Programa Momento Espírita - 26/04/26
Enquete: "Quais livros de Allan Kardec você já estudou?"; “Campanha de incentivo à cultura”- sugestão de obra: Somos todos iguais, direção Michael Carney, 2017; o assunto enfocado no Espiritismo Hoje é sobre “as enquetes de fevereiro e março- 'Qual o papel do rádio em seu dia a dia?' e 'Há quanto tempo você acompanha Momento Espírita?'”: quais as observações de nossos ouvintes?; Momento do ouvinte: respondemos à pergunta de Deise, de Aluminio, SP: Doação de órgãos danifica o perispírito? Já assisti a várias palestras sobre isso, mas parece que cada um fala uma coisa- podem esclarecer?; Estude e Viva: Estamos estudando a Revista Espírita, publicada por Allan Kardec, tratando hoje do artigo “Resquícios da Idade Média- Auto-de-Fé das Obras Espíritas em Barcelona” na edição de novembro de 1861.
EQUIPE: Alda, Aluisio, Sergio, Amorim
Alda
Aloysio
Amorim
Sérgio
- Cinema e SériesPreconceito e amizade · Transformação pessoal através da caridade · Desigualdade social · Perdão
- Doação de órgãos e perispíritoPerispírito como ligação entre espírito e corpo · Perispírito não possui órgãos físicos · Apego à matéria dificulta o desligamento · Doação de órgãos como ato de amor e desapego
- Transição da Era Medieval para a Era ModernaAlto de Fé das Obras Espíritas em Barcelona · Queima de livros como divulgação da doutrina · Ideias não podem ser queimadas · Lei do progresso das ideias
- Papel do rádio e Momento EspíritaRádio como companhia e fonte de informação · Importância do Momento Espírita na formação de opinião · Rádio estimula a criatividade e a imagem mental · Diferentes equipes trazem diversidade de comentários
- Mediunidade e EspiritismoEnquete sobre estudo dos livros de Allan Kardec · Análise comparativa das edições de O Livro dos Espíritos
- Rádio Boa NovaCampanha Rádio Boa Nova de Cara Nova · Contribuição monetária através do Clube da Boa Nova
- Portal da UZIRevista digital Dirigente Espírita · Ouvir programas apresentados no portal
Olá, amigos! Estamos mais uma vez iniciando o programa Momento Espírita, um programa da UZI, União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, já há 54 anos aqui no ar pela rede Boa Nova de Rádio. Neste nosso programa, teremos na apresentação os nossos amigos Sérgio. Boa tarde, Sérgio. Tudo bem?
Boa tarde, Amorim. Tudo bem? Vamos novamente aqui para mais um programa Momento Espírita e é um prazer muito grande poder estar aqui com você, Alda, Aloysio, os nossos companheiros e também com os nossos ouvintes. Aloysio, boa tarde. Oi, Amorim, Sérgio, Alda, amigos da Boa Nova, do Momento Espírita. É uma alegria estar aqui para falar de doutrina espírita e alimentar a alma. Vamos lá.
E a nossa querida Alda, como está? Eu estou bem e eu espero que meus colegas aqui, meus companheiros e amigos estejam bem, os ouvintes também estejam todos bem, acompanhando-nos através do seu aplicativo favorito, das ondas do rádio, da internet, e convido a todos para permanecer conosco até o final do programa. Temos assuntos muito interessantes hoje a ser debatidos daqui, a ser falados, e gostaríamos da sua participação.
E a sua participação é principalmente através da nossa enquete. É muito fácil. Você usa o nosso e-mail, momentoespirita.org.br, ou o nosso WhatsApp, 998405706, e responde uma pergunta muito simples. Quais livros de Allan Kardec você já estudou?
Perceba que nós estamos perguntando se você já estudou, não apenas uma leitura superficial. Quais livros de Allan Kardec você já estudou? Você participa e todos aqueles que participarem, seja respondendo a enquete, enviando sugestões para a nossa pauta.
fazendo perguntas ou mesmo críticas ao nosso programa, todos participam do sorteio que no primeiro domingo de cada mês, que será o próximo domingo, nós sorteamos um livro, é presente da Livraria da Uzi, que fica na rua Dr. Gabriel Pisa, 433, em Santana, e tem o telefone 2950-6554.
Vamos começar falando sobre cultura, diversão, aprendizagem, num processo de incentivo para que nós possamos conhecer melhor o mundo que está à nossa volta. A cultura serve para isso, para conhecermos o mundo. E temos um filme para hoje bastante interessante e que tem algumas curiosidades.
O nome do filme em português é Somos Todos Iguais, direção de Michael Carney, filme distribuído em 2017. Então é um filme que já tem alguns anos, é muito provável que você já tenha assistido esse filme, e nós queremos que os...
nossos companheiros aqui, façam as suas observações. Posso convidar os nossos ouvintes que não assistiram esse filme, que assistam. É um filme espetacular. Eu acho que esse filme traz muitas coisas para nós podermos pensar na vida e no que estamos aprendendo dentro do Espiritismo. Ele narra a história de um casal, ela muito religiosa, presta serviços voluntários, e ele é um negociador de arte, de pintura.
