Episódios de Ministério Palavra de Fé - Rev Roberto Barnabé

A Expiação Substitutiva - Rev. Roberto Barnabé

08 de maio de 202635min
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Rev. Roberto Barnabé

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Roberto Barnabé

ConvidadoReverendo
Assuntos5
  • A Expiação e RedençãoProfecia de Isaías 53 · Vinda do Messias · Sacrifício de Jesus · Quebra do Pecado · Pacto da Trindade
  • Amor de JesusHumilhação de Cristo · Forma de Servo · Obediência até a Morte · Compreensão das Fraquezas Humanas
  • O Plano de Deus para a HumanidadeGraça de Deus · Salvação Universal · Anulação do Pecado · Oportunidade de Salvação
  • Revelação e Salvação em Jesus CristoPressão no Getsêmani · Depressão e Sangue · Submissão à Vontade Divina
  • Ministério GECRIEscolha Divina para Ministério · Salvação Aberta a Todos · Fé e Ouvir a Palavra
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Mas é uma alegria poder estar aqui com os irmãos. Me sinto, assim, protegido. Me sinto sendo cuidado por essa igreja. Essa igreja realmente...

Tenho o dom de acolher e de amar. Eu agradeço todas as orações, mensagens. Todos os dias eu recebo mensagens, orações, provisão. Irmãos que têm, de uma forma ou de outra,

feito uma contribuição para me ajudar. Eu louvo a Deus por essa igreja. Deus abençoe a vida dos pastores, da junta da igreja, porque tem sido um tempo que para nós, para nós humanamente, é momento de conflito.

Mas nada é impossível. De desafios, mas Deus é poderoso para fazer infinitamente mais. Deus, irmãos, nos conduziu nessa noite para um livro, um livro do profeta Isaías.

Esse livro, no capítulo 53, nos narra um acontecimento que marcaria a vinda do Messias e que hoje até para os judeus é difícil deles entenderem, porque não tem como não enxergar...

a plenitude dessa mensagem de alguém que seria o libertador da humanidade, não de acordo com as previsões que eles aguardavam, mas de uma maneira especial, debaixo do profetismo.

Deus encaminha essa provisão profética. Isaías 53, o versículo 1 ao versículo 7. Nós vamos ler. Quem criou em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo, perante Ele como raiz de uma terra seca.

Não tinha aparência, nem formosura, olhamos-no, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e de que sabe o que é padecer. E como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado e dele não fizemos caso.

Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si. E nós o reputávamos por aflito, ferido, de Deus e oprimido. Mas ele foi transpassado pelas nossas transversões e moído pelas nossas iniquidades.

O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas. Cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca.

Como um cordeiro foi levado ao matadouro e como ovelha muda perante os seus dois criadores. Ele não abriu a sua boca. Amém? Amém? É uma profecia impactante porque remove anos de obstáculos e acontecimentos介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介

que a previsão se daria como? A distância de Isaías para o nascimento do Messias, Jesus Cristo, é de 800 anos. Como Isaías teve essa clara visão de antecedência de um acontecimento tão marcante, tão forte?

da vinda do Salvador. Uma vez que a gente entende que a vinda de Jesus a esse mundo foi para quebrar, anular, rejeitar as obras de Satanás, do pecado. O mundo estava em trevas. O próprio livro de Mateus fala a respeito disso, que aqueles que andavam na região da sombra da morte viu a luz.

A aparição de Jesus foi realmente a forma como Deus poderia trazer novamente o homem à sua presença. Uma vez que os tipos, antítipos, os acontecimentos lá dos sacrifícios no tabernáculo só apontavam. Tinha realmente uma ação.

de fazer proteção, mas não resolvia totalmente a questão da força do pecado. O pecado só foi quebrado, só foi enfrentado quando Cristo se ofertou por nós. Quando Ele se ofertou por nós, ali sim emerge a profunda graça de Deus介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介介

pegando desde Adão até aqueles que ainda vão nascer. Foi a graça de Deus com o poder. A sua operação, ela está na eternidade, não está no cronos como nós vivemos, tempo, espaço de vida aqui nesse mundo.

Mas o sacrifício de Jesus, ele consegue alcançar todas as gerações, todos os homens e mulheres. E a mensagem que Isaías tem aqui a nos passar é algo extremamente profundo instinto e peculiar. Porque, como eu disse, até hoje os judeus não entendem.

