Jornal Bizarro #34 - Alpaca vaidosa e hospedagem vingativa com Gabi Marx
Uma alpaca vaidosa invade um salão de beleza e uma vingança e tanto em uma hospedagem!
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Mabê B
- Caso Airbnb e Infidelidadeprocesso judicial contra anfitriã · invasão de privacidade · LGPD · censura nas avaliações
- Alpaca no salão de belezaalpaca admirando seu corte de cabelo · polícia e alpaca · comportamento curioso das alpacas
Olá, sejam bem-vindos ao Jornal Bizarro. Estou aqui com a Gabi. Oiê! Se você não assistiu o nosso caso bizarro, volta lá. Que foi assim... Um mousse. Um surto, né? A gente teve muita coisa esquisita. Coisas envolvendo serpentes misteriosas. Luzes. Luzes misteriosas no céu. Motoqueiro. Motoqueiro, fantasma ou não. Independente.
culto e rebelde. Rebelde. O mais assustador. O mais assustador. E vamos aqui começar o nosso jornal bizarro. E a primeira notícia é hóspede deixa avaliação negativa no Airbnb e dona do quarto envia foto dele com a mãe de pra esposa. Gente, cante. Tá, essa história é de 2024 e eu vou ler aqui.
Shaw McKay, morador do Mississippi, decidiu processar anfitriã Pamela Fowler e também a própria plataforma Airbnb. Segundo o processo, a mulher usou imagens do sistema de segurança da casa para expor a vida pessoal do hóspede após a disputa envolvendo a avaliação publicada. De acordo com o processo, Mack alugou uma casa anunciada como residência com toque de country, localizada em Memphis, para um encontro de fim de semana com amigos.
A reserva ocorreu entre os dias 9 e 11 de setembro de 2022, e incluía quatro hóspedes. Antes da viagem, o hóspede informou o anfitriã que poderia convidar alguns amigos para um jantar informal. No entanto, ele garantiu que as pessoas não passariam a noite no imóvel. Durante a estadia, porém, a anfitriã afirmou que recebeu reclamações de vizinhos. Segundo ela, rolaram gritos e palavrões na propriedade.
Não, gritos, eu entendo, mas palavrões, gente, pelo amor de Deus. Não pode. Pode nem falar um palavrão. Diante da situação, Foller enviou uma mensagem pedindo que o hóspede deixasse o imóvel imediatamente. Depois de sair da casa, McKay publicou uma avaliação negativa sobre hospedagem no Airbnb. Além disso, ele solicitou um reembolso parcial de 502 dólares, pouco mais de 2.600 reais.
Segundo o processo, a plataforma negou o pedido e removeu a avaliação da página do anúncio. A partir daí, a anfitriã começou a enviar mensagens ao hóspede. De acordo com a denúncia, ela demonstrou preocupação com seu status de superanfitriã, uma classificação que depende de avaliações positivas dos hóspedes. Poucos dias depois, McKay recebeu uma mensagem mencionando fotos registradas pelas câmeras de segurança da propriedade.
Entre os registros citados pelo anfitriã, havia uma imagem por volta das 3h16 da madrugada. A fotografia mostrava a McKay ao lado de uma mulher que não era sua esposa. Anfitriã começou a divulgar as imagens e ela afirmou que poderia publicar vídeos da estadia no YouTube. Posteriormente, a situação se agravou.
A mulher criou uma conta de e-mail falsa e enviou a imagem diretamente para a esposa do hóspede. O e-mail tinha como assunto uma bela bolsa e incluía fotografia da McKay acompanhada da outra mulher. O autor da ação afirma que recebeu uma cobrança de 960 dólares, que dá mais ou menos, um pouco menos que 5 mil reais, relacionada a hóspedes extras, suposta violação das regras da casa e moderação da avaliação negativa.
O hóspede recusou o pagamento e decidiu entrar com uma ação judicial. E acusou o anfitriã de invasão de privacidade, sofrimento emocional e danos ao casamento. Além disso, ele pediu indenização por prejuízos materiais e morais. Enquanto isso, o Airbnb solicitou que o caso seja resolvido por meio de arbitragem. E a anfitriã apresentou um pedido para arquivamento da ação. Gente, eu não sei quem é pior nessa história, honestamente. Olha...
É muito puxado. Imagina a pessoa utilizar imagens pessoais, né? Imagens invadir a sua privacidade dessa forma. Criar um e-mail falso, mandar pra sua esposa. Gente, pelo amor de Deus. No entanto, eu quero mais que esse corno se foda. Agora, eu fico pensando que não tem como.
Defender ninguém. Não, mas eu acho que ela se fodeu muito mais do que ele nessa. Porque ela vai perder. É a LGPD. É, ela vai perder. E ainda teve a questão de que a plataforma excluiu a avaliação negativa. E tem isso também, né? Será que de fato...
