Episódios de Caso Bizarro

CB #170 - Exorcizada por uma twink com Fabão e Tiago P. Zanetic

23 de março de 202656min
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No episódio de hoje discutimos sobre um espírito fã da banda Creed, um caso enviado por um monstro de infância e um exorcismo feito por uma twink!

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E VAMOS DE CASO BIZARRO AO VIVO NO TEATRO 🎭 ✨✨✨✨

Com as nossas duplas: Chico Felitti, Fi Bortolotto, Fabão e Tiago P. Zanetic 

Uma noite repleta de bizarrices, do jeito que vocês gostam! 

Dia 07/04 no Teatro SABESP Frei Caneca!

Compre aqui: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/caso-bizarro-ao-vivo-no-teatro-16019

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Dicas Bizarras:

▪️HQ “Querido Gineco”, de @littlegoatcomic (Ti)

▪️Livro “Não-binária, apenas”,de @littlegoatcomic (Ti)

▪️Stolen Gun (Ti)

▪️The Pitt ▫️ HBO Max (Fabão)

▪️Novo single Lana Del Rey "White Feather Hawk Tail Deer Hunter" (Fabão)

▪️Doc “O Testamento: O Segredo de Anita Harley” ▫️ Globoplay (Mabê)

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📽️ youtube.com/@CasoBizarro

👽 apoia.se/casobizarro

🛸 orelo.cc/casobizarro

Assuntos15
  • Exorcismo por Twink CrenteLSD · Carro de aplicativo · Maconha · Testemunho religioso · Comportamento perturbador · Possessão demoníaca · Louvor cristão
  • Assombracao Fa de CreedMenina fantasma · Banda Creed · Música 'One Last Breath' · Quarto assombrado · Normalização do paranormal · Centro espírita · Libertação espiritual
  • Pacote Suspeito com Perfume AgressivoEntrega anônima · Perfume forte · Ex-relacionamento possessivo · Sinalização de perigo · Comportamento obsessivo · Questões de segurança · Protetor solar
  • Padrões Românticos DesejadosHomem mestre cervejeiro · Relacionamento possessive dramatizado · Ciúmes como marca de amor · Dinâmica de controle · Insegurança romanticizada · Skincare como indicador
  • Presente Suspeito de Ex-ParceiroRelacionamento abusivo · Possessividade obsessiva · Stalking persistente com presente · Segurança residencial · Discussão sobre violência doméstica · Aviso para outras mulheres
  • Sonho Agressao LinekerPesadelo · Cantora Lineker · Violência no sonho · Baú otomano · Sufocamento · Grammy Awards · Despertar traumático
  • TeatroApresentação ao vivo · Teatro SABESP Frei Caneca · Data 07 de abril · Duplas fixas · Ingressos · Futuros eventos em outras cidades
  • Recomendações de Arte e MídiaHQ Querido Gineco Little Goat · Vivências trans e não-binárias · Banda hardcore Estou Lengando · Série The Pit HBO Max · Música Lana Del Rey · Documentário Anita Harley
  • Conversas no Grupo de Chat sobre RelacionamentosMestre cervejeiro · Mestre de samba · Relacionamentos tóxicos · Controle masculino · Ciúmes · Clonagem de apps · Selfcare e skincare
  • Documentário 'O Testamento: O Segredo de Anitta Harley'Herdeira em coma · Disputa judicial · Herança milionária · Personagens controversos · Advogado · Globoplay · Drama familiar
  • HQ 'Querido Gineco'Artista Little Goat · Vivências de pessoas trans · Vivências não-binárias · Experiências ginecológicas · Ilustração · Avisos de gatilho · Educação inclusiva
  • Série 'The Pitch'Drama televisivo · Primeira temporada · Segunda temporada · Personagem com câncer · Episódios semanais · HBO Max
  • Banda Estou LengandoHardcore · EP recente · Sete músicas · Experiência emocional intensa · Shows ao vivo · Tatuagens de demônios
  • Livro 'Não-binária, apenas'Autora Little Goat · Identidade de gênero · Literatura não-binária · Caligrafia · Representação
  • Nova Música de Lana Del ReyLançamento recente · Retorno da artista · Festa temática no Rio · Fã dedicada · Evento de celebração
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Oi gente, recadinho aqui pra vocês, vai ter Caso Bizarro ao Vivo no teatro, no teatro Sabesp Frey Caneca, no dia 7 de abril. E todas as informações em relação ao ingresso tá lá no ru.com, eu vou deixar aqui na descrição do episódio. Então, bora lá que vai ser Fabão, Chico Felipe, Felipe Bortolotto e Thiago Pesanetti, que é as nossas duplas fixas. Estou muito animada, abril, já começando o ano com Caso Bizarro ao Vivo e em breve teremos mais lugares. Sejam bem-vindos a mais um Caso Bizarro.

Com o Fabão. Olá, na sua televisão. E Tiago. Olá, na sua... O que rima com água? No seu quadrado. No seu TV a cabo. No seu TV a cabo. Tadinho. E aí, eu ganho e falo, Mabê. E Mabê. Na sua TV. Mas vamos começar, então, aqui com as pessoas que ganharam. Nathalia Camilo. Rubem Moreira. Renata Daniela Vargas. E Naranadeia.

E a Deia? A Deia ganhou na loteria da vida. Vou fazer o seguinte. Eu ia começar, em abril, a mandar um presente da impressora 3D. É, eu ia perguntar se alguém ia ganhar. A Deia. O que é isso? Manipulação? A primeira pessoa a ganhar. Não, gente, eu vou escolher uma pessoa da live. Então, toda vez, quem estiver na live... You gotta print. You gotta print. Você vai escolher, assim. Vou escolher. Ó, ela escolhendo. By choice. By Deia. Ai, meu Deus, escolhi.

Você viu aquela mulher do Ti? Espera só um pouquinho. Deia, você ganhou um presente da minha impressora 3D. Só que eu tô com a casa... Tô em obra. Já tá com disco. Não, não é. Eu tô em obra. Então pode ser que você vai demorar um pouquinho pra você ver. Além disso, a gente tem algumas informações aqui. Ah, babu. A começar com mensagem do Ti no grupo do Plus Fix. Que aí... É, começa com você. Que começa com você.

Que eu queria saber se a gente pode ler. Ler ou ele falar, porque isso aqui ele tem na cabeça dele. Eu posso falar, mas eu vou ter que ler pra poder lembrar. Lembra do que você falou? Gente, seguinte. Pera aí, o que eu falei sobre o amor da minha vida. Isso, gente, seguinte. Esses dias… Do absoluto nada. Do absoluto nada, calma. Não, surgiu com um print. Tem um grupo que é eu, o Fabão, o Tiago, o Chico Felipe e o Fibur Toloto.

Que é pra gente discutir coisas do caso bizarro. Que eu acho que a gente podia vender mil reais uma entrada nesse grupo.

É verdade, é verdade. É o sonho da galera. É um grande surto. Ah, achei aqui. E aí... O Fih soltou um print. O Fih soltou um print. Que era um print que é assim, é um tweet escrito assim. Abre aspas.

responde embaixo, abre aspas, esse homem é o Chico Feliz. Mandou nesse grupo. E aí, tipo, todos riram. Aí eu falei o seguinte, vamos lá, gente. O primeiro a rir foi o Chico Feliz. Foi o próprio Chico Feliz. Aí eu respondi, kkkkk. Ontem me peguei dizendo pra mim mesmo a seguinte frase, abre aspas, quero me envolver com um homem que seja mestre cervejeiro. Festa aspas. Por quê? Porque eu tava vendo um vídeo no YouTube de um cara que é dono de bar.

ele é dono de um bar e eu achei muito sexy. Eu falei, nossa, que sexy. Aí eu botei assim, um homem que eu terei que buscá-lo no samba do ouvidor numa quinta-feira. Um homem que me chamará pro samba na Feira da Glória todo domingo. Um homem que chegará com fome em minha casa e o alimento que acalmará a sua alma será o meu precioso. Enfim. O meu precioso cu. Enfim. Quero viver um amor fora dos padrões.

