Episódios de Caso Bizarro

CB #180 - Dates Bizarros com Maqui Nóbrega

01 de junho de 20261h24min
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No episódio de hoje discutimos sobre alguns dates bem bizarros! 

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Dicas Bizarras:

▪️Instagram @joao.hiker (Mabê)

▪️Livro “Bom dia, inverno”, por Tamara Klink (Maqui)

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📽️ youtube.com/@CasoBizarro

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Assuntos1
  • Diferenças em DatesRitual de quase acasalamento · Cachalote · Guaxinim empalhado · Sons de baleia casalando · Reconstrução facial pós-morte · Bio de aplicativos de relacionamento · Homem com foto de IA · Homem com foto de Harry Potter e Hermione · Homem com foto de arma · Homem com carro antigo na bio · Homem com bio sobre Apocalipse Zumbi · Homem com bio sobre Harry Potter · Homem com bio sobre Arena Corinthians · Homem com bio sobre massagem tântrica · Homem com bio sobre ser monogâmico e casual · Homem com bio sobre ser simples e procurar amigo · Homem com bio sobre ser suficiente e se curar · Homem com bio sobre querer constituir família e salvação pessoal · Homem com bio sobre fobia de esmalte vermelho nos pés · Homem com bio sobre querer ser sugar daddy · Homem com bio sobre querer ser sugar baby · Homem com bio sobre querer ser submisso · Homem com bio sobre querer ser dominante · Homem com bio sobre querer ser ativo · Homem com bio sobre querer ser passivo · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel e sincero · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel e sincero e honesto · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel e sincero e honesto e leal · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel e sincero e honesto e leal e confiável · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel e sincero e honesto e leal e confiável e responsável · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e aberto e curioso e aventureiro e espontâneo e divertido e engraçado e inteligente e criativo e romântico e apaixonado e fiel e sincero e honesto e leal e confiável e responsável e maduro · Homem com bio sobre querer ser ativo e passivo e versátil e flexível e
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Sejam bem-vindos ao Caso Bizarro. E hoje eu estou aqui com uma pessoa que nunca veio, né, Maki? Minha primeira vez. A primeira vez no Caso Bizarro. Gente, vocês caíram nesse episódio de paraquedas. Eu sou a Mabê, esse é o Caso Bizarro, essa é a Maki Nóbrega. Acho que é a quarta vez que você veio? Nossa, nem sei. Não sei, nem sei. Tá vindo bastante. Tô vindo. Tá acontecendo. Fazia um tempo que eu não vinha. Fazia.

Mas já vim muitas vezes. E quando ela está aqui nesse momento, não tem nem como convidar vocês pra ir no Teatro do Caso Bizarro, porque já vai ter acontecido. A gente tá no futuro, só que estando no passado. Exatamente. Como é que foi? Você gostou de participar? Eu amei. Nossa, o público tava tão animado. E a gente tava linda, né? A gente tava muito linda. Nossos looks, eu nem sei como vai ser. Realmente. Nossos looks estavam tudo. A Camila foi ótima também, foi tudo. Eu vou te mostrar uma...

Eu quero saber a minha vida prévia do meu look. Porque eu quero só saber o que a Maki vai dizer. Tá, eu preciso saber pra ver qual é o nível do meu, entendeu? Amiga. Porque quando é o Fi, o Chico, o Fabão… Eles dão uma exagerada, né, uma coisa teatral. Virou meio que um negócio teatral. Exato, eu não sei se eu tenho essa presença.

Essa é a minha inspiração, entendeu? Claro. Uma coisa assim, impensa. Não vou poder entregar nem perto disso, mas eu vou tentar. Parece um animal. Inclusive, eu queria pedir desculpa por estar aqui enquanto uma loirinha padrão, né? Eu sei que o caso do Mizarro merece mais. Você tá bem loirinha padrão. Mas eu vou amanhã, amiga, pintar meu cabelo, entendeu? Eu também vou.

Então, vou descolorir e tal. Aí eu não ia gastar tinta pra depois tirar. Mas eu sei que é isso. Caso Bizarro não merece uma loirinha padrão. Ainda mais no episódio sobre dates, né, gente? Porque esse episódio, ele é temático, tá? A gente tá falando de dates bizarros. E assim…

Ninguém mais que menos que uma pessoa que já teve vários dates bizarros. Que a gente fofoca muito, né, amiga? Sim. Desses casos, desde que eu voltei à vida dos dates também. Que tem isso, né? Fiquei um tempo fora. E aí, agora a gente troca muito, a gente conversa muito sobre isso. E eu falei, meu, vamos falar das nossas histórias, vamos ler da galera. E a gente vai intercalar também com algumas bios que a gente separou aqui. Sim. Que são bem especiais. É, não, assim, não fala…

Não falta história, né? Não falta história de date bizarro, de paquera bizarra, de bio bizarra. É o que mais tem. Infelizmente, é o que mais tem. Dá pra fazer um podcast disso, né? Por isso que estamos aqui. Você quer começar lendo a mensagem? Ah, então, isso não é exatamente… Exato, não é exatamente… Não tava no script. Eu vim pra cá de táxi, né? E quando eu tava descendo do táxi, o taxista me entregou esse envelope e falou Leve essa mensagem positiva com você.

Que com certeza é alguma coisa de Deus. É, eu não sei se… É isso que eu tava falando pra papai. Eu não sei se ele acha que eu precisei, se ele olhou nos meus olhos. Eu tava de óculos escuros, né, sei lá. Se ele olhou e achou que eu ia precisar. Ou se ele dá pra todo mundo, né? Mas olha, é um envelope, sabe? É bonitinho, né? E tá tudo assim, uma mensagem muito especial. Tá.

Amiga, vale muito. Tem muito a ver com o nosso tema. Tem muito a ver. O sofrimento vai acabar algum dia? Meu Deus! Caralho! Você diria sim, não ou talvez? Eu diria que não vai. Pare e pense. Por que Deus permite o sofrimento? É, Deus dá pra dar uma dificuldade. Por que Deus não regulamenta as Bios no banco, entendeu? É isso.

Ele podia cuidar um pouco desse departamento aí do deles. Ele podia, gente. E aí aqui... Será que é ele o nome? Não vi o nome dele no aplicativo. Prezado leitor, eu me chamo Gideão. Tá. E estou aqui escrevendo essa carta pra transmitir uma mensagem positiva. A depressão é uma doença que afeta muitas pessoas no mundo, verdade? Verdade. A nós duas, inclusive. E todos nós estamos sujeitos a passar por fases difíceis que nos causam desânimo. Tipo, ler as bios que a gente vai ler. Vai ser muito difícil. Depois a gente vai estar desanimada, depois desse episódio, né?

Quando isso acontece, é bom lembrarmos. Aí a gente já sabe o que vem, né? Mas eu achei que isso aqui, o sofrimento vai acabar um dia. Eu achei que é válido. É válido o que vai acontecer aqui hoje. E eu gostaria que o sofrimento acabasse. Na verdade, eu acho, e até quero aproveitar esse momento pra fazer uma declaração de amor. Eu acho que as nossas trocas ajudam a melhorar o sofrimento dos colês, sabe? Porque, tipo assim...

Nada como saber que você não é a única passando pela merda, né? Exatamente. A gente… E não só, assim, trocas, a gente já… né? Tipo, homens também, né? Que a gente já teve em comum, assim. É verdade, é verdade, gente. Eles têm um tipo. Tem. Loiras padrões. Loiras padrões. Claramente. Magras e altas. Magras e altas. Extremamente padrões. Inclusive, eu quero falar desse fetichismo também, mas a gente vai mais pra frente. Bom…

Vamos começar, então. Vou ler um casinho aqui, do Magata. Tá. E aí, acho que a gente pode, aos poucos, ler uma bio, ler um negócio. É um experimento. É livre, é livre. É livre, hoje é livre. A gente é livre, somos mulheres livres. O mundo não gosta de mulheres que voam. Sim. Sejam elas livres, sejam elas bruxas. Isso. Então, vamos lá. Ritual de quase acasalamento. Já passei por vários. Começou bem.

Oi, Mabê. Oi, Maki. Me chamo Alícia e moro em Santarém do Pará. Amo! Ai, eu não conheço Santarém. Preciso ir pro Pará. Sim. Tudo começou quando eu decidi me aventurar no Tinder. Quando me dei conta, já estava vendo fotos de um homem. Vou chamá-lo de Caxalote.

Claro, que é uma espécie de baleia, né, no caso. E sabe uma coisa que eu gostei também? Ai, é a baleia! Não sei se é alguma outra coisa, mas é uma espécie de baleia. Não, faz todo sentido, você vai ver. Inclusive, juro, parece que esse caso foi desenhado pra você, você vai amar. Vamos lá. Mas o que eu ia falar é que ela usou aqui uma expressão pra chamar ele que são as coisas que a gente também faz com os dates, né. Dá os apelidos. Nenhum date nosso tem nome, depois a gente pode abrir alguns aqui se a gente quiser.

Mas enfim, eu achei super interessante. Tinha fotos em trilhas, um sorriso simétrico. E a Vio dizia, apaixonado pela natureza e pelo silêncio. Isso já não… A natureza eu gosto, mas o silêncio não combina muito. Eu sou podcaster.

Ah, mas… Tudo bem, mas é seu trabalho. Você não é… Eu sou apaixonada pelo silêncio um pouco. Não, eu sou. Mas eu acho que pra ele colocar isso… É, apaixonado é um pouco demais, né. Talvez ele seja apaixonado demais. E aí, eu não sei se… Entendeu? Tá. E eu, sendo uma diva carente de um diálogo que não envolvesse apenas memes comecei a puxar assunto com caixa lote.

Conversa vai, conversa vem. Aceitei o convite pra jantar na casa dele. Na crença de que sairia de lá feliz e não morta. Gatas, vamos sair primeiro pra um lugar normal, né? Ah, eu não tenho essa política, né? É complicado, é. Mas ela que está escrevendo, então ela está viva. Está viva, exato. Assumiu o risco, pois ele era um grande gostoso. De novo, tesão, né? Prejudicando tudo. Até porque nós mulheres, tal qual as Iags, também nos permitimos deitar pro tesão. Sim, gente, é o maior inimigo, né? Da mulher solteira.

Ao chegar na casa do Cachalote, notei que o apaixonado pela natureza era, na verdade, um eufemismo. A sala do Cachalote parecia um museu de história natural assombrado. Ai, caralho. Tinha uma coruja empalhada em cima da TV. Ai, não. E um guaxinim segurando a porra do controle remoto. Empalhado também? Empalhado também. Ah, não.

É um pouco peculiar, mas eu não vejo problema. Essa pessoa? Em Belém não, em Santarém, no Pará. Aí ele fala, você não se importa com a companhia, né? Servindo um vinho barato. Eles são ótimos ouvintes, continuou. Ah não, não, Amabeu. Aí já deu uma complicação. Red flag, chamou o guaxinim empalhado de companhia, sai correndo. E diz que eles são ótimos companhia, como é que ele falou? São ótimos ouvintes, um pouco complicado.

Decidi ignorar. Afinal, ele era mais gostoso. Gente, não dá, gente. Não dá. Não dá. Cachalote serviu jantar que consistia num risoto de cogumelos. Básico, homem básico. Gente, ele mora no Pará, que tem a melhor comida do Brasil. Me serve um risoto de cogumelos.

Mas eu vou te falar uma coisa. Toda vez que tem a bio, que as pessoas respondem… Eu sou bissexual, então é pra mulheres e pra homens. Mas quando é homem, e quando tem a bio, o que você faria de jantar? Todas as vezes a resposta é…

É lasanha, macarrão ou risoto simples. E eu fico pensando, tudo bem, tenho moral pra falar? Não tenho. Não tenho. Mas, gente, se eu fosse oferecer uma coisa, eu ofereceria um jantar de verdade. Não, lasanha é uma coisa complexa de fazer. Se é uma lasanha caseira, é complexa. Ah, eu acho. Porque tem muitas camadas, tem uma montagem, tem ali um processo. Eu sempre olhei e falei, ai, preguiçoso. Agora, macarrão e risoto é totalmente preguiçoso.

É um vinho barato, mas também não tem problema com vinho barato. Risoto de cogumelo, eu particularmente gostaria, mas beleza. O problema começou quando o Caxalote decidiu… Não, já começou faz tempo. Começou com o guaxirinho, mas vamos lá, vai. Quando ele decidiu que o clima precisava de uma trilha sonora. Tá. Até aí, ok? Ok. Poderia ser um jazz? Sim, poderia. Poderia ser MPB? Sim, poderia. O que não poderia ser?

