Episódios de Caso Bizarro

Jornal Bizarro #29 - Caneiros Gays e a verdade sobre Stuart Little com Daniel Pires do LendaCast

06 de março de 202611min
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E a sua revista digital semanal do bizarro está de volta com a bancada formada por Mabê e Daniel Pires do LendaCast! 

Na edição desta semana, um rebanho de carneiros gays e a verdade sobre o Stuart Little!

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Assuntos4
  • Carneiros Gays - Rainbow WoolCarneiros que recusam acasalamento com fêmeas · Projeto Rainbow Bull/Rainbow Wool do fazendeiro Michael Stuck · Salvação do abatedouro através da compra de carneiros · Fazenda em Lom, Alemanha com 35 carneiros · Coleção 'I Will Survive' do designer Michael Schmidt · Colaboração com Chrome Hearts · Nomes de celebridades para os animais (Prince William, Jean-Lou Gautier, Madonna) · Doação de lucros a causas LGBTQIA+
  • Carneiros GaysRebanho Rainbow Wool · Homossexualidade no reino animal · Salvação de animais do abatedouro · Projeto do fazendeiro Michael Stuck · Lã arco-íris para moda · Coleção I Will Survive · Nomes de celebridades para carneiros
  • Stuart Little - Revelação sobre o PersonagemStuart Little não é um rato · Stuart é uma criança humana muito pequena · Descrição no livro original de 1945 · Diferença entre livro e filme · Altura e tamanho do personagem · Sonho de E.B. White que inspirou o personagem
  • Stuart Little não é um ratoLivro original de E.B. White (1945) versus filme (1999) · Stuart como criança humana pequena, não um rato · Tamanho reduzido de apenas 5 centímetros de altura · Capacidades humanas apesar do tamanho diminuto · Confusão gerada pela adaptação cinematográfica · Sonho e concepção original de E.B. White · Fãs descobrindo a verdade após 25 anos
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Sejam bem-vindos a mais um Jornal Bizarro. E hoje estou aqui com o Daniel Pires, do LandaCast. Oi! Prazer, Mami. Se você não viu o nosso episódio, volta lá. Que a gente falou sobre um monte de coisa. Sobre lendas, principalmente. Não, foi uma terapia, né? Foi uma terapia, gente. A gente falou da família, dos antepassados. Da família da vida, de tudo. Então, dá pra fofocar. Falamos de religião. No pacto que a Mabe fez aos 12 anos.

A gente fez um pacto no final da episódio. Entre nós. E ó, a gente tá aqui com o nosso jornalzinho, entendeu? Então, boa noite.

Boa noite. E a primeira matéria é... Não querem fêmeas. E tá tudo bem. Conheço o primeiro rebanho de carneiros gays. Imagina! Não, não... Caralho! É o bloco da Nita, que a menina fez o vídeo reclamando que os homens já estão tudo tomados, que só tem gay. Que ela fala muito viado, né? Ela fala só tem viado. Quem casou, casou. Gente, essas pessoas têm um ego muito alto. Gente, né? Tipo assim... Por que você tá nesse bloco de gay?

fazendo lá? Eu fico passada de casou, casou. Gente, tem muita gente no mundo. Tem um monte, gente, dos carneiros gays. Gente, eu amei. Então, vamos pra essa matéria aqui. Carneiros que não acasalam com fêmeas costumam ser enviados para o abate. Ai, que dó, que horror. Isso é homofobia. É o quê? Enviados pro abate? Se eles não acasalam. Gente... Bom, depende, porque abate na minha vida, quando eu falo que eu vou pro abate... É outra coisa.

Aí é porque é bom. De repente deu outro significado pros camelos. Pros camelos. Pros camelos. Pros camelos gays. Mas um fazendeiro alemão decidiu salvá-los e formou o que ele chama de o primeiro rebanho de carneiros gays do mundo. Michael Stuck é o responsável pelo projeto chamado Rainbow Bull, que é lã de arco-íris. É um fazendeiro com 30 anos de experiência e ele mantém a fazenda desde um ano retrasado na cidade de Lom, na Alemanha.

Alguns carneiros basicamente montam em tudo, seja fêmea ou mágica.

