas.

Porque é interessante que as pessoas apreciem o Espiritismo pela sua bela mensagem moral, mas é preciso mais do que isso. É preciso se aprofundar para entender por que esses conceitos morais são importantes. Página 42 da edição 211 da Revista Digital Dirigente Espírita, que você também encontra gratuitamente no portal da Uzi. Como é que acessa, Murim?

Ziva, vamos falar também sobre a nossa querida Rádio Boa Nova e como a gente pode colaborar para que ela continue levando sua mensagem espírita ao mundo todo, né? Através da internet, através do rádio, através da TV Mundo Maior. Como é que a gente consegue acessar a Rádio Boa Nova? Vamos falar um pouquinho sobre a sua evolução.

É isto mesmo, Suzete. A Rádio Boa Nova transmite a sua programação em EFM 85.5 MHz, que é uma extensão da faixa FM convencional. Para que o Espiritismo alcance maior número de pessoas, a Rádio Boa Nova e a TV Mundo Maior precisam investir em novos equipamentos.

Venha participar deste clube Amigos da Boa Nova, colaborando na divulgação da doutrina espírita. Receba mais detalhes e informações pelo telefone 0800 12 018 38 ou pelo endereço feal.colabore.org.

Campanha Boa Nova em Sorocaba, transmitindo em EFM 77.9 MHz. Participe deste clube, compartilhe o bem, colabore para a maior divulgação do Espiritismo.

Vamos entrar agora no momento do ouvinte, que é onde você pergunta e nós respondemos. Algumas pessoas falam assim, vocês não receberam a minha pergunta? Está demorando um pouquinho para responder. É que nós respondemos uma pergunta por domingo e temos recebido várias perguntas. Aguarde que nós vamos responder todas por ordem de chegada. E hoje nós vamos responder a pergunta do Carlos, que mora em Osasco, São Paulo.

Ele fez uma pergunta que muitas pessoas também fazem sempre. As pessoas vão ao centro espírita sempre buscando como fazer um contato com os entes queridos que já partiram e ficam nessa curiosidade. Como é que eles estão no plano espiritual? E o Carlos faz uma pergunta semelhante. Recentemente, um familiar muito querido foi morto num acidente. Como ter contato com ele?

É o que todos querem saber. Como é que o espírito está? Será que ele está lúcido? Será que ele está bem? Como que a gente faz, Amorim? Nós temos dois aspectos nessa pergunta apresentada pelo Carlos. Uma é procurar entender o que é a morte como espírito, como a alma, depois do corpo morto, se comporta e como vive.

A outra questão é o contato. Então eu vou falar um pouquinho sobre a morte e depois o Niva fala um pouco sobre o contato que a gente pode ter ou pode não ter também. É importante a gente lembrar que a morte é algo absolutamente natural. Todos, sem exceção, vão morrer. Então nós, espíritas, entendemos a morte como um processo absolutamente tranquilo. É claro que quando essa morte sobrevém...

de um evento trágico, como um acidente ou um crime, isso nos choca. Mas, ao mesmo tempo, quando a gente tem um parente que está muito doente, a gente também fica chocado com o sofrimento da doença. E mesmo com isso, a gente também gostaria que ele não partisse, ele continuasse conosco. Mas, na verdade, isso é uma manifestação, de certa forma, de egoísmo de nossa parte.

que nós queremos para nós a presença daquela criatura, ignorando o fato de que, pelo menos como espíritas, nós sabemos que existe uma vida além desse corpo, e, portanto, esse espírito tem muito mais a fazer do que simplesmente nos fazer companhia.

Existem, inclusive, pesquisas de muitas pessoas a respeito das questões relacionadas com a morte e com o luto que deve se desenvolver. Não apenas os psicólogos, os psiquiatras, mas também biólogos estudam a morte. E uma das questões que tem surgido ultimamente são as pesquisas sobre experiência de quase-morte, onde se constata que, efetivamente, o espírito tem uma vida independente do corpo.

Então, mesmo os materialistas já têm a sua atenção despertada para essas experiências. Geralmente, eles tentam desconsiderar as experiências, tentam invalidar as manifestações, mas não é tão simples, porque existem muitas evidências que não permitiriam aquela pessoa que está no estado de coma saber determinadas coisas, como o que se conversa em salas ao lado, o que existe em cima de determinados armários, objetos.

