Episódios de Gestão Sem Romance Podcast

#23: Mudar de Carreira aos 40: Desafios Reais do Empreendedor | Letícia Calegaro

11 de maio de 20261h6min
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No episódio 23, você vai entender como mudar de carreira depois dos 40 pode ser o ponto de virada para uma vida mais alinhada com propósito e liberdade. Letícia Calegaro compartilha sua transição da advocacia para empreender no setor wellness, revelando os bastidores reais de como sair do CLT e começar um negócio do zero.


Ao longo da conversa, exploramos decisões estratégicas como escolher entre franquia ou negócio próprio, além da importância da mentalidade empreendedora e da gestão de pessoas para o sucesso. Se você pensa em empreender no setor fitness ou busca um novo caminho profissional, esse episódio traz insights práticos e reais para sua jornada.


#Empreendedorismo #MudançaDeCarreira #NegóciosFitness #Franquias #EmpreenderDoZero #MentalidadeEmpreendedora #Wellness


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Participantes neste episódio3
G

Gabriela Ribeiro

Host
M

Márcio Ribeiro

Host
L

Letícia Calegaro

ConvidadoAdvogada e empresária
Assuntos4
  • Hot Yoga e o Estúdio VidyaBenefícios do Hot Yoga · Experiência do Hot Yoga · Yoga como ferramenta de autoconhecimento · Yoga e saúde mental · Vidya Jundiaí · Grupo Smart Fit
  • Propósito Empresarial e LiderançaA importância das pessoas na gestão · Empreender no longo prazo · Lidar com desafios e resiliência · Gestão sem romance · Márcio Ribeiro · Gabriela Ribeiro
  • Direitos da advocaciaConciliar advocacia e empreendedorismo · Liberdade profissional e financeira · Letícia Calegaro
  • Mentalidade EmpreendedoraSuperar medos e crenças limitantes · A importância da resiliência · O processo de construção de um negócio
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pessoas que me seguem falam, Gabi, qual é a brisa de fazer yoga na sauna? Elas falam isso. Qual é a brisa? Calma que eu te explico. Precisei ter aquela humildade pra começar nesse novo caminho, nesse plano B.

Menos Letícia. Você não é empresária, você não entende do business, você não é do setor fitness ainda. Então entra dentro de um grupo que vai te dar suporte, respaldo. Não tem problema, eu vou cair, eu vou me levantar. Vai ser dois trabalhos. Eu vou cair, eu vou me levantar. Se eu quebrar, eu vou ter que fazer tudo de novo. Nos primeiros dois meses do ano, janeiro e fevereiro, foram vendidas 5.200 primeiras experiências.

Fala galera, tudo bom com vocês? Sejam bem-vindos ao podcast Gestão Sem Romance, eu sou Márcio Ribeiro. E eu sou a Gabriela Ribeiro. E hoje iniciamos o podcast número 23, 23 histórias de empresários, empresárias, empreendedores de Jundia e região, gestores que estão no dia a dia, no front, atendendo, liderando, fazendo gestão. E a nossa ideia aqui do podcast é mostrar o bastidor e o palco também. Então de pessoas reais, pessoas que estão à frente dos seus negócios.

mostrando o que deu certo, as melhorias, os aprendizados, para que você possa ter resultado na sua vida profissional, na sua vida pessoal. Então hoje a nossa convidada é uma pessoa especial que vai contar muitas coisas aqui para você sobre empreender e eu quero que...

você assista o podcast com papel e caneta. Podcast bom é aquele que você toma nota, que você pega os insights, a inspiração das pessoas que estão aqui, porque é isso que vai mudar realmente sua jornada, você pegar o conteúdo e aplicar. Então, antes de eu passar aqui pra Gabi, se inscreva no canal se você não é inscrito e deixe seu gostei pro YouTube levar esse vídeo pra mais pessoas. Faça apresentação, meu amor.

Simbora! Então a nossa convidada de hoje é a Letícia Calegaro, ela é advogada pós-graduada em Direito Tributário com mais de 20 anos de atuação de mercado e hoje também é empresária frente às unidades do Vidya e Smoothie em Jundiaí. Eu a convidei porque sou fã, vai ser praticamente um merchandising esse episódio porque eu amo.

A Letícia é mãe de três e traz uma história marcada por coragem e decisão. Mesmo com uma carreira consolidada, ela escolheu viver uma transição e construir algo novo no seu caminho profissional, mostrando que recomeçar não é falta de estabilidade, mas sobre buscar uma vida mais alinhada com o que se acredita. Eu não poderia me identificar mais, Lê. Seja muito bem-vinda ao nosso podcast.

Gabi, muito obrigada. Márcio, muito obrigada. É uma honra estar aqui. Que apresentação maravilhosa. Que delícia. Acho, não tenho certeza que você capturou a essência do que nós falamos antes de sentarmos aqui hoje. Muito obrigada. Maravilhosa. Realmente muito feliz de estar aqui. Eu estou muito animada para te conhecer mais profundamente. Muito feliz, especialmente você sendo aluna do vídeo. Mulher.

Não, discípula, né? A mulher. A Gabi, assim... Eu tô, deixa eu te contar, que quarta-feira a gente viaja. Eu vou ficar 15 dias viajando. Eu tô assim, ó, piscando o olho já. Vocês não tem ideia de montar um hot yoga lá no... Lá no Marco, né? Lá no Ceará, não? Um hot yoga no Ceará.

piscando o olho. Eu me apaixonei, Lê. Me apaixonei. É apaixonante mesmo. Mas não vamos queimar largada. Vamos conhecer a Lê primeiro. Pra depois a gente falar dos negócios. Lê, só pra te dar contexto. Marcia e eu somos apaixonados por histórias. A gente verdadeiramente acha que...

todos os insights, todos os aprendizados maiores estão escondidos atrás da nossa história. Então, a gente sempre, assim, para a gente é um grande privilégio sentar aqui e poder conhecer mais profundamente os nossos convidados. E é isso que a gente quer transbordar para as pessoas. É óbvio que o nome do podcast é Gestão Sem Romance. Então, a ideia é falar sobre realmente as dores e as delícias de ter um negócio. Mas acho que antes de mais nada, o propósito do empresário, a história do empresário que está por trás. Então, se apresenta para a gente, conta um pouco de você.

Com certeza. Bom, me chamo Letícia, tenho 48 anos, sou gaúcha, nasci em Porto Alegre, mas me aventurei muito cedo. Antes de terminar minha faculdade, já fui para a Califórnia, um ano antes de me graduar.

Aí me apaixonei também, sol, praia, trabalho, estudo, aprender inglês, viajar, explorar. Tudo isso me encantou e foi justamente nessa viagem e nesse sair da minha terra que eu acabei mudando para São Paulo.

E construindo família e carreira aqui. Eu tô em Jundiaí desde 2003. Então, tem aí 23 anos. Praticamente metade da... Quase uma jundiaiense. Exatamente. Quase uma jundiaiense. Metade da minha vida. Tive aqui meus três filhos. Todos adolescentes hoje, né? A minha mais velha tem 21.

Caramba, Le! Meu menino tem 15 e a minha caçula tem 13. São lindos, maravilhosos. E ser mãe é uma aventura também, né? Ser mãe é uma aventura, como empreender é uma grande aventura. Mas disso tudo tem algumas características minhas mesmo, da minha personalidade, que possibilita eu transitar assim com facilidade.

por várias situações. E transição de carreira é uma situação, realmente é uma decisão que você toma e que não é fácil essa transição, né? Essa jornada, ela é difícil. Mas requer, para mim, para mim, eu sou uma pessoa muito versátil.

Eu sou muito corajosa, mas muito corajosa. Quando eu tomo uma decisão, eu não olho para trás. Aliás, eu não olho para trás, eu tomo a decisão e eu só vou em frente. Então, eu tenho esse ímpeto, né? Eu tomo as decisões e nada me tira desse meu foco. Mas assim...

Tudo isso acontece quando você tem do lado também pessoas que te apoiam, quando você está cercado das pessoas certas. Então, eu acho que ao longo da vida, em muitos momentos, até as pessoas mudam, os amigos mudam, os ambientes mudam, você muda de ambiente, as pessoas vão mudando, e tudo vai se encaminhando, tudo vai se encaminhando dessa forma.

