Episódios de Caso Bizarro

COMPILADÃO Jornal Bizarro 21 a 31

20 de maio de 20261h57min
0:00 / 1:57:42

Juntamos as edições do Jornal Bizarro do 21 a 31. Todas já foram pro ar, mas fizemos esse compiladão aí para relembrar =)

Gostou? Comenta aí

Assuntos11
  • Acidente com elefanteMonstro do Lago Ness · Elefante · Circo · Escócia
  • Vodka para subornar gnomoGnomo · Vodka · Escócia · Reddit
  • Hóstia alucinógenaHóstia · Ergotismo · Itália · LSD
  • Máquinas de lavar em patrocínioMáquina de lavar humanos · Inteligência artificial · Japão
  • Propósito do CasamentoCasamento · Andrew Hellman · Facebook · TikTok
  • Diário de uma Bruxa: Separação e LutoFeitiço · Etsy · Casamento · Nova Jersey
  • Mulher corre descalça sobre LegosRecorde mundial · Legos · Nova Zelândia
  • Homem apanha de FofãoCarreta Furacão · Fofão · Paraná
  • Tamagotchi Vapor DyeTamagotchi · Cigarro eletrônico · Hackathon · Nova York
  • Turista rouba toalhas de espreguiçadeirasReserva de espreguiçadeiras · Chipre · Hotel
  • Nomes menos populares no BrasilIBGE · Censo 2022
Transcrição313 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Bem-vindos ao Jornal Bizarro. Hoje eu estou aqui com o Vitor Camejo. Olá! Olá! Tudo bom? Tudo bem! Estou feliz. Vamos fazer notícias? Vamos fazer notícias. As notícias, como sempre, bem tranquilinhas, bem normais. Vamos começar aqui com Extra Extra.

Com preguiça de tomar banho, Japão apresenta máquina de lavar humanos que limpa e seca você em 15 minutos. Então, ó, é bem… É bem… Como é que fala? Futurístico, né? O design vai estar aí na tela também, pra vocês verem. E se você estiver só ouvindo, é só ir lá no Casino Line Bizarro que você consegue ver a imagem. Vamos lá. Água e sabão é coisa do passado.

Não, pera, do passado não. Eles vão lavar a gente com o quê? Tá, peraí. Uma empresa japonesa está prestes a lançar uma cápsula de banho movida à inteligência artificial que promete uma experiência de banho futurista. A Science Co., fabricante japonesa de chuveiros lançou a Mirai Ningen Sentakuki.

Uma máquina de lavado futuro, né? Que limpa os usuários em apenas 15 minutos. Com a promessa de revolucionar a forma como tomamos banho, a máquina promete deixar as pessoas mais limpas do que jamais estiveram. Gente, mas… Fale por você, meu amigo. Fale por você. Você entra numa cápsula transparente que enche até a metade com água morna. Gente, imagina…

Que desperto, ser fechado numa máquina. Isso dá merda. Pra quem tem claustrofobia, o negócio aí. Jatos de água de alta velocidade liberam bolhas microscópicas que estouram ao entrar em contato com a pele, removendo sujeiras e impurezas. Eita! A tecnologia monitora seus sinais vitais e ajusta a temperatura e a pressão pra maior conforto. A máquina também se concentra no bem-estar mental. Ela analisa seu estado emocional e projeta imagens no interior da cápsula pra acalmar e relaxar o usuário.

Mas galera, não é só um ofuru? Não é bom botar só um ofuru? Tomarias esse banho, Vitor? Tomaria uma vez aí pra ver como é. Aquela brincadeira. Só pra ver. No Airbnb tem. Vamos usar pra ver. Mas pô, tá igual aquela lavadora, lava-louça do TikTok que ficou famosa lá.

Gente, eu fiquei viciada na lava-louça. Na lava-louça. Ficar vendo os vídeos, né. Ninguém me convence que isso aí não sai bem. Alguém vai falar assim, não, mas tem que tomar um pré-banho primeiro. É, tem que passar uma buchinha. É, não. Eu esqueci de falar, a notícia é do NDTV. E é bem atual, de setembro, setembro não, de agosto de 2025.

A próxima história é do Boing Boing, julho de 2024. E são tudo… Eu sempre falo pro Tiago, que é o roteirista, né? Pega esse site de notícia bizarro, sabe? Que é só coisa gringa, que é tudo bizarro. É coisa esquisita.

E ó, homem desesperado busca por vodka pra subornar um gnome e recuperar acesso ao Wi-Fi. Próximo episódio do Só no Brasil aí. Um homem de origem eslava, residente de Edimburgo, na Escócia, fez uma postagem bastante peculiar no Reddit.

Romo Lizard, como é conhecido na rede, precisa de uma marca específica de vodka para satisfazer seu Domovoi, um gnomo da família. Sou um pagão russo-eslavo e o meu gnomo me seguiu quando me mudei para a Escócia. Eu não sabia que ele podia viajar de avião, então não fiz um ritual de boas-vindas como mandaria tradição. E agora ele está bravo comigo. Por isso, meu Wi-Fi não funciona mais e eu preciso desesperadamente dele para procurar emprego.

E a obra do Domovoi, tenho certeza. Não importa o que eu faça para tentar consertar minha rede, nada adianta.

Desesperado, liguei para minha mãe para perguntar o que fazer quando se deixa o gnomo da família bravo. E ela disse para dar um pouco de vodka para ele. Só que ela citou uma marca de bebida russa. E eu moro na Escócia. Eu já fui a todas as lojas da minha região e como era de se imaginar, eles não têm essa marca.

Minha mãe disse que ele só gosta daquela vodka específica. As outras não caem bem pro gnomo. Ah, mas que gnomo besta! É chique, é chique. Ou seja, olha, eu já tomei roscoffee na minha... Eu tomei Natasha, gnomo. Natasha. Pô, tirava até a garrafa de plástico. Pô, pingava na unha, ficava áspera tua unha. É, preciso muito do seu wi-fi. Junto com a postagem, ele compartilhou uma foto da marca específica de vodka. Gente, eu jamais vou conseguir falar o nome, se você quiser tentar.

Meu Deus! Tipo assim... Não é nem... Não tem nada. Não tem nada. É um R ao contrário, TB. Near TB. E é tipo, depois é 03 EP. É... O Z é... O 3 é o Z.

É OZ. Cadê? Deixa eu mostrar pra mim. Deixa eu ver. Deixa eu tentar. Vai. Vamos ter uma tradução simultânea aqui. Esse aqui é um... Pô, o Bzinho eu não sei. O que é o Bzinho que me pegou. É um P, um R... É P... E aí, OZer. OZer. Piozer. É, OZer. Eu não sei.

Se alguém souber, gente, a imagem tá aí Se alguém souber, conta pra gente O nome da vodka E até o fechamento da matéria Não se teve Não se teve uma resposta Se ele de fato conseguiu Comprar, achar a vodka Não é que gnomo pista, velho Esse gnomo tem que se botar no lugar dele, cara

Não, ele tirou o Wi-Fi, né? Ele realmente prejudicou onde que o cara não vai poder pedir emprego. Como é que pode usar delivery pro gnomo sem Wi-Fi? Exato, não tem como. Então, eu até ia perguntar, né? O que você faria nesse caso? Mas eu não sei nem o que perguntar. O que você faria se você tivesse um gnomo? O que você faria se o teu gnomo não precisasse de vodka? Esse gnomo, ele tá me dando problema já desde o início, pô. O cara vem me pedir. Falei, gnomo, eu sou evangélico, gnomo.

Será que se ele se converte E vira evangélico o gnomo some? O gnomo some? Ou será que se você é evangélico Você não pode ter wi-fi se você tiver um gnomo? E tudo isso Porque não é que o gnomo só quer uma vodka O gnomo ficou bravo porque ele não deu boas-vindas pra ele Porque ele não sabia Que o gnomo podia andar de avião Então faltou um pouco da comunicação Entre o gnomo e ele Pra ele explicar Olha, você tá indo se mudar na Escócia E aí

E eu posso ir no avião. Então, quando eu chegar lá, você faz uma festa de boas-vindas. Você denuncia esse gnomo pra imigração, meu amigo. Fala que tem um ilegal ali na tua casa. E manda os caras sentarem a porrada nesse gnomo. Meu Deus, olha, vai ter que ser. Não vai ter jeito. Não vai ter jeito. E foi isso. Maravilhoso. Essas foram as nossas notícias. Esse foi o nosso Jornal Bizarro. Se você ainda não ouviu, teve episódio com o Victor.

Saiu na segunda-feira. Que a gente falou sobre casa. Teve de tudo, né? Teve casa assombrada. Teve saco de cocô. Teve saco de cocô.

Teve um Calzone Teve perseguição de terror real Policial Verdade, teve de tudo episódio A saga do Calzone é minha favorita Até a próxima gente, tchau

Sejam bem-vindos a mais um Jornal Bizarro. Hoje eu estou aqui com o Mare. Oiê! Se você não ouviu o nosso episódio, que saiu na segunda-feira, vai lá ouvir. Olha, teve de tudo, né? Teve de tudo? Teve muitos casos, teve assim, fantasma. Viagem com fantasma, entendeu? Teve baú. Gente, essa história é absolutamente maravilhosa. Teve maionese verde. Maionese verde!

Simplesmente vão lá ouvir se vocês ainda não assistiram. E bom, vamos começar o nosso jornal. Vamos lá, a primeira notícia. Noiva gasta 11 libras pra contratar bruxa da Etsy pra parar a chuva no dia do casamento. E afirma que realmente funciona.

Vamos lá. Gente, é o cacique cobra coral deles? É deles, é. É do isso. Por What's the Jam, de agosto de 2025, bem atual. Uma noiva contratou uma bruxa pra banir um mau tempo e afirma que isso transformou a previsão de chuva pro seu casamento num sol perfeito. Gente, é literalmente a cacique coral da Inglaterra, eu acho. Mas assim, é só 11 libras? Só 11 libras. Vamos ver, né? Se isso aqui...

Nicole Wallet estava tão desesperada pra evitar uma chuva torrencial em seu grande dia que recorreu a uma fonte em comum e afirma que o truque funcionou. A jovem de 27, de 29 anos e seu noivo Reed, de 28, esperavam 400 convidados pra um casamento luxuoso. Gente, mas um casamento luxuoso não podia ter colocado no verão aquela. Se bem que é ela na Inglaterra, né? É, mas assim, sempre chove lá. É, não tem nem como ser fugida.

É, mas a previsão do tempo parecia sombria. Por apenas 11,30 libras, a feiticeira que oferece seus serviços no Etsy lançou um feitiço para manter os céus limpos. Desde o momento em que escolhemos uma data em julho, eu sabia que o clima poderia ser um fator. Disse Nicole, a What's the Jam.

Eu verifiquei a previsão obsessivamente durante meses e isso me deixava louca. Acabei decidindo investir na bruxa do Etsy. Eu encontrei através do TikTok e das avaliações que as pessoas estavam postando. Não havia garantias, claro, mas não me importei. Não foi uma despesa enorme e eu queria fazer tudo o que eu pudesse para garantir que o dia fosse como eu imaginava, mesmo que parecesse um pouco louco para algumas pessoas.

A Nicole contatou a bruxa do Edson no dia 29 de maio e forneceu seu nome, data de nascimento e detalhes do que ela queria que o feitiço alcançasse. Ao fazer o pedido do feitiço personalizado, ela disse Por favor, lance um feitiço para que o fim de semana do meu casamento seja de tempo bom, sem chuva. Dia 4 e 5 de julho de 2025. Obrigada. É, a bruxa começou a trabalhar.

Foi sustentável. A bruxa começou a trabalhar, mas avisou que poderia levar até quatro semanas para se manifestar completamente. Apenas um dia antes do casamento, as coisas ainda pareciam sombrias, com aplicativos de previsão do tempo alertando sobre pancadas de chuva. Mas quase da noite para o dia, tudo mudou. Quando os convidados começaram a chegar para a festa de boas-vindas do casal no jardim da família da Nicole, não havia previsão de chuva.

Na manhã seguinte, o céu ainda estava completamente limpo, em Livingston, Nova Jersey.

Pera, então… Na Inglaterra? É, eu achei que era Livingston. É, é nos Estados… Não, pera. É nos Estados Unidos mesmo. Gente, eu tava… Mas que estranho falar em Libras, né? É, essas são o jornal. Essas são o jornal. É, o jornal, provavelmente. Então, no amanhã seguinte, o céu ainda tava completamente limpo, ali em Livingston, New Jersey, com a rádio local declarando que dia 4 e 5 de julho seriam, tipo, dois dos melhores dias climáticos do ano. Chocada.

Ela acrescentou, eu acredito, eu confiei totalmente na bruxa do Edson. Pode parecer louca, mas eu contei pra todo mundo sobre ela. O clima de sexta-feira estava perfeito, ensolarado, 26 graus, sem uma nuvem no céu e com a brisa na medida certa. Estou muito feliz por isso.

Muitas pessoas entraram em contato pedindo informações sobre ela. Se eu sei que fez diferença, não sei. Mas foi bom acreditar em algo. Eu sabia que tinha feito tudo o que podia. E se não funcionasse, não funcionaria. Mas funcionou. Tinha só 11 libras? Gente, 11 libras. Mas achei…

Super ok. Tu bem que 11 libras é tipo um milhão de reais. Mas quando você ganha em Libra? Exato, né? Então assim, tá tudo tranquilo. Ah, eu acredito. Eu faria também. A gente tem a grande instituição brasileira Cacique Cobra Coral. Total. E eles são, meu, é muito surreal a história dele. Até por casamento da Kate e do Crispy Harry, eles foram contratados. Eles foram contratados.

Olha, isso foi icônico, gente. E outra história é, turista britânico rouba toalhas de donos de espreguiçadeiras a uma e meia da manhã. Vamos lá. Um turista britânico foi flagrado por uma câmera roubando descaradamente toalhas de pessoas que estavam reservando espreguiçadeiras nas primeiras horas da manhã. Samantha Cooper estava aproveitando suas semanas de férias ao sol com a sua família quando se cansou da correria diária pra encontrar, pra procurar um local com piscina.

Apesar da regra rígida do hotel proibir que as toalhas sejam colocadas antes das nove, a mãe diz que todas as manhãs era uma luta para conseguir uma espreguiçadeira. E não demorou para que ela descobrisse o porquê. Da sacada, um homem de 40 anos avistou os criminosos, chegando sorrateiramente uma e meia da manhã para pegar camas que eles não usariam até a tarde seguinte.

No quinto dia, a mãe de Manchester já tinha visto o suficiente. Ela caminhou até a piscina e tirou as toalhas, liberando as camas para os nadadores e banhistas, que realmente as usariam. Para ser justo, eles mereciam. Toda manhã era uma luta. E o hotel disse que tinha regras de ninguém colocar toalha antes das nove da manhã, só que ninguém se importou. Minha mãe percebeu que eles estavam colocando toalhas na varanda dela às uma e meia da manhã.

Ficamos incomodados porque as pessoas que estavam fazendo isso só se sentaram ao redor da piscina mais tarde. Fiquei feliz que a luz tenha tirado para que outras pessoas tivessem a chance de conseguir uma cama quando quisessem sentar ao redor da piscina pela manhã.

Ellie, que estava de férias no Chipre com a mãe, disse que estava feliz que a mudança deu a outros turistas oportunidade de pegar uma cama pro mergulho matinal tomar sol. Gente, meu Deus do céu! É que os caras da 1h30 da manhã foram mente de titânio, né? Não, eles eram muito mente de titânio. Aí ela foi lá e roubou! Exato! Ela tirou os toalhos e falou, não, não, não, ninguém vai reservar isso aqui. Que não, amor! Gente, inclusive eu achei isso icônico. Ah, é. Acho que a próxima vez que eu for, eu vou sair 1h30 da manhã.

