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#22: Autoconhecimento e Eneagrama na Prática: Como Transformar sua Vida e seus Negócios | Diogo e Sueli

04 de maio de 20261h12min
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Autoconhecimento, liderança consciente e gestão de pessoas são a base para construir inteligência emocional no trabalho e melhorar a comunicação na empresa. Neste episódio 22, nossos convidados compartilham como a aplicação do ENEAGRAMA possibilita o desenvolvimento desses pilares que podem transformar sua vida pessoal e seus resultados nos negócios.


Ao longo da conversa, você vai descobrir que liderança começa dentro de você. Com insights profundos sobre comportamento humano, propósito e evolução pessoal, este episódio mostra que o verdadeiro crescimento acontece quando você assume o controle da sua própria transformação e passa a agir com mais consciência em todas as áreas da sua vida.


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Assuntos9
  • O Eneagrama em DetalheOs nove tipos de personalidade · Motivação e estratégia de proteção · Diferença entre personalidade e essência · Os três centros de inteligência (corpo, coração, mente) · Tipos instintivos (8, 9, 1)
  • Autocuidado e MaternidadeMaior erro: querer mudar o outro · Conselho: humildade, permissão e consciência · Segredo da gestão: equilíbrio e cuidado com os papéis
  • Eneagrama nos Negócios e RelacionamentosMelhora na comunicação interpessoal · Gestão de pessoas e liderança · Formação de equipes e processos seletivos · Cultura organizacional e desenvolvimento de líderes · Equilíbrio entre vida pessoal e profissional
  • AutoconhecimentoFerramentas práticas para gestores · Transformação pessoal e profissional · Mapa de instrução do ser humano · Evolução e transformação através do Eneagrama · Empatia e compaixão pelo outro
  • Publicação e Edição de LivrosDemocratização do mercado editorial · Criação de métodos únicos e autorais · Transformar o livro em negócio (curso, mentoria, franquia) · Projeto de histórias de vida e braço educacional em empresas
  • Propósito do Instituto IdeaisCriar cultura de autoconhecimento no Brasil e no mundo · Foco em famílias, empresas e escolas · Formação de professores e políticas públicas
  • Jornada de Sueli GonçalvesCrescimento em vulnerabilidade · Formação em Serviço Social e migração para terapia · Missão de curar vidas e autoconhecimento · Escritora do livro Mulheres Reais na Passarela da Vida
  • Encontro Vorcaro MoraesEmpreendedorismo desde cedo · Crise no casamento e autoconhecimento · Transição de carreira para mentor e treinador · Método NALIFE
  • Preconceito e Resistência ao AutoconhecimentoJulgamento de formações e métodos · Resistência a novas ideias e experiências · A importância de vivenciar antes de criticar · Superar a arrogância e o orgulho
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Como é que uma pessoa vai liderar o outro e liderar uma empresa, sendo que ele não lidera a própria vida dele? Não tem como. Lidere a si mesmo pra você liderar pessoas, pra você liderar a sua empresa.

Fala galera, tudo bom com vocês? Sejam bem-vindos ao podcast Gestão Sem Romance. Eu sou Márcia Ribeiro. E eu sou a Gabriela Ribeiro. E hoje estamos no episódio 22. E você que quer aprender, conhecer, se autoconhecer para fazer boa gestão, hoje os dois convidados incríveis aqui.

Trarão ferramentas práticas para você, gestor, você empresário, você empresária, colocar em prática na sua vida, na sua empresa, no seu negócio, de uma forma bem natural. Então o autoconhecimento pode realmente transformar a sua vida, pode te ajudar.

a ter ferramentas para que você realmente consiga ter mais performance, mais resultado e mais qualidade de vida, que é tão importante. Então fica comigo até o final aqui, que eu tenho certeza que esse episódio vai te ajudar muito. Então pega papel e caneta, podcast bom é aquele que você toma nota, que você faz ali as suas anotações e seus insights. Com certeza isso vai te ajudar.

O podcast Gestão Sem Romance, o nosso intuito é trazer para você bastidor de pessoas reais que estão empreendendo, fazendo gestão, liderando projetos, negócios e pessoas para te ajudar a você conseguir os seus objetivos mais rapidamente. Então, apresente nossos convidados.

Bora então! Hoje nós estamos aqui com o Diogo Garcia, que é empresário e empreendedor há mais de 30 anos, escritor com mais de 15 livros publicados, mentor e treinador, nas áreas de autoconhecimento e negócios, além de fundador do Instituto Ideais e da editora Novos Ideais.

E ao lado dele, a Sueli Gonçalves, mãe, avó, bacharel em serviço social e terapeuta, especialista em transtornos emocionais e doenças psicosomáticas. Ela é master terapeuta, contoterapeuta e especialista em Enneagrama. Ela tem como missão conduzir as pessoas à cura emocional e ao autoconhecimento, impactando essas vidas dentro e fora do Brasil. Gente, estamos muito felizes de receber vocês por aqui. Sejam extremamente bem-vindos ao nosso podcast.

Eu que agradeço, para mim é uma honra, é um privilégio estar aqui com o Márcio, um grande amigo já de longas datas, com a Gabi também, fizemos cursos, treinamentos juntos, né? Muito bom. Então, falar sobre autoconhecimento é falar sobre nós, de quem nós somos, de onde viemos, para onde vamos, falar dos nossos desafios, mas também falar das nossas virtudes.

E eu acredito que o autoconhecimento é um caminho muito bonito de transformação, de cura, de a gente acessar a nossa verdadeira identidade, as nossas virtudes. Então, muito obrigado pelo convite. Muito bom. Feli, obrigada também.

Obrigada pela oportunidade de estar aqui fazendo esse podcast juntamente com vocês. Essa oportunidade é única e eu creio que nós temos um propósito de vida, levar a nossa voz ao mundo. Uma missão de curar vidas.

de ajudar as pessoas a sair do fundo do poço, ajudar as pessoas a virarem a chave e pararem de sobreviver e começar a viver através do autoconhecimento do Enneagrama. Perfeito. Deixa eu contar uma coisa para vocês. O Marcio e eu somos apaixonados por histórias. Eu acredito que vocês também, porque através da nossa história é que a gente consegue descobrir.

Sim. Tudo isso, né? Então, a gente queria conhecer vocês um pouquinho mais profundamente, o pessoal de casa, e aí a gente vai esquentando os motores para entrar no assunto, de fato, autoconhecimento, eneagrama e gestão. Eu sou de Pereira Barreta, interior do estado de São Paulo, uma cidadezinha de 25 mil habitantes, né? Sempre sonhador, otimista.

Passei por alguns desafios, perdi meu pai muito cedo com 10 anos de idade. Meu pai faleceu em um acidente de carro. Mas eu falo que eu tive essa felicidade de ter uma mãe muito espiritualizada e que sempre apoiou.

E aí eu comecei a empreender muito cedo. Comecei a empreender com uma máquina de pizza express. Então eu levava na frente da faculdade e vendia pizza no final de semana na praça. Depois com um karaokê, um videoquê.

E no quarto ano de faculdade, eu sou formado em Direito, bacharel em Direito, eu fui para Londres, fiquei um ano em Londres, lavando prato, ralando. Em 2003, eu me formo, em 2002 eu me formo em Direito e começo um empreendimento na área de educação, que era LFG, uma escola preparatória para concurso público, exame de ordem e pós-graduação. Essa escola cresce muito.

Eu chego, eu junto com a minha família, 25 escolas, 4 mil alunos, depois vem a faculdade de Anguera, 6 faculdades, 3 colégios, né? A gente foi franqueado da Maple Bear, que é um colégio canadense. E eu era um orca-holic, casei em 2010, recém-casado. Eu caí no mundo do autoconhecimento em 2012, passando por uma crise muito forte no casamento. Ia separar da minha esposa, não me conhecia, eu queria mudar ela, ela queria me mudar.

E, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho que, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu acho, na semana, eu

Para quem conhece de Enneagrama, eu sou um set do Enneagrama social. Minha esposa é um sexual. Então imagina o desafio totalmente diferente um do outro. E eu falo que primeiro o autoconhecimento salva o meu casamento.

Salva minha relação com a minha esposa, minha relação com a minha mãe, que eu não aceitava a minha mãe. Salva minha relação com meus irmãos, que eram meus sócios. Me coloca na minha missão, no meu propósito. Em 2012 veio muito forte. Você vai ter que fazer uma transição de carreira, você vai viver disso. Você vai ser um mentor, você vai ser um treinador. Mas eu estava numa empresa familiar que estava crescendo muito.

E não tinha como eu largar. Então eu fui estudar. De 2012 a 2018, eu fui estudar como eu nunca estudei na minha vida. Então eu fui fazer psicanálise, psicoterapia, PNL, Enneagrama, coaching. Em 2018 eu faço a transição de carreira em Sorocaba.

com o Congresso de Empreendedorismo, 1.200 pessoas. E de lá para cá eu começo a dar treinamento. Crio o meu método, que é o NALIFE. O NALIFE é o método que eu integrei tudo o que eu estudei desde 2012. De lá para cá são 63 turmas, 1.400 alunos, 15 livros.

300 mentorados, 3 mil alunos online. E agora a gente está levando o Instituto Ideais, Instituto de Desenvolvimento do Autoconhecimento Integral Cistêmico para o Brasil e para o mundo no modelo de licenciamento, no modelo de parceria. Então essa é a minha resumida, é a minha jornada como empresário, como empreendedor, como treinador. Que incrível. O autoconhecimento mostra para a gente faces que a gente nem imaginava. Incrível. E você?

