Episódios de Caso Bizarro

CB #178 - Bicho-Papão Live Action com Marília Vicentin

18 de maio de 202650min
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No episódio de hoje discutimos sobre um hospital assombrado por freiras, um duende temperamental e a versão live action do Bicho-papão!

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Dicas Bizarras:

▪️Os Testamentos: Das Filhas de Gilead ▫️ Disney+ (Mali)

▪️Treta (2ª temporada) ▫️ Netflix (Mabê)

▪️Ronaldinho Gaúcho ▫️ Netflix (Mabê)

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Participantes neste episódio1
M

Mabê

Host
Assuntos6
  • Hospital Assombrado por FreirasHospital São José · Porta abrindo sozinha · Aparência de freira em foto · História do hospital construído por freiras
  • História de Duende em São Tomé das LetrasPousada simples e silenciosa · Barulho vindo da parede e do chão · Voz fina imitando criança · Aviso da dona da pousada para não responder · Presente de terra no tênis
  • Fenômeno no BanheiroBanho quente e espelho embaçado sem chuveiro ligado · Aumento na conta de luz · História de Murilo Benício com espírito
  • Susto memorável com criaturaMedo de dormir fora de casa · Vício em internet e dificuldade para dormir · Visão do Bicho-Papão como presunto glaciado com abacaxi
  • Saude Mental e BurnoutEsgotamento mental e físico · Importância da pausa e desimportância · Lidar com pressão no trabalho
  • Brincadeira de Pique EscondeAssustar peão com medo de assombração · Vento gelado e passos no capim · Pai assustando as filhas
Transcrição133 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, sejam bem-vindos a mais um Caso Bizarro. E hoje eu estou aqui com a Amalie. Oiê! E aí, como é que você tá? Tô muito animada. Eu também, eu tô bem. Gente, me recuperando de uma sinusite. Então, tô meio fanha, mas vocês me relevam aí, tá? Ah, eu falei Amalie, é Amalie. É Amalie, mas não tem problema, não tem problema. Ai, desculpa. Muita gente fala, muita gente fala. Então tá bom, eu fiquei assim…

Sabe quando você fica tipo, Mali, Mali, Mali, aí eu, Mali… Fala errado, fica em paz. Muita gente fala. Então, a Mali… Mali, nós conhecemos há pouco tempo. Sim. Num ambiente extremamente chique. Meu amor. Não é assim, não foi qualquer coisa, não. Nada mais, nada menos que o camarote no Aliás Parque. Show do Bad Bunny. Sim, o camarote do Bad Bunny, a gente se conheceu lá. Não, foi show assim, showzão do ano. Não acreditável, foi demais. Foi demais.

E aí, a gente se conheceu lá, né? Tipo, tava curtindo juntas, bateu ali. Só que tem um fato curioso. Que a minha irmã ouve muito o Modus. E ela falava de você, da Carol e tal. Mas eu nunca tinha visto o rosto. Sim. Nem seu, nem o dela.

E aí, um dia eu fui num evento na pré-estreia da HBO de Ângela Diniz. Aham. E eu tava lá com o Miro. Aham. E você chegou. E a gente ficou na mesma roda ali. Você tava falando de Pluribles, eu lembro. E eu ainda não tinha assistido e tal. Ah, é verdade. Beleza. Aí depois… Nossa, agora que você falou, eu lembrei. Você lembrou de mim. Aham. Aí…

Beleza. Aí, quando a gente ia pro show, o João Vitor, meu amigo, foi comigo. E ele falou, ah, Mabe, vai, eu sou muito fã do podcast, não sei o que lá. Você tem que falar com ela, nananã. E aí, eu falei, me mostra uma foto dela. Na hora que eu vi, eu falei, mas eu já conheço ela, meu amor. Eu já vi ela. E aí, eu dei o rosto pra você, que eu já sabia quem era. Só que eu não tinha visto o rosto. E aí, foi incrível.

Ai, olha que… Gente, que bizarro, né? Então, já era pra gente se conhecer em algum evento, né? E conta um pouquinho das suas redes, o que você faz lá. Tá. Contar pra galera também te conhecer. Se alguém ainda não conhece, já vai seguir. Pode falar arroba também. A gente vai deixar todas as informações, tanto aqui no vídeo, quanto no Instagram, caso um deline bizarro. Então, no final do episódio, a gente também dá indicações de série, livro, qualquer coisa.

E aí, se a galera quiser saber, vai estar tudo lá no nosso Instagram. Depois, com as tuas arrobas também. Perfeito. Quando a gente postar, mas conta aí pra nós. Tá, bom. Eu sou atriz, gente. Eu me formei em 2021, aqui no Wolf Maia. E o meu sonho sempre foi ser atriz desde criança. Eu era aquela criança que imitava todo mundo, a família sentava pra me ver falar. Era essa vibe, fazia a abertura da novela, da anúncia e tal.

Então, eu sempre quis. Só que é uma carreira muito difícil, né? Sim. E aí, eu enxerguei na internet uma possibilidade de ser vista. E uma ponte pra chegar onde eu quero. E aí, eu comecei a gravar vídeo. E começou a dar certo. Curiosamente, eu comecei a gravar vídeo em julho de 2024. Então, faz pouco tempo. Nossa, eu sinto. É. E as coisas foram dando certo. E aí, fomos indo. Eu sou do interior de São Paulo. Por isso que o meu R é bem assim, puxado. E uma coisa é que eu amo.

coisas, assim, casos bizarros e coisas sobrenaturais. Cara, eu ouço um outro podcast que é mais sobrenatural, assim. E meu namorado fala, por que você ouve isso? Tipo, essas coisas mais horrorosas. Eu tô voltando de São Paulo sozinha à noite e ouvindo isso ele fala, como você consegue? Você não tem medo? E eu amo.

Nossa, é muito assim, né? A gente gosta muito desses conteúdos. Eu fui ter uma terapeuta nova, que eu terminei a terapia no passado, aí dei um tempo, aí comecei uma nova. E aí foi explicada, eu falo várias coisas, falando um pouquinho sobre mim, assim, tal. Ela, o que você faz?

Então, é que eu tenho dois podcasts. Eu tenho um podcast de crime e um podcast de histórias sobrenaturais. É muito engraçado falar isso pela primeira vez. Que as pessoas sempre dão uma assustada. Tipo, nossa. Nossa, você gosta da tragédia, né? E não é isso, é que a gente gosta do mistério. A gente é curiosa, né? Eu sou muito envolvida com as histórias, com as bizarris. Principalmente no caso bizarro, quando a gente pega umas histórias muito malucas no Brasil. Então, é o tipo de coisa que eu amo fazer.

Então, fala aí, você falou o seu arroba? Desculpa. Não, gente, meu arroba é Mali Vicentim. Boa. Em todas as redes, Instagram, YouTube, TikTok, estou lá. Então, podem me seguir. Boa. E vai ficar também no Insta depois. Ai, não vi o arroba dela, tá lá, galera. Acho bom seguir. Só dar uma olhada.

Então, vamos começar o Casos Bizarros. A qualquer momento, se você lembrar de alguma coisa, se tiver alguma história... Tá. Se já vivenciou algo assim, põe na mesa. Tá bom. O nosso primeiro caso, então, é Hospital das Freiras. Meu Deus.

