CB #188 - Os perigos da corrida e o sumiço da girafa com Foquinha e João Pedrosa
No episódio de hoje discutimos sobre o sumiço de uma girafa, um estelionatário de fé e os perigos da corrida!
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🎭 Temporada de Caso Bizarro no teatro!
CB no Teatro YouTube (gravações): https://bit.ly/4egVSrU
CB ao vivo em Recife: https://bit.ly/3SWirK8
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Mabê B
Foquinha
João Pedrosa
- Estelionatário de fé John TalaricoJohn Ternus · Golpe financeiro · Manipulação religiosa · Acusações falsas · Ameaças de morte
- Demonios e PossessaoCaipirinha barata · Surto mental · Possessão demoníaca · Quebra de maxilar
- O sumiço da girafa GraceGrace · Mansão no Texas · Rancho · Fuga de animal exótico
- Cemitérios e históriasCorrida noturna · Medo de assombração · Cavalo preto no escuro · Paraguaçu
- Casa sinistra e padre com filhas trancadasSensação de assombração · História macabra da casa · Influência de figuras paternais
- Fogo Grás e Exploração AnimalFolclore brasileiro · Visão aterrorizante · Interior do Piauí
- Sogra e o inferno no casamentoInfidelidade conjugal · Bilhete no para-brisa · Influenciadora de organização
- Zumbido infernal e vingança de vizinhoBarulho inexplicável · Vingança passivo-agressiva · Aquecedor com defeito
Oi, gente! Eu vim aqui convidar vocês pro Caso Bizarro ao Vivo no Teatro. A gente tá com uma temporada muito especial no Teatro YouTube, ó. Em julho, a gente ainda tem as datas 20 de julho com a Briana, Jenny Prioli e Fih Bartolotto. E dia 24 de julho com o Thiago Pezzanetic e a Paty dos Reis, que tá fazendo episódio comigo agora no Clube do Audiolivro. Episódios novos aí no Caso Bizarro. Então muita coisa nova rolando. E, ó, vai ter também alguns Casos Bizarros ao vivo em outubro no Teatro YouTube.
Mas eu ainda tô fechando aí os convidados. Então em breve vou trazer informações pra vocês. Mas em outubro, no dia 11 de outubro, no Teatro Rio Mar em Recife, vai eu, Chiquifi, Tiago Pezzanetich e Fabão. Sim, eu e os 4 meninos, as 2 duplas fixas do Caso Bizarro, estaremos lá em Recife para um evento assim muito especial, um Caso Bizarro ao vivo pela primeira vez no Nordeste, no dia 11 de outubro. E gente, tudo que eu falei agora, todos os links, todas as vendas já estão abertas.
É só você olhar nos links lá na descrição do episódio e bora assistir! Boa noite, São Paulo! Oiee! Tô animada, muito obrigada por terem vindo. Tamo aí começando, estreamos semana passada e agora é a nossa segunda sessão do Caso Bizarro ao Vivo. Então muito obrigada por virem, domingo não é um dia fácil, o Brasil tá em Copa, tem muita coisa acontecendo, mas hoje tá um surto como sempre. E eu já quero, né, trazer aqui pra vocês os nossos convidados. Então podem receber muitas palmas pra Foquinha e João Luiz!
Oie!
Oie, gente!
Oie, gente!
Olha!
Ai, chique!
Animados? Como eu sempre digo pra vocês, é um experimento, né? Esse podcast é um experimento. A gente tá aqui no teatro sempre experimentando, entendendo melhor a essência de cada um.
Então hoje a gente quer do tablado, né, amiga?
A gente quer do tablado. É o fiscal, né? É, açaí fiscal. Eu aprendi um esses dias que é o nome de duas mulheres. Como é que é mesmo?
Célia Helena.
Célia Helena. Eu não conhecia, achei tão legal. Célia Helena. Eu fiz Célia Helena. Fiz Célia Helena, é uma coisa minha. E eu me perdi totalmente do que eu tava falando, sério.
Desculpa, interrompi.
Eu me esvolvo também.
Então hoje a gente, além de ler os casos, vai ter também Jornal Bizarro, que eu queria trazer um pouco de verdade aqui. Acho que tá faltando verdade para esse país, né? Tá faltando informação. Aproveitando que são dois jornalistas, né?
Então o João é jornalista.
Vamos, jornalistas!
Porque eu... Bom, todo mundo é, todo mundo pode ser.
Hoje em dia?
Hoje em dia! Tô aqui com dois ex-BBBs e ex-jornalistas. E a gente pode...
Teoricamente eu sou.
Teoricamente você é. Ex-BBB.
É verdade.
Não é?
Vem aí. E acho que você pode começar, amiga.
Eu posso?
Pode, pode começar.
Aqui, jornalista vem primeiro, né?
Claro, seriedade em primeiro lugar. Vamos lá. O adesivo que destruiu um casamento. Uma mulher chegou em casa e encontrou um bilhete preso no limpador de para-brisa. Ela achou que fosse alguma reclamação sobre o carro, mas o bilhete começava assim: Oi, você não me conhece, mas acho que você é esposa do Alex. Se for, sinto muito, mas o seu marido está te traindo. O bilhete foi escrito por ninguém mais, ninguém menos que a amante.
Ela explicava: tenho vergonha de dizer isso, mas eu sou a outra mulher. Eu não fazia ideia de que você existia. Gente, isso tudo nos post-its.
Que post-its estranhos!
No carro inteiro assim, ó.
Era uma caminhonete.
E aí ela seguiu no outro post-it. Aí o outro post-it diz: todos os dias eu via esse carro na casa dele e ele dizia que era da irmã de 16 anos, que ele estava reformando o carro para dar de presente. Daí eu acreditei, até que um detalhe entregou tudo. Hoje eu olhei o carro mais de perto e vi um adesivo de uma influenciadora que faz vídeos de organização, decoração e rotina. Foi aí que eu pensei: não existe a menor chance desse carro ser de uma adolescente.
Na hora eu soube que ele estava mentindo. Ela descobriu que o carro não era da irmã, era da esposa, e resolveu deixar um bilhete no para-brisa contando toda a verdade.
Mas por que que o detalhe da— eu não entendi.
Isso mexeu comigo.
Deixa eu voltar.
Não entendi. Adolescente, mas é verdade. Você acha que um adolescente vai ter um adesivo?
Não, você acha que um adolescente já tem um carro?
Vamos contar.
Gente, começa aí. Em 16 anos vai ter um carro? Aí tá errado.
É nos Estados Unidos.
É nos Estados Unidos?
É. Eu esqueci de colocar aí, desculpa.
Faltou essa informação. Eu que sou jornalista, eu quero todas as informações, meu amigo.
É o adesivo da influenciadora, não entendi. Eu não entendi o adesivo da influenciadora.
Faltou um pouco mais de detalhe, um adesivo que tava colado no carro.
Era o quê? Tinha o nome da influenciadora, mas eu particularmente não gostei, então eu tirei.
Qual que era o nome?
Não, era tipo uma reclamação. É que influenciador nos Estados Unidos é tipo assim, sem seguidores, a influenciadora. Com todo respeito, mas assim, mas influenciadora de quê, entendeu? Perdeu a humildade.
Ela veio ácida hoje.
Influenciadora de quê, sabe? A gata fazia uns poxas lá que eu particularmente não sei, eu me tô organizando. Aí eu falei, eu não gostei, eu particularmente não gostei.
Eu achei que faltou colocar os vídeos dela aqui no telão para a gente ver.
Faltou, faltou.
Mas aí, como que era esse adesivo, você sabe? Era um adesivo, não sei, tipo fã da influenciadora.
Ele era assim, 10 por 7 centímetros, e era meio holográfico assim, você girava, ele era meio—
foi Deus que me deu, foi Deus que me deu, foi Deus que organizou.
E aí, não, mas assim, para me defender um pouco aqui, não, eu procurei e não tinha nenhuma informação de como era o adesivo, não tinha nem imagem do adesivo. O que eu acho estranho, porque se era tão influenciadora e tão adesivo, por que que não tem a imagem?
Ele descobriu que o carro não é da irmã só pelo adesivo. Ou seja, adolescentes de 16 anos não podem ser organizadas e não podem gostar de influenciadora, mas vai ter um adesivo de uma influenciadora de organização?
Eu também achei estranho, mas eu não acho adolescente ter um adesivo. É, eu tinha adesivo de elefantinho dançando.
Gente, longe de mim defender macho, mas eu acho que eu tô meio do lado dele. Aquelas não, mentira.
3 lindos, 3 lindos.
Não, mas é que eu tô meio confusa porque eu não acho que o adesivo diz que é. Nossa, com certeza não é do tamanho do adesivo.
Ela falou, nossa, mas não tá reformando esse carro há semanas, entendeu?
Reformando o carro, realmente meio esquisito, não tava isso aí, né?
Vai. Zumbido infernal. Um homem contou no Reddit que durante 3 semanas era atormentado por um zumbido grave que começava todas as noites por volta das 11 horas. Ele tinha certeza de que o barulho vinha da casa do vizinho. Na cabeça dele já existiam várias teorias. Podia ser um eletrodoméstico novo, que já tá errado, né, ligar de noite aí, o liquidificador fazendo uma vitamina de banana. Um aquário gigantesco ou até um bunker subterrâneo?
O aquário me pegou um pouco.
Faz barulho assim?
Aquário faz barulho, gente. Tem um tubarão, deu barulho.
Não, aquelas bombas faz...
Mas é?
Faz barulho.
Nunca tive um aquário.
Eu tive.
Eu tive de peixe beta, aí não faz barulho.
Ele faz barulho?
Não.
Peixe beta é mais tímido, mas não deles.
Não, é bravo.
