#182 | Eleições 2026: alianças, estratégia e a disputa de narrativas, com o cientista político Rubens Figueiredo
- Eleições 2026: polarização e rejeiçãoRejeição como fator determinante · Mudança qualitativa na rejeição (ódio vs. opinião) · Dificuldade em baixar a rejeição · Polarização entre PT e direita · Flávio Bolsonaro como canalizador de rejeição · Estratégia de campanha soft de Flávio Bolsonaro
- Congresso conservador e mudanças culturaisSociedade mais conservadora · Fortalecimento de valores liberais e conservadores · Vantagem de parlamentares com emendas · Esgotamento do discurso da esquerda · Mudança na distinção entre esquerda e direita (comportamento vs. papel do Estado) · Privatização como tema menos polêmico
- Perspectivas eleições 2026Debate entre propostas concretas e polarização · Projetos do governo: pacote de endividamento · Projetos do governo: jornada de trabalho 6x1 · Propostas da direita: reforma judiciária e anistia · Falta de um projeto claro para o Brasil · Influência do TikTok vs. Fundação Getúlio Vargas no debate
- Regulação das redes sociais e fake newsComplexidade da regulação · Liberdade de expressão vs. responsabilidade · Questão não resolvida globalmente · Risco de trazer o debate próximo às eleições
- Eleições estaduais e o cenário de outsidersEstratégia de alinhamento com chapas majoritárias · Previsibilidade dos candidatos estaduais · Retorno de nomes conhecidos (Sérgio Moro, Eduardo Leite, Ratinho) · Menor sentimento antissistema
- Recomendação de leitura: A Vingança de TocquevilleHistórico da atuação do Estado brasileiro · Contas públicas e oportunidades perdidas · Qualidade da administração pública e serviços · Fábio Giambiagi
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Olá, estamos começando mais um episódio do podcast que quer saber. Política, se discute. Eu sou Norberto Notari e essa é uma produção da RWCast, a central de podcasts do Grupo Rádio Web. Esse é um espaço para lembrar que política não fica restrita
às casas legislativas, ao poder executivo ou ao campo acadêmico. Ela faz parte da vida de todos nós. Aparece nos almoços de família, nas rodas de conversa e nas nossas redes sociais, além do nosso dia a dia, que a gente vê em todo lugar.
E é justamente sobre isso que a gente conversa aqui, com responsabilidade e sem gritaria. Se você gosta do podcast, avalie com 5 estrelinhas lá no Spotify e compartilhe com amigos e familiares. Assim, essa discussão chega mais longe.
O jogo já começou, mesmo que muita gente ainda não tenha percebido. As eleições de 2026 não serão apenas mais um capítulo da política brasileira. Elas carregam o peso de um país que saiu de um ciclo de polarização intensa, e ainda tem, atravessou crises institucionais, enfrentou o desafio da desinformação e agora se vê adiante.
de uma encruzilhada. Qual Brasil queremos construir daqui para frente? Eu não falo só de candidatura a presidente, porque esse ano vamos escolher deputados estaduais, federais, senadores e os governadores dos estados. Os movimentos já estão em curso.
partidos começaram a se reorganizar, já temos novos integrantes em várias legendas, alianças e federações, algumas alianças até improváveis começam a ganhar forma, algumas tentando se reinventar, outras apostando na radicalização como estratégia. Nos bastidores, as negociações avançam com velocidade, na superfície o debate ainda parece um pouco difuso, mas não se engane, as peças estão sendo posicionadas com precisão.
E afinal, o que deve pautar esse pleito? Economia, segurança, democracia, redes sociais, regulação da informação, ou estaremos mais uma vez reféns das narrativas e das disputas personalistas? E é sobre isso que a gente vai discutir hoje. Para ajudar a entender esse cenário, recebemos o professor Rubens Figueiredo, ele que é cientista político pela Universidade de São Paulo. Professor Rubens, obrigado por nos atender, viu?