Quero ser livre. Desculpa, desabafei. Aí o Fih falou assim, amigo, eu quero também. Se arrumaram um, pergunta se tem um amigo. Aí eu botei assim, pergunto, mas relaxa. Esse tipo costuma trair. O meu pode pegar você e eu finge não saber. Até aí. Tudo bem. Tudo bem. Seguimos aqui e tal. Aí a Mabê perguntou, ela foi muito querida e botou assim, é... Pode ou não pode falar? Ah, pode? Ah, tá. Ela foi muito querida e falou que conhece um boy que trabalha com cerveja artesanal. Eu falei assim, não, cerveja artesanal é coisa...

Pode? Ela falou, eu tô saindo com um boy que trabalha com cerveja artesanal. Eu botei assim, não, artesanal é coisa de gay. Eu quero ouvir meu homem falar, pega uma Itaipava aí. Daí, foi a ladeira abaixo, mas pra mim eu queria ressaltar a seguinte frase, onde eu digo assim, gente, eu quero ligar pra ele às 11 da noite e perguntar chorando, poxa amor, onde você tá? E ele falar pros amigos assim, a dona encrenca já tá ligando. Ai, meu Deus!

E aí o Fih mandou assim, meu sonho, meu Deus, meu sonho, amigo. Eu, Thiago e Chico, morrendo de rir. Amigo. Aí o Fabão, amigo, sim. Falei, sonho dele salvar meu contato no celular com a Marlequina. Aí eu mandei, você sonha do celular dele tocar e os amigos gritarem game over? Ah, eu quero muito casar e ele colocar, tipo, game over, parça. Agora eu tô... Ai, olha que sonho. Ó, dele sair pra jogar bola e eu aparecer lá de surpresa, ele me chamar de maluca, sabe?

Aí eu falar de você pegar o carro, ele arrancar a chave da sua mãe e falar, mulher minha não dirige. Aí eu fui e falei assim, calma lá, eu quero que ele tire as chaves da minha mão e fale, tu não vai dirigir assim não, sua maluca. Depois eu discuti com ele por achar uma mensagem às 11h48 da manhã de uma tal de Marina, abre parênteses, trabalho, fecha parênteses, e nas conversas ocultadas do WhatsApp dele, que eu quero viver isso.

Que ele coloque o dedo na sua boca, sussurra e cala a boca, maluca, enquanto você o abraça e instala um programa pra clonar o Google+.

Maps e WhatsApp dele. Eu quero ele sempre com o celular no silencioso pra dizer, minha rainha, eu não ouvi tocar, deixa de ser maluca. Em resumo, eu quero a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida. É isso, gente. Aí eu só vou trazer uma parte aqui dessa história que ficou assim, o Fih, ai que tesão. Ai, que delícia. Aquela coisa. Aí o Ti falou assim, tem um detalhe importante, ele só usa shampoo do Cristiano Ronaldo.

E o skincare é só sabonete. Ai, essa parte é icônica. E aí o Fih falou, porra, eu quero viver essa vida.

E aí o Chico falou, sebo e febo. E aí eu falei, o sabonete do tia é febo? Aí o Chico, tô com tesão no tia. E o Thiago falou, pior que não. Uso no rosto sabonete de enxofre e no corpo, lux, orquídea negra. E aí eu falei... Lux, né? Lux. Rosalia, né? Ele ouvi o lux. Ele ouvi o lux. E eu falei que eu quero muito estar fazendo skincare. E ele falou, tá fazendo o quê, amor? Eu skincare. Aí ele pega no pó e fala, tem o skincare aqui, ó.

ser muito pique, me dê ele. Ai, gente, sério, tudo isso aconteceu. Tudo isso num final de semana. Exato, numa tarde. Não, e o pior é, essa conversa toda lá foi gigantesca e ela durou, tipo assim, quatro minutos. Quatro minutos. Foi muito rápido. Ah, eu quero muito que, tipo assim, eu esteja fazendo alguma coisa. Ele, ah, o que te falta é isso aqui, ó. E balança o pinho. Mas o Chico tinha falado, ai, tô com tesão no ti. Daí eu falei isso, daí ele falou.

Nossa, ele bronchou, ele perdia o tesão. Nunca perdi o tesão tão rápido. Eu nunca perdi tão rápido, exatamente. Ele perdeu o tesão, porque ele usa Lux.

Vamos ler Casas. Vamos ler Casas. Ai, obrigada. Quem começou? Eu. Ok, eu estou muito animado de ouvir você falar sobre algo muito escuro e super natural. Casas bizarras. Isso é meu novo acento. É meu... Poucas pessoas sabem, eu vou para Nova York, cobrei a Copa. Você fala, I'm walking here. E aí eu vou chegar com o meu sotaque Nova York. Oh my God, I'm so excited to hear you. Mas tem que fazer aquele fry no finalzinho. Hear you. Hear you.

Ah, isso é bem calabaça. É bem calabaça. Ok. Let's do this. Ok. Literally. Literally. Yeah, I know. Exorcizado por uma twink. Ai, era eu. Oi, Mabê. Oi, Favão. Oi, Ti. Primeiramente, amo esse projeto maravilhoso e sempre indico pros amigos. Mabê, você é uma inspiração. Pra quem, né? Pera só um pouquinho. Pro palhaço amendoim. Como é que é aquele palhaço que canta?

Hoje eu comi pipoca com sal. Deve ser o palhaço amendoim, que é maluquinho. Não, eu amo palhaço amendoim. Hoje eu comi pipoca com sal. Um beijo palhaço amendoim. Vai aí que eu vou só ler o nome dele. Tá. Meu nome é Tássia, sou de São Paulo e tenho 34 anos. Olha eu gerando a Tássia. Tenho tanto caso bizarro pra contar, mas gastei todo o meu vocabulário na adolescência escrevendo fanfic, que hoje tenho preguiça de escrever coisas mais longas do que um tweet.

Palhaço caçarola. Obrigada. Mas vou contar o caso bizarro mais recente. Ontem, segunda-feira, às quatro, resolvi tomar...

Um quarto de LSD que ganhei de um amigo. Meu Deus, pesou do nada. Achei que não ia bater, como não bateu em outras tantas vezes. Mas bateu e foi bem legal em casa sozinha. Ai, que medo, eu nunca usei. Quando deu nove horas, precisei sair pra buscar algo com um amigo e chamei um carro de aplicativo. Geralmente eu vou até esse meu amigo de metrô e volto de carro de aplicativo. Porém, como eu não estava em minhas totais faculdades mentais, achei melhor ir e voltar de carro mesmo. Até aí tudo bem. Quando entrei no carro,

O motorista já veio perguntando se eu fumava, porque ele queria fumar no carro. Achei estranho, mas... Achei estranho, mas falei que ele podia fumar o que quisesse, que eu não ligava. Começamos a conversar e nos descobrimos maconheiros. Ele passou na favela, que era no caminho, e fez um corre pra ele. Meu Deus, tô pesando muito. Foi comprar maconha. Conversamos pra caramba, era meio longe, eu combinei de voltar pra casa com ele também.