Ele é bravo?
É, tanto que nem pode juntar.
Não pode.
Com o quê? Com outros peixes?
Ué, não entendi.
Eu não sei, com cachorro, com pato, que diabos é isso?
É, com cachorro geralmente não é bom.
Eu acho que não é recomendado.
Beleza, você encoraja a gente fazer uma reclamação?
Vamos falar mais sobre o peixe betta.
Mas é porque o aquário do peixe betta é o único, né, aquele É um vasinho. Esse aquário que vocês estão falando é o aquarião.
É um aquarião.
É aquele que é grande, que tem que—
e tem tipo uma raia. Sei, não sei nunca como aquário.
Uma raia com peixe beta, bota tudo junto, vamos embora.
Raia também não pode deixar perto de outras raias. Vocês sabiam disso? Tô inventando.
Inventou, né? Tirei. Sem coragem de fazer uma reclamação oficial, ele resolveu se vingar de um jeito bem passivo-agressivo. Começou a ligar o liquidificador às 7 da manhã para dar o troco ao vizinho.
Ah, mas 7 da manhã eu achei tudo, achei vingativo.
Eu ligaria às 5.
Eu também, 4:30, sabe?
4:30, sim.
Porque 5 você já tá acordando para sair.
Já?
Ah, dependendo sim, né?
Bom, é, vai.
Eu acordava, dava aula.
Professores do Brasil, jornalista acorda mais tarde.
Jornalista trabalha 10 horas da manhã. Depois de semanas irritado, um dia ele encontrou o vizinho na garagem e perguntou: Você também ouve aquele zumbido à noite? Ele ficou confuso. Então o vizinho também ouvia? Ele chamou um técnico para averiguar e descobriu que o problema era na casa dele, o aquecedor.
Ah não, gente! Mas o vizinho também ouvia?
Ouvia.
Ah tá.
Depois de fazer a limpeza, o zumbido desapareceu imediatamente. Morrendo de vergonha, o homem levou uma torta para os vizinhos como pedido de desculpas, imaginando que eles provavelmente o achavam completamente maluco por causa de um liquidificador.
Eu amei essa tour porque o cara simplesmente ficou com ódio. Ao invés de tentar resolver a situação, ele falou, não, vou ligar 7 horas da manhã, vou dar o troco de vizinho. Se eu já me vinguei de vizinho, acho que não.
Eu também não, mas eu já vivi uma situação engraçada assim, porque a gente morava, eu e o Igor, a gente morava numa casa que era um apartamento em cima e um apartamento embaixo. Então a gente tinha uma área de claridade entre um apartamento e outro. E todos os dias caiu uma calcinha da minha vizinha lá embaixo. Porque ela não lavava.
Mas é uma calcinha diferente? Sempre uma calcinha diferente?
É sempre uma nova.
Aí, as primeiras vezes, eu falei assim, ah... Que caiu, sei lá, um pano de chão e umas calcinhas, umas meias assim. Não sei se ela lavava junto, né. Aí eu comecei a entregar. Eu entreguei pra ela. Aí eu falei, ó, caiu aqui. E aí começou a cair com uma frequência. Só que eu falei assim, ah, gente, eu não... Né, toda hora eu vou lá entregar uma calcinha dela que caiu. Aí na hora que eu vi, eu tinha uma coleção de calcinhas da minha vizinha na minha casa.
Não acredito!
Porque eu fiquei meio sem graça de devolver, sabe?
E ela nunca falou nada também?
Nunca falou nada também. A gente tinha lá, sabe?
Gente, mas que... Será que ela foi proposital?
Normal, tá?
Sentia um pouco.
Ah, proposital?
Cai calcinha assim? Claro, porque falou, ai, caiu calcinha aqui e tal. Aí daqui a pouco começou a cair um monte de calcinha?
Não, caía uma. Aí no outro dia ela lavava, caía outra calcinha.
E aí foi ficando isso.
Gente, mas que esquisito. Eu acho que é fetiche.
Eu acho.
Ai, tem cada fetiche, né, Bia? Tem cada fetiche estranho.
E ela ficava louca só pra você ver a calcinha lá.
Eu ia entregar vestindo a calcinha.
Imagina cheio de fio dental lá pra ela.
Botar todas as calcinhas.
Ainda vai ser um jornal bizarro, que é: A girafa sumiu. Uma girafa de mais de 3 metros conseguiu fazer o que muita gente sonha: desaparecer. Teve helicóptero, drone, recompensa de $5.000 e ninguém conseguiu achá-la. Como a Grace fugiu. Eu amo que a girafa chama Grace. No dia 12 de junho desse ano, ó, notícia quentinha até, vocês são jornalistas. A Grace é uma girafa de cerca de 3, deve falar 3 metros, é uma girafa de cerca de 3 anos que vivia no Cedar Hollow Ranch, um rancho particular no Texas, a cerca de 160 km de São Antônio.
Foda-se. Ela fez algo, tá, caso queira saber, ela fez algo que nenhuma das outras girafas fazia, subiu uma encosta rochosa para comer folhas de árvores. Só que quando ela desceu, ela acabou encontrando um espacinho ali na cerca e vazou.
Nossa, é um espaço, né?
É uma girafa de 3 anos. Mas eu fui pesquisar aqui, uma girafa de 3 anos é grande? Então eu fui pesquisar e ela tem tipo 2, 3 metros. Então é grande, né? Então uma girafa era uma mini girafa.
Não, que isso!
Dessa raça eu acho que era dessa raça, mas tem girafa, é girafa reticulada. Deixa Mas tem girafa maior de 3 metros?
Gente, 3 metros é muita coisa pra uma girafa.
Ó, maior altura da girafa. É que a gente tá com tempo.
Qual que é o máximo de uma altura da girafa?
Ó, a girafa... 3 metros é muita coisa. Consegue atingir uma altura de 5 a 6 metros.
É, então eu achei que era mais.
Ela é peti, é peti.
Ué, 3 metros é a altura de jogador de basquete.
Não, amiga, peraí.
Tô brincando.
Peixe betta, um peixe betta tem 3 metros. Ó, a altura média da girafa reticulada, que é a raça dessa girafa, ela mede, ela é menorzinha, de 4 a 5 metros, 5,5 metros, é menorzinha. Então 3 metros é ela, ela é pequena, ela tem um adesivo que fala influenciadora girafa que organiza as coisas.
Ela usa calcinha?
Ela às vezes joga umas calcinha na girafa de baixo. Aí quando ela desceu, ela acabou do lado de fora de um portão e simplesmente de repente vazou. Desde então, o dono mobilizou helicópteros, recebeu alguns relatos de avistamento, ofereceu uma recompensa de $5.000 para quem ajudasse a encontrá-la.
Mas não é difícil achar uma girafa.
Então é 3 metros, gente, é 3 metros. Eu também fiquei pensando nisso. E aí vem aqui explicando: a Gracie fugiu para uma região extremamente rural e montanhosa do Texas, cheia de mata fechada e fazendas particulares. Segundo o proprietário, ela praticamente não ia ter contato com pessoas porque ela tava numa área muito isolada.
Era fazenda do Mike Leão?
Era fazenda do Mike Leão.
Sabia, sabia.
Era lá. Avistamento, né? Já tinha isso aí. E aí o dono explicou que esse era o maior problema, porque quando alguém relatava que tinha visto a girafa, era tipo 2 dias depois. Achei meio lerdo esse aviso, né?
Nossa, de verdade.
2 dias depois. Aí alguém avisava, ó, vi sua girafa. Agora? Não, 2 dias atrás.
Mas, gente, 2 dias depois, depois mandou um Zap. Imagina que ela é devagar, né? Não, não é rápida.
Não sei, falei só.
Você que é o professor aqui, mas geografia, galera, você é professor.
Qual que você acha? Ai, deixa eu pesquisar aqui a velocidade média, porque canguru corre muito, né? Canguru corre, mas nada a ver, né?
Nem é parente. Ah, bem, bem É parecido, né?
Girafa, tem nada a ver, tão em cima. Mas, ó, velocidade máxima de uma girafa reticulada varia entre 50 e 56 km/h.
É bom, hein?
É bom, não é? É mais que um Fusca, né? Eu não sei, mas a velocidade máxima, eu não sei se ela tava querendo correr.
Ela não era pitica, bebia mata, né?
Mas imagina que era a primeira vez que ela tava livre. Talvez eu corresse se eu tivesse livre, sabe? Eu sou livre, eu me considero livre.
Eu acho que é muito difícil você não ver uma girafa assim, mas é mata, né?
Mas ela é grande, 3 metros é o tamanho de uma árvore. Então, então, então, e aí esse era o maior problema. Quando alguém relatava que tinha visto, a informação chegava dias depois. Daí quando as equipes chegavam até lá, ela já tira embora, que ela é rápida, a gente acabou de ver. Só que aí, gente, né, eu tava aqui contando, beleza, eu falei, vai ser essa história. Só que aí ontem ela foi encontrada.
Ah, que linda!
Mentira, juro! Que condições?
Em boas condições. Grace, Grace, se você tiver vendo a gente, ela demorou, ela ficou 14 dias desaparecida.
Tava saudável, né?
E ela foi, ela tava saudável, tava bem, porque ele falou que nessa mata que ela tava perdida tinha muito matinho pra ela comer, frutinha assim. Então ela continuou seguindo a mesma dieta reticulada que ela tem e acabou não atrapalhando. E ela estava a 7 km do rancho, gente.
Nossa, pertinho! Ela tava do lado, ela tava do lado, gente, tá vendo? E eu acho que não queria, eu acho que não é esse não.
Eu acho que não.
Maus-tratos.