Isso é muito foda quando você vai num cara que não tem muita espreguiçadeira, não tem muita opção. Porque é isso, você acorda um pouquinho mais tarde, você vai tomar um café, na hora que você volta, acabou. Não tem, não tem lugar. E eu também acho sacanagem a pessoa que deixa reservado e não usa. É. Tipo, fica horas fora. É que assim, né, eles reservaram a uma e meia da manhã, fora das regras, ok. Exato. Só que aí eles falaram assim, bom…

Já tá reservado. E quem é que vai ver antes? Exato. Porque os funcionários vão chegar, assim, lá, umas oito da manhã. Ninguém olha pra isso. Aí eles vão olhar e falar, nossa, deixaram antes. Vamos lá ver se tem gente que deixou antes a toalha. Não, isso não vai acontecer. Olha, eu achei diva. Adorei. Eu achei um bom roubo. Eu roubaria também. É, e ela foi sorrateira. E ela foi sorrateira. Ficou de olho da varanda. E ela quis ajudar as pessoas que estavam ali.

Na verdade, ele, né. Ele quis ajudar as pessoas que estavam ali. Uma boa alma. É.

Eu, assim, pra mim, 10x10. Quem você seria? Eu acho que eu seria a pessoa que tiraria as toalhas pra galera afogada aqui e deixar horas ali. Eu também. Sabe? Ah, tipo, que absurdo, gente. A gente tá trabalhando muito sério de uma coisa. Não, mas assim, imagina. Você vai uma e meia da manhã, você invade o lugar. É. Gente, pra você descer ali, sério. Ah, é absurdo. O ser humano. É absurdo. Ele vai longe demais. Exatamente.

A galera pensa em muitas coisas. Vai em muitas coisas. Bom, mas esses foram os jornais bizarros de hoje, as notícias bizarras. Espero que vocês tenham gostado, eu adorei. Também. E até a próxima. Tchau. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você.

Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que, de fato, somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais. Em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.

Olá, sejam bem-vindos a mais um Jornal Bizarro. E hoje eu estou aqui com Lela Brandão. Estou muito animada. Se você ainda não assistiu o nosso outro episódio, né, Lela? Tem que voltar. Que teve muita coisa, né? Muitos animais. Teve macaco bugio. Sim. Teve pão com manteiga. Cobra coral. Teve cobra coral.

Mentiras. Teve o que mais? Gato voer. É, tá assim, tá bem especial. O bicho pegou. Literalmente. Não dá, gente. Tem que ouvir. E bom, hoje nós estamos aqui no nosso jornal. A gente só traz notícias extremamente reais. Tô muito animada. Extremamente importantes.

E a gente tem aqui uma notícia de 2006, que é... Monstro do Lago Ness era, na verdade, um elefante. Diz especialista. Então, vamos lá. Tá. Vai. Um paleontologista britânico acredita ter finalmente desvendado o mistério do Monstro do Lago Ness. Neil Clark, curador do Hunterium Museum, da Universidade de Glasgow, na Escócia, passou dois anos investigando o mito.

Ele concluiu que o lendário monstro pode ter sido, na verdade, um inteligente golpe de marketing tramado por um dono de circo.

Seu estudo sobre o assunto foi publicado na revista Society Journal da Open University. É um negócio sério, eu achei que era uma coisa de zoeira, tá? É um negócio sério. Em 1933, ano em que o monstro foi avistado pela primeira vez em tempos modernos, o empresário Bertrand Mills teria se inspirado ao ver um dos seus elefantes tomando banho no lago.

Mills ofereceu 35 mil libras, mais de 250 mil reais em valores atuais, a quem conseguisse capturar o monstro para o seu circo em Londres. O paleontólogo Neil Clark construiu sua reputação após descobrir uma pegada de dinossauro deixada na ilha de Sky há 165 milhões de anos.

O pesquisador argumenta que a maioria dos relatos de pessoas que viram o monstro começaram a circular após a construção de uma estrada que permitia acesso à margem oeste do lago. E a maioria desses relatos, fotografias e vídeos do monstro podem ser explicados como ondas, troncos, flutuantes ou falsificações. Mas há um número pequeno de depoimento de pessoas que dizem ter visto uma criatura de cor cinza, com pescoço longo e cor covas.

E pelos estudos dele, essas criaturas seriam elefantes, que pertenciam aos circos que visitaram a região naquele período. Segundo ele, as companhias paravam às margens do Lago Ness para dar descanso aos animais, antes de chegar à cidade escocesa de Inverness.

Quando os animais iam nadar, apenas o tronco e duas corcovas podiam ser vistas de longe. A primeira corcova seria o topo da cabeça e a segunda a parte traseira do animal. Pra Clark, não é surpresa nenhuma que Mills tenha oferecido uma recompensa pra quem capturasse o monstro pro seu circo. O empresário já tinha um monstro na sua companhia. Apesar dessas e outras tentativas de esclarecimento, a lenda continua. Pois em 2005, quatro pessoas disseram ter visto o monstro do Lago Ness.

Não gostei dessa história, ele estragou a magia. Não gostei dessa explicação. Não gostei. Essa explicação do elefante, gente, deu pra mim. É comprovado esse negócio que tinha o circo dos 35 mil libras? Eu queria muito saber, sabia, se essa história é real. Porque assim, ele colocou esse estudo, mas assim, com base em quê? Porque é uma criatura cinza? Não, e eu achei péssimo esse argumento assim.

Ah, e as pessoas começaram a ver só depois que construiu a estrada. Sim, mas é porque antes não passava pra falar. Como é que ela ia ver? Como é que ela ia ver? Não, também não gostei. Você acredita no Mostro do Lago Ness? Eu acredito. Eu gosto de acreditar também. Eu com certeza acredito. E pra mim é um...

foi um dinossauro ali da época, entendeu? Que ficou lá. Que ficou lá, ele ficou mais tempo. Eu acho também. Um dinossauro mais próximo da gente. Gente, a gente recentemente aí descobriu a pegada de dinossauro aqui no Brasil. Eu não entendi qual era a relação que ele achou a pegada de dinossauro. É porque ele, tipo, ficou famoso com isso e aí meio que... O do circo? Não, não, o paleontólogo. E aí acho que, tipo, ele começou a ser...

Porque acho que tem isso também, né. Como ele descobriu isso, daí a galera falou, tipo, ah, não, dá pra confiar nele. Ah, entendi. Foi uma coisa de autoridade. É, que ele tem uma autoridade. Mas eu refuto essa ideia, entendeu? Não gostei. E olha, vai pesquisar outra coisa. Ah, eu, hein. Que coisa! Qual é a relevância se o Moço do Lagunés era…

Sabe? Eu acho que tem que tentar descobrir quem era. É, eu acho que tem que divulgar. Quando confirmar, assim, pesquisa, confirma que o bolso do agonês. Se for pra desconfirmar, deixa a gente sonhar um pouco. Desconfirmar aqui, no caso bizarro, não. Não. A próxima notícia é… Eu amo contra a ciência. Contra a ciência.

Aqui no Caso Bizarro, a gente é contra esse... Que horror. O próximo caso é... Mulher entra no Guinness Book por correr descalça sobre Legos. Então, se você achar que... Meu Deus! Nada, que você nunca vai poder entrar no Guinness Book, Lela. Você já tá descobrindo aqui que pode acontecer. Nesse caso, vou seguir sem entrar. Meu Deus do céu. Uma mãe neozelandesa quebrou o recorde mundial ao correr em uma pista feita de Lego. E pior, descalça.

Gabrielle Wall bateu o recorde mundial do Guinness pela corrida mais rápida de 100 metros descalça sobre peças da Lego em janeiro deste ano. Mas só agora o seu feito viralizou, acumulando 9 milhões de visualizações depois que o Guinness Records publicou sua façanha no Instagram. Muitos usuários na rede social comentaram na postagem. Não há treinamento profissional pra isso. Apenas anos de idas ao banheiro à meia-noite, desviando de minas terrestres de Lego deixadas por seus filhos, escreveu uma seguidora.

Só precisamos de duas ou três crianças com toneladas de Lego em casa. Acrescentou uma outra seguidora. Outros, provavelmente, pessoas sem filhos que não passam por esses perrengues, se mostraram confusos. Por que alguém faria isso? Por que alguém se sujeitaria a isso? A prova de que as mães fazem qualquer coisa por um dia de folga.

Esse argumento é muito bom. Eu gostei, eu tava pensando exatamente isso. E aí, quando veio esse argumento, me quebrou. Uau, mãe de dois filhos, correu os 100 metros em 24 segundos. E explicou que esse era um dos itens da lista de desejos que ela escreveu. Depois de sofrer um grave problema de saúde que teve em 2022. Gente, mas que desejo específico, né? Muito específico, eu quero correr 24 segundos. Ah, não, o desejo deve ter sido entrar pro Guinness. É, deve ser, né? Tipo fazer uma coisa diferente, né? É.

É, eu, por exemplo, nunca fiz nada assim, tão interessante. O que você faria pra entrar no Guinness? Cara, eu amei a ideia de correr em Lego. Só que, meu, correr em Lego descalço deve doer, né? Não, não, não me presta isso, não. Nossa, acho que… Eu não sei o que eu faria pra entrar no Guinness, meu Deus. Não sei do que eu sou capaz também. Talvez gravar o episódio mais longo de podcast do mundo. Qual será que é? Deve ter, né? Deve ter, nossa. Nossa, eu conheci um menino agora, numa viagem que eu fiz, que ele é streamer.

E aí, ele é streamer de jogos. E aí, ele tava contando que as pessoas davam dinheiro correspondente a quantas horas mais que ele ia ficar ao vivo. E aí, ele ficou uma coisa assim, cinco dias. Que isso! E ele falou, é normal, é normal. Aí eu falei, mas você dormia? Dormia com a câmera ligada, acordada.

Ai, tem a mina que faz o stream dela dormindo. Meu Deus. Que ela parece que ela tira, tipo, cento… Como era? Trinta mil por mês. Que isso? Só dormindo? Só dormindo. Gente, ela só liga na hora que tá dormindo, as pessoas veem ela dormindo. Deus me livre, gente. Gente, assim, eu acho, principalmente porque eu sou sonâmbula, eu acordo, eu falo. Imagina, eu ia virar um meme. Assustador. Virar muita coisa. Jamais, jamais. Eu acho que eu bateria o… Falando em dormir, acho que eu bateria o recorde de mais horas dormidas.

Mais horas doce. Menina, se me deixar, eu vou. Você não tem noção. Você já foi quanto, assim? Ó, semana passada dormi 15 horas, de sábado pra domingo. Que isso! Meu Deus, mas você faz uma coisa muito… Tipo, no dia anterior, assim, uma corrida? Não, assim… Eu tenho fibromialgia, né? Que também dá essa coisa da fadiga crônica. E não sei se isso ajuda. E eu também, antes de dormir, eu faço tratamento com CBD. Pra eu conseguir dormir. Eu não sei se isso também ajuda.

Ai, que delícia, gente. Menina, se você não falar, dorme. Aqui, ó, eu tô dormindo. Você tá dormindo. Não, eu durmo só seis horas por noite. Seis horas? Não, eu não sou capaz. Não consigo dormir mais do que seis horas. Não, eu não consigo dormir menos de oito. Agora, tipo, às vezes tem final de semana ou alguma coisa assim. Tipo, ah, não vou fazer nada. Daí eu fico, tipo, às vezes nem dormindo. Uma coisa que eu faço muito…

Tipo, mesmo não dormindo seis horas, eu não fico só seis horas na cama. Tipo, às vezes eu vou pra cama antes. E eu fico descansando, relaxando. Às vezes eu medito, eu faço várias coisas que relaxam o meu corpo. Eu acho chique que medita antes de dormir. Eu tento, eu consigo meditar mais durante o dia. Mas às vezes, à noite eu faço.

Porque isso já me ajuda a relaxar, sabe? Tipo assim, porque eu realmente tenho… Eu sempre tive insônia, dificuldade pra dormir. Mas eu aprendi, tipo assim, tá, então se eu não vou dormir pelo menos eu vou tentar fazer alguma coisa que me acalma. Porque eu sou muito viciada em jogar joguinho também. Então eu fico no celular, aí eu falo assim Ah, então eu vou jogar um joguinho relaxante. Mas você dorme no celular perto? Dorme, dorme no celular, não consigo. Não, não, não, não.

Eu acho muito chique quem dorme com o celular longe. Não aprendi isso ainda. Faz anos que eu não durmo com o celular perto. Mas mesmo assim, eu sou muito noturna. Muito. Tipo assim, de manhã eu tô me arrastando. Meia noite, tô a milhão, assim. Só que é isso. Esse ano eu coloquei como meta dormir pelo menos oito horas todos os dias. Menina, eu não fiquei doente até hoje, sabia? É tudo. Por que que eu não fiquei?

Mas eu vi o quanto que isso mudou Meu humor, minha saúde Isso é um luxo, tá? Eu acho o maior luxo do mundo Que é óbvio que não é todo mundo que pode Mas como eu tenho esse privilégio, estou usando Eu também, eu fiz até isso pela saúde também Porque como eu tenho muita dificuldade de dormir Eu acordo muito durante o dia Eu falei, tá, então, durante a noite, né? Eu falei, tá, então se eu não vou dormir Tipo, mais do que seis horas

Tem noite que eu durmo cinco horas, tal. Eu falo assim, pelo menos eu vou ficar na cama, sabe? Então… Isso me dá um consolo também, quando eu não consigo dormir e ficar desesperada. Eu falo, não, mas eu tô descansando, tô deitada no horizontal. E assim, se eu não tenho nada importante no dia, eu… Eu acordo, geralmente eu acordo seis ou sete da manhã. Eu me forço a ficar pelo menos uma hora sem fazer nada.

Então, tipo assim, nessa hora eu posso assistir coisa, posso ler livro. Mas eu não quero, tipo, trabalhar, sabe? Eu me forço a não trabalhar antes das 8. Então, isso é um outro privilégio que eu botei em prática esse ano. Esse ano não, ano passado. Que foi começar a trabalhar uma hora e meia depois que eu acordo.

E aí, eu tomo café com calma. Eu também acordo lá pelas sete, seis e meia, sete. Mas eu começo a trabalhar, assim, entrar no pique do trabalho, oito e meia, por aí. E aí, eu só marco reunião a partir das dez. Sim. Porque eu que mando nas minhas reuniões. Então, eu peço pra ir a partir das dez. Eu acho tudo. É, eu tento pegar... Amanhã eu gosto muito de ler e-mail, escrever roteiro, tá, não sei o quê. Então, eu tento, ao máximo possível, só marcar reunião à tarde.

Pra, tipo, a minha manhã, eu conseguir fazer as minhas coisas só comigo. Eu gosto de ficar no escuro. Eu sou muito vampirinha. Eu fico no escuro, daí eu tô lá lendo e-mail, respondendo, mexendo em roteiro. Aí depois… Nossa, eu já sou o contrário. Eu gosto de botar todas reuniões de manhã. Porque senão eu fico o dia inteiro ansiosa pensando na reunião. Aí já tira da frente. É que eu tenho pouquinha reunião, né? Acho que você com loja e tal deve ser mais intensa. Mas eu tenho pouquíssimas reuniões.

