Episódios de Caso Bizarro

Jornal Bizarro #32 - Engolimento involuntário de talher com Tiago P. Zanetic

03 de abril de 202624min
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E a sua revista digital semanal do bizarro está de volta com a bancada formada por Mabê e Tiago P. Zanetic!

Na edição desta semana, a viagem insólita de um talher pelo corpo de uma mulher e a Mabê completamente fora de controle!

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E VAMOS DE CASO BIZARRO AO VIVO NO TEATRO 🎭 ✨✨✨✨

Com as nossas duplas: Chico Felitti, Fi Bortolotto, Fabão e Tiago P. Zanetic 

Uma noite repleta de bizarrices, do jeito que vocês gostam! 

Dia 07/04 no Teatro SABESP Frei Caneca!

Compre aqui: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/caso-bizarro-ao-vivo-no-teatro-16019

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Participantes neste episódio2
M

Mabê B

HostJornalista
T

Tiago P. Zanetic

Co-host
Assuntos4
  • Engolimento de colher
  • Comportamento JovensComportamento de jovens · Guerra aos jovens
  • Ciganinha da Lila e espiritualidade
  • Histórias Pessoais e de ViajantesExperiências pessoais · Relatos de situações engraçadas
Transcrição63 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Oi gente, recadinho aqui pra vocês, vai ter Caso Bizarro ao Vivo no Teatro, no Teatro Sabesp, Frey Caneca, no dia 7 de abril. E todas as informações em relação ao ingresso tá lá no ru.com, eu vou deixar aqui na descrição do episódio. Então, bora lá que vai ser Fabão, Chico Felitti, Felipe Bortolotto e Thiago Pesanetti, que é as nossas duplas fixas. Estou muito animada, abriu, já começando o ano com Caso Bizarro ao Vivo e em breve teremos mais lugares.

Bem-vindos ao Jornal Bizarro. Jornal Bizarro. Eu sou... Eu esqueci meu nome. Mentira. Sério que deu um bug mesmo? Ou era piadinha assim? Ai, conversa louquinha. Não, pirei mesmo, pirei. Pirei, hoje eu fui na psiquiatra e ontem eu fui no astrólogo. Semana que vem eu vou na Cigania da Lila. Essas três... Três frentes de ataque. Três frentes de abate.

Um motorista no Uber... Eu pensei que era um motorista nu. Um motorista nu. Enfim, teve um dia aí que eu viajei. E aí eu conheci um motorista. Eu nunca o conheci, né? Eu tenho educado.

É, mas é uma forma de conhecer. E ele era super chato. E aí ele tava tentando me convencer a fazer uma viagem que era pra Gramado. E ele ficava falando várias cidades, assim, canoas, Gramado, não sei o quê. E aí eu falei assim, tá, mas é uma do lado da outra? Porque você tá tentando vender um pacote pra mim, eu preciso entender. Ah, ele tava oferecendo um pacote turístico, um berístico. Aí ele falou assim, não, é um triângulo equilátero.

E era tipo 10 horas da noite. Certo. Eu achei muito forte essa frase pra ser dita 10 horas da noite. Não, eu acho que até as 17 é horário de equilátero. De equilátero. Depois de passar das 17... Tudo isso pra dizer que Ciganinha da Lila, meu bruxão, e a minha psiquiatra, os três juntos, é um triângulo equilátero. Equilátero. Perfeito. Porque não... Ciganinha da Lila. A gente já passou das 5.

Ai, é um triângulo exósceles. Exósceles. É exósceles? É exósceles. Não saberia dizer. Sejam bem-vindos a mais um Jornal Bizarro. Hoje estamos aqui. Por que estamos aqui hoje? Me apresenta, demônia. Que isso? Porque, tipo, você tá adiando isso. Mas você é junto comigo. Eu me apresentei e você... Tá. E eu estou aqui com o Thiago Pesanetti.

Olá, boa noite, tudo bem? Ah, ele queria fazer a voz dele nova. Ah, é? Eu decidi ter uma voz nova. Isso. Não, claro. A dicção foi... Eu decidi ter uma voz nova. A partir de hoje será assim. Eu também quero ter uma voz nova. Sejam bem-vindos a mais um Caso Bizarro, um jornal bizarro. E hoje eu trago notícias muito tristes pra torcida do Flamengo.

