Podcast MdM #838: MdMetal + Gibis, gibis e mais gibis + Bunda da Sábia + Bunda do Aranha + Miles Morales o maior personagem do milênio
Gastei muito, mas muito mais tempo nessa header do que na edição do podcast mesmo
- Tom Zé inspiração musicalExperimentalismo musical e jogos de palavras · Ostracismo e redescoberta internacional · Discografia e reinvenção constante
- Angra e o festival BangersReunião de formação e tretas internas · Processo por plágio e shade no vocalista · Angra como grande empresa
- Responsabilidades e desculpasApologia ao nazismo e crimes virtuais · Renovação de licença e assessoria · Lógica do 'enquanto o cara tá fazendo dinheiro'
- Hype e crítica a bandasFreeSom e os "Anjinhos da Patrine" · Críticas sobre originalidade e "pagar de diferentão" · Tom Zé e o vídeo "Tô ficando atoladinha"
- Justin Bieber e streamingPerformance no Coachella e direitos de música · Carreira iniciada no YouTube e questões jurídicas · Taylor Swift e compra de catálogo
- Jessica Fauch CryptaGuitarrista sai da Crypta e vai para o Corzus · Representação feminina no Corzus · Nova integrante americana na Crypta
- Jorginho e a "Chapel Rome"Jogador do Flamengo e pedido de desculpas · Imputação de fato não verídico · Reputação da mulher e memes
- Rogério Skylab e o Banco do BrasilTrabalho no Banco do Brasil e reconhecimento posterior · Orientação acadêmica e memórias de professor
- Documentário RaimundosDocumentário "Raimundos" e conversão de Rodolfo · Retorno do Rodox e formação original · Análise da relevância e envelhecimento da banda
um pouquinho confuso então é isso se você queria um podcast melhor pra ouvir agora, se você queria ouvir o Surubão o MD Motor alguma coisa muito mais divertida infelizmente
O Destino Não Sorriu Pra Você. Esse é o MD Metal. O podcast onde a gente fala sobre tudo. Menos metal. Mentira, de vez em quando a gente fala. E estamos aqui hoje repetindo a mesa do programa passado. Eu estou quase surpreso. Estou maravilhado. Além de mim, Tambo, que você já conhece. Estamos aqui com o meu amigo co-host Rafael Saldanha. O segundo melhor participante do Hemisfério Norte.
Ok
Olha, sente bem o segundo lugar, tá justo. Boa noite, bom dia, boa madrugada, não sei quando vocês vão ouvir isso. Vocês terão que me aturar pelas próximas horas. Ou não, pode pular também. Prometeu o desempenho de horas, hein? Tá muito garoto. São as frutas da selva que estão revigorando o Saldanha. Estamos agora aqui também com o nosso melhor participante da região do sul do país, Mário Malasso, o homem mais forte do FIC.
Opa, como diria Jônatas Cafu, batata a todos, batata a todos, né? Estamos aqui com ele, o menino velho, professor Felipe Gandolfo. Felipe, boa noite, como é que você vai? Como estão as coisas na República Independente de Suzano? Boa noite a todos, a aula começa em 50 minutos.
Então nós estamos com ele, caraca, o Felipe original, o Felipe Prime. Change? Change MBM. Primeiro, né? Primeiro. Primeiro de seu nome. E aí, filhão? Tudo bem? Tudo ótimo, tudo ótimo. Estou aqui, agora eu estou aqui no lobby de um hotel, cara. Eu estou fazendo uma viagem aqui, eu não sei se está pegando alguma, estou tocando um Coldplay no fundo, espero que não, sempre ia pegando aí, nas caixas de som do hotel, mas estou muito feliz de estar aqui.
graças a Deus que não é legal você falou que tá sendo torturado ouvido Coldplay a gente ficou de prejuízo você falou que tá no meio de uma viagem lembrei do programa do Celso Portiolio curtindo uma viagem curtindo uma viagem ótima referência a gente vai começar o MD metal de hoje é como vocês todos já sabe para esquecer de ninguém não né não
Como todos vocês já sabem, a gente tem uma parte que a gente vai comentar os assuntos que rolaram no grupo de WhatsApp do MD Metal, porque a gente não tem assunto, a gente não tem pauta. E na segunda parte, que é muito mais legal, a gente vai comentar a playlist do mês que os MDM mandam para a gente, faixa por faixa, o que os MDM estão ouvindo neste mês de abril.
Então, quem quiser pausar agora, vai lá, procura. A gente monta no YouTube Music, que todo mundo que tem YouTube tem também. Procura lá, MD Metal com a data de hoje. E pelas minhas contas vai ser... Caraca! Primeiro de maio, olha só. Primeiro atraso nosso.
É, então, é primeiro de maio de trabalhador, então você vai lá, ouve a playlist, fica feliz, volta aqui e pega os nossos comentários. Ou não, ou então ouve direto e faz conta que você sabe do que a gente está falando. A gente também não ouviu, então fica tranquilo, está tudo junto. Eu recomendo, eu recomendo ouvir esse programa sem ouvir as dúvidas.
Tem músicas desafiadoras, mas chegaremos lá. Ó, pra começar, um assunto que rolou logo no início do mês, ali, no dia 1º de abril, Dia da Mentira, foi que o Kanye West lançou uma nota na mídia falando desculpa, tava doidão. De que ele tava meio mal e aí, sabe como é que é, né? Às vezes você acorda assim, meio de ovo virado e sei lá.
Faz apologia ao nazismo, essas coisas. Acontece com todo mundo. E bola pra frente. Desculpa quem ficou ofendido. Cara, mas ele já mandou essa umas cinco meses antes, assim? Ou essa é a primeira e eu já me acostumei com isso? Cara, eu acho que ele já mandou antes, sim.
Ele cometeu outros crimes, né? E daí já tinha mandado essa. Ele tá renovando a licença dele. O que me surpreende é a equipe do cara. Ele vai postando um monte de merda, cometendo vários crimes virtuais e reais. E ninguém levanta a mão e fala, então, seu Kenny, vamos dar uma paradinha aqui? Vamos repensar isso?
Oi, irmão. É aquela parada que a galera fala na internet, né? Não tem um amigo pra dizer. Exato. Pô, tem certeza, galera. Acho melhor não. É. Se for assim, o Kanye West é o tal qual o Neymar. Ninguém freia ele, entendeu?
Ele tem um grupo de parças no Whatsapp que fala, não, isso mesmo, usa a Swash, que é super legal. Tipo o Drunk. Ele tem vários fãs que falam que ele é o maior rapper hipotético do mundo, né, porque se não tivesse saído do Barcelona... É o Neymar? Vagabundo tá lá dizendo que o Kanye é o maior rapper da atualidade.
E o Kenny não consegue fazer duas linhas direito. E ele tá rimando igual o Tô Doido dos outros. Mas a gente comentou, e isso que o Malassa falou também é o que me causa mais espanto. Na verdade, assim, não é o que me causa espanto, me causa tristeza. Porque a gente vê que tem uma porrada de assessor.
que tá cagando, tipo, o filtro dele, que seriam esses assessores, os caras tão ganhando dinheiro com a maluquice dele. Lembrando que maluquice não é, desculpa, pra ser filha da puta. É. Mas não dá pra falar também que ele é narcoso.
Quando saiu essa parada, a gente chegou a comentar isso no grupo, assim, tipo, pô, mas... O que vocês querem mais? A gente não, né? Teve certas pessoas no grupo que mandaram essa. O que vocês querem mais? O cara está pedindo desculpa. Pô, precisa que ele faça o quê? Tipo, mas meu amigo, a gente tem que entender que não é...
o tango pedindo desculpa, não é uma laça pedindo desculpa, não é o saudade. É um bilionário que tá por trás... É um CNPJ, né? É um CNPJ. Tá por trás de uma indústria bilionária de roupa, de música, de sei lá mais o que que ele investe, sabe? Não é uma pessoa comum, cara. Então é o que vocês estão falando. Tá, ele é doido. E aqui tô perdendo meu CRP, mas vocês entendam o que eu quero dizer.
Ah, ele tá falando que ele tem problemas, ele tem questões, é por isso que ele errou. Porra, mas será que todo mundo nessa cadeia produtiva também tem questões? Não percebeu que o cara tava sendo nazista, tipo? Ah, os caras perceberam, viram o taxímetro rodando e falaram, é nóis.
Cara, é surreal. É a lógica do Capcap, enquanto o cara tá fazendo dinheiro pra toda essa indústria, foda-se o que ele fala, entendeu? Pois é. Aí quando o cara se estrepa, deixa o cara se estrepar sozinho também, sei lá. Não é, mas aí é muito perigoso. Daqui um pouco eu vou estar defendendo o Kanye West, melhor não.
A gente teve outro Foi mal, tava doidão Vamos adiantar um ponto da pauta Esse aí foi o mais engraçado, na minha opinião Foi que o Jorginho O jogador do Flamengo Mandou um foi mal, tava doidão
De que, ah, ok, a Chapel Rome ligou para minha filha e parece que não teve nada a ver a história que eu contei. Desculpa aí quem se sentiu ofendido e vamos com o mal título do Brasileirão desse ano. E foi isso. E ficou, e foda-se. Eu tô gostando que esse podcast tá acompanhando toda essa treta da Chapel Rome.
e tá falando de futebol. Pois é, cara. É terrível, né? A gente... MD Metal está falando de futebol. Olha só. Cara, mas é assim... Explicando quem é o Jorginho. Mas o... Se a gente parar pra pensar, ele meio que imputou um fato não verídico pra ela. Isso não é crime? Eu jamais acreditaria que um flamenguista ia cometer um crime.
Cara, aí eu vi, não lembro quem foi, foi uma artista dessa qualquer, falou o óbvio, né? E tipo, pô, parabéns, cara, você tá se arrependendo aí que você tá errado, mas a reputação da mulher lá que você ajudou a destruir
puxando memes e ações coordenadas de pessoas da extrema direita para falar mal. Porra, uma das mulheres que levanta a galera queer internacionalmente, essa aí foda-se, né? Enquanto você pedir desculpa, está tudo certo. Depois que inventaram desculpa, nunca mais morreu ninguém. Eu disse o Mano Brown, mas a gente pensa o seguinte, se Chaperone foi...
mal vista por alguns, mas, por outro lado, na barreira do Vasco, todo mundo ficou feliz quando falaram que ela tinha maltratado a Flamengo X. Pois é.
Na barreira do Másica ela é bem-vinda. É isso que eu quero falar. Bem-vinda. Então é isso. Próximo ponto de falta. Deixa eu ver. Cara, esse vai ser um ponto de falta que vai se arrastar ao longo desse podcast todo. Mas acho que a gente pode resumir com foda-se também. Fica livre a escolha de vocês. Esse mês, ele também foi um mês de grande efervescência do Metal Nacional. Porque é o mês que o Angra ia fazer o seu show.
reunindo todo mundo da formação que está vivo e tem CNPJ ativo, no show do Bangers, num festival aí que tem em São Paulo, e a estrada para o Bangers estava, assim, ensurdecedora. Teve...
O Kiko Loureiro tentou processar o Ark M por plágio e tomou volta ao vivo no Instagram. Teve o vocalista lá, o novo, o Alírio Neto, jogando shade no vocalista italiano, dizendo que finalmente a banda voltou a ser brasileira. Teve 37 versões diferentes de uma foto no Photoshop, porque aparentemente ninguém se suporta nem para tirar uma foto. E assim, eu não sei vocês, eu estou simplesmente cansado. Eu estou feliz que teve o show.
Ah, mas cantou bem? Não sei. O importante é que não vamos falar mais disso. Cara, tem isso aqui, eles não se suportam mesmo, assim? Tipo, decidível, assim? É que eu todos não sou... Pra mim, Angra é uma banda nova, assim, sabe? Eu sou completamente na porta. Marotos do Angra.
Mas eles são nível, sei lá, nível Aerosmith, não era Aerosmith que cada um da banda tinha um... Eles não se falavam mais, eles tinham empresários diferentes. Cada um tinha um ônibus. É, era tipo, eles tinham empresários diferentes na mesma banda, cara. Assim, eles não se falavam. Não sei como é que eles ensaiavam. Mas é desse nível, assim, cara, que eles não estão se falando mais. Existem umas tretas internas, assim, provavelmente um odeia o outro, mas não.
fingiu uma camaradagem ali durante o Bangers. Não, na verdade é. Depende. Quanto que tá pegando na conta deles. Então... E a taxa pra ser amigo, a taxa pra não ser. O Tango comentou de não iremos mais ouvir sobre isso. Cara, se a galera comprar a ideia, vai sair igual Halloween, assim.
Uma turnê com uma banda e uma banda reserva. Ou então vai ser tipo o Dream Theater, né? Não, agora esse show, agora é tocando aquela outra música. Aquele álbum específico. Não, não, mas nesse agora, por exemplo, que vai acontecer agora, esse mês aqui no Rio... Change of Season. É, é uma música. Ah, música de 20 minutos? É, mas é uma música. Vai tocar outras, claro, mas o diferencial é essa música aqui.
Então o Angra vai começar a fazer isso, cara. Só que, assim, é o que o Saldanha estava falando. O Angra é uma grande empresa. Sempre foi. A banda surgiu como uma grande empresa. Então, assim, bicho, enquanto tua carteira está assinada, o teu PJ está lá vinculado, está tudo certo. Todo mundo se ama, só pagar. Mas é isso, né? A teneira do Angra nunca vai ser cara.
Vocês continuam batendo palma pra maluco O Angra E a torneira nunca vai secar Então sempre vai ter Mas como diria Crack Neto Anjos cry meu irmão Pai, filho, espírito santo Anjos cry Tinha uma camisa do Crack Neto A galera tava usando Do Anjos cry Ai ai
Próximo ponto de pauta, esse aqui, eu acho que, sei lá, acho que só eu acompanho essa treta. Que a Jessica Fauch, sei lá, que tava na cripta, foi pro Corzus. E aí, por que isso é importante? Porque cripta, pra quem não sabe, é uma banda aí. Afeta o Grêmio. Hã? No que isso afeta o Grêmio?
é que só afeta o Grêmio né porque a cripta uma banda de death metal formada só por mulheres é tipo um super grupo do death metal brasileiro e tá fazendo um monte de sucesso aí tô como rock em Rio fez turnê internacional e o caralho e aí uma das guitarristas da crítica resolveu sair e ficou um
Um mistériozinho, assim, porra, pra onde é que ela vai? Será que ela tá sendo cortada por alguém? Aí o pessoal começou a fazer cruzamentos, tipo, que banda que perdeu o guitarrista agora, pô? Uma senhora boa, tá com a mulher pro Mastodon, sei lá, e não sei quê. E não, ela foi pro Corzuz e, pô, meteu um papo de, não, é porque o Corzuz é uma banda tradicional, e eu gosto muito, e finalmente vai ter uma...
representação feminina no Corso, isso é importante e tal. E eu não sei, eu não sei se a gente ficou convencido por essa história, não. E veio uma americana pra criptar, né? Sim. Uma... Americana, mas ela tá o nome latino, né? Vila Real, Vila Nova, um negócio assim. Americana do interior de São Paulo, Lido?
igual o Guaraná. Chamaram a mulher de Los Angeles pra cumprir pra entrar pra banda. Enfim, sei lá, eu achei meio... tem gente que quando cai, cai pra cima, né? Eu achei que ela caiu pra baixo mesmo. Todo respeito ao Corzuz, quem gosta, quem curte, mas...
Sei lá, parece que foi pra Record. Fico muito com essa impressão. Pô, isso aí, ó, já foi um terço da pauta, realmente tá um saco esse mês de janeiro. Aqui, lá pela primeira quinzena do mês, a gente retoma um assunto aí do último MD Metal, o...
FreeSom, dos Anjinhos da Patrine, da dupla de Math Rock progressivo canadense, o hype começou a se dissolver. E aí começaram a aparecer o quê? Os primeiros haters dos Anjinhos da Patrine. E lá no nosso grupo, uma participante nossa, começou a meter essa, do tipo, ah...
não vejo a menor graça, o que eles estão fazendo outras pessoas já faziam antes, e nossa, olha só essa outra pessoa aqui que é muito melhor do que eles e tal. E vocês nas redes de vocês, vocês acompanharam gente tentando fugir do hype, assim, pagar de diferentão?
Mas o que que tão criticando? O estilo musical ou a parada das fantasias? Cara, eu acho que eles tão... A galera que tá criticando essa coisa de... Ah, mas vocês tão falando que... Eles não inventaram nada, sabe? Eles não inventaram nada, isso já existe há muito tempo. Ah, tá, cara. Literalmente existe desde que existe música. Existe nivotealidade. Mas assim, tinha alguém fazendo agora? Essa pessoa tem mais de 15 anos.
vai arrumar um serviço, vai arrumar um lote, eu tô com um quintal aqui pra capinar, pra ver se essa pessoa não tá querendo não, eu acho que foda, né, isso, cara, sempre quando aparece uma coisa, não pode deixar as pessoas se divertirem mais, não pode deixar as pessoas gostarem da banda, sabe, não pode. Eu acho que eu acho legítimo a pessoa não gostar e falar, ah, porra, não... Então...
Agora, querer meter essa de que não é original, porra, vai tomar um problema. Ninguém estava fazendo isso na cena mainstream, na cena nem alternativa com acesso. E aí, quando aparece alguém, vai falar, mas isso aí os guitarristas surfi já faziam isso. Beleza, mas você está ouvindo os guitarristas surfi fazendo? Isso aí na Índia é uma terça-feira.
É, porra, pra quem não tá na Índia. Mas esse é um movimento muito normal, né? Provavelmente essa é a pessoa que ela tá reclamando da banda. Nem sei o que era melhor, porque eu não sei. Eu não vi essa discussão no grupo. Então eu tô falando mal de alguém que eu não sei quem é. Então, me odeia, foda-se.
eu mas essa pessoa é uma pessoa que provavelmente perdeu a primeira onda do hype então ela tá tentando se antecipar sendo o hype do rei hipster do rei exatamente mas assim é
vou dar um papel escrito vídeo pro outro lado pra pessoa ficar se divertindo por horas. Pois é, cara. Eu, assim, eu vi a segunda onda do hype, né, que é a galera, tipo, querendo mostrar que já conhecia, tipo, ah, não, isso não é novidade, eu já conhecia antes. Mas de uma maneira positiva, sabe, tipo, a galera que tem canal de música no YouTube.
ou, sei lá, perfil no Instagram sobre música, falando, ah, você gostou do Anjinho de Poitrine? Pô, olha essas bandas aqui, cara, que já existiam, olha como elas são legais também. E aí é positivo, sabe? Porra, é o que a gente espera mesmo. Você ouvir uma banda nova, gostou, achou novidade, nunca ouviu na sua vida... Acabando.
Vai cavando. Vai procurar mais coisa? E assim, porra, a gente tá na era da informação, cara. Todo mundo tem muita coisa à disposição a qualquer momento. É só você procurar, vai atrás. Aposto que muita gente nem parou pra pensar de que a escala musical como a gente conhece é totalmente arbitrária. Porra, olha só que legal, cara. O Angelo podia ser ruim, não é. Mas só de trazer...
vez aquele vídeo do Tom Zé do Atoladinha, já tem lugar no meu coração porque esse vídeo é sensacional é didático e... toda vez que passar na minha timeline eu vou compartilhar, porque aquilo é foda Tom Zé é meu animal espiritual
Todo mundo aqui tá ligado nesse vídeo do Tom Zé? Pô, é de bom demais, cara. Bom demais. Bom demais. Didático, didático. Seu ouvinte, se você não sabe do que a gente tá falando, pausa aí, vai no YouTube aí rapidinho, dá uma olhada. Bota aí, Tom Zé, tô ficando atoladinha. Com sorte você vai chegar no que a gente tá falando. Não, faz o seguinte, coloca só Tom Zé e vai assistindo tudo que o Tom Zé estiver falando que vai ser melhor pra sua vida, assim. É uma boa ideia.
Eu lembro que eu fui no show do Tom Zé, o único show do Tom Zé que eu fui graças ao Saldanha. O Saldanha veio aqui no Rio, ele é a esposa dele pra assistir o show. Aí ele falou, não, a gente vai estar no Rio, na Pelo de Tumor e tal. Eu falei, ah, fazendo aqui o show de Tom Zé.
Então, porra, vamos, vamos, porque é a minha postura da pandemia pra cá, eu nunca nego o convite de show aqui perto de casa. Vou em todos, vou em todos. E, cara, que boa surpresa, cara, eu nunca tinha parado pra conhecer o trabalho do Tom Zé. Cara, eu já fui no show, assim, dele, porra, ultra velhinho, e, pô, mas com uma vitalidade fantástica, assim, cara, que show gostoso. O Tom Zé já tá tipo palmirinha, né, os músicos ficam ajudando.
Isso aqui, isso aqui é... É guitarra, isso!
Vocês estão rindo, mas tinha um músico lá que o trabalho dele era esse também. Ele ficava, tipo, virando as páginas do livro de letra pro Tom Zé saber qual é a próxima música. Ele puxava o acorde da próxima pra ele dar uma lembrada. Não, mas assim, agora falando sério, as pessoas ficam... Ah, porque Caetano Veloso, o próprio Gilberto Gil, que são artistas octogenários, são...
Mas o Tom Zé, ele já vai fazer... Esse ano o Tom Zé faz 90 anos, cara. O Tom Zé é mais velho que essa galera. E, cara, no palco ainda.
É fantástico. Eu vi alguns shows do Tom Zé. Peguei o Tom Zé mais novo. Mais novo, sei lá, com 80 só. Com 75. Garotão. Mas, lógico, a gente percebe que ele já está um pouco mais frágil. Mas é foda. É um artista que...
Não sei se é o grande subestimado, mas da Tropicália, sem dúvida. Esse cara tinha que ter um lugar, pelo menos ali, tipo Caetano e Gil. Saudão, vende aí Tom Zé em dois minutos. O ouvinte que nunca ouviu Tom Zé não acredita na gente. E, pô, convence esse cara aí a ouvir o Tom Zé. Por que ele deveria ouvir Tom Zé?
Tom Zé primeiro. Talvez Tom Zé seja o mais músico de todos eles. Seja o cara que tenha mais essa coisa do experimentalismo musical, de fazer jogos de palavras, jogos de som. Ele tem um disco que chama, com defeito de fabricação, em que ele tem música usando o instrumento de obra e esmerilta.
fazer barulho de bateria, é do cacete. E ele tem letras muito fodas e a história do Tom Zé é uma história de um cara que estava no bolo dessa galera e foi meio que esquecido no rolê. Então, o Tom Zé, ele ficou, teve depois da metade dos anos 70 até quase o final dos anos 80, o Tom Zé ficou meio que no ostracismo. Ele fala que estava fazendo um show em festa de final de ano de empresa pequena. E aí o David Burney.
ele sempre vivo ele meio que redescobre e começa a publicar os discos do Tom Zé no exterior e tá uma segunda vida para o Tom Zé só que o que que você espera de um artista desse ah o cara vai gravar vai viver dos grandes sucessos
E ele não, ele pega e lança coisas novas e coisas muito significativas, muito relevantes. Então eu recomendo, tipo, quem conhece o Tom Zé pós-2000, vá atrás das coisas dos anos 70 que são foda. Quem conhece o Tom Zé dos anos 70, vá atrás das coisas dos anos 2000 que são muito massa. É um cara que está se reinventando o tempo todo. Ele leva muito a sério a coisa do artista que vai ser...
que não pode ficar se repetindo, mesmo fazendo um som com uma coerência enorme. Acho o Tom Zé fantástico, fantástico. Sempre para recomendar, tem o clássico lá, o Sobre Todos os Olhos, o famoso disco da Bola de Gude no Poo, que não é o Poo, já falaram que é uma boca. É a tua boca, você que tira a foto.
mas recomendo também uma boca que só descome ela não come o Estudando Samba do Tom Zé lá nos anos 70 o Contefeito de Fabricação que eu falei de 98 e o Se o Caso é Chorar
talvez seja o meu favorito, que é de 72. Vai ouvir e melhore, melhore. Vá ouvir de nada, seu ignorante. Aliás, tem o Língua Brasileira, que foi o disco desse show que a gente foi assistir, que é o disco dele de 2022. O cara lançou já com mais de 85 anos.
Falando em experimentalismo e como eu estraguei o último MD Metal com o meu desvio de séptico, eu vou suar meu nariz aqui pra vocês ouvirem.
E se você fizesse isso Do lado do Hermito Pascoal Ele pegava você Eu já estava na próxima turnê Exatamente Fizesse isso do lado do Tom Zé Ele ia explicar que o seu nariz Ele tem microtonalidades E tem isso também Uma outra coisa Ouviu o Tom Zé Não gostou das músicas, seu herege Vai ver as entrevistas Mesmo que você não goste das músicas As entrevistas são fodas E agora um dia
Cara, toda vez que ele ia no Jô, era impagável, cara. Então, eu tenho uma memória falsa, cara. Com certeza é uma memória falsa, mas eu acho que eu assisti essa do Tô Ficando Atoladinha, cara. Porque eu lembro de ficar maravilhado. Quem é esse velhinho falando essas coisas, sabe? Eu não sabia direito quem era Tom Zé. Pô, é fantástico, é fantástico. O Jô, inclusive, né, cara? Eu conheci o Skylab do programa do Jô. Então, o Jô deu muita oportunidade pra gente conhecer muita coisa estranha por aí também.
Eu vi o Skylab falando recentemente que ele lançou o Skylab volume 1 ao 10 no Jô. Sim. Todos. Caramba. Tava lá todo mês. E só pra fazer o ciclo, o Tom Zé tem uma música em homenagem ao Crack Neto. Sério? Sério. Depois eu mando. Pô, da música é pão.
Só uma curiosidade, o Rogério Skylab trabalhou no Banco do Brasil com a minha tia, maluco. Ele já era estreia na época? Cara, minha tia falou que não, assim, porque isso foi exatamente a mesma pergunta que a gente fez, assim. Mas ela não sabia, depois ela só soube, depois eu e meu primo estavam...
ouvindo um CD do Skylab, aí ela viu uma foto e falou, cara, esse cara trabalhou no Banco do Brasil? Eu falei, porra, sei lá, tia, era o Rogério? Eu falei, é o Rogério Skylab. Eu trabalhei com ele. Eu falei, porra. O Skylab, acho que tem uma irmã que mora em Juiz de Fora, então também é uma figurinha fácil de ver o...
o Skylab por lá? A minha ligação com o Skylab é que o Skylab é formado em filosofia também, e ele foi orientado por um professor que me deu aula na graduação. Aí só que a gente perguntava do Skylab pro professor, os anos de bebedeiro e cirrose não deixava ele lembrar mais. Ele ficava, ah, não sei, deve ser, deve ser, deve ter sido meu aluno, se ele falou que é, porque deve ser.
