Episódios de Caso Bizarro

CB #179 - Lorraine Warren curitibana com Chico Felitti e Fi Bortolotto

25 de maio de 20261h3min
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No episódio de hoje discutimos sobre uma possessão demoníaca em um colégio e o peculiar caso e uma pretensa demonologista em Curitiba!

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Dicas Bizarras:

▪️O Segredo de Widow's Bay ▫️ Apple TV (Mabê)

▪️O Segredo de Um Milhão de Dólares (2ª temp.) ▫️ Netflix (Fi)

▪️The Traitors ▫️ Prime Vídeo (Fi)

▪️Pornografia Auditiva, Álbum de Bia Soull + Muito Romântico, EP de Maui (Fi)

▪️Big Mistakes ▫️ Netflix (Chico)

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Assuntos8
  • Caso do chupacuBahia Cristal · Porão · Tesão · Cheiro de cu · Roque
  • Exorcismo e possessão demoníacaInternato Luterano · Dante · Larissa · Histeria coletiva · Fascismo
  • Punição de AntonelliArautes do Evangelho · Abuso · Lavagem cerebral · Gustavo
  • Lorraine Warren curitibanaMediunidade · Egun · David · Bolita · Bolitinha
  • Confronto com Félix e a verdade sobre as mortesSonhos premonitórios · Vaca preta · Daniel · Tia Margarida · Tio Geraldo
  • Chico Felitti e o olhoAtaque de cachorro · Chico Felitti · Vera Fischer
  • Experiências sobrenaturais pessoaisGrindr · Ser passivo · Fantasma · Daniel
  • Videogames e entretenimento digitalO Segredo de Widow's Bay · O Segredo de Um Milhão de Dólares · The Traitors · Pornografia Auditiva · Big Mistakes
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Fala, galera! Aqui tá começando mais um Caso Bizarro. E hoje eu tô aqui com Chico Belich, Fibro do Lodo. E Mabê! Gente, hoje vai ser uma coisa bem diferente. Hoje é um experimento. O Totoro… A gente tá aqui com o Totoro. Oi. E ele está passando por uma Situ. Vou fazer um review da Situ pra você que tá ouvindo. Você nunca vai saber o que aconteceu. Então vai lá ver o episódio gravado.

Eu quase perdi meu olho hoje de manhã. E ainda assim eu vim trabalhar, o que prova que o quê? Exploração. Juro, não, é que também, coitado do Chico, né? Ele contou pra gente no grupo. E a reação da Mabê foi assim. Nossa, Chico, caraca, que bad. Nossa, espero que fique tudo bem. Mas você lembra que tem gravação hoje, né? Nossa gravação hoje ainda tá de pé, né? Foi isso, assim. Não foi nenhuma pergunta, assim. Mas nossa gravação tá de pé, né? É.

Gente, eu passei por uma injustiça tão grande hoje, que eu tenho provas. E eu vou trazer provas, e eu vou primeiro colocar o áudio pra você em casa… Você interpreta. Você decide, você decide. Que nem na década de 90, sexta-noite, você decide.

Você decide. Tudo começou, tá? Com o Fih que mandou assim no grupo. Chico, você tá bem? Aí, o que que aconteceu? Aí, o Chico mandou uma foto que vocês vão ver aí agora. Que é uma foto ele com tapa-olho. Eu me entrei em pânico. Eu fui nos stories dele. Daí, eu vi e tal, não sei o quê. Fiquei assim, apavorada. Aí, eu fiz um áudio muito fofo. Muito fofo! Cheio de carinho. Ó. Vai!

Você quer cancelar hoje? Como é que você tá?

Gente, eu… Amigo do céu. E o que tá tocando no fim? No fundo tem alguma música muito… Eu tava fazendo a unha na Bruna. A Bruna põe umas músicas intensas. Calma, você faz a unha na Bruna? Faço. Você faz a Bruna fazer sua unha? Não, é outra Bruna. Não, é outra Bruna, menina. Ah, que susto! Direitos trabalhistas, né, gente. A Bruna faz a minha unha, senão ela não recebe salário.

Bruna produz o podcast e faz minha unha. Não, é outra Bruna. Caraca, que susto. Me deu um susto caos. Cada dia você vai fazer a unha na casa de um. O Fih também já fez a minha unha. A unha na casa do Fabão, daí você vai na casa do Ti. Você vai fazer a unha dela já já. Com um olho só. Vai ser uma deliciosa. Vou tirar cada bife, velho.

Aí, o Chico respondeu, contou a Situ que ele tava vivendo. Vou deixar, vou preservar a identidade dele. A integridade, né? O quê? Meu cachorro me atacou e arrancou meu olho, foi isso? Isso é o que ele diz, né? A Vera Fiji tentou matar ele. Exato. E aí, o Fabão mandou isso aqui. Amigo, eu tô desesperada. Vai ser gravar hoje, né?

Aí, olha isso. Amigo do céu, que loucura. Mas a internet do CTI é boa pra você conseguir entrar no...

Você não viu, né? Mas tem muito. Não, eu fiquei desesperado aqui com o seu olho, nossa. Mas assim, só pra saber, a gente grava hoje, né? Eu não tinha ouvido nem, não. Nossa, amigo, o seu olho, né? Caraca. Mas assim, só pra saber, não vai atrapalhar a gravação hoje, não. Mas é pra você, tá? Juro, tem assim… Tem muito. Chico do céu, você quase perdeu o olho. Ai, que bom que eu não fui acordar.

que é muito bom. Nossa, fiquei desesperada. Então, sobre a gravação de hoje, você pode trazer umas pocas zero do chico, por favor? Juro. Vou falar em podres, Chico, como é que tá seu olho? Ah, é porque eu chamei eles de foda. Você precisa cancelar. Lembrando que quando eu cancelo eu pago uma multa caríssima, eu não quero pagar. Mas assim, você precisa cancelar, cancelo, mesmo tendo que pagar a multa. E o melhor de tudo... É.

É que eu tava dopado, não ouvi absolutamente nada disso. Eu tô ouvindo agora. Amigo, juro. Eu tava completamente nas asas do tramau, assim. Porque vem o tramau e daí você dissolve, né? Você vira uma poça, um rito. A do Fabão e a que a gente se comporta. Aí eu expliquei, aí eu mandei um áudio falando que eu ia gravar com um defensor público hoje. Que inclusive o episódio já deve estar no ar. E daí o Fih mandou sim.

Chico, não sei se você lembra de um defensor público que conhece a Carol. E eu conheço ele também, né? E ele é ótimo em defender causas. E apesar de eu pagar essa multa gigantesca, eu tenho ele como amigo. Então acho que ficaria meio ruim pra você cancelar. Porque, enfim, ele já ganhou muitos casos e não seria isso que ele ia perder, né? Juro, gente.

Eu não acredito que eu perdi tudo isso. E assim, tudo isso acontecendo... É que é foda, porque eu sou muito prática, né? E aí, depois eu fui ouvir e realmente não fui tão carinhosa. Mas a minha intenção... Não foi tão acolhedora, ela não foi tão acolhedora. A minha intenção era tipo, porra, vamos cancelar pra você ficar bem e tal, não sei o que. E não, sabe? Porra, não sei o que, sabe? Depois eu fui ouvir e falei, nossa, tão prática.

Amor, eu tô bem, tô aqui, sabe? Aqui que eu tô bem, vou ficar o quê? Em casa, deitado? Com o mesmo cachorro que tentou me matar? É, dormindo com o amigo. Dormindo com o amigo, exatamente. Agora eu vou ter que dormir na rua, né? Porque o cachorro literalmente me atacou quando eu tava na cama, deitado. Eu acho que eu vou trazer a Vera Ficha pra passar um tempo comigo. Ela é tão linda, lá. Pra ela resocializar a sociedade, né? Ah, porque se tem uma coisa que você faz bem.

É ressocializar. É ressocializar as pessoas. Sua casa é conhecida como a Carandirinho. Carancarinho. Bom, como vocês estão aqui ouvindo, a minha voz não tá das melhores, porque eu estou rouca. Chico Feliz hoje não está dos melhores. Nossa, essa é a edição lepra. Essa é a edição completamente. E eu, como membro, o único membro inteiro da triade…

O Felipe hoje vai ler todos os casos. Boa sorte pra você que tá ouvindo. Se fuder hoje, é por todos os dias que eu fui deixado sem um caso pra ler. Porque não tinha tempo. É meio amecida, assim. Essa eu te encontro no pódio.

Hoje é pra aquele menino. Faz essa por nós, Analfabeto. Que foi deixado de lado em todos os teatros. O órfão. O órfão, o único órfão. Que teatros? Os teatros que eu... Teatro Renault, assim? Você foi mesmo Shrek com o Tiago Abravanal? É que quando a gente não dá... Às vezes ele não tem os casos que ele não lê no teatro. Ah, isso! Teatro! Quando a gente faz o ao vivo e quando não dá tempo de ler todos os casos. Eu sou a primeira pessoa que fala assim. Ah, o Fih não lê, então.

