Episódios de Caso Bizarro

COMPILADÃO Old News

27 de maio de 20263h7min
0:00 / 3:07:40

Juntamos as 4 edições do Old News. Todas já foram pro ar, mas fizemos esse compiladão aí para relembrar =)

Gostou? Comenta aí

Assuntos6
  • Concurso Mulher com Cabelo de GalinhaCabelos com padrão marrom mogno levemente avermelhado · Prêmio do concurso: relógio de pulso de ouro · Participação de 42 mulheres
  • Ataque a cabeleireiro em SPTentativa de descolorir o cabelo · Descrição do cabelo verde · Danos emocionais e físicos · Moeda antiga (xelins)
  • Incendio em quarto de hotelAcusação de ter ateado fogo com cigarro na cama · Álibi da acusada: cama já estava em chamas · Multa de 51 dólares · Polícia declara que ela estava bebendo champanhe
  • Roubo de Produtos ComerciaisNova modalidade de delito no cenário carioca · Tática utilizada: cercar o entregador · Roubo de dinheiro, moto ou bicicleta do entregador · Precauções tomadas por restaurantes: envio de segurança
  • Concurso de mordidasEscolha de celebridades para serem mordidas · Preferências de mordida (força ou mordidinha) · Menção a celebridades como Johnny Massaro e Alice Wegman · Entrevistas com globais sobre quem gostariam de ser mordidos
  • Ratos gigantes africanos na detecção de minasFeita de malha fina de cobre fiado com baterias em miniatura · Conexão por botões e circuito de fios · Repelir roedores com choque elétrico · Conferência Anual dos Inventores da América
Transcrição497 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Descalça numa ilha É tão mágico Você dizendo que me ama A lua refletindo o mar O seu cheiro A gente junto na minha canga Descanso do cadeiro, vento no cabelo Me levando pra entrar no mar a noite adentro Se essa lua fosse minha Eu te levava amor

Pra obitar até enquanto me amar. Até enquanto me amar. Pra obitar até enquanto me amar. Seja bem-vindo ao Hoje News desse mês. Está maravilhosa. Estamos aqui com uma edição muito especial com Felipe Bertolotto e Faber.

Fizemos o troca-troca. Que beleza! Esse mês a gente fez o troca-troca. E aí, quem é o passivo? Você decide. A Mabê. A Mabê? Não, a Mabê é ativa. A Mabê é ativa. A gente já sabe aqui no backstage quem é. Já nos stories da Mabê.

Já, já nos stories, a qualquer momento. Como você sabe, esse mês a gente tá fazendo uma coisa diferente uma troquinha muito especial, uma duplinha. A gente tá tentando tirar a força das duplas, né? A gente tá tentando diminuir o fandom, diminuir.

Eu tenho muito medo de sofrer um golpe de estado, entendeu? E ser presa por 27 anos, né? E ser presa durante 27 anos. E sei lá, terem que, sei lá, cinco pessoas terem que votar, três votar… Exato, entendeu? Quatro votaram. Quatro e um, você é covarde, não conseguir votar. Pois é, covarde não se acontece. É muito delicado pra nós. Que bordeiro.

E aí, então a gente tá vivendo um momento histórico no Brasil, né? Sim, eu e o Fabrão… A queda do feudo. A queda do feudo. E na queda do feudo, a gente vai trazer aqui as old news, gente. Old mãe. Porque olha, old mãezinha, porque essas notícias… Fala!

Fala, mãe! Fala, mãe! Fala passado, porque essas notícias são bem velhas. Falou, mãe. Falou tudo, mãezinha. Falou tudo, mãezinha. Porque, ó, essa notícia é de fevereiro de 1949. Nossa, que legal! Estava fazendo em fevereiro de 49. O que você tava fazendo em fevereiro de 49? Ah, eu tava fazendo… Provavelmente algum carnaval aí. Eu tava fazendo botox, o cinho, o gosto na bochechinha…

Tem que estar indicando… Menino, procedimentos novos, hein. Até o final desse episódio, eu vou contar pra vocês o que tá vindo aí, ó. Olha, bombando. Fortíssimo, né, Nando? Vou fazer, mãe. Vamos pra nossa primeira notícia, nossa primeira old news. Old. Cabeleireira processada por tingir de verde os cabelos de cliente. É da The Ottawa Journal, que é no Canadá, não é? Yes, yes. I'm from…

Eu amo Dix. Eu amo Dix. Nossa, Dix. Dix é minha passion. Dix é minha... Fui quatro palavras. Até agora, quatro.

De Glaucester, Inglaterra, processou sua cabeleireira. Reclamando que após fazer um permanente em julho de 1946, o seu cabelo, normalmente castanho, ficou verde. Ah, não. Uma tentativa subsequente de descolorir o cabelo pra uma cor normal acabou piorando a situação. Fazendo com que ele adquirisse um tom claro de verde, ficasse frisado e com bolhas no couro cabeludo. Bolha? Ah, no couro cabeludo.

É, bolhas… É puxado, né? Já fiquei, já. Mentira! É, porque quando descolore, às vezes… Quando eu não fazia em salão, eu fazia em casa… Água oxigenada. Água oxigenada. Tipo, meu couro cabeçudo é muito… Seu couro cabeçudo. Sensível. E aí… Ele ficava tão vermelho! Seu couro cabeçudo é apertadinho? É um couro cabeçudinho. É um couro cabeçudinho. Ele fica todo vermelho.

Fica, fica, fica enrugadinho, empoladinho. Eu tenho que passar uma pomadinha. Pomadinha branca, né? Uhum. Ah, entendi. Meio transparentinho e fica… Tá bom.

Na verdade, seu cabelo não era simplesmente verde. Vários testemunhas deram diferentes descrições. A primeira disse, parecia um horrível arco-íris com predominância de verde. A segunda testemunha relatou, como um tapete de pele de carneiro sujo com estrume de vaca. Meu Deus! E a terceira testemunha disse… A autoestima dela aqui, ó. Nossa Senhora!

Com mechas de vermelho, vivo, marrom, verde e palha. O tribunal concedeu à senhora Tam 157 libras e 10 xelins em danos gerais. O que é xelins? E 12 libras. Ai, era uma moeda antiga. Era moeda… Eu acho que era libra antiga, tipo, um centavo, alguma coisa assim. Libra, mãe.

E 12 libras, um gelinho centavo em danos emocionais e físicos. Infelizmente, porque foi nos anos 40, a gente não tem foto do cabelo cheio de estrume de vaca. Nossa, então traz completo da próxima vez. Faz uma yai pra gente, sabe? Vamos fazer uma yai. Você que tá assistindo, desenha pra gente. Não, ya não, a gente quer desenho à mão, de como seria. A gente é contra ya aqui. Exato. Exato. Eu sou contra várias yais, Yasmin.

E falando em cabelo, a gente tem a próxima notícia que é… Nossa, mas o que não é publi? E falando em cabelo, o meu hoje. Ataca essa hidratação, porque eu tô usando o novo. Aí começa, é. E falando em cabelo, a nossa próxima old news é Mulher com cabelo de galinha. Old mãe. Por me walk de ornão. Todas as notícias vão ser assim, né? Todas. Old, mãezinha. A notícia é de janeiro de 1924. Meu Deus, espero que tenha foto.

Nossa, não tinha lançado nem o iPhone 13 ainda, né? Não tinha? Não. Ai, gente, nossa. Como é que ele fez? Mico! Nossa, não. Mico! Mico, gente. Mico! Imagina passar fome. Imagina! Me pedindo um app de comida. Gente! Ai! Mico. Mico.

Isso é louco. Gente, não tinha um aplicativo pra marcar um... Não tinha mesmo. Um casual, um dentizinho. Não tinha nada. Pela primeira vez... Tinha que fazer como, né? Não fazia! Gente, ninguém transava naquela época. Era tudo poliana. Poliana. Era tudo poliana. O que mais? Pela primeira vez... Ela tá tentando, vamos lá. Pela primeira vez o quê? Pela primeira vez o quê? Pode se chamar uma dama de galinha sensual ofensivo.

Sua galinha. Berta O'Connor. Berta O'Connor. Telefonista e nascida em Cincinnati, Ohio. Ah, oi, não. Ganhou o primeiro prêmio do concurso Mulher com Cabelo Mais Parecido com as Penas de uma Galinha. Ah! O concurso internacional, né? O concurso internacional famoso. Seus cabelos têm o mesmo padrão marrom, mognos, levemente avermelhados das penas da galinha. Ela botava ovo pela nuca, assim? Saiu um ovinho assim.

Marrom Magno, não me importo Marrom Magno. Você que desenha, bota por favor pra gente o Marrom Magno. Você que desenha o Magno, do nada de Magno. Eu tô dando jobs. Colocando jobs pros ouvintes. Ah, eu tô dando jobs. A galera do Caso Bizarro desenha muito, né? Tem muita gente que desenha. Nunca me desenharam.

Ih, ficou mais um diálogo aí pra vocês. Nossa, a Mari Tirinhas a gente desenhou 300 anos. Não, a Mari Tirinhas me desenhou. Inclusive, quando nós nos conhecemos pessoalmente… Aonde? Ela em Paris. Ela me desenhou no… Ai… Ela me pintou como as francesas. Eu falei assim, me pinte como uma das suas francesas. Você ficou nua pra ela em Paris? Fiquei nua pra Mari Tirinhas. Assim, né? É, ela me fez igual o Nascimento de Vênus. Eu assim…

Eu ia amar a Maritinha, faz uma tirinha sua me pintando nua. Aí ela podia me desenhar igual Vênus de Botticelli, assim, ó. Tipo, e vento passando, e eu nua. Ai, gente, perfeito, perfeito. Bom, então a gata que ganhou o concurso… A gata não, a galinha.

A mulher é o cabelo mais parecido com as penas de uma galinha. Porque o cabelo tem o mesmo padrão marrom mogno levemente avermelhado das penas da galinha. E esse concurso foi realizado em Broad Island. Marrom magno chique, né? Acho marrom magno em tudo. Qual a sua cor, marrom magno? É mogno, né? É mogno, né? Não, eu vou colocar etnia marrom magno.

Mas 42 mulheres de todos os estados do país se inscreveram pra competir pelo luxuoso prêmio do concurso. O relógio de pulso de ouro. Olha, acho chique. Era um Apple Watch? Um Rolex? Um Rolex. Não, provavelmente. Será que já existia um Rolex em 1924? Amiga, acho que não. Acho que devia ser aquele relógio que a pessoa tira do bolso e abre. Ah, sim, deve ser. Bota. Sabe como é o nome disso? Relógio. Ah, tá.

E agora a gente vai pra uma notícia que é uma publi.

Nossa, uma galinha, uma porquinha. E agora a gente vai pra uma notícia, que é uma publi pro Felipe Bortolotto. Calcinha repelente, bota fim em praga. Porra, que ótimo. É uma notícia. Mas assim, ó, eu vou falar aqui uma coisa. Não só eu uso calcinha nesse… Nesse… Pequinto. Espaço. Espaço. Nesse… Fala mesmo. Fala, cara, que não tá mais. Eu tô de calcinha agora, por exemplo. Eu também. Eu também.

Old, mãezinha. Old, mãezinha. É só assim, ó. Essa é a notícia. É da Associated Press, de 12 de setembro de 1941. Tá. Nossa, velhas notícias, né? Nossa, que old. Ai, old. Que old, mãezinha.

Exibido na Conferência Anual dos Inventores da América, a calcinha chocante, como é chamada, é feita de malha fina de cobre fiado, com baterias em miniatura e bobina escondidas nos sapatos da senhora que a traje. Uma conexão é feita por meio de botões que são presos a um circuito de fios escondidos na cinta para evitar choques elétricos. Bem, mulheres que não usam cintas não terão que se preocupar com choques de qualquer maneira, diz um dos inventores. Mas choque na...

Então, quando o rato faz contato com a calcinha, o circuito se fecha. Que rato? Liberando o choque elétrico. Onde apareceu o rato? Que certamente repelirá qualquer roedor intrometido. Nasce.

supostamente não há perigo para quem a usa. Mas pera. É, não. Calma lá. Vamos lá. É uma conferência anual de inventores. É, rato. É uma conferência anual de inventores. E este cara criou uma calcinha para impedir que ratos... Mas ele tinha o que é preciso para esmagar a minha rata?

Ótima pergunta. Aparentemente tinha. Eu fico me perguntando… Para eletrocutar a minha rata. Porque eu fico me perguntando, será que houve algum tipo de surto de rato na calcinha? Eu já ouvi falar. Eu lembro. Ah, você tava lá, né amiga? Nossa, gente, foi caótico. Nossa, foi parar no hospital. Foi logo depois da peste negro, né? Peste o que amor? Peste bubônica. Ah, obrigada.

Eu entendi, eu entendi ela falando. Foi depois da peste, né, negra? Eu também achei ela falando peste marrom. Não, eu ouvi ela falar depois da peste, né, negra? Não é negra, né? Na peste mogno, né? Peste mogno. Ai, gente, eu tenho uma coisa que eu acho tão engraçada que falou de peste. Você já viu uma foto que é um menino dormindo? Eu acho que o meu Deus só vai ver. Eu amo esse meme. Que é um menino dormindo com a mão assim, aí escreveram assim. Olha meu irmão dormindo, parece uma criança doente do século 18. Uma criança morrendo de praga.

Eu acho… Eu sempre dou risada. O amor sempre me manda. Sempre me manda. É sempre tipo uma criança renascentista. É, parece uma criança renascentista. Ele gosta dessas coisas renascentistas, né? Ele gosta. Eu fiz uma cadeira. Da chukeira. Ele com a chukeira, assim, empenhando a chukeira. Acho lindo aquilo. Ah, é da sala. Amigo, um quadro? Nossa senhora. No banheiro, né? Compraria. Compraria.

Agora a gente tem uma notícia mais atual, tá? E se passa no Rio de Janeiro. É de abril de 1989. Isso, eu tava quase vindo ao mundo. Minha mãe já tava furufando com meu pai. Já tava furufando, ó. E a notícia é, a gula dos ladrões já chega ao roubo de pizzas.

Ou de mãezinha. Uma nova modalidade de delito acaba de surgir no cenário carioca. O roubo de pizza. Uma prática que, segundo consta, não existe nem mesmo na Itália. Hum, chique, tá? Eu consigo muito bem, Elvino. Amor, só tem no Brasil, só tem no Brasil, tá? Aceita. Só tem no Brasil, aceita Itália.

Segundo proprietários de diversos restaurantes especializados em massa da Zona Sul, os roubos começaram a ocorrer há cerca de um ano, de forma esporádica. Nos últimos dois meses, porém, o número de casos começou a aumentar de forma considerável. A tática utilizada… Virou trend, né? Virou trend. É, 37. Virou.

A tática utilizada para roubar pizzas é bem simples. Os ladrões, em geral jovens de classe média ou pivets, seja lá o que isso significa, embora o delito também já tenha sido praticado por adultos, cercam o entregador de pizza tão logo ele chega ao local de entrega do produto.

Há também casos em que tudo ocorre nas redondezas da pizzaria, mas é menos comum. Ai, Carioca é muito aprontão, né? Embora o uso de violência seja raro, há registro de casos em que ladrões, além da pizza, roubam o dinheiro e a moto ou a bicicleta do entregador.

Pra evitar maiores prejuízos, muitas casas têm tomado determinadas precauções. Quais são? Há restaurantes que, quando a entrega é volumosa, enviam segurança junto com entregadores. Ah, eu gosto de uma entrega volumosa, amiga. Sabe o que eu gosto? Quando eu não tô esperando uma entrega volumosa. E aí vem. E ela vem. E aí, ela é volumosa. Aí você abre e fala, caralho, que volumosa enorme. Mas aí você seca com seus amigos pivetes, essa entrega é volumosa ou não é uma surpresa? Não, amiga, não.

Assim, às vezes, eu compartilho com o Pivete, que mora até na minha casa. Ah, tá. Já ontem a gente compartilha uma entrega volumosa. Mas eu sou bem gulosinha. Eu, quando eu vejo uma volumosa, já abocando. A gente já trocou umas entregas volumosas, né? Já!

Já, já. Eu tô pra trocar amanhã. Pegar uma volumosa. A volumosa que… A volumosa vai ser… Aquela volumosa? Não, aquela volumosa não. A volumosa… E voltando aqui… Ah, que a gente já… Quando o restaurante entrega algumas pizzas, ele leva um segurança.

Gente, vocês conseguem imaginar um segurança… Se isso pega, imagina se isso pega. Se essa moda pega. Porque o carioca, ele não desce pra buscar, né. Oi, querida. Oi, querida. O carioca, ele não gosta de pegar, né. Deixa eu defender aqui o meu público carioca. Ah, você não vai. Você, carioca, que tá assistindo. Não é que nós não descemos pra buscar. O entregador não tem obrigação de subir. Eu vou defender os entregadores aqui. O entregador não tem obrigação de subir, gente. Então se você pediu um delivery, desça pra buscar. Eu faço a minha parte. Ou faça o seu porteiro buscar.

Ou passa o código pro seu porteiro e pede pra ele colocar no elevador. Você pega na porta da sua casa, que é o que eu faço. Você desce pra buscar, tá bom? Sim, sempre. Não, mas lá em casa… Mas sai de segurança junto, entrega a pizza? Lá em casa, o protocolo é o seguinte. O entregador, o porteiro tem o código do meu telefone e do telefone do Júlio. O único porteiro que tem o código e não gosta de olhar no caderninho pra ter é um senhor que dorme.

E aí ele liga, ela aparece e fala, falta o código. Aí eu falo o código, termino de falar o código, ele desliga na minha cara. E ele bota a pizza dentro do elevador e você pega. Tá ótimo. Aí. Quando eu fico na casa do Fabão, é ótimo. Eu não desço pra pegar nada, mas é bom. Olha aí, e eu descendo. É. Eu desço, sempre. É amigo, desce pra bugelho, não. E quando você tá na sua casa, você também não desce. Então acho que é a mesma coisa de ficar na sua casa. Eu desço sempre, porque aqui não sobe, né?

Não, mas meu filho não é você que desce. É literalmente qualquer pessoa que tá na sua casa. Qualquer pessoa na sua casa desce, menos você. Ele tem a cara de pau de falar que ele desce. Ai, que sonça. Gente, sério, nossa. Até, olha, não. Ai, eu não gosto de malhar perna. Tô dando uma justificativa pra falar que eu não gosto de descer. Porque todas as vezes que eu peço delivery, eu malhei perna. E descer pra mim é… Ai, não. Bem, você que tá ouvindo, você escolhe, né. Ou você quer uma pessoa sã, né, que consegue se locomover. Ou não. Pera, sã?

Das pernas, são das pernas. Ah, bufa! Porque senão eu ia falar, pera, você tem um... Olha eu aqui, ó. É, olha aí. Por quem você gostaria de ser mordido? Ai, tanta gente! Nossa, então vamos lá, Chico. O Tiago falou pra mim assim, eu vou colocar essa matéria porque eles vão ficar 100 horas só discutindo o que antes. Vamos lá, vamos lá. Letra A, Antônio Fagundes.

Ai, gente, o Fagundão. Fagundão, você morda. Fagundão, gente, uma cara de bola gorda. Quem eu morderia com a letra A? Ariano Suassuna. Nossa! Letra B, Vinícius Del Toro. Ai, eu esqueci de todo mundo. Bad Bunny. Bad Bunny, Bad Bunny. Nossa, deixaram ele me morder e morder ele inteiro. Letra C, Charlize Theron.

O quê? O quê? Eu queria tanto, eu queria tanto que a Charlize Teron mordesse o favor. Eu também. Você sabia que o arroba da Charlize Teron no Instagram é Charlize África e ela nasceu na África? Eu fico gay. Ela nasceu na África do Sul, né? Mas se ela é da África? Ela é... Por que que ela é branca?

Meninas malvadas. É, você tem que parar de perguntar por que as pessoas são brancas. Ai, gente, sério, tô passando mal. É isso, acabou? Você quer que eu vá até o Zê? Não, não precisa ir até o Zê, mas pelo menos uma pessoa que você gostaria de te morder. Ai, uma pessoa que eu gostaria que me morder. Vai morder como, com força ou aquela mordidinha aqui, ó? A pessoa escolhe. Ai, eu já sei quem eu. Quem? Atualmente, o meu maior crush. Sério, eu não consigo achar outro homem mais bonito que eu namoraria e que eu daria minha vida por ele. Nossa.

O Breno Ferreira. Ah, tá. Nossa senhora! É o namorado da Clara Monec. É. Ó. Um beijo, Clara Monec. Clara Monec, minha amiga! Não, um beijo, Clara Monec. Tá tudo bem, ó. O Breno arrasou, tá? Mas assim, nos meus sonhos… Mas quem gostaria que me mordesse, ó.

Ai, eu gosto do Johnny Massaro. Eu tenho um GnC4. Ah, tá. Ele tá fazendo aquela série. Máscara de oxigênio. Ele tem um GnC4. Um GnC4. É o que fez o clipe de... Descalçando uma ilha É tão mágico Você dizendo que me ama

Eu vou! Ela tá assim, ó. Eu, I'm, I'm… Quem morderia a Mabê? É, quem, quem? Quem morderia a Mabê? Quem deseja morder a Mabê? Um homem e uma mulher, já que é B, tem que falar um homem. É, um homem, de cada lado. Tem dois. É, em cada banda. A Bruna Liemeyer, né, que é o nome dela. Linsmeyer. Linsmeyer. Também faz máscara de oxigênio. Também faz máscara de oxigênio. É, e ela tá fazendo hétero. Fazendo uma hétero. Ah, Alice, como chama Alice? Alice Wegman.

Alice Carvalho. Alice Carvalho, maravilhosa também. Beijo, Alice, que fez cangaço novo. Nossa, ela é gata demais. Guerreiros do Sol, beijo. Alice Bergman também, beijo. O Globo, então, janeiro de 92. Só para as globais. Só para as globais. Estava rolando a novela Vamp na época. Um beijo, Vamp. Então fizeram uma entrevista. Fizeram uma entrevista com alguns globais. Um beijo para alguns globais.

E aí, o ator Neila Torraca respondeu… Neila, o beijo tá sumido. O que? O Neila Torraca respondeu que ele adoraria ser mordido por Leandro e Leonardo. Nossa, mas que…

Eles são ótimos, também gostaria de ser mordido pelo Lulu Santos, Disney. Ah, isso aí é fácil, né? Ai, gente, sabe quem era gato nessa época? Aquele do João Paulo e o Daniel? O Daniel. O Daniel. Nossa, o Daniel era um pedaço. Mas o Daniel tá vivo, né? É mentira. É o João Paulo que morreu. Mas ele tá feio, né? Ele envelheceu mal. Envelheceu mal. É.

A apresentadora de TV, Doris Jessy, gostaria de levar uma dentada do falecido poeta Paulo Leminski. Ele morreu? Leminski? Ele já tinha morrido em 92, né? Meu Deus, uma flor da idade! Ele está extremamente morto hoje em dia. Nossa, a pessoa morre, você não vê uma notinha, não vê nada. Caraca, ele morreu perto do meu ano de nascimento. Você é a reencarnação dele. Caraca. Você é o Leminski. Morre um Paulo Leminski, nasce um Felipe Bortolotto. É o Felipe Bortolotto, né?

O jogador de futebol Renato Gaúcho preferia entregar seu pescoço à Luísa Bruneu, a Xuxa. A Xuxa, que é. Está cheio de vampiras soltas por aí. E elas mordem de verdade, diz Renato. Ai, o vereador Jorge Bittar não daria seu pescoço a ninguém. Fábio Bittar? Mas diz que o Brasil está cheio de sanguessugas. O vampiro morda a República, o Collor. Nossa, o não da minha existência. Não.

Todo mundo riu. Todo mundo riu. Não, Xuxa, Luísa Brunet. Vampiro do estado. O vampiro. Tá parecendo aquela música, tipo assim. Eu vou dar o meu pescoço pro Leonardo. Porra, ele vai querer morder. Você vai morder aonde? Eu vou morder no pescoço. Ai, ai. Vou morder no pescoço. Ai, ai. É no pescoço. Ai, ai. É no pescoço. Ai, ai, ai.

É no pescoço. Tá bom. Bussunda também. Bussunda. Bussunda deseja ser mordido por Madonna. Olha, eu gostaria de ser mordido pela Madonna. Eu também. Nossa, ela deve morder. Ela deve morder. E ela mordendo o pé do Maluma no clipe. Vocês chupando o dedão do Maluma. Vocês já viram isso? Já. Ela no clipe de Medellín. Ela chupa com vontade. Medellín. Medellín. Chupelín.

E a atriz Patrícia Travassos Que também trabalhou em vamp Acha que a Madonna é a melhor imagem de vampira atual Sensual e cheia de paixão Mas preferia as bocas afiadas De Harrison Ford e Mel Gibson Bocas afiadas

É isso, gente, era essa notícia. Ai, ai, ai, no pescocinho. Ai, ai, ai. É no pescoço, ai, ai. No pescocinho, ai, ai, ai. E agora, a notícia é mulher é condenada por acusação de atear fogo em cama de hotel. É no foguinho. Ui, ui. É no foguinho.

E a notícia dos anos 50. Atéar fogo aonde? Na cama de um hotel. Hotel. Em Memphis, no Tennessee. Eu amo esse nome. Gertrude Dorman. Memphis? Memphis. Memphis. Gertrude Dorman, de 36 anos, negou enfaticamente… O quê? Negou. Obrigado, amigo. Resolva. Resolva. Resolva. Recusou enfaticamente. Ter ateado fogo com… Nem eu não sei.

Eu tava desligada essa hora, nem me ligava, nem me ligava. Enfaticamente, ter ateado fogo com um cigarro na cama do hotel onde eu estava hospedada. Mas ela disse que não foi ela. Sob juramento, ela disse ao juiz da causa que a cama já estava em chamas quando me deitei. Ah, isso já aconteceu comigo. Também já. Eu já deitei numa cama em chamas. E eu já atiei fogo sem querer numa cama com fogo. Gente, quem que tem deita numa cama em chamas?