Eu encontrei um ex-professor de faculdade na academia, fui cumprimentar ele, assim, e daí ele falou, você não espera que eu me lembre de dois mil alunos que eu dei aula, né? Lógico que eu não lembro de você. Eu falei, tá bom, professor, só quis falar que eu tive aula com o senhor. Eu te ligo em boa tarde, seu filho da puta.
Ai ai. Próximo assunto da pauta, esse eu não acompanhei tanto, talvez quem é mais jovem aqui no grupo possa me esclarecer, mas aparentemente o Justin Bieber estava jogando LOL no Coachella. Cara, achei sensacional. Ele fez um vídeo aqui com os amigos.
as pessoas tiveram que pagar uma grana pra eu ver, basicamente foi isso ah, que isso perdão Felipe, pode falar não, vai eu ia falar que ele ficou passando vídeo no Youtube, não foi? alguma coisa assim? e aí ele cantava os refrão
O Justin, o Jamal Bieber, ele vendeu os direitos dele. Então ele não é dono de mais nada, tá ligado?
Então, pra ele cantar as músicas tipo o Bailey, cantar esses grandes hits da discografia do Justin Bieber, ele teria que pagar uma grana pra liberar as músicas pra ele cantar. Só que se ele cantasse por cima do vídeo do YouTube, ele não precisaria ter essa questão monetária, essa questão econômica. Caralho, tá de sacanagem que é por causa disso.
Eu não sabia que era isso não, eu só digo o seguinte, gênio, gênio, gênio, gênio, cara. Pra que ele não tenha que desembolsar uma grana do bolso pagando terceiros sobre uma música que é dele, ele é todo o canal que for, assim.
E acabou que calhou, né? Porque ele começou a carreira dele no YouTube, né? Ele foi um dos primeiros, assim, que foi. Então ele meio que meteu essa. Vou fazer a celebração da minha carreira. Só que, na verdade, era pra não pagar uma grana ainda. Fiz direito. Era toda uma questão jurídica, ou jurídica econômica por trás, né? Não tinha nada a ver. Foi, assim, artístico, mas tem muito mais business do que arte aí dentro desse negócio.
ataque de oportunidade. Eu fiquei... E essa parada do artista que não tem mais o direito sobre ele mesmo, isso é muito real, né, cara? Uma das primeiras jogadas de mestre da Taylor Swift foi comprar o próprio catálogo e gravar tudo de novo. Quer dizer, ela gravou tudo de novo e aí depois ela foi e comprou o catálogo de volta.
Por que? Por causa disso, tipo, ah, eu não vou lucrar mais o meu disco, eu vou gravar ele todo de novo, foda-se. É muito doido, né, cara? Para pensar nisso, assim. Alguém ia falar alguma coisa? Então tá bom, é muito louco. Doideira, bicho.
próximo ponto da pauta. Não tem um ponto da pauta aqui que eu vou pular, não é interessante. Esse aqui eu acho que vocês... Malarsa talvez goste de falar sobre isso, o Saldé também, não sei. Durante o mês de abril, também, muita gente lá na MD Metal ficou comentando sobre o documentário do Raimundo.
Parece que isso é um documentário aí. E documentário, ele não doura a pílula. Ele fala o que tem que falar, mas ao mesmo tempo peça homenagem pra banda. E ao mesmo tempo, o Rodox voltou às atividades. Eu achei uma diferença. Ah, mentira, mentira. Teve show esse final de semana aqui no Rio. Parece que lotou. Aqui também deu sold out, assim, e tal. Sério mesmo, cara? Rodox, cara. Não, pelo amor de Deus.
Eu não sou capaz de opinar porque eu ainda não consegui assistir o documentário. É maneiro, é maneiro. É muito fácil saber. Olha pra cara dos caboclo e fala assim, olhou a conclusão é o digão. Acabou.
É lógico que é opusão. É repetido várias vezes, meio que isso, no documentário. Mas o que me surpreendeu, e que na época eu não sabia, era o motivo pelo qual o Rodolfo se converteu. Ah, é.
Então, ele estava muito na paranoia da droga, né? Não comia, tinha um monte de íngua, segundo ele. E ele colocou na cabeça dele que se ele fosse no médico, ele ia descobrir que ele tinha câncer. E daí a mulher dele fazia parte de um grupo de oração. Uma das irmãs, não sei se ouviu algo dele ou o quê, mas ela meio que falou, ó, Jesus está te curando de um câncer hoje. E daí, segundo ele, ele melhorou.
Ou seja, ele se colou de algo que ele nem sabia que tinha. É o câncer imaginário. Exato. É o câncer hipotético. Aham. E nisso ele se converteu. É a nossa verda de Platão do câncer.
Meu Deus, que horror. Mas é, não é, cara? Eu só queria falar que eu ainda estou muito chocado. É isso aí, os vídeos de crianças não usam drogas. Não, eu só queria falar que o Rodóxio voltou. O Tarcísio acabou de me passar uma imagem aqui que não só ele voltou, como ele tem um perfil do Instagram.
Como perfil do Instagram é Rodox Originals, se chama Rodox Originals, e eles falam que fizeram o primeiro show no Rio de Janeiro, ou seja, a banda na época.
Há 20 anos atrás, não teve nenhuma relevância nem pra fazer o show no Rio de Janeiro. E a parada do Rodox era que quando saiu na época, não era aquela coisa que é meio bosta e você descobriu, sei lá, você só descobriu depois que era uma bosta. Na época, todo mundo ia saber que era uma bosta. E eu fiquei chocado, assim. E o Rodox, eu também desviei isso. Eu só queria frestar aqui a minha indignação.
com essa noite. E voltou com a formação original, que é uma coisa que eles comentam no documentário, que o Rodolfo gravou o primeiro disco meio que sozinho. A banda foi formada para gravar o videoclipe. Os músicos foram chamados não porque eles tinham tocado no álbum nada, não, era para compor uma banda para o videoclipe.
Eu sou um tipo pior, cara. Puta merda. Tipo, é um milivanilho. Eu fico impressionado com tudo isso, porque eu era criança demais pra gostar de Raimundos, então eu vejo toda essa discussão que vocês tiveram no grupo esse mês sobre esse documentário, eu falo, nossa, que loucura. E é legal que agora você é adulto demais pra gostar de Raimundos, olha que perfeito.
Mas isso é fato, cara. Raimundos pra mim é uma daquelas bandas que, tipo, você tem que ter de 12 a 14 anos pra realmente entender qual é a onda ali. O resto vira memória afetiva, mas... E é de fato.
Fui a vários shows do Raimundos, a maioria nessa faixa de idade aí, com 14, 15. Depois que o Rodolfo sai, antes do Rodolfo sair, já estava envelhecendo igual leite no sol.
Mas eu ainda vejo valor, principalmente nos dois primeiros físicos. O Lavô Tá Novo, que tem o... Cara, tem a... Eu quero ver o Oco. Sim. É, o Lavô Tá Novo, né? O segundo deles. Aí eu li em 95, por aí, assim. Eu adorava. Quando eu escutei Eu Quero Ver Oco, eu fiquei maluco. Achei ele foda pra caralho, assim. Mas hoje em dia eu confesso que eu não consigo desassociar, assim. A minha memória afetiva, assim, realmente é uma coisa que presta, não.
Mas o Raimundos envelheceu, como você falou, leite no sol. Foi rapidinho. O lance do Raimundos é quando eles começaram a ocupar o espaço do coroa rockista. E aí aquele disco zoando pagodeiro, fazendo música de pedofilia, pelo amor de Deus, ali já tá tudo errado. E aí eu tô, tipo, talvez a pior droga que o...
que o Rodolfo tenha se metido, tenha sido raibundos mesmo. Por isso, crianças, não usem drogas, porque um dia vocês podem virar crente. Exatamente. Ai, ai. Pois é. E nesse dia quente, nós vamos para o próximo Pão da Pauta, onde está aqui um dia.
Essa é boa, essa é boa porque tem uma historinha. Faz, acho que foi semana passada isso, sei lá, alguém botou uma notícia, eu não lembro qual era a notícia, de verdade, mas era a notícia da Sharon Osbourne. Aí tinha uma foto da Sharon Osbourne. E um monte de gente no grupo começou a comemorar achando que ela tinha morrido.
mas ela não morreu e o pessoal ficou tipo porra, que merda a notícia eu acho que era alguma coisa tipo ela sendo transfóbica era um escritidão horrível outra terça-feira da Sharon Osbourne e eu acho que quando o Osbourne morreu muita gente pensou nisso tipo caralho, o Osbourne morreu e a Sharon ainda tá aí, que merda
Que estresa. A notícia é a seguinte. Sharon Osberg sugere que estará em marcha anti-imigração. Ah, era... Não era transfobia, não. Era anti-imigração. Mas isso na Inglaterra ou nos Estados Unidos? Essa marcha. Porque, tipo, se for nos Estados Unidos não faz sentido, porque ela é inglesa, né? É, na Inglaterra. Vamos ver essa notícia aí.
é mais uma lá você sabe né que tipo achando fobia ela ela não é daltônica né cara é bem direcionada né então tipo ao inglês era um estrangeiro mas ele é estrangeiro que pode não é eles falam é imigrante é quem vem de país fudido quem vem é expatriado expatriado
Foda. Lembrei, isso me lembra uma parada que não... Cara, não tem nada a ver com isso, mas talvez tenha. De que... Alguém estava falando que agora a Inglaterra se recusou a mandar tropas para o Irã e a Argentina falou que vai mandar. Aí vazou um documento aí da CIA, sei lá, que meio que o governo americano está cogitando reconhecer as Malvinas como território argentino. Por causa disso.
E aí o pessoal falando, pô, mas os argentinos, eles, a galera das Malvinas, eles se consideram ingleses. Pô, não tem nada a ver isso. Aí alguém dizendo, então, prova maior que eles são argentinos é essa. É porque eles se consideram ingleses, eles acham que são brancos. Sim, fiz um desvio enorme só pra contar uma piada sobre argentino, porque eu achei muito boa.
Cara, é isso. Tem mais um assunto aqui que é permitido ouvir Rosalia ou não hoje em dia, mas eu acho que isso vai dar briga. O clima tá tão gostoso no podcast. Vocês podem concordar comigo, eu tô errado, pô.
Vamos manter o clima lá em cima e passar para o último tema da pauta do mês, que eu acho que é um tema importantíssimo, porque nessa semana agora, eu acho que foi nesse fim de semana até, o Catela estava procurando um disco do Mr. Big para baixar. Por quê? Porque ele tem esse disco no iPod dele, só que é um iPod que ele nunca trocou as músicas, então é o mesmo iPod há 25 anos.
e ele não consegue tirar as músicas do iPod, porque, porra, agora, a Apple é foda, né? Então, pra quem não estudou arqueologia na faculdade, eu vou explicar. O iPod, ele é um dispositivo que, quando você coloca a música nele, não dá pra tirar. Só dava assim, você tinha o iTunes, que era um problema... Você tinha que sincronizar, né? É, você sincronizava. Então, assim, ele copiava as músicas que estavam no seu computador.
Mas se você levasse o iPod para a casa do seu amiguinho, não dava para tirar as músicas do seu iPod e botar no computador do seu amiguinho.
Só que aí quando o Catena foi procurar pra baixar, o disco não existe em lugar nenhum. Assim, ninguém se deu o trabalho de botar isso na internet. E, minto, ele procurou pra comprar e não tem pra vender. E aí ele ficou perguntando pra gente, aonde hoje que dá pra baixar música? E virou um simpósio. Porque isso saiu tanto do hábito do nosso dia a dia, que a gente não sabe mais onde é que baixa a música.
Vocês já passaram por isso? Essa experiência de tentar cair nesse hábito sujo, que é roubar a indústria fonográfica e não conseguir? Cara, a última vez que eu baixei música foi no For Shared. Mas tem que... Eu tenho comprado música mesmo... Deve ter uns 10 anos. Aí, ó. Eu não tenho feito pilotaria, eu tenho comprado... Geralmente quando é assim eu vou no Bandcamp, mas o...
O problema que eu acho dessa história toda, que não foi dito, e eu não fui falar disso lá na hora, fiquei com dó, mas a Catena precisa começar a entender os orgulhos, entender os sinais do universo, porque não é para ouvir isso.
Tadinho, é um homem muito aguerrido na sua juventude, um homem que gosta muito das bandas que ele gosta e tal. Mas eu vou te falar que... A última vez que eu baixei música, que por sinal, eu tava atrás do álbum da música que eu...
que eu indiquei para playlist porque ela tinha sumido do Spotify do YouTube music eu fui pagar no site Russo baixei com muito medo mas sei lá devem estar minerando Bitcoin no meu PC hoje em dia tá contribuindo para a economia cara
Eu vou te falar que a última vez que eu baixei música foi hoje mesmo. Porque, cara, eu tô baixando no... Eu queria ter uma música... Sabe aquela banda Magic Numbers? Vocês estão ligados com ela? Sim.
Os filhos são ingleses e tal. Eu me lembro que eu tinha ido num show deles nos anos 2000, que eles tinham feito no Brasil. Eles tinham tocado uma música e eles só tocavam no show. Não existia.
em nenhum LP deles, CD deles, né? Aí eu achei no YouTube, aí eu tô fazendo muito isso, assim, essas músicas, tipo, principalmente em show, assim, né? Músicas ao vivo que você não acha em lugar nenhum, cara. Eu vou no YouTube, baixo o MP3, aí transfiro pro meu celular e fico escutando, assim. Então, as músicas do MP3 que eu baixo são essas, assim, dessas versões ou dessas músicas que eu não acho em lugar nenhum. Isso geralmente sempre tem no YouTube, cara. Faz, então, tipo um bootleg artesanal, assim. Bootleg artesanal.
Mas um ponto sobre essa história de Catena que eu passei por cima no grupo, era o seguinte, ele não tinha o disco físico da música específica que ele queria ouvir? Não, ele não queria. Não, ele queria comprar.
Ah, tá. Eu não sei se originalmente ele baixou pra botar no iPod, ou se ele já teve o disco, mas numa das mudanças de casa e tal, ele perdeu, ou ele emprestou pra alguém que não devolveu nunca mais, e ele queria ouvir a música agora em outro dispositivo, né? Queria ouvir, sei lá, no computador.
e tal, mas tá preso, tá sempre no iPod. Porque eu fiquei com esse negócio na cabeça de que ele tinha o CD e tal, eu, cara, se você não tá achando online, grava isso num... Faz uma gravação manbamb aí e bota na internet de novo, cara. Não, e outra coisa, se você...
tem um CD de 25 anos e você não tá ouvindo ele, você aí na sua casa. Não, muito provavelmente quando você abrir, a parte prateada já descascou toda. Sim, às vezes a coisa que acontece com DVD, Blu-ray... Cara, é a pior mídia que tem. Mas eu levo isso pra uma outra discussão. Vocês teriam onde tocar um CD na casa de vocês hoje? O carro.
Eu nem no carro, não tem. O meu carro tem CD ainda, então eu ainda consigo escutar no carro, cara. Ah, no Play, né? Eu acho que o Play também toca, Playstation, não? Eu tenho o Xbox, não tem Drive? E eu acho que tem alguns videogames que não tocam certos CDs, tinha um negócio assim. Cara, eu sei que assim, eu comprei um, depois de muito tempo, né? Eu comprei um computador desktop aqui pra casa, porque eu passei a ter que trabalhar em casa e tal, não sei o que. Eu falei, pô, tô cansado de...
tem um Chromebookzinho Samsung, eu falei, cara, não, eu não tenho idade pra isso mais não, vou comprar um computador. Aí comprei, né? Comprei o Windows, aquela coisa, voltar a me acostumar com o computador em casa. Aí eu, porra, vou, eu tenho um iPod, né? Sou desse tipo de gente. Aí eu falei, cara, vou botar os meus CDs de música no meu iPod. Pô, tem, os CDs que eu comprei, não são muitos, assim, estão aqui em casa ainda.
mas me atingiu, como é que eu vou fazer isso? Cara, eu, sei lá, conversei com os caras lá da informática no meu trabalho, perguntei se o cara tinha um drive de CD externo pra me emprestar o caratinho, peguei emprestado, trouxe pra casa, montei, porque é uma gambiarra, né? Liga no SD, liga na tomada, não sei o que, e assim, um CD de cada vez, o negócio ficar pulando na mesa, porra, bonitinho.
e dei tudo eu vou ver com o cara beleza botar no código quando eu fui ouvir erro de compressão em todas as músicas ficou engasgando acelerando ai o que baixei o me torrent baixei tudo da internet foi isso não tem cara é muito complicado cara a gente quer andar na linha mas
Mas eu acho que esse papo todo também traz uma outra versão, que é o seguinte, a gente não tem acesso mais a essas mídias e tal, por conta da própria estrutura, né? Não tem mais leitor de CD e DVD, mas eu vou pegar um exemplo, a molecada na escola tá aparecendo o Biri Mesh com uma cyber shot na mão, tá ligado? Pode tirar? Sim! Mas a cyber shot, eu achei a minha aqui e deixei com o meu menino, porque virou meio que isso, virou meio que o...
tanto o brinquedo, quanto aquela coisa da câmera. É tipo você ter um... Na nossa época, quando a gente tinha saído a chufa e tinha uma coisa séria, você chega com a câmera de filme. É o diferentão. Não, mas eu acho que não é coisa do diferentão não, Saldanha. Eu acho que hoje... Eu já li uma galera falando sobre isso, até que, dizendo que isso também é uma espécie de privilégio, quem é que faz essas coisas hoje. Mas hoje, parte da juventude está rejeitando...
essa coisa de estar sempre conectado, de tudo ter um dispositivo, tudo é um celular, tudo é ficar, sabe, capturado 24 horas por dia numa tela. Apesar da fama que os jovens têm, parte da juventude está tentando analogizar a vida, sabe, para tentar ter mais... Ô, Tarcísio, você está falando que parte do que fala sobre o jovem no Brasil não é sério? O jovem no Brasil nunca é levado a sério, saudável, nunca é levado a sério.
Se ele tivesse ouvido mais a Luciana Melo, a gente não estaria no buraco onde a gente está. O marginal, lá. Pois é. Caralho, eu acho que não era a Luciana Melo que fazia a participação na música. É a Negra ali. Puta que pariu. Enfim. Me corrigi a tempo. Ouviu tanto que errou.
Mas é porque eu nunca gostava De rapa nessa época Vamos pra playlist Que é o motivo pelo qual todos vocês vieram pra cá A gente veio pra ouvir a playlist E celebrar Quem mandou músicas boas E amaldiçoar quem
Fez a gente perder 2, 3, 4 minutos da nossa vida essa semana. Mas eu agradeço que ninguém botou um Dream Theater que seriam 20 minutos. Não, mas olha só, eu ouviria a discografia inteira do Dream Theater pra não ter que ouvir Passaporte Falso de Ronaldo dos Impedidos. Digo mais, uma correção. Se eu não me engano, nessa época, o Ronaldo não era os impedidos, era o Ronaldo e os...
E os bandidos, Ronaldo, não sei o quê. Não, não, você foi os impedidos. Não, tinha uma coelhada pra esse dia, cara, quase certeza. Enfim, a música, cara, eu tava com o Salimena nesse fim de semana aqui no Rio. E aí ele falou, cara, eu ia até mandar uma música pra contribuir, mas você mandou o link e eu abri, porra, começou com uma pedrada, né? De repente, o Jota Quest pesado.
Caramba, de todas as músicas já gravadas, essa certamente é uma delas, mas a que custo. E ao vivo ainda por cima, ou seja, teve gente que ouviu aquilo ali tendo oportunidade de interromper aquela tortura e não fez.
Nossa, caralho, cara, que... Nossa. O Passaporte falso. Puta que pariu, meu Deus. É o falzino pior, cara. É muito... O sotaque do Ronaldo é muito ruim, né? E aí eu fiz alguns comentários, né? Tava anotando música por música pra comentar aqui. Aí o comentário que eu fiz é isso daqui é ruim demais, parece música de pai divorciado.
É, é, a minha mulher falou que parece noite da música ao vivo na festa da empresa, e aí teu chefe pega pra cantar com a banda dele, ele leva a banda dele e fala, pô, dar uma canja aqui pra vocês. Tá falando do Rock in Rio?
Essa aqui é a nossa música original, hein? Ainda vai e manda passaporte. Música de trabalho. Música de trabalho. Puta que pariu. Cara, mas é a gente pensar que é música de reunião de motoclube, né? Total.
Ai, que liga. Que liga. Vamos para a próxima. Meu Deus do céu. Mas aí, para lavar o passaporte falso, Robertinho II indicou Vale La Pena de Juan Luiz Guerra. E é muito agradável, muito dançante. Eu gostei. O musicão. Sim, o musicão. Foi onde eu comecei a lamentar de não ter sido feito uma ordem...
Coerente ali, porque tem várias outras músicas da playlist que ornariam muito bem ali próximas. Vamos falando aí que eu vou reorganizando, não tem problema. A eternidade não, a eternidade vai ficar com que a música antes dessa é Passaporte Falso. Aí, ó, Malasco, pra você calar sua boca, tô mandando aí no grupo do MD Metal o CD, tá? Ronaldo e os Fora da Lei, Passaporte Falso. Falando, rapaz, eu fiz minha pesquisa.
É porque impediu... Ronaldo com cabelo. Vou mandar pro Chance também. Não sei se vocês lembram, cara, tinha um clipe horrível do Ronaldo cantando dentro do Globo da Morte, só que não era essa música, meu Deus, é muito ruim, cara. Qual era a música mais famosa dele? É, essa aí. Que o Saldo Re tá cantando.
Eles não tinham uma música de feliz aniversário também? Tinha uma versão do...
fazendo música jogando bola do Alex Baiano. Tinha aquela. Feliz aniversário, meu amor. Espero que você esteja muito feliz. Não, cara, isso é outra coisa. Isso não é os travessos? Deixa eu pôr agora aqui. Ah, tá. É porque essa é Ronaldo e os Barcelos. Ronaldo Verso. É, Ronaldo Verso. Próxima música.
depois da ótima música... O Roberto mandou uma música boa e a gente voltou pra falar da música ruim, caralho. Ai, ai. Depois, o Caruso mandou uma música chamada Final Feliz do Nikoli Kolaevski. É do Tangos e Tragédias, não? É, o cara do Tangos e Tragédias, exatamente. Eu fui pesquisar pra saber quem era e descobri também.
Quando a gente tava comentando de mudar a ordem, essa foi uma das que eu falei que parece trilha sonora de filme da Pixar. Não parece estar rolando os créditos finais e toca essa música assim. Total, total, total. É, é, é, é, é.
Ela tem uma vibe meio música do... O cara que fez a música Toy Story, só que traduzida, sabe? Exato. Porra, total. Achei bonitinha também. Eu acho que o Caruso tá com uma coisa, uma linha estética aí muito definida nas indicações dele. Ele está montando uma playlist paralela que só existe pra ele. Sem só as músicas dele. Eu tô achando muito interessante.
Próxima indicação, é a indicação do Hell, que é uma música chamada Spellwittite, de uma banda chamada Nekokwen. Então, ele comentou até a indicação que ele conhecia essa banda metal, a versão metal dessa banda, e daí do nada, no algoritmo, caiu esse álbum novo deles, que é um folk meio...
nativo americano. Não, não, não. O pessoal é tipo de povo originário da América do Norte mesmo, assim, que... Então, eu fiquei com a sensação, me lembrou as coisas da Mongólia, né? Tipo, esse canto meio gutural e tal. Povos originários também, né?
Sim, mas eu achei que o... Eu não sei se eu viajei, que tem aquele... Eu não sei qual é o nome daquela porta, aquele instrumento que é tipo de manivela, rude-gurde. Sim. Eu tive a impressão de que tinha isso, por isso que eu achei que era medieval. Mas posso estar completamente errado também. Em português é viela de roda. Viela de roda, pô.
Parabéns. Que tinha uma moça que tocava a vela de roda, que é daí de Curitiba, Malassa. A Rainy Holtz. Aí eu segui ela no Instagram e ela era influencer da vela de roda. E eu fiquei... Olha só. Aprendi. Todo mundo que toca a vela de roda deve seguir essa mulher. Ah, com certeza, com certeza. Inclusive, se tiver algum ouvinte aí, que também é do mundinho, vela de roda, por favor, vamos conversar. Vamos reativar a cena da vela de roda.
Então, eu peguei pra ouvir os outros álbuns dessa banda, gostei bastante, assim, é mais black metalzinho, assim, mas esse álbum novo os caras mudaram completamente, assim, foram pra uma parada mais folk, assim, mais, sei lá, ambiental, assim. Eu acho maneiro, cara, que não é a primeira banda que eu vejo de black metal com temas de povos originários, tá? Tem uma, um outro, não é uma banda, é um projeto de um cara chamado Black Grade, trança preta.
também é black metal e também é com povos originários da América do Norte. Mas aí a gente tem que perguntar pra Lucas Lima, pode ouvir? Não, não. Pô, pode, cara. Porque isso que eu achei legal, conceitualmente, é correto. Porque black metal não é sobre afirmar Satanás, é sobre negar o cristianismo. Tanto que black metal mesmo, falar de Satanás, eles falam só de maneira anedótica. Porque o capeta é a criação cristã. Então...
é meu contrassenso. Black metal que tem um paganismo romano, né? É, tem as brasileiras, né, que usam cultura dos povos originários brasileiros e tal. Tem o black metal comunista, que nega Cristo exaltando materialismo histórico. É maneiro, cara. Pegando a...
O próximo vai ser o Black Metal Chico Bento por causa do Ataliba. Sim. Então é isso. Você quer saber se uma banda é Black Metal? Só saber se ela nega a Cristo, tal qual o Chico Bento. Vamos lá. Próxima. A Juliana vai trazer a música Loser.
do supergrupo de rock Iron. Eu até sacanei no grupo falando, tipo, caraca, faz anos que eu não ouço esse nome. Vocês já estão ligados em Iron? Vocês já ouviram falar disso? Sim, sim, eu ouvia bastante, porque na época que foi montado o projeto Avantasia, o amigo falou, não, Avantasia é coisa nova, escuta isso aqui que é a mesma pegada, mas é melhor. E daí ele me passou, acho que os dois primeiros álbuns do Iron.