Imagina a Grace voltando falando assim, gente, vocês não sabem o que tem aqui, 7 quilômetros. Tem muita coisa. E eu fiquei meio puta, na verdade, porque eu fiquei pensando, por que que uma pessoa tem uma girafa? E aí eu descobri, o Michael Jackson tinha, ele tinha. Mas eu também teria, mas é ilegal, né? No caso, é, no caso é ilegal. E aí eu fui pesquisar aí no Texas as leis leis trabalhistas de animais, as leis de direito lá de animais é tudo zoado.
Então as pessoas que querem criar animais exóticos, eles fazem, eles fazem isso lá no Texas. Então tem várias, tipo, vários ranchos com girafas reticuladas.
Então acho que a Grace ela tava fugindo mesmo, ela não queria fugir.
Mas até, e aí deu o maior burburinho, menina, deu o maior burburinho porque ela fugiu. E aí ficou essa história, nossa, mas por que que um cara tem uma girafa? Mas aí foram averiguar E elas são todas bem tratadas. Na verdade, só tinha duas girafas.
Mas tem tipo um selo do Ibama? Que não tem Ibama, né? Mas assim, tem tipo um negocinho para, ó, eu tenho girafa, cadastro de girafas?
É, não sei, eu vou pesquisar.
Então conta para a gente depois, vou pesquisar se tem um adesivo reticulado, né?
Porque também, se eu fosse ter girafa, não ia ter duas só.
Duas é bom, não?
Achei uma economia demais, né?
Você queria ter mais girafas?
Sim.
Várias girafas, teria ou 2 machos ou 2 fêmeas, né?
É, porque imagina procriando girafa, várias girafinhas.
Ah, eu ia gostar, eu acho fofo girafinha.
Deve ser caro, gente, a girafa.
Ah, mas por mim, se você tem, já tá pagando. Vamos começar agora então os causos de verdade. Estelionatário de fé. Oi, Mabel! Oi, Foquinha! Oi, João!
Oiê!
Esse caso é fresquinho. Alterei o nome das pessoas envolvidas para proteger suas identidades. Regina, minha mãe e minha tia são muito unidas, mas muito unidas mesmo. Nunca brigaram, sempre fizeram tudo juntas e sempre pediram conselhos uma para outra. Bem, dito isso, tudo começou há 3 anos. Nossa, isso porque é um caso fresquinho, fresquinho. Deve ter revirado quando a Grace tava nascendo.
Tá tudo ligado.
Tá tudo ligado. Tudo começou há 3 anos, quando ela até escreveu, quando a Grace tava nascendo, quando uma conhecida apresentou o amigo John Talarico à minha tia e ao seu ex-marido Franco Otti. John Talarico se dizia um homem de Deus, cristão e profeta, os 3 com um bão. Se integrou à família com muita facilidade. Em pouco tempo, ele começou a participar de festas de aniversário Viagens da família, passava Natal e Ano Novo com a gente.
O John Talarico, meu amor, já era, já era, conheceu todo mundo da família da minha tia. E claro, sempre profetizando, falando sobre a palavra de Deus, fazendo campanha de oração. Mas John Talarico era um crente moderno, tinha tatuagem, bebia, ia para festa e jogava calcinha e usava calcinha. Criancinha e dizia que Deus nunca se importou com isso. Chegou um momento que ele também começou a tirar demônios da casa da minha tia. Aí faz de um tudo, ele é flex, expulsava pomba gira das pessoas.
Sim, bem preconceituoso e intolerante religiosamente. O cara virou um verdadeiro guru naquele núcleo familiar. A filha da minha tia idolatrava ele. É assim que começa uma seita, né, gente? Todo mundo pergunta como é que começa, no modus operandi. Ai, mas eu nunca cairia numa seita. Cairia sim. Porque você tá lá no almoço da família, de repente o John Talarico começa a tirar um demônio na tua frente. Você nunca viu alguém tirar um demônio na sua frente, você fica impressionado com aquilo, você começa a seguir o John Talarico.
Eu super influenciável, né? Alguém faz um negócio desse na minha frente, eu acredito, já era, minha filha.
Já era. Nossa, é bem do meu tipinho. Até que o John Talarico começou um relacionamento com a minha tia escondido. Nessa época, minha tia já era separada do Franco Ochi, mas o John Talarico era amigo dele e falava que não tinha coragem de contar sobre os dois. Então ele convenceu a minha tia a manter escondido.
Então ele tava terminando, já tinha terminado.
John um pouco talarico, John Tala, John Tala ou John Rico. Com o passar do tempo, algumas amizades começaram a se afastar da minha tia e da minha mãe. Nessa época, o Franco, o ex-marido, começou a dizer: as máscaras iriam cair. Que as pessoas tinham inveja dele, coisas do tipo.
Eu fiquei imaginando ele andando na rua: as máscaras vão cair!
E aí ele tava desesperado.
E aí...
A verdade vai se revelar!
Aqui, ó, a verdade.
Aqui. Mas ele frequentava a casa? Ele não separou?
Então...
Não separou, mas ele frequentava.
Mas ele tava sentindo a vibe, será?
Então... Do John? Ele ficava soltando... Então, mas não era do John que ele tava falando.
Ah...
Lembra que as pessoas começaram a se afastar da tia e da mãe? O João Talarico era profeta, tava arrasando lá, tava arrasando. E aí o Franco começou a frequentar a casa mais e disse: as máscaras vão cair. E passou a andar mais com João Talarico. Alguns conhecidos abordavam minha tia e perguntavam: você confia na sua irmã? E falavam para ela tomar cuidado. Após 2 anos, o namoro não se sustentou mais. A minha tia não queria mais esconder o relacionamento e o João, tá lá, sempre dava desculpas.
Sem contar que ele sumia constantemente e aparecia com a casa cheia de homens aleatórios.
Amor, eita, é dos meus!
Quase um mês depois do término, minha tia finalmente descobriu os segredos do Talarico. John Talarico simplesmente inventou para todo mundo que minha mãe era do candomblé e fazia feitiços para destruir a vida da própria irmã e sua família. Detalhe, não tenho problema nenhum minha mãe ser do candomblé, mas ele usava isso, né, de forma preconceituosa para poder ficar lá talaricando. Diz que a minha mãe queria o lote Então a mãe queria o ex-marido da tia e que fica, gente, mas já separou, é só pegar, né?
Mas no caso da irmã é um pouco mais complicado, é um pouco mais conversar.
Quem nunca, né, amigo?
Vamos combinar, quem nunca pegou o marido da irmã?
Tá normal.
Enquanto ela tava no dentinho, super tranquilo. Não que tenha acontecido comigo, eu nem tenho irmã, eu tenho irmã sim, mas minha irmã é casada com uma mulher aí. Aí eu não pegaria uma mulher, mas se fosse o marido, porque não sei, não era a dúvida, eu sou bi, mas eu não faria mal para uma outra mulher. Nossa, gente, apesar que se eu pegasse o marido dele, eu estaria fazendo mal para mim. Foi lá, Camila, lacrou, amiga, quis lacrar e me confundir.
Ué, a plateia fez ué, ué, ué.
A plateia, as máscaras vão cair!
A verdade mais fervente!
Ela fazendo sua revelação hétero no Dia do Orgulho.
No Dia do Orgulho.
Chocante. Gente, hoje é literalmente o dia 28 de julho. É um dia que não pode... Nem entrou, nem tem hétero aqui na sala hoje. Se tiver, ó, já avisa que a gente vai bater. As máscaras vão cair, gente. As máscaras vão cair. E não veio com história, vinha acompanhar, não veio acompanhar não. Desculpa, me perdi total, tá? Então a tia do nada descobriu segredos, que aí o John inventou para todo mundo que a mãe era do candomblé, que fazia feitiço para roubar o ex-marido da tia.
Eu amo que ele associou, amo não, né, assim, mas ele associou candomblé a feitiço.
É, exato, bruxaria. E ele lá fazendo as coisas dele, tá tudo bem. Diz que a minha mãe queria o tio e fazia feitiço para roubar ele. Mas John Talarico não parou por aí. Diz que a minha mãe incentivou que eu e a minha prima tirasse a minha própria vida. Gente, foi um pouco pesado. Até agora tava tranquilo, calma aí, né? E mais, ele roubava minha tia e dizia que ela era dona de cabaré e se prostituía.
Gente!
Eu tomo como elogio isso que ele falou.
Eu também. O que não é um problema, mas John Talarico sabia bem quem era seu público-alvo. Pra essa amiga das duas, ele se passava por pai de santo. Dizia que as entidades— Gente, ele realmente não é. Não, realmente, realmente ele tá aí pra ser o que precisar ser.
É isso, né? Faz de um tudo.
É, faz de um tudo. Dizia que as entidades revelavam as coisas pra ele. Ele pegava fotos de oferenda na internet e mandava tudo para amiga falando que ele tava fazendo feitiço de proteção.
Mas ele não tava criticando a mãe por fazer feitiço?
Mas é isso, para um público-alvo que não gostava do candomblé. Como a amiga gostava, ele teve que— uma pessoa que vai se adaptando ali ao público-alvo. É bem típico de líder de seita isso, gente. Pessoa manipuladora que vai ali. Aí para essa amiga Amiga não era preconceituosa. Ele falou, não vou conseguir dar esse golpe do Candomblé aqui, vou ter que meter um pai de santo. Meteu, tá? Não, não meteu. Enfim, claro. E sempre pedindo um dinheiro em troca para ele fazer as coisas, pedindo dinheiro.
Bobear a gente, né?
Ao longo de 2 anos, essa amiga pagou mais de R$20 mil para John Talarico.
Que isso, gente!
Todo dia um otário malandro sai de casa, aquela, né?