Oi, Mabê e Marília. Ou vou colocar Mali, né? Pode botar Mali. Olá, Mabê e Mali. E eu tava falando antes pra ela que Marília e Marília… Eu cresci muito com Marília e Marília, porque… As primas. Minhas primas. Tem a Marília, que é minha prima. Outra prima que chama Mariana. Que legal! Então é tudo assim, Marília e Marília. É, tudo assim. Então, olá, Mabê e olá, Mali. Eu morei em Curitiba, de 2014 até 2019, pra cursar enfermagem e me especializar.

Porém, durante a minha residência, eu acabei desenvolvendo burnout. E precisei retornar pra casa dos meus pais pra me tratar. Gente, burnout, eu chamo na minha família de licença loucura. Que é assim, quando dá um... Um pane no sistema. Um pane no sistema, né? Você tem que desacelerar. Você tem que dar uma desacelerada. Mas, geralmente, eu não sei... Eu até poderia pesquisar a forma científica de falar isso, mas...

Acho que é um esgotamento mental, né? É, um esgotamento mental, um distúrbio emocional com sistema de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico, resultantes da situação de trabalho desgastante. Desgastante. Veio aí. Então, era uma... E é muito doido isso, porque eu já tive burnout duas ou três vezes.

Acho que a primeira vez eu nem entendi o que era isso na época. A segunda e terceira eu já consegui nomear. E é muito difícil a gente compreender na época. Porque a gente fica se colocando em umas situações, né? De estar trabalhando naquela pressão, naquele estresse. E você acha que é isso, é o normal? Porque a gente acha que é o normal, né? E de repente, sei lá, a gente sai um pouquinho ali, olha pro que tá acontecendo e fala Pera, isso aqui não é normal.

Normal. Se pá, eu tô ficando doida. Então, acho que o burnout, ele tem um pouco isso, desse esgotamento. Ele não é só um cansaço, que é normal de ter, né, tipo, ali do trabalho. Ele realmente, no meu caso, gente, eu lembro que essa segunda vez que eu tive, eu lembro real, assim, eu tava na agência.

Eu olhei pro meu computador, pros meus e-mails e eu não conseguia ler. Meu Deus! Não é que eu tava, não tive um, era um apagão mental. Você não conseguia ler, não conseguia escrever. Aí eu comecei a tremer. Aí eu peguei, eu fechei o computador, peguei as minhas coisas e fui embora. É isso? Fui embora. Entendeu? Eu fui na psiquiatra na hora e ela falou assim. Aí ela falou que era burnout e tal, me deu uma licença de uma semana.

E aí, eu mandei e-mail pra minha chefe. Na verdade, eu mandei um zá pra minha chefe. Olha, quando você voltar do almoço, eu não vou estar mais aí. Não se assuste, enlouqueci. E aí, enfim, a gente tinha uma liberdade muito tranquila. Então, eu falava desse jeito. Quando eu falo enlouquecer, a gente também é com todo respeito, tá? É mais porque era o meu modo de lidar ali, de fazer piada com a coisa. Mas realmente, eu fiquei muito mal.

Você trabalhava onde? Eu trabalhava numa agência de publicidade My goodness Dizem mesmo E aí Eu fiquei em casa uma semana E assim, eu realmente não levantava da cama Tipo, a minha mãe trazia comida Meu Deus Parecia que eu tava assim Terminal, sabe? Doente mesmo Doente, eu tava, né? No caso, fica mesmo Então vai me dar uma dúvida

E aí, foi muito bom, sabe? Eu acho… Foi muito bom. Foi ótimo! Eu acho que pra mim foi bom a pausa. Porque eu pensei assim, caramba, eu posso fazer isso, sabe? Tipo assim, eu não preciso ceder, eu não preciso trabalhar até morrer. É. Sabe, eu posso… Tipo, eu fiquei uma semana em casa e o mundo não acabou. E o mundo não acabou, sabe? Meu trabalho continua. É.

Acho que tinha essa coisa também de que hoje eu já melhorei muito isso. Mas na época, eu sentia que se a coisa não acontecesse perfeitamente, o mundo ia acabar. Eu dava uma importância muito grande pra mim mesma numa agência. Tipo assim, cara… Você tem que ser o melhor. Se eu for atropelada, no dia seguinte eu coloco outra pessoa no meu lugar. Então assim… É verdade.

Eu não sou insubstituível, sabe? Nem quero ser. Mas naquela época, eu tinha essa pretensão, essa coisa de tipo assim. Não, porque se eu não estiver lá, nada vai acontecer. E aí, quando eu voltei uma semana depois e tudo aconteceu, eu falei. Caramba, o mundo não precisa de mim. O mundo não vai parar por causa disso. Não tá nem aí pra mim, olha que delícia. E isso eu falo de um jeito positivo, isso é muito bom. E aí, hoje eu dou uma extrema desimportância pra mim, assim. No sentido, tipo, pô, eu amo fazer meu trabalho, eu amo.

Mas que nem a gente tava falando agora de sinusite, de um equidão e tal. Tive uma crise muito forte dois anos atrás de sinusite. E eu gravo podcast, assim, é foda, o que vai fazer? E aí, a gente ficou uma ou duas semanas, que era o final do ano ainda. Então, a gente ficou sem postar no Modus Operandi. E eu lembro que eu fiquei muito mal com isso, assim, sabe? Eu pensei assim, cara…

Por que eu tô mal? Tipo assim, eu já tô doente. Eu não tô fazendo de propósito, sabe? E aí, eu lembro que eu ficava assim, ah, não, então vamos gravar, então vamos, não sei o quê. Até que a Carol falou assim, Mabê, não, cara, vamos finalizar antes. Sim. Vamos fazer, gravar o que já tá gravado, foi e tá bom. Eu acho que, enfim, tudo isso pra dizer que é importante a gente dar essa…

Essa desimportância pra gente também, né? Essa desimportância, exato. Porque às vezes eu vou postar alguma coisa, eu falo, ah, mas vou postar isso. O que vão falar? Mano, ninguém tá nem aí, amor. Ninguém tá nem aí, exato. Ninguém tá se importando com o que você tá fazendo. E a gente tem que às vezes falar, meu, eu não sou ninguém. Deixa eu fazer o meu aqui, boa. Eu, pra mim, assim… É importante. Eu fiquei muito feliz depois que eu aprendi a desimportar com tudo. Perfeita.

Mas tá, nossa, fizemos um testão aqui. É que esse assunto eu amo, gente, burnout. Mede comigo. Amo. Eu amo, uhul, burnout. Mas tá, então a gata teve burnout e precisou retornar pra casa pra se tratar. Logo veio a pandemia e todos os meus planos de retornar pra Curitiba foram abortados. Em 2023, eu consegui um emprego no hospital da minha cidade, o Hospital São José, que por coincidência foi o local onde eu nasci. Então existia um valor afetivo naquele local.

Com o mês de trabalho, fui transferida para o período noturno. A equipe do hospital à noite era pequena, por volta de oito pessoas. Às vezes, durante a madrugada, enquanto todos os pacientes dormiam e não tinha nenhum paciente no PS, todos nós nos reunimos na copa e tomávamos café para esquentar o frio e para pôr a fofoca em dia. Ela era enfermeira ou fisioterapeuta? Eu esqueci. É... enfermeira. Certa noite, eu estava muito angustiada, pois a porta que dava acesso à copa abriu sozinha inúmeras vezes. Problema.

Ela ficava bem em frente ao posto de enfermagem. Então, a gente viu o trinco abaixar e a porta abrir. Ai, gente. Jesus! A minha porta abre todos os dias de madrugada. Só que o trinco não fecha. Não mexe. É o vento. Então, ele faz assim, entendeu? Mas dá um susto. Mas se o trinco baixar um dia… É porque alguém fez assim. É porque alguém tá fazendo assim. É, não tem como. Então, eu acho grave o trinco fechar.