O juiz negou o álibi da acusada e abutou os 51 dólares. Amiga, você nunca deitou numa cama em chamas? Ai, amiga, depois que eu deitei, ela já ficou em chamas. Não, eu já deixei uma cama em chamas, saí e deitei depois sozinha. Ela ainda tava quente. Tava quente, tava pegando fogo, né? É. Era o foguinho. Ai, ui!

É no foguinho. Ui, ui, ui. E o juiz negou o álibi da acusada e a multou em 51 dólares. A polícia declara... Nossa, que multa, uau. Oi, em 55 era dinheiro pra caceta. 50 dólares era dinheiro pra caceta? Não, 55 era dólar um por um.

Dólar um por um, amiga. 50 era dinheiro, era bastante dinheiro. A polícia declara que ela estava bebendo champanhe quando chegaram no local. Então a loba pôs fogo com cigarrito Felipe, né? E aí tava lá com a champanhe dela. Imagina, você pegar um galão de gasolina e joga assim. No Copacabana Palace. Ai, no Copacabana não. E vamos agora pra mais uma notícia que é... Caiu no sono.

Caiu no sono? É deste. Mas a cama tava em chamas? Não, tava em chamas. Sempre bom perguntar. É o novo Jogos Vorazes, cama em chamas. Cama em chamas. Ou 50 tons de Susan. Susan, é 50 tons de Susan. Aí a Susan é tão louquinha. A Susan é tão louquinha. A Susan é tão louquinha. Fazendo a poseira.

The Sexton Daily Standard. Que? Essa é o jornal. Ah, tá. O nome do jornal. E a notícia é do dia 18 de janeiro de 1956. Uhum. Senhorita Margaret H. Jordan. Uhum.

Declarou ao júri da vara de família de Boston. Vara? Da vara. Queria não declarar pra vara. Gente, pelo amor de Deus, tem quatro linhas. Desculpa, vamos lá. Quatro linhas! Quatro linhas da Constituição. Senhorita Margaret A. Jordan. Nós mulheres ficamos duas décadas sem falar, tá? E a gente não vai calar.

Declarou ao júri da vara. Isso mesmo, Carmen. Obrigado, Lúcia. Eu não te falo alguma coisa? Estamos aqui, Carmen e Lúcia. E Lúcia. E o nosso Dino. Gente, quando sai isso, ninguém me usa o que a gente tá falando. É que a gente tá gravando no dia da condenação. Exato. A gente tem aqui Dino, Carmen e Lúcia. Ah, eu sou a Dino. Eu tenho um Dino. Eu também tenho um Dino. Eu não tenho Dino. Mas você tem Carmen?

Carmen deveria ser a Mabê, né? Literalmente tem um carro chamado Carmen. É, Mabê é a Carmen, então eu quero ser... É, meu atendido no Orkut. E o seu livro, né? Primeiro livro publicado. Carmen? Carmen? Carmen? Carmen. Eu tinha um fake no Orkut, que era uma Carmen, a secretária. Que nem eu, Tioco. Você tem um livro, primeiro livro? Sim, tenho. Com vaquinha da internet. Que isso? Como eu nunca soube disso? Nossa, eu nunca fui seu amigo. Meu Deus, acabou tudo.

Eu escrevi em 2006. Amiga, você nunca me contou isso. Amiga, eu acho que eu já devo estar contando. Não, você nunca saberia. Mas eu só terminei, porque é uma história de relacionamento. E aí, eu não queria... Você não queria falar disso agora, amiga? É? Você não queria falar disso agora? Naquela época, não. Nem agora, né. Porque eu... Ah, não, de novo. Não, do Carmen, da Carmen? Ah, não, não tem problema.

Ah, tá bom, então. Gente, eu tô… É que eu não queria falar sobre relacionamento, porque eu queria me lançar primeiro como terror, aquelas coisas. Mas é a Carmen, que ela conhece o Tiago. Eu não conheci o Tiago ainda, mas tem toda uma história. Passa a dérima! Que ela vem morar no interior e se apaixona por um cara chamado Tiago, que tem uma lagosta, que mora numa banheira, não sei o quê. E aí, eu fiz pra poder diagramar e…

O que foi? Foi diagramar e fazer as ilustrações. Eu fiz um crowdfunding no Kickstarter. Acho que foi um dos primeiros crowdfunding de livro, assim. Mas no livro não tem físico, entendeu? Eu só lancei ele virtualmente. Só que aí, quem ajudou na vaquinha… Que era tipo um valor, sei lá, R$1.500, alguma coisa assim. Pra poder pagar a ilustração e a diagramação. Aí depois eu liberava o livro gratuitamente. Ele tá gratuito até hoje. Eu vou colocar na descrição. Mas, gente, lembrem-se que eu escrevi…

19 anos atrás… 20 anos atrás. Eu tinha 18 anos, 19 anos, enfim. Eu não sabia disso. Eu não sabia disso. E eu ajudei com a Vaquinha na época. Nossa, não se senta tão mal. Eu que sou amiga, tô me sentindo traído. Você tem o PDF com a minha assinatura, né. Amigo, eu vou te mandar um. Não, mas tem que mandar 10 reais pra ela. Ah, eu tenho que pagar ainda. Tem que pagar. Pra ler o manuscrito. Foi em 2015 que eu lancei. Ela tirou no pó pra minha idade.

Aí foi isso, aí foi 2015. Meu, não tinha… Quando eu reescrevi, porque aí… Não tinha nem papel, não tinha nem papel ainda. Ela escreveu em pedra. Ela talhou, tá? Em 2013, eu reescrevi pra colocar, tipo, celular. Porque quando eu escrevi a primeira vez, não existia. Tinha smartphone, essas coisas. Amiga, ela escrevia, recebia no meu pente. No bip. Mas é divertido. Recebia uma carta. Eu gosto, eu vou… Mico! Ah, eu vou ler um pedacinho pra galera. Caralho, eu vou ler um pedacinho pra galera. Ah, eu gosto, eu tenho um carinho por ele. Gostei, que você lembrou.

Agora vamos estar precisando Grava com ele

Então a gente tem a Jordan, que tava ali declarando pro júri da varuda. Smith. Né, da família de Boston. Já esqueci tudo, é. Contei tudo de novo. A gente tava falando do Bolsonaro, aí Carmen Lúcia, Carmen. Pois é, foi longe. Pois é, foi longe. A Margareth declarou ao júri da vara de família de Boston que cochilou durante o banquete do seu casamento. As festividades acabaram, ela acordou e descobriu que o noivo e os convidados haviam partido e deixaram ela sozinha no salão.

A mulher dormiu no casamento e todo mundo foi embora. E o noivo também deixou ela? Aham. Ela só voltou a ver o William Jordan, o seu noivo, cinco anos depois da ocasião. Que? Nossa, dormiu bastante. Ela pediu o divórcio. Ela dormiu por cinco anos? Foi, menina. Não, ela dormiu numa noite. Só que quando ela acordou, todo mundo já tinha vazado. Mas como é que ela fez isso, cinco anos depois? Não explica? Não explica. Ah, não, mas bem, não. Não, pera, não. Traz ela aqui. Traz ela aqui. É aí.

É de que ano? 56. Tá viva. Tá viva, ainda dá pra contar. Imagina, tem 20 anos e 56. Então, 56, 66, 30, 70. Ela vai ter 90 e poucos anos. Aí! Tá vivíssima ainda. A velhinha do Titanic tava lá.

Ela dormiu de bêbado no casamento. Você acha que a saúde dela tá ótima, né? Óbvio que tá ótima, porque ele dói o Iggy Pop. Você não viu o Iggy Pop? É, o Iggy Pop, o menino, ele parece que vai dissolver a qualquer momento. Não, achei ele forte. Ah, mas ele tá forte. Então, ele tá forte, exato. Exato, a droga não mata não, meninas, crianças. Iggy Pop, que inclusive canta a música de Odette Reutemann na novela Vale Tudo. Qualquer música.

Eu gosto muito do Iggy Pop, que foi um trabalho de faculdade meu que eu fiz, que é Lust for Life. And I lust for life, and I lust for life. É legal, é tipo... É, é... Bom, quem tem livro aqui levanta a mão? Caralho, quem é escritora que levanta a mão? Quem é carioca que levanta a mão?

E é com essa que a gente encerra o Old News. Um grande beijo. Não tem indicação da semana? Não, é o experimento de outubro. Mas eu quero indicar máscaras. Indica, indica. Máscaras da Peach. Máscaras da Peach. Máscaras da Peach.

Tudo que ele fala agora, corta. Eu queria indicar. Obrigado. É tudo que ele fala, você botou a filha, Dantas. Eu queria indicar. No episódio todo. O que você quer indicar, amigo? Dica aí, amigo. Não vou indicar nada agora. Indica. Dantas, eu confio em você, Dantas. Isso. Eu quero indicar.

Máscara de oxigênio cairão. Não cairão. Não cairão, automaticamente. Cairão ou não cairão? Agora eu vou falar uma coisa séria. Se o Dantas me cortar, ele vai ser cancelado. Ahn. Porque fala sobre… Eu achei muito interessante, porque fala sobre a chegada do HIV.

Enfim, mas do HIV Da epidemia no Brasil De uma maneira muito mais Humana Humana é a palavra O não da minha existência É isso, você quer indicar?

Ah, eu queria indicar… Bebam água. Não, brincadeira. Existe um novo procedimento, que é um laser. Que ele condensa a gordurinha do seu rosto, gente. Esse, com certeza. Esse, com certeza, mete um piso. Não, mas eu queria indicar… Eu não sei se você já indiquei aqui o EP do Duda Beach. Ou esse delírio. Ah, é tudo. Pode indicar de novo. Gente, ouçam esse delírio, que é tudo. E me respondam nos comentários desse episódio. O que é gnarly?

Everything's gnarly. What the fuck is gnarly? Mabê. Gnarly. Fala, mãezinha. Gnarly. Calça bizarro. Gnarly. Fala, mãezinha. Gnarly. Um beijo e até a próxima. Dá de calcinha. Gnarly. Fogo. Tá vazando? Que isso?

É uma furadeira. Gente, é uma furadeira que tá usada às oito da noite. Exatamente. Tá vazando, hein? Será? Com certeza. Ai, tá vazando. Peraí. Que meio que eu posso fazer. Dá um tiro, né? Pegar a furadeira e... E enfiar a cabeça da pessoa. Exato. Caraca, é o mínimo que dá pra fazer. Ai, eu deveria ter tomado um vetergão.

Eu tenho 10% desse podcast. O que você tem pra dizer no seu último dia, Fih?

É a despedida do fim. Hoje eu vou contar. Porque vai ser verdade mesmo. Assim parece que é piada. E no fim vai ser... A gente fez uma votação. Quem quer pra sair? Tá bom, amigo. E votaram você, amigo. Você ganhou. Eu tenho certeza que eu não sairia. Amigo, você ganhou. Vamos abrir essa votação. Vamos ver quem sairia. É porque seus fãs são que nem você. E eles entenderam que era pra votar pra ficar. E era votar pra sair. É. Seus fãs também tem dificuldade. Eles não sabem ler. Eu quero que faça essa votação. Faz a votação. Quem sai? Eu acho que as pessoas voltam pra eu sair antes de você.

Eu também acho. Os seus fãs, amiga. Eu acho que você é o último. Eu acho que você é o último. Eu acho que vai ser o fim. Ninguém dá nada por você. Porque você é burra e vem de um subúrbio mais pobre. Eu sou uma... Vai vencer tudo.

o povo se identifica você é a Juliette do Caso Bizarro foi se construindo esse personagem você literalmente tem o povo e não sou eu que estou dizendo isso são os mais 24 milhões ouvintes únicos do Caso Bizarro toda semana

Um em cada dez brasileiros ouve o caso bizarro. Um em cada dez brasileiros. Gente, isso acabou de sair, essa informação. Um em cada dez brasileiros. É, o Willem Bonner acabou de dar no plantão da Globo. Isso, o Willem Bonner acabou de dar. E eu quero convidar vocês a ouvir… Já tá começando? Já, eu gostei. Assim que foi, ó. É, é sem capa. Aqui é sem capa. Nossa, mãe do céu.

No pelo, no pelo. Aqui é no pelo. No pelo futebol clube. Bom, você já sabe que eu estou aqui com o Sticky Fih. Só que hoje não é um episódio normal. Hoje é o último dia do Fih, né? Segundo a galera aqui. Tá rolando um fone pião que vai ter uma demissão. É, que vai rolar uma demissão. E a gente não sabe ainda quem é. É, a gente tá assim, tipo, pensando e tal. Não, eu vou… Eu vou de coração aberto, porque tudo que eu vivi aqui é…

Me piorou como ser uma... E por que você acha que você tem que ficar? Eu tenho que ficar porque eu tenho um povo, né? Um minuto. Eu tenho um povo. O povo gosta de mim, o povo se identifica comigo. Eles encontraram em mim...

A liberdade que eles… De ter alguém mais burro que eles. O Chico fala que eu sou burro, mas nem ele acha isso. Não acha, eu te acho inteligente, amigo. Mas é uma inteligência emocional. Não é uma inteligência. É uma inteligência que passa na FUVEST? Não, mas é uma inteligência. Até aí, você acha que a Mábia passaria na FUVEST?

Que passa na pista da Kevin, passa na pista da Zig. Querido, eu pulei num bueiro esse nosso semana, você não tem medo. A gente vai entrar nisso, porque gente, infelizmente o Felipe vai ganhar a simpatia do público nesse episódio. Do bueiro. Porque antes da gente… Você não tem noção do que tá por vir, Chico Felice? Antes da gente começar esse episódio, eu quero perguntar uma coisa. Como foi seu final de semana, Chico?

Aí eu tava tentando lembrar. Foi ok, eu fui na festa de um carioca. Tá. Que chegou atrasadíssimo no próprio aniversário. Eu fiquei lá sozinho, num lugar que chama Beco do Rato. Ah, eu vi essas histórias. Um beijo, Rafa Montes, que falou que era pra chegar cedo na festa dele. De um carioca, o Rafa Montes. E ele não foi na festa dele. Um carioca, o Rafa Montes. Eu fiquei uma hora e meia lá com o pai dele, com o bolo dele, sozinho, sentadinho. Quem que confia num carioca falar num horário? Num horário de carioca, exatamente. Não dá, gente. Não dá.

É, foi isso. Daí eu peguei insolação ontem, que foi domingo. Chico, você tem que aprender a usar. Urgente, amigo. Passar um protetor. Aprender a passar um protetor. Eu sei, mas é que eu fui sozinho pra praia. Daí eu esqueço, certo? Cadê tudo que você aprendeu fazendo skincare? Que a gente ouviu você falar no podcast. Eu aprendi, Chico. Ah, que não fazia skincare, não sei o quê. Mas o protetor não tava no pacote. Tchau.

Foi embaixo do sovaco, um pedaço da teta, mas não foi tudo. No geral, eu tô bronzeado também. E o seu, como é que foi? O meu foi bom, eu fiquei mais em casa. Mais reclusa. Mais reclusa. Uma coisa mais… Eu tô numa fase mais intimista. Não, na verdade, eu saí, mas eu nem lembro o que eu fiz.

Tipo, fiz… Aí eu fui ver… Mas não lembra… Uma Batalha Após a Outra. Boa Noite Cinderela ou não lembra… Não memorável, assim. Pesou, pesou. Pesou demais. O que você fez, Ti? Uma Batalha Após a Outra, do DiCaprio. Aí é maravilhoso mesmo, que nem todos os falam. A galera tá falando muito, mas eu não tô botando isso aí, não. Eu gostei, eu gostei bastante. Mas como a galera tá falando muito bem, eu acho que eu levei um, sabe, assim, calma. Mas é bom, é bem bom. Segura, galera, segura. É bem bom. Eu quero muito.

Eu gostei bastante. Legal. Mas tem umas coisas aí. Mas aí, quando vocês assistirem, a gente conversa melhor, né? Nossa, foi muito mãe isso, assim. Quando chegar na idade, a gente conversa melhor. Quando chegar na idade, a gente conversa melhor. Agora não dá. Mas e você, Fih? Como é que foi o seu final de semana? Ai, tudo isso foi construindo. Eu amei que a gente serviu de escada. E eu levando super a sério. A gente serviu de escada. E o Chico lá, não. Eu não lembrava. Eu tinha que pensar. Ai, eles me amam. Eles são curiosos comigo.

Pela primeira vez! Será que alguém vem no aniversário que me chamaram ou vão me deixar sozinho? Ai! Eu fui pra uma festa no final de semana, né? Pode perguntar como chama a festa? Pode, fui na Nova Fé, Nova Fé. Te amo, Nova Fé. A minha festa favorita de São Paulo, tá? Amo e lá. Olha! Canceladíssimo por todas as outras. Mas, antes disso, fui no aniversário.

Pra chegar no aniversário, eu desci aqui no metrô. Que a Mabê sempre me deixa nesse metrô aqui. Agora, nunca mais vou olhar pra esse metrô da mesma forma. Por quê? Fui de metrô. Geralmente, eu nunca vou de metrô. Eu vou de Uber, né? De direto. Mas aí, eu falei, ah, é fácil de chegar no metrô e tal. Só que cheguei no metrô, fui pedir o Uber pra chegar na festa. E não tava aceitando o Uber. Aí, eu fui e peguei um patinete. Tive a ideia de pegar um patinete.

Agora, vamos pausar só aqui. Calma, que hora zero? Eu preciso construir essa cena. Era... Meu relógio marcava... Nove e pouco, assim. Da noite. E você estava sóbrio? Você estava sóbrio? 100% sóbrio. Mas sóbrio de tudo? De tudo. Por quê? Não estava? Ué, amigo.

Maconha, ela quer falar maconha. Não, tava sóbrio também. Não, tava tudo sóbrio, tava normal. Era nove horas, tava chegando no rolê. Tava tudo arrumado, perfumado. Porque ia direto da festa, do aniversário pra festa e tal. Aí peguei o patinete. Nunca tinha andado com um patinete na vida. Já tinha andado de outros patinetes, mas com esse não. Esses patinetes ficam parando na rua pra você pegar. Isso. Isso, elétrico. Aí ele tem o negócio de acloplar o celular, né.

E só que daí é tipo aqueles pau de selfie que tem um encaixe aqui, aí você puxa. Enfim, não conseguia puxar e só apoiei meu celular no negócio. Deixei apoiado pra ver no mapa. Porque eu não sabia chegar de patinete lá, né?

Aí, tava andando todo bonitinho, ouvindo o Secret da Madonna aqui, ó. No meu fone. Tava... Cantando super feliz, me sentindo tipo uma camponesa com o vento batendo na minha cara. Quando eu estou... Quando eu vi a primeira esquina, a primeira esquina, o celular que estava apoiado. Eu passo por cima de um buraquinho, né.

das ruas de São Paulo, inclusive, prefeito. Arrume essas ruas. E o celular, ele dá uma pequena pulada do patinete. Ele pula do patinete, dá uma batidinha, assim, na ponta do patinete. E ele vai direto, tal qual uma cesta de basquete. Ele envelopa no bueiro. Num bueiro.

Ai, tipo uma carta em filme, assim. Uma cartinha. Você joga a carta e ela vai reto, reto, dentro do bueiro. Tipo, direto pro Pennywise no It. Direto pra ele. Ele tava ali chamando, falando assim. Ele tava assim. Oi, oi, vem aqui. No celular, ele fez uma cesta dentro do bueiro.

Eu parei por cinco segundos, eu fiquei assim, em cima do patinete. Eu freiei em cima do patinete, eu fiquei olhando pro bueiro, falando… Inacreditável! Parecia que, assim, meu celular caiu há três meses atrás do 26º andar, né? Ai, foi tão bom essa história, eu lembro. Quem lembra? Quem lembra? Quem lembra? E foi a mesma sensação, porque na hora que o celular caiu, eu tava com fone de ouvido. E também na hora que o celular caiu do 26º andar, eu também tava com fone de ouvido. E eu só ouvi a música desconectar.

Na hora que é, no bueiro… Pera, pera, pera. Quando ele caiu do vigésimo andar, quanto tempo demorou pra música desconectar? Foi quando bateu no chão ou quando tava na queda? Foi um segundo. Um segundo, tipo assim. Porque ele já tava muito mais longe, né? Tipo, caiu muito rápido. Ah, eu achei que fosse só quando morresse. Não, não. Eu achei que o celular caindo e você ia ouvir Something's coming over. Seria muito… Aí de repente…

Ah, ele sabe a música da Madonna que eu tava ouvindo. Amor, se tem uma coisa que eu sei, Madonna, né? Eu cantei, pô. Não, e também, desculpa, Madonna... Mas é que eu falei Madonna... Tem 270 anos, se tem uma diva pop que eu tenho propriedade... Não, é que eu falei o nome da música, né? Porque você cantou a mesma música que eu tava ouvindo. Ué, você falou que tava ouvindo, sim. Exato, é, exato. Aí, é... Dentro do bueiro, a mesma coisa, só ouvir o...

Desconectando do Bluetooth A voz chinesa não fala? Não, é porque... Ah, só desconecta Você só para de ouvir a música e faz um barulho De desconectar Eu fiquei incrédulo, gente Fiquei olhando pro bueiro Cinco segundos sem saber o que fazer Eu falei, eu vou tentar fazer alguma coisa Eu não posso simplesmente ignorar que meu celular caiu E ir pra festa, né? Até nem saberia chegar na festa Porque, enfim, não, tá limpo, tá limpo Calma aqui Eu vou mandar

Hum, cheiro de rosas Que cheiro de lisoforme Que tá esse celular gostoso Que cheiro de leptopirosa Aqueles ambaciante que tem 70 vezes mais perfume, sabe? Aí, na hora que eu Eu falei Eu preciso fazer alguma coisa Cheguei perto do bueiro pra ver se eu conseguia enxergar alguma coisa Enfiei minha cara assim Pra ver se eu conseguia ver dentro do bueiro Eu não conseguia ver nada Na hora que eu enfiei a cara Eu ouvi o Bluetooth conectar de novo

Aí começou… Something's coming over. Ai, daí quando você enfiava a sua cara no bueiro, você ouvia muito. É, quando eu chegava perto do bueiro. Aí eu falei, ele tá ali então, ele não. Porque na hora que caiu, a primeira coisa que eu pensei foi ele já tá no Rio de Tietê. É, caiu numa água suja, já tá nadando. A gente não entende, a gente descobriu que a gente não entende como é que funciona o bueiro. Passou pelo Master Splinter ali, aí quatro tartaruganinhas. Não explica a anatomia de um bueiro. Não explica. Você não sabe o que tem dentro, depois daquela tampa.

Eu, com toda a força investida em mim, que Deus me preparou pra este momento que eu fiz academia esse ano inteiro.

Peguei a tampa de concreto do bueiro, levantei com a força de... Tal qual o rei Arthur tirou a espada da pedra. Eu levantei a pedra do bueiro numa puxada só. Fiz... E taquei a tampa pra trás. Gente, é 100% exercício de crossfit. É 100% você levantando um pneu. Eu sempre me perguntei, pra que serve levantar um pneu? A gente descobriu. Descobrimos pra que você levanta pneu no crossfit.

Porque não é o bueiro, tipo, da tampa metálica redonda. É o bueiro, tipo, boca de lobo. Chama boca de lobo, não é? Aquela tampa de concreto, pesadona, grossa, assim, tipo, grossa, espécie. Pesadona e grossa. Pesadona e grossa. Da gente gosta. Pesadona. E aí, empurrei pra trás, aí a tampa deu uma quebrada. Ricardo Nunes. Beijo. Essa fica pra você consertar. Essa fica aí pra você. Essa fica pra você. E vi o celular lá embaixo.

Tipo, meio virado pra baixo, assim, com a lanterna ligada. E um monte de barata passando. Ah, ele tava pedindo pra ser achado! Ele tava lá, ele tava tentando. E aí, fiz o que qualquer pessoa faria. Entrei no bueiro.

Entrei no banheiro. Mas o que tem quando você entra no banheiro? Primeiro, qual é a profundidade? Ele entrou no banheiro! Exato, o que te espera lá dentro? Eu fiquei com a cabeça... É slime, é água? Com um pouco do peito pra fora do chão, assim. É muito alto. É alto. E dentro tava líquido, sólido ou gasoso? Tava meio lamaçal, mas tava um lugar que você conseguia pisar. Eu não entendi o que era. Parecia uma caixa, um filtro, não entendi o que era. Mas era um lugar.

Aí eu achei que ele fosse vomitar, achei que ele fosse borfar. Ele botou a mão na boca, ele virou... Depois desse sinal de semana, não tenho mais nojo de baratas, minhas amigas. Ando com todas. Tinha muita barata. E uma barata, inclusive, passou por cima do celular. Mas foda-se, gente. Você tá entendendo?

Aí eu entrei. Gente, você é muito um herói. Numa entrada só, peguei o celular com uma mão e já saí em segundos, assim. Tipo, com a mesma força que eu entrei e saí. Não fechei o bueiro, porque a tampa tava quebrada. Também não ia investir mais força nisso e fui embora. Agora, imagina que ele fez isso.

Em Pinheiros, na frente de um barzinho, 10 da noite. E todo mundo viu, bateram palmas. As pessoas olhando, tipo assim… As pessoas viram, mas… Assim, meu Deus, olha que horror. Mas eu não prestei atenção. Olha aí, olha o estado. Olha o estado daquela bicha do podcast. Tudo isso pra pegar crack, gente. Nem sabia, exato. Nem sabia o que era celular. Vocês sabem que pensaram que era qualquer outra coisa. Nossa, gente, o Fido, caso bizarro, totalmente drogado lá em Pinheiros. Sabia que ela era tinheira, sabia.

Bia, tá entrando até no bueiro. Começou a ir no carro de São Paulo. Sexo gostoso na Cracolândia. E aí… Gente, você podia ter sido o herói de Pinheiros. As pessoas iam bater palma. Aí eu contei pra eles um dia depois. A gente tava numa salinha, assim, no WhatsApp, conversando. E aí eles foram procurar no Twitter. Gay Bueiro. Homem Bueiro Pinheiros. A gente contou só pra ver se ele tinha vazado.