E alguém faz o Pix pro otário. Não, pera, otário faz o Pix. Gente, totalmente, ué, as máscaras voltam. Mas o John Talarico não parou por aí mesmo, gente. Gente, mas realmente não parou mesmo, que ele já fez de tudo, vai escalonando, né? Dá para dar um filme isso aqui. Ele ameaçou uma outra amiga da minha tia que se ela não depositasse dinheiro na conta dele, iria matá-la ou matar a minha tia. Gente, pera, para essa mulher ele falou assim: não vai funcionar candomblé não vai funcionar para ir no santo. Eu vou crer, ameaça de morte, vai ser revólver.
E eu tava achando que o problema era o tio lá que terminou com a tia.
E gente do céu, ou seja, ele afastava todo mundo e ainda ganhava uma grana com isso.
Será que ele que fez ela terminar?
Ela fez terminar com o marido? A tia? Olha, pode ser, né? Pode ser.
Vai se infiltrando, exatamente.
Enquanto tudo isso rolava, o Franco, ex-marido, ajudava o João Talarico financeiramente, pagava o aluguel e fazia bico de motorista particular pro João Talarico. Gente, o cara tá fudido, você vai ser o motorista particular dele? Por um fudido?
Gente, não é possível.
Ele, ah, paga o meu aluguel e vai ser o motorista particular. Ah, gente.
Não, não dá.
Não, é por isso que terminou com ele, porque ele era um idiota.
Eu acho que o Chico Feliz tem que fazer esse podcast do João Talarico.
Gente, eu vou mandar uma mensagem pra ele.
Tem muita coisa aí.
Gente, João Talarico colocou na cabeça do ex-marido que a minha mãe fazia feitiço contra ele, e por isso que ele começou a falar: as máscaras vão cair. Gente, mas assim, que coisa maluca!
Mas eu queria entender uma coisa, que é o seguinte.
Calma aí, acabou?
Não, não acabou ainda.
Então continua.
João Talarico não acabou por aí, toda hora não acabou por aí. João Talarico ainda espalhou que a minha tia fazia macumba para o próprio ex-marido morrer para ficar com o dinheiro dele. Que dinheiro, gente? Ele era motorista particular. Ah, pelo amor de Deus! Parece aquelas histórias de, ai, não vou pagar pensão, que ela vai pagar com esses R$300 aí. Esse nível que você tá pagando vai fazer o quê com ele? Que dinheiro! Que autoestima é essa?
Eu, hein? Tá, isso é menos de um terço das mentiras que ele espalhou. Inclusive, ele e minha tia nunca transaram, porque ele disse— gente, nada a ver, né?
Ela expôs a tia dela assim, de graça.
Ainda bem que ela não revelou o nome.
Pousa de graça aqui.
Porque ele dizia que antes do casamento era pecado. Ah, mas a tatuagem não é, né? A bebidinha lá, a festinha que você tá indo com os homens aleatórios. Ele tinha tatu, ele tinha tatu. E ameaçar lá a mulher de revólver, tá tranquilo. Mas transar, Deus me livre transar com a sua tia.
Transar com sua tia não.
Sim, beber e usar tatuagem, tudo bem. E sim, 2 anos sem transar, pois hoje, no dia que vos escrevo, acabo de descobrir que ele usava Grindr e já tinha se assumido gay para estar me inundando.
Eu falo, os homens na casa é religião?
Não é, não é, velho.
Como que era o nome dele no Grindr, hein?
John Talarim.
John Tala.
É isso, espero que ele pague por todo inferno que fez na minha família. Não vai pagar, vai atrás dele que não vai pagar. Isso aí tem que vingar, tem que jogar calcinha na casa dele.
Mas e aí, ela terminou assim?
Terminou assim.
Tem muita pergunta pra ser feita, tem muitas.
Tem muitas perguntas.
Muita confusão.
Vamos fazer, às vezes ela responde.
Eu queria saber o nome dele no Grindr, acho que com local.
É, eu queria saber também.
Como é que ele mostrava a foto? Acho que não mostrava foto.
John com local.
John com local e motorista particular, né?
Amor! Meu motorista tá indo aí te buscar.
Mas aí a tia descobriu tudo, terminou com o John?
Terminou. Ah, ele não transava, né?
Não, mas acho que não era por isso, ela ficou 2 anos com ele.
Gente, essa parte do sexo para mim ela expôs de graça, ela foi de graça, ela foi de graça.
E nem comia minha tia, mas achei importante vir essa informação.
É, eu achei importante também. Não, a tia, coitada, tava É porque além de todas as máscaras, ele usou a máscara de hétero para—
e a máscara do Grindr, que é uma máscara.
Tudo isso para a gente descobrir no fim que o John era gay.
Era isso a história, para dizer que, gente, não acreditem em gays. Não acreditem em gays. No episódio passado com Chico Felipe e Fê Bartolotto A gente chegou à conclusão, era só carros LGBT e nenhum prestava. A gente falava, gente, não presta, esse povo não presta, não presta. Olha o que aconteceu com o João Talarico. Mas assim, achei um pouco chocante ele ter motorista particular, ele não pagava aluguel, gente, ganhava R$20 mil lá. É, ganhou R$20 mil.
Ele vive tipo o meu sonho, né? Ele tem motorista particular, ele tem motorista particular. Ele ganha R$20 mil por mês, tem uma casa cheia de homem, e tem uma casa cheia de homem, e uma casa cheia de guru.
E assim, ele se aproveitou do preconceito das pessoas, mas ele mesmo frequentava todas as religiões. Então ele era uma pessoa, ele era um grande culto ecumênico, ele gostava, né?
E era gay, entendeu?
John, tô com você, cara.
A gente ficou com todos os machos das escolas.
Eu gostaria que você, John— não, mentira, a sobrinha, a filha da mãe, é foda. Mas a menina que mandou a história, responda, conta mais pra gente. Eu acho que tem mais, falta mais informação aí. Tipo, beleza, descobriu tudo, ele foi expulso, ele foi escorraçado da igreja. Eu quero, sabe, eu quero se virou contra ele, o amigo ficou como, né?
Como é que ele chamava? Francisco.
O Franco, que é o ex-marido, né? O que que deu? Continuou motorista particular?
Voltou com a tia?
A tia tá transando? Só tia tá transando hoje?
Muito importante.
Como é a vida sexual da sua tia?
Isso para mim é o mais importante.
E os R$20 mil? Ficou por isso mesmo?
R$20 mil foi, né, gato? Tipo assim, é transferência, acho que em 2 anos não tem nem como você reaver. Só fiquei 2 anos sendo burra. Não dá, é difícil.
Vira documentário essas coisas, né?
Então eu falei, vou mandar para o Chico Feliz, a gente tem mais resposta para passar para ele.
A gente trouxe essas informações e bora para o próximo caso. Deixa eu ver qual que é aqui.
Os perigos da corrida. Oi, Mabê, Foquinha e João.
Sabe que é uma B que escreve isso, né, gente?
O dia que descobriram isso, as pessoas É porque eu sei que uma vez a gente foi gravar, tava: oi, convidado, convidado.
É que às vezes eu falo pra gente mudar pra não ficar a mesma coisa em todos os...
Mais um roteiro nascendo.
Mais um roteiro nascendo.
Gênero: comédia. Ambientado em uma...
Mentira. Gente, sério, essa é a melhor coisa do mundo.
Eu amo ela. Na minha casinha... Agora que eu tô em Minas, né? Agora eu me, eu me canto para gente. Canta comigo. Eu ia aqui, ó. Na minha casinha de barro, no meio do mato, amanheceu.
Ele tava doido para cantar.
Comia o que tinha, o cuscuz de mainha era puro prazer. É você, a gente acordava cedo. Meu Deus, eu amo muito esse vídeo porque ela tá cantando, tem um Lulu da Pomerânea. É bom demais, gente.
Vamos lá, grande fly para rolar enquanto a gente tá falando, para galera lembrar, por favor.
Grande fly. Oi, Mabê, Foquinha e João, sou o Guilherme de Paraguaçu, Minas Gerais. Alô, Minas Gerais! Do nada, né? Aqui na cidade tem uma pista que a galera usa para caminhar e correr, só que ela termina bem na frente de um cemitério. A prefeitura asfaltou a frente desse cemitério e ficou ótimo.
Porém, hashtag publi, né?
Prefeitura de Paraguaçu, muito obrigado, Prefeitura de Paraguaçu!
Muito obrigada! Inclusive, a Prefeitura de Paraguaçu que tá patrocinando o caso do Hoje, obrigada.
Esse espetáculo tem apoio da Prefeitura de Paraguaçu.
Não aconteceria sem a Prefeitura de Paraguaçu, que deixou de reformar a pista no cemitério para fazer esse projeto e valorizar o teatro. Comprou minha chuteira, tá?
Não é de campo, é society.
Eu vou explicar porque, coitado, né, o povo não vai entender, mas eu tô explicando. Maior do que eu, só sai. Não, mas é só isso.
Desculpa.
Eu, enfim, eu tenho essa chuteira e que eu botei na internet, que era uma história assim, ai, gente, nem tô ligando para Copa. Daí no próximo, meu Deus, comprei uma chuteira rosa! E aí eu enlouqueci. E aí tava todo mundo assim, ai, mas você comprou uma chuteira, você não vai conseguir andar porque ela tem trava. Todo mundo ficou fazendo um drama. Eu falei, gente, foi R$290, não é possível que vai ter uma trava na chuteira. Que isso, querem parar as mulheres azuis?
E aí, quando chegou a chuteira, eu falei, ó, não tem trava não. E aí descobri que eu comprei uma chuteira society, que não é de futebol normal, não é o que eles estão jogando lá, que estão jogando lá, assim, é de grama sintética, influenciada pelos jogadores de futebol na Copa do Mundo. Foi society, então é um campinho de grama sintética, aí não tem trava, não tem trava. John Talarico mesmo tinha no quintal dele. O Franco fazia um bico de motorista particular e jardineiro.