Não, metade não, uma boa parte da população brasileira ficou agora apavoradíssimo. Apavoradíssimo. Mas o que você ia falar antes? Você esqueceu, né? Eu te cortei, desculpa. Você me cortou, né, como um homem sempre costuma fazer com uma âncora, né, no jornal. Sim. Sim.

Não, não era besteira. Vamos falar mal de jovem? Vamos falar mal. A gente entrou no elevador com um jovem. Com um jovem, ele tinha um olhar juvenil. Ele tinha o frescor da juventude. Ele tava molhadinho.

Não, para que isso pode parecer outra coisa. Não, que dizer assim… De frescor juvenil. É, frescor juvenil. Não, ele tinha aquele cheiro de verão. Cheiro de verão, cheiro de verão. Parece que a gente tá do nisso em cima dele, mas assim… Não, a gente só quer dizer que ele era um jovem dentro do elevador. Niki, eu fui entrar, ele tava saindo. Daí eu falei, desculpa. E ele fez o seguinte.

Ele passou de cabeça baixa assim, nem olhou. Só que isso me recordou que no meu prédio tem um rapazote, um menino. Um El Ninho. Um El Ninho. Que... E o Ninho, né? El Ninho. Você que é espanhola aqui. Eu sou espanhola, você vai realmente querer... Não, não, eu estou a questionar. Olá, que tal? Me chamo... O que eu gosto de ser do espanhol? O que eu gosto de ser do espanhol?

Ah, eu esqueci a frase que eu adoro falar. Poiô. Não, é tipo... Ah, eu esqueci. Vai, vai, vai. Los jovencitos. Não. O rapazote. Ele faz a mesma coisa. Eu entro e falo boa noite. E ele fica assim.

Tipo, eles não respondam. Os jovens não falam mais oi. Jovem. Jovem. Você, menor de... Qual a idade de um jovem? O que caracteriza um jovem? Eu acho que de... 22 pra baixo. Dezenove. Não, 22. Eu boto o 22. Não, calma. Eu tava no mínimo. Porque embaixo de 19 não há. Não, não. A partir dos 13 já é chatinho até os 22. Não, chato sim. Mas jovem, 13 anos não. Jovem tem que ser. Pra ser sincero, jovem é chato até os 25. Até os 24. 25, show. Vira adulto.

Mas eu acho que o jovem... 13 anos não é jovem, é adolescente. Mas adolescente é jovem, né? E é chato. Eu acho que jovem a gente pode... Vamos setar em 17? Vamos setar em 17. E aí de 17 a... Esse do meu prédio... 25. Esse do meu prédio, ele parece ter uns 17. Mas assim, eu já subi muitas vezes no elevador com ele. Teve um dia que eu adorei que eu abri a porta do elevador. Você tá falando... De um lado do... Eu sei que eu conto essa situação que é boa. Eu amei que eu estraguei a selfie dele.

Porque tem um espelho do lado do meu elevador. Eu abri assim, ele fez, ele guardou o celular e ficou com vergonha. Falei, pra largar a mão de ser jovem na minha frente. É isso. Porque ele tá mal educado. Eu não tenho nada contra jovens, mas agora a gente tá declarando guerra aos jovens. Mabê, Bona Fé e Tiago Pezenetik declaram guerra aos jovens.

O jovem no Brasil nunca é levado a sério, né? Porque será, né? Não merece. Eu cuspi muito. Ainda bem que só tô eu aqui. Mas assim, eu também tô. Mas a gente setou que o mínimo é 17 anos. O máximo de um jovem seria quanto? 23. Porque nasceu em 2003. Não, cientificamente falando. Não, parece... O que eu tô falando não é nem zoeira. Parece que a adolescência hoje em dia é considerada até os 24.

Ah, eu vi isso. É, então assim, não tenho fontes, eu li, cita errado, não me corrijam, eu não tenho nada a ver com isso. Falar em correção, eu posso fazer uma reclamação rápida? Mas são muitas reclamações antes de começar, né? Mas é rápida porque é contextualizado por causa da própria semana. Aham. E não é uma reclamação, na verdade, é uma curiosidade, é uma peça de curiosidade do caso bizarro. Ah, uma peça de curiosidade. É uma provocação. Também.

que na verdade não é uma reclamação porque não me incomodou, mas é que eu achei muito engraçado o fato de que assim, meu Tiago, meu nome, ele não tem H. As pessoas me chamam de Ti, normalmente, muita gente coloca assim porque lê no título, aí muita gente comenta com H. Sem problema nenhum, nunca me incomodou. Esta semana nós tivemos o primeiro episódio com o Tiago do O Que Te Insombra, a sombra, o que te insombra, e o Tiago tem H no nome dele.