Desci e fui encontrar meu amigo. Ele era um cara que eu sempre fiquei, então eu cumprimentei com um selinho e ele me entregou as paradas.

Ficar? De selinho? É. Ah, eu pegaria. Transaram.

Joga, religião. É, eles iam se beijar e do nada... Ai, qual a sua religião? Você acredita em Deus? Pô, parece eu em date, que não sabe conversar. Você acredita em Deus? Você acredita em Deus? Você acredita em Deus? Você acredita em Deus? Acredito. E aí, que mais você... Ele era uma twink de 22 anos, crente. E começou a me dar um testemunho sobre como Deus era real. E esse cajado aqui, ó. Ai, eu ia fazer só assim. E essa cruzona.

Deus, eu não sei se é Moisés pra abrir meu mar vermelho. Que isso! Falei que eu respeitava muito quem era crente, assim como respeitava as coisas que ele dizia, mas não como uma verdade absoluta. Gente, ela só queria dar uns beijos. Ai, tadinha. Ai, confio super, amor. Adoro Deus. Eis que ele resolveu colocar um louvor pra eu tocar no carro e eu fingi que tava prestando atenção. Quando a música acabou, começamos a nos pegar. Ai, graças a Deus.

Mão naquilo, aquilo na mão, aquilo na boca. É que ele abençoou o ambiente com louvor, né?

Que isso! Eu fiquei muito confusa, perguntei se era uma brincadeira. Ele só repetia. Quem tu és?

Ele bate se perguntar uma coisa pra ti, quem tu eres, guria. É a fuder. É, quem tu eres, quem estás no teu corpo, guria. Me contas, vá, né. Continuei perguntando se era sério. Eu já tava ficando assustada, ele não respondia. Só me olhava assustado, sussurrando coisas que eu não conseguia entender. Encostei na janela que estava fechada. Na chúrias e na mechúrias. Encostei na janela que estava fechada e pedi pra ele abrir, pois estava com calor. Ele se negou. Perguntei, eu tô presa aqui, não vou poder sair?

Ele queria dispulsar os demônios do meu corpo. Finalmente ele abriu a janela e eu fiquei respirando, tentando entender o que aconteceu. Perguntei de novo se era brincadeira e ele obviamente não respondia. Recolhi meus pertences. Isqueiro de chavador. Saí do carro. Os pertences dela. Recolhi meus pertences. O meu isqueiro de chavador. Eu vou levar todas as minhas coisas daqui. Não me segura.

O que é meu? Obrigado. O isqueiro. Pegou um isqueiro, botou no peito e foi embora. Puta, mas pior que maconha é tudo assim, velho. Todos os meus camaradas da maconha andavam com aquelas pochetes de... Que dentro tem um isqueiro, uma tesourinha. Esqueiro de chavador, tesourinha e seda. É só isso. E aí esses filhas da puta, eles colocam a maconha no tênis. Você acha que a polícia vai parar os caras? Vai olhar aquilo todo no braço.

Esse chavador é pra moealho. É, é. Eu vou pra moealho. É, é o que a gente usa. Tanto de enquadro e tapa.

Já tomei? Eu falava também com eles, então foda-se, né? Entrei em casa e fui fechar a porta da varanda, que dá da rua onde o carro estava estacionado e o melhor da noite. O carro dele não estava funcionando. Ele ficava tentando fazer o carro pegar, mas o veículo se recusava. Onde está seu Deus agora? Ele ficou ali por um tempão. E deve ter pensado que eu realmente estava com um demônio no corpo e ainda quebrei o carro dele. Agora eu queria saber que vocês...

Eu entendi, filha da puta! Porque eu falei, onde está seu Deus agora? Onde está seu Deus agora?

saber de vocês. O que vocês acham que ele falou na igreja? Dando testemunho do dia que ele encontrou uma demônia devoradora de paus. Beijos, amo vocês. Eu acho que ela perdeu a grande oportunidade de ficar com Twink de 22 aninhos. Ela ficou. Até que a Twink surtou. Não, ele queria ficar lá. Ele tem tatuado Blessed aqui. É verdade. Amiga, você se livrou. Livramento. Um livramento. Agora sobre ele ter 22 anos. A melhor coisa que você

Foi pegar o seu isqueirinho. É. Seu deschavador. Seu deschavador. Botar no peito. Levou com indignidade e foi pra casa. E tava na vibe da LSD ainda por cima. É. É verdade. Será que a Twink Quid existia? Fica aí em questionamento. Fica aí. Fica aí no meio da rua falando me solta, me solta. No meio da rua e o pessoal tá falando que isso, gente. Abre a porta desse carro. Ela vai fazer um corre de bicicleta. De olho fechado. Abre a porta desse carro. Eu acho que ela tá louca. Acho que o próximo sou eu. É você sim, senhor.

Assombração, fã de Creed. Oi, Mabe, Fabão, em ti. E ti. Ti. Oi, Mabe, Fabão, em ti. E ti. Afudeu, ti. Armandinho, afudeu. Descobri, né? Há poucos meses o podcast. Estou maratonando e amando, né? Porém, ele desbloqueou algumas lembranças de vários casos bizarros que já passei na vida, né?

Hoje... Normal. Hoje resolvi contar... Hoje resolvi contar o mais famoso da minha família. Mas que ninguém fala sobre, pois são todos cagões. Se ninguém fala sobre, como é famoso? Ela soube como. É. O caso da Érica. O que mantém a eternidade é ser lembrado, falado. A humanidade... Mas ela não disse que não é lembrado. Ela disse que não é falado. Ela disse que não é falado. Não é falado. Como memória. Não é melhor nem pior, apenas diferente.

Sim. Obrigado. Você gosta de oralidade? Eu sou bom na oralidade. Fica a informação. O caso da Érica. Eu nasci no interior do Rio, em Nova Afiburgo. E quando tinha uns 12 anos, me mudei com minha mãe e dois irmãos para uma casa que fica... Peraí. Para uma casa em que... Ah, porque eu não tava conseguindo acompanhar. Para uma casa em que finalmente poderia ter meu próprio quarto. Pisca, Marina. Já que antes... Que isso? Ela tava assim, ó. Ai, por isso que eu tô errando. Ela tava te pisando.

Magia. É a tia Gladys. É a tia Gladys. Por isso eu tô tentando ler, eu não tô conseguindo. E eu tô assim, ó. Quebrando o graveto na minha frente. Nossa, Marina. Juro, você parou e ficou assim, ó. Sabe aquele meme da grota dançando a menina atrás? Tá assim, ó. Não, eu só olhei. Eu não senti aquele bloco assim. Pisca. Eu tava um pouco fora de mim, sabia? Nossa, tava assim. O antigo dono. O antigo dono. O antigo dono, né?

Casão da porra. Como a casa já tinha vindo mobiliada, não tive que me preocupar com decoração.

Eu toco as CDs em cima da mesa de cabeceira e fim. Até aí... Tudo bem. Certa noite, eu estava fazendo meu dever de casa quando ouvia um CD do Creed. Feliz da vida cantando One Last Breath. Pera, pera, eu sei essa. Essa é a... One Last Breath. I need to be... Muito Creed isso, né? Não, pera, essa é a... Hold me now. I'm six feet.