Você pode correr lá na frente de Paraguaçu, ali na frente do cemitério, não vai ter trava.
Ó, não é tão publi não, tá? Ó, a prefeitura asfaltou a frente desse cemitério e ficou ótimo, porém não instalaram luz.
Gente, para dar uma vibe cemitério, né?
Basicamente, rapidinho, desculpa, eu queria fazer um esclarecimento que eu fiquei sabendo que não teve luz na pista de Paraguaçu. Então a gente tá cortando o patrocínio da Prefeitura de Paraguaçu em respeito às pessoas.
Você é muito julgada.
A gente não vai mais se aliar, mas só aqui na Bet Paraguaçu. E se você ligar agora, você tem o QR code aqui.
Porém não instalaram luz nesse trecho novo. Basicamente uns 200 metros de breu. Era umas 7 da noite e eu fui correr lá com mais 3 amigas— amigos.
Correr?
Correr com mais 3 amigos.
Com a chuteirinha do seu site?
Com a chuteirinha do seu site.
Para bater a nossa meta de treino, precisávamos ir até o final e voltar 2 vezes. Entendeu, né? Minha dicção ficou comprometida, mas ficou bom. Na primeira volta, beleza, fui mais devagar acompanhando os meus amigos. Já na segunda, decidi tomar uma dianteira.
Ixi, ai, gente.
Ele se achou agora.
Não, ele já que meio que acabou com os meus amigos, né? Esses preguiçosos, lento do caralho.
Adentrei a escuridão com a lanterninha do celular apontada para o chão.
Não.
Quando olhei pra frente, bem na entrada do cemitério, vi um vulto.
Ai, não.
Mas não era um vulto normal. Era uma silhueta branca alta que parecia estar levitando. Que isso, gente? Como eu sou ouvinte assíduo do Caso Bizarro, minha mente travou. Ele viu o vulto, a primeira coisa que ele falou assim: sou ouvinte do Caso Bizarro, tá acontecendo, tá acontecendo. Ele assim: ai, vou mandar essa história. Aí entrou a lógica do sobrevivente mineiro. E se não for fantasma? E se for um cara vivo querendo me assaltar ou roubar meus órgãos?
E ele também ouvindo do modus operandi, ele levitando enquanto isso. E aí vai terminar isso aí?
Podia ter feito uma selfie assim, né? Dei meia volta e corri o mais rápido que meu corpo aguentava. Minha amiga, que vinha um pouco atrás, viu a minha lanterna balançando e não pensou duas vezes Saiu correndo também. Eu também, eu ia ter uma crise de ansiedade, ia parar, ia morrer. Eu se vejo um monte de gente correndo. Nossa, na hora, igual casal de crossfit na rua. Se passar por mim, eu vou embora.
Você viu aquelas pegadinhas japonesas do povo correndo, aí vira numa rua, aí tem uma pessoa andando e todo mundo correndo, e a pessoa começa a correr também? Gente, é a coisa mais engraçada do mundo. A pessoa provavelmente morreu de ataque cardíaco, mas é muito Engraçado.
Eu amo pegadinha. Tem dia que eu até boto lá pegadinhas do Silvio Santos antigas. Adoro, gente, adoro.
Na época que não tinha leis, né?
A da menina no elevador, sabe?
Nossa, a do menino do elevador, gente.
A do elevador é um clássico.
Aquilo podia ter matado a pessoa.
Eu tava um bêbado, né, cara? Dei meia volta e correu mais a Jalissa.
Minha amiga viu a luzinha balançando.
Minha amiga que vinha um pouco mais atrás viu a minha lanterna balançando. A Jalissa também, só ativou o modo pânico e disparou comigo. A amiga, no caso. Eu só parei quando cheguei no primeiro poste iluminado que a Prefeitura de Paraguaçu colocou. Apoiei a mão nos joelhos com o pulmão ardendo, quase sem fôlego. Do meio do breu surgiu um barulho muito alto, um estrondo. Eis que emergiu da escuridão um cavalo preto Que isso, gente? Que isso, gente? Cante!
Não, tchau!
Montado nele, um homem vestido de branco, calça branca, camisa de manga comprida branca. Por isso que ele tava levitando, ele tava de cavalo e era um breu, entendeu?
Meu Deus, ele só viu a pessoa!
Bom demais, né? O cavalo era tudo croma aqui, era um cavalo meio croma aqui no cemitério. Ele mandava o cavalo trotar como em marcha. Ao passar por mim, ele me olhou de cima abaixo com olhar de julgamento, como se pensasse Olha aí o frouxo que saiu correndo. No final, quando o resto do grupo terminou a volta, parei para contar o que tinha acontecido. Minha amiga achou que eu estava fugindo de uma cobra. E ela lá, foda-se, correu, eu vou correr também.
Quase tive uma parada cardíaca por conta de um cara que decidiu treinar um cavalo na frente do cemitério. Aí fica a pergunta: quem em sã consciência se veste de branco para adestrar um cavalo na porta de um cemitério no escuro às 7 da noite de uma quarta-feira.
Gente, só ele viu? Os amigos viram?
Não, a amiga não viu.
Amiga achou que era uma cobra.
Tinha mesmo o cavalo com—
tinha, o homem passou lá, o homem passou lá um pouquinho.
Só essa pessoa viu?
Mas é só— mas será que só ele viu?
Meu Deus, era um cavalo! Como que as pessoas estavam correndo junto e não viram o cavalo?
Mas ele pegou a dianteira, ele foi na frente.
Mas muito—
mas aí na hora que o cavalo passou, ninguém viu?
Amiga viu e foi Tá vendo também?
Minha amiga achou que eu estava fugindo de uma cobra, verdade?
Gente, assombração, assombração!
Agora, eu nunca vi uma assombração montada num cavalo.
Ah, tem vários tipos.
Não acabou não, ó. Se a intenção dele era assustar alguém, parabéns, eu fui o sorteado da semana. Meu trauma foi tão grande que agora só corro nas partes iluminadas da pista.
Gente, era assombração, com certeza. É porque assim, por que que ele ia estar lá só para assustar?
Ele era contratado da prefeitura.
Eu também acho que ninguém vai treinar um cavalo no cemitério à noite, entendeu? Eu particularmente, treinadora de cavalos, eu não iria nesse horário.
Você com a sua girafa, para mim a girafa, para Grace lá em Paraguaçu.
Tem uma pegadinha boa, lembrei que tem uma pegadinha boa do Silvio Santos também, que eles ficam lá na frente Na frente do Cemitério da Consolação, você já viu? Tem um ponto de ônibus ali, não tem? E aí passa isso, aí passa o negócio assim, ó.
Não é o que a caveira tá dirigindo? Eu amo essa!
E aí o povo sai correndo. Bota aí na tela. Então é tipo isso, não?
Não, transponha isso.
A gente podia fazer um react de pegadinha.
Nossa, eu ficaria, ó, eu ia ficar ali.
Mas foi tipo isso que aconteceu em Paraguaçu. Foi, foi, era uma pegadinha, gente. De queixo caído. Sou fã do Caso Bizarro e apoiadora, amo demais. Bom, eu estava querendo escrever sobre isso há um tempo, mas estava com preguiça. Eu amei a sinceridade, é muito, né? Ela achou a ocasião perfeita, falou, bom, tá bom.
Tem uma pessoa que uma vez me encontrou na rua e falei, ai, eu tô com uma preguiça de vou te contar aqui agora. Eu não trago aqui por você. Tô aqui para você pegar um Uber, 2 minutos. Mas era uma história muito boa. Ela terminou o namoro porque ela desconfiou que o namorado dela era lobisomem, gente. E a história é maravilhosa. E ela me falava as coisas, eu falava, gente, tá na cara que é lobisomem. Assim, ele subia umas noites muito específicas que era lua cheia, ele era bastante peludo.
Agora eu não lembro particularmente assim, mas ela Me parou, mas ela falou várias coisas. Eu falei, cara, eu acho que ele era lobisomem, porque ele também era o sétimo filho da família.
Ai, com certeza!
E ele tinha 6 irmãos. Gente, isso é batata! Família com 7 crianças, 6 mulheres e um lobisomem.
Eu queria ser lobisomem.
Oi?
Eu queria ser lobisomem.
Você queria? Você queria ter uma girafa? Você queria ser lobisomem? Você queria ter uma papa fly?
Ai, meu Deus.
Mas eu também queria ser lobisomem.
Mas quando você volta de lobisomem?
Mas dói pra caramba, né? Porque machuca as costas. A gente que tem problema na cervical, amiga.
Não dá, né? Não dá pra ser lobisomem.
Não é fácil.
Será que você ia ser azul se você fosse lobisomem?
Será que eu ia ser lobisomem azul?
O primeiro lobisomem azul da história.
Nossa. Ia ser tudo.
Ia ser assustador. Imagina no Paraguaçu ali.
Na porta do meu breu de Paraguaçu.
No beco, atrás do cavalo assim.
No Cavalo Azul.
Mas quando você volta de lobisomem, você tá de roupa, né? Quando você vira lobisomem.
Então, mas aí rasga, você rasga. Por isso que geralmente—
Mas você volta pelado?
Então, geralmente quando você vai fazer a transformação, que você sabe que você vai fazer, você tira a roupa antes. No The Vampire Diaries, ele fazia isso.
No Crepúsculo, rasgava as roupas. Rasgava as roupas, mas de roupa. Mas ele volta pelado? Volta de roupa.
Mas é que ele tinha uma roupinha a mais ali, que a família pegava.