Não comentamos nada. Toda vez que acontecia, uma de nós levantava, fechava a porta e fingíamos que era isso aí. Vamos ignorar. Às quatro da madrugada, eu comentei com a técnica de enfermagem o que estava acontecendo. Ela riu e disse, deve ser uma das freiras. Que juizaria.

Já não é uma frase que você quer ouvir, né? O médico olhou pra ela e disse Só me falta isso, uma freira assombrando o hospital. Ela, com mais de 20 anos de enfermagem, no auge da sua experiência, começou a contar a história do hospital. O hospital de Carlópolis foi construído pelas freiras. E quando digo que elas construíram, eu falo no sentido literal. Elas foram pedreiras, elas construíram com as próprias mãos.

Foram pedreiras, enfermeiras, administradoras e responsáveis pelo atendimento humanizado por anos num hospital que sempre atendeu a todos, mesmo antes de existir o SUS. Gente, icônicas! Eu amei essas coisas. Divas! Eu acho que tudo bem você... Como é que fala? Você amedrontar as pessoas depois se você...

Cara, você construiu o hospital. Você construiu, você só pode amedrontar porque você construiu. Exatamente, você levantou o chão daquele lugar. Porque eles estavam pisando, amor. Entendeu? Tá tudo bem assombrar. É. Mas aí contou delas, tal. Por fim, por razões desconhecidas, as irmãs tiveram que ir embora e fechar o hospital. No último dia que o hospital estava aberto, no dia 21 de agosto de 2014, um rapaz chamado César Silva foi fazer uma visita e resolveu tirar algumas fotos pra registrar o momento. Meu Deus.

O clima era de luto e muita tristeza. Um lugar que salvou muitas vidas, onde nasceram muitas crianças. Agora estava fechando as portas sem expectativa de ser reaberto um dia. Um tempo depois, ele foi olhar as fotos e na janela do antigo berçário, meu Deus. Lá vem. A freira tava lá. Tava lá. Ela tava. Apareceu a imagem de uma mulher que coincidentemente se vestia exatamente como as freiras e enfermeiras se vestiam.

Eu vou mostrar a foto pra você. Tem foto? Tem foto. Tá brincando? Juro. Não. Gente, se vocês não estiverem assistindo em vídeo, pode dar zoom. Se vocês não estiverem assistindo em vídeo, vão lá no Instagram casa André Anibizarro. Senão tá as fotos aí pra você. Gente, é muito assustador.

Tô chocada. Muito nítido. É muito nítido. É de perto. Porque às vezes tem umas fotos que assim, você fala… É meio borrão. É meio borrão. Esse, gente, é zero borrão. Caramba! Tá? Ela não passou a fonte aqui de onde ela tirou a foto e tal. Provavelmente deve ser uma história conhecida lá em Curitiba, né? Então, essas fotos devem ser famosas e tal. Até porque ela colocou o nome do fotógrafo, né? Desse César Silva. Então, provavelmente ele deve ter…

colocado aí essas imagens. Mas, gente, eu tô muito chocada o quão... É nítido, né? É nítido. Tem uma enfermeira na porta olhando. Loucura. Então, sim, as ferieiras ainda estavam ali. O hospital é delas. Naquela noite rezamos pelas almas das irmãs e seguimos o plantão com o cu na mão. Pois a enfermagem não pode parar. É, gente.

A porta do corredor continuou abrindo e a gente continuou fechando. Pois a freira folgada tinha mão pra abrir, mas não tinha pra fechar. Que é isso também, né? A freira tava folgada. Ela que encheu o saco deles. E não tava fechando. Algum tempo depois, eu fui demitida. Pois faltei pra ir ao show do Jorge e Matheus. Não me arrependo de nada. Bom dia! Mas isso vamos deixar baixo, né, amor?

Que diva. Gente, sério. Eu amei. Eu amei. Eu amei essa mulher. Ela entregou fofoca. Ela entregou fotos. Ela entregou provas. Ela entregou provas e ela foi demitida pra ir no show do Jardim Matheus. No amor, né, amor? É uma diva. Eu seria... Você seria demitida pra ir no show do Bad Bunny? Eu seria. Seria demitida, amor. Pô, o show do Justin Bieber? Já peço demissão já. Lógico.

Gente, mas que loucura. O que você faria se você visse essa foto depois de você ver essa porta se abrindo no seu trabalho? Nada, não ia ter mais o que fazer. Mas eu ia ficar apavorada. Mas sabe o que eu não entendi? Porque assim, as trevas foram embora. É. Nenhuma morreu ali, de fato, né? Pra ficar ali assombrando. Por que ela voltou lá pra assombrar? Estranho, né? Faltou, é, talvez… Será que alguma morreu ali? É, tipo… Mas talvez porque elas foram embora do nada. E se elas estão desaparecidas ali dentro.

Aquelas, mas eu ia também. A gente já procurou o caso. Acho que se fosse isso, ela falaria. Eu chuto que é pelo mistério mesmo, né? Tipo assim, delas sumirem do nada. E aí, passar um tempo, voltar. E tá a imagem delas lá, assim. Loucura. Mas realmente, né? Que medo. Se elas não morreram lá… Por que que tem alguém lá? Ou será que alguma morreu? Faltou essa parte. Ninguém sabe.

Ó, gata, manda essa informação. Se alguém conhecer essa história melhor, conta pra gente. Que é o hospital de Carlópolis, lá em Curitiba. Então, tem bastante informação aí. É. Pra gente caçar. Eu acho... Gente, eu sinceramente... Eu não sei se eu conseguiria... Mano...

continuar ali, né? Ah, é a freira. Igual essa pessoa falou com uma naturalidade. Ah, é a freira aqui. Exato, é a freira. Tipo assim, tudo bem. Agora há pouco eu falei que a gente tem que se dar devidamente, tipo, a devida desimportância, assim. Mas na enfermagem já não dá, entendeu, gente? Porque assim, se você fugir, os pacientes podem... É, você é importante, de fato. Você é mais importante do que... Do que nós, né? As mortais. Mas assim, eu acho que eu ia falar assim, galera...

Beijos. Tô indo. Tô torcendo muito pra saúde de vocês. Não vai ser dessa vez. Continuar ali, duro, né? Não, o que me pegou foi a maçaneta. A maçaneta. Porque você vê. Isso é muito filme de terror. É muito filme. Não, e só... Acho que na hora que eu vou dar maçaneta, eu fiquei muito arrepiada, assim. Cara, tem uma história. Ahn. Que na minha família tem várias histórias sobrenaturais. E eu falei, mãe, eu vou no podcast e tal. E tinha uma história que meu avô contava pra minha mãe. E minha mãe...

Me contou. E eu falei, mãe, me conta de novo, que acho que eu vou esquecer o outro. E ela me contou hoje. Meu avô tinha um primo. Isso em 1940 e pouco. Tá. E ele morava em Santa Bárbara do Oeste, interior, assim. Interior de São Paulo. Interior de São Paulo, é. E aí, esse primo morava num sítio. E ele foi visitar a namorada. Que morava em outro sítio.

Beleza. Quando ele tava voltando de cavalo, né? Isso era a tarde da noite. Ele encontrou com um amigo e o cara falou pra ele, ah, você vai voltar por esse caminho? Ele falou, vou. Aí ele falou, ah, se eu fosse você eu não ia não. Porque dizem que perto da meia-noite, a porteira abre sozinha e você ouve som de... Lobisomem?