Eu sou fodão. Eu sou fodão. Ó, amo. Ô, na boa, tivesse um show do Creed no Brasil, eu iria fácil. Eu iria tranquilamente. Nossa, fácil. Eu só conheço duas até o momento. Outro, Nickelback, também. Look at this photograph. Não, assim, na boa. Rock de pai divorciado é bom demais. Pai divorciado. Ai, são os melhores. Não, é bom demais. Ai, que sabor, pai divorciado. Casado também é bom. Certa noite.

que eu tô curtindo um paizinho. Melhor. Um paizinho? Melhor um divorciado. Um pai. Mas casado? Um pai divorciado. Não, né, porra. Um pai divorciado. Um pai divorciado. Porque ele tá na fome de viver. Ah, ele tá. Aí comprou uma Harley, né? Ah, ele tá com fome. É, ele tá. Tá com fome de comer um precioso. Exato. Estava me sentindo plena e livre dentro do meu próprio quarto com minhas próprias regras. Até que eu ouvi a voz de uma menina cantando junto comigo. Eu paralisei. Não conseguia ver, mas sabia que tinha uma

Menina, abre parênteses, que devia ter aí uns 10 anos, fecha parênteses, sentada no chão, ao lado da cama e cantando junto comigo. Quem não gostava de Creed nessa época, né não? Dei um grito e comecei a chorar e saí correndo escada abaixo. Apesar de ter um histórico desde sempre de ter visto muitos vultos e tal, até então nada tinha sido parecido com isso. Minha mãe perguntou o que aconteceu e eu respondi, a Erika tá no meu quarto.

Ela é foda. Eu penso a minha mãe. É a mesma coisa. Puta, coitada.

o som ligado e as luzes acesas para trás, minha mãe falou para eu subir e desligar. Muita, muita com foda-se. Apavorada, eu disse que não ia nem amarrada. Como ela também não queria ir, mas não queria que a conta de luz viesse cara por causa do fantasma, mandou meu irmão e minha irmã, que deviam ter uns sete, oito anos, irem juntos de mãos dadas. Eu amo usar criança pequena com bucha de leão. Como ferenda, para resolver a questão. Eles foram, tadinhos,

ele se borrando de medo. Só lembro deles descendo as escadas correndo depois de apagar as luzes com medo de ver algo. A partir desse dia, só ia ao meu quarto de dia e passei a dormir na sala que tinha um colchão. Tadinha! Depois de um tempo fazendo isso, comecei a ficar muito irritada que a Erika tava ficando com o meu tão sonhado quarto próprio só pra ela. E num impulso de coragem, abre parênteses de dia, óbvio, fecha parênteses, fui ao quarto e mudei a posição da cama

e dos móveis. Comecei a falar que a partir desse dia o quarto era meu. Eu voltei a ocupar o aposento. Sua puta! Mentira, você não falou nada. Nunca mais... Putinha! Putinha! Ela assim... Eu preciso lembrar que episódio que é esse. Eu falei assim, puta! Aí você falou assim, amiga, uma criança. Ela tá putinha! Putinha! Eu acho que é o caos bizarro 2025. Sério? Amigo, o caos bizarro é um bálsamo.

Tudo aconteceu ali. É a primeira vez que meu sotaque aparece. É o do Putin. É o pastel do Spotify. Já tem três causos bizarros. A coletânea deles realmente são todos históricos. Esse segue em lixo. É um dos três episódios mais ouvidos da história do Caso Bizarro. De nada, né? Ele é bem escroto, né? De nada. Nunca mais ouvi nada, mas sentia claramente que tinha alguém lá. Então eu dormia de luz acesa.

como se isso fosse resolver alguma coisa. E foi isso. A Erika era praticamente mais um membro da família, mas que não podia ser citada, pois minha irmã morria de medo dela. No ano seguinte, eu passei a estudar no turno da manhã, enquanto meus irmãos continuavam estudando à noite. Então, eu passava mais horas da tarde sozinha em casa durante a adolescência. Sempre que ia tomar banho, ouvia portas se abrindo e fechando ao longe, assim como passos pela casa.

Tinha eu na casa e isso durou anos. A única opção que eu tinha era normalizar e ignorar, pois eu não tinha muito com quem falar sobre isso ou o que fazer. Um dia, o namorado da minha mãe... Meu Deus, o pior sempre é o próximo, hein? Um dia, o namorado da minha mãe levou um casal de amigos lá e a mulher que não sabia dessa história, mal conhecia minha mãe, falou pra ele que tinha uma menina no topo da escada. Abre parênteses, que é exatamente onde fica

porta do meu quarto, fecha parênteses. Isso só foi melhorar anos depois, quando eu já morava em outra cidade pra fazer faculdade e uma amiga da República me levou a um centro espírita que ela frequentava. Coloquei lá o nome da Érica e o endereço da minha mãe pra oração. Com o tempo não senti mais nada, ainda bem. Abre parênteses, inclusive essa amiga, essa amiga do namorado da minha mãe, voltou lá um tempo depois que fiz isso e disse que realmente não tinha mais nada, fecha parênteses. Eu nunca mais

Não confio em... Em cama? Não, de cama de... Sabe, porque tava tudo mobiliado. Ela ficou numa cama que já... Sabe, não. Cama tem energia na pessoa. Cama não, gente. Cama não. Tem também... A pessoa pode ter urinado. Squirting.

Suor. Sêmen, suor, ácaro. Mas hoje já não moro mais lá. E quando vou visitá-la, costumo dormir no quarto que era da minha irmã. Beijos, muito sucesso a vocês. Obrigada a ti. Gente, eu tô com medo da Erika. Eu tô com medo da Erika, mas sim. Eu não tô, não. Erika era só fã de Creed. Eu imaginei que a Erika é da hora. Mais legal que a menina que mandou o caso. Sabe por quê? Porque ela gosta do Creed. Ela gosta de Creed. Essa geração MTV, ela devia gostar de

assisti Malhação, Priscila Fantin. Me lembrou a Foquinha, porque a Foquinha assistiu Exorcista. E aí ela ficou com muito medo e a mãe dela, tipo, acho que queria dormir com a mãe dela, com os pais, sei lá. E a mãe dela falou alguma coisa, tipo, não, você quis assistir, agora você lida com isso. E aí ela foi deitar na cama e ficou ouvindo o álbum da Alanis e chorando de medo. E ela não consegue mais ouvir o álbum da Alanis. Nossa, isso é uma grande perda.

Deve ser, né? Eu acho que era Jag Little Peel. Isn't it Ironic, né, Foquinha? Quando ela souber que o Fih tem uma parte do corpo chamada Alanis, ela nunca mais vai olhar pra ele da mesma forma. Pra quem não sabe, é a hemorroida do Fih. É, a hemorroida do Fih. É, Little Seal. Eu não tenho nenhum álbum que me causa medo. Eu tenho medo daquele Strongberry Fields Forever, que tem umas falas, assim, no fundo do... Ah, por causa disso.

É, aí o Júlio me contou, eu fiquei com isso na cabeça, eu fico facilmente impressionado. A música dos Beatles.

Sim, eu sei, é assim. É, contando pro jovem. Não, não, é, eu ia falar, porque tem um álbum que me causou medo, mas eu não quero falar que é muito pesado. Digo, é um negócio de black metal, os caras foram numa instituição, assim, gravar as pessoas, é muito pesado, eu ouvi, fui inventar, né? Nossa. Você me julgaria, porque tem uma banda que eu gosto, que chama Acid Bath. A gravadora mandou eles, na época, eles eram iniciantes, colocar na capa aquele desenho do, como é o nome do palhaço do John Wayne,

Gacy. O Pogo The Clown, né? Pogo The Clown. E a capa do CD. Puta, eu quase comprei a camiseta porque é uma banda que eu gosto. Eles condenam esse passado. Dito isso, vamos voltar pra cultura. Vamos falar de coisa leve. Vamos falar de coisa leve. Apanhei da Lineker. É o nome da história. É o nome da história. Oi, Mabê, Fabão e Ti. Apanhei da Lineker. Vamos lá. Meu nome é Júlia. Adoro Caso Bizarro. Não consigo decidir qual dupla fixa amo mais. Chico, Fio, Fabão e Ti. Ah, tá na hora de decidir, tá?

tomar tiro dos dois lados. E se quiser que a gente leia o caso? Essa noite tive um sonho. Sonho não, um pesadelo. Sonhei que estava dormindo ao lado do meu marido. Como realmente tinha ido dormir ontem à noite. No nosso quarto tem um baú otomana. Que é do... Otomana. É o alvo da Rosalia. Não, é o império, né? O império otomano. Otomano é aquela... Negócio que você senta pra colocar meia. Sei, sei, sei. Um baúzão. Aquilo só serve por meia, né? Sim.