Ninguém, infelizmente. Gente, se você filmou… A gente pode passar lá na frente hoje e pedir as câmeras de segurança. E fazer uma reencenação, tipo linha direta. É exatamente o que eu falei. Daí a gente contrata um ator tipo Jesuita Barbosa pra te interpretar. Eu falei, enfim, eu preciso saber como foi tudo. A gente fez tanta pergunta, Chico. Isso que você perguntou, mas como é que é lá dentro do boiê? É não, porque pra mim é tipo… Porque a gente ficou assim… É a fábrica de chocolate do Willy Wonka. Você abre e tem o quê?

O que é? É, o que é? Foi muito mágico. Não sei explicar. Tinha muito lixo e tinha uma caixa que parecia um filtro. E é isso tudo no sábado. E aí no domingo, o que aconteceu? Ah, não. Ainda fui pra festa. Mentira que você caiu no buraco de novo. Não, fui numa festa. Bicho, uma vez a gente entende, na vida. Fiz uma festa, voltei, encontrei uma galera voltando, indo pro mesmo prédio que eu. Fiz um homenagem.

E aí no domingo de manhã Foi atropelado por uma moto de bike Calma, calma, calma, calma Você encontrou uma galera na rua que você não conhecia Não, conhecia, já tinha ficado Ele já tinha ficado na festa e morava no mesmo prédio que ele Ah, e daí como rolou o papo Assim, ah, estamos indo lá, vamos tomar um drink É, não, não tomar um drink não Era tipo um leite É

Era de manhã, era de manhã. Tomar um leitinho, né? Gente, é sério, parece que eu tenho 90 anos e você tem 14. 14 não, você tem 21 anos. Aí no domingo, quando acordei, fui andar de bike. Tava feliz, porque tinha ganhado um celular, né?

Eu senti isso. Eu tinha ganhado um celular, GirlMath. Ele ainda tá pagando 36 prestações esse celular. Eu senti isso, gente. Como se eu tivesse ganhado um celular. Eu achei o celular no bueiro. O universo, né, que a gente falou que as coisas fubangas que dizem. Mas o universo te deu uma nova chance. Me deu uma nova chance. E aí, uma moto me atropelou de bike. Mas atropelou totózinho, assim, de levinho. Foi um totózinho mais forte na roda de trás. Não chegou a me acertar, mas a bike caiu e rodou, assim. Eu caí em pé.

Igual uma gata que sou. Ai, que nem a Daiane! Você deu uma cambalhota e terminou assim, com o braço na transição. E aí todo mundo do Minhocão começou a fazer. Uuuuh! Ontem ele tava no bueiro! Ontem ele tava no bueiro, hoje ele tá em pé! Você é o super-herói de São Paulo! Na sexta, você entra no bueiro, no domingo você é atropelado no Minhocão. É tipo um Spider-Man, assim, sabe? Que falta! Mais nada, absolutamente nada. Foi um final de semana…

Viveu, né? Viveu. A gente não pode dizer que ele não viveu. E no sábado ele estourou uma refinaria de álcool falsificado e salvou a cidade. Aí na segunda ele acordou normal e foi trabalhar como um cidadão. Aos finais de semana ele salva a cidade. É um super homem. Ah, super gay. É super gay.

Bom, dito tudo isso, eu precisava expor o final de semana do FI. Vamos começar no Soul News. No final de contas, a gente tá aqui pra isso. A gente contou só News News, né? A News News. Agora, Olds. Agora, Olds. Oldman. Oldman. Oldman. A primeira notícia é, homem ainda busca cura pra 56 anos de soluço.

Hoje em dia não mais, né? Porque essa matéria é de 78. Não, mas em 68 ele já tava com 56 anos de soluço? Sim, em 78. É que é o de news, né?

Eu amo que a bicha acha que Soluço é iPhone Que inventaram antes e ontem resistia Já era Soluço 50 anos atrás existia uma função Se ele estiver viva ainda e Soluçando Ele chama Jair Bolsonaro, né? Que é internado por Soluços Fica aí, gente Esse negócio de Soluços Bom, Charles Osborne tem Soluços Há 56 dos seus 84 anos Osborne? Osborne Osborne Osborne

Olha, mas não perdeu a esperança de encontrar uma cura. Olha, tipo, nada, né? Não, nada. E eu super amo. Que bacana. Por isso, na volta a gente vê, filho. Vamos, na volta a gente pega. A gente fica na história.

Eu daria tudo que tenho no mundo se pudesse me livrar deles, diz Osborne. Incluindo a notoriedade que surgiu de uma aparição em 1936 no programa de rádio Believe It or Not, de Robert Ripley, que o colocou no Guinness Book por causa do Solus. Eu não sei como seria não tê-los.

Você tá zoando, né? Não, você tá perfeito. Eu acreditei. É sério. É só o autor de método, né? É verdade. Seu único talento é imitar o solúcio, amigo. Se você é presta pra alguma coisa, eu não tenho que imitar cachorro. É verdade, meu único talento. Eu não sei como seria não tê-los. Fico tão dolorido de tanto me sacudir o tempo todo.

Ah, eu já fiquei assim, dolorido de… Precisando de sacudir. Nossa, que óbvio. O tempo todo. Há 56 anos, né, tô sacudindo. Veterano de muitas tentativas de cura, Osborn está sendo tratado pelo Dr. Terrence. Foda-se, né? Professor de sociedade, já deve ter morrido outra vez. O Terrence, querido professor. Já arrasta o Terrence. Ah, da Escola da Medicina, da Salter, Illinois. Ah, foda-se, meu amor. Não é a SUS. Ah, tá bom. O SUS já curava, já. Já tinha curado. Era um paracetamol e ele tá show.

Os soluços de Osborne começaram numa fazenda perto de Union, Nebraska, em 22. Eu estava batendo porcos e segurando um porco de 160 quilos. Enquanto eu pendurava o porco, comecei a soluçar. Ele foi a Omar, no Nebraska, quatro vezes para tratamento, custeado por seu empregador. Mas os soluços sempre voltavam assim que ele retornava para casa.

Eu acho que eu já vi uma matéria no Fantástico de uma pessoa que soluçava… Era da… Era uma menina. Era da Hippie Girl, que ela ficou famosa. Como é que é? Não era essa pessoa ainda? Soluço em inglês. Hip Cup. Hip Cup Girl, é. Ela ficou famosíssima, porque ela ficou acho que três semanas soluçando. Eu fiquei obcecada. Três semanas? Não é nada. Mas gente, direto. Gente, 58 anos, três semanas. Ela não conseguia dormir. Não, mas eu vi… Quando que foi essa da Hippie e da Lola?

Porque eu vi, eu era muito novo na Fantástico. É que eu não tenho sem foqueria. Então vem preparado, né? É, não, da próxima vez eu venho preparado. Faltou credibilidade. Faltou, faltou se preparar um pouquinho, né? Não, faltou investigação, né? Faltou jornalismo. Faltou… Faltou entrar no bueiro, querida. Faltou entrar no bueiro. Te falta vivência, amor. Antes de falar comigo, entre os sete bueiros. É, te falta vivência. Te falta rua. 2013. Você era novinho ainda?

Não, então foi mais novo. Eu assistia, eu era criança no Fantástico. Uma pessoa que soluçava, tipo, há muito tempo. Tá, a nossa produção vai atrás dessa informação. Obrigado, Produ, manda pra nós. E aí, se você estiver olhando pra cá, vai aparecer aqui, ou aqui, ou aqui, ou aqui. Tá, vai aparecer. Ou aqui, ou nos próximos 38 episódios.

Que é o deadline, né? Que a gente pede. Que é o deadline, gente. Eu sempre falo. Gente, tem como conseguir hoje, no máximo ano que vem. Não passa. Não pode passar do Natal de 2020. Olha, gente, é 2028, né? Pelo amor de Deus. É, gente. Porque aqui é informação quente. Aqui é informação quente.

E ele continuou trabalhando como lavrador. Depois ele comprou sua própria fazenda. Aposentou em 61 e sua mulher morreu. Eu amo que tem um monte de detalhes. Começou perto de uma fazenda. O que você tem com solucos? Na parte de matar o porco, eu acho importante. Porque eu acho que foi... Foi o menor. Você mata porco, você vê que tem humanidade ali. É o bicho mais humano que tem. Mais humano que humano, porco. Se vingou, se fudeu.

Merece. Gente, ainda bem que bacon não se faz com porco de verdade, né? Eles criam, né? Não se faz com porco. Em laboratório, né? Placa de Petri. Células tronco. É verdade, né? Só o Thales precisa de bacon. Ah, eu ia falar que o Thales. A audição do tio. Quando eu não era vegetariana. Bicho.

Recentemente eu tive um caso que eu tive que falar pra pessoa Desculpa, eu sou completamente surdo, eu não tô entendendo nada do que você tá dizendo Ai, eu sou eu assim todo dia, gente Eu tava num date As pessoas falam muito baixo Não, e daí eu tava na rua, num café com um maluco no bar E ele falava na exata mesma frequência de todo o carro que passava Que inferno Então parecia que ele tava sendo dublado por um HB20 Porque ele abria a boca, saiu o barulho do HB20 Tem um episódio de Sainz

Você lembra que tem a namorada do Kramer, ela só fala muito baixo. E aí, tipo, eles não conseguem ouvir. E aí, do nada, o Seinfeld meio que aceita tudo que ela fala. Ele acaba concordando em usar uma blusa horrorosa da loja que ela tem. E aí, vai aparecer na TV, enfim. É maravilhoso esse episódio. E eu tive um date no ano passado com um cara que era isso. Eu voltei e falei, gente, é o namorado… Eu não sei o que eu disse, sim. Ele ficava assim…

Eu falei, caralho, porra, fala, caralho! Aí teve uma hora que eu falei, desculpa, você fala exatamente na frequência dos caras da rua. Não, e eu, de uma hora que eu tava assim, sabe? Eu tô tentando, eu tô aqui, eu tô tenso. Tipo assim, e eu comecei a concordar, eu falei, eu não sei. Virou uma sessão de terapia, os dois gritando. Os dois velhos, eu tô gritando. Mas eu sou igual, gente, eu também. Eu sou sujinha. E eu ficava assim, aham, aham. E ele podia estar falando, sei lá, tipo… E a gente, nós três, a gente fala alto, né? Muito. Eu falei pra você, querida, eu tenho berço. É, falei pra você, querida. Eu tenho berço, eu fui criado em Arte-Saint-Provence.

Eu falo muito alto, o José fala muito Então foram assim, anos de namoro Eu perguntando o quê? Acho que a coisa que eu mais falei pro José foi o quê? Que o José fala baixinho Por isso que o namoro deu certo muito tempo Porque você não fazia ideia de quem ele fosse Agora, a ref da Mabeia de Seinfeld A minha ref é a menina de Pitch Perfect Que ela fala assim Que ódio que dá O José é assim, dá vontade de sacudir E fala assim Eu vou mandar mandar

Fala alguma coisa! Fala direito! Nem sei como a gente... É, voltando. Como é que a gente vai parar aí, né? A gente é uma puta com um monte de informação. Começou com o porco. E aí o médico disse que tratou ele com vários medicamentos. Uau! É o seu papel. E ele disse que sou pessoal. Escreveu uma receita! Uau! Olha, gente, eu dei dois remédios. Eu dei uma dipirona que tem ele. Qual que é aquele remédio que vocês falam que estaram a tua?

Bezetacil? Não, é… Nimesedulina, que eu não sei falar o nome. Ah, Nimesulina. Nimesulida. Nimesulida. Nimesulida e uma hiperose. Linda. Ela é linda, por isso que eu não sei. Nimesulina. Nimesulina, que fala? É, Nimesulina. Nimesulina, gente. É chique o nome dela. Nimesulinda. Se eu fosse um remédio, eu seria Nimesulina. Nimesulida.

Se eu fosse remédio, eu seria no imusulida. Eu seria no imusulida. Ela não falou certo ainda, juro. Eu vou fazer questão. Olha, se eu fosse um remédio, eu vou pagar tributo ao meu antidepressivo. Se eu ver, ela vacina. Ai, é tão carne de vaca, tá todo mundo tomando, né? Não, querida, eu comecei há quatro anos, só sorry. Muito antes de seco. Quando ninguém falava. Se eu fosse um remédio, eu seria…

Porque eu ganhei uma... Eu fui numa festa de hétero e eles estavam andando de lebrancinha. Ai, gente, que cafona. Eu ganhei uma cartela de tadalafila. Eles estavam andando pra cada pessoa que ia embora. Ai, gente, hétero é micoso, né? Não sei. Eu achei questionável, mas eu botei no bolso. Gay também foi gay. Eu botei no bolso e eu tenho em casa. Ainda não usei, não tive coragem. As gay tomam meia tadalafina. O quê? Coragem?

Nossa, morro de medo de ficar… Quer dizer, não que eu tenha um pau, mas medo de ficar com um pau… A rumeta da mamãe. Lady Gaga. Lady Gaga, né. Sabe aquele negócio que você toma com a mente e aí fica tipo… Dois dias hétero. Hétero? Era hétero? Gente, tá difícil. Era hétero? Gente, chega, chega. Não, mas deixa eu só complementar. As gays, elas tomam tadalafina. Vai pra praia. Meia tadalafina pra… É, muito tosco, foi com a caçumga. Ah, mano. Gente, mico, mico. Que delícia. Muito triste, né.

Delícia ver o pacotão. Minha opinião é que ele rompeu um vaso sanguíneo na base… Voltou assim no seco. Voltou no seco. Esse médico, eu não tô nem aí, porque ele tá falando. Ele prescreveu vários remédios, parabéns pra ele. E aí, o que aconteceu, não deu certo. Mas aí… Ah não, mas essa parte eu acho triste. Morreu com soluço? Morreu… Não sei, não sei. Meio que não ajudou. Só que olha que triste. Ele não conseguiu resolver até o final da vida dele. O máximo que ele ficou sem soluçar foi 50 horas. Até que ok, vai.

Gente, dois dias de descanso. É, dois dias de descanso. Ah, é um final de semanazinho. O trabalhador brasileiro… Tentaram assustar ele, essa é a pergunta. Tentaram remédio, mas tentaram ficar atrás de uma moita e pular nele com uma faca. Tentaram matar ele. Mas eu acho importante falar assim, que ele teve dois dias de descanso. Mas e o trabalhador na escala 6x1? Não tem isso. É por isso que a PEC…

Gente, até o cara com soluço tem dois dias de descanso, né? Aham. E a importância da PEC. A importância da PEC. Olha, canetou. E aí, o que eu achei triste é que ele foi numa clínica e ensinaram ele a se controlar pra não fazer som. E aí, ele passou a soluçar sem som. E eu, se eu tô passando por isso, vai… Todo mundo vai ouvir. Eu também, eu sou igual, amiga. Se eu vou soluçar 18 vezes no ônibus… 18 pessoas vão ouvir. Girl laugh.

vai começar a solução dá uma bem em 3 2 1 e pior que o meu soluço é aquele de porquinho que eu fiz sempre dar uma zoada que é aquele bem mas gente silenciaram o soluço dele ainda por cima ele ainda teve que sofrer calado ele ainda teve que sofrer calado gente você queria que fosse seu pai ai desculpa

Tocou no assunto. Se fosse uma figura… Se fosse alguém que participa da sua vida. Se fosse uma pessoa que tá viva na sua vida. Alguém que participa… O meu pai e os nossos pais estão vivos e não estão no nosso vídeo. É, toma. Você queria que ele ficasse solucionando o seu lado o tempo inteiro? Por que você precisa pagar pelo outro? Que você não aguentaria. É. Você sabe. Se fosse o José. Tá bom, José, chegamos. Tá bom, José. Solucionando, só que em vez dele, fala baixinho. Mas ele solucionando pra caralho. Você ia querer ele solucionando? Não, não ia aguentar. Óbvio que não.

Então... Hipócrita suja. Hipócrita. Hipócrita. Hipócrita suja. Eu estou numa mesa cheia de hipócrita. A sua piscina está cheia de ratos. A sua piscina está cheia de soluz. O celular também. O próximo é você, Chico. Ai, já acabou assim. Ai, que triste. Eu fiquei com saudade dele. Já estou com muita saudade. Vamos dar um beijo. Beijo. Qual que é o nome dele mesmo? Osborne. Beijo. Ele vai voltar.

No dia 29 de setembro de 19… Ah, você quer ver o filme? O que você achou do Zaloreto de… Não quero não. De Chorão. Eu achei que surpreendeu pra bem. Eu acho que o… Você viu o filme já? Não, ainda tá filmando. Mas já vazou foto dele na skate em Santos. Menino, eu acho que faz sentido o Zaloreto. Porque assim, da gama de atores que a gente tem, o mais parecido talvez seja o Zaloreto mesmo, né?

Não sei se o mais, teria que fazer uma investigação. Ah não, gente. Fala aí um ator parecido com o Chorão. Fernanda Torres. Ah, Fernanda Torres. Se ela quisesse interpretar o Chorão, ela ia interpretar o Chorão. O André Beltrão, acho mais vibe André Beltrão. Nossa, André Beltrão! Imagina André Beltrão de Chorão, ia ser maravilhoso. Eu fui ver Leite e Tempestade. Ai, que era muito, que ódio. Que mulher, que mulher. Que mulher, né. Nossa, ela é linda. Além de tudo ali, eu sei que não é sobre isso, mas ela é linda. Imagina ela com uma bermuda bag.

Nossa, Andréa Beltrão. Com aquela cara inchada, o cabelinho ceboso, um bonezão. Você sabe que ela todo dia nada duas horas no mar? Hã? Todo dia ela nada duas horas no mar. E ainda fuma cigarro. Ela é muito foda, mano. Ela é muito diva. É que quem tem mar, né, Mabê? Nossa.

Quantas pessoas não tem mar? Minas Gerais agora tá inteira contra você. Gente, Minas Gerais tá vindo atrás de mim. Você não levou em conta o privilégio marítimo. É, exato. Você tá aí falando do seu lugar de privilégio, né? Teu afilotone tá puta, é verdade. Tá inteira puta com você. Inteira, né? É. Teu afilotone nem mora lá. Eles moram todos nos Estados Unidos. Agora que você ganhou a cidade, né?

Não é o governador Valadares que vai entrar para os Estados Unidos? Ou é o que a Andrea Beltrão faria bem também? Lê o caso. Então, isso você lê.

Ele vai voltar. No dia 29 de setembro de 1975, cerca de 30 pessoas no total pararam de pagar todas as suas contas. Inclusive a hipoteca, porque tinham certeza que a segunda vinda de Cristo tava prestes a acontecer. Ai, gente, as desculpinhas, né? Ai, eu amei. Eu achei... Ah, desculpinha, né? A gente não vai tá dando pra pagar o estúdio esse mês, de verdade. Eu tô com o nome sujo porque em 2012 eu achei que ia acabar o mundo. Ele tá vindo aí. O Cristo tá voltando. Vem aí.

Os membros de três famílias, as famílias Nance, Bard e Fenwick, moravam em uma vila próxima. Próxima do quê? É verdade, não faz sentido nenhum. Moravam numa vila... É o que eu quis dizer, que eles moravam um par do outro. Moravam próximos numa vila e se reuniam para serviços religiosos quando um deles disse ter recebido uma orientação divina. Imagina esse momento, assim, pequena Suzy. Gente!

E a coisa anterior que eles estavam resolvendo Era tipo assim, gente, a gente põe semáforo ou não? Aí todo mundo volta, beleza E a próxima coisa, Jesus, irmão Paga conta ou não? Eles então se reuniram na casa de Jean Nancy E deixaram empregos e carros pra trás

Gente, como assim você deixa empregos e carros pra trás? Amigo, vai voltar, entendeu? Não tem mais o que fazer. É, naquela época também não tem muita coisa pra deixar pra trás, né? Ah. É. Que ano que foi?

75. Já tinha Soluço. Já tinha inventado Soluço. Já tinha Rolling Stones. Só os anos 20 aí? Rolling Stones. Já tinha Rolling Stones. Num primeiro momento, as crianças foram retiradas da escola. Mas um juiz juvenil interveio. E seis das crianças foram tiradas dos pais e obrigadas a voltar às aulas. Arrasou o juiz juvenil. Juiz juvenil. Juiz de 10 anos. Imaginei uma criança culte vestida de juiz. Um juiz juvenil. Muito jovenzinho.

Eu acho que eu fiquei com preguiça nessa Porque eu explicaria, né? Juiz juvenil, como que eu traduzi isso? Juiz da vara da infância É lógico Eu só meti um juiz juvenil, sabe? Eu peço desculpas Como os membros desse grupo se recusavam A comparecer diante de um tribunal O juiz juvenil Organizou Para que os depoimentos fossem colhidos diretamente Dentro da casa deles, com presença de repórteres Judiciais e de advogados Toda aquela aquela

O caso teve repercussão no país todo e os vizinhos pediam pra intervir e resolver esse caso. Por fim, em 2016... Não. Não! Deve ser 1976. Não, é um ano depois, é dez meses depois. Ah, tá. Gente do céu! Mas juro que tá 2016 aqui. Não, eu tô maluca. Não, ó, o caso começou em 1965. Aí tá escrito aqui assim, ó, por fim, em 2016, dez meses depois.

E você fala que a justiça brasileira é lenda, meu amor. O juiz que começou juvenil já tava no Supremo quando ele terminou esse caso. É a Carmen Lúcia. Gente, eu peço desculpas. E não vou nem compor a culpa do Thiago, que isso fui eu. Gilmar Mendes, prestes a se aposentar. Esse conteiro foi feito por ele. Eu fui atrás da história pra investigar mais. Porque eu falei, ai, eu quero entender um pouco mais dessa história. E eu traduzi juiz juventil. Ai, eu peço desculpas.

Dez meses depois, em 1976, agentes federais despejaram esse grupo da casa onde eles estavam e todos eles tiveram que procurar emprego e recomeçar a vida. Vai atrás de Jesus. Vai, tá chegando? E Jesus não voltou, né? Gente, eles perderam até os carros, porque o povo roubou. A Rafa Kalimann, você sabia de tudo isso, mas na hora de escrever não conseguiu colocar, né?

É a Rafa Kalimann assim, ó. Jesus não veio, né? A Anitta não veio, né? A Anitta não veio. Preso por comer uvas. 26 de abril de 88. Ah, se comer uva for um crime, me prendam. Nossa, seria presésimo hoje. Nossa, presa demais. Afinindo a natureza, né?

Que ódio. Um cliente de um supermercado foi parar na cadeia depois que o policial de folga... Cadeia! Depois que um policial de folga o viu colocando uvas na boca enquanto caminhava pela sessão de hortifrutifeira de um supermercado.

Eles estão me prendendo por comer uvas, gritou Arthur Culbert, ao ser levado ao gemado de um supermercado em Miami. Culbert, 55 anos, foi acusado no sábado, isso foi em 88, de furto e resistência à prisão sem violência. Depois de passar a noite na prisão, ele foi liberado sob a promessa de comparecer a uma audiência judicial.

Coobert, encanador, disse que abriu um pacote de uvas de 1 dólar e 65 centavos de dólar e colocou algumas na boca enquanto fazia compras com a esposa e o enteado. O policial de Miami de folga, Roger Smith, que trabalhava como segurança na loja. Gente, policial de folga que trabalhava como segurança na loja. Parece Rio de Janeiro, né? Miami é o Rio de Janeiro dos Estados Unidos. É mesmo. Bando de miliciano do caralho.

Sério. Não, ele foi reclamar com a uva do cara. Viu o Kubert e disse que ele teria que pagar imediatamente. A esposa linda explicou que eles estavam com cerca de 30 dólares… A esposa linda ou chama linda? A lindíssima esposa dele. A lindíssima esposa dele. A esposa linda. A empoderadíssima linda. Explicou que estavam com cerca de 30 dólares em compras e pretendiam pagar tudo, incluindo as uvas.

E a Silvia. A gente veio ver as Silvia. E ela perguntou. É o que tem chuva na cidade de Miami, Silvia. Eu odeio vocês. Eu odeio muito vocês.

Se um dia alguém perguntar quem você odeia, Mambê? Vocês. E ela ainda agou. A pessoa que tá perguntando, você vai responder vocês. Vocês. Se você aí tá ouvindo o podcast, é você. Não, eu vou perguntar eles. Eles. Como isso pode ser fruto… Nossa, gente, não sei mais ler. Como isso? Vocês estão meio… E aí a Linda perguntou. Como isso pode ser furto se ainda estávamos fazendo compras? Como pode ser fruto também? Fruto, fruto. Como pode ser fruto? Afinida à natureza. E ela falou isso, afinida à natureza.

Falou assim, mãezinha, é a fininha da natureza, mãe. Fala, mãezinha. A linda assim, ó. Fala, mãezinha. A gente vai pagar tudo, mãe. Paga, mãezinha. Paga, mãezinha. É um dólar e vinte e seis só, mãezinha.

Ela vai você... Batendo as unhas de acringelo assim, uma mãezinha. Ela vai você estar azul vim as mãezinhas. Ai, eu tenho pena de que tá ouvindo isso na academia agora. Eu acho que tá, tipo, acabando o oxigênio da sala e tá todo mundo ficando meio... Tá, tá. Sabe, a vião antes de cair vai ficando todo mundo meio... Meio lele. Meio tchongo. Ai, gente, tá perdendo um pouco. Ai, eu vou voltar. Como isso vai? Gente.

Ó, sério agora Isso pode ser fruto Como isso pode ser furto se ainda estávamos fazendo as compras Isso é errado, mãezinha Nós temos dinheiro, sempre pagamos nossas contas Disse ela Disse ela Coobert foi levado pra cadeia do condado de Dade E liberado após pagar a fiança de mil dólares A família declarou que nunca mais Voltará a comprar na loja Mil dólares, caralho, por uma uva

Por uma uva de um dólar. Posso perguntar uma coisa? Eu acho que você vai perguntar. O que você vai perguntar? Não, pergunta você. Qual é o sobrenome dele? Cobert. Não era isso que eu ia perguntar. Porque... Porque...

