Episódios de Caso Bizarro

CB #175 - Dirciline Calotes e afins com Chico Felitti e Fi Bortolotto

27 de abril de 20261h15min
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No episódio de hoje discutimos sobre um caso na cidade natal da Mabê e um verdadeiro desfile de CB All Stars, com a volta da Marcela “Estivemos aqui” e a Loba de cera da OAB! E nasce uma estrela: Dirciline Calotes e afins!

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CASO BIZARRO AO VIVO NO TEATRO 🎭 ✨

Uma noite repleta de bizarrices, do jeito que vocês gostam com Maqui Nóbrega e Camila Fremder, vai ser TUDO!

Dia 14/05 no Teatro SABESP Frei Caneca!

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Dicas Bizarras:

▪️Álbum ZERO BALA, de Matchola (Fi)

▪️Artistas citados: 2ZDinizz, Duquesa (Tiny Desk), Ajuliacosta e Mc Luanna

▪️Um hino à vida: A vergonha precisa mudar de lado, de Gisèle Pelicot (Mabê)

▪️Emergência Radioativa ▫️ Netflix (Chico)

▪️Rio de Sangue (Mabê)

▪️Pssica ▫️ Netflix (Fi)

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📽️ youtube.com/@CasoBizarro

👽 apoia.se/casobizarro
🛸 orelo.cc/casobizarro

Participantes neste episódio3
M

Mabê B

HostJornalista
C

Chico Felitti

Convidado
F

Fi Bortolotto

Convidado
Assuntos4
  • Dirciline Calotesplanejamento de assassinato · relacionamentos abusivos · WhatsApp e privacidade · embarcados
  • Caso Arboleda
  • Dicas Bizarrasálbum Zero Bala · Emergência Radioativa · livro A Vergonha Precisa Mudar de Lado
  • Histórias de terrorlenda do lobisomem · assombração familiar
Transcrição197 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Caso Bizarro ao vivo no teatro de novo. Sim, eu estou viciada e não me tire. Se você me ver no teatro, não me tire de lá. É onde eu gostaria de estar. E eu vou estar com duas convidadas maravilhosas, que é a Máquia Nóbrega e Camilla Frender. E nós três estaremos lá no dia 14 de maio, no Teatro Sabesp Frey Caneca, às 8 horas da noite. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Oru e eu espero vocês lá.

Sejam bem-vindos a mais um Caso Bizarro, hoje eu estou aqui com o Chico Feliz. Ai, eu derrubei meu celular. Eu derrubou o celular dele. Bem na hora. E o Fivor do Lodo. Foi uma entrada... Ai, derrubou o iPad com tudo, joga na parede. É a nossa entrada triunfa.

Fih Bartolotti que mudou a foto do Instagram para uma tetinha. Às 30 segundos, assim, antes era um rosto, ele tava serving face, face card. E agora é mamilo, assim, você não olha nem pro rosto dele. Eu amo que, assim, sempre que a gente fala alguma coisa do meu Instagram aqui, daqui a, sei lá, três...

Quatro, cinco semanas vai vir alguém vir falar do episódio. Macho ou não? Não, qualquer pessoa. Se for macho é ótimo. Se for macho é ótimo. Se for macho é ótimo. Hoje eu recebi na minha DM uma mensagem do Fit for Life.

Sem foto. Falando sem foto em nenhuma postagem. Falando meu sonho é pegar o Fih. Quem é ele? Roleta russa. Vamos marcar um date sem saber quem é e a gente filma. Deus me lembre, eu não tenho coragem. E eu e a Mabê ficamos em outra mesa, assim, só olhando. Só aqui de cantinho. Fingindo que nós somos um casal. Eu tenho a menor coragem de fazer dates cegas. Menor coragem. Eu tenho incondição facial. Mas ele chama fit for life. Incontinência facial. Incondição. Como pode ser ruim? Ele chama fit for life. Ele não tem foto, deve ser tudo. É, eu acho. Ele deve ser tudo. Deve ser tudo. Não tem...

possibilidade dele ser ruim. Ele chama Fit for Life, ele não tem nenhuma foto no Instagram dele, e ele escreve pra mim querendo pegar você, ele é maravilhoso. É verdade. Depois eu vou ver se ele me mandou mensagem, vai que, né? Vai que ele mandou mensagem pra você pedindo pra ficar com o Chico. Na próxima edição, Fit for Life no elenco fixo. Ele manda mensagem pra mim pedindo pra ficar com o Thiago e pro Thiago pedindo pra ficar com o Favão. E é isso, ele vai tentando. É sobre tentar. E se você estiver tentando hoje, para. Para de tentar. E aí

Vamos começar então com o primeiro caso. Nossa, hoje foi rápido, né? Ela não tá com papinha hoje. Hoje eu tô aqui trabalhando. Esse episódio vai ter 11 minutos e 15 segundos. A minha vida emocional não tá boa. Hoje eu vou estar aqui, ó. Eu tô no trabalho. Hoje ela tá focada. Só corpo presente. Gente, hoje eu tô só corpo presente. É uma mista de corpo presente hoje, não é um episódio. Emocionamento instável.

Isso aqui, ah, abriu o roteiro errado. Ih, o Tiago vai ser demitido. Hoje ela não tá boa. Segura. Sem justa causa. A gente não morava. Não, não, não. Sem... Com justa causa. Com justa causa. Não, de verdade, eu vou demitir. Não, eu que entrei no meu... Não vai ganhar nem seguro-desemprego, tadinha. Ih, ela vai se demitir. Não, sério. Olha, Tiago.

Tiago, você tá demitido ao vivo. Seu computador já foi retirado da sua casa. Você tá ouvindo esse episódio? Tiago, sua casa acabou de ser tirada de você. Todos os seus acessos ao... Instagram. Seu GOVBR também, você não entra mais. Nossa, ele perdeu o GOVBR. O seu CPF acabou de ser cancelado. Tiago, a Polícia Federal tá chegando aí agora na sua casa. Que não é mais sua, então eles vão te encontrar na calçada. Você, por favor, espera na sarjeta.

A chaleira, a chaleira, eu não aguento, mano. Eu acho que isso aqui cura a minha tristeza. Demitei uma pessoa ao vivo. Foda-se, terapia. Ah, eu achei que ela ia falar assim, ah, conversar com os meus amigos. Você que faz terapia, pode parar. Demite alguém. Demite alguém. Primeiro, vire dono de algum negócio. Contrate pessoas e demita. Contrate seu ex-namorado. Quanto antes. Quanto antes e demita. Não, gente, é... Eu já demiti o Thiago. Eu já demiti o Thiago.

Não, a Mabe já demitiu o Thiago Não sei quantas vezes, já terminou com o Thiago Não sei quantas vezes O menino é um coitado Ele é um santo, velho É o único homem hétero que eu tenho dó E das ruivas importa Eu demiti ele e aí uma hora depois Eu liguei pra ele voltar Porque eu não queria fazer o outro Deixa fechado o mundo Não é legal fazer isso Direitos trabalhistas pra humanos direitos

Para trabalhadores direitos O que é esse slogan? A gente virou um podcast de cinema direita de novo Eu achei que a gente já tinha tido um episódio Que a gente tinha virado A gente virou o flow Daí desvirou Hoje a gente virou o café com Deus Pai Em breve a gente volta a ser normal Café com direito do trabalho Calote afins É o nosso primeiro caso Poucas, ela tá poucas Sem ponte

Oi, Mabe, oi, Chico. Foi sem lubrificante esse, nem cuspe. Como é que é que vocês jovem falam no pelo? Vocês jovens. Oi, Mabe, oi, Chico, oi, Fih. Oi, Fernanda. Oi, Fernanda. Oi, Fernanda. Oi, Fernanda. Não tá nada fácil aqui, não, tá? Você é que escolheu o seu caso hoje. Tá tudo bem com vocês, Mabe. Não, hoje não tá nada bem, não, Fernanda. Mas a gente não quer falar sobre isso, não. Por que você perguntou, Fernanda? As coisas não estão legais por aqui. E sabe o que é pior? Eu vou falar.

Ela pegou o copo, levantou, não levou na boca, botou de novo. Levantou o dedo e falou, sabe o que é pior? Eu vou falar. O motivo de qual eu tô chateada é culpa minha. Isso me destrói. Isso me destrói. Vamos ver. Nossa, isso me destrói. Primeiro que eu não tô acostumada.

É a primeira vez que fica sentindo isso. Não, não, não. Ela não está acostumada a aceitar. É a primeira vez que eu estou vivendo isso na minha vida. Que você está errada é culpa sua. Isso já aconteceu outras vezes. E você sempre sofre assim. Gente, eu preciso mostrar o que é eu e Felipe brigando. Sério, a gente argumentando um com o outro.

É a briga tântrica, né? A briga que dura 18 horas. Realmente, eu briguei no artigo 2.3. Mas ali no 3.al que você falou, não foi muito... Sim, mas no 5... Não, mas amigo, isso faz tipo 10 anos. E nunca terminou, é a mesma briga. É a mesma briga, a gente tava... Não, a gente nunca mais brigou de novo. A gente falou assim, na boa, deu muito trabalho brigar.

Gente, bota o Mariano pra resolver essa situação. Não, sério. Vai ter uma cuspida na cara e acabou. Quantas horas que a gente ficou brigando? Já foram várias. E a gente falou, vamos nunca mais brigar? A gente não resolveu aquela briga, a gente falou, nunca mais vamos brigar. Foi, sei lá, acho que foi em 2000 e...

Faz tempo. Desde então, vocês só sublimam e colocam emoção debaixo do tapete, né? Não, a gente nunca mais, né? A gente nunca mais... Eu comecei a me imedicar, né? Teve isso também. A gente também adotou uma coisa muito legal, que é tipo assim... Ai, amigo, isso aí acho que eu não gostei muito. Aí vamos falar? Não. Não.

Vamos agora? Fernanda, vamos? Posso trabalhar? Pode me chamar de Fernanda. Tá me chamando. Posso? Obrigado. Todos os nomes foram alterados pelo bem do meu emprego. Há alguns meses, no lugar em que trabalho, uma moça conhecida por todos aqui como Caloteira e Doida pediu pra imprimir algo que ela tinha no celular. Pode ser eu também esse daí.

Tentei ajudar, então vou chamar de Fih. O Calotari doido. Tentei ajudar a mandar por e-mail, mas eu não recebi de jeito nenhum. A tal da Dircilene Calotzi Afins, então, disse pra eu conectar o WhatsApp dela no computador. Assim, o Fihs e imprimi o arquivo pra ela. Dircilene Calotzi Afins agradeceu e saiu dizendo, pelo menos alguém faz algo de útil nesse lugar. É o Felipe.