E quando eu mudei para São Paulo, foi na pandemia, foi em 2021, eu acabei mergulhando em outra cidade, outras pessoas, novos ambientes, e foi onde eu conheci o Vidia. E isso foi em 2022, Gabi. Caraca. Foi em 2022. Então, sua paixão é longa. Eu lembro da primeira experiência no Vidia, para mim realmente foi apaixonante, eu falei, nossa, que prática.

Incrível. E isso que a minha primeira experiência com yoga foi na Califórnia. Quando nem se falava em yoga no Brasil, eu já praticava lá. Eu fui pra Califórnia em 2000, tá? Eu morei na Califórnia de 2000 a 2003. E lá tinha o Power Yoga.

E como eu sou uma pessoa que gosta do calor, eu sou uma pessoa intensa. Sempre gostei de esporte, de atividade física. Essa vida saudável, esses hábitos saudáveis sempre fizeram parte da minha vida. Alimentação, equilibrada. Que incrível. Eu preciso suar, eu preciso me movimentar. Então, muito do meu estilo de vida acabou realmente indo de encontro. Aí eu decidi investir no setor de wellness. Eu ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda

Porque aquilo ali brilhou meus olhos. Brilhou meus olhos. Do Power Yoga pra Yoga em Jundiaí.

para depois o Vidya em São Paulo, foi uma jornada, mas que eu não conhecia o Hot Yoga, nunca tinha feito em nenhum outro lugar. E para mim o combo todo foi perfeito, de uma prática fluida, uma prática dinâmica, criativa, leve, ao mesmo tempo muito intensa, e isso somado ao desafio de você estar na sala aquecida.

Então isso pra mim foi, eu falei, gente, perfeito. É isso que eu quero. E aí virei ali aluna de todos os estúdios, principalmente três marcas. 2023 eles abriram franquia. E aí 2024 eu tomei a decisão de me desligar do escritório onde eu trabalhava, em São Paulo, e investir e começar no projeto junto com o grupo Smartfit, né? Porque o VIDE é um dos estúdios do grupo Smartfit. Sim.

Nossa, eu tô só tentando fazer a conta na minha cabeça. A sua franquia é a de Jundiaí, ou você tem alguma outra? É a de Jundiaí. Não, é a de Jundiaí. É a de Jundiaí. Então, o namoro aconteceu... Porque o namoro aconteceu em São Paulo. Inicialmente, seria uma unidade em São Paulo. Tá. Mas...

ao longo do, no primeiro semestre de 2024, o que o grupo queria expandir. Porque eles já estavam em várias capitais no Brasil, né? Várias capitais. Mas a ideia de expandir para o interior. E aí, quando eu vi o estudo de São Paulo, não, Lê, a gente quer ir para Santos, a gente quer estar no Guarujá, a gente quer ir para o litoral, a gente quer ir para o interior. Falei, interior? Como assim? Que cidade do interior? Fala mais, né? Fala mais. Fale mais sobre isso.

Ah, Jundiaí tá no mapa, você falou que tem família em Jundiaí, né? Eu falei, tenho. Então, Jundiaí tem um estudo maravilhoso, Sorocaba, Ribeirão Preto, aí foram citando todas as cidades ali que tinham realmente muito promissoras.

E aí eu falei, gente, acho que agora é o caminho de volta. Vou investir, então, em Jundiaí e no Vidya. Assim, dois investimentos. Por quê? Jundiaí tem yoga? Tem. Tem estúdio de yoga? Sim. Eu mesma praticava aqui. Sim. Mas tem hot yoga? Não tem. Não tem hot yoga. Falei, nossa, pra mim, Jundiaí seria perfeito. Eu volto, fico mais próximo dos meus filhos.

estabeleça um novo negócio, leva uma novidade. Cara, e foi muito assertivo, de verdade. Acho que o momento foi perfeito por conta dessa alta do cuidado com a atividade física, desse mergulho que as pessoas tiveram pra dentro pós pandemia, da mudança de comportamento das novas gerações. Acho que uma série de coisas. Jundiaí é uma cidade extremamente promissora. Sim.

extremamente promissora, é uma cidade que já abraçou esse movimento do cuidado com a saúde muito, eu não tenho números, mas o que eu tenho visto por aí de pequenos movimentos de pessoas se unindo pra fazer eventos, corridas enfim, maravilhoso sim, e São Paulo ia ser só mais uma unidade, né?

Então eu acho que até essa minha jornada por São Paulo e a volta também, eu também tenho muita fé, tá? Eu acredito que as coisas acontecem como elas têm que acontecer. E tudo tá no seu devido lugar e tudo tá certo como está. Então eu acredito muito nisso. Então até esse meu período em São Paulo, que eu também aceitei, o convite de um amigo meu que falou assim, Lê, vem trabalhar aqui comigo. Você tá nesse momento aqui difícil, vem trabalhar aqui com a gente. Vou, peguei e fui.

E eu sou assim, eu me jogo mesmo. Experimentar, né? É. Fui, foi um período importante da minha carreira, foi um período importante na minha vida, mas realmente quando eu me interessei por ser franqueada do grupo Smart Fit, eu falei assim...

Penso que tem tudo a ver agora voltar pra Jundiaí, porque lá tem um espaço gigante, né? E as pessoas não conhecem. E aqui em São Paulo vai ser só mais um. Então vou fazer diferente. Vou voltar pra Jundiaí e abrir lá. Exato.

É, Jundiaí acaba se tornando uma coisa marcante, né? Uma coisa marcante. E foi essa mesma decisão também quando eu decidi também assinar o contrato de franquia com a Smoothie. Porque a Smoothie também, assim, são shakes, proteicos.

Mas não tem jundiaí. Eu imaginei que fosse... Foi a primeira unidade. Conjunto. Eu também pensei que era. Não, não. Foi uma busca que eu levei essa questão pro grupo. Falei, o que eu faço com esse espaço? Eu preciso ter uma shakeria? Precisa. Preciso ter uma cantina? Precisa. Tem que vender bebida? Tem que vender pós-treino? Tem que vender? Eu falei, tá. E posso trazer alguma marca?

Me deem um norte. Ah, Lê, você pode conversar com o pessoal da Smove. Com eles, a gente autoriza associar a marca.

Mas é do mesmo grupo também ou não? Não, não é. Eu imaginei que fosse. Não, é completamente independente. Ah, eu achei que era do grupo também. Não, não. E também daí eu fui buscar, conhecer mais a Smoothie, os sócios, né? E negociar. Falei, vou apostar no produto. Vou levar o produto também pra Jundiaí, porque não tem. E tem tudo a ver com vídeo. Olê, e uma curiosidade, assim, você é advogada? Sou advogada. Você atuava antes?

Sim. E de onde veio essa... Continuo atuando. Ok. Só que hoje eu digo que eu trabalho para quem eu quero. Ok, justo. Eu trabalho hoje... Eu tenho clientes que eu não abro mão. Tenho clientes que realmente eu não abro mão. Eu gosto muito da advocacia. Eu vejo na advocacia também uma grande vocação minha, que é você atender pessoas e você resolver os problemas dela.

Porque todo cliente que procura um advogado, ele tem ali um problema que ele não conseguiu resolver. Então, a tua responsabilidade é muito grande. Muito grande em cuidar daquela demanda. Então, hoje eu tenho clientes que eu gosto muito, que eu tenho um baita de um relacionamento, que eu mantenho na minha carteira, mantenho atendendo.

E tem algumas outras demandas que eu ainda sou sócia desse escritório em São Paulo, que eu levo para os colegas que lá vão atender com excelência na área tributária, na área societária, na área empresarial. E o que eu ia perguntar é que essa energia empreendedora, essa vontade de ter negócios, se veio do ter se apaixonado pela ideia do vídeo ou porque você já carregava essa energia empreendedora desde sempre? Não, porque eu sou uma pessoa muito livre.

Eu tenho um... Eu adoro conversar com mulheres que falam sobre si assim. Eu sou uma pessoa muito livre. Eu tenho uma alma muito livre. Que incrível. Eu preciso de liberdade mesmo. De espaço, liberdade geográfica. Liberdade financeira é importante. É super importante liberdade financeira. Mas independência emocional também é muito importante. E quando você consegue unir, né? Independência financeira e um emocional forte. Ninguém te segura.