Uma pessoa preta? É, exatamente. Tava pensando isso. Ai, total. Um policial, né? Um policial. Por isso, né. É só filha da puta. Como não dá pra dar Google, o nome talvez indicasse. Se fosse um nome muito irlandês, a gente já sabia que não. Não, com certeza. Mas acho um nome que, tipo… Ou imigrante, de alguma maneira. Exatamente. Isso que é o 88, né? Filhas da puta.

Enfim, fica aqui nossa nota de refúgio. Vamos apavorar o policial de folga que é segurança. Ah, olha o nome que escolheram pra mim. Leite repleto de música. É sua cara. Às vezes é sua boca também, às vezes é na cara. Às vezes… Com ou sem música. Com ou sem música, né?

O importante é ter leite, né? E música. Não pode faltar. Nessa experiência de 1910… 1910, guarda essa data. 1910? Nem sei se precisa guardar essa data. Uma orquestra composta por nove músicos tocaram a valsa Danúbio Azul.

E outras canções, enquanto trabalhadores rurais ordenhavam 61 vacas. O resultado? A música acalmou os nervos das vacas e seus Uberes.

Uberista, certo? É de Uber? É. Glândulas mamárias. Liberaram o leite em um volume acima do normal, mãezinha. Ele disse. Fecha aspas. Além disso, esse leite, abre aspas, tinha um sabor melhor e um efeito que deixava os bebedores do precioso líquido branco mais felizes do que quem tomava o leite. Bebedores do precioso líquido branco.

O Thiago deu uma forçada, né? Você se considera um bebedor do Precioso Líquido Branco? Eu sou muito, amiga. Eu sou, assim, um ídolo. Eu acho que a gente pode fundar um grupo dos bebedores do Precioso Líquido Branco. O Precioso Líquido Branco. Eu sou um ídolo. Bebedores? É isso. Beberias?

Eu adoro leite, né? Sem fodelança? Sem fodelança, eu gosto. Eu sou muito adepto do leite de vaca. Nossa, eu tomo mais de um litro por dia. Mais leite. Leite integral. Integral mesmo? Aham. Eu só tomo aquele leite de amêndoas, sabe? Então, eu não tenho nada contra também. Mas aí teve uma hora que eu tava tomando essas coisas. Tem nada contra leite?

De amêndoa. De amêndoa que eu tô… Porque meu marido era intolerante à lactose. Daí eu lembrei, eu não sou, né. E eu amo. E daí hoje em dia eu tô tipo… Eu tomo uns três látis gigantes de 300, 400 ml por dia. Mas você toma leite com o que? Com café. Ah, tá. Porque leite sozinho, assim… Milkshake, ontem eu tomei um milkshake de 700 ml. Ai, que gostoso. Tá, então você toma leite. Você não toma um leite no gargalo, assim. Agora a gente tá imaginando você fã de leite. Uma pizza americana. Exato. Porque aí é nazista, né.

É, aí não. É meio feio. É. Mas com café eu tomo bastante também. Eu tomo uns três xícaras de café com leite de manhã. De dia, assim, durante o dia. Eu gostava de leite com Nescau quando era criança, tomava todo dia. Ah, eu tomei ontem um chocolate batido gelado, por exemplo. Ai, delícia. Delícia. Mas faltou açúcar. Eu quis ser adulto e eu pedi aqueles que é bem só cacau. Daí eu dei um gole e fiz Achei que ele ia falar soca.

Soca caule. Vai, mãezinha. Vai, mãezinha. Vai, mãezinha. Mãezinha, eu quero leite, mãezinha. Dieta bíblica. Opa! Melzo McCoy, um menino de 12 anos do condado de Colquete. Puta que pariu, você inventa essas coisas? Ai, deixa eu contar de quando que é esse ano. Eu até por uns prints pra gente. Quando é esse caso? É de 1926.

Gente, tá fazendo 100 anos. Olha, vai fazer 100 anos. Que bonito. Vamos fazer uma festinha? De 100 anos pra ele. Centenário, vamos. Melzo McCoy, um menino de 12 anos, ou seja, hoje em dia ele tem 112, do condado de Colquete desenvolveu sintomas semelhantes aos de uma apendicite aguda, o que levou sua família a procurar um médico local. Durante a consulta, o profissional... Morro de medo... Um adem, um pop-up. Eu morro de medo de ter apendicite.

Nossa, tão tranquilo. É tão tranquilo. Mas pra quê, né? Você pode morrer com uma coisa… Ter uma apendicite em 1926, acho que era uma pior. Você não tem medo de ter coisa de verdade? Apendicite é assim, ó. É tipo câncer. Não, não. Tenho medo. Eu tenho muito medo de ter… Você num lugar que nem sabe que existe, assim, na membrana que envolve… Agora, imagina você morrer porque você tá com um negócio de…

no seu corpo. Você não morre, se sentir muita dor, vai no médico, eles tiram o apendicite. Mas tem gente que morre. Ah, mas é raro. Amigo. 10 mil brasileiros por ano morrem de apendicite. Um a cada 10 anos do caso bizarro. Segundo o William Bonner, deu a mesma notícia que falou do caso bizarro. Você tava com ele antes? Tava. Você foi tomar um café com o Will? Fui tomar um leite.

O precioso líquido branco. Bebedores do precioso líquido branco. Durante a consulta, o médico fez uma descoberta inesperada. Melzo tinha passado um período devorando a Bíblia. Literalmente. Segundo o médico, o garoto admitiu ter comido as páginas do livro sagrado.

Ele fazia isso em segredo, escondido. E seu comportamento só veio à tona depois que a doença se manifestou. Ao examinar a Bíblia da família, restavam apenas as duas capas e uma ou duas páginas onde eram mantidos os registros familiares. Não gostava de capa, né? Não, e era muita página. É muita página a Bíblia. A Bíblia... Tipo 4 mil páginas. Caralho. Ah, o menino ficou forte, que nem uma árvore. Cacá, prumps.

O pai do garoto, Mac... Engoliu as palavras do senhor, né? Mac McCoy afirmou que desconhecia completamente o apetite de fera do filho. Apetite de fera. Embora soubesse que o menino tinha o hábito de comer terra.

Gente, terra, tudo bem. O povo do passado era estranho, né? A gente acha que hoje em dia é esquisito. Mas a galera também passava do limite, né? Nossa, a galera dava uma passadinha. Peraí, peraí. Essa família também não usava muito essa Bíblia, não.

Porque demorou muito tempo pra ele comer 4 mil páginas e ninguém notou. Nossa, deve ser coisa de ano. Hipócrita! Mas assim, quantas bíblias tem na casa? Será que eles eram riquíssimos? Porque assim... Tinha a bíblia dos milinguidos, a bíblia pra mulher... Pra você ter 1926 e você ir pro médico, é porque você é rico. Eu acho que era um bando de rico e hipócrita, satanista do caralho.

Achei que acabei de chegar a essa conclusão. Não, porque... Família McCoy, pega aí. A família McCoy. Me processa. Eu...

Como tenho experiência em famílias religiosas, cada um tinha a sua Bíblia, né? Eu tinha uma Bíblia. Ah, era a Bíblia do menino. Amor, mas já tinha, tipo, reprodução nessa época, né? Ah, em 1926 não tinha, querida. 100 anos atrás ainda era, tipo, papiro. Já tinha inventado a Macto de Ross. Era o nome da Ross, era o nome da Ross. Era uns velhos, uns monges. Já tinha inventado o Xerox, já? Não, não tinha, não. Tinha. Não tinha, não. Tinha. Não tinha, não. E é isso, gente. Ah!

Old Mãezinha, que acabou. Vendedores do precioso líquido branco já vão embora. Hoje foi um grande, né? Foi um grande. Uma viagem, uma grande viagem. Uma grande viagem no bueiro. No bueiro. Um beijo. Ah, a gente não vai indicar. Ah, não tem indicação nessa. Ah, eu quero muito indicar. Para de me deixar indicar. Ah, é verdade. Vamos, volta. Tcharararã.

O que você quer indicar? Não, indica você primeiro. Eu falei que eu queria, daí eu me esqueci. Não, você vai indicar o seu podcast, não é? Não, vai ter coisa. Não, mas pode indicar também. Não. É? Deixa eu falar. Ai, eu vi o reality da… Eu vi o menino. Vitória Beckham. O documentário da Vitória Beckham. Ai, ruimzinho, né? Não, né?

Sabe aquela coisa que uma mulher muito poderosa faz pra, tipo, mostrar a vulnerabilidade? Ai, gente, sou muito humana. Só que não dá, cara. Ela não é humana, tadinha. Ela fala muito sobre isso, não. Ela foi um alien desde sempre, né? Ela fala isso, ela fala sobre como as pessoas acham. Tomara que ela assume um pouco que ela é meio bitzona. Mas, tipo assim, ela mostra as coisas dela e, mano, é muito engraçado.

E assim, sabe o que é muito louco? Ela mostra o tempo todo, né? O David, tipo, ele aparece o tempo todo. Cara, eles não se tocam em nenhum momento. Não tem, tipo, um beijinho, um selinho. É muito esquisito. Não foi naquele documentário da Netflix mesmo, do Beckham e da Vitória, que ele fala assim, ai…

os nossos, não sei o quê, ia de ônibus pra escola, dos trabalhadores. Aí o Becker fala assim, qual carro seu pai tinha quando você ia pra escola? Ela fazia um carro velho. Ela querendo desconversar. Até de mitigar um Bentley. Mas acho que não é nesse. Não, é no anterior, porque já teve um deles, né. Teve um dele, acho que agora é dela.

É, ela… Mas assim, é que eu gosto muito dela, né. Sempre gostei. Ah, eu acho ela um personagem muito legal, assim, pra cultura pop no geral. Só tem gente que nasceu pra ser personagem da cultura. E ela, tipo, ela mostra tudo que ela faz, assim, que ela quase vai à falência. Então ela é bem interessante, assim. Mas é isso, tô indicando. Boa. É você. Eu vou indicar Monster, a temporada nova.

Eu assisti, mas eu não... Cara, eu amei. Eu amei. Não tocou o seu coração. Nossa, eu acho que dessas coisas de ficção, de crime, foi uma das que mais me pegou. A primeira temporada não é melhor? Não é mais legal? Qual que é a primeira? Do Jeff Dummer, não é? É Dummer, daí os irmãos Menezes, daí agora o Ed Gein. Ed Gein, é. Cara, não sei, me pegou muito, porque eu não esperava que fosse dar tanta cambalhota, né?

É que é o Ryan Murphy, né, ele é um surto. O Ryan Murphy é aquele desenho do cavalo que começa muito bonito e ele vai ficando blá blá blá. Tudo que ele faz, eu gosto. Mesmo as coisas ruins. Eu tenho opiniões muito fortes sobre o Ryan Murphy. Porque tem obras dele que eu acho assim, tipo caralho, que foda, que cara foda. E tem outras que você pensa assim, como é que esse cara fez a bicha? Exato, como é que... Ah, eu acho que a bicha quer o chefe. É, exato.

Assinou o contrato, ela vai entregar. Mas eu acho que ele é brega também. Eu acho que ele é ruim também. Eu acho que ele gosta de trabalhar. E é isso, ele gosta das coisas que ele faz. Então, tipo assim, ele tem conhecimento de cultura queer no geral. Muito foda, eu gosto bastante disso. É, ele tem uma obsessão com crime que eu acho que em alguns ele faz bem, assim. Esse eu achei muito viajado. Tipo, demais, assim, pro meu gosto. Mas é muito bem produzido. E o cara, esqueci o nome do ator, ele… Nossa, tá muito bom. Tá muito bom.

É que eu realmente achei que ia ser só a história dele. E daí quando começa, vai pro psicose e aparece o Hitchcock. E o Hitchcock vira um personagem. E o ator que fez o Norman Bates no psicose vira um personagem. Foi aí que me ganhou, porque eu falei, caralho, é muita loucura. É, aconteceu alguma coisa que eu gosto muito no Ryan Murphy. Que ele sempre coloca alguma coisa de…

Cultura pop no geral, no meio da história. Quando aparece um cara, no segundo episódio, eu falo… Calma, não é o Alfred Hitchcock, é o Alfred Hitchcock. Ele recria os cenários, ele faz as coisas, tipo assim… Eu gosto muito desse lado dele. Eu acho que ele senta na mesa, assim, e fala assim… O que que você quer fazer?

Ah, vamos fazer. Ah, eu quero trazer o hit. Ah, vamos trazer. Porque eu também fiquei curiosa. Porque assim, não dá pra você contar a história dele em 10 episódios. Porque não é tão grande. E eu fiquei muito curiosa. Eu fui assistir porque eu falei, eu quero saber. Aí na hora que eu vi o meu episódio, ah, tá bom. Já entendi. Tipo assim, é uma grande viagem. Mas eu acho que é isso. Eu tô vendo muita gente elogiar. Tô vendo muita gente reclamando. Eu gostei muito. Gostei mais do que os Menezes. Gostei mais do que o Dummer, muito mais.

Acho que eu tô gostando crescente, assim. Gostei menos de Dummer, daí mais dos Menezes e agora mais ainda. Eu amei Dummer, eu adorei, adorei muito. As séries dele eu gosto menos, assim. O American Crime Story eu aprendi… Não, pera. O Horror e Crime. É, tem o Horror e Crime. Que eu me apaixonei. Tudo é dele, exato. Pose, Field é maravilhoso, gente. É, Field é maravilhoso. É maravilhoso. Eu adoro também aquela de políticos. Como é que era?

Acho que eu não assisti Ai, ela não veio nem pra segunda temporada Coitado, porque Coitado do bilionário, da bicha bilionária Charles Kozak do mundo The Politician The Politician Ah, e o Daguinho é Paltrow É a mãe dele Eu assisti É muito legal Não foi renovada Não, foi cancelada

Que é com Payon Broberg. Ele tem uma série também menores, tipo assim, Normal People. Não, não é Normal People. É esse cara aqui que eu sou apaixonada por ele. É o Ben… É o Ben alguma coisa, não é o nome dele? É o Ben Platt. Ben Platt. É, ele fez Glee também. Nossa, eu sou apaixonada por ele. É verdade, ele fez Glee. O Ryan Murphy acertou muito em Glee. Eu adoro Glee também.

Posso indicar? Não, vamos falar do Ryan Murphy. Do Ryan Murphy, agora é um podcast sobre Ryan Murphy. Eu quero indicar dois filmes que eu vi esse final de semana. Eu vi Ladrões, que é Cold Stealing. Ah, eu vi muita gente no jogo. Que é com Austin Butler e Zoe Kravitz. Porra, muito bom. Eu dei muita risada. E é um filmizão de ação. Sabe aqueles filmes de ação meio... Supercine, que passava assim, tipo assim.

A noite. Quer dizer que você não quer pagar ingresso pra ver no cinema, né? Você só quer ver quando tiver passou. Mas é muito legal, assim. Tipo, e... A Zoe Kravitz, maravilhosa. Eu amo ela demais, demais, demais. E o Austin Butler tá muito bom também. Tá um gostoso do caralho. E a trilha sonora é muito boa. Era o final dos anos 90. Então tem muita referência de música que tava rolando naquela época. E eu vi também Guerreiras do K-pop. Guerreiras do K-pop.

Gente, para, eu tô apaixonado, caralho. É a coisa mais assistida atual, né? É muito bom, gente. E as músicas, assim, eu confesso que eu não ouço muito K-pop. Eu ouço as mais popzinhas, tipo Blackpink e tal. Não sou muito conhecedor. Mas realmente, são muito bem produzidas, muito bem feitas. As músicas eu tava ouvindo. Pra ser cat mesmo, pra galera…

ouvir e tá tocando em tudo quanto é canto, né. Tipo assim, tá no topo dos charts, tá. Tipo assim, várias coisas relacionadas à música rolando no TikTok, enfim. Mas o filme é muito bonitinho, gente. É muito legal, eu adorei a linguagem deles. Eu adorei, tipo, os personagens. Tem muita referência de muito filme de animação, assim. Tipo, os ganchos, os plots. Mas tudo feito de uma maneira muito…

Pra esse novo público, assim, achei muito fofo, muito legal mesmo. Ah, vou ver. É muito bom. Eu tô louca pra ver. Pra, tipo, assim, desopilar, foi muito bom. E assistir em português. E aí, fui trocando o áudio pra inglês nas músicas. Porque eu gosto de assistir animação na dublagem brasileira. Eu acho, tipo, a melhor, né? Então, enfim, é isso. É isso.

Prestigiou. Um beijo pro cinema brasileiro. Beijo, cinema brasileiro. Kikito, saudade. Sejam bem-vindos ao Old News. Gente, tá muito diferente esse mês. Tá especial, tá um episódio, né? O que você tem a dizer sobre esse episódio? Chama o elevador, fala assim, ó, pim. Chama o elevador.

Eu queria dizer que… Pegou? Ela gosta de um criancinho. Chama o elevador, chama o elevador. É piada do elevador. Eu acho que esse episódio, Marina… Posso chamar de Marina, né? Marina, eu acho que esse episódio vai trazer um olhar nosso… Você sempre pode me chamar de Marina. Que isso, você também sempre pode me chamar de Marina. Agora que o Ereção saiu do Jornal Nacional, você podia assumir, né? Que Ereção? Que boner!

piada americana piada americana, lusófono faria o Bonny? não, lusófono não, anglófono não, claro que não a filha dele é minha amiga, não posso falar isso não faria ele tem 61 anos, tá bem ele tá bem, né e ele vai apresentar o Globo Repórter o Globo Rural você também eu gosto do Globo Repórter a gente veio aqui em Limeira pra ver essa infestação de fungos o que que é?

Não, o Bonner. O Globo Rural. O William Bonner. Inclusive esse episódio hoje é meio Globo Rural. É meio Globo Repórter. É meio Globo Repórter. Rural também. E rural também, porque tem uma piranha aqui, ó. Tem um touro aqui. Tem um touro, tem uma vaca. Eu ia falar isso, eu fiquei muito quieto. Eu vou chamar de piranha. Eu falei, tem uma piranha aqui. Porque a vaca não sai. Mas daí, pera aí, pera aí. A piranha é pesca e companhia.

Ah, então pera. É outro programa. Então tem… Você seria um caminhão, porque daí seria o cigarrão. Não, caminhão não tem, tem que ser um animal. Não, porque daí seria outro programa. Você pode ser um veado. Você pode ser um veado. Você pode ser um veado. Posso vir a ser. Pode vir a ser. É, não que eu seja. Vamos estar sendo veados. Vamos respeitar. E você pode ser o quê? Uma lontra. Eu recebi uma mensagem de Alice falando assim Fabão, eu amo o quanto você fica incentivando o Tiago a se reconhecer como lontra.

Sim. Mas eu me reconheço como lontra. Você é uma lontra. Hoje ele tá uma bezinha azul. Você tá twink hoje. Você tá twink. Isso que eu ia falar. Eu nunca sei quem é. O Troy Sivan é uma gay 30 a mais que diz que é twink.

Eu sou uma gay 30 a mais que se diz que é 30 a mais. Eu também sou. Tiago, 30 a mais. 40 depois dos 30. 40 a mais, meu amor. Tiago, 30 a mais. Mas por exemplo, o William Bonner… O campeonato, 30 a mais. O William Bonner é 61, certo? Ele pode ser uma Twink 30 a mais. Ai, eu sou 30 a mais.

42 é acima dos 30? A gente é 20+, né? Eu sou 18+, 18+, então. Gente, eu encontro uma mulher azul 18+, Amiga, 18+, não pega mal não pra gente? Porque 18+, é conteúdo 18+, Mas aí é sua mente que fica muito 19+, Você sabe a música do É o jogo da galera

Do Brasino? Ah, que ele sabe disso! Ah, não, é sério! Entra em sites de... Não, não, isso aparece quando você vai baixar vídeo do... É para nós! Olha os vídeos! Nossa, é extremamente explícito, né? Olha o que você tá vendo. O Thiago sim é 18 mais. Bom, vamos então para as nossas old news. Old news! Old, old.

E aí

O seu noticiário rumo ao passado, aos dias de outrora, desconhecidos e bizarros. Que lindo isso, quem já quer ver? Eu adoro a palavra outrora. Eu escrevi. Eu acho lindo. Oi, Tch. Eu sou uma vebo na fé. E hoje estou na companhia de Tiago Persson e Tch. Que fabão. Twink 30 a mais. Olá, pessoal. Eu e o Troy Tivan. Eu tô medicado. É Sivan? Sivan. Então eu sou o Troy Tivan.

Aaaaah, Tibão! Ainda bem que eu não sou aquele... Pô, é feio, hein? Uma vez eu falei aqui que o moleque era feio. O moleque, o bigodito lá, que agora tá de bigode. O menino lá... O Harry Styles. Não, também não gosto não. Timothee Chalamet. Timothee Chalamet. Rapaz, passou o trailer. Quando a gente foi ver o filme lá... Ele é feio. Nossa, mas ele não é feio. Feio sou eu. Aquele moleque parece bater na manha, assim. Ele parece uma cabrinha assustada. Ele é feio. E o queixão de banco de bicicleta, assim, né? Parece um sapato democrata de bicho quadrado, né?

É democrata o nome do sapato? O que é sapato democrata? Diplomata. Responde aí o nome do sapato. Responde embaixo. É um sapato autoritário? Um sapato... Um sapato satanista. Trampista. Um sapato golpe de estado. Um sapato golpe de estado. Quando você estiver assistindo esse episódio, o ex-presidente já estará preso. Vamos deixar claro. Vamos deixar bastante claro. Eu tô soltinho hoje, ele não.

É verdade Coisas que eu posso fazer que o ex-presidente não pode fazer Vira aqui gravar A gente chamou ele pra gravar aqui Mentira, tá louco? Bom, primeira notícia É do 10 Desculpa, sou eu batendo o rosto Ela olhou pra mim na hora Como se todo problema sou eu Eu tava tentando tirar e ela batia mais Tô tentando tirar É

Não, é isso. E a pessoa lá tá tocando. Eu tô assim, chegou o carnaval, amor. Amiga, porque tem um lugar que o Bolsonaro também não pode ir. É o carnaval de Salvador. É porque eu solto de data no Batuque, mas vai lá. Vamos lá. Vamos então pra notícia de 10 de dezembro de 1974. De 10. Dez. Eu não tava nascido ainda. Tava quase. Tava quase. Digo, 74, não? É, nove anos depois eu nasci. Nossa, zero tava nascido. Zero. Zero nascido. Esse aí não existia nem como porra.

Uau. Demônio provocou pânico em loja de fotografia. A igreja manda exorcizar. A loja ou demônio?

E bora de água benta nessa loja Traz a Polaroid aqui que a gente vai jogar Talvez sensibilizada pelo filme O Exorcista em Excepção, na capital A multidão que fazia compras Numa das lojas da Fotótica Entrou em pânico Quando uma estranha voz gritou O diabo Zuleika Machado, vendedora da loja Declarou nunca ter visto coisa igual Então

Peraí, Zuleika só poderia existir nos anos 70. Só, só. Ah, mas eu chamo Zuleika e tô assistindo sofando o caso… Já nasceu com 50 anos. Mas você sabe que eu acho que teve um boom de nomes antigos que voltaram. Deve ter alguém, tipo, com 20 anos. Tipo, mas meu nome é Zuleika. Não, vai ter com certeza alguma Zuleika que vai comentar. Nossa, o Tiago é um demônio, porque ele falou que eu não… Não, vai comentar se seu nome for Zuleika. E se você for uma Zuleika menor de 20 anos, conta pra gente.

30 a menos. Não, se você for uma azuleica menor de 20 anos, muito foda. Eu acho o nome bonito. Também acho. Já tem artrose. Já nasce velha. Tio tio avô, aquele filho. Não tem como. Chama o elevador. Deixa eu ver até onde vai, macho. Ah, só isso aí. Desceu um andar. É que você também é grande, né? Ao ouvir o nome de Satanás, várias pessoas afirmaram que estavam possuídas por ele. Enquanto homens, mulheres e crianças corriam para as saídas tentando escapar da demoníaca ameaça.

Certo de que se tratava apenas de um caso de histeria coletiva, o experiente gerente Aldo Alexandre Androsky quis chamar a polícia, mas foi impedido por um grupo. Precisamos de um padre, gritavam eles, e não da polícia.

Quando chegaram os representantes da igreja, a situação já havia se normalizado. Declararam os sacerdotes que foi um desperdício de tempo. Já que tinham obtido autorização especial do Vaticano pra praticar o exorcismo. Foi rápido, né? Gente, essa foi expressa. Nos anos 70. Não, os caras mandaram um zap lá pro Vaticano. Aí, irmãozão, na fotótica tá foda. Então, mas você tem que pedir autorização. Só que imagina, acabou de acontecer na fotótica. Aí os sacerdotes chegaram lá e eles já tinham autorização.

Não, eu acho que eles tinham uma autorização lá em branco. Tipo check em branco. Tipo check em branco. Exorcismo em branco. E eu acho, isso daí, fontes assim… Eu tenho contato dentro do Vaticano. Você tem por ano um número X de exorcismo que você pode fazer. Você pode, não é que você deve, certo? Mas isso é importante falar, que não é só por ano, mas também por fotótica. Por fotótica. E aí eles te dão um talão, e aí você tem que cumprir, senão é debitado da paróquia. Caramba, então vai…

É, então assim... Uma pergunta, você já passou cheque?

Que isso, Tiago? Não, não esse cheque, cheque literalmente. Ah, não, não. Acho que não, ele não é legal. Eu também não, gente. Nenhum dos dois cheques. Ele é muito jovem. Não. Não? Porque você é muito jovem, né? Ah, eu tô com técnica, com técnica, com técnica. Não, mas eu perguntei de verdade. Eu sou muito jovem, mas o meu avô, eu já vi meu avô passar cheque. Mas você lembra, tipo, você lembra de ter cheque? Lembro, eu lembro de ter cheque. Lembro, eu lembro de meu avô tendo. Tá, não, porque... O avô dele passou cheque na frente dele. Eu paguei academia com cheque, sabe? Que isso, não.

Pra que fazer na academia? Mas era checão? Eram vários cheques, porque era tipo por mês, né? Então você pagava tipo 10 cheques pra deixar no ano todo, por exemplo. Que isso, gente? Eu fiz essa pergunta porque esses tempos publicaram lá no Blue Sky assim, ah, qual é a questão financeira que mostra a sua idade? Aí muita gente tava publicando, eu passei cheque. Aí eu pensei.