Meu Deus, esqueci. Corrente arrastando por causa dos escravos que morreram ali e tudo mais. E aí ele fala, eu não acredito nessas coisas não, eu tô armado e tal. Foi, teimoso, né? Foi. Quando ele chegou nessa porteira, o cavalo não queria andar.

O cavalo começou a relinchar e não saia do lugar. E ele esticoteava o cavalo, tadinho do cavalo. E o esticoteava o cavalo e o cavalo não queria ir. E uma ventania, começou uma ventania assim. E aí até que ele de tanto bater no cavalo, o cavalo saiu correndo. Eles correram. Quando chegou lá na frente, ele olhou, a porteira fechou sozinha e trancou. Meu Deus. Nunca mais ele passou lá.

Nossa, o cavalo sempre sentiu certo. Minha mãe até arrepia de contar a história. Nossa, o cavalo sempre sentiu certo. E dizem que animais têm um senso assim, né? Uma percepção, né? Uma percepçãozinha. É verdade. Tinha que ter obedecido o cavalo. Não é? Mas, nossa, eu amo essas histórias. Gente, uma pessoa, mesmo que eu não concorde com ela, ou que eu não acredite nela, falou, não vai por ali… É outro caminho, amor. Pra que você vai por isso que você nunca foi? Pra quê? Pra quê se jogar nisso aí, né? Não, bem, fica na sua.

Agora você que lê. Vamos lá, gente, pra próxima história.

Olá, Mabe e Mali. Me chamo Juliana e moro em São Paulo. Adoro vocês. Hum, fofa. Meu caso aconteceu em São Tomé das Letras. Gente, essa cidade tem várias coisas que acontecem lá, né? Não é a primeira vez que eu vejo, amor. São Tomé das Letras é babado. O lugar é babadeiro. É babado. Um lugar que já tem uma energia meio estranha por si só. Ela mesma disse. Fui pra lá com duas amigas em um feriado prolongado pra recuperar minhas energias. Viagem com amigas pro interior, nananã.

Adoro. Um pouco de natureza me ajudaria muito. Nos hospedamos em uma pousada simples, mas afastada e bem silenciosa. Era uma graça. Pena que logo que chegamos, a dona, enquanto nos apresentava o local, lançou uma braba. Se ouvirem barulho à noite, não respondam. Aí, tá vendo? Meu amor! Eu vou pegar minha malinha e ir embora, não vou responder. É a segunda vez aqui, ó, o caso do seu avô que tá avisando o que a gente faz. Finge de surdo. É, você não pode fingir de surdo. Entendeu.

Beleza. Nós rimos, mas confesso que por dentro eu já me estremeci. Ok. Poderia ser um barulho espiritual ou de um doidinho da região que enche o saco dos hóspedes e por aí vai. É, beleza. Isso que é foda, porque quando você avisa, mas não explica, pode ser literalmente qualquer coisa. É, mas aí eu ia falar, mas que tipo de barulho? É, eu também. Eu ia fazer assim, me conta aí. A gente viva morta. É. Bom, mas tentei relaxar, não tinha muita opção.

A primeira noite foi tranquila. Eu demorei um pouco pra dormir, mas não ouvi barulho nenhum. Ufa.

Passamos um dia agradável, tudo estava ótimo. Porém, lá pelas duas da manhã da segunda noite, Marina, minha amiga, acordou com um barulho leve, tipo...

Toque, toque, toque. My good. Eu já tava indo embora. Não vinha da porta, nem da janela e nem da rua. Vinha da parede. Ah, não, gente. Aí, vocês estão de brincadeira. Tá de dentro. Tá dentro do carro. Que aí? Tá ali, não tem o que fazer. Tá ali, exato. Ela tentou ignorar, achando que era cano ou madeira estalando. O barulho parou por um tempo, mas depois voltou. Dessa vez, vindo do chão.

Toque, toque, toque. Eu caia morta. Eu também. Foi aí que ela ouviu uma voz, meu Deus do céu, fina. Mas não exatamente infantil. Parecia alguém tentando imitar uma criança. Que que é isso? Nossa, não. Tem alguém acordado? Ela travou na hora, ficou em silêncio. Marina me perguntou se eu tinha ouvido também, respondi que sim. Alguns segundos depois veio outro sussurro. Estão acordadas sim.

Caralho Estão conversando, cara Marina se irritou e falou com a voz E o que isso te interessa? Apeitou, ela peitou, cara Essa tem peso na vida Cecília, nossa outra amiga, dormia o sono dos justos Eu sou a Cecília, não acordo por nada Você não acorda? Ah, então, tá vendo? Você ia se dar bem? Eu ia ficar de boa, fiquei com inveja

Levantei da cama e fui acender a luz pra ver se tinha alguém escondido embaixo da cama ou algo assim. Não tinha. Nem no corredor. Desculpa, eu só te interrompeu rapidamente. Agora você imagina acender a luz e você ir olhar embaixo da cama pra ver se tem alguém. É naquele momento que dá o jumpscare, meu amor. Eu vou morrer? É. Na hora que eu baixar pra ver. Porque se eu encontrar os olhos me olhando, eu vou ter um treco. E se eu não encontrar nada...

Não sei nem o que eu quero. O grito ia ser ouvido e só tomaram as redes inteiras.

Tá? Não tinha nada, nem no corredor, nem fora da janela. Lá fora, só o breu da madrugada mesmo. Nossa, olha, ela faz toda a ambientação, né? É. Passamos o resto da noite acordada, sem se mexer, esperando amanhecer. No dia seguinte, contamos pra dona da pousada. A mulher ficou séria e perguntou. Vocês responderam? Ah, porque ela falou pra não responder, né? Ela falou? Ela deu a deixa. Ninguém pode dizer que ela não avisou. Quando a Marina disse que sim, ela suspirou e respondeu. Então ele gostou de vocês.

Gente, pelo amor de Deus. Quem é ele, amor? Que isso? E explicou com uma naturalidade bizarra que naquela região havia histórias de gente pequena. Que isso? Acho que é tipo duendes. Ah, é. Não exatamente duendes como nos desenhos, mas coisas antigas que gostavam de atenção. Principalmente de quem respondia. E soltou o pior. Se ele entrar no quarto, é difícil fazer ele sair. Meu Deus!

Tem muita história de duende em São Tomé. Em São Tomé das letras, é verdade. Nossa, vai, vamos. Na última noite, decidimos ignorar tudo. Claro. Isso é o que o tontinho do filme de terror faz, viu bem? Deitamos, apagamos as luzes e ficamos em silêncio total. Por um bom tempo, nada aconteceu. Até que veio ele, o Toque, toque, toque.

A voz fina então falou, vocês não vão falar comigo hoje? Não respondemos, claro. E mais uma vez, o toque, toque, toque, agora se aproximando da minha cama. Ah, que isso, mas que isso. Não, gente, para. Que isso. Eu fechei os olhos e fingi que estava dormindo. Mas estava me tremendo toda. A voz não falou mais nada. Fez um.

como se estivesse irritado e de novo toque, toque, toque. Na manhã seguinte, decidimos ir embora. Era pra gente ficar até umas cinco horas por lá, mas melhor ir embora daquele inferno assombrado. Obrigada! Obrigada, demoraram. Enquanto arrumava minhas coisas, a Marina foi calçar o tênis e percebeu que ele estava cheio de terra.