Eu... Tu não falava Iron. Ah, claro. Iron. Mas eu vou te falar... Não. Era mais progressivo. Era menos Power Metal e mais progressivo. É.
É porque, enquanto que o Avantez, eu acho que ele foi feito pra vender pra caralho. E o cara que fez era um maluco novão, assim. Ele queria muito cantar com todas aquelas pessoas que ele ouvia quando ele era adolescente. Então ele montou um projeto pra isso. Já o Iron é do...
Arien Lucasen, que é um músico nórdico lá, tiozinho já, é mais dessa parada progressiva mesmo, então ele é bem mais viajado. Todo isso que é conceitual, as músicas tem falas, tem 37 vocalistas e tem músicos convidados pra caralho. Eu acho que é muito mais dimensão do mundinho. Tem uma faca atmosférica, sei lá, tocando um sintetizador por cinco minutos.
É, é. Quer ver? Eu até vi aqui na Wikipedia. Eu acho que eles têm disco pra caralho, assim. Tem disco pra caralho. Tem disco parte 1, disco parte 2. Pô, é maneiro, é maneiro, mas eu acho que requer muito do seu tempo, sabe? Precisa de muito investimento. E eu falei que o Lukassen era nórdico, ele não é nórdico. Ele é da Holanda, mas ninguém se importa. Não, mesmo.
Depois, a gente vai para um clássico, o Homem dos Clássicos, Catena, trazendo Still My Bleeding Heart, do Steve Vai, disco de 93. E assim, não é o meu tipo de rock, mas eu respeito muito.
E vou te falar que quando... A pena eu te amo, mas não, cara. Eu demorei pra entender que era Steve Vai, cara. Porque, tipo, se eu falo Steve Vai, eu penso que é solo de guitarra, né? Pô, a música é toda no violão, cara. Maneiro, maneiro. Eu tinha esquecido completamente sobre este disco.
Parece, cara, uma trilha de filme dos anos 80, da Sessão da Tarde, que não pegou. A Encoisilhada? Provavelmente. Ele é o chefão final do filme lá com o Carter Kid, da guitarra, né? Isso. É o Capiroto, né? Aham. Eu não ouço o Museu do Capiroto, então eu vou dropar. Boa.
E aí eu achei uma coisa interessante, falei, porra, é Sex and Religion o nome do disco, o Wikipédia lembrou por mim aqui. Eu achei legal porque a próxima música tem um ponto em comum com essa, porque a Estima é Blading Heart é o primeiro trabalho do David Townsend, o cara do Strapping on Glad, e ele também está cantando na Iron, na Luzer, na música anterior.
Eu achei irado isso, tipo, que na música do Iron tem uma voz que fica gritando no meio da música. É o mesmo cara que tá cantando nessa música. Eu achei uma pequena curiosidade aí, olha só. Acidental, olha que loucura. MD Metal é também...
Coincidência. Aí a gente vai interromper a playlist aqui, parece que foi de propósito, e a gente vai passar pra, sei lá, pra sessão jazz da playlist. É muito louco. Parece que às vezes vocês combinam as coisas. Porque a gente vai pra uma música chamada At Reroy's, da dupla finlandesa de jazz Timeless e Djuka Skåla que o Felipe indicou. No disco Nordic Steel, que é um disco muito bom. Felipe, defende teu peixe aí, cara. Tá, vamos lá. A gente tá...
que tá numa vibe ultimamente, eu e o Tango, a gente tá numa vibe de falar de jazz. E a gente tava compartilhando entre a gente... A gente tava compartilhando alguns álbuns, algumas músicas e tal, e aí ele indicou esse disco, o Norte que assistiu, e eu fui trabalhar ouvindo esse disco e tal, e no meio do disco, essa música é literalmente no meio do disco, e ouvindo ela, ela traz um suíno, né?
muito parecido com o Soul e tal, mas lembra muito do que é o samba rock aqui em São Paulo.
Então eu ouvi a música e ficava assim, porra, isso daqui real, claramente, poderia ser tocado num baile black, tipo, entre um samba e outro, deixar lá pra galera dançar no meio da pista, tá ligado? Ela tem uma pegada meio MPB também, não tem? Sim, sim. E gostei demais do álbum, tanto que tá nos mais escutados agora dessa última semana no carro e, pô, bom pra caralho.
Eu não me lembro se a gente falou em gravação, isso ou não, mas a gente já comentou esse álbum, né, Tango?
Acho que sim, eu acho que quando eu ouvi... Como ele já foi feito e tal, acho que a gente comentou alguma coisa. Eu acho que quando eu descobri ele, eu cheguei a recomendar a playlist do mês, que o maneiro dele é que é uma dupla de músicos, um é trompetista, outro é pianista, eu acho. Os caras são finlandeses e eles estavam estudando musicalidade latina, de Nova Orleans e tal, não sei o que.
E aí eles, pô, tem coisas que a gente tá querendo estudar, que a gente tá querendo gravar, que a gente só poderia gravar se a gente tivesse uma banda de metais aqui à nossa disposição. Aí o que eles fizeram? Eles foram pra Nova Orleans e contrataram uma banda pra tocar as paradas que eles queriam tocar. E é isso. E aí o disco inteiro é o experimento dos caras de tocar jazz no estilo de Nova Orleans, com esse monte de influências diferentes.
E é uma delícia de ouvir, assim. Acho que vale muito a pena. Pra quem acha que jazz é chato...
Acho que vale a pena dar uma chance aí pro Nordics 2. E depois vem a minha indicação.
Eu indiquei uma música chamada Zagat, de uma moça chamada Souad Maci. Que, cara, nessa discussão toda aí do Anjinho da Patrine, de sonoridades e musicalidades não ocidentais e tal, não sei o quê. Eu não lembro já quando cheguei no disco dessa mulher, não sei se foi pelo Bandcamp, não sei se foi o Robuz que me indicou.
se for algum post do Instagram, mas assim, às vezes eu pego uns posts de recomendação e eu vou abrindo os discos.
com o Guiz, vou favoritando pra ouvir depois. Cara, eu peguei pra ouvir, porra, é um rock progressivo, argelino, com influências ali da música Berber, tem umas passagens em francês também, cara, muito doido, cara, eu achei fantástico, assim, dá pra ouvir, eu começo a ouvir, quando eu mesmo percebo, eu tô batendo cabecinha, sabe, tipo, fazendo o gatinho, curtindo vibes, assim, porra, bom demais.
Eu acho legal que toda essa sonoridade ali do norte da África lembra muito de aí, por conta, lá vem o professor Sando.
por conta do domínio árabe ali na região da Península Ibérica, tem muita influência que é a Argelina, que é desse norte da África, que também tem na Espanha, também tem em Portugal. E aí eu ouvi, eu já anotei aqui, ouvi a música, anotei. Tem um pouco de Paco de Lucia nesse negócio aqui, gostei pra caramba. Que bonito, cara. Não tenho nem idade pra falar essas coisas, que tô muito emocionado. Paco de Lucia, porra, foda demais.
Pô, eu quero pegar e ver se eu escuto mais um pouquinho, cara. Eu gostei bastante da sonoridade também. Eu também curti. Eu também curti bastante. É assim, de vez em quando, muito raramente, eu e o Tarcísio têm que concordar com alguma coisa. O relógio quebrado, cara. Confia sempre no relógio quebrado.
E só para deixar também, para pular para a próxima, mas antes mencionar, aí eu fui pesquisar, parece que essa moça, ela tinha uma banda quando ela era jovem, de manifesto político, só que ela começou a receber ameaças de morte e perseguição pelo governo, e ela teve que se exilar na França, então ela ainda tem essa.
Então eu acho maneiro ouvir e pensar a história que a pessoa passou. Esse disco é, sei lá, desse mês. Mas tem, pra pegar pra ouvir, tem uma história pregressa aí que vale a pena ir atrás também. Então a gente sai da Argélia, pega ali mais ou menos o mesmo paralelos e meridianos ali, desce um pouquinho e chega no Brasil, no norte do Brasil.
com a música Dorival, da banda Academia da Berlinda. E aí, Felipe tinha um belo testemunho quando ele ouviu sobre essa banda, que ele relembrou sua juventude. E aí, Felipe? Essa banda e outras ali, na mesma época, esse indie brasileiro que estava surgindo ali para 2010, 2011, 2012,
Eu ouvia muito essa banda em específico e ouvia bastante móveis coloniais de apaju e selvagens na procura da lei. Então ficou marcado de uma época muito específica, foi o comecinho da minha faculdade. E hoje em dia eu não consigo ouvir mais porque lembro daquela época. Eu achei legal, realmente respira muito essa época aí do novo hino. Agora, o... só...
Uma questão é... É do Nordeste, não é do Norte? Eu sou de Pernambuco. Eu falei Norte porque eu estou no século XIX, Salmeiro. Sim, porque passou de Niterói a tudo Norte. Essa música, na verdade, é do nada sem ela, que é de 2016.
E eu sei que é de 2016 porque essa semana anunciou que o Academia da Berlinda vai tocar no Doce Maravilha justamente um show de 10 anos desse disco. Que eu acho muito bom e já vi show deles, o disco todo é muito bacana e se vocês tiverem oportunidade eu recomendo.
É muito bom. Eu gostei da letra, porque me lembrou uma piada que a gente ouviu quando a gente foi na última Flipelô, de que Dorival Caymmi é muito bom, mas ele tem umas músicas às vezes meio tristes. Então, não é, dependendo da música que você lembrar, não é boa lembrar antes de você entrar no mar, quando você for na praia. Você vai entrar na praia e lembra do... É doce morrer no mar.
Lembrei do Salimena fazendo a vozinha. Tem até uma tirinha com isso, cara. Mas é lógico que seria do Recife, porque, tipo, tá cheio de tubarão no mar, né?
É a preocupação de recife. Arranja um emprego em terra firme, por favor. Depois, depois vem aí a música dele, que está aqui, provavelmente, só para falar dessa música, porque nos daram outra aula. O Change vai indicar uma música do Paralão Sucesso por mês, para nos guiar pela discografia da banda. Fala aí, Felipe, qual a música que você recomendou. Fica à vontade.
Cara, é do Paralamas, mas essa música não é. É porque, assim, eu vou falar da música... Não é de autoria do Paralamas, né? Não é, não é. É do Chico Sainz, cara, essa música. Cara, não sei se... Qual a idade de vocês aqui. Mas vocês acompanharam, tipo, o que foi o Chico Sainz dos anos 90? Infelizmente não, eu conheci ele e já tinha passado. Também.
Eu acompanhei e fui show do Chico Sá.
Eu fui em show do Chico Sainz também, assim. Cara, quando saiu... É porque no primeiro CD do Chico Sainz, eu acompanhei, mas não muito. Mas quando saiu o Afrociberdelia, eu fiquei maluco, cara. Não sei se, Saldanha, você também... Quando você conheceu o Chico Sainz, mas eu conheci quando saiu o Afrociberdelia, eu fiquei doido quando saiu. Porque era bom demais, assim. Só que não fazia muito sucesso o Afrociberdelia.
Mas aí eu me lembro que quando saiu o Manguetão, o Manguetão foi o que mais tocou nas rádios.
O primeiro tempo do Afro Ciberdelia foi Manguetal. Foi Manguetal. E mesmo assim não tocava muito. Eu acho que também, pelo menos ali no Rio de Janeiro, não tocava muito. E aí eu me lembro que uma vez eu estava assistindo a MTV e aí passou uma entrevista com os paralamas. E aí o Ebert e o Leona falou, cara, o que vocês estão fazendo? Porque vocês não estão escutando o Afro Ciberdelia, que é a melhor coisa que saiu do Brasil em muitos anos.
E ele falou, cara, Manguetal é uma das melhores músicas que eu já escutei. Porque ele é do Ceará, né?
Assim, ele achou o máximo e tal. E a música é realmente muito legal. Ele gostou tanto que ele saiu em turnê com o Chico Sá em Encenação Zumbi nessa época. E eu fui nesse show, foi foda. Que era o Paralamas e o Chico Sá em Encenação Zumbi.
E aí eles ficavam meio que alternando, assim, né? Uma, por exemplo, sei lá, quando ia para a América Latina, era o Chico Sainz abrindo para o Paralamas. Quando eles iam para a Europa, Estados Unidos, aí era o Paralamas abrindo para o Chico Sainz.
E a nação zumbi. E aí eles iam meio que rotacionando, assim. E durante essa turnê, o Chico falou assim, eles viraram todos, eles viraram muitos amigos e tal. E aí o Chico falou pro Weber, assim, pô, você fala inglês, não fala? Aí eu falo assim, ele fala assim, cara, meu sonho era cantar uma música em inglês. Se eu fizer uma música, você traduz pra mim, você adapta ela pra inglês? Aí o Chico, tá, eu adapto. É beleza.
E aí, foi em 97, o Chico Sainz morreu, né? Num acidente de Carlos, felizmente. E aí, um dia, cara, eu acho que foi a irmã do Chico, que chegou para a Bertiviana e falou, olha, você se lembra que o Chico...
falou que ele ia fazer uma música para você traduzir em inglês. Aí ele falou, ah, eu me lembro, durante o turno ele falou, tá aqui. Aí deu a letra para o Eversch Werner. Aí ele olhou assim, leu a letra e falou, cara, essa letra é maravilhosa. Eu cometeria um assassinato se eu traduzisse ela para inglês. Então, aí ela deu a letra para ele e falou, ah, pode botar no próximo.
CD do Paralelo, eu falei, pode. E aí ele não traduziu para inglês, deixou em português, porque a letra é belíssima. Ele traduziu o título, que virou Grit Poesias, virou para Screen Poetry, e chamou o George Mautzner para fazer... cantar a música com ele. E, cara, a música completamente distoa do restante do CD. E o...
E, cara, como eu falei, quem acompanhou o Chico Sainz nessa época, quem foi a show dele, era uma coisa louca, assim, né? E, pô, depois que eu soube o significado dessa música, cara, eu fui escutar de novo e chorava na época, assim, porque o Chico Sainz me marcou muito, né? Junto pra Nação do Rio, eu escutava aquele CD sem parar, sem parar, assim. Então, eu trouxe aqui essa música pra quem escuta o Chico Sainz, mas também escute essa música, que é uma música...
que está em 1,98 logo depois que o Chico Sainz morreu então ela é muito carregada de emoção e está com um arranjo muito bonito o George Maltzmer, eu adoro ele também, então ficou bem legal não sei se vocês chegaram a escutar essa música já, mas eu recomendo ela tem uma história muito bacana por trás dela deixa eu complementar algumas coisinhas do
Na verdade, eu acabei descobrindo o Chico Science um pouco antes, num daqueles programas da MTV de bandas novas, de novas tendências, coisas e tal. E eu comecei a ouvir Chico Science no Dalla Malcausa ainda, que eu comprei, usado, numa locadora de CD de fora, que eles vendiam os discos que encalhavam, os discos que as pessoas não alugavam. Eu já tinha alugado ele umas duas vezes, na terceira eu comprei. E...
Eu vi o show que todo mundo que é de Wigifora dos anos 90 comenta esse show, que foi o Gerais Rock Festival, que foi numa noite, tocou uma banda local, que era o Dinossauro dos Barrigudos, aí tocou o Pato Fu, lançando, na época estava na turnê do Gold King, que é o segundo disco deles.
para lançar o Afro-CB de Liga, ainda não tinha lançado. Planet Ramp, que tinha acabado de lançar os cães lá do Alcaravana Não Para. O Raimundos, que tinha acabado de lançar o Lavotanou. O Lavotanou, saiu em 95, né? E o Rapa, que também estava para lançar o Rapa Mundi.
E isso foi um festival que meio que marcou a geração de... Choveu pra caralho nesse dia, tomei um porra de cachaça, mas isso é uma outra história. Mas, então, isso, Shik Sais, pra mim, também tem um peso muito grande. Eu lembro quando ele morreu, que era um carnaval, e eu lembro da cobertura da MTV, eu lembro das cenas do enterro dele. O Ariano Soassuna era o secretário de cultura de Pernambuco.
que era um cara que tinha um super treta, ele chamava o Shakespeare de Francisco Ciência, né, e tinha super treta com ele, mas mesmo assim decretaram luta oficial do Estado, o pessoal do Maracatu entrou tocando no ginásio onde ele foi velado, enfim, é uma história foda, e essa música eu não sabia dessa história.
Olha só, e achei foda, mas eu já tinha gostado da música, até porque Jorge Maltzner, que é um cara que eu acho foda também. É foda, né? Jorge Maltzner, já ouvi o Maltzner, já fui em show do Maltzner também algumas vezes. Uma delas, em Juiz de Fora, é um lugar que eu ficava literalmente com o pé no palco.
ele com Nelson Jacobina Nelson Jacobina, pra quem não saca era um violonista absurdo que parecia ter 12 dedos em cada mão e que tocava absurdamente mamando uma garrafa de uísque a cada meia hora
O cara não tava de pé e tava tocando. E o Maltner desceu e na época eu tava escrevendo meu TCC, que era sobre música brasileira, e ele trocou ideia e me deu o telefone na casa dele. Eu nunca tive coragem de ligar, porque, enfim, noção. Mas é um cara que eu acho fantástico também, da música brasileira. Indicação belíssima. Talvez a melhor da lista.
Obrigado, obrigado. Mas o... Cara, eu não sei se você se lembra, Saldanha, mas, cara... E eu comecei escutando essa música, aí eu escutei todo o... O Afro-Ciberdele inteiro de novo, assim, cara, e o... Você lembra o que era o Chico no palco, cara? Ele não parava, mano. Ele dançava e pulava o show inteiro. Não sei como ele tinha energia.
Mas era, cara, uma pena, assim, uma pena. Eu fiquei muito arrasado. Ele não cantava tão, tipo, as pessoas, eu lembro que quando ele morreu e o do Peixe assumiu os locais, muita gente comentando, ah, porque ele, que a questão do Peixe não canta bem. O Chico não cantava bem. Não, não cantava, não. O Chico era magnetismo. Era magnetismo. Ele tinha coisa de você não conseguir parar de olhar.
Não, não. Ele subia com aquela calça branca, sem camisa, com um chapeuzinho, com aquele chapeuzinho de palha. Cara, e dançava e cantava. Era um showman no palco, cara. Ele se transformava. Ele dando entrevista, não sei se vocês se lembram, ele era calmo. Ele falava calmo, ele falava parado. Mas ele subia no palco, cara. Aí virava o demônio da Tasmânia. Bom demais. Ah, e um negócio que eu ia falar, que eu vi uma entrevista...
Também depois falando que ele... Quando essa coisa deles não tocarem, que eles foram para São Paulo, foram morar no Muquif, em São Paulo, para poder trabalhar o disco, e não empacava de jeito nenhum. Não tocava. Botaram música em novela.
Tropicalente, se não me engano, tem duas músicas do Chico Sá e da Estação Zumbi e não emplacava. Ele fala que ele já estava a ponto de... Eu não lembro se ele era concursado. Eu sei que ele tinha... Ele era. Ele foi emprego na Companhia de Energia Elétrica de Pernambuco, se não me engano. E ele fala que ele estava pensando em voltar a ser funcionário público.
que surgiu o convite para eles tocarem, se não me engano, na Holanda. E que eles sempre foram muito mais estourados na Europa do que no Brasil.
Sim, sim. Nessa época era quando eles saíram em torneio com os paralamas. Eu me lembro deles dando entrevistas juntos. Acho que era o Bi Ribeiro falando assim. Ele falou, cara, se você chega na Europa, nos Estados Unidos, que nos Estados Unidos também eles estavam bem estourados, não tinha como...
o Chico não ser a atração principal. Ele já deu muito sucesso na crítica, mas não estava estourando no Brasil. Acho que muita coisa também de preconceito. Mas era bom demais. Deu até uma saudade dessa época do Chico. Então, para quem não conhece, é uma música que saiu depois que ele morreu e é bem bacana também. O Jorge Maltner também é bom demais.
Eu faria um programa inteiro falando desse disco, dessa música, que eu acho fodaço, eu acho fantástico. Quem não conhece, pelo amor de Deus, faça um favor a você mesmo e vá ouvir. Curiosidade sobre Paralamas do Sucesso, que eu fiquei sabendo recentemente. O Carninhos Brown escreveu duas músicas por Paralamas do Sucesso e eles só gravaram uma, que foi, acho que uma brasileira. Sabe qual foi a música que eles negaram?
Essa eu sei, mas eu vou ficar quietinho. Por favor, responda. Mas me pegou muito de surpresa. Rata ou uma rata, não é? Sim. Que foi parar na mão de sepultura. Foi parar. Imagina a rata ou uma rata versão Paralama de sucesso. Seria maneiro. Seria muito maneiro.
Por sinal, também, eu estou morrendo de sono, mas eu fiz questão de vir aqui, porque, cara, depois que eu participei do último MD Metal, eu recebi tantas mensagens carinhosas dos nossos ouvintes, porque no MDM a gente está acostumado a falar de filme, de quadrinho, de não sei o que, mas acho que quando fala de música é diferente, né, cara? As galeras pegam um apelo...
Tem uma conexão emocional muito diferente. Então, depois que eu falei do Selvagem no último The Metal, recebi muita mensagem no Buscai, de pessoas revisitando o Selvagem, falando que realmente era maneiro para o lado, não sei o que. Porra, nos ver com outros olhos, depois que eu falei do Alagados, por causa da história por trás da letra. Então, estou aqui também para mandar um beijão para todos os ouvintes que me mandaram mensagem. Porque foi bem bacana, cara.
Enfim, é isso. É por isso que a playlist é o que a gente quer recomendar assim que a gente tá ouvindo. A gente gosta. A gente quer que vocês gostem também, gente. A gente quer que vocês ouçam, que vocês brinquem com a gente. É gostoso demais que eu falo de música mesmo. Senão a gente não tava aqui gravando. A gente tava dormindo. Já são 20 pra meia-noite no horário de Brasília. Tem gente que trabalha cedo amanhã, mas tá aqui. Tem gente que tá no lobby do hotel, né?
É, pois é. As pessoas ficam passando me olhando assim, né? Porque eu tô falando alto pra caralho. Tá empolgado aí sozinho. Ai, ai. O próximo comentário sobre o MDM, né? Tipo, change no lobby do hotel. No lobby do hotel.
Vamos seguir com a playlist, esse é o finzinho de playlist nosso. Em seguida, a Belly indica uma música de um rapaz aparentemente chamado Mahmoud El-Seili. E o nome da música eu acho que é Dondon. Eu sei porque a gente precisou traduzir, porque quando ela mandou pra gente, tava escrito em árabe, né? Então foi difícil de achar. Mas nas minhas anotações mentais aqui sobre a música, até o árabe sabe fazer funk. Ok.
É um belo batidão. E o cara é egípcio, tá? Não é qualquer arábia não. É egípcio. É a conexão do Brasil com o Egito. E fica falando reggaeton, né? Gandolfo também é cultura. Não, eu achei foda, cara. Eu achei que era, tipo, porra, uma mistura bem maneira, assim. Mostrar como é que... Essa tal de globalização vem pra ficar, né, cara? Eu gostei bastante da música. Legal. Música árabe me pega.
Eu também tenho isso, tipo, música árabe já sai na frente pra eu ouvir. E achei foda também. Já que você está foda de música árabe, Saldanha, defenda aí a música roraimense. Saldanha trouxe Borogodó, da banda Bodó Valorizado. Cara, eu tô nessa jornada de apresentar...
de representar Roraima para as pessoas, para os ouvintes do MDM. O Bodó é um... Talvez seja a minha percepção limitada, mas a banda do momento agora que a gente vê fazendo um certo sucesso.
É um ritmo latino Tem um livro Não é sobre Roraima, na verdade Ele é sobre o Pará Sobre a música paraense E amazonense Mas que chama, se não me engano, Onda Tropical Onde o O Fernando Rosa Que é o autor, ele vai falar Sobre como É
Nos anos 70 e 80 era mais fácil você pegar as frequências de rádio do Caribe do que as frequências de rádio do Sudeste. Então, a música do Norte acaba tendo muito essa pegada...
de zuque, de salsa de música caribenha mesmo e eu acho que essa música e outras que eu tenho ouvido, que eu tenho indicado aqui, vão um pouco nessa pegada de uma música que é brasileira mas que tem essa latinidade caribenha que muitas vezes não tem na música direita tem esse tempero caribenho essa parada do do
do norte do país, pegar muito mais as ondas de rádio dos nossos vizinhos, não rola também com o Maranhão, com a questão do reggae, que tem os vés lá da Jamarra, que caralho? Eu sei que tem um porquê do reggae vingar no Maranhão.
Mas não é minha expertise, não saberia dizer se é uma questão de onda de rádio ou se é simplesmente uma coisa das aparelhagens. Assim como na Jamaica, parece que nos anos 70 e 80, tinha muito a coisa, a cultura da aparelhagem, a cultura do sound system no Maranhão. Mas aí quem veio primeiro, se foi o sound system ou se foi o reggae, eu já não sei.
Teria que tentar reler algumas coisas. Nessa história que tu trouxe, destravou uma memória muito querida minha de infância. Porque, como muitos sabem, apesar de ser sabor carioca, eu nasci no Espírito Santo.
que é a Roraima do Sudeste. Então, no Espírito Santo, a gente recebia todas as rádios, mais rádios da Bahia e de Minas do que do resto do Sudeste, do Rio de Janeiro e São Paulo. Então eu cresci ali nos finalzinhos dos anos 80, anos 90, com axé, música regional, muito sertanejo e tal, não sei o que. E aquilo que tocava no Rio, eu não fazia mais puta ideia do que estava acontecendo.
Tanto que quando aí minha família veio morar no Rio de Janeiro, eu descobri um mundo novo, assim, tipo, e aí vocês estão falando, ah, Raimundos, eu quero ver o outro. Raimundos pra mim foi o som do Forebs, porque antes disso não chegava, não subia ali o paralelo 57, não, sabe? Então, tem dessa. Rádio moldava muito as coisas que a gente conhecia, né?
E aí a gente vai passar para a próxima música da playlist, que a gente quebrou uma regra em homenagem ao nosso menino, que ele pediu para botar outra música na playlist. E Felipe, de novo, colocou outro jazz. Ele botou Run To It, do Július Rodrigues. Bom, é igual a piada do mineiro, que você pede um queijo para o gênio, eu quero outro queijo. Mas vai botar outro, botar outro jazz.