Ele colocou a caralha de sons de baleia casalando. Ajuda na digestão, explicou ele. Som de baleia é pra dormir, né? As pessoas ouvem pra dormir. Gente, mas a gente ajuda na digestão. Explicou ele enquanto imitava o som de uma baleia jubarte com a boca cheia de arroz.

Gente, então ele ficou imitando a baleia casalando. Com risoto na boca. Com risoto na boca. Tá. Eu, particularmente, saio correndo. Aí já deu, né? Eu prefiro um assassino. Sim. A um... Tá, eu tentando ser educada, perguntei sobre o trabalho dele, né? Tentar puxar, assim, um assunto mais interessante. Ele respondeu. Eu trabalho com reconstrução facial pós-morte.

Gente, não é possível. Inclusive… Você tá um pouco afim dele, fala sério, amiga. Você não tá um pouco afim dele? Um pouquinho. Um pouquinho. Um pouquinho. Mas olha a próxima frase. Tá. Inclusive, você tem uma estrutura óssea facial incrível. Se você morresse hoje, eu te deixaria impecável, gente. Não. Agora, peraí. Como é que ela não sabia o que ele fazia aí? Então, faltou a checagem antipsicopata. Faltou. Você tem que saber isso antes de ir na casa do homem. Que ele trabalha com reconstrução facial pós-morte. Sim. Né?

Quando você morrer, posso fazer isso por você? Perguntou Cachalote com olhos arregalados. Eu fiquei tão nervosa, engoli o risoto em seco, como se estivesse engolindo um pedregulho. Enquanto isso, um gato, felizmente vivo, pulou na mesa e derrubou uma taça de vinho. Cachalote gritou, agora não, estamos em um ritual.

Foi aí que eu resolvi não esperar a sobremesa. Sim. Inventei que era asmática, que tinha esquecido da bombinha em casa. Saí correndo, deixei a porta da casa dele aberta. Quando cheguei em casa, fiquei triste, porque o que ele tinha de gostoso, tinha de doido. Até hoje, tem um trauma tremendo de som de baleia. Mas nunca mais nos vimos. Tchau, tchau e até mais. Beijos.

Não dá, né, gente? Não dá. Eu não sei como é som de baleia acasalando. Eu fiquei bem curiosa. Será que a gente bota? Vamos, a gente vai ter que colocar, amiga. Onde será que tem? No YouTube? É, deve ter. Ó. É meio Enia. É meio Enia?

E tem uma coisa… Mas acasalando, realmente, eu não sabia. Gente, eu vou ver se depois eu consigo essa info. E aí, eu trago aqui pra vocês. Puta, assustador esse date. Mas assim, assustador, né. Se você morresse hoje… Tipo assim, cara… Mas sabe o que eu sinto também? Que às vezes os caras fazem de propósito pra dar uma assustada.

É que eu nunca tive nada parecido com isso. Eu sinto, sabe? Tipo assim, eu nunca tive date assim, de já encontrar a pessoa. Mas tipo, já tive date da pessoa fazer algum comentário bem esquisito. E na hora eu já falei… Não date, né? Tá conversando com a pessoa, a pessoa fazer um comentário esquisito. E eu… Não, isso aí não.

Assim, eu achei ele fofo de oferecer o serviço. E teve uma vez que eu fiz uma brincadeira também. O cara ficou apavorado. Eu fiquei pensando, gente, eu sou mulher. É o… Ai, eu não posso falar o apelido que a gente deu pra ele. Porque é aqueles jogos…

De futebol. Ah, tá. Tá bom, tá. É esse cara, faz tempo. Faz tempo. Que inclusive me enforcou, lembra? Gente, não, calma, deixa eu comentar. A gente, antes de se beijar, ele pôs a mão no meu pescoço. E eu falei, que isso? Ele, ai, não gosta? Eu, não. Tipo assim, sabe? A gente nem tinha se beijado. Ele veio pra mim, falei, que isso? Vai me matar. E antes, a gente já tinha tido dates. Aí, esse era o segundo.

A gente foi num bar e depois a gente foi pra casa, eu tava dirigindo. E daí, ele fez alguma coisa. Eu falei, ah, você sabe que eu sei esconder um corpo, né. Mas tinha a ver com o que ele tava fazendo piada. E ele ficou super tenso. Aí ele, ah, isso me deixou meio nervoso agora, meio nervoso. Eu fiquei assim, meu filho!

Não tem nem força, não tem nem força pra isso. Não tem força pra bater em você. Mas enfim, mas gostei, que deixei ele assustado. Não, é bom. A mulher assustar o homem é sempre bom. Acho que tá tudo bem. É sempre bom que eles fiquem ligadinhos. Exatamente. Agora, o homem assustar a mulher é a realidade de todo mundo. A mulher morre de verdade, né? Exato, e no primeiro date, que antes de me beijar ele já veio before K, isso não assusta não, né, querido? Exato, é. Falei, calma, pera lá, um beijinho. Sem perguntar antes, foda, né? É, tipo, calma, um beijo primeiro. Mas enfim, é…

Tá, vamos ler uma bio? Vamos numa bio? Vamos numa bio? Então, desde que a Mabê falou assim pra mim, separa umas bios pra gente ler e tal. Desde que ela falou isso faz umas duas semanas, eu criei uma pasta no meu celular e fui jogando bio. Tem aqui, tem 40 fotos, entendeu? Meu Deus. Fui jogando bio. Vamos reagir a algumas. Então, vamos reagir a uma aqui, ó. Que é essa aqui, ó.

Se for pra me relacionar com alguém, não quero que essa mulher se preocupe com as contas. Não faz... Aí vou falar... Pausa, vou fazer um adendo. Como tem erro de digitação e ortografia em bio de homens? Eles escrevem essa merda e nunca mais olham. Nunca mais olham. E quando tem assim, tipo, a última foto é minha sobrinha. Aí tu vai ver, não tem uma criança na última foto. Porque ele atualizou as fotos e não olhou pra mim. Não leu. Esse aqui é não faz sentir bem pra cabecinha dela.

Faz sentido, falta alguma palavra aqui. Precisa se sentir confortável. Trabalhe com o que sonhe, que tenha essa opção. O que pensa sobre isso? Nossa, eu nem sei o que eu penso. Aí embaixo. Mas tem que ser alguém que vale a pena, que saiba ser leve.

Entendeu? Nossa, nada. Não tá entendendo nada, não entendi nada. Basicamente, ele tá falando que ele quer um seu sugar daddy, é isso? É isso, mas tem que valer a pena. Tem que ser alguém que vale a pena. É, eu separei três, eu fui mais tranquila. Mas eu achei elas muito complicadinhas, porque é isso, né. Estamos aqui preservando os nomes, obviamente. Vamos só ler as bios. E aqui, ó.

Estudante, esse aqui eu gostei muito. Estudante de administração. Quebrei duas empresas. Uma delas recentemente. Tá procurando um boy de carrão? Esse cara não sou eu. Posso não ser bom administrador de empresa, mas sou bom em administrar momentos felizes. Siga no Capricórnio.

Eu não sei, assim, do lado um sugar daddy, do outro lado um não sugar daddy. Assim, eu particularmente não tô procurando ninguém pra me bancar. Não. Mas me deu tesão, Leandro, essa bio. É que eu fico pensando assim, a bio… Porque tem o cara que diz assim, não sei escrever bio também. Que me dá um nervoso, que você não tem uma coisa pra falar sobre você, uma. Tipo assim…

Às vezes é melhor não falar. Pois é, exatamente. Porque aí fala uma merda dessa. Ou, por exemplo, esse aqui, ó. Esse aqui que eu achei. Aviso, dois pontos. Alto risco de viciar. Ai, eu odeio essa. Perigo, dois pontos. Conversa boa, cheiro bom e beijo melhor ainda.

Não vim pra ser só mais um match. Eu vim pra bagunçar o seu psicológico e deixar saudade no domingo à noite. Se for de atitude, autoestima lá em cima e riso fácil, já perdeu tempo demais lendo isso. Manda um oi logo. Agora eu vou te mostrar a foto dele, tá? Tá. Aqui, só pra ela.

Uau. Uau! Uau, uau, uau. E não é sobre ele ser feio. Não, não é sobre ele ser feio. É energia. Mas ele tem uma energia, uau. Uma energia meio KLB, eu senti. Uma energia KLB. Uma energia boyband dos anos 90 Brasil. Exato. Sabe aquele... O gelzinho do boyband anos 90, gente. Um tribal, tatuagem de tribal. É, não dá, gato. Não dá.

Tem essa aqui, ó. Falando nos caras que não sabem escrever bio. Então vamos lá, três pontinhos. Que negócio difícil isso de colocar alguma coisa na bio. Três pontinhos. Essa foi a minha melhor tentativa. Olha, assim, humilde.

Isso aí eu vou dizer que ele foi humilde. Amiga, mas assim, tipo assim, se ele não conseguiu… Não. Qual é a chance dele conseguir ter uma conversa? Exato, assim, zero interessante. Essa foi a melhor tentativa dele. Mas eu achei que ele foi humilde. Não, ele foi realista. Tipo assim, ele falou… Olha, galera, tentei. E essa é a minha melhor tentativa. Tipo assim, é isso que você vai ter de mim. Não tem como você dar a mente com esse cara e depois você falar assim… Ai, mas ele… Não, ele não prometeu nada. Ele já disse desde o começo. Desde o início ele mostrou que era isso que ele entregou. É melhor assim, né?

Eu acho que pelo menos, se você for entrar, você já não espera nada. É, a expectativa é alinhada. É bonito? É, ah, eu não sei, eu só que não… Ah, tá, porque é foda quando a pessoa é bonita, que aí entra o aspecto do tesão, né. Quando você ignora um guaxininho empalhado em cima da TV, segurando o controle remoto, exatamente. O outro é esse aqui também, que eu gosto muito.

procuro um relacionamento que seja fechado pra mim mas aberto pra outra pessoa todas as mulheres merecem esse nível de liberdade em suas vidas submisso na cama e fora dela não mostro meu rosto aqui, mas posso mandar fotos e me pedir. Esse eu queria esse eu gostei. Incrível faz aí, faz alguma coisa pra mim, busca um negócio no correio pra mim. Ah, eu queria eu precisava resolver um negócio do meu CNPJ pronto. Porra

É isso. É, é só virar e falar ô, ô, ô, ô, Matheus, vai lá. Vai lá. Vai lá no... Será que a gente lê aquele homem que me escreveu, lembra a mensagem de escrever numa noite perfeita comigo? Lembra desse? Ai. Que eu mandei no grupo? Vamos. Porque eu fiquei apavorada.

Eu fiquei apavorada. E aí, eu vou te contar um que me escreveu também Uma Noite Perfeita. Na verdade, era bio dele. Não tá aqui, mas eu lembro. É que esse escreveu, assim, especialmente pra mim. Ele mandou uma mensagem antes de dar o match. E assim, você me parece o tipo de mulher que… E aí, ele descreveu uma coisa que é, tipo…

O oposto do que eu sou. E eu fiquei desesperada pensando, será que eu sou esse tipo de mulher? E eu tô passando essa energia? Mas ele falou assim, porque minha bio nos aplicativos é Marginal Alada, né? Uma homenagem ao Chorão e tal. Que você é de Santos. Eu sou de Santos. Se já tem a referência do Tchale Brown Jr., já ganha pontos comigo, né? Aquela coisa. Então ele começou assim, Marginal Alada já me ganhou fácil.

Você me parece o tipo de mulher que merece uma noite à altura. Drinks autorais, música eletrônica, dança até tarde e quando a madrugada bater, Bela Paulista pra fechar direito. Topa viver essa sequência?

Gente, Bela Paulista, é uma padaria. 24 horas aqui em São Paulo. Só que assim… Gente… Eu não consigo pensar em uma coisa que eu gostaria de fazer menos do que essa noite inteira que ele descreveu. Menos. Menos? E o que me pega era a idade dele. Porque ele era um cara mais velho. 52 anos. E eu ficava assim, gente, não é possível que é isso que você tá sugerindo. E assim, os drinks autorais, ok. Ok, mas autor é de quem? Quem é o autor? Exato, quem são os autores? Quem são os autores? Mas acho que até o dos drinks autorais, acho meio brego. Mas assim, ok. E aí

Mas a música eletrônica dançar até tarde, eu prefiro a morte. Eu prefiro morrer. Eu prefiro morrer. Assim, eu particularmente não gostaria de ir pra balada nenhuma como date. Não, Deus me dê. Talvez a galera mais jovem tenha essa… A gente sabe que os nossos amigos gays, eles curtem. Não, mas aí você conhece a pessoa na balada. É, exato. Tipo, não vai pra um date. A gente se encontra lá, não tem isso, é diferente.