Eu fiz depósito. Ah, isso daí eu já… Eu fui de depósito. Essa é a Joguinha de propósito. Essa foi de propósito. Mas o depósito eu fiz também. Eu faço até hoje depósito. Eu sou até hoje. Ele é o depósito. Eu sou até hoje. Você é velho, Tiago. Você não faz depósito? Pera, depósito eu já fiz. Não, mas não a mim fisicamente de você levar no banco, não. Não, faz sempre quando eu vou ao banco.

Eu já saquei no caixa, botei no envelope, botei lá uma coisa. Eu já fiz. Sabe o que eu lembro? Que eu achei muito foda. Uma vez o banco que eu tinha começou a poder botar moeda no envelope pra depósito. Ai, que chique. Eu achei foda. Eu queria entender como é que a máquina conta. Como é que você sabe o que é moeda? Porque não conta, é uma pessoa que pega. É uma pessoa.

Você pode falar, é, por isso que tinha muita coisa. Você falava que dava cem reais e colocava, tipo, dois. E as caras olhavam e falavam, vai se foda. Por isso que não sai da hora. Mas a máquina não lê um que é cold? Só que agora, existem as máquinas de contar... As máquinas de contar o dinheiro. O Lama vai recebendo um choque assim. Eu assim, meu Deus, como é que eu conto isso?

Um monte de dinheirinho assim Que isso? Eu não sei Eu tô cantando teu caixinha A minha mãe ela trabalhava no caixa Do Banco do Brasil E ela Isso houve uma época que tinha Uma máquina que contava Dinheiro Só que antes disso existir Você fazia na mão

E a minha mãe trabalhava com muito fazendeiro. E muitos fazendeiros, eles, tipo, juntavam as moedas. Dizem que uma vez um cara chegou com cinco mil reais em moeda. Em moeda? Moeda, de dez centavos. E aí, tipo, a minha mãe disse que juntou, tipo assim, umas cinco pessoas e ficaram a tarde toda contando as moedas do cara. Eu fiz, eu levei trêscentos e setenta e cinco reais em moeda. Eu já fiquei contando, ajudando a minha mãe a contar moeda. Eu acho minimamente divertido.

Não, é legal se você não tá trabalhando lá. O problema é que você perde a conta muitas vezes. Não, mas aí a gente vai de 10 em 10, né? É, tem que ser até um... É, mas tem que fazer espiguiazinho assim. A minha mãe me levava no banco, né? Gente, anos 80 é loucura, né? E eu trabalhava, tipo assim, eu trabalhava. Ela era jovem e aprendi. Ela falava, tipo assim, me ajuda a contar esse dinheiro. Aí eu contava, não sei o que. Então, tipo, pega esses arquivos. Eu ajudava, minha mãe ia trabalhar. E assim se deu o desfalque do banco. E você sabe porque é uma B, né? É uma banco.

Ah, na Banco do Brasil, sacanagem, não tá patrocinando. Meu Deus, mais voltando pra fotótica. Vamos lá, precisamos de um padre, daí, né, tem o exorcismo, tem o cheque lá, o checão do exorcismo. E aí, foram lá, só que assim, não tinha como fazer o exorcismo, porque já tinha debandado ali. Caducou.

É, caducou. Entretanto, os padres, né, eles aproveitaram pra mandar revelar três rolos de filme que haviam tirado num piquenique de caridade no dia anterior. Já tá ali. Só que aí... Não tá certo. Mas aí eu tenho uma dúvida. Padre também é gente, às vezes. Você ficou sabendo que tem um demônio na fotótica. Aí você pensou, deixa eu pegar o rolo e colocar no meu bolso? Ou ele já tava com o rolo esperando... Batina tem bolso. Quando ele passasse...

Pati não tem bolso? Qual é o pior...

Sabe quando a pessoa morre E fica num limbo Qual é a maior penitência pra pessoa? Trabalhar E aí ele mesmo sabendo que a foto Foto óptica tava Endemoniada, o que ele fez com o demônio? Deu trabalho pra ele Nossa, é uma vingança É uma vingança contra o proletariado Caralho, o capitalismo Isso falando do padre Me lembrou o padre do Previsões para setembro Não

Previsões para setembro? Não.

Previsões para setembro! A gente vai ter que colocar esse vídeo. Vai estar ouvindo. É que me zoaram muito com o episódio que a gente gravou, que vocês ficavam, ah, dá o grrr. E eu, o quê? O grrr? O quê? E as pessoas falam, nossa, o Tiago parece um tiozinho no episódio. Mas eu nunca tinha visto aquilo. Quando eu fui ver, literalmente, é a pior coisa que eu vi na minha vida. Já era o que você viu? O quê? Um grrr. Sério. Um grrr. E eu vi duas pessoas que são da televisão fazendo, e eu falei...

Gente, essa é a pior encenação do pior meme do mundo. Eu canásia. Eu acho assim, a vida da pessoa devia acabar ali. Não tô decidindo morte, mas acabar... Olha que a música é chata. O da Munga é chata. A música é chata mesmo. Aí ele pôs lá o demônio pra... Mamar. Pra revelar dois ou três rolos. Tá. Aí beleza. Aberto o inquérito policial, apurou-se que não se tratava de possessão demoníaca.

E sim, era tudo culpa de um homem chamado Luiz Macedo Vieira. E ele explicou. É no Brasil isso? É no Brasil. Luiz Macedo. Eu estava apenas querendo comprar uma câmera pra filmar o aniversário da minha filhinha. Fui de loja em loja e já estava quase desanimando. Porque o dinheiro não dava nem pra comprar uma filmadora de brinquedo. Aí entrei na fotótica e eles me disseram que eu podia pagar no ano que vem, só em março.

Fora isso, o financiamento é do Banespa, com juros menores. Achei uma publi nesse jornal. Publi, olha aí, vem do Luizão aí, ó. E eles ainda me deram uma tela… Me deram. Me deram uma tela de presente. Fiquei tão feliz que disse, puxa, vocês estão mesmo fazendo o diabo. O diabo! E foi só isso que aconteceu, não achei que ia causar nenhum transtorno. Posso entrar em casa? A Lodge retirou a queijo e o processo foi arquivado.

Gente, a loja tava sem job. Não, tava sem job, né? Lavagem de dinheiro. Sabe o que é pior? As pessoas antigamente eram... Era fácil viver, né? É sério, porque você é bobo, assim. Não era pânico satânico, não? Era muito. Sabe o que é pior? Em 1974. Pânico satânico. Era de chumbo. Era de ditadura. Era. E os caras estavam... Ah, não pode falar. E os caras diabos. Ah!

Era ditadura. Hoje. Eu ri na hora que eu fiz assim, falando do Thiago. Porque eu lembrei de um meme. Ai, eu amo esse meme. Gente, é horrível. Então eu vou dizer, a psiquiatria. E na porta da entrada da psiquiatria, tem um emoji assim, ó.

Ah não, mas não era isso não, isso também é muito bom. Mas é uma menina que falou que ela tava no consultório psiquiátrico e aí ela ia ter uma consulta, tipo, sei lá, 8 horas da noite. E aí ela chegou tipo 10 pras 8. Daí a secretária virou e falou assim Ai, essa consulta vai demorar um pouquinho porque a pessoa anterior ainda tá lá.

E aí a pessoal fez o tweet Contando isso, eu falei, gente, que coisa horrível Caralho É horrível, é Esse dia falando em terapia Eu achei que minha terapia tava fazendo um teste comigo Mas não tava, né Não, é porque ele demorou pra entrar Você precisa de terapia pra tratar da terapia Ele demorou pra entrar Aí você já quer

E aí, eu falei assim… Ah, ele tá testando minha ansiedade. Ah, claro. Pra ver se eu vou mandar uma mensagem pra ele. Mas eu não vou mandar. E aí, a gente começa duas horas, né. Aí, 2h10, 2h15, 2h20, 2h25. Quando deu 2h30, eu falei… Você não mandou nenhuma mensagem? Aí eu falei, não, vou mandar. E quando deu… Nossa, 2h20, eu já tô mandando mensagem. 2h30, eu mandei mensagem pra ele. Ele, Fábio, desculpa, esqueci. Tive um contratempo, eu ia te mandar mensagem. Então, mas vamos remarcar. E assim, eu fiquei chocado de saber que não era sobre mim.

Mas é uma das raras ocasiões Onde as coisas não são sobre você Ai amigo, só não tem muitos que não são sobre você

Deixa quieto, deixa quieto. Mas posso dizer, a mente ansiosa é assim, né? É tipo, se você vai em uma entrevista de emprego hoje em dia, você pode esperar na recepção? Gente, você tá longe de mim. A última vez que eu fiz uma entrevista de emprego, gente, foi em 2014. Nossa! É, porque você é uma vagabunda, né? Que isso, gente? Que desempregado, não. Você é autônoma. Você é uma vagabunda. Não, eu… Nossa, quanto tempo faz? Ah, eu faz oito anos quando eu fui empregado lá, né?

Tem uns cinco anos, cinco, seis anos. É, porque antes de pedir demissão, eu já tava trabalhando. Ele era um fudido? Quatro anos. Então, mas eu achava que era bem mais. Não, eu fiz a entrevista pra entrar na... Na Globo? Cinco anos atrás. Na Globo não teve entrevista? Não. Ah, e quem que entrevista, assim, sei lá? Renata Lopretti, né? Tem. Quem é entrevistador da Globo? Gil Soares morreu. A Fátima Bernardes. Mas tem reunião de compliance.

Ah, tem? Tem. Ah, não pode, né? Desculpa. Não pode, mas tem reunião de companheiros. Eu acho que eu não faço ali na Globo. Eu não pareço. Amigo, claro que passa. Eu chamo de amigo. Amigos são os outros. Eu sou o Tiago. Ele fica chateado quando eu desculpe. Ela nunca me chama de amigo. Eu passei separado também.

É mesmo? É, Tiago, olha pra mim. Não, olha pra mim, não pra você. Completamente. Eu claramente sendo paciente. Que entrou depois. Ó, o Fábão tá indo. É, Tiago, talvez esse seja um grande problema. Ah, mas você acha que tu aparece, Tiago? Ah, você acha? Ele não é de casa. Eu sentado do lado da Anália. Ele já não é de casa. Ai, Natuza, nossa, o voto do Fux. Não é que você vai entrar em qualquer porta da Globo. É, você vai entrar no... Mas tem um monte de gente na Globo lá que é pior que você.

É, você entra... O que é isso, amiga? O que é isso? Tem gente na Globo que faz coisa do tigrinho. Você acha que não vai ter tatuagem? Eu não sei, eu nunca vi. Eu não sei. Inclusive, amo a minha firma. Amo a firma. Vamos então pro próximo? Vamos. Mas se bem que eu tô falando tudo isso, só rapidinho.

E as pessoas, muitas não sabem, né? Mas eu sou editor da Turma da Mônica, né? Sim! Eu amo quando chega alguém lá e fala Se você lê Turma da Mônica, se você já pegou um gibi na mão Sinta que quando você segura um gibi da Turma da Mônica na mão Uma parte do Tiago você também tá segurando Escolha a parte que você quer Uma parte você tá segurando, não é? Intenso, intenso É verdade Você pode enrolar o gibi Eu amo quando chamam alguém assim, tipo, importante Que vai falar, ah não, vamos chamar o editor da Turma da Mônica E vou eu, assim, com o bonazinho Opa!

E a pessoa espera que ele chegue lá Só que Eu falando Porque eu tenho muito essa adequação do discurso Aqui eu sou o Tiagão Aí lá Eu sou o Tiago Vamos falar de números Tiago Zanetik Vamos falar agora sobre Casos Obrigado Só queria me mostrar também Não é porque você é vagabunda que a gente não é A gente trabalha Vagabunda em termos de trabalhistas Então Eu vou mandar Eu vou mandar Eu vou mandar Eu vou mandar

Ah, então tudo bem, né? Pois tá demitido. Ah, temos trabalhistas? Ah, eu sou vagabunda em outros termos. A pessoa devia ter o aprendiz de novo com você. Nossa, imagina, é engraçado, a pessoa não ia fazer nada, ela ia demitir por prazer. A prova de hoje é...

Ah, nada não. Você tá demitida aqui, ó. Eu tenho uma fama que não é verdadeira. Ah, tá bom. Eu fui demitido quantas vezes do Caso Bizarro? Eu sabia disso, né? Ela já me mandou embora oito vezes do Caso Bizarro, sendo uma ao vivo. Sete. Sete foram verdadeiras, uma foi de brincadeira. Uma ao vivo? Nossa, mas teve uma vez que ela me mandou embora. Posso contar?

Qual que é essa troca? Que teve uma vez que você me mandou embora, aí deu uns 10 minutos na minha licu de novo. Aí, infelizmente, eu preciso de você. Porque entrou uma pula. Amiga, que podre. Mas eu faria a mesma coisa. Não, mas olha...

Foi lá no início, quando a gente ainda tava com dificuldade de fazer... De entrosar. De rolar isso aqui. Você estava com dificuldade de entender como eu funciono, é diferente. Não, Tiago, eu nunca entendi como você funciona. Você me conhece há 10 anos, você que não entendeu ainda como funciona aqui. Não, eu não entendo até hoje. Nem eu. E a questão... Eu tô revivendo o trauma do divórcio dos meus pais. A questão é que tava difícil...

Abre o olho, Lua. Próxima é tua, hein. Olha, coitado, Lua. Era difícil de fazer… Ah, gente, de imigrar essa coisa de ex, né. Sim. E… Não, a gente já tinha visto isso. A gente era amigo há muito tempo. É que viver profissional… Não, pera, eu tô passando o pano pra você nisso. Porque profissionalmente as coisas funcionam diferente. Mas você trabalha em silêncio? Nunca? Tipo, todo passo que você dá no trabalho, você comunica?

Não, claro que não. Eu não comunico nem o que eu tô fazendo. Nem o que eu não tô fazendo. Não comunica nem sentimento, nem emoção. Não comunica nem o que eu preciso. Mas isso me incomoda um pouco quando não comunica. Você ia me mandar embora, então, por favor. Eu acho pelo silêncio. Porque, por exemplo, o Luan faz as coisas. Hoje, eu falei assim, Luan, onde é o endereço tal? O que tá na agenda? Aí eu, cala minha boca.

Eu já tinha colocado lá. Só me avisa, só pra não ficar parecendo biruta de comprar uma coitinha ali. Ah, vocês são iguais, eu odeio gente assim. Porque você podia ter olhado a agenda antes de perguntar. Poderia, o erro é meu, mas eu quero colocar esse erro. Pra mim, Luan, tá certo, porque assim, existe uma frase que eu sigo, que é não se responde a uma pergunta que não foi feita.

Isso, uma vez, uma chefe falou… Não, essa chefe falou pra mim numa auditoria. Mas deixa eu falar, deixa eu falar. Nossa, a gente pode voltar pras notícias? É, vamos voltar pras notícias. A vingança nunca é plena, mas tá homem, veneno. É, o negócio do Thiago é assim. Thiago, e o roteiro tal coisa? Ah, já entreguei. Eu falei, é isso, avisou pra quem? É o filho da puta.

Aí hoje em dia, eu só aceito. Não, você não aceita porque ela botou a capanga dela, a Bruna. A capanga! A capanga! A Bruna fica assim, ó. Não, ela chega e fala... E ela marca, assim. E eu tô sentindo que a Bruna tá se aproximando de mim pra me colocar no cabresto dela.

Cuidado! Cuidado com a Bruna. Que lindo, amigo, você tá lindo, eu fico um brinco. Que bom que você tá fazendo boxe. A Bruna faz boxe. Cara, a Bruna é do nosso lado. Ela falou que legal o boxe. É do meu lado, e do meu lado é do nosso lado. Mas eu tô sentindo que a qualquer momento eu vou falar uma coisa e ela vai falar assim, interessante, mas vamos falar de gravação. Que isso, Bruna? É, vai. O que eu gosto… Fica de olho. É que… É muito bom que a Bruna vira e fala assim Ei, Tiago, você já fez tal coisa? Ele fez, ela fez, né?

É, é uma Minion dela, assim. Ela é tipo o grupo do meu malvado favorito, tem a Minion. Gente, eu ia desmaiar. Não dá, se alguém falar assim comigo, eu já falo Será que eu fiz agora? Não sei se eu fiz, né, faceta. E ela fala assim, a fez, né, e manda um cachorrinho, um macaquinho. É, um emojizinho pra ser fofinha, mas ela já deu uma paulada. Ela é assim, ela é o meu. É, com Bruna, com Bruna. Sem a Bruna, nada disso estaria acontecendo, e eu não minto. E sem a Bruna, o Diago também. É verdade.

É, sem a Bruna ser teatro. Tem o Dantas. Tem o Dantas, também nada a ter é pra dizer. Banjo. Gente, o Dantas é icônico, Banjo. Ele é tudo que eu pedi. Esse estúdio. Deus. Deus. O Tiago que escreve. Ah, o Tiago que escreve. Reconheci bem tudo. O Fabão que tá aqui, aceitou o convite. Chico Feliz, o nosso Scooby-Doo de Genópolis. A minha mãe que me fez. É.

verdade que transou em maio eu posso dizer o útero da sua mãe claro que não transou em maio é, não, errei você não ficou 12, 13 meses aquela vida é de vaca, né elefante elefante, né elefante há dois meses não, sua mãe transou em que isso, gente eu não quero saber elefante brilha, estrelinha é mais que humano gente, old news ó

Brocha, torra, pênis na tomada. Tá bem. De 1990. Do Notícias Populares. Nada deve ser pior pra um homem do que não conseguir ter uma ereção diante de sua parceira. Não sei o que é isso. Ou parceiro. Ou parceire. Ou parceire. Ou parceire. É parceire. Por esse motivo... É de 1990, mas já tá aqui. Por esse motivo, vários buscam métodos alternativos. Isso que você falou agora.

É a tropa do Tadala. Todas as pessoas estão me xingando, dizendo que elas não conseguem mais falar uma palavra, assim. E aí eu sou toda... Todo dia eu sou criticada. Você pode falar? As pessoas me xingaram por causa disso. Porque, tipo, meio que eu orbito nesse mundo. E as pessoas com raiva dela, caso ela não responda a mensagem, eu enbrigar dela comigo. Gente, eu tô me desvelando. Eu tô me desvelando. Pega a cuticinha.

Fala. Eu já tenho um número considerável de seguidores, agora eu posso ser estrela, não posso? Estrela da casa. Ele até levantou. Que é maravilhoso. Um ótimo reality. Ah, Estrela da casa. Agora que eu entendi. É, segue, segue. Vários buscam métodos alternativos pra despertar o falecido. Tadala. Tropa do Tadala. É... Nylon. Se amarra e puxa.

Ou você pode fazer igual o Cajuru, né? Que ele meteu um negócio lá dentro que vive duro, né? Deve ser horrível. Porque é ruim fazer xixi. É verdade. O caso aconteceu no interior do estado de São Paulo. Um comerciante de 41 anos foi encontrado morto após ser eletrocutado. No começo, a polícia chegou a falar em suicídio, mas os vizinhos contaram uma outra versão. Segundo eles, o homem tentou dar uma carga no bimbo pra ver se ele voltava a funcionar. Ele tentou desfibrilar o...

Clear, clear! E foi mesmo. Conforme relatos colhidos na vizinhança, o homem que tinha fama de garanhão andava sofrendo com dificuldade de direção. Olha o machismo, né? Ai, pesei. Com a ideia fixa de acabar com o problema e não arruinar sua reputação, o rapaz, conhecido como general, fechou sua loja ao fim do expediente, embriagou-se e foi pra casa. Ao chegar, tirou a roupa e foi ao banheiro, onde havia um transformador 110 e 120 volts usado pra recarregar pilhas na tomada. E aí

Pegou uma braçadeira de radiador, ligou no transformador e a apertou no pênis com uma chave de fenda. Deitou-se no chão e mandou brasa. Gente, ele fez realmente um desfibrilador. Posso fazer a piada do general? O choque foi fatal. Ele tava mortivicta, né? Que o generalzinho dele tava morto em vida, né? Mortivicta é um negócio do exército, que a pessoa é considerada morta em vida. Ai, Deus do céu. Não, não, mas é piada boa, é piada boa, ele tava vivo. É piada do general, pelo exército. Ah, uhul.

A gente tem uma base do Exército. Você que tá no Exército ouvindo agora. Você, que é soldado do Exército. Não, um rapaz que é soldado do Exército. Tá agora de plantão, mas tá ouvindo o caso bizarro. Comenta aqui. E se for do Rio de Janeiro, manda uma DM que deve ser bem interessante.

O choque foi fatal. Mas nem assim sensibilizou os policiais. Porque todo mundo caiu na gargalhada primeiro. Só depois começaram a trabalhar. Gente! O pênis estava mole, só o seu corpo estava duro. Algo endureceu, né? Algo endureceu, né? Ai, triste, né? Gente, isso é falo sem triste. Gente, tem uma foto, tem um desenho. Um desenho no caso. Vai, tá na tela.

Vai estar na tela. Ah, ele tava molhado também, né? Ah, não. Ah, tava molhado também. Ah, ele tava no banho, né? Talvez estivesse sim, molhado. Ó, tava... Ah, foi logo depois que ele ficou com uma... Ele tentou ficar com uma... Mas a bundinha dele, você gostou? Achei uma bunda ok. Ah, tá bom, pô? Ok. Ah, ontem eu vi uma bunda tão bonita. É... Que o quê? Ontem eu vi uma bunda de Catalu. Na rua, assim, passando, assim, usando uma bunda flutuante. Não, não, não, na minha frente mesmo.

Cavalo Olha Tá Próximo caso O notável pedido de uma senhora Agora é da The Western Gazette E é de abril de 1905 The Western Gazette Eu tava lá Eu sei o jornal Por favor, vem imediatamente Aonde? A senhorita Cobes tá gravemente doente Eu vou mandar

Um formulário telegráfico com esta mensagem endereçada ao Dr. Walter R. Holden. Qual que é o nome dele? Walter R. Holden. De Galcester. Walter. Era sempre mantido sob a mesa da falecida senhorita Frances Power Cole. A mesa daquela mulher.

A senhorita Cope tinha pavor de ser enterrada viva. E o Dr. Holden... Eu tava arrumando as coisas. Tô certo ou tô errado? O Rock Santer é foda. É o seuzinho Malta que fazia isso? É o seuzinho Malta. Tô certo ou tô errado? Aí, bochina! Ah, do nada. E o Dr. Holden, que chegou após seu falecimento, supervisionou a execução da solene tarefa imposta a seu médico em seu testamento. E qual que era a tarefa?

realizar em seu corpo a ruptura completa das artérias do pescoço e da traqueia, de modo a tornar qualquer reanimação pós-sepultamento absolutamente impossível. Pra quê? Eu achei foda! Pra ela, tipo, não ser enterrada viva, sem querer. Não ser enterrada viva.

Com essa mulher não tem risco de narcolepsia. Mas assim, a ruptura das artérias. Você vai uma tesoura e cor, será? Vamos de volta. Por quê? Ela morreu. Tá. E aí ela ficou com medo de ser enterrada viva. Não, antes dela morrer, ela já tinha fobia de ser enterrada viva. Eu acho um medo justo. É um medo muito bom. Eu acho que... Por que ela não fala assim, gente, antes de me enterrar... O medo antigo bom, no caso. Antes de me enterrar, deixa três dias.

Mas meio que eles deixam, né? Mas ninguém deixa. Mas ninguém deixa. Tem um monte de exames, acontece. Pode acontecer.

Não, mas eu acho que assim... Mas acho que em 1900... Não, em 1900 você deixava na varanda. Eu quero morrer uma vez. Deixava na varanda. Ai, depois a gente pega. Não, antigamente eles metiam umas grades, né? Assim, pra falar, não vai voltar não, vai ficar aí embaixo. Ai, chumbava. É, aqueles vampiros, né? Chumbava a pessoa. Chumbava a pessoa, da hora. Ai. Sabe o que eu queria, como que fizesse comigo? Me jogasse um negócio de concreto, assim. Mas você sabe que isso é pra quem tem radiação, né? Eu sou radioativo, eu sou tóxico. Ah, é verdade, ele é radioativo. Ai, eu posso... Ai, meu sonho...

concretar alguém. Deixa eu ver se o anel ele é um rosário, é um como é que é? Um camafel de um coelho. Foda! Achei lindo de morrer. Nossa, eu acho muito legal que ela parece aquela mulher daquele canal do Leilão das Joias. Olha, estamos com joias, ó. Ah, eu tenho aqui, ó. Esse daqui é do esses dois aqui.

São joias. Mas esse aqui tem um formato legal, parecem ossos. Esse se chama Serpentina. Esse daqui é uma pedrita. Tem um que bonito. Essa pedra é preciosa? Vou arrancar seus dedos, filho da puta. Esse é de bicheiro. É pratinha mesmo, uma pratinha. Pra dar uma equilibradinha. Ele virou bicheiro do nada.

Marido e cachorro sumiram. Essa é de... De courir. De courir. De março de 1954. Ui, minha dona. Tem uma carioca no meio. De março. De março, né, irmão? De barco e março. De courir. Dallas, Texas. Dallas, Texas. Uma mulher relatou à polícia que seu marido havia desaparecido junto com seu filhote de chihuahua. Não me importa se meu marido voltar, explicou ela. Só quero encontrar o meu cachorro.

Eu achei isso icônico. Eu acho que isso é icônico. Ah, desculpa, tô fazendo a introdução. Se você quer muito ouvir o podcast pra estar em português, eu tô te ajudando. É só apertar a tecla Fábio. Mas o que? Ela queria encontrar o marido. Não, ela não queria. Ela queria encontrar o cachorro. Ela falou, meu marido, se voltar ou não, tá tranquilo. Mas o meu cachorro tem que voltar.

A gente às vezes é só desapego, né? Tipo, ai, hoje... Assim, na boa, não tem absolutamente nada na existência que eu... É que eu não tenho cachorro agora, né? Mas assim que eu tiver. Nada na minha existência vai ser mais importante que o cachorro. Assim que eu tiver. Quero viver um tempinho solo, assim. Tipo assim, vou morar na minha casa sozinho e tal. Mas eu sinto falta de ter. Mas vira a lata que você quer?