Dois dias depois, eu fui imprimir algo pra uma colega de trabalho no mesmo esquema. E quando fomos conectar o WhatsApp dela, vimos que o WhatsApp da Dircilene Calotes e Afins ainda estava conectado. Sim, eu poderia desconectar e seguir com a minha vida. Ou poderia cometer um crime. Eu escolhi o segundo caminho. Mas tinha uma mensagem não lida. Se eu vê-lo na rua, pego um 38 e dou três tiros na cara dele. Meu Deus! Oi?

Ela não tinha dinheiro. Ela achou que ela ia jogar no toque, assim. Tinha uma mensagem não lida e eu não consegui... Eu não consigo lidar, não. Eu não vou dormir se eu não tiver mensagem não lida. Quantas mensagens não lida vocês têm? Nossa. Amigo, nenhuma. Porque eu ponho lida mesmo que eu não leio. Só pra não ficar a notificação. Recentemente, eu postei um print do meu celular no meu story. E muita gente falou que passou um pouquinho mal. O print do celular foi minha. Amigo, tinha 999, não era? Não, 699. Agora já tá em 705. Amigo, eu desmaio.

Aqui, Unread, 705. A minha não lida, 141. Deixa eu ver o meu não lido. Acho 141 justo, pouco. Já é bastante. Meu não lido tá 55. E é de duas horas atrás. Mas você de fato vai ler todas ou não? São, tipo, várias que acumularam. Não, é que também muitas de grupo, né? Você entra e já... Já aconteceu outras coisas. Não, nunca mais. Eu entro num grupo, dou o primeiro oi e nunca mais me venho. Assim, nenhum grupo.

Mentira! E também não saio. Mentira, tô em três grupos com você, você aparece em todos. Mas a gente não fala muito neles. Não. Só mesa de banho. Eu tô pensando agora. É, de fato, eu acho que eu ignoro pessoas importantes. É, exato. É.

Tá, Dircilene Calote-se afins, tá. Então ela foi lá... WhatsApp. Ela mandou. Futricar e violar a privacidade de Dircilene. Tira do 38. A Dircilene não tinha dinheiro. Vivia de calote e processo em cima de todo mundo. Como ela tinha um 38, você tava pedindo um pique de dois reais e uma conversa logo abaixo. Gente, é essa a dúvida dela, né? Então, a minha colega e eu passamos horas lendo a conversa.

E descobrimos a tour. E agora eu vim contar pra vocês. Ai, Jesus. Gente, esse e-mail tem uns cinco anos. Intenso. Dircilene Calotti, se afins, era casada com Santinho, que era embarcado. Ou seja, passava muito tempo no mar. Ai, eu amo embarcado. Eu achei. É chique. Ai, o que seu marido faz? Ele é embarcado. Ele é embarcado. Eu tinha um tio que ele era embarcado no Plataforma de Petróleo. Plataforma de Petróleo.

Porém, o nosso plano de saúde é incrível. Porém, o casamento... É porque vocês estavam sempre correndo risco, né? Então, tipo assim... Vida boa. Mas tem hospital que... Tem cobertura de hospitais no mar? Não, a plataforma, com certeza não.

Passar numa ilha que tem um sírio-libanês. Ver a Marina Sena na ilha. No máximo, um sírio ou um libanês na ilha. Um sírio ou um libanês. Eles operam juntos. Tá dando uma ilha. Tá. Então, embarcado, passava muito tempo no mar. E o casamento tinha chegado ao fim de forma conturbada, pra dizer o mínimo. Dircilene Calote-se a fins logo arranjou um outro homem, também embarcado. Gente, onde ela sai?

Que fazia absolutamente tudo por ela. Qual é o rolê? Eu quero um embarcado também. Você quer um embarcado? Seu namorado não é embarcado? Não. Não. Ele é interiorizado. Chico, seu namorado é de A? Explica pras pessoas. Ai, gente. Tô muito cansado da internet. Eu postei recentemente uma foto com meu namorado novo. Assumindo e feliz. Uhum.

E rolou a lor da internet Que é uma foto de inteligência artificial E que eu inventei E que eu não tenho namorado, velho Eu, a pessoa mais velha do mundo Eu não sei o que é chat GPT Eu nunca, eu não sei onde achar um chat GPT na minha vida Acho que eu ia criar E essa questão, ele é tão lindo que ele parece há? Ou ele é tão genérico que ele parece há? Fica a pergunta pra vocês Fica a pergunta pra ele, né?

Eu prefiro achar que ele é tão lindo que ele parece inventado. Ele é lindo, amigo. Ele é lindo. Parem de ficar falando mal do Chico no Twitter. É, gente, ele é embarcado. Ah, é, porque se tem uma coisa que funciona muito, é pedir piedade. Galera, parem de xingar. Gente, parem de xingar o Chico. Gente, parem de xingar o Chico. Por favor. Sabe por quê? O namorado dele é embarcado, ele já quase não vê.

E inventado. E inventado, ele não existe. Se ele existisse, ele estaria embarcado. Chico vai falar que ele é embarcado pra não mostrar ele pessoalmente. Não, gente, não, ele existe. É que agora ele tá numa plataforma de petróleo. Ele vai ficar oito meses lá e ele passa dois dias em casa. Ele não consegue mandar foto, porque não pega na internet. Aí as fotos tudo feitas de IA nas plataformas de petróleo. Parecendo um Roblox, assim. Vamos namorar um embarcado esse ano? Vamos. Metas. Fechado.

Fechado. Eu vou namorar o embarcado de IA esse ano. Tá bom.

Iá embarcado. Iá embarcado. Iá embarcado, tá. A Dierce Lane logo arranjou um outro homem também embarcado, que fazia absolutamente tudo por ela. Será que tem, tipo, um bar dos em que os embarcados vão? Bar de marinheiro, que tesão. Ah, deve caçar em algum lugar que os embarcados vão. Tem um episódio do Sex and the City. Happy Hour de embarcado. Tipo, bar de policial, né? Deve ter bar de embarcado. Porque como que você arranja dois embarcados de uma vez? É, tipo, um happy hour dos embarcados. Ela vai, tipo, sei lá. É, vai pra onde? Embarcados Anonymous. Embarcados Anonymous. Anumpier, né, deve ser. É.

É, é, é, é, é, é, virou a cariúcha. Vamos dar pra santo. É, é, é, é. Ah, esse foder. É, Dircele então rojou o embarcado que fazia absolutamente tudo por ela. É, é. Esse novo homem era o José da embarcação. E assim como o outro, ficava muito tempo no mar.

Dirce Lane acabou descobrindo que o seu ex estava fazendo fakes com fotos dela dizendo que ainda eram casados. Além de espalhar vídeos deles em momentos íntimos que ele tinha gravado sem o consentimento dela. Ai, bicho.

Eis que chegamos no momento da mensagem que ela começou a conversar com um tal de primo. E nessa conversa, ela contava tudo isso pra ele. O primo era servente de pedreiro, não tinha família, só uma bicicleta, um celular e uma kitnet alugada perto do litoral. Como você sabe isso? Ai, achei meio tesão. Ele sabe tudo isso? É uma alma livre. Como você sabe isso pelo WhatsApp? Oi, eu sou servente de pedreiro. Não tenho família. Ele viu um pouquinho, né? Deu uma estudadinha nesse WhatsApp. Deu uma estudadinha, tá.

Eles conversaram, ela prometeu Deus e o mundo, um emprego melhor, ter filhos com ele, mandava vídeos e fotos. Então, o tal do homem se apaixonou.

Vale destacar que cerca de 90%… Esse não é o segundo embarcado, é? Não, esse é o terceiro. É o primo. Que é primo dela ou primo é só um nome? Não, é um nome. Ah. Estranho o primo, como… É tipo falar o nome dele é pai. Ela foi lá e pegou o pai. É que eu acho que é uma coisa meio máfia italiana, não é? Tipo, primo. Eu senti isso. Vale destacar que cerca de 90% dessas fotos eram carregadas de filtros e fotos de armas. Claramente tiradas do Google. Que nem o namorado do Chico. Uma dessas fotos, inclusive…

Era o interior da suposta bolsa dela com uma carteira da Louis Vuitton. Batom do Yves Saint Laurent. Masso de dólares, um perfume caro e um 38. Gente, chique. Eu seguiria ela no Instagram. Só por essa foto já tem meu follow. Dircilene Calotti-Safins contou o que tinha acontecido com seu ex. Então, juntos, eles começaram a fazer um plano para matar o Santinho. Meu Deus.

Sim, isso mesmo. Eles comprariam um carro de ferro velho, mandariam uma mensagem de emboscada pro ex, e quando ele estivesse no local, eles o atropelariam. Gente, ele descobriu tudo isso pelo WhatsApp? Sim! Eu ficaria apavorado.

Eu ficaria apavorado de saber que alguma pessoa... Olha... Sei lá. Não vamos esquecer que ele tava espalhando a pornografia dela. Que ele fez sem consentimento. Pra mim, ó. Não, não. Eu tô embarcando. Eu tô embarcando. Eu tô virando o embarcado dela. Eu tô virando o embarcado dela até agora. Nesse cruzeiro... Nesse momento eu estou embarcado. Pode me chamar. Eu posso sair dessa plataforma, mas agora... Tudo aqui. Eu estou embarcado.

Eu acho que chegou um momento que não dá pra gente falar de moral aqui. Porque é uma pessoa planejando um assassinato de outra. Uma pessoa que fez vídeos. E a outra tá lendo a conversa. Tipo assim, nada aqui. Ninguém tá certo. Tá todo mundo embarcado. Tá na lama até o nariz. Por um triz a gente consegue respirar. Só que assim...

Longe de mim defender qualquer tipo de planejamento de assassinato. Mas assim, esse aqui não tem nenhum sentido. Ó, olha o planejamento deles. Comprar o carro no ferro velho. Comprar o carro de ferro velho, manda uma mensagem emboscada pro ex. E tipo assim, ok, comprei um carro pra você. Aí quando ele estiver no local, ele vai atropelar. Até aí, tá. Aí, o primo daria chutes e golpes de jiu-jitsu, capoeira e taekwondo.

Eu só escolhi um. Não podia escolher só um. Ela não tinha arma. É isso. Pra que complicar tanto? Que segundo mesmo era mestre. Mas ele era mestre nos quatro. No Jiu-Jitsu, Campo e Ritake, Donal 3. Gente, ele arrasa muito. E ela ficaria ligada. Felipe, eu acho que você pode namorar o primo. Eu tô achando ele um tesão. Eu já não posso mais. Então eu tô indicando pra você. Eu vou namorar ela. E se o Fit for Life for o primo?