Eu que agradeço. Para começar a nossa conversa, uma pergunta que dá nome aqui ao nosso trabalho. Política se discute? Ah, sem dúvida nenhuma, né? Eu acho que tudo se discute. Aliás, a política pode muito bem ser definida como a arte do diálogo, da conversação, da busca, da convergência entre ideias e propósitos.
diferente, sem dúvida, política se discutindo. O problema é que cada vez mais se briga por política, quando você devia ter mais diálogo, mas a discussão é sempre produtiva. E olhando assim já de longe, nós temos eleição aí, e não vamos nem falar de longe, seis meses, mais ou menos, o senhor vê uma réplica de 2022 agora em relação à polarização e acerramento?
É, o texto é diferente, mas a polarização continua e você tem uma eleição onde a rejeição é muito determinante. Se você olhar os dados, a gente pode afirmar assim, grosso modo, que metade dos eleitores rejeitam o presidente Lula e metade dos eleitores rejeitam.
o candidato Flávio Bolsonaro. Então é uma eleição que a gente pode brincar, né? Dizendo que é mais uma eleição de rejeitores do que de eleitores. E houve uma mudança qualitativa na ideia de rejeição.
A rejeição que a gente via na época do Fernando Henrique, lá atrás, era uma rejeição mais assim por ideias, porque o Fernando Henrique ia privatizar, porque o Fernando Henrique tinha aquele ar meio professoral, era considerado de elite. Hoje, vamos dizer, naquela época era uma rejeição soft. Hoje a gente tem uma rejeição muito perto de ódio, as pessoas brigam.
pelo aquilo que eles rejeitam. Então a rejeição deixou de ser uma opinião, algo mais tranquilo, para se tornar uma disposição para comportamento. Então as pessoas rejeitam, e se alguém fala bem do candidato que ela rejeita, isso gera um debate muitas vezes acalorado.
sobre as características de tal ou qual candidato. Então isso é um pouco novo, né? Porque essa rejeição parecida com ódio é uma coisa moderna que deve ter vindo aí de 18 para cá. E essa rejeição, o senhor acredita que é uma rejeição bem definida, intacta, quase que imutável?
É muito difícil você rejeitar alguém com essa intensidade e durante o processo você deixar de rejeitar. Um dos aspectos mais difíceis em uma campanha eleitoral é você baixar drasticamente a rejeição. Você não tem muitos casos, muitos exemplos.
desse tipo de processo, desse tipo de mecanismo de comunicação acontecer. Então eu acredito que...
E ainda mais que a gente deve ter um acirramento. O que a gente assiste hoje são os candidatos se estudando, não entrou ainda naquele debate. E nós temos duas correntes majoritárias aí. O PT, que sempre foi um partido muito aguerrido, muito combativo. E se alguém começou essa polarização, foi PT.
Lá atrás com aquela história de herança maldita, tudo aquilo. Fora FHC, quando ele foi reeleito. Então essa é... E a direita também é muito aguerrida e vai certamente criticar o governo Lula de forma veemente.
o senhor acha que vai pautar essas eleições? A gente vê um movimento aí do governo em explorar alguns projetos recentes, como a questão do imposto de renda, agora a questão da jornada de trabalho, 6x1, e enquanto a gente vê muito o outro lado, que está ali, tem ali uma figura bolsonarista bem clara, mas você tem outros nomes que são, tem um discurso parecido, como do próprio Ronaldo Caiado, do Romeu Zema, enfim.
falando muito sobre a questão de uma reforma judiciária, da anistia, até de combatendo alguns desses projetos atuais do atual governo. Como é que você vê o que vai pautar essa eleição, mediante tudo isso que a gente falou sobre a questão de rejeição?
Olha, até você ainda pinçou aspectos positivos do debate, mas a eleição, me parece, vai estar mais para a Tik Tok do que para a fundação Getúlio Vargas. Você tem essa ação do ex-governador Romeu Zema, que foi uma ação muito mais de busca de atenção do eleitor do que discussão de algo mais importante para o Brasil.