Acho que por esse hiperfoco que houve sobre jazz essa semana, eu acho legal, e aí assim, eu fui atrás, estava lendo umas coisas e tal, sobre como a música, a sonoridade negra, da questão da escaridão, da vinda desses homens negros para cá para a América, acaba por influenciar a música em diversos países, de formas parecidas, mas com suas...
particularidades. E o jazz, o jazz e o gospel lá nos Estados Unidos sofrem muito disso pra questão principalmente da bateria e do ritmo da música americana, que é particular deles, mas também é parecido com o samba, é parecido com outros ritmos aqui do Brasil. E aí vai pegar a salsa, vai pegar um monte de ritmo também de origem negra na América Espanhola e, porra, é muito bom esse negócio.
por gentileza pra que quebrasse a regra da playlist e coloquei mais um disco, porque tava muito no hype desse negócio. Tá anunciando também que em breve uma dessas promessas que a gente fica fazendo aqui no MD Metal e nunca cumpre, mas diz por aí que virá o MD Metal especial jazz pra todo mundo botar aí o, acender o cachimbo aí e fazer gênero, colocar um óculos.
Botar o monóculo e pagar de inteligente. Mas, ó, não vai ser só a gente falando merda, não, hein? Se a Alimena vem, então vai ser bom. Então vai ser legal. Vão ser três pessoas falando merda. Exatamente. Então, aí, você ouvinte, o poder está na sua mão. Proteste muito contra isso. Não se impeça de cometer. Porque se ninguém falar nada, tá podendo. Depois, cara, essa próxima é fantástica. Porque, assim, eu tava voltando do trabalho hoje, voltando da clínica.
E aí eu trabalho num lugar que eu consigo voltar andando pra casa, só que um caminho meio longo, uma ribanceira. Mas assim, dá pra descer andando numa boa. Aí eu deixo pra ouvir música, deixo pra, sei lá, dar uma relaxada, dar uma descansada. E aí eu tava ouvindo a playlist de hoje, porque é óbvio que eu sou ouço de véspera, porque eu sou um relapso. E aí quando entrou essa música, que é um vocal gotoral, um metalzão mais...
estrela assim e eu tô assim batendo o cabecinho e pensando porra parece muito uma música que eu já ouvi antes cara da onde que eu conheço isso aí eu puxei o celular para olhar e eu ai filho da é ainda clã mas um cover da Bluewood essa Bluewood é aquela quem é aquela banda de metal indiana
exatamente é como como comentei antes já fazia um tempo que eu tava querendo reouvir isso tive que baixar lá no site russo o álbum só de covers que eles têm e tal mas como ela voltou para o YouTube music me facilitou a vida eu coloquei a lei porque eu tô ouvindo para caramba muito boa essa versão
Cara, que divertido, cara. E assim, dá pra perceber que o cara tá tentando mesmo fazer o rap, sabe? Ele tá tentando realmente cantar a música, assim. Eu achei muito maneiro. Parabéns pela recomendação. É, Edson. Eu acho que eu lembro que... Eu lembro dessa época, né? Quando saiu o In The Club. Eu acho que pra mim e pra uma galerinha que tava ali na escola junto comigo, foi o primeiro contato com o hip hop. E não In The Club.
O 50 Cent, o cara que tomou tiro. E porra, no início do clipe ele tá de cabeça pra baixo, caraca, olha só que fodão e tal. E aí ficou gravado na minha mente a melodia e a música. Claro, como tem a mais puta ideia do que tá dizendo na letra. Não falava inglês na época, sabe? Menor ideia. Mas sabe aquela coisa que quando começa a tocar, eu sei que eu conheço de algum lugar isso.
Só familiar, né? Te remete a um tempo. Porra, ficou gravado, cara. Caralho. E foi música de menu do Bombapete. Não me lembro qual, mas foi. Pode crer. Aí eu vi informação relevante. Qual os outros covers que tem nesse disco? Não me pergunte. Ah, não vou saber de cabeça, não. Não estou no celular. Eu estou no celular. No computador eu tenho ali todos.
Enquanto o Malassa vai atrás do link ao vivo para informação, a gente vai para a próxima faixa que o Diego escolheu, o Satchafu, da banda Sikth, S-K-T-H, Sikth. E também a outra Kifazandos que eu não ouvia falar. E assim, quando eu estava ouvindo, eu pensei, vocês lembram de Gremlins 2, do filme? Sim, sim, lembro.
E aí, lembra que no Gremlins 2, tem uma hora que os Gremlins invadem um laboratório, eles começam a tomar umas poções. Aí o Gremlins toma a poção de morcego, aí ele cria asas e sai voando e etc. Então, essa banda pra mim é se os Gremlins tomassem a poção de New Metal e eles conviventassem a...
É o sentimento que eu tenho. Bom que os grêmios não quiserem isso. E aí eu fui ler na Wikipedia da banda e tal. É uma banda de... A gente ficou falando aí do Anjinho da Patrinha, do rock da matemática. E eles também são...
metal da matemática e tudo quebrado e compassos e não sei o quê e aí quando ela apareceu o pessoal da crítica definir assim que era o corne com o sistema fadal sabe é são os vocais do corne mas com as quebradas de compasso do sistema fadal cara essa música me lembra muito a música snott da banda snott do álbum snott
Mas acho que a Snod também tá nesse movimento aí, não tá? Sim, sim, mas é que eu achei muito similar.
Eu acho que eles regulam até na mesma época, eles estão meio parecidos. Realmente parece, né? Só que eu vou te falar, assim, não é uma música que me desagrade, sabe? Eu achei, eu gostei. Mas é uma música... Cara, o vocal me desagradou, cara. É mesmo? Não gostei, eu gostei do vocal. Essa coisa, essa coisa tipo um gremlin, meio gremlin, meio chico-manker, né? Exato, exato. Então, cara, é difícil, mas eu acho que no clima certo, talvez eu aprecie, não sei.
E por fim, para terminar, a recomendação da nossa amiga Dani, diretamente de trás dos montes, a música Blast, ponto de exclamação, do baixista Marcos Miller. E aí eu fui pesquisar, o Marcos Miller, ele tem um trabalho extenso com um monte de galera muito foda de jazz e tal, o Marcos Miller ele tocou com o Miles Davis.
Marcos Miller tocou com Luther Vandross e tal, e aí tem essa, esse instrumentalzão aí, irado, mas que na minha opinião é plágio de Dream Theater. Tipo música de videogame, cara. Também, parece música de videogame, parece uma música que tocaria num desses Sonics novos, sabe? Parece tipo isso mesmo. Pô, esse é o comentário. O maluco é ser um ambiente técnico, né? Tipo, não, o maluco é ser um ambiente técnico, sei lá, o que ele toca ali é fudido, mas...
Tem esse som de tradicional e de videogame mesmo. E chega uma hora que claramente eles estão se divertindo mais que eu. Então, é joice. Mas é porque também a Dani mandou no grupo uma versão ao vivo, né? Pra playlist a gente botou a versão do disco também, que é um pouquinho mais contida, um pouquinho mais editada. Não, é ao vivo. Sim, sim, sim.
que a gente mudou no meio da tarde. E ao vivo com o vídeo, realmente, a pegada é outra. Você faz atenção em toda a técnica do cara. E por aí vai.
Sim, é, por exemplo, tem um efeito, um somzinho, que é o som que eu acho que é copiado do Dream Theater, que na minha cabeça era um instrumento de sopro. Aí quando eu fui ver o ao vivo, não, é um cara com sintetizador, né, ali na chavinha do teclado fazendo som, achei bem irado. Mas é isso, acho que vamos encerrando por aqui hoje. Acho que a playlist desse mês foi bem mais...
harmônica. É, pra quem é surdo, pode ser. Não, é, pode ser. Não, cara, eu acho assim, tem ali uns pontos fora da curva, mas eu vejo ali, até eu mandei lá no grupo uma sugestão de reorganização dela, porque o lance é que ela tava bagunçada, tava desorganizada.
Mas não é uma playlist esquizofrenica que algumas vezes a gente já teve de tocar duas músicas de desenho em alto com black metal e depois um encontro de macumba e uma salsa, não? Mas sabe por que isso, cara? É porque o Lojinha não mandou música, entendeu? Já ajuda bastante. Caralho.
A Adriana não mandou um K-pop, entendeu? Isso ajuda bastante também. Então tá um pouquinho... Mas eu achei assim, tudo bem, você organizou, eu só acho que vai ser maneiro, porque agora os ouvintes vão ver a playlist numa ordem diferente que a gente comentou no programa. Então, 10 de 10. Eu acho que essa é a melhor forma de encerrar o MD Metal. Eu acho que a gente podia deixar a playlist do jeito que tá e mudar daqui a algum tempo.
tem que avisar, o convite tem que voltar lá pra ficar vendo. Não, a gente bota duas playlists assim, tipo, playlist MD Metal 1º de maio, e playlist MD Metal 1º de maio, agora vai, versão final. Igual a última temporada do R.O.S. Development, que tem a versão linear dos acontecimentos e a por cada personagem. Nossa, cara, eu nem me falo nessa última temporada do R.O.S. Development, porque eu vou ficar triste.
Mas reveja, o segundo corte melhor. Não, eu já vi, cara. Não melhora, não. Aí vem de novo, né, cara? Certas coisas mereciam morrer, tem uma morte bonita, entendeu? Uma morte, sabe, tranquila. Não, tem que reviver um negócio pra fazer isso. Não dá, não dá. É isso, gente. Muito obrigado. Boa noite a todos que ficaram até aqui. Dêem seu boa noite aí, cada um. Se não quiser, também não dê.
Boa noite e... A gente volta no meio do mês? Cara, então, eu tava fazendo contas aqui. Porra, a vida do vagabundo é triste. A gente vai voltar, mas aí nem todos nós, na sexta que vem, porque a gente tem que fazer o podcast do Eurovision, que a final do Eurovision já é dia 15 de maio. E é isso. Quem viver, verá. Só posso dizer isso.
Pessoal, pra próxima aula traga o material, por favor. Um abraço, gente. Até o próximo podcast. Vai entrar agora um podcast muito mais legal que esse. Fica aí no ar que vocês vão gostar. Bom futuro a todos. Valeu, pessoal. Valeu, gente. Tchau, tchau. Falou, galera, que eu também amanhã volto de férias. Até. Tchau, tchau.
Mas como eu estava falando de uma forma bem natural FALMOS DE GBI! Começou o podcast falando de GBI! O primeiro GBI, Carlos, que eu cumpri com o meu dinheiro Eu sei que meu pai tinha o GBI Tem que aparelho, o lojinha? O som está bom ou não? Porque o Maraccio disse que o som estava muito bom
O som tá bom, mas você tá de aparelho? Não. Tá. Mas o primeiro GB que você comprou? Foi X-Men Extra número 8, com a Siloc morrendo, com a X-Force inteira morrendo antes de virar X-Star. O Sclermont e Salvador La Roca? Salvador La Roca, sim. Nessa fase?
É uma fase quase que intransponível Se você não conhece X-Men, que tem Diário da Cena Aí você tem a equipe que é A Tempestade, o Bíblico Passa no Trovejante 2 Caralho, cara Não tem porra nenhuma
E eu tô aqui. Funcionou até hoje, tá, merda, GB? Eu vou ler isso já já, porque eu comprei o Omnibus dessa porcaria. O Extreme X-Men. Eu, como criança, eu sabia que nem era o melhor GB da coisa. Eu gostava dos exilados.
sim, eram bons exilados né cara? E exilados também hoje em dia que assim, se você tá começando a ler por ele, é quase intransponível de novo é só sobre mas X-Meia é complicado nunca dá pra saber onde eu aboio essa graça de você querer
Você ficar curioso, querer conhecer mais, entendeu? Porque, ao mesmo tempo, é um negócio muito movimentado, né? Você fica muito com aquela sensação de tipo de... E a galera legal tá tendo uma conversa ali e eu tô de fora. Eu quero participar, quero saber do que se trata.
E é foda porque o gibi do X-Men extra Ele falava um pouco com o gibi Do X-Men do Morrison E eu nunca me interessei em comprar o X-Men Que tinha, tava saindo a história do Morrison Eu só Conversa com o do Morrison, né? É, ele tinha alguns momentos que tipo ele Encostava Tipo, ah
E a gente tá falando aqui com Emma Frost, a gente tá falando aqui com o Ciclope lá na mansão. E eu só passava. Mas talvez por isso que eu tenha gostado muito da Tempestade, porque a Tempestade é líder desses caras aí. Esse grupo. Mas enfim, a Psylocke morreu logo na primeira edição e eu achava que esse enquadrinho era uma coisa. Oh, spoiler! Spoiler de 25 anos atrás. 25 anos atrás a Psylocke morreu.
Foi uma das mortes Como eu tava falando com o Lojinha antes Eu lembro de um formatinho É contra o assunto de B Não, cara Tô deixando ele falar Mas eu tava comentando ali com o Lojinha antes Você não me escuta? Você não tá escutando ele não?
Você tá escutando ele? Eu tô escutando ele. Aí. Ih, Jesus. Ih, tem um negócio. Eu também tô escutando ele. Boa noite, amigos. Boa noite. Que caralho. Eu tô escutando o Eric, o Lojinha, não tô escutando o Malassa. Como é que só eu não tô escutando o Malassa? Sai da audição seletiva. Sai da chamada e volta.
geralmente é isso. Mas o outro, é engraçado porque assim, o outro GB dos X-Men que eu lembro de ter comprado foi o da, eu já falei isso no MDM, foi o X-Men Extra 10 e eu passei no Surubom a capa do X-Men Extra 10. Vamos ver. Agora eu acho que eu ouvi uma laça, hein? É, eu falei vamos ver. Ele tá falando que caruso. Vai comer. É, dois meses depois. Meu Deus, é Milo Manara essa capa. Olha a capa do Surubom que o garoto de nove anos foi comprar.
Capa do Milo Marara? É isso mesmo? Não, o La Roca com a bunda da Sábia completamente desenhada com detalhes aquela de cócoras Nossa, eu acho que eu lembro dessa capa É a Sábia? Eu achei que era a Psylocke Não, é a Sábia, a Psylocke tinha morrido Ela vestiu o cinto ao contrário Exato Cinto de agachamento, Pelé
E parece que ela tá dando um cagadão, né, cara? Parece que ela vai... Ah, tá atrapalhando. Dá até pra ver o cabo da arma saindo aqui embaixo, parece um... Parece um... Um toletão. Parece um migulinho também. Parece um pirocão também. Parece um pirudo angélica, né? Parabéns, Sábia, você acaba de conquistar seu lugar de destaque na capa do MDM. Pô, que teve o selo, né?
E X-Men 15, logo depois, teve uma história que era a história solo do Ciclope. De onde veio? O meu fascínio pelo Ciclope veio, né? Mas eu queria falar que não compactuo quando te sacaneia pra você gostar do Scott Summers. Eu achei ele um personagem com potencial.
Numbers, olha aí. Alguém se abre no armário aí em relação a esse afã pelo Ciclope? Eu acho o visual dele muito bonito. Todo o visor e tudo mais. Quando você fala visual dele, o que vem à sua mente imediatamente?
O clássico ali, mais ou menos, era de Lee. O clássico Jack Kirby? É clássico Jack Kirby, eu tinha perguntado. Não, não. Então, cabelinho de fora. Um pouquinho antes ali, que foi quando eu comecei a ler, antes do desenho. É sem touca, é cabelinho de fora. Cabelinho de fora. Na verdade, eu comecei a ler mesmo, eles eram X-Force, que ele usava aquele uniforme que tinha um X gigante, que era bem legal também. Touca e azul e branco. Era maneiro também.
Mas enfim, eu... É o David já, né? Eu nunca li isso. X-Force não, X-Factor, né? É, X-Factor. X-Factor, isso. Confundi, perdão. Mas é um visor... Inclusive, uma... Eu achava, antes, quando eu era bem idiota, assim, mal sabia ler, eu achava que o Colossus era o personagem chamado X-Men.
Não sei por que. Era criança. Porque ele tem aquele X gigante. Ele parece um super-herói solo. Tem o Wolverine, o Noturno. Diferente de todos os outros personagens com X gigante, esse... Esse é o X-Men. Eu vi ele e eu achei que era ele. Mas o Ciclope é um incompreendido. Ele faz a história girar. Como assim? Ele é quase um Homem-Aranha.
tangencialmente sabe que tinha um gibi que era a teia tangencial tangência web tangled tangled web enrolado enrolado esse aqui pra mim é o ciclope oficial pra quem não tá ouvindo o ciclope do Marvel eu ia falar que pra mim também é é
Com aquela orelhinha dourada segurando o visor. É o do Jin Lee. É o do Jin Lee adaptado pro... Daquela era ali, né? É. Esse uniforme aí é o uniforme do Jin Lee, com esse cinto em Y que não faz sentido. Nem tem utilidade, né?
Diga-se de passagem. Cara, eu acho que um dos poucos uniformes de jaquetinha que eu gostava do Cyclope é o da fase do Morrison. Aqueles uniformes eram todos maneiros pra caralho. Aquela rolêzinha ali. Mas eu acho que o Cyclope funcionava mais que os outros. Não sei, eu não... Porque você gostava mais dele do que dos outros, só. Não, mas de uniforme eu não tenho problema. Era igual o de todo mundo, cara. Aquela jaqueta era maneira, aquela jaqueta tinha vontade de ter. Aquela jaqueta na vida real. É o Frank Quartley, né? Vem cá.
Tá ligado que Frank Keitley é uma piadinha, né? De Quite Frankly. O nome dele nem é... Inclusive eu tinha uma... Eu também sabia não. Olha aí, com quantos anos você descobriu... Quase 40. Descobri nesse exato momento, inclusive. Tá com cheiro de mentira isso aí. Informação! Porra! Aparentemente, já foi o que ficou.
vai sair um novo gibi do Morrison e do Quintanin. Ah, mas o Morrison já desencanei. O Morrison já deu o que tinha que dar. Eu concordo com vocês, eu acredito, mas eu sempre caio de novo, cara. Mas o que o Morrison fez recentemente? Qual foi o último gibi bom do Morrison? Vou inverter a pergunta. Talvez Lanterna Verde.
pegou aí uns 10, 5 anos. Não, aquele Lanterna Verde é horroroso demais. Aquele Lanterna Verde ele pegou só porque o Alan Moore já pegou Lanterna Verde uma vez. Ele é o que é melhor. Aquele Lanterna Verde é ininteligível, cara. Com o Ian Schacher, não é isso?
Eu acho que é, que era meio coisa de policial, assim. Eu tô no site greatmorrison.com Great Morrison, grande nome. greatmorrison.com Eu espero encontrar as fotos dele de modelo de cueca, algum lugar aqui. Mas eu tô procurando...
Vocês acreditam que eu tinha um vídeo do Frank Mor- Eu vou falar de novo que é pra edição corrigir. Vocês acreditam que eu tinha um vídeo do Grant Morrison me chamando gay? É um crossover muito maluco aí na minha vida. Eu fiz aquele filme do Pelé, não o do Chaves, mas o outro. Esse não é o melhor a assistir?
Eu acho bom esse filme. Você acha bom? Eu nunca vi, nunca vi. Tirando uma gingalhada, assim, tem uma hora que eles ensinam o que é a ginga. Ah, é o filme do Pelé, filme do Pelé é sério, não é uma comércio. É uma explicação, a ginga é uma explicação quase sobrenatural, de superpoder e tal, e o filme é todo em inglês, né? Ginga. Ginga. Because the ginga.
Dedinga Dedinga Mas, cara, o filme, porra, tem uma puta fotografia A fotografia é do cara do Homem de Ferro Dois ou três, sei lá Que eu conheci, né Na filmagem, foi muito doido, tipo
O cara apresentava, esse aqui é o diretor de fotografia e tal, ele fez o Homem de Ferro. Eu falei, caraca, eu falei com o cara que fez o Homem de Ferro. Enfim, aí era a equipe gringa, né? E aí tinha um cara, e ficou meu amigo, é meu amigo até hoje, tipo, de volta e meia, vou trocar umas ideias nas redes sociais, que era o que fez o Zagalo e era o coach de futebol.
A galera e tal, e aí conversando com ele, ele falou, ah, você gosta dessas merdas de quadrinho aí e tal? Eu conheço um cara, não sei se ele é famoso disso aí, como é que é o nome? Grant Morrison. Falei, cara, conhece o Grant Morrison? Como assim? Aí quando ele voltou pra casa, ele encontrou o Grant Morrison e aí gravou um vídeo do lado do Grant Morrison, tipo, o Grant Morrison falando, ei, Caruso, ouvi dizer que você é gay.
Só isso que o cara mandou. Caruso recebeu um vídeo do Caruso imitando o Bolsonaro pra ele. Ele é o Grant Morrison. Imitando o Jim Caviezel imitando o Bolsonaro. Dois níveis. Vem rapidinho. O Morrison desde 2016 pelo que eu tô vendo no Wikipedia só fez dois rebins. Ele fez o Antena Verde e ele fez o Batman e Deadpool que saiu agora.
Nossa, olha aí. O Grant Morrison merecia aquela trend aí que às vezes rola dos ouvintes, que é o melhor gibi e o pior gibi, né? Vamos fazer agora. Pô, eles mandaram lá nos comentários. Mas acho que vocês não vão ficar muito felizes com o que eles pediram. Mas vamos começar então com o melhor e pior gibi do Grant Morrison. Vamos lá. Vamos lá. Eu acho que eu vou dizer que o melhor...
E o arte vale a pena também, como é o Grant Morrison, colocar também o mais confuso. É boa, boa, o melhor, o pior e o mais confuso. Melhor, o pior e o mais confuso. Então o pior não pode ser o mais confuso. O mais confuso pode ser bom, mas você não entendeu. Pode ser ver... É bom pelo que você entendeu. Então tem melhor, pior, o mais confuso bom e o mais confuso ruim. Isso. Então são quatro de bis aí. Bem, então tá.
O melhor eu vou jogar seguro e cretininho, que é o Papai Noel Ano 1. Aquele Klaus, desenhado pelo Dan Moura, antes do Dan Moura estourar aí, fazendo várias paradas. Porra, saiu pela Devir num formatão álbum assim. E o que eu acho bom nesse GB, primeiro que eu li todo, depois que eu fui descobrir que era o Grant Morrison. Ele não caga no final, porque o Grant Morrison sempre caga no final. Quase sempre.
É um gibi assim bem básico, feijão com arrozinho, que é raro o Grant Morrison também fazer isso. Com o Papai Noel jovem, tipo de barba preta e meio que contando como surgiu o mito do Papai Noel. O filme da Sessão da Tarde. Tipo isso, mas eu acho que ele tem um pouquinho mais de violência pra Sessão da Tarde. Sessão da Tarde dos anos 90.
Boa, boa. E, assim, um livrão, um formato álbum europeu, você encontra ele, às vezes, tipo, preso de banana nessas promoções e tal, e ninguém fala aí desse gibi. Eu também devia ter falado do Asilo Arca, que é um classicão, mas esse aí do Papai Noel, acho que é redondinho, bonitinho, divertido.
Vamos fazer uma rodada de bons, depois a gente faz... Bom, já falado o meu, o meu é fácil, então já vou tirar ele do caminho, grandes aço Superman. Ah, eu ia falar o mesmo. Todo mundo ia falar. É isso e homem animal que eu acho. Estão falando do Grant Morrison, é isso mesmo? É, Camilo. É isso aí. Melhor gibi, pior gibi, mais confuso bom e mais confuso ruim. E qual foto de cueca dele você gosta mais? Isso.
Caraca, acho que eu não tô preparado pra esse papo, gente. Fala Grandes Astros Super-Homem e deixa rolar. O Flex Mental é dele? É, né? Qual? Flex Mental é dele. Sim, sim. Flex Mental é dele. É legal falar que Flex Mental é legal, né? Então vai Flex Mental. Nossa. Alguém não disse o melhor, porque teve muita gente falando Grandes Astros. Eu não falei. Eu acho que era a mesma coisa. O melhor, o pior, o melhor. A gente vai fazer rodadas. Rodadas, rodadas.
Eu gosto muito de alguns divinos do Grant Morrison, tá? Gosto muito do Wii 3.
Começou. Muito bom. O trash também é muito bom. É muito polêmico. Eu gosto muito de alguns vídeos. Eu gosto de vários vídeos. É muito triste, né, cara? É que eu não tenho um favorito. Desculpa, eu coloquei mal a minha frase. Cheio de somelêia de frases. Eu não tenho um favorito. Eu gosto muito de vários. Eu gosto muito do... Escolhe um, Peleza. É que nem filho. Você tem que escolher um.
É nem direita nem esquerda, é mais na minha mesmo. Sabe o que é maneiro, que não é um GB fechado? A fase dele no Batman. Sim, Batman e Robin. Batman e Robin com o Damian. Porra, é muito gostoso. O Batman não, é o Batman. O Batman. O Batman está desenhando? Não, com o Quartley mesmo. Com o Quartley mesmo. É depois do Batman hippie, aí tem o Batman e Robin com o Damian como Robin. É bom demais.
Então é com asa noturna com o Batman. Isso! Nossa! Melhor Batman. Nossa, essa fase é fantástica, cara. E olha a impressão entre eles. O Dick. Dick é aquele viadinho. Eu gosto do Batman. Eu gosto do Batman, Rob. Com o Andy Kubert também desenhando. Ele faz aquela sequência que ele faz uma galeria de arte para parecer aqueles... Comentou o Damien, né? Comentou o Damien.
Isso, quando eu descobri, resgatou o Demi. Apareceu o Batman dos anos 60, mas usando uma metodologia. Uma desculpa muito inteligente, né? É, bacaninha aquilo demais. Aí tem a corporação Batman, que tem o Batman que é nativo americano, Batman do Japão. Mas aí é aquele... Não é a revista de linha, né? É a revista de linha. É uma sequência isso tudo aí.
Aí depois vai cagando Vai se perdendo É então, final O Grinch Morse é conhecido por cagar no final
Menos no E3 e no... Falando em final e grande morsão cagando, o pior de bicude dele foi a Final Crisis. Que é uma... Eu vou comentar que é... Não dá pra entender nada. Eu vou falar depois minhas opiniões sobre crise final. Você gosta? Não é... Fala na cara aí, trouxa. Não tá no ruim, mas é confuso... É ruim, Lodinho, é ruim.
É ruim. Confuso e ruim, é confuso e ruim. Vamos falar depois. Depois, agora é a hora. Agora é a hora.