Bom, a minha jornada foi um pouco diferente da do Diogo. Eu nasci no estado do Paraná, tive, cresci, tive a minha infância toda trabalhando na rosta, minha mãe trabalhava na lavoura.

crescemos numa situação de vulnerabilidade muito grande e aos 21 anos eu venho para a cidade e começo a minha vida. E aí eu fui para a sala de aula, mas nesse momento eu já tinha meus filhos.

Eu fui para a sala de aula terminar meu fundamental e aos 45 anos eu vou para a faculdade. Aí foi um outro desafio, porque eu tinha que enfrentar situações.

Na sala de aula tinha advogados, tinha pessoas já formadas. E eu fiz a minha faculdade como bacharel em serviço social, porque eu entendia que eu tinha uma missão de vida, cuidar de pessoas.

E nesse processo eu percebi que como assistente social é uma profissão linda, abençoada, porém você não tem acesso, você não consegue ajudar as pessoas para cumprir a tua missão e tua chamada na Terra.

Foi quando eu comecei a migrar de profissão e fui para o autoconhecimento. Fiz o curso de Master Terapeuta em TRG, de reprocessamento generativo. E eu comecei a entender que nessa profissão, como terapeuta, eu consigo ajudar as pessoas de verdade.

e cumprir a minha missão na face da Terra. Hoje eu tenho 60 anos de idade, estou na minha melhor fase da vida e quero levar a minha voz para o mundo. Eu sou mãe, tenho um neto lindo de 9 anos e assim, estar com o Diogo no Instituto Ideais é algo assim, é um presente de Deus.

escritora do livro Mulheres na Passarela, Mulheres Reais na Passarela da Vida. Que incrível. Esse aí agora foi o lançamento dia 12, né? E foi um tema muito forte pra mim, porque eu pude apanhar a minha história, a minha jornada na minha passarela da vida. E aqui estou eu.

como Master Terapeuta, especialista em Enneagrama, e começar a colocar a minha voz no mundo, ajudar mulheres, ajudar famílias que sofrem, que choram, que gemem.

E no caminho eu vinha comentando com o Diogo, se tivesse uma grade na escola de conhecimento, com alto conhecimento, a mentalidade das pessoas, da sociedade eram outras, eram diferentes. Então eu creio que chegou um tempo de uma virada de chave. E eu quero dizer para você que está me ouvindo, que vai me ouvir, pare de sobreviver e comece a viver.

Vire a chave através do autoconhecimento. Conhecendo você e o outro. Quando você conhece você, você consegue sentir e conhecer o outro. A sua vida começa a ser mais leve em todos os lugares. No trabalho, na casa, em todo lugar que você for. Você começa a ter amor, empatia, compaixão. Eu ia falar isso. Quando...

A gente vinha falando nos bastidores sobre as nossas funções e tudo mais. Houve uma época em que eu tive um produto de imagem, autoconhecimento e imagem pessoal para mulheres. Então, tipo, como eu me autoconheço e como eu transmito isso através da minha imagem. E nos primeiros módulos nós tínhamos uma pitadinha ali de temperamento, que é o que a gente tinha falado, e de eneagrama.

E quando eu falava do Enneagrama pra elas, eu falava, gente, o Enneagrama, ele é, além de uma ferramenta de autoconhecimento, uma ferramenta de empatia. Você passa a compreender qual é o seu filtro de mundo, e aí quando você conversa com outro, você começa a entender que realmente ele enxerga as coisas diferentes, e que a linguagem precisa ser diferente. Isso definitivamente salva relações familiares, pessoais.

Dentro de empresa, melhor a comunicação. Exato. Já dei uma introdução breve aqui, mas a grande maioria das pessoas que vai escutar a gente, muito possivelmente, talvez não tenha ouvido falar do que é Enneagrama, para que serve e tudo mais. Então, acho que a gente poderia tranquilamente entrar nesse assunto que a gente quase não gosta, né? A gente é boa. Então, explica um pouquinho, antes de mais nada, antes de a gente entrar nisso, o que é o tal do Enneagrama. Tá.

Enneagram é uma ferramenta milenar muito profunda de autoconhecimento que estuda o ser humano. Você descobre ali como você pensa, sente, age, reage, por que você faz o que você faz na vida, nos negócios, nos relacionamentos, em tudo. Então é um mapa, eu chamo de mapa. É como se fosse um manual de instrução do ser humano. Imagina você se entender numa profundidade muito grande, entendendo as suas virtudes, mas entendendo as suas sombras.

Só que ele mostra um caminho de evolução e transformação. Então, como a Sueli falou, traz muita empatia, muita compaixão por você mesmo, muita compaixão pelo outro, porque você entende por que o outro faz aquilo. Não é por mal, é o filtro dele. Como eu falei, a minha esposa é totalmente diferente de mim. E no Enneagram eu fui descobrir que ela é a minha consciência. Na verdade, o que eu mais queria ser na vida era ela.

E ela estava ali para me proteger, para mostrar para mim o que eu não estava enxergando. E eu sou a essência dela, o que ela mais queria ser na vida sou eu. E não é por acaso que a gente está junto. Então, como você falou, salva casamento, salva relacionamento, tem uma comunicação mais assertiva. E talvez o grande diferencial do Enneagrama é que ele traz a origem e a causa por trás de todo o seu comportamento. Tem muita ferramenta que traz o comportamento.

Mas não fala de onde que vem e por que você é assim. Então, eu acredito muito na mudança através da consciência. Como mental, primeiro você tem que tomar consciência do que você faz para depois você ressignificar e fazer diferente. E o Enneagrama traz isso, como se fosse uma leitura muito profunda mesmo, um raio-x. Então você descobre, você acolhe aquilo, você se aceita. Então vem uma aceitação muito grande. Quanto o Zenealife, o aluno falou, nossa!

Então era isso o tempo todo? Então era isso. Eu achava que eu era, sei lá, um extraterrestre. Não, eu posso ser assim, tá tudo bem. Mas, então, não é uma ferramenta de rótulo. É uma ferramenta de você se identificar e entender que você paga um preço muito alto por ficar preso na sua personalidade.

Mas é uma ferramenta de desidentificação. Para você se desidentificar e acessar a sua verdadeira identidade. Você voltar para a sua verdadeira essência mesmo. Então é muito claro isso, é muito bonito isso. Então dentro da nossa metodologia a gente tem três pilares. Transformação pessoal. Você vai acessar seus bloqueios, seus medos, suas dores, as faltas. Tudo que impede você de evoluir nas principais áreas da vida. E aí você vai conseguir ressignificar. Segundo pilar, relacionamento.

Você vai se relacionar melhor, você vai ser um pai melhor, uma mãe melhor, um líder melhor, um ser humano melhor, a comunicação melhora. E terceiro pilar é identidade proposta. É uma ferramenta que mostra um caminho para a sua verdadeira identidade e aí é clarificado o propósito que você veio fazer aqui na Terra. Então, nós trabalhamos nessa profundidade, levando o Enneagrama principalmente para as famílias, para os empresários e para a educação, para as escolas. Então, os nossos.

Esse seria meu sonho. Você tocou no assunto de que se houvesse autoconhecimento nas matérias, na grade curricular, seria, assim, a transformação do mundo, realmente. Eu falo que... Eu tenho três palavrinhas que me guiam, assim, que é autoconhecimento, autoconhecimento e comunicação. Conhecimento por você ser curioso das coisas, se interar, não ser um alienado, né? O autoconhecimento é, eu vou conhecer sobre tudo, o que se aplica a mim, o que faz sentido pra mim, quem sou eu.

E a comunicação é como que eu tô verbalizando os meus limites, o que eu aceito, o que eu não aceito. E eu acho que o Enneagrama traz um pouco disso tudo, essa tríade como ferramenta mesmo. Eu sou bem apaixonada. Eu acho que se as pessoas tivessem mais acesso a isso, a comunicação só não resolve aquele 0,01% dos problemas que é a morte de alguém. O mundo seria ouro. A intenção, né? Se a pessoa não tem... A intenção dela não é boa, você pode se comunicar o dia que quiser. Não vai fazer o que.

Mas solucionar nem sempre é finalizar com algo positivo. Solucionar é resolver uma situação. Às vezes é cada um pro seu lado e a comunicação resolveu aquela questão, sabe? Olha lá. Precisa chegar outro pezinho fixo logo, porque eu sou bagunceira. Eu vou fazer assim, ó. Amarra minhas mães pra trás. É mais fácil do que...

Mas eu... Eu sou igualzinha. O Enneagrama, ele é maravilhoso, assim. Foi uma ferramenta que realmente mudou a minha vida e também o nosso casamento melhorou muito, assim, quando a gente começou a ambos estudarem e a gente se entender e compreender ali como funciona a motivação do outro, né? A forma de pensamento é muito toque. E acho que de todas as ferramentas de autoconhecimento que eu estudei, E...

Pra se autoconhecer, o Negagrama pra mim foi a melhor, disparadamente. Porque eu tinha esse negócio também de não me entender em alguns pontos ou achar que era normal algumas características minhas, né? E às vezes, assim, não era nem só você olhar pra característica e achar que era normal. Era meio que ser apaixonado pelo ego.