Mas acho que deve ter gente que deve gostar de ir pra balada. De levar o deite pra balada? Ah, eu acho que deve ter. Tem de tudo, né? Tem de tudo. Mas assim, gente, nós 40 a mais, né… Para no drink autoral. Quando a madrugada bater, eu vou estar na minha cama. Tipo, eu não vou estar na Bela Paulista comendo uma pizza. E assim…

São muitas coisas. Muitas, gente. Sabe? É muito tempo, não dá. Mas eu não sou essa mulher, entendeu? Eu não levei pra terapia, enfim. Mas eu não sou, não sou esse tipo de mulher, entendeu? Eu perguntei confirmação pros meus amigos, eles falaram não, você não é essa mulher. Você não tá passando isso. Exato, eu sei quem eu sou. E aí, tem um… Aqui não é bem uma bio, eu dei uma roubadinha no jogo. Tá. Mas a Maki já sabe dessa história, eu precisava contar. Tipo assim, gente, eu dei um match com um cara e assim…

Foi simples. A bio dele era de uma pessoa normal. Tá. Porque eu tenho isso também. Eu não curto bios normais, assim. A gente não é normal. A gente não é normal. Não, não gostamos de pessoas normais também. Exatamente. Então a bio, eu espero uma brincadeirinha. Espero umas coisinhas, tal. É espirituoso. É, uma coisa mais espirituosa. Eu não gosto, tipo assim, alguém que só descreve, tipo… Ah, eu sou um cara tranquilo. Tem um cara que escreveu, juro. Sim. Tinha dois parágrafos, ele escreveu três vezes a palavra tranquilo. Sim. Não dá.

Gosto de ouvir música. Ah, vai merda! Todo mundo gosta de ouvir música, caralho. É tipo Comunidade Homem e a Mãe. Sim. Sabe? Eu sinto que é um pouco isso, as Bias. E aí, esse cara era super normal, sabe? Ele, tipo, tinha um Instagram dele. Era espirituoso. Sabe? Eu fui entrar no Instagram, Instagram aberto. Sabe, as pessoas conheciam. Ele tinha foto tagueada. Juro, ele era gato, ele era interessante. Tudo ali no Instagram. Pacote completo. Eu vi, assim, um pacote legal.

Dei um match, a primeira mensagem dele… E assim, tem no aplicativo quando você… Esse aplicativo eu nem uso mais. Mas ele… Eu fiquei, de sério, eu fiquei traumatizada. E ele no aplicativo, você explica o que você quer. Se é uma coisa casual, relacionamental, não sei o quê. E eu tinha marcado casual, tipo, não quero nada sério. E aí, ele… A primeira mensagem dele foi… A primeira mensagem dele pra mim foi essa. Hum, casual?

Só isso. Já mando, já mando. Casual. Aí eu, sim, haha. Safadinha. Ele, por mim, eu ia agora beijar sua perna toda até chegar na divisória delas. E mandou um emoji de macaquinho tampando os olhos. Gente, o nome do nosso grupo foi Beijar Sua Divisória por muitas semanas. Sim, gente. Infelizmente, ficaram me chamando de divisória durante…

Mais tempo do que eu merecia. Eu nunca tinha visto ninguém chamar, pode falar, a buceta de divisória. Não, foi assim, palmas pra criatividade. Assim, palmas. Eu também não vou dar zero pra ele. Eu achei que, pô, divisória. Só quem ousa, só quem arrisca, merece investir o ordinário. No caso, ele não mereceu. Não mereceu, mas ele arriscou. Eu acho que entre não fazer nada…

E às vezes eu fico pensando, será que é uma aposta? Sabe, será que alguém apostou com ele? Porque eu fico pensando nisso, caralho, o próximo match que você der você vai ter que mandar essa frase. Você vai ter que botar a palavra divisória. Você vai ter que usar a palavra divisória. Exato. E aí ele realmente pensou, como é que você vai usar a divisória, né? Você respondeu quando ele falou isso? Eu não lembro. Eu não, não. Eu dei block na hora. Eu ri muito, tirei print e tal, não sei o quê. E aí eu mandei pro Thiago, gente. E aí foi muito especial, porque...

Eu e o Tiago, a gente gosta muito de assistir uns canais de política. E tem um canal de política que tem muitos comentários ali, que a galera fica conversando no chat. E aí, o Tiago, alguns dias depois, viu um cara comentar lá. Ele falou, mãe, olha a divisória. Falei, nem fudendo. Mas pela foto? Pela foto. Ele reconheceu que era o cara da divisória. E será que era mesmo? E aí, a gente foi pesquisar, era. Era o divisória. A Miguel era o divisória.

E aí, eu fiquei pensando… E pô, ele gosta dos meus canais que eu de política, sabe? Podia ter dado série, podia ter beijado sua divisória e ter sido ótimo. Exato, talvez eu não tenha dado uma chance pra isso acontecer. Mas tem gente que não merece uma chance, né. Hoje aconteceu uma coisa comigo, tem uma história fresquinha aqui pra contar. Ai, vamos. A gente não vai nem ler, né. O iPad aqui tá esquecido. Mas eu dei match ontem com um cara…

Ótimo, tipo assim, promissor. Acabou de mudar pra São Paulo de fora do Brasil, de uma cidade que eu amo. Chegou aqui, o homem é cientista.

Gosto. Veio trabalhar, cientista tal. Cientista, eu acho que é inteligente. Eu não consigo conceber que tem um cientista burro, sabe assim? Mas deve ter vários, né? Enfim. Mas aí, estamos conversando, já marcando um date pra domingo, sabe assim? Ontem, conversando. Aí, fui dormir, aí acordei bom dia, nananá, não sei o quê. Aí ele falou, ah, tô aqui no laboratório, tá cheio de entulho. E eu sou muito curiosa pra ver as coisas, tipo assim, né?

Eu falei, deixa eu ver o laboratório, né? Me mostra, fiquei curiosa. Aí ele me mandou uma foto do laboratório e tava o computador dele em cima da mesa com o WhatsApp web aberto. Ele tava conversando comigo no WhatsApp web. Sim. Porra, obviamente, eu dei um zoom pra ver o WhatsApp dele, né? Sim. Obviamente. E aí tinha um grupo que chamava Foguinho, Mete, Namaki, Foguinho.

Ai, gente. Só que ele já me conhecia, eu já sabia disso. Ele falou, eu te vi no Desse a Letra Show. Aí eu fui ver seus vídeos, eu já sabia que ele me conhecia. Sim. Aí eu printei e mandei pra ele. Me perdeu aqui, né? Aí ele falou, ah, eu fiz. Duas amigas minhas sabiam que você tava no aplicativo. Aí eu fiz um grupo pra contar pra elas que a gente deu match, mas foi só isso.

Aí eu só falei assim, avisa lá no grupo que você levou um bloco. E bloco, bloqueei. Ai, gente, puta que pariu, sabe? É, não dá. A gente já tem esse… Assim, não somos celebridades, entendeu? Tipo, não é que a gente é a Sabrina Sato no aplicativo. Sim. Mas, muita gente conhece a gente. Mulher, principalmente, tanto que foi por isso que eu parei de, né, considerar mulher no aplicativo, porque era uma situação desconfortável sempre pra mim, assim.

E homens, de vez em quando, né? Depois do Dessa Letra Show, vários homens... Os homens geralmente não sabem quem eu sou. O Sim Chef é um bagulho que tem público masculino e tal. Então, de vez em quando me conhecem. Mas aí, porra, você fazer um grupo com duas mulheres, que eu não sei quem são. Sim. Que eu queria bloquear também elas. Só de criar um grupo escrito Match na máquina. Pra falar o quê? Tipo assim, eu ia dar um review do date, ia mandar as minhas mensagens lá.

E a gente entende, como a gente mesmo fala, a gente troca, a gente conversa e tal. Claro, compartilha. Mas é aquela coisa, eu não vou criar um grupo pra expor a pessoa daquele jeito, sabe? Tanto que a gente não põe nome, nem nada. É. Então, realmente, ah, esquisito, não ia dar não. Foi uau, foi uau. E aí, eu pergunto pra você, o sofrimento vai acabar um dia, Marcos? Será, gente? Olha… Já deixa aí, vamos separar que a gente vai fazer essas perguntas.

A gente pensou que o sofrimento vai acabar algum dia. O sofrimento vai acabar um dia. Quem sabe um dia, né? Lê aí, então, o próximo caso. Chama apenas um rapaz latino-americano. Olá, Mabeimaki. Me chamo Wellington e a minha história é um pouco tensa.

Conheci um cara por um app, conversamos alguns dias, mas nunca tínhamos uma data disponível pra um date. Porém, em um sábado, eu ia em uma balada com amigos, olha ele, levou o cara pra balada. Esse cara topou ir também. A balada era open bar. E eu, como um bom pobre chegado a uma bebidinha, pensava que tinha que fazer valer a pena o valor gasto na entrada bebendo tudo que eu podia. Gente… Errou, errou, já começou errado. Deixa eu parar aqui.

Eu não sei… O Thiago, ele fala assim, tipo… Eu vou num rodízio, eu tenho que comer que valha… Gente, eu não sei o que é isso. Não vai. Eu entendo, não tenho tanta condição de pagar o rodízio e tal. Mas é caro o rodízio. Mas, gente, pra quê? É caro. Se matar de comer só por causa do valor. Exato. Tipo, isso me destrói. Vou dar prejuízo no rodízio, hein. Exato, mano. Não precisa, você vai te passar mal. É.

Bom, eu e esse cara tivemos uma ótima sintonia. Parecia que estávamos juntos há tempos. Inclusive, meus amigos diziam que parecíamos um casal. Na hora de ir embora, ele insistiu pra dormir juntos. Eu neguei, porque já tava bem bêbado. Mas ele insistindo, eu acabei cedendo. Ele me levou pra um hotel de rede, levemente popular. E eu pensando em como não tinha dinheiro pra isso. Mas ele falou que era pra deixar com ele.

Fomos pro quarto e pra surpresa de ninguém, eu bêbado não consegui fazer nada. Pedi pra ele pra tentarmos pela manhã. Precisava dormir pra me recompor. Eis que acordei no domingo de manhã sozinho na cama. Fui até o banheiro e nada dele. Sim, ele me deixou sozinho no hotel.

Na hora, eu fiquei mais sóbrio do que jamais fiquei e corri atrás da minha carteira, documentos, cartões, celular. Estava tudo ali. Abri o celular e ele havia me bloqueado no WhatsApp e no app em que nos conhecemos. Eu fui tomado pelo pânico. Como pagaria o hotel? Levei um golpe? Estava totalmente fodido. Entreguei a chave do quarto para o recepcionista, desesperado pela conta que viria.

Por sorte, ele disse que estava tudo pago. Voltei pra casa no trem ainda aflito. Tudo bem que eu não tive prejuízo financeiro. Mas o que será que ele fez enquanto eu dormia? Pô, eu já ia pensar o que eu fiz pra ele. Tipo assim, o que ele fez pro cara fugir, né? Será que ele havia clonado alguma coisa minha? Será que mexeu no meu celular? Roubou meus dados? Foi o dia mais traumatizante da minha vida. E pra finalizar o dia com um trauma maior ainda...

Recebi a notícia que o Belchior havia falecido. Nada a ver, gente. Absolutamente. Vamos ver o dia que o Belchior morreu? Então essa data ficou mais do que marcada pra mim. Pois toda vez que ouço o Belchior, eu lembro desse dia. 30 de abril de 2017. Caralho, tudo isso já? Tudo isso. Beijos pra vocês e tomem cuidado ao abusar do álcool. Não confiem em ninguém e tentem não associar traumas a cantores favoritos. Gente, eu acho que ele fez alguma coisa pro cara.

Cara, ele fez, não transou, né. Não, mas não transar não é motivo pro cara pagar o hotel e ir embora. Não, mas o cara tava puto, porque ele queria transar. Mas aí, por que ele pagou o hotel? Ah, porque ele já tinha falado que ia pagar…

Você acha que foi só isso? Você acha que ele não falou alguma merda muito absurda? Ou fez alguma coisa bêbada? Acho que o cara ficou meio frustrado, assim. Tipo, eu queria transar. E assim, cara, eu achei que foi meio que ok. Porque o cara respeitou a decisão dele, tipo, ele não quis transar. Quer dizer, ficou insistindo pra dormir, né. Isso eu achei chato, porque ele já falou que não. Só que assim, entende, olhando pro meu ponto de vista. Se eu vou num rolê e a pessoa, tipo, me chama pra ir naquele rolê.