E eu tenho esse espírito muito selvagem mesmo, como mulher assim, sabe? Que é destemida e que eu tenho uma intuição aguçada também. Eu sou uma canceriana que tenta se... Eu sou uma canceriana, eu tento assim, né? Colocar uma armadura, como se diz, né? Pra enfrentar o mundo. Mas eu sou uma canceriana que tem uma intuição muito grande. De que dia você é? Eu sou do dia 8 de julho. Eu sou 19 de julho.

É, você também é canceriana. E o canceriano tem um coração gigante. E se não fizer com amor, não faz, né? E se não vem do coração, a gente não vai. Não tem jeito. Não tem jeito. Então, se não tá alinhado com teu, assim... É chamado da tua alma.

Então, como eu gosto dessa liberdade, eu falei assim, tá, depois de 20 anos de carreira, eu quero ser livre mesmo, em todos os aspectos, eu quero decidir aonde eu vou investir, o que eu vou fazer, de que jeito eu vou fazer, então essa liberdade profissional, pra mim, foi a cereja do bolo.

E a escolha de, por exemplo, você gostou muito da atividade, ficou ali, além de praticar, você viu uma oportunidade. E por que a escolha da franquia, ao invés de você montar uma marca própria, por exemplo, ah, eu vou começar o negócio aqui. Ótima pergunta.

Estruturar porque... Ótima pergunta. É meio que... Muitas vezes a gente tem essa visão, né? Porque, por exemplo, a gente teve um casal que veio aqui recentemente que eles dão consultorias para empresas que querem começar um negócio, mas não ser franqueado por conta de uma questão de royalties.

às vezes a franquia engessa o processo e tal, então é legal ter alguém que está na outra mão, pra gente também dar pro nosso público aqui. Com resultado e visão positiva, né? Exato, uma outra visão tipo assim, ó, beleza, eles vieram aqui modelo super legal, funciona eles estão aqui pra criticar, mas é legal também que tem outro lado da moeda, tipo assim ó, também funciona, tem gente que tá muito feliz, que tá fazendo ali um modelo de negócio franqueado que tem, assim, franco crescimento também, né?

Olha, eu sou arrojada e eu não fui tão arrojada a ponto de tentar abrir a minha própria marca de um estúdio de hot yoga. Em primeiro lugar, porque eu não era... Hoje, ano passado, eu fiz a formação em professora de... Eu fiz essa formação no ano passado no Rio de Janeiro.

Não estou habilitada para dar aula no vídeo, porque para dar aula no vídeo você tem que fazer o treinamento deles, que também não é fácil. Então eu não tenho experiência nenhuma, mas pelo conhecimento eu fui buscar a minha certificação. Mas quando eu decidi investir e ter um negócio, eu nem professora de yoga era. Então me passou pela cabeça investir numa marca que não tem no Brasil, na verdade.

Eu até fiz uma viagem com o objetivo específico para Nova York, para percorrer todos os estúdios de hot yoga lá, que são incríveis, tem vários. São Paulo mesmo, o capital, tem vários estúdios de hot yoga. Mas até surgiu a possibilidade de trazer uma outra marca, mas para você começar um novo negócio assim no Brasil.

do zero, né? Pra você trabalhar reconhecimento de marca, clientela, modelo de negócio mesmo. É algo que seria muito, estaria muito longe da minha realidade, né? Imagina que eu trabalhava, e eu sempre trabalhei em 20 anos em escritório de advocacia.

é aquele formato, né, aquele que eu já conhecia, que já era, né, que diz respeito à minha formação também, né, diz respeito ao que eu estudei, né, por muitos e muitos anos, então quando eu decido avançar, vou dar um passo, vou empreender, vou investir num negócio, investir num negócio que eu teria que modelar do zero me pareceu muito, e eu também me consultei, né.

com alguns amigos e falaram assim, lê, não vai errar. Assina a franquia, porque pelo menos você tem um modelo pronto, você tem ali um passo a passo, o risco é menor. E marca é importante. Marca é muito importante. Então, vai custar mais caro, vai custar mais caro, vai dar trabalho, sim. É burocrático, é. É engessado, também. Às vezes você se sente um empregado de luxo, sim.

Às vezes você sente que a decisão final nunca é sua, parece que sim. Mas eu precisei ter aquela humildade que nós precisamos sempre ter para começar nesse novo caminho, nesse plano B. Não, não, menos Letícia.

assim, você nem começou ainda, você não é empresária, você não entende do business, você não é do setor fitness ainda, você está entrando, então entra dentro de um grupo que vai te dar suporte, vai te dar respaldo, vai te dar orientação.

equipe enorme, né, a primeira reunião que eu tive no escritório do grupo Smartfit, conheci toda a estrutura deles, é incrível, né, também é apaixonante, e é de cima pra baixo mesmo, né, do Edgar Corona até o estagiário, então, assim...

É um privilégio. Eu diria que é um privilégio ser franqueada do grupo Smart Fit. E tá aqui hoje conversando com vocês a respeito do vídeo. Nossa, que legal. Que é uma marca, né? Que é uma marca. E acho não, tenho certeza que Jundiaí merece as outras marcas, os outros estúdios que o pessoal me pergunta demais. O Aera. Aera é o de Pilates.

que é o de pilates o... tem a tônus tem a tônus que é musculação, né? treinamento funcional o race bootcamp que é corrida com funcional, que eu sou apaixonada eu nunca fiz então, não tem em Jundiaí, tem muito espaço pra isso, né? o core tem então hoje em Jundiaí nós temos velocity, core e o vidya ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda

Caraca, gente. E assim, eu tava conversando esses dias com alguém no Beach Tênis sobre a sacada do grupo Smart Fit em subnichar e dividir as modalidades e criar experiências exclusivas pra cada modalidade com a energia Smart Fit com o mesmo modelinho.

que dá pra entender que elas estão associadas, e aí meio que cria um efeito manada, uma cascata, porque a pessoa experimenta um, ela quer experimentar outro, quer experimentar outro, e aí fica nesse emaranhado que, meu, é sensacional. E traz muito senso de comunidade.

Aqui mesmo no vídeo eu vejo que as pessoas vêm e trazem um amigo, as mulheres vêm e trazem maridos, namorados, e um traz o outro. Eu acho que uma das promoções mais interessantes e que realmente traz um resultado muito bom para a unidade é o Bring a Friend, porque realmente as pessoas indicam um amigo e ganham uma aula bônus por conta disso, e um indica o outro.

Às vezes tem alunas que chegam lá, a amiga não chegou, ela espera. Ai, não, minha amiga tá atrasada. Aí eu olho pra elas, eu falo assim, você vai perder 10 minutos da aula? Vou. Vou pra receber minha amiga. Porque eu preciso receber minha amiga. Isso é tão legal. Isso é tão legal. É como você realmente estivesse recebendo na sua casa.

maravilhoso. Então as pessoas convidam, né? Convidam os outros pra participar daquela comunidade, ter aquela experiência, e isso é muito legal, né? Porque quando você convida alguém, é como se você estivesse convidando alguém pra sua casa. Exato. Você tá dando o seu aval ali, né? O seu aval, exatamente, é o seu aval. E legal da sua visão, assim, é realmente, você foi muito assertiva, porque...

Essa humildade de você ter tipo, tá, deixa eu entender meu momento e entender minhas possibilidades e fazer uma análise mais fria, né? Porque muitas vezes tem gente que seria emocionada ali, tipo, não, eu vou fazer sozinho, vou enfrentar o mundo. Poderia dar certo, com certeza, mas é muito mais difícil. Principalmente pela questão do... Ainda preciso, pelo menos aqui na região de Jundiaí, né? Um, um...

um aprendizado, né? O público ainda não conhece. Tanto eu vejo que a Gabi, por exemplo, a Gabi, ela vai lá, ela tira foto, ela posta. Sim. E aí, esses dias, ela até respondeu uma caixinha. Tipo, a pessoa assim, ó. Viu? Me fala mais o que que é esse negócio que você vai. É ruim? É bom? Porque eu nunca fiz e eu tenho curiosidade. Eu não sei se eu tô afim de pagar uma aula pra ir lá ver. E aí, me fala mais. Então, as pessoas ficam curiosas. Porque quando fala hot yoga, tipo assim... Uhum.

eu quando ela falou que ela ia, eu falei não faço ideia, o que é isso? e ela explicou o modelo e ela fica legal, mas será que na prática qual é a sensação? então o público ainda precisa dessa

Com certeza, com certeza. Aliás, essa é uma das razões que nós fechamos contrato com a Laís Pavese. Maravilhosa, que também é assim. E não adianta... Ela que me convidou pra ir a primeira vez. Ah, olha que lindo. Foi em dezembro do ano passado. Tá vendo como é verdade isso? E eu gosto de trabalhar com pessoas que elas precisam viver aquilo. Elas precisam gostar do produto. Elas precisam gostar de yoga. Elas precisam...

entendeu? Não é só quem trabalha ali, mas os prestadores de serviço. E a Laís tava sempre lá, de carteirinha, e ela é maravilhosa. Eu acho ela incrível no Instagram, eu acho ela uma comunicadora excelente. Falei assim, Laís, e eu recebi propostas de outras pessoas pra fazer o marketing do vídeo.