Sabe? Então, tipo assim, eu achava que era o máximo alguns comportamentos egóicos da minha parte, assim, tipo cara, mas... Não, mas esse é o meu modo normal, eu sou assim, né? Aquele eu sou com S gigante, assim. E depois que a gente começa a entender e falar, não, peraí, esse é uma forma como eu me comunico, como eu mostro pro mundo, uma máscara que eu tô aqui vestindo, mas assim...

É de verdade quem eu sou? É de verdade quem eu gostaria de mostrar para o mundo? É de verdade quem eu posso ser? E aí quando você entende que existe um... Dois pontos, né? Então não é só esse ponto. Esse ponto é sua sombra, é um ponto que você tem que respeitar. Mas existe esse outro, Márcio. Esse outro você que pode ser realmente explorado e potencializado, né? Então isso foi para mim um divisor de águas. Porque até então era meio cegueira de não conseguir se avaliar.

Eu falo que o Enneagrama, ele tira a gente da dualidade, né? Entre luz e sombra. Nós somos dual. É. A gente tem as sombras e tem a ciência. Ela coexiste, né? É, coexiste. Só que quando você não tem consciência, você vive muito na dualidade.

Então você vive muitos em altos e baixos. E o Enneagrama traz um caminho do meio, que dentro do Enneagrama é a lei do três, é a lei da consciência, é a lei do equilíbrio, é de você acessar a sua vulnerabilidade, o seu ego, e falar, cara, tá tudo bem, eu sou humano, mas peraí, eu sou divino também. Existe uma parte bonita que... Então pegar o melhor do humano e o melhor do divino, e integrar esse humano e divino dentro da gente. E aí sim a sua vida começa a entrar no eixo.

Começa a se viver no flow, no fluxo. Aí vem as virtudes, vem a abundância, vem a prosperidade, vem bons casamentos, porque eu saio da atualidade. E principalmente agora o que nós estamos vivendo, né? Nós estamos vivendo no mundo totalmente polarizado, né? Direita, esquerda e sabe? É terrível. É terrível e isso é choque, é destruição. Não tem como. Não bate, né? Não bate. Então o Enneagrama eu falo que é uma ferramenta de integração.

Ela integra outras ferramentas. Ela não exclui nada. Então, traz essa coisa da compaixão, da empatia, do respeito, de você olhar pra pessoa e falar, cara, eu já sei todo jeito que você é. E eu sei porque você é assim. Eu entendo você porque você é assim, né? Então, imagina isso com os filhos. Nossa. Os professores com os alunos. No casamento, com o líder. Cara, e traz uma paz, né? Tipo assim, a gente tá começando a falar desse assunto. Eu falo, cara, é isso. Eu acho que essa é a solução pros programas do mundo.

todo mundo é, mas assim, aí, depois eu quero que vocês falem sobre os eneatips, acho que é legal a gente dar uma pincelada deixa a galera curiosa mas uma coisa que me indigna assim, e eu acho que isso me indigna atualmente

É o preconceito das pessoas. As pessoas, elas estão cada vez mais preconceituosas e fechadas pra coisas que elas não conhecem. E aí, muitas vezes, elas replicam o julgamento sem base nenhuma. E aí, isso cria o quê? Um movimento de a pessoa se fecha. E aí, ela cria uma onda onde outras pessoas acabam achando que é bobagem.

que é papinho de... sabe? E eu acho que é uma super perda de tempo, porque se todo mundo se permitisse compreender, seria completamente diferente. É o que eu vivo falando. Sobre o emagrecimento, por exemplo, que acabou de acontecer comigo.

Só entende que o emagrecimento não é sobre o espelho. Quem já esteve muito acima do peso e passou por um processo de emagrecimento entende que aquilo te dá um sopro de vida. Não é sobre o espelho. E o autoconhecimento é a mesma coisa no caso do Enneagrama. Não é sobre o rótulo, não é sobre uma ciência, pseudociência, não. É sobre você se perceber, não sobre tatuar características, mas pra ter esse...

Se autoconhecer, né? Essa percepção e você poder manipular, não é a palavra, mas fazer uma alquimia com as coisas que acontecem com você mesmo, sabe? Eu fico bem chateada com o preconceito das pessoas nesse aspecto. Isso. Sueli, o que o autoconhecimento e o Enneagrama mudou na sua vida? Mudou tudo. Fiz várias imersões, né? E o Enneagrama, pra mim, foi...

o que mais fez sentido pra minha vida. Eu podia entender o porquê que eu era assim, assado, ou porquê eu... Amiga, eu tô curiosa, me fala o seu.

O seu Ené é tipo... O meu, Diogo! Ela veio na viagem achando que é uma coisa... Ele me bugou, ele me bugou no caminho. Não, ela só fez perguntas. Ela veio na viagem achando uma coisa e ela tá achando que ela é outra agora. Essa é a magia, pessoal. É a magia, né? Porque assim, eu me identifiquei muito com quatro, né? Então assim, porque eu sou muito coração, mas eu acredito, Diogo, deixa eu aqui.

me deixa me deixa eu acredito, por quê? porque assim, eu tô com 60 anos então eu já vivi

Tudo e mais o tudo que você imagina nessa vida. Você já passeou ali na mandala, né? Eu já passeei sem ter o conhecer. Eu já fui pro 8, eu já fui pro 7, já fui pro 5, pro 4, pro 6, pro 9, pro 1, pro 3. Então assim, pra mim, na minha cabeça, eu era um 4. Por quê? Porque hoje eu acredito que eu sou mais... como que é a palavra? Coração. Mais coração. Porque eu aprendi a ter empatia.

Porque lá atrás eu era uma... Escrevia, não lia, o pau comia mesmo. Sou. Hoje não, hoje eu tô, né, bem zen. E assim, até então eu achava que eu era um quatro.

um 4 essa energia de 2 essa energia pra mim é de 2 mas aí pela minha posição meu posicionamento de como eu vejo o mundo, de como eu faço as coisas, me bugaram o meu cérebro aqui, dizendo que ele só fez pergunta e ele falou assim eu acho que você não é um 4 não

E ele acha que você é? Não, eu não acho nada. Eu não acho nada. Você não vai falar? Não, não, não. Aí eu morro de vontade. Mas eu não sou muito ética. Eu não sou muito ética, por isso eu não sou mentora de negra. Viu? Pelo que ele diz, assim, pelo meu comportamento, meu posicionamento, eu sou, assim, as características é mais um oito.

Ela é forte, ela é poderosa. E sempre fui assim, desde criança. Sempre fui muito forte, muito poderosa. Muito. E assim, eu escondia muito o meu sentimento. Hoje não. O escancário tá tudo bem. E assim, e o 4 já é mais melancólico, né? Tem o 2 também. O 4 gosta de mostrar mesmo, né? A vulnerabilidade. É, bom, ele...

Ele é mimimi, né? A força dele tá na vulnerabilidade. Isso. E ele percebe justamente... E é um lugar que eu nunca fiquei. Né? Então, assim, deu uma bugada, né?

Um doizinho sexual. Você é dois. Eu sou dois. Ela é bem diferente. E o que é legal do Enneagrama é que nós somos a totalidade. Isso não é quatro, dois, três, um. É a totalidade. Existe um que é predominante, mas nós somos a totalidade. E o caminho do Enneagrama é esse. É você voltar para a totalidade. Você voltar para a essência.

A gente só esqueceu, né? De quem é verdadeiramente... Existe um movimento, né? Uma das coisas que eu mais gostei de estudar Enneagrama é que, assim, não é algo fixo, né? Tipo assim... É isso. Tipo, por exemplo, não é comparando, mas também não é colocando como melhor ou pior. Porque, pra mim, cada ferramenta de autoconhecimento tem seu potencial e seu papel, né? Porque são níveis também. Porque, às vezes...

Para uma pessoa que nunca fez nada, às vezes ela chegar do nada já assim, tendo toda a informação, às vezes pode faltar um pouco ali de, peraí, deixa eu entender um pouco mais básico, um pouco mais simples, ela vai entendendo e vai tendo uma evolução.

E pra mim o legal do Enneagrama é o movimento, porque você hoje está numa situação passando por um movimento, por um momento, por algo que te... Traumas e situações que foram positivas ou negativas na sua vida que vai moldando quem você se mostra. Mas...

De alguma forma, você tem uma essência ali, algo que é central, né? E aí, às vezes, é momento de vida também. Porque, por exemplo, a sua fala, pô, já tenho 60 anos e já vi de tudo que a vida pode me propor. De dificuldades, de superações e situações. Então, a bagagem, a sua mochila é uma mochila cheia. Então, você já colocou muita coisa nessa mochila. Então, a sua experiência, a sua força de conseguir lidar com isso é diferente da sua elite de 16 anos. Sim.

Então a Sueli de 16 anos era uma outra pessoa. Era uma outra pessoa. Às vezes a gente se conectar. Mas o que me motiva por trás de toda essa bagagem? Às vezes a gente consegue encontrar quem nós somos. E o mais legal é não poder direcionar a pessoa se achar. Isso pra mim é legal. Ela que se acha. E ela tá um ano. Ela tá um ano. Já fez NLIF avançado. Formação de mentora, treinadora. Tudo, tudo, tudo. E ela se identificou no 4. E ela se achou, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá

Então, né? E aí, só que eu como mentor, como treinador, eu tenho que estar provocando, fazendo perguntas, né? Porque é importante também a gente saber o caminho. Porque pra cada um tem um caminho de evolução. Eu lembro na formação nossa, que nós fizemos juntos até, tinha uma amiga nossa que foi identificada como um.