Essa palavra. Mas nós sabemos muito bem que a aparição de Jesus foi para que se cumprisse o que foi predito pelo profeta Isaías. Quem deu crédito à pregação do Evangelho? Quem deu crédito à nossa pregação? E o texto diz que a mensagem foi crescendo, foi tomando volume.

foi se apoderando quem se manifestou o braço do Senhor. E ele foi crescendo. O verso 2 diz, porque foi subindo como um renovo perante ele e como a raiz de uma terra seca. Que a capacidade de enxergar...

que o Messias vinha de uma profecia que estaria com a família humilde, que estaria ofertando a sua vida, era contrariamente aos pensamentos judaicos. Esperava um rei pomposo, suntuoso, que pudesse enfrentar as forças romanas.

que pudesse estabelecer a base de severidade, o reino de Deus, e Jesus começa a trabalhar a missão messiânica debaixo desse renovo, que era como uma raiz seca, sequíssima.

para dar uma árvore frondosa, para estabelecer a grandeza de Deus através de suas raízes e os seus ramos, suas folhas, brotos, frutos. E ali estava, e olhando nós para Ele, nenhuma beleza víamos para que o desejássemos. É realmente...

contraditória todas as afirmações e previsões que os judeus esperavam. Mas Jesus não veio para uma nação. Ele nasceu em uma nação, mas ele veio para todas as nações. Amém? Ele é salvador de todas as línguas, de todos os povos.

de todas as etnias. Jesus é o Salvador universal. Ele não tem preferência, Ele não faz aqui acepção de ninguém. Glória a Deus! Sua obra é universal, é eterna, não pode ser impedida, não pode ser embarreirada por nada. Mesmo que eles não entendessem essa visão de Isaías.

Mas já estava aqui previsto o estabelecimento do estrado, da bondade, da vontade, da salvação para a humanidade. Através do seu sacrifício, através do seu amor. E ele fez isso tudo voluntariamente.

Voluntariamente. As bases bíblicas nós encontramos dentro da própria palavra de Deus. As teologias são conceitos formados daquilo que está escondido na palavra de Deus. Os teólogos sabem muito bem o que eu estou falando. Muitas vezes você olha para um texto e não vê ali um conceito teológico.

porque a visão é mais com base bíblica, teologia bíblica, e também tem a teologia voltada para a previsão profética, previsão histórica, previsão essa que fala do futuro, da escatologia, e nós tratamos disso tudo aqui, esse texto fala disso, fala de algo que estava oculto.

mas que estava manifesto. Estava escondido, mas seria revelado. E o texto diz, era desprezado e o mais indigno entre os homens. Isso é profundo. Porque, para que houvesse a substituição, o ato substitutivo, Cristo assumiu nosso lugar.

Ele precisaria ser um de nós, passar por essa condição natureza humana. Não tem como ser salvador, senhor da humanidade, sem atravessar por essa condição natural de vivência humana.

Por isso, entra aí a teologia, o pacto salutes, que é o pacto entre Deus Pai, Filho e Espírito Santo, para que pudesse trazer a salvação à humanidade. A humanidade estava perdida. O reino de Satanás dominava. Satanás dominava as almas. Desde que o pecado entrou, lá no Éden,

e se propalou através da raiz de Adão. E tem costurado toda uma condição de maldição até que Jesus chegasse. Todos aqueles sacrifícios eram feitos para aplacar, para amenizar o castigo de Deus sobre a humanidade.

E Deus, então, através de um pacto salutes, pacto da trindade, ele tinha que resolver esse problema de uma vez por todas. Porque as alianças que Deus fez, todas elas foram quebradas. Edênica, de Adão, Noética foram quebradas. Palestina também, que Deus fez com o povo na Palestina.

que Deus fez com o Davi, também foi quebrada. Então, tinha que ter agora uma aliança que pudesse trazer verdadeiramente o vigor e a potência para anular e desfazer o pecado, a força do pecado. E o texto nos fala que, com a manifestação dessa profecia,

Jesus teve o seu caminhar por muitos desprezados. Ele era homem desprezado, diz o texto. O verso 3 diz, era desprezado e o mais indigno entre os homens. Por causa da sua origem, da sua família. Por causa da sua condição.

E as pessoas ficam perguntando qual foi a maior humilhação de Cristo. Qual foi a maior humilhação do Salvador? A humilhação do Salvador não foi morrer numa cruz. Isso ele já sabia. Não foi por ser cuspido, esbofeteado no caminho.

para a cruz. A maior humilhação de Cristo está baseada em Filipenses, capítulo 2, que revela a sua condição para vir a esse mundo. O texto nos diz, versículo 6 do capítulo 2, que sendo em forma de Deus,

que sendo Deus, no grego original, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, forma humana, fazendo-se semelhante a quem?

aos homens, e achando na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e a morte de cruz. A gente pode ver que a maior humilhação de Cristo foi deixá-lo no seu trono.