Qual é a ordem? Quando você entende o que esse filho de uma puta do Grant Morrison quer fazer com a crise final, tipo, parada, porra, que história maneira sobre temas de super-heróis, sobre como força do heroísmo afeta histórias, só que é feito do jeito mais foda-se. Você precisa ler 15 outros materiais e sabe o final da crise final? Não está na crise final, está no Superman 3D. O gibi era pra vender óculos 3D.
Tipo Drácula 3D. É uma bagunça, eu lembro do... É o pior filme do Dario Argento. Eu acho que o que a gente vai falar pra você, tipo... Vamos ver. Olha, não usa os Novos Deuses por um aninho só, porque eu vou matar eles depois de eles. Ele falou, não, tô ok. Vamos fazer um momento especial dos Novos Deuses morrendo. É um gibi que, assim, tudo saiu fugido. Tem ideia muito merda que é botar a Mulher Maravilha ou coisa inteira como capacho da Tide, mas...
Eu tenho uma presa. É na crise final que tem o Batman de azo-há. É, né? Não, é no Batman. Mas na mesma época, não, não. Nossa, é muito confortável. Eu acho que é porque ele tinha morrido ali na crise final. Ele toma uma... Uma... Uma... Uma... Uma Ômega. Ele toma a Sansão Ômega, mas na verdade, a Sansão Ômega faz a consciência do Batman voltar no tempo. Ela não mata. Por quê? Eu não sei. Que merda. Ó, Liga da Justiça dele também. É T-Con.
A liga dele é boa demais, cara. Com a trevite, com a trevite, porra, é bom demais. Os testes deles são bons, os caras... Não, não é com ele, não. Até o final, eu não sei o que caga também. Sete soldados da vitória também, incrível, até o final, que depois vira uma porra louquíssima. Ninguém falou homem animal? Eu falei. É, ele falou. Bom pra caralho também. Mas deixa eu aproveitar e puxar o estranho. Alguém tem mais algum ruim?
Eu não gosto do super-homem dos 952 dele, do Action Comics. O motoqueiro é o super-homem motoqueiro? Super-homem de calça jeans. Isso. É o Roadmove. Super-homem versus Elite. Mulher Maravilha é Terra 1, tô lendo, tipo, isso aqui nem é. É depois da fase dele, né?
Super Homem do Inverso da Elite é do Joey Kelly desenhado pelo Doug Mank é que já é depois da run do Morrison eu também gosto desse problema também mas a gente tá falando de Morrison alguém leu o Quarteto Fantástico 1, 2, 3, 4 dele? cara, eu ouvi o seu língua, não lembro nada eu li assim tem 3 semanas eu acho que é muito eu acho eu acho que é muito fruto de uma época aquela época que eles eu acho que é muito fruto de uma época
Marvel Knight estava voltando pra fazer versões do... dos heróis, assim, um pouco mais... com uma pegada meio vertigo, assim, sabe? Então desenhado pelo Jay Lee, desenho muito bacana.
E aí... Aí assim, é muita discussão mais emocional. Dessona, sim. Meio qual é a bad do... Cada personagem vai tendo uma bad. Cada número é um dos personagens lá do Quarteto Fantástico. Aí a gente acompanha a bad de cada um.
Mas, na verdade, era o Doutor Destino que estava manipulando por trás os acontecimentos para meio que desestabilizar psicologicamente eles, derrotar. E aí, no fim, o Reed Richards aparece para dizer sabe por que você nunca vai me derrotar? E derrota ele.
Aí assim, lendo hoje, é um pouquinho cansativo, porque a gente já viu um milhão de versões disso. Mas numa época ali, aquele iniciozinho dos anos 2000 ali, acho que teve um momento muito rico criativamente.
Tipo, quase como se fosse... É, foi, mano. É tipo a renascença da Marvel, né? Exatamente, exatamente. Uma renascença criativa ali da Marvel e do pós-anoes 90. Aquela falência da Marvel ali nos anos 90 e tal. E aí... A fase do jokezada no comando. É, isso aí. E aí, assim, eu imagino que naquela época... Porra, ler naquela época devia ser foda. Ah, lembrei de um, inclusive, dessa época aí que é bonzinho também pra caralho, que é o Marvel Boy. É dele também.
Marqueo Boy. Tem o Miracle-Man dele também, que eu não... Alternativo, é uma... O universo Marvel é alternativo. Tem o Miracle-Man do Grant Morrison? Por quê, né, gente? Tem, não tem? Não, é do... É do Game Man, pô. Não, mas depois... Tem, tem? Não tem, não tem.
Eu tô vendo All New Miracleman com Grant Morrison Caralho Caralho, é um cara muito movido À invés do Alan Moore Eu acho que esse é o maior pecado da vida É um guaxinim Ele virando lixo Eu tenho certeza que ele pegou o Lanterna Verde Só porque o Alan Moore Pega o Lanterna Verde Mas o Alan Moore pegou o Lanterna Verde Le 엄마 Le 엄마 Le 엄마 Le 엄마 Le 엄마 Le 엄마
fazer duas historinhas nos anos 80, cara, ele demorou... Ele poderia ter pego antes, cara.
é uma história dele do Super Homem também eu acho que ele tem uma questão será uma admiração muito grande assim? não, não, ele é do 2 é a admiração tóxica Camilo ele é de sumo dele como diriam os jovens ele quer que o Senpai preste atenção nele, mas o Alan Moore Senpai ele não liga muito pro Grand Morton ele tenta chamar a atenção dele entendeu? é um bom mangá isso um bom mangá
O cara, o Caio Oliveira fez umas tinhas bem engraçadas nessa onda ali. Tem inclusive aquela que virou camiseta das baratas, que é o o Alan Moore de Doutor Estranho e o Grant Morrison de o cordomo dele. Cara, eu tenho esse gibi aqui. Também tem, é muito bom. É um demais. Ah, virou um gibi? Virou um gibi? Um curtinha dele, tem poucas páginas, mas é bem massa.
Ele desenvolveu uma estirinha mesmo, assim? Vamos para os estranhos. Nos estranhos, além dos invisíveis. O que vocês estão pensando? Além do óbvio. O Jack's Mentalo é estranho. O Jack's Mentalo é bem estranho, né, cara? Cara, eu não diria que tudo é estranho, mas o arco final dos novos X-Men dele é uma parada que, assim... Pois é, o Fera Branco, né? É, tipo... Por quê?
ali, esse pool de bi, assim, que eu falei, caralho, esse cara, foi um momento que eu falei, meu irmão, esse cara sempre caga no final. Nesse que eu falei, ah, já passei por isso antes. Mas, ó, mas vamos falar assim, vai, tem outro quadrinista maravilhoso, que falam que sempre caga no final também, e é muito diferente um do outro, assim, que é o Naoki Urazao, lá, Máximos e Lojinha podem dizer também.
É bem diferente, né, cara? O tipo de cagada de final. O negócio do Naoki Urasawa é quando ele não tem um final em mente, ele vai embora. Pega Monster, 20th Century Boys. 20th Century Boys quer que tenha acabado três, um terço antes. E tem um final, né? E tem um final, você lê e fala olha aí, acabou bacana aqui. E não. Aí avança mais um pouquinho, tá bom, acabou bacana aqui também. Tem vários finais, na verdade. Porque esse cara tá batendo...
Guttara Sudara Caralho, velho Do nada Qual, velho? Aquele cara que ficava tocando violão Numa cabine de rádio eternamente Guttara Sudara, você lembra disso? Não Que é traumatizado
De qual mangá? Ah, sim, sim. Ah, lembrei. Pode crer, pode crer. Ele estava falando do monstro, eu falei, uai, não lembro disso. É diferente, como é diferente cagar na parada, né, assim, completamente diferente o estilo de cagar no final, né. Tem um livro do Club do Livro, do MDM, que a gente vai falar também, que passa por isso. Mas eu vou deixar isso pra depois.
Tá fazendo autopromoção, Eloginho. Isso, eu tô falando que o meu livro cagou no final. Essa é a promoção. Galera, pra saber como eu fudir o final, você só me olha. Eu vou ter que ler 300 páginas aí pra ver como eu caguei com tudo. Queimando pauta aí, rapaz. Inclusive o YouTube do livro vai sair mais cedo que eu tô esperando, tá? Eu acho o Arroz e Lorcan e eu vou ter que ler.
super valorizado. Aquele shade, aquele shade não é dele, não? É. A gente já falou de W3, né? O W3, né? Eu que falei. Aliás, falou, foi o primeiro que ele falou. Acho que é isso. Do modo que...
Isso é do morso, como assim? Normalmente quando você fala coisa estranha, às vezes você só é burro. Mas... Ah, não achando nada. De graça, lojinha. O padrão do padrão do padrão do padrão do padrão. Doutor Loja. Mas, cara, o crise final... Doutor Estabelecimento, né? Loja Maçônica. E é confuso não só o que...
A história é confusa, tipo, ela é remendada para as partes... Porra, a conclusão está fora do GB. Quem que escreveu aquele 52? Não o novo Super 2, aquela marxissérie. Ele está lá no meio? Não. Não, não está, não. Ele está no set de soldados de vitória, né? Não, ele foi criador do 52. Deixa eu ver aqui. Aquilo eu achei muito legal. Besouro Azul, caralho.
Supostamente ele está aqui na parte de criativa. Geoff Jones, Grant Morrison, Greg Hooker, Mark Waid e Keith Kiffen. Caralho, isso é demais.
Vocês começaram a falar do Greti Morrison, tem algum motivo específico? Aniversário dele? Não, é que eu tava falando dos meus primeiros gibis e foi o X-Men Extra e ele às vezes conversava com o X-Men do Morrison só que isso nunca me motivou a comprar os X-Men do Morrison eu tava satisfeito lendo meu gibi do... Foi isso que abriu o gatilho Acho que eu vou dar uma pergunta pra vocês que eu adoro fazer que é o que vocês estão lendo agora nesse exato momento E aí
Eu tava lendo o clube do livro. E, Gibi, alguém tá lendo? Eu tava lendo... Deixa eu pegar aqui na coisa. Que eu tô bem atrasado com o Gibi, mas eu tava lendo o maior mensal da vida. Eu tava lendo... Uma que eu tô pra ler, que eu vou falar dela porque eu tô bem interessado, é o Nova Fada do Super-Homem, porque eu já tava gostando da... Quem é o... O roteirista? Enfim, vou pegar depois quem é o roteirista, mas assim...
depois do evento do DC KO eles deixaram o Superboy Prime ser o protagonista da história ah esse filho da puta e tá divertido cara porque ele é só um nerdão que tá tipo não galera ele quebra a parede o que mais vezes é uma parada muito cara só que o que eu li é suficiente ele não
usa a parede, quebra a parede de forma divertida, de forma pra falar de outras coisas, tipo, ele fala ele tá entendendo uma hora que ele tá brigando com o cara porque o Peter Parker e o Margini dele ia ficar casado, tipo, eles não falam que é por causa disso, mas claramente a discussão era essa. E ele tá tipo, ó, eu sei que todo mundo acha que eu vou trair vocês agora, porque é o clichê. É o Brad Meltzer que tá escrevendo? Não, é o... Ah, eu não vou lembrar mais. Ah, foda-se. Mas tá bem interessado.
Pois não. Tá lendo algum gibir? Cara, eu peguei o Sequelas no Mutarelli, sabe? Os primeiros trabalhos dele. Mas daí como eu tava pintando a casa, meio que parei. E também tá na fila aí pra ler na sequência o Beliscão, que alguém me indicou. Chegou essa semana. Chegou? Chegou. Mas olha só, tem o Sequelas, o Diomedes, que eu peguei os dois numa promoção, e daí o próximo é Beliscão.
Caraca, que listem que onda. De o quê? Joe Mads. Também do Mutarelli. Do Mutarelli, é, que saiu pela Companhia das Letras. Ah, Joe Mads, aquele que tá natal. Eu ganhei esse mesmo. Ganhei de casamento esse livro, vocês acreditam? Minha prima. Olha aí. E deu? Ele usa como... Suporte de porta pelo tamanho, né?
É grande, cara. É grande. Mas é legal. É pra caramba. Eu gosto muito. Inclusive acabou de sair, parece, né? Saiu um livro novo do Mutarelli aí. Então, foi meio que por isso que eu fui atrás desses aí. Eu comprei esse outro na pré-venda, chegaram esses dois e o novo ainda não chegou. Você lembra o novo aí, Malasso? Não, mas eu tô com a minha conta da Amazon que eu já vejo. Pera aí. E Pelé? A gente tá lendo o quê? Eu tô lendo o livro aí do clube.
E eu acabei de ler o Transformers, né? Que eu comentei com vocês esses dias. Eu achei muito bem escrito. Muitíssimo bem desenhado. Mas eu não consigo me apegar aos personagens. Aí eu saio da história. Você vai colocar... Tu vai colocar robôs gigantes na sua lista de dragão? Não, não. É que são robôs que são carros que são alienígenas e têm sentimentos. Aí, cara... Eu sei que tudo que a gente lê aí de bonequinho...
Nossa, que absurdo. É um cara com uma cueca por cima da calça que veio de outro planeta, mas é igual ao ser humano. Não, mas eu entendo. Vocês entendem, vocês entendem. É foda ver um... Um pouco a barra mesmo. Um pouco a barra mesmo. Cara, um pouco o caminhão. Se você elimina um desses elementos, tipo...
Ele é um caminhão que tem sentimentos. Talvez eu lesse essa história numa boa. Ele é um robô que tem sentimentos. Talvez eu lesse essa história. Agora um robô vira caminhão e tem sentimentos. E vem de um planeta. É muita coisa.
Mas, Dóginha, eu abri falando que é bem escrito e bem desenhado, só não é pra mim, sei lá. Acho estranho isso, cara, porque, sei lá, eu era viciado, viciado mesmo em Beast Wars, animação 3D podrona do Cartoon Network, assim. Aquilo, cara, eu me relacionava demais, assim, com... Eram animais... Não, então, são coisas de Transformers, só que são animais robôs, em vez de se transformar em caminhão, se transformam em um gorila.
em gorila, em vespa e moram em outro planeta eu amava essa série eu amava essa série você está falando isso, Camilo? não, eu acho que talvez essa justificativa do Eric seja, não seja às vezes o GB é meio ruim mesmo, sabe cara? pode ser bem escrito
aqui não é por causa do conceito eu não acho porque tem tanto mangá bizarro, por exemplo sabe cara, tem tanto mangá que tem uns conceitos extremamente sem noção e é muito mangá de galo você viu já, né exatamente, o do galo você viu esse do galo, cara é muito foda esse mangá do galo é bem desenhado pra caramba, né, em cenas de ação nossa, é muito louco, cara rooster fighter, é o nome tem um mangálo isso ahhh um um
Ah, sabe o que eu li também? Vai virar anime, inclusive. Ou já virou? Vai lá, desculpa. Não, não, era só isso, né? O número 2 do Ajax. Ah, o Ajax absoluto. É, é, o absoluto. É um jubi muito louco, hein, cara? Eu descobri que vai terminar, aí eu arrogo tudo de uma vez.
Eu fui na banca com meu filho e o moleque lá que tava atendendo falou, ó, a Jack chegou e já tá acabando, hein, se quiser, é pra levar logo. Daí meu filho tá lendo, meu filho tá lendo os Absolutes. Eu só não tô lendo... Eu tô comprando a banca, que é uma coisa muito legal mesmo. É, mesma coisa. Eu só não tô lendo o Batman, mas assim, a Mulher Maravilha tá a melhor coisa escolhida da Mulher Maravilha. Eu acho que é a melhor coisa escolhida da Mulher Maravilha. Pelo menos eu, sabe? Tem o Flash que eu vou...
Eu vou ser babaca e vou esperar encadernar, cara. Não vou comprar o... Em espiral, né? Eu perdi. Vou comprar tudo e mandar encadernar e te entregar. Em espiral, né? O máximo, você agora? Ele falou que ia sair rapidinho, hein? Vou falar a minha vez. Eu tô lendo o... O... O...
Alfred Hitchcock, mestre do suspense, que saiu pela Cyberpulp. Tô lendo Thunderbolts ainda, né? Eu já tinha falado disso, acho que numa outra gravação, que é enorme, essa Epic Collection. Essa Epic Collection, cara, mexe comigo, não sei porquê, eu acho tão maneiro essa coleção. Sempre me dá um tomezinho assim.
Não, e é muito o gibi dentro do encadernado e ele é mais gostoso de ler, sabe, do que os capa dura, assim, sabe? Enfim, e é sempre, costuma muito, assim, uma porcariada dos anos 90 e me deixa animado de ver em formato americano, tudo ali, com as capinhas originais, então, porra, fico... Eu caio sempre no conto da época.
Aí tô lendo o de livro Olhares sobre Wolverine, organizado pelo Guilherme Gmi, que eu achei que era amigo de vocês, não é não? Não é não, né? É, pô. Conhecido a gente, pô. Gente boa, Gui. Ele é de Porto Alegre, né? É lá do Sul. Que saiu pela Poptopia. E, cara, é gostosinho ler um negócio sobre coisas que você meio que já conhece, né, cara? É meio um comfort food, assim. Aí ficar lendo sobre é...
as cidades que aonde o Wolverine atuou em relação o Wolverine com o Japão, os Wolverines de realidades alternativas todos os filhos do Wolverine e aí eles ficam citando também aonde saiu, e aí, cara fico preso de ver que eu li quase até agora, pelo menos, assim
Uns bons 80% de tudo que saiu de Wolverine aí. Aí fica dando aquela vontade de reler as coisas, sabe? Gostoso. E tô lendo um gibi soltaço. Eu achei nessa viagem que eu fui fazer lá pra divulgar o filme em Boston, né? Uma loja de quadrinhos em Boston, achei um gibi.
De 18 dólares, remarcado para 5 dólares, que é um quadrinho sobre improvisação. Chama Improve. Como eu descobri a improvisação e conquistei a minha ansiedade social. Uma autora que faz Alex.
Ela faz quadrinhos biográficos e ela sofre muito de ansiedade social, de ficar nervosa na hora de conversar com as pessoas e quando rola um silêncio constrangedor e tal, e isso ia fazendo mal a ela. E aí, através da improvisação, ela vai ficando mais à vontade e tal. E aí fica falando de exercícios que tem, né?
vários eu faço com os meus alunos, outros eu fico pensando, porra, tá aí, vou fazer isso aqui e tal. Eu nunca imaginei uma mistura dessas, que são dois universos que, pra mim, são muito presentes na minha vida, mas completamente díspares, não vou dizer opostos, porque não tem oposição, mas completamente paralelos, e aí não tem lugar. Obrigado. Tô lendo um gibi de improvisação, tô achando bem maneirinho. Massa, cara. E o desenho é legal?
Legalzinho. É bem aquele quadrinho autobiográfico infantil juvenil que talvez é um grande adulto, talvez parecido com uma energia meio Raina Telgemeier, você tá ligado nessa mulher? É meio improvisado o desenho, então. É meio improvisado o desenho. Ah, não, não, não.
É meio cartunzinho, sabe? Meio um caldo bem simplificado, assim. Ah, legal. A folheada dá uma sensação meio de quadrinho didático, institucional e tal, mas a leitura é bem gostosinha. Feliz. Que massa. Ele ter custado 5 dólares me deixa mais feliz ainda. Isso é outra parada também, cara. E sem contar que é uma parada que dificilmente vai ser publicada aqui, né? É, pois é. Também tem isso. É um negócio que...
Dá aquela sensação de tipo, caralho, um achado. E eu acho que também nunca nunca vi essa porra em lugar nenhum. Então assim, acho que se eu não tivesse entrado naquela loja, naquele dia, eu nunca ia encontrar essa porra, sabe? Não sei em que outro momento da vida eu ia encontrar. Total, total. Nesses tesouros assim, eu tenho um de te mostrar. Chama The Sheet Dark Knight. É o caverno das trevas de merda. São vários quadrinistas americanos, cada um fez um...
Cada um fez uma página do Campeon das Trevas do seu jeito. Tem gente que desenhou com boneco de palito. Eu comprei na Comic Con de Nova York. Que foda, cara. É um genio escroto, não dá pra ler. Mas é divertido, pô. É, não, não. Eu gosto muito disso, assim, que é aquele gibi que você pega e imediatamente você lembra onde você tava quando você encontrou ele pela primeira vez, sabe?
Ele é muito único. Não é tipo... Não é um gibi que você encontra em vários lugares e aí você decide comprar ele porque tá mais barato ou porque agora você quer ler. Não, é um negócio assim. Nunca vi isso em nenhum outro lugar. Não verei novamente. Se eu não levar isso aqui agora... Aí, Carlos, a gente podia fazer um quadro novo. MD mostra o seu que eu mostro o meu. E daí a galera fica mostrando esses quadrinhos únicos aí.
Cuidado, esse nome, esse nome. Não, não. Eu comprei na mesa do DinaFood.
Eu achei ali no internet. Então, você sabe que essa história que o Eric falou me lembrou que, sei lá, uns 15, quase 20 anos atrás, uma galera do Brasil fez um... O Feira da Fruta em quadrinhos e cada um fez uma página do Batman. Tem online isso. Tem online, é. Era um blog que eles postavam. Pequena Feira da Fruta. Cara, é maravilhoso, cara. Tem uns desenhos assim dos caras que na época...
A galera da conta é em peso, cara. Marcelo Braga. Até o Jefferson. Tem página do Jefferson Costa. É um negócio muito, muito legal. Que nunca vai ser lançado, provavelmente. Nunca vai ser impresso, porque não tem como. Mas tem o Magoferi Gato. O Roger Cruz, assim, sabe? É foda. Muito foda. Eu tinha um site do... Eu tinha criado o site Caverna do Caruso basicamente pra falar desses gibis, assim. Tipo, que... Underground, assim mesmo. Não, e um achado muito único e tal. E é muita vontade de...
compartilhar, sabe? De caralho, olha isso aqui, pelo amor de Deus. Se outra pessoa ver, talvez isso exista, não seja uma invenção minha. Tô vendo a página, só agora tô vendo a página que o Loginha mandou, muito boa essa página do Superboy Prime, hein? Parece aquele... Pô, parece uma capa do Ziraldo, cara, do Menino em Quadrinhos. Nossa, esse gibi é bom demais, hein, cara? É, que é um gibi que vai virando livro, assim. Maravilhoso. A proposta dele...
A proposta dele era incentivar as crianças a lerem. Então você começa lendo os gibis bem simples, o tamanho dos quadrinhos vai mudando, então vai aumentando o volume de texto, aí vira um livro com letras grandes, aí vai diminuindo a letra, que é para acostumar a criança, é como se fosse um livro de passagem, entendeu? Ela encerraria esse livro pronta para ler livros com formatação de anúncio.
proposta loucaça, maneiríssima, cara. Maravilhoso, cara. Uma obra-prima assim. Passei no surubão o Superboy Prime dizendo que o Mera e a Mary Jane deviam ficar casados. Nossa, irado. Porra, já me ganhou.
Esse estilo Dark Knight do Pelé também me lembra um, cara, que eu achei a minha lua de mel. Caralho, coitada da Mariana, de ter que passar por isso na lua de mel. E entrei também, e assim, foi muito assim, tipo, a gente tava, sei lá que cidade que a gente tava, mas que...
Me deu, tipo, um... E eu tenho isso, talvez vocês tenham também, às vezes me dá, tipo, um sexto sentido de loja de quadrinhos. Eu acho que se eu virar aqui, tem cara de que vai ter uma loja de quadrinhos ali. E aí eu viro, e aí tem. E aí tinha. Aí entrei e tal, fiquei vendo várias coisas, e aí achei um, cara. Era exatamente essa descrição aí, de nunca vi esse autor na vida, nunca vi em lugar nenhum, que chama...
The Adventures of the Unemployed Man. Irmão, é genial esse GB falando do da merda que a gente tá vivendo, do capitalismo esse capitalismo tardio e tal, e tudo precarizado, enfim. Mas isso em 2012, sacou? E agora eu tô sentindo bem na pele aí, isso que esse GB falava.
E é foda, foda, foda. E sempre com umas paródias muito específicas do universo de quadrinhos, tem lá, tem o Super-Homem, tem a Mulher Maravilha, tem o Galactus e tal, mas com a versão, com a metáfora que ele quer fazer. Então a Mulher Maravilha falando muito sobre a precariedade da situação da mulher no local de trabalho. Cara, foda pra caralho, Brian. Deixa eu ver se o cara tá aqui pra jogar.
Eu, Lojinha, posso dar um recadinho? Eu permito, vou bater o Marcelo aqui. Porque hoje é você que está no poder aí, né? Então tem que ser educado com você hoje, não pode zoar o menino, né?
Isso, porque claramente é sempre o o host do podcast é emzoado. É uma regra, né? Bom, como eu tô sempre querendo dar recadinho, né? Não, eu nunca dou recado, vocês sempre ficam falando que eu quero dar recado, hoje eu quero dar recado. Nunca dou palavra muito forte.
pros lamentáveis aí já se programarem no dia 6 de junho 6 de junho é o primeiro sábado de junho vai ter uma festa junina na loja monstra e eu vou tocar lá nessa festa junina com a minha banda vai ser muito massa que a gente vai fazer umas versões estamos com um projeto novo que eu falo mais pra frente no próximo podcast já vai estar mais
com o projeto um pouco mais sólido, mas a gente vai tocar umas músicas aí, cara, umas raiz caipira lá de São Manuel, assim, umas versões do som que eu faço com a banda. Então vai ser, sei lá, 10 reais e ganha uma cartela de bingo, uma coisa assim, vai ser muito de boa. Então já coloque aí na agenda. Calendário. 6 de junho, calendário, exatamente. 6 de junho.
O Bojack lá, inclusive, o Rafael Fleming já falou que vai, que é um lamentável. E espero todos vocês lá, inclusive vocês que estão aqui nesse podcast, ouvindo e falando. Lojinha, pode vir. Tem alguém mais algum recado? Acho que como o pessoal tá caindo... Talvez não esteja aqui, hein? Acho que eu vou chegar lá, hein? Porra, cara. Se você estiver por aqui, você precisa ir, velho. Já bota aí. Resença ilustre. Nossa, cara. Aí sim. Aí...
Vamos cantar uma junto lá, vamos fazer uma dupla sertaneja. Vamos ensaiar direitinho, tá? Não vamos marcar muito assim com vontade porque sem ensinar é difícil. Ah, não vamos cariocar, né? Exatamente. Mas é esse o meu recadinho. Ok.