Mas eu falei assim, Laís, eu quero você porque eu sei que você entra aqui, você sente a experiência, você é nossa aluna, você já consome o nosso produto, você já gosta do nosso serviço. Então eu quero alguém que fale pelo vídeo com legitimidade. Perfeito. Não porque eu estou te remunerando por isso.

É porque você vai, com legitimidade, falar do vídeo. Eu tenho certeza que você vai entregar um trabalho excelente. Por quê? Porque a gente precisa, assim, tanto que o social media agora está com a Laís, a gente precisa começar a comunicar ao público o que é o Hot Yoga, tudo, assim, desde o início, o que é o Hot Yoga, quais são os benefícios do Hot Yoga, o que você vai encontrar lá, o que você precisa levar, o que você não...

não precisa levar, o que você não tem que se preocupar. Isso é muito legal, porque, por exemplo, esses dias a Gabi, a gente tinha um compromisso, aí ela falou, ah, então eu vou lá e tal, eu vou e aí depois eu tenho que tomar banho. Ah, então você vai tomar banho no escritório, né? Ela, não!

É o quê? Eu nunca mais tô no banho aqui, não. Você acha que eu vou tomar banho no escritório? Lá tem um pouco de estrutura. Aí eu assim, ah, é? Eu não sabia, porque eu não fui ainda lá, né? Então, é legal, porque tem gente que às vezes vai falar, mas pô, vou sair lá, vou suar e depois vou pra casa suada. Sabe, são coisas que... Tem tudo. Essa comunicação é muito importante também pra tirar os mitos, né? Porque às vezes o pessoal olha e fala, esse negócio quente aí, será que...

Nem vai fazer bem, né? E aí as pessoas vão colocando algumas... As pessoas estão muito curiosas.

assim, de verdade. Antes da Laís eu não conhecia. Ela falou menina, a gente precisa ir no Hot Yoga que é na 9. Eu, Hot Yoga na 9, não conheço. Aí eu fui, ela veio participar do podcast eu fui levar um presente pra ela ela falou, vamos. Eu falei, vamos. Quando? Eu tô agendada amanhã às 17. Vamos. E fui. E foi. Eu fui e levei uma outra amiga também. Já no mesmo dia sem conhecer. E eu fui, eu me apaixonei de primeira.

Aí o que eu falo pra todo mundo, o povo fala, de verdade, as pessoas que me seguem falam, Gabi, qual é a brisa de fazer yoga na sauna? Elas falam isso. Qual é a brisa? Calma que eu te explico. Porque primeiro, você entra, inicialmente, os dois primeiros que eu fui, foi mais difícil respirar lá dentro. Sim. Os dois primeiros. É um negócio que tem que...

puxar mais fundo e tal, não sei o quê. Hoje eu já nem sei quantas vezes eu já fui, já perdi a conta, mas assim, eu entro é como se eu estivesse respirando aqui. É tranquilo. Você vai ganhar resistência, né? É resistência, o seu consciente já entende aquela sensação, já entende que aquilo não é perigo. Mas pra mim, o que mais pega é o seguinte, você entra lá...

Aquele desconforto inicial te obriga a entrar no estado de diálogo com a tua mente. Do tipo, tá tudo bem, é só a temperatura, tá todo mundo aqui, a temperatura tá elevada, ok. Aí o professor, eu já fiz com quatro, o instrutor extremamente...

capacitado pra ir te conduzindo. E aí, você foca no que ele tá falando. Primeiro naquela orientação inicial e depois nos movimentos em si. Então é uma hora que eu não penso em absolutamente mais nada. Não tem como.

A não ser controlar a minha respiração, focar no movimento e entender o meu corpo. Eu consigo a mão aqui? Eu consigo esticar um pouco mais? Eu consigo... E você descobre tantas possibilidades com o seu corpo. Eu já tinha feito yoga antes. Num outro momento da minha vida em que talvez eu não acreditasse muito em mim. Então, eu achava que era too much pra mim. Eu tava num momento diferente fisicamente falando. E não era hot yoga, era o yoga, que também é maravilhoso.

Mas lá dentro, que eu falo da temperatura, além do controle mental, ele relaxa a musculatura um pouco. Então, tecnicamente, você fica um pouco mais flexível, você consegue fazer um pouco melhor. Aí eu posto tudo agora, mas eu sou viciada em filmar e ficar me assistindo.

Eu falo, gente, nossa, eu não melhorei nesse movimento. E é bonito, né? É bonito. E o Viniassa é bonito. Ele é plástico, assim, né? É lindo. Ele parece uma dança mesmo. Ele não tem permanência nas posturas, né? Então, essa transição de uma postura pra outra. Essa fluidez, né? Essa fluidez realmente torna a prática muito bonita. Muito bonita. E... E...

Aquela hora no tapetinho, realmente você tá ali presente, ponto. Você não consegue pensar em mais nada. Por quê? Porque realmente faz com que você, em primeiro lugar, respire. Que é o que às vezes as pessoas não param pra fazer. Você entra lá, você tem que começar a respirar.

Você respira, respira fundo. Até porque o viniassa, você tem que acompanhar a respiração com o movimento. Cada movimento que você faz é inspira, expira, inspira, expira. Então, você respira, você concentra ali. Por quê? Porque tem o calor.

E aí o coraçãozinho bate mais acelerado, né? Então tem um cardio ali, respiratório muito bom também. Queima calorias, você tá pingando. Então você tem que prestar atenção na condição do professor, prestar atenção no teu corpo, no teu tapetinho e ponto, ponto. Você não consegue pensar em mais nada. Então por isso que realmente é um momento pra você. E o calor tem esse aspecto de que relaxa, relaxa as articulações, relaxa a musculatura.

É um detox, é um detox, sim. Tem várias, não, na verdade são esses os benefícios que um médico poderia estar aqui falando sobre os benefícios do hot yoga, mas são inúmeros. Melhora a pressão arterial, melhora o sono. Sim, melhora o sono.

Eu falo que se eu faço à noite, quando eu faço à noite, eu faço das 20 horas, porque depois vou embora pra casa. Eu durmo mais profundamente ainda do que eu costumo dormir, porque eu durmo muito bem. E se eu faço de manhã, nossa, o meu dia todo se transforma a partir dali.

É fora a parte mental também, né, Lê? Porque assim, primeiro, tem a condução dos instrutores, que é cada um ali com a sua energia e tal. Eles sempre passam mensagens incríveis no decorrer. Os movimentos do corpo dentro do yoga têm analogias pra vida. E aí, cara, é uma coisa que te tira do digital.

Porque hoje a gente não vive mais o presente. Então, te tira do digital, te coloca em contato com o próprio corpo, te faz refletir, te faz perceber que, ok, naquele momentinho lá final, você deita, relaxa e se entrega. Mas que você pode fazer isso ao longo do seu dia quando as coisas parecem estar, tipo...

Fora de si, sabe? Te tirando do... Caóticas. Caóticas. Eu gosto de dizer que no final do dia, assim, no final de tudo que pode se falar a respeito do yoga, o yoga tem, sim, o aspecto físico, evidentemente. Você vai ficar mais tonificada.

O corpo vai ficar mais bonito, vai ficar mais flexível, sim. Mas o yoga, ele fortalece o teu mental. Tem um fortalecimento físico, mas tem um fortalecimento mental muito grande. Porque você acaba trabalhando, controla a tua mente. Muito. Controla a tua mente, tenta centrar, né? Tenta vir pra você um pouquinho.