Ou o Michael Scott dormia. Não é o Michael Scott que dormia naquilo. Ele dormia naquilo. Quando ele era casado com a Janice. Janice. Jennifer. Janice. Janice. Jesus. Janie. Janie. É Janie. Aí eles estavam deitadinhos lá. Ela é o marido. No nosso quarto. Que tem um baú ou otomana no pé da cama. Eis que, de repente, a Lineker começou a cantar. Sentada nessa otomana, olhando pra eles. Ai, ai, ai. Não, essa música não é. Ai, ai, ai. Quem que é?

Vanessa... Vanessa da Mata, né? Ai, ai, ai, ai, ai, ai. A Aline que começou a cantar assim... Talvez eu goste ainda mais de nós. Um dia inteiro cola dos ações. É a música da Joelle e do Raul, da novela. É Velô do Marrom. De Três Graças. É a música mais linda. Porque eu odeio o Raul, gente. Olha o Raul. Raul Cortez. Raul Cortez. Não é porque você morreu, Raul Cortez. O Raul Cortez não morreu, não, garoto.

Que ano que ele morreu? Mentira, gente. A vida é um sopro. Ah, e o Raul Cortez confundiu ele com o Raul Gil. Não, confundiu ele com o Raul Gazola. Aí a Lineker tava cantando. Então, aí eu acordada, assustada, mas era a Lineker cantando ao vivo pra mim. Ia fazer o quê? Nada. Nada. Curtia, né? Curtia. Porém, não tinha como não pensar nas implicações disso. Como ela entrou no apartamento? Cara, é a Lineker, ela saiu flutuando. É, ela chegou e flutuou a Lineker. Assim, por mais que eu tenha rivalidade com a Florence,

Eu acho que a Lineker, ela é meio que da mesma raça da Florence. Que é tipo puxona, assim, que sai voando, assim, sabe? Uma coisa meio mística. Quer ouvir aquele negócio das velas lá, que a Lineker cantou que você foi lá? Da Candlelight. Ai, ela é linda. Então. Eu entendo. Porque não é? Porque a Lineker... Ela é. Ela é um ser superior. Mas eu não tô brincando. Ela não ser superior. Tem gente, e a Florence se enquadra nisso. Tem gente que é tipo uma aura meio não...

Etérea. Etérea. Perfeito. Sim. Tipo, é gente que... Nossa, eu cuspi muito. Cuspiu. Foi no meu braço.

Eu chamo de etérea também. Você é etérea. E me chamam de etéreo. Etéreo. Etéreo. Não tinha como entrar no apartamento. Tinha. A Lineker pode. Antes de deitar, como era de praxe, conferi a porta. Estava trancada. Eu também tenho esse toque. A Lineker não teria como entrar pelas janelas. Óbvio. A Firal mora em apartamento. Ela é um anjo. Mas calma lá. Só que não tem asa. Ai, eu odeio. Posso voltar com essa história? O papo do Tiago odeia alguma coisa. Não, eu não odeio. É que essa música fala. Você parece um anjo.

com você, inclusive. Você parece um anjo, só que não tem asas. É um humano normal. É. Sim. Ela é um anjo, mas calma lá. Meu marido, porém, não ficou feliz de ser acordado pela premiada cantora. Ele se levantou e deu uma almofadada nela. Que isso? Aí, Línica, tome-lhe. Que isso? Transfóbico. Ah, se bem que na boa. Te acordar. Quem que era uma cantora? Eu odeio ser acordado. Então, imagina a Línica chegar no seu ouvido. Amiga, não, não me acorda. É, você não gosta. Eu odeio ser acordado. E o Favão acorda meio dia, né? É.

Ia ficar igual a menina que foi expulsa do BBB, a Solange, né? A Solange foi expulsa do BBB. Não é Solange? Não, não é Solange, não. Como é o nome da moça que foi expulsa do BBB, que gritou lá? Solange. Todo mundo, né? Até eu fui. Solange, Solange, Solange. Eu achei que fosse a outra. Eu estive certo no começo. A Mabê mandou pra mim, assim, um print que é a pessoa falando assim, é filhinho de papai. Aí o menino manda um print do relógio dos alarmes dele e bota assim, é, mas na hora de acordar cedo ninguém fala nada, o primeiro horário é 11. Aí ela, você. Parei, você. Você sabe que é a hora que eu acordei hoje, né?

23. O que é isso? Não, eu já acordei 7 da manhã. Eu já acordei feliz. Mas porque eu ia viajar. Acordei 7 da manhã. Então, daí o marido deu uma almofadada na cara da Lineker. Ela falou, foda-se seus Grammy aqui não vem. Obviamente que ela não ficou feliz com isso. Até aí, tudo bem. O problema foi que, ao invés de ficar brava com o meu marido, a Lineker pulou pra cima de mim. Ela começou a empurrar meu rosto, dando uns tapas e tentando me sufocar.

E começou a cantar, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá. Bem alto. Qual a música da Lineker tem lá, lá, lá? Lá, lá, lá, lá, lá. Não sei.

Foi muito aterrorizante. Acordei e acionei o protocolo pesadelo, que é acordar o meu marido para que ele me abrace. Puta, casa é foda, né? Ainda bem que não sou. Depois que o terror passou, comecei a rir e meu marido não entendeu nada. Contei pra ele só hoje cedo. Muito obrigada por ele no meu caso. Eline, que se estiver ouvindo isso, ela vai vir aqui, viu? Pode cantar no meu... Nossa, eu tô babando muito. Gente, alguém traz um... Ah, alguém traz um lavador. Pode cantar de estupido. Pode cantar no meu sonho.

Sempre que quiser, só não pula em cima de mim de novo. Beijos, Júlia. Ai, eu gostaria. Eu queria sonhar com a Lineker. Maravilhosa. Mas assim, Marina, o negócio da Lineker aqui, eu acho que você ia ficar meio... Marina. Tiago. Fábio. Oi. Tiago. Marina. Fábio. Tiago. E o pessoal ficou meio apavorado, né? Descobrir que o Chico Felipe é Frederico, né? Oi? O nome dele é Francisco. Ah, tá. No episódio com as mães. Não entendi.

mas de alguma forma chama de Frederico. Aí o pessoal fala, não, como assim o nome dele é Frederico? Não é Francisco. Francisco Felice. Aí eu leio os comentários e ninguém lê. Eu chamo de Francisco Felice. Felice. Felice. Felice. O nosso Chaves do 8. Ah, Tiago, você é nojento. Eu leio o próximo? Só eu, eu nunca mais vou ler. Ah, tá bom, desculpa. Ah, bonita é as mulheres. Vai lá, linda. O dia depois do Dia das Mulheres, a gente vê quem é de verdade. Mas você viu o presente que eu te mandei, Dia das Mulheres?

de unhas feitas, não quer guerra com ninguém. O Favão teve a paixão de me mandar um cartãozinho de uma mulher com as unhas feitas, não quer guerra com ninguém. E uma lixa de unhas. O que é verdade, que quando eu faço a minha unha, eu faço uma gelta. Você quer guerra com alguém? Não quer. Uma mulher de unhas feitas, não quer guerra com ninguém. Aroma de pequena cebola. Oi, Mabê, Favão e Thiago. Queria aproveitar o momento pra dizer que te admiro muito, Mabê, e guardo traumas por não ter conseguido o combo. O que tá acontecendo?