Deixa eu começar a pegar aqui os comentários. Aquele cara dos filmes falou, novamente, seguindo a tese de que todo ouvinte do MDM já ouviu o podcast do MDM, ele perguntou, dentre os reviradores de lixo do Alan Moore, qual o melhor pra vocês? E a gente falou do Grinch. Falou do Guaxinim. Qual outro revirador do Alan Moore tem?
Eu também tô pensando, qual... Porque, assim, não é um cara que, às vezes, tenta imitar, um cara que é picionado no amor. Não, revirador de lixo pode ser ocasional. Sabe quem eu acho que ocasionalmente dá uma revirada ali e tenta dar uma lamorizada? É o Tom King. De vez em quando ele faz lá aqueles quadrinhos com... Os quadros de nove... Os quadros de nove quadros. E tal. Um arzinho de Watchmen, assim, sabe?
Falar, meu irmão, faz teu gibi aí, caralho Eu tô tentando pegar aqui Todo mundo que trabalhou no Before Watchmen Mas eu lembrei que o Doomsday Clock quem fez foi o Jeff Jones Ah Esse remexeu gostoso É que a foda é que assim Alguns gibis do Alamur Eles sempre ficaram É E um
com o Ailey, sabe? Tipo, ninguém mata as vezes vingança, ninguém mata as vezes não sei o que, tentando pegar um que o pessoal chafou na lama mesmo. Mas... Ah, aí, sabe um cara, sabe um chafudador de lata de lixo do Solomor que eu gostei bastante, cara? Foi o Len Wein, daquele antes do Watchmen, com arte do... acho que do Jay Lay também. Ah, que ele fez o Demandianismo. Exatamente. É o único...
Essa coleção do Before Watchmen que é boa. E tem duas histórias dentro da mesma. Tem os imandias e tem aquela One Dollar... Não, como é que era? Dollar Bill. Dollar Bill e... Só voltar aqui rapidinho a lembrança de todos os Before Watchmen. Foi o Doutor Manhattan do Straczynski e do Adam Hughes. O Rochasco do Azarelo e do Lee Bermes.
Oi também. Esse Dolar Bill que o Carlos falou que é o Straczynski e o Eduardo Riz. Lane Wayne e Steve Rude. O Coruja do Straczynski aqui brincou de reverendo isso também. O Scrooge. O Comediante do Azarelo. A Espectral do Darwin Cook e da Amanda Coney. Esse eu li, eu gostei. Gostei. Hoje em dia a Espectral não achei nada, meu Deus do céu, mas eu gostei. Os Iman Dias do Lane Wayne e J.D. E os Minutos Men que eu também li que é só do Darwin Cook.
Cara, só fazer um parênteses, estão falando de Alan Moore aí. Recentemente teve um podcast dos meninos lá do Fala Animal, tentando ver aqui qual que foi. Ah, do Pacificador. 60 anos do Pacificador. Foi bem legal, cara, que eles falaram um pouco do Watchmen e tal, e que era pra ser os personagens. O Pacificador era um dos personagens que era pra ser, né, do universo do Watchmen. Ele era pra ser o comediante, porque o Watchmen era pra ser da Terra... Oi?
O Questão, o Comediante O Besouro Azul O Capitão Atom era pra ser o Doutor Mahata Doutor Mahata A Espectral era pra ser quem? A Espectral acho que ele ia inventar Não era um outro personagem que não é Inclusive se não me engano Eles falam todos Eles falam todos que eram pra ser um dado momento Que alguém perguntou Mas ouve lá também Só isso que eu tô dizendo Onde é que tá a bandeira pegando?
É... Deixa eu tentar pegar a internet aqui. Fala aí, fala aí, Luiz. O que é o Pacificador? Era o... O mestre do Kung Fu. O mestre do Kung Fu era pra estar também. Eu acho que era o com... Quem era o porra do mestre do Kung Fu nessa porra de história? O Rorschach. Não, sei lá. Aqui. Pisoura do Tu era pra ser o Coruja. Questão era pra ser o Rorschach. O Capitão Atom era pra ser o Doutor Manhattan. O Pacificador era pra ser o Comediante. Até aí, tudo faz sentido.
Nightshade, não sei quem é Shade hoje, não, no GB da PC. E o Thunderbolt, o Peter Cannon era pra ser Osimandias. Massa, isso eu não sabia não. Eu acho que, eu não sei porque caralhos o Mestre do Kung Fu tá fazendo aqui, mas ele está aqui. Lembrei que também todo o meu conhecimento do Mestre do Kung Fu foi em Crise Infinita, onde o Bane quebra a coluna dele.
Acho que é só uma propaganda da Carlton Comics entrando na coisa. Deixa eu continuar aqui nos comentários. Vamos seguir rapidinho com o Nira perguntou o melhor e o pior do Bendis, do Deodato e do James Robinson. Eita, rapaz. Aí são oito horas de podcast. Vamos fazer só do Bendis. Só do Bendis. Porque o Deodato ele não escreve.
Então acho complicado fazer aqui. O James Robinson fez pouca coisa também, então vamos com o Banges. Banges, Banges, caraca, melhor. O pior do Banges é o super-homem dele. Não, não, não, não. O super-homem dele é horrível. Ele transforma o garoto, o John, em adolescente, fudendo o personagem. Eu odeio o super-homem do Banges. O demolidor dele é bom, cara. Não, mas odeio o super-homem do Banges. O demolidor dele é bom pra caralho. Então.
a Liga da Justiça dele não é fraca cara, eu li não li não mas cara, o melhor o demolidor dele é foda Powers, eu acho que talvez seja a obra máxima dele Powers é muito incrível, cara começa bem assim, um gibizinho de detetive normal e tal que a pegada é detetives investigam virou sério, não virou? é o herói é o herói
Virou, mas não engatou, não. Virou, mas não virou. Nossa senhora, vira um tratado assim, vira uma espada mais foda que eu já li na vida, cara. Quando vai avançando assim, os gibis, assim, tipo, puta que pariu. O Grandez é outro, a gente tava falando do Morse, é outro que sumiu completamente. O último trabalho dele foi... E o final do universo Ultimate dele.
Ah, não. Ele tá lançando coisa ainda. Então o Wikipédia cagou pra ele. Ele também lançou um fenômeno. Um negócio que eu fiquei louco pra ler aí, mas só capa dura, só uns gibis caros e tal. Eu vi num sebo, e no sebo tava caro. Eu sigo ele no Instagram. O Benji, ele assim, ele moldou completamente o universo Marvel por uns 6, 7 anos.
Foi Demolitor Foi Jessica Jones Mais do que isso, pra mudar mesmo o universo Vingadores Vingadores Homem-Aranha é o Ultimate, gente
quanta coisa saiu do Manantemente Maio Morales, né? Maio Morales tá aí até hoje. Eu diria que assim, o Maio Morales é o maior personagem dos quadrinhos criado nesses 10 anos pra cá. 10 anos pra cá, não faz pra caralho. É 2010 pra cá. Que outro personagem dos quadrinhos tem o impacto do Maio Morales? E pá é o personagem de quadrinhos mais importante do milênio. Claro. Ah, alojinho, tá? Não, assim, de relevância, joga outra pra mim. Briga comigo.
Vamos pensar. Gwenpool. Arlequina. Arlequina veio do século passado. Arlequina é 90. Batman do... Animated Series. Do Trinidad. Não, tô jogando. Vou colocar no post do podcast amanhã. Título. Miles Morales, maior personagem do milênio.
Jessica Jones não teve... Não, acho que tá definido. Tá definido. O Miles é foda, meu. Eu tava pensando naquela...
Como é que chama aquela... Aquela que... Sticker lá, tudo. Como é que ela chama? Kamala? Kamala, é. Kamala, mas não é do Bendy, não, cara. Ah, tá. Você tá falando pra comparar com personagens criados. Com personagens que têm uma força gigantesca e são... Aqui. Eu tô pegando aqui, teoricamente... E o Invencível. Eu ia botar lá. O Invencível dá pra falar. O Invencível e o Rick Grimes. Que eu tô vendo na lista aqui. Dá pra discutir. Ah, mas eu acho que mais uma hora ele já tá maior, já.
Impacto muito também por causa do filme. E também tem o filme e aí tem aqueles amiguinhos do Homem-Aranha lá, tipo, né? Pra criançada. Hoje a criançada, pra ela, tem o Homem-Aranha, tem o outro Homem-Aranha e tem a Menina-Aranha.
engraçado a reclama de barriga cheia, né Loginho, vamos combinar? na minha época eu só tinha um Homem-Aranha não, não, não, tios clones não vem não eu tava falando que o primeiro GV do X-Men que eu peguei foi o da Pistock morrendo e todo mundo morrendo desilado pra virar destaque de Caralho 4 o primeiro GV do Homem-Aranha que eu lembro de ter lido foi que a filha dele sumiu só começa o do táxi lá?
É o quadrinho que termina com a Homem-Aranha abraçando a Mary Jane, falando que eles iam ficar bem, não sei o quê. Eu lembro disso que isso me marcou. É claro, né? Marcaria qualquer família que não fosse dos quadrinhos. Mas o Miles Morales, com isso que o Rogênio também estava falando da relação com as crianças, também acho muito interessante que não tem a crise que as crianças não têm a crise que não tem a crise.
os adultões têm, assim, tipo, ah, tem outro Homem-Aranha e chama o Homem-Aranha e foda-se, e não tem... As crianças já crescem acostumadas com, entendeu? Não tem, tipo, ai, mas mudaram o Homem-Aranha, ai, mas essa lacração... Isso é só racismo, porque a gente chama, tem 15 flashes e 15 lanterna verde. Pois é. Total. É só racismo. E é bacana que tem um efeito...
Tem um efeito legal, que assim, essas crianças elas já crescem sem essa... Sem essa barreira mesmo, né? Essa barreira, exatamente. Mas George B. Do Bendes, acho que ficou no Super Homem mesmo, né? É porque tem muita escolha narrativa ali. Eu realmente assim, detesto e desprezo a ideia de você colocar o John como adolescente que é, tipo, ninguém soube o que fazer com o John adolescente e o John criança era muito mais divertido.
Tinha mais ou menos a idade do Damien, dá pra fazer alguma coisa, você tinha um garoto ainda aprendendo seus super homens. Tanto que assim, é um vácuo tão grande que o super-homem teve que adotar duas crianças do mundo bélico pra ocupar esse espaço, sabe? Eu sou realmente contra. Brian Michael Bendis, eu irei atrás de você. Eu vou dizer qual é o RGB dele, você bem babaquinha, que é um dos primeiros gbis que ele fez pra Image Comics, chamado Lilith.
E o Guardiões da Galáxia dele também, eu acho bem... É muito chato. É só chato. É, e bem assim, tentando fazer um filme, sabe? É, é. E o Josh Redd, uma esquiadinha muito... E é foda, porque assim, o Ben sabe escrever humor. É, pois é. Ali fala que, tipo, não saia dos filmes. E tipo... Aquilo é batendo um ponto assim que, nossa senhora, cara.
A justiça jovem dele também é bem fraco. É bem fraco. É bacana porque traz o Superboy de jaquetinha de volta. De jaquetinha. E maneiro assim. Mas é bem sem tempero. Camilo, massa. Algum comentário sobre o pior gibi do Bendis? Não, eu tava focado aqui no final do jogo. Desculpa aí, viu? A gente não queria te incomodar não.
Não, perdão, eu falo Libertadores, rapaz. Eu não tenho nada a acrescentar. Vai meter o eu não vi no nosso piná. Outro bem ruim do Band também é o velho Logan dele. O velho Logan dele é bem... O que fez, velho Logan? Qualquer coisa.
Ele foi responsável por trazer o velho Logan do universo do velho Logan pro universo meio-meia. Aquela fase que a gente falou, caralho, como vai ser o universo Marvel sem o Wolverine, que tinha três Wolverines. Isso assim, bem... Aí depois o Jeff Lemire pega e faz um trabalho muito melhor do que o Bracken McManus fez com o velho Logan. O final do Ultimate, do universo Ultimate, foi ele que fez, da Marvel? Ou foi outra pessoa que terminou?
O que você tá chamando de final? É aquele cataclisma lá? Aquele fim do mundo? O Ultimátum. Acho que é esse o nome. Eu acho que foi ele, hein? Então tá aí uma coisa ruim.
vou continuar então aqui de comentários o Anderson Puri que falou no MDM 23 sobre Watchmen Ultra diz eu acho que o Zack Snyder com 50 anos faria um filme muito melhor muito mais maduro não se deixaria levar por esses momentos juvenis porrada enlouquecida, romancezinho, óbvio, sorrisinho ele não daria essas escorregadas aí ele manda outro o Skit com 50 anos e parece que potencializou tudo que o Ultra falou que ele ia melhorar um filme um filme
Tem algum outro diretor moderno Que ficou só na promessa Então, P, para trazer a informação O Ultimato foi pelo Jeff Lobb Foi o Jeff Lobb Ah, tá explicado então E lembrei também de outro GB ruim do Band Que é aquele Secret Wars Que não serviu para nada
Secret Wars que é tipo uma missão do Nick Fury com os heróis. Cara, eu adorava a arte desse gibi, cara. Eu achava a coisa mais linda que eu tinha posto os olhos na minha vida. É, mas a história é muito... Não, mas eu não tava interessado na história. Do Gabriel De Otto. Caralho, cara, eu adorava. Eu achava aquilo, meu Deus do céu, cara, isso aqui é muito bonito. Eu achava bem desempolgante.
Mas eu tava totalmente na fase vou ler só as figuras do Catena, cara. E foi minha primeira introdução ao Luke Cage que começa a história tomando atentado e ficando preso. Novamente, eu sou péssimo pra escolher o primeiro chipite, um monte de luca. Deixa eu continuar então aqui. Então, qual diretor vocês acham que ficou só na promessa?
Cara, eu gostava do Kevin Smith no começo, eu gostava muito do Kevin Smith. Porra, cara. Muito ruim, cara. Nossa, como ele é... Puta, como ele é só. Sempre é a mesma piada, né? Sempre é a mesma técnica. Os personagens todos são a mesma pessoa, ele não desenvolve nada de profundidade, você não acredita nos personagens deles, são todos a mesma pessoa. Todos são ele, escrevendo um monte de coisa, achando que é muito genial. O Kevin Smith é uma decepção, cara.
Eu gostava muito daqueles, tipo, parrados no shopping, essas coisas assim, sabe? Eu achei bom demais, assim. Enfim, não curti não. Mais alguém? Tem o diretor que ficou refém dele mesmo, né? O Chamalai? O Chamalai, é isso aí. Começou muito bem, depois não conseguiu replicar o sucesso. Tem o cancelado Tarantino também, né? O Tarantino, eu vou falar, cara, desde aquele último lá, eu já não curti tanto. Era uma vez em Hollywood, não foi o último.
Eu achei os oito odiados Bem chato, cara Eu também não me pego Eu gosto, mas mais do que Era uma vez em Hollywood Eu achei uma bosta, cara Quando eu assisti eu achei uma média e fui extremamente criticado
Eu achei que tinha uns momentos que me prenderam bastante. Tipo aquela passeada que o Brad Pitt dá lá naquela terra dos filmes. No rancho lá e tal. É, sim, sim. É, que fica tenso pra caralho e tal. Mas, assim, eu confesso que eu assisti esse filme muito...
Muito de idiota, porque eu não sabia a história lá do... Do Charles Mendes. Do diretor que... Sim, sim. E a mulher dele que foi assassinada e tal. Eu não sabia de nada disso. Então vi meio tipo... Tá, mas o que que tem? Aí depois o... O cara que viu o filme junto comigo lá ficou falando pra caralho. Tipo, de não, porque porra... Isso aconteceu, mas não foi assim. Nananã, nananã. Então ele reescreveu a história, isso aqui. Aí eu falei... Ah, tá.
Ah, não veria de novo. Não melhorou muito pra você, né? Mesmo com explicação, não. Melhorou, melhorou realmente, mas... Sei lá. Tem uma galera que às vezes dá uma sensação de que se perde um pouco na... Na falta de...
de uma editoria assim, né? Tipo, não tem ninguém pra dizer não, não tem ninguém pra dizer tipo, peraí, não pira. Um revisor, né? Um editor. Exato. O cara faz o que ele quer, tá livre pra fazer o que quer. E aí, às vezes... Não tem ninguém pra falar. Não, eu acho que dois minutos do pé da uma turma aqui nessa cena, não precisa, né?
Aí, às vezes, o cara peca pela... Vira quase que uma... O cara quer caricatura de si mesmo. Pô, tá aí. Outro diretor também que é uma promessa que, porra, realmente...
O Vingor é o M. Night Shyamalaya, que fez uns dois, três filmes foda. Ah, falou? Desculpa. A gente começou falando do Shyamalaya. Eu mal tava vendo o Libertadores. Aí, ó. Mas, porra, fez uns dois, três filmes foda, e depois, meu irmão, faz uns negócios assim. Vocês viram aquele filme do... Desculpa se vocês já tiverem falado, mas aquele filme do...
do pai da menina, que na verdade é um assassino serial no estádio, no show de uma cantora pop. Eu vi o trailer e acho que eu comprei isso. Meu irmão, o filme é uma comédia involuntária, de ruim. E no fim das contas acaba sendo meio que só uma autopromoção da filha do Eminem, que é a cantora pop, que é a nossa música dela.
Aí ele inventou uma desculpa pra fazer um filme que tem a filha dele como cantora pop de pano de fundo. Cara, anda. Eu queria dizer, Carlos, enquanto você tava falando isso, eu tava pesquisando umas coisas aqui de quadrinhos e eu achei essa capa do Homem-Aranha, que ele tá fazendo a pose da bunda da sábio. De propósito? Deve ser, né? Olha isso. Deixa eu abrir aqui. Não, não é de propósito.
Enquanto vocês falam isso, eu fiquei pensando aqui, mas um diretor, acho que o M. Night Shyamalan, cara. É, cara, vocês viram esse filme que é um pai de uma menina, que é um psicopata no estádio e... Meu Deus, cara, o Lepalm do Maré tá todo enfiado na bunda dele. Tá dando aula pra criança, gente. Eu detesto esse desenhista, cara, que você mandou aí o...
É meio torto, né? É capista, né? Tô, a gente tá... Virou... Olha o dedo do Homem-Aranha, que nervoso. Parece que... Sabe quando você vê um inseto e pensa... Pô, eu quero... Mas rapaz, ele é um super-herói. Você tem noção de quantas vezes ele quebrou esse dedo em batalhas? Tá todo fodido, mano. Que passada de pano, hein?
pegar aqui outro comentário. Porra, o Máximo saiu, não posso pegar. Um monte de gente perguntando a opinião do Máximo e o Máximo saiu. Eu não vi pra porra nenhuma a apresentação dele hoje. Ah, então pergunta mesmo assim. A gente fala a opinião dele. É o... Deixa eu pegar aqui, fechar aqui. O Thiago perguntou, depois de Coringa Empreendedor, agora vem o Musashi Empreendedor com o livro Guia do Empreendedor para o livro dos Cinco Anéis.
Cinco Anéis, meu Deus. E o Máximo só comentou aqui que um cara que era um notório minginco.
Sim, o cara ficar viajando de cidade em cidade tentando lutar com alguém... Meu Deus, morava na floresta e os caralho. E enquanto eu tava fazendo pesquisa aqui, pesquisas muito importantes, gente, claro. Eu achei que tem um gibi do Justiceiro contra o Moby Dick. Caralho, bro. O Justiceiro realmente não tem mais com quem brigar, né? Ele brigou com o Eminem, porra. Foi uma batalha de rap?
Não, foi o Eminem tentando ser muito maneiro, cara. Porque ele é maneiro e tem uma motosserra. Enfim, você tá falando da roca também? Tá merda, hein? Tem a parte que é o justiceiro apanhando pro Eminem. Vou deixar isso aqui pra todos. O Rodrigo Pereira perguntou, amigo Ladinha e demais membros da mesa, não esclareçam no questionamento. Duas grávidas brigando, pode ser considerada uma batalha de Gundam?
Somente se os bebês estiverem controlando. Mas, eu diria antes de ver o Ganda, que muita coisa que o Amuro faz no primeiro série é sair gritando e coisa. E você pode assumir que o bebê tá fazendo isso também lá dentro. E o Ganda se move sozinho. Não é tão diferente assim.
Eu acho que é, hein? Cadu Simões eu vou botar depois, porque acho que esse dá pra botar no fim. Posso ler um comentário aqui? Eu permito. Obrigado. Eu achei que o poder é um cara meio difícil. O Anderson Purick mandou aqui, eu só queria comentar que quando o Super Caruso comentou do episódio do Vec Cola da Casa Malsombrada, na hora que ele fala do personagem
Na explicação de engenheiro elétrico, eu só lembro de um amigo que é profissional formado em engenharia elétrica e diz não tem um fio saindo do cu para ligar na tomada, é engenheiro eletricista e não elétrico. Eu lembro disso na hora e queria compartilhar.
Falando nisso, Caruso, tem outro comentário aqui pra você. O Cavaleiro da Constelação de Cabanhoque falou, tem uma pergunta pro Super Caruso, pros nove, de mais nove bachareis que ouvem o Bloco dos Lamentáveis. Vocês conseguem diferenciar as vozes? Não digo a reconhecer quem pertence a cada voz, mas de não confundir os participantes, que nem acontece entre o Peléias e o Camilo. Não, eu confundo todos vocês. Mas ele tá perguntando isso do Bloco dos Lamentáveis. Sim, e eu confundo todos, porque eu sempre vou confundir todos.
Não, não, não. Eu diferencio bem e já tenho até imitações já prontas aí pra um dia colocar em prática. Tem um cara que é carioca que fica falando, tipo, é, eu não sei, né? Eu diferencio, não sei o nome, só sei que é uma voz dele. Tem um que tá sempre com o... Pô, cara, vocês são muito filha da puta, cara. Não dá pra ver, cara. Eu falei isso uma vez só, cara. Inclusive, eu fico refazendo as vozes dele enquanto eu ouço.
Aviso aqui os ouvintes blocos lamentáveis que o Change, ele não está meio comunicado essa semana e até agora não passou o bloco de vocês. Então, se não aparecer na minha mesa até amanhã, é igual. Eles vão ter que criar um podcast próprio, é isso? O Change abandonou eles. Vai pular uma semana. Olha o Camilo dando ideia aí, hein? Abandonados pelo Change. Foi um bom nome de podcast, hein, cara? Não, não, que isso, cara. Quem sou eu?
o Renan M perguntou se alguém está assistindo Rooster a série nova do Steve Steve Carell na HBO Max achei que era do cara de briga que a gente estava falando eu estava esperando completar para assistir tudo de uma vez só é legalzinha, mas é bem água com açúcar mas é legalzinha irmão, acabei hoje acabei meio que de novo o Love Life é legalzinha
da Ana Kendrick no Netflix, porra, tô achando bom pra caralho. Por que que eu acabei de novo? Porque quando eu fui assistir, eu assisti errado, assisti o último episódio primeiro. Aí, achei meio merda, assim, sabe? Falei, nossa, que jeito merda de começar a série. Pelo final.
É porque a série é escrita de um jeito que parece como se fossem capítulos isolados, sabe? Então você assiste inteiro sem parecer muito que é um final, entendeu? Então tem uma cara meio de apresentação, porque é ela conhecendo uma pessoa e tal. Mas todos os episódios são ela, tem um pouco disso dela conhecendo uma pessoa. Aí eu fui ver do início, e aí comecei, ah tá, legalzinho, legalzinho. No meio eu tava achando genial e aí comecei, ah tá, legalzinho.
E aí cheguei agora no último episódio gostando pra caralho do mesmo episódio que eu não tinha gostado quando assisti a primeira vez. É doido isso, né? Realmente um homem nunca pode mergulhar num rio duas vezes. Nunca mesmo um rio. Nossa. E ela tem uma pegada que é assim, é tipo, é uma narraçãozinha meio meio guia do mosteiro das galáxias, assim. Tipo, ah, o...
todas as pessoas costumam ter antes de encontrar uma pessoa certa costumam ter uma média de sete relacionamentos na sua vida vão ser casuais, vão ser não sei o que aí apresentar a protagonista, aí o episódio tem o nome do carinha
Aí conta a história de como ela conheceu o carinha, e vai até, talvez, eles meio que chegarem num impasse de separar. Aí o episódio seguinte é, tipo, dois anos depois que ela separou do carinha. Aí é um salto temporal, e você tem que meio que concluir as coisas por essa passagem de tempo. Então é um jeito espertinho de contar a história, de te deixar atento, de não ser tão...
paternalista na hora não é a palavra paternalista, mas assim de ser didático na hora de contar a história, sabe meio que tipo, meu irmão, acompanha aí não é nada, não é cirurgia cerebral, mas é um jeitinho espertinho de contar a história gostei bastante, recomendo Love Life, Netflix
Agora, o comentário do que o Lojinha leu, de confundir as vozes, ele tava falando da minha imitação do Eric, né? Porque minha voz normal não tem nada a ver com a do Eric, né? É a imitação. E ficou geilado. E fiquei bolado agora. Imita o Eric aí rapidinho pra gente ver se é muito diferente da sua voz. Cala a boca, não tem nada a ver. Sai daqui. Caralho, igualzinho, meu irmão, é assustador. Não, não, peraí, deixa o Camilo falar.
Não tinha saído? Vocês são muito idiotas. Tive que sair, tô lavando louça aqui, já volto.
Tô comprando cupcake, bolo, na verdade O que desenho legal falou que No Hall tem pão, é htempão E morreu o Nilzarama Pra mim, eu jurava que já tinha morrido Junto com o Comic Book Resources Há muito, muito, muito tempo Mas aí são umas referências aí De mangá, né, que eu não tô acompanhando Não, o Nilzarama, porra, o site De notícia Eu achei que era o nome de um autor Não, achei que era o nome do mangacá Não, achei que era o nome do mangacá
O Nilzarama, o site. O Nilzarama, Koyakatsu.
Cara, eu lembro que quando eu ainda escrevia post pro MDM, era constantemente atualizar o Newsarama, o Bleeding Cool e o Comic Book Resources. E hoje em dia só tem o Bleeding Cool. É isso, só tem o Bleeding Cool. Obrigado pelo comentário. Mas hoje em dia, pessoal, o Coisa de Quadrinhos é o Apachel Comics. Que é A-I-P-T. Não sei o que que significa.