Juro. Inclusive, deixa eu ver se eu posso dar um avisinho aqui. Dia 21 de junho, nós estaremos no Teatro YouTube. Eu, Chico Felice e Fibra Ortoloto. E vocês vão poder assistir a gente gravando um episódio. Ai, meu Deus! No cantinho. Só não pode botar a mão na carro.

Tem que assistir com as duas mãos pra cima. Em breve, um link aí pra vocês, pra comprarem bilheteria. Em breve, um link aí. Em breve, um link aí. Em algum momento vai chegar. Em algum momento vai chegar. Mas, bora começar, Fih. Bora começar, então. O primeiro caso é… Eu quero ler, velho. Você quer ler? Eu quero ler com um olho só. Tá bom, pode ler. Aí eu não leio os meus, você lê os meus. Chupa cu no meu porão.

Oi, Mabê, Chico e Fih. Eu me chamo Roque e já aviso que a história contém sodomia e escatologia. Oh, meu Deus do céu. Obrigado, Roque. Quem avisa, amigo, é. Em janeiro desse ano, eu finalmente saí da casa do meu pai e me mudei para a capital do meu estado, a cidade de Bahia Cristal.

Lugar fictício do universo Scooby-Doo pra preservar minha identidade. Eu também fiquei onde que é, Bahia Cristal. Nessa mudança, decidi que me mudar significava também virar uma pessoa nova. Bahia Cristal já existia na minha vida antes, mas por fomo eu sentia que precisava viver aquilo com mais intensidade. Tá bom.

Eu já ia, já conhecia a cidade, já tinha os meus lugarzinhos. Então, simplesmente acelerei o ritmo, conectando rolê atrás de rolê. Nossa, tudo isso em Bahia Cristal. Nossa, Bahia Cristal. Bahia Cristal é uma metrópole? É uma metrópole. E por que ele não pode contar se é uma metrópole? Se fosse uma cidade pequena, mas assim, tipo... Nós vamos descobrir, eu acho. Aí Bahia Cristal é São Paulo. Tipo, preservar a identidade dele em São Paulo. Bahia Cristal é Vitória, né? Bahia Cristal é...

Em uma noite específica, Nege, meu melhor amigo e colega de apartamento, me carregou para mais uma festa. Eu já saí de casa exausto, mas fomos juntos até a Porão, uma balada LGBTQIAPN+. Bom, se você quiser saber onde fica a Bahia Cristal, é só procurar onde... Qual o nome da balada? Porão. Porão também é uma piada. É, também é uma... Do Scooby-Doo. Nada especial, nada memorável. Duas e meia da manhã e já não aguentava mais. E o Nege anunciou que era a hora da gente ir embora.

Mas como a gente sabe, o tesão é inimigo dos bissexuais também. Será? Será que a gente pode estender esse escopo? Pô, podemos. Dos bissexuais? É, a gente tá disposto. Você, enquanto bissexual, você também é… Mas peraí, eu tô com uma caneca na mão e ela diz, é o quê? Tesão é o maior inimigo da bandeira, então é verdade. Então é pra todos.

Viu como eu sou inclusiva Ai, você pegou a nossa frase que era super do cercadinho E jogou pra todo mundo Todas as letras Até os simpatizantes dos gays Até os héteros Então assim, o tesão é inimigo de geral De qualquer um, geral O tesão é o inimigo número um da humanidade O que não deixa de ser verdade, né

Mais ou menos, né? Hétero nunca se fudeu por causa de tesão. Aí se fode sim, só que só mulher hétero. É. Enfim, como sabemos o tesão… Mulher hétero se sofre pelo tesão dos outros, né? Porque acaba se fodendo por causa do tesão do homem.

Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho, bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.

Olha. Nossa. Olha, militei. Militou. É inimigo dos bissexuais também. Nesse momento, o meu fomo falou mais alto e eu tive uma ideia. No começo da festa, tinha reparado no menino. Troquei olhares com ele. Nada realmente importante, mas o suficiente pra ficar na cabeça.

Ele parecia gatinho. E aí fica eu tocando All the things she said, all the things she said. E eles trocando olhares. Ele parecia gatinho e sóbrio. Eu amo que sóbrio é uma coisa grande pra ele, assim. Ele tava na Cracolândia. Ele tá sóbrio. Eu entendo o que ele quer dizer. E aí eu acho também que tem dois caminhos.

Às vezes parecer sóbrio pode fazer você parecer meio boring também, né? Não, porque a gente é chato, né? A gente quem? Você é sóbrio? Se entupindo de tramal aí? Ai, eu tô tão gostoso. Eu tô tão drogado e eu tô na lei. Pode me parar, polícia. Eu tenho recém da Blitz, caralho. Sírio-Libanês é meu dealer. Ai, que delícia. Gente, eu entendo o Michael Jackson.

Ai, desculpa Que rico E eu pensei, por que não, né? Desci até o porão Até o último andar do porão A gente se encontrou e nos beijamos Então o porão, é, tá, entendi Por dois segundos a gente se beijou Dois segundos E o meu corpo tomou uma decisão Antes da minha mente conseguir processar

Ânsia, ele só escreveu a palavra ânsia Nossa Um parágrafo inteiro é ânsia Mas não era uma ânsia normal Era tipo meu organismo inteiro entrando em modo de emergência Alarme, sirene, evacuação imediata Que isso? Evacuação imediata Parece que ele se cagou É Bom, vai envolver a escatologia É, então vem aí

Eu simplesmente saí correndo. A boca dele tinha alguma coisa. Não, não deu tempo. Eu encontrei o Nege no fumódromo. Provavelmente com a expressão de quem viu o fim do mundo. Não dá tempo de em segundos você beijar uma pessoa. Às vezes antes de beijar você já sentiu o cheiro. Sentiu o cheiro às vezes de uma... Você tá achando que é o quê? Que é tipo uma pessoa drogada? Eu amo o cheiro de boca. Não, eu acho que é cheiro de boca. Eu amo o cheiro de boca. Só que é cheiro podre. Tá.

Não, eu entendo Eu achei que era uma droga, entendeu? Eu entendo super ele, porque assim Chegar, beijar uma boca fedida Mano, não tem coisa mais Triste do mundo Nossa, acho que eu não passei por isso, sabia? Jura? Juro Assim, nesse nível, não Não, amiga, já teve nível de tipo Acabou minha noite, assim E pra cá escovar o dente com candida

Ai, que triste. Não, super. Ah, com candida não, né? Não, eu nunca escovei. É uma hiperbole, uma hiperbole. Hiperbole. Hiperbole, bole. É uma hiperbole. Parece uma música da Gretchen, né? Depois eu que sou burro, né? Hiperbole que bole bole. Que ódio. Ai, você também é burro. É uma hiperbole. Você também. Eu posso ser burro, mas você também é.

Calma. É hipérbole. Como é que fala? Eu sei, não. Mas como é que fala certo? É hipérbole. É edredron ou edredon? Edredon. Ou edredon? Edredon. Edredon. Não, edredon. Edredon. É a palavra impossível e eu nunca vou aprender. Edredon. Eu tive uma discussão nessa. Sabe qual pra mim é opinião? Escrever opinião, eu coloco o pê mudo. Ah, eu tenho muitas coisas. Ah, é opinião. É opinião. Opinião. Opinião.

Só que não foi sentido nenhum. Opinião. Eu tenho muita opinião. Tipo assim, falava assim, você não acha que é pê-murinho? Ninguém nunca concorda comigo. Não, é opinião. É igual… Pra mim é edredron. Edredron. Edredron. Edredron. Edredron. Tem uma que eu… É impossível, velho. Que era… É difícil. Sempre que eu vou fazer alguma coisa de Oscar, que eu vou escrever alguma coisa de Oscar, tem uma palavra que vira impossível pra mim, que é com L ou sem L.

Eu não lembro qual que é. Láuria. Não, Láuria com Oscar? É, prêmio, sei lá. Não. L sem L?

Jurado, jurado. Você acha que é jurado ou não? Não, mas é tipo nesse nível. É com U, L ou é só... Tipo, ramen ou lamen. É tipo cultura. Tem UL depois do cultura ou não tem? Em cultura tem, mas... Calma, você acha que tem C-U-L, T-U-L, R-A? Não, não é T-U-L. É alguma outra palavra, mas é nesse nível aí. Mas não tem L nenhum em cultura, né, amigo?