Como um. Perdão. Foi identificada como sete. E ela passou três anos achando que ela era sete. Na formação de mentor e treinador na Grama, ela descobriu que ela era um. E aí bugou.

É, porque são... É, três anos de todo ano. E a energia está muito diferente. E ela bugou e ficou difícil de ela sair daquele espaço. Então, é importante essa identificação, mas não como rótulo. Sim. Mas como caminho de evolução. E como o Márcio falou, né? O Enneagram, ele não é estático. Ele é dinâmico. Ele sempre está em processo de evolução. E o mais lindo é isso. Você vai integrando em outras coisas, né? E vai aprendendo coisas de outras ferramentas. Outras ferramentas, outras áreas. Outras áreas, sim, pra mim.

Eu achei maravilhoso por isso, porque assim, eu comecei a usar aqui na empresa, nos processos seletivos, não pra julgar, mas pra analisar, tipo assim, tá, beleza, essa pessoa tem esse centro de inteligência, ela tem essa motivação central, essa pessoa tem um perfil mais assim, então...

Não quer dizer que, beleza, um emocional não consegue ser financeiro. Pô, tem financeiros emocionais maravilhosos. Mas, pô, se eu pegar um cara que é mais mental, em algumas habilidades ali ele vai se sobressair. Existe uma tendência. Exato, existe uma tendência. Então você consegue, às vezes, entender até... Ajudar a pessoa também, tipo assim, onde você pode ser sua potência, né? Porque, às vezes, é isso que é o que falta. As pessoas... Hoje, eu queria que vocês falassem um pouco sobre isso.

A gente tem, como nunca teve na história, muita informação.

Muito conteúdo. Hoje a gente tem uma infinidade de pessoas e gente colocando conteúdo de balde na internet, principalmente na internet. E aí, no meu ponto de vista, que o Gabi estava trazendo, que muitas vezes existe um julgamento de a pessoa olhar uma fala como a de vocês, de transformação, de mudança de vida, de cura.

E aí a gente tem pessoas, dois tipos de pessoas. Uns que por algum tipo de formação que essa pessoa tem técnica, ele acha que só aquela formação dele funciona e o resto tudo é lixo. Mentira. Mentira, enganação. É.

E outro tipo de pessoa que ela é resistente, é o papagaio de pirata. Se alguém faz uma piada ou uma crítica e essa pessoa, eu tenho uma referência com ela e uma conexão, eu vou repetir, mas você nem sabe por quê. É legal. Porque a pessoa que critica, às vezes ela não viveu, nem foi ver. Porque uma coisa é quem vai lá, passa pelo processo e volta assim, ó, foi uma bosta.

Eu passei pelo processo, não gostei. Não funcionou. Não funcionou. Ok, parabéns. Não é pra todo mundo. Sim. Agora, muita gente critica sem ter esse... Sem saber. Exato. Sem experimentar, né? Exato. Sem viver, né? Exato. Sem conhecer, né? Não gosto de tal coisa, mas você já comeu? É. Você já comeu? Você já comeu?

Com comida japonesa, né? Com comida japonesa, né? Exato, então tem uma preconcepção. E como é que vocês lidam com isso? Tipo assim, hoje com essa questão é claro que existem profissionais e profissionais, métodos e métodos também não dá pra generalizar que tudo é bom e tudo é ruim. Mas hoje como é que vocês veem esse tipo de situação onde a gente tem muita informação, mas a prática mesmo, às vezes acaba ficando em segundo plano.

O que eu percebo? Eu vejo muitas pessoas que elas ensinam o que elas não vivenciam. Então, não é real. Exemplo, a pessoa tem que vivenciar aquilo, tem que experimentar aquilo, tem que viver aquilo de forma real. Então, o autoconhecimento eu falo que é para todo mundo, mas precisa de permissão, precisa de humildade.

Pra você olhar pra dentro de si. E tem muita gente que não olha porque olhar pra dentro de si dói pra caramba, né? Não é fácil, né? Tem uma frase que eu falo, mudar dói. Mas não mudar, cara, dói muito mais. Você vai perder uma vida, uma existência por conta do quê? Muitas vezes arrogância, prepotência, orgulho, não aceitação. Então, o autoconhecimento nunca é sobre o outro, é sobre você.

É sobre você olhar pra você e falar assim, cara, eu que preciso mudar, né? Eu que preciso ter autorresponsabilidade. E eu preciso aceitar o outro também do jeito que ele é. Então é muito lindo, que é um processo meio que solitário, meio que individual. Mas é um processo também de liberdade, de libertação.

Porque você passa a se aceitar, passa a aceitar o outro e você coloca a responsabilidade para você. E sou eu que tenho que me transformar, sou eu que tenho que mudar. E está tudo bem se a pessoa não quer, está tudo bem que essa pessoa vai seguir outra linha. E vai chegar as pessoas que vão se identificar com o seu modelo.

Com os seus valores, com os seus princípios, com o seu jeitão, com o seu perfume, com o seu cheiro, com a sua autenticidade. Então as pessoas certas vão chegar pro seu movimento. E aí você vai criando a sua comunidade, você vai criando o seu negócio. E tá tudo bem o outro, eu aceito o outro também. Então é você olhar com essa aceitação, com esse amor, com essa empatia, com essa compaixão. E entender que cada um tá no lugar onde tem que estar.

Cada um. Por isso que a gente tem, né? Cristão, evangélico, espíritas, budistas, movimentos isso, movimento aquilo. E não sou eu. Não cabe a mim julgar, criticar. Perfeito. Entende? Eu tô no meu movimento, porque eu acredito nisso. E eu aceito o outro no movimento dele. Perfeito. E talvez eu possa até ajudar o outro. Talvez essa seja até a melhor resposta, né? Exato. É, nossa. E se todo mundo pensasse assim, seria tão mais fácil, né? Nossa, que interessante. Você pensa diferente. É.

Tipo assim, cara, você é diferente. Que legal, conta mais como é que é ser diferente. Porque eu tenho um mapa de mundo que eu acredito que tem que ser assim. Se você tem uma outra visão, me conta sobre isso. Ser curioso nesse aspecto é realmente fantástico. E sabe o que vem muito no NLIFE, na nossa formação? É assim, ó.

Eu acredito muito nisso. Como cristão, eu acredito assim, quando Deus quer te ajudar, Ele te apresenta pessoas. E muitas vezes o que você não tem, o outro tem. E aí você começa a perceber, por isso que fala muito de ambiente. Porque você começa a perceber o mundo diferente, você começa a sentir diferente, e abre caminhos pra você fazer diferente. Aí você começa a mudar a sua vida.

Porque você muda os seus paradigmas, porque até então você tem uma crença tão forte, um paradigma tão forte, que você não tá aberto pro novo. E não, quando você tá aberto pro novo, com essa empatia, com essa compaixão, você começa a mudar a sua vida. Eu acredito muito nisso. Perfeito. Eu queria que a gente desse uma pitadinha pra quem tá assistindo, escutou a gente falar de números aqui, vão achar que é um podcast matemático. Mas não é.

apresenta os tipos, assim, quantos tipos tem, como é que funciona o babado fôto. Como funciona assim, de forma bem sucinta. E aí, quem quiser conhecer mais, obviamente vai conhecer os canais deles aqui, fazer alguma formação com ele, participar de algum projeto deles que eles têm.

Mas é legal pra ter essa pitadinha. Principalmente você que é de Jundiaí região, muito em breve tem encontro por aqui pra vocês conhecerem mais, caso vocês se interessem, tá? Já fica a dica aqui pra que se aprofundem. É incrível. Inclusive, dia 16 do 4, teremos o workshop. NAD.

Do NAD, a transformação para a vida pessoal, profissional e relacionamento. 16 do 4, save the date, hein? Depois no final do episódio, no final do episódio, não. Ao longo do episódio, você pode clicar aqui embaixo que vai estar o link e os contatos para vocês.

E aí? Mas vamos lá, são nove personalidades. São nove formas de perceber o mundo, de sentir, de agir, de reagir. E por trás de tudo isso tem uma motivação. A pessoa não é aquilo que ela quer. Ela é a pessoa que vestiu essa máscara como uma estratégia de proteção. Como se fosse uma roupa. E essa roupa caiu muito bem. E essa roupa foi pra proteger. Proteger de alguma coisa que faltou lá no passado. De alguma falta, algum medo, alguma dor.

Só que a pessoa fica tão viciada nessa máscara, nesse jeito, que ela acredita que é essa máscara. E funciona, dá certo. Funcionou lá no passado. E aí nós chamamos isso de vício mental, vício emocional. Nós chamamos isso de ponto cego. E quando você não tem consciência, você paga um preço muito alto por ficar preso na personalidade. Vamos começar pelo oito. O oito é o poderoso. O oito são aquelas pessoas que buscam controle.

Na personalidade, elas são agressivas, impulsivas. Elas têm dificuldade de confiar no outro. Elas são muito transparentes. Sabe aquelas pessoas que falam assim... Sem filtro. Sem filtro. Na lata, né? E falam, não, só estou sendo sincero. Só estou falando a verdade. E às vezes machuca as pessoas. Machuca. Então, é uma pessoa muito forte, que tem muita raiva. E que busca, acima de tudo, poder.