Bom, foi isso. Foram esses os casos. Não entramos no Guinness, não mesmo. E também não descobrimos qual é o animal do Lagunés. Mas a gente refuta… Ué, é o monstro. É o monstro, exato. Não é elefante. A gente não concorda com isso, né. Eu discordo completamente. Acho que a gente fez um estudo aqui rápido, né, com as nossas…

Limitações, porque a gente tem pouco tempo, uma hora e meia antes de trabalhar. Então, a gente reuniu cinco dias, estudamos. E a gente chegou à conclusão de que não é o elefante. Eu apoio essa causa. Então, gente, se você tiver uma ideia aí… Não é a primeira vez que a gente traz o Monstro do Lago Ness nesse…

Do Jornal Bizarro. Então a gente tá sempre falando dele. Se você tiver uma ideia aí, algum estudo que você conhecer, manda pra gente. Defenda o Monstro do Lagunés. Defenda o Monstro do Lagunés. Lute por essa causa, ela é tão importante. A gente vai, vamos colocar um link aí pra vocês lutarem. Apoiarem. Vocês apoiarem. Um apoia-se do Monstro do Lagunés. Um hashtag. Vou fazer uma camiseta no caso bizarro. Gente, socorro. Tudo, tudo virou um negócio. A vaquia do Monstro do Lagunés.

Vamos fazer, gente. Vamos valorizar o Monstro do Lagunés. É importante. É isso, gente. Se a gente perder o Monstro do Lagunés a gente vai começar a perder o Papai Noel. Ah, não. O Papai Noel da Vã. O Papai Noel da Vã. Esse aí a gente pode perder. Vai perder o Macaco Bugio. Não, não, não. Eu acabei de mostrar pra ela o barulho, o grito da Rasga Mortália. A gente tá sempre trazendo aqui no Caso do Caso do Caso do Caso. Em defesa dos animais. Em defesa dos gritos deles. Dos gritos dos animais.

É difícil, gente. Então a gente vai terminar esse episódio hoje com o grito do Lago Nens. Do monstro do Lago Nens. Tá bom, bota aí. E obrigada por ter vindo. Obrigada a você, uma beijo. Valeu, gente. Beijo e até a próxima. Olá, sejam bem-vindos ao Jornal Bizarro. Estou aqui com Ju Infante. Oi!

Se vocês ainda não viram o episódio de segunda-feira, volta lá, assiste. Porque foi um grande surto, né, Ju? Tá sensacional, tá incrível. Ela contou, inclusive, histórias pessoais, tá? Muitas histórias. Muitas histórias. E assim, uma história particularmente me deixou meio tensa. Fiquei nervosa, então vão lá assistir. E aqui a gente tá no nosso Jornal Bizarro. Que é a sua revista digital, semanal de notícias do desconhecido e do bizarro.

Bora começar com a nossa primeira notícia Que é Noiva passa anos tentando descobrir a identidade do homem Que invadiu seu casamento Para confrontá-lo

Então, é do New York Post, 12 de setembro de 2025. Nossa, super recente. Super recente. Michelle Wiley passou os últimos quatro anos tentando adivinhar a identidade de um convidado indesejado do seu casamento. Eu vi essa foto. Você viu essa foto? É o cara no fundo, esse cara. Eu vi essa foto.

inclusive gente, o Dantas vai colocar a foto aqui assim que eu contar, se você estiver assistindo pelo Youtube ou pelo Spotify em vídeo, e se você estiver ouvindo em áudio, em alguma plataforma é só ir lá no caso do Eliane Bizarro que você vai ter a imagem ali pra você ter noção do que a gente tá falando aqui então vamos lá essa gata aqui passou os últimos 4 anos tentando adivinhar o homem misterioso apareceu em diversas fotos da cerimônia

E agora, por conta das redes sociais, o mistério matrimonial finalmente foi resolvido. Quem é? Eu nunca deixei de me questionar quem era aquele e por que ele estava lá. Disse a britânica Wiley, de 38 anos. Assim que recebi a amostra das fotos do casamento, percebi o Penetra imediatamente. Acrescentou. E, gente, ele é muito alto, ele chama muita atenção. Ele chama super, super. Você deve ter visto essa foto aqui, ó, que ele estava lá atrás, né? Não, eu vi essa aqui. Ah, você viu essa aqui, ó, tá.

Porque essa aqui é muito boa também, porque ele tá muito longe. Ele tá ali de terno e gravata. É, de tudo, assim. E tá, da mulher perguntou a toda a sua família, amigos e agregados. E nada, ninguém fazia ideia de quem era o homem misterioso. A maior parte das pessoas não se lembrava sequer da presença dele. Porém, duas pessoas lembraram do moreno misterioso e disseram que o viram saindo assim que a cerimônia foi encerrada.

Na esperança de obter uma resposta pro seu enigma, o Ailey compartilhava diariamente as imagens no Facebook. Pra que alguém eventualmente confessasse ser o penetra do seu casório. Tá empenhada. Gente, ela tá muito… Sério, ela empenhou. Mas infelizmente, anos se passaram e não obteve nenhuma resposta. Até que na semana passada, uma luz no fim do túnel surgiu. Quase cinco anos após o início das suas buscas.

Eu estava olhando as fotos do casamento. Gente, essa mulher, ela não superou. Eu estava olhando as fotos do casamento e pensei, vou mandar uma mensagem para alguém com muitos seguidores e perguntar se eles podem compartilhar. Disse o Arly. Ela entrou em contato com o criador de conteúdo da Eza, com mais de 400 mil seguidores no Facebook e 129 mil no TikTok, pedindo que ele publicasse as fotos em todas as suas plataformas.

Dez aceitou me ajudar e em duas horas nós encontramos o Penetra, comemora o Arley. O Penetra agora tem nome, Andrew Hellman. Mas ele não é apenas um sujeito sorrateiro que se diverte invadindo ocasiões sagradas em busca de comida e bebida de graça. Ele apenas se confundiu. Eu estava no casamento errado. Ele confessou após ver o seu rosto confuso espalhado pela internet. Quatro anos atrás, o meu parceiro seria padrinho de uma amiga e eu fui convidado como acompanhante.

Explicou o homem de 33 anos. Por algum motivo, ele me disse que seria no hotel Carlton em Pratswick, às duas horas, quando na verdade seria no hotel Great Western em Errol. Ele já tinha saído de manhã para ajudar com o que quer que os padrinhos façam e me deixou sozinho para ir ao casamento. Atrasado para a festa, Halliman chegou no Carlton poucos minutos antes da cerimônia.

Estacionei o carro e corri pra dentro. Entrei no salão e vi o noivo parado, esperando a noiva no altar. Eu nunca tinha visto o marido da noiva, então não estranhei. Como não conhecia quase ninguém, não achei nada de errado. Até a hora que eu não achei meu parceiro entre os presentes. Foi quando eu vi a noiva que soou um alarme na minha cabeça. Mas já era tarde demais pra eu sair. Eu estava preso no casamento errado. Me comprometi a ficar até o fim, pois não queria atrapalhar o casamento dela. Fiquei quieto, tentando não chamar atenção.

E realmente, ele foi pra trás de tudo, né? Depois que o casal disse sim, ele foi embora. Ele escapou sem problemas pro casamento certo. Hellman e Wiley se encontraram pra rir da situação. Finalmente, a noiva pôde descansar e parar com suas buscas. E se divertir com a situação e com seu novo amigo. Vou colocar a imagem aqui também. Gente, que surto! Ele não quis chamar atenção, ganhou um expose. E há cinco anos, ficou mundialmente conhecido. Meu Deus!

Gente... Não dá. Nossa, eu ficava pensando, gente, será que é uma assombração? Será que é alguém? O que é essa pessoa? Ai, que bom que tá acontecendo. Ai, adorei saber. Homem tenta saltar a carreta furacão e apanha de fofão em companhia. Olha. Pode voltar. Gente, apanhar de fofão é tudo.

Um homem tentou assaltar os integrantes da carreta Furacão, grupo urbano de dança com personagens, durante uma apresentação em Ibiporã, no Paraná. Os personagens partiram para cima do suspeito que apanhou dos integrantes. Um vídeo registrado por um dos passageiros que estava dentro da carreta Furacão, o carro que acompanha a apresentação do grupo, mostra o momento que os personagens partem para cima de um homem que estava na calçada.

Eu vou mostrar aqui um pedacinho pra vocês, gente. Nossa, pensando bem, é um vídeo meio bizarro. Eu achei que ia mostrar, sei lá, alguma coisa mais normal. Nossa, o cara… Acho que não vou mostrar esse vídeo, não. O cara simplesmente foi espancado, Deus me livre. Um vídeo registrado por um dos passageiros que tava dentro do Carreta Furacão. É o carro, né, que acompanha a apresentação do grupo. Mostra o momento que os personagens vão pra cima do homem que tava na calçada.

De acordo com uma reportagem da Rede Massa, do SBT, o rapaz estaria com uma réplica de arma de fogo, teria tentado assaltar… Gente, o cara tava com uma… Meu, eles foram pra cima de um cara que tinha uma réplica de arma. É, mas nessa hora, como é que você vai saber se é ou não é? Não, por isso que você não vai. Então, o quê? O homem apanhou do fofão, gente, imagina, apanhou do fofão. E de outros integrantes do grupo, apesar da briga, o caso não foi denunciado das autoridades.

A Edmassa Londrina tentou contato com a assessoria de imprensa Que realizava a apresentação, mas não obteve resposta O Fofão tá no meio de várias polêmicas ultimamente Nossa, muitas polêmicas ultimamente, né? Porque teve a coisa do Vitor Fernando, né? Que se fantasiou de... E ele acabou excluindo os vídeos, né? Porque a família do Fofão...

A minha sorte de processo E tudo mais, o que pra mim não faz nenhum sentido Uma fantasia Não é algo que ele tava ganhando dinheiro Não é que ele ia, sei lá De fato ganhar dinheiro com isso Então, bem estranho, mas Essa parte de apanhar do fofão, desculpa É que não tem como

você vê a cena é o pofão, o Chaves, o pão-aranha e o meninque geralmente você vê rebolando, sabe? imagina o punhado do homem de aranha rebolando, gente, não dá não dá pra aceitar imagina a cara do homem lá, sendo macetada na hora que você olha a máscara desse tamanho na tua cara mas foram essas notícias

A gente amei, né? A melhor que a gente fez pra encerrar o ano. Foi absolutamente tudo. E mais uma vez, obrigada, Ju. Obrigada a vocês. Vamos acabando o ano aí. Vai ter um último episódio, eu te contando aí como vão ser as férias e tudo mais. Pra vocês ficarem cientes. E bora se despedir, né? Até 2026. Até ano que vem. Até ano que vem. Muita felicidade. Sim, a gente combina. Tchau.

Bem-vindos ao Jornal Bizarro. E hoje eu estou aqui com Fibor Toloto. Oi. E Chico Felici. Os dois estão olhando o pinto no celular. Não. Eu estou olhando o pinto. Mais respeito. Eu não estou olhando o pinto, estou olhando o tempo, ó. O tempo? O tempo. A temperatura. Ah, eu estava tanto olhando que não está nem aberto ainda. Não está nem mostrando. Qual que é a temperatura que está agora? Agora são exatamente 20 graus.

Tem um bicho no seu sobrancelho. Tem uma bicha aqui. Tem um bicho, não? Tem um bicho! Ai, meu Deus!

Espera, ele mudou de lugar. Não, é um piercing, mas tinha um bicho. Eu acabei de tirar um bicho da sua sobra. É a Rosalia. Rosalia no Fantástico, fugindo da barata. É a barata cascuda da Rosalia, carioca. Barata cascuda carioca. Barata cascuda carioca. Gente, sério. Aos pés do Cristo Redentor. Eu amo tanto esse vídeo. É o escorpião na cama do Chico. Gente, o escorpião na cama. E eu achei meio poético, assim. Porque o escorpião na cama... É.

É, tá. Eu acho que era um sinal ali pra, ó, ó, cuidado com quem você bota na sua cama. Exato. Olha aí, na Itália. Tem um clipe do TLC que é isso, né?

Lembra do Chelsea? Eu lembro, mas... Don't go chasing waterfalls. Mas esse clipe tem isso? É. Uma escorpião na cama? Aham. Tipo, é sobre IST, né? É sobre HIV AIDS. E daí mostra o cara transando com várias pessoas e elas viram tipo uma coisa meio a morte. Viram um inseto gigante quando ele vai transar. Peraí. Waterfalls do Chelsea.

É sobre HIV? O clipe é. A música não. É CDC, vai! Mentira, mano!

Mentira que o clipe é sobre isso. É? Você não reparou? Com 30 anos de atraso, você tá... Não, amor, calma lá. Eu assisti esse clipe também. Eu não fico assistindo esse clipe todos os dias. Eu não sou você, saudosista. Eu amava, eu amava. Não, não, eu também não assisto mais. Na época eu amava. Mas na época já se falava que era sobre? Eu entendi desde o começo. Ah, então é a sua interpretação. Ah, vamos jogar no Google. A arte era sua...

Hoje não vai ter jornal bizarro. Hoje vai ter... Objetiva. Ó, TLC Waterfalls HIV.

Ah, então ele procurou isso antes. Não! The song addressed the illegal drug trade for Miss Cutie and... Heavy AIDS. I don't know if it was the first number one song... To refer to AIDS, viu? Tá, mas agora eu fiquei meio bad, porque essa música não é uma coisa muito positiva, não, né? É meio que tipo assim, dou... Sei lá, né?

Achei meio punitivista, sei lá. Tá, mas você falou que o clipe era sobre, a música é sobre. Mas o clipe também mostra um cara transando com um monte de gente. E daí ele vai, tipo, ficar comendo. Ele vai definhando. Bom, agora o que vocês sabem sobre o TLC, o clipe do TLC. Waterfalls. O que a gente vai ter agora, Mabê? Então. Depois desse momento pop-up. Obrigada, obrigada por ter trazido pra mim.

A gente tá aqui hoje com a Mabê. Seja bem-vinda, Mabê. Obrigada. Hoje a gente veio. Onde o pessoal pode te encontrar na internet? É ótima pergunta. As pessoas podem me encontrar aqui. Como você se define, assim, em três palavras? Eu me defino como uma mulher máscula. Waterfall zuda.

e... sagaz sagaz sagata eu diria outra palavra também eu diria... guarda pra você eu ia falar uma palavra bonita resiliente foi muito bom guarda pra você eu ia falar resiliente você não ia falar uma palavra bonita porque você falou sagaz eu pensei resiliente, sou resiliente porque todo mundo fala responde, eu sou resiliente foi muito Silvete Maldi guarda pra você

Vai, Silvete. E você… Tem uma coisa que você não ia. Era falar resiliente? Era elogiar. Eu ia falar resiliente, você é resiliente. Acho que eu sou na cabecinha aqui. Depois de tudo que você passou… O que eu ia te encantar? O que eu ia te encantar? Foi uma vida de provações, né, amiga? A gente sabe. É, gente, não. O quanto você caminhou pra chegar até aqui. Uma vida de espaçamento. Percorreu milhas e milhas antes de dormir. Don't go chasing waterfalls. Uhum. E eu… Eu não cochilei, né?

Os mais belos mortes A gente tá musical. Eu sou musical, né? A gente já pode contar que esse é o segredo de 2026. Que o caso bizarro vai virar um podcast musical. Vai virar musical. Inclusive a gente vai estar em cartaz.

Vai ter musical Você não sabia disso? Eu tinha entendido pelo e-mail que vocês mandaram Que o podcast ia virar um podcast musical Não, a gente vai fazer um musical Com o Cadeirudo Só que até pra poder vender um pouco esse novo projeto Do Caso Bizarro, a gente vai fazer um musical Vai ter uma adaptação O Teatro vai ser musical agora O Teatro Renault, aquele teatro que fica na Brigadeiro Toda terça e quinta São duas sessões Às 19h da noite E depois às 20h

Já escalaram vocês? Porque eu recebi ontem o zap do produtor falando que é a Cláudia Raia que vai me fazer. Eu fiquei felizão. Eles estão falando que é a Cláudia Raia, você. Cavala de barba musculosa. A Yasmin Brunet vai fazer o fabão. Isso.