C-U-T-U-F-A, cultura Sim, exato, mas aí às vezes eu acho que tem o L Não em cultura Cultura tem Gaslighting Gaslighting E sabe o que foi incrível? Que eu olhei pro um olho dele E a gente se olhou e... E a gente falou, vamos nessa Eu peguei os dois olhos Com os dois olhos Eu peguei os dois olhos e olhei pro único olho dele Caralho Ai, buceta Nos anos

Nossa! Encontrei o Ned no fumódromo, provavelmente com a expressão de quem viu o fim do mundo. Contei o que aconteceu e aos risos ele decretou. Amiga, isso é cheiro de... cu.

Beijou alguém com cheiro de cu na boca. Silêncio. Mas se for um cu... Limpo? Retici... Não, mas mesmo limpo tem cheiro de cu. É, mas é cheiro de cu. Tipo, um cheiro de cu que não é seu, entendeu? É foda. É, nem da pessoa com quem você está... Lembra do... Não, da pessoa, não tem como ela beijar o próprio cu. Que tipo de pessoa você tá lutando? Fale por você, querida. Fale por você. Fale por você. Você já jogou com o Dalsim no Street Fighter? Ele consegue. Eu era mó boa com o Dalsim.

Eu só lembro das blogueiras com a caneca na mão falando Hum, esse chá realmente tem cheiro de cu. Parece uma cu. Parece uma cu. É uma cu perfeita. Que vontade de cu. Mas enfim, silêncio, reticências, vomitei no balcão, no meio da balada. Nossa. Eu tinha aguentado até aquele momento, mas quando minha suspeita foi confirmada, aí não deu mais pra segurar. O bombeiro da balada veio me acudir, enquanto diversas pessoas me cercavam numa coda.

Cara, como você ficava numa roda, é a cu de... Eles ficavam batendo palma. Cheiro de cu, cheiro de cu, cheiro de cu. Chupa a cu, chupa... Mas ele meio que chupou um cu de tabela, né? Mas eu acho que as pessoas ficaram em volta dele meio que pra proteger ele, né? Ninguém fala. Pra, tipo, esconder ele.

Ela? Ela? É, você falou ela. É verdade. É ele. Ela. Ela é bissexual, garoto. Os bissexuais. Ninguém fala sobre os riscos da chupação de cu passiva, né? Ninguém fala. Eu fumo passiva, a gente sabe, né? Eu chamo rock. Mas tem hora que ele falou ela. Mas é, Raul. Às vezes é não binário. Às vezes rock também. Rock. Rock. Rock. Ah.

Rodinha e o bombeiro. Eu não conseguia falar, mas diante da vergonha daquela situação, achei que era melhor fingir que tava bêbado do que contar a verdade. Entretanto, Neji tinha opinião diferente. Num misto de riso e desespero, a bicha proclamou. Ele não bebeu, não. Só beijou um chupador de cu.

Néji, eu te amo. Néji, eu perfei. Você é o melhor amigo. Aí que eu fingi um desmaio. Fechei meus olhos de vergonha e só esperava que aquilo tudo passasse. Por fim, o bombeiro não fez nada. Afinal, não tinha o que ser feito. Exatamente. Imagina o bombeiro. O que você quer que o bombeiro fez? Imagina o bombeiro. Imagina o dia desse bombeiro. Ele falou, olha lá, bom, vou acudir esse homem aqui. Hoje eu tive um job, vou acudir essa pessoa.

Exato. Chegou lá, não, não tá bêbado, não, eu chupou o cu. É só um cu que ele beijou por tabela.

Que cheiro de cu. Que cheiro de cu. Me regue. Me regue sem dignidade e fui até a saída, acompanhado do meu amigo. A volta pra casa foi longa. Gente, desde que eu perdi meu olho, tá escorrendo uma água que talvez seja cérebro do meu nariz. Eu acho que é suco de cérebro, porque não é raios. Gente, que situação deplorável, juro. Ele com escurativo enorme no olho. Se eu morrer nesse episódio...

Eu ganho alguma coisa da Justiça Trabalhista? Ganha. Cabe processo? Cabe processo. Pergunta pro moço que tava aqui gravando o episódio passado. Cabe processo, amigo. Cabe processo, amigo. Cabe processo, amigo. Porque você tá diante... Sério, eu tô me sentindo muito mal do Chico gravar hoje. É um risco laboral. Eu quero deixar bem claro que foi uma decisão unilateral, uniorial. Sua, exatamente. O RH vai entrar em contato com você, Mabê. A Bruna, quando depois de fazer minha unha, vai entrar em contato com você.

A Bruna vai levar o processo pra mim. Quando ela for fazer essa unha. Um bico de direito. Quando ela for pintar seu cabelo, né? Me reiguie sem dignidade e fui até a saída, acompanhada do meu amigo. A volta pra casa foi longa, desconfortável, quase existencial. Eu tava profundamente encomendado. Você tá com a pulseirinha do hospital até agora. Ah, eu tô!

É uma rave, se eu precisar voltar, se eu desmaiar na rua, eles vão saber quem eu sou. Olha que deprê. Idade, 40 anos e um mês. Ah, eles colocam um mês. Eles colocam, ó. 40, um mês. Triste pra caralho.

Cheguei em casa e fiz o que qualquer pessoa faria. Usei absolutamente todos os produtos de limpeza disponíveis. Sabonete, shampoo, talvez até coisas que não eram pra pele nem pra boca. Eu senti aquele cheiro e a sensação em todo o meu corpo. E foi isso, pessoal. Venho aqui falar que o chupacu é real e corre na boca miúda, que são muitos. Ah, boca miúda! Gente, mas será que... Eu já senti cheiro de cu, tipo assim.

Foi uma revelação? Você pensou muito? Fica com essa informação aí, gente, pra você. Eu já senti cheiro de cu.

Foi na rua, assim, de repente bateu uma brisa e você falou Meu Deus, o que é isso? O cheiro do cu dos outros é diferente do nosso cheiro do cu, né? De uma pessoa falando comigo, em balada, e eu senti o cheiro de... Sabe, eu senti cheiro de cu. Entendeu? Mas não é uma pessoa que eu tava beijando, mas eu senti cheiro de cu. Mas pode ser bafo também, bafo também. Não, não, não, acho que são coisas bem diferentes. Tem cheiro de bafo que tem cheiro de bosta, gente.

Não, mas daí não é cheiro de cu. O cheiro de cu é limpo. Mas se for um cu cu bosta? Um cu que não tá bem limpo? Um cu que não é higienizado, amor? Ai, que delícia. Vida longa e próspera é o caso bizarro. Amo cada um de vocês por fazerem meus dias e madrugadas como designer mais produtivos. ATT, Rock Lee. Quem termina com ATT? Rock Lee. Eu amei que agora surgiu um Lee. O Rock Lee. Grato. Segue em anexo. Rock Lee.

Rock Lee, a gente te ama. Eu senti muito... Inége, ótimo amigo você. Possessão no Colégio Luterano. Oi, Mabê, Chico e Fih. Meu nome é Dante. Acompanho o Modus desde o início e o caso desde que fazia parte do Modus.

Ficou meio, né? Acompanho o modus desde o início. E o caso desde que fazia parte do modus. No interior do Espírito Santo existe um internato luterano. Conhecido por ser bem rigoroso. Cheio de regras ridículas e preconceitos. Que nem deveriam ser aplicados no século atual. Não. Uau. Por exemplo. Meninas não podem usar shorts com mais de quatro dedos acima do joelho. Acima do joelho. Acima do joelho. Meninos devem manter os cabelos cortados. Não é permitido que rapazes usem brincos e piercings de qualquer tipo.

Até porque é coisa de boiola, né? E a regra mais mabefônica, mabefóbica de todas, não pode pintar o cabelo. De azul pode, de qualquer outra cor. De qualquer outra cor pode, de azul não. Eu seria queimada. Aquelas que acham que é a bruxa. Dado esse contexto, é que homens sempre tiveram medo de mulheres que… De mulheres podcasters que… Que têm cabelo azul e voam e são livres. E são livres e dançam e chupam cu. Chupam cu.

Dado esse contexto, é bom comentar que o diretor da escola, que também era pastor, era conhecido por ser um carrasco. Ele trancava você na sala dele e fazia você se arrepender de ter estudado lá. Tudo isso regado a homofobia, racismo e muita intolerância religiosa. Uau, que delícia! Que delícia!

E no meio de todo esse caos estava eu, uma gayzinha preta, favelada, bolsista, afrontosa e de cabelo azul. Puta, que susto! Eu vi bolsonarista em nome de bolsista. Eu sou. Uma gayzinha preta, de cabelo azul, bolsonarista. Afrontosa. Porra, Dante. E fã do filme Dark Horse. Porra, Dante. Estava no lugar certo, hein? Que dó. Dá pra adivinhar que eu tive um álbum gigantesco nas costas, né?