E ela tem um sonho, um belo dia, uma estrada e um homem caminhando sobre essa estrada. E ela carrega o marido dela para essa obra assistencial que ela faz. E lá entra um morador de rua muito violento e ela reconhece nesse morador de rua o homem do seu sonho. E essa mulher, Debbie, faz de tudo para aproximar o marido desse morador de rua que é o Denver.
e com o passar do filme eles vão construindo uma amizade, e o que essa amizade traz para os dois, a cura que essa amizade vai trazendo para os dois é algo sensacional. Você vai descobrindo o passado de cada um e vendo o sofrimento que cada um carrega.
E esse sofrimento vai sendo curado à medida em que eles vão se tornando mais íntimo, desabafando um com o outro, se aproximando cada vez mais. É um filme muito bonito que nos fala sobre preconceito, perdão, amizade, desigualdade social, que é tanto falado nos dias de hoje, e a transformação pessoal através da caridade.
Não é só a caridade, é através da amizade, ela leva, a Debbie leva esse morador de rua para dentro da sua casa, e ali eles vão construindo essa amizade muito bonita. É um filme sensacional que vale a pena ser assistido, e eu acho que o Aloysio e o Serginho já assistiram esse filme.
Algumas coisas me chamaram a atenção aqui. Um dos momentos iniciais, onde o Ron, que é o marido da Debbie, e o Denver, que é o morador de rua, se encontram num refeitório e eles, na verdade, um tem medo do outro.
Um tem receio do outro. Isso é uma coisa muito interessante. E uma ideia que pode se dizer, que se destaca no filme, é o preconceito, a importância da gente trabalhar esse preconceito. E como o Denver mesmo diz, depois ele diz que as pessoas são muito mais do que aquilo que você vê. Você precisa conhecê-las melhor. E é isso que vai acontecendo ao longo do tempo.
Outra ideia interessante é o trabalho da Debbie. Ela, mais do que uma ideia de ajudar, ela toma ações, ela faz. E mesmo depois do desencarne dela, essas ações continuam, elas não param.
A ideia é que as pequenas ações podem render frutos por longo tempo. Quando elas são boas, quando elas são bem fundamentadas, elas, por muito tempo, podem trazer frutos.
E ao longo do tempo, como a Alda bem disse, eles vão aprendendo. Denver começa a perceber que ele não precisa mais só ser ajudado, ele também pode ajudar, ele também pode colaborar, e ele começa a fazer esse trabalho, ele começa a falar também para as pessoas, estimular as pessoas ao crescimento que ele próprio acabou tendo.
E o Ron aprende muito com tudo isso e dá continuidade ao trabalho da Debbie. Quer dizer, o preconceito inicial que ele tinha foi quebrado e agora ele faz por convicção.
Então agora eu vou deixar para o meu amigo Adwizio comentar mais alguma coisa. Puxa, que legal, né? A Alda trouxe um aspecto, o Sérgio em outro. Eu queria tentar aqui fazer um link, para não me tornar repetitivo, fazer um link com algumas questões relacionadas à própria doutrina espírita. Por exemplo, em relação àquilo que vocês falaram, que o filme retrata, quando eles tentam se aproximar do morador de rua, criar aquele vínculo, a gente lembra da caridade.
E tem lá no livro dos Espíritos a definição de caridade segundo Jesus a entendia, na questão 886, né? Que a mais importante é a caridade nas relações, independente da posição social que o indivíduo ocupa, né? Independente da cor da pele, independente de qualquer coisa. A caridade que envolve a benevolência, a indulgência, o perdão. Então, o que eles fizeram, né? O que o casal fez em relação ao Denver, foi a caridade no sentido prático, na relação.
é buscar ir até onde a pessoa está sofrendo, onde existe a dor. Muitas vezes, na sociedade, ela é invisível. De modo geral, as pessoas não querem ver aquilo que muitas vezes está até escancarado. Então, o filme passa essa mensagem.
da compreensão da igualdade que independe da condição financeira, social, da cor da pele, enfim, qualquer que seja a condição da pessoa. Um outro aspecto é que essa desigualdade também social que a gente encontra aqui no nosso país, ela é muito gritante, é muito escancarada. Os espíritos, quando Kardec pergunta se ela é obra de Deus, a desigualdade social, eles deixam claro lá na questão 806, não, a desigualdade não é obra de Deus, ela é obra do homem.
Ora, ela sendo obra do homem, do ser humano, do espírito encarnado, ela é por conta do orgulho, do egoísmo que ainda nós cultivamos, que ainda existe na sociedade, e que é a expressão da nossa maneira de agir, de pensar, de ser, nossa maneira egoísta e orgulhosa. E a gente combate isso com educação e com solidariedade. É dessa forma que a gente combate, e foi o que a gente viu no filme.