Tiago? Eu tô mastigando longe do microfone. Ah! Achei que ele tava tendo um... Hipersensibilidade auditiva não se incomoda. Educado. Educado. Obrigado, Tiago. Obrigado por ser quem você é. Obrigado por ser quem você é, Tiago. Ficamos gratos, Tiago. Muito obrigado por você. Eu tô falando ponto eletrônico do Tiago. Acho que eu não tava... Ai, meu Deus. Faz negócio. Não, não.

Ele tá ligado. Não, não. Não, não, não. Não. Deve ter saído um barulhão. Desculpa. Queria aproveitar o momento pra dizer que te admiro muito, Mabê. E guardo traumas por não ter conseguido comprar o ingresso pra te ver em Curitiba antes de esgotar. Falsa. E vai ter caso bizarro no teatro esse ano. Vai ter caso bizarro. Eu quero aquela figurinha. Vai ter. Vai ter. E aí embaixo que vai ter caso bizarro. Vai ter caso bizarro. É, e a Mabê, assim, ó.

Mas ainda não posso anunciar, mas em breve anunciarei. Já anunciou, né? Só não falou quando. É verdade. Não posso falar que vai ter caso bizarro aí.

Eu quero ser convidado. Eu tô um pouco em dúvida do meu look, hein? Ai, eu tô super preocupada com o meu look. Mas eu vou estar linda. O meu vai ser... É meio primavera, verão. Alta costura. Alta costura. O meu vai ser baixa costura. O meu vai ser costura. O meu vai ser só baixa. Vamos ao meu caso bizarro. Fiquei com o cara no começo do ano e no início até curti ele. Mas como toda relação casual

sem contato emocional, foi esfriando. E eu quis me afastar. Ele era aquele tipo de cara que chegava na minha casa e não queria ir embora. Ai, eu odeio isso, quando você vai ter um rolê casual e a pessoa demora pra ir embora. Tinha que ter um negócio que a pessoa desaparecesse assim. Conta, conta, conta. Oi, Thiago, uma vez. Eu? Ai, ele conta, conta, conta. É meio foda, deixa, deixa. Mas é que era coisa sua, não. Essa é meio foda.

Eu tô naquele glorioso ano de solteira em que quero me libertar, viver minha vida e não me prender a ninguém. Um retiro espiritual que consiste em me

Ai, eu. Nossa, desespero. Me dá espaço, cara. Textos enormes, declarações intensas, um apego que não combinava nem com a nossa história, nem com a realidade. Isso é só porque ele é um homem assim. Ai.

O maior apegado do mundo se você termina com ele, é normal. Também é coisa da possessividade, né? É violência também. Se volta, dá errado, porque o cara não vai querer mais. A gente se viu três vezes na vida. Eu expliquei com toda paciência que ainda me restava que ele devia procurar terapia, que esse nível de apego não era comum e que não aceitar o meu nome era desrespeitoso. Conversando com uma amiga na época, ela falou o quanto esse cara já era estranho, que eu deveria me afastar e parar de levar macho pra casa.

Eu morro de medo de sínticos.

reclamar de alguma coisa do nada, né? Olha, mas assim, tem uma de BH que é foda lá? Tem um, nossa, de BH. É, não, tem uma que é famosa, assim, tem até um livro. Tem uma de São Paulo também, que é o síndico que é doidão, que o Chico até contou no podcast. Ah, é o síndico, né? Não, mas não é o síndico dessa história, é um da outra. Não, é o que essa de BH, parece que ela foi destituída recentemente, mas parece que eram demônios.

Meu Deus. Era o porteiro dizendo que tinha um pacote pra mim na portaria. Ai, meu pai.

Eu pedi nada. Não pedi delivery, não pedi nada. Pensei que talvez minha mãe tivesse deixado algo pra mim. Mas por quê? Sem avisar? É estranho. Mesmo assim, desci achando que poderia ser alguma confusão. O condomínio tem vários blocos. Vai ver, errou o endereço. Ingênua, doce e inocente. Peguei essa colinha. Não levaram pra ela? Teve que ir lá buscar? Meu Deus do céu. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Baixa a bola, Rio de Janeiro.

Não, até porque bota dentro do elevador, né? Lá no Rio é isso. Todo mundo tá livre pra você. Então, mas por isso que o Rio de Janeiro tá do jeito que tá, né? Gente, eu sou contato. Amigo, o elevador é longe do meu portão.

Locomotiva do Brasil. Não tem dessas. Ah, o meu é perto, o meu é do lado. Gente, pelo amor de Deus, é brincadeira. Porque quando fala de locomotiva do Brasil, eu acho que... Não, porque eu falo locomotiva do Brasil. Não tem essas coisas. Por favor, querida. Peguei a sacolinha e no mesmo instante foi atingida por um cheiro agressivo de perfume. Ai, que susto. Um cheiro que não pede licença, um cheiro que invade, um cheiro que grita.

Nossa. Olhei dentro da sacola e não reconheci absolutamente nada. Voltei na portaria e falei que provavelmente era engano, mas o porteiro disse que quem entregou falou com muita certeza que era pra mim.

Ai, meu pai. Ai, não. Ai, não. Ai, não. Ai, não.

Opa, já gostei. Gente! Ah, era maconha. Ah, tá.

Ah, flor, flor, é. Como se fosse flor. Você me espuma. Minha irmã e alguns amigos sugeriram imediatamente que eu tacasse fogo em tudo. E quando escrevo isso, reflito se sou espiritualizado o suficiente para acreditar que esse presente veio carregado de energia ruim. Será que eu... Porque tudo que eu tinha daquela ex abusiva minha, a única pessoa ruim que eu me envolvi, eu taquei fogo, rasguei, joguei fora, tudo segundo minha mãe.

Mas teve um boneco que eu guardei. Ele ainda existe, acho que eu vou jogar fora.

Talvez melhore. Nossa, Tiago, talvez tudo que tenha acontecido até hoje com você é por causa desse boneco. Por que você guardou o boneco? Porque o boneco é da hora. É um boneco do Gollum. É que é bem na época, né? Era época de 2001 e tal. Não, e ele é bem feitoso. Ah, amigo, compra outro. Ah, desencana. Compra outro. Essa menina é horrível. Se te fez mal, tem energia ali naquilo. Não, ela me fez mal que eu sou quebrado até hoje.

Então, joga isso fora, Tiago. Deu? Nossa, Tiago, sinto muito. Que empático. Nossa. Mas eu tô bem hoje em dia. Pior foi ela. Pior relacionamento que eu tive.

Eu bati também. Só que a diferença é que ela bateu bem feito. Agora, o pombo. A pomba gorda. A rola gorda. Tá. Ao mesmo tempo, é muito difícil jogar fora um protetor solar que acerta perfeitamente o meu tom de pênis. Ah, desculpa. A protetor solar não é tão cara. Não vem não. Se for um antelhos... O que é isso? Ai, o protetor solar que eu uso. Mas realmente concordo. Você tá usando esse? Ah, não. Hoje eu tô...