E ela ficaria com a arma? Não, não, não. Ele é mestre em quatro artes. Ele é um rola doida. Por quê? Ele não tem nada a não ser uma magrela. Por que ele quer bater tanto no... Com três... Com três artes, imagina. Depois de atropelar. Depois de atropelar. Imagina assim...

Imagina você dar um golpe de capoeira em alguém que já foi atropelado, a pessoa tá no chão. Não faz sentido nenhum, você vai ficar... Não, eu ia falar isso agora. Não vai aparecer aquele momento do videogame que você fica batendo no ar. Não, isso é covarde pra caralho. Ele vai ficar parecendo um lixo dando nada. Você tem quatro lutas. Você não é fodão? Você precisa atropelar antes. Com um carro velho que vai dar tétano pra pessoa também. Quebra na porrada. Não, o carro velho eles compram pra ser uma desculpa. Não, eles querem atropelar com o carro velho. Com um carro velho? Aham.

Primeiro atropela e depois atropela. Porque como ele tá no ferro velho, ninguém vai atrás desse carro. Não faz sentido nenhum. Nada faz sentido nessa história. Nada faz sentido. É que eles querem matar muito mortinho, né? Eles não querem matar de leve. Não querem deixar. E aí, olha isso aqui. E ela fica ali com a arma só pra impedi-lo de fugir. Olha, é mais pela tortura. É o requinte de crueldade. Não, é só pra não escapar. Você vai atropelar?

pessoa. Vai atropelar e você tem arma. Vai atropelar, atropelar, taikendo, a capoeira. Você pode acabar com o sofrimento antes dela. Você prefere atropelar e depois bater ela com três. Calma, mas se você tem uma arma, por que você só não atira de uma vez? Por que você primeiro precisa atropelar? Essa é a discussão. Depois é um mata-leão, depois não, né? Sim, a história poderia parar por aí. Mas eu queria saber que fim é que o Lieda o WhatsApp continuou conectado.

Gente, sério. Ele tá até hoje com o WhatsApp conectado dela. É ela, é a Fernanda. A Fernanda tá até hoje com o celular conectado. Descobrimos não dois, mas cinco caras que ela conversava e ficava pedindo pros mesmos pagarem coisas pra ela. Olha, é fogosa.

Claro, ainda tinha o atual marido e o processo que ela estava metendo no ex. Será que ela era gatona? Bicho, essas histórias nunca são pessoas lindas. Nunca são pessoas bonitas. É isso que me surpreende. Quando você ouve uma fofocada, você fala, bicho, deve ser a mulher mais linda do mundo ou o cara mais lindo do mundo. Daí você vê, tipo, meh, ok, ok. Assim, bonito o suficiente pra...

seduzir alguém, mas nunca é... Pra você abarcar. É, nunca é a Thaís Araújo, assim, sabe? Porra, Thaís Araújo podia me atropelar tranquilamente. Thaís Araújo podia me dar um chute de Taekwondo.

É sobre isso? Bom, descobri... É sobre isso. Ela ficou gag. Ela ficou embarcada. Tivemos agora um momento de Mabé gag pra você que ouviu esse silêncio. A Mabé tava, tipo, equilibrando malabares invisíveis na mão, assim, olhando pro microfone. Gag. Gag. Gag dela gag. Gag dela gag.

E o processo que a Elis tava metendo no ex, que por um acaso, era absolutamente tudo mentira. Sim, ela que pedia pra gravar os vídeos e os espalhou com um fake. E ela apanhou na rua e fingiu que era o marido. Ela fez cena pra pelo menos dois advogados. Calma, gente, tudo isso eles conseguiram descobrir em uma troca de WhatsApp?

É, amigo, mas assim, a troca do WhatsApp, você não viu a do Vorcaro? Querido. Mas não era fácil de descobrir, então, que tava sendo tudo armado? Tava no WhatsApp, gente. Não, mas era no WhatsApp dela. É, né? Não, não é tão fácil. Assim, uns homens embarcados, você acha que nem deve ser inteligente? É um homem, né? Tá, e ela fez cena pra pelo menos dois advogados que ele tinha feito tudo isso e queria mais de 20 mil, mais pensão por anos nesse processo.

E tá, de repente, sabíamos de tudo, mas não podíamos falar nada. Como contar isso pra alguém? Tínhamos fotos, áudio, tudo e ao mesmo tempo nada. Gente do céu. Nessa parte... Tínhamos tudo e não tínhamos nada. E ao mesmo tempo nada. Sou eu hoje. Nessa parte, já estávamos muito envolvidos. Os dias foram passando e descobrimos mais e mais coisas. Meu Deus. Até que nós e Dircilene Calótes e Afins recebemos a notícia de que o pai do José havia falecido. Nossa!

Ele com Ela lá Com o WhatsApp aberto, nós recebemos Eu e a Dircilene Quem é José? É o segundo embarcado Ah, o embarcado da vez José da embarcação Poderia ser um momento de tristeza para José da embarcação Que perdeu os últimos momentos da vida do pai Por estar trabalhando embarcado

Mas não para a Dirce Lene, que estava falando mal do sogro recém falecido para o cunhado que tinha acabado de lhe dar a notícia. Reclamou da sogra, do sogro e no final, deu em cima do cunhado. José voltou para o velório e eles brigaram. Gente!

aparentemente, o advogado... Inacreditável, velho, que eles estavam fuçando esse WhatsApp. Gente, ela tá assim, ficamos... Mas então, isso não foi um dia de WhatsApp. Não, ela falou... Mas ela falou, tipo, os dias foram passando e descobrimos mais e mais coisas. Até que nós e de Silene recebemos a notícia que o pai de José havia falecido. Eu amo que ela virou.

Ela virou dona do WhatsApp. Uma simbiose. Aparentemente, o advogado do José falou pra ele se afastar da Dirce Lane. Porque ela tinha vários processos nas costas, já tinha sido presa, era conhecida por ser caloteira. E ele não queria que a situação do José ficasse pior. Eles se separaram e Dirce Lane Calote-se a Fins no dia seguinte foi internada por atentar contra a própria vida. Ela tomou remédios e acabou sendo encontrada por seu filho.

Nesse momento, peço que não fiquem com pena dela. Ela foi presa por coisas horríveis. E os seus maiores crimes não estão nem listados aqui pra não correr o risco de reconhecimento. Digo isso porque ela não tomou nem metade do suficiente pra tentar algo. Ela tomou 30 minutos antes do filho dela chegar. Ela sabia o que ela tava fazendo. Gente, mas... Meu Deus, Fernanda! Eu e Ana sabemos, nós lemos. Nisso, o José da embarcação voltou pro mar.

Não quis saber. O outro pro mar parece uma entidade, né? Parece um vou-clóris. Ele deu a mão pra Iemanjá e eles aqui não. O Boto voltando pro mar.

Pro rio, no caso. O Boto desistindo de engravidar a Dircilene. Então, um dia chegamos. Imagina o Boto saindo da água, olhando pra uma mulher e falando e voltando, transmutando de novo. A Dircilene não. José da embarcação voltou pro mar. Então, um dia chegamos e vimos que não só a Dircilene estava exigindo uma pensão do José, como também desbloqueou o Santinho. Isso tudo enquanto estava no hospital se recuperando.

Dirce Lene, Calotes e Afins falou que sempre amou ele. Que eles têm uma história linda juntos. O Santi era o primeiro marido. E o cara caiu. Ele disse que sabia que no final iam terminar juntos. Que a vida não é mesmo sem ela. E ama muito ela. Enquanto ela tava no hospital por causa de outro. Ixi, tem o mel. Dirce Lene tem o mel. A Dirce Lene tem o mel. A Dirce Lene tem o mel. Calotes, falcatruas e mel. Devia ser o nome dela. Dirce Lene, Calotes, falcatruas e melzinho. O molho.

E meio que ficou tudo assim. Ninguém foi assassinado. Ela ainda tá com seus calotes, inclusive no cantinho. E eu com o acesso à WhatsApp dela. Sigo acompanhando essa novela. Melhor do que qualquer coisa. Não, gente, mas desloga, não desloga uma hora?

Não, se você não deslogar... Pra sempre? Você tem que deslogar. Eu achei que depois de um tempo deslogasse automaticamente. Antes fazia isso, hoje em dia. Eu não sei como é. Porque nunca mais deslogou no meu computador. É, a Dicilene pode só cancelar, né? Se ela ver os devices que estão instalados, eu ia surtar. Mas, ó, sigo acompanhando essa novela. Melhor do que qualquer coisa que Manuela Dias irá escrever. É melhor que BBB, assim. Ela tem o pay-per-view da melhor novela do Brasil. Gente, eu tô passada. Porque os juiz que tá acompanhando esse crime tudo aí, se matando pra...

Pra entender o caso. Exato. E a gata... Hoje eu vou abrir aqui meu... Janeiro print de Ursulene 1. Gente, eu meio que...

Olha, gostei de todo mundo dessa história. Eu amei essa história. Eu gostei do José. Porque o José foi pro mar, entendeu? Ele falou, cara... Foda-se. Largou a Dircilene, a Dircilene teve que voltar com o Santinho. Todo mundo agiu bem, no fim. Eu acho que ela agiu bem de ler o WhatsApp, de continuar lendo. Aí tá ótimo, gente. É, e a Dircilene... É boquete pra gente. É legal? Não. Não. Mas é mó legal. Mas sou eu.

Não. E ela desistiu de planejar a morte, né? É isso. Então acho que tá tudo certo. Apazigou, pô. Tudo tá bem quando termina bem. Às vezes dá um negocinho, a gente planeja, um negócio assim, mas passa. Às vezes me dá uma vontade de atropelar alguém e bater com o Tekken 2. Seguindo de capoeira, seguindo de exercício. Capoeira e tal. Com a arma segurando só pra não deixar fugir. Já me deu essa vontade, por exemplo, assim. Às vezes eu olho... Você já foi atropelado, será que a pessoa quis fazer uma capoeira?

A pessoa ficou assim depois... Ai, você caiu no bueiro também. Será que tudo não é alguém que quer te matar? Será que alguém tá com o meu WhatsApp logado e tá... The killer. Será que alguém tem o meu WhatsApp logado por aí? Agora eu fiquei noiado. Mas eu já fiz várias vezes isso, de olhar e tirar de tudo. Eu vou ver no meu de vez em quando. O quê? O seu ou dos outros? O meu, né? O WhatsApp. Não, ninguém nunca logou no nosso celular. Você loga o seu WhatsApp quando você vai na Fast Shop, assim, e deixa num computador logado? Não.