Enfim, são muitas as evidências que fazem com que as pessoas levem em consideração a realidade da vida do espírito Mas uma vez que o espírito está fora do corpo, Niva, a gente pode conversar com ele? Qualquer um pode conversar com o espírito que já deixou o corpo? Será que para todo mundo é fácil chegar e conversar? É assim que faz?

Olha, Amorim, pela minha experiência no estudo da doutrina espírita, cada morte é uma particularidade do espírito. Uns entram, vamos dizer assim, numa perturbação profunda, demorada, não tem nem condições de receber pelo pensamento ou pelo sonho alguma...

notícias dele e dos seus parentes. O que é que nós precisamos fazer? É sempre considerar que o bom senso deve prevalecer. O parente era muito estimado, muito amado. A pessoa precisa realmente perceber, sentir que está conversando com ele. Então, se ele não atende a essas condições, é necessário fazer uma análise de como isso pode acontecer sem que haja prejuízo na comunicação.

Porque quando você recebe um espírito em pensamento, pode ser aquele parente que está se comunicando, como pode ser um espírito completamente diferente. Mas, independentemente ou desconsiderando a perturbação, que não é igual para todos...

Você pode, através do sono e do sonho, entrar em contato com ele. E sem dúvida nenhuma, isso vai fazer lembrar das particularidades que lhe dão a garantia de que aquele que está se comunicando com você é realmente o seu parente, o seu amigo, aquela pessoa amada que está se manifestando. Porque a morte não é o fim de tudo. A morte é o início da verdadeira vida, que é a vida espiritual.

Então devemos ter em consideração que existem muitos pesquisadores estudiosos sobre o fenômeno da morte. Eu até gostaria de citar o caso da Elisabeth Kluiber-Ross, uma médica tanatóloga e psiquiatra da Europa. E ela escreveu um livro que tem como título sobre a morte e o morrer. E ela definiu cinco estágios ou cinco fases durante o processo de reconciliação com a morte.

Quais são esses processos? Negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. O mais difícil realmente é a aceitação, por isso está em último caso. Por quê? A negação, a pessoa recusa aceitar essa realidade da morte, que vai acontecer para todo o encarnado.

A raiva das pessoas ficam frustradas com a raiva de estarem doentes e podem transferir essa raiva para o pessoal da área da saúde. A questão da barganha, fazer troca, olha, será que é possível fazer troca, negociar com o médico para que supere aquilo que eventualmente não é? A depressão, que é um estágio realmente complicado.

E nesse estágio, os pacientes apresentam sintomas clínicos de depressão, retraimento, retardo mental, perturbação do sono, desesperança. Se esperança é muito importante, a desesperança é trágica. Por quê?

porque realmente a pessoa fica de uma certa forma perturbada e ela não aceita, inclusive, a ideia propondo-se até a praticar o suicídio, motivo do desespero. E, finalmente, a quinta e última posição realmente é essa daqui, a aceitação. Neste último, os pacientes cumprem...

Entendem que a morte é inevitável e aceitam a universalidade da experiência. Todos nós morreremos um dia, todos nós vamos ter que ir para o mundo espiritual. Vai ficar aqui encarnados parentes, amigos.

familiares, enfim, todos aqueles que, inclusive um dia, vão ser recebidos provavelmente por aquele parente amigo que está indo na nossa frente. É romântico isso, é romântico, mas antes de tudo, é realidade. Quem está encarnado vai desencarnar um dia.

É importante a gente salientar o que vocês já disseram, que a morte não é um fim. A morte é um recomeço. Você desencarna, você recebeu essa oportunidade dessa encarnação, para aprender, para se aperfeiçoar, e aí o corpo morre, mas o espírito não, como você disse.

o espírito continua a sua aprendizagem já num outro estágio, já no mundo espiritual, e depois volta a reencarnar, já com mais bagagem, com mais experiência. Então muitas pessoas ficam se perguntando, ai, mas será que ele vai voltar novamente como meu filho, como meu esposo? E aí existe também aquele aspecto da curiosidade e da saudade.

para saber como é que esse ente querido está lá no plano espiritual. Será que ele está sendo bem tratado? Será que ele está sofrendo? Porque enquanto a gente está presente na vida dele, aqui encarnado, a gente consegue acompanhar. Depois, no plano espiritual, a gente já não consegue acompanhá-lo diariamente.