E busca poder por quê? Porque quer se proteger. Aconteceu lá alguma coisa no ano passado. Geralmente foram pessoas que foram traídas, machucadas. Então ela busca poder para ela poder ter controle. Esse é o oito. O nove já é aquela pessoa mediadora. Sabe aquela pessoa namastê? Sabe que tudo está bom, que tudo está tudo certo. Se tiver duas pessoas brigando, fala, não, você está certo, você também está certo. Não se posiciona.

Não se posiciona às vezes, engole sapo pra caramba, não se valoriza. Pessoa que foge de conflito, não gosta de conflito, não gosta de briga. Por quê? Porque também aconteceu alguma coisa no passado. Então o nove busca a paz, a harmonia, o consenso.

O um já é o perfeccionista. São pessoas extremamente críticas, que julgam, que querem controlar também, que ficam criando expectativa no outro, que acham que é perfeito e o outro está tudo errado. Sabe aquela pessoa que bate o olho e fala assim, você está errado. E eu sei o jeito certo de fazer as coisas.

Ela tem um conjunto de regras na cabeça dela. Tem um conjunto de regras na cabeça, tem um jeito de tudo pra fazer. E o jeito certo é o jeito dela. Tem muita ira, né? Ela fica frustrada porque cria expectativa, depois vem a vergonha porque ela explode. Já ele busca então o quê? Perfeição. E é importante falar isso, talvez trazer isso também. O oito na personalidade é isso. Agressivo, impossível, controlador, mas na essência é outro ser humano.

Imagina uma pessoa bondosa, amorosa, sensível, que controla, protetora. O 9 na personalidade é uma pessoa que esquece de si. Mas na essência não, ele se posiciona, se reconhece, se valoriza. É um excelente líder também. Líder, team build, inclusão, é muito diplomata. O 1 na personalidade é chato.

Pensa numa pessoa chata. Ele mesmo fala, eu falo, eu sou chato. Crítico, rígido, não perdoa, não aceita. Na essência, é uma pessoa serena, tranquila, que perdoa, que aceita, que tem empatia, compaixão. Então, eu falo assim, na personalidade é o seu ponto cego.

na essência é a sua verdadeira identidade, é outro ser humano. Por isso que eu falo que salva casamento, salva relação, salva tudo. Fala sobre os emocionais, dois, três e quatro. Vamos lá. Os emocionais, eles têm as quedas, muitos emocionais já tentaram suicídio.

Porque vê o mundo como ninguém aceita, ninguém a ama. O dois é o? Ajudante. Ajudante. Mas daí tem as asas. O dois é ajudante. O que o dois faz? Ele ajuda, ajuda para ser reconhecido. Ele ajuda o outro, mas ele tem passaboleto.

Ele quer a recompensa, né? Você já passou o boleto? Já passou todos, amigas. Você já passa o boleto? No começo, não. Passa recibo. Recibo. É, tipo... Ah, agora eu entendi. Achei que você estava falando o boleto de verdade. Demorei, mas eu recebi. Não, passa recibo. Passa recibo. Eu estou...

Passar recibo Os dois ajudam, ajudam E depois falam isso, você lembra? Eu ia falar isso, no começo era muito difícil Agora eu passo todos os boletos, nem ligo de ser ajudada Mas é isso No começo era difícil Deixar ser cuidada Não aceita Porque o dois não precisa de ninguém Mas passa boleto, o que você quis dizer Gera dívidas Eu piso por você, agora você precisa fazer por mim Agora eu fico esperando

Só que aí quando ele não vem a recompensa, ele se flusca. Com certeza. O três é aquele que vai pá. Ele é o pavão, né? Busca sucesso, alta performance, resultado. Então ele busca muito sucesso. E tudo que ele faz, ele quer ser melhor do que o outro, né? Ele busca reconhecimento. Ele é o pavão.

Ele é o poderoso, né? E ele busca sucesso e reconhecimento. Então, aonde ele chega, como que ele chega, Diogo? Chega chegando. Chega assim, já, já, já, né? Cheguei, cheguei. Então, assim, ele busca muito sucesso. O quatro é amor, é compaixão, né? Na essência, na consciência. Ele...

Ele coloca o coração pra fora, né? Pra dentro. O quarto na personalidade é muito melancólica, é muito triste, foca no que falta, né? Se compara demais, né? Muita raiva. Ninguém me entende, ninguém me ama, ninguém sabe o que eu tô sentindo, só eu sei o que eu tô sentindo. E é meio do contra também, né? É do contra, cara. Você tá todo mundo feliz e ele tá triste. E fala assim, mas por que eu tô triste e todo mundo tá feliz?

Coloca até musiquinha de dor de cotovelo, né? Pra ouvir, né? É muito intenso. Você vai pro quarto às vezes? Eu vou mais pro oito do que pro quarto. Na verdade, ela não vai pro oito. Ela põe a toquinha e mergulha. A gente tem essa piada. A Gabi não vai, ela mergulha. Porque pá, dá umas estouradas de vez em quando. Em dois segundos, assim. Ela tá na hora, ela já tá... Mas, nossa, faz tempo que eu não mergulho. Faz tempo que eu tô de boa. Ai, que bacana.

É importante a gente entender essa energia. Os instintivos, que é 8, 9, 1, é corpo. É animal. O verbo ali é fazer. Então são pessoas tarefeiras que saem fazendo. Então tem muito uma sensação que eu estou carregando o mundo nas costas. Já os emocionais, o verbo ali é sentir.

Então eles estão muito preocupados com o outro. O foco está sempre no relacionamento. Os emocionais têm, às vezes, muita dificuldade de ter dependência emocional. Porque o outro é mais importante. Será que eu estou sendo visto? Será que eu estou sendo lembrado? Será que eu sou diferente? Será que eu sou único? Será que eu sou amado? Sempre o foco está no outro e está mais no passado. Já os mentais, eles vivem onde? No futuro.

São os cabeçudos do Enneagrama, né? Então o verbo ali é o que? É pensar. Ali são pessoas que ficam estudando, analisando, observando, estudando. Mas falta o quê? Falta ação. Falta corpo. E falta o quê? Falta coração também. Então nós estamos desintegrados quando nós não temos consciência.

O que é lindo o denagrama? É trazer essa consciência. É trazer essa integração. Nós somos corpo, nós somos mente, nós somos coração, somos almas e espírito. Então entrando nos mentais, nós temos o cinco. Que é o mais cabeçudo de todos. É o mais mental, é o mais nerd. É aquela pessoa que fica estudando, analisando, se torna especialista, mas não faz.

Não vai pro corpo, não vai pro coração, o coração tá fechado. Então imagina uma pessoa que é muito inteligente, que tem solução pra mudar o mundo, só que a pessoa é avarenta, mesquinha, retém pra si, guarda pra si, sabe? Escaço. Escaço. Acho que vai faltar. Acho que vai faltar isso na personalidade.

Na essência não, se torna um Bill Gates. Transbota. Se torna aí um gênio, um cara que vai mudar o planeta mesmo, mudar o mundo. Já o seis é o precavido. Na personalidade é o mais cagão, mais medroso de todos. Então o seis fica assim, e se acontecer isso? E se acontecer aquilo? E será? E não sei o que? E plano A, plano B, plano C? E não faz.

congela. As pessoas confiam no seis e ele não confia nele. Então é muito medroso. Realmente ele é extremamente confiável pros outros e ele... Pra ele não. É leal, extremamente leal. Mas ele não confia nele. Na essência já é corajoso.

Fé inabalável. Quando ele ouve a intuição dele, as coisas acontecem. Vai pro corpo, vai pro coração. O sete. O sete busca prazer. O sete é o mais sem noção de todos. O sete é o macaco. Quem será que é o sete aqui? Que pula de galho em galho, que não tem foco, não tem disciplina, não tem consistência, não tem acabativa, que faz um monte de coisa.

Só que o 7 na essência, ele tem consistência, tem acabativa, aprende a sentir, tem comprometimento. Consegue focar. Consegue focar, tem resultado, é outro ser humano. Ou seja, na personalidade é o nosso ponto cego, é o nosso maior desafio. Na essência, na nossa consciência, é a nossa virtude, é uma cura, por isso que eu falo. Quer ver? Resumindo. Cara, imagina uma pessoa que não tem foco, disciplina, consistência, acabativa.

Passa a ter foco, disciplina, consistência, acabativa. Curou ou não? Outro ser humano. É uma cura, é outro ser humano. Mudança radical, né? Imagina uma pessoa cagona, igual o seis, medrosa, que não confia em si, não confia no outro, passa a confiar em si, passa a ter coragem, passa a ter fé inabalável. É uma cura, é uma transformação.

É que as pessoas são muito literais com palavras, né? Sim. Elas associam cura a algo científico. Mas a parte filosófica da palavra cura... Cura. É outra identidade, é outro ser humano, né? Falando de situações, teve um colaborador nosso faz tempo já isso aí. Logo que a gente começou a estudar Enneagrama, assim, aí eu quis levar pra empresa e fazer...

Aí, tipo assim, olha pra você a cabeça do como funciona um 5, né? Foi muito engraçado esse dia. Porque, assim, muitas vezes a gente traz algumas palavras e a gente imagina que num coletivo o significado que cada um dá pra uma situação é igual, né? Tipo assim, e não, e cada um recebe a comunicação de um jeito. Então...

E eu entendendo disso, eu falei assim, galera, a gente tá falando aqui de prosperidade, de abundância, mas peraí, deixa eu entender o que vocês enxergam de prosperidade e abundância, porque às vezes eu falo de prosperidade, tem gente que vai pensar, cara, ser próspero, eu só vou ser próspero o dia que eu tiver um milhão na conta.