E hoje em dia, gente… Tipo assim, eu não vou sair, tipo, só pra dar uns beijos, entendeu? Se eu tenho atração pela pessoa, aquela coisa toda… Não somos adolescentes. Não somos adolescentes. Aí na hora da coisa boa… Na hora do vamos ver… Ele bebeu tanto que ficou doidão, eu ficaria puta. Mas ele já tava bêbado. O cara insistiu pra ele dormir, ele já estava bêbado. Sim, sim. Mas aí, o que eu faria? Eu nem teria ido pro hotel. É. Porque você vê que a pessoa tá bêbada, né? Sim, claro. Nem vou querer ficar com ela. Mas aí, eu teria ficado puta ali.

Eu acho que, sei lá, o cara tava com muito tesão, tava com muita vontade. Achou que o cara não tava tão bêbado assim. Porque eu não acho que ele fez alguma coisa, não, sabe? A gente tinha que pegar o seu celular. Eu acho que sim, é normal a gente ter esses medos hoje em dia. Mas pô, ele deixou a conta paga. Eu acho que foi uma frustração do tipo… Mas eu acho uma loucura esse rapaz Wellington não ter considerado que talvez ele tenha feito alguma coisa também. Dele ter falado alguma besteira, né. Tipo, o cara saiu fugido. Ele só dormiu.

Mas bêbado é muito chato. Bêbado é muito chato. Bêbado fala merda, bêbado faz merda e depois não lembra. Dorme, não lembra, né?

Enfim. Mas não aconteceu nada. Tipo, não é uma história tensa, desculpa. Não aconteceu nada. Você só teve um date frustrado e, pelo visto, não clonou nada, porque não aconteceu. Teve essa associação aí com Belkior. Mas já é triste, ouvir Belkior já é uma coisa triste. Então também, né, não foi nada assim. Só lembro do… Não é que é Beyoncé, entendeu? Ah, eu ouvi Beyoncé e Rihanna e agora ficou triste. Não, Belkior. Mas é isso, é…

Não sei, assim, acho que foi mais uma frustração do cara. Ou pode ser isso, você falou alguma coisa, o cara achou ruim. Sim. Sabe o que eu queria trazer aqui, uma coisa das bios também? Tem uma categoria de bio pra mim, que é a bio que só homem poderia fazer. Porque se fosse uma mulher, todos os homens sairiam correndo. Que é tipo assim, a bio é só essa. Quero constituir uma família e buscar minha salvação pessoal.

Ou, queria encontrar alguém legal com os interesses em comum pra gente se divertir juntos e quem sabe se amar pra sempre. Meu Deus! Isso é uma ameaça. Não é tipo se fosse uma mulher que fizesse essa bio? Não, nenhum homem daria like. Nenhum homem, nenhum homem. Aliás, que vontade de colocar isso na bio e ver quem vai dar. Porque a pessoa que der like é completamente maluca. Completamente maluca, exatamente. Gente do céu.

Tem pessoas que são muito assustadoras, cara. E essa aqui, ó. É apenas isso. Tenho fobia de esmalte vermelho nos pés. Gente, é muito específico. Qual é a porcentagem de mulheres que você vai dar médica que vai estar com esmalte vermelho nos pés? Essa é a única coisa que ele tem pra falar sobre ele mesmo. É, exato. Tipo, isso é o máximo que você tem. É o máximo. Ai, gente, tosco. Ou. Esse aqui é o taxista. Se você está lendo isso...

Vou olhar pra câmera. Se você está lendo isso, quero apenas dizer que você é suficiente. Espero que você se cure de tudo aquilo sobre o que não fala.

Ai, pra falar uma coisa. Percebi. Dependendo do dia, acho que ia bater em mim. Você ia falar... Você ia falar, tá bom. Eu ia dar match e falar, muito obrigada. Eu sou mesmo, caramba. Vamos nos amar pra sempre? Exato. Vamos constituir família? Aliás, deixa eu contar uma coisa que... Eu esqueci de contar, mas eu dei match com o cara.

E ele… Eu nem lembro se eu contei pra você. Mas eu ri, tava lembrando, porque o Thiago… O Thiago, ele é muito meu fã, né? Tipo… Ele me ama muito. Sim. E eu conto essas coisas pra ele. O Thiago sabe de tudo, os caras que eu saio, as meninas que eu saio. Eu conto tudo pro Ti.

E ele sempre dá a opinião dele com os seres, aquelas coisas. E aí, eu fui mostrar pra ele uma mensagem de um cara que eu dei métio. Cara gatíssimo. E aí, tipo, eu não gosto de chegar e falar oi, tudo bem. Eu sempre tento comentar alguma coisa. Tipo, se ele mostrou algum animalzinho, eu falo, ai, qual é o nome, não sei o quê. Um gancho, pega um gancho, né. Pega um gancho. Esse cara não tinha nada que dava pra trazer um gancho, assim, nada. Eles não ajudam. É só gostoso, é só um cara gostoso. Era só gostoso. E aí, eu peguei e falei assim, meu…

Vou dar uma perguntada… Ah, sei lá, um assunto assim. E daí, eu mandei pra ele, tipo assim. Ah, que viagem que você tem vontade de fazer? Sabe, alguma coisa assim. É uma pergunta boa, não é. Fez o caderno de perguntas, caderno de perguntas. Não é, mas assim, eu falei, ah, eu vou começar assim. Né, porque daí, tipo, ah, eu tenho muita vontade de fazer tal coisa. E aí, ele virou… Deixa eu ver se eu acho. Porque eu mandei o print… Aí ele pegou e disse. Não, ele pegou e disse. Ele foi tão grosso, gente.

Ah, você mostrou, sim. Eu mostrei, né? Você mostrou. Ele foi tão grosso que eu fiquei... Eu não entendi o que tinha acontecido. Eu falei, cara, acho que esse pá eu não entendi. Aí não vou achar nunca. Enquanto você procura, posso ler mais uma bio? Ler, isso, ler. Oi, tudo bem? Me chamo Fernando. Já sabemos, né? Porque tava em cima. Aqui vai uma lista de coisas que eu curto. Viagem, amor próprio e churrasco. Ah.

De novo, minha comunidade ou a minha mãe. Todo mundo ama amor próprio. Churrasco, tudo bem. Nem todo mundo vai amar. Mas acho que a maioria ama. Mas não parece uma redação? Uma criança de nove anos escrevendo uma redação? Oi, meu nome é Fernando. Eu adoro curtir as férias com a minha família. É assim, essa vibe. Não dá. Ó, eu achei.

Ó, eu na verdade mandei pra ele assim. Se você pudesse viajar agora, pra qualquer lugar, iria pra onde? De novo, eu não vou dizer que a minha pergunta é boa. Mas ela é mais criativa, mas ela é inofensiva. Mas ela é inofensiva. A resposta dele, pra longe de você. Porque eu não quero alguém que queira algo sério, kkkkk, como diz a minha bio.

E eu fiquei muito chocada, porque eu fiquei pensando Gente, parece que eu tô convidando ele pra viajar. Aí esse eu respondi, eu falei Eu perguntei onde você quer ir, quem diz que eu quero? Eu também não quero nada sério Inclusive nem teria com alguém burro que não sabe nem interpretar uma pergunta. Geralmente eu só bloqueio e tal. Foi a primeira vez que aconteceu isso. E aí, ele respondeu assim Ha ha ha, prazerzão, né? Vou dar um bloco, alguma coisa assim. Aí eu falei

Mas foi alguma coisa assim, ah, é prazer te conhecer. Aí eu falei assim, nenhum prazer aqui. E bloqueei ele. Mas eu rio, achei engraçado. Acho que ele foi espirituoso na hora de responder, tipo, prazerzão. Tipo, é isso, mais nada vai acontecer aqui. Sim. Enfim, eu contei pro Tiago. Aí o Tiago foi correr. Aí ele, nossa, mas sabe quando a gente tá correndo, né? Vem vários pensamentos e tal. Que o Tiago corre, tipo, 12 quilômetros. Nunca corri, nunca corri. Então é muita coisa pra pensar. Tá, muita coisa. E ele falou que ele tava correndo. E no meio da corrida, ele ficou com ódio do cara.

Ele lembrou disso, tipo, meu, porque ele falou isso pra mama, falou tom de boa pra ele, qual que é a sua viagem favorita, ele foi mó escroto com a mama. Aí ele me contou, né? Ele correndo assim, filha da puta, porra. Aí a pessoa vê ele na rua correndo, filha da puta. E quer viajar com você. Enfim. Ai, gente, puta merda. É muito difícil, é muito difícil. Vou ler um próximo caso aqui, aí se você quiser depois olhar umas bios. Tá.

Que as minhas já terminaram. Eu acabei de ler uma aqui, que é só isso, Abil. Atrapalhado. É, não dá, cara. Gente, não é possível. Eu quero ler essa aqui. E o nome dele, porque a Mabê tem uma coisa. A Mabê, ela tem uma coisa com nomes esquisitos. Vamos falar, eu tenho uma coisa, por exemplo. Eu tenho uma coisa com bigode que dá voltinha. Não dá pra mim, não dá. É, gente, bigode que dá voltinha. Pode ser, eu não sei quem…

Sei lá, se o Wagner Moura tivesse com o bigode que dá voltinha… Não dá, não dá pra mim. Não dá pra mim. E a Mabê… Por muito tempo era com altura, né? Mas acho que você já superou isso, né? É, já. Mas os nomes, né? Qual era aquele nome que você dava de exemplo? Você falou, como é que eu vou pegar um… Ai, eu não quero, porque tem um nome que fala… Ai, gente, desculpa. Eu vou pedir desculpas. Nomes esquisitos. Mas é que esse nome é Cleitinho. Cleitinho.

Gente, desculpa, mas eu não… Se tiver algum Cleitinho assistindo. Desculpa, de verdade. É sacanagem isso. Mas é Cleitinho. É, porque às vezes, gente, vem uns nomes muito estranhos. É, porque esse aqui, o atrapalhado, chama Derinson. É, então. Eu já dou X. Infelizmente, o nome estranho. Eu não tenho isso pra mim. E aí, a Maki, sempre que ela vê um nome estranho, ela me manda um print. E aí, pegaria isso? Mas, gente, eu tô melhorando. Você vai superando, exatamente. É, porque não é muito legal. Isso.

Bom, próximo caso, Na Minha Cara. Oi, Mabé e Mark, tudo bem? Me chamo Amanda e minha história se passa no final de 2023, quando eu tinha recém-terminado o namoro de 12 anos e estava em intercâmbio em Glasgow, na Escócia. Eu estava ansiosa pelo intercâmbio, mas também queria lembrar como era a vida de solteira. Então, instalei o Tinder pela primeira vez.

Depois de algumas experiências boas e outras nem tanto, eu já estava só pela maldade. Uma vez que eu iria voltar logo, e o que acontece na Escócia, fica na Escócia. Sim, ditado, como diz o ditado. Certa noite, eu tava bebendo sozinha no meu quarto, com fogo no rabo. Porque eu tinha sido dispensada por um cara no Tinder.

Aí eu comecei a zapear procurando as próximas vítimas. O pior momento é isso. Gente, esse é o pior momento. Quando você leva o toco, e aí você fica desesperada pra dar a volta por cima. É. E aí, às vezes… É tipo, você vê o guaxininho empalhado e ele leva. É, você vê o cara desastrado. Atrapalhado. O cleitinho, você vai dar… É, eu acho que às vezes acontece isso. É. Vi a primeira foto e achei o cara muito estiloso. Fui ver a bio e dizia que era ator. Meu pensamento foi, que merda, um fudido. Vai nem pagar Uber.

É realidade, né? É, realidade. Mas ele era muito estiloso, muito gato. Deixei isso de lado e dei coraçãozinho. Deu match e na hora ele veio falar comigo, me chamando pra jogar Mario Kart na casa dele. Gente, um date que… É… Aceitei! Claro que ela aceitou. Ela tava com fogo no cu! Aceitei. E ele se ofereceu pra me buscar em casa. Olha! Mas como eu não sou boba nem nada, pedi pra ele me encontrar no mercado grande ali perto. Tá. Pra eu não passar o endereço.