O filme mostra a solidariedade em ação, as pessoas sendo solidárias com o outro, se importando com o outro, isso é bacana. Então, eu queria ressaltar esses dois aspectos. A desigualdade, que é obra nossa, a posição social é apenas um meio, não é um fim.
É um instrumento, digamos assim, é um meio através do qual nós, espíritos, temos a possibilidade de progredir, de avançar, seja mesmo numa condição difícil ou numa condição melhor, socialmente falando, o objetivo é sempre esse. Ela é um meio para o espírito avançar, para o espírito progredir.
E é claro, se o indivíduo está numa situação difícil, a solidariedade é importante, a prática da solidariedade, da fraternidade, da caridade nas relações é fundamental, porque um ajuda o outro, todo mundo se ajuda, e essa compreensão da igualdade, ela torna a dor amenizada, ela contribui para diminuir as desigualdades sociais, é isso aí.
É um filme realmente muito interessante. Eu quero fazer duas observações rápidas. Primeiro é que esse filme é a adaptação de um livro escrito por duas pessoas que vivenciaram realmente essa história. Tanto o Ron quanto o Denver são pessoas reais que vivenciaram essa história. O Denver já desencarnou com 75 anos.
Mas eles editaram esse livro a uma escritora que fez essa redação que depois resultou no filme. Uma outra coisa interessante, o título original do filme...
Same Kind of Diferente As Me, que numa tradução direta seria do mesmo tipo, diferente de mim, diz mais ou menos o contrário do que o título em português, porque no seu lançamento da ideia do filme é justamente mostrar que as pessoas se consideram diferentes, sabem que são do mesmo tipo, ambos são humanos.
mas são diferentes. Isso lá nos Estados Unidos, onde o filme foi rodado e que tinha um caráter, inclusive, de contestação às discriminações raciais. Somos todos iguais ao nome do filme em português. Assistam, ele está disponível através das plataformas. É um filme muito interessante e que merece, inclusive, ser colocado em discussão nos grupos espíritas.
Vamos agora ao Espiritismo Hoje. Nós estamos sempre aqui discutindo temas que dizem respeito ao nosso cotidiano. E nada melhor do que discutir o nosso cotidiano aqui de programa de rádio. Qual o papel do rádio em seu dia a dia? E há quanto tempo você acompanha o Momento Espírita?
Nós tivemos muitas participações e tivemos que fazer uma escolha para poder mostrar aqui para vocês. Então, sobre o papel do rádio, eu vou dizer que a Isilda de São Paulo foi escolhida para representar a resposta dos ouvintes. Ela diz assim, fundamental no meu dia a dia. Ouço durante todo o dia e só desligo quando vou dormir.
Com relação a tempo, entre várias pessoas que escreveram, o Carlos Alberto, de Mato Grosso do Sul, ele diz, não sei exatamente quanto tempo acompanha o programa, mas com certeza mais de cinco anos. Momento Espírita já tem 54 anos, certamente muitas pessoas acompanharam durante vários anos.
Algumas até nós sabemos que já desencarnaram, alguns de nossos ouvintes, nós fomos informados. Eu quero saber dos nossos amigos, a Alda, a Luísio e o Sérgio, o que eles pensam a respeito dessa resposta dos ouvintes.
Olha, eu também tenho muito disso, o rádio me acompanha até hoje, mesmo com a internet e tudo. Claro, escuto menos porque a gente acaba indo para a internet, para o YouTube, etc. Mas é regular eu me levantar e já ligar numa estação de rádio e ficar ouvindo. E no caso específico nosso aqui do programa Momento Espírita, случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа случа
Tem um outro aspecto também, meu caro Amorim. Nós buscamos trazer todo o conhecimento embasado na codificação.
sempre buscamos trazer a informação correta. Então temos muito forte essa preocupação. E aí, quando as pessoas ouvem, eu tenho certeza que elas, pelas perguntas que os ouvintes nos direcionam, que elas têm a convicção de que nós trazemos uma informação de qualidade. E isso chega pelo rádio.
seja a forma que for, seja o rádio ouvido via internet, ou no carro, ou no velho e bom aparelhinho, mas é sempre uma companhia, vamos dizer, de qualidade para os nossos ouvintes. É isso. Pegando carona no que o Serginho falou, um aspecto importante, Serginho, exatamente, esse programa especialmente, né?
difundir de maneira correta o conhecimento do espiritismo. Então isso acaba contribuindo para as pessoas que estão assistindo, para os nossos ouvintes, cria primeiro essa conexão com o grupo, com as pessoas do programa e os ouvintes, mas ajuda também, contribui para formar uma opinião mais crítica, mais segura.