Tem gente que vai falar, prosperidade pra mim é eu estar com a minha família, é eu ter qualidade de vida, é eu ter paz, sei lá, cada um vai ter um mapa, né? E aí eu falei assim, ó, gente, vamos lá, então cada um fala o que é prosperidade pra si. Aí todo mundo foi falando, aí chegou no tipo 5, aí o que é prosperidade pra você? A prosperidade é falta de escassez.

ausência de escassez ausência de escassez eu não consigo ter racional pra conseguir construir essa frase, e na cabeça dele foi a primeira coisa que ele soltou quando não é escasso é próspero tipo assim, porque o mapa mental

É tipo assim, cara, não tem falta difícil, não dá, não sei, não sei o suficiente. E aí eu achei o máximo que eu falei, cara, eu nunca vou esquecer disso. Porque o jeito que ele pensa é tipo assim, cara, não tem, não dá, vai faltar. Tipo assim, ó, vai... E assim, quando eu...

Toda vez que eu vou lembrar de uma situação assim, eu falo, eu preciso falar desse exemplo, porque é maravilhoso. Porque enquanto outros tipos, né? Um sete, a prosperidade é abundância, eu tenho um monte de coisa, eu poder fazer o que eu quiser, ser livre, né? Livre, liberdade. Outras pessoas têm outra visão e isso é muito legal.

E eu acho que é isso muito lindo, o Deniagram, porque que traz a causa e a origem, né? E a pessoa toma consciência disso e entende porque que ela pensa assim, sente assim, age assim. E aí mostra um caminho diferente, mostra um caminho de fato, de abundância e de prosperidade. Porque o 5, na essência, ele vai ser abundante, ele vai ser próspero.

Ele tem muito conhecimento, muita sabedoria. Muita, muita, muita. Exato. E era realmente a pessoa que mais conhecia de temas específicos. E aí você falava, viu, por que você não ensina isso? Ah, não, eu preciso estudar mais, eu não sei. Eu falei, se você não sabe, então eu estou menos...

18 na égua, porque o que você já sabe é muito, cara. Então, por que? Às vezes falta esse autoconhecimento e essa autoaceitação também, porque é difícil você olhar. Muitas vezes a gente olha pra nós e conseguimos olhar os nossos defeitos, né? Sim.

Mas é difícil ir para algumas pessoas conseguir olhar para si e ver as virtudes, as qualidades, as potências. Eu vejo porque às vezes são duas coisas. Um, olhar para mim e reconhecer minhas virtudes me dá uma responsabilidade maior. Sim. Porque aí eu só não faço, não tenho o resultado que eu quero porque...

Tá faltando ali... Eu já vi, não tem como desver, né? Exato. Então assim, pô, aí não tem mais desculpa, né? Porque às vezes é muito fácil ter desculpa. Ai, eu não tenho dinheiro. Ai, eu não tenho tempo. Ai, eu não tenho ajuda. Ai, eu não sei quem sou eu na fila do pão, né? Eu não tenho nada de medo de... O que eu posso jogar pro mundo? Não, velho, eu tenho. E se eu tenho, por que eu não fiz? Talvez essa tomada de consciência dói.

Dói. Deixa eu fingir aqui. Eu não sabia, né? É, exato. Eu nem sabia que eu não sabia, né?

A tal da bênção da ignorância. Minha esposa fala assim, parece que antes doía mais, né? Doía menos, né? Agora a gente sabe. Porque agora você sabe. Então a responsabilidade aumenta, né? E aí você fala, cara, se você não mudar... Mas depois que passa um tempo, é muito bom de você saber que o joystick tá na sua mão. No começo você fala, que merda, por que eu fui pegar esse joystick, esse controle da minha vida? Você não quer segurar não? Controla pra mim? Tipo isso.

mas depois que você pega e entende que ok não depende mais de ninguém, só de mim traz tipo uma paz de espírito eu falo que é tipo furúnculo que alguém já teve furúnculo aqui? eu já acho que todo mundo já teve um furúnculo alguma vez cara, é um negócio que assim quando tá bem machucado você não pode relar dói muito nossa, vai virar

Só que assim, quando começa a apertar, dói para... Nossa, mas dói tudo. Só que na hora que começa a sair aquele centro ali, o carnegão, né? Que o pessoal fala, né? Isso. Ele dá uma paz, é um alívio. Fala, nossa, tirou aquilo que... Que alívio. Ainda assim, alguns dias depois, fica meio dolorido, mas cicatriza. E quando você fala, você fala, nossa, que bom que apertou e tirou aquilo que não era bom em mim. É, é isso.

Então, o autoconhecimento pra mim é isso. É a gente apertar, muitas vezes, o que dói pra ficar bom. É. Eu tenho uma frase que eu digo assim, vai doer pra nunca mais doer. Isso é bom. Dói muito pra nunca mais doer, né? Isso. Exatamente. Bom, dito isso sobre os tipos de personalidade, pra gente fica meio implícito do porquê ele ajuda tanto as pessoas nos relacionamentos, nos negócios. Mas acho que vocês podiam falar um pouco mais sobre isso, talvez, conectado a negócios, já que a gente tá no gestão sem romance, né? Que legal. Que legal.

Acho que seria legal. Dentro do Instituto, nós temos... Eu sempre estou trazendo tríade, né? Porque a tríade é o equilíbrio. Porque ele é fã do três, né? Os três... Também. Também. Também. Brincadeira. Então, dentro do Instituto, a gente traz o seguinte. Não adianta você se tornar especialista em negócio se você não é especialista em pessoas. E se você não é especialista em si mesmo. Então, dentro do Instituto, nós temos três escolas.

Escola de autoconhecimento, escola de negócio e escola de mentores e novos autores.

Você já conhece pessoas que são muito boas no que fazem, são especialistas em negócio, mas são péssimos para lidar com gente? Sim. Parece um trator, parece que não acredita nas pessoas, não sabe lidar com gente e perde um monte de oportunidade. Total. Conhece pessoas que cuidam da vida de todo mundo, o cara é bom para cuidar da vida de todo mundo, mas você olha para a vida dele, está destruída.

Então, o que nós acreditamos nesse processo, nesses pilares? Primeiro, você vai olhar para você. Você vai se transformar. Você vai se tornar um especialista em si mesmo. E isso é o autoconhecimento. Não tem outro caminho. Depois, você vai se tornar especialista em pessoas. Por quê? Porque tudo são pessoas. Empresas são pessoas. Famílias são pessoas. Você lidera pessoas. Você vende para pessoas. Você faz gestão de pessoas. Então, não tem como você se tornar um bom gestor.

um bom profissional se você não sabe lidar com pessoas, você não consegue nem montar time. Exato. Por último, você vai se tornar especialista no seu negócio, só que é um negócio com propósito, um negócio humanizado, um negócio que tem valores, um negócio que você ama, que você tem chamado, que você tem talento, que você tem dom. Só que as pessoas invertem esse processo.

Cara, tá tudo errado na educação, né? Porque começa pela profissão e pelas coisas. É isso. É verdade, eu concordo. E aí as empresas, burnout, síndrome do pânico, ansiedade, depressão, pessoas trabalhando em algo que não faz nem sentido pra ela, tá trabalhando pra sobreviver, pra pagar a conta. Por quê? Porque o processo tá errado.

A base, o processo está errado. E é muito lindo quando você realmente descobre o que você verdadeiramente ama, de acordo com o seu talento, com o seu dom, com a sua vocação, e você está fazendo aquilo pela humanidade. Então você tem um senso de contribuição, de servir, você tem uma sensação, cara, eu estou crescendo.

E o meu trabalho a todo momento está me curando, está me transformando num ser humano melhor. Porque eu estou no lugar certo, na bunda, na cadeira certa, na empresa certa. Agora imagina uma pessoa que trabalha num lugar que ela não gosta. Que não faz sentido nenhum para ela. Que ela está piorando e ela passa oito horas, dez horas do dia ali.

Não faz sentido. O alimento da alma é veneno, né? É, exatamente. Uma pessoa que faz o que gosta, que tem essa energia, tá se alimentando no dia a dia de coisas boas. Essa pessoa que tá, tipo assim, essa sensação de tá vivendo errado, né? Exatamente. Mas é muito importante falar isso, porque a gente tem hoje alguns movimentos, eu sigo muito empreendedores na minha rede social.

E às vezes a gente vê empresários, tipo assim, reagindo a alguns vídeos, por exemplo, falando de equipe, de funcionário, né? De pessoas que têm ali seu nível de desenvolvimento mais baixo, o cara, tipo assim, que comemora a saída da empresa. Eu vi um vídeo de um rapaz lá que tá com fogo no uniforme, sabe? Tipo, não tá com fogo, não. Ele tá jogando no lixo, jogando no lixo o uniforme. Aí o cara, como gestor, ele olha aquilo ali e abomina.

Falar, olha, como é que uma pessoa, pô, você vai perder oportunidade no trabalho, né? Você tem que... Beleza, eu entendo isso e reconheço também que realmente não é uma situação positiva. Porém, contudo, vamos olhar o outro lado da moeda? O que essa empresa girou para esse colaborador, para ele sentir dessa forma?