Todo mundo nos comentários... Boa parte dos comentários, as pessoas estão chamando ele de Ti sem H. Gente, o Tiago tá com ciúmes do Ti sem H. Não, não tô com ciúmes. Não, do Ti sem H. Não dele. É, porque é o meu. Porque eles estão usando o TI. Vocês estão trocando os Tiagos. Os Tiagos. Tipo, existem o Tiago com H. Mas será que eu tenho cara de Tiago com H?

Eu acho que você tem cara de Tiago. Mas eu quero ser o bíblico. O amigo de Jesus, Tiago. Mas o bíblico não é o Tiago? Não. Eu sou o verdadeiro. É real. É real, desculpa. Ai, mas eu chamo com H. Tiagão do Que Tia Sombra. Infelizmente o meu tá mais certo que o seu, cara. Mas não tem problema. Podem escrever coisa, eu só achei engraçado. Será que ele não é bíblico e aí...

Será que não tem uma outra versão, por exemplo, um cemitério? Aí tem que perguntar pra ele. Tem que entender. Tem que entender. Tem que estar entendendo. Tem que estar atendendo. Tem que estar verificando. E ele deve saber, porque ele sabe todas as histórias do mundo, né? Tipo assim, o homem é a enciclopédia Barça. E é por isso que a gente tá aqui hoje, gente. Porque eu gravei dois episódios com o Tiago do Que Tinha Sombra. E a gente ficou sem Jornal Bizarro.

Porque eu achei que era besteira gastar Jornal Bizarro com ele. Porque ele conta tanta história que eu falei, vamos deixar esse homem falar. E os Jornais Bizarros, a gente... E... E...

Traz isso aqui, que vocês já estão acostumados mesmo. Isso daqui que vocês estão acostumados, obrigado. Não, eu e você. É eu. Eu sou o substituto, eu sou tipo o placeholder. Do Tiago com... Como que é o nome? É Step, eu sou Step. É Step. E aí, vamos começar então com o nosso jornal da semana.

Que bonita essa sua blusa. Gostei das cores. Muito intensas. Obrigada. São intensas, né? Lambuzada. Arroba lambuzada. Que vocês sempre perguntam, gente. Arroba lambuzada. Nossa, falei muito brava. É, parece eu. Aí mostra o meu anel. Ai, momento unha. Não, não, não. Momento unha. Ah, isso é extra. Não pode ser aqui agora. Ah, é. Desculpa. Se você não assina, você tem que assinar pra ver as minhas unhas do mês. Porque tem o momento unha. Isso. Tem até vinheta. Tem uma vinheta. Mas não vai ser agora. Não.

Vamos para a notícia, então. Engoli acidentalmente uma colher de 17 centímetros enquanto comia iogurte. Aspas fortes. Aspas fortes. Aspas mais poderosas já ditas. Talvez as aspas mais ditas. De fevereiro de 2026. E aqui é do site What's The Jam. Eu amo. What's The Jam. Muitas das nossas notícias vêm do What's The Jam. Que por aí você já percebe o nível do site, né? Que é bem baixinho.

Tá. Remy M. Link, que o nome dela não poderia ser simples, disse que teve que escolher entre engasgar ou engolir a colher. Por quê? O seu cachorro pulou em seu colo enquanto ela comia iogurte e ela engoliu, acidentalmente, uma colher de 17 centímetros de comprimento. 17 centímetros é coisa pra caramba.

É maior do que muitos pênis. Muitos pênis. A média brasileira é 14. É 14. Já é 3 centímetros maior do que o pinto do Brasil. E aí, ela diz que sentiu o instrumento deslizando suavemente pra dentro do meu estômago. Não, segue, segue. É maior do que o pinto do Brasil. Isso sim é a sua forte. E segue, e segue. Ela seguiu o instrumento, ela sentiu o instrumento deslizando suavemente pra dentro do seu estômago. Ó, POV, POV, só colher.