É muito diferente de você ficar navegando na internet e encontrar coisas ali que muitas vezes você acha que é uma informação correta e de repente é uma fake news. Então esse programa certamente ele é uma ferramenta de inclusão social.
porque ele traz informação de qualidade, informação coerente com os princípios espíritas, com as obras de Kardec, e busca ajudar as pessoas, os ouvintes, a formarem uma opinião mais segura, mais crítica, a respeito das questões relacionadas ao espiritismo. Inclusive a pessoa ouve enquanto ela está fazendo outras coisas, está fazendo outras atividades em casa, na rua.
Ela pode ouvir o rádio e fazer outras coisas ao mesmo tempo. Como o Sérgio me falou, é um bom companheiro o rádio, né? É sempre uma boa companhia pra gente. E outra questão também que eu acho que vale a pena a gente comentar, diferente, por exemplo, quando você está assistindo um programa de televisão, um filme, né?
alguma coisa na TV, na rádio você vai criando as imagens à medida que você vai ouvindo, né? Então, a imagem mental você vai criando, né? E isso, de certo modo, estimula a sua criatividade também, porque a pessoa do programa está falando, né? Às vezes está narrando um fato lá na época de Kardec, por exemplo, e o ouvinte, ele está ouvindo e ao mesmo tempo está criando a imagem mental disso na cabeça dele, né? É interessante também esse aspecto. É isso aí.
O rádio é meu companheiro durante toda manhã. À tarde eu não tenho o hábito de ouvi-lo, não, mas como muito bem disse o Aloysio, o rádio nos acompanha pela casa inteira, ele não te prende à frente de uma tela, você está andando, caminhando e ouvindo. E isso é muito gostoso, é muito prazeroso.
Quanto ao programa Momento Espírita, eu já tive o prazer de encontrar pessoa que veio elogiar o programa dizendo que ela gosta do programa porque nós não só discutimos os assuntos, como damos a ponte de onde estão esses assuntos. Então fica mais fácil para checar, para pesquisar. E isso é um grande elogio, porque a gente fica feliz. Tudo o que nós discutimos aqui é com base na obra da doutrina espírita.
Então, se você tem dúvida, vai pesquisar, vai, e pode discordar da gente, pode mandar aí pelo WhatsApp a sua opinião, dizendo que nós não demos o recado direitinho, que a gente vai aceitar, porque nós somos iguais a vocês, frequentadores de casas espíritas, trabalhadores de casas espíritas, que estamos estudando e nos esforçamos para fazer o melhor. Então, eu acho muito interessante essa interação.
E uma outra coisa que eu gosto muito do programa é que cada domingo é uma equipe diferenciada, e isso diversifica muito os comentários, porque cada um tem uma visão, tem um entendimento. Eu mesma ouço o programa todos os domingos e eu acabo aprendendo, eu ouço meus companheiros fazerem um comentário sobre um determinado assunto, porque eu falo, nossa, eu não tinha pensado sobre esse aspecto.
Então eu acho muito interessante essa diversidade de equipes que nos leva a ter raciocínios diferentes sobre o mesmo assunto, mas que nos leva todos a um ponto comum, porque cada um está enxergando de um lado que complementa o outro.
Então eu acho isso fantástico, maravilhoso. Gosto muito de ouvir rádio, gosto muito do programa Momento Espírita e tem outros programas meus favoritos, que aí já sai da área da doutrina espírita e é programas mais populares que me alegram muito o dia.
Então, a sua lembrança de que nós temos todos opiniões ou visões diferentes a respeito de vários temas, ou somos capazes de perceber aspectos que os outros não perceberam, isso é natural devido a que todos somos aprendizes e, portanto, sempre podemos aprender uns com os outros.
Então, os ouvintes que participaram recebam o nosso abraço, o nosso agradecimento pela audiência que nos dão e pela alegria de compartilhar conosco cada apresentação do programa.
Vamos falar agora sobre o portal da UZI, que é ussp.org.br. No portal da UZI nós temos muitas informações, temos a revista digital Dirigente Espírita, que é o órgão oficial de comunicação da UZI, e que você obtém gratuitamente nesse portal ussp.org.br.
E eu vou fazer rapidamente aqui uma observação a respeito de um artigo muito interessante que está na revista número 211, que é a que está em divulgação. A revista, na página 21, tem um artigo cujo título é Os Livros dos Espíritos. Uma análise comparativa entre a primeira, segunda e décima sexta edições. Por que tem esse artigo?
que é do Luiz Jorge Lira Neto. Vocês todos devem saber que a primeira edição tinha 501 questões, a segunda tem 1019, a 16ª também tem 1019, mas existem algumas diferenças entre essas edições, a segunda e a 16ª, e o Lira Neto faz uma análise a respeito justamente dessas diferenças.