Será que teve ali um contato, tipo assim, olho no olho? Cultura. Cultura. Você tá aqui não é só pelo seu salário, mas tem algo a mais. Então assim, precisa também, porque às vezes é sempre o viés de... É a dualidade. É a dualidade, né? Por quê?

eu como empresário, com certeza, eu vou me solidarizar com aquele empreendedor que, cara, o cara pagou o uniforme, eu sei quanto custa um uniforme, eu sei quanto custa contratar uma pessoa, ter uma pessoa, beleza, tudo bem, custo e... Só que o outro lado da moeda, você tá olhando pro humano também do outro lado? Porque às vezes você só tá marretando e tipo assim, mas...

Cadê desenvolvimento? Cadê conversa? Cadê alinhamento? Então, também não pode ser só isso, né? Tipo, só te dou e você não me dá nada em troca, né? A gente não tem uma... O funcionário, às vezes, só quer vida boa e não quer trabalhar. E também é ruim. Mas a gente precisa ter um equilíbrio. E esse equilíbrio é que falta. Então, ter escolas como a sua que vai preparar o empresário, o gestor para os três pilares que você trouxe é importante.

E as pessoas também, porque o cara às vezes está chegando lá vaziozão, depressivo, doente. E aí ele bota a culpa na empresa, mas a culpa não é da empresa. A culpa é ele que não cuida dele. É isso. E respeitar o processo, né? Por exemplo, eu morei em Londres lavando prato. E tá tudo bem. Eu não tava feliz lá lavando prato. Mas eu tava num processo, eu tava aprendendo. Tava juntando dinheiro, aprendendo inglês. E eu sabia que aquilo não era a minha vida. Mas eu fui grato àquele momento.

Entende? Então, não é só você fazer o que é legal, o que você gosta. Talvez você tá ali numa empresa, exemplo, às vezes fica ali na minha empresa, na faculdade, né? Três anos, quatro anos. Tive uma secretária que ela entrou como secretária, se tornou gerente comercial, gestora e se tornou minha sócia. Ela ficou treze anos. E aí chegou o momento que não cabia mais ela ali. Um oito.

E ela foi voar e eu fiquei muito feliz. E ela teve muita gratidão, porque foi um processo e está tudo bem. Então tem que ter essa via de mão dupla, né? Tanto do colaborador, tanto do dono da empresa. E eu acredito muito, Márcio, em todas as empresas, criar um braço educacional dentro da sua empresa. Precisa.

Você precisa formar esse líder, você precisa educar ele. E aí que entra a cultura, né? Você criar uma cultura forte, treinar na liderança, nas vendas, no processo, na gestão. Aí você vai construir um time. Agora as pessoas querem pegar a pessoa pronta.

A pessoa pauta tá empregada. Não existe. Ela já tá num lugar lá, né? Só se você tiver muita bala pra você trazer ela. Eu falo meus clientes de consultoria assim, ó. Vamos lá. Você tem dois caminhos aqui. Ou você... Três, né? Eu falo três coisas. Mas os dois primeiros assim. Primeiro, ou você vai pegar... Vamos fazer um exemplo de futebol. Ou você traz o Cristiano Ronaldo pro seu time e paga lá o que o time dele lá pagou, lá da Arábia, pra tirar ele da Europa.

Você tem isso pra trazer o cara? Aí você vai trazer um cara que resolve. É isso. Ou você vai ter que treinar o menino da base. Então pega o cara da base, o salário do menino da base é milhões de vezes menor do que o do Cristiano Ronaldo. Então o que acontece? Você tem que colocar o cara lá e treinar o cara. Não dá pra pegar o menino da base e falar agora vai jogar uma Champions League ali na final.

e me faz um gol. Vai dar ruim. Ele vai infartar no jogo. Mas daí a gente cai naquilo que você vive falando e que daí talvez seja a sua luta com a bandeira que você defende para com os empresários. Não tem como o cara ter essa visão de treinar, de especializar, de se doar pela equipe, se ele ainda não fez isso por ele mesmo. É isso. Esse cara vai estar no ego tanto, tanto...

Tanto, tanto, volta para o conhecimento. Porque ele vai ficar estácio para transbordar conhecimento. Ele vai pensar, eu não vou investir nesse cara que daqui a pouco ele vai sair. Ou paga pouco querendo extrair muito sem se dedicar. Porque ele não olha...

pra ele ainda, então a base tá no ser, tá no indivíduo, não tem jeito e a terceira coisa que eu falo é assim o cara o meu time é ruim e não tá pronto então, se o cara fosse pronto e autogerenciável como você quer ou ele seria seu sócio é isso

Ou ele seria seu concorrente. É isso. Se ele fosse pronto assim, cara, ele não ia se sujeitar a estar aqui. Então, ele já estaria no nível acima. Você está disposto a dar sociedade para ele? Não, não, não. Então, ele vai ser seu concorrente se ele for aqui e não tiver uma preparação, cultura, estruturação. Sim. Então, seja realista. O que eu quero do meu negócio? Eu estou pronto para ter júnior? Estou pronto para ter gente mais master? É isso. E preciso saber, porque senão fica incongruente, né?

Vamos pegar esse exemplo da Gabi, né? Liderança, né? Como é que uma pessoa vai liderar o outro e liderar uma empresa, sendo que ele não lidera a própria vida dele? Não tem como. Então, de novo, Atriade. Lidere a si mesmo pra você liderar pessoas, pra você liderar a sua empresa. Volta pro autoconhecimento que é a base.

E aí entra na palavrinha que você falou desde o começo, que é a consciência. Esse cara só consegue mudar se ele percebe que, de fato, o gargalo é ele. É a falta de domínio dele que começa nele. Gente, eu sou sempre a... Ontem, calma, eu vou melhorar a minha frase.

Eu sempre falava assim, eu sou a chatona do rolê que tem que conduzir para o final da conversa. Ele falou, não, meu amor, você não é chata, você está gerenciando o tempo. Então pronto, eu sou sempre a gestora do tempo do episódio. Infelizmente, vou ter que começar a caminhar para o final. Caminhando para o encerramento, antes das três perguntas finais, eu queria que vocês falassem um pouco sobre a parte dos livros, sobre esse projeto, que é muito incrível. A gente vinha falando muito nos bastidores, acho que é essencial.

Boa. Em 2019, eu fui escrever meu primeiro livro. E era muito caro. E o livro não seria meu, seria da editora. Então, imagina, eu ia fazer um investimento muito alto e eu ia ficar com 5%, 10% do livro. Eu falei, caramba. E eu fui pesquisar o mercado. E o mercado era tudo assim.

E não fazia sentido pra mim. O que eu fiz? Eu fui abrir a minha própria editora. Pra lançar os meus livros. Eu não tava focado fora. Eu queria criar os meus métodos, os meus livros. E eu abri a editora em 2019. O ano retrasado, aí fui escrevendo. Hoje tem 15 livros. O ano retrasado eu tava dando uma palestra. Uma senhorinha de 82 anos de idade olhou nos meus olhos e falou assim. Filho, você é cristão?

Eu falei, eu sou. Você conheceu o pastor Tacone? Falei, não. Pastor Tacone foi o meu marido, meu esposo. Nós abrimos 25 igrejas em Sorocaba. Ele foi um homem de visão. E eu já pedi ajuda para um monte de gente. Ninguém me ajuda. Você me ajuda a escrever o livro do meu marido?

E só que ele morreu na pandemia. Nossa senhora. Aí nasceu ali a editora pra fora. Não, até arrupiei. Nossa, que legal. E foi o primeiro livro da editora. Primeiro livro da editora. A história do Pastor Tacone. Ai, que esposa fofa. E aí, de lá pra cá... Você trata de fazer um livro agora pra mim. Você para, mas toda vez a gente fala isso, parece que você vai morrer primeiro. Agora ele vai ficar cobrando. A gente vai ser os que vai morrer de mão dada.

E aí de lá pra cá, são 150 novos autores. Então o que nós ajudamos na editora? Nós ajudamos as pessoas a colocarem a voz no mundo. Então dentro da editora nós temos três pilares. Primeiro pilar, autoconhecimento, extração. A gente vai ajudar a extrair de dentro da pessoa uma mensagem poderosa de acordo com a vida dela.

E para ela criar um método. Por que método? Porque método é único. Só você tem essa visão de mundo. Só você passou pelo que você passou. E quando você tem um método, você não tem concorrente. Enneagrama, um monte de gente dá enneagrama. Ennealife, do jeito que eu dou, só eu dou. Do jeito que ele vai dar, só ela vai dar. Porque nós somos únicos. O método vira um livro.

O livro vira um curso online. O curso online pode virar uma mentoria individual, uma mentoria em grupo, que pode virar uma imersão, que pode virar uma formação. Agora, com a faculdade de Anguera, uma pós-graduação. E você pode montar um negócio que é recorrente, escalável, lucrativo e previsível. Até o modelo de franquia. Agora no Instituto, a gente está com o modelo de licenciamento. Então, estou replicando o meu método para outras pessoas darem o NALife. Então, é muito além do livro.

O livro é apenas a pontinha do iceberg, mas a gente ajuda a pessoa a criar um braço educacional dentro da empresa dela. Recentemente, só para exemplificar, a gente fechou com um médico. Então, imagina um médico que fatura um milhão por mês, só que não tem tempo.

Por quê? Trabalha muito, tem uma clínica. E aí eu falei pra ele, quantos médicos faturam um milhão por mês? Acho que nem um por cento, sei lá. Então imagina você extrair todo o seu método, criar o curso, a mentoria, a pós-graduação, clínicas, sócios.