É um carneiro bi. É um carneiro bi, já sou eu. Mas se um carneiro consistentemente se recusa a casalar com uma ovelha fêmea, esse é o sinal de que você sabe que ele prefere outros carneiros. Disse Michael Aldeguardo. O rebanho hoje conta com 35 carneiros e a fazenda tem lista de espera. Os animais podem ser apadrinhados e alguns ganhar os nomes curiosos, inspirados em celebridades, como Prince William,

William, Jean-Lou Gauter e a Madonna. Eu amei, gente. Eu amei. Imagina eles chegando lá, não é o quê? Curral que os carneiros vai? Eu não sei também. É o quê? Imagina chegando lá, sei lá, no curral. E aí, bicha. E aí, bicha. E aí, bicha. Ai, não queria as ovelhas mulheres, não. E aí, bicha. E aí, ó, como que surgiu a ideia? Quem é você? Pra chegar falando assim comigo, quem é aí, bicha? Eu te conheço por acaso. Brigando, né? Como que surgiu a ideia? Então, eu fui conversando com uma amiga e parceira de negócios, a Nádia,

Leite. Amei o sobrenome dela. Que o Stuck teve a ideia do Rainbow Wool. O que podemos fazer pra não mandá-los todos ao abatedouro? Meu coração está sempre ao lado dos fracos e oprimidos. Sou gay e reconheço os preconceituosos. Especialmente na agricultura. Ah, ele é gay, o fazendeiro. Bom, é óbvio. É óbvio. A identificação vem das quais você é um hétero. É, o hétero ia falar, gente, coitado desses carneiros. É, ia colocar os carneiros pra trabalhar lá. Ficar fazendo seis por um. Ficar fazendo vídeo aí.

Põe o TikTok nos carneiros. A solução do Rainbow é comprar esses carneiros diretamente de outros criadores, pagando mais que o valor do abatedouro e usá-lo só pela lã. A matéria-prima vai pra uma fábrica na Espanha e os lucros são doados pra causas LGBTQIA+. Ai, que legal! Eu amei. E tem que ter de outros animais gays também. Vamos falar sobre os touros gays. Vamos falar sobre os touros gays. Lembra do Ferdinando? Ai, o Ferdinando. É, que ele cheirava fosse esse homem.

Eu amava. E eu amei que tem uma parte da matéria que tá escrito I Will Survive. Que é o que eles fazem. Ah, o de lã. É, o de lã. Achei maravilhoso. I Will Survive. Aí ele conta que em novembro do ano passado o projeto ganhou destaque na moda e que a lã desses carneiros foi usada numa coleção de preces de tricô e crochê chamada I Will Survive. Gente, eu tô amando. Que foi criado pelo designer americano Michael Schmidt, colaborador da Chrome Hearts.

Filho acontecer em Nova York, com looks inspirados em arquétipos gays, como marinheiro e entregador de pizza. Entregador de pizza? Gente! Gente, sério. Gente, o povo fetichiza tudo. Tudo, se empolgou. Desde o marinheiro até o entregador de pizza. O encanador, né? Todos os periódicos. A ideia era dizer que a homossexualidade é natural, reino animal e não uma escolha. E aí ele conta, eu realmente quis enfatizar o gay. Vejo isso como projeto de arte. Está vendendo uma ideia mais do que uma coleção de roupas.

de que a homossexualidade não é apenas da condição humana, mas do mundo animal. Gente, principalmente do mundo animal, né? Tipo assim, nada mais gay do que o mundo animal. Aliás, o mundo animal não tem essas besteiras que a gente tem de ficar preocupado. Ai, mas isso aqui é de sexualidade. Não, eles estão lá, ó. Estão vivendo. Estão vivendo. Olha, eu particularmente amei essa matéria. Eu passei, eu tô passado. Você não quer visitar essa fazenda? Eu quero muito, imagina, chega lá.

Muito bem, essas ovelhas gays. Não, mas falando sério, assim, você já viu carneiros e ovelhas de perto, assim, esses grandões? Eu amo. Eu fui numa feira lá em Esteio, no Rio Grande do Sul, na época que eu trabalhava com jornalismo, e eu vi eles bem de pertinho, assim. Eles são muito lindos. São muito lindos. Os cuidados que os criadores têm. E aí eu falei assim, gente, não é possível que esses criadores sejam chucros a ponto de... Porque eles são vistos como produto, né?