Não, mas por exemplo, quando você sai de uma empresa, entendeu? Tipo assim, quando eu saí da agência que eu trabalhava, tipo seis anos até. Porque quem trabalha em CLT hoje em dia, né? É, eu nunca tive o WhatsApp quando eu tava em empresa. E daí eu tirei, entendeu? Mas hoje é de boa também, porque eu tenho dois celulares, né? Um é de trabalho e o outro é... Não, e de trabalho, gente... Você tem celular pra dar pra gente, porque a gente tá precisando.

É, mas o de trabalho é falar que não tem nada, mas assim... Vou ler uma mensagem que foi dita hoje no Coisa de Trabalho. Tiago, é pra deixar no extra que você depilou o saco, colocou no pão com requeijão e comeu? É o sanduíche de buceta, né? Foi o precursor do sanduíche de buceta. Tiago, aparentemente, fez um sanduíche de pentelho quando eu tinha 16 anos de idade e achou por bem contar no meu podcast.

E ficou? Ou tirou? É no episódio extra, né? Então assim... Só doente ouve. Não, não tipo assim, no episódio extra... Parece que eu... Vocês viram, né? O jeito que ela trata vocês, que apoiam o podcast. Não, pelo contrário. Eu quis dizer assim, que tipo, é uma galera que a gente confia. Então não é pra todo mundo. Não é pra todo mundo. Só tem Tantan. Só tem gente igual ela. Só tem Tantan. Só tem gente. Entre Sacis e Lobos.

Tem cinco mistérios que sempre mexem comigo. Como surgiram as pirâmides. O que aconteceu no Triângulo das Bermudas? Quem que construiu o Stonehenge? Onde que tá o tesouro perdido dos Templários? E por último, mas não menos importante. Por que a Zelda preferiu ficar quietinha, enfiada no armário. Em vez de me contar que ela tinha engolido uma linha. Sim, gente. Esse último mistério eu consegui resolver. Só que o susto foi grande, tá?

Já tem alguns anos e hoje tá tudo bem. Mas um belo dia, a Zelda tava estranha, tava mais quietinha. Minha gatinha Zelda, pra quem não conhece. E ela se escondeu no armário, ela não saiu de lá por nada. E aí, a gente percebeu que tinha uma coisa errada, assim. E a gente correu pro veterinário, né. E aí, a gente descobriu que ela tinha engolido uma linha. E ela precisou passar por uma cirurgia. E quem tem pet sabe que, às vezes, eles escondem os sinais da gente, né. Não chega e fala assim, ah, estou com dor na barriga, engoliu uma linha.

É difícil, tem que ficar fazendo exame, tem que ficar cavucando. Tentar entender o que tá acontecendo, né, com o bichinho. E por isso que ter o plano saúde Pet Love faz toda a diferença. Porque você tem mais tranquilidade pra agir rápido. Pra ir atrás de consultas, acompanhamento. E esse cuidado aí que a gente precisa. Eu mesma ainda não tinha o plano na época. Então, assim, hoje eu vejo que teria sido muito mais fácil. Porque a Zelda precisou fazer vários exames.

Ela fez a cirurgia, todo esse processo, né, geram custos inesperados. Então, o plano ajuda bastante nesse sentido. Ele deixa os momentos difíceis mais leves e organizados. Porque assim, a gente nunca sabe quando algo vai acontecer, né? A gente nunca sabe o dia que a nossa gata vai resolver engolir uma linha. Então, ó, contrata agora o plano Pet Love com 50% off no primeiro mês, usando o cupom CASOBIZARRO50.

E ó, a Pet Love tem a maior rede credenciada no Brasil. São milhares de clínicas, hospitais, especialistas parceiros. E planos para diferentes bolsos com consulta, vacina, exame, microchipagem gratuita. A contratação é 100% digital, então é tudo muito fácil. E assim, galera, plano Pet Love. Se tem pet, tem que ter. Oi, Mabê Chiquifi. Eu me chamo Ingrid. Moro na Polônia, mas a família da minha mãe é de Itajubá.

Hello! Eu sou do povo, eu sou europeia, mas eu sou do povo. É isso que ela quis dizer. Sim, seus conterrâneos, Mabê. Talvez, então, você conheça o cenário principal dessa história. A primeira história se passa na casa de uma tia da minha mãe, próxima do bairro de Rebojón. Rebojón!

É na Polônia e Itajubá? É isso, assim. Reborjão pra ver se o nome é Reborjão. Gente, Reborjão, hoje em dia, ele mudou totalmente. Mas quando eu era criança, ele era uma área totalmente rural. Mas rural, assim...

Muito longe da cidade, sabe? Tipo, sei lá, 10 quilômetros da cidade. Então eu ficava longe do centro da cidade. Tipo, 10 quilômetros da cidade aqui em São Paulo pode parecer uma coisa meio nada a ver. Mas pra uma cidade pequena, é tipo, fora da cidade. E era uma área muito rural. Você não tinha quase nada. E tinha umas... Tipo assim, tinha uma...

Uma fama ruim, sabe? De ser um lugar muito rural, muito perigoso, não sei o quê. Durante muito tempo teve essa fama. Então era uma coisa assim, tipo, ah, vai te pegar no reborjão, sabe? Tipo assim, vai acontecer alguma coisa pra você não... Ai, reborjão! Reborjão é, você fala... Ai, muito melhor! Obviamente, reborjão. Mas você falava isso, reborjão é como a gente fala. Então não sei, tipo, não sei em que ano que se passa isso, mas só pra dar um... Mas hoje tá... Não, hoje em dia tem casas, sabe? Hoje tá mais globalizado, né? Abriu uma Apple lá. Abriu uma Apple.

Hoje em dia tá de bolso, tem o Oxo Mas assim, na época Era tipo muito... Hoje Reborjão é top Era como a galera fala muito de Osasco Era pejorativo, é isso que eu tô querendo dizer É falado de uma forma pejorativa do Reborjão Tipo se uma pessoa morasse no Reborjão Ela era tipo assim Ai, nossa, cuidado Fulano mora no Reborjão, entendeu? Obviamente com uma forma preconceituosa Não é escrota, mas só tentando Trazer aqui o contexto E aí

E foi essa a curiosidade do dia sobre Itajubá. Bairro de Itajubá. Se quiser saber mais, entra aqui. Era por volta de 1986. Ou seja, 40 anos atrás. Minha mãe tinha 16 anos. Naquela época, Reborjão era mergulhado na escuridão, sem luz elétrica, sem energia. Olha aí.

A minha mãe e seus primos estavam reunidos ao redor de uma fogueira, em frente à casa dela. Foi então que viram ao longe um casarão. Portas batiam, luzes se acendiam, no alto da montanha. Mas como? Não tinha eletricidade. Na verdade, ainda não tinha luz na maioria de Itajubá. Gente, 40... Mentira. 86 não tinha luz. 86 eu nasci. Eu sou já isso que ia falar, assim, tipo...

Calma, galera. Não, tinha luz em Itajubá, assim. No Reborjão não tinha, mas tinha luz em Itajubá, sim. Imagina. Ai, mas lembra da época do Apagão? Eu vivi, eu tava ali em Itajubá. Foi em 91. Não, 90 e alguma coisa. Já era FHC. É, era FHC. Era 96, 97, alguma coisa assim. Tipo assim, eu lembro que eu fiquei muito hostada, porque eu achava que ia acabar a luz pra sempre, assim. É horrível. Foi horrível. Enfim, lembrei disso agora. Eu lembro dessa noite até hoje também. Eu também. Eu tava jogando Mortal Kombat.

Daí não tava mais. Dando vários golpes de capoeira no ar. O rei tem só voando sem atenção. Depois de atropelar. De capoeira, taekwondo e... Jiu-jitsu. Jiu-jitsu. Movidos por uma curiosidade imprudente, digna de personagens que não durariam cinco minutos num filme de terror, eles decidiram ir até lá.

Para entrar na propriedade, precisavam atravessar uma cerca de arame. A blusa da minha mãe ficou presa na cerca. Ao tentar se apoiar na parede para se soltar, alguma coisa se mexeu. Não era parede, era uma coisa que ela estava segurando e aquilo se ergueu. A luz da lua e da casa viram um lobo gigante do tamanho de um homem adulto. Em pé, com rabo, focinho, mas também mãos e braços peludos. Era o Chico.

Era eu, gente. Essa piada de fogueira, né? Foi o ano que eu nasci. Correram de volta pra fogueira. E ali ficaram em silêncio, tentando entender o que tinha acontecido. Em um lugar onde poderiam ver ao redor devido à fogueira. Ah, tá. Por causa da fogueira, então eles conseguiam ver. A segunda história é mais curta, mas sempre me arrepiou. Também aconteceu nessa mesma casa do Reborjão. Mas aí o lobo, o que aconteceu? Foi embora? Nada, apenas foi. Ah, tá. Ele fez assim, ó. Ele acordou. Caralho, que sono. Ai, tá tocando o interfone aqui.

Ai, deixa eu ir lá pro Reborjão, que eu tô... Era uma noite quente. Minha mãe tava lá no quarto com os primos dela, falando sobre a vida. Porque isso era o que as pessoas faziam nos anos 80 em Itajubá. Sem luz, sem TV, sem celular. Gente, que isso? Itajubatinha a luz. Eu amo que ela fala que Itajubá era tipo a idade média, em uns anos 60, assim. Com a peste bubônica. Com a peste bubônica. Eu acho que no Reborjão realmente não tinha energia elétrica. Era muito rural ali. Mas Itajubatinha, pô.

As janelas de tramela estavam abertas. O bairro ainda era bem isolado, cercado por mato e por montanhas. De repente, uma procissão começou a passar na rua. Almas em branco, olhos arregalados da cintura para cima.

Cada uma segurando uma vela. Na frente, um homem com roupas do século XIX. Atrás, outros. Homens, mulheres, todos em silêncio. Seguiram até uma grande árvore e desapareceram. A tia da minha mãe, que morava nessa casa, acreditava profundamente nas lendas indígenas. Minha bisavó, inclusive, era indígena.

Quando ventava e chovia, ela proibia todo mundo de sair de casa. O saci pode pegar vocês, dizia. Eu mesma fui resgatada por ele uma vez, quando quis ver os peixes no córrego perto da casa dela. Ela desceu o morro correndo, apavorada, e me trouxe de volta pra casa. E havia também o costume de cobrir os espelhos em dias de tempestade. Minha mãe nunca soube o motivo. A Lorde fez isso pra compor o Virgin. Cobriu os espelhos. O que eu disse?

Será que é a lorde de Itajubá? Ai, a lorde nasceu no Reborjão. É do Reborjão. Ai, Solar Power é sobre o Reborjão, inclusive. É, que a luz era do sol só, não tinha luz elétrica. Dizem que espelho atrai raio. Será que é isso?