Certa manhã, durante uma reunião de alunos e tutores, minha turma começou a conversa acalorada sobre como éramos tratados por sermos calouros. Em certo momento, em meio às argumentações, dei uma olhada ao nosso redor. E ali, entre os alunos, como se fosse parte do grupo, havia um homem alto, usando roupas pretas e um chapéu. Sua pele era branca, tal qual o gesso das paredes, e os olhos negros estavam vidrados em mim. Ele olhou pra mim, sorriu, e eu fiquei inconsciente no meio de todo mundo.

Saí da sala carregado pelos meus colegas, direto pra enfermaria. Lá me deitaram em uma maca até que eu me recuperasse do susto e voltasse às minhas faculdades mentais. Eu amo a expressão faculdade. Eu também ia falar isso. Porque eu sempre quis fazer vestibular pras faculdades mentais. E passar nas faculdades mentais. Nunca passou nas faculdades mentais. Escrever na testa faculdades mentais, primeiro lugar. Eu fui, eu tava. Durante o dia, obviamente, fui assunto dos corredores. Todos queriam saber o que tinha acontecido comigo e por que eu tinha surtado.

Entre aspas, esse surtado, tá? E assim, seguiu até as aulas de tarde, onde as perguntas sobre mim viraram perguntas sobre uma outra colega de turma, a quem vou chamar de Larissa. De acordo com a fofoca, Larissa havia tirado uma selfie em seu quarto e na foto havia um porrão... Um borrão? Um borrão.

Um borrão... Um porrão... Caralho, Larissa. Um porrão... Um borrão que se assemelhava a um rosto masculino sorrindo. Rosto esse que era estranho aos outros, mas que naquele momento estava grudado na minha mente.

Com todo esse burburinho, o clima não poderia ficar pior. Após as aulas, eu, meu namorado na época… Nossa, tinha um namorado dentro desse lugar. Nossa, ele era muito resistente. Te amo, Dante. Eu, meu namorado da época e meu amigo Ed nos reunimos no dormitório para discutir o assunto. Esse triozinho devia aprontar, né? Aprontoso. Aprontosos. Ainda baqueado e nos braços do meu homem…

Aí eu amo o Dante, sério. Ouvi o relato de Ed, informando que Ana Cláudia, a aluna que clamava ser médio, disse ter visto uma aparição no pé da escada que levava ao dormitório feminino. E quando ele se pôs a descrever... Nossa, e quando ele se pôs a descrevê-lo, senti um frio percorrendo a minha espinha. Ele começou. No pé da escada, Ana disse que viu uma luz branca e de trás dessa luz branca, saiu.

Eu e ele terminamos a frase em unisono. Em uníssono. Unisono. Unisono. Unisono. Eu falei o quê? É uníssono. Se fuder. Que as lightings da unisono. Caralho, velho. Os meus dois olhos olharam pro olho do Chico. Eu e ele terminamos a frase em uníssono. Um homem branco de chapéu e capa preta. Tá, gritei aqui porque tá em caps, tá? Ao terminarmos a frase, o sinal para o jantar tocou.

César, César Realmente Nos aprontamos E fomos ao refetório

Para descobrir que Larissa, a menina da foto, havia desmaiado e estava na enfermaria. Assim como eu naquele dia pela manhã. Ah, bom, voltou pra história, né? Porque abriu 200 freios aqui. É, virou o Heated Broward. É, do nada. O Ed nos braços dele. Então, ali mesmo, decidimos. Seja lá qual fosse o demônio, ele precisava sair dali para termos paz finalmente. O demônio era o fascismo, amigo. O demônio era o preconceito que estava ali naquele lugar. É, era isso. Podcast da Erika Hilton.

O não da minha existência. Érica pode. Ah, eu amei o Érica pode. Eu também amei a Érica pode. Determinamos acabar com o mal. Reunimos um grupo de estudantes com crenças religiosas diversas e partimos para a enfermaria. Tô me sentindo na… Sabe aqueles plot de… É muito brandinha. É muito do Marcos Reis. É filme do Netflix. Sim. Aí a galera toda no colégio se juntando e fazendo uma… E um é macumbeiro. É, é. É espírita.

E vários conflitos morais acontecendo. Enfim. E eu nos braços do meu homem. E ele nos braços dos homens dele. E até aí, tudo bem.

A desgraça mesmo começou lá dentro. Durante esse círculo de oração, as luzes piscavam e o vento que vinha da janela assoprava forte, levantando as cortinas e derrubando as coisas da mesa. Ah lá, invocação do mal. Ao soltar as mãos do círculo para fechar a janela... Do currículo. Eu ia falar do currículo. Ao soltar as mãos do círculo para fechar a janela, uma garota, também chamada Ana, conta Ana, entrou em uma espécie de transe.

Pegou uma faca e levou em direção aos pulsos, sendo impedida no ato pelo meu namorado, que a agarrou por trás e tirou a faca da mão dela. Eu ia gritar assim, meu herói! Pro meu homem. Aí ele abre aqui um parênteses falando. Contextualizando, essa enfermarinha tinha um fogão e alguns utensílios de cozinha para que os alunos da área de saúde preparassem seus chás, insumos e comprimidos feitos de ervas. Ó. Uau.

É o Felipe andando de bike No minhocão à noite Ele passa nessa enfermaria Sempre gente andando de bike Depois disso a história se divide em dois pontos de vista Eu lembro de não ter me sentido muito bem E acabar me deitando em uma das macas Para descansar Sendo acordado por outra aluna Que me acolheu assim que acordei Ao me levantar havia um professor na porta Um pouco abalado que perguntou se eu estava bem Respondi que sim Um segundo

Rezamos um pai nosso para melhorar o clima. E por fim, o professor aconselhou que eu dormisse no quarto do meu namorado naquela noite. Assim eu fiz. Gente, como assim? Gente, que professor é esse? Que professor é esse nesse lugar horroroso? Ai, dorme lá no quarto dele. Usa camisinha, hein? Não vai aprontar. É que ele ia achar que era só amigo. É, né?

No outro dia, descobri o ponto de vista dos meus amigos. Ao passar mal, me deitei na maca. A luz começou a piscar sem parar e eu comecei a rir. Me perguntaram quem eu era. Eu, com uma voz que não era minha, respondi. Não sou ninguém que você conheça. Não te interessa, cara. Não te interessa, gay.

Uma amiga disse que ele deveria ir embora em nome de Cristo. Ao que a voz respondeu. Se eu for, pelo menos esse aqui eu vou levar. Se referindo a mim. Rapidamente o grupo fechou o círculo em volta de mim e começou a orar. Ao que a entidade começou a lutar contra. Sendo segurada nas mãos pelo meu namorado e nos pés por uma outra amiga. Que orava fervorosamente aos seus guias para que me trouxessem de volta. Então a entidade começou a lutar contra.

Isso, e todo mundo rezando. E aí foi o que o Chico falou, era um macumbeiro, era um… Exato. É tipo o Capitão Planeta das crenças. É o Zé de hoje das crenças. Exato, gostei. Nossa, eu super faria essa série. Eu também. Se fudeu, nós não vamos botar isso no ar e vamos roubar essa ideia. Vamos roubar essa ideia.

Em certo momento, durante essa oração, meus amigos relataram que eu tive um espasmo que me lançou em um salto de pelo menos uns 15 a 20 centímetros acima da maca. Me mantive no ar, estático, por um segundo. Mas pular 15 centímetros não é impressionante. Deu uma maca deitada, sim. Mas tá deitado na maca. Ah, é. Você deve estar macalhando. Não, mas enfim, achei que fosse 15 metros. Não, mas calma, ó. Em certo momento… Aí, ó.

me mantive no ar estático por um segundo e caí lentamente, como se planasse de volta à maca. Aí a barata voa, cara. Foi um negócio. Logo depois disso, eu acordei. E os relatos se convergem com o que eu me lembro e o que as pessoas se lembram.

No outro dia, fui convocada a uma reunião no auditório com todos os alunos. O diretor estava presente e tinha o objetivo de descreditar todas as alegações do que aconteceram no dia anterior. Ao questioná-lo, fui suspenso por uma semana, com a justificativa de estar perturbando a ordem e por desacatar as autoridades maiores do lugar.

Em uma reunião secreta via chamada de Watts, nós, alunos participantes do evento, escolhemos nos referir ao incidente como histeria coletiva e fingir que nada aconteceu para evitar retaliação. Porque além de suspenso, recebi uma ameaça de expulsão caso não ficasse esperto.

Dois anos depois, uma professora conhecida como a Mãezona do Internato me procurou para perguntar sobre esse ocorrido. De forma discreta, ela me perguntou se algo parecido havia acontecido novamente e eu, de pronto, neguei. Diz que aquela foi a única vez. Ela não soltou que naquela semana em que fui suspenso, o corpo docente se reuniu para discutir meio...