Eu vou ser interpretada por quem? Pela Majoresteano. Pela Majoresteano. Eu vou ser interpretada… Eles estavam tentando a Fernandona. Tinha uma coisa de um filme dela no Uruguai. Mas eles iam tentar. Estavam tentando a Fernanda Torres pra você, né? Estavam tentando, exato.

a filha. É, se não desse a mãe, pode ser a filha. Tava alguma coisa assim. E a gente acabou escalando o Wagner Moura pra interpretar o Fih, mas ele tá super corrido com a corrida ao Oscar. E aí ficou a Marjorie, né? É, mas a Marjorie é uma puta atriz foda. Não, eu amo a Marjorie, gente. Ela já tá no método. Inclusive, eu só fechei o contrato se fosse a Marjorie. Mas quem que é que vai interpretar o Tiago? É... Lúcio Mauro Filho. Vamos de... Vamos de Stefanini?

Fluvi Stefanini? Fluvi Stefanini. Sim, é ele. Vamos fechar nele. É a Claudia Raia, Fluvi Stefanini, a Fernanda Torres, a Yasmin Brunet e a Marjorie Chano. Eu amo Yasmin Brunet. E a Fernandona. A Fernandona. Não, a Fernanda Montenegro vai fazer o Ariel.

Ai, porque vai ficar sentado num canto e daí você vai falar com uma voz bem grossa assim. Tá gravando com a voz de Fernando Montilha. O teatro! As músicas comercials do Itaú daqui a pouco saem. Amor! Amor!

Bom, bora pra nossa primeira notícia do jornal. Como você sabe, jornal bizarro. Isso já tem 47 minutos de episódio. Sim, sim. Não, isso acabou de começar. Oste alucinógena faz idosos atacarem padre na Itália. Já mesmo. Ai, porra, queria tomar essa oste aí? É de agora, não é tão velha. É. Fevereiro de 2012. É de agora.

No tempo histórico, são 13 anos. Mas no tempo de Deus.

Deus foi rápido, né? No tempo de Deus, ele criou o mundo em uma semana, em 13 anos. Foi meio exagerado, né? Eu também acho que ele poderia ter aperfeiçoado mais. E ele só foi. Não, chegou na hora de criar o homem, ele falou… Deus é que nem eu, antes feito do que perfeito. Assim, ah, mas preciso que ataque essa merda e jogou pra fora. Ah, tem que ter um homem assim. Foda assim, não quero mais… Quem era seu cliente que apreensou tanto, assim, gente?

Ele mandou um e-mail e não quis mais saber. Sabe quando você mandou um e-mail? Não te pertence mais, não é? Já fiz, já fiz. Não, meu.

Ignorou todos os e-mails de refação. Eu, inclusive, descobri que essa é a técnica. Qual? Você responde? Não, você responde com nada. A pessoa te pede pra fazer dez coisas. Você responde com meia coisa e a bola já tá na quadradela e você... Sim. Você ganha um tempo. Sabe o que eu gosto de fazer também? Eu sou muito ingênuo, eu só descobri isso com 40 anos. Quando a pessoa pede uma coisa assim, tipo, ai, faz tal coisa, eu falo, faço.

Eu nunca vou fazer. Mas eu falo pra ela que eu faço. Ou seja, você só mente e vai embora? Eu chego no Instagram assim. Ai, voto na minha sobrinha que tá… Você mente! Lógico, eu falo… Voto! Voto sim. Voto sim. Votei lá. E não é nem uma coisa difícil. É só abrir um post e clicar. Ah, não.

Porque pra mim é difícil. Ah, pra mim é difícil. O meu tempo. É. Não, mas eu gosto de trazer pra pessoa uma satisfação. Ah, o conforto, né? Entendeu o conforto. O alívio do sim. Então eu falo pra ela, como é que ela vai saber que eu não voltei na sobrinha dela? Ela não vai chegar depois, ah, minha sobrinha perdeu. Falar, pô, o meu voto eu dei. A minha parte eu fiz, eu voltei no Aécio. Sendo que você não fez.

E eu nunca faço. Nunca. Todas as vezes eu falo, volta. Isso é muito chocante. Volta sim, mano. Volta, volta sim, mano. Aham, dou um rir sim pra você. Só eu sou compatível no mundo, pode deixar. Tô dando sim. Vai lá, vai indo sim e tomando anestesia. Já vou lá. Tem gente que fala assim, ah, mas B, passa tal coisa. Passa, daqui a pouco eu passo a informação.

Hóstia alucinógena. É isso. Na religião católica, a hóstia faz parte de um importante ritual e representa o corpo de Cristo. Uau! Nossa, que informação importante. Wikipedia, jaja, jaja. Nossa, que legal. Na Itália... Bom, pra você que não sabia o que era a hóstia, fica aí um prato cheio, né? Um prato cheio de hoje. Um prato cheio de hoje.

Na Itália, no entanto, o ato de comungar acabou se transformando numa situação inesperada. Após ingerirem o alimento sagrado, os fiéis tiveram reações diversas, com direito a abraço desesperado, ao crucifixo e visões inexplicáveis. Gente, tudo. Duas idosas agrediram o padre da igreja do Santo Espírito de Campobasso. Eu daria a minha vida pra estar nesse dia. Jurando que o sacerdote era o demônio encarnado.

O jornal italiano. Abruzzo, 24 d'ore. Abruzzo. Abriu a porteira, o Chico vai ficar falando italiano. Ai, eu preciso fazer aula. Como é que é Abruzzo, 24 d'ore? Como é que fala isso? O quê? Abruzzo, com dois Zs, 24 d'ore. 24 d'ore. E Abruzzo é uma cidade, uma região. Abruzzo, 24 d'ore? 24 d'ore. 24 d'ore. 24 d'ore. 24 d'ore. Fala como se fosse a Ana Paula Padrão falando em italiano.

Abruzzo 24 Ore 24 Ore Esse jornal italiano informou que o padre Don Natile Precisou se esconder na sacristia Pra fugir da fúria dos religiosos Saiu apenas com a chegada da polícia As autoridades agiram energeticamente Não é pala padrão não É pala ambrósio

Ah, eu também fiquei achando estranho na Paula Padramos. Falei, vai que alguma coisa do Masterchef. Ela que fez Terra Nostra. É, eu fiquei, vai que alguma coisa do Masterchef, do nada, falita ali. As autoridades precisaram agir energicamente para contornar a situação, já que o estado mental dos frequentadores da igreja demorou a se normalizar. A assessoria da imprensa diocesana chegou a tentar desmentir o ocorrido, alegando se tratar de um ataque contra os católicos. É preciso respeitar o sagrado, apregoava a nota.

Ai, eu respeito muito o sagrado. Ai, eu sou tão sagradinha. Mais tarde, a explicação pro incidente veio na forma de uma farinha alucinógena utilizada por engano na fabricação da Osh. Perfeito. Por engano. Tem nome, né? Farinha alucinógena. E especialistas disseram se tratar de um caso de ergotismo. Uma intoxicação causada por grãos contaminados de cereais. Os agentes psicotrópicos em questão assemelham-se ao ácido lisérgico, mais conhecido como LSD.

Nossa, que delícia. Gente, imagina que tá lá. Uma hostia. Que surto que deve ter sido. Que delícia assistir. Que surto. Coitado do padre, né?

Bom, próximo caso. Tamagotchi amaldiçoado em Nova York. Se o dono deixar de fumar, ele morre. É o Chico. É o Tamagotchi do Chico. É o Tamagotchi. Antes desses telemóveis todos, as crianças... Telemóveis? Nossa, que porra de notícia. É de Portugal, né? É de Portugal, é. Aí o Thiago até colocou aqui. Eu vou manter o idioma original.

Nota do tradutor. Nota do tradutor. Antes destes telemóveis todos, as crianças dos anos 90 tinham tamagotchi. Aquele ovo amigo digital que tinha... Você gosta de um ovo amigo? Você tinha uns ovo amigos? Gente, eu gosto de dormir com os meus ovos amigos, sabe? É tão bom dormir com um ovo amigo juntinho de você, sabe? Te esquentando. Usar um ovo amigo de dredom?

Agora nasceu uma versão mais adulta. Uma que precisa que o seu dono continue a puxar o cigarro eletrônico. O dispositivo desenvolvido por dois antigos engenheiros... Ai, eu entendi! É um vape com tamagoshi dentro! Gênio! Desculpa, eu parei de fumar faz um mês, mas gênio! E eu tô muito feliz que você parou de fumar. Mas espera, isso é o de news com vape?

É de março. Não, mas não é o de news. O de news foi em outubro. Tá bom. Essas são... News. Novas news. Jornal Bizarro. Jornal Bizarro. São news news. News news. News news. O dispositivo desenvolvido por dois antigos engenheiros foi uma das missões mais bizarras e comentadas no ano. Um evento... Um evento estúpido e hackathon. Um evento de 12 horas em que os participantes criam engenhocas propositadamente ridículas.

Entre mesas que abanam 24 horas por dia e impressoras que imprimem contratos legais para promessas de Mindinho, foi o Tamagotchi Vapor Dye que roubou as atenções. Só sobrevive se o dono continuar a fumar. A dupla desenvolveu inicialmente o aparelho com um propósito nada ridículo. Ajudar uma das engenheiras a deixar de fumar. Mas era mais divertido e mais estúpido se usarmos esse poder e aproveitarmos para o mal e nos tornarmos mais viciados.

Brincou a criadora. Primeiro de tudo, porque um tamagoshi fumante ajudar ela a parar de fumar, tipo, não faz sentido. A ideia era ser essa, mas depois eles viram que ia ser mais legal pra essa feira. Tipo, se eles fizessem essa ideia, é mais zoeira.

O que realmente é mais legal. É mais legal. Brincou a criadora e fumadora, Rebeca Fumadora. Na conversa com Washington Square News. Ao contrário do clássico Tamagotchi, que requer uma série de cuidados de rotina, como alimentação e cuidados pessoais, essa versão vive apenas pra uma coisa. Fumo de cigarro eletrônico.

Se o dono deixar de inalar o fumo com sabores, o animal de estimação fica chateado, com lágrimas escorrer dos seus olhos. O protótipo inicial envolvia a ligação de um vape a um computador com o software Tamagot. As interações subsequentes se tornaram mais compactas, culminando numa unidade autônoma que se assemelha a um vape cor-de-rosa com pequeno ecrã e cablagem invisível, semelhante a um bloco de C4 dos desenhos animados.

Pequeno ecrã e cablagem. Ah, uma telinha e cabo. Ecrã e tablagem, te juro. É bem bonito. Numa entrevista ao Futurism Shun admitiu que tanto ela como outro engenheiro envolvido tiveram problemas de saúde devido aos testes frequentes. Por termos testado tanto, ficamos ambos doentes por causa do vaping.

Eu achei ótimo. Pelo menos não mentiram. Desculpa, é meio gênio. É completamente do mal. E eu amo que eles sabem que é do mal. E eles ficaram doentes. Mas é isso, né? As pessoas ficam doentes fazendo seus trabalhos, né? As pessoas são do mal, né? Também nada de diferente. Nada de diferente aí do capitalismo.

Agora, a próxima notícia e última. Abão. Abão, Fabão? Abão. Acrinaldo Adren. Alguns dos nomes menos populares do Brasil. Essa notícia é muito recente. Novembro de 2025 fez a internet gritar. Você brigou agora comigo agora há pouco que eu falei do... Eu não briguei, querida. Eu não briguei. Como se não tivesse sido o tema do dia. Então eu já quero esclarecer. Eu pontuei. Que eu sei que a internet falou disso.

Os nomes Abão… Gente, Mico, né? O Mico foi bom ter o F na frente. É, não. Eu achei que era total, Fabão, assim. Micoso. Micoso. Os nomes Abão e Acrinaldo estão entre os menos populares do Brasil, segundo o levantamento do IBGE. Acrinaldo, mano. É, na boa, né? Também. Acrinaldo é, tipo, na moral, a pessoa que coloca Acrinaldo no filho.

Ela mereceu tudo de ruim. Foi divulgado hoje a partir do censo de 2022. Ranking lista nomes com 20 ou mais registros, com menos incidência do que isso, e dependendo da singularidade do nome ou sobrenome buscado, o dado poderá ser ocultado para garantir o sigilo estatístico, ressalto do IBGE.

O Instituto também apresenta o cálculo da idade mediana para cada um dos nomes próprios. Milhares de nomes estão entre os menos escolhidos no Brasil. Guvânia, Joesa e Jocirleide, por exemplo. Não, Jocirleide parece que eu já ouvi, sei lá. Agora Guvânia... Mas tem 20 registros. Guvânia. O nome da... Eu queria lembrar o nome da mãe da Carol. Cíntia. Cíntia.

Não, o nome da mãe da Carol. O nome da minha mãe, sabe como que era? Elvanda. Elvanda? E-L-W. E-L-W. É W? Meu Deus. Elvanda. Elvanda. E qual que era o segundo nome dela? Como que eu lembrava dela? Vanda. É tipo assim, a gente chamava ela de Vanda, né? Mas é Elvanda. E os outros irmãos eram com a letra E também?

Eu tenho umas famílias que fazem isso. É, então, a minha mãe… É engraçado você perguntar isso até. Elvanda, Edna, Elza, Elenir, Elineuza. Acertei. Aí tinha o Celso. A sacanagem! Não, o Celso era odiado. O Edivaldo, tudo bem. É, o Edivaldo. Mas o Celso claramente odiou. O Eduardo e o Celso. O Celso é o único com C, juro. Gente, e o Celso é mais novo? Não, mais velho.

Caralho, fizeram o Celso e falaram, não, deu errado. Ah, não, vamos fazer coê. Vamos mudar. Vamos colocar coê, todo mundo? Vamos mudar. Porra, podia ter continuado com o C, cara. Ah, não, sério. Não há detalhes de onde essas pessoas foram registradas. O IBGE alerta que apenas parte das informações é disponibilizada.

Pra garantir o sigilo aí. As informações foram apresentadas hoje pelo órgão durante o lançamento do novo portal Nomes do Brasil. São mais de 140 mil nomes do Brasil. Nossa, que nome criativo pra falar sobre nomes que estão no Brasil, né? Qualquer pessoa pode fazer essa pesquisa. Vamos fazer um brainstorm aí sobre como chamar um portal onde vão ter todos os nomes do Brasil? O que você tá pensando?

Tava pensando em alguma coisa que refletisse mesmo a plataforma, sabe? Tipo… Tipo a Crinaldo? Não. Alguma coisa que, assim, trouxesse o que a plataforma… Entrega. Entrega. E que falasse da brasilidade da plataforma. Então, tipo… E se for nomes do Brasil?

É o melhor nome que existe. Sabe contar nomes no Brasil? É perfeito, é apenas perfeito. Nunca passaria por publicitário porque eles iam querer uma coisa, mas é tipo nomes no Brasil, é perfeito. Ele entrega exatamente o que tem que entregar. Ele entregou, a Blow. E qualquer pessoa pode consultar os registros. São mais de 140 mil nomes próprios no Brasil, contabilizados. E as informações foram apresentadas aí. Alguns dos nomes menos populares no país. A DREM.

Aí tá uma nota do autor. Leia ao contrário. Merda. Ai, mentira. Essa é sacanagem. Nossa, sacanagem. Nossa, mano, era um pai ausente. Foi um pai que poderia ter sido ausente. Foi um pai que poderia ter sido ausente. Acrinaldo, Burte, que é Brasil, né? Não vou falar Burte. Burte, Bratriz, Caralhos… Ah, gente, desculpa. Bratriz é Beatriz escrito errado, né?