Ah, sim, sim, sem dúvida. Eu quero um que é parecido com o Negromatapacos, que é aquele cachorro chileno que é nas manifestações, que é um cachorro preto com uma bandana vermelha. Não conheço. Nossa. A bandana você sabe louca, mas o bicho é só... Ele nasce com a bandana, meu Deus. É uma raça... É uma raça bandanita. É uma raça bandanita. Bandanês. É o bandanês.

A próxima notícia é dos... Ah, mas só rapidinho. Mas de verdade, assim, não tem outro problema. Pode ser qualquer... Sendo um vira-latim, uma coisinha assim. Vira-latim. SRD. SRD. Sim, tem que adotar, gente. Adotem. Adotem. É muito importante. Inclusive, deixa eu aproveitar pra indicar... Quem ama adota. Quem ama adota. É o projeto do Chico Feliz. Que é o quem mama adota, sacanagem. Sacanagem.

Sim, mama, adota. E é um peludo? É o bicho peludo que é o Chico. Eu adote o Chico. Eu particularmente. Eu não vou lembrar o nome agora do projeto, mas... Ô, é linda, abriu um pouquinho pra cá, então. Mas não, mas tem lá no Insta do Chico. Ai, galera, o Chico tá comprando.

O projeto é... Vai estar aqui. A Bruna vai colocar aqui. Coloca assim no Google. Coloca assim. Chico Cachorrinho. Vai no chat, CPT, e bota no chat. Qual é o projeto do Chico Felice? Chico tem quatro. A Bruna vai colocar aqui pra gente o nosso projetinho do Chico.

É isso. O nosso projetinho do Chico. É porque... Resumindo, o Chico visita cachorros que têm histórias extraordinárias. Dogão é mau. É muito legal. Ai, eu tenho uma história extraordinária, Chico, quer visitar? Pra conhecer a história dessa caderno. É o Chico Dog Style. É. E é latino. Au, au!

Você viu ela já imitando cachorro? Ela tá imitando cachorro. Você sabia que a primeira vez que eu ouvi a voz dela foi ela latindo? Eu sei desse no Twitter. Ela me mandou, ela gravou num site. Não existia ainda, a gente não tinha WhatsApp um do outro. Não tinha como gravar no Twitter. Ela entrou num site que gravava o áudio e me mandou um link e falou ouve minha voz. Aí eu abri, era... Como?

Eu falei, cadela. Eu ia apaixonar pela cadelinha. Tá. É, eu... Tá. Agora, aí é nos anos 50, beleza. Beleza. Ah, anos 50, beleza. Descém.

Um caso relacionado a um afeto a felinos causou burburinho nos tribunais de divórcio de Londres. Você se identifica pelos meus gatos? Nossa, você vai se identificar. Hum, olha lá. Uma esposa exigiu que o seu marido, ao retornar do trabalho todos os dias, a beijasse primeiro, depois a sua irmã e por fim o gato.

Ele se recusou a beijar o bichano, então ela saiu de casa. O divórcio foi concedido ao marido com base em sua deserção. O Giz observou que o marido talvez tenha pensado que se o casal porventura reatasse, ele teria que beijar o gato. E por isso o divórcio assim foi assinado.

Se o Júlio não fizesse carinho na Débora, você não ia expulsar ele de casa? Ai, ia. Mas sabe uma coisa que é foda nessa história? Imagina, o Júlio falou, ah, não vou encostar na Débora. Mas encostar se nosou Débora é uma das gatas. Débora é minha gata. Mas ela tem sobrenome? Não, então, é Débora de Débora Bloch.

Mas sabe por quê? Quando a Débora nasceu, eu tinha acabado de ver uma reportagem da Tata Werneck falando que tinha um gato chamado Jonas Block. E aí, como a Débora nasceu meio ruiva, porque ela tem várias cores. Tipo eu, assim. Aí eu falei, olha, Débora Block. Aí pegou Débora e até hoje a Débora. Nossa, esses globais são tudo um grupinho, né? Ai, porque a Tata Werneck e isso, ai, não sei o quê. A Débora Block e minha amiga brigou. Minha amiga Débora Block. Não, não, não.

Minha amiga é Thayne, caraúcha. Foda, não? E outra, e outra. E outra? Se o Júlio chegasse um dia em casa e falasse assim, pois eu não vou encostar em nenhum gato mais. Pois sai de casa. Pois sai de casa. Posso lacraste? Permissão para lacraste? Permissão para lacraste. Dantas, coloca na tela. Tiagão lacrão. O negócio é o seguinte. Você percebeu nessa matéria que tem um negócio textual muito importante para prestar atenção?

O divórcio é dado ao marido. Porque a mulher pediu, aí os caras vão perguntar. E aí, isso vai valer ou não? Aí o cara... Aí o cara meio que não quer abraçar o gato, beijar o gato. Porque ele podia ter alergia. O pai da Magali tem alergia do Mingau, por exemplo. Pode acontecer, mas ele não se separou. O pai da Magali tem alergia do Mingau. Mas aí ele deve ter explicado pra mãe da Magali. Ela falou, ah, beleza. Não, ele é um homem de bom coração. Não, não separaram. Quem? O pai da Magali. Não, não. Ah, tá. É ele que... Quem é separado é o pai do Xaveco.

O Xaveco é o secundário favorito Aquele loirinho que tem o cabelinho assim É um dos meus personagens Eu só conheço Mônica, Cebolinha, Cascão, Magalite O do Contra Rosinha Vou te dar uns gibi Carminha Frufru Carminha Frufru é você, você parece a Denise Quem é Denise? A Denise é meio social media Exatamente, é ela mesmo Tem uma personagem negra Ela é chata, não E aí

Não, era legal. Não, era muito legal. Tem uma que lacra. Tem uma que lacra horrores, que dá várias lacradas. É a Denise. Ah, é a Mabeira. É a Mabeira. Não, eu não sou lacradora. Eu sou a Marina, que é a artista. Não, mas ela lacra, tipo assim. Eu vi um quadrinho que a Mônica falava alguma coisa, ela falava grandes coisas.

É ela mesmo. Dá uns lacres assim. É ela mesmo, é a Denise. Nossa, como a gente tá tomando a Mônica. Mas é isso, Mônica. Quem é Tina? Tina é das mais velhas. É mais velha que fala? Ela é adulta, né? Ela é mais velha, ela é adolescente pra adultos. E a qual que é a outra? A Creia. A amiga dela, a Pipa.

A Pipa. O Rolo Tina. A Pipa é gorda. Era, tipo, foi a primeira personagem gorda. Eu gosto dela. E a Pipa é que namora o Zeca, né? Ela namora o... O Zecaão. E o Rolo e a Tina sempre tem um negócio. O Zecaão parece o... O Salsicha do Scooby-Doo. Parece o Salsicha do Scooby-Doo. É verdade. A Pipa pegando... Você pegaria o Salsicha do Scooby-Doo? Eu pegaria porque ele me parece ser bem Salsichudo.

Fica aí a informação. Imagina o Salsicha e o Scooby-Doo, só que o Salsicha correndo… Ah, não, o Salsicha do personagem. Do personagem. Aí é o Salsicha e o Scooby correndo, só que o Salsicha tá pelado que nem o vampiro, o vampiro não, o zumbi alfa do Extermínio, o início, né?

Ai, gente, vocês gostam? Ai, menino. Você gostou do pauzão? Eu fiquei chocado, né, amiga? Nossa, um pauzaço. É uma coisa assim. Mamaria do zumbi? Old. Mas é o termino atual, né? Eu amei o filme. O Thiago também gostou. Eu não gostei. É o filme do ano pra mim até agora. Ai, amigo, não. O filme do ano pra mim se chama Bring Her Back. Do ano até o momento. Eu acho que são propostas diferentes. É, são propostas diferentes. Eu penso isso sobre o termínio e coisa. Eu acho que eles são o mesmo patamar de bom, assim.

Pra mim, Extermino tá assim Terminou Bring Her Back e eu tava assim Tô falando de Bring Her Back e The Sinners Eu ainda gosto mais de The Sinners Só que assim, eu gosto muito de Bring Her Back Eu acho The Sinners mais drama Eu acho The Sinners drama Assim, o Faça Ela Voltar também tem um drama Mas é um terror do início ao fim E sabe que juntos Vem bem pertinho, viu Eu amei juntos Eu achei muito engraçado Terminou, tava assim, ó

Essa daqui, você sabe como é que é, né? É. Ela gostou de... Ela gostou do quê? Filme favorito dela, 50 Tons Mais Escuros. Mais escuro, é verdade. Mas um dos filmes favoritos dela é Casa de Cera. Ah, o meu também. Eu gosto de Casa de Cera. É que vocês são fúteis. Você nunca tinha visto? Não, eu já tinha visto Casa de Cera. Não, eu só revi. A gente só reviu. Porque o Casa de Cera é um grande sucesso. Era de locadoras, começando o ano e tal. Sim. É assim...

Ok. O seu público gosta. Assim, é um filme que eu gosto muito. Você ia falar mal de Casa de César? Eu acho ok. Amiga, não é um filmaço, né? Que isso? Não é um filme, né? Você inventou o cinema? Não, moral. Cidadão King, pô, apesou também. Não, Cidadão King. Não é Psicose, casa de César? Eu nunca vi Psicose, por exemplo. Cara, vamos assistir Psicose. Eu topo. Faz muito tempo que eu não vejo. Eu não, Psicose é foda. Nunca vi. Eu vi Tubarão esse ano, chocando zero pessoas.

Ah, e vai passar, não é? Porque tá completando. Vai, o Tubarão vai passar no mar lá. Vai passar no cinema. Eu quero ver o nome, Jota. Não, mas... Vai passar. Tá completando o corte. Deve ir, tá? Ela ficou, não. Eu acho que eu fiquei meio mal, assim. Não, Thiago, não. Tem brincadeira que eu não sei. Não, eu sou quieto.

aceito! Vai, sei lá, a gente tá completando alguma década. Mas filme assim é legal ver no... Você chegou a ver o Exorcista no cinema? Eu tô terminando de falar. Ah, desculpa. Mas seu cabelo ficou bonito, mas tá meio doidona. Isso. É que você é do cabelo maluco. Tá completando.

Vamos fazer o dia do cabelo maluco? Amiga, vamos fazer o episódio do dia do cabelo maluco. Vamos, eu quase não tenho. Mentira, eu tenho cabelo. Vamos, eu faço. Eu ergo meu moicano. Eu levando cada ded, tipo, eu boto um aramezinho e fico igual medusa. Ai, eu achei foda. Acho tudo, né? Por alguma razão, achei que você ia falar o Eteval. Só tinha dois negócios. O Eteval da minha galeão com bica. É, parece galeão com bica. Será que o espelho do saco do galeão com bica era assim?

Bom, fãs do Beatles, fã do Beatles se envia pelo correio. Quem é fã do Galeão com bica? Se manda de avião, né? Frete aéreo. Tudo! Rochester… Meu Deus, Chavo, chega! Você colando o pau, Galeão! Rochester Chronicle. Rochester Chronicle, eu sei. De 1960, 1966. Eu sei. Carol Dryden, de 12 anos.

Carol Moreira Dryden, de 12 anos, economizou sua mesada de um xelim e cinco centavos por semana. Quanto vale um xelim pra real? O xelim é a libra. Quanto tá valendo a libra, gente? Sete e cinquenta e três. Mas naquela época devia ser o quê? Uns três?

Um real vale sete libras? Mais ou menos, é. Ih, gente, vou investir em libras. Mas pior, vou te ser sincero, hein, papai. É um dinheiro que nunca cai. Mas se você vai morar em London logo mais, né? London. London.

Carol Dryden Moreira economizou sua mesada de um xelim e cinco centavos por semana. Encontrou uma caixa grande o suficiente pra entrar e com a ajuda de amigos foi até o escritório do Correio Ferroviário Local. Carol entrou na caixa e seus amigos a amarraram. Chamaram um carregador que as ajudou a subir na balança de carga e pagou oito xelims e quarenta e sete do dinheiro de Carol pra enviar a caixa. Dois meses economizando, hein?

Dois meses economizando. Pra enviar a caixa para os Beatles do fã-clube da banda em Londres. Poucos minutos antes da chegada do trem, o funcionário da ferrovia viu a grande caixa balançar. Ele foi investigar e ouviu barulhos. Encontrou a Carol lá dentro, tentando se desvencilhar do seu suéter. Carol Moreira.

Carol Moreira, meu Deus do céu. E ela gosta de Beatles. Rodine. Olha. Tá. Ai, meu Deus, não. Eu não tinha pensado em ar fresco ou comida. Tudo que eu queria era ver os Beatles. Não sei o que teria feito se tivesse realmente chegado à porta deles. Acho que teria desmaiado. Ela é uma grande fã dos Beatles, disse sua mãe. Da última vez que eles estiveram aqui, pagamos 15 estelinhos pra comprar o ingresso pra Carol. Dá pra mandar e voltar.

Dá pra ir e voltar várias vezes. Ela gostou, mas ficou muito irritada quando a polícia não a deixou se aproximar dos rapazes pra pedir um autógrafo. Imagino que isso a tenha levado a querer se enviar pra Londres. Agora o fã-clube dos Beatles enviará a ela uma fotografia autografada e a ferrovia reembolsou o frete.

Nossa, mas deu tudo certo nessa história Ela podia ter morrido Ela se viu numa caixa No caso, ela ia viver realmente um fogo A Sol chegou em América dentro de uma caixa É verdade Mas ela não foi no porta-mava do carro Ela foi pega Eu amo que ela é mais carta no porta-mava Pra quem você se enviaria pelo correio Ai, pra quem Você é o maior

Tem que ser popzão, assim. Pra quem? Acho que eu me enviaria pra Rihanna. Pra Rihanna? É. Ah, eu me enviaria pra Rihanna também. Pra ela abrir e falar What the fuck? Ele falou Hey girl! Hey girl! What the fuck? E o segurão só deu uma... Eu me enviaria pro Xi Jinping. Pra ele falar What the fuck? É uma banda de rock? Não!

Eu vou colocar uma camiseta. Vai, conta. Xijinping e um cara com moicanas. Minha caveira com moicanas. Eu fui morrer. Eu fui na China. Eu quero muito uma camiseta. Xijinping e uns caras com moicanas. Parece nome de banda de rock. Vou no show hoje à noite do Xijinping. Vai ter a abertura do Ratos de Porão. Eles vão abrir o Ratos de Porão. Mas fora isso, para alguém de verdade.

Nossa, gente, né? Não, não faz sentido. Não, alguém legal. Mas não é sexual, calma. É que eu gosto muito da Elvira. E eu tenho certeza que ela me tratou bem. E a Linda Blair, eu acho. São duas pessoas que têm... A Linda Blair tem uma coisa. Eu descobri esses tempos, né? Que o pessoal fala que em evento...

Não, não, não. Ela é super… A Linda Blair, quando você chega lá, se você só chega falando do exorcista, ela não gosta. Óbvio, né? Porque ela tá casada, né? Porra também, pelo amor de Deus. Mas você chega trocando ideia com ela na moralzinha, assim, tal, assim, no sapatinho, ela supera de boa. Mas você chega enfiando na cara dela, assim na minha boneca do exorcista. É disso que ela fica brava. Nossa, mas ela tem outro papel sem ser esse, gente.

Tá, tem um monte, mas é que famoso igual esse é difícil. É, não, desse jeito não tem. É que essas pessoas que fazem papéis muito famosos, não, elas viram que elas… O Tubarão mesmo, ele anda muito triste. O Daniel Radcliffe, que só se conhecem ele pelo Harry Potter. Puta, pior que ele conseguiu se desfazer um pouco. Não, ele é o Harry Potter, óbvio. Não, amigo, mas ele fez muita coisa. Ele fez um cadáver que é o Swiss Army Man. Ah, um pouco pra sobreviver, né. Eu nunca entendi esse filme. Não, ele fez muita coisa. Mas assim, óbvio que ele…

É uma leitura, pode ser, né? Pode ser. Mas é óbvio que ele sempre será o Harry Potter. Mas eu digo assim, eu acho que dos outros, por exemplo, a Hermione não. Tipo assim, ela realmente parou de atuar. Hoje ela é ativista, mas tipo assim, ela somente só fez isso. O Rony e o Islay sumiu. O Rony fez um filme muito bom que chama Green Room, que é o quarto filme. Ah, eu acho que eu vi Green Room. Ele fez aquele Abrem a Porta.

Quem abre a porta? Ah, não. Severant. Não. Servant. A série da Apple TV. Ele fez, mas ele fez aquele... Quando batem a porta. Quando batem a porta. Do M. Night Shyalala. Isso. Ah, ele fez? E o... Aquele Haley J. Ovesman, que fez Eu Vejo Gente Morta com o que ficou isso todo o tempo. Ele fez um filme. Ele fez Vandinha agora, né? Ah, ele fez Vandinha? Fez o primeiro episódio de Vandinha, ele aparece. Ele faz um filme e tal, mas é que tipo... Ah, ele fez!

Ele fez ruptura? Ele fez ruptura? Caceta, o que ele faz em ruptura? Mas ele fez ruptura, se eu não me lembro. É porque ele meio que parou uma época, porque tipo, ele foi muito grande, né? Foi! Uma das cenas mais famosas, um dos twists também.

Ah, então a gente vai marcar alguma coisa? Ah, eu ia me mandar pro Jeff Bridges, eu vou ligar uma indicação, sei que não é indicação bizarra eu ia me mandar pro Jeff Bridges, porque eu gosto muito de Jeff Bridges é um dos meus atores favoritos ao lado de Sam Rockwell atores, não tô falando, ah, esse é atriz atores, no caso são atores é porque eu tô pensando tudo

O Jeff Bridges E o outro que você falou Sam Rockwell Esse é o meu ator favorito O Jeff Bridges Mas não é pra entender muito, isso é loucura da minha cabeça que eu tô falando O Jeff Bridges tem um CD muito bom Que eu vou falar pra Bruna colocar aqui Ele é cantor E tem a música que chama A Little Bit of Love Can Do A Little Bit of Love E você se mandaria pra música? E aí ele pra ele tocar pra mim no vilão Tá bom

Ah, eu me empiarei pra alguém que tocasse pra mim. Tocasse o quê? Gaita? É, é um fole. Guerra contra o beijo, 1911. Aí, ó, fica atento aí. Eu tô nessa guerra, eu tô nessa guerra. Em 1911, Imogene Bretin liderou uma campanha contra o beijo como líder da Organização Mundial da Saúde. Que pra esclarecer, não tinha nada a ver com a Organização Mundial da Saúde da ONU. Fundada em 1948.

Terminou linda. Eu realmente sou contra esse... A Organização Mundial da Saúde, OMS, que não é da ONU, trava uma guerra feroz contra o Bede. Gente, desculpa, porque tem uma piada muito boa do Leslie Nielsen no Todo Mundo em Pânico, que ele fala assim, estamos aqui hoje na... Aí ele olha pra trás e diz que tu on, ele on. Leslie Nielsen, inclusive, foda.

A presidência da organização afirma que, por exemplo, os germes da tuberculose são transmitidos pelo beijo. Concordo. A organização instalou broches com as palavras não beije.

Coloca pra ir lá no ferraria. Como é o nome do lugar que você vai? Funilaria. Ferraria. Açougue. Já pensou na funilaria não beije? Amiga, é difícil, porque o pessoal que mais faz na funilaria é isso. E olha que eu só fui uma unidade de beijo, tá? Beijou? Que beijou? Não quero falar sobre isso. A organização estalobrós com as palavras não beije. O que significa que o usuário é membro da organização e se recusa terminantemente a pressionar seus lábios contra os de outra pessoa.

A senhora diz que o trabalho da Organização Mundial da Saúde é mostrar às pessoas que a saúde da nossa nação exige que nos protejamos. Fala. Abla mesmo. Avisa. Gente, eu tenho uma denúncia pra fazer. A Mabia não sabe o momento certo de falar. Avisa, fala e derivados, tá? Mentira! Não sabe. Até eu não sei. Não, às vezes ela acerta. Mas às vezes eu falo assim. Ai, amiga, acordei hoje meio cansada. Avisa! Às vezes ele fala uma coisa de assim. Oi, eu. Fala! Fala, mami. Amiga.

Não podia ter contato com o Thiago, ele vai usar isso contra mim. Amiga, fui na academia hoje, fala!

Fala, mãezinha. Fala, mãezinha. Eu falei, mas é do que eu. Eu só fui na academia. Eu só fui na academia. Avisa. E ela avisa, mãe. E eu falei, que isso? Que louca. Eu só fui de chacota. Tá, eu falo do compromisso da organização, foda-se. Mas eu achei interessante, porque, gente... Avisa. Uma campanha de 1911. Proibindo o beijo. Fala, mãezinha.

proibindo o beijo, né? Mas eu acho que isso faz muito sentido. Igual aquela série que tinha, que a pessoa não podia trocar fluido. Como é que é o nome? Não sei, mas não era aquela que não podia encostar, que é o Pushing Daisies? É isso? Que é o cara que é o pie maker. É, acho que deve ser isso. Que não podia encostar, que não podia encostar. Tanto que ele beijava pela curtinha. Inclusive é uma das séries mais legais que existe. Só teve uma temporada, né?

Mas qual era o rolê? Não podia se morrer? Não, então, é porque ele revivia os mortos. Aí, se ele, por exemplo, se ele encostava uma vez no morto, o morto revivia. Ele encostava de novo, morria. Aí, encostava de novo. E aí, ele reviveu a namorada dele. Encostava de novo? Ela reviveu. E aí, eles tinham que se encostar. E ele reviveu o cachorro também.

E aí ele fazia o carinho no cachorro com a mãozinha biônica. Eu tô contando pras pessoas enquanto isso. Vai brincando de vivo ou morto aí. Do tadala sem tadala. E aí ele fazia carinho com aquela mão biônica. Beijava a namorada com... Me pareceu me deixar morto. Ah, tá, brigando. Deixa até o final do episódio. Aí continua, amiga. Tô brincando. Drácula bebia sangue porque era alérgico, diz especialista.

Deixa eu ver o que o Tiago achou disso. Faltou o dado, faltou o ano disso. Puxa em dedos, inclusive, a série. Faltou o ano disso. Engraçando. Coloque o seu. Não tinha na matéria? Eu coloquei, tinha sim. Me fala a matéria, me fala a matéria. Me fala a matéria. Dráculo bebia sangue porque era alérgico. É dois anos. 56. Pergunta pra mim, fala a matéria. Pergunta pra mim, pergunta pra mim. Você. Qual é a matéria? É qual a matéria? Matemática!

A gente vai voar. É dos anos 90. Puxim 10. Alerta Puxim 10. A ânsia. Como é que é quando treme o morto lá? Você que sabe. Os espasmos mortos. Acorda, vai. Acorda o Thiago. A ânsia. Meu Deus, morreu de novo. Ele morreu de verdade. Que ódio.

A ânsia de sangue do Drácula, que transformou em lenda a figura do malvado príncipe da Transilvânia, talvez fosse provocada por uma dependência alérgica de alimentos ricos em proteínas. A teoria é do Dr. Thomas Midevitt, especialista em alergias, que foi pesquisador da Universidade de Idaho. Mick DeVitt afirma também que Átila, o rei dos UNOS, talvez tivesse o mesmo problema. O que é UNOS? H-U-N? Eu queria perguntar o que é o Átila, eu ia falar aquele cara que fazia a live na pandemia.

O especialista que dirige agora uma clínica aqui hoje. O Atila, o Uno, eu sei, ele era um... Foi o conquistador, aquela galera que saia matando todo mundo. Só que ele era da parte germânica da coisa, né? Tá. Daquele inimigo de Roma e tal. O especialista que dirige agora uma clínica de alergias em Pocatelo declarou ontem que muitas pessoas alérgicas às substâncias desenvolvem uma dependência desses mesmos alimentos ou materiais privados deles, podendo reagir de forma bizarra ou muito agitada.

Ou seja, ele só queria tomar sangue e inventou moda. Ele só queria sair tomando sangue. Mas você acha que ele tomava sangue mesmo, gente? Ah, eu acho que sim. Ah, mas você não come, será, Patel?

Eu nunca comi. Uau. Porque Drácula comeria sarapatão. É verdade. Drácula comeria chouriço. Chouriço. É. Drácula faria um tweet falando assim. Ah, um soldado de verdade não tem medo de sujar a sua espada. É, não. Um pirata de verdade navega no mar vermelho. Ele faria esse tweet. Ele iria numa barbearia artesanal pra tomar cerveja. Ele ia tweetar aquela frase que todo mundo tweeta, né. Vou no banco de sangue enfiar no cu. Essas coisas assim, né.

Nossa, tá nele, mano. Gente, é isso. Vamos, obrigada, galera. Temos old news. Foi muito especial. Espero que vocês tenham gostado.

Ele dando tchau. Você gostou desse estilinho? Ai, amiga, eu amei. Eu amei. Eu amei. Se gostou, bate palma. Esperamos os comentários da Zuleika. Quem não gostou, paciência. Ela lembrou um negócio comendo o episódio. Eu quero Zuleika. Você se chama Zuleika. Comenta aqui. Você que tá no quartel e é do Rio de Janeiro. Como chamava Zuzuente? Será que era Zuleika? Não, era Ângela. Obrigado.

Era a Ângela do Lake o nome dela. Angel Zuzu. Inclusive a gente tem episódio maravilhoso da... Maravilhosa. Mas o Zuzu era o quê? Tipo, falando sério, eu não tô fazendo piada. Era o pedido, era o jeito que chamava. É isso, tem episódio lá no Vodos e... Bora agora. Um beijo. Pra onde? Bora agora, bora agora. Bora agora.

Bora terminar esse episódio. Ai, vamos terminar. Vai terminando a gente falando. Vai, sabe? I like it. Ai, música da minha época. Música que eu conheço. I like it. Mas de corpo caído na rua. Outra briga de bar. É porque eu tava ouvindo o Vindo Pra Cá, o Flix. Ok.