Meios de evitar um possível próximo evento com o diretor se prontificando a intervir espiritualmente se o caso fosse extremo. Vale lembrar que ele era pastor, então devia saber algo sobre lidar com entidades. É isso, até a próxima, beijos.

Gente, realmente dá uma série isso. Dá uma série. E o homem que, em vez de resolver, eles fazem uma reunião… Aham. No Teams. O que nós vamos fazer com essa pobre bolsista fudida? Galera, o que a gente vai fazer? Peraí que eu não tô conseguindo projetar aqui. Você tá mudo, pastor, você tá mudo.

pastor, isso ainda tá mudo pastor, liga a câmera ali naquele botãozinho da câmera, pastor é você de novo, cama quebrou, pau entrou mamãe tá do dó gente, esse nome é muito bom, tá? olha, esse nome, Thiago oi, Mabe, Chico e Porca Suja de Calcinha oiê

Me chamo Daniel e sou de Ribeirão das Neves, MG. Minas Gerais. Sim, é a cidade que a avó da Mabê conheceu seu marido. Olha aí! Ah, vem, Ribeirão das Neves! Ribeirão das Neves! Como se ela nunca tivesse ouvido as palavras Minas Gerais na vida dela. Ela olhou assim, do quê? Ela olhou e falou assim, eu não tenho avó. Eu não tenho avó. Não foi muito chocante, Ribeirão das Neves. Minha avó conheceu meu avô lá, na verdade. E quem mandou esse caso foi seu avô.

Gostaria de contar duas histórias bizarras que já aconteceram comigo. Ele já começa aqui, não sei se essa já é a primeira, tá? Eu e minha mãe somos pessoas sensitivas. Minha mãe é muito mais que eu. Uma das principais coisas que sempre acontece é minha mãe sonhar um dia antes com alguém que irá morrer. Caralho, eu morro de medo disso. Porque quando eu era criança, eu sonhei com a minha tia. Com os dentes, tudo podre. Já contei.

Eu amo essa história. E aí ela acordou. Quando eu acordei, ela tinha acabado de morrer.

Foi bad. Sonho com morte é um bagulho que me dá muita atenção. Uma das principais coisas que sempre acontece é a minha mãe sonhar um dia antes com alguém que irá morrer. Minha mãe tinha uma madrinha chamada Margarida um dia antes da sua morte, quando minha mãe tinha 10 anos, sonhou que estava indo visitar a sua madrinha, até que encontrou alguém mascarado e de roupa toda preta.

Mr. M, o paladino mascarado. O Zorro. Ai, sexy. Um dia... Hã? Ah, esse ser perguntou aonde ela ia. Ao que minha mãe respondeu sobre a visita que faria, a pessoa de preto respondeu tranquilamente. Ela morreu. Minha mãe acordou... Queria que o Fabão estivesse aqui nesse momento para falar a pessoa de... Preto? Preto.

Ela disse isso. O vilão veste o preto. Por que a pessoa de preto que respondeu que ela morreu? Engraçado. Engraçado, né? Fica aí a pergunta. Ah, você queria que o Fabão estivesse aqui? Queria. Ah, então tá. Entra, Fabão! Pode entrar, Fabão.

Me perdi, Chico. Ah, ela morreu, né? Tá. Minha mãe acordou assustada e contou pra todo mundo. Foram todos visitar a madrinha Margarida pela manhã, mas ela estava bem e viva. Porém, faleceu naquele dia mesmo. Ai, desculpa. Tava bem... Imagina! É muita energia na exisa. Morri! Não, mas imagina. Sonhei que a tia Margarida morreu, hein? Vamos todo mundo lá visitar ela. Aí chega lá, ela tá viva. Aí vai embora, ela morre. Porra, aí é foda, hein, Margarida?

Porém falecendo naquele mesmo dia. Tá. O outro acontecimento aconteceu quando eu já era nascido e tinha cerca de sete anos. Minha mãe tinha um tio chamado Geraldo.

Certa... Não com Caso Bizarro, é com Geraldo, né? Geraldo. Geraldo não tem nome de Caso Bizarro. Geraldo. Certa noite, ela sonhou que tinha duas vacas pretas correndo em direção à casa desse tio. Duas vacas o quê? Duas vacas o quê? Olha, a gente tá vendo um padrão aqui, tá? É, desgraça. A gente tá vendo um padrão aqui. Minha mãe... O que disse padrão? O que disse...

Minha mãe correu com o intuito de avisá-la, mas ao chegar, ela estava sentada na varanda de sua casa e deu uma risada falando. Minha querida, elas estão vindo me pegar, pois chegou a minha hora. Ah, eu amei a figura da vaca como a anticegonha.

Porque a cegonha te traz quando você nasce. E a vaca? A vaca te leva quando você morre. Segundo esse sonho só, né? Eu queria ser carreira. Então, mas eu tô adotando. Ah, tá. Eu tô criando a linda urbana. É uma mitologia. Uma vaca vem, te pega, você deita em cima dela. Uma vaca preta. Ela leva seu corpo cansado e humano. E não é uma só, são duas, tá? Boi, boi, boi. Elas vêm juntos. Boi, boi, boi, boi. Boi, boi, boi, boi. Boi, boi, boi, boi, boi. Pegue essa menina. Senhora idosa, madrinha Margarida, que tem medo de buceta.

Porque ela é hétero convicta, é isso? Ela é homofóbica. Ela é varoa. É, vocês estragaram a lenda urbana, obrigado. Mas é isso, vaca preta te pega quando você morre. Gostei. Uma dupla de vaca preta. Vou escrever esse texto. Gente, do nada apareceu um grinder aqui, como é que é? Minha mãe contou que meu...

Onde que tá, gente? Eu me perdi. Certa noite, sou eu que tinha duas vacas pretas correndo em direção à casa desse tio. Ah, tá. Minha querida, elas estão vindo me pegar, pois chegou a minha hora. Minha mãe contou pro meu pai e ele não acreditou nela. Mas no dia seguinte, o tio Geraldo morreu subitamente enquanto dormia. Então aí as vacas levaram mesmo o tio Geraldo. E não era a tia Margarida, a tia Margarida morreu... Que a vaca te leva. Ela tava bem, foi visitada e morreu a ver. Isso.

Põe todo mundo embora e ela morreu. Ela morreu. Ai, é tia que faz drama, né? Todo mundo tem uma tia velha. Ela fez tanto drama que ela morreu assim. Ah, tia Margarida. Aí, ele já contou as duas histórias. Aí ele vem agora. Agora, pra descontrair um pouco, gostaria de contar uma experiência pessoal. Então, são três em um. Você ouve uma história, você leva três aí em casa, ó. Eu tinha acabado de me mudar pro meu atual apartamento e sentia que tinha alguma coisa errada por lá. Como eu disse acima, eu sou sensitivo também.

Sendo assim, baixei o Gryder. É, gente, você é sensitivo, baixar o Gryder. Eu tava num bom... Não, ele sentiu que tinha uma coisa estranha. E sendo assim... Baixei o Gryder. Baixei o Gryder. O melhor uso de sendo assim. Dado... Melhor. Primeira coisa que a Marcia sensitiva faz quando chega numa casa. Ela baixa o Gryder.

Ai, gente, sendo assim... Sendo assim, baixei o Grindr. Pra ver o cardápio amarelo do novo bairro. Sendo assim. Eu não aguentei sendo assim. Depois disso, velho. Depois dessa frase. Eu nunca tinha sido passivo anteriormente.

Eu amei esse divo que ele vai colocando as frases. E a gente não sabe onde vai parar. Não vou ter a conexão nenhuma. Não sei. Nenhuma. Do nada, você já leu três coisas aqui que não tem... Agora a Pôqueria tinha margarida. Grindr passivo. Sou muito sensitivo. Logo, agachei e chupei o pedreiro. É, exato. Tudo ele consegue fazer uma ponte que não existe. São pontes invisíveis. Construa mais pontes, né? Pontes invisíveis.

É sobre construir mais pontes, gente, eu acho. Sendo assim, baixei o Grindr pra ver o cardápio amarelo do novo bairro. Eu nunca tinha sido passivo anteriormente, mas conheci um menino lindo. Que não podia perder a oportunidade. Eu também nunca fui passivo anteriormente.

anteriormente é muito bom, né? Nunca fui passivo anteriormente. Chamei ele pra minha casa e ainda continuava sentindo algo estranho. O menino realmente era lindo. Começamos a consumar o ato. Cara, mas sentir algo estranho não é sentir uma coisa entrando?

Não, vai. Anteriormente ele não tinha sentido. Não, ele tava sentindo uma coisa estranha. Lembra que daí sendo assim ele baixou o braço. Sendo assim, claro. Sendo assim ele foi ser passivo. Sendo assim ele foi ser passivo. Senti uma coisa estranha. Sendo assim, fui passivo. Sendo assim, sou passivo. Gente, eu tô sentindo uma coisa estranha. Tô achando que hoje eu acho que eu vou ser passivo. Acho que hoje eu vou ser, vá.