Vocês estão falando alguma coisa? Não, não, não. Eu tô olhando os comentários aqui, catando uma, mas tem uma aqui que é uma pergunta mais... tem que ser visto aí, né? Mas eu só vi uma laça mesmo. Tá muito longe, tá muito longe. Tá muito tarde, tá muito tarde. É, Lúcia Helena perguntou. Tô trabalhando num grande evento de games e tô encucado com uma coisa. O ingresso do dia, que ela fala, é 250 reais. Uber pro metrô mais próximo e de volta é uns 40 reais.
O combo com burger, batata frita e refrigerante para uma pessoa é 70 reais. Onde caralhos essa galera arruma esse dinheiro todo? Cara, é muito caro. Tá sem porra, cara. Puta que pariu. Eu odeio... Ai, mamãe. Eu acho que eu vou estar nesse evento aí, domingo. Então não pode falar mal. Não pode falar mal do evento careiro. Eu não sei se é esse evento que ela tá falando, mas enfim, domingo eu estarei na Gamescom.
eu acho que às quatro da tarde, pra divulgar o meu filme Cansei de Ser Nerd, que vai estrear nos cinemas daqui a duas semanas, no dia 14 de maio. Bom que fugiu do Diabo Vestipada 2. É, mas vamos ver aonde eu vou cair também, né? Porque, rapaz, tá só aquele meme do Super Sentai correndo e bomba explodindo lá, porque essa semana agora é o Michael Jackson, que tá ocupando todas as salas.
E agora vai estrear o Diabo Véspera 2. É, Diabo Véspera 2. Os dois vão continuar. Mais duas semanas. Então, assim, não sei que sala que eu vou botar, não, cara. Minha sala vai ser provavelmente alguém com um DVD portátil aberto no corredor ali para as pessoas. Nossa, vai ter o Moto Combat 2. E o grandioso... Será que o Moto Combat 2 vai ocupar muitas salas?
Eu não sei. Eu sei que vão tentar forçar o Mandaloriano e Grogu que assim... Ah, é isso, vai ocupar muita saúde. Poucas vezes eu tive tão pouca vontade de... Eu vou ver ciúme, mas quando cair lá não... Ah, deixa eu pegar aqui. Ah, sabe a lanterna verde de esquilo? Nossa, eu tava lendo esse agora. É o quadrinho do Batman? O quadrinho do Batman. Ah!
Anos atrás, no Oriente, ele aprendeu a levar suas ondas celebrais. Celebrais é o estado teta. Eu estava rindo do estado teta, não tinha chegado nem no estado celebrais. Ai, caralho. Obrigado, Sarah, a Lantena Verde Aquilo, por suas ondas celebrais. Ondas celebrais do estado teta, onde ele fica perfeitamente relaxado como uma peleleca blanca.
O Cavaleiro da Constituição do Cavalho que mandou aqui de novo um melhor e pior, só que é muito... Agora não tem mais como fazer, que é o Lightfield, Jean Lee e Jeff Lump. Gente, vocês têm que colocar só um. É muito difícil. É, né? Melhor, hein? Não, mas vamos tentar fazer rapidão. Vai, Lightfield. Melhor do Lightfield? O melhor do Lightfield foi aquele que falou, o que foi com ele? Ah... O... Não, mas ele não fez nada naquilo lá. Aquele super... superior. Superior, é.
Supreme, Supreme. Supreme. Supremo. Isso. O Life, ele desenhou aquilo ali, alguma coisa? Ele desenhou as capas. Ah, pelo amor de Deus. Ele não ganhou. Ele também fez capa do... É o Capitão, o Capeitão, né? Capeitão América, aqueles ligadores e tudo. Heróis Renascem era muito ruim. Era muito difícil. Não, brigada. Nossa senhora, Brigade é um negócio que você não consegue entender o que está acontecendo em momento nenhum do GB.
E tem muito gibi assim que o Lifehoud quando viu que o Deadpool ficou famoso por coisas que o Lifehoud não criou. O Joe Kelly que criou esse Deadpool que fez sucesso. Ele tenta escrever o Deadpool e é horroroso, cara. É horroroso. Mas eu não consigo, contra mim, eu não consigo pensar num gibi bom do Lifehoud agora de cabeça, não. A gente já falou já, o Supremo classifica, vai.
Quais são os outros aqui? É o... Jin Lee? Jin Lee. Pô, gosto muito dele nos X-Men ali. Sei que é nostalgia pura, mas... Eu, enfim, eu vou ser apedrejado. Aqui se foda também. Eu gosto do...
Batman se luta. É, eu acho que meu irmão, ele tava mostrando o serviço ali pra pegar um empreguinho novo na DC, aí faz cada pochetinha e a bota do Batman e o uniforme da molecada ali, achei tudo a integração de uniformes ali bacaninha. Eu não gosto do capuz vermelho, por isso.
O pior do Jim Lee pra mim é o... Ah, caralho. Um GB que eu li há pouco tempo e me desfiz aí. Que é escrito, inclusive, pelo James Tinium, cara. Foi uma decepção esse GB. É foda que tem... Quando pensa em pior e melhor de história, eu penso no roteirista. Não consigo, às vezes, associar... É, estranho. É, o desenho está mandando mal. Só se o cara estiver com muita preguiça. Os imortais.
com o Jin Lee e James Taylor, o Jin Lee tá com muita preguiça.
Uma coisa ruim que ele fez Foi aquele redesign Dos trajes da galera Da DC, que ele colocou golinha Em tudo É horroroso Tudo você não entende Se é armadura ou se é pano Que merda E é muito interessante O flash dele É tipo É o uniforme mais simples Tem tipo um mundo de
E raio jogado ali. E reentrança, né? O super-homem com uma armadura, assim, tacável, com joelheira. Filho da puta, é um super-homem, cara. O que ele precisa de uma joelheira? Tô tentando achar o... Cara, assim, não existe mais na página inicial a que peguei o super-homem dele. É, joelheira aqui, joelheira, ombreira, tá, merda.
Mas complementando aqui, Jeff Leib, que... Pra ficar mais fácil. Eu vou dizer bem simples. Jeff Leib a gente já fez melhor e pior. Não, mas o gabarito. A melhor coisa do Jeff Leib é aquela que o Team Seiya escreveu no lugar dele. E a pior coisa é o Ultimato. Não, de ter o Ultimates 3 lá. É, Supremo 3. É, Supremo 3.
O Supremo 3 é inacreditável, cara. Os dois podem ser ruins, igualmente ruins. Realmente, o Supremo 3 tem a parte que eu jamais vou esquecer, que é os dois irmãos, o Mercúrio, você pegando e o Capitão América. Meu Deus, que coisa horrível. E vem a Vespa, você é só de um tempo diferente. Você é antiquado. Não, filho da puta, não. Sarah, Lanterna Verde desquilo, já...
Segui aqui, tá, lojinha? Desculpa aí. Pode continuar. Ela falou aqui. Tem uma lida na tropa dos Lanternas Verdes do Eagleheart. Os primeiros vilões são a satânica aliança de Dr. Polaris, Nulo, Sonar, Densidade, Sufocador, Blindside e o Dr. Ubix, dois pós-graduados na equipe. Qual é a pior dos dois pós-graduados na equipe?
Qual é a pior junção de personagens que vocês já leram ou assistiram? O MDM não vale. Olha, quando ela botou assistiram aqui, veio na cabeça o Defensores do Netflix, que era bem ruimzinho. Nossa, sim, muito ruim. Mas quando você falou sufocador, pra mim só veio o quadro de Hermes Renato na cabeça. Ô, sufocador. Não tem essa referência. É junção de personagens.
É, eu não consigo pensar agora. O tipo de pergunta é que faria mais sentido se a gente lesse no início da gravação e não 11h20 da noite. Aí, cara, a galera gosta, mas eu acho estranho aqueles... Todas aquelas versões de defensores que tem Hulk, surfista prateado e doutor estranho. É um overpower, assim, e na boca... Eu gosto dessa, o programa pra mim é aquela que é o motoqueiro fantasma, o H-Bilba Negra.
O anjo de gelo e o anjo. Meu irmão! E o quarteto fantástico de motoqueiro fantasma, Homem-Aranha, Wolverine. Esse é foda. Esse é só os fodão. E o motoqueiro fantasma. Só quem tava vendendo pra caralho, né? O motoqueiro fantasma pegou uma carona bacana aí nessa galera.
Há quanto tempo? E é uma parada do motoqueiro fantasma que o nome em português é muito mais maneiro. Caralho, é o motoqueiro fantasma. Caralho, ele é uma caveira. Mas já tiveram algumas histórias que o nome não fazia mais sentido, porque ele tava de carro. Tava com outro veículo. Porra, teve o mamute. Mas é porque o rider não é... Sim, sim, sim. Não é motoqueiro necessariamente. É o motoqueiro fantasma. É o motorista fantasma.
eu vou defender pra cara chama de motocicleta fantasma ensinando o mamute concordo moto é o que você quiser a moto é uma ideia quem decide o que é a moto é quem tá na garupa moto são os amigos que fazemos pelo caminho
Outro comentário aqui que eu queria muito que o Martin faça aqui. O I Love Doutor Sales disse que tô vendo essa temporada de Douro Redouro e por algum motivo acho que o Lojinha tem a vibe do Furrita e os Cinco Horas tem a vibe do Tom. Eu não vejo nenhuma dessas coisas, então não faço a menor ideia do que você falou. São palavras jogadas ao vento.
Mas o aspirador Robô Reverso Depressivo falou que fui ver um filme obscuro no streaming e só achei uma versão dublada por dois fãs fazendo as vozes de todos os personagens com o logo de Beth girando na tela com a propaganda gigante de cerveja cristal no meio do filme. Qual foi a última vez que vocês rebaixaram seus padrões por algo que queriam muito? Eita, alguém começa a...
Cara, eu já vi O foda do streaming Pra mim nem é quando Tem bagunça na tela E coisa e tal, legenda ruim O meu problema é quando tem Um filho da puta em Singapura Se dando essa porra E você bota pra rodar Não consegue ver
Não consigo ver, tipo, anda um segundo, aí você demora um minuto pra carregar e, porra, vai dois segundos, aí para de novo, caralho, cara, não aguenta. Pô, eu lembrei de um clássico, que é aquele X-Men Origins Wolverine, que vazou antes do filme sair no cinema, sem CGI, e todo mundo viu as cenas de ação que não existiam no filme, só os bonecão. Mas, assim, é interessante, num conceito de se aprender o que faz o CGI na história. Sim, sim.
Pena que é um filme muito merda, senão eu veria duas versões e comparava. Não, não. Como assim? A versão com CGI deve melhorar muito o filme. Deve fazer... Que mais aqui? Lembrar quem mais fez. A gente falou do Robert Leifert. Que desenho legal mandou aqui. Boa notícia. Saiu no Q...
O Robert Kirkman diz que o sucesso de Absolute Batman aumentou as vendas da Image Comics. Aí tem uma outra aspas dizendo, essas pessoas vão na loja de quadrinhos, compram uma cópia do Absolute Batman e saem com cinco cópias de algum quadrinho da Image também. É um...
Bom momento pra todos nós. Via Robert Life. Será que... Será que o pessoal não tá só comprando, sei lá, Invencível e Walking Dead? Aproveitando que tá ali? Sei lá. Eu quero saber quais gibis da image que o pessoal tá comprando. Porque, assim... Legal. Eu não acho que a galera chegue e, tipo... Vou pegar aqui um gibi aleatório. Comics. Image. Image Comics. Pegar o Spinbreaker.
Porra, meio Batman, vou pegar o Spin Break. Eu não acho que o pessoal tá fazendo isso. Peral número 22, sabe? Eu quero saber o que ele tá vendendo mais. A gente comentou aí o nome do Life. Não era dele que tinha uma capa assim, que tinha um subtexto, tipo... Eu sei que você quer ler essa merda. Compre aí, não sei o quê.
Tinha um homo por um tempo que o Lightfoot, ele... Ele era chamado pra GB que tava pra ser cancelado, pra dar um up nas vendas, que o pessoal fala, ah, não, tem que pensar. Alembrei desse Deadpool, Better Blood, Deadpool... Caralho. Lightfoot, você não é o criador do Deadpool.
O que você fez você fez da arte do Deadpool, filho da puta. Você não fez as coisas importantes. Eu tô devizendo Deadpool. Vamos parar antes que eu continue. Aqui, esse vai ser por último. Vou na sequência dos sociopatas do Grand Design e um recado especial do Carlos Simões, mas vocês querem falar outros comentários antes disso? Eu quero ler um recado especial do Kidazinho Legal pra galera do Rio de Janeiro.
E agora inclui o o Doutor Loja também, né? Exatamente, graças a Deus. Esse domingo, 3 de maio, tem o evento HQs na Vizinha 123 em Botafogo. Cola junto, tem Paula Vilar, é o arroba arte Vilar. Enfim, tem uma galera aqui. E aí tem um cartazinho bem bacana aqui. Qual não? HQs, escrito por extenso, com acento agudo no A e acento circunflexo no E.
Domingo 3 de maio, a partir de 3 da tarde, com entrada gratuita, HQs número 2, show acústrico do No Sunny Days, beira de quadrinhos autorais, mais debates, e Saldão de Gibis e Vinis. Aonde mesmo, Saldão? Vizinha 123, na rua Henrique de Novaes, 123, em Botafogo. E o cartaz está bem maneirinho, porque o cartaz são umas carinhas aqui.
E aí você reconhece que é aquela mulher lá do Palomar, a Josie e as gatinhas, a morte do Sandman, Bob Cuspe, a Punk Girl e aquele Red Rocket 7 do Mike Howard. Então são personagens bem mesões. Se eu sair agora, eu chego em 36 minutos. Olha aí. Eu moro no outro canto. Vai chegar meio cedo, porque é só domingo.
Mais algum comentário? Roxy pergunta. Já perguntaram do herói mais pau no cu, mas qual seria o menos pau no cu? Qual que é o herói que seria menos pau no cu?
Eu queria que o silêncio fosse um indicativo. Eu ficasse no podcast pra ver, tipo, tal silêncio. Eu não sei. É um excelente... O super-homem é o menos pau no cu? O super-homem é menos pau no cu. O super-homem é novo. O super-homem é super pau no cu, cara.
O Cavaleiro das Trevas é todo baseado na paul no cusice do Superman. Ah, mas aí o Frank Miller batendo punhenta pro Batman. Eu acho que o menos pau no cu deve ser o Robin Tim Drake. Meu Deus, caroço. Irmão, confia em mim. Ele é o mais pau no cu porque ele é o maior sorvete de creme da história dos quadrinhos. Não, não, não. Não, não, não.
Ele não é pau no cu e não é cagador de regra, mas ele é maneirinho. Quem é pau no cu é o Jason Todd. Jason Todd é um puta pau no cu. E o Demian? Morreu a... O Demian é... Tora no cu. Mas o que é o... O Asa Noturna não é? O Tim Drake é gente fina. O Asa Noturna também é um pau no cu. Meu voto é esse. Tim Drake e... Savage Dragon e Mad Men. Vamos diminuir os poucos. Qual é o Robin menos pau no cu?
É o Tim Drake. Eu? Eu acho que é o Arthur. O Dick? Hã? Não, o Dick tem até nome de pau no cu, né? Ele tem nome de pau, ele não tem nome de cu. Não, mas é que a expansão em inglês, né? Eu sei, é Dick, mas não é. Só tem o Dick, só tem o pau. É... A Stephanie Brown também não é pau no cu. Ela foi meio babaca, né? Ela fez merda e quase morreu. Ah, ela foi lá porque o Batman falou você é uma merda, e ela falou um... Tchau.
para você. Aquela, qual o nome da Robin do Cavaleiro das Estrelas? Ela não é pau no cu. Ela é um personagem também. É bem maneiro. Mas Mad Men é zero pau no cu. Devil's Dragon também é zero pau no cu. E tem um personagem que não tem pau nem cu. Aí ele vai ser zero pau no cu. Tá, mais algum comentário? Nossa, quer acabar? Quer acabar cedo hoje?
Hoje não tem bloco de Flamentáveis. Não tem bloco de Flamentáveis. Mas até aí... A gente pode entregar um episódio de uma hora só pra irritar a galera. A gente grava amanhã cedo. Todo mundo acordando cedo no feriado pra gravar podcast. O que eu queria hoje é que a gente gravasse um trailer, um bloco só sobre trailer do Resident Evil. É tudo menos Resident Evil, mas infelizmente não rolou.
A causa da constelação do caminhão é que eu sou tepato da semana.
girafa desenhada de cabeça e a foto é uma lhama sonoplastia de velho, homem de ferro o demônio da Yama Chips e deus planderizado é o que? qual é o último? deus planderizado vamos lá, MDM Grand Design também do Cavaleiro da Conspiração do Cavaleiro da Conspiração do Cavaleiro da Erótica MDM Grand Design, 800 mil episódios atrás episódio 38 um esclavizado um esclavizado um esclavizado
Caralho, de novo, só falando de coisa que a gente já acabou. Sub-heróis da infância e Hobby Life. Caralho, não é possível, bro. O episódio começa... Caralho, que agonia que me dá isso, cara.
O episódio começa com o Hel contando a história de um certo alguém que perguntou quem estava com fome na mesa do bar. Quando um certo alguém... Pediu uma pizza e disse que quem tinha dito que não estava com fome não podia comer. E depois dividiu o preço da pizza pela quantidade de pedaços que cada um comeu. Quem será que fez isso? Eu trabalho com nó.
Essa ideia do tipo você não falou que tava com fome então você não vai poder comer a pizza é sensacional. Mas dito isso, assim, teve momentos na minha vida que eu tava contando dinheiro e que eu aproveitava qualquer oportunidade pra...
roubar a comida dos outros. Não, facilitar conta. Tipo, porra, não vai pedir duas pizzas, que duas pizzas vai sair marcado no meu bolso, não sei o que, eu vou pedir uma pizza só. Até porque, depois de dividir o preço da pizza pela quantidade de pedaços que alguém comeu, é isso. Temos a participação do Hell do Nerd Reverso, que chegaria a quase dois minutos, além da participação do Poderoso Porco e do Diogo. Na leitura dos comentários, um leitor idiota acreditou no trailer fake do Thundercat.
E o Hell conta pela primeira vez do amigo que fez o mesmo. Eu tenho uma mula de um amigo, que é mais uma cavivara evoluída em forma de gente, que também falou isso. Após uma longa sessão de penderaxia, o Change manda parar. Chega, já tem 15 minutos de comentário. Bora pro tema. Como são, como eram as coisas, né? Hoje em dia, só comentário e foda-se. Já no tema, o Change diz que a ideia surgiu quando ele fez um post com os melhores personagens de Silverhawks e o Burgman soltou a pérola. Meu sonho era ser o Copper Kid. Ih, merda.
Que lugar errado pra falar isso. De alguma forma, o papo chega em Thundercats e questiona se eles eram alienígenas ou não, entre parênteses. Cara, é muito difícil falar de Silverhawk sem falar de Thundercats, cara. Muito difícil. Sim. E se o terceiro mundo era Terra, inconclusível, mas acho que sim.
Change descobre que os Thundercats eram invasores que batiam no morador original e ainda eram tidos como heróis. Eu vou... Eu ia falar um comentário aqui, mas eu vou ficar quietinho. Hell cita pela primeira vez o Dr. Gore, que queria livrar o mundo da poluição. O Spectrum Man ia lá e arrebentava ele. O Dr. Gore, que era o herói da parada. Olha só, o Hell admite que tinha medo do Dr. Gore quando era criança. E o Change admite o medo do Bicudo, o lobisomem. E depois eu fui ver. A primeira vez?
Foi a primeira vez que eu vi esse episódio. Olha aí. E assim, eu vi depois, eu não conheci o Bikuda, eu fui depois desse podcast procurar como era o Bikuda, eu falei, ah, que absurdo. Aí eu lembrei que eu era criança que não só tinha medo dos cachorros do Hulk, como eu era criança que tinha medo do Piratas do Caribe. Mas qual cachorro do Hulk? Aquele do filme do... Filme do Igreja. O do radioativo lá. Nossa senhora, a gente viveu cada coisa, né?
É o que tinha, né? Você tinha medo, Pedraero? Não. Do cachorro do Hulk, não. E do Bicudo. Não, não. Caralho, eu amava o Bicudo. Nossa senhora, agora eu posso falar livremente. Gordinho, gordinho. O Bicudo é... O Bicudo é um desenho tão bonito, cara. O Bicudo é um escubidu que deu certo. De qualidade, você diz, né, o desenho. De roteiro.
é, nossa tinha essa safrazinha ali dos desenhos da manchete que eram muito bons que era o bicudo, o homem borracha era muito bom sim, com o filho dele, né não tem uma foto do bicudo em alta definição impressionante é, porque é um desenho eu queria colocar na câmera como é que é aquela NFT NFT do bicudo você tá falando de desenho que dá medo, é isso?
Não, é que a gente tá no Grand Design. Tá no Grand Design aqui, no episódio que o Changer revelou pela primeira vez que tinha medo do bicudo. Desculpa, é que eu precisei me ausentar pra... A gente tem medo até hoje, né, cara? Vou comprar um bolo ali rapidinho. Posso fazer uma... Posso fazer uma pausa no Grand Design pra ler aqui uma... Pode, eu pergunto. Um comentário. Eu achei muito engraçado essa troca aqui.
O Andy do Refalecido bota pra dois... Pode... Ah, sei lá, não consigo ler o nome da toda a parada. Podcast. Pergunta do garotinho. Ser constantemente perseguido por um caracol venenoso que se te tocar te mata instantaneamente ou só poder se alimentar de caracóis. É, se o caracol que te persegue anda na velocidade normal de um caracol, os que você irá ingerir não podem vir para um carro. Le 엄마 es um carro para um carro para um carro.
um nenhum acompanhamento. Aí vem o Rodrigo Pereira, logo em seguida, e fala a primeira, que se resolve com um saco plástico. E aí destruiu a pergunta do garotinho. Do Andy. O próprio Andy tá aqui rindo. Valeu a tentativa. Eu adoro quando tem uma saída limpa pra uma pergunta do garotinho.
é segue aí lojinha com o grande design eu fiquei muito eu tô numa página que o DC comic secret jerk do redd que é só a gente é um bom comentário de quadrinhos lá recomendo vocês são pessoas são é gente o Hulk não é de boa mas lembrar assim que 952 teve o
a história de como Amanda Waller ficou gorda. Nossa senhora. Porque no início a gente tá falando da coisa do Jim Lee, que todo mundo era... Não só com aquele uniforme, todo mundo era modelo. E Amanda Waller era magra e modelete. E tem uma página que tipo... É uma página muito...
Muito abençoe que a gente faça por isso também. A gente realmente viveu muita coisa. Aqui a Amanda Waller falando... Ah, com uma mulher gorda também. Tipo, ah, vamos comer essa noíche de porco? Ela... Ah, não, vou comer uma salada. Aí a mulher tá saindo. Ok, tudo bem. E ela... Peraí, quer saber de uma coisa? Que se dane. E ela termina num quadro dela, olhando pro personagem. Me deu o porco. E por que... O que...
fez alguém tipo eu preciso da história de origem do do IMC da Amanda Waller
É tipo porque o Lex Luthor ficou careca, né? Coisas que ninguém se preocupa. Ah não, se preocupa. Mas caralho, que história merda também. É tipo... Coisa muito gordofóbica, tipo... Todo gordo é porque comeu pra caralho. Se você... Todo gordo é uma opção. Não, filho da puta. Vai tomar um no seu cu. Enfim, era isso. Abraço pro Diário de Gordo, né?
Isso que você tava descrevendo é 9,52, não é? 9,52, foi em início. É recente ainda, né? Tipo, meio, caralho. 2011, foi... 2011 que também teve o GB da Mulher Gato e ela, a primeira... O primeiro quadro da Mulher Gato, na verdade, é tipo, ela vestindo a roupa e com uma lingerie vermelha e demora, tipo, três páginas pra você ver o rosto dela. A 9,52 era tudo errado, né, gente? Sim. É, amor.
E é bem aquela tentativa de fazer um image comics pelos motivos errados. Esse Absolute Batman aí é meio que, de novo, uma image comics, mas pegando... Mais massa velha ainda, né? É. E meio, quase como se entendendo como auto-paródia e tal, né? Não tá tentando se levar a sério.
Eu acho que é uma coisa que... O 9.52 se levava a sério. O 9.52 se levava muito a sério. Lembrei também que a Mulher Maravilha também era... O primeiro gibi dela, ela pelada. Porque ela tava dormindo assim, camisa. E a mulher lá chega...
Enfim, eu acho que a gente está numa fase hoje em dia... Veio essa diretriz, alguém mandou essa diretriz. Isso. Que era meio que assim, uma fase de... O lance de levar a sério bastante, passou... Hoje em dia você só vê... Filmes de B que não tem problema de ser... Tipo, quero ser o mais quadrinho possível. Acho que está com essa fase recentemente.
Tipo, não foge muito do... Não tem vergonha de ser o que é, sabe? Eu acho que... Eu não consigo lembrar. Não tô pensando em um He-Man. Tô pensando em outra coisa. Que não tem medo de ser quadrinho. Mas eu não tô conseguindo lembrar. Vem cá, perguntinha. É como se eu fosse ouvir do MDM aqui. Você tem agora... Entrada na... Na...
Você ganhou um setor da Panini pra publicar a merda que você quiser. O que vocês publicam? No caso, algo que já existe. E em que formato? É, tipo, você tá trabalhando na Panini. Tá trabalhando na Panini com um sinal verde prévio pra tua ideia de publicação aí.
Não é tipo chamar um roteirista e um desenhista para criar um negócio, porque isso não se faz na Panini. Não é a Panini, é. Ele publica... Cara, eu publicaria...
Eu publicaria tanta coisa É que eu gostava muito Do formato capa cartonada Tipo de seis edições De um Júbio Eu faria isso com Academia X Porque é uma parada que eu acho que Só a minha geração curte Então nunca vai sair Eu teria que ir lá Com os pés na porta da panina Pra ler Mas foi uma parada que assim Caralho, eu era um X-Men adolescente Que foda E...
Depois a gente teve a fase do Scott Young desenhando, que também ficou muito maneira, não sei o quê. E depois todo mundo morreu. Mas esse formato que você falou aí é lombada canoa ou lombada quadrada? O que é isso aí? Capa cartonada, três edições. É porque... É tipo a adiquinha que saiu, sabe? A Liga aí. Só que isso foi o vídeo. Tipo o Saga das Paradas, né? Aham.