Deixar o seu estado, porque não havia mais outro jeito para salvar a humanidade. Não tinha como mais o homem ser salvo, porque estava debaixo da escravidão do pecado. Todos que nasciam, já nasciam com a tendência à inclinação do pecado. E somente um sacrifício eterno.

Um poder eterno para quebrar e anular essa força do pecado. Foi o que Isaías viu. Ele era desprezado, mas era a única saída. Era humilhado. Mas foi a única forma que Deus viu para trazer a salvação a esse mundo. Isaías 53 revela todo o plano salvífico.

Esse plano salvívico nos faz pensar o quanto ele nos amou. E nesse texto, Paulo fala que ele, sendo Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. A maior humilhação foi justamente essa descida.

Deixar o seu trono, deixar a sua vida real. Deus, o próprio João, revela, sem ele nada do que se fez, se fez. Por meio dele foram criadas todas as coisas. Antes de se tornar filho, antes de se tornar humano, ele já existia. Já vivia. Todas as coisas foram criadas por ele.

E é justamente descer até esse patamar humano foi a maior humilhação. Porque humanamente, ninguém aqui é maior que os anjos. Jesus, sendo o verbo eterno, com Deus Pai e o Espírito Santo, criaram os anjos.

Mas agora Jesus se coloca abaixo dos anjos, sendo homem. E como homem, ele sofreu. Como homem, ele levou sobre si os nossos pecados. Ali não foi o Deus, o Verbo, o Logos.

que morreu, que levou os nossos pecados. Não, mas o homem Jesus, o que encarnou. Ele levou. Seria muito fácil para Deus vencer o pecado como Deus. Vencer o diabo como Deus. Mas ele não venceu o diabo como Deus. Ele venceu como um homem cheio do Espírito Santo.

E o texto diz que ele obedeceu, se humilhou a si mesmo, sendo obediente. Ele foi no nível mais humano possível, sem pecar. Se tornou um de nós, aceitando toda a missão que tinha que realizar.

E o mais fascinante disso tudo é que ele sabe e compreende o que passa com cada um de nós. Você acha que ele não sabe o que eu passo? O que você passa? Ele sabe o que nós vivemos e passamos. Está em Hebreus, se o irmão puder colocar aí, Hebreus capítulo 4, versículo 14 ao 16. Eu.

Particularmente, acredito que quem escreveu Hebreus foi o apóstolo Paulo, mas a discussão é aberta. Mas, pela revelação, o autor aos Hebreus fala coisas assim, tão fortes, ligadas a Jesus, visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus Cristo, Filho de Deus.

que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas. Porém, um que como nós. Aí é o profundo, né?

Um que como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Por isso ele entende. Ele sabe. Mesmo sem pecar, ele viveu preso a essa natureza como homem. Por isso que nós temos na Bíblia.

Um Deus homem assentado ao trono de Deus, à destra de Deus, à sua direita. Ele está à destra de Deus. E a palavra do Senhor vai se completando porque verdadeiramente Ele tomou sobre si, versículo 4, 53 de Isaías, as nossas enfermidades e as nossas dores. Ele entende, Ele sabe.

levou sobre si e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Ele foi, mas ele foi ferido não por seus pecados, não pelas suas transgressões, ele foi moído por causa do pecado do Roberto. Ele foi moído por causa dos seus pecados.

Ele foi transpassado por causa das nossas dores. Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele. Amém? Você pode aplaudir ao Senhor? Amém? Glória a Deus!

Ele pelas suas pisaduras. E pelas suas pisaduras fomos sarados. Cada aproximação de Jesus até aquela cruz. Imagine a ira do diabo. Imagine o inferno. Imagine os demônios. Tentando impedir. Tentando bloquear. Mas o maior de todos os eventos.

estava para acontecer ali, naquele lugar de humilhação, de tristeza, de dor, naquele lugar onde as pessoas acharam que era o fim, mas na verdade era o começo de tudo, porque não era Deus que estava morrendo, era o homem, precisava, precisava passar.

por aquilo, por mim e por você. Ele foi moído por nossas transgressões, foi transpassado por nossas culpas. E o texto diz, versículo 7, ele foi oprimido. Imagine a pressão, a contenção de dor.

Por isso, no Getsemane, no lugar da prensa das azeitonas, Jesus teve uma forte depressão. E essa depressão o levou a um experimento que ele tem seus poros capilares, sangue saindo.

sangue, a pressão era tão grande, porque ele viu o que iria acontecer. Ele pressentiu o que iria passar. E ele gritou, pai, se possível, se possível,

Passa de mim esse cálice. Em seguida ele disse, Todavia seja feita. Ele se submeteu. Ele se entregou. Ninguém matou Jesus. Jesus se ofertou por nós. Ele sabia disso.