Não, é alguém que é fã de Bratz. Bratz. Ou Bratz. Bratz. Caralhos. Guvânia. Joesa. Eu amo Guvânia. Joesa. Joesa é muito bom. Joesa, parece que você tá falando que você é uma pessoa coesa. Imagina assim, não, a Joesa é coesa. Gente, a Joesa, sério, é… Assim, não é porque eu conheço ela desde que ela nasceu. Mas ela é muito coesa. Mas ela é muito incrível, de verdade. Cara, a Joesa tá sempre aqui com a gente. E a Joesa tá sempre comentando nas lives do Caso Bizarro.

Tem mesmo? Ah, tá. Que susto, porra. Tem. Tem, amigo, três, inclusive. A Jô Cirlei. Os três apoiadores que ganharam essa semana chamam Juês. Tem três indianaras que ouvem o mesmo podcast? Em janeiro vai ganhar a Juês. A Juês Silva. Laline.

Laline. Com Y. Que é tipo Aline com L. Não, Laline. Então, Aline com L no começo. É como você chama na Espanha uma pessoa… Laline. Laline. É Laline. Laline. Laline. Givanda. Givanda, que lindo. Quase. Quase. Laplace. Tá bom. Quinara, com Y. Quinada.

Marl... É M-A-R-L-W-N-E. Nagali. Nagali é mulher. Nônica. É de poder lança, é, né? Nebolinha e Nascão. Tertolino! Ah, e Tertolino é nome de vovô. Tertolino. Ah, é uma coisa meio italiana, Tertolino, né? Tertuaria. Terencio. Terencio. Terencio e Tealmo.

Ah, e também te amo. Te amo. Ele chama te amo. É tipo a voz de venerizinho assim. Te amo. Bom, e você também quer consultar o seu nome no portal Nome do Brasil? É só entrar no link aqui embaixo. Esse foi tudo uma publi. Nome no Brasil.org.gov.edu.br.sp. Guvânia. Guvânia.

Gente, muito obrigada por estarem aqui com a gente, aguentando esse surto que foi. Obrigada pros apoiadores que estão até agora aqui na live. Um beijo pra todos vocês. Duas da manhã eles aqui ainda, coitados. Duas da manhã eles ainda aqui. Olha, a gente só volta em 2026 agora. E se voltar, né? E se voltar. Olha, não conte comigo não, viu?

Bom, todas as terças e quintas no Teatro Renaud, musical do Caso Bissão. Com o nosso elenco principal. Um beijo e até a próxima. Caso Bissão! E eu estou aqui com Camila Frender, nossa correspondente internacional, né, Camila Frender? Hi. Hi. Hi.

E a gente vai começar com a primeira notícia hoje, que é a seguinte. Morto que ressuscitou no caixão em Cuiabá se transforma em lenda. Uma notícia, assim, bem tranquilinha. Caos ocorrido nos anos 20 foi contado de geração em geração.

Nem todas as lendas surgem da ficção e do imaginário popular. Prova disso é o caso do João Manuel, um português que morava em Cuiabá nos anos 20 e se livrou de ser enterrado vivo. João Manuel sofria de uma doença ainda desconhecida naquela época, a catalepsia.

Morro de medo. A gente trouxe tantos casos como esse aqui no Caso Bizarro. Morro de medo. Que é aquilo. As pessoas antigamente, né? Não dava muito pra descobrir se a pessoa tinha morrido ou não. E muitas pessoas acabavam sendo enterradas e... Voltavam. E voltavam, né? Meu Deus, que pesadelo. Meu Deus. A doença fez com que ele dormisse por muito tempo. Dando a impressão de que estava morto. E por isso, o grande medo dele era que os familiares o enterrassem ainda vivo.

De volta de Nossa Senhora, ele fez uma promessa à santa. Se ela o protegesse e não deixasse que ele fosse enterrado vivo, ele construiria uma igreja. Então, ele ameaçou Nossa Senhora, né? Vamos combinar. É, garota, a seguinte. Ele ameaçou, ele chantageou a mulher. É. O que João Manuel temia quase aconteceu. E durante um sono profundo, os familiares organizaram o velório dele.

E no meio do funeral, ele acordou e se levantou do caixão. Gente, eu desmaio, mas assim... Nunca mais durmo. Chocando a todos os presentes no local. Sabe o que mexe comigo também? É que eu acho que eu ia ficar tão mal de, tipo assim, prejudicar. Sabe? Tipo assim, falar... Meu, a galera já teve um puta trabalho pra fazer um velório. Nossa, super! É tipo assim, eu vou levantar aqui... Será que é mais fácil eu morrer? É, será que...

Será que se eu ficar deitadinha aqui, eu só morro? Será que na hora que foi fechar o caixão, eu pisco pra moça? Só pra uma ver? Uma pessoa veio, não estragar. Porque eu acho que eu ia ficar meio assim, gente. Eu não quero estragar o rolê de todo mundo que tá aqui. É. Né? Eu ia ficar meio com vergonha de estar viva. E já choraram, né? E já ficaram… É, exato. Eu também ia demorar um tempo pra ver quem chegava e falava mal. É, pra ver se, tipo, se alguém chegava perto de você, né? E coxava, tipo assim, que bom que tá aí. É. Falei que o teu chegava.

E aí eu já falava assim, acho que não chegou. Eu tava guardada. É, eu quero que eu ia fazer um pouco isso também. Porque aí é perfeito pra vingança, né? Ah. Ou você tenta avisar uma pessoa. Tipo, imagina, você tá lá. Aí você vê que sua tia tá aqui. Tia, não faz nada.

A tia não faz nada. Só você tá sabendo. A hora que foi levar o caixão, a senhora fala que precisa ficar sozinha comigo. Aí me tira. E aí eu viro fake assombração de quem eu preciso me vingar. Exato. E também acho que pode ter talvez um trabalho aí de mudança de nome, sabe? Alguma coisa assim. E cria sua vida. A gente tá sempre se renovando.

Eu acho que é uma maneira da gente se reinventar. Posso falar uma coisa? Meu sonho era fazer isso. Fingir que morri e criar uma outra… Começar do zero. Ai, começar do… Porque assim, eu acho tão diferente. Você não acha? Cara, imagina você… E olha que eu amo minha vida. Não é sobre não amar minha vida. É sobre se permitir… Amiga, possibilidades. Possibilidades. Tipo assim, quem é você?

Cara, eu sou a Sônia, cabeleireira. É? E de onde você veio? É, eu sou a Vânia, eu faço pintura com carne moída. Ai, gente. Sabe, tipo assim… Descendente de russos. Eu sou descendente de russa. Então assim, eu acho que são tantas as possibilidades. Isso, de certa forma, quando eu era mais nova… Que hoje não dá pra fazer isso, gente. Na era digital, com o advento da internet… Não tem mais como. Não tem como, porque você vê o passar da pessoa. Você vê as fotos lá antigas no Instagram.

Mas, por exemplo, ali nos meus anos 90, que eu mudava muito de cidade. Toda vez que eu mudava de cidade, eu pensava. Ah, agora eu vou ser uma pessoa nova. Sei. E eu, como eu era muito tímida, eu falava, vai, dessa vez eu vou ser menos tímida. Mas, B, nunca tive isso. E aí, nunca teve de... Porque eu nunca mudei de cidade. Ai, você nunca mudou de cidade. Pra mim, no máximo, era assim. Quando eu fui morar sozinha. Tipo, você morou numa mesma casa muito tempo.

eu morei com quando morava com os meus pais né muito tempo no mesmo lugar e aí eu fui morar sozinha e me deu um pouco essa sensação tipo

E eu acho que agora eu vou ser organizada. Sabe, assim, de você. Mas eu realmente consegui planejar e executar. Mas não é essa sensação igual eu tenho quando eu viajo, que eu fico pensando, e se eu morasse ali? Sabe, essa coisa de você mudou pra uma cidade totalmente diferente e tal. Eu não sou as mesmas ruas. Eu sei o trânsito do bairro. Eu sei o clima da cidade. Eu posso encontrar pessoas o tempo todo, porque eu tô aqui desde que eu nasci.

Nossa, então você tem... Eu acho que eu vou me mudar. Camila, eu acho que você devia. Mas você acha que eu faço uma mudança radical, assim, país? Ou você acha que cidade funciona? Eu acho que cidade... Eu acho que você pode começar com uma cidade. Mas depois fazer uma mudança de país.

Tá, e eu acho que não adianta eu pegar uma coisa interior de São Paulo. É. Eu acho que tem que trabalhar em estado. Tem que ser nível estado. Tá. E tem que ser uma coisa, assim… Mas eu acho que… Eu vou longe, assim. Não é você vai sair de um apartamento em São Paulo e mudar pra um apartamento. Não, tem que ser um outro tipo de moradia. E eu acho que não pode ser sudeste. Eu também acho que não pode ser sudeste. Tem que ser um outro tipo de moradia. Uhum.

Um outro tipo de vida, por exemplo, uma fazenda. Uma vila. Uma vila. Casa de vila. Casa de vila, pode ser. Eu acho que a mudança, ela tem que ser assim. Porque senão, você só sai de... Sabe aquela coisa de... Sei. Você tá se mudando, você leva as mesmas coisas, as mesmas dores. Você sai do terceiro andar pro quinto. Exato. Não funciona. Não funciona. E eu acho, a gente tem que vender carro, tem que começar do zero. De repente, uma bicicleta. Uma bicicleta, virar biker. Uma mobilete. Andar de luva, talvez. É. Uma...

Arrumar uma bilete. Uma biletezinha, carpimote. Eu gosto. Chegar um dia e, assim, pedir um emprego em algum lugar. E falar assim, ah, o que você faz, tal? Você sabe fazer isso? Eu sei. Sei? Sei, sei sim. Sei fazer. Você sabe... Sei. Tá. Você sabe cortar um negócio aqui? Sabe onde eu ia tentar nesse novo estado, de repente?

Numa livraria. Uma livraria. De livreira. É, você poderia dar uma dica de livro. Arrasar. Outra coisa que eu gosto muito de mexer e que eu acho que eu sou boa, não em mim, mas no outro, é cabelo. A coisa da cabeleireira me pegou quando você falou. É? Eu sei fazer uma escova muito boa, eu sei cortar uma franja. Eu sabia fazer uma maquiagem legal antigamente. Então.

Mas eu acho que eu iria pra uma coisa mais rústica. Eu queria fazer tipo bucha vegetal. Ah, bom também. Uma coisa mais diferente, assim. Sei como faz bucha vegetal, não faço ideia. Mas o YouTube tá aí pra isso. Mas tá exato. Há muitos anos ele tá aí pra isso. Tá aí pra isso. O máximo de tempo que eu passei numa casa na minha vida foram seis anos. Eu já mudei 18 vezes de casa. Não, amiga, não tem história pra contar.

Nossa, tem muitas histórias. A história do diretor, por exemplo. É verdade.

Aconteceu aonde? Em São Paulo. Em São Paulo, aí ó. No meu bairro. Não daria pra contar. Foi no seu bairro ainda. É, foi. Não mudou nem de bairro. Meu Deus. Mas deixa eu voltar aqui. A história do homem, então, foi contada e se tornou um dos causos mais populares da capital, do João Manuel. Tá. O garimpeiro Garibaldi Toledo de Moraes, de 80 anos, passou a infância ouvindo os avós e os tios contarem essa história.

Ele morou na capital nos anos 50 e parte da década de 60. Quando exercia o serviço militar, foi relatar essa história aos companheiros de quartel e, para a surpresa dele, um dos colegas disse que conhecia o João Manuel, o personagem da história. Ele disse, ele é o meu avô. A história foi replicada ao longo do tempo, curiosamente, da mesma forma. Inclusive, é contada no livro do historiador Aníbal Alencastro.

À época, Cuiabá era dividida por três ruas principais. As ruas Engenheiro Ricardo Franco, Pedro Celestino e Galdino Pimentel. Conhecidas popularmente como Rua de Cima, Rua de Baixo e Rua do Meio. Ai, eu amei. Amei. Em cumprimento à promessa, ele construiu a igreja Nosso Senhor dos Passos, no centro da cidade, com dinheiro próprio e doações da comunidade. Então, chantagear santo dá certo. Foi isso que a gente aprendeu também.

Eu fecho com essa. Ah, eu fechei com essa também. A próxima notícia é muito rápida, que é maravilhosa. Eu vou colocar o vídeo aqui pra vocês. Se vocês não estiverem assistindo ao episódio em vídeo, vai lá no Instagram, caso Anderline Bizarro, que vai ter o vídeo pra vocês verem. Homem coloca coleiras refletivas pra não perder as suas galinhas. A vizinha quase morre de medo, achando que era uma procissão de gnomos. Ai, que coisa mais fofa. Opa, meu Deus. Eu preciso te mostrar.

amiga, amiga, um amor é muito fofo eu não sei se é mais fofo do que se fosse de fato um gnomo um duende exato, e aí gente, olha aqui não é lindo, é muito fofo ai não, o corpinho

O corpinho brilhando. Gente, eu amo tanto galinha. Acho tão fofinho. Galinha é tudo. Tem gente que tem pavor de galinha, né? Eu não. Eu amo galinha. Eu super teria. Eu também. Quando eu mudar, né? É, quando você mudar. Agora. Eu tenho muita vontade de ter porquinho também. Porquinho. Eu amo porquinho. Segundo o dono das galináceas, ele levava as galinhas pro galinheiro à noite. Porém, acabava perdendo muito.

no caminho, assim, tipo agora elas estão sinalizadinhas eu amei, eu amei eu, assim, definitivamente mexeu comigo deu vontade de chorar um pouco e é com essas notícias que a gente se despede do caso hoje, espero que vocês tenham gostado e até o próximo obrigada gente, até a próxima

Sejam bem-vindos ao Jornal Bizarro. E hoje estou aqui com Chico Felice, Isabel, mãe do Chico e mãe B, o Céria. Estamos aqui no Jornalzinho. Hoje está muito bom que a gente tem o primeiro caso, gente. Maravilhoso, que é Chupa Cabra, Pavó, interior de São Paulo.

É uma notícia de junho de 1997. Provavelmente eu estava caçando chupacabras nessa época. Então vou ler a matéria. Um misterioso animal apelidado de chupacabra está provocando uma onda de pânico na região de Campinas.

Segundo moradores de 10 cidades da região, ouvidos pela folha, o suposto animal ataca, suga o sangue e arranca os órgãos de cabras, galinhas e bois. Os ataques acontecem durante a noite. Os depoimentos revelam várias contradições nas características físicas do chupacabra.

Algumas pessoas dizem ter visto os ataques do animal e afirmam que ele tem feições de um extraterrestre cor verde, cabeça grande e baixa estatura. Outros definem o animal como um simples canguru.

Simples. Simples, canguru. Super comum em Votoporanga. Ali pertinho de Bragança, canguru dá em árvore. Tranquilo. Todas as testemunhas concordam em pelo menos um fato. O animal arranca o cérebro, vísceras, olhos e coração das vítimas com uma precisão cirúrgica.

O assunto está sendo pesquisado por dois ufólogos de Sumaré há dois anos, os irmãos Osvaldo e Eduardo Mondini, do Centro de Estudos e Pesquisas Ezológicas. Parece bem, uma instituição sólida e respeitada. Desculpa se vocês ainda existem. Segundo Osvaldo, entre 30 animais encontrados mortos na região, somente um tem características de ataque do chupacabras.

A ocorrência foi registrada há 15 dias em Rafar. Nossa, eu nunca ouvi falar dessa cidade. Rafar. 170 quilômetros de São Paulo. Rafar? Rafar. Gente, a pessoa conhece muito. São mulheres cosmopolitas as duas, né? Já cruzaram o Brasil inteiro. Uma ovelha em Rafar, gente, que isso? Uma ovelha foi encontrada com perfurações na cabeça e no pescoço.

Eduardo afirmou que vai pedir ajuda da Polícia Militar e da Defesa Civil na próxima semana pra procurar o suposto animal em uma mata de Rafar. Segundo o PM de Rafar, que não quis se identificar... Devia ser só um PM. Rafar! Segundo o PM de Rafar. Segundo o PM de Rafar. Deixa eu ver quantas pessoas tem Rafar.