Ele, portanto, extrai informação a respeito das diversas edições do livro, verificando o desenvolvimento que Allan Kardec, nosso prezadíssimo professor Rivail, prestou ao Espiritismo ao longo desses 12 anos em que ele fez a publicação em 1857 da primeira edição, até a sua desencarnação, sempre fazendo revisões e fazendo acréscimos muito bem ponderados.
Momento Espírita está presente também no portal da Uzi. Você pode ouvir programas que já foram apresentados e você pode indicar para as pessoas. Você também aprende onde encontrar nas plataformas de podcast e encaminhar para seus conhecidos para ouvir o programa Momento Espírita no dia e hora em que bem entender. Sérgio, vamos falar um pouco da rádio também?
Sim, Amorim, vamos falar da Rádio Boa Nova, a campanha Rádio Boa Nova de Cara Nova, porque agora transmitimos em FM, 85.5% na região de Guarulhos e Grande São Paulo e 77.9% na região de Sorocaba.
E como é que a gente pode levar a nossa colaboração para fazer com que todo esse aparato da rádio, ele possa continuar evoluindo, crescendo, se mantendo em todos os sentidos, técnico, recursos humanos. Como é que a gente pode fazer isso? Nós podemos levar a nossa contribuição monetária através do Clube da Boa Nova. É só você ligar no 0800 12 018 38.
Vou repetir, 0800 12 018 38. Mas se você já trabalha muito mais com internet, não tem mais essa coisa de ligar para um telefone, não tem problema, você pode entrar no site feal.colabore.org e lá você também vai conseguir verificar todas as informações necessárias para você levar a sua contribuição, de que maneira...
para você, então não vai faltar informação nem condições para que você possa levar a sua contribuição e ajudar muito a continuidade desse trabalho. Certo, Amorim? Perfeitamente, Sérgio. Então, continue participando, apoiando, contribuindo com a rede Boa Nova de Rádio.
Vamos agora falar a respeito do momento do ouvinte. Os ouvintes fazem as perguntas, nós respondemos procurando sempre dar, como a Alda salientou, a fonte onde nós encontramos essas informações. Nós estamos falando sobre a Deise, que é de alumínio, uma cidade na região de Sorocaba. E ela faz uma pergunta muito interessante.
e certamente faz parte das preocupações de muita gente. Doação de órgãos danifica o perispírito. Ela diz que já assistiu várias palestras e parece que cada um fala uma coisa e pede para que a gente esclareça. Então nós vamos procurar falar a respeito desse assunto com base em Livro dos Espíritos. Nós temos o capítulo 6 da segunda parte, chamado Vida Espírita, e o capítulo 7, Retorno à Vida Corporal.
que servem de base, evidentemente, não cita em nenhum momento doação de órgãos, porque não existia sequer ideia de fazer isso naquela época. Mas nós podemos extrair muitas informações interessantes desse trecho do livro dos Espíritos. O livro dos Espíritos contém muitas informações e nós não vamos, é claro, fazer o estudo exclusivamente desses capítulos.
mas é principalmente onde nós encontramos algumas ideias que podem nos orientar. Eu quero começar dizendo que o perispírito é um meio de ligação entre o espírito, que é completamente imaterial, e o corpo.
Pelo menos pela nossa interpretação, o espírito é imaterial. Entre os espíritos, eles dizem que é alguma coisa, mas certamente não é a matéria que nós conhecemos. Então existe essa ligação entre o espírito e o corpo. Mas, Sérgio, esse perispírito tem organismo? Ele tem estômago, sangue, pulmão?
Muito boa, Amorim. Não, Amorim, não tem. Quando nós estudamos o livro dos espíritos, o que nos é ensinado lá? Quando o espírito vai reencarnar, o seu perispírito se liga ao corpo célula a célula.
Mas isso, gente, não quer dizer que ele tenha órgãos. É como se fosse uma quantidade imensa de fiozinhos. Isso é só uma questão didática, tá, gente? É como se fosse um monte de fiozinhos que estão ligando nas células e eles vão até o espírito. O que eles fazem? Eles transmitem as sensações do corpo.
Então, frio, dor, fome, e eles transmitem do espírito via esses fiozinhos aqui, que nós, alegoricamente, eu estou dizendo que são fiozinhos, tá? Que, na verdade, nada mais é que o perispírito. Então, o perispírito leva as sensações do corpo para o espírito e traz as ações que o espírito quer que o corpo execute. Então, o espírito quer correr.
Ele transmite esta ordem via perispírito ao corpo e o corpo vai executar, vai correr. Mas ele não tem órgãos. Imaginem o seguinte, nós estávamos falando há pouco de rádio.
Então, imagina assim que o seu rádio ou a sua televisão está ligado lá na tomada. O seu rádio ou a sua televisão é o corpo físico. O fio que conecta esse corpo à energia elétrica é o perispírito.