Eu amei o Tiny Desk do Caso Bizarro. Cadê o Tiny Desk? Daí a gente canta as musiquinhas do Caso Bizarro, o que seriam? Quais? Mais um corpo caído na rua. Outra briga de bar.

Gente, já começou? Já! Uau! Estamos ao vivo pra todo o Brasil. Produzindo o Tiny Desk Caso Bizarro. Produzindo, gente. Bem-vindos ao Tiny Desk Bizarro. Sim, bem-vindos ao Tiny Desk Bizarro. Ou Old News 4, o que for melhor pra você. Estou aqui com Chico Felice e Chibor Toloto.

O quê? Tipo, é Zanetique. Eu tenho que me imitar os trejeitos. Porque hoje é o dia do quê? Porque o outro foi o das passivas. Hoje é o dia do quê? Ativas no topo. Sabe o que você diz? Ativas? Já joga o nosso time na lama, né? É ruim. Pera, pera, pera. Não, uma ativa desconstruída é legal também. Ativa de unha pintada, ativa de calcinha. Sim. Não ao patriarcado. Exato. É que eu não manjo. Gente, desculpa.

desculpa o que você não fez nada eu sou o S, mas eu ainda estou aprendendo eu inclusive eu não sou uma pessoa competitiva e eu não me importo que a gente esteja numa nova formação, competindo com uma outra nova formação eu não fiquei oito dias sem dormir por causa disso eu não chorei oito dias e eu não pensei no que eu podia fazer pra ganhar o público

Daí veio com as tetas de fora Não, meu anjo, isso aqui é só o começo Eu trouxe a bolsa do Gato Félix Mentira, eu sei o que vai fazer o nosso episódio Ganhar do episódio deles Vamos, vamos, vai, vai, o quê? É uma terapia da conversão Gente, o que é isso? Você vai ter que topar Fazer o episódio inteiro

Convertido em continuo! Eu te trouxe aqui um presente! Eu peguei, mas tá escrito gay! Mas eu não vou tirar a camisa aqui na frente, mas eu ponho. Ponho por cima! Ou você quer ir lá trocar? Eu vou lá trocar, que eu aproveito e faço xixi, que eu tô com vontade de fazer xixi.

Você volta? Você vai embora. Filma o look ainda, porque esse no tabu eu escolhi de… Eu nunca apareci nesse podcast com essa camisa. Nossa, gente, o Chico, sério. Tá belíssima. As pessoas falam, de onde o Chico tira essa criativa? Vai logo, você vai. É cara, é cara pra caralho. É? Não, eu sei que não é pesado. Não, eu meio que me indiguei sem querer. Eu posso contar a história dessa camiseta aqui. Eu sem querer me indiguei uma camiseta.

Meu Deus, amém. Vai contar na história o que eu conto, só. Ah, um ex meu ganhou essa camiseta de uma marca muito cara que eu me recuso a pagar. Aham. Daí ele postou no Stories. Só que ele é uma padrãozuda, heteronormativa. Ele nunca ia usar uma camiseta escrito gay. Deve só escrever, ó, focinho, ó. Daí, eu sei que você não... Me vende ou daí, porque eu sei que você não vai usar. Daí o que ele fez? Trocou por um... Não, pediu pra marca me mandar, porque falou que eu não queria pagar, porque eu não tinha dinheiro.

E a marca mandou. Mandou. A marca ficou com dor de mim, porque eu sou um mendigo. E me deu uma camiseta. Mendigo digital. Meu Deus. Eu me senti tão mal. Eu odeio gente que pede, cara. Acho tão feio pedir as coisas. Não, porque eu pedi pra ele, porque ele ganhou e ele não ia usar. Ele é meu vizinho.

Não é o Renan, que fique claro. É o anterior. E daí, em vez de fazer isso, ele escreveu esse menino aqui do Instagram que é uma camiseta, mas ele não tem dinheiro pra comprar. Mas olha quantos seguidores ele tem. Ele vai te dar... E o que eu fiz? Nunca falei da camiseta e agora dei pro Thiago.

E agora é essa a propaganda que vocês ganharam. Quem mandou me tratar que nem mendigo? É isso. Eles, né? Nossa. Eu me humilhei sem querer. Foi tipo a vez que meu cachorro tava morrendo. E eu levei ela pra sacrificar e ela tava no meu colo, a feia. Dia mais triste da minha vida. Meu Deus. Eu tava sentado na frente da veterinária, esperando a veterinária chegar pra sacrificar ela, porque era domingo. E eu tava com o cachorro velhinho no meu colo, super doente, chorando.

E daí passou uma mulher que tava saindo do Viena, tem um Viena do lado, e me deixou meia marmita do Viena porque ela achou que eu fosse um mendigo. Eu nem sei o começo da história, mas ia gostar do final. Eu tava esperando pra sacrificar meu cachorrinho velho com câncer, sentado na calçada, porque era domingo, esperando a veterinária chegar na clínica que tava fechada, chorando, chorando rios, esse momento mais triste da vida. E aí passou uma mulher. Ela achou que eu fosse um mendigo e me deu meia marmita.

Pô, a maduvia. Marmita, show. Pra um homem com cachorro. Mas serviu, porque eu dei bastante risada. Mas você comeu marmita? Óbvio que não, né? Você falou que era o... A gente já teve essa discussão, né? De se entrega um bolo na sua portaria. Ah, ficou lindo e você? Mas não é problemático? Você não vai brigar comigo? Não. Não, hoje não. Vai pra frente. Vai gay. Vai gay. Vai gay.

Gay. Não, mostra o seu apoio. No mínimo, mostra o seu apoio. No máximo, a gente te converteu. Eu apoio, não. Eu apoio. Eu apoio. Eu apoio. Eu apoio. Amo gays. Quem que era que falava? Ai, gays. Essa é pras gays. É a Narcisa. Gritando no show da Aileen. Mulheres ricas. Gay. Se eu não mostrar uma foto.

Ah, Ian, mas tem história, pode? Ah, pode, oi. É porque antes de começar a gravar na live, inclusive apoiem pra poder participar da live, eu fui eleito a pessoa mais sequestrável do grupo. De todo o clã Caso Bizarro, incluindo Ariel, incluindo todas as pessoas que passam pelo Caso Bizarro. Até porque sempre tem uns comentários assim, ah, eu sempre vejo o Chico na rua. Você mora na rua, velho?

Eu meio que... Mas me gostou, vi, eu na prova ou eu moro na rua. Cara, eu fui recentemente pra uma cidade que eu não vou dizer onde é exatamente. Ah, começou a temer, né? Daí um menino falou, ah, cola aqui em casa, no Instagram. Eu falei, beleza, colo na sua casa, nunca tinha visto. Ele falou, não liga não, minha casa é um pouco bagunçada. Porra, mas isso não é bagunçado não, isso aí é... Eu cheguei. A casa dele era...

Pelo amor, isso é um cativeiro, Fico. É tipo pós-apocalíptico, assim. Não, parece uma tela do Resident Evil mesmo. Exatamente. Falta um Doberman. Mas e aí? Que eu meti no Resident Evil.

E foi ótimo. Tinha, tipo, oito caixas de gato pelo chão. Todo lugar tinha caixa de gato. Não, era uma coisa muito de outro mundo, assim. E eu acho que foi uma suruba, só com os espíritos. Éramos eu, ele e 18 espíritos. Nossa, espírito eu acho que é o de menos nessa casa. Você no mínimo saiu doente daí. Você tem alguma coisa radioativa no pulmão agora. Bom, vamos começar.

Acabou, vamos terminar Dica bizarra Bom, acho que sinceramente já é melhor que outra bizarra Assim, longe de mim criar rivalidade Mas tá maravilhoso E agora, vamos começar as nossas old news Que ontem o Fim entendeu que hoje é porque Old Mãezinha, são histórias antigas Que eu falava uma coisa tipo 1970, nossa que velho Eu falei old news, né Ele ficou assim, ah

Ele já tinha gravado outro episódio. Ele vai demorar oito episódios pra entender. Ele vai demorar. Ele vai ter acabado já, né? Ele sabe que era old que é mil, né? Aí old que é novidade. Old, mãezinha, que é novidade. Old, mãezinha. Old, mãezinha. Nossa, outro dia eu falei isso pra ela no telefone. Não, eu falei, habla mesmo, mãezinha. Alguma coisa assim. Nossa, ela ficou puta. Ela brigou sério. Quando eu chamo ele de migo, ele não é migo, não.

Não, migo não, porra. Por que migo não? Ele fala, sou seu ex, não sou seu ex. E por que ou de mãezinha foi? Então eu falei, mãezinha também. Não, porra, não sou mãe. Ah, mas não foi apropriação cultural gay o problema. Não, é. Foi te tirar de um lugar eroático. Te tirar qualquer potencial de tesão, né? É porque a mãezinha é porra. Vamos fazer uma análise aqui? Vamos chamar a Regina Volpato pra analisar vocês dois? Regina Volpato.

Antes da gente começar qualquer coisa, eu esqueci, gente. Se você não apoia a gente, a gente faz... Você faz a coisa certa. Você faz a coisa certa. Você acabou de se convencer. Exatamente. E hoje tá ao vivo aqui, então a galera tá assistindo. E tem os ganhadores do sorteio. Ah, é? Então são três ganhadores. O Pedro Hernandes, Valquíria Flores Acunha e Natália Gomes Castanho Vieiro.

Claramente os dois últimos nomes foram inventados, né? Quando você inventa um nome e você quer que ele pareça, você coloca muito sobrenome. Muito sobrenome. Natália Gomes, Saidinha Vieira, de Sá, Chateaubriand. É tipo quando você vai falar porcentagem, pra dar credibilidade, você faz vírgula alguma coisa. Você quebra muito, exatamente, você quebra muito. Porque o primeiro, que era o quê? Clodovil Hernandes?

Era Pedro Hernandes. Pedro Hernandes? Claramente existe Pedro Hernandes. E ele há de querer. Agora, a Natália Bittencourt, Silveira Gomes, da Castanha Vieira. E Valkyria Flores da Cunha. Foi gerado no chat GPT. Assim, chat, me dê um nome que pareça real. Isso é golpe. Eu vou pedir pra Valkyria mandar uma foto depois com a camiseta pra gente provar.

Você pode pedir pra qualquer pessoa colocar a foto Olha só o que é a Valkyria Não tô desmerecendo a Valkyria Você tá desmerecendo sabe o que? Tá dizendo que a Valkyria é vulgar E que qualquer pessoa pode ser Valkyria Vulgar no sentido de comum Que fique claro, comum E não divulgar que é Deixando bastante claro Bom, nossa primeira história é Prezada vítima, eu planejo roubá-la

E essa história é de 1973 do El Paso Herald Post. De acordo com uma medida apresentada pelo deputado James Caster, criminosos terão que avisar suas vítimas com 24 horas de antecedência. A medida, Tomar... Eu gosto que tem 24 horas pra se preparar.

A medida tornaria crime... Chupa Sérgio Moro, né? Porque o Sérgio Moro tinha isso também, né? O pacote do crime. O pacote do crime. A medida tornaria crime cometer um crime contra pessoa ou propriedade de outrem sem ter previamente notificado a vítima da sua intenção de cometer o crime de seus direitos.

A notificação poderia ser oral ou escrita de acordo com a medida. Mas teria que ser entregue até 24 horas antes da prática do crime. Daí não seria crime? Aí não seria crime. O crime avisado não é crime? Porque se você for prestar atenção, ele falou que seria crime não avisar. O crime não... Ah, é o segundo crime em cima do crime. É o segundo crime. É um acréscimo de crime. É um crime ao cubo. Não, mas eu acho que ele tava penalizando só os crimes que não avisam.

É, porque na verdade é assim, você fala, vou te assaltar, me dá a sua bolsa. Aí eu avisei, você deu a bolsa, você deu o que você quis. Não, mas é 24 horas, querido. Ah, é verdade, 24 horas. Não, mas eu aviso, amanhã eu vou roubar a sua bolsa. Isso. Ó, tá dando 17 e pouco, vem aqui. Amanhã eu vou roubar a sua bolsa. Teria que declarar na natureza do crime a ser cometido e a hora do local em que será cometido. Caster admite que a ideia não era sua originalmente. Foi originalmente defendida pelo falecido... Por um jumento.

Foi falecida por um burro. Se orgulhou. Um bêbado no embarque, falou isso. E teve coragem de dizer, não, mas essa não foi minha ideia. Gente, eu sei que essa ideia é muito boa, mas ela não é minha. Tá muito sujo. Não, exatamente, ele não quis nem pegar os créditos por uma ideia que é claramente uma bosta. Agora vou ficar mais perto pra ler. Foi originalmente defendida pelo falecido Mick Fowler de Austin, um jornalista renomado que também era conhecido como o rei do Chile do Texas. Ah, eu queria conhecer esse cara aí, eu adoro Chile.

Mas será que era bom conhecer um cara que teve essa ideia do crime? Pô, se o Chile dele é bom? Ah, sabe aquela cena do The Office que o… Como é o nome do Grandão? Esqueci o nome dele, meu Deus. Que derruba o Chile? Ai, meu Deus. Kevin, ele derruba o Chile. Aí ele… Nossa, aquele Chile tá bonito, viu? Tava. Puta merda, viu?

Nossa, me dá dó. Eu comeria aquele pai pegando e jogando. Mas vamos voltar pro crime. Desculpa, é que me deu fome do Chile. Para de pôr me dar mão nas tetas. Ele tá se curtindo muito. Ele tá se descobrindo. Eu tô me descobrindo. Mas é gostoso, porque não dá pra ver, mas é costurado. É um negócio de couro costurado. Eu tô na fase textual. Tá fazendo carinho na telinha dele. Eu tô na fase… Mas eu normalmente não gosto de camisetas que tenham esse acréscimo aqui. Precisa ser um tecido grosso pra poder… Porque daí eu coloco pet, que nem eu faço sempre.

Mas eu agradeço, porque essa camiseta é grossa o suficiente. Ela tinha algodão 60 fios. E ela tá segurando bem. Gente, tá muito bom seu hiperfoco. É um grande surto. E o próximo caso sou eu também. Mas peraí, só uma coisa. Por que só você? Ela acha que… Vai ter você. Tá aqui na escrita o Ti. E depois Chico. É que aqui eu só coloco… Ela não sabia disso, né? Ela falou, mas você põe pra eles. Eu falei, mas eu nunca fiz isso.

Porque coloca os títulos, as coisas. Aí ela descobriu agora como é feito o doc de vocês. Ah, eu achava que ele colocava. Não, porque você que é comanda. Não, porque quando eu fazia, eu colocava, né, querida? Ah, mudou os tempos novos, entendeu? Menos azuis, mais vermelhos. O fogo ardeu. Beijado pelo fogo. Eu briguei com ele hoje, porque eu acordei. Eu acordei e eu sonhei com que um escorpião tinha me atacado. E o escorpião era laranja. Aí eu briguei com ele, porque eu falei que era ele. Óbvio.

É a única coisa possível. Gente, mas desculpa, não precisa ser a veria com ele pra se dar conta. Mas é que eu sou traiceiro. Traiçoeiro. Traiceiro. Traiceiro, também. Você é traiceiro pra caralho. Eu sou traiceiro pra caralho. Pacoteiro traiceiro. Pacoteiro traiceiro, panfleteiro. Se você fosse um super-herói, você seria pacoteiro traiceiro. Oh, foda. Foda. Foda. Pô, você nunca fez um pacoteiro traiceiro. Não fiz, mas vou fazer. Foda. Foda. De repente, eu me senti num bar, assim. Servindo bebida com metanoa, assim, Corinthians passando...

Quase fui embora chorando. Bom, a notícia seguinte envolve padrões e balões. Padrões, não padres. Padrões? Padrão? Padres e balões. Padrões. Ah, padres e balões. Os padrões e os balões. Os padrões. É o Tomorrowland. Espera.

Ela odeia quando eu conto isso. O site mais antigo da internet de atividade, Balloon Buddies, você sabe? Ela odeia dessa história. Eu já tentei contar essa história umas cinco vezes, no caso do Bizarra, ela sempre me corta. Balloon Buddies. Balloon Buddies. Mas tem a ver com padrões e balões. É pornografia com balão? É. E é o site mais antigo. Mais antigo. E é uma comunidade mega efervescente. Porque eu gosto de... Efervescente.

Eu gosto de... Mega inchado, incalibrado. Eu gosto dos submundos dessas coisas, assim, né? Então eu gosto de ver vídeos, ler artigos, tal, de coisas que falem desse tipo. Mas você gosta de gostar ou você gosta? Não, eu gosto de saber da existência. Queria aqueles vacuum beds, eu acho idiota. Desculpa se você faz, eu não tô querendo que encheie. Gente, vocês não sabem o que é, velho. Mas tem certeza que alguém aqui faz, que fica lá.

Parece uma carne da base, sabe? Tipo, a vaca. É, você fecha uma pessoa a vaca e come. E aí tem os balloon buddies. E aí, esse eu caí no erro. Porque eu falei, o que será que é um balloon buddy? Porque eu achava da hora, descobri e tal, esse negócio aí. Fui ver um vídeo. Pelo amor de Deus, eles inflamam o balloon no cu da pessoa.

Entra e vai E bom, a nossa notícia é sobre o padrão Projeto Engajamento Zero Programa Retenção Eu falei mil vezes pra ele Não quero que você fale isso no caso bizarro Mas ele conseguiu nesse episódio especial Ele finalmente fez a vontade dele Você quer que eu fale dentro das cortes ou não? Não, se quiser eu falo, querido Você que é a dona Na hora que sair esse episódio eu vou cortar você

Imagina inteira Essa matéria é do The Canary Publican De 1937 Padre atira em fotógrafo que caiu do céu

É o padre dos balões, o inimigo agora é outro, né? Exato. O inimigo agora é outro. É outro ponto de vista. Em 28 de setembro de 1937, o fotógrafo de notícias, Al Minguelon, estava em missão no Maine, tentando obter fotos do ponto de vista de um balonista. Isso envolveu o uso de balões, o POV, o POV dele, 1937. POV balonista.

Pob, você está no balão. Você está no balão. Isso envolveu o uso de balões meteorológicos cheios de gás para estalo no ar. Mas com 27 balões puxando para cima, a corda de segurança que o mantinha presa ao solo se rompeu, fazendo flutuar pelo campo em direção ao oceano. Ele flutuou por 21 quilômetros.

Até que um padre católico local, o reverendo James J. Mullen, que por acaso era um exímio atirador de rifle… Que por acaso… Que por acaso… Nos Estados Unidos, né? Nem é, né? Conseguiu atirar em balões o suficiente pra trazer Minguel Home de volta ao solo em segurança. Ah, ele salvou! Ele salvou! Eu achei que ele estivesse achando que era um anjo caído e tivesse atirado nele!

Eu pego o anjo caído Você pensa, anjo caído Uma pessoa tá caindo do céu E ele era com os balões, ele achava aquele anjo bíblico mesmo Com os olhos As penas Anjo biblicamente Correto Mas não, gente, o padre atirador E quem disse que a arma mata? Eu faria, arma salva um pessoas

Aqui é a cultura woke ali Virou já do nada Ligou o microfone de podcast Eu acho que eu vou ficar aqui no partido republicano Você fica aí sozinho Exatamente, você fica aí seu woke Azulzona né Republicana Vamos agora então Para o nosso Próximo matéria Linguiça deixa roqueiro do The Cure preso na privada Obrigado

Piririno Esquisito Robert Smith. Piririno Esquisito. Ah, não, é Petisco de Barna Viadru...

Petisco de bar da Viadutra deu piriri no esquisito Robert Smith. Esquisito é muito bom. Ah, ele é esquisito mesmo. É muito perfeito pra definir. Ele é um esquisito. Ele é esquisito, mas é esquisito. E tudo bem, né? Que a gente gosta. Super, a gente ama esquisito. Não tem problema ser esquisito. Mas que é. Não, ele é esquisito. Mas é... Não dá pra olhar pra ele e falar, ah, é normal. Qualquer pessoa da subcultura gótica precisa saber, apesar de hoje em dia terem popularizado, esvaziado a subcultura e todas as coisas, hoje em dia se tornou mais visual do que coisa. Os góticos são esquisitos propositalmente. Lógico.

Assim como os punks, todas essas subculturas, assim, elas são… Assim como os gays.

Mas é uma subcultura. Aquela economista portuguesa que fala no Roda Viva fumando. Ai, foda. É, do nada, né? É, do nada. Porque é hamburguesa. Norte da classe média brasileira. Eu amo todos os vídeos dessa mulher. Eu amo todos os vídeos dessa mulher. Você acabou de personificar ela. Desceu o espírito dela aqui e foi, tipo... Os trabalhadores. Ficou todo mundo com cara de tacho. Esse liberalismo econômico... É uma falácia. Nunca foi, nunca será.

E a pessoa do Roda Viva tudo assustada O capitalismo, como é que é aquela frase? Falhou, falhou, falhou Nossa, eu amo essa frase E era um podcast do do Caservando, esqueci o nome dele, meu Deus do céu Luiz Azuki

Era o podcast dele. Como era o nome do podcast que ele tinha antigamente? Conversas Paralelas. Não, não. É o anterior. O Anticast. Era o Anticast ao vivo em alguma universidade. E eu ouvi na época que saiu o episódio, né? Porque eu gosto de João Carvalho, né? E aí, o João Carvalho é o cara tipo de esquerda que menos educa a pessoa. Desculpa, João, mas é que assim, ele fala... Ele compra umas brigas que não precisa. Ele compra uma microbriga, assim, que é troco de nada. Uma microbriga, é troco de nada. A vida é criar inimigos imaginários pra justificar sua existência, né? Porque ele menos educa.

Não, porque ele fala muito assim, ah não, porque como diria Trotsky E ele vai sempre citando um monte de coisa Então é difícil acompanhar Ele é acadêmico, né? Extremamente acadêmico Mas ele fala umas coisas fó O capitalismo falhou, não, falha, falhou e falhará É muito lindo Onde colocar seus tentáculos, né? Nossa, é muito lindo Essa frase é tudo

Eu quero fazer um remix e ir na casa abandonada lá do menino da cidade. Pra meter ouvindo esse remix. Aquele ali falhou. Falhou com outra coisa. Falhou com as marcas de produto de limpeza. Com a faxina semanal. Precisa chamar o Gugu pra arrumar a casa dele. Eu queria colocar a imagem do túmulo do Karl Marx que colocaram os Labubu lá em cima. E colocar essa música.

Mentira, fizeram isso. Fizeram, colocaram na mão. E eu, muito se achando, eu tirei uma foto, uma selfie no túmulo do Comartes. Que fica lá em Londres. E eu achei que eu tava, olha que idiota. Tá arrasando. Eu tava assim, ah. Então, o plano é... Quem entra em contato com a Loki pra fazer um remix dessa frase numa música? Hit de Ibiza.

Daí a gente coloca um labubu gigante no túmulo do Karl Marx e dança ao redor, trucando a música da Lorde. A gente coloca você vestido de labubu, como no teatro. Ai, perfeito. Ele está deitado em cima do túmulo, dançando. Capitalismo já falhou. Gente, Bernal de Veneza, velho. Mas a gente tem que dançar em outro túmulo. Sacanagem, o Karl Marx, ele meio que concorda. Ah, não, a gente vai dançar em cima do cadáver do Lênin. Ah, mas é só homenagem no canto. É.

Eu queria ver o Lenin. Eu queria ir de homenagem, nunca ninguém vai saber. Ah, a gente aberta. Ônibus às 11h99, partindo pro túmulo da Karl Marx. Bora. Mas eu iria ver. Mas você tirou… Eu só preciso dessa resposta. Você tirou foto, tipo assim… Ou você chorou, você fez cara de séria. Não, eu fiz assim.

Ela sentou e é o capital inteiro lá, né? Eu só tirei foto do túmulo, porque é um túmulo muito bonito. E sabe o que é bonito também? O que ele ensina, Karl Marx. É de mármore, né? Foi construído por mil pessoas. E pior, realmente um túmulo muito… Não, mas era um cara…

É, lógico, né? É respeitadíssimo, pá. É, o Karl Marx incrível. Eu ia na padaria, ele falava que o Karl Marx não pode passar aqui. Pediu quatro pãezinhos. Maravilhoso, vai. Então, vamos falar do piriri do Robert Smith? Vamos. A cura, ele tava procurando. O esquisito do Robert Smith. A cura, The Cure, Robert Smith. Ah, você entendeu? Ah, não foi boa, então. Robert Smith, vocalista da banda The Cure, teve a maior diarreia na terça-feira. Ah, é do Notícias Populares, por isso que é escrito dessa forma. Ninguém brincou aqui, não.

Ele teve a maior diarreia terça-feira e ontem. Motivo, a linguiça que ele comeu no boteco na Via Dutra, segunda-feira, quando ia de São Paulo para o Rio de Únibus para participar do Hollywood Rock. No meio do caminho, os roqueiros resolveram parar num bar para bater um rango. Robert Smith traçou uma linguiça e tanto. Logo depois teve que ficar dias no banheiro. Mas quatro dias depois ficou tudo bem. É a nota mais legal do mundo.

Sabe que eu acho que isso resolve? É que tipo assim, eles foram de ônibus pro Rio de Janeiro e tal Pararam pra, né, bater um rangão E eu não sei o que eu gosto dessa história Eu comecei a falar a frase e eu imaginei que eu ia encontrar a resposta Uma resposta, né? Você foi falando e tentou Não, é que eu gosto dessa história que tipo assim

Cara, ele é inglês. Ele é inglês. Gente como a gente. Não, ele é inglês. Envolve o grau. Porque eles não chamaram de grau, mas é grau. A gente sabe que era grau. O grupo alimentício Augusto Liberato. A única coisa que tem ali é grau. Não, pro Rio? Na estrada? Ou é rei da palmonha ou é grau.

Não, mas… Não tem nenhum Tigrão, não tem nenhum… Não, mas pro Rio de Janeiro não tem Graal, tem. Tem um monte. Ah, não tem na Dutra, né. Tem um monte. Na Dutra até Minas. E qualquer história que tem Graal, eu tô dentro. É que eu não consigo pro Rio de Ónibus. Eu acho que o Graal merecia um caso bizarro só dele. Olha, eu acho um lugar muito misterioso. Muito cheio de vórtexes e muito cheio de medos.