Estava andando pelo mercado, atrás da prateleira de frutas, e recebi uma mensagem dizendo, cheguei. Olhei por cima da prateleira, em direção à porta, e não vi ninguém. Quando cheguei mais perto, ouvi alguém me chamando, Amanda, aqui. Olhei na direção da voz, e percebi que era uma pessoa com nanismo. Fiquei sem reação, porque eu não esperava isso. Mas também não ia dar se não tivesse a fim. No caminho até a casa dele, eu só pensava em como sair daquela situação.

Mas é uma situação, né? É, não é uma situação. É, mas tá. Porém, ao longo da noite, ele era tão divertido. Foi um dos melhores dates que eu tive por lá. Repetimos a dose muitas vezes e conversamos até hoje. Mesmo eu já estando no Brasil. Um tapa na cara do meu preconceito. Não pode, assim, por isso que tem umas coisas que são muito superficiales. Tesão é tesão. Se não bate, não bate. Lógico. Mas tem umas...

Mas limitações que a gente bota… Sim, que é só preconceito. É só preconceito, são muito superficiais e tipo, não vai fazer diferença nenhuma. Sim. Sabe assim? Exato. Né? E é o tipo de coisa que também é foda. Pô, o cara já falou o nome dele, ele falou que era ator. Se quiser, vai pesquisar. É. Porque eu acho foda, tipo, a pessoa tem que escrever, tipo, o que ela sabe? Algumas questões, algumas características dela. E eu vejo muitas vezes, inclusive muitas mulheres que colocam tipo Ah, eu sou uma mulher trans. Sim.

Porque eu sinto que talvez, às vezes, elas não terem a passabilidade. Por realmente ninguém duvidar nem nada. Fica uma sensação de tipo, pô, e quando que eu vou abordar isso num dente? E eu fico pensando, eu fico super mal quando eu vejo essas coisas. Porque eu falo, olha que merda, cara. Que as pessoas precisam falar certas coisas pra elas se sentirem mais seguras.

Tem várias mulheres que botam que sou uma mulher gorda, né? Como se não desse pra ver nas fotos. É verdade, isso é uma coisa que eu vejo. Eu só não coloco porque… Tem homem que bota também, às vezes. Sou gordinho e não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Se isso for uma questão total. É, eu ponho fotos que dá super pra ver. Porque eu prefiro que é isso aí. Você quer, tipo… Só que assim, é que eu não coloco…

O meu nome verdadeiro, né. Assim, eu ponho um apelido, na verdade. Cleitinha. Cleitinha. Não, eu ponho o meu nome verdadeiro, mas é um apelido do meu nome. Sim. Então, tipo assim, não é… Ninguém vai me encontrar assim na internet. Sim, se procurar no Google, não vai vir você. Não vai encontrar, tal. Então, porque eu não coloco, que eu sou podcaster, não coloco nada disso. É, o meu também não, é só Mariana. Tipo, não tem como me achar, não sei que joga uma foto, mesmo assim.

As fotos que estão lá não vão aparecer no Google. Sim. Então é meio que isso. Mas, pô, que bom que você foi no rolê mesmo assim. Delícia. E converso com o cara até hoje. E inclusive, ela traz o nome do ator. Como ele é da Escócia, acho que tá tudo bem. Ah, ele é escocês? Ele é escocês. Ele é o Gary, no filme do Coringa, isso eu não lembrava. Mas ele fez um papel em Game of Thrones. Ele representa um ator em Essos, caçoando o Tyron. Entre outros trabalhos grandes que ele fez. Vamos lá.

Ai, tem o nome dele aqui. Gato. Eu achei ele estiloso. Deixa eu procurar o Insta dele. Fofo. Achei um date assim. Sim. Fofinho, né? Ela falou que... E ele tinha carro pra ir buscar ela, viu? Aí, viu? Falou do ator. Fala do ator agora, vai. Fala. Fala do ator. Mas eu morri de rir dela falar um fodido que nem eu. Ator do Game of Thrones, querida. É, querida, não é qualquer coisa, não. Pequeno papel. Pequeno papel. Pior que é umas fotos do Game of Thrones aí. Deixa eu pegar umas fotos. Ah, é, ele é estiloso.

É, bem vestido. Bem vestido. Tudo. Mas é isso, foi um bom date. Nesse caso, deu tudo certo. É bom ouvir a história de bons dates também, né. É, depois, no momento do desespero, né. A gente tem bons dates também, né. Não vamos também ficar aqui… Eu não tô podendo reclamar, eu só tenho tido bons dates, inclusive. É que até chegar no bom date, você tem toda uma…

Sim. Tem que atravessar a lama pra chegar lá no bom dente. É verdade. Mas eu também, eu saio muito pouco com pessoas. Eu saio com uma quantidade pequena. Mas com animais, mas com animais. Com, como é que é? Guaxininhos empalhados. Empalhados. Não, eu saio com poucas pessoas, pouquíssimas.

E geralmente, eu gosto de conversar um pouco antes e tal. Então assim, é muito difícil eu ter um date ruim, assim. Porque eu já troquei ideia antes e tal, então é mais tranquilo. O dedo quebrado, né, que virou uma grande tour aqui, um grande case. Que as pessoas ficaram perguntando muito, mas depois, gente, ele durou muito rápido, assim. Porque é isso, eu tenho uma maldição também, gente. Depois do terceiro date, não tenho mais dates, assim. E o do dedo quebrado era o que eu tinha dado match também, não era?

Era! Você tinha dado match, tipo, num ano atrás, assim… Exatamente, mas eu já tinha visto nudes dele, inclusive. Do Deve Quebrado, se ele estiver vendo… Será que ele assistia, não assistia? Ele ouviu modos. Ouviu modos, tá. Porque eu tinha dado match com ele. E quando a Mabemi… Porque é isso, a gente compartilha às vezes, né. Aham. Mas eu não cheguei a sair com ele. Não chegou a sair. E eu não troquei nudes com ele. Mas a Máquia já tinha visto. Eu já tinha visto.

Mas deu tudo certo. E aí, quer dizer, pra ele não, né, que ele quebrou o dedo. Mas foi só no terceiro date que ele… Não, foi no segundo que ele quebrou o dedo. E aí, a gente saiu mais uma vez depois. Um tempo, umas duas, três semanas depois, o dedo ainda devia, ainda tava zoado. Tadinho. E aí, realmente, coitado. Eu fiquei com uma dó. Mas qual é a maldição do terceiro date? Como é? É que eu não tenho, né? Depois do terceiro date… É porque você, né, minha amiga?

Eu tenho uns problemas psicológicos aí pra resolver. A depressão, aqui, a depressão afeta. Vai. É uma doença que afeta muitas pessoas no mundo. O sofrimento vai acabar, Ti. Resposta não. Mas é isso, eu tenho, é que depois de três dates eu já desespero. E acho que a coisa tá muito séria. Sim. Eu sou um homem hétero, gente. Tô brincando, né? Ela foge de compromisso. Não é de homem hétero, não. Mas é que eu tenho questões hoje em dia com compromisso.

E aí, pra mim, os três dates é aquilo, né. É o limite. Porém, conheci um cara que me fez mudar de ideia. Só que eu já tinha terminado depois dos três dates. Aí, deu ruim. Me fudi. Porque é isso, né. Acontece. Acontece. A gente faz merda às vezes também, né. A gente faz merda. Mas o merda… Não é que eu fiz merda, né. Não, não. Não fez nada ruim. Eu só falei pra ele que eu não queria mais. Mas na verdade, eu queria. Porque a coisa tava ficando mais intensa. E aí, eu me ferrei, porque eu ainda gosto dele.

Mas é isso. Não tem o que fazer. Afinal de contas, né? Eu mesma disse tchau. É um jogo de duas pessoas, né? É um jogo de duas pessoas, exatamente. Ou mais, né? Se você estiver disposta. Ou mais, se você estiver disposta. Quer ler mais umas bios? Mais umas bios? Vamos lá. Eu vou ler uma longa, tá? Posso ler uma longa? Pode. É uma redação. Existe um tipo de conexão que não é segura. É inevitável.

Eu gosto do jogo lento, da tensão que se constrói no silêncio, do olhar que segura um pouco mais do que deveria. E quando você percebe, já está envolvida. Tenho formação em massagem tântrica, então não me interessa o óbvio. Não sei qual é a ligação de uma coisa. Me interessa descobrir o ritmo do seu corpo, provocar sensações, explorar limites com presença e intenção.

Gosto de mulheres que bancam o próprio desejo, que sustentam o olhar, que sentem a energia subir e não fogem. Porque quando a química encaixa, eu não faço pela metade. Entre um bar, uma cerveja gelada e um baseado ocasional, tudo pode parecer leve, até deixar de ser.

Se você sente que algumas histórias não devem ser seguras, só inesquecíveis, talvez seja melhor a gente se encontrar.

Nossa. Primeiro que eu não sei se é uma ameaça. Eu achei um pouco ameaça. Eu achei um pouco ameaça. Tudo pode parecer leve até deixar de ser. Até deixar de ser. É, o que que significa isso? É a hora que ele te mata. É a hora que ele me mata. E assim, toda essa descrição pra mim é tipo assim, não vai, não vai dar conta. Não, óbvio que não. Você vai falar, oi, tudo bem? Ele vai falar tudo, e você? Tudo, legal, acabou a conversa. Nunca mais vai falar nada. Ou vai transar e vai falar, isso é muito gostoso. Exato.

Eu não sei, eu tenho pra mim que não dá conta, entendeu? Não dá, não dá. Se você precisa falar tudo isso, fala muito, não faz nada. Não, não. Eu acho que assim, tem que falar e tem que fazer.

Tem que falar, tem que fazer. Ou… Não, se for falar, tem que fazer. Exatamente. Acho que é isso. Mas não na bio. No meio de uma conversa, tipo assim, ah, o que você curte? Também não manda tudo isso. Não, o cara escreveu uma redação, entendeu? É, sabe? Tipo, ah, eu quero sair com você e… E espere coisas boas. Exato. Não, e vem aí, hein. E vem aí, hein. Tu fica ligada que vem aí. Tu fica ligada que se você ficar espertinha, vem aí. Ó, mais um que…

Escreveu a bio, nunca mais olhou e tem o erro de português que muda tudo. Sou um rapaz simples à procura de um amido verdadeiro. Um amido, acho que ele quer um amido. Um amido de milho? É.

Eu mandaria uma espiguinha pra ele. Mesmo se fosse um amigo, será que ele tá no lugar certo? É, um amigo verdadeiro. Ou será que ele, tipo, pediu pra aparecer pra homem e aí apareceu pra mulher? Eu não sei, muitas perguntas, né? Muitas perguntas. Um amigo verdadeiro? Atenção! Leia aqui. Começa assim, caps lock.

Não quero namorar. Se quer isso, passa pra outro. É minha bio, gente. Agora sim. Não, mas não acabou. Agora sim, posso te dizer o que eu quero.

Eu sou monogâmico. Nossa, uau! Não sou de bagunça. Não quero nada sério. Mas quero ter algo casual. Uma amizade colorida com alguém bacana. Não tem uma vírgula, até eu tô botando vírgulas. Isso não parece uma baguncinha. Não, e assim, ele falou, não quero namorar. E aí ele vem falar, sou monogâmico, não sou de bagunça.

Parece que você é assim. Não quero nada a sério, mas quero ter alguém. Eu vou ler como tá, porque não tem nenhuma vírgula. Não quero ter a sério, mas quero ter alguém casual. Uma amizade colorida com alguém bacana. Não gosto e nem quero ficar com um monte de pessoa. Só quero apenas uma companhia, uma boa amizade com uma pessoa. Que possa ser minha amiga e possa ser mulher com a mesma pessoa. É isso que eu busco. É uma troca. Algo leve e bom. Se tiver na mesma pegada, bora conversar.

Que troca é essa? Vamos começar, porque pelo que eu entendi, só você quer. O que você tá oferecendo? Gente, gente, gente. Gente, mas é um… Tipo assim, ele quer ser monogâmico de uma ficante. Eu não sei o que ele quer, mas bem, ele não sabe o que ele quer. Nem ele sabe. Ele não sabe. Se você quer casuar, você quer uma bagunça, querido. Exato, ele quer ser uma amiga que também possa ser mulher. Ser mulher? Tipo…

Uau! Mas não quer namorar. E a categoria de homens que são passivos, que brigam com eles mesmos na bio? Ah, sim. Passivo ou agressivo, do tipo assim, ninguém lê bio, sabe assim, nesses papos? Sim. Eu não aguento, tem uns que são assim… O que me irrita também, eu não sei. Primeiro, duas coisas que me… tipo, de perfis que aparecem muito pra mim.