Não, no geral. Ah, no geral, sim. Porque a pele do Fabão é um espetáculo. Gente, a minha pele é um bafo. E quinta-feira eu vou no dermatologista. Ele está. Quinta-feira eu vou no dermatologista. E na sexta, rosto novo, hein, galera. Rosto novo. No próximo episódio, o rosto novo. No próximo episódio, você vai falar. Quem é? New ear, new face. New ear, new face. Confesso que cheguei a bolar um cigarrinho de artista com a Flur. Ai, essa pessoa vai ficar que nem com o Jim Carrey, né?

Achando que você trocou. Eu fico muito de cara. Cheguei a bolar um cigarrinho de artista com a Flur. Dei uma ou duas boladas e desistei.

Dá pra colocar arsênico na flor. Mentira.

Gata, não. Vamos levar a sério isso aí. Então, isso eu ia falar, amiga. Não entendo, ela quer brincar porque pesa. Mas assim, vai mostrar… Isso pode virar um feminicídio, assim, ó. É, calma. Não, não, não. Vamos lá. Mas é isso, são esses sinais que a pessoa dá.

uma pessoa que não escuta o teu não, que não respeita o teu espaço, que aparece meses depois. Então, ah, eu vou ter que mostrar a cara dele pros quatro porteiros? Vai, vai ter que mostrar. E posso falar, porteiro é bom nisso? Minha irmã teve um problema com o cara antigamente. E a mãe falou, ó, se aparecer fulano e tal, assim, e o cara era grande, viu? Não, porteiro é bom. Eu tenho um porteiro de lá que... Nossa, o porteiro expulsou o cara, nunca mais voltou.

E o cara era perigoso, perigoso real. Eu tenho um porteiro de lá que uma vez ele ligou e falou assim,

Ele falou o nome, eu falei assim, não, mas eu não pedi nada. Ele, tá bom, deixa comigo. Aí, depois eu liguei de novo, falei, tá tudo bem. Ele falou assim, ninguém sobe se você não autorizar. É isso, pô. Perfeito, é isso. Não, mas é isso, é levar sério. Tipo assim, não é pra... Não precisa se apavorar. É. Mas é ficar atento. É o que eu sempre falo. Porque apavorar e deixar medo é o que os homens querem fazer. Os homens fazem esse tipo de coisa pra que a gente fique aquada, pra que a gente não queira...

Tenha medo de sair e tal. Então não é pra fazer isso, não é pra deixar de ver sua vida.

você tá com medo, isso já deve já passou alguns meses, né, dessa história não sei como é que tá essa história hoje mas assim, se meses depois o cara ainda tá nessa, de mandar, sabe de saber o seu endereço e tal é isso, fala com os porteiros, de repente conversa com alguém, às vezes vale a pena fazer um B.O. contra ele eu sou da teoria de tipo assim, deixa o máximo de pessoas avisadas sim, exatamente não tem a vergonha sabe, tipo, que ela falou assim

Cara, você tava ficando com ele. É, pelo amor de Deus. É extremamente normal, entendeu? Tipo, a culpa é sua. É, isso nunca vai ser a culpa sua. Isso é extremamente um problema dele, porque você deixou claro. Sabe, se ele tivesse... Ah, estou com dificuldade. Pô, já tive um cara que ficou mal que eu terminei com ele, mas ele não foi agressivo. Ele só, tipo, não tava superando direito, então me procurava. Daí eu conversava com ele, mas não era num tom agressivo, né?

Então, assim, às vezes acontece. A pessoa não tá lidando muito bem com um término e tal.

conversa um pouco ali e uma hora para. Às vezes a gente dá uma obcecada na pessoa, não lida bem. Isso é normal. O que não é normal é a pessoa não respeitar o teu espaço, mesmo você pedindo. É com três vezes que vocês ficaram ela criar essa grande coisa e meses depois ir na tua casa e dar um presente com uma base acertando a tua cor. Isso pra mim é bem assustador. Então... Ah, conta isso. Esse detalhe não é tanto problema. O cara só tinha um bom olho nessa coisa.

Ah, mas eu acho que tem que falar, sabe? Tem que falar no teu trabalho, mostrar ele.

mostrar ele na portaria como o Fabão falou, deixar umas pessoas próximas avisadas e se cuidar, entendeu? provavelmente é um cara que não soube lidar direito não soube receber um não a maioria dos caras não vão partir pra agressão não vão partir pra uma coisa maior mas a gente sabe que tem não soube lidar com a rejeição mas é isso, eu acho que fica tranquilo na tua avisa, entende se você precisa

fazer um BO, não tem problema de fazer BO, de fazer esse tipo de coisa. Faz online, bomba. Eu já fiz BO contra boy, tipo assim, e era uma vibe assim, meu, vai vir atrás, vai ter coisas, sabe? Vai ter polícia. Vai ter polícia, o negócio é a famosa ameaçada. Mas assim, ele deve ser só apenas uma pessoa que é um frustrado e daqui a pouco ele vai conhecer alguém. Mas se cuida, entendeu? Se cuida enquanto isso. É nada que às vezes esses caras têm essas atitudes assim, e às vezes nem na maldade. Aí conhece alguém,

depois esquece a menina que você deixou uma merda pra trás e foi seguir a vida e esqueceu. Porque é o que mais acontece na real. É, por mais que a gente fale muito hoje de feminicídio e tem que tomar cuidado de todos esses tipos de violência, mas assim, a maioria não vai fazer isso. Então, é mais realmente se resguardar, se cuidar, ter as pessoas pra te proteger. E te cuidar. E tipo assim, na boa, receber presente de gente que você não conhece, eu sou a favor de jogar fora.

legal. Só tem a moça querendo me dar o bolo, não esqueça. Agora, é, exato. Agora, qualquer coisa que você começar a receber as coisas, cria uma caixa postal. Exato. Não é verdade? E dependendo da marca do protetor solar, me dá. O que eu uso é bom, hein? Qual que eu uso? Eu não sei, alguma coisa... É um bom, assim, é 70 no rostinho. Nossa, tem que ser. O meu é 60. Porque realmente, assim, no rosto não tem como. O dele é 60.

Então é isso, gente. Não vai ter dicas bizarras. Vamos pra dicas bizarras, calma. Ele precisa dar uma dica. Não, eu ia falar isso, tipo, que esses foram os casos de hoje. E agora a gente vai pra dicas bizarras. Dicas bizarras. E vai começar pelo Ti. Vai começar pelo Tiago, que aparentemente ele quer muitas dicas. Não, eu não aguento mais as pessoas comentando. Mas as pessoas têm razão, eu parei de fazer dicas. Só que eu quero muito, porque eu vim preparado. Eu vou dar duas dicas.

Ele vai tirar uma arma. A primeira. Eu vou tirar uma arma, né? Ai, meu Deus. Não, a minha é bacana. Isso aqui... Fofo. Muito foda. Muito foda. Eu falei pra você. Uma pessoa não binária, artista, que chama Little Goat. Little Goat? Goat. Goat de... Bodinho. Bodinho, gostei. Te mandou. Então, me mandou. E eu já tinha visto seus trabalhos. Não pensei que estava... Claro. E, assim, a gente conversou,

do Caso Bizarro. Olha que belíssima caligrafia. E eu li, né? Esse é o... Como é que é? Querido Gineco. Relatos ilustrados de pessoas reais com e sem vulva. Estava lendo. Impacta disso. Porque são relatos de pessoas trans e pessoas não-minárias. Com ginecologistas e afins. Porque são vivências diferentes. Assim, não é condenatório. Por exemplo, uma pessoa

Pessoa que é um ginecologista. Está ouvindo. Não. É porque às vezes falta informação. Para lidar com esse tipo de situação. E por isso que eu adorei ler isso. Por isso que eu estou recomendando. São vivências e afins. Que eu quero saber mais. Eu quero conhecer mais. Eu não passo por algo do tipo. Mas obviamente que eu quero saber. Entender. Então assim. É forte. Tem avisos de gatilhos. Para coisas específicas. Tem um aqui. Logo nesse.