A colher assim, uuuh! A colher assim, uuuh! É, a jovem de 28 anos. Caralho, imagina. Avisa que vai tossir, né, querido? Mas é, foi sem querer. Mas assim, imagina a sensação de uma colher descente. Você sente ela? É, você sente. Caralho. Não, desculpa. É que eu fiquei realmente traumatizando. Intenso, é.

A jovem de 28 anos contou que estava sentada no sofá comendo iogurte. Gente, aí de novo, né? Porque essas notícias hoje em dia é assim. Daí são quatro parágrafos contando a mesma coisa. A mesma coisa. Já entendeu? O cachorro pôs nela, ela... E aí a colher veio. Levei um susto tão grande, joguei a cabeça pra trás. E do nada, a colher estava presa na minha garganta.

Me levantei e entrei em pânico. E aqui tem uma fotinho dela e o cachorro, gente. Olha que coisa mais linda. Vocês vão ver aí, porque a gente tá assistindo em vídeo. Então, na tela vai aparecer agora. Ah, Mabê, não estou assistindo em vídeo. Eu ouço na academia e odeio vocês. Vai lá no Instagram, casa__bizarro, que a foto estará lá.

Aliás, o pessoal reclama muito de que... Não, porque é jornal bizarro, a gente posta isso? Não sei. Se não tiver... Bruna, você que vai editar isso, me conta como é que a gente costuma fazer. Bruninha... Hoje eu tenho entregado as coisas mais pra Bruna. A Bruna tá dominando. Eu tenho entregado as coisas pra Bruna. Em breve a Bruna vai estar de cabelo azul. Em breve a Bruna vai estar de cabelo azul. Ela já assistiu o Hitted Rivalry.

Ela foi na casa da amiga dela, que tinha uma impressora 3D. Ela coletou informações e me mandou.

O que foi? Não, é que eu gosto do Lord da Mabê, né? Impressora 3D, Hidden Rivalry. Cabelo azul, Hidden Rivalry, Impressora 3D. Em breve, Ciganinha da Lila. Em breve, Ciganinha da Lila. Pra quem não tá entendendo o que é Ciganinha da Lila, gente, é o seguinte.

Socorra, Sioli, uma das autoras mais incríveis do Brasil. Cabeça de Santo. Qual que é a oração pra desaparecer? Dois livros maravilhosos que eu li. Nossa, inclusive eu amo o título desse livro. Não li o livro, mas eu amo. Os títulos são muito bons. O jeito que ela escreve é muito gostoso. Eu realmente sou apaixonada pela leitura dessa mulher.

E ela foi junto com o Bookster no Enóia Minha, né? Com a Camilla Frender. E lá no Enóia Minha, ela citou duas pessoas que ela gosta. Aliás, gente, esse episódio precisa ser assistido, tá? É muito bom. E aí, no Enóia Minha, ela cita a Ciganinha da Lila e uma outra moça. E ela fala tão bem que eu fiquei assim, gente, eu preciso ir na Ciganinha da Lila. Eu tô passando por uma situação agora com o coraçãozinho um pouquinho assim... Destruído, despedaçado.

Por minha culpa. E aí, eu falei assim, não, acho que a Ciganinha da Lila vai resolver. Vai resolver minha vida. Então, eu tô pondo todas as minhas energias na Ciganinha da Lila. Vai ser por meia hora que ela vai tirar o tarô pra mim semana que vem. E ela vai resolver minha vida, né? Ciganinha da Lila? Eu falo pro Thiago, ó, tá chegando o dia da Ciganinha da Lila. E eu falei pra ela que assim, dado o resultado, até eu vou lá.

Mas daí eu fiz uma piada com ela que não funcionou no dia. Eu falei, será que tem o Ciganinho Sansão?

É boa essa piada? Gente, comenta aí se a piada é boa. Comenta. Eu tenho certeza que não. Não é boa. Que nem um comentário falou, piadas de tio bêbado, de velho bêbado. Gente, tem uma pessoa que chamou o Thiago de velho bêbado, ele ficou... Não, falou, acabou comigo, né? Velho, justo, bêbado, de vez em quando. É, nem sei. Humor duvidoso, ok. Eu não tive bêbado. Talvez tenha visto uma vez. Porra, lógico que sim. Não, mas vem um pouquinho.