E muitos executivos do Vale do Silício são praticantes de yoga, se você for pegar ali uma biografia de muitos. Eu acredito que por conta disso também, de as primeiras horas do dia eles fazem práticas de yoga, né? Não sei se é hot yoga, mas pode ser um pouco de tudo, né? E mistura aí, tem também ali uma meditação, porque também não deixa de ser uma meditação. Pra mim corrida é meditativo e pra mim também yoga é meditativo.

É uma curiosidade. É uma curiosidade, assim, entra no fluxo, né? Então, assim, o fato de você entrar no fluxo... Porque a galera tem um pensamento que meditação é só fechar os olhos e ficar... E existe essa prática também e funciona super bem. Mas o fato de você estar no momento presente, conectado com você, é meditativo.

numa corrida, numa atividade física intensa, num momento de concentração, num arte, né? Uma pessoa tá no flow ali, pintando, desenhando, escrevendo. É meditativo. E gera um resultado muito legal, assim, pro cognitivo, pro emocional. Sim, sim. Manda qualquer ansiedade pra longe, né? Exato, exato. Manda embora. É muito importante.

Eu ia falar que eu tenho uma conhecida que inclusive foi essa semana lá com um grupinho, a Amanda. Ela é personal, ela foi com um grupinho, era proteína no mesmo dia, foi segunda noite. E ela dá algumas aulas de yoga no parque, esporadicamente ela falou de um livro que chama Yamas and Yamas, alguma coisa assim, que é a parte das filosofias do yoga, né? O que eu ia te perguntar é o seguinte.

A franquia em si te dá a possibilidade de fazer micro-eventos para introduzir a cultura do yoga em outros aspectos para além daquele modelo de aula ou não necessariamente?

Gabi, a franquia dá a possibilidade de você fazer aulões especiais, de você fazer eventos, de você fazer parcerias. Legal. Sim, eventos especiais, sim, com outras marcas. Lógico que tem que fazer sentido. É, dá esse fixo.

tem que dar esse fit com o estúdio, mas tendo realmente tendo fit, tendo sinergia a gente tem que submeter sempre eventos a aprovação do marketing e da franqueadora e aí conseguimos sim fazer

Eu penso que durante toda a aula tem sempre ali umas pílulas de sabedoria. Super, super, super. De cada um dos professores, porque nenhum professor de yoga não tem a base dela, né? E a filosofia do yoga é o que sustenta, né? Da onde nasce. Então, todos eles têm, cada um traz isso para o seu aluno de uma maneira.

Mas o estúdio, ele é clean, né? Ele não vai ter imagem alguma, não vai ter ali um Buda, não vai ter essa cara de um shala, por exemplo, que é onde se pratica... Você falou de yamas e niyamas. Quem vem do Ashtanga Yoga estuda muito profundamente. Eu já estudei um pouco também. Gosto de outras modalidades também do yoga.

Mas esses princípios, e são princípios de vida, por isso que a gente fala que yoga é uma filosofia de vida, né? São os princípios que você deve seguir pra ter uma vida próspera, abundante e feliz. Resumindo, é isso. Acho que legal. Facilita, né?

pauta, na verdade, o comportamento de um yogi. Um yogi, na verdade, o que ele tem que praticar, né? Fala muito sobre a rinça, que é a não violência, mas fala muito também sobre verdade, né? É, o que eu quis dizer foi que indiretamente a Gi outro dia postou que o vídeo tá fazendo em Jundiaia é um movimento muito bonito, mas é assim que eu enxergo mesmo, porque as pessoas...

vão, algumas vão pelo hype, eu brinquei esses dias num story que eu fiz, talvez eu tenha vindo pelo hype, talvez, mas não é o hype que me faz ficar aqui, postar o que eu tô fazendo e tudo mais, e convidar Deus e o mundo. Por quê? Porque é uma experiência maravilhosa que a partir dela te abre uma série de possibilidades, de percepções pra se melhorar na vida, então eu verdadeiramente acho que é um movimento. Não, você disse tudo.

Não, você disse tudo, Gabi. É isso mesmo, como eu enxergo o Vidya. O Vidya é uma baita porta de entrada pra muita gente que jamais pisaria num estúdio tradicional de yoga, que jamais passou pela minha cabeça ir praticar yoga, mas ali nós recebemos pessoas de 14, 15, 16 anos.

até 60 a mais, a gente recebe homens, mulheres de todas as idades, que já praticaram yoga, que nunca praticaram yoga, então tem aqueles que já tem uma experiência com a prática, tem, e que ali é a primeira vez no hot yoga, é a minha primeira vez no hot, tá, legal. Mas tem pessoas que ali, e muita gente, tá, muita gente, que nunca praticou yoga, nunca pisou num estúdio, nunca... Nunca...

Não sabe o que é um tapetinho. Sentou num tapetinho. Nunca sentou num tapetinho, exatamente. É muito legal. Então, pode ir pelo hype, pode ser que vá pelo hype. Só que tem muita gente que fica. E essa transformação acaba acontecendo. Acaba acontecendo. É, eu acho que isso é grandioso. Mas é pela experiência, por exemplo. Tem gente que, quando a gente falou de meditação, né? Tem gente que tem um estereótipo, ou uma crença, ou uma pré-concepção de meditação. Às vezes, algo mais religioso.

E aí a pessoa fica, meditação... Aí, beleza. Quando você... Eu já cheguei a fazer isso em empresa. Tá, galera, a gente vai fazer uma atividade aqui, mas antes disso eu quero fazer uma prática meditativa, tudo bem? Ó, não é nada religioso, é só respiração. Então vamos trabalhar a respiração. Aí eu coloco a galera lá, a gente faz uma meditação. Nada de pirotécnico, nada... Aí você olha pra galera e o cara assim, ó.

Tipo, e aí? Que alguém quer compartilhar? Nossa, bom, né? Bom, né? Tipo, legal. Se o cara vai fazer na casa dele ou não, mas ele teve uma experiência. Talvez quebrando um paradinho aqui, ele construiu ou construíram pra ele, tipo assim, que aquilo ali é... Você não pode ficar com a cabeça, sei lá. Tem várias crenças, né? E aí o cara olhou, tipo assim, nossa, legal. E aí você desmistifica, ó. Não tem nada demais, só respirava.

É, sim. Não tem nada a ver com religião. É, eu falo muito de atleta. Tipo assim, ó, respirar é o que faz um atleta performar. Olha lá o Cristiano Ronaldo quando vai bater um pênalti, uma falta. Você vê um nadador antes de... Segundos antes de ele entrar na piscina, ele respira e se concentra. É um essencial. Então, tipo assim, cara, se esses caras que são...

Alta performance faz isso. Ninguém tá vendo a religião do cara. Tá vendo como ele aplica uma ferramenta. Então pensa como ferramenta. E aí é um jeito de desmistificar a meditação. E talvez a pessoa que vai lá pelo hype desmistifica o yoga porque ela...

Ela vive a experiência e fala, nossa, isso faz sentido pra mim, que legal. Não é nada esotérico, nada pirotécnico, nada. Não é nada esotérico, não. Cara, é só curtir ali o movimento. E essa é uma das razões pelas quais o vídeo faz tanto sucesso.

Porque ele é um estúdio clean, você pratica yoga, sim, mas não tá vinculado, e o yoga não está, né? Não tá vinculado a religião nenhuma, né? Teve berço na Índia, sim, teve berço na Índia, mas pra você praticar yoga, na verdade...

No tapetinho, todos os desafios, as dificuldades, as dores. E tudo que você passa no tapetinho replica muito o que você passa na vida. E aí você acaba criando uma espécie de resistência, uma espécie de... Ah, eu já passei por isso. Ah, eu consigo torcer. Não, eu consegui um pouquinho mais. Não, eu consigo segurar essa dor. Não, aqui é só respirar. Então tem muita coisa que você faz no tapetinho. Não, respira fundo.

calma, né, sabe põe o pezinho no chão, vai Tadasana, postura da montanha o ombrinho pra trás, levanta eu falo que as posturas de equilíbrio me desafiam que só por Deus

Mas eu trago esse pensamento, porque eu faço trilha, né? Tracking. Ah, que legal. E quando eu tô na montanha, subindo ali, às vezes é esse mesmo pensamento que eu tenho. Tipo assim, pô, às vezes eu tô sofrendo ali porque tá pesado, eu não tô preparado. Aí minha pergunta, o que que na minha vida atual é um problema que eu tô carregando da mesma forma que tá me fazendo sofrer?