Gente, onde fica Rafar? Fica a 170 quilômetros de São Paulo. De São Paulo. É o interior, mas eu não faço ideia. Eu também nunca ouvi falar. A população em 2024 era de 9 mil pessoas. Olha, bastante. População em 1997, vamos ver. Em 1997, Rafar tinha 8 mil pessoas.

E aí você quer me dizer que tem mais de um policial em Rafa. A cidade que mais cresce no Brasil. O município que se emancipou de Capivari. Ah, Capivari! Então é perto de Capivari. Se emancipou nessa época. Será que não se emancipou cedo demais? Será que não dá na hora de voltar, Rafa? Não dá demais. As pessoas têm medo e acabam enterrando os animais mortos pelo chupacabra sem avisar ninguém. Algumas pessoas estão até mudando seus hábitos devido ao chupacabra.

Chupa balas. Agora é um outro título. Deixei de andar durante a noite na rua porque tenho medo de ser atacada, afirmou a secretária Edilane Ferreira, 18 anos, de Hortolândia. Estou com medo desse bicho, parece que a coisa é feia mesmo, disse o jornaleiro Orlando Souza, 50 anos, de pedreira. O chupa cabra perseguiu um amigo meu que estava de caminhonete a 150 km por hora. Nossa! Afirmou o auxiliar administrativo Vinícius Gonçalves, 43, de Mojimirim.

Fui pro pasto atrás do chupacabra, mas não vi nada. Se eu achasse, ele ia virar o chupabalas. Ai, eu amei! Disse o funcionário, eu, humorista. Disse o coronel que atendeu a minha mãe no supermercado. Disse o funcionário público Gerson Roberto Paduim, 30 anos.

Gente, maravilhosa essa notícia. Você lembra dessa época do Chupacabra? Você tinha medo? O que você sentia? Eu lembro, mas eu sempre achei... Estranho. Não acreditava. Invenção. Invenção. Nossa, a Marina quase fez uma coisa desse Chupacabra. Ela era fascinada. Eu criei um clube do Chupacabra para investigar. Eu tinha oito anos. A gente morava... Soares.

Cama do Caio. Cama do Caio, né? É, na cama do Caio, uma cidade pequenininha aqui. 15 mil habitantes na época. Tinha 15, né?

Cidade que mais cresce no Brasil, Camando Caia. Pior que hoje tem quase 30. Realmente cresceu muito. Mas na época tinha poucas coisas. E a gente morava na frente do morro. Então eu subia no morro pra procurar o Chupacabras. E teve uma época que começou a aparecer uns gados mortos lá. Então as pessoas estavam falando que o Chupacabras tinha ido lá, né? E era muito interior de São Paulo. Era muito interior de São Paulo.

Então era muito ali perto, porque a Mando Cai fica perto da capital de São Paulo. E eu fiquei, né, mãe? Eu fiquei obcecada com chupacabras. Eu era obcecada. Tipo, o meu sonho era encontrar um chupacabras. Eu nunca me interessei. Nunca bateu bem, né? Nunca. Nunca foi normal.

Eu só tinha medo, assim Qualquer coisa que passasse no Fantástico ET de Varginha, Área 51 Autópsia do ET A única relação que eu tinha era de pavor absoluto E não dormir, era insônia de domingo pra segunda Nossa, eu fico pensando Porque a autópsia do ET, ela foi vendida Como uma coisa real, você lembra disso? Você lembra de ter... Você não acreditou também? Você não ficou nem assustada? Porque na televisão passou como se fosse real, né? É porque vocês...

Foi muito horrível. Mas o jornal tava vendendo como se fosse real. A gente passou no Fantástico. Óbvio. E era uma coisa trilha sonora. E abria barriga. Pra sempre. Eu acho que por isso até o Domingo à Noite. Até hoje é meio deprimente. Quando a Marina faz esse quadro do seu monstro de infância. A maior parte das pessoas...

Falam que é isso, que é o Tóxito do ET. Atormenta uma geração inteira. Atormenta muito, porque foi muito dito como se fosse real. Eu tinha mais medo da Maria Louca. Eu acho que nessa época a gente não tinha medo era da vida do que a gente tinha. Isso aí, com vinho pra criar, pra criar, pra pagar, pra pagar. Vizinha tomando conta da vida da gente, tá louco. Próxima notícia, coroa de flores sai voando de túmulo.

Moradores de Vargem Alegre, na região do Rio Doce, em Minas Gerais, testemunharam uma cena inusitada. Um arranjo fúnebre sobrevoando a cidade. O caso aconteceu na segunda-feira, dia 15 de janeiro de 2024, conforme relatado. Segundo moradores da cidade, que conta com pouco mais de 6 mil habitantes, a coroa de flores decorava o túmulo de um homem sepultado no domingo, dia 14.

As testemunhas afirmaram que a coroa voou por alguns metros e caiu no telhado de uma casa que ficava ao lado da residência do falecido. Desculpa, eu tô engasguei. Tava contando alguma coisa, algum segredo. Eita, é? Ah, algum segredo. Por quê? Porque pra coroa sair voando...

Ah, é a coroa caguetona? Ela indicou alguém? Eu acho que a coroa tá... Caí na casa do vizinho. Tipo assim, morri por causa desse vizinho, será? Gente, que maravilhoso! Nunca teria pensado nisso. Tem a minha amiga que faz teatro comigo. Que o pai dela morreu e deixou cinco filhas. E aí ela tá lá no enterro, no velório do pai. Ela era pequena, chegou uma mulher chorando, foi lá.

Abotuou a camisa, arrumou a gravata, a mãe dela.

Foi lá e a mãe abriu. Aí a mulher foi. E elas se pegaram. Era uma namorada do pai. Olha! No velório, no corpo. Ela contou isso pra mim. Meu Deus! Uma gostava dele mais ripongo, outra gostava dele mais arrumadinho. Mais arrumadinho. Sabia que ele tinha agonia e as coisas fechadas. Ela falou, imagina, ele morreu de infarto, alguma coisa. E a outra vem aqui. Diz que botou a mulher pra correr.

Gente, eu amei a teoria da coroa também. A teoria da coroa. A coroa devia estar. A coroa tava apontando pra mim. A coroa tava caguetando. Uma coisa. Alguma coisa. Tava contando alguma fofoca ali. Isso aí, também acho. Uma energia que veio pra falar. Tô aqui. Já pensou? A coroa caguetando.

Coroa Investigativa. Coroa Investigativa. E esse foi o Jornal Bizarro, gente. Foi tudo. Amei. A adoremos. Espero que vocês tenham gostado. Se vocês só chegaram nesse episódio, saibam que tem um episódio grandão que a gente fala de causos. A gente falou da nossa infância. Contamos da infância do Chico, da minha infância. Da infância da Isabel. A sua é muito mais assustadora. A sua é a mais assustadora de todas. A minha mais assustadora. Todas as outras eram ok e a sua foi.

Mas foi maravilhoso, espero que vocês tenham gostado. Um beijo e até o próximo episódio. Beijo. Sejam bem-vindos ao Jornal Bizarro. Hoje estou aqui com uma correspondente internacional. Olá, pessoal. Eu estou aqui do Canadá.

Fala, galera. Tô aqui com a Berta. Não, nunca odeio isso falando Fala, galera. É absolutamente tudo. Você gostou? Eu gostei.

A gente vai falar de uma notícia muito séria aqui agora, Beto. Eu gostaria que você tirasse esse sorriso no rosto, tá? Não acho que é um programa pra gente rir. Eu não queria esse podcast pra gente se divertir. Eu queria realmente que a gente levasse a sério. Tá, eu vou abaixar o tom aqui, tá? Porque… Vamos abaixar um pouco o tom, porque é o seguinte. Tá bom. Mulher come sushi e doces enquanto andava de carrinho no Walmart. Walmart. Walmart.

Walmart. Tá? Uma mulher da Flórida foi acusada de fazer uso de drogas e dirigir um carrinho de compras motorizado... Meu, diva, tá? Em uma loja do Walmart, enquanto... Walmart. Enquanto bebia vinho e comia sushi e cinnamon rolls.

Que delícia! Que delícia! Nossa! Que delícia! De acordo com o relatório do gabinete do xerife do condado, o agente de segurança Robert Gross... Quem se importa? Quem se importa com o Robert... Eu não entendo esse gênero e coisa do condado. Ah, do condado. Ai, acho tão cafona. E aí, esse Robert, ele viu a Jocelyn...

E Lopes. Lopes, né? O melhor sobrenome. BR. De 25 anos, consumindo 32 dólares em produtos do mercado. Ai, gente, pelo amor de Deus. O que é 32 dólares, sabe? Já é ela. O Gross disse ter visto Lopes abrir um pacote de sushi.

Gente, mas ele tava lá atrás da mulher. Calma lá. Ele tava fazendo compras ou ele tava seguindo essa mulher? E digo mais. Ele viu ela pegando o carrinho. Aí pegou o sushi. Aí pegou o cinnamon roll e deixou. E deixou. Ele falou, vamos ver até onde ela vai. Deixa ela consumir. Ele viu a Lopes abrir um pacote de sushi, comer um pedaço. E depois colocá-lo de volta na prateleira. Ai, realmente aí não foi tão legal.

Ele disse que ela fez a mesma coisa com um pacote de mini muffins e um pacote de cinnamon brown.

Assim como a parte considerável de um frango assado. O que é uma parte considerável de um frango assado? Eu penso, tipo, tirar uma coxa, assim, sabe? Coisas que eu super faria também. Sim. Porque ela devia estar numa larica muito monstruosa. Nossa, uma larica. Nossa, total. E ela foi em itens muito gostosos. É, ela pegou um frangão, ela pegou um mini muffin, cinnamon roll. Mas deu uma mexida, um sushi. Ela deu uma misturada meio maluca aí, vai. Nossa, eu salivei, juro por Deus.

Rompou a badia Lopes disse às autoridades que estava com fome E que estava sob efeito de entorpecentes Ela foi presa sob acusações de furto e posse de uma pequena quantidade de drogas Foi liberada sob fiança e prometeu buscar tratamento para seu vício Ai, gente, que vício É maconha isso aí É, é uma laricona Assim, não é legal ter devolvido pra prateleira Também não vou passar esse pano É, porque daí falta de higiene da parte dela

Falta de dinheiro na parte dela. Mas, por exemplo, quis ali comer no supermercado, depois colocava tudo e pagava. Quem disse que ela não ia voltar na prateleira também e pegar? Pois sim. E digo mais, tá? Quantas vezes já não cheguei com muita fome em algum lugar e beleza, peguei.

Fui comendo e paguei. Exato. Tipo, é uma opção. É uma opção. Às vezes, talvez não uma parte considerável de um frango. E não é. E o lance é, pô, devolver depois. Ela falhou, ela vacilou um pouco aí. Mas ela também tava sendo observada, né? Será que ela não tô numa paranoia? Eu acho que também. Se tivesse um policial me observando, eu ia ficar puta. É, que história é essa. Quer ver o que eu faço? Olha aqui, eu comi um frango.

Olha aqui, eu comendo esse frango. Olha aqui, eu comendo esse nó. Olha aqui, olha essa coxa aqui, ó. Aqui, ó, tá vendo? Tá filmando? Tu gosta? Tá filmando? Olha isso aqui. E ela no carrinho, porque eu imagino também ela dentro do carrinho. Não, e fora o conforto, né? É, é o conforto. Porque assim, ela vai indo, vai adicionando, tipo, na sacola, vai comendo. Acho que eu tô indo pegar, talvez, um travesseiro do supermercado pra se acomodar melhor no carrinho.

Aqueles, tipo, aqui também, sabe? Aí eu também pegaria alguns itens, acho, tipo, de skincare, né? De skincare, é.

Pra ir fazendo. Uma bruma. Eu não sei, assim, por mim ela não precisava ter ido presa. Por mim também não. Sabe, eu acho que assim, é uma questão de conversar. Entendeu? Falar assim, ó... Josefina. Aqui, Josefina. Aqui a gente costuma... Não colocar dentro das prateleiras. Sabe? A gente costuma pegar uma parada e pagar. É uma coisa que a gente criou agora. Isso, é um hábito que vem. É um hábito que veio.

Há pouco tempo. Faz pouquíssimo tempo. Que as pessoas trocam, né? As coisas por dinheiro. Por dinheiro, enfim. Mas assim... Senhora Lopes, longe de mim... Cagarregra. Cagarregra. Vai no seu tempo também. Vai no seu tempo, exato. Como você se sentir mais confortável. Mas precisa aprender. A gente aprender, pelo amor de Deus. Mas é que é o xerife do condado. Ele não deve ter o que fazer. É, não tem o que fazer. Pra ficar perseguindo o povo no supermercado.

É. Ele deve ficar no supermercado de olho, de butuca. De butuca, né? Porque não é o segurança do supermercado. Segurança do supermercado tá lá pra isso.

Né, mas o cara do xerife do condado, ah, pelo amor de Deus. Não, e o que que tava fazendo no supermercado? É, não tem nada pra fazer. É só que eu tô trabalhando. Não tem nada pra fazer. Não tem nada. Fica lá. Então, fique com essa notícia. Amiga, muito bom. É isso. Ai, muito bom. Oi.

Sejam bem-vindos a mais um Jornal Bizarro. E hoje estou aqui com Daniel Pires, do Lenda Cat. Oi! Prazer, Mabê. Se você não viu o nosso episódio, volta lá. Que a gente falou sobre um monte de coisa. Sobre lendas, principalmente. Não, foi uma terapia, né? Foi uma terapia, gente. A gente falou da família, dos antepassados. Da família, da vida, de tudo. Então, dá pra fofocar. Falamos de religião. No pacto que a Mabê fez aos 12 anos. A gente fez um pacto no final da episódio. Entre nós.

E ó A gente tá aqui com o nosso jornalzinho Entendeu? Então boa noite Boa noite

E a primeira matéria é, não querem fêmeas e tá tudo bem. Conheça o primeiro rebanho de carneiros gays. Imagina! Não, não. É o bloco da Anitta que a menina fez o vídeo reclamando.

Que os homens já estão todos tomados, que só tem gay. Que ela fala muito viado, né? Ela fala só tem viado. Quem casou, casou. Gente, essas pessoas têm um ego muito alto. Gente, né? Tipo assim, por que você tá nesse bloco de gay? Por que você tá fazendo lá?

Eu fico passado desse negócio de casou, casou. Gente, tem muita gente no mundo. Tem um monte, gente, dos seus carneiros gays. Gente, eu amei. Então vamos pra essa matéria aqui. Carneiros que não acasalam com fêmeas costumam ser enviados para o abate. Ai, que dó, que horror, isso é homofobia. É o quê? Enviados pro abate? Pra abate, se eles não acasalam.

Gente. Bom, depende, porque abate na minha vida, quando eu falo que eu vou pro abate... É outra coisa. Aí é porque é bom. De repente deu outro significado pros camelos. Pros camelos. Pros camelos. Já mudou. Pros camelos gays. Camelos gays. Mas um fazendeiro alemão decidiu salvá-los e formou o que ele chama de o primeiro rebanho de carneiros gays do mundo.

Michael Stuck é o responsável pelo projeto chamado Rainbow Bull, que é lã de arco-íris. É teu passado, Gustavo. Ele é um fazendeiro com 30 anos de experiência e ele mantém a fazenda desde um ano retrasado na cidade de Lom, na Alemanha. Estudos mostram que até 8% dos carneiros machos são orientados para machos, ou seja, na gays.