Não cheio, vai. Com um punhadinho de terra dentro dele. Adoro. Eu amo ela. Não, tá. Tá se corrigindo, é. Marina bateu a terra no chão e calçou o tênis pra gente partir. A dona perguntou se passamos bem a noite e explicamos o que aconteceu. Ela riu, dizendo que ele deve ter se irritado mesmo, mas que como não respondemos, ele não devia ter entrado.

Eu perguntei o que ela queria dizer com entrar. Porque antes achava que ela se referia ao quarto. Mas depois me toquei que não era isso. Afinal, o toque, toque, toque vinha de dentro do quarto mesmo. Ela respondeu calmamente. Entrar em vocês. Gente, do nada. Vocês estão malucos, gente. Essa mulher tá do nada, assim. Um duende vai te possuir. Nossa, mas te explicar como se defende, ela não explica. Mas que inferno. Só que me faltava viajar pra São Tomé e sair de lá possuindo por um duende.

Isso é ironia, gente. Realmente, não dá. Mas não foi o caso. Tudo estava normal em minha vida e minhas noites. Já a Marina. Bem, ela me mandou mensagem uns dias depois, dizendo que estava sonhando com o toque, toque, toque. E que nos sonhos, ela papiava muito com a criaturinha. Não dá corda, amor. Meu Deus, gente. Não, não dá. Mas que não era agradável nem nada ao papo. Pois ele estava irritado por ela ter jogado fora o presente que ele deu a ela. O montinho de terra dos tênis.

Não sabe dar presente. Quem nunca conhece alguém que não sabia dar presente? Não é? Você ganhou. Fez cara de paisagem. Enfim, isso já faz um tempo. Ela disse que os sonhos diminuíram. Provavelmente o pequenino achou uma nova pessoa pra atormentar. Mas vira e mexe ela ouve o toque, toque, toque. E depois um ingrata. E é isso. Obrigada por lerem minha história com vocês. Que isso? Gente, mas...

Não, pera, mas aí eu já tô achando que ele possuiu essa Marina aí, porque não é possível. Se ela ouviu ainda... E ele é ousado, né? Atrevia, xinga de ingrata e dá uns presentes merda, né? Bom, encheu o tênis de terra bem, não é? Ou será que punhado de terra não... Eu acho que na linguagem dele deve ser legal. Deve ser amor, né? Deve ser bom, uma coisa boa, né?

Tipo, eu tô te dando aqui um terreno, um lugar. Pra você construir algo. Pra você construir, exato, é. Às vezes a gente não sabe valorizar o presente também. Eu, particularmente, ia chegar pra essa mulher e falar assim Escuta aqui, você vai me dar muito desconto nessa hospedagem.

Porque eu não sabia que eu ia ser atormentada por um duende que tá no chão. E eu ia lá no TripAdvisor e ia falar, gente, tem duende lá. Exato. É assombrado. Ótima cama, mas tem duende. Mas tem duende. Vai quem quer, Daniela. Vários curiosos vão querer. Vai quem quer. E é muito doido, porque eu conheci um… Eu sempre zoei uma… Tem uma pousada lá, que eu não vou lembrar o nome agora. Mas que é cheia de duende, assim. Mas cheia mesmo, cheia, cheia, cheia.

E eu sempre zoei meus amigos que eu tenho vontade de passar lá uma noite. Porque ela é muito doida. E a galera super elogia essa pousada e tal. Sim, deve ser legal. Deve ser super legal. Mas eu fiquei pensando muito assim, essa energia, sabe? Tipo assim, ó, ótimo lugar, cama incrível. Porém, doente. Mas tem um amigo aí. Às vezes você é possuído pelo doente. Se você quiser fazer amizade, você faz. Se não, você não faz. Fica aí, né?

Nossa, pelo amor. Meu Deus. Vamos lá, o próximo. Vemos. O Bicho Papão Live Action. Nossa, tá bem tranquilo hoje, né? Para que vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

E aí

Oi, Mabê. Oi, Mali. Comecei a ouvir o podcast por conta do Fabão e do Chico Felice. Mas acabei me encantando pelo formato e todos os convidados. Quando eu tinha cinco anos, por volta de 2002, minha casa estava em obras. Como a minha mãe morria de medo de acontecer algo comigo, afinal, tenho rinite alérgica e era muito pequena também pra estar ali no meio da bagunça, ela me mandou ficar um tempo na casa de uma vizinha. Eu dormi lá várias noites.

Em todas elas, eu tive pesadelos e acordava chorando, com um coração a mil. Era horrível.

Tem muita criança, né, que tem dificuldade de dormir fora da casa. Você foi assim? Nossa, não dormia. Minha mãe falava, eu vou dormir, minha mãe. Você vai chorar, não sei o que lá. Mas minha mãe sempre incentivou, sabe? Só que ela já sabia. Aí, sei lá, deitava pra dormir, apagava a luz, que era minha mãe. Minha mãe ia me buscar.

Primeira vez que eu consegui, eu fui com 11 anos. Olha. Na casa da minha melhor amiga, que é minha melhor amiga até hoje. E eu consegui porque a mãe dela falou assim, eu vou dormir de roupa. Se você quiser ir embora, eu te levo embora. E eu fiquei tranquila, sabe? Que se eu quisesse, eu podia. Você sentiu segurança, né? E aí, eu era essa criança. Olha, eu não fui essa criança. Eu sempre fui apegada à minha mãe e tal, mas isso eu não fazia.

Mas eu lembro de amiguinhas minhas que vinham dormir e a mãe tinha que buscar no meio da noite. É tão triste pra amiga que fica na casa. Ela fala, ela vai embora. É.

Só que eu não entendia direito, sabe? Eu ficava assim, mas ela tá na minha casa. É normal, a gente ia dormir. Mas eu lembro de... Eu não lembro de pedir pra minha mãe buscar, mas eu lembro que eu sempre ficava meio assustadinha quando eu dormia na casa das pessoas, sabe? Tipo assim... É diferente, né? É diferente, né? E realmente, a gente nunca sabe o que se passa na casa das pessoas, né? O que é os hábitos? Como é que é? Como é que é essa família? Então é mó delicado isso mesmo, mas...

Mas eu lembro, assim, eu consigo lembrar da sensação que eu sentia de estar dormindo na casa da minha amiguinha e, tipo assim, sei lá, estar num colchãozinho e estar, tipo assim, meio assustada. Tipo olhando pras coisas. Olhando pras coisas. E naquela pegada de, tipo assim, ai, que horas que eles acordam, sabe? Sim, tadinha. Porque tem todas as dinâmicas. Da casa, né? Aí você quer não fazer nada errado. Sim. Então é bem... É comum isso. É comum.

E aí tá, então ela dormiu lá por várias noites, beleza, ficava mal. Contei à minha vizinha sobre a aparência do dito cujo que assombrava meus sonhos. E ela disse que era o bicho papão. E que apareceu pra mim porque eu não rezava antes de dormir, porque eu não dormia a noite toda. É sacanagem. Nossa, coitada da menina. É que ela não vai dormir mesmo, né? É.

Inclusive, eu sempre tive esse problema pra dormir. Ou eu durmo tarde pra dormir até de manhã, ou eu durmo cedo e acordo no meio da noite. Gente, eu sou literalmente essa pessoa. Se eu dormir 10 horas da noite, às 3 da manhã eu já tô acordada. Meu Deus! Eu preciso dormir meia-noite ou 11 e meia, tipo, pra meia-noite, pra eu dormir pelo menos até as 6 da manhã. Que loucura! Sempre foi assim? Sempre.