Ah, até aí tudo bem. Meus primos têm vários casos envolvendo a mulher de branco ou a mulher de bronze, que aparece de tempos em tempos. Gente, tá uma roleta russa de história, não tô entendendo sobre o que é essa história. E a mulher de azul que saiu de lá também. É que tá já mais conhecido por exportar mulheres de cores diferentes pro mundo, entendeu? A mulher de bronze, eu não vou falar aqui agora, não vou contar essa história, porque a gente já… Eu já contei ela uma vez. E tem um episódio, quer ver? Eu vou até contar com quem que é. Que é com o Tiago, do Que Assombra.

Que a gente falou sobre a mulher de bronze. Porque ele foi pra Itajubá pra estudar essa história. E é uma história muito interessante. Que é uma estátua que tem no cemitério de Itajubá. E que ela sai durante a noite e volta no dia seguinte. Ah, a própria estátua. A própria estátua. Ela dá um rolezinho. Ela dá um rolezinho. Ai, que delícia. E ela faz alguma coisa assim? Ela tá atrás do quê, de bom? Ela não gosta que tirem foto dela. Olha o Reborjão.

Ai, que lindo! É um bairro onde fica a fábrica de armas. Eu amei. Tejubá tem uma fábrica de armas. Mais uma... Eu tô tentando achar a foto do Reborjão antiga. Eu só acho nova. E daí não...

Não tem impacto, né? Não tem impacto. Vai, continua. Enfim, fico feliz em representar nosso país, Itajubá. E se você quiser ouvir boas histórias de terror, é só dar um pulo por lá. Achei que ela falou. Só ouvi o podcast Caso Bizarro. Porque, na verdade, quem mandou essa história foi a... Gente, mas eu fiquei muito emocionada. Porque, imagina, no ano que eu nasci, tinha um lobisomem no Reborjão, cara.

bonito, que lindo isso amiga olha o rebojão que bonito hoje e o homem que é um lobisomem completamente preguiçoso, ele não tenta matar ninguém ai que saco me acordou só que não tinha ela falou, olha que lindo o rebojão hoje é normal, é tipo mas tem montanha atrás, eu acho isso lindo e tem verde mostra o seu bairro aí numa foto aérea é a selva de pedra e você é a macaca de pedra e aí

Não, calma, não terminou ainda. Nossa, gente, meu Deus. Obrigada por fazer... Sou viciada no Caso Bizarro. Apesar da diferença de horário, eu sempre escuto no dia que estreia. Ai, que ela tá na Polônia. Obrigada por fazer propaganda de Itajubá por aí. Um dia vocês poderiam, talvez, fazer um Caso Bizarro ao vivo lá. Nossa, Madê. No Reborjão. No Reborjão. Vamos fazer um Caso Bizarro ao vivo no Reborjão. Mas tem que ver se vai ter luz lá. Ai, o Caso Bizarro pra luz, pode ser um festival, tipo uma rave no Reborjão. Vai ter que ver se vai estar com luz lá em Itajubá. Mas a gente ia ser preso em Itajubá.

Por quê? A Itajubá é muito conservadora. Você não pode voltar lá. Você é jurada de morte, né? Eu sou jurada de morte. O que você fez no Rebordão, amiga? Gente, eu lembro de uma vez...

Teve uma vez que um amigo meu, no meio do Réveillon, pegou o carro e foi pro Reborjão. Porque ele foi buscar a ex dele, que tinha terminado aquele drama e tal. E aí, gente, a família ficou desesperada. Falou, meu Deus, ele foi no Reborjão de madrugada. A família do seu amigo. Aham. E aí, tipo, virou... Juro, o Réveillon virou o drama do Reborjão. E no final deu tudo certo. Sim, demorou 40 minutos pra chegar no Reborjão, que era longe de onde a gente tava. 10 quilômetros demorou 40 minutos?

Amigo, o Reborjão é muito. É um outro lugar. Não, tô brincando. Eu não sei o que aconteceu, amigo. Foi muito intenso esse Réveillon. Foi muito intenso. Foi muito intenso. Mas depois voltou. Voltaram, então tudo certo. Buscou o menino no Reborjão. Só que demorou uma hora e meia pra eu voltar. Reborjão longe pra caralho. Vai. Vai. A cama de cera.

Oi Mabê, Chico, Fih e ouvintes. Aqui é a Deia. E hoje vim contar uma história que... Rapidão, a Deia é aquela que dá presente pra gente no caso bizarro. Ah, caraca, mano. Aquela fofinha. Que acabou de se formar em psicologia. Que acabou de se formar em psicologia. Parabéns pra ela. Parabéns pra Deia. Fiquei muito orgulhoso. Inclusive, esse episódio de hoje, gente, ele é All Stars. Vocês ainda vão descobrir. Ai, todo mundo já... Todo mundo que tá aqui?

Bora. Aqui é a ideia e hoje vim contar uma história que até hoje acho difícil de descrever. Então conto com a ajuda de vocês pra isso. O ano era 2018, eu estava utilizando o mais famoso aplicativo de relacionamento e dei match com o cara. Saímos umas três, quatro vezes e um dia ele me chapou. Não, me chapou não, me chamou para a casa dele. Caralho. Como não sou boba nem nada, eu fui. Esperta. Chegando lá, almoçamos e ela falou para irmos deitar. E ele falou para irmos deitar. Detalhe. No quarto da mãe dele.

Como tesão... Chegando lá, almoçamos. Almoçamos? E ele me chamou pra deitar no quarto da mãe dele. Até a gente que não tá lendo a história, consegue ler a história. Eu tô tentando constituir aqui como que foi esse dia. Tipo assim, vocês almoçaram e foram deitar. Como você chamou pra deitar no quarto, mano?

Uai, você fala, vamos dar uma deitada. Vamos dar uma deitadinha depois do almoço. Exatamente. Com dente? Não, mas deitar não chamou pra meter. Ele chamou pra deitar. Exatamente. O estranho é isso. Se fosse pra meter, é uma coisa. Sou super favorável da conchinha. Eu faço com o fabão, a gente dorme depois de almoçar. A gente nem transa. E nem transa, hein? Você deita com o fabão e não transa, amiga? Enfim, vocês estão esquecendo que faz três, quatro vezes.

Eu já sou adepto da conchinha no segundo. Então tá, então tá. É que você não tem coração. É porque você não tem namorado, né? Se namorado é diabo. Você fica fazendo conchinha com o seu notebook. Você tá de conchinha agora, Chico? Eu tô de conchinha com o meu telefone. Você tá de conchinha com o seu notebook. Com o chat GPT. Com o Gemini. Chegando lá, almoçamos. Ele falou pra irmos deitar. Detalhe no quarto da mãe dele. Como o tesão é inimigo de todas as pessoas, ele acabou vencendo. Tá.

Realmente, até aí estava tudo bem. Porém, o cara saiu por um momento e voltou com uma vela aromática. Nossa, ele vai dar um clima de romance, pensei. Porém, estava muito errada. Na nossa primeira encaixa alta vez, ele achou de bom tom derramar cera de vela nos meus peitos em um ato sexual. Sem ao menos perguntar se eu curtia isso. Ai, não. Gente, que bad. Bede. Fiquei bem... Acabou a risadinha aqui, gente.

Gente, a gente riu tanto de assassina. É, ué, porque a cara tá até uma coisa. Dois pesos, duas medidas. É sacanagem. Não, escroto, escroto. Sem ao menos perguntar... Tá. Fiquei bem sem reação, mas já estava lá e fiz o que tinha que fazer. Vesti minhas roupas e fui embora. Ai, pior que eu também faço isso. Ai, não é legal. Devia aprender a levantar e ir embora, né? Mas...

Eu falo, ah, eu não quero isso, né? Mas, meu, não dá pra pessoa chegar fazendo sem perguntar, sabe? Esse tipo de coisa. Não, não dá, não. Tipo, meio idiota. É, aí ela vestiu as roupas, foi embora, não queria mais sair com ele. Mas como tenho grande dificuldade de dizer não para as pessoas, saímos mais vezes e namoramos por dois anos e meio. Que isso, Deia! Mulher! O nome dele era Francisco Assis. E por isso que ela fez psicologia depois e se informou hoje.

Hoje esse relacionamento acabou e eu nunca mais vi esse cara. Obrigado por lerem o Caso Bizarro, uma das melhores partes da minha semana. Amo todos vocês demais. Beijos. Olha, eu te amo. Que bom que já passou por isso, mas que merda. Amiga, mas dois anos e meio com o cara que te tacou uma vela sem te pedir. É.

Mas é importante a gente falar, colocar limites. Gente, não dá pra ficar. Eu tô aqui, foda-se. Bonito ela falando isso, né? Mas na nossa relação aqui por trás das câmeras... Casa de ferreiro, o espeto, amor. Não é nem de pau, é de cortiça. Por trás das câmeras é bem diferente, gente. O espeto com a gente, amor. A gente tenta colocar limite nessa relação, mas ela não deixa, tá? É muito certo. Todo dia ela chega com alguém que luta capoeira ou com uma vela.

Ai, gente, o seu zap tá tudo dialogado. E nem era o Matic, a vela que ela traz. É uma vela fedida. Gente, você pode instalar... A Mabê tem um computador só pra ler meu seu WhatsApp. Pode instalar o WhatsApp do Fih, que ele não fala com ninguém. Então você nunca vai ler conversa nenhuma. Ou então ele responde a cada oito meses. Então você nunca vai conseguir te ver. Pô, é. Mas o que ele tá planejando essa morte aqui? Ah, desse aqui? Ah, não sei. Porque faz cinco meses que ele não responde. Não, a gente fechou uma pub. Daí a minha gente... Eu mando mensagem pro Filipe. Falei, pode mandar, ele não vai ler.

Boa sorte. Mentira, ela, eu respondo sim. Bah! Eu respondo sim. Bah! Bah! Não, falei, pode mandar. Bah, guria, eu respondo sim. Pode mandar, aí ele não vai ler. Giro, você lê nessa fada. A podridão do céu da boca. Nossa. Nossa.

Bom dia, amigos. Já posso chamá-los assim, depois de conhecer todos vocês. Aqui quem fala é a Jéssica. É a Fernanda. É a Jéssica Orrana, a loba de ser a doa ver.

Diva. All stars esse episódio, tá? Lembrei de uma história da minha infância que está no ranking das mais faladas na minha família Top Shards, hein? Eu amo. Eu fui a primeira de tudo na família. Shards do churrasco. Shards do churrasco. Primeira filha, primeira neta, primeira sobrinha. Então todos os cuidados eram redobrados comigo. Todo mundo queria ficar em cima o tempo todo. Porém eu tinha um problema, que dura até hoje. Eu não dormia. Passava noites em claro. Minha mãe dizia que meu berço era frouxo de tanto que eles balançavam pra tentar meninar.