E a energia elétrica seria o espírito. Você não vê, mas ela existe. Então, essa é a ideia que a gente tem. E mudando até um pouquinho do tópico, infelizmente, por desconhecimento, as pessoas acham...
que de alguma sorte a falta de um órgão que foi doado vai fazer falta para elas. Elas vão sofrer e não, elas não vão sofrer, elas não vão ter problema algum depois de desencarnadas ou mesmo se elas estiverem encarnadas e aí doarem coisas como medula, sangue, rim.
Os próprios médicos fazem apenas transplantes que não prejudicam a saúde do doador. E se você estiver desencarnado, você também não vai sentir nenhum problema, não vai te acarretar nenhum problema. O que acarreta problema é o nosso ato.
Apego à matéria. Então, se eu sou extremamente apegado ao meu corpo, eu só valorizo o meu corpo, quando eu tenho a perda deste corpo, eu fico sofrendo com isso. Mas isso é pelo meu apego material. Não tem nada a ver com os órgãos do meu corpo que não estão reforçando no perispírito.
Muito boa a ideia. Nós poderíamos dizer que o corpo é um conjunto de sensores que se comunicam com o espírito através dessas ligações. Você concorda com isso, Aloysio? Muito bom. Olha, o Sérgio deu uma aula aqui do papel importante do perispírito como intermediário entre o corpo e o espírito. Eu vou falar de outra forma, de uma forma diferente, que pode ajudar também. O corpo capta as sensações do ambiente. Por quê?
porque ele tem terminações nervosas espalhadas pela pele. Então essas terminações captam, por exemplo, a sensação de frio. É uma sensação que transita do corpo, via perispírito, até chegar ao espírito, o ser pensante, o ser inteligente.
que vai converter, digamos assim, transformar essa sensação em percepção, em conhecimento. E aí vai emitir a resposta, vai enviar a resposta, espírito, via perispírito ao corpo físico. Por exemplo, o corpo começa a tremer para gerar calor, para diminuir a sensação do frio. Então, esse é o papel do perispírito. E aí, pela pergunta que a Deise fez, né?
No caso da doação de órgãos, e como o Sérgio também já explicou, não danifica o perispírito porque ele não possui órgãos sensoriais como os órgãos do corpo físico. As sensações no espírito são gerais, generalizadas, no corpo físico elas são localizadas. É diferente, então, por exemplo, a retirada de um coração, de um rim, do corpo físico, ela não vai subtrair nada do perispírito.
O perispírito é de uma natureza material, mas diferente da matéria conhecida do nosso mundo, que a gente percebe. E outro aspecto importante, que o Sérgio também comentou, é a questão do estado moral, da condição moral do espírito. O corpo físico morreu, então o espírito não consegue mais agir sobre o corpo. Há uma separação entre corpo e espírito.
ele não consegue mais agir, mas como esse indivíduo, digamos, por exemplo, ele era muito apegado à matéria, ao mundo material, muito apegado, então essas ligações que o Sérgio explicou bem, do perispírito no corpo, esses pontos de contato, essa coesão, ela é muito forte, a ponto de não se desfazer automaticamente com a morte do corpo.
com desencarne. Então o espírito já não consegue mais agir sobre o corpo físico, porque o corpo, as células pararam de funcionar, não respondem mais, não capta nenhuma sensação de dor, frio, calor, nada, zéle. Só que o perispírito continua com pontos de aderência ao corpo. Por quê? Porque durante a existência física esse indivíduo era muito ligado à vida material, muito apegado. Então esse apego dificulta o desligamento.
essa separação do perispírito em relação ao corpo. E aí o espírito vendo, por exemplo, o corpo em processo de decomposição, ele julga, ele cria a ilusão de que ele está sentindo tudo aquilo. Não tem como ele sentir porque ele não tem mais o corpo. O corpo já morreu, as células já estão destruídas. Não tem como. É uma ilusão.
que ele está criando, porque ele está acompanhando aquele processo ali. Mas esse sofrimento que ele está experimentando, que é moral, é decorrente da vida de apego que ele teve em relação à matéria. Lembrando também que o ato de doar é um exercício de desapego, né? A doação de órgãos é um exercício de desapego. Para quem é desapegado, o que acontece com o corpo não repercute em nada.
na integridade do perispírito e do conjunto, perispírito e espírito. É isso aí. Muito interessante a forma como você abordou. Alda, a Luísa acabou de dizer que o que acontece no corpo não repercute no espírito.
Mas se o espírito encarnado manifestava o desejo de que seus órgãos fossem aproveitados e ele percebe que isso aconteceu, será que isso faz alguma diferença para ele, como espírito desencarnado?