E tem as coisas que as pessoas que perdem ônibus lá, tipo, elas ficam morando lá pra sair. Elas viram funcionar. Eu morro de medo. Quando paro no graal, eu já fico trancado. Eu falo, meu Deus do céu. E eu tenho que fazer xixi. Eu nunca fui, eu nunca saí pra fazer xixi. Eu morria de medo. E teve uma vez que eu saí, eu entrei no ônibus errado. Aí eu sentei no meu lugar e tal, e aí eu vi e falei, nossa, que estranho. Porque eu reparei que a mochila do lado, da moça, tinha mudado de cor.

Não, tinha mudado de cor. Eu falei, nossa, ela tá com uma mochila rosa. É um camaleão. E aí, eu falei assim, nossa, que estranho. Mochila camaleônica. E de repente, eu vi a moça andando e entrando no outro ônibus. E aí, eu saí com ele. Eu amo a experiência agral, porque você já dormiu umas duas horas ali. Você tá meio combalido, você entra meio alucinando. E tá meio frio, uma música alta, uma Shania Twain tocando.

Uma coxinha com 42,50. É tudo maravilhoso. Não, mas realmente parece cenário de filme mesmo. São os lugares fodidos. Não, mas aí é da hora. Tem um lugar que eles têm. Eles são meio que tipo assim, uma parte bonitinha pra tirar foto. Tipo um...

Um lugar pra você tirar uma foto. Eu lembro que você mandou foto, é verdade. E aí são umas estátuas de anão com uma cara de mal, assim, sabe? Que tipo assim, claramente eles sequestraram a Banca de Neve. E aí eu fui ali e falei, gente, não é possível que as crianças tiram foto nesse caralho. E eu vi as criancinhas tirando foto, assim. Amando, amarradona. É maravilhoso.

E aí é um lugar que… Futuros ouvintes do Caso Bizarro. Perfeito, gente. É absolutamente perfeito. Fica na BR-381. Só isso que eu vou falar. Quilômetro 2 da BR-381. Não, mas é na BR-381. Até aí, querido. Tudo que acontece na estrada é muito assustador. Vai. Nossa, você parece que tá no grão. Vamos te salvar desse mundo bizarro. Esposa pede divórcio porque o marido lê histórias em quadrinhos.

Ela tá certa. Fazinho coisa de canalha. Essa notícia é do Idaho State Journal, de 8 de outubro de 1949. 49? Gente, aí o Fih. Gente, por que essas notícias são tão velhas? Depois do oitavo episódio. Juro, eu queria morrer. A senhora Aida Thompson processou Henry G. Thompson na quinta-feira, pedindo divórcio. Alegando que ele frequentemente comprava dezenas de histórias em quadrinhos e ficava sentado lendo, enquanto se recusava a ajudar a cuidar do nosso bebê. Porra, ela tinha toda a razão do mundo, velho!

Dependido do gibi que saiu no mês Não, eu amo que a chamada é Porque marido lê história em quadrinhos Não, porque o marido é um bosta Vamos reescrever A bosta dele é ler quadrinhos Depois de 80 anos, esposa pede divórcio Porque o marido é um bosta Porque o marido não cuida do próprio filho

Ao pedir o fim legal do casamento, que durou 16 meses, a senhora Thompson solicitou a custódia do filho pequeno e a posse de um conjunto de mesa e de cadeira. Ai, coitada, velho. Só que a mesa e a cadeira, velho. A mesa e a cadeira nos anos 40 era a pica, hein? Era a pica. Porra, aquela madeira legal. Aquela madeira legal, bem mexida. O único outro bem que o casal possuía, ela disse na sua queixa, era uma cela de couro que Thompson tinha comprado com o empréstimo. Ela disse que ele poderia ficar com a cela.

Ela disse que ele poderia enfiar a cela no cu. Eu tiraria a cela. Vamos reescrever também. Só que ela não foi ligeira. Por quê? Na especulação de quadrinhos, ela podia tirar uma grana. Em 1949. Ó, 38 foi Action Comics número 1. Chago, ela só queria alimentar o filho dela. Gente, olha o coach, olha o coach. Olha o primo rico. Faltou… Para que tem gente que fala que eu pareço com ele, para. Parece mesmo? Meu Deus, você está comendo uma iracardi?

Eu pareço com o Adam. Você falou a coisa mais tranquila dele. Eu pareço com o Adam do Mythbusters, lá do Caçadores de Mitos. Esse eu aceito que eu pareço. Não, você parece o Primo Rico. Não, não parece não, para. Você é a cara do Primo Rico. Não, não é. Para. Vamos fazer aquela transformação do Gugu. Lembra quando o Gugu se transformava em alguém? Eu amava tanto aquilo. Mas de você pro Primo Rico, eu de Primo Rico pra você. Nossa, era foda. Aquela música é tudo. E era o primeiro Photoshop da história. Era o primeiro aplicativo de Jesus da história.

Mas, dito isso, ó, o Action Comics número 1. Ele provavelmente tinha esse rapaz aí. Lançou em 1938, primeira parceria do Superman. Hoje em dia, você consegue vender ele, se estiver em bom estado, uns 3, 4 milhões de dólares. A criança já teria 80 anos hoje, a criança que ele negligenciava. Você acha que essa mãe ia ter?

ia ser a herança herança do que com 80 anos, o que ele vai fazer com 2 milhões de dólares casar com a Ana Nicole Smith só se for a Ana Nicole Smith era uma gostosa muito gostosa que casou com um bilionário de 90 anos vocês não acompanharam essa história tem um documentário maravilhoso ela ficou muito famosa porque mostrava a vocês a foto ela era muito legal mas na época ela foi muito vítima de sexismo e tal óbvio né

Ah, a próxima é você também Nossa, que merda de organização Por que eu fui agraciado com dois? Mas eu agradeço Nova Gíria Carioca, escrito por E.J. Brito Em 1913 Olha esse print da notícia Lindo, de verdade, isso aqui é lindo É lindo, eu acho lindo É muito lindo, dá vontade de tatuar a beça E o gíria escrito aqui, ó

Jíria é com Y Jíria Ai, é nome de drag Jíria Jíria Jíria de Caprio Eu tava vendo Lip Sync or Die Eu tava vendo os For Your Life, né É o mínimo Eu errei Lip Sync for Your Life Ah, For Your Life, é verdade Mas ele assiste Eu assisto, eu gosto Eu que não assisto É que eu parei faz tempo já Nas temporadas mais antigas

Começou a morrer um monte das queens. Eu amo. Mas o que eu ia falar é que eu vejo jornais e as palavras tudo escrito errado. É muito lindo. Errado não, né? Grafia da época. Grafia da época. E eu sou fascinada com isso. Gíria. G-Y-R-I-A. É muito lindo. É muito lindo. Vamos colocar as imagens tantas. Desculpa, decidi agora. Mas vamos pôr as imagens de todos?

Mas tá na pastinha citada no episódio lá. Aí a gente coloca quando a gente fala. Mas olha que beleza. E eu tive que reescrever tudo. A Bessa realmente é muito bonito o jeito que tá escrito. A Bessa. A Bessa. Tá. A Bessa é uma das últimas expressões da gíria carioca. A Bessa quer dizer muito, em grande quantidade. Afarta. Afarta. Afarta também é foda.

Você imagina você falando isso daí, sei lá, no Impório de Santa Luzia, né? Avarta. Isso que eu tô farta. Avarta. Veio em boa hora pra substituir o paburro, que era, ao final das contas, uma expressão desgraciosa. Por que paburro é desgracioso? É paburro. Eu também gosto, mas é que o... E.J. Brito, ele é o cara. Em 1913, ele era... Era violento. Eu aposto que ele usava um chapéu daqueles de palha lá. Não é o Panamá que eu tô querendo falar. Aquele que é tipo quadradinho, assim.

Tá, é um chapéu. E uma bengalinha assim, um terninho caco. Até aqui dizia-se quando um sujeito estudava muito ou que tinha muita sorte que ele estudava pra burro ou que tinha sorte pra burro. Agora, felizmente, essa expressão está mudada. Disse a Bessa, o que francamente é muito mais delicado.

Nunca vou entender porquê, mas eu concordo. Ele é tipo a Gabi, de 1913. Ele achava cafona pra burro. E ele aprovava a Bessa. E eu achei fascinante que em 1913 a Bessa era meio que news, assim. É muito na crista da onda. Na crista da onda. Pra Frentex. Pra Frentex. E pior que eu falo, porque eu gosto. A turma toda tava falando da Bessa. A turma, eu sempre tive raiva. A Cissa Guimarães sempre me irritou.

De novo? Quantas pessoas eu não consigo comprar briga? Troco de nada? Eu gosto da Cícero Guimarães. Não é sobre isso. Mas é que ela falava turma. Ah! A Trid Fontenelle também. Elas falavam muito turma. E eu me irrito. Que é tipo muito assim. Parece eu que me sinto jovem, né? Hello, follow kids. E ela falava, ei, turma! E aí eu...

É, turma, eu acho turma não dá pra defender. Tempos desses, alguém falou perto de mim, turma. E alguém conhecido, provavelmente amigo. Mas falou ironicamente ou falou? Não, não ironicamente. Algum amigo, amiga. Será que tá voltando a turma? Não, espero que não. Vai voltar, super. Será que todo mundo com 14 anos tá falando de turma? Eu acho que eu nunca falei a beça, sabia?

Ah, deve ter falado. Não é possível, a Bessa deve ter falado. E eu amo pra burro também. A farta eu uso torto e direito. Agora pra burro, minha mãe usa muito. Eu amo pra burro, eu amo pra burro. Eu não uso muito, mas eu uso muito. Não, mas a minha favorita das gírias antigas é que também é anos 70. Isso aqui é anos 10, né? Mas eu gosto muito de ir pra Frentex, que eu falei agora, porque eu acho foda.

Foda, ela tem uma sonoridade. Pra Frentex é legal. Pra Frentex é bem legal. De grilo, né? Também, né? Tá de grilo? É, sem grilo. Sem grilo. Ah, foda. Eu tenho uma rixa com os anos 70. É notório, conhecido pelo público.

Os anos 70 sabem que você odeia eles? Os anos 70 sabem. A gente tem uma rixa legal aí e tal. Hoje descobrimos que você tem tanto inimigo imaginário que até décadas, né? Nossa, eu tenho bastante, viu? Você odeia Cissa Guimarães? Não, eu odeio... Década de 70? Eu odeio uma faceta da Cissa Guimarães. Não, eu odeio uma palavra. Camisetas com gramatura menor que 60? Nossa, sim, por favor. Eu não sei o que isso quer dizer. Poliéster, inclusive, no. Você é contra poliéster? Tá caralho. Poliéster, no!

Poliéster, no. Dantas, esse corte que eu quero. Só o Thiago falando, poliéster, no. Poliéster, no. Poliéster, no. Mas é que poliéster não é um tecido bom. Se é mesclado um tecido, tudo bem. Tem que pôr um algodãozinho. Não. Gente, vocês já foram em festival de anime?

Eu quero tentar chegar no poliéssico. Fede. Fede, fede. Porque é sintético, não respira. Por causa do tecido das camisas de anime, que são aquelas com os estampas dos mangás. Amor, mas você pode tomar banho também, né? Tem essa alternativa. Mas é que é indignada. É o dia inteiro. Não é que a galera é fedida. É que não tem como compensar. Porque o corpo... Agora, um algodão bom, escovado. Pode ser um tecido estonado também. Eu gosto, meio gasto assim. Acho legal. Gente, esse episódio...

É conhecido como surto psicótico Do Tiago É só isso, é o título do episódio Ele tem um negócio com textura de papel Não, não, não Você sabe que o TikTok já ia te dar um diagnóstico Assim, em 15 segundos O TikTok, a galera nos comentar Fica falando, o Tiago tem TDAH, o Tiago tem isso, tem aquilo Vocês não sabem Eu sei, eu já diagnostico o Tiago várias vezes Eu já

O meu problema com papel é outra questão. Eu não tenho rixa com papel. Até porque eu trabalho numa editora, né? Então, tipo, é impossível. Não, mas não é rixa com papel. É que, tipo assim, eu pegava um livro e tal. E eu falei, não, esse livro não é legal, mano. Porque esse papel, ele é da gramatura, não sei o que. Ah, esse é literalmente o trabalho. É, não, o seu trabalho. Mas é que, pra mim, não era o meu trabalho. É, ó. Tipo, ah, pó ali em 90 gramas. Não, mas o meu problema com papel não é esse. Isso é só querendo mostrar conhecimento. Isso aí é eu sendo um pouco...

Ah, você queria... Snob, o problema é, se você dobrar uma folha de papel e fizer assim, eu quase morro. Porque a única aflição que eu tenho na vida... Sério, você pode, sei lá, enfiar uma barata no meu olho que eu não vou ter aflição. Posso morder bastante um garfo perto de você? Pode, sem problema. Passar uma faca aqui no meu dia. Pode, sem problema. Não me incomoda, também. Porque muita gente tem aflição de barulho de vente com metal. Você assistiu o Bring Her Back?

Não. Assista. Tem identidade com metal? Tem muito pior. Tem cena muito pior do que... Então, se você dorme no papel e faz assim, na hora eu... É um negócio... Ai, para que até só de imaginar. Outro dia eu tava numa reunião com o CEO da Panini. Ele tava com o papel na mão e ele ficava manipulando, eu ficava tentando não olhar. Só que o barulho já me dá aflição. Te desperta. Ele...

dobrou o papel e fez assim na hora que ele fez, não! no meio da reunião aí eu tive que explicar, gente e eu fico tão assim que eu fico constorcido, eu falava, não, é que isso eu tenho uma aflição, tal, mas o que é? é um papel, eu falei, esse é o problema

Tanto que o Jackass, eles têm no filme do Jackass um filme. Ele tá tentando. Calma. Não, e eles fazem o estivou e o... É, o corte com papel no vãozinho. Eu não consegui assistir. Nossa, não me pega nada. Nossa. Quer fazer em mim? Enquanto você vai me pagar, faz. Não, para. Para só de pensar essas coisas. Na casa do menino que eu mostrei, cortar meu papel naquela casa. O que é? Passar lá na parede, assim. É tatuagens. É, eu tenho uma meia lua em cada mão. Ah.

Achei que tinha machucado, arranhado. Ai, que pera! É o papel! É o papel! Para! A leitura preferida na hora do Vamos Ver. O que é isso? Vamos Ver é uma agia antiga. Vamos Ver é ótimo. Vamos Ver voltou. Vamos Ver! Fevereiro de 96. Até que é jovem essa notícia.

É jovem, é jovem. A literatura de banheiro não se discute. Na hora do aperto, vale tudo. Até mesmo ler rótulos de xampus, gibis, revistas eróticas e clássicos livros de filosofia. Sei que já trabalhou em jornal, isso aqui era tipo, galera, não tem falta, né?

Não, bicho, isso aqui não tem pauta há 18 anos, né? Isso aqui é escludir uma bomba. Por isso que eu respeito muito os notícias populares, né? Não tem pauta, vamos criar. Exato. Assim, a leitura da hora do vamos ver. E o vamos ver é um cocô, não é o sexo. Gente, o primeiro que usou errado, vamos ver, né? Concordo. Mal uso do vamos ver. Mal uso. Olha isso. A estudante Andréa Beltrão, de 16 anos. Oi, Andréa Beltrão.

Será que é André Veltrão? Que época que é a matéria? 96. Não, ela já não tinha mais 16. Eu tinha quase 16 anos, você sabe? Claramente nome inventado. Pega o nome de alguém famoso e joga pra alguém de outra idade. É verdade, é verdade. Até já decorou as fórmulas dos shampoos que usa. Quando perceba, estou sentada sem nada nas mãos pra ler, diz ela. Aí pega o primeiro frasco que vem pela frente. Especialista no assunto, André sugere aos adeptos da leitura no banheiro rótulos de lenço descartáveis pra distrair. São os melhores.

Eu gostei dessa... Pera. Sim, Chico, isso é uma notícia. Ela caga um tronco ou ela caga cocô? Não. Não, mas como assim? Não dá tempo de ler nada no banheiro. Nossa, tá louco. Lógico que dá. O quê? Nossa. Ah, dá pra ver mais ou menos uns 3, 4 TikToks no dia de hoje. Você caga em 30 segundos? Menos até. O que é isso? É um pote de maionese? Não.

O cocô, pra mim, é um momento. Vocês são ressequidos? Não, vocês eram ressequidas. Mas pra mim é o mesmo tempo que o xixi. É um momento, tipo assim. Ah, você tem, tipo, a toalete do sono. A toalete do toalete. Então eu sempre tomei alguma coisa. Eu consigo ir no banheiro sem celular hoje em dia.

Não, e dá pra ver uns quatro TikToks. O problema é que daí você coloca o celular lá em cima da pia pra se limpar e ele fica passando o mesmo TikTok. Aí fica lá... Ai, é aluquecedor. Eu fiz isso outro dia no banho. É horrível. E daí ficava tocando o mesmo TikTok no banho e parecia que era um pesadelo. Eu comprei um negócio na Shopee. Eu comprei um negócio na Shopee e eu coloquei no chuveiro, eu ponho o celular lá e eu fico...

Ah, bem saudável, né? É. Agora você tem uma TV de celular no seu banho. Mas eu gosto de colocar ou música. Ah, mas eu ponho uma musiquinha no banho. Ou música. Ou... Acendo uma velhinha. Podcast também é legal. É que eu tenho ficado muito estressada. Daí eu apago a luz e fico, tipo assim, a mamãe de chorar. Você não tem medo de tomar banho no escuro? Tá brincando. Não, eu amo tomar banho no escuro. Como assim? Medo de quê? Não, porque tem muita gente que tem. Eu não tenho.

Ah, tá. É, tem muita gente, tem? Tem, porque a galera tem medo de fechar o olho na hora que abrir, vai estar o diabo. Mas tem que ser que nem na música do merda, o diabo é seu amigo. Eu tenho isso às vezes, eu tô deitado na cama pra dormir, aí eu falo assim, se eu acender a luz o diabo vai aparecer. E se ficar apagado não. Aí, é isso, é bacana.

O diabo é fotofóbico, né? É tipo isso, eu não posso ir pra cozinha senão eu vou encontrar o diabo, porque realmente ele não vai andar um conselho, mas de corredor até o quarto. Mas todo mundo corre pela sua vida quando vai beber água de madrugada na cozinha, quando é pequeno pelo menos. Nossa, isso corria muito. Quando sou adulto, eu ponho água no quarto, então não preciso. Eu não preciso, porque eu duro tão pesado que não tem água. É uma revolução, você descobrir que pode ter água no quarto, né? Nossa, sim. Você não precisa morrer pra pegar água na cozinha. Aliás, o banheiro no quarto pra mim é o meu maior luxo. O quê? O suíte.

Ai, que susto, eu achei que fosse uma privada dentro do seu... Ai, uma vez eu fui ver um apartamento na Rua da Consolação que literalmente tinha só uma privada dentro do quarto. E não era um banheiro, era uma privada solta.

Foda! Na frente da cama. É tipo uma instalação artística lá. Como é que é um do cara que fez o urinal lá, que assinou lá, que os caras ficam… O Duchamp. É. Uau. Mas era só… Era tipo, você abria uma porta, tinha uma privada no meio. Tinha um podzinho. Não, você não abre a porta, ele tá dentro do quarto. Era carpete, a privada ficava no carpete. Ah, não, não, não. Ah, não, não, não. Eu já tenho o problema das folhas de papel, eu não gosto, porque o papel absorve. Inclusive, se for pólen, ele tem uma absorção muito grande.

Eu tô preso no quarto do banheiro E era um quarto do quarto mesmo, dormitório? Era, era E o banheiro ficava do outro lado do... Era tipo uma... Não, não, era um apartamento grande de dois quartos Daí tinha tipo dois banheiros também Mais uma privada dentro do quarto maior E o cara me explicou nada Não, ele falou, ai não sei que morava aqui Mas era um pessoal meio exótico

É que nem o Clodoviu, que na casa dele tinha um no quintal E eu achava da hora isso Ah, que ele cagava com vista, mas daí eu achei bafo Ah, é chique O empresário Benny Adler concorda que na hora do sufoco Qualquer leitura serve Ainda não acabou essa história Não acabou, amigo, é muita coisa Já perdi as contas de quantas bulas de remédio Lí no banheiro de casa, diz Porém, quando está no escritório Adler vai muito ao banheiro E aí

E ele leva o jornal do dia e alguns papéis. Esse é um momento que não deve ser desperdiçado. Os mais tarimbados já têm o banheiro preparado pra hora H. Os mais tarimbados. É o caso do músico Guga Strotter, integrante dos Heartbreakers. Ele tem em seu banheiro um pôster com fotos e datas da história do jazz. Quando não estou acompanhado de meus livros, olho pro pôster e aproveito pra saber um pouco mais da vida de Miles Davis. É tipo bandeja do McDonald's, né? Que tem aquelas brincadeirinhas lá, o cara tem na parede, né? Meu Deus.

E sua opinião, a melhor leitura do Banheiro são os artigos de Menken ou os episódios de A Vida Como Ela É de Nelson Rodrigues. Gente! Foda! O maluco lê a Bíblia, sabe? Sim! Por fim, a atriz Alessandra Negrini, de 25 anos, crava. Não gosto de ler ao banheiro, mas não dispenso meu toca-fitas com uma boa música. Será que ela ouvia? Gente, a Alessandra Negrini tinha 25 anos. E ela ouvia… Qual que era a série que ela faz? Mas ela continuou, exato, porque ela tem um pacto.

Ela fazia Engraçadinha, acho que nessa época Devia ser, quando ela surgiu, né Lembra da série Engraçadinha? Quando ela surgiu, imagina ela saindo de um ovo Já gostosa Quando eu fui Vou carteirar aqui, hein Na Mostra de São Paulo, que eu fui assistir Ao lançamento do Farol Que era com a conversa com o Robert Eggers E o William Dafoe Ela sentou ao meu lado Ela é a Bárbara Paz, caralho, bonita mesmo E aí

Acho que ninguém nunca duvidou que ela é bonita. Não, eu tô... Eu sabia que eu tenho atração pelo Willem Dafoe. Ele é meio gostoso, né? Eu tenho muita vontade de casar com ele. Já. Começa com a cena do sacão dele balançando, assim, ó. Eu tenho um trauma daquela cena, porque é em câmera lenta. Ó o meu. Ah, é maravilhoso. Deixa eu ver se tá... Gente, eu... Você tirou a gente pra colocar ele, né?

Foi o Marcelo que pôs. Prioridades, né? Olha, eu prefiro essa foto. Mas assim, eu gosto. E foi isso, gente, esse episódio. Foi isso, esse episódio? Foi isso, esse episódio. Eu não sei ainda o que eu penso dele. Eu não sei. Depois me conta, porque o meu almoço é incapaz de avaliar. Eu sou incapaz. Mas precisa falar da leitura do banheiro. Eu acho que ou foi genial...

Ou ele foi um grande surto. Ou foi um grande surto e o Thiago não vai fazer análise por três semanas depois dele. Ele não faz. Dos dois eu não faço. Deveria fazer. Sabe como que eu faço terapia? Eu fico conversando assim, fico falando assim. Não, eu sei que isso é errado. Eu sei que sentir isso não é uma coisa certa. Porém, ela sempre faz assim. Deixa eu trabalhar, caralho. Tá tudo bem, pode falar. Daí eu começo a falar. Não, não, mas veja bem. Porque essa situação aqui deve ser desexaustivo falar comigo.

É. Aqui nos comentários, como chegamos nesse assunto? Você também concorda? Quem mais sabe onde... Eu não faço a menor ideia de onde tronco tem mais meu nome. A gente não sabe, Tiago. Hoje a gente foi atropelado pelo Tiago. Hoje a gente foi atropeladíssimo. Um fenemê descendo sem freio numa ladeira, com uma camiseta escrito gay, com uma gramatura de 80. Não, não, não é essa aqui. 60 ou 80. Carpet me dá alergia mesmo. Aí esse negócio de deixar remédio no banheiro é pavoroso. Não pode.

Ai, o meu fica, né? Como assim não pode deixar remédio no meio? Idealmente não, porque é um ambiente úmido, né? E daí? A gente ninguém se importa. O Rio de Janeiro também é, não pode ter remédio no Rio de Janeiro? Aí você falou, eu acho que ninguém pode tomar medicação no litoral. Em Manaus, tá proibido de tomar aspirina? Ou de mãezinha. Conta aí, galera de Manaus, onde que vocês colocam o remédio? Não, mas é melhor não tomar aspirina mesmo, não. O ácido acetil salicílico, ele é antiagregante plaquetário.

E é com essa que a gente fica. Anti-agrugante plaquetário. Eu nunca vou falar isso. Como é que é? Anti-agrugante plaquetário. Porque quando eu trabalhava na farmácia, eu era mensageiro. Inclusive, era tipo o futebol interno, né? Eu era o contínuo, né? E aí... Qual que é o filme dela? Quer falar? É contínuo. É a dama da lotação, né? Bicho! Nossa, Thiago! E vai abrindo muito.

É muita aba, velho. É muita aba. É tipo quando dá pau, sabe? Vai abrindo, você abre uma aba só e ele abre de 180. Não, porque quando eu trabalhei, não porque é um filme, não porque não sei o quê. Não, então era contínuo. Em que filme eles falam contínuo? É dama da lotação. Mas não é? Que frase é essa? Eu achei que você saberia. Você tem cara de quem gostava do porno chanchado?

Eu tenho 39 anos, não 180. Eu tenho 42 e passava na Band. Não, e daí eu li as bulas. É da hora, eu aprendi muito com isso. Era só isso a história. É que no meio eu lembrei da dama da lotação. Era a dama da lotação mesmo. Vamos sair em silêncio e deixar ele aqui. Posso ficar gravando assim, tipo, passando pós-créditos assim. Foi um grande surto. Desculpa, gente. Um beijo. Eu amei, beijo. E até a próxima.