Gente, que desespero. Desespero. Eu passava a hora sendo ninada. E quando iam ver se eu tinha dormido, eu tava lá acordada dando risada. Eu queria passar a hora sendo ninada.

A coisa era tão feia que a minha avó fez uma promessa pra Santa Paulina me fazer dormir. Ela prometeu subir de joelho um caminho que tem numa cidade aqui próxima, caso a graça fosse alcançada. Coitada dessa vó. Resumo da... Ao mesmo tempo, eu estaria torcendo pra nunca mais dormir ainda, porque assim, nossa, imagina eu ter que pagar essa. Imagina, eu tenho que subir essa caralho. Preguiça de promessa. O que acontece se eu não cumprir a promessa? Não dá. Quanto tempo eu fico no inferno? A única vez que eu fiz uma promessa, eu descumpri. E deu no que deu. E deu no que deu. Cheguei aí.

Ela promete... É, não. Resumo da ópera. Todo mundo estava exausto e eles revezavam pra cuidar de mim. O retrato da ansiedade crônica. Certo dia, minha mãe tinha saído e minha tia ficou cuidando de mim enquanto eu brincava. De repente, em meio a uma risadinha, ela viu que a minha boca tava preta. Me pegou pra conferir e viu que o céu da boca estava completamente necrosado. Faltou o fabão nesse episódio. Faltou o fabão. Minha boca tava... O quê?

O que ela disse? Ela disse isso. O pânico se instaurou e ela ligou pra minha mãe. Foram pro médico pediátrico como emergência. Chegando lá, o médico foi me examinar em meio a choros, lamúrias e desespero dos meus familiares. Com todo cuidado, ele colocou o dedo no sal da boca e de lá tirou algo inesperado. Um pedaço de jornal. Sim, eu tinha comido o jornal e ele ficou grudado lá em cima, enquanto minha família achava que eu tinha uma doença rara.

Isso era um hábito recorrente que eu tinha de comer as coisas Ou de enfiá-las dentro do meu nariz É um cachorro, né? É um cachorrito Mas esse negócio de enfiar dentro do nariz é muito louco, né? Como algumas crianças são obcecadas com isso Eu enfiei feijão Eu tive uma amiga que ela foi parar no hospital Que ela colocou feijão nos dois Prendeu a respiração e... Ela morreu? Não Imagina ela falando assim numa prima que morreu Não dá culpa culpa

Ela morreu, morreu. É otário, é otário. Ayrton Senna, mano, mas assim, eles vão nas assassinas, pegaram o avião. O Gugu. Gente, para que tem 20 patrocinadores nesse episódio. É verdade, não pode. Vou perder as públicas todas. A Vetrobras acabou de desembarcar.

Gente, recebi aqui, ó, Cepacol saiu. Chate PD tá patrocinando o quadro com o Chico. Não, é que no final a gente vai descobrir que o Chico tá fazendo uma grande ação pro Chate PD. É um dating show do Chate PD. Gente, hoje eu recebi uma caixa muito assustadora na minha casa real, assim. Era uma caixa branca, pequena, assim, do tamanho de uma caixa que, sei lá, vem um relógio, dura.

Papel bom, cartolina boa. Eu abri, tava escrito, seu próximo amigo pode não ser humano, pode ser IA. E um QR Code. Eu falei, bicho, jamais que eu vou abrir essa merda e falar sobre isso. Eu quero que você foda. A marca que me mandou isso, eu quero que você morra. Que tipo de mensagem é essa? Gente, foi meio que uma ameaça, né? Eu me senti ameaçado. Tá me chamando do quê?

Ele disse isso. De maluco que vai fazer amizade com o computador e vai tomar no seu cu, velho. Sabe uma coisa que acontece? O Chico Gag. A última pessoa que passou por isso no bairro Rebojão, ela morreu. É. Ela, ó... Eu imagino muito gente agora tentando fazer exercício na cadeira. Acaba de chegar a notícia que princesa Diana...

Daqui pra frente. O cantor Michael Jackson. Tancredo Neves, presidente eleito do Brasil. Mas o que passou na cabeça da Mabê na hora que ela falou assim, ó. Ela enfiou dois feijos no nariz e chegou no médico, ó. O que você pensa, mano? Que a pessoa morre. O ativista Mahatma Gandhi.

Eu vou poder te gravar por um segundo pra filmar isso aqui. No Brasil, mais de 30 crianças todos os dias a colocarem feijão no nariz. Gente, mas a família dela achou que o céu da boca tava nem cruzado. Eles acharam que ela ia...

Gente, sério, vamos adicionar isso ao resto das histórias dela e chegar à conclusão que ela é a pior criança do mundo? Ela é uma criança sorrisa. Entrega o Oscar pra ela de pior criança do mundo. Vamos entregar, vamos entregar. Entrega que é da gata, assim, voa muito. Tipo assim, que bom que Lobo do AB você é legal hoje. Velho, a mina do Ponte Gaste fica ali, ó, 3 quilômetros pra trás. 3 quilômetros, exato. 3 quilômetros pra trás.

Meus pais chegaram a ser chamados na escola várias vezes pra retirar objetos diversos do meu nariz. Pipoca, caroço de maçã e uma pedra que eu havia deixado cair dentro da caixa de areia da escola depois da professora dizer que não podia. Pra não levar bronca, acabei escondendo a evidência. Comi a pedra! Maravilhosa. Gente, maravilhosa. Tudo. Cachorinha. Perfeito. Assombração em família.

Oi, gente. Tudo bem? Aqui é a Marcela e estivemos aqui. Ela é. Eu só espero... A Marcela...

História de burrice da Marcela. É tipo o Debilóide. Se fosse um filme, seria a Debilóide quando chega a Marcela. Eu odeio quando eu tô conversando com a Marcela, ela fala uma coisa inteligente. Não, Marcela. Saiu do personagem, Marcela. Volta pro personagem, Marcela. Cadê você entrando num cativeiro? Cadê, exato. E interfonando no cativeiro. E você sabia que ela não deixa... Ela contou pra vocês também que ela não deixa a filha dela ouvir o podcast? Pra não fazer... Pra incentivar, né? Não, mas achei perfeita. Óbvio, vai contar todos os... Mas, gente, a filha vai ser pior que ela. É assim que funciona. Essa é.

Ou vai ser uma Santinha, né? É Édipo, é Édipo. É Eletra, não é Édipo? Aprendi esses dias. Como assim? Que quando você fala de mulher, você não fala complexo de Édipo. Você fala complexo de Eletra. Olha! Mais Kant, é mais Kant do que Édipo. Eletra.

Marcela está aqui hoje para contar uma história que não envolve as minhas decisões erradas. Mudou de personagem. Mudou. Ela está diversificando. Ela quer fazer drama agora. Eu acho que ela está se reinventando. Ela está numa nova carreira. Uma nova carreira. Veio aí. Só que essa história envolve uma assombração familiar. Desde o episódio 146, o poltergeist da família Smurl.

Smurl mesmo? Smurf? Eu quase li Smurf. É Smurl. É um episódio solo que eu conto a história de um pôtergaste da família Smurl. E aí é uma história super bizarra de possessão e tal. Qual é o nome da história? Da história? Eu acho que é o pôtergaste da família Smurl. Aí você conta o quê? E aí eu conto histórias de possessão e pôtergaste da família Smurl. Ah, que legal. Ó, se você não entendeu, esse episódio ele conta sobre... Gente, no próximo episódio vai estar só o Chico, porque o Fih... Ah, que legal.

O Fih, infelizmente, vai virar... Porque eu vou atropelar ele e depois eu vou usar... Taekwondo. Jiu-jitsu. Power Yoga. Power Yoga e Listerine. E um pouquinho de Pilates. Quando ele estiver morto, você joga Listerine em cima dele. E joga fogo. Desde esse episódio... Não, não, porque Listerine não tem álcool.

Olha! Mandei. Mas o Felipe tem. Agora vai voar. Uau, voou. As publicidades, a caixa de e-mail estourou. Desde esse episódio, eu tô pra mandar essa história pra vocês. Pois esse caso falava, entre outras coisas, sobre uma mancha no tapete que não saía de jeito nenhum. E lembrei de uma coisa muito parecida que aconteceu comigo.

Antes de começar, é importante dizer que desde os meus 20 anos de idade eu descobri que tenho mediunidade e busquei ajuda pra desenvolver isso em mim. Acontece que como toda religião é feita por pessoas, esbarrei em muita gente de ego inflado. Então desisti de trilhar esse caminho espiritual, pois esse povo tava despertando ódio em mim ao invés do amor. Ah, o quê? Barata? A câmera, a câmera! É bicho?

Ai, deixa isso, pelo amor de Deus, deixa isso. Ai, que ódio.

Eu desisti de trilhar esse caminho espiritual, porque esse povo tava despertando ódio em mim, ao invés do amor ao próximo. KKKK. Eu adoro quem escreve KKKK. Eu soube. E com vários casos. Assim sendo, sigo tomando passe de vez em quando. Por vezes recebendo mensagens e visitas em sonhos. E vamos que vamos, é o conceito. E vamos que vamos. E vamos. E é isso. Não tem tempo pra parar não. Com o texto dado, vamos ao caso. Em 2016, meu pai faleceu dentro de casa, devido ao alcoolismo.

Ele morava sozinho, era uma pessoa extremamente difícil de lidar e bastante narcisista. Por conta disso, ele já não tinha mais muitas relações, então só foi encontrado alguns dias depois, o que só tornou tudo muito mais difícil. Alguns meses depois da sua morte, eu me vi diante da necessidade de alugar o apartamento onde ele morava. Comentei isso com algumas pessoas e uma amiga demonstrou interesse.

Detalhes acertados, ela pegou a chave e foi. Iniciou algumas pequenas reformas, afinal de contas, por conta da doença dele, meu pai tinha deixado o AP um tanto quanto detonado. Depois da reforma, ela ia se mudar pra lá. De início, tava tudo normal. Um probleminha aqui, outro ali, mas nada que chamasse atenção, nem levantasse uma preocupação maior. Até que isso mudou. Os problemas na obra começaram a ficar mais frequentes. E um deles foi muito esquisito.