E olha que eu marco, porque eu uso um aplicativo que você pode marcar a orientação política da pessoa. Sim. Então eu não saio com ninguém que não faça parte de duas orientações políticas que tem lá. Que é socialista e esquerda. Já dando um spoiler.

Então não sai, não sai com direito, não sai com centro, não sai com não gosto de política, meu cu. A política. Não sai com nada disso. Então, mesmo colocando esses perfis, a quantidade de homem armado que aparece. E eu fico pensando, gente, por que você tá colocando uma foto assim no perfil? Tipo, não é possível que isso chame a atenção de uma mulher?

Pior que deve chamar, né? De algum, não sei. Tipo assim, de ter um revólver. Tipo, nossa, primeiro é isso, que me irrita muito. E outra coisa, eu até me perdi, que eu ia reclamar. Mas, ai, me esqueci. Que fala muito um trocadilho com um carro. Tipo, por exemplo… Ai, sou o ano modelo de 1998. Exato, modelo não sei o quê, pneu. Gente, que…

Eu acho que tem uma coisa que acontece, que é a tendência das bios. Um homem bota, que eu não sei quem é o paciente zero, que bota. E aí, se espalha. E tipo, tinha uma época que era… Visite o decorado, e aí botava o Instagram. Pior que isso, eu acho engraçado. É engraçado, primeiro, o paciente zero que fez, entendeu? Ai, meu Deus.

Mas aí, depois, se todo mundo faz, perde a graça. E esse do carro é a mesma coisa. Modelo tal, tal, tal. Único dono. Quilômetro, não sei o quê. E aí, eu não entendi. Porque o cara escreveu assim, quilômetro, todos rodados. Pra mim, todos rodados significa que acabou. Tá bom, morreu, morreu. Eu fiquei pensando, o que é isso? É um velho? Isso não me atraiu. E outra, eu não entendo tanto de carro, assim, pra ter essa noção, entendeu? Quantos quilômetros é bom? Eu não sei. Exato, olha.

Não dá, isso é uma grande… Outra coisa também que me irrita, quando escreve assim… Se você gosta de… Tipo, é a coisa mais óbvia do mundo. Se você gosta de música, cinema e comer… Sim. Já temos meio caminho andado. Eu fico, desculpa, meu filho. Eu e assim, a população brasileira. Se você dorme, come e toma banho, meio caminho andado. Nossa, tipo… Ou então… Ah, uma outra coisa. Olha, eu sou muito nerd sobre Pokémon.

E Harry Potter também, né? É, Harry Potter tem muito. Mas o Pokémon me acaba comigo. Sim, o Pokémon te pega mais, né? Cara, não tem por que isso ser uma informação relevante. Na Bill, não. Na Bill, não é? Depois você conta, o que você gosta de assistir? Gosto de Pokémon. Mas cara, toda vez que eu vejo qualquer menção a Pokémon, eu automaticamente passo pra esquerda. Automaticamente! Porque me irrita tanto! O Harry Potter me irrita mais.

O Harry Potter parece pouco pra mim, sabia? Sério, ó, esse aqui, tem um aqui que eu tentei. Geralmente, tipo assim, o que me irrita mais na bio é quando é assim. Ah, eu sou… Caso eu sou um zerino. Ah, vai desfoder. Sou nerdola. Sou nerdola. É, o nerdola tem muito, hein. Na procura de alguém pra maratonar filmes natalinos e construir uma parceria. Até aqui, ok. Já adianto. Dois pontos. Iremos juntos à Arena Corinthians.

E confesso, curto Harry Potter. Podia ter parado na Arena Corinthians. Mesmo assim, é uma ameaça, né? Já adianto. Iremos juntos na Arena Corinthians. Esse tipo de ameaça eu acho divertido. É fofo. Agora, e confesso. Pra que confessar isso? E aí embaixo, ele mencionava Harry Potter de novo. Nas perguntas, sabe assim? Ele gostava muito.

Você já viu um homem que tem A primeira foto dele, você já deve ter visto Deve ter cruzado com ele É uma foto de Iá dele com os Harry Potters Com o Harry e a Hermione O outro ruivo Mas eu lembro que você me mostrou Já mostrei?

É tipo, eles sentados numa mesa, sei lá, com o elenco de Harry Potter. Gente, isso é muito perturbador. Muito perturbador. Mas o IA, a galera usa muito. E usa, a gente não tá falando nem de foto, né. E tem fotos que são de IA. Que é só, tipo, que é a IA do seu… Sabe aquela que viralizou recentemente? Que era pra IA desenhar você no seu trabalho? Sim. Que aí você na mesa, tal, e meio que desenhando assim. Cara, tem muita foto, que assim eu falo, meu, pra quê, cara? Você gastou água pra isso? Não, eu…

A gente poderia fazer um episódio só sobre as fotos, né? Mas aí, enfim, vamos… É, seria outro departamento. Exato. Vou ler mais um caso aqui? Isso. Bom, o título desse é Seria Eu Uma Mutante?

Oi, Mabeimaki. Ficava com o menino algumas semanas. Tínhamos ido em dois dates, tudo muito casual. Saímos pra beber no centro do Rio de Janeiro, barzinhos, restaurantes, etc. Certo dia, ele me chamou pra casa dele pra vermos um filme e trocar uma ideia. Tava tudo ok, como sempre. Vimos um filme e transamos. Até aí, tudo bem. Até que, do nada, o menino começou a reclamar de coceira no corpo.

Não demos muita bola, não devia ser nada demais. Até ele dizer que não estava se sentindo muito bem, que estava se sentindo meio febril.

Meu Deus. Caralho. Só faltava o moleque morrer do meu lado pós-sexo, imagina.

Nossa, puta que pariu, imagina. Eu morreria de medo disso. Puta que pariu. Bom, o cara já fez cirurgia no meio de um date. Mas tudo bem, pelo menos a gente tava na rua. É. Estava me sentindo a vampira dos X-Men, que ao tocar a pessoa suga seus poderes, sua força vital. Enfim, o Divo morava com a mãe. Ela foi transar na casa dele, na casa da mãe, mas não é bom. É.

E como ele estava se sentindo muito mal, eu entrei em desespero. Fui falar com a querida, que eu tinha acabado de conhecer. Oi, fulana. Acho que o seu filho não tá muito bem, não. Acho que é melhor você ver o que está acontecendo. Perguntei se ele tinha alergia a algo, se era normal e tal. Ela me disse que não, e queria ver como ele estava. Só que nessa hora, ele já tava levantando, completamente tonto e grogue. Perguntando se eu podia chamar um Uber pra ele, pra uma clínica que ele costumava ir.

Enquanto tudo isso acontecia, a antiquerida da mãe, do menino, simplesmente deu uma cagada pra situação. Juro, gente, o moleque tava morrendo. E perguntou, você pode ir com ele? Mesmo com o cara quase tendo uma espécie de choque anafilático na nossa frente. Credo. E lógico, acabei indo. Mesmo nem conhecendo o cara direito. O tempo todo, eu só pensava, meu Deus, como é que eu vou explicar isso pra polícia? E se ele tomou alguma droga? E se ele morrer, eu posso ser investigada por assassinato?

Zero novidades, a mente ansiosa. Já descendo o elevador, ele teve um desmaio. Detalhe, ele tinha por volta de 1,90 e era muito forte. E eu, com meus míseros 1,65, tentando segurar um homem daquele tamanho pra ele não bater a cabeça no chão. Meu Deus de Deus, eu tô mostrando de terror. Aos trancos e barrancos, consegui colocar ele dentro do Uber. E quando entramos, ele desmaiou novamente no meu colo. Caralho. Eu tava a ponto de chorar, juro. Ela não tinha chorado ainda. Eu já tinha. Só conseguia pedir pro Uber ir o mais rápido possível pro hospital.

Chegando lá, levei o Divo pra dentro Eu amo que ela chama ele de Divo Levei o Divo pra dentro e já falei pra ele ser atendido com urgência Deram a ele um antialérgico na veia E assim que ele melhorou Foi rápido até, graças a Deus Pedir meu Uber pra casa No dia seguinte, ele me agradeceu muito E disse que não sabe o que rolou Que isso nunca tinha acontecido

Até hoje, acho que ele tomou alguma droga. Porque foi tudo muito do nada e muito rápido. Ou a minha Larissinha tem o poder de matar homens. Ele tenta sair comigo até hoje. Mesmo eu namorando outra pessoa há dois anos. Mas desde esse dia, eu nunca mais dei bola pra ele.

Ai, tadinha, eu fiquei com dó dele. Fiquei com dó, coitada. Tudo bem, se tá namorando, não tem que sair agora. Não, é. Gente, mas é que é meio traumatizado. Acho que vai ficar muito mal, assim, de uma pessoa quase morrer. Mas ela fez o papel dela, levou ele no hospital. Ela levou ele. Acho que tem que levar mesmo. Tem, a mãe foi um pouco… A mãe foi meio, né, nem aí. Exato. Meu filho tá morrendo. Mas… Cara, acho que não é droga. Porque assim, não teria por que ele esconder isso. Não, e se ele melhorou com antialérgico? Hã?

Tipo, por que ele ia esconder que ele usou droga, entendeu? Eu acho que é a Laricinha dela. Eu acho que foi essa Laricinha. Essa pessoa que você tá namorando dois anos, ela tá viva? Exato. Já teve algum caso assim? Será que não foi, tipo, um lubrificante, alguma coisa? É, depende de alguma coisa. Mas é que é o corpo todo, né? Às vezes pode ser uma comida também, que ele comeu antes e tal.

Às vezes a bebida podia estar com alguma coisa. Não ele, tipo, colocou. Porque eles estavam num lugar antes, não foi isso? No centro… Não, não. Ela falou que já tinha saído pra beber com ele. Mas certo dia ele chamou pra casa dele, pra ver o filme. Então isso foi direto, beleza. É, pode ser alguma coisa que ele comeu. Isso que é foda, né? Que dá pra ser muita coisa. Eu tenho, do corpo todo pipocar e ficar com bolinha, alergia, assim. Já tive alergia. Eu tenho alergia àquele sandal. Sim, que específico, o protetor. O protetor.

Não sei se eu ainda tenho, né, mas quando criança eu passava e o meu corpo inteiro ficava cheio de bolinha. Foi bem pesado, descobri isso. E aí, não sei se acontece isso ainda. E às vezes, quando alguns bichinhos… Agora, eu tenho um aqui. Alguns bichinhos, às vezes, quando me pica eu fico bastante vermelha na região e às vezes perto também. Então, acho que é comum, assim. É uma coisa… Pode acontecer uma coisa assim no dente. Uma pessoa pode passar mal, pode ter um… sei lá. É aquilo, leva a pessoa pra emergência, faz o problema. É.

E ele ficou tão comovido com esse cuidado Que até hoje tenta sair com ela Tadinho Bom, vamos pro próximo caso Que é Pirataria Depressão

Oi, Mabel e Mac, produção. Espero que estejam bem. Meu nome é Malu, sou de São Paulo. Na época do meu caso, eu tinha 23 aninhos, recém terminado o namoro de 4 anos e estava sedenta. Minha irmã passou num concurso que ela tanto queria. E pra comemorar, minha mãe combinou uma viagem pra Gramado com nós três. Eu, ela e minha irmã.

Sempre tem, né? Aquela pessoa que arruma, resolve tudo, a outra que só vai. Sim, que só vai. Ok. Gramado, né, pessoal? É, coisa super fofinha e tal.

Eis que um garçom começou a passar muito pela nossa mesa e fazer umas piadocas, mas até aí eu achei que fazia parte da experiência.

Minha irmã me olhando com um olhar de mil experiências, se divertindo horrores com a situação toda. Até que ele insistiu pra nós dois tirarmos uma foto. Ele tava vestido de pirata, é isso? Vestido de pirata. E pediu meu número pra que eu pudesse mandar pra ele. Ou seja, ele queria o seu telefone, né? No dia seguinte, ele me chamou pra ir novamente lá. Detalhe, peguei uma amidalite bacteriana durante a viagem de avião. Claro. Estava tomando antibióticos. Eu expliquei pra ele a situação e ele falou, é dentro.