O lobisomem é de mochilinha, né?
A moedinha de roupa, ó, filho, não achei. Pega uma moedinha de roupa, uma cueca nova. Mas eu acho que no Crepúsculo rasgava mais por poder mostrar esse camisa. Agora, The Vampire Diaries, que é uma série séria, é super séria, eles realmente ficavam pelados antes. Eles sexualizam também os vampiros, sensualiza, mas o lobisomem Também. E aí ele se algemava também, era horrível porque é uma sensação de quebrar os seus próprios ossos, né?
Naquela época é isso também, é dolorido.
Bom, mas volta de roupa. É assim, tá bom, vamos voltar, né?
Então vamos voltar.
Sou enfermeira, tenho costume de ter sensações estranhas e já ouvi até sons no local de trabalho, mas hoje vou falar sobre fatos que aconteceram comigo na casa em que eu morava. Em uma época, só deu informação, só queria contar que é enfermeira.
Olha, eu salvo a vida das pessoas, tá? Meio isso, para quem não sabe o que é isso. Fez faculdade.
Numa época que tava meio mal mentalmente, queria me mudar e morar sozinha, pois achava que meu problema era a família. Grande ideia. Contudo, minha mãe e minha irmã fizeram drama porque iam comprar uma casa e se eu não pudesse ajudar financeiramente, elas não conseguiriam. Nossa, família é nossa, achei meio tóxico. Meio contra a minha vontade, mas fui. Nos mudamos e no primeiro mês na casa nova fui assaltada voltando no ônibus. Até aí nada bem.
Achei que ele ia falar até aí tudo bem.
O clima da nova casa estava sempre péssimo, brigas constantes, etc. Uns 3 anos antes, quando já tava chegando ao meu limite, um dia cheguei em casa e toda a minha roupa estava espalhada em cima da minha cama, como se alguém tivesse revirado tudo, ou se um lobisomem tivesse Perguntei a minha irmã e ao meu sobrinho, e eles juraram de pé junto que não tinham sido eles. Acreditei. Percebi então a janela com marcas, como se tivesse sido forçada pelo lado de fora.
Lobisomem. Nada me sumiu— não, nada meu sumiu. Então não foi um assalto, acho. Nesse dia eu mal dormi, apavorada. Fiquei tentando ver as imagens da câmera, porém As câmeras só pegavam a parte da frente e meu quarto ficava no segundo andar, na parte de trás da casa. Casão! Dias depois, após uma confraternização do trabalho, eu bebi duas caipirinhas duvidosas de uma promoção de R$2 e cheguei em casa, gente...
R$1 por caipirinha, imperdível!
Eu bebi R$1 por caipirinha.
É dentro?
É dentro!
Não.
É dentro. Não, gente. V5, tá com R$5 aqui.
V5. Brigando e gritando com todo mundo. Ah não, então ela chegou em casa muito louca, brigando e gritando com todo mundo, descontrolada.
As máscaras vão cair.
Era o João, ele me chamou, talaribecou. Subiu ao meu quarto e ao voltar com a intenção de tomar banho, eu caí da escada. Desculpa, peço perdão.
Na intenção Na intenção de—
ela quer—
coitada, ela tá pouco fodida.
Nossa, muito louca, foi tomar um banho, caiu da escada.
Nossa, pelada! Será que ela caiu pelada?
Não, e piora, fiz uma laceração no meu queixo. Ela é enfermeira, vamos lembrar, e não parava de sangrar. Gente, o que é uma laceração? Alguma enfermeira?
Um corte profundo?
Ah, uma laceração é um corte.
Tem enfermeira?
Humilhou a gente.
Ela só sabe mesmo.
Então, corte no queixo, não parava de sangrar. Uma cachoeira de sangue, ela foi um pouco mais específica. Fui socorrida pelo meu namorado. É, não era enfermeira, gente. Tô brincando.
O Ayné Médico faz uma pergunta de você mesmo rapidão.
Faz um negócio aqui no queixo. Fui socorrida pela minha namorada, que foi me buscar. Bom, inclusive, quando chegamos no hospital, ele foi acusado de agressão. Meu Deus, gente, ela quebrou o maxilar!
Nossa, calma, isso não é uma laceração, gente, foi muita coisa.
Quebrei meu maxilar e tive que fazer uma cirurgia, gente. Não me lembro quase nada do momento que aconteceu, apenas flashes. Eu tinha costume de beber, não tinha como ficar assim apenas com duas caipirinhas, R$1, né, amor?
Gente, amor, R$1, é lá, gente, R$1 cada caipirinha.
Tomei só duas, não é possível, não é possível que eu fiquei louca. Pode ter sido um surto mental, mais provável. Ela tá achando que foi um surto mental mesmo, ou uma possessão. Foi a caipirinha, uma possessão.
Duas caipirinhas de R$2, essa gata?
Não, gente, super Posseção da ideia errada de comprar duas caipirinhas.
Hoje mora em outro lugar, estou bem mentalmente, parei de beber, está tudo em paz com a minha família. O que vocês acham que rolou? Estopim mental ou possessão demoníaca? Beijos. Caipirinha de R$1 cada. Gente, é bem óbvio, vai, não é? Eu, como uma pessoa que caí no rolê e quebrei o pulso, posso dizer que foi a caipirinha.
Pô, mas R$2, tá lá.
Você quer bebida, uma caipirinha?
Você tá no rolê, aparece a barraquinha, caipirinha, R$1, você compra?
Gente, é que é foda quando a gente é jovem, né?
Gente, meu namorado foi comigo no hospital, então eu tô achando que sou eu essa história.
Por quê?
Porque aconteceu a mesma coisa comigo. Eu caí— não, mentira. Eu caí, mas eu quebrei o pulso, né?
Mas teve uma laceração?
Não. 2 pinos mesmo.
Você tem um pino no bumbum? 2. Quando você passa no aeroporto, faz pipi?
Não, que é outro tipo de material.
Nossa, de madeira? Que pino é esse?
É coisa cirúrgica, é negócio cirúrgico, aqueles material cirúrgico. Eu tenho até uma cicatriz aqui, ó. Agora sabe qual é o melhor de tudo? Que eu caí porque tava tocando uma música, aí eu falei, ai, tava no banheiro, eu fiz, ai, adoro essa música. Sabe qual que era a música? Quebrei o pulso, né, a mão que eu quebrei. Vou ser mais específica, tá, agora para contar. Eu quebrei o rádio, né, o osso aqui do pulso, e rompi todos os ligamentos dos dedos. Amiga, tranquila, só quebrei.
Quantos anos você tinha?
Não, eu fiz agora pouco, agora pouco.
O que que é isso?
Eu fiz, fiz, minha mão não mexia, amor. Fui direto para o hospital, fiquei internada.
Era o André que tava com você?
Era o André.
Gente, que isso!
Quando que foi isso?
Porque assim, eu já— mas o que eu ia dizer é qual que era a música que tava tocando quando eu quebrei minha mão. Ai, meu Deus, Hands to Myself. Ah, meu Deus, aquela Can't Keep My Hands from Myself. Quebrei a mão, maldição, da Selena Gomez.
Gente, eu acho que foi possessão.
Ah, você acha que foi?
Eu acho que foi possessão, porque eu gosto quando a Foquinha lê história de possessão.
Aí você forçou, você botou ela.
Mas ela falou um negócio da casa lá, né, que ela com a família dela.
Parecia que você bebeu uma caipirinha junto dela.
Ela falou lá o negócio da casa dela lá, que ela brigava com a família. Tem um momento importante interessante dessa história que ela fala: cheguei bêbada brigando com todo mundo, gritando.
Ela falou aqui, deixa eu vir, entendeu? Ela já chegou doidona, alucinando, gritando com todo mundo, descontrolada.
Mas tem que ver.
E aí ela saiu do quarto com intenção de tomar banho, ou seja, ela não tomou banho também. Será que ela foi— ela tava pelada quando ela caiu?
Era um pouco mais humilhante, né?
Meu maior medo, gente, me acidentar pelada ou calcinha feia, né?
A calcinha feia é uma coisa, sempre foi coisa de mãe, né? Minha mãe falava assim, mas vai no supermercado assim com essa roupa rasgada? Porque se der um problema, você assaltar, não sei o quê, você aparecer no Fantástico. Sempre era isso. Aí eu, gente, mas assim, só aparecer no Fantástico depois de um assalto no supermercado, a última coisa que vão olhar é falar, nossa, você viu a calcinha daquela menina? Levou um tiro na perna, você viu a calcinha dela? Calcinha merecia o tiro.
O pessoal repara, amiga.
O pessoal repara. O pessoal é ruim. O pessoal é ruim.
Eu acho.
Nossa, mas ela tava com essa calcinha mesmo?
Com essa calcinha não queria levar um tiro. Gente, depois—
Com uma calcinha dessa. Ai.
Eu conheço uma mulher que usava essa calcinha e ela também só teve coisa ruim com ela.
Ah, sabe esse negócio de cair? Sabe qual que é o meu maior medo? Meu maior medo é cair de moto.
Não, cair em público, cara, tem coisa de você já, amigo. E você levanta, e você levanta meio arrogante, porque você olha assim, ó, eu tô bem, sabe? Você olha meio assim, tipo, não, tô bem, vem aqui me ajudar, não vem aqui, eu não preciso da sua ajuda. Só que tem uma vez que eu caí, eu precisei de ajuda. E aí eu quis ser arrogante, mas eu ao mesmo tempo Tempo, metade do meu rosto ficou arrogante, mas outra metade ficou—
e aí você vai meio arrogante mancando, né?
Eu juro que eu, quando eu caí, quebrei a mão também.