Ele estava levando sobre si as nossas dores, nossos pecados. Ele foi oprimido, versículo 7, mas não abriu a boca. Como um cordeiro foi levado ao matadouro. Como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.

Ainda continuam tosquiando Jesus, né? Ainda continuam fazendo a tosa da sua vida com um deboche. Muitos debocham, muito blasfemam, muitos insultam, muitos desrespeitam, muitos são irreverentes.

a Jesus, a Deus, a obra de Deus. Mas a Bíblia diz que ele fez tudo isso por nos amar. Ainda que haja essas manifestações contra a sua vida, contra a sua santidade, seu sacrifício, ele continua destilando amor, bondade, até que aquele dia glorioso ele volte.

Até aquele dia da parousia, não é de buscar igreja, não. O arrebatamento é um evento, a parousia é outro. Até aquele dia que ele volte para julgar. Aí será muito tarde. Aí o tempo dá. Espera, acabou. Esse é o momento.

O amor de Deus está sendo derramado aqui essa noite, sobre as nossas vidas. Nós estávamos perdidos, mas Ele levou sobre si todos os nossos pecados. Eu acredito na confissão sincera, num coração quebrantado diante de Deus.

A única coisa que pode impedir o homem, digo homem e mulher, genericamente, de não chegar aos céus é a permanência no pecado. O pecado afasta o homem de Deus e hoje não tem necessidade. Uma vez que nós temos conhecimento, temos capacidade.

de entender que Deus mandou o seu Filho para salvar a humanidade, nós temos essa oportunidade. A salvação é para todos. Ninguém merece o inferno, ninguém merece a perdição, o contrário. Todos merecem, por meio do sacrifício de Jesus, essa oportunidade.

Eu quero que você entenda isso. Nós estamos aqui pela graça de Deus. Pela bondade de Deus. Pelo seu amor. É o amor de Deus que nos une. Nos faz uma família, um povo. Nós não temos aqui melhores e nem piores. Nós temos aqui ovelhas de um só pastor.

Nós temos aqui um rebanho de um só pastor. Amém? Você pode aplaudir ao Senhor. Deus escolhe quem quer. As pessoas estão no lugar certo, porque Deus colocou-as no lugar certo.

As pessoas fazem aquilo porque Deus destinou. Uma coisa é salvação, a outra coisa são atribuições de dons e ministérios e talentos para servir a Deus. Eu estou aqui porque não é uma questão de melhor, é uma questão da vontade da ordem de Deus. Como você opera qualquer...

Ministério, obra, você não pode jamais sair porque esse é o teu ministério. Porque não foi você. Para isso, foi Deus que te escolheu. Para o ministério, a escolha é de Deus. A salvação está aberta a todos. Agora, o ministério, uma vez que você entra por meio dessa porta, a porta estreita, é Deus que te sela. É Deus que destina.

as suas ações, os seus atributos ministeriais. Ele levou sobre si os nossos pecados. Feche seus olhos. Senhor, muito obrigado por estarmos aqui. Muito obrigado, Senhor, porque alcançamos, pela misericórdia, bondade, a nossa salvação.

E entendemos que Jesus fez é eterno. E se cumprirá, Senhor Deus, para todo aquele que crer. Quem crer, como diz as escrituras, Romanos 10, 9. Se com teu coração creres.

que o Senhor Jesus Cristo morreu e ao terceiro dia ressuscitou, serás salvo. A salvação...

vem pelo ouvir. A fé vem pelo ouvir. E o ouvir, a palavra de Deus. Senhor, abençoe a tua igreja. Abençoe a todos nós. Nessa comunhão de aliança, de santa ceia, nós queremos confessar aqui o nosso amor por ti.

Confessar, Senhor Deus, a nossa dependência. Pai, usa-nos para obrar, para, Senhor Deus, ministrar na Tua casa. Seja conosco, Senhor. Guarda-nos, protege-nos, para que possamos caminhar nessa vida, firmes, até que o Senhor venha e leve a sua igreja no arrebatamento.

que leve, Senhor, o seu povo até a entrada, Senhor Deus, onde o Senhor fará aquele pronunciamento. Sejam bem-vindos, meu Pai. Possuir por herança o que está preparado desde a fundação dos séculos. Pai bendito, nós tomamos posse, em nome de Jesus. Amém. Você pode aplaudir ao Senhor.