Apesar que é possível, através do sonho, através dos encontros que a gente tem enquanto nosso corpo repousa, nosso corpo dorme, a gente se encontra com esses entes queridos, mas o fator curiosidade, eu acho que implica muito.

E a saudade que fica no coração, então é só você dirigir o pensamento, uma prece para esse ente querido que está longe. Então quando a gente faz uma prece, a gente entra em contato com ele, ele recebe todo esse nosso pensamento positivo. É diferente de pessoas que ficam revoltadas contra Deus e ficam mandando energias negativas. Então esse espírito também vai receber e vai sofrer com isso.

A mesma coisa que nós sentimos aqui, as saudades, eles também sentem, mas também eles precisam estar preparados para poder nos visitar, como nós já vimos em muitos livros, até em alguns filmes. Então não é todo momento que ele também está disponível. E muitas pessoas ficam aqui pedindo para esse espírito amigo, familiar, para eles ajudarem nos momentos difíceis.

Nem sempre eles têm essa condição. Obviamente que eles também oram por nós e nos ajudam através dos seus pensamentos, das suas orações. Mas não podem sempre estar nos ajudando da forma que nós queremos. Vamos continuar mandando preces, orações, pensamentos positivos.

para poder ajudar os nossos entes queridos que já partiram. E sabendo que em breve, quando nós desencarnarmos, nós vamos voltar a ter contato com eles.

Me parece importante fazer um último alerta ao Carlos e a todas as pessoas que têm essa situação de afastamento de entes queridos pela morte. Existem algumas pessoas que prometem obter cartas consoladoras de entes desencarnados e inclusive algumas vezes até cobram. E quando não cobram, por muitas vezes...

O sistema que existe em volta dessas pessoas, de alguma forma, acaba conseguindo ganhar algum dinheiro, seja com venda de livros ou outras coisas. É muito importante que nós tenhamos muito critério na aceitação desse tipo de informação, porque é muito frequente nós encontrarmos pessoas que se utilizam de informações.

sobre aquele nome, sobre aquela pessoa, cujo nome de hoje todo mundo está na internet, em redes sociais, em várias plataformas de busca, e constroem falsas cartas mediúnicas. Então é muito importante ser muito rigoroso na análise dessas cartas e no comportamento desses pretensos médios, Suzete. Kardec sempre nos alerta, passe tudo pelo crivo da razão.

Quando você receber uma mensagem, uma carta de um ente querido, analise, veja o conteúdo. E muitas vezes a pessoa recebe e fica muito triste, porque o que está escrito ali faz com que a pessoa fique mal. Mas veja só, analise tudo. Então não aceite de pronto aquilo que estão te informando. Você conhecia a pessoa, você sabe como ela pensa, então não muda de um dia para o outro.

Cuidado. Infelizmente, a gente tem visto até pela internet, as pessoas falam, manda o nome, manda e tal, e cobre uma taxa que a gente manda uma psicografia do ente querido. E não é assim. Passe tudo pelo crivo da razão, mande mensagens positivas através do seu pensamento, através das suas orações, e deixe o espírito continuar a sua vida no plano espiritual, para que ele continue a sua jornada evolutiva.

Então é isso, Carlos. Espero que nós tenhamos respondido para você. Mas se você quiser mais algumas informações, é só você mandar um novo WhatsApp para a gente. Qual é o WhatsApp, Murim? 11-99840-5706 e o e-mail momentoespirita.org.br

E se você quiser também fazer uma pergunta, tiver alguma dúvida, use esse WhatsApp e o e-mail para fazê-las. Nós estamos aqui aguardando.

E vamos entrar agora no Estude Viva. Estamos estudando atualmente a Revista Espírita, publicada por Allan Kardec, onde traz muitos artigos interessantes. É uma delícia ler a Revista Espírita, onde conta muitos casos. Kardec recebia muitos casos e às vezes fazia a invocação.

E aí existe um comentário. Então é muito interessante, por isso que nós convidamos você a ler a Revista Espírita. São 12 livros publicados da Revista Espírita, começando pelo ano de 1858.

Então hoje nós vamos trazer um caso da revista de 1862, Novos Médiuns Americanos em Paris. Então os médiuns americanos passam com razão por levar a melhor pelo número e pela força sobre os do antigo continente no fato das manifestações físicas. A sua reputação sobre esse aspecto...

está tão bem estabelecida, sobretudo, depois do Sr. Homem, que só esse título parece prometer prodígios, não é, Amorim?