Ele não precisa mais daqueles órgãos, não é verdade? Ele pode ficar feliz por ter ajudado outras pessoas. Eu diria a Deise que a doação de órgãos não danifica o perispírito, mas sim dignifica o espírito. Porque é um ato de amor, é um ato de desapego, é um ato de caridade. Então o espírito que já deixa, a pessoa encarnada que já deixa dito a alguém que ela quer que doe seus órgãos.
ou mesmo que isso verbalmente não seja pronunciado, mas que a família resolva doar os seus órgãos, quando ela, espíritos desencarnados, já liberta do corpo, perceber que pessoas foram favorecidas com alguns órgãos do seu corpo físico, ele deve se sentir muito feliz, depende da sua condição evolutiva, mas provavelmente isso vai servir para ele como um alento, porque ele ajudou pessoas a enxergar.
Talvez pessoas a voltarem à vida, porque estava com o coração comprometido. Pessoas que tinham o fígado bastante comprometido também tiveram a chance de novamente poder ter uma vida normal e assim sucessivamente. Então, para o espírito, ele não precisa mais dos órgãos do corpo físico. Ele precisa sim...
de toda a moral que ele exerceu sobre a Terra, de todas as obras que ele praticou no bem. E as que ele praticou no mal também são consequências que ele vai sofrer. É assim que se processa toda a vida nossa, tanto na carne como na erraticidade. Muito bom, Alda. Então, Deise...
Será que nós conseguimos esclarecer a sua dúvida? Se foi positiva a nossa resposta, nos responda, nos escreva. E se também houve alguma dificuldade, algo que você não concorda, pode também escrever de novo. Nosso contato aqui é o e-mail momentoespirita.org.br ou nosso WhatsApp 11 99 840 5706.
Estamos no final do programa, vamos falar a respeito de Revista Espírita. O artigo de hoje é de novembro de 1861 e tem o título Resquícios da Idade Média, Alto de Fé das Obras Espíritas em Barcelona. Você pode começar, Alda?
Para quem não conhece a Revista Espírita, há artigos maravilhosos, né? E esse é um deles, é um artigo maravilhoso onde Kardec narra esse alto de fé de Barcelona. 300 volumes mais brochuras do Espiritismo foram remetidos a este país legalmente, cumprindo com todas as exigências da lei, mas lá chegando foi colocado a disposição.
a posição de um bispo que resolveu então reter as obras. E Kardec aqui nesse artigo ele questiona tudo isso, né? Como que um ato desse, o que deveria então o bispo fazer? Retornar os livros, enviar de volta para Paris, porque não queria aqueles livros no seu país, na sua cidade. Mas ele não faz isso.
sendo que todas as taxas foram devidamente pagas. Ele simplesmente, esse bispo, ele decide que os livros serão queimados em plena praça pública, na esplanada de Barcelona, no mesmo local onde os condenados eram executados.
Então aqui a gente pode dizer... ''Nossa que coisa horrível... queimaram livros espíritas... livros dos espíritas...'' mas não... foi uma excelente divulgação para a doutrina espírita.
porque houve uma manifestação, houve a presença pública, houve o recolhimento das cinzas, houve o recolhimento de alguns resquícios das obras, que já estavam queimadas, mas ainda permaneceram intactas, e tudo isso serviu para aguçar a curiosidade do povo espanhol.
para ajudar a doutrina a ser mais propagada. Olha que coisa fantástica. O próprio Kardec depois consulta o seu guia espiritual e esse diz... que não deve-se fazer nada... porque isso reverterá em benefício a divulgação da doutrina dos espíritos.
Então, isso é para a gente refletir como aquilo que talvez nós levantaríamos nossas vozes para criticar, condenar, para trazer aí um protesto, Kardec simplesmente se calou e deixou que o próprio gesto, a própria atitude, a própria queima dos livros fosse a divulgação que a doutrina precisava para ter um avanço um pouco maior.
É fantástico esse artigo, a gente fica assim, nossa, e Kardec fica horrorizado, que em 1861 volta a Inquisição, que esteve lá presente do século V ao XV. Já imaginaram, gente, nos dias atuais, no século XXI que nós estamos, tem pessoas ainda que quando vê um livro espírita faz o final da cruz, detesta, não quer saber.
Então, para vocês verem, o que mudou de lá para cá? A doutrina hoje ganhou uma propagação muito maior, ela é mais conhecida, o próprio fato de se falar em espiritismo, em espírito, já não causa tantos horrores como causava antigamente. Mas ainda encontramos dificuldades de falar abertamente sobre reencarnação em muitos lugares. Então, precisamos refletir sobre isso. Mas eu acho que o Aloysio e o Serginho também devem ter lido o artigo e devem ter muito para comentar.
Luísio, quer começar? Vamos lá. Tem uma frase de Kardec nesse texto muito interessante. Podem queimar-se os livros, mas não se queimam ideias. E aí a gente lembra que todos nós e o nosso planeta como um todo, a gente está sujeito à lei do progresso. Inclusive as ideias progridem, as ideias também estão sujeitas à lei do progresso.