E aí na hora já vem o insight, aí é meditativo também Puta velha, olha que coisa que eu tô carregando A mais aqui que eu não preciso carregar Nossa, tal coisa ali, olha esse peso Sabe? Então é sempre A história que você pode contar Daquilo que você tá fazendo, é muito importante Que você tire um aprendizado em tudo que você faz Com certeza Muito legal, muito bom Tem uma, até queria deixar isso gravado mesmo Tem pessoas que me seguem E elas perguntam e tal, e eu falo Meu, vai, ai mas eu tenho medo de passar mal Só

Não passa, e se passar, é só abrir a porta e sair, né? Só abrir a porta e sair. As pessoas acham que elas estão presas. Elas não estão presas. Não, tá tudo bem. Eu percebo, Gabi, que quando o aluno levanta e sai, ele fica constrangido. Ele fica um pouco constrangido, ele vai ali pra frente, na recepção aí eu olho, tá tudo bem? Não, tá tudo bem, que pra mim é...

muito quente, ou precisei sair pra respirar, né? Cada um tem ali uma razão de levantar e sair. Mas eu falo pra todos eles, não se sentiu bem, pode levantar e sair. Ninguém tá preso. Cara, e olha de novo, até o levantar e sair, tem a analogia da vida. Você não tá preso em nenhum lugar que você tá, nem numa sala quente, nem no relacionamento, nem no seu trabalho, nem nada. Você pode levantar e sair até aqui. Você pode levantar e sair. Exato, qualquer momento.

Pode buscar um novo ambiente ali pra você naquele momento, dar uma respirada e voltar. Porque também não quer dizer que não pode voltar, né? Ou não pode.

Ela saiu, ela respira e pode morar. Pode, pode, por quê? Porque é exceção. Lógico que a gente tem ali a regra de entra no horário e os atrasados entram 10 minutos depois. Isso é uma regra. Mas é a regra. Toda regra tem exceção. Claro. Se o aluno não se insiste um bem, precisou sair, ele vai sair, ele vai respirar. Se ele quiser voltar, a gente vai deixar ele voltar pro tapetinho.

E às vezes é esse sentimento. Sabe o que acontece? Às vezes é a questão do condicionamento social, né? A pessoa, ela vê aquilo ali e ela se sente tipo assim, nossa, o que vão pensar de mim? O que vão julgar? É. Acredite, está cada um pensando na sua própria força daquele momento. Ninguém nem percebeu que você saiu.

Você não é um lequim dourado, todo mundo olha pra você e fica, nossa, o que que passa na cabeça dela? Eu acho que o que mais me encanta é isso, é tipo, tudo uma grande analogia das coisas do dia a dia. Se você se expõe ali, você fala, caraca, é isso? E tem uma outra coisa também que mais de uma pessoa me falou é, putz, tô muito acima do peso, putz, tô muito fora de forma e não vou conseguir fazer postura nenhuma.

Sim, você talvez não consiga fazer, mas se você nunca fizer, você nunca vai conseguir fazer. E o melhor lugar pra você se experimentar é ali, porque o professor não fala vai, tem que fazer. Ele fala vai no seu ritmo, vai no seu tempo, vai se experimentando. Exatamente, cada um vai no seu limite. Cada um faz, entrega o que tem pra entregar. Cada um entrega o que tem pra entregar. Ai, não tô conseguindo acompanhar.

Vá, senta, vai pra postura, a gente fala, vai pra postura da criança, né, que é o balaça, respira um pouco, toma um golinho de água, volta quando sentir vontade. É cada, na verdade, a prática de yoga, ela é individual.

Ela é individual. Ali você tem alguém guiando a tua prática, sim. Mas ela é individual. Seja quando você está no coletivo, seja quando você está na minha casa. Eu tenho a minha prática individual em casa de yoga. É a minha prática, é o meu movimento. Mas quando eu estou no Vidya, ali também é exclusivamente a minha prática. Não vai ser igual de ninguém mais que está ali.

E tem a questão também que uma atividade física tem um processo que é progressivo, né? Você nunca vai chegar já campeão mundial de boxe no primeiro treino. Cara, você vai ter que socar muito ali o saco de pancada, aprender, tomar umas porradas pra um dia você ter uma condição de fazer uma luta, ou que você não faça uma luta, mas você ter uma postura melhor.

E em qualquer esporte, qualquer atividade física. Então, uma pessoa vai sair pra correr, o cara não vai correr 42 quilômetros. Ele vai ter que treinar muito pra poder fazer. Ele vai completar cinco, depois completar dez. Exato. Então, assim, é progressivo. Depois completar uma meia maratona.

Exato, então assim, não dá pra chegar... Mas o importante é a jornada, e a beleza tá nisso, né? E às vezes a pessoa nem vai pra tudo isso, é só aquele momento, ela vai lá algumas vezes, se sentiu bem, tá tudo bem, é isso, né? É que às vezes a pessoa quer muito o topo da montanha, e tipo, cara, calma. É imediatismo, né? Só curte o rolê.

Eu quero estar performática e bonita amanhã. Não é assim nada na vida. É tudo uma construção, né, Gabi? É tudo uma construção. E da tua prática também é uma construção. Mas sabe o que eu acho lindo em Jundiaí? Que tá quase todo mundo no mesmo barco. Por quê? Porque o número de primeiras experiências aqui em Jundiaí ainda supera os que estão lá pela segunda vez, pela terceira vez, pela quinta vez.

Então, nos primeiros 60 dias ali de abertura do Vidya, a gente tinha 70% das pessoas primeira vez num tapetinho de yoga. Então, primeira experiência a gente ainda... É ainda o que a gente mais vende a primeira experiência, porque é novidade. Nos primeiros... Só...

Não sei se vocês gostam de números, mas nos primeiros dois meses do ano, janeiro e fevereiro, foram vendidas 5.200 experiências. Nossa. Primeiras experiências. Nossa. 5.200 primeiras experiências. Chocada. Então, assim, de janeiro agora, início de março, tinham passado pelo estúdio 6.000 pessoas. 6.000 check-ins.

É muita gente, Gabi, que atinge. E isso, isso, pros professores é incrível. Eu vejo que eles ficam animados. Leia quanta gente passa por aqui, né? E tem sempre gente nova, tem sempre gente diferente, tem sempre primeira experiência, tem sempre gente com pulseirinha lá dentro. Eu sempre falo pro pessoal, viu? Não se sinta só, tá? Você não é. Você não está só aqui dentro.

Tem vários outros alunos também com pulseirinha aqui dentro. Não, e imagino que assim, pra você enquanto empresária que tinha o desejo de fazer algo, enxergar isso acontecendo e acontecendo nesse grau, deve ser muito satisfatório, muito gratificante, né? É muito gratificante. É muito gratificante. Apesar de todas as dificuldades que a gente teve aqui.

ao longo do projeto, ao longo da obra, resumindo aqui, resumo do resumo do resumo, era um projeto que imaginávamos levantar em seis meses, então assim, eu assinei com a Smart em julho de 24, qual que era o plano? Em dezembro a gente está inaugurando, dezembro está inaugurando, que isso? A gente foi inaugurar em dezembro de 25.

é, por isso que eu perguntei um ano e meio um ano e meio porque assim, muita coisa dá errado ao longo do caminho escolheu ponto, fez projeto, não deu certo começa tudo de novo aí vai atrás de outro ponto vai pra aprovação, vamos desenhar layout vamos negociar, aí começa a obra tem mil perrengues, né

onde realmente a gestão sem romance, não tem nada de romântico, não tem nada de flores durante uma empreitada de levantar um projeto desses porque a obra ficou linda, ficou foi difícil, foi muito difícil foram inúmeros desafios

cabo a rabo, do início ao fim, com várias questões, hidráulica, elétrica, então tudo demorou muito mais tempo, custou muito mais caro, doeu bastante, doeu mais, doeu mais. Caraca. Precisou de muita resiliência, gostam de falar essa palavra, precisou, foi necessária muita resiliência mesmo, e determinação pra ir até o fim.

acreditar no projeto também, né? Porque se você não tivesse... Eu sei que às vezes dá uma esmorecida, assim, nossa, será que... Mas tipo assim, acreditar que... Tô aporrada, aporrada, aporrada, você fala, não, agora é nocaute. É, mas aí beleza. E o fato de você ter continuado é o que faz o negócio estar indo super bem. Que legal.