Teve muito barulho? Ou será que, de fato, ela olhou a câmera, viu que tinha gente, ficou puta? É. Sabe? Então, assim, não dá muito pra saber. E aí, quando você tira a avaliação negativa, não deixa de ser uma censura, né? Estamos passando por uma censura. Uma censura. Só que, ao mesmo tempo, é muito injusto esse tipo de serviço, em algumas vezes. Que a gente fica um pouco à mercê das notas das pessoas. Sim.
Então, tipo, você entra num Uber, você não vai com a cara do Uber, ou você é um escroto, ou você não sei o quê. Você vai lá e dá nota 1 e, às vezes, tipo, o cara não fez nada. Sabe? Tipo assim, é um poder que a gente tem como cliente, né? Como passageiro, enfim.
Que é meio pesado também, né? Porque isso impacta muito. Principalmente se ela era uma anfitriã conhecida. Porque tem isso também, né? Quando tem uma estrelinha lá do tipo... Ah, anfitriã confiável. Então, super anfitriã. É muito delicado pensar nisso. Aqueles problemas que só acontecem com a tecnologia, né? Que é um sistema de avaliação dessas. Então, quando você tem aí duas pessoas. Uma disputando a narrativa contra a outra. Já era.
Já era. Errou. É que nem aquele episódio de Black Mirror. Que as pessoas ganham pontos. Exatamente. É um surto. Eu, pra dar nota baixa, é muito difícil. Eu sempre dou notas. A pessoa tem que me dar um chute na cara. Tem que me dar um chute na cara.
Eu só dei nota falsa, acho que duas ou três vezes, porque foi casos de racismo ou, tipo, uma coisa muito absurda que a pessoa falou. Até o machismo eu deixo passar, sabia? O machismo eu... Ah, machismo, entendeu? Você quer um motorista que não seja machista, talvez você já pedi demais. Talvez, é. Agora, o caso de racismo, o meu amigo estava junto comigo, fiquei puta. O outro caso, acho que foi homofobia, alguma coisa assim, que eu também não deixei passar.
É... Mas, de geral, também a pessoa precisa de fato me agredir pra eu dar uma... Peidou na minha cara. Peidou na minha cara. Um beijo, tia Milena. Bom, próximo caso. Alpaca fugitiva invade um salão de cabeleireiro à noite e admira o seu corte de cabelo.
Olha essa imagem. Sai do fake, Gabi Marques. Não. Literalmente eu. Ela é perfeita. Besdiva. Uma patrulha policial noturna teve um desfecho inusitado após agentes identificarem o movimento dentro de um salão de cabeleireiro fechado. Inicialmente, suspeitaram de invasão. Ao se aproximarem, os policiais se depararam com uma cena bastante peculiar. Uma alpaca adulta, extremamente fofa, observando-os com tranquilidade.
Não se sabe ao certo como o animal conseguiu entrar no estabelecimento sem acionar os alarmes. Tranquila, a alpaca estava em frente a um espelho e parecia observar a própria pelagem espessa, comportamento que chamou a atenção dos agentes. Conhecida por sua natureza dócil e curiosa, as alpacas raramente representam risco.
Nesse caso, o animal demonstrava estar completamente acostumado ao ambiente, como se estivesse aproveitando a quietude do local fora do horário de funcionamento. Após alguns minutos, a equipe conseguiu conduzir a alpaca para fora do estabelecimento, utilizando maçãs como forma de atração.
A ocorrência, embora fora do padrão, terminou sem danos. Ainda assim, a cena de uma alpaca avaliando o próprio penteado diante do espelho deve permanecer como uma das histórias mais curiosas da rotina desses profissionais. Gente, alpaca, cante, né? Não, perfeita. Desculpa, gente. Isso claramente é um caso de Imperador Cusco. Não, é assim. Não acionou o alarme, sabia lidar com o salão. Não acionou o alarme, sabia exatamente. A dona do salão foi transformada numa alpaca. Gente, isso tá na cara.
Nossa, é verdade, eu não tinha parado de pensar nisso. É. E ao se deparar, tipo, e ao ser transformada numa alpaca, ela teve que recorrer ao espelho, tipo assim. E aí ela percebeu, tá.
Não era exatamente o que eu queria, mas olha esse cabelinho. Não, e olha essa nova liberdade, né? Olha essa nova liberdade. Nossa, eu estaria empolvorosa de virar uma alpaca, ó. Eu gostaria de virar uma alpaca. Total. Essa você... Nossa, viraria... Essa, tipo, realidade alternativa você também abraçava. Normal. Normal. Normal. Desejo. Projeção astral.
E eu devolvo a pergunta a vocês que estão aqui nos assistindo. Você se transformaria na alpaca por um dia? Conta aí pra gente. Obrigada por terem participado do Jornal Bizar. Um beijo e até a próxima. Tchau!