A gente falta um pouco um projeto para o Brasil que escape dessa polarização. Eu odeio esse ou eu odeio aquele. Então você tem hoje, pelo lado do governo, você tem dois movimentos bastante vigorosos. Um é a questão do endividamento, que tem um projeto do governo que pode ter uma repercussão.
eleitoral de boa qualidade, que é a tentativa de se juntar a todas as dívidas que as pessoas têm e 80% das famílias brasileiras estão endividadas.
colocar tudo num pacote só, alongar essa dívida para quatro anos e diminuir os juros de forma bastante expressiva. Isso é um projeto espetacular, né? Porque hoje eu...
A população endividada fica com um grau de estresse que é muito alto e esse tipo de iniciativa pode ser muito interessante, certamente vai ser muito interessante para a parcela significativa do eleitorado brasileiro. Esse é um ponto.
E o 6 por 1, que é uma medida altamente demagógica, se o problema dos países fosse trabalhar menos, ninguém teria problema, porque todo mundo quer trabalhar menos. O problema não é trabalhar menos, o problema é que o Brasil tem uma produtividade que é um quarto da produtividade do trabalhador americano.
Por exemplo, o Brasil não tem infraestrutura, o Brasil tem uma tecnologia baixa, o Brasil tem um nível de escolaridade dos trabalhadores em geral, é muito baixo. Você tem uma série de benefícios na CLT, então a coisa não pode ser discutida dessa maneira. Você vai trabalhar menos.
O governo vai fazer você trabalhar menos. Isso chega a ser até um pouco assim infantil e ridículo, mas enfim, está na palca. E o lado da direita tem um componente político, que é um componente muito forte, político-jurídico, vamos dizer assim que seria você dar anistia para o pessoal de oito de...
de janeiro que é algo que isso, na minha opinião, não alarga muito o campo eleitoral da direita, né, porque...
É uma proposta de viés político e é uma proposta que prega para convertido, certo? Você não vai ampliar a sua base com essa proposta. E um pouco falando de limites institucionais do Supremo, mas eu acho que ainda está muito no início.
do processo. Você não vê alguém de nação definida, mesmo que seja algo resumido.
O que explica essa movimentação nas pesquisas? Então a gente vê aí o presidente Lula em algumas sondagens, até abaixo numericamente, do senador Flávio Bolsonaro. O governo que está... Inclusive foi falado até por mesmo adversário dos dois, o pessoal do MBL, por exemplo, falou que o Flávio Bolsonaro seria o candidato perfeito para o governo.
Só que o Flávio Bolsonaro acabou surpreendendo nessas primeiras pesquisas que surgiram. É, veja, o Flávio Bolsonaro se posicionou como anti-Lula muito antes dos outros. Então, o sobrenome Bolsonaro já vincula alguém.
que possa canalizar essa rejeição para a sua candidatura, a rejeição ao Lula. Ele começou antes, então ele está mostrando esse vigor nas pesquisas, porque ele aparece como aquele que imanta o ódio que metade do Brasil tem pelo outro.
Então esse é um ponto. E ele está fazendo uma campanha soft, não está atacando, como a gente diz, tocando as bolas para o lado. Às vezes para trás, às vezes para o lado, não está aparecendo muito. E essa estratégia tem dado...
tem dado resultado. Por outro lado, você assiste, como eu disse, essa hiperatividade do governo aí tentando melhorar a vida das pessoas e, no fundo, o que eleitor quer é consumir, comprar suas coisas, pagar seu aluguel, conseguir educar seus filhos.
Então, o Flávio representa muito mais essa rejeição do que propriamente uma proposta para o Brasil.
questão da regulação das redes sociais, isso ficou um pouco parado de uns tempos pra cá, das fake news, não se fala mais muito nisso. Acho que o governo tirou um pouco o pé e a oposição também, porque viu que era um assunto delicado próximo das eleições.