Era até pior, né? Porque quando eu era nova, eu fiquei muito viciada na internet. Então, e naquela época, tipo, você tinha que esperar até meia-noite pra entrar. Ah, é? É, porque, tipo, era mais barato. Ah! Então, por exemplo, você pagava por impulso, né? Impulso, agora eu não vou lembrar os termos. Mas assim, por exemplo, você podia usar sábado depois das duas da tarde, domingo o dia todo e todos os dias depois da meia-noite.

Se não, você pagava, tipo, o mesmo que um telefone, se você estivesse usando a internet de dia. Isso em que ano? Isso em 97, 98. Então, não é que hoje em dia a gente nem entende o que é isso, né? Mas naquela época… E eu era muito viciada, assim, tipo, pra mim, a coisa… Quando eu tive contato com a internet a primeira vez, eu fiquei muito viciada. E eu não queria esperar, porque…

Teoricamente, eu tinha que esperar até sábado, né? Nossa, pra ter bastante acesso. E aí, eu ficava, tipo... Todos os dias, eu queria ficar meia-noite, tinha uns 12 anos. Eu queria, tipo, dormir. Aí, eu, tipo, acordava às vezes meia-noite. Aí, eu entrava um pouquinho e ficava só 10 minutos, assim. Só pra ver. Bem viciada mesmo. E, assim, altíssimas brigas com a minha mãe. Minha mãe já cortou o feed da internet. Meu Deus. Porque a gente brigou. Porque o telefone ficava no quarto da minha avó.

Então às vezes eu tinha que entrar lá de fininho, mexer. Eu nem sei o que fazer, mas tinha que fazer alguma coisa. E na hora de conectar o computador, ele era muito… Essa internet era fazer um barulho muito alto. E aí eu fazia, eu conectava, mas eu desligava o monitor e colocava um lençol em cima, assim. Pra minha mãe não ouvir. Olha que safada! Então assim, eu era muito doida. E aí eu me forçava muito a ficar de madrugada, mas não…

Mesmo minha mãe impedindo assim, eu acabava ficando... Não mexia no computador, não usava internet. Mas eu acabava forçando. E aí, eu não sei. Acho que eu fiquei... Acho que eu me viciei em me forçar a não dormir. Que aí não consegue dormir. E consegui, eu super consigo. Tá. Tipo assim, se eu parar aqui agora, eu durmo. Sem mentira nenhuma.

Mas eu durmo pouco, tipo, eu durmo seis horas por noite, assim. E pra mim, me satisfaz. Ai, que beleza. Sabe? Então, tipo, eu gosto de dormir meia-noite. Porque daí eu durmo meia-noite, no máximo uma da manhã. E daí eu acordo às sete. Que eu acordo cedinho também. Que diva. Mas eu não consigo, tipo, dormir muito tempo.

Aí, óbvio que depende também, né? Às vezes dá um puta cansado. Lógico, show do Bad Bunny. Exato. A gente fica podre no dia seguinte. É. Mas, em geral, eu durmo pouco tempo, assim. Tá. Tá, então voltando aqui pra Galatão, ela tinha problema pra dormir, tava lá na vizinha. A vizinha falou que era falta de reza. Aí tá. Ela, bom, 14 anos se passaram desde a visita do bicho papão.

Então, ela tá com 19 anos agora. E a vida seguiu meio que normalmente. Certo dia, meu irmão me indicou uma série. American Horror Story. Amor! Maravilhoso. Fiquei encantada com o universo do terror. E pela primeira vez, em muito tempo, algo me prendeu a atenção. E, finalmente, algo me deixou apavorada de verdade. Que realmente é uma série que... A gente quer ficar apavorado, né? Loucura, né?

Mas nada me preparou para o início do episódio 10 da primeira temporada, logo no primeiro take. O meu monstro de infância apareceu na tela. Meu Deus. Não era um monstro, não era um fantasma, não era um psicopata dos que tem aos montes na série. Meu coração viu pela primeira vez em mais de 10 anos o meu maior medo, a pior visão do inferno que eu já tive.

Fechei o notebook na hora, passei uns três dias sem ver a série, que era o bicho papão que ela vinha. Estava morta de medo, mas a curiosidade me fez voltar. Quando eu comecei a ver novamente, percebi que o meu bicho papão era um prato de comida. Um presunto glaciado com abacaxi. Gente, pera, o que tá acontecendo? A nota do roteirista, ele achou a imagem, não, realmente uma imagem meio perturbadora.

Mas é um prato de... Eu acho que tá aqui. É onde comida um presunto glaciado com abacaxi. Nossa, mas parece um alien. Esse aqui, né? Que você tá vendo? É, parece um alien. Gente, eu entendo o desespero. É porque, pra quem não conhece a série, mas a série, toda a ambientação dela, né? A iluminação, tudo é feito pra te deixar desconfortável. É, o tempo todo. Então, eu...

É uma série que eu já vi muitas temporadas. É, eu parei. Mas eu não tô me recordando dessa aqui, não, tá? Eu não lembro disso. É uma temporada que eu não vi. Não é a primeira temporada, ela falou? Ela falou que é a décima. Ah, não. Episódio 10 é a primeira temporada. Então eu vi sim. É que foi a primeira, né? Eu vi faz muito tempo. É muito boa essa temporada. Eu acho que talvez seja uma cena que realmente não... É que pra gente não marcou, né? É, pra gente é só um abacaxi. É só um sei lá o quê.

Gente, mas que loucura. Gente, muito creepy esse negócio. E aí ela contou... Às vezes acho que o roteirista da minha vida me fez sensível pra presença de fantasmas, pra que eu pensasse que poderia participar de um filme de terror. Porém, me mandou essa visão do futuro, do presunto glaciado como o bicho-papão, pra me mostrar que meu filme de terror biográfico talvez seja todo mundo em pânico. Abraço a todos e até a próxima. Não, realmente, né? Que com esse abacaxi glaciado com o presunto não dá, né?

Então, mas será que ela já tinha visto isso na vida? E ficou na cabeça? E aí ela reviu? Então, como que eu entendi? Ela via isso no sonho dos pesadelos, entendeu? Só que é meio difícil a criança imaginar uma coisa do zero, né? Provavelmente ela já viu, talvez, alguma comida feita com isso, parecida. Sei lá. Ou então ela só associou, né? Era um bicho pra pão meio gosmento, sei lá. Ou com gomos e ela associou com...

Com esse negócio. Mas de fato é feio. Eu não comeria isso, gente. Não dá pra comer. Nossa. Não dá, não. E eu amei que eu tava achando que ia ter a ver com, sei lá, com a obra. Que já é um filme de terror por si só. Mas no caso dela, não. Era apenas que ela foi dormir na vizinha. Então, gente. E ficou apavorado, né? Ou alguma outra coisa da série, né? Não achei que fosse ser uma comida. Exato. Mas ok, né? Bora pro próximo.

Bora! Brincadeira de criança. Oi, Mabê. Oi, Mali. Me chamo Rodrigo, tenho 28 anos e moro em Goiás. Hoje vim contar um caos, o que não é meu, mas sim da minha mãe. A época de infância dela.

Minha família materna, avós e tios, morou na zona rural durante toda a infância da minha mãe. Eles viviam em uma área que havia muitas fazendas próximas e também muitas pessoas que moravam nas terras de um fazendeiro muito rico e trabalhavam para ele. Ok.