Na verdade, esse início de texto de Kardec é um início irônico, porque ele, na verdade, está copiando um texto de jornal para uma propaganda nos seguintes termos. Divertimento dos salões parisienses. Novidade, nada senão novidade. Saraus para as famílias e reuniões privadas, dadas pelos médiuns americanos. E aí tem o nome dos médiuns.

É claro que Kardec aqui está fazendo um artigo absolutamente crítico, porque para começo de conversa, mediunidade não é divertimento. E o que está sendo feito aqui é vender divertimento. Essa é uma propaganda, assim como hoje em dia nós veríamos nos jornais, nas revistas.

Propaganda de uma empresa que se propõe a fazer uma apresentação circense para uma festa familiar, uma festa de uma empresa, ou apresentação de mágicos, de malabarismo, seja lá o que for. Essa empresa aqui está falando de divertimento com base numa pretensa mediunidade, que na verdade eles mesmos dizem que não tem mediunidade nenhuma, que é tudo uma ação de prestidigitação.

onde as pessoas que se apresentam como se fossem médiuns, na verdade estão demonstrando que não existe mediunidade. É uma bobagem o que eles falam, porque o fato de existir alguém que falsifica alguma coisa não quer dizer que não exista o original, não existe o real. É como se a gente dissesse que como existe dinheiro falsificado, o dinheiro de verdade não existe, né Niva?

Com certeza esse trabalho que o professor Rubai coloca na Revista Espírita é principalmente para alertar os tipos de pessoas que se dizem médios, ou sejam portadores de mensagens do mundo espiritual.

E isso daqui reforça, inclusive, aquela ideia inicial na divulgação da doutrina espírita. Não criais em todos os espíritos, mas vejam se eles são de Deus. Ou seja, se as comunicações que eles estão passando, transmitindo, têm algum senso de verdade. E como ele pegou isso aqui de uma mensagem que aparece em jornal laico, leigo...

Simplesmente são pessoas que interessadamente querem se beneficiar através dessas manifestações. Porque isso aconteceu lá naquele momento em que o neoespiritualismo lá na América se transporta para a Europa e os movimentos dos salões através das mesas girantes abriu essa porta, essa possibilidade para virem os fraudadores, os mistificadores.

que não estão realmente preocupados com a verdade. E aí cita um casal, e esse casal, inclusive, Garroud, como está escrito, mostra claramente esse problema. Eu acredito que Kardec coloca essa mensagem em função da divulgação, provavelmente maciça, de falsos médiuns, pessoas interessadas realmente muito mais...

em lucro material do que uma transmissão de um conforto espiritual. E a mensagem, inclusive, é longa nas várias citações. Eu gostaria até de lembrar que depois, lá no final, o Kardec coloca uma nota, diz, uma pessoa que se diz bem informada...

Nos assegura que Edvardes Giroud deve se traduzir por Eduard Giroud. E Kingstone, Lago Ontario, Alto Canadá, Sainte-Flaure, enfim, qualquer outra coisa que se possa encaixar aqui. Mas realmente ele destaca o Kardec que os falsos médiuns são na verdade prestidigitadores.

Então fica aqui o nosso convite para você ler na íntegra esse assunto na revista de 1862, fevereiro de 1862, sobre novos médiuns americanos em Paris. Ele é bem interessante.

E chegamos ao final do nosso programa. Muito obrigada pela sua audiência, pela sua companhia. E queremos deixar aqui o nosso abraço de despedida, começando pelo Niva. Bem, amigas ouvintes, amigos ouvintes, nós voltaremos novamente no próximo domingo. Agradecemos carinhosamente a sua participação. Tenham todos uma boa semana e até lá. Amorim.

Fica o meu abraço, o meu agradecimento a todos que nos acompanham, nos dão sua audiência, seu prestígio e convidamos, continue acompanhando o Momento Espírita. Próximo domingo estaremos de volta.

Eu, Suzete, também mando um beijo no coração de todos, desejo aí uma ótima semana e convido vocês mais uma vez para participar aqui do nosso programa, mandando um WhatsApp, mandando um e-mail e participando de qualquer forma. Então, um grande beijo!

Programa Momento Espírita - 03/05/26 | Castnews Index — Castnews Index