Passiva. Dá uma bela passivada hoje. Ela vai dar uma passivada na barata dela. Ele vai dar uma passivada na barata. Você desculpa, rapidamente. Você viu? Rapidamente. Rapidamente. Anteriormente. Anteriormente. Mas vocês viram… Chico, quer jogar um pingue-pongue aqui na mesa também? Fazer um…

Tá fazendo pouco barulho aqui. Desculpa, enganchou. Eu tô sem olho. Hoje não pode brigar com ele. Olha a cara do Ariel. Olha a cara do Ariel. Hoje não pode brigar com ele. Eu não tô conseguindo ver nada. Não pode brigar com ele hoje. Completamente descontrolado. A patria hoje não pode brigar porque ele já tá trabalhando enfermo. Ele vai passivar. Sendo assim. Sendo assim eu vou dar uma passivada no hospital.

Eu tava vendo um post, não sei se era perrengue chique, alguma coisa assim, que era uma menina que tava tweetando que tinha uma barata na casa dela. E daí eu pergunto, o que você vai fazer? Ela responde, ah, eu matei aqui, acho que vou fazer tal, não sei o que. Respondeu normal. Aí alguém tirou um print e falou assim, essa geração não vale nada. Essa geração vai ser destruída. É a morte, o que você vai fazer? Gente, o que você vai fazer? Tava na ponta da linha. Tava na ponta da linha. Sério, eu li aquilo, já fiquei.

na barata ah, eu matei ela aqui, agora eu vou tirar e vou colocar no liso que sem graça anticlimax ela vai dar uma passivada na barata dela tá, vamos voltar pro momento dele ser passivo e ele ainda continuava sentindo algo estranho o menino realmente era lindo aí eles começaram a acostumar ao ato até que tentamos iniciar aquilo

Aí aquilo fica aí pra... A disposição. Fica aí na cabeça de vocês, se vocês quiserem imaginar. Porque a gente não fala sobre isso aqui nesse podcast. É um podcast sério. Ele tentava de toda forma me acessar de maneira mais profunda. Assim, dizendo, mas não conseguia.

Me acessar de maneira mais profunda. Você já tem um novo apelido no Grindr. Me acessa de maneira profunda. Gente, quem aqui tá disposto a me acessar de maneira mais profunda? Quem gostaria? Gente, que lindo. Que lindo, né? Cogitas me acessar de maneira profunda. Eu acho que eu nunca acessei ninguém de maneira profunda.

Amiga, faz tempo que eu não acesso ninguém de maneira mais profunda. Mas em contrapartida, eu sou uma pessoa que é muito fácil de ser acessado. De ser acessível. De forma bem mais profunda. De ser acessível. Eu sou bem acessível. Acessível e profunda. Acessível e profunda. Que nem um boeiro. Eu sou muito acessível e profunda. Que nem um boeiro destapado na rua pra gente. Essa vai ser a minha… Acessível e profunda. Acessível e profunda.

No Grindr. Mas ele não conseguia. Acessar, é. Chegado e não… Cara, eu não consigo penetrar você, velho. Você é uma pessoa muito difícil de penetrar.

Nossa, tá falhando. Até que fui pra cima dele e tentei sentar. Nisso, a cama quebrou e o pau entrou. Ah, mano, o quê? Perfeito. Um dos pés estava solto da mudança... Mas que pau? Pé? O pau dele. Não, o pau. Tá escrito pau. Não, o pau entrou. Nisso, a cama quebrou e o pau entrou. Um dos pés estava solto da mudança e não tinha percebido. Eu senti uma dor tão grande que comecei a chorar. Ai, meu Deus, deve ter quebrado o pau.

Ah, não, ele que tá sentando. Ele que sentou, então. Mas eu fiquei com medo de ser um pau da cama, sabe? Tipo uma... Ah, sim, é, não, não. Quebrado, assim. Sim, credo. Credo. Até que o pau entrou e um dos pés tava sozado. Eu senti uma dor tão grande que comecei a chorar. Ele foi super fofo comigo. E fomos pra farmácia juntos comprar um remédio pra dor.

Ai, que o pau entrou de uma forma muito... Muito brusca. Ai, entendi. Ele acessou profundamente, muito rápido, sem uma... Um tipo de lubrificação. Exato. Ele foi super fofo comigo, eles foram pra farmácia, etc. Depois disso, viramos amigos e nunca mais fui passivo numa relação carnal. E nem nunca serei por esse trauma. Ah, depois disso, a sensação estranha de que tinha algo errado no meu AP sumiu. Acho que era algum fantasma que queria me ver mal mesmo.

Abraço e amos vocês. Ah, meu sonho é conhecer o Fih. Se é que me entendem. Acessível de maneira mais profunda. De maneira extremamente profunda. Manda foto acessível e profunda. Manda foto pra mim e pra Mabê. Não manda pro Fih que nós vamos te proxenetar. Decidi. Eles vão me... Vamos. Chama gatekeeping. Aceita, aceita?

Olá, Mabem, convidados. Me chamo Gustavo e tenho 26 anos. Vou contar a história de quando quase vendi minha alma, mas por uma seita bizarra. Tudo começou em 2010, quando um grupo foi fazer uma apresentação na minha escola. Era um grupo cristão que chegou prometendo um sorteio para as crianças.

Quem ganhasse podia realizar várias atividades no fim de semana. Tinha aula de música, teatro, karatê e outras atividades. Eu fui um dos sorteados e a dinâmica funcionava da seguinte forma. Eles passariam com uma van na porta da escola e levariam os sorteados para sua sede em Cotia. Obviamente, na inocência de uma criança, eu achei tudo isso máximo. Ia estar próximo de outras pessoas da minha idade e ainda teria acesso a atividades que, com certeza, minha família não ia conseguir bancar de outro jeito.

Eu notei que era um lugar muito cristão. As vestes eram bem específicas e até o dialeto deles era próprio. Passei aí todos os fins de semana. Muitos sorteados foram saindo, saindo e saindo, porque as famílias foram tirando eles de lá por conflitos religiosos. Quando fui socializando mais com os membros desse grupo, ouvia comentários questionáveis. Um dia, comentei que minha família era muito aberta e cada pessoa da minha casa tinha sua fé própria.

um dos membros comentou que seria necessário me tirar de casa o mais breve possível pra que eu fosse salvo. Fiquei confuso, mas relevei. Comecei a reparar muitos comentários e comportamentos preconceituosos. Preconceituoses. Preconceituoses, porque eles eram agêneres. São os arautes. Preconceito não tem gênero, gente. São os arautes do Evangelho. Do Evangelho. Do Evangelho.

Com base num conservadorismo bizarro. Por exemplo, um menino sorteado em outra escola tinha cabelo grande e tocava guitarra. Como um bom pré-adolescente metaleiro. Eles o convenceram a cortar seu cabelo e parar de tomar um instrumento do diabo. Ai, gente, eu amo tomar um instrumento do diabo. Tomar um instrumento do diabo. Eu amo quando o instrumento do diabo me acessa profundamente.

Comecei a abrir essa situação para minha família. E, obviamente, minha mãe ficou desesperada para me tirar desse grupo. Começou a pedir que eu não fosse mais e marcou outros compromissos no lugar para justificar minha falta nos próximos fins de semana. Durante todo esse período do curso, eu rezava o terço três vezes por dia. Andava cheio de imagem de santo e comecei a falar com o dialeto deles, totalmente influenciado, levando em consideração que tinha 11 anos.

Ah, que triste. É, amigo, eu sei que você falava Salve Maria. Você abria cada frase falando Salve Maria. Que bad. Após um período sem ir, voltei a frequentar porque sentia falta de estar com meus colegas. Nesse momento, já não rezava tantas vezes por dia. E diria que já tava mais mundano, uma palavra que eles usavam. Alguns dias depois que eu voltei, perdi uma partida num jogo deles e falei um palavrão. Fui duramente repreendido com palavras de que Deus não vai te perdoar por esse comentário. Mandei todo mundo se fuder.

É isso que a gente queria ouvir E nunca mais atendi as ligações Que faziam pra perguntar quando eu ia voltar a frequentar Arrasou Anos depois eu tava vendo Fantástico E fui impactado com uma matéria de denúncia sobre esse grupo A reportagem mostrava situação de abuso Lavagem cerebral e pais desesperados Nossa, que bad

Porque não viam seus filhos fazia anos. Lembrei de tudo que eu vivi nesse local, que não chegava a ser tão grave quanto o que era contado na matéria, mas estava andando para esse caminho. Hoje, uma vez ou outra, eu dou uma brincada com os meus pais de como eles foram irresponsáveis de me deixar ir sozinho nesse ambiente.