Uma vibe história que meu avô contou. É, sim. Quando minha mãe tinha uns sete anos, esse fazendeiro morreu. Naquela época, os velórios eram grandes eventos que duravam dias. Logo, todo mundo da região começou as preparações pra velar o corpo, que durou três dias. Então, preparação pro corpo e tal, durou três dias, beleza? Após o enterro, no terceiro dia, minha mãe e o irmão estavam voltando sozinhos pra casa, na fazenda vizinha.

Meus avós estavam ajudando com o que sobrou do velório. Perto do anoitecer, passaram pela casa de um dos peões.

Estavam a pé. Mais cedo naquele dia, eles ouviram minha avó e outra senhora conversando sobre como esse pião tinha medo de assombração e que estava com muito medo de ficar sozinho após a morte do velho. Mas eu não entendi direito. O fazendeiro morreu. É, o fazendeiro morreu. Passaram pela casa de um dos piões. Que piões? Que trabalhavam com o fazendeiro? É, que trabalhavam com o fazendeiro. Ah, tá bom, beleza. Tá, aí... E aí ficou com medo do velho aparecer.

Do homem aparecer, tá. Foi então que as duas crianças tiveram uma ideia maravilhosa. Assustar ele.

Eles se esconderam próximo a uma janela do lado de fora e começaram a sussurrar. Quando eu estava...

Agora que eu morri, eu vou só penar. Ai, gente. Gente, mas que criança que fez umas frases dessas. Né? De onde que tiraram isso? Nem tinha achado de APT nessa época. Na terceira vez que repetiram, ouviram o coitado começar a chorar. As duas crianças, claro, começaram a rir. Porém, minha mãe conta que logo sentiram um vento gelado na nuca e que ouviram passos no capim. Mas quando olharam, não tinha ninguém.

Não podia ser o peão, porque ele estava assustado demais até para sair de casa. Ela acredita que pode ser alguma punição pelo que fizeram, usando a alma do morto para assustar alguém. É isso, Mabê. Obrigado por me ouvir e adoro todo o conteúdo que você produz. Beijos.

Maravilhão. Gente! Eu acho que foi o fazendeiro falando, vocês vão me zoar. Vamos parar de ficar brincando com coisa séria? Tô morta aqui, vocês brincando? Nossa, mas eu... É o tipo de coisa que eu super faria quando criança, assim. Pegar uma peça, assim. Eu adorava assustar, fazer essas coisinhas. E é o tipo de coisa que era a minha cara também viver. Isso de do nada ouvir um barulho. Tomar, é. Não sei o que, mano, já...

Eu já fiz tanta... Tipo, eu lembro que eu era muito moleca, assim, sabe? E a gente tinha essas coisas de ficar assustando, de ficar inventando histórias, sabe? Sim, aham. Porque, falando... É, tipo... Sei lá, tinha uma freira aqui, sabe? Alguma dessas histórias. Sim, sim, mano. Cara, o meu pai é muito assim. Então, muitas vezes... Ele é muito de brincar e de inventar coisas. Então, muitas vezes a gente chegou em casa e ele tava escondido.

E aí, ele ficava, tipo, com o controle da TV atrás da porta. E ligava a TV. E a gente, meu Deus do céu. Só que daí, a gente já sabia que era ele. Aí, teve um dia que tava dormindo. Eu tinha medo de dormir sozinha. Eu sempre dormia a vida inteira com a minha irmã. Na mesma cama. E aí, a minha irmã começou a namorar. E dormia no namorado e tal. Então, eu tive que aprender a dormir sozinha. E aí, a minha mãe foi dormir comigo nas primeiras noites, né?

Pra eu acostumar. E aí, tava eu e minha mãe. Minha mãe, a cama era encostada na parede, assim. Eu do lado da parede, minha mãe. E uma porta do quarto. Tá. Tchau.

O meu pai, cara, tipo assim, vai dormir, sabe? Porque, enfim, ele entrou agachado pelo quarto. E colocou, e puxou um pouco a coberta da minha mãe. Aí minha mãe, Mali.

Tipo, alguma coisa? Tem alguma coisa aqui? Aí eu... My God! O que eu vou fazer, né? Como se não bastasse, ele pegou e colocou a mão, assim, tipo, na coberta. E a coberta afundou. Minha mãe Marília, pelo amor de Deus, alguma coisa sentou aqui. E o Tom tá lá embaixo dando risada. Ele vai assistir esse episódio. E aí...

Aí, ele foi ficando mais pesado, mais forte, e minha mãe deu um grito. E eu dei outro, e aí ele começou a rachar a risada. Como vocês são tontos, eu falei, tonta, amor, tá de noite. Você sente uma pressão. Alguém sentou aqui? Exato. E aí, meu pai é esse tipo. Mas eu não sou rosa de pegar, meu pai já fez por mim mesmo. É, eu fazia quando criança, hoje eu já... Já amadureceu, né, amor? Já, já amadureceu.

Ai, mas é… Mas eu acho que essa coisa do fazendeiro, de pegar também nessa época É porque a fazenda, ele tem um lugar, é um lugar diferente, né É um lugar que… É muita energia É muita energia E assim, é um lugar mais afastado E aí, o som, às vezes são lugares que não tem muito… Porque aqui em São Paulo, né Nunca é silêncio Enfim, cidades, tem prédios, tem um monte de coisa Então o som, ele não vai passeando, assim Não

Só que na fazenda, meu, você pode ter de uma fazenda pra outra, o som pode chegar perto de você. Só que isso é de uma coisa que tá muito longe, né? É verdade. Demora muito. Porque é diferente, assim, a maneira como o som chega pra gente. Então, acho que tem um pouco disso, sem contar o breu, né? Tipo, de você olhar pro céu e tá tudo isso. E a natureza, né? Já tem aquela coisa meio mística. É, tem um barulho que você não entende o que é.

Tipo, que barulho que é esse? Que bicho que é esse? É bicho, é alguma coisa protegendo, né? Então, já traz essa mística maravilhosa.

Vamos, então, pro nosso último caso. Que é... Adeus, cheirinho de suor. Meu Deus, tá.

Oi, gente, me chamo Marcelo e moro em João Pessoa. Trago a vocês um caso que eu não sei bem definir se é assombração ou fenômeno meteorológico. Tá. Eu nunca fui muito espiritualizado, nem creio muito em assombrações, mas tem algo muito estranho acontecendo na minha casa. Eu moro sozinha num apartamento pequeno em um prédio velho. Nunca tive problema com vizinhos, com síndico, nada. Uma paz.

Mas essa paz tem sido quebrada por um fenômeno meio peculiar. Tem alguém tomando banho no meu banheiro. Meu Deus. Quando eu digo alguém, não é uma pessoa. Pois tirando um date ou outro, ninguém dorme na minha casa.

Eu costumo acordar muito cedo pra trabalhar, então eu evito visitas, pois seria ruim pras pessoas dormirem numa casa onde o anfitrião acorda às quatro e meia da manhã. Meu Deus, é pesado mesmo, né? Tem que pular da câmera essa hora. Bom, de uns tempos pra cá, quando eu acordo, meu banheiro tem ficado com aquela névoa típica de quem toma banho quente. Assim como o espelho que fica embaçado. Para! O problema é que o chuveiro nem liga à noite.

Sim, na primeira vez achei que a minha casa tinha sido invadida. E daí comecei a prestar atenção nisso. E nada. E mais, eu tenho sono leve. Se alguém desconhecido entrasse na minha casa e tomasse banho, eu despertaria na hora, gente. Sim, por favor. Lógico, o chuveiro ligando. Tem como.