Ai, pirata Eu ia me conquistar Infelizmente me conquistou Sugeriu que fôssemos num barzinho Meio nerdzinho temático

No qual eu olhei no Google e constou que estava fechado. Ele insistiu que não, que estava aberto sim, que ele conhecia o lugar. Chegamos lá e estava fechado. Isso já me deixaria irritadíssima. Isso é rigidez cognitiva, galera. Vou fazer um vídeo sobre isso. Vou fazer um vídeo sobre isso, que eu descobri que eu tenho uma coisa aí.

Mas assim, cara, mas só de ler isso eu fiquei irritada. Eu fiquei muito irritada. Porque eu ia falar, cara, eu vi no Google e eu falei, não sei o quê. E você vê que não… Isso não é motivo muito pra ficar bravo, né. Mas eu tô irritadíssima, isso pra mim acabaria. Gerou um momento meio constrangedor, em que ele decidia pra onde íamos.

Até, enquanto isso, andávamos na rua, ele não sabia se pegava na minha mão ou não. Por fim, fomos na pizzaria que ele trabalhava, que foi uma péssima ideia. Porque todos os garçons, obviamente, conheciam ele. Passavam pela nossa mesa zoando. E de quebra, ele tomou duas caipirinhas e ficou bebaço. Nossa, que pariu.

Nesse cenário, vocês podem imaginar o que eu fiz. Isso mesmo, fiquei. Porque eu sou do tipo que morre por educação. Começamos a nos pegar ali mesmo. Restaurante, família, funcionários passando e fazendo piadinhas. No trabalho dele. No trabalho dele, gente. Nada a ver. Nada a ver. Ele sugeriu que fôssemos pra um motel. E bom, já tinha me sujeitado a tudo aquilo, né? Por que não? Fomos num motel furreca, que nem sabia que poderia existir lá em Gramado. Realmente, Gramado tem um motel furreca.

Fui fazer um oral nele e a pressão do gato baixou, deu tela preta. Ai, gente. O cara quase desmaiou e nem tinha começado a brincadeira. Eu deveria saber o que viria em seguida, né? Pois foi uma sentada e meia e ele foi com Deus. Deu famigerada desculpa de que eu era muito gostosa e mimiu. Finalmente, catei minha bolsinha. Não achei minha dignidade, perdi algum lugar no trajeto. Deixei minha parte do motel paga, pois não queria dever nada pra esse boy. E fui andando de volta pro hotel.

Graças a Deus era madrugada, as duas estavam dormindo, né? A mãe dela e a irmã, que era uma viagem em família. Inventei a história menos convincente do mundo pra elas no dia seguinte. E foi esse o meu encontro com o pirata da pressão baixa. Não fiquem com piratas, é isso. Eu amei que o título é Pirataria Depressão, mas era a depressão. Sim.

Ai, gente. Que date merda! Que date merda. Se pegar na pizzaria família. Nossa, que era dele. O local de trabalho é tipo... Onde ele trabalha vestido de pirata. Eu vou começar a beijar alguém aqui agora, entendeu? Num dia de folga. Você vem aqui que tá gravando um outro podcast. Vem, traz um date e fica aqui se beijando. E as pessoas vão ficar assistindo, beijando uma pessoa. Gente.

O sofrimento vai acabar um dia. Até quando, gente? Até quando isso? Ai, quer contar um date bizarro? Um date bizarro? Tem alguma coisa pra dividir? Um date feliz pra trazer esperança? Ah, pô, date feliz… Sabe que eu tirei print de umas bios que eu gosto, que eu gostei? Porque também tem isso. A gente fica falando só, tipo, né, de bios ruins. Pra sentir o tipo de bio que a gente gosta. Que eu acho que é meio parecido, meu e seu. Se bem que você gosta de um pouco mais esquisito.

Mas por exemplo, essa aqui. Simples. Desço o lixo, pego o iFood e mato barata. É, pra mim ele quer mostrar que é um homem funcional, né? Exato. O que precisa mostrar, porque eles não são, né? Ou por exemplo… Ai, eu adoro que pegue o Uber. Toco minha vida do mesmo jeito que toco piano. Não sei tocar piano.

Maravilhoso! É que nem aquela idiota que eu dou risada sempre. Que é tipo, essa semana em São Paulo. E é a semana que vem também, porque eu moro aqui. Gente, me pega tanto essa! E ela é ridícula, ela é que nem o Visite o Decorado. Um monte de gente coloca. Tem um monte de gente. Mas eu dou risada, infelizmente. Mas é que ela é boa, porque ela sempre pega, tipo... Eu sempre leio e não esqueço qual vai ser o desfecho, entendeu? A gente vai ler a nossa bio aqui? Você acha que a gente se entrega? A minha é mais nao lado, é só isso. Ah, é só mais nao lado? Só isso.

Ai, amiga, a gente tem que ter mais informação. Não, não, informação nenhuma. Mas nas perguntas embaixo, eu tenho algumas respondidas. Eu tenho aquelas duas mentiras e uma… duas verdades e uma mentira. Que hoje, inclusive, teve uma conversa que começou por aí. E as minhas são as seguintes, ó. Ai, um cara fez uma verdade e duas mentiras. E falou umas coisas muito merda. Tipo assim, eu não assisto TV. Eu não sei… Eu falei, gente… Tipo assim…

Você tem que usar uma coisa criativa, pelo menos. É, o do cara hoje que eu tô conversando, eram ótimas dele também. Mas peraí, não tá abrindo. Aqui. A minha é a seguinte, ó, as minhas. Dei uma entrevista pro Jô Soares. Tá. Já mergulhei no mar da Antártida e do Ártico. Meu pai era amigo do Chorão. Essa aqui é mentira. Não, meu pai era amigo do Chorão mesmo. Eu nunca dei entrevista pro Jô. Ah, eu achei que você já teria dado entrevista pro Jô. Não dei entrevista pro Jô. Tá. Aí, o do menino que eu tô conversando hoje… Coitado, vou expor ele, mas é, tudo bem.

Porque aí começa a conversa assim. Ele já começou e acertou. Ele falou, você não deu entrevista pro João. Eu falei, maldito, acertou, né? E a dele era, um, já bebi com o Datênico Sócrates. Dois, tive hipotermia nos lençóis maranhenses. Três, sofri um sequestro relâmpago.

Qual que você chutaria, que é a mentira? Eu chutaria da hipotermia. Apesar de eu achar que é muito provável. Mas sequestro relâmpago, eu também acho muito provável. Acho que não é mentira. E a primeira é boa demais. Eu acho que todo mundo vai chutar a primeira, sendo que deve ser real. Eu chutei a primeira. E depois eu falei pra ele, eu devia ter percebido que era específica demais pra ser mentira. E era verdade. A mentira era que ele sofreu sequestro relâmpago. Ele teve hipotermia nos lençóis.

E beber o Kudatênico Sócrates, porque o pai dele é amigo do Kudatênico Sócrates. De faculdade. E aí, o Sócrates… Enfim, tá bem. Mas aí, tem isso na minha bio. E também tem a… Se você… Se tivesse um aplicativo… Porque é isso, nos aplicativos tem um monte de perguntas. E você escolhe o que você quer responder. Tem o do Apocalipse Zumbi. Meu plano pro Apocalipse Zumbi é…

Usar todas as drogas que eu não usei na vida, no primeiro dia do apocalipse. E me entregar. Eu não tô afim de passar anos correndo de zumbi, não. Eu, hein. Ai, eu… É assim. Tem um cara que respondeu uma coisa… Não é exatamente isso, mas que respondeu isso. Que eu ri muito e eu dei like nele só por causa disso. Que ele respondeu assim, que faria no apocalipse zumbi. Aí ele colocou assim, morrer no primeiro dia. É, exato. Tipo assim, eu vou me entregar. Eu não vou ficar correndo, não vou ficar correndo de zumbi. E ele colocava assim, eu não vou lutar. É.

Ó, a minha bio. Bom humor, consciência de classe e uma fatia de queijo da Serra da Canastra não se nega quase ninguém. Aí tem um asterisco, exceto algumas pessoas. Aí, viciada em conversar, fazer rolês culturais, fofocar, ver séries e viajar. Porque aí eu quis entregar um pouco mais da… Entregou demais, eu achei. Entreguei demais, né? Acho que não precisa. Viciada em conversar, é quase uma… Agora eu gosto de ouvir música.

Puta, mas é que eu gosto de deixar claro que eu gosto de conversar muito. Mas realmente, talvez não precisa. Porque tem um outro momento… Se você não conversa com ela, ela entra em abstiga-liza. Tem um outro momento que eu deixo muito claro ainda que eu gosto de conversar. Quer ver? Pensando bem, talvez esteja sendo… Se você não gosta de conversar, você não dá like, não. É. A outra… Algo engraçado que eu penso o tempo todo é que o Judiló teve uma filha com o Flamengo.

Minha falha de caráter... É sair daqui dois meses ninguém vai lembrar o que foi, né? Você sabe, mas tudo bem. Minha falha de caráter é ter acreditado no vídeo do canguru de suporte emocional. É verdade, você acreditou mesmo. Gente, eu não lembrava. O que é isso? O quê? É mico? Mico? É mico? Ah, eu não sei, eu vou contar pra você. Demonstro meu carinho por mordidas.

Gente, eu gosto de morder. Eu gosto, é uma coisa minha. Tá bom. Mas… Eu não sabia que eu colocava isso, não. Já entregou bastante de bandeja. Eu acho que eu vou tirar, vou tirar ao vivo aqui. Não a mordida, vou tirar o… Viciado em conversar? Viciado em rolês. É, você não é viciado em rolês. Ah, em rolês culturais.

Viciada em roleza. Eu achei que era viciada em roleza em geral. Fofocar, ver séries de viajamento. Ah, isso não precisa, né? Aí eu deixo só o… Não se nega quase ninguém, exceto algumas pessoas. Tem algumas épocas em que eu tô mais com fogo no cu. E aí eu mudo minha bio pra match em mim.

Tá, não mete. Que aí é mais direto ao ponto, né. Ou mete aqui, depende. E dá resultado, viu, pessoal. É uma boa isca. É uma boa isca pra quem tá procurando putaria, né. Tem que tomar cuidado, porque às vezes o cara vai falar casual.

Casual. Quero beijar a sua divisória. Às vezes acontece isso. E vira a pergunta que é o sofrimento um dia vai acabar. É o título desse episódio, né? É o título desse episódio. Mas lembra do padrão que ficava alterando a bio todo dia? E você entrava só pra... Ai, gente. Teve um dia que eu falei, né? Eu falei pra ele. Você falou? Tinha um cara que eu peguei. Eu chamo ele de colírio capricho. Isso, é colírio. Todo cara muito padrão pra mim é colírio capricho. Eu trabalhei na capricho, eu tenho lugar de fala. É isso, é um colírio capricho. Eu fiquei com ele uma vez. Ele era...

Um colírio. Não, ele era um gostoso. Meu Deus. E eu queria ficar outras vezes. Só que ele era um garoto de, tipo, 29 anos. Aham. Enrolado. Tipo, enrolar. Eles já são enrolados por natureza, né? Sim. Mas ele era muito enrolado e tal. E aí, tipo, vamos sair hoje? Vamos, mas não posso. Sabe assim? Vamos, mas chegava perto da hora, não posso. Enfim. E aí, eu tava sendo enrolada por ele.

E tipo, só que tentando, né? Porque como dizem… A gente sabe, o tesão fala mais alto às vezes. Só que tinha uma coisa que eu não… Eu dei médio com ele no Tinder. E aí, um dia eu entrei no Tinder dele, acho que pra pegar um print de uma foto, sei lá, pra mostrar pra alguém, sei lá, pra mostrar como ele era bonito. E aí, eu vi que a bio dele tinha mudado.

De quando eu tinha dado match, né. Falei, ok, todo mundo muda a bio. Só que aí, eu não sei como que eu fui disso pra entrar todo dia na bio dele. E todo dia a bio tava. E todo dia eu tinha mudado. E ele ficava, na minha cabeça, ele ficava ajustando pra ver o que dava mais resultado, sabe assim. E aí, teve um dia que eu tava tão cansada dele me enrolar que eu falei, eu falei pra ele. Eu falei, tipo assim, tô vendo essa bio. Mas dá uns exemplos da bio, pode. Ai, mano, era assim.

Que eram umas coisas muito engraçadas, que era tipo assim… Só que era casual, tinha um cap-lock assim. Às vezes não eram mudanças drásticas, tá? Eram mudanças… Puta, será que eu tenho print? Porque eu achei muito engraçado, porque era tipo uns… Só que era casual. Sim. Não estou assim… Ai, olha ele. Ai, que saudade.