Com fundinho de verdade. P.S. Lembro que uma vez estava voltando para casa. Enquanto rezávamos o terço. E meu celular começou a tocar. O torso. O torso. Só que o toque era paparazzi da Lady Gaga. E a gente rezou praticamente o terço todo. Ao som de Mother Monster. Sinto que ela estava me salvando nesse dia. Com certeza.

Diaga te salvou, com certeza eu amei, vê o documentário a HBO tem um documentário sobre esse grupo aí, que não vamos falar o nome porque a gente não quer ser processado mas é bem bom, Arautes do Evangelho é babado esse sim, esse caso quero que todos eles se fodam

A repercussão é, quero que todos eles se fodam. Exatamente. Eu vou ler um aqui, rapidamente. Ah, volta a voz. Lorraine Warren. Oi, Mabê, Chique Fee. Gostaria... Na verdade, é o último caso, por isso que eu quis ler. Tá.

Gostaria de começar enaltecendo seu trabalho transformador no humor e no entretenimento. É por isso que ela queria ler, entendeu? Gente, eu não sabia que eu ia ser longeada. Essa frase é bem espontânea. Transformista no humor e no entretenimento. Você traz alegria pros meus dias, exceto nos dias que grava com o Chico e o Fih. Já que tenho maratonado o CBD desde o começo. Então não vai ter escutado esse, otário. No dia que leram seu caso, você não vai ouvir, otária.

O Chico é uma pessoa bem delicada, bem complicada. E merece perder um olho. E merece tudo de ruim, mas já andei conversando com a Vera Fischer e ela disse que vai resolver. Felipe Bortolotto é um homem que não dá pra ser acessado profundamente. Algo que tem muito mais a ver com a sua empávida personalidade. É pra poucos, é pra poucos. Ah é, né? Só pro centro de São Paulo estendido. Nossa.

Quem dera. Senta, só pode sentir. Bom, vamos lá. Sou David, sou de Curitiba, mas estou há um mês e uns quebrados, vivendo a vida a dois com o meu namorado em Florianópolis. Minha história começa em meados de 2015, tempo em que eu não tinha nenhum pudor referente ao mundo espiritual. Achei que era sexual. Nenhum pudor ao universo espiritual? Eu estava super engajada em explorar minha mediunidade. Uau!

Me considerava aspirante a Lorraine Warren, curitibana. Eu sempre fui cercado de amigos. E um deles... I'm very popular. Era Bolita, nome fictício. Bolita. Nossa. A gente tem que criar um prêmio para os melhores nomes fictícios, né? Bolita. Bolita.

Bolita costumava passar um dia sozinho em casa. E sempre que isso acontecia, reuníamos um grupo de amigos e passávamos esses dias juntos. Assistíamos séries, jogávamos videogame e nas horas vagas, mergulhávamos juntos em sessões mediúnicas. Com o passar do tempo... Claro, normal. Normal. Com o passar do tempo, os pais do Bolita começaram a brigar muito. Passaram a dormir em quartos separados. E quanto mais tempo passava, mais pesado ficava o ambiente e mais proeminentes eram as brigas.

Agora entra uma peça importante dessa nossa história. Bolita tem uma irmã dez anos mais nova. A Bolitinha. A Bolituxa. A Bolituxa. Ela sempre foi meio estranha. Tinha problema na fala, não tinha nenhum carisma que geralmente as crianças têm. Que horror! Nossa, era a Mabê? Problema na fala? Nenhum carisma pra apoiar a pessoa sem olho?

Era, de alguma forma, apagada. Ai, pesado. Pesado? Ai, bolita. Ai, bolita. Ai, bolitinha. A leitura que eu fazia dela era como se ela fosse cinza. Tadinha, sabe? Uma ausência de cor. Pior que eu entendo esse sentimento. Pesado.

Agora eu vou trazer o contexto de até onde minhas habilidades podiam ir na época. Quando eu segurava a mão de alguém, eu conseguia ver imagens nítidas de uma pessoa ou de algum familiar que precisava de ajuda. Ai, que poder legal! Ó, bonito!

Conseguia fazer leitura energética de um ambiente ou pessoa. E tinha uma intuição convicta do que estava acontecendo no ambiente. Até então, nunca tinha cruzado a linha do contato com espíritos. Até então. Passei a ver alguns padrões estranhos na irmã do Bolívar. Ah, ele foi na The Wiki. Ele começou a ver padrões estranhos. Comecei a ver padrões estranhos. Eu comecei no Posto 9, em Ipanema, e ver padrões estranhos.

Empurrar um balanço sozinha, enquanto conversava com ninguém. Mudança de feição do nada. Pegar uma tesoura e tentar golpear o bolita, gente. Isso não é nada sutil, assim. Foi de empurrar. Mudança de feição pra mim já é estranho. Porque ela troca de cara? Ela é a mística dos X-Men e isso é sutil? Gente, foi pra empurrar um balanço até atacar o seu irmão com uma tesoura. Deu, não escalou nada aí.

Saí de casa sozinha sem ninguém ver e voltar como se não conseguisse ficar longe da sua residência. Vendo tudo isso, eu decidi tentar entender de perto o que estava acontecendo naquela casa. E no final de semana em que o Bolita ficou sozinho, juntei uns amigos e fomos dormir na casa dele. Bolita perde toda… Sério? Não dá, né? Não dá, mano. Ninguém vai chorar pelo Bolita. Bolita morreu, foda-se. Eu quero que a irmã do Bolita enfie a tesoura nele, velho. Quem chama Bolita? Eu enfiei tesoura no Bolita. Eu também.

Já no primeiro dia, alguns amigos viram vultos. Eu mesmo fui fechar a porta do banheiro e alguma coisa segurou pra eu não conseguir fechar. Energias malignas me seguiam pela casa toda. Então, todos dormimos juntos no segundo andar da casa. De manhã, todas as portas e as sacadas abertas. Detalhes, tínhamos trancado tudo na noite anterior. Todo mundo com dores no corpo, um sinal claro de opressão. Ou de covid.

Então, quando anorteceu no segundo dia, pedi que os meus amigos apagassem todas as luzes de casa e saíssem para a rua, pois eu iria enfrentar de perto o que estava destruindo a família do Bolí. Gente, eu juro. Se eu falasse isso para os meus amigos... Gente, sai da casa. Que eu vou bater numa criança. Eu vou enfrentar esse mal. Ele está dizendo basicamente que ele vai bater numa criança. Sai daqui que eu vou bater numa criança. Eu vou enfrentar esse mal. Eu vou quebrar a cara dessa...

Gente, eu... Essa criança sem carisma, apática. Tem um homem que tá bem cinematográfico hoje os casos, né? Essa é a acadêmica. Comecei a minha ronda pela casa em busca de um contato com espíritos negativos. Pra identificá-los e depois mandá-los embora de alguma forma. O cômodo mais carregado era a sala de jantar. Que sempre estava tudo escuro e nunca era usado por ninguém. Subi nas escadas, senti alguém soprar em minha nuca. Fiquei todo arrepiado. Gente, eu vi cinco espíritos com meu olho espiritual.

E eles estavam usando a irmã do Bolita como âncora pra esse plano de existência. A estavam usando pra gerar briga e instalar o caos. Eram cinco parasitas. Eram humanos. Os umbandistas costumam chamar de Egun. Pra finalizar a história, eu sempre fui uma bicha da igreja. Com uma pitada de sensitividade. Do nada. Então depois disso, fique num segredo. Se eu baixei o Grindr. Se eu baixei o Grindr.

E dei match com os espíritos E fui ser passivo Então depois disso vi que não seria tão simples Tirá-los dela Ou eu só tava com preguiça mesmo de me dispor Para o outro lado

Depois da sessão Lorraine Warren, eu dei um abraço no meu amigo, desejei boa sorte e fui pra minha casa, kkk. E abandonei a mediunidade, já que a religião me assustou. Eu disse pra eles, não se tornem impuros procurando os que consultam os mortos, nem os que procuram adivinhar o futuro, pois vocês serão contaminados por eles.

De qualquer maneira, foda-se. Sou gay de qualquer forma. Já não faço quesito da religião mesmo. Amo você, Mabê. Desculpa a história não inconclusiva. Amo você, Mabê. Foda-se seus outros dois lixos.

Foda-se você que perdeu um olho pra estar aqui hoje. Juro. Gente, o que tá acontecendo? A história do que ele... Ele foi tirar o mal... Sendo assim, baixei o Grindr e sentei na cama. Não, ele levantou a mãozinha e falou assim... Sai todo mundo da casa que eu vou resolver. Que eu vou resolver. Aí ele voltou e falou... Ai, gente, ai... Ai, não vai dar. Tem um brigue, galera. Entra lá e morre. Ai, não vai dar, gente. Ai, tô tão pesadinha. Beijo.