É que eu sou muito forte. Não, não, eu sou forte e eu sei beber, né? Eu sei até onde eu quero chegar.

Nossa! É o contrário da cruz. Por isso que você não precisa da ciganinha da Lila, porque você já sabe onde você quer chegar. Eu ainda não sei, eu tô perdida. Mas você acha que eu não tenho dúvidas nessa vida? Tem, né? Não. Não? Eu sou um homem de certezas, disse o Marcel. Lembra disso? Sim.

Mas eu ia falar alguma coisa. Você já me viu bêbada já, né? Porra! Que isso? Marina, teve uma vez que você ficou bêbada. O pessoal fala que... Você já percebeu que tem uns comentários sempre assim... A Mabêbio tava brava com o Tiago e tal. Gente, não. Sempre. Não, assim, deixa eu explicar. O estado dela comigo é sempre brava. Mas, assim, a gente não tá brigado. E a gente não conseguiria gravar brigado. E a gente nunca mais brigou, inclusive.

Mas o fato é... Eu conseguiria gravar brigado, ele não. É, eu sou muito sentimental. Eu tô sentindo bastante claro.

O fato é, o que eu tava falando? Você é bêbada. Eu tive que te dar comida na boca que você tava passando mal, bêbada. Nossa, faz tempo isso. Teve aquela... Lógico, né, pô? Faz, sei lá, uns oito anos isso. Mas era comida tipo arroz? Não, era esfirra de carne. Não, não era esfirra de carne. Era aqueles pastelzinhos de miniaturagem. Eu não era vegetariana ainda, né? Ah, pastel de mim. Eu não era vegetariana ainda. É. E teve aquela outra vez também que eu cheguei na sua casa e tava você e o Caio lá bebendo. Os dois estavam bêbados assim e eu sobrio. Você é muito chato, velho.

Caio Teixeira, ele acabou de fazer 40 anos. Vamos dar um parabéns pra ele, Caio Teixeira. Fez 40. Eu nunca mais vi ele faz 40 anos que eu não vejo ele. Mas enfim, meu amigo, ele tava em casa. A gente tava tomando... A gente tomava vodka pura. Hoje eu não faço mais isso, não. Você não consegue na tua veinha. E a gente tava... Tô veinha. A gente tava tomando uma vodka pura. O Thiago chegou, a gente já tava assim. Não, era uma garrafa de Absolute.

Não, não era absoluto. Era Grey Goose. Grey Goose, é verdade. Você era meio chique na época. Você era muito mais pobre e gastava muito mais. É, mas eu sempre comprava uma Grey Goose que custava 150 reais. Nossa, hoje em dia deve ter bem mais caro, né? É. A garrafa tem, sei lá, um litro e meio.

É, por aí. Então, eu cheguei lá, tinha tipo três dedinhos. Os dois bebês. Os dois tinham bebido. Muito. E eles estavam rindo e falando... E a gente não conseguia... A gente não ia dar... E ia ser muito chato chegar sóbrio no rolê de bêbado. É legal ser todo mundo... Que nem era um rolê, era a minha casa. Não, é, é normal. Não, não, e não foi chato. Vocês não estavam chatos daqueles inconvenientes e tal, assim. Sim. Mas vocês estavam muito além de mim.

E aí eu não tinha muita bebida pra contornar. Então eu fiquei meio que ali... Ai, que legal que vocês são.

Tá, mas enfim, vamos voltar aqui pra engolidora de colheres. Era engolir ou engasgar? Tudo aconteceu muito rápido. Ai, amiga. Quando o namorado chegou do trabalho, ela disse que ficou com vergonha de contar pra ele. Então ela fingiu que estava tudo bem. Não me senti mal de forma... Nossa, Thiago, você é assim.

Sim. Você sabe por que eu ri antes? Porque eu sabia que você ia falar isso. É o tipo isso. Não me senti mal de forma alguma, então eu não disse nada a ele. Depois do jantar, que eu comecei a sentir alguma coisa estranha. Bom, havia uma colher de 17 centímetros no meu estômago. Quando eu fui pesquisar... Acho que é um pouco estranho. É um pouco estranho. Quando eu fui pesquisar na internet, em todos os lugares, diziam a mesma coisa. Vai direto ao pronto-socorro. Gente, ela precisou pesquisar.