O que eu ia falar é que é importantíssimo falar sobre isso e falar o que você tá dizendo, porque eu aposto que as pessoas olham de fora e pensam, meu Deus, essa estourou, tá arrasando, tá bombando, não sei o quê, mas como diria minha mãe... Do dia pra noite.

Do dia pra noite, do nada surgiu esse hot yoga aí bombando. Do nada, deixa o do nada saber, né? Como diz a minha mãe, vem as pingas que eu tomo e não vê os tombos que eu levo. É tipo isso, né? Exatamente. Cara, até isso acontecer, até tá funcionando, teve muita água debaixo da ponte.

teve, passou muita água debaixo dessa ponte, foi um processo longo, muito desafiador, mas tem uma coisa que também a gente precisa reconhecer, quando você está, eu falo família Smart Fit, quando você está ali dentro de uma família e começamos, assim, grupo de franqueados também, a...

a dialogar, a bater papo, a trocar figurinha, não só depois que as unidades foram inauguradas, mas antes, ao longo do projeto. Então, você vê o quê? Que a tua dor também é a dor do outro. Não é só você que passa perrengue. Não é só difícil pra você. É difícil pra todo mundo. É difícil pra todo mundo. Por quê? Porque crescer dói. Crescer dói, né?

Então, eu não vejo não assim, pra mim nunca nada caiu do céu, Gabi. Eu já fiz um milhão de coisas na vida. Eu sou uma pessoa, como eu falei inicialmente, eu sou muito versátil e eu sou muito corajosa. Mas eu já apanhei muito da vida. Já tomei muito tombo. Mas eu tenho uma coisa comigo. Não tem problema. Eu vou cair, eu vou me levantar. Vai ser dois trabalhos. Eu vou cair e eu vou me levantar. Eu vou cair e eu vou me levantar. Ai, se quebrar!

Se eu quebrar, eu vou ter que fazer tudo de novo. Ah, e se você perder todo o dinheiro? Vou ter que faturar tudo de novo. Vou ter que ir atrás. Fome, eu não vou passar. Eu ainda sou inteligente. Eu ainda tenho serviço para prestar. Eu ainda sirvo para alguma coisa. E eu tenho essa crença comigo, assim, muito forte. E depois, eu estava falando hoje de manhã isso para a Janine. Num bate-papo. Ela falou, e ainda depois de três filhos, você continuou trabalhando. Porque eu falei, depois dos meus 35 anos...

que nasceu a minha terceira filha, minha caçula, falei assim, bom, agora vou voltar, vou retomar minha vida profissional, vou começar a cuidar de mim, e vou começar a investir nisso, porque eu preciso servir pra alguma coisa, pro mundo, né, eu acho que todo mundo tem que encontrar esse propósito, essa...

Essa missão mesmo, essa missão de vida, né? Família é muito importante, ser mãe é muito lindo. Você... Ser mulher é de uma beleza absurda, né? Eu sou, assim... Eu sou fã de mulheres que vieram pra...

pra florescer, né? Porque tem que... Eu acho que você tem que se apropriar também da tua sensibilidade, da tua intuição, né? Da tua doçura, amorosidade, mas isso pra você explodir, assim. Mostra pro mundo tudo isso e aonde que você coloca toda essa energia. Não só dentro de casa, pra sua família, pros seus filhos, mas também...

Perfeito. Pra expandir. Pra expandir. É, pro próximo. Seja lá o que você decida fazer da vida, né? Que legal. Desculpa. É muito legal você trazer esse ponto, porque assim...

muitas vezes o empresário ou a empresária trava nos desafios da vida, e muitos dos nossos medos eles são todos imaginários, a maior parte ali, sei lá, vamos falar que 90% das coisas que a gente prevê na mente, ela não acontece de fato, então são muitos, tem o medo às vezes aquele medo real, algo físico, algo que é iminente de fato, mas ele é um pedacinho só, a maior parte é a construção da nossa mente.

E quando você tem uma fala como essa interna sua, tipo, cara, ó, se der errado, eu levanto e construo. Se eu quebrar, eu faço dinheiro de novo. Se tudo acabar, eu começo de novo. Começo de novo. Então, além de ser um modelo mental muito bom...

começa a facilitar isso como ferramenta porque muitas vezes em consultoria eu falo pro meu cliente tá, vamos pensar, o que pior pode acontecer? Ah, de pior pode acontecer isso. Tá, e aí? Você vai acabar? Vai morrer? Não, não vou. Então vamos, cara. É só continuar, porque assim...

Às vezes você tá pensando o pior e você já viu que o pior já nem é tudo isso, né? Porque às vezes a pessoa coloca uma tempestade num copo d'água. Beleza, e se acontecer, agora que você já sabe o que pode acontecer, vamos se preparar pra isso. Sim. Tá, se acontecer, então eu faço isso. Se não acontecer, ótimo, eu sigo por aqui. E às vezes é meio besta, né? Parece ser, nossa, mas é óbvio. Não, não é óbvio porque a pessoa tá emocionalmente abalada, instável.

Sim. Mas ela precisa construir uma mentalidade como essa sua. É, porque senão ela mesma se limita, né? Exato. Ela mesma se limita.

Sabotagem total ali do processo de crescimento, de tomada de decisão, de fazer as coisas como precisa acontecer. Então, quem tá assistindo a gente aqui, pensa nisso, porque às vezes o problema que você tá vivendo, ele não é tão grande como você imagina. Ele só é mais uma... um excesso de pensamentos, ansiedade e falta de alguém pra racionalizar e você falar...

Deixa eu dissociar aqui, respira. Tá, se tudo acontecer de errado, eu vou lá e faço e minha vida continua e não vou morrer. Eu falo isso, por exemplo, nas dívidas bancárias. Tem cliente que fala, nossa, eu não posso ter o nome sujo, não sei o que lá, minha dívida. Tá, e se o seu nome ficar sujo, o que vai acontecer? O que vai acontecer? Nada.

E se você não tiver mais cartão de crédito, o que vai acontecer? Ah, eu vou ter que pegar minha grana e pagar as contas com o dinheiro que eu tenho. Ó! Que beleza! Então é isso que a gente vai fazer, cara. Esquece de pensar coisa. Ah, o que o outro vai pensar? Como é que eu não vou ter um cartão? Velho, se você tá quebrado, você vai ter que agir como uma pessoa quebrada no primeiro momento e virar uma pessoa bem sucedida de novo. É, exatamente. Só isso.

Mas pra isso tem uma jornada, né? Tem, tem uma jornada. Você também dá muita importância pro que os outros pensam, também é algo que pesa nas tuas decisões. Então, a opinião do outro a ter o respeito é só o que ele pensa a ter o respeito, mas não diz sobre você. Só você pode dizer sobre você, né? Suas lutas, os seus desafios, aonde você quer chegar, quem é você. Você que fala por você. Acho que isso é o mais forte, o que você tem que ter realmente em mente.

Perfeito. Olê, eu como gestora do tempo desse podcast, infelizmente terei que encaminhar a conversa para a reta final, mas infelizmente mesmo, porque eu amei, amei conhecer sua história. Nossa, o tempo voou. Não tenho dúvidas de que o vídeo vai voar cada vez mais do que depender de mim, você garota propagando até o fim, porque eu amo, amo, amo a experiência.

E eu queria saber de você as nossas três perguntas finais. A gente sempre faz um arremate com três perguntas. Não que a gente não tenha dado várias dicas e sugestões. Você falou muita coisa legal, assim, pra direcionar quem tá assistindo. Mas eu acho que, principalmente, eu tenho uma crença, um comportamento até, que eu aprendo com o que não foi dito. Normalmente, eu...

aprendo com o que tá por trás daquilo. Então, uma das coisas que mais me admirou aqui em você é justamente a autoconfiança com que você fala de si, não porque imagino que você se ache fodona, não, mas porque você confia nas ferramentas que você tem, você conhece as forças e as fraquezas, e você tem... O Márcio usou muito bem, aquela hora que a gente ia falar junto, eu ia falar exatamente sobre isso, sobre o modelo mental.