Bom, isso repete já há um tempo. Não é todo dia que o fantasma toma banho. Porco. Deve ser fantasma gringo. Ah, com certeza. Eu até já coloquei o celular pra filmar a noite no banheiro e nada. Mesmo assim, quando eu acordo, o espelho tá embaçado. Na noite que eu estava filmando, o espelho embaçou. Mas não teve nenhuma água derramada. Nenhum espírito secando a bunda, nem nada do tipo. Mas agora vem o pior. Desde que isso começou, a minha conta de luz aumentou. 15 reais.

Gente, o que eu faço? Desligar a chave geral não adianta, já tentei. Será que terei de me mudar? Mas eu amo esse apartamento. E agora, pensando bem, pelo menos o fantasma é limpo, né? Se ele fica andando pela casa, melhor que esteja higienizado. Exato. O que acha? Um beijo, amo vocês, Marcelo. Gente, amo você!

Dura que tem provas físicas, né? A conta tá vindo mais alta. É, exato. A conta… Não, até então tava assim, será? Tipo, né? Tá meio embaçado durante a noite, beleza. Mas, porra, tá vindo 15 reais a conta. Tipo, a mais, né? No caso. E ele mora sozinho, 15 reais é meio… É bastante, né? É bastante, né? Pra quem mora sozinho.

Gente, não sei. Eu ia ficar desesperada. E me lembrou de uma história que, não sei se você já viu, que o Murilo Benício contou no Que História é essa, por chá. Ele contou que tinha um espírito na casa dele. E tipo assim... Ai, sim! Que ele fazia muitas coisas. Tipo assim, ele deixava a roupa dobrada e o espírito... Essa casa não tinha comprado de alguém? Da Adriane Esteves. Da Adriane Esteves. É, isso mesmo. Gente perfeita. É, loucura. Mas continua, por favor.

E aí, bom, ele dobrava roupa, por exemplo. Quando ele saia do quarto, voltava, a roupa tava jogada no chão. Era essa vibe, assim. O espírito irritava ele. Irritadíssimo. É. E aí teve um dia... Ele tem várias histórias que ele conta, né? Vários acontecimentos. E aí, um dia, ele tava num date.

Com uma moça lá na casa dele. E aí... Eu não lembro o que aconteceu. Acho que começou a fazer algum barulho na cozinha. Ele foi lá e perdeu a paciência. Tipo, começou a gritar com o espírito. É a última vez que você faz isso. Chega de metropolitano, sei o que, sei o que lá. Põe, vai embora daqui, sei o que lá. Aí ele voltou como se nada, sentou. Aí a moça falou assim... É assim que você traça os seus funcionários?

Aí ele Não sei o que lá Aí ela, não, eu vou embora Tipo assim, eu não vou aceitar que você trate seus funcionários assim Aí ele falou, eu preferi sair de escroto do que sair de maluco Tipo, eu tava lá falando com o espírito que mora aqui Ele falou assim, não, não é meu funcionário É uma pessoa que tá aqui, é um espírito que trabalha aqui em casa E aí é assim que você trata seus funcionários É muito bom isso, meu Deus Às vezes, eu acho que assim, não dá, gente? É, eu acho que

Pô, 15 reais a mais. Vai que começa a aumentar a luz também. E vai que o fantasma começa a usar outras coisas. Eu acho que ele tem que esperar um pouco e ver se isso vai evoluir mais. É. Porque se começar a evoluir pra outras coisas que incomodem de fato, ou ele ver algo, ficar com medo, porque por enquanto é só alguém querendo ir, tá, eu acho. É, usar o banho. É. Mas eu fiquei pensando assim também. Se começar a aumentar muito, será que não é sinal de que ele tá dividindo a casa com mais de um fantasma? Ah, pode ser. Todo mundo quer tomar banho. E talvez ele tá virando...

Uma, sabe, fantasma assim, galera, que dá. E aí, do nada, virou lá um… É. Uma casa com um monte de gente. Um monte de gente não, né? Um monte de fantasma. Porque, não sei, eu acho que ia combinar um rodízio. Então, por exemplo, toma banho no sábado. Aí no sábado eu vou dar um passeio, né? Depois eu volto pra casa. Aí eu deixo você também tranquila. Você todo dia, né? Exatamente. É… Mas é loucura, cara. Não sei o que eu faria. É loucura, né?

É muito bizarro isso de... É que eu, no primeiro sinal, eu tô carpindo minha onça, meu amor. Tô indo embora. Você vai ficar com medo, né? Lógico. Ah, eu não sei o que é. O que ele pode fazer na hora que eu dormir? Sei lá. Exatamente. É, na dúvida. Pra que descobrir, né? É. Vamos deixar pra lá. Deixa quieto. Bom, foram esses os casos. Eu gostei muito. Eu amei. Espero que você tenha gostado também. Vamos para as nossas indicações bizarras? Vamos.

Gente, eu tenho uma indicação, que é uma série nova da Disney+, que é Os Testamentos das Filhas de Gilead. Sim, muito bom. Que é um spin-off do conto da Aya. E, gente, que série incrível. Tão incrível quanto o conto da Aya, eu tô adorando.

É, então vale muito a pena assistir. Tem, acho que, quatro episódios, por enquanto. Isso, é semanal. Então, é toda quarta-feira. E, tipo, realmente tá muito bem produzida. Muito. E é uma pegada muito diferente do que até então era o conto da Aya. Porque agora se passa, tipo, um tempo depois. Então, mais de uma década depois. Então, a gente consegue ver várias coisas que a gente não...

Sabia como era. Porque a gente não sabia como era do ecossistema deles. E como é que as outras pessoas compreendem aquele mundo. As regras e tal, né? É, tá bem interessante. E eu vou recomendar uma série que se chama Treta.

Que teve a primeira temporada. Que é a Kali Wong, se não me engano. Ah, eu esqueci o nome dos protagonistas, gente. Desculpem. Mas agora estreou a segunda temporada. E é uma vibe, assim, tô começando a ver. Tenho assistido poucos episódios. Mas é uma pegada meio assim de White Lotto, sabe? Assim, uma vibe meio rico, escroto.

Logo no começo ali, tem uma esposa e um marido meio que num lugar, assim, super bonito. Numa casa meio… Uma casa não, uma… Um lugar meio com campo, assim. Sim. E eles estão lá agradecendo algumas coisas. Mas parece aquelas meio clube de gente chique, assim, sabe? Sim, aham. Então, é um pouco essa pegada The White Lotus, pelo menos do que eu consigo entender ainda. Legal. E aí, eu gostei. O que é onde? É, ela tá…

Acho que é Netflix. É Netflix. Top. E aí, deixa eu aproveitar também. Eu comecei a ver o documentário do Ronaldinho Gaúcho. Ah, eu não vi. E eu achei legal. Eu não sou de futebol, não curto muito. Mas quando eu era nova e quando ele tava jogando, eu gostava muito. Eu acompanhava muito o futebol dele. Daquela época, né? Que era o Ronaldinho, o Romário. E aí, eu lembro muito. Então, tá sendo legal, assim. Eu assisti porque tava voltando. Mostrando muito do que...

De como era aquele futebol, né? Do Brasil Que era muito bonito de ver E... Então achei legal Assistir dois episódios, conta da vida dele Também, e ele é muito conhecido Por ser o rolê aleatório, né? Então tipo assim, histórias muito bizarras Em relação do nada, ele ficou preso em Paraguai Então é uma parada muito Uma história diferente, assim, de ouvir Então é isso, demos as nossas dicas Aqui, espero que vocês tenham gostado Ainda vai ter o Jornal Bizarro E até o próximo episódio, tchau Beijo!

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