Eu fui, eu caí com tudo, e aí eu voltei direto. Eu fui e voltei, sabe?
Que você fala não, mas você caiu e você foi embora para casa?
Não, eu fui para o hospital.
Ah, direto? É que a sua cara falar assim, ah não, tá tudo bem, eu vou terminar de ouvir a história.
Eu fiz assim, não, gente, eu tô ótima. Aí eu soltei a mão. Quando eu soltei a mão Lágrimas. Aí eu acho que não tô bem não. Aí voltei e fiquei segurando minha... Ai, que dozinha. Fiquei segurando meu pulsinho. E fui até o hospital assim. Aí eu ainda falei pros meus amigos. Falei, não, gente, eu tô ótima. Eu só vou botar uma talinha no hospital e já volto. Aí eu fui pro hospital, o André foi comigo. A gente foi, chegou lá. Ficamos lá internada, PS, né, esperando e tal, não sei o quê.
Aí eu, gente... Aí eles me botaram gesso. Aí tava demorando muito. Acho que era pra liberar, fazer exame, ressonância. Eu já tinha feito raio-X e tal. Eu falei assim, gente, e aí, como é que tá? Eles, não, é porque tem uma fila e tal, não sei o quê.
Doida para ir embora, doida para outro rolê.
Aí eu assim, é, então, mas vocês não podem me liberar, eu volto amanhã e faço a ressonância. Daí ele, não, você não tá entendendo, você não pode sair, você tá internada. Aí eu, tô internada? Aí corta.
Oi, oi, oi!
E meu amigo que tava no rolê foi Foi para lá, virou um grande negócio, gente. Fiquei lá, era sério, juro, fiquei até o dia seguinte. Aí no dia seguinte era, o médico foi lá, foi para o quarto do hospital, o médico foi, você tem que cirurgir.
Gente, que horror!
É, nunca caí não.
Nunca caiu? Você nunca caiu?
Não, mas caiu uma vez no aniversário que eu tava chegando assim, era um bar e aí era um negócio meio no fundo assim. Aí eu tava vindo tipo, oi gente, cheguei, pá, caí. E aí a mesa inteira fez assim, sabe quando a mesa faz assim, ó?
Ninguém faz nada.
Eu fui embora.
Você foi embora do seu aniversário?
Não, não era meu aniversário, aniversário de uma pessoa. Eu vou embora, eu vou embora, juro, eu vou embora. Eu odeio cair aqui. Se eu cair aqui agora, eu vou embora, eu vou embora, eu vou embora, eu vou embora. Eu não consigo lidar, eu não consigo lidar com esse negócio de: ai, nossa, tô bem, como é que você tá? Você tá Tá bem, não consigo acreditar. Olha para a tela, o menino caiu! Olha lá, ele caiu, tadinho!
Aí a pessoa faz assim, isso.
Aí a mesa do lado fala assim: menina, você não viu o menino ali cair? E aí saber que isso tá acontecendo acaba com a minha cabeça.
Eu vou: nossa, sim!
E aí você não suportou a ideia de passar esse constrangimento, meu Deus, com essa coisa de tipo assim. Aí a menina do bar vem e fala assim: Oi, tá tudo bem? Tá precisando de alguma coisa? Tem um gelinho, sabe? Eu vou embora, chama meu Uber, eu vou embora.
Tem o cara de gelinho, porra. Não, e lembra aquele meu aniversário? Eu fiz um aniversário em 2022, foi a primeira rolê pandemia, depois que teve a pandemia, que eu fiz. E todo mundo pegou COVID, foi horrível. Mas assim, menos você, é verdade. Mas eu, João, todo mundo se ferrou. E aí a gente ficou muito louco naquele dia, né? Porque A gente não saía há 2 anos, tal. E aí eu caí naquele dia, mas ninguém viu. No fim, aí eu levantei, fiquei me achando, fui no banheiro, limpei, mas eu caí, dei uma raladinha. Imagina se eu tivesse ido embora.
Eu iria, meu amor. Fica aí, aproveitem a festa, gente, foi ótimo.
Embora do seu próprio aniversário?
Não, foi um surto aquele aniversário, porque o João, ele criou uma música com a palavra João João de Barro.
É verdade, não tem braba.
A gente ficava gritando, a gente não sei dar um jeito. E era João de Barro, é, do nada João de Barro. E aí tipo todo mundo no início não achou nossa, enlouqueceu.
Nossa, que legal, hein?
E no final todo mundo, João de Barro, tipo parecia uma seita.
Mas por que isso, gente?
Ah, João de Barro, eu te entendo agora, verdade.
Gente, desinterrompimento.
A gente ficava lá fora na frente. E aí, qual que é o nome da Bluetooth lá?
Eu lembro disso, eu recebi no AirDrop uma trolha, uma trolha, é verdade, uma pica.
Sim, mas de qual que era o Bluetooth?
Qual era?
Ai, Selena Gomez!
Era Selena Gomez, era Selena Gomez! E eu lembro que a gente ficou olhando quem teria aquela pica, a gente ficava assim, quem tem esse pau? Quem tem?
A gente começou a gritar Seleneitor, Seleneitor.
A gente ficou cantando música da Selena pra ver se alguém olhava assim. Tá tudo conectado.
Tá tudo conectado, gente.
E aí a pessoa que mandou a pica pro Fih foi quem me empurrou e eu caí e bati a cabeça no meu rosto.
Foi tudo nesse dia. Era um Faustão, né?
A pica essa é conhecida também como a Grace, que tinha 3 metros.
E 3 anos, tava lá, né?
Chega. Vamos para o próximo caso.
Vamos sim.
Nossa, por que que a gente é assim, né?
João de Barro me pegou muito, eu não lembrava.
Agora eu lembrei tudo, me pegou muito. Vaca Flamejante. Agora vai, agora vai. Olá, gente! Ó, esse aqui não quis nomear. Estou escrevendo, me chamo Gabriela e sou de Macapá, Amapá.
Um beijo, Macapá!
E um beijo, Macapá! Estou escrevendo para contar dois casinhos bizarros. O primeiro aconteceu com a minha mãe. Ela tinha por volta de 25 anos, eu ainda não era nascida. Ela trabalhava no interior do estado, anos 90, e naquela época era muito estrada de terra e pouca iluminação, tudo bem sinistro, parecendo filme de terror. Ela trabalhava para o governo fazendo negociação de terras para agricultores, logo viajava bastante pela região.
Muitas vezes voltava tarde da noite para casa. Certa vez, seus colegas resolveram ir para uma festa que iria acontecer numa região inóspita. Ela não estava a fim de dormir fora de casa. No meio do caminho, ela sentiu um sono imenso, mas continuou dirigindo para chegar logo em casa. Naquele momento, entre uma música alta tocando e o sono quase vencendo, ela olhou para o lado e viu uma vaca correndo ao lado do carro. Mas não era uma vaca qualquer, era uma vaca sem cabeça E no pescoço só havia fogo. Mas como é que sabia que era vaca?
Geralmente é mula, né?
É a mula sem cabeça.
Mas era vaca porque era malhada, será?
Malhada, malhada, mula sem cabeça malhada.
Eu acho só usava whey protein, era reticulada. Ela se lembra de trancar o cu, acelerar o carro e torcer para vaca não alcançar. Seu sono passou, obviamente, e não olhou mais para o lado. Depois disso, você não acorda. Uma vaquinha. Hoje em dia minha mãe não viaja mais sozinha na estrada. Fica o questionamento: seria a vaca sem cabeça uma prima da mula?
Olha lá, viu? Eu acho que era a mula sem cabeça, né?
Delírio! Nossa, cravou! Você não acredita na mula sem cabeça?
Não, tem um problema com mulas.
Você tem problema com mulas?
Com cair com mulas.
Se você vê uma mula, você fala: não, aqui não vou ficar. Você vai embora na hora, né? Vou, tá. Segundo, intolerante a mulas, pode colocar na bio.
Mas é folclore, né?
Isso aí, folclore, né? Saci-pererê, coisa toda. Segundo caso: em 2018, meu namorado na época, hoje meu marido, morava numa casa alugada que eu sempre considerei muito sinistra. Eu nunca fui sensitiva nem nada, mas naquela casa eu sempre tinha Gente, tô escutando uma, tá esquisito, tô escutando eu mesma falar. Não, tipo, eu tô falando, eu sei, mas eu tô escutando tipo uma, mas acho que não, né?
Não começa não, né?
Tava escutando uma outra Mavê falando.
É a Mavê, gente, é a Mavê!
É a Mavê!
A Mavê veio, gente! Então não aconteceu isso, né? Que esquisito!
Não, se tá acontecendo, tá aí com você.
Tem alguma mula sem cabeça aqui? Acho que cadê a mula cabeçuda? Tá, mas passou, nem nada. Parou, parou, parou.
Foi rapidinho, né?
Foi rápido. A Mabê inventou, inventou. Não inventei, juro, gente. Mas naquela casa eu sempre tive uma sensação ruim, tinha dificuldade para dormir, ficava inquieta, e uma sensação de estar sendo observada. Em uma casa antiga, as travas das portas eram— é, não, desculpa, era uma casa antiga e as travas das portas eram esquisitas, como se já tivessem sido trocadas várias vezes, e tinham trincos pelo lado de fora. Bem bizarro. À noite, na hora de dormir, ele sempre esperava eu ir para o quarto para apagar as luzes do restante da casa.
Uma vez ele teve que se impor contra uma assombração. E aí Ó, 5 minutinhos lá fora.
Qual que foi?