Esse comportamento, porém, não é bem visto pela maioria dos fazendeiros que esperam reprodução. Identificar corretamente a orientação sexual do animal pode ser complicado e até mesmo polêmico. Qualquer um pode dizer, ei, eu tenho um carneiro gay. Mas o que fazemos é observar o comportamento deles. Eu amo, ele falou, mas é assim. Ele coloca, só com o lequezinho. Alguns carneiros, basicamente, montam em tudo, seja fêmea ou macho. Isso não qualificaria como ter um carneiro gay. É carneiro bi.

É um carneiro... É um carneiro bicho, já sou eu. Isso qualificaria como ser dominante. Mas se um carneiro consistentemente se recusa a casalar com uma ovelha fêmea, esse é o sinal de que você sabe que ele prefere outros carneiros. Disse Michael Aldeguardo. O rebanho hoje conta com 35 carneiros e a fazenda tem lista de espera.

Os animais podem ser apadrinhados e alguns ganharam nomes curiosos, inspirados em celebridades, como Prince William, Jean-Lou Gauter e a Madonna. Eu amei, gente. Eu amei. Imagina eles chegando lá, não é o quê? Curral que os carneiros vai? Eu não sei também. É o quê? Imagina chegando lá, sei lá, no curral e aí, bicha. E aí, bicha. E aí, yes. E aí. Ai, não queria as ovelhas mulheres, não.

E aí, ó, como que surgiu a ideia? Quem é você? Pra chegar falando assim comigo, quem é a Ebi? A gente conhece por acaso? Brigando, né? Como que surgiu a ideia? Então, fui conversando com uma amiga e parceira de negócios, a Nádia Leite. Amei o sobrenome dela aqui. O que teve a ideia do Rainbow Woo? O que podemos fazer pra não mandá-los todos ao abatedouro?

Meu coração está sempre ao lado dos fracos e oprimidos. Sou gay e reconheço os preconceitos, os preconceituosos, especialmente na agricultura. Ah, ele é gay, o fazendeiro. Bom... É óbvio, né? É óbvio. A identificação vem da sua vida, você é um hétero. É, um hétero ia falar, gente, coitado desses carneiros. É, ia colocar os carneiros pra trabalhar lá, ficar fazendo seis por um. Vai ficar fazendo vídeo aí.

Põe o TikTok nos carneiros. A solução do Rainbow Bull é comprar esses carneiros diretamente de outros criadores, pagando mais que o valor do abatedouro e usá-lo só pela lã. A matéria-prima vai para uma fábrica na Espanha e os lucros são doados para causas LGBTQIA+. Ai, que legal! Eu amei. E tem que ter de outros animais gays também. Vamos falar sobre os touros gays. Vamos falar sobre os touros gays. Lembra do Ferdinando? Ai, o Ferdinando. É, que ele cheirava fosse esse homem.

Amava.

E eu amei que tem uma parte da matéria que tá escrito I Will Survive. A U de lã. Que é o que eles fazem. A U de lã. É, a U de lã. Achei maravilhoso. I Will Survive. Aí ele conta que em novembro do ano passado, o projeto ganhou destaque na moda. E que a lã desses carneiros foi usada numa coleção de preces de tricô e crochê chamada I Will Survive. Gente, eu tô amando. Que foi criado pelo designer americano Michael Schmidt, colaborador da Chrome Hearts.

E o desfile aconteceu em Nova York, com looks inspirados em arquétipos gays, como marinheiro e entregador de pizza. Entregador de pizza? Gente! Gente, sério. Gente, o povo fetichiza tudo. Tudo, se empolgou. Desde o marinheiro até o entregador de pizza. O encanador, né? Todos os periódicos. A ideia era dizer que a homossexualidade é natural, reino animal e não me escolho.

E aí ele conta, eu realmente quis enfatizar o gay. Vejo isso como projeto de arte. Você tá vendendo uma ideia mais do que uma coleção de roupas. E a ideia é de que a homossexualidade não é apenas da condição humana, mas do mundo animal. Gente, principalmente do mundo animal, né? Tipo assim, nada mais gay do que o mundo animal. Aliás, o mundo animal não tem essas besteiras que a gente tem de ficar preocupado. É, do que é. Ai, mas que isso aqui é de sexualidade?

Não, eles estão lá, ó. Anos lunes, estão vivendo. Olha, eu particularmente amei essa matéria. Eu passei, não, eu tô...

Você não quer visitar essa fazenda? Eu quero muito, imagina, chega lá Gente, eu quero muito ver essas ovelhas gays Não, mas falando sério, assim Você já viu carneiros e ovelhas de perto? Já, eu amo Eu fui numa feira Lá em Esteio, no Rio Grande do Sul Na época que eu trabalhava com jornalismo E eu vi eles bem De pertinho, assim, eles são muito lindos

Os cuidados que os criadores têm. E aí eu falei assim, gente, não é possível que esses criadores sejam chucros a ponto de... Porque eles são vistos como produto, né? Então é a lã, é a carne, é o porte, né? Tudo pra ser utilizado. Ele não é visto como um animal de estimação. Não há sentimento por esses bichos. Aí eu falei, mas não é possível.

Aí perguntei pra um ou dois lá. E eles falaram, não, tem uns que realmente eles se mostram mais afetivos com a gente. Eles são... parecem uns cachorros, são inteligentes. E eles não vão pro abatedor. Eu falei, ó, tá vendo? Então por isso que é importante você se posicionar. Porque até no animal, aquele que não se posiciona, fica ali, ó. Você vai ser abatido. Vai ser abatido. Nesse mundo. Então você tem que se posicionar. Mas eu achei o máximo.

Eu achei tudo. E uma sensibilidade também. Isso a gente tá falando com uma bolha, né, Mabê? Porque se isso sai daqui, cai em outro lugar. Olha aí, ó. Já vejo os conservadores assim, ó. Escuta o que essa mocinha aqui de cabelo azul falou. E você falando. Os carneiros gays. Gente, tem carneiros gays!

Não, já é um grande drama. E a nossa próxima matéria, também maravilhosa, que é... Os fãs de Stuart Little só agora estão percebendo que ele não é realmente um rato. Então, ó. Embora já tenhamos passado mais de 25 anos desde o lançamento do primeiro filme de Stuart Little, os fãs só agora descobriram que o personagem principal não é, na verdade, um rato. Stuart Little é um filme de 99, baseado no romance homônimo de 1945. O filme acompanha a família Little, que busca adotar um menino para dar um irmão ao seu filho, George.

No orfanato, os pais conhecem o Stuart, um ratinho pequeno, mas encantador, que aparentemente é civilizado com os humanos. No entanto, quando os pais levam o Stuart para casa, o George recusa a reconhecê-lo como seu irmão, e a gata da família fica enjoada por ser o novo animal de estimação de um rato.

O filme continua a acompanhar o pequeno personagem parecido com um rato, enquanto ele tenta encontrar o seu lugar na família. Numa comédia que toda família, né, vai gostar. No entanto, os fãs ficam surpresos ao descobrir que Stuart Lear, na verdade, não é um rato. E aí, em uma publicação no Reddit, um usuário compartilhou, né, uma ilustração, e explicou que o personagem... Pera, é o quê? No livro não é um rato. Pera, e é o quê? Ele é uma criança. Olha aqui.

Ele é uma criança. O Stuart Lira é uma criança? Ele é, ó. Ele é um menino humano muito pequeno que se parece com um rato em todos os sentidos. Que essa descrição é mencionada pelo White. Ficou pior. No primeiro capítulo do romance, onde o Stuart não é adotado pela família Lira, mas sim filho biológico do senhor e da senhora Lira. Embora a família estivesse preocupada com a forma como o Stuart sobreviveria no mundo, né? De tamanho humano.

Eles perceberam que ele poderia fazer tudo que uma criança da mesma idade podia fazer, apesar dele ser apenas 5 centímetros de altura. Então, tipo, uma criancinha desse tá... Não, gente, 5 centímetros é o polegar vermelho. É, não dá. É o chapéu de... É o chapulim colorado. Exatamente, quando ele tomava polegarina. O pote pilim-pim-pim. É.

Em uma carta que escreveu em resposta às perguntas do leitor, White escreveu como concebeu Stuart Little. Há muitos anos fui dormir numa noite em um vagão de trem e durante a noite sonhei com um menino pequeno que agia como rato. Foi tudo assim que começou. Eu achei muito engraçado porque eu também não sabia. Na hora que eu vi, eu falei, gente... É, tipo assim, desse tamanho, assim, sentimos, é o quê? É o controle aqui. É o controle.

Ah não, acabou com a minha infância. Acabou, né? Eu vi um criador de conteúdo uma vez na internet, ele falando assim, negócio nojento, ratatouille, o rato da cozinha. Ai, como a gente olha para umas coisas e nem presta atenção. E aí eu vi um vídeo, acho que foi ontem ou hoje, de uma moça com o marido dela, eles estavam jantando num restaurante em frente ao Coliseu e um rato assim, ó.

saindo de dentro de um tijolo. Ela falou, o ratatou e veio ver se tava tudo bom a comer. Pelo amor de Deus. Essas eram essas nos notícias do nosso Jornal Bizarro. Meu Deus. Olha, se você fosse falar, você ia trazer uma notícia também pra nós. Ah, é a próxima você traz. Então, a gente vai criar um rebanho de ovelhas gays. Gente. Entendeu? São ovelhos.

Os ovelhos. E o nosso estortilírio, que a gente descobriu aqui, que na verdade é uma pessoa hita. Não, eu acho que as pessoas estão querendo lacrar, falando que é uma criança agora. Mas é um doente. É um rato. Ou é um rato. E ficou pior, falando que é uma criança com cara de rato. É, acho que é porque o coelho é muito pequenininho. Não, gente, não exemplifica. Não, a gata, eu gostei da gata. Imagina, eu vou ser um bicho de estimação de um rato. Eu vou acabar com ele. Vem aqui. Vem aqui. Vem aqui, piriguete.

Eu amei. Mas é isso, gente. Um beijo e até o próximo episódio. Tchau. Bé!

Bem-vindos ao Jornal Bizarro. E hoje eu estou aqui com a atriz. Oiê! Oi, mamê. Gente, se vocês ainda não ouviram o Caso Bizarro com a atriz, então vai lá ouvir, porque tá um surto, né? A gente falou muitas coisas, tá muito legal. Boas histórias. Foram ótimas histórias. Ela contou a história dela, entendeu? A da roça. Sim. É coisa boa.

E hoje aqui a gente vai ler duas notícias. E a primeira é... Homem boiando em Lagoa mobiliza bombeiros para resgate do corpo no Rio de Janeiro. Mas ele só estava dormindo.

Gente, olha essa imagem. Eu vou... Juro. Mano, deixa eu ficar com ele boiando, tipo, dormindo. Mano, olha isso aqui. Ele tá morto. Ele tá morto. Ele tá morto. Gente, se vocês não estiverem assistindo ou no Spotify ou no canal do Caso Bizarro no YouTube... É uma pessoa morta. É uma pessoa morta. Imagina.

Vão lá no Instagram, Casa do Inácio Bizarro, que a gente vai deixar as imagens pra vocês entenderem. Mas, gente, assim, não tem como você olhar pra este homem boiando e não achar que é um corpo... Gente, assim, e como que boia no rio, gente? Boiando inconsciente. Quer dizer, e dorme, né? Tipo, que loucura, sério. Mas vamos lá. Moradores acionaram equipe de resgate após encontrarem um corpo boiando na Lagoa de Sacuarema, na região dos lagos, no Rio.

na manhã da terça-feira do dia 24 de janeiro de 2026. Então é um caso bem recente. À primeira vista, apenas parte dos membros estava para fora d'água, o que chamou a atenção de quem passava pelo local.

De acordo com o corpo dos bombeiros e agentes do grupamento Salva Mar, que foram atender a ocorrência, o homem estava vivo e apenas dormia dentro da lagoa. Os socorristas perceberam sinais de ingestão de bebida alcoólica, com toda certeza, né? Com a chegada das equipes, o homem se levantou e não precisou de atendimento médico.

Apesar do susto inicial, a situação terminou de forma inusitada e acabou arrancando risados até dos próprios agentes que atenderam ao ocorrente. Sim, que bom, né? Que não era um corpo. Gente, que bom, exato, que bom. E a segunda foto dele, que eu amo, que ele tá assim, numa pose, né? Tipo assim, ele tá, não galera, tá tudo bem comigo.

Mano, que impressionante. E é por isso que eu falo. Quando a gente lança um livro e fala assim, ah, isso aí não aconteceu. Gente, olha isso aqui, olha as histórias. A gente tipo, ah, as pessoas não vão achar meu livro bom. E o cara tá boiando bêbado. Exato, não tem explicação. Você tá se importando aí.

Como vai ser visto, o cara está boiando no rio. Não dá. E agora, a próxima notícia é a notícia de um marginal. Pica-pau danifica mais de 20 veículos em cidade de Massachusetts. Olha o bichinho. Ele contra as máquinas. Ele contra as máquinas, juro.

Uma cidade litorânea de Massachusetts foi vítima de um pica-pau de polpa vermelha, que danificou mais de 20 veículos, segundo o morador. Durante semanas, os moradores de Rockport têm lidado com parabrisas e retrovisores quebrados.

A moradora de Anel Favaloro conseguiu fotografar o culpado, um pássaro grande do tamanho de um corvo, bicando os veículos. Gente, ele é muito lindo. Ele é lindo, uma maravilha. Nossa, ele é lindo. E parece muito que ele pintou o cabelo de vermelho. Muito moicano. Muito moicano. E por que ele tá quebrando? Porque ele tá puto, né? Ele tá puto.

Aí olha a... Com as máquinas. E olha a entrevista dessa Janelle. Parece que temos um vândalo em nossa vizinhança. Eu descreveria como tendo entre 45 e 60 centímetros de altura. Vestindo preto e branco e um chapéu vermelho. Ela se divertiu também. Esse é lindo. O pica-pau apareceu e pousou nos limpadores de parabrisa do trailer do nosso quintal. E ficou olhando para o próprio reflexo. E nós pensamos. Aposto que foi ele que danificou os espelhos também.

Ron Magill, diretor de comunicação do Zoológico de Miami, diz que um dos motivos para o comportamento agressivo do pica-pau pode ser o auge da temporada de acasalamento. Nessa época do ano, é a temporada de reprodução, então todos esses pássaros machos, não apenas os pica-paus de crista vermelha,

Mas todos os pássaros estão entrando em uma exibição de cortejo territorial muito agressiva. Se eles estão vendo seus reflexos, não entendem que é um reflexo. Eles pensam que é um concorrente. Gente, então eles estão olhando, tipo, reflexo no espelho. E estão atacando pra eles ficarem com as pássaros.

Que loucura! Mas por que todos os pássaros não estão fazendo isso, então? É, né? Por que só esse pica-pau tá fazendo? Será que ele, tipo, é mais agressivo? Ou os outros pássaros estão fazendo em outras cidades, às vezes? Ninguém tá vendo. Ninguém tá vendo. As pessoas não ligam pros carros.

Nossa, mas assim, quebrou realmente o retrovisor, né? Então, uns 40 foram quantos? É, foram 40 carros. E olha esse aqui, tipo assim. Gente, ele tá muito puto. Deixa eu ver o buraco. Ó, é um puta buraco no carro.

Tipo, eu não tô... É, ele tem que ter... Às vezes tem a ver com a temporada de acasalamento e ele tá de saco roxo, só. Amei, junto da que saco, uma raiva louca. Eu vou enlouquecer. Eu não consegui uma pássara, eu vou me vingar dos carros.

Deixa ele, gente. Deixa ele. Ai, essas foram as notícias. Eu amei as notícias. Foram grandes... Gente, eu sempre falo, o jornal bizarro é inexplicável. As coisas que a gente... E o povo assim, ai, mas será que vai ter sempre notícia assim? Gente, vai. Porque não tem como explicação. Não tem, não tem.