É um assunto muito complexo, né? Porque você tem, ao mesmo tempo que você tem liberdade de expressão, né? Consignada lá na nossa carta constitucional, você tem também algum tipo de responsabilidade por aquilo que você tem que ser responsabilizado, né? Por aquilo que você coloca nas redes. E é uma questão que no mundo não está...
não está resolvida. E trazer esse processo nesse momento certamente seria muito ruim para o governo. Tudo que a gente puder fazer, tudo que o Brasil puder fazer para serenar um pouco os ânimos nesse momento seria adequado, porque uma sociedade que faz uma vou usar o neologismo aqui uma desescolha ...
Vota pro outro não ganhar. E aí num clima de acirramento de comportamento, num clima de discussão e não de diálogo, a probabilidade de fazer uma boa escolha diminui bastante.
A gente vê muito, nas últimas eleições, as pessoas falando Ah, mas é o Congresso mais conservador da história, é o Congresso mais conservador da história. Você acha que, partindo agora para as eleições legislativas, esse caminho deve se repetir? Os partidos conservadores, os políticos mais conservadores, devem manter essa força que tiveram nas últimas eleições?
Olha, eu creio que sim, por pelo menos dois motivos bem razoáveis. O primeiro é que a sociedade ficou mais conservadora. Os valores, quando você mede as pesquisas, você vê que os valores mais liberais, os conservadores, eles ficaram mais fortes de um tempo para cá. Vou dar um exemplo.
10 anos atrás, 12, alguém chegar e propor uma privatização, por exemplo, a pessoa provavelmente seria agredida. E hoje isso não é tão assim. Você tem um espírito empreendedor na sociedade, por exemplo, que é uma coisa mais liberal, muito forte, e valores de natureza...
moral e de comportamento também muito fortes. Então esse é um ponto. E o segundo ponto é que você, com essa quantidade de emendas que os atuais parlamentares enviaram durante quatro anos, três anos e meia até agora, dá uma vantagem muito...
ampla, né? Porque eles conseguiram direcionar recursos para suas bases eleitorais e tendo a achar que o índice de reeleição está bastante alto nessa eleição.
Tem outro ponto também que é um pouco do esgotamento, do cansaço do discurso da esquerda. O Lula quase na eleição em 89, então faz 36 anos que o Lula e o PT estão aí com um discurso mais ou menos parecido. Por esses três fatores aí, eu acho que o Congresso seguirá com um perfil conservador.
Professor Rubens Figueiredo estava falando sobre A questão da privatização, por exemplo Eu lembrei que até Em uma outra entrevista falamos sobre isso Alguns anos atrás era quase Pecado, em alguns casos Aqui eu até acho que é Defender privatização Falar que é de direita E defender a ditadura militar
Aí, há alguns anos atrás, um pouco antes do impeachment da presidente Dilma, a gente viu, a partir dali, já pessoas se manifestando pedindo a volta dos militares, né? Até com tudo o que aconteceu aqui. Então, assim, muita coisa realmente mudou as pessoas. E eu acho que até o grupo político que chegou depois e cresceu, deu voz a essas pessoas, né, professor? É, e é um aspecto interessante, né? Porque, ao mesmo tempo que o comportamento...
ele se liberalizou, e vamos dizer, essa liberalização tem mais a ver com a esquerda do que com a direita, por exemplo, comportamento sexual, as novas formas de você montar uma família, casamento entre pessoas do mesmo sexo, então isso foi algo que é uma liberalização para ir para a esquerda.
Olha que interessante. E você tem, ao mesmo tempo, você teve uma liberalização para a direita na questão de uma resistência a esse tipo de mudança no comportamento das pessoas. Mas você teve também essa questão de você entender que o Estado deve se retirar um pouco da economia e que as pessoas têm o direito de empreender.
E algumas coisas não fazem tanto sentido, né? Porque a questão da orientação sexual não tem nada a ver com enquadramento político, né? Se é colocado em esquerda ou direita, que acontece que os grupos ligados a esses enquadramentos acabam defendendo ou atacando.
No primeiro a eleição do Bolsonaro, na primeira campanha que o Bolsonaro fez, essa questão do kit, lembra do kit lá, sexual, foi uma questão central no discurso bolsonarista. Então são mudanças de...
comportamento, interação social mesmo e de cultura política, esses valores estão se sedimentando ao longo do tempo e é uma distinção importante. Hoje, a direita e a esquerda se distingue muito mais por questões relacionadas a esse tipo de assunto do que no papel do Estado.