Então, isso foi uma das coisas que mais me impressionou. Espero que quem está assistindo aí consiga também aprender, não só com o que foi dito, mas com esse jeitinho de pensar, que eu acho que é o que faz toda a diferença. Mas para a gente arrematar, a primeira pergunta é qual você acredita que seja o erro dos empreendedores e empresários atualmente? O maior erro que um empreendedor e empresário pode cometer. Se você quiser, você pode direcionar para a pessoa que talvez está tentando investir em uma franquia ou num negócio no geral.

Não investir tempo e energia nas pessoas que estão com você. Eu acho que esse é o maior erro. Eu acho que a formação do teu time, da tua equipe, é o que vai editar o sucesso do negócio. São pessoas. No final das contas, são as pessoas. E muito antes do vídeo inaugurar, o que eu busquei aqui em Jundiaí? Encontrar os professores. Ir atrás deles. Ir atrás deles.

Deixa eu ver, porque é a alma do negócio, é onde começa o coração, é o cor do negócio. Então as pessoas são o mais importante, o resto você consegue. A questão financeira, você vai encontrar soluções, você vai ir atrás. Alguma coisa deu errado na tua obra, o prestador de serviço não entregou, você vai conseguir solucionar, fazer a gestão.

Do resto, mas a gestão de pessoas é o coração do negócio. Você precisa as pessoas certas, alinhadas e que acreditem também, que acreditem no negócio, que vistam a camisa, que sejam realmente, que estejam, eu falo isso dentro do vídeo, tá? Eu não quero ninguém que não esteja feliz trabalhando aqui dentro. As pessoas que trabalham aqui, elas têm que estar felizes aonde estão, elas têm que querer estar aqui. Perfeito.

elas têm que querer estar aqui. Então, até porque quando a gente trata de yoga, a gente também consegue enxergar um viés nas pessoas e nesses profissionais também. São pessoas bem sensíveis, são pessoas...

mais libertas, são pessoas com, às vezes com opiniões muito distantes do mundo corporativo, e essa dificuldade a gente encontra no vídeo, porque no final das contas é uma empresa, é uma empresa, tem processos, tem que ter gestão.

mas esse outro lado, que é o lado muito humano e como tratar com essas pessoas, é o grande desafio, é o grande desafio. E eu vejo isso claramente, porque eu já fui gestora e sócia de escritório de advocacia, e hoje eu tenho um estúdio de yoga. É completamente diferente. Você precisa fazer a integração desses dois mundos, né? É completamente diferente, completamente diferente. Excelente, excelente. Maravilhoso.

A segunda pergunta é sobre ilusão. Qual você acredita que é a maior ilusão desses empresários na realidade? Onde eles se auto-enganam? Que no curto prazo você vai alcançar o resultado que você enxergou ali. Você fez as contas, você olhou a planilha ali, nossa, que lindo. Olha, em seis meses levantei o projeto, em seis meses aqui já atingi lá o break-even. Nossa, em dois anos já estou rico.

Não, é no longo prazo. Empreender é no longo prazo. E não é linear, né? Não é linear. Não é linear. Tem muitas curvas. Dizia o Ayrton Senna, né? Que você ganha a corrida e é na curva. Na curva, na reta todo mundo acelera. Na reta todo mundo acelera. Exatamente.

Então, ó, crença minha, tá? Tudo que vale a pena na vida requer muito trabalho, em todos os aspectos da vida. Em todos os aspectos da vida requer, demanda, trabalho. E nenhum deles é no curto prazo, é no longo prazo. Tudo é uma construção e a gente constrói as relações, os negócios, as empresas, no longo prazo.

É ali, tijolinho por tijolinho. Perfeito. Então, por isso que eu acho que pessoas ansiosas ou imediatistas, elas sofrem muito. Elas sofrem muito, por quê? Porque elas querem já o resultado. Trazer o presente para o futuro. Elas querem que aquilo aconteça logo, que aquela viagem venha já, que logo eu consiga abrir a empresa, que logo a obra termine, que logo eu passe no concurso, eu quero logo assumir meu cargo. E é sempre lá, né?

É sempre, eu me formei em Direito, mas eu tenho vários colegas que foram para concurso público, né, e são servidores públicos. Nenhum deles passou em um, dois anos. A maioria deles, inclusive eu tenho uma amiga que eu adoro, do Rio de Janeiro, que é uma cidade também que eu amo, que assumiu...

Agora em janeiro, passou para a magistratura, agora juíza em Maceió. Mas ela se dedicou cinco anos. Ela falou, Lê, eu admiro você porque você tomou a decisão, começou seu projeto, demorou mais do que...

se imaginava, ou que foi vendido, ou que a gente espera. Mas assim, eu também, eu sentei para estudar e eu fiz isso por cinco anos, porque eu queria muito isso. Então, é uma longa jornada. O que tem valor na vida demanda trabalho, mas também demanda muito amor. E aí, sem isso, você não consegue chegar no fim. Não tem como você chegar no fim.

de nenhum projeto na sua vida, se isso não vem do teu coração. Se isso não vem do teu coração, você vai largar no meio. Você vai desistir, porque as dificuldades são muitas. Perfeito. Isso serve pra casamento também. Perfeito. Exato. Pra tudo. Serve pra tudo. Serve pra tudo. Serve pra tudo. Você vai largar. Olhei, pra finalizar, qual é o teu segredo pra fazer gestão sem romance?

A gestão do dia a dia. A gestão do dia a dia. Ó, em primeiro lugar, alegria. Alegria. Eu sou uma pessoa bastante alegre. Eu acordo... E Letícia significa alegria, né? Já é o meu nome. Que legal! Eu já carrego isso. Acho que é alegria de viver, sabe? Às vezes eu falo tesão de viver.

muito isso eu gosto muito da vida eu sou apaixonada pela vida eu gosto do que eu faço eu comecei aqui te falando que eu atendo quem eu quero porque hoje eu tenho esse privilégio de ter perto de mim as pessoas que realmente são importantes na minha vida e em todos os aspectos que incrível

Nossa, e eu acho que isso falta muito nas pessoas. Esse brilho no olho, essa paixão pela vida. É, eu sou apaixonada pelo que eu faço. Adoro ser canceriana, porque canceriana entende. É intenso, é isso, é isso. Gente, meu amor, gente, não faz. Não faz, é exato. Não faz, eu empaco. Eu sou que nem caranguejo, não. Eu começo a andar aqui, ó, pro lado. Total, total. Lê, eu amei o bate-papo, adorei te conhecer. Eu, inclusive, agora entendi, porque aquele dia que a gente tava lá, a Lê falou, ela...

Azul, não sei o que, não sei o que. E você falou, gente, vocês não me conhecem. Eu sou desenrolada. Falei, agora entendi todo o porquê do que você tá falando. Adorei. Obrigada pela troca. Quer comentar, amorzão, alguma coisa? Não, foi sensacional. Só agradecer mesmo a participação. Foi muito legal. E quem assistiu a gente até aqui, se você gostou, deixa seu gostei. Comenta o que ela trouxe que fez mais sentido pra você.

E continua, continua olhando para a vida, fazendo suas atividades, mas com esse modelo mental que ela trouxe. Porque ela falou de gestão de um negócio, falou de como tocar uma empresa, mas no final do dia, como você pensar e como você se comporta é o que vai fazer você ter resultado. Então, leva isso aí. E obrigado. Muito obrigada a vocês. Foi incrível. Foi incrível, passou assim, né? Foi incrível, passou voando. Eu amei. Eu achei que eu não fosse nem ter repertório para vocês, tá?

Nossa, sentamos aqui. Só foi. Obrigada mais uma vez. E pra você que tá assistindo a gente aí, se você for de Jundiaí ou regiões, só vem fazer uma aula experimental no vídeo, que eu tenho certeza que você vai se apaixonar. Vai estar todos os contatos aqui na descrição do vídeo, telefone, os nossos também. Não deixa de acompanhar. Se inscrever no canal também, a gente inverteu, né?

Se inscreve no canal, clica no gostei, compartilha esse episódio e fica para os próximos. A gente vai ter, com certeza, muitas histórias incríveis como a da Letícia aqui. Obrigado, valeu. Obrigada mais uma vez e até o próximo. Até mais, tchau, tchau.

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Marcio K Ribeiro

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