Ai, eu tô cansadinha hoje. Ai, não vou ficar ajudando todo mundo também, né, gente? Eu sou gay. Eu sou gay. Gente, ele fez um rebuliço pra tirar todo mundo da casa. Pra limpar as energias. E hoje só teve gay com energia doida. Exato. Ó, os gays possuídos pela energia do cu. Foi o episódio gay possuída.

E olha quem trouxe, ó. E o próximo episódio que a gente vai gravar juntos… Essa brincar ou olha isso. Eu queria ter perdido o olho de verdade pra colocar um de vidro. Não, não fala isso. E entregar pra você, assim, no mesmo gravação. Você pode fazer isso na próxima gravação, a gente vai assustar igual. E a próxima gravação será…

Teatro e YouTube Dia 21 de junho E as pessoas não sabem, o Teatro e YouTube é o que fica na antiga Livraria Cultura, na Avenida Paulista Gente, a gente quer que seja papo de BTS no Brasil todo mundo lá fora falando

Marina Sena no Festival LED, que ninguém conseguiu entrar. A gente quer papo de assim, chegou lá, baixo Grindr. Baixo Grindr, sendo assim, baixo Grindr. A gente quer papo de entrou, sentiu energia estranha, baixo Grindr. A gente quer papo de me acessar profundamente. Papo de passivar profundamente. Mas eu ia falar aqui do tema, o tema a gente vai falar, vai ser junho. Então a gente vai falar sobre LGBT. Mais uma vez, olha aí.

Tamo aqui de novo, mais um mês. Porque se tem uma coisa que não tem nesse podcast, é caso de LGBT. Nunca. Hoje, por exemplo, nenhum. Tá faltando representatividade. Tá faltando um pouco, né? Só hétero pra cá, tudo pra lá. E falando em representatividade, agora é o quadro... Como eu não conto? Você me representa. Você me representa. Cada um vai falar que um... Indicações bizarras.

A gente vai falar o que a gente tem feito. O que você tem feito, Fih? Baixa o Grindr. Ó, eu queria indicar aqui um aplicativo muito bom. Amarelinho. Amarelinho, que quando você baixa… Eu vou começar indicando. Tá bom, começa indicando. Eu vou começar indicando. É uma série da Apple, que eu esqueci o nome. É Widow's Bay. O segredo de Widow's Bay. É uma ilha… Nossa.

Você viu o que aconteceu com ela? A energia tá pensada. Deveu um choque. Meu braço tá doendo. É uma ilha. E daí o cara, ele quer, tipo assim... Fazer... Trazer mais... Tipo assim. Ai, meu Deus. O cara quer tipo assim. Ai, quer tipo assim. Caralho, o microfone mergulhou na cara. Mano, mergulhou. Ô Ariel, tá quebrando o estúdio inteiro aqui.

Já manda boleto, tá? Eu vou ter que pagar uma multaça hoje. Uma multaça. Gente... Era bom ter faltado, Chico. Era melhor ter faltado. Olha, na próxima eu meto um atestado. O que acontece? É uma ilha que eles estão tentando fazer com que turistas visitem essa ilha, né? Pra, tipo, dar mais dinheiro, aquela coisa toda. E aí começa a acontecer várias coisas sobrenaturais, supernaturais. Oh my God!

Oh my god, this is so supernatural e é isso, é na Apple TV e a gente sabe que toda série na Apple TV é boa é, bem produzida mesmo

Acabou? Acabou. É só isso? Eu vou indicar três coisas. Uma série… Nossa! Ah, querida, que é… Um aplicativo e uma região do meu corpo. Pra você acessar profundamente. Pra você acessar profundamente. Não, a primeira é uma série da Netflix, que na verdade tá na segunda temporada. Ah tá, porque eu achei que fosse a minha. Não. Qual, qual? Agora eu quero indicar a sua. Eu quero saber qual é a sua que eu vou indicar. Qual a sua indicada? Não, eu vou…

É o Segredo de um Milhão de Dólares, tá na segunda temporada. Gente, eu viciei, tá? Viciei. É tipo The Traders, quem gosta da… É tipo um reality, né? É, um reality. The Traders. Eu amo The Traders. Então, e o Segredo de um Milhão de Dólares, você já viu? Que é o da maleta, que uma pessoa tem uma maleta com um milhão de dólares. É estilo The Traders, só que com outro tema, assim. É muito divertido. A segunda temporada tá muito boa, tem muitas, tipo assim, esquemas e planos. Tá bem legal, tá bem da hora.

Me entreti e engoli tudo de uma vez só. Já disse isso outras vezes. E dois álbuns que eu quero indicar a pornografia auditiva da Bia Soul. Que é uma cantora de funk. Além de esteticamente, o álbum está perfeito. Leva muito pra aquela época dos anos 2000. Que a galera via como ia ser o futuro, sabe? Sim. Bem Y2K, assim.

Chama Pornografia Auditiva, da funkeira Bia Soul. Tem várias participações legais. Tem a Nanda Tsunami, tem o Musão, tem uma galera. E indica um EP do Maui. Um EP que saiu recentemente do Maui, chama Muito Romântico. Tem quatro ou cinco músicas. E pra mim o Maui é um hitmaker. Ele só faz banger muito boas e muito viciantes. Então vale a pena.

A frase, pra mim, o Maui é um hitmaker, ele só faz banger. Me fez sentir que eu tive um avesseiro. Eu entendi, tipo, fazer ser. Eu fiquei pensando, será que foi o meu cérebro? Eu entendi o verbo fazer, assim. O Maui, pra mim, ele só faz banger. Bangers? Gente, é assim que velho se sente, né? Será que a Vera Fischer mordeu minha cabeça? Eu falando isso, eu me sinto Didi de pochete. Mas eu sigo falando. Só faz banger. Eu vou recomendar uma série também da Netflix, que chama Big Mistakes.

Ai eu amei essa série

Sabe o Dan Levi, o cara do Sheets Creek, a bichinha do Sheets Creek? Ela criou essa série nova que é tipo família disfuncional, ele é um pastor gay, ele tem uma irmã que é uma maluca. Maluca. Duas irmãs, né? Uma maluca e uma certinha. É a nerd que oprime todo mundo, a maluca, maluca. A mãe dele está concorrendo à prefeita da cidadezinha, que é a mãe mais opressora que eu já vi na minha vida. E a mãe dele está, tipo, a atriz que faz a mãe dele. Nossa senhora, que atuação boa. Cara, é uma delícia.

É a melhor série que eu vi nos últimos anos. Ah, calma. Que delícia. Mas fala uma melhor, então. É o Banger. É o Banger, Maui. É o Hitmaker. Maui só faz Banger. Você diria que é o Hitmaker que só faz Bang? Eu diria que só faz Bang. Não, calma. Só faz Mistakes. É que ele falou que é a melhor série que ele já viu nos últimos anos. E se foi a última que ele assistiu?

Ué, não, a última provavelmente é, mas a melhor E se eu nunca assisti nenhuma série na minha vida? Eu tô fascinado com esse conceito Gente, cada episódio tem meia hora E a história continua Chama um série, vocês já ouviram falar nisso? Não, é bem boa mesmo, é bem legal Fica aí, fácil de assistir demais Fácil, pra você e pra todo mundo

Gente, eu imagino que esse episódio Deva ter sido super tranquilo Foi, hein? Né? Foi super, né? Foi super Pra quem ouviu? Porque também vocês estão com a energia Uma com a voz lá embaixo O outro meio olho Eu sou o único que tô inteiro aqui Ou transformando o cérebro Uma dorinha só não faz verão Se ela não fazia podcast sozinho Eu faço Ela faz, ela faz Nossa, tá dizendo que eu não consigo fazer

Não consigo mesmo, eu preciso de você. Ah, que coisa linda. E de você, Chico. Qual outra mão que você soube? Ela tá abrindo o Tramal, serve. Ele tá abrindo o Grindr aí. Eu preciso de morfina. Ah, não, não é o Grindr, não. Então é isso. Vamos todo mundo abrir o Grindr agora? Vamos. Então, ó. Eu vou ter que baixar, porque eu nunca tive o Grindr. Aí teve uma vez um fã do Caso Bizarro que me parou no Grindr e foi horrível.

Ai, deve ter sido, né? Porque é meio estranho. Foi. Eu tô com… Gente, eu tô numa situação que eu tô usando o Grindr sem pagar. É horrível. É muito degradante, né? Nossa, tem três pessoas só. É. Então tá bom, gente. Um beijo. Ah, então… Valeu. Sendo assim… Sendo assim, obrigado. Beijo, tchau. Grindr, se quiser patrocinar esse episódio. Ah, o Grindr… Valeu. Gente, o Grindr podia muito patrocinar o Caso Bizarro.

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