Ele é muito lindo. Ó, por exemplo, essa bio que tava dele aqui. Vem no que é. Tinha sempre essa frase, vem no que é. Vem no que é. É tipo assim, seja real. Vem no que é, sem mimimi e sem burocracia. E aí, eu sempre falava pra ele, cara, você é o cara com maior burocracia. Você é um hipócrita. Porque é tipo assim, né? E sem fazer perder meu tempo. Apenas um casual gostoso. Se você busca o mesmo, iremos nos dar bem. Gosto de mulheres que saibam o que querem. Não gosta. E que sejam diretas e retas. Não gosta. Sem frescuras. Não gosta.

E aí, ele mudava, tipo assim, aí apenas um casual gostoso. Aí teve um dia que ele acha que tava puto, ele botou assim é pedir demais, eu só quero chupar uma buceta. Era isso que eu queria ler! Acho que ele ficou puto, que não tava dando, sei lá. Ele falou, quer saber?

Gente do céu! Ele ficava fazendo mudanças sutis e às vezes eu acho que ele tava mais… É, ele sentiu que era o dia que pegou ele, né. O dia que ele falou assim, cara… Bateu, ele falou, cara, não dá, né, não dá resultado. Ai, gente. É isso, e ele falava, não, eu quero te ver de novo. Foi ótimo, foi uma delícia, não sei o quê, mas não… Olha que… Burocracias, é isso? Burocracias. Mas ele era saudade, deixou saudade. Ai, gente.

O sofrimento vai acabar um dia. E aí, quando eu falei pra ele, eu falei… Eu não falei assim, oi, você está mudando a Bill todo dia? Eu falei, é uma graça. Aí ele falou, pô, qual é? Às vezes bate uma insegurança da Bill, não sei o quê. Falei, ah, garoto, não é isso, né? Você está testando, pô. Você está testando. Ele está testando algoritmo. Será que ele fica pensando? Se eu colocar uma coisa mais desesperada, o algoritmo vai entregar mais.

É, já não tava funcionando pra ele. Não rolou, né? Exato. Até os colírios da Caprich sofrem. Até os colírios sofrem, exatamente. É o que a gente aprende com o episódio de hoje. É. E o sofrimento não vai acabar. O sofrimento não vai acabar. A gente… Mas o episódio vai. É, tem que acabar. Chegamos no final. Que bom, né?

Temos indicações de séries, de filmes, de livros, alguma coisa. Esqueci de te pedir, então se você quiser refletir. Sobre esse tema ou no geral? Não, no geral. Eu vou aproveitar pra indicar duas coisas. Tá. O primeiro é um Instagram que é joão.hiker. É joão normal.hiker.

É uma gay que está fazendo, que está andando do México até o Canadá a pé. Eu não vi que você gostou disso. Ele é absolutamente fascinante. Que maluco, ele dorme onde? Ele dorme em barraca. Ou então tem um… Mas parece que é um caminho, uma trail que é super conhecida. Então, por exemplo, ele precisava de um vestinho pra poder fazer essa trail. Então ele mostra lá quando ele…

Vai entrar, tipo, na alfândega da trail, que não é uma alfândega, mas enfim. E aí, tem vários que ele chama de trail angels, que são pessoas voluntárias. Que em vários pontos, elas chegam nesses pontos e deixam, tipo, engradado com bebida, com comidinhas. Sim.

Então, várias coisas que ele come. Ou então, gente que deixa dormir na casa. Então, ele super dorme na casa das pessoas. Às vezes, toma um banho e tal, não sei o quê. Mas o grosso do rolê é dormir na barraca, no meio da montanha. E ele tá documentando isso no Insta? E ele tá documentando no Instagram. É sensacional, ele é muito engraçado. Todo vídeo que ele faz, em algum momento do vídeo, ele fala a frase Eu sou gay.

Tipo, em momentos que não tem nada a ver. Porque ele fala que se ele não falasse, as pessoas ficam achando que ele é hétero. E virou meio que uma piadinha. Mas eu vou colocar um exemplo aqui, super X. Só pra gente ouvir um pouquinho, que, gente, tô fascinada por ele. Karen, a gente vai ligar pro boy.

Ô, menino lindo! Beijo, tchau. E véia, um mês na trilha, caminhando do México ao Canadá. E eu tô muito estressado comigo mesmo, véia. Eu sempre acordo muito tarde, eu sempre tento acordar cedo e não consigo. É impossível sair do saco de dormir. Mas, pra minha motivação, ter um McDonald's a 101 quilômetros de mim. Ou seja, vamos tomar meus semestinhos. Mas ele faz dois, trejinhos. E hoje eu vou tomar um remédio genérico de TDAH, que eu dei.

E o Feio, eu preciso hidratar muito minhas canelas secas, vai tá bem sequinho. Parece daquele cara que eu mostrei no vídeo 6, eu acho. Meu café da manhã foi essa barrinha de protina que eu tô viciado e Veio. Meu look de hoje tá bem diferente, não tá? Tem uma coisinha que vocês não viram ainda. Eu tô com um Gator novo. Esse é uma vibe, eu sou gay. Aquele outro que eu tenho que é uma vibe de bacon, é uma vibe, tem um TDAH. E mesmo acordando tarde, a animação não pode parar.

Gente, ele tá dançando, o sarilha todo. Será que eu deixei cair alguma comidinha? Véi, lagarto, são tão uma vibe crocodilo, sei lá, dinossauros, não sei o que são? Ele enxerga a mão. E véi, eu decidi que eu vou escutar só na Vitória na trilha hoje, véi. Baixei tudo, e é isso. E hoje em dia tá lindo, seu tatuão azul. Ai, acho que se eu tivesse uma filha, ia se chamar Ana Vitória. E se fosse o menino João Gomes.

E, velho, encontrei uma escola fazendo uma trilha. Meu pânico é passar ali perto e eles fazerem bullying comigo por causa do cheiro, velho. E, gente, era a cidadezinha que eu fiquei pra comprar as cofidas. Eu tava dois dias e eu tô lavando. Ela fica em frente pra esse lago maravilhoso. Era o Canadá. E lá tem vários ski resorters. Não, ele tá no México, hein? E a cidadezinha que tem uns vitilheiros que adoram em timers. Com montagem de vapor.

Olha que lugarzinho bonitinho pra filtrar água, tomar um lanchinho, deitar e descansar. Ai meu Deus, eu amo viver. Então é claro que eu parei pra filtrar minha aguinha e comer meu Huffles que serve como eletrolitos, véi, perfeito. Eu amo viver, a vida é matter. Cheguei no acampamento, já vi a Alex.

Ele é viciante. E aí, ele tem essas frases que ele fala a vida é maracapivara eu amo viver, véier não sei o quê. Aí eu só fico falando isso. E aí, tem uma menina que ele liga, que é amiga dele que ele falou assim ai, tô me sentindo feio, vou ligar pra minha amiga mais feia aí é a Dani.

Aí ele liga pra Dani, ela sempre atende. Aí ele, feia, desliga. Óbvio que ele fala, tá, mas no vídeo ele mostra ali. Aí eu mandei mensagem pra ele, ele me seguiu, né. Falou, ai, você é famosa, não sei o quê. Que famosa aqui é, garoto? Aí eu falo várias coisas. E aí eu falei assim, ai, meu sonho que você ligue pra mim quando você estiver ligando pra sua amiga mais feia. Ele falou, não, é a Dani que é a mais feia. Ele falou, me passa o seu telefone e quando eu quiser ligar pra minha amiga mais fedida eu vou ligar pra você, pode ser? É, eu tô aqui esperando. Perfeito, ele vai te ligar, amiga. Ele vai me ligar, vai me chamar de fedida.

Que ele chama as pessoas que fazem as trilhas de feed dinheiros. Sim, sim. Então, aí ele fala, às vezes fica um dia sem tomar banho. O povo pergunta muito, né, onde você caga? Ele abre um buraco, caga e fecha o buraco. Só que assim, amiga, que loucura! E ao mesmo tempo, tão livre, sabe? Ai, eu romantizei demais isso. Nossa, não dá pra mim, eu não…

Amiga, você me conhece. Você acha que eu conseguiria me... Não, jamais, amiga. E aí, eu tava assim, gente… Quando desse 15 graus, você já ia estar morta no chão. Tem um dia que tava muito frio, que ele dormiu numa cabaninha lá, numa casa, né, de uma pessoa. E eu fiquei pensando… Mas não só isso, a quantidade de cobra que ele vê…

Tipo, e ele vai mostrando. Tem um vlog que ele mostra, os vlogs dele são curtinhos, de um, dois minutos. E assim, tinha um vlog que ele mostrou, tinha cinco cobras diferentes, elas eram belíssimas. E eu acho que é um desprendimento muito louco, assim, também, né? De você… Ah, e só uma pessoa muito jovem também vai fazer, né? Eu acho que na nossa idade… Eu tava brincando no vídeo que eu falei Gente, eu romantizo que eu quero fazer isso, mas assim, eu sou muito apegada à colchão, à cama.

Eu sempre falo isso, não acampo, não viajo de motorhome porque eu preciso de uma cama e de um chuveiro bom. Sim. Eu posso passar o dia fazendo a aventura que for. Sim. Mas assim, se eu não tiver… Eu preciso ter uma cama pra dormir. Até que ele pega uns acampamentos que têm uns chuveiros legais. É. Mas a questão da cama… É, não dá. Não tem como, não dá.

Eu acho que eu vou indicar uma coisa parecida com você. Uma pessoa também que tem muito desprendimento. Que é o livro novo da Tamara Klinke. Ah, gente. O Bom Dia Inverno. Porque ela passou o inverno inteiro no barco dela, o Sardinha 2. Lá na Groenlândia, no Mar Congelado. Ficou sete meses, né? Ficou sete, oito meses. Sozinha. E aí, eu tenho certeza que lá ela saiu e pensou. Não precisa de homem. Se bem que ela acha que ela tem namorado. Mas assim…

Não precisa de gente. Não precisa de gente. Só animais, a natureza. Agora ela já voltou pra civilização. Mas assim, eu comecei a ler, não terminei ainda o livro. Tô lendo, mas... Eu já estive na Greenland, então tem um lance a mais. Eu sei onde ela tava exatamente, sabe? Mas é muito interessante, porque eu assisti vários... Eu não li o livro ainda, mas eu assisti várias entrevistas que ela fez nessa viagem. Ela participou de podcast. Então, uma época que eu e o Marcel já estavam obcecados. A gente assistia todas...

todas as entrevistas dela, porque é muito fascinante, não. A pessoa que fica sete meses sozinha. Não, sozinha… Quer dizer, sozinha não, porque ela mesma fala, né, que teve uns caras lá que ela trocou na própria ilha, né. Acho que os nativos, que ela chegou a ter uma troca. É óbvio, não foram sete meses que ela ficou totalmente sozinha. Mas é uma coisa muito solitária, é uma coisa muito difícil de você fazer. É, mas eu acho que, assim, desses sete, oito meses, ela ficou a maior parte do tempo realmente sozinha. E não só sozinha, tipo, sem poder ir embora. Sim.

Tipo assim, né, com o barco dela preso no gelo. E ela tinha que esperar descongelar o mar, pra poder ir embora. Então, ela ficou muito tempo lá, assim. Eu, particularmente, não tenho condições. Não, nem eu, assim. Mas eu acho… Os vídeos que ela fazia na época, falando com a avó, lembra?

É muito… Ela é muito fofa. Mas eu não vou mentir, assim. Esse menino tá me inspirando, assim, a me fazer umas coisas mais de trilha, assim, sabe? Eu tenho pensado mais, assim. Mas, de novo, a trilha é aquela trilha que eu vou voltar pra minha caminha bonitinha. Sim, sim. Não vai ser nada assim. Mas acho que, tipo… Não sei, ele me despertou alguma coisa em mim. Que eu tô precisando descobrir como é que eu vou fazer. Porque desse estilo não vai rolar pra mim. Sim.

Mas às vezes pode ser, sei lá, um mochilão, entendeu? Um mochilão pela América do Sul. Que eu vá andando e andando de ônibus também. Andando de coisas, sabe? Amiga, espera passar, já passa isso. Ou então, espera. Vai passar, espera um pouquinho. Espera um pouquinho. Espera um pouquinho. Ou então, vai ser o meu guaxinim palhado. Talvez seja esse mochilão. Vamos ver aí o que vem por aí. Sim. Então, é isso. Muito obrigada, eu amei. E até o próximo episódio. Tchau. Tchau. O sofrimento vai acabar.