O que fazer? Engolir uma colher de 17 centímetros. Os médicos disseram a ela que a colher era grande demais pra passar naturalmente. Nossa, mano, cagar uma colher não dá. Então ela teve que voltar pra casa e esperar até que uma gastroscopia pudesse ser agendada. Sim, gente, essa mulher fez uma cirurgia. Ela disse, aquela noite foi difícil, eu sentia a colher se mexendo, às vezes até entre as minhas costelas. Será que é real? Porque eu lembro do dia que eu senti o peixe...

Que entrou pelo meu cu. O peixe que entrou pelo seu cu. Porque eu senti o peixe pelo meu cu. Eu concordo com você que pode ser que... Eu acho que é psicológico. Tipo, você sentia a colher nas costelas? Acho difícil. Não, mas... Puta, mas... Aí que tá. É algo grande o suficiente. Eu não sou puta. Quem falou puta? Você falou puta. Tô brincando. Ah! Nem percebi. Não, porque eu falei... Dessa vez eu nem te ofendi. Ah.

Eu fico pensando assim, porque é uma colher aqui em você, né? Que ela não vai passar por nada. Ela vai ficar aqui. Mas é muito grande de metal. É duro, né? É duro. Sei lá. Eu não sei. A gente vai testar. Não quero descobrir. Engole uma colher aí. Tá. Não passa, não. Foi assustador. Eu me senti inchada com náuseas. Não conseguia comer sem passar. Gente, eu ia ficar no hospital. Eu ia falar, vocês vão me internar aqui. É.

Dormir era difícil porque cada posição me lembrava da colher da minha barriga. Então, dois dias depois, sob anestesia local, o utensílio foi removido. Sob anestesia local? Mandaram ela tomar um. Mas ela teve que fazer uma cirurgia.

É, mas eu acho que isso é feito... Ou será que puxa? Ah, não, eu não acho que é anestesia local, não. Eu acho que foi mal apurado isso daí. É, foi mal apurado. Porque deve ter sido como se fosse uma endoscopia. É, ó, eles tiveram que girá-lo no meu estômago, que causou uma pequena hemorragia gástrica. É, não, ela fez uma endoscopia. Não foi agradável, mas senti um alívio enorme quando senti a colher sair. Ela tava consciente. É, então foi...

Gente, gente, o que aconteceu? Que país de merda é esse? Que país de merda. Não tem SUS?

Não, é Irlanda, né? Irlanda. O West Virginia, acho que eu só não me engano, é a Escocesa o site, inclusive. Nossa, que... Algumas horas depois, ela teve auto-hospitalar. Gente que... Ah, entendo bem. Fecha esses pelunca. Ela foi na clínica daquela... É, ela foi numa clínica de aborto. Após a emoção me recuperar. Bom, era pra tirar algo de dentro dela.

Após a remoção, me recuperei rapidamente. Tive dor de garganta devido a danos no esôfago, alguns episódios de sangramento gástrico e sensibilidade no estômago por um tempo. Mas nenhum dano permanente. No entanto, ganhei um apelido, a garota da colher. No dia seguinte, tive que voltar ao trabalho normalmente. Gente, que vida de merda!

A parte do trabalho é meio triste, porque tipo assim, eu acho que seria assim mesmo. A não ser que o médico falasse, não, eu vou te dar 3 dias de atestado. Não dá, não, gente. É que não é Brasil, o brasileiro. O brasileiro. Sabe aquela moça que finge que é médica no Insta, que ela fala... Tipo assim, o que você tá sentindo? O pessoal tá com uma dor lá, 10 dias de atestado.

Da hora. Você já viu ela? Não, mas eu gosto desses médicos. Ela é muito engraçada, gente. Não, mas ela não é médica, ela é atriz. Não, eu sei, mas eu gosto de médico que é igual o que a atriz está representando. Tá. Eu não sei, nunca conhecia. Os médicos sempre assim, tipo... Cagaram. Sabe uma coisa engraçada hoje em dia? Não, não sei. Não tem humor na minha vida. Eu sou uma pessoa depressiva. Fala.