Tem um aviso de gatilhos. Esse já é mais sobre a vivência. De uma pessoa não binária. Tem um aviso.

Mas, assim, são belíssimos trabalhos. Deixa eu ver esse. Ah, você não viu esse aqui? São belíssimos trabalhos. E se você quiser saber também, gente, vai estar lá no Caso de Larni Bizarro, o nome do livro. A gente sempre deixa as indicações lá. É, é só ir no Instagram, né? E fala com o Little Ghost. Bem, eu não ganhei. Muito fã. Nossa. Para o Tiago Pesanichique, para mergulhar nessa experiência não binária. Eu achei muito legal a pessoa dar para um hétero, não?

Não, mas achei legal dar pra uma essa. E me perguntou, falou, ah, tudo bem, eu não sei se tem a ver com... Falei, o que é isso? Eu quero muito ler. Porque eu gosto de ler vários pontos de vista de várias coisas, né? Eu sei que eu sou um cara... É, você tá muito envolvido com HQ, né? Ah, eu sou quadrinista, né? Trabalho com HQs, né? Não, muito foda. E os gatilhos abordados são transfobia, homofobia, misoginia, gordofobia, disforia, assédio, ansiedade, depressão, pensamentos destrutivos, violência psicológica e física, abuso sexual e estupro. Uau.

Por mais denso, pesado que as coisas sejam, são histórias importantes de serem lidas, conhecidas, contadas. Então, é isso que eu mais gostei, entendeu? E, assim, com o aviso, cada pessoa vai saber. Então, assim, vai estar na descrição o perfil do Little Goat e, sério, dêem uma conferida, nem que seja no perfil, vejam o trabalho. Muito foda, tipo, de verdade. Little Goat.

Bizarro eu já gosto. Exato. Mas posso dar uma outra dica agora? Claro. Porque eu vim ouvindo uma banda que chama Estou Lengando, lançou um EP de seis, não, sete músicas. É o equivalente musical a estar no moche e tomar uma cotovelada no globo ocular e sentir aquela coisa assim. E daí um cara que tem a tattoo na cabeça de um demônio te abraçar suado assim, você fala, caralho, esse dia foi foda. Sim. É esse CD do Estou Lengando.

Nossa, mas de verdade, eu tô assistindo direto. Nossa, no show do Flamengo. Fala de novo do...

interessante o cara com tatuagem. O careca com... É que assim, nos shows de hardcore, essa é uma banda de hardcore, né? Estou lembrando, é foda. E aí tem uns caras, se você vai lá, você vai ver os boys sem camisa, os caras já tiram, porque eles são tudo grandão. Aí eles tem uns demônios tatuados aqui na cabeça, assim, então. Nossa, teve uma vez que me abraçou, assim, que assim, nossa, se eu gostasse de suvaco masculino, ia ser uma loucura.

Nossa, o cara me abraçou, porque ele veio assim e falou, muito foda, mano. E ele veio assim,

O que eu posso fazer? O que eu posso fazer? O que eu posso fazer?

De verdade, deve ter 10 minutos a 7 músicas, mas puta que pariu. Eu tenho... Vai estar na descrição. Uma dica rápida e uma... São duas rápidas. The Pitch. Nossa, que material grosso da sua... É uma delícia. Nossa, mas o que é isso aqui? Nossa, você apertou no milo dele. Não apertou. Não, o ombro dele, caralho, é o milo mais alto do mundo. Não, você fez aqui, ó, caralho. Não, aqui, pô. Na pensa aqui, ó. Piada, ô porra. Ai, caralho. Eu aperto, meu amigo. Assédio. Assédio. Assédio.

The Peach, que eu nunca tinha assistido e eu matei a primeira temporada assim. E agora eu tô na segunda temporada já alinhada com os episódios que saem toda quinta. Nossa, tem duas? Você pode achar que só tem uma. E olha, tem uma personagem que tá passando por um tratamento oncológico que eu sinto que a qualquer momento eu vou sofrer tanto. Mas eu sei que eu tô... A mulher, né? De cabelo batidinho. Eu sei que a qualquer momento ela vai e eu vou sofrer muito. E outra dica é a nova música da Lana Del Rey,

que é um nome enorme que eu não vou saber falar. Mas ouçam, gente. Isso tá tão bom. A Lana tá voltando. Minha Lana tá viva. Será que eu tenho treta com a Lana? Não acho Lana da hora. Ai, não tenha. Não tenha. Porque eu vou defender. Eu vou estar do outro lado. Inclusive, eu vou numa festa. Eu não sei uma música da Lana Del Rey. Eu vou numa festa no Rio de Janeiro. Não lembro o dia. Que é de Lana Del Rey. Ela vai estar lá com o Alligator.

Se você é ouvinte, ela chama ele de Gator. Gator. Se você é fã de Lana Del Rey ou ouvinte do Caso Bizarro,

Se você pesquisa a festa lá na Del Rey no Rio, a gente se encontra lá. Vai ser tudo. Ah, e é tipo essas festinhas que a galera faz. Festa da Taylor Swift. Só vai tocar lá na Del Rey. Ah, da hora. Pra galera dançar. Pra chorar e a gente... Eu gosto. Eu vou fazer a festa da Florence and the Machine. Eu gosto também. Mas nós do nada, ele foi pra não gosto, pra fazer a festa. Não, é que essa música eu gosto. A gente tem três maneiras.

Sabe quando você admite? É que nem a menina do Creed com o Espírito. Claro. E você? Obrigada por ver no carro. Indica, por favor. Não, eu vou indicar. Eu indico a The Pitch, tá?

A Pit, a cantora Pit? A cantora Pit, porque eu também agora estou viciadíssima em The Pit. Mas eu quero indicar o documentário da Anitta. Amo, testemunho, testamento. O documentário, o testamento, como é que chama? O testamento da Anitta Harley. Anitta Harley. Testamento, o segredo de Anitta Harley. Então, é um documentário do Globoplay, que eu estou absolutamente viciada, babilônico. Eu já assisti. Você tem a Cerdeira do Pernambucanas, que está em coma, então... Há 10 anos. Há 10 anos.

quando ela morrer, e aliás, como ela tá em coma, então, teoricamente, né, ela precisa passar, tipo, a liderança, passar por outras pessoas. Então, existe uma grande briga na justiça há anos de quem é que vai cuidar dessa... quem que vai herdar, né, esse dinheiro, as empresas, todas as coisas. Então, é um documentário que passa, tem vários personagens extremamente interessantes. O advogado, meu Deus, que filho da... Gente! É advogado, né? Pessoas horríveis,

Não, o advogado do nada tem um plot dele que você fica gag dela gag. Gag dela gag. Gag dela gag. E basicamente é isso, tá lá no Globoplay, então recomendo horrores pra vocês assistirem. Qual chama aquela drag? Dela Fence? Bianca dela Fence. Bianca dela Fence, é gag dela gag, Bianca dela Fence. Do nada. Do nada. E é sobre... Então é isso, gente. E tá tudo. Um grande bem, tá tudo. Muito obrigada por ouvirem a gente, desculpa a loucura. Quando eu tinha 14 anos eu vi o show do E.T. Rodolfo.

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