Então é a lã, é a carne, é o porte, né? Tudo pra ser utilizado. Ele não é visto como um animal de estimação. Não há sentimento por esses bichos. Aí eu falei, mas não é possível. Aí perguntei pra um ou dois lá. E eles falaram, não, tem uns que realmente eles se mostram mais afetivos com a gente. Eles parecem uns cachorros, são inteligentes. E eles não vão pro abatedouro. Eu falei, ó, tá vendo? Então por isso que é importante você se posicionar. Porque até no animal.

que não se posiciona, fica ali, ó. Você vai ser abatido. Vai ser abatido. Nesse mundo. Então você tem que se posicionar. Mas eu achei o máximo. Eu achei tudo. E uma sensibilidade também. Isso a gente tá falando com uma bolha, né, Mabê? Porque se isso sai daqui, cai em outro lugar. Olha aí, ó. Já vejo os conservadores assim, ó. Escuta o que essa mocinha aqui de cabelo azul falou. E você falou. Os carneiros gays. Gente, tem carneiros gays. Não, já é um grande drama. E a nossa próxima

também maravilhosa, que é os fãs de Stuart Little só agora estão percebendo que ele não é realmente um rato. Então, ó. Embora já tenhamos passado mais de 25 anos desde o lançamento do primeiro filme de Stuart Little, os fãs só agora descobriram que o personagem principal não é, na verdade, um rato. Stuart Little é um filme de 99, baseado no romance homônimo de 1945. O filme acompanha a família Little, que busca adotar um menino pra dar um irmão ao seu filho, George. No orfanato, os pais conhecem o Stuart, um ratinho pequeno.

Um pequeno, mas encantador, que aparentemente é civilizado com os humanos. No entanto, quando os pais levam o Stuart pra casa, o George recusa a reconhecê-lo como seu irmão, e a gata da família fica enjoada por ser o novo animal de estimação de um rato. O filme continua a acompanhar o pequeno personagem parecido com um rato, enquanto ele tenta encontrar o seu lugar na família, numa comédia que toda família vai gostar. No entanto, os fãs ficam surpresos ao descobrir que o Stuart Lira, na verdade, não é um rato. E aí, em uma publicação no Reddit, um usuário compartilhou,

e explicou que o personagem... Pera, é o quê? No livro não é um rato. Pera, e é o quê? Ele é uma criança. Olha aqui. Ele é uma criança. O Stuart Little é uma criança? Ele é, ó. Ele é um menino humano muito pequeno que se parece com um rato em todos os sentidos. Que essa descrição é mencionada pelo White. Ficou pior. No primeiro capítulo do romance, onde o Stuart não é adotado pela família Little, mas sim filho biológico do senhor e da senhora Little. Embora a família estivesse preocupada com a forma como

sobreviveria no mundo, né? De tamanho humano. Eles perceberam que ele poderia fazer tudo que uma criança da mesma idade podia fazer. Apesar dele ser apenas 5 centímetros de altura. Então, tipo, uma criancinha desse tá... Não, 5 centímetros é o polegar vermelho. Ah, não dá. É o chapéuzinho... É o chapolim colorado. Exatamente. Quando ele tomava polegarina. O pote pilim-pim-pim. É. Em uma carta que escreveu em resposta às perguntas do leitor, o White escreveu como concebeu Stuart Little.

Há muitos anos fui dormir numa noite em um vagão de trem e durante a noite sonhando

com um menino pequeno que agia como rato. Foi tudo assim que começou. Eu achei muito engraçado, porque eu também não sabia. Na hora que eu vi, eu falei, gente... É, tipo assim, desse tamanho, assim, que sentimos é o quê? É o controle aqui. É o controle. Ah, não, acabou com a minha infância, né? Acabou, né? Eu vi um criador de conteúdo uma vez na internet, ele falando assim, negócio nojento! Ratatouille, o rato da cozinha! Ai, como a gente olha por umas coisas e nem presta atenção.

E aí eu vi um vídeo, acho que foi ontem ou hoje, de uma moça com o marido dela. Eles estavam jantando num restaurante em frente ao Coliseu. E um rato, assim, ó, saindo de dentro de um tijolo. Ela falou, o rato atua e veio ver se tava tudo bom a comer. Pelo amor de Deus. Mas foram essas nas notícias do nosso Jornal Bizarro. Meu Deus. E olha, se você fosse falar, eu ia trazer uma notícia também pra nós aqui. Ah, e a próxima você traz. Então, a gente vai criar um rebanho de ovelhas gays. Gente. Entendeu?

São ovelhos. São os ovelhos. E o nosso estortilírio, que a gente descobriu aqui, que na verdade é uma pessoíta. Não, eu acho que as pessoas estão querendo lacrar, falando que é uma criança agora. Mas é um doente. É um rato. Ou é um rato. E ficou pior, falando que é uma criança com cara de rato. Acho que eu fiquei com ele muito pequenininho. Não, gente, não exemplifica. Não, a gata, eu gostei da gata. Imagina, eu vou ser um bicho de estimação de um rato. Eu vou acabar com ele. Vem aqui. Vem aqui.

Vem aqui, Piriguete. Mas é isso, gente. Um beijo e até o próximo episódio. Tchau.