E me diz uma coisa, professor, a questão dos estados, né? A gente vê que o Senado vai ser um cargo que vai ser disputado que é estratégico para grande parte das lideranças políticas, dois de cada estado, e todos estão tentando alinhar bem com a chapa...
Para governador, a gente vê em São Paulo, isso, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, está vendo agora também. Você acha que nos estados tudo já está muito mais desenhado em relação aos candidatos do que até mesmo a eleição presidencial, que você tem dois nomes ali maiores, mas outros que ainda não sabem se vai ser candidato ou não, até deputados, enfim.
A gente não vê muitas surpresas nas pesquisas, a gente não vê. Você vê, a chance surgiu o Whitson, é algo muito residual. Então, o que a gente enxerga é uma volta ao conhecido.
Então você tem as pesquisas no Pernambuco, são dois candidatos previsíveis, você tem em São Paulo, os candidatos previsíveis, você tem no Paraná, que o Sérgio Moro voltou lá, são candidatos previsíveis, no Rio Grande do Sul. Você tem alguns.
Alguns candidatos que certamente vão subir. O candidato Eduardo Leite, em Governo, certamente vai subir. O candidato do Ratinho, no Paraná, certamente vai subir. Porque o eleitor ainda não conhece que ele é o indicado por um governador bem avaliado. O Ratinho é melhor avaliado do que o Eduardo Leite. E essas movimentações vão ocorrer.
Mas o surgimento de outsider, como aconteceu nas eleições passadas, eu não acredito não. E o quadro está muito mais sedimentado e a política está muito mais politizada, vamos dizer assim, e o sentimento antissistema não é tão grande como foi nas eleições anteriores. Professor Rubens Figueiredo, o senhor tem uma dica de leitura para o nosso ouvinte?
Uma dica de leitura. Ó, um livro bacana chama A Vingança de Toqueville, que é do Fábio Giambiagi, que é um livro muito interessante porque ele faz um histórico da atuação do Estado brasileiro, principalmente naquilo que se refere às contas públicas. Então você vê o... O Roberto Campos dizia que o Brasil não perde uma oportunidade e perdeu uma oportunidade.
Quanto o Brasil perdeu de oportunidade nos governos Lula para dar um freio de arrumação nas contas públicas e como isso foi conduzido nesse processo.
E é muito interessante também para a gente enxergar um pouco a qualidade da administração pública brasileira e principalmente a qualidade dos serviços que uma sociedade que arrecada muito, que o Brasil arrecada muito por aquilo que ela entrega, e uma sociedade onde os políticos mandam muito.
Tá certo. Olha, eu conversei aqui com o cientista político pela Universidade de São Paulo, Rubens Figueiredo. Quero te agradecer. Obrigado pela participação, professor. Eu que agradeço. Bom programa aí pra você. E pra você, política se discute? Lembre de avaliar o podcast lá no Spotify e de contar pros amigos e familiares que a gente está por aqui. Grupo Rádio Web, produção e apresentação, Norberto Notari. Edição de áudio, Mário Melo. Coordenação da RWCast.
Rafaela Martinez, gerência de conteúdo, Mariana de Freitas, direção de jornalismo, Daniela Madeira.
Esse podcast é um oferecimento da Wise, o app feito para você ser do mundo. Com a Wise, você pode enviar, receber e pagar com o cartão em mais de 40 moedas, economizando na conversão. Seja enviando dinheiro para um parente que mora fora, pagando com o cartão da Wise em uma viagem para o exterior ou recebendo dinheiro de outro país. Com a Wise, você faz tudo de forma prática, segura e rápida.
Mais de 15 milhões de pessoas do mundo todo já usam e confiam. Afinal, quem sabe, vai de Wise. Baixe o app da Wise hoje ou visite wise.com. Termos e condições se aplicam.