Tipo, como o cara dormindo tava boiando, será que dá pra dormir e boiar? E boiar ao mesmo tempo? Então, porque a sensação que eu tenho é que se você tá dormindo e boia, tipo, você vai afogar e acordar, né? Mas aparentemente existe um estado aí de... Será que é um relaxamento excessivo, assim?

Mas que perigo, né? É perigoso. Tipo, que perigo o cara tá meio... Como ele caiu? Será que ele entrou porque ele quis? Exato. Será que ele entrou, tipo, sei lá, pra refrescar? E aí acabou dormindo? Ou então ele dormiu na areia e foi levado, foi puxado? Eu queria falar com ele. Eu queria falar, amigo, você dormiu de propósito? Como que aconteceu isso, né? Será que ele pratica na casa dele? Uma coisa que ele fica lá na piscina da casa dele, nadando. Então. É, eu... É o vibe dele.

Eu tô pensando aqui que eu acho que todas as vezes que eu boiei e dormi, eu tava na piscina. Então é meio que aceitável. Mas você fazer isso numa praia, gente, não dá. Num rio movimentado, tipo... Eu nunca dormi boiando, eu consigo boiar por uns 10 segundos, eu acho.

É, não, eu acho que eu já tive. Então, não sei se dormir, mas assim, um estado, sabe? Tipo assim, de totalmente descanso, assim. Exato, uma paz, assim, acho que já. Uma paz ele tá... Mas ele talvez tivesse em paz demais. Aham, quantos são bombeiros, será que foram? As caras saíram de casa. Imagina, tipo, meu Deus, um corpo voando no rio, uma situação trágica. Ele já... Né, meu Deus. E ele, levanta.

Daquele jeito, né? Eu usava, eu ia daquele jeito. Ai, é. Mas pelo menos, é o que você falou, pelo menos não era um corpo. Sim, e o passarinho é punk. Estamos aí voltando um pouco à época punk. Exato. Eu acho que o passarinho é assim, gente. Lugar de carro é na garaca. Sim, o passarinho estava aqui antes dos fortes fiestas. Será que a gente não está invadindo o lugar dos passarinhos? Então fique com este questionamento. Muito obrigada por terem ouvido até aqui. Um beijo e até o próximo. Até o próximo.

Sejam bem-vindos a mais um Jornal Bizarro e hoje eu estou aqui com Bárbara. Oi, gente! Bárbara Marcones. Bárbara Marcones. Que já apareceu no episódio de segunda-feira, né? Já falamos de casos bizarros, teve bastante coisa. Você contou o caso bizarro seu. A gente falou sobre o quê? A gente falou sobre filmes de terror. Sim, importante. Falamos...

sobre o que mais? Mal de homem. Mal de homem, que é um hobby pago. E... Ah, meu Deus, esqueci as histórias. Ah, teve um date muito esquisito. Sim, date bizarro. Date bizarro, exatamente. Mas é isso, então vão lá assistir e agora a gente vai começar o nosso jornal bizarro.

E a primeira notícia é a seguinte. Visitante inesperado em quarto de hotel na Holanda estava focado em seu repouso. Um grupo de resgate de animais na Holanda foi chamado a um hotel à beira-mar quando um hóspede entrou no seu quarto e encontrou uma foca cinzenta tirando uma soneca. Meu Deus. A Fundação do Bem-Estar Animal de Zealand afirmou nas redes sociais que os socorristas receberam uma ligação de funcionários do Hotel Boulevard 17 e, a princípio, não acreditaram quando eles explicaram a situação.

Mas como é de praxe, eles foram ver se o chamado era real e não um trote. Os socorristas chegaram e confirmaram que havia uma foca cinzenta, tirando uma soneca no chão do quarto de hotel. Olha que belezinha! Meu Deus, que fofinha! Como foi que ela entrou lá? Ai, gente... Não, olha aqui!

Carinha dela. Muito fofa, gente. Se vocês não tiverem assistido em vídeo, tem que ir lá no Instagram, Casa Indonar e Bizarro, pra olhar a imagem da Foquinha. Eles pediram ajuda à equipe de resgate de animais marinhos da Holanda e os grupos trabalharam juntos pra retirar o animal do cômodo. A Foca ficou bastante mal-humorada por ter seu sono da beleza interrompido, segundo as palavras de um dos socorristas.

O animal foi colocado numa cesta especial para transporte de animal de grande porte e levada para a praia, seu habitat natural, onde se certificou de se deitar próximo a algumas pedras e voltar a dormir. Ai, que linda, gente. Que fofinha. Cara, como que eles chegam a alguns locais? Não, muito louco isso. E assim, porque... Beleza, tem uma varanda ali e tal que tá mostrando. Mas assim, é uma foca, gente. A foca não pula, sabe? Tipo, não é uma parada.

Que ela tenha acesso, porque ela não conseguiria entrar no hotel, eu acho. Só se for um hotel, tudo bem, é na beira do mar. Talvez ele seja mais aberto, né? Seja um quarto ali mais próximo, não sei. Pois é, mas ela é grande. Ela é grande, gente. Como que ninguém viu, sabe? Ela deve estar lá muito tempo. Imagina você entra no quarto e você vê uma foca. Primeiro eu ia desmaiar. A foca, eu acho que eu ia ficar de boa. Se fosse um jacaré, talvez eu desmaiasse. Mas o jacaré é lindo. Eu amo jacaré.

Tá, até aí tudo bem. Mas o bom é que, tipo assim, eles são lentos. Mas eu não ia querer chamar, eu ia querer levar pra mim.

Eu ia falar assim, agora essa foca é minha. E aí, como que a gente vai conseguir levar a foca pro meu carro? Porque ele é grande porte, tá falando aí? É. Qual o tamanho de uma foca? Cara. Tipo, um metro, dois? Ela, essa foca aqui, ela é bem comprida. Mas, ó, ela chama foca... foca cinzenta, deixa eu ver. Vê o tamanho da foca cinzenta. A altura média da foca cinzenta. Porque se eu vejo, por exemplo, uma topeira na rua, eu vou querer pegar, mas a topeira é pequena. Então, não dá pra levantar essa foca. Ela deve pesar, tipo, uns 200 quilos, só.

Ó, foca cinzenta adulta, geralmente mede, se for macho, mede entre 2.3 e 3.5 metros e pesa entre 170 e 310 quilos. A gente nunca conseguiu levar a foca pro carro. Nunca. Meu Deus. Mas eu ia tentar. Mas eu ia tentar. Ela não morde, né?

Não, mas se ela der um tapa, não sei, acabou, né? É um tapa de 300 quilos. É um tapa de 300 quilos, eu não aguento. A gente não aguenta. Mas eu acho que ela não é um animal violento, né? É, a maioria dos animais não é, né? Só se alguém mexe com eles, é que eles mexem de volta. É, que como ele tá fora do habitat também, pode ser que ele esteja mais, né, assustado. Pois é que ela tava dormindo, né, de boa. E voltou a dormir depois do resgate, inclusive.

Eu acho lindo esses animais marinhos. Ah, eu acho lindo também. A fêmea, ela é menorzinha. Ela é 1,80m a 2,10m. E pesa de 100 a 190kg. Então assim, no mínimo, 150kg. Um filhote a gente roubava.

Um filhote dava. Mas aí também vai ter que pôr aonde, né? Vai ter que comprar uma banheira. Vai ter que colocar o ar-condicionado da Xuxa. Lembra que ela assinou um termo pra colocar um frigobar, um negócio de frigobar no quarto dela? Pra colocar, tipo, nove graus quando ela tava na...

Na menopausa, a gente ia ter que pedir. Ela fez isso. Eu não sei porque eu guardo certas informações, mas eu lembro que a Xuxa assinou um termo falando que ela podia... É muito específica essa informação, eu amei. Sério. Tipo, o segmento Xuxa. Mas eu lembro que o ar-condicionado só vai até o 16. E ela sente muito calor. Aí ela assinou um termo pra colocar um negócio de frigobar no quarto dela pra conseguir chegar nos 9 graus.

e aí permitiram que daí se ela morresse congelado azar era dela esse é o funcionário a gente conseguiu aí ó e vai ver por isso que ela tem aquela pele não é procedimento estético é o ar condicionado

Sejam os 9 graus. Bom, mas é isso, gente. Essa foquinha, se eu tivesse lá, eu ia chamar uma galera pra colocar num caminhão e levar pra minha casa. O jeito que você vai criar, você vê depois. É, depois a gente vê como é que faz. Claro, foca, come um monte de... é pinguim, né? Eles comem um monte de coisa. A gente ia ter que pegar um monte de bicho pra dar de comer. Sério? Ah, eles são carnívoros. Gente, na minha cabeça, todo animal marinho é vegano. Não.

O que é uma mentira, porque tubarão come gente, etc. Não, eu sabia que tubarão nem come muita gente. Não come, né? Não come muito. Eu vi no TikTok. Foca, claro que é o melhor fonte de conhecimento. As focas se alimentam principalmente de peixes, lulas, polvos, crustáceos e criam. Então eu inventei que era pinguim. Que era pinguim. Eu acho que a gente pode soltar essa notícia, tipo... Se bem que o pinguim não deixa de ser uma...

não, mas eu acho que eu já predadora conhecida por comer outras focas e aves marinhas, sabe por que eu vi um vídeo no tiktok, isso é verdade dos pinguins que pulam num iceberg que tem uma foca

E aí, na hora que eles veem a foca, eles saem correndo. E aí, no vídeo, o cara narrava que, tipo, que eles pularam sem querer onde estava o predador deles. É por isso que eu fiquei com isso na cabeça. Então, talvez alguns focos. Alguns focos como alguns pinguins. Então, faz super sentido. Tem os pinguins que se perdem nos lugares ali. Eu já vi, eu estava em Bombinhas, lá perto de Florianópolis. Aí, a gente estava andando de... Fui andar jet ski.

no arroba, porque eu não tenho dinheiro pra andar de jet ski, mas eu fui. E aí tinha um pinguinzinho ali no meio. E nem tem como você fazer muita coisa também, porque acho que pra resgatar ele tem que ir pra beira, sei lá. Mas ele tava super de boa ali. Ele tava tranquilinho. Ai, eu queria muito ver um pinguim, eu nunca vi. Ele é muito fofinho. Eu não vi de tão perto também, né? Porque quando o jet ski foi chegando perto, ele foi saindo.

Mas eles são muito fofinhos. Ah, eles parecem muito lindinhos. Sim, eu gosto que é uma espécie que o homem presta, né?

É ele que cria o ovo. Ele é fofinho, sim. Ai, gente, eles não dão de pulandinho, assim. Eu amo, amo. Tá, o próximo caso é... O gato de uma mulher desaparece e ela só descobre a verdade dez anos depois. Gente. Enquanto alguns gatos adoram tomar sol no parapeito da janela o dia todo, outros preferem vagar pelo bairro, marcando o território.

Era exatamente isso que Ned fazia todos os dias, desde a sua adoção por Jazz em 2014. No entanto, o gato era tão territorialista que voltava pra lá mesmo depois da mudança da sua tutora. A casa é minha e pronto. Essa casa é minha, acabou. Então, ela tinha que ir lá buscar ele sempre que ele desaparecia.

Ela explicou como os compradores da sua antiga casa começaram a reconhecer o Ned e passaram a cuidar dele também, o que significava que ele tinha duas casas por um tempo. Mas um dia o Ned saiu para patrulhar o bairro e nunca mais voltou. Isso desencadeou uma grande busca com as duas famílias procurando pelo gato aventureiro. Infelizmente, não conseguiram encontrá-lo, e Jess foi obrigada a desistir, acabando por adotar outro gato anos depois.

Mas, após 10 anos, ela recebeu um telefonema de um veterinário perguntando se ela era dona de um gato chamado Ned, que agora tinha 12 anos. Descobriu que o Ned estava morando com uma senhora idosa nos últimos 3 anos, mas como ela estava indo para um lar de idosos, queria garantir que ele tivesse onde morar. A Jazz disse, eles escanearam o microchip dele e meus dados apareceram. O mais louco é que ele não estava longe de onde ficava minha casa anterior, a mesma de onde me mudei. Ainda bem que não troquei o número do meu microchip.

Dito isso, Jess foi buscar seu animal de estimação perdido há muito tempo. Ela disse, ele estava nervoso quando busquei, mas está começando a se acalmar e se sentir confortável. Eu tenho outra gata, a Bluey, então o Ned está no quarto de hóspedes se adaptando à vida de volta à casa antes de conhecer a Bluey. Uma semana depois, ele estava se adaptando e estava muito amigável, exatamente como eu me lembrava.

E ele está curtindo uma vida mais tranquila e menos aventureira, gente. Ele estava com outra pessoa. Mas se ele estava com a idosa há três anos, então ele estava em outra casa nos sete anteriores. Exato, nos sete anos anteriores. Olha que gato safado. Ele tem muito isso, né? De gato que às vezes tem uma galera que está cuidando, que acha que é da rua e tal. E tem um monte de gente cuidando.

E ele tem dono. Eu achava que o microchip você conseguia localizar o animal. Tem que escanear pra saber? Eu acho que depende, por exemplo, o microchip... Se eu não me engano, o microchip que eu coloquei nas minhas gatas, ele é isso, ele é um cadastro delas. Então, como fosse o CPF delas, do tipo... Se um dia encontrar, você consegue olhar ali, tipo, ela pertence à Marina, uma bebona fé. Então...

Vai ter os meus dados ali, não é de… Não é de… Localização. Localização. Você não consegue ver no seu buscar. Eu sei que tem uma localização, mas que não é tão simples assim. Então, por isso que não fazem. Porque esse microchipagem, ele é bem pequenininho e tal. E se não me engano, pra localização teria que ser uma coisa maior. Não sei se é exatamente isso. Mas eu lembro que essa é uma dúvida que eu tive quando fomos microchipar.

Eu falei, ah, será que dá pra ver? E não. Aí eu descobri que era só coisa de ter um… E não sei se é uma coisa maior.

De ser cadastrado, né? Porque daí também se encontrar, sabe que tem dono e tal. E a importância da microchipagem, né, gente? É que eu fico pensando, se o gato foge, então você depende que alguém encontre e rastreio. E denuncie, né? É, porque se ele só se perder, você não consegue saber a localização pra ir atrás. Não. Ah, mas que bom que foram encontrados. Não é o que ele foi encontrado. E ele ficou fazendo companhia pra idosa. Mas, gente, 10 anos depois. Meu Deus, eu ia ficar tão triste.

10 anos 10 anos que meu gatos infelizmente não vive muitos anos e aí você perdeu 10 anos da vida do bichinho é verdade mas pelo menos encontrou né e encontrou bem que eu acho que a perder assim que é muito triste né sim

Mas o Ned é safado. Foi isso que a gente descobriu. Foi isso que a gente descobriu. E ele devia ter outras casas. Ele devia ter várias casas, o Ned. A idosa já devia ter perdido ele pra outra família até ele voltar. E depois ela deu a procedência nele só pra ela poder ir pra casa de acolhimento dela. Exato. Ela falou assim, não, esse gato aqui é safado, então vou tentar encontrar uma casa pra ele. É, porque vai que as outras famílias não queiram permanecer com ele permanentemente. Vai abandonar. É.

E foi isso, gente. Foram esses... Eu amei as notícias centralizadas em bichinhos. Exatamente. As duas notícias centralizadas em bichinhos. Muito obrigada por ter participado. Eu amei. Eu que agradeço, Mabeira. É meu sonho participar. E eu estou muito feliz. O episódio anterior está muito legal. Se vocês ainda não viram, vão ver. Volta lá e assiste. E até o próximo Jornal Bizarro. E aí

COMPILADÃO Jornal Bizarro 21 a 31 | Castnews Index — Castnews Index