Pera, eu vi uma voz. Gente, a B está transtornada. Gente, não é possível. Aria, eu ouvi a sua voz. Eu estou maluca, gente. Não é possível. Eu ouvi você falando comigo. Você falou alguma coisa? Mas tem como você falar no meu fone? Eles teriam ouvido também. Mas ele estava quieto. Gente do céu. Amiga, acho que você não viu nada, não. Será? Está invisibilizando.

mulher, você tá... gente, o gaslight esse episódio é um oferecimento de Rivotril esse episódio é um oferecimento de machismo Rivotril, coloque na água dos seus amigos vai ser melhor assim mas sabe que Rivotril não faz nada pra mim? não bate não pode falar isso, Nami Rivotril tá patrocinando o episódio hoje Rivotril é super incrível Rivotril me faz ouvir voz eu sou garota e estaloprou

Eu amo o nome esse talopran. Não é legal como falar, né? Nome de remédio. Eu sou garoto velofaxina. Velofaxina. Sabia que tem uma rixa da velofaxina com os estalopran? Eles saem na mão num estádio de futebol? Não, mas tipo nos comentários no Instagram.

Do... Tipo, teve uma pessoa que fez vários memes de remédio e não colocou de estaloprã. E aí, a galera do estaloprã... Inclusive, eu fiquei puta. E eu xinguei as vialofaxina, porque nunca esquecem eles. Sendo que eles são minorias. Não, não só não. Nossa, são assim, perto da gente que é estaloprã. Porra!

Não, gente, desculpa pela facina. O Chico tá gag. Eu tô muito gag. Pela facina é a maioral, sorry. Gente, eu tomo minoxidil, serve. E finasterida. Por isso que nunca se trate. A gangue dos carecas. Eu não tomo nada pra cabeça. Amigo, que loucura. Você chegou até aqui hoje. É, pra cabeça, eu tomo cabelo. Você nunca precisou.

tomar nada da cabeça? Não, só quando eu vou. Precisar, precisa. A gente precisa. Você perguntou pras pessoas ao meu redor se eu preciso? Talvez. Elas têm uma resposta diferente. Amigo, lembra quando você desmaiou?

Algumas vezes, sim. Eu também fiquei cego transitoriamente. Então, você sabe que isso aí talvez seja um sintoma de estresse. É só perguntar aqui, ele tá aqui. O chat, o Chico... Ele... Eu acho que uma pessoa que fica cego temporariamente por estresse, olhar nos meus olhos... É uma ótima pessoa. Ainda bem que eu consigo olhar nos seus olhos. Naquele dia eu não podia. Quase que ele foi de...

Vai, Chico. Ó, a amiga então entrou no apartamento que foi do pai que morreu. Estão fazendo reforma. Durante a fase da pintura das paredes, uma mancha começou a surgir sempre no mesmo lugar. Infiltração. Mesmo depois que ela passava muitas camadas de tinta. E onde ficava essa mancha? Exatamente no lugar onde meu pai morreu. Na parede do lado da cama. Nada tirava aquela mancha. Mais de oito camadas de tinta e nada.

Infiltração, gente A maldita mancha voltava a aparecer Bom, até aí nada bem, né? Mas eles fizeram um pobre, né? Só que piora pra quem achou que era infiltração Nessa época, já sem saber muito o que fazer A minha amiga me perguntou se ela poderia inscrever o apartamento naqueles programas de reforma, sabe? Ai, meu Deus, vai o Luciano Huck na casa dela Caralho, o Luciano Huck chegar do nada nessa casa assombrada Nessa casa assombrada

Acho que ela já tinha desistido de sumir com a mancha na parede, mas acreditava que uma repaginada profissional poderia ajudar a melhorar a energia da casa. E eu concordei. Ela mandou a inscrição para o tal programa, contou tudo o que tinha acontecido lá desde a morte do meu pai, e eles responderam pedindo imagens do cômodo que ela queria reformar.

Então, lá foi ela. Ela chegou, foi tirando fotos. Só que na hora que ela fotografou o ângulo onde ficava a cama do meu pai, veio a surpresa. A foto saiu metade preta. E essa era exatamente a parte onde ele dormia quando faleceu. Caralho. Nenhuma outra foto teve problema. Só essa. Ela então entrou em pânico e veio me mandar mensagem, contando o que estava acontecendo. Por que não tirou outra foto? Só que enquanto ela falava comigo, o telefone dela desligou do nada. É verdade.

Não era a bateria fraca. E o celular... É, porque eu pensei que pudesse ser de filme, né? Porque a gente não sabe quanto tempo atrás isso aconteceu. Mas ela falou que a bateria do celular... Ela tava no celular, então nada. Mas que ela contou o ano aí. Não contou? Não. Achei que tinha que contar. Tá. Peraí, voltando. Tinha voltado até lá em cima. Ah, não era a bateria fraca. E o celular não tava com problema nenhum. O celular simplesmente morreu enquanto ela me contava a bizarrice que tava rolando. O celular... O celular...

Ela saiu correndo pra casa dela. Ainda bem que você só fez essa piada com o celular, né? Imagina se você tivesse feito... Não, gente, eu não sou sem noção, né? Ai, gente, hoje ele tá humano. Aprendemos que ele tem noção. Eu não sou sem noção, gente. O Felipe tá humano. Eu só posso falar que meu pai foi de... E a minha mãe foi de... E os outros não. E esse episódio tá sendo patrocinado. Por que que eu mamar com mano? Funerária. Bom descanso. Funerária. Pra quando você...

Ela saiu correndo pra casa dela E só depois de um tempo o telefone voltou à vida E sim, ela me mandou a foto E eu quase caí dura quando eu vi Infelizmente eu não tenho mais essa foto comigo Pra mandar pra vocês Lembram que no início eu comentei sobre a minha mediunidade? Lembra que... Lembra que...

Lembram que no início eu comentei sobre a minha mediunidade? Mais como se você estivesse afrontando alguém. Você lembra que no início eu comentei sobre a minha mediunidade? Isso. Cachorra do caralho. Vagabunda.

Então, nessa época meu pai aparecia muito em sonhos pra mim. Ele não costumava falar nada, mas estava sempre bravo. Até que em uma determinada noite, se eu não me engano foi apenas alguns dias depois dessa história da foto, ele apareceu num sonho. Nele eu estava no apartamento. Alguém tocava a campainha e eu abria a porta. E lá estava ele, parado, muito puto.

Eu perguntava que diabos ele tava fazendo ali. E ele só gritava. Eu quero a minha casa de volta. Eu quero a minha casa de volta. Ao que eu, sem paciência nenhuma... Ele entregou a interpretação, você viu? Respondia. Que mané que é a sua casa de volta o quê, rapaz? Você morreu. Você não pode mais ficar aqui. Você fez o que ela fez.

Então eu acordei. Depois de tudo isso, ainda teve o BO... Depois de tudo isso, ainda teve mais BO no apartamento. Mas nada comparado ao que já tinha acontecido. Eu já tava perdido. E minha amiga quase desistiu de ficar com a... Gente, quase? Gente, eu já tinha desistido tão mais rápido. O que precisa acontecer pra ela desistir? Não, essa amiga dela... Quanto era o aluguel? Vamos ver. Na casa de quanto tava?

Ninguém sabia o que fazer. Então, diante de tudo isso, eu resolvi ir até um terreiro e pedir ajuda para todas as entidades. E a partir dali, tudo mudou. Os problemas sumiram, a mancha na parede do quarto também, e tudo começou a fluir melhor. O meu AP não foi selecionado por tal programa de reforma, mas só o fato das merdas terem parado já foi o suficiente para a gente.

E foi isso. Minha amiga morou lá por alguns anos e aparentemente meu pai finalmente desapegou do imóvel que ele insistiu em morar mesmo depois de ir de arrasta. Ah, fiquei triste que o Luciano Huck não foi. Por... ia ser maravilhoso.

E essa mancha? Por que eu imitei ele assim? Essa mancha! Foi bem o Gugu! É o Gugu indo assim! Três segundos e vai ser uma mancha! Gente, que... Por hoje é isso, gente. Lembre-se de quando morrerem, desocupem o imóvel, tá? É muito complicado despejar um espírito teimoso.

beijos eu amo quando a pessoa fala assim eu fui no terreiro e pedi ajuda pra todas as entidades quem puder me ajudar quem tá aí agora, quem tá online quem puder me ajudar, por favor mas acho que é isso, é pedir ajuda pra quem puder tá ajudando eu amo ela tanto eu amo a Marcela, beijo não, e funcionou, a transição da carreira rolou

Pra mim. Da comédia pro drama. Esse foi Oscar Material. Você até interpretou, né? Esse é sentido, esse é bonito. Esse é Meryl Streep. Antes ela era meio Debbie Lloyd, antes ela era Paulo Gustavo. Ingrid de Guimarães. E esse episódio também é patrocinado pela Escola Macunaíma de Teatro. Exercício sensorial. Vamos pras dicas bizarras? Vamos? Ai, vamos! Ai, vamos! Vamos, vamos!

E tá, então já é pra indicar, né? Então tá bom. Eu vou indicar... Inclusive, eu queria agradecer as pessoas que falam que ouvem as músicas que eu recomendo aqui. Eu acho tão bonitinho. Uma galera, na época do show do Bad Bunny, veio falar que começou a ouvir Bad Bunny porque eu indiquei no Caso Bizarro, um tempo atrás.

E veio me agradecer por ter ido no show. Eu quase ouvi quando você indicou. É? Mas eu não ouvi. Então começa a ouvir. Quase. Até hoje. Começa a ouvir. Eu dou boas dicas, tá? Sou um ótimo curador musical. Então eu vou continuar indicando álbuns. O álbum que eu vou indicar é um álbum pra quem gosta de rap, trap, enfim, brasileiro.

Se chama Zero Bala e é do Machola. Cara, eu tô viciado no estilo musical dele, na estética visual dele também. Quem me apresentou foi meu amigo, Rafael Bispo. E estou viciado nesse álbum, muito bom mesmo. Tem o 22 Diniz.

É... é 22 Diniz? Gente, parece que pra mim você tá inventando nomes, assim. É, Leonardo, eu começo a inventar agora. 22 Diniz é uma pessoa? Deixa eu ver se é 22 Diniz, porque o nome exato dele... Aí eu fiquei tão orgulhoso que outro dia eu aprendi o nome de uma artista que acho que vocês gostam. Quem? Mas agora eu esqueci. Não deu tsunami? Não, ela fez um Tiny Desk, ela é... É 2Z Diniz, não é? Ai, eu sei... é Duquesa. Condesa, é isso? Duquesa.

A duquesa é tudo. A condesa, a condesa. A baronesa, a baronesa. A baronesa, a baronesa. A duquesa é... Meu, o time-dresk dela. A duquesa é porra. E tem uma palavra falada ali no começo, que é meio rap sem música. Que coisa linda. Ela é foda. Ouve a Júlia Costa, você gosta? Já ouviu? Gente, Júlia Costa não é a menina solta? Não, essa é a Júlia B. Essa é a Júlia B.