E é uma lei natural, uma lei criada por Deus. É como tentar barrar esse progresso das ideias, é como tentar tapar o sol com a peneira. Quer dizer, é um esforço inútil. E como a Alda bem falou, essa tentativa acabou despertando a atenção dos curiosos. Tentativa não, essa execução.
que foi realizada pela Inquisição, com o ato da fogueira, ela despertou a atenção de pessoas curiosas, está queimando o que aí?
e acabou acelerando a propagação do movimento espírita, na Europa como um todo. Então, quer dizer, de uma certa forma, a verdade veio à tona. A verdade desse fato acabou surgindo, porque as pessoas ficaram curiosas, quem não fazia ideia do que era espiritismo, estava ali, eu xeretando, estava passando, eu estava passando por aqui e vi...
não fazia ideia do que era. Sabe que eu fiquei curioso? Agora eu quero saber o que é. Pronto, né? Quer dizer, o resultado foi exatamente o contrário, né? Quer dizer, quem nunca tinha ouvido falar de espiritismo, com esse ato, acabou se interessando. Então,
é uma data para o espírita não esquecer, mas não porque ele foi vítima de alguma coisa, não. É para mostrar que as ideias incomodam, tem ideias que incomodam, que mexem com interesses, que revolucionam. E Kardec foi um verdadeiro revolucionário nesse sentido. É isso aí. Certo.
Então, Amorim, isso é uma... o que em momento nenhum, né, a própria... os próprios dirigentes da igreja da época pensaram é numa coisa que é muito óbvia até hoje. Se você quer combater alguma coisa, não ponha foco sobre ela. Se você puser foco sobre ela, você vai dar destaque.
você não vai conseguir apagar essa ideia pondo foco sobre ela. E foi exatamente isso a atitude do bispo lá de Barcelona, quando decidiu queimar os livros em praça pública, mesmo diante da solicitação de que os livros retornassem à França, no que eles alegaram que não...
não podia se permitir que aquelas coisas fossem, aquelas ideias fossem divulgadas por aí, mesmo que não fosse na Espanha. E aí o que ele fez nesse momento foi exatamente pôr foco em cima daquilo. Todos os holofotes ficaram sobre a doutrina espírita, porque o que aconteceu ali?
todo mundo que tomou conhecimento e isso saiu nos jornais, ou seja, não foram só os transeuntes que viram, isso saiu nos jornais da Espanha, da França, pronto. Foi como se colocasse uma propaganda numa mídia de alta circulação.
Claro que não tem comparação uma coisa com a outra, mas, por exemplo, se os judeus na época de Jesus não tivessem dado nenhuma importância a Jesus, tivessem dito, ah tá, isso aí é um carpinteiro que fica falando coisas aí e tal, provavelmente...
provavelmente Jesus e os conhecimentos todos passados por ele não tinham chegado aos nossos tempos. Obviamente que a gente sabe que a missão dele tinha um propósito, tinha um caminho a ser trilhado, etc. Então, obviamente tem tudo isso, mas supondo-se que fosse algo do gênero, eles simplesmente não dessem atenção, é mais um desses pregadores que...
ficam pregando por aí nas esquinas e coisa e tal, certamente a vida de Jesus, os conhecimentos de Jesus, não teriam chegado até nós. Eles colocaram todos os holofotes sobre Jesus. Da mesma forma, isso ocorreu com os livros da codificação. É isso. Muito bem, esse é um tema muito interessante. E Kardec...
retorna a esse assunto na edição seguinte, quando ele justamente fala sobre as publicações dos jornais que foram feitas, principalmente na Espanha. Então faça a leitura, a Revista Espírita está disponível na internet para que você possa conhecer. Nós temos a história do Espiritismo se desenvolvendo sobre nossos olhos.
Chegamos ao final de Momento Espírita. Agora, vamos às nossas despedidas. Novamente, começando pelo Sérgio. Amorim, Alda, Luísio, foi um prazer estar com vocês, assim como estar com os nossos ouvintes. Espero que nós tenhamos trazido o conhecimento necessário, o conhecimento esperado. Forte abraço a todos, até outro programa. Aloísio.
Amorinho, Serginho, Aldinha, amigos da Boa Nova, foi um prazer estar aqui com vocês, poder falar de doutrina espírita, aprendermos juntos e até o próximo programa. Grande abraço. Minha cara, Alda.
Queridos amigos aqui da bancada, queridos ouvintes, um grande abraço. Obrigada pela audiência. Estudem doutrina espírita, mas estudem na fonte, nos livros da codificação. Com certeza vocês estarão se libertando de muitas coisas que a gente carrega dentro de nós através da ignorância. Um grande abraço e uma boa semana a todos. Eu, Amorim, também deixo aqui um abraço a todos os nossos ouvintes.
todos os nossos companheiros que participaram desse programa e um abraço especial para a Marta, que hoje não participou do programa, porque não está muito bem. Esperamos que ela esteja recuperada plenamente, muito em breve. Grande abraço a todos, até a próxima semana.
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