Qual que é? Ao se sentir observado, disse para o espírito que quem morava lá era ele e que assombração que tinha que ir embora. Eu que pago esse aluguel, eu que pago esse aluguel, tem um motorista particular, tá ali, ó. Segundo ele, a sensação parou logo depois disso. Para mim nunca passou, sempre senti algo ruim quando estava lá. Quando meu namorado foi se mudar de imóvel, os donos disseram que compraram a casa de uma família cujo pai era padre e mantinha as filhas trancadas no quarto.
Não vai, né, gente?
Sim, do nada o cara contou essa história depois que ele foi, que o cara tava saindo da casa.
Mas padre pode ser pai?
Mas acho que também não pode trancar as filhas.
É, eu acho que o pior aí é trancar as filhas. O problema não é o padre ser pai.
Mas ele é pai!
Torceu os filhos até a morte, mas ele era pai. Não, mas realmente, padre, pai, né?
Não tem muito, né?
Não tem muito, mas gente, eu falo que eu vou sair, não vou ficar na casa não.
Ele ficou. Ué, mas contou depois que ele precisava.
Ah, eu não sei, eu não vou para justiça.
Você acha que você vai contar?
Eu falo, me contou depois, mas é uma coisa de má-fé.
Mas se ele contar, não vai alugar, ué.
Ah, mas porque a babá vai contar depois, então guarda para você.
Eu falei, então não conta.
Não, mas você ia contar? Não. Então o cara contou.
Depois eu contaria. Mas antes não, como é que eu vou alugar minha casa? Aqui, ó, quer alugar a casa que o padre trutou?
Mas aí fica quieta, você vai contar depois que a pessoa mudou?
É verdade.
Ai não, eu ia ficar com ódio.
É verdade. Sim, do nada o cara soltou essa história bizarra só na entrega do imóvel. Fico toda arrepiada quando lembro disso. Isso. Um beijo, Gabriela.
Gente, eu achei engraçado, né?
É, pelo menos cenário longo.
Que não aconteceu nada? Não, depois ele enfrentou uma assombração.
É verdade, foi depois.
Ah, tá.
Não, fui burra, fui burra.
Não, amiga.
Gente, tá vendo?
Eu não iria.
Mas você iria porque você não sabia.
Não ia, ninguém ia me obrigar.
Pô, casinha bonitinha. Não ia. Vila Madalena, aluguel.
Eu sou livre morar na Vila Madalena.
Mas não, eu na Vila Madalena, Vila Mariana, vizinha, R$900 no aluguel, 3 quartos.
Não, gente, eu ia ter pavor, eu ia ter pavor. Não, de jeito nenhum. Eu ia brigar com o cara, eu ia falar assim: me avisa isso agora, seu otário do aluguel!
Mas isso aí é, não tem lei que fala isso.
Tem sim, eu ia brigar.
Não tem lei passando.
Acho que nos Estados Unidos tem uma lei sobre isso.
Lei de assombração?
Não, da assombração. Mas que você precisa informar o inquilino se houve um crime de—
Não tem isso aqui?
Tem algum advogado aí? Tem alguma lei por aí? Eu lembro que eu pesquisei na época, muito assim, muito assim.
Bem por cima.
Primeiro link, né?
E que no primeiro link tava lá assim, leis.blogspot.com. Leis de, como que chama, de imobiliária, blogspot.com. E não tinha, não, realmente a pessoa não precisa avisar.
Eu também não aviso.
Aí eu vou jogar aqui para ver, eu vou dar uma pesquisadinha assim, ó, tem lei no Brasil, tem lei.
Não, gente, eu aqui, ó, dono da casa, não ia avisar não.
Não, mas você não ia o quê? Mas aí você ia guardar para você.
Eu vou traduzir que tá em mineirês, você ia contar, é sua cara.
Contar. Ó, essa foi boa.
Você falou assim, nossa, então sem querer você começou a lutar.
Ó, encontrei uma lei aqui, é com o projeto passa a ser crime punível com reclusão de 3 a 6 anos a invasão de casa alheia.
Ah, o Google falou que ele quis aqui, não tem nada a ver, não tem nada a ver.
O que que é isso? É realmente, que bom que invadir a casa alheia é um crime. Aqui, ó, o direito brasileiro não reconhece fenômenos paranormais, mas se uma casa tem uma má fama, isso afeta o seu valor de mercado. Existem mecanismos legais que é vício redibitório e oculto, que garante que um bem não pode ter defeitos ocultos que o tornem impróprio para uso ou diminuir o seu valor. Tipo oculto, uma mortezinha.
É isso, isso também não oculto.
Tipo, não pode estar oculto, tem que estar contando.
Tipo defeito físico, não é?
Mas eu acho que para aluguel não, acho que para venda só. Para aluguel você vai ter que ficar falando tudo que aconteceu. Ah, Benedito uma vez, não, mas aí não fala.
Isso que eu tô dizendo, porque a fofoca ela tá ali, né? Depois que eu mudei, meus vizinhos ficaram fofocando um monte de coisa do prédio também.
Eu não entendi a lei.
Não, assombração não vale.
É, o Brasil não, não entende por assombração.
Eu amei essa informação aqui, ó.
Porém, se a casa tem algum tipo de má fama ou reputação que imputa na desvalorização do valor do imóvel, isso é obrigado a falar.
Falou igual uma advogada agora, falou bonito, né?
Falou bonito.
Advogada, desculpa.
Olha aqui, olha aqui que tá dizendo: se assombração, entre aspas, na verdade for barulho agressivo de vizinhos ou perturbação no condomínio, a responsabilidade de garantir a paz é tanto do condomínio quanto do locador. Ou seja, se você falar assim, ai, tô ouvindo barulho de assombração, é assombração mesmo.
Ah, tá, tá. O que que a gente concluiu?
Não sei, a gente concluiu que o direito brasileiro é fato com assombrações.
Mas eu ia brigar, você ia brigar, eu não ia perder.
Então se eu empurrar, a pessoa cair no chão, eu ganhei.
Eu no mínimo ia Eu no mínimo ia sair com desconto no aluguel. Ah, eu ia, eu ia, eu ia, gente. A culpa dele que foi me falar isso na hora da entrega das chaves.
Eu ia montar uma barraquinha ali todo dia e falar assim: tem assombração. E aí quando a pessoa fosse alugar: tem assombração. Eu ia pedir demissão, demissão, para ter mais tempo livre para eu me dedicar a destruir Gente, eu tenho um sonho de poder ser tipo a primeira história do liquidificador. Eu tenho um sonho, eu tenho um sonho de poder me dedicar, porque eu sou muito boa de vingança, só que eu tenho preguiça, então nunca me vingo de ninguém.
Mas eu tenho um sonho de um dia pedir uma demissão e falar assim, ah, minha vida já tá acabada mesmo, foda-se, eu vou dedicar agora o resto a destruir a vida da pessoa. Mas aí aos pouquinhos, assim, eu quero tipo, primeiro eu vou colocar o CPF dela para ela aliar algum partido, cadastrar Mesário. Mas isso assim é segunda-feira. Aí na terça-feira alguma outra coisinha, começa a aparecer uns post-its assim, ó, seu marido tem outra, hein, no carro.
Começar a jogar calcinha, liquidificador, 5 horas da manhã.
Você é motorista da pessoa? Vou oferecer para ser motorista. Para começar a pegar foto de feitiço na internet, feitiço.jpg, falar, ó, Se você não me pagar, vou fazer um exercício. O que mais que eu vou fazer? Ai, não sei. Eu tenho umas coisas escritas até que eu tenho vontade de fazer. Bom, amiga, eu acho saudável.
Tem vários post-its na parede da minha agência, só vê.
Gente, foi isso.
Novos traumas!
Muito obrigada de novo pela participação. Vou aproveitar para contar que o Caso Bizarro tá com uma temporada no YouTube que iniciou-se em junho. Mesóclise, acho que não é mesóclise, né? Iniciou-se. É mesóclise, Thiago? Você fez letras?
Não.
É o quê então?
Iniciou-se.
Iniciou-se. Mesóclise é no meio, porra.
É no meio.
Iniciou-se.
Dona Chica admirou o CC.
Olha, fez mesóclise. Enfim, o caso bizarro, como eu havia dizendo, sim, gente, sério, eu não consigo falar uma informação certa. Não, sério, informação sobre, não, sério, como eu havia falado anteriormente, a Prefeitura de Paraguaçu não está mais fazendo projeto, nunca mais participação lucrativa, porque tinha um segredo oculto, né, da Prefeitura de Paraguaçu E por conta disso, agora a gente tá aqui vivendo o Teatro do Caso Bizarro, que iniciou-se em junho e vai até outubro.
Portanto, vocês podem clicar aqui no link que eu tô apontando, tá, que tá aqui na descrição, para você adquirir, né, o ingresso, né, o ingresso para os próximos, para as próximas gravações. Porque a galera tá assistindo aqui ao vivo e depois você vai, vai vai receber ali editadinho na tua casa, tá? Então assim, ai, mas você não grava nada. Dessa vez eu tô gravando, então vamos valorizar, porque eu já perdi patrocínio da Prefeitura de Paraguaçu.
Não tá fácil essa água aqui, eu tô tendo que bancar por conta disso. Então tá super, tá até sem rótulo, porque a prefeitura tive um problema com ela, tive que tirar. Mas é isso, gente, só queria agradecer vocês que estão aqui hoje. Muito obrigada, um beijo e até o próximo episódio.
Obrigada! Os convidados ela não agradeceu.
Desculpa, João.
Então obrigado aí, ó. Você tá aí, você que tá vendo. O convidado, ó, que se foda!
Fotinho junto, nossa!
Olha que maravilha!
Pode fechar a cortina, pode fechar a cortina.
Nossa, que grossa! Então é isso, não fechou a cortina.
Tchau, vai vir, ó, tá vindo, gente, tá vindo!
Sobe trilha!