Eu já ouvi, Júlia Costa. Essa menina solta! A Júlia Costa é foda. A Júlia Costa, tudo junto. A Júlia Costa. Gente jovem agora gosta de juntar nome, né? É caixa alta ou caixa baixa? Eu tô numa fase MC Luana. A caixa alta já foi chique, né, pra nome. Agora é caixa baixa. Já foi alta. Ah, MC Luana é tudo também. Mas é isso, vai, indica aí.

Eu... Ah, tá bom. Vai, vai, vai, vai, vai. Eu quero indicar o livro, que é bem pesado, mas é da Gisele Pelicô, A Mudança Precisa... A Vergonha Precisa Mudar de Lado. Na verdade, o nome do livro é Um E Na Vida. A Gisele Pelicô ficou conhecida no ano passado, né, infelizmente, pelos crimes que o marido dela cometeu durante décadas, que ele...

drogava ela e levava homens pra estuprá-la. É uma história muito pesada, muito triste. Mas eu tô quase terminando o livro dela e é impressionante o quanto essa mulher é foda. Porque ela tá falando, acho que ela tá sendo uma voz sobre... Nesse momento, principalmente, que a gente tá falando tanto sobre violência doméstica. Que agora, né, gente... Gente, o tempo todo a gente tá recebendo notícia e você fica assim, Meu Deus, mas...

Mas tem muita notícia, mas tem muita notícia, porque finalmente estão se falando sobre isso. E é muito importante esses momentos, quando os jornalismos descobrem algum tipo de crime, começa a ter um monte e começa a mostrar, porque a gente vê realmente a importância de falar sobre isso. Então, ela traz uma coisa muito forte dentro dessa discussão, que é a vergonha precisa mudar de lado. Por quê?

Porque é um tabu você sofrer violência sexual, principalmente quando é do seu marido. Principalmente quando é de uma pessoa que você confia, que você ama, que tá ali na sua vida. Então as pessoas, elas não têm coragem de encerrar esses ciclos ou de denunciar e tudo mais. Só que acontece que ela era apenas... Ela tinha uma vida normal, né? Tinha filhos, um marido que...

Ela amava uma vida bonita, do jeito que ela contava, até que ela começou a contar. E é muito brutal, assim, quando ela fala de um jeito e ao mesmo tempo ela fala da vida dela. Então ela não se deixa ser limitada a isso. Ela fala, eu não sou apenas a mulher que o meu marido decidiu cometer esse tipo de crime com outros homens. Não, eu também sou a criança que eu fui, eu também sou a mamãe, eu também sou... Então ela...

Ela traz muito essa discussão. É um livro muito emocionalmente denso, assim. Acho que é pra mim, assim, pra ser muito denso, mas é um livro bonito, sabe? É realmente um hino à vida. E ela fala, eu não admito ser reduzida a isso e eu não admito ter uma vida triste. E, cara, é meio que um tapa na cara, assim, sabe? Do tipo... Do tipo... Que...

Eu, particularmente, teria matado esse marido.

É inacreditável. É inacreditável. É inacreditável. Não, e as coisas da obturação, assim. Quando ela vai no dentista porque caiu a obturação dela. E ele sabe por que caiu a obturação dela. Porque foi num momento de violência sexual. E ele olha pra cara dela e fala. Não, você deve estar com bruxismo. É muito perverso. As várias doenças que ela achou que ela tinha. Porque ela começou a... Ela tinha relapsos. Como ela era muito drogada. Então ela esquecia que ela cortava o cabelo.

Então, ela esquecia de coisas muito grandes. Ela falou assim, ah, eu tô tendo... Começou a sentir que tava, sei lá, com Alzheimer, sabe? Alguma coisa assim. Então, gente, ela contando, assim, é muito chocante. E, ao mesmo tempo, eu achei tão bonito o acolhimento que ela teve. Ali, da polícia, né? Dela contando, porque...

Eles não deixaram ela sozinha ali no primeiro final de semana em que a polícia sentou pra conversar com ela. Eles não deixaram ela sozinha. Eles ficavam... Os detetives ficavam indo atrás dela, ligavam. Está com alguém, está... Porque é impossível você lidar.

Com o que ela teve que lidar, da forma que teve que lidar. Então é muito brutal ela contar tudo isso, mas é muito bonito, assim, numa vida que ela fala. Então eu acho que é um jeito de mudar, de fato, a vergonha. A vergonha tem que mudar de lado, não tem que estar comigo. Eu sou vítima, passei por isso e eu não vou ser reduzida a isso. Então acho que é um discurso muito importante.

Posso fazer um puxadinho na sua indicação? Bora. Antes de ir pra minha? A Fernanda Torres fez um vídeo lendo um trecho do livro. E é tipo, lindo o vídeo. Lindo, lindo. Tá no perfil da Companhia das Letras. A Companhia das Letras trouxe várias mulheres. Tem a Fernanda Torres, tem a Aline Bey. Tem, eu não lembro agora, mas são várias mulheres poderosas. E todos os vídeos são fortes. Inclusive, achei lindo essa divulgação da Companhia das Letras. Lindíssima.

E mostra que tá todo mundo, tá, vamos falar sobre isso Vamos parar de fingir que não existe Vamos sentar e olhar de frente pra isso Exato Um momento histórico

É histórico. O que ela tá fazendo é muito histórico pela violência doméstica, enfim. O meu vai ser bem idiota, mas é ótimo. Mentira, não é idiota, mas é bem mais leve. Emergência Audioativa, vocês viram? Ai, eu assisti o primeiro episódio. Meu, é muito bem produzido. Cara, sucesso. É a primeira série brasileira, tipo, top 1 no mundo inteiro, assim.

É uma das mais vistas do Netflix no mundo. Não é tipo mais vista do Netflix no Brasil. Tá, sei lá, em segundo hoje no mundo. Então acho que a gente precisa ter muito orgulho, né? Muito orgulho. E é uma história muito... Tem episódio no Modos que a gente conta essa história. Do Césio, né? Eu nunca lembro. Césio 137, eu acho.

É, 137. E a gente conta esse caso. E eu achei, o Thiago tava conversando com ele que ele falou, nossa, eu tava assistindo e daí teve uma coisa que ele falou, nossa, inventaram muito aqui. Aí foram atrás e tipo… Era verdade. E era uma verdade, porque é uma história, realmente, tem muitas coisas ali que, né, pra construir e tal. Mas as coisas que você vai achar mais chocante ali…

São verdades. São verdades. Realmente aconteceu daquele jeito. Então... É uma história envolvendo bombeiro, enfim. Não vou contar aqui. Mas que ele falou assim... Parece que aconteceu desse jeito. E foi exatamente o que aconteceu. Então, gente, vale muito a pena assistir a da Netflix. O nome é... Jony Massaro, Emergência Radioativa. Emergência Radioativa. Jony Massaro esmirilhando, assim, é uma alegria ver um baita ator levantando uma série. Jony Massaro fazendo vários... vários...

Papéis de... Eu ia falar epidemias, mas é o do Césio de tragédias. Mas de tragédias. Porque ele fez aquele do Máscara de Oxigênio. Que também tá ótimo. Eu amo aquela série. Acho que mais gente tinha que assistir. Chupa, Timothee Chalamet. Nós temos o Johnny Massaro. Exato, amor. E Jesuíta Barbosa, né?

maravilhoso, achei que você estivesse falando chupa a Jesuita Barbosa, eu ia falar não, não, não vou entrar nessa não eu chupo o Jesuita Barbosa, eu chupo e eu também vou aproveitar aqui pra recomendar um filme que eu acabei de assistir, que chama Rio de Sangue, com a Giovanna Antonelli com a Alice Wegman, com o Felipe Simas que se passa no Pará

E, na verdade, é assim, a Giovanna Antonelli é uma policial que está infiltrada num esquema de narcotráfico. E aí, ela acaba se envolvendo numa coisa muito importante, e ela é jurada de morte pela galera do crime.

Então, eu falo assim, ó, ela tá em São Paulo. Daí eu falo, ó, sai aqui de São Paulo que você vai ser assassinada. Aí ela vai pro Pará, que é a filha dela, que é Alice Wegman. Ela, tipo, ela atua como médica indo em alguns... Como fala isso? Comunidades Iberinhas. Comunidades Iberinhas, exatamente. E aí, essa filha dela é sequestrada por garimpeiros.

E aí, a Giovanna Antonelli, então, tipo, que é policial, vai atrás da filha. Então, é uma ação. E é uma coisa assim, eu não vejo muita novela, né, gente, atual, assim. Então, eu não conheço tantos papéis da Giovanna Antonelli. Ela não tá mais nem fazendo novela, não, viu? Ela também tá mais fazendo novela. Ela fez Beleza Fatal. Ela fez Beleza Fatal. É, não, é Beleza Fatal. Mas não é uma novela clássica, é isso que eu queria dizer, assim, tipo… Então, pra mim, foi muito legal ver ela num papel de ação, uma policial…

Fudida da cabeça, sabe? Aquelas pessoas que tomam decisões muito erradas. Mas que também tá lá, sabe? Porrada atrás de porrada. Então, ela vai atrás desses caras aí do garimpo. E é uma discussão muito válida, né? É uma discussão muito interessante aí, atual. E o filme tá muito bom. O Felipe Simas, o papel dele ali, nossa, sério. Então, tudo muito bom. Adorei. Onde que tá? Tá no cinema. Tá no cinema no momento. Então, não sei se vai pra algum streaming. Mas vale a pena ir pro cinema, galera. Estreia em abril.

Você falou de sequestro, Belém no Pará e tal. Tem Psica também, né? Da Netflix. Ai, eu quero muito ver! Nossa, gente! Psica! É baseado num livro maravilhoso. Gente, é muito boa a série. O que que é? Muito boa a série. Nem ouvi falar, gente. Eu não sei quando foi... Deixa eu ver quando que estreou aqui. Foi em 2025. Que fala sobre tráfico humano. E a criminalidade na região amazônica. Que comer eles.

Aí tem a Ademara. Ah, eu ouvi falar dessa série. É muito boa. E ela tem um... Eu acho que, na verdade, eu indiquei aqui já, inclusive. Aqui em algum episódio. Mas é assim, produção brasileira muito foda. Edição fodíssima. Adorei a edição da série. As atuações também. Roteiro muito bom. Vale a pena assistir também. Perfeito.

Então fiquem aí com essas milhões de dicas. Caralho, hoje foram 230 dicas. E um pânico de um animal que não existia e uma voz que também não existia. E um... Esse episódio entregou...

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