Hoje os médicos perguntam assim pra mim, tipo, você precisa de atestado? Aí eu falo assim, não. Aí eles... Ah, tá, porque você trabalha. Aí começou burro. Eu ia falar, quem nega o atestado? Mas você é a chefe. Ai, ai. E eu fico assim, não, não preciso de atestado, amor. Eu sou a minha própria lei. Eu sou a minha dona. Pera que eu vou limpar primeiro, depois eu falo. Não, não, eu continuo falando aqui, eu vou ocupando espaço, assim, pra facilitar a edição do Dantas.

É, vamos facilitar, Dantinhas. Tamo junto, irmãozão. Você sabe que o Dantas é gay. Não pode falar assim com ele. Não pode ser irmãozão? Não, tem que ser. E aí, mana? Tá brincando. Dantas, mana? Não, corta pro Dantas, o homenzão. Você já viu o Dantas? Já, já. Ele tem 1,90 e pouco. Gente, o Dantas é lindo!

Lindo. Não precisava, né? Exagerei. Então não tá certo, irmãozão? Porque ele é alto? Eu tenho 1,80, ele tem 1,90. Eu fiz uma piada homofóbica. Eu fui homofóbica, sou recreativa. Conta o que você falou do meu short quando eu cheguei hoje. Gente, o Thiago tá com shortinhos. Aí vai mostrar? Gente, eu vi de longe. Eu falei, não, levanta, porra.

Mas aparece? Aparece. Gente, não é um shortinho gay? É um shortinho gay. É um bundão que eu tenho, né? Você tem um bundão. É do merda, ó. É do merda, né? Não, sobe aí na mesa, galera. É sucheirótico agora. Ah, você pediu pra mostrar. Tchau, gente. Ah, não. Então é isso, galera. Depois do sucheirótico, a gente tem mais alguma informação pra passar. Ô, você lembra na época do sucheirótico? Eu tô vestiando sucheirótico. O quê?

O quê? Não, pera aí. Não, eu tô pensando em falar a frase de sushi erótico. Por que você tá assistindo o Faustão dos anos 90, assim? Não. Eu lembro de estar assistindo com a minha mãe e com a minha avó quando entrou a Mulher Pelada com o Sushi na Xana, velho. Gente, por que...

Por que isso foi pra TV? Porque era a Guerra Dominical, né? Ah, Guerra Dominical. É o Sunday Afternoon Wars. Exato. Gente, hoje em dia a gente conhece a guerra que tá acontecendo aí fora. Mas no Brasil, aconteceu uma outra guerra nos anos 80. 90. Que era muito mais violenta, 90. Que era entre o Faustão e o Gugu. Muito.

E tinha pessoas em situação de sushi erótico. Sushi erótico. Se você não sabe o que é sushi erótico... Pesquisa. Vai pesquisar. Vai pesquisar. Coloca sushi erótico com o Faustão. Vê o que ele tava passando três da tarde no domingo com a gente comendo... Sabe o que eu gosto? Ah. Todo mundo fala da mesma forma. Estava comendo macarrão com salsicha vendo Gugu ou Faustão. Sério? Todo mundo. Menos você. Você nunca comeu macarrão com salsicha? Não.

Sabe o que eu gostava? De macarrão com feijão. Você é uma mulher em situação de sem salsicha. Sou sem salsicha. Você gostava do quê? De macarrão com feijão. Porque é meio polêmico, né? Eu gosto. Não, arroz, feijão e macarrão... Só que tem que ser feijão marrom, eu acho. Não, tem que ser carioquinha. Apesar do feijão preto ser o feijão mais gostoso que existe no mundo. Discordo.

Discordo. Discordo. Discordo. O melhor feijão é o carioquia marronzinho. Gosto do fradinho. Feijão preto pisa. Gostoso. Pisa. Não diga. Classe inferior de feijão. Não, feijão preto. Gostoso. É uma delícia. Pisa no feijão carioca.

Para que te fale mal do meu carioquinha E carioca não come É igual o pão francês Carioca come feijão preto Exato, e o carioquinha é o marronzinho É icônico todos os dias Uma vez que eu morava com a minha mãe Eu pedi pra ela fazer feijão preto todos os dias Conta mais pra gente E é isso galera, esse foi o Jornal Bizarro Essa é a última vez que o Thiago participa aqui Em situação de vivo Um beijo e até a próxima Tchau

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