Entende? E você tem mais tempo para a sua família. Você sair do operacional, do tático e para o estratégico. Não tem preço. Então nós ajudamos os nossos autores a criar um braço educacional dentro da empresa através do livro e através da educação. Isso que é a Editora Novas Ideais. Sensacional a ideia, o propósito.

E a gente acredita muito nisso, que o poder da leitura muda vidas. A gente faz aqui o Clube do Livro na empresa, então a gente tem o costume de ler e de se desenvolver. E é legal também essa questão de você colocar a sua palavra no mundo, porque a gente tem uma mensagem de alguma forma.

e pode impactar a pessoa. E o diferencial nosso é esse, o livro é seu, não é da editora. A editora é uma parceira, entende? Mas o livro é seu, você pode imprimir com a gente na nossa gráfica, mas você pode imprimir em outro lugar, você vai ter o arquivo do livro, você pode colocar na Amazon, o livro é seu. Então a editora vai te ajudar e nós ajudamos também muitos líderes a criar movimento, é o que a gente estava falando. Então imagina a Gabi, a Gabi já tem um movimento.

Já tem as mulheres ali. Imagina você chamar essas mulheres para colocar a voz no mundo. E o livro traz posicionamento, traz autoridade, traz clareza do seu método. Então você vai ajudar outras mulheres a realizar o sonho dela de forma democrática. Porque nós nascemos também para democratizar esse mercado. Porque como eu falei quando eu fui escrever, era muito caro e o livro não seria meu. Então nós somos uma editora...

totalmente diferente, né? O método nosso é extração, implementação, que é a escrita do livro, a escrita do braço educacional e expansão. É como você olhar agora o livro como um negócio. Muito bom, incrível. Excelente, maravilha. Hoje eu quero saber mais, que minha cabeça tá aqui.

Quero meu livro, quero meu grupinho. Excelente, muito louco. E quem sabe encerrar o FB e Clube com um pulo para uma nova fase. Uau. Já adorei. Eu, Fabi, é só uma fala. Eu vou começar a liderar um grupo, a qual o meu título, ó. Cicatrizes que viraram propósito. Perfeito. Quando Deus transforma a dor em missão.

Todo mundo tem uma história dessa, né? É, exato. É maravilhoso. Maravilhoso. Então, comece o seu. Só pra gente, então, encaminhar pro final. Infelizmente, se deixar, a gente fica aqui até amanhã, né? Pode fazer o parte 2 depois. Se você gostou do episódio, tá aqui e quer saber mais, quer conhecer um pouco mais, a gente pode marcar aqui pra eles voltarem pra falar mais de negrama, de autoconhecimento, de gestão. E aí você já coloca o seu comentário e também deixa o seu gostei pra fortalecer o canal aí.

Eu queria só falar o propósito do Instituto. Manda. Pode. Claro. O propósito do Instituto Ideais, a escola chama Instituto do Desenvolvimento do Autoconhecimento Integral Sistêmico. O grande propósito é criar uma cultura de autoconhecimento no Brasil e no mundo. Através de professores, facilitadores e instrutores. Não é que eu sou contra guru, mas eu acredito que o guru não é acessível. O guru não cria cultura. Então, o nosso grande propósito, o foco é...

Nas famílias, porque a família é a base de tudo. Nas empresas, que é o que sustenta esse país, principalmente as empresas familiares. E as escolas, é onde a gente vai construir o mundo melhor. E também políticas públicas. Então, recentemente, a gente fechou lá em Sorocaba, com 25 mulheres, que o Instituto, a editora está bancando, essas 25 mulheres, contar a história de vida delas.

E nós fechamos também com a Secretaria de Educação para treinar 100 professores da rede pública de forma voluntariada. Porque nós acreditamos que para você criar uma cultura, você precisa atingir da classe A à classe E. E o grande sonho do Instituto em 12 anos é a gente criar essa cultura. E imagina você num churrasco, na sua casa, em qualquer local, as pessoas estarem falando sobre autoconhecimento de uma forma mais tranquila, mais leve. Então é esse grande sonho do Instituto, criar essa cultura.

Nossa, eu faço votos de que vocês consigam quanto antes, porque realmente vai fazer diferença. Eu sei que a gente já falou sobre muitas dessas coisas que a gente vai perguntar ao final, mas é legal porque é um grande arremate. Então, se vocês pudessem elencar o maior erro das pessoas com relação especificamente ao processo de autoconhecimento. Pra mim, o maior erro é você querer mudar o outro aquilo que ele não é.

É autoconhecimento e não outro conhecimento, né? Exatamente. Já tá fadada ao fracasso. É, isso mesmo. Porque a pessoa é diferente e talvez ela nem enxerga aquilo, ela nem quer aquilo. Então, autoconhecimento é isso. Nunca é sobre o outro, é sempre sobre você. Então, autoconhecimento é vai cuidar da tua vida. Literalmente. Vai se transformar, vai se curar, porque aí o mundo inteiro começa a se transformar pra você.

Perfeito. Segunda é, se você pudesse resumir tudo isso em um conselho. Sei que conselho bom não se dá, se vende, mas um conselho para quem está assistindo a gente.

Eu acho que é humildade, permissão e consciência. Eu acho que essa tríade vai mudar tudo. Porque se você não tem humildade, você não tem permissão, você não tem consciência, você não consegue mudar nada na tua vida. Então você precisa ter humildade pra falar, cara, eu não sei. Ou humildade pra falar, puta, eu sou isso daí mesmo. Eu sou esse negócio aí. Eu preciso de ajuda. Eu preciso de ajuda. E permissão pra fazer diferente. Só que você só vai fazer diferente se você tem consciência. Eu preciso de ajuda.

Porque as pessoas nem sabem porque elas fazem, né? Então, eu acredito muito nisso. Faz sentido. Total. E entendendo que o significado que a gente dá para gestão aqui dentro do nosso podcast, nada mais é do que cuidar, administrar. E aí, negócios, família, vida, pessoas, enfim. Qual é o segredo de vocês para conseguir fazer uma boa gestão?

E acho que é dividir, o Enneagrama traz os três instintos, autopreservação, social e sexual. Então você entender que a sua vida é sistêmica, ela é integral e precisa de um tempo para você cuidar de você, para você se amar, para você se respeitar. Precisa de um tempo para você cuidar da sua empresa, dos líderes e precisa de um tempo para você cuidar das pessoas que você mais ama.

da sua família, dos seus filhos e tudo mais. Então, é esse equilíbrio dessa tríade. E aí você vai ter uma gestão de si mesmo, você vai ter uma gestão da sua empresa e você vai ter uma gestão da sua família, que são as pessoas que você mais ama. Nossa, perfeito. Amei.

Excelente. Assine embaixo. É. Muito bom. Realmente, as pessoas esquecem de olhar para os diversos papéis, né? É isso. Vira só trabalho, só. Incrível. E aí, amor? Bora encerrar, infelizmente? É, infelizmente. Muito bom. Obrigado pela participação de vocês. Foi incrível. Antes de finalizar, então, a data do evento vai ser dia. Pra quem quiser aqui de Jundiaí região, né? 16 de abril, às 18h30.

Aqui, né? Perfeito. Aqui. E 16 do 5 também, aqui. Ai, que legal. Então você tem agenda aí. 16 do 4 e 16 do 5. É o mesmo dia, mês de abril e mês de maio. Exato. É um workshop gratuito que chama NAD. É um workshop aplicado à sua vida pessoal, profissional e relacionamento. Todos vocês que estão ouvindo estão convidados para conhecer de uma forma mais profunda o Enneagrama.

E aí no dia 23 e 24 de maio nós teremos a turma 66 aqui em Jundiaí. Mais de 1.400 alunos já passaram pelo NALife. Aí é um mergulho dentro de si. Aí é 25 horas. Três pilares. Transformação pessoal, relacionamento, identidade e propósito.

aí é mudança. Perfeito, aí é mudança. Então, se você quiser saber mais, vai estar os links aqui na descrição pra você conhecer e as datas. Obrigado, obrigado pela participação, pelo bate-papo, foi incrível. Esse é o tema, a gente é suspeito pra falar, porque realmente o Enneagrama e o autoconhecimento mudou a nossa vida, mudou a nossa forma de gerir os nossos negócios, nosso relacionamento e a gente acredita nisso. Então, a gente também continua mergulhando e aprendendo e estudando.

Porque é um caminho sem volta, né? A gente mergulha, mergulha e aí precisa cada vez mais fundo. E sempre provocando as pessoas a fazerem o mesmo também. Então, mais uma vez, fica o convite dia 16 de abril e 16 de maio. Fora. E é gratuito. E é gratuito. Então, não tem porquê não ver. É um presente. É isso aí. É um presente.

E já se inscreve, ó. E é limitado, né? Porque o espaço tem um... É limitado. Quantas pessoas cabem aqui? 25? 25, ó. 25 vagas. Então, se eu fosse você, eu clicaria logo aí pra você se inscrever. E eu quero agradecer a sua atenção até aqui. Coloca o que você mais gostou do episódio, comenta.

compartilha com alguém que queira mergulhar mais entre autoconhecimento, fazer mais gestão pessoal e profissional. E eu te encontro no próximo episódio, mas antes de você ir para os próximos episódios, fica aqui no nosso canal, se inscreve, curte e acompanha as outras playlists também. Se você está pelo Spotify, segue a nossa página para você receber todos os outros episódios. Um abraço e até mais. Obrigada, pessoal. Tchau, tchau. Obrigada.

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