É porque também tem um monte de vídeo. Nossa, também nessa linha aí, meu irmão, ó, queria muito. Saga do Hal Jordan, com aquelas histórias do Lanterna Verde anos 80. Queria Saga do Robin ou um Omnibus do Robin desenhado pelo Tom Grumetti. Porra, como eu queria isso. Puta merda. Cara, eu publicaria Tê do Aranha em formatinho e barato pra galera ler as coisas clássicas e velhas.
Você ia fazer abril dentro da Panini. Exato. Foi o que me fisgou nos quadrinhos. Vou tentar pescar mais gente. Esse do Lanterna e Arqueira Verde publica ano sim ou não, Carlos. Não, não é isso que eu tô falando, não. Não, não tô falando. É outras histórias do Lanterna Verde.
Eu tô falando aquelas histórias que levaram pro Crepúsculo Esmeralda, Amanhecer Esmeralda. Ah, ali no comecinho dos anos 90. Ele tava grisalho ali, sabe? E saia só dentro de, sei lá, Super Power. O Grisalho que é o Paralaxe dentro dele. Exato. Major Bummer nunca saiu aqui também, bom pra caralho. É meio que criou o Máscara.
Pô, falando nisso, eu tenho que seguir lá, tenho que dar uma olhada nas páginas de promoção de HQ pra pegar o segundo volume do Masker. Quando tiver barato. Eu gostava tanto, eu tô aqui paquerando as páginas do Academia X, eu lembro que eu, depois do...
do G.A.M. tipo, tinha uma quantidade muito limitada de personagens, eu sabia o nome de cada um e tipo, caralho, esse aqui é o fulano, essa aqui é a Cicana, e não sei o que e eu fico muito triste, caralho, eu odeio esses personagens, nunca mais. O Toqueiro Fantasma 2099 também, nesses formatos aí que já saiu Homem-Aranha, já saiu X-Men o Toqueiro Fantasma tinha a arte do Mark Buckingham, cara, era foda aquela arte, a gente só viu isso no formatinho.
Vou melhorar sua pergunta, Caruso, rapidinho. Melhorar. Se vocês tivessem a capacidade... Só pode um, porque não vai demorar pra caralho. Pega uma equipe criativa com qualquer personagem que você quer. Qual... Você melhorando a pergunta. Isso. Mas aí a gente criando coisa, então. Não é publicar de volta o que já saiu.
Ah, coisa nova. É, mas com um personagem que já existe, né? É, senão vai ser totalmente solto. Eu queria Brian Michael Bendis e Kevin Maguire fazendo histórias perdidas daquela fase da Liga da Justiça do Kevin Maguire, né? Da Liguinha. Da Liguinha. Só pode um, gastei, né? Podia ter pensado mais. Perdeu. Vai, Março.
Você quer me colocar na berlinda? Coloca o Alan Moore pra fazer os personagens da Turma da Mônica. Caralho, mano. Isso, isso, caralho. Isso foi excelente. Que pariu, cara. Olha o problema. Olha o problema. E pode colocar ou o Chico desenhando ou o Beirute. Qualquer um dos dois já me diverte. Chico de capista e o Beirute fazendo miolo. Fechou.
Tem uma turma da Mônica by Alan Moore. Uma crise existencial, né? O Sansão com uma gotinha de sangue assim, ó. Não, ele vai escrever sobre o louco. A Mônica descobre que ela tem a exata estatura e MC de todos os personagens, porque que ela é vista como baixinha e gordinha. Aí daqui a 10 anos temos o turma da Mônica pro Grant Morrison.
E um bubu pelo Grant Morrison. Isso nunca encanou vocês, não? Por que ela é chamada de gorda e baixinha? Ela é igual. Cebolinha é um babaca. Só um cabelinho. E ela também era... Cebolinha é babaca. Ela também era mais velha, né? Então talvez... A mais velha, mas tem o mesmo tamanho de todo mundo. Por isso que ela é baixinha.
Chama misoginia, cara. Ela tá numa posição de poder. O Cebolinha é um Redpill desgraçado do caralho. É a única forma que ele tem. Ele é um Redpill. Ele não consegue lidar com a Mônica numa posição de poder. Aí fica aí. Ele vai no psicológico, né? É, tá rolando. Exato. Ele não deixa ela exercer o cargo dela de dona da rua, né? Ele fica distraindo ela. Ele tem uma roupinha de Faria Limer, não é à toa.
É, camisa pola, né? Camisa pola abotoada até o final. Exato. Caralho, lembrei do Estabolinha transando. Lambi minha piloca. A gente tá vendo isso, né? Recentemente. Lambi minha piloca. No caso, vou calo. Caralho, cara. Lambi minha piloca. Supostamente, no caso. Mas o que você quer dizer com o rambi?
Ai, cara, eu me perdi completamente aqui. Eu gosto muito também daquela... Não, beleza, beleza, tem que falar a equipe. Ele acha que fala a equipe, eu acho que fala a equipe. Eu não consigo. E o que ele publicaria também, que ele não... Ah, tem bastante coisa que não saiu, ou que saiu porcamente aqui, né, cara? Tipo o Gru, saiu meio... O modo a caralho total, né? Tem muita coisa que não saiu, né?
Mas só enquanto o Pelécio pensa mais, eu queria voltar também àquele meme do Cebolinha, a Mônica que eu acho muito engraçado, que é Mônica, a lombada, e aí ela fala, a lombada é você. A Mônica dirigindo um carro e aí vai passar num quebra-molas, sabe? Aí o Cebolinha fala corretamente, ele aponta a lombada. E a Mônica responde, você que é a lombada.
Ah, vai se fuder, você é engraçado pra caralho. Eu gosto muito do um tweet antigo que era uma notícia. Teve um assalto em alguma cidade. Ceará, sei lá, Fortaleza, vai. Cofre de Fortaleza, de banco de Fortaleza, são arrombados. Aí embaixo tem o perfil, arroba cofre de Fortaleza. Arrombado é você, parça. O cara criou.
O Bepio só pra isso. Eu achei isso tão genial. Gênio, cara. Imortalizado. É caixas automáticos. É o tweet do G1. Você lembra disso? Caixas automáticos de agência em Mirandópolis são arrombadas. Arromba caixa automática. Arrombada é você, parça. É maravilhoso isso. Eu faria.
Eu faria. Eu acho que seria até mais o que o Cidão fez na Graphic MSP, que chamou um time pra reimaginar e tal. Teria que ter mais disso, sei lá, com o personagem da Disney, o personagem do Ziraldo. Não, não, do Ziraldo, puta que o pariu. Sabe isso? Tipo, Mutarelli fazendo...
Sei lá, nome do maluquinho, que aí é foda, né? Mas personagem do Ziraldo. Isso eu acharia incrível. Gringo fazendo. Fazer uma história do sol do pessoal. Eu queria muito ver mais desse tipo de coisa. Sei lá, Lucky Luke feito por brasileiro. Gringo fazendo Turma da Mônica. Eu acho isso bem massa quando acontece. Tem muita bosta, né?
o cara não entende o personagem mas eu gostaria muito de ver mais esse tipo de coisa foi? maneiro mesmo e eu gosto particularmente desses que também valorizam os produtos nacionais e os personagens do Giraldo estão um pouco abandonados aí no limbo editorial, o Pererê toda aquela galera do Menino Maluquinho e tal era bem maneiro o Gibirão revitalizar
Irmão, eu me amava, eu devorava o gibi do menino maluquinho. Nossa, como eu me amava. Sabe que o gibi era surpreendentemente bom? O do Sérgio Malandro. Ah, é? Vocês chegaram... Você lembra dessa safra, né? Ah, eu tinha, com certeza. Tinha do Didi, tinha do Gugu, do Falsão. As novas aventuras dos Trapalhões, eu me amarrava, que eram eles. Eu já sei o que eu quero, é isso aí, de Republic. Pronto. O que é ele, Didi Gaia?
Isso tá com cara de que tá assim na berola da Comic Zone ali, que lançou o Mundo Arrepio, né? É, deve ser da mesma galera, né? Fazer um livrão desse aí, parece que não cabe num livrão só. Mas essas paródias, antes de boa, será pra publicar? É paródia, né?
Acho que tudo bem, eu acho. O problema é atrapalhar isso, que deve ser a marca mais forte. Ah, doutor Renato, né? E direito autoral disso deve ser uma loucura, porque devem ter licenciado por um tempo, os artistas não... Cada um foi um artista. Mas aí, ó, porra, isso aí seria maneiro, né? Pô, porra. Além das capas, elas são super bonitas, né? Sim. Também, caraca, agora que você falou, também toparia bem nesse formato aí o Pequeno Ninja. Porra, amava o Pequeno Ninja. Não andou saindo alguma coisa do Pequeno Ninja?
Eu não tô sabendo disso não. Eu lembro que era uma coisa que eu gostava, mas não lembro absolutamente nada do Pequeno Ninja. Eu só lembro de eu gostar. É. Eu achava maneiro a temática de ninja. Com humor infantil. Simples, é. Uma leitura simples de humor infantil. Sabe aquele projeto da Guiaro Oscuro, que foi uns anos atrás, do Yearbook, que resgate de vários super-heróis nacionais? Aquilo tinha que ter ido pra frente, né?
Pô, mas aquilo era resgate? Eu achei que era tipo criação do zero. Aquela história era muito boa, que cada um fazia uma página, não era isso? Era uma mesma história e cada um fazia. Eu acho que é mais ou menos isso, hein? A gente estava no mesmo projeto, no mesmo que tinha. É, não, eu lembro disso. É, tinha o Raio Médio. É bom mesmo, cara. A história era boa. Esse tipo de coisa eu acho muito divertido de ver. É.
Isso também era um projeto bacana para o Patinho. Fazer nessa pegada meio gráfica MSP e tananã, com um Cidão organizando.
Mas esse projeto era esse projeto. Fazer esses... Bairros artistas reformulando. O que eu tô lembrando era uma que era uma história só com um supergrupo de super-heróis. E tinha um julgamento e tal. E cada desenhista desenhava uma página. Ah, tá, tá. Eu acho que ele tá falando de coisa diferente. Porque eu acho que tem mais de um... Mas era daquele escuro. Daquele escuro. Era maneiro pra caralho. Era maneiro pra caralho. É, cara... Pô, a galera foda ali, né? O Danilo escreveu.
Era isso, ele escreveu, desenhou com umas páginas e o resto foi toda a galera toda... Uma parada que eu fico de cara assim, sabe? Quando a galera, outros desenhistas tipo, tô vendo, sei lá, tô vendo aqui o Thunderbolts, aí é Mark Bagley fazendo tudo, né? Aí vem um desenhista convidado e tal. Irmão, é, os caras fazem os uniformes, tudo direitinho, que trabalheira do caralho, né? Você ficar... Será que eles são brifados, tipo, recebe um...
um cheat code ali, de tipo, de modelo dos uniformes, porque são uns uniformes chatinhos de desenhar. O cara tem que se virar, tipo, cara, eu tenho que fazer, não posso errar, vou catar aí as edições antigas e vou ficar vendo na... Acho que hoje em dia deve ser até mais fácil. Recebe um link de Dropbox com edições mais recentes, deve ser.
Quando eles fazem essas edições, quando os caras fazem esses pinups, sabe, com o personagem, você vê vários, tipo, ah, um maluco que não desenha o personagem, tipo, o Stan Sakai, lá dos As de Ojinbo, fazendo um personagem super-hói mesmo, o cara faz o uniforme escroto do personagem certinho. O cinto virado no lado certo e tal, cara, é de uma habilidade.
Não é tipo meio, ah, vou fazer do meu jeito aqui. É com o transo do cara, mas é assim. E já seria um negócio maneiro, né? Independente disso. Mas como é personagem aqui, acho que tem que vender muito bonequinho, não pode vacilar. É. Eu estava falando de dois yearbooks diferentes, tá? Mandei a capa dos dois exemplos pro mal. Ah, é? Olha aí. Um dia de horror, outro grande almanac de super-heróis brasileiros.
Iras de horror, é isso. Esse é o nome. Eu queria dizer aqui quantos vocês estavam nisso. Eu fui caçar o meu buraco de quadrinho de novo. E eu peguei o Superboy Prime. Superman Prime, agora na verdade. Falando pros pais do Super-Homem que tipo, o Mark Waite queria que vocês tivessem morrido. E é isso. Os vídeos são divertidos.
Parem resgate aí de coisas Eu não lembro se era bom Mas eu tenho uma certa saudade De uma época que os gibis eram melhores Bem melhores Era uma fase, uma merda Depois teve um pico de gibibom ali Mais ou menos na renascença da Marvel e em diante E saiu uns negócios aqui muito Diferentes aqui da Panini E eu não lembro como é que é o nome Mas era um grupo de calouros universitários Ah tá, é freshman E aí
Caralho, a luz é todo mundo. Falei três palavras. Top Cow. Era bom isso? É escrito pelo Seth Green. Isso mesmo. Era legalzinho, não era? É, isso aí é assim. É um castor. Quando acontecer com que você vai, tem. Aí tem uns poderes engraçados, tipo...
O cara, o maconheiro, ganha o poder de escutar as plantas. E aí ele fica puto, porque toda vez que ele vai queimar um baseado, ele escuta o baseado gritando. Ah, caralho, tá me queimando! E aí ele tem que parar de fumar baseado, porque ele escuta as plantas. Aí tem um hamster ou um porquinho da Índia, super inteligente. No final a gente descobre que é o vilão da parada. É muito querendo ser engraçado, sabe?
E é uma pena, porque assim, o Seth Green é nerd que nem a gente, né, cara? Aquele frango robô dele ali é uma ódio ao nerdismo. E aí você vê que a parada não...
não fez muito sucesso, o cara nunca mais faz mais nada nos quadrinhos. Ou faz um negocinho. São quadrinhos meio escuros. Às vezes eu lembro do Neido. Mas era fim do parênteses. Era isso. Esse é um jogo maneiro. A pessoa começa a descrever o quadrinho e a outra tem que acertar com menos palavras. Eu meestro uma nota. Outro jogo que eu queria fazer é esse tipo...
Joga uma imagem na tela e a galera tem que gritar quem é o desenhista. Bom, eu vou te falar o título, você tem que descrever o poder desse cara. Vou te mostrar uma capa e você tem que dizer qual é o número da edição brasileira. Nem fudendo. O Ivo faz. O Ivo faz facílice. Cara, eu lembro uma vez que eu tava falando com até comentei esses dias com o Vitor, eu falei pra ele, o Cafar. Cara, eu acho que meu...
a May deitada, a Mary Jane passando um paninho nela na testa, que ela tá passando mal e lá atrás tá o doente de verde, ele falou ah, edição não sei o que, não sei o que, saiu aqui na teia da arena não sei o que lá, não sei o que, não sei o que lá ele foi lá e pegou o livro e me mostrou foi? e é a capa da edição definitiva da paninho número 15, sei lá, não sou o Cafage mas... ele foi lá dentro buscou e me trouxe, é isso aqui, não é? eu falei, caralho é isso aí é isso aí
Desculpa, tio. É muito boa essa fase da Pia da Aranha mesmo. Mas lá você tem razão. Muito boa, cara. Aqueles personagens boas. E sabe o que era bom também? Eu já tive essa conversa com os colegas tradutores. Era a tradução da Abril. Que tinha que diminuir o...
o volume de informação por causa do tamanho do balão e eles tinham liberdade pra adaptar. Então a leitura flui muito melhor. Eu passei por isso lendo essa edição definitiva bonitona e tal, e aí ela tipo parava bem na hora que começava aquela teia do aranha, formato álbum que foram as primeiras teias do aranha, vocês lembram? E saíram aqui. Aí, porra, a história parava no meio e eu falei ah, vou resgatar as minhas teias do aranha pra ler.
E as T do Aranha, cara, eu li muito mais rápido do que o que eu tava lendo a edição definitiva. E aí me falaram que assim, a pegada agora, agora que o público que compra o Ribi, ainda mais essas edições de luxo, é um público que tem acesso ao original, e tal, tal, tal, tal.
Quando vem diferente, eles ficam detonando na internet e isso deixa os editores aqui apavorados. Então quer que traduza assim, certinho, certinho, não pode adaptar a porra nenhuma, porque senão vem reclamação. E aí fica uma leitura meio dura, meio quadrada, sabe? Não desce redondo, que nem eram os gibizinhos que a gente lia. É uma tradução, não é uma versão, uma adaptação. Triste. Tem que acabar o nerd, né?
Isso tudo porque está no meio de uma pergunta? Ou é no meio de um comentário? É uma pausa no meio do Grand Design.
Ah, tá. Ah, é verdade. É uma bela curva. Deixa eu, então, continuar aqui onde eu tava. O Hell fala que quando criança queria o poder de parar o tempo pra dormir o quanto quisesse, nunca se atrasar pra escola e nunca navegar o filho do lanche. Além de poder na fraude. Cara, eu queria hoje ter o poder de parar o tempo só pra dormir mais. É só isso que eu quero.
Tinha uma série que passava no SBT que a menina encostava um dedinho no outro e parava o tempo. Caralho, um dos primeiros episódios que eu participei do MBM, eu falo dessa série, que é uma série que ninguém lembra nunca. E a união, você se acharam. Ela era filha de alienígenas. E ela tinha uma bad. Ela se olhava no espelho, ela tinha medo de virar uma alienígena tosco, assim. Então, ela tinha um momento meio assustador.
E aí tinha uma parada tipo, ela botava os dois dedinhos, congelava o tempo, mas quem ela encostava, descongelava. Isso, eu ficava junto com ela, voltava junto com ela, exatamente. Ela tinha que bater palma pra voltar no final, eu não lembro direito. Não lembro, aí eu não lembro mesmo. Porra, eu queria tanto rever isso aí. Passava junto com aquele Superboy do SBT, lembra? Caralho, eu lembro, mas não lembro de passar junto. Na mesma época, final, finaleira dos 80, começo dos 90.
Uma que eu via assim, via feliz, viciadinho. Durante muito tempo, meu relógio, acho que eu já falei essa porra aqui também, meu relógio despertava às três da tarde, que era o horário que passava Super Vic.
Super Vic, eu assisti muito. Com a amizinha dela, era a secretária do Curtinho da Vida Doidado. Caralho. Você lembra disso? E o pai da Super Vic faz uma ponta no Breaking Bad, como o controlador de voo, pai da... Não, não é ele, não. Não é ele, não. Não é ele. Aquele é o quê? Do Star Trek Nova Geração.
Será que ele não pode ser pai do Superfico também? Não é, não é. Infelizmente, não é o caso. Eu não lembro o nome da série da menina que parava o tempo, mas enquanto a gente falava, me veio a...
A música até manda a cabeça. Caralho. Se você quer passear pelo céu. Aí o cara está não vendo. Nossa. Será que é aquela música do Frank Sinatra? If you want to walk on the star Vou atrás. Would you rather be a fish?
A fish is a vã, vã, vã, vã, vã, vã. Superbik era foda. Gostava muito. Superbik? Gostava, assistia direto. É, Superbik. E era aquela época, né, que assim, você quer ver a parada, você tem que ver na hora que tá passando. Você não vai ver depois. Passava na Record à tarde. Tinha. Ah, a extraterrestre, tá? Achei aqui. Olha aí. Como é que você procurou? O que você botou? Série Menina Paraba o Tempo.
Nossa, não botou nem um anos 90, nada. Não, ainda deve ter escrito umas três palavras erradas aqui no meio. Ah, então só teve essa mesmo, né, de série de menina que parava o tempo. Alguém, em algum momento, chegou à conclusão de que não dá. Não dá pra fazer série de menina que para o tempo. Essa foi a única. Chega. O mundo não quer ver isso. Cara, mas assim, é tudo que eu queria. E, novamente, tipo, o problema, na verdade, é o capitalismo. Porque eu só quero não trabalhar.
Então eu troco o poder de voltar no tempo para o fim do capitalismo. Para o tempo, cara, eu tô muito cansado. Continuando aqui. O Change admite que queria ter a bolsa do Gato Félix porque ela se transforma em qualquer coisa.
Justo. E o Hell diz que era mais digno ter o anel do Lanterna Verde que também fazia um monte de coisa. Atirando a bolsa do Gato Félix. E não é. E não é uma bolsa escrota. E as coisas não ficam com aquela estampa horrorosa da bolsa do Gato Félix. Fica só verde. Mas tirando a bolsa do Gato Félix, que eu tinha te falando, o meu sonho era ser o Jasper. Ter aquele cabelo Black Power e usar aquela blusa de oncinha, calça colada e me transformar no Jasper.
Ele não quer nem ser o Jasper, ele quer ser o japonês que vira o Jasper. E o poderoso porco fala, aliviado, agora que você já soltou a bolsa do gato Félix, qualquer coisa que eu falar tá de boa. Quando o moleque eu queria ser o Chaves, porque no jardim toda brincadeira só sobrava pra eu ser o Kiko. Que triste você ter que ser o Kiko, cara. Continuando aqui, o Diogo diz que ele ia ter a casinha do Snoop, vivia altas aventuras lá.
E o Hell questiona, porra galera, vocês não pensavam em ser o Thunder Tank pra passar em cima de todo mundo? Vocês não eram crianças saudáveis? Hell fala da vez que ele foi fantasiado de comediante numa festa de faculdade, onde ninguém sabia o que ele era, até de Zorro ele foi chamado. Ah, comediante do Watchmen. Acho que foi igual o Malandrox sentiu quando foi na Zombie Walk fantasiado de Malandrox. Ficou triste que ninguém reconheceu.
Eu não lembrava dessa história, puta que pariu. Hél fala do amigo que anotava todas as paradas que o MacGyver fazia e conta pela primeira vez a história que eles quase morreram tentando fazer o lança-as-camas de botijão de gás. Ele fala que já se contou de MacGyver, que tinha um cabelo de mula de 17 aos 14 anos.
E Changer propõe partir para o próximo assunto. O caso de um fã que, numa convenção em Chicago, mandou o Leifold pedir desculpas por heróis renascem. E depois esse mesmo fã, de uma forma muito bunda-mola, jogou na mesa o Leifold uma edição de Como Desenhar Super-Heróis pelo Metro Margo. Perdeu um pouco do... Ah... É. Irmão, essa galera, brother.
Uma galera que gosta de umas paradas e acha que tá fazendo justiça sendo babaca, na verdade. Só encontra um motivo pra ser babaca. Quando, na verdade, você podia... Se você é pra atacar o Life Age assim, você podia falar da Image.
e eu acho eu acho errado sim sabe se você não gosta do life para que que você vai ficar remoendo essa parada se você fosse babaca pelo menos seja babaca pelo motivo certo por gibi filho da puta
Eu acho estranho, assim, porque as paradas que eu não gosto, eu evito, entendeu? Eu não vou ficar indo lá, tipo, sei lá, não gosto de sertanejo universitário. Eu não vou ficar indo em lugar que toca sertanejo universitário pra ficar reclamando que tá tocando sertanejo universitário. Eu vou ficar caçando. Hum, tem um podcast aí, ô.
Não vou ficar caçando a galera que faz sertanejo universitário pra falar, aprende a tocar música. Meu irmão, não quer, quero distância. Vai ser feliz fazendo a tua parada aí ou vou ser feliz catando as paradas que eu gosto. Que mania de ficar remoendo as paradas que não gostam e querer ficar, sei lá, brigando, perdendo esse tempo.
Mas eu mantenho que o mais patético a mim é reclamar de sei lá quantos anos depois de herói nascem, filho da puta. Isso nem é mais canônico. É o cara que, na verdade, ele não quer nem reclamar, entendeu? Ele quer tirar a ondinha de que eu fui lá e joguei o negócio na cara do live e olha como... Sabe, ele... O cara que não fez nada...
Na vida dele não tem algo pra ser vangloriado, tipo ah, olha só esse aqui que eu construí, olha só isso que eu criei, olha esse aqui, não sei o que. Não tem nenhuma personalidade maneira. Aí ele vai fazer esses feitos. Ah, olha só, xinguei ele no Twitter e ele me respondeu. Entendeu? É tipo isso. É o cara que preencheu o vazio da alma dele através de importunar uma pessoa.
Eu acho, Carlos, que isso foi... Você falou de um lugar específico. Específico demais. Específico demais, é. Mas eu estou desde o início fazendo isso. Deixa eu continuar aqui. O Change questiona se ele não acha que teria sido falta de respeito. E o Real responde, falta de respeito é o desenho do Life.
Vou até dar mais outro exemplo bem específico. Quando eu fazia Zorra Total. Meu irmão, tinha uma comunidade no Orkut chamada... Eu odeio Zorra Total. Até aí, ok.
que é atualizada semanalmente, comentando os sketchs do Zorra Total. Irmão, se você não gosta, pra que você tá vendo isso semanalmente, cara? Não consigo entender. Não consigo entender. Às vezes a pessoa precisa do ódio. Não tem mais nada na vida dela. Ok.
Falando em ódio, o Hell disse que entende os desenhistas que condenaram a atitude do Leifert, afinal, toda a indústria, a moda pega podia sobrar pra eles, e o Change tenta bancar o advogado do diabo, diz que a culpa não é do Leifert e de quem compra. Hell fala que é um pensamento imediatista, que é igual dizer que a culpa do político ruim tá no poder, é do povo que vota, ignorando que tem toda uma estrutura que cabe a ter as pessoas.
Mesma coisa em indústria, matificação do marketing vai na cabeça das pessoas. Nossa, tá... foi um belo podcast.
Ele falou que ele tava falando com o Ultra, seu comunista de faculdade, que percebeu, né? O capitalismo venceu, ninguém mais vê a estrutura do poder, a pessoa só vê imediatismo. Voltando ao tema do livro do Máximos, que um dia vai vencer no clube do livro. Diferente ao comunismo. Diferente ao comunismo. Como no comunismo vencerá, já diria, diria o imperador. Pouco fala que tem muito colecionismo também, que a galera compra tudo pra não deixar o buraco na coleção. E o Change Lembrede é chamado de quando... Ai, caralho.
É a porra do que a gente acabou de falar. Quem te lembra a chamada de quando o Lyfer desenhou os Titãs? Ah, vamos lá, a gente sabe o que é ver essa revista. Você é o Malassa que falou isso? Eu acho que foi o Malassa. Foi o Malassa, mas, de novo, eu não li esse comentário, não passamos as coisas, não encaminhamos a conversa para isso, mas, realmente, você vê que o MDM é um ciclo, né? A gente está falando da mesma coisa de sempre.
É... O... O real argumenta. O pior do Leifert é que tu não vê evolução no desenho. É a mesma merda. Tem artista que vai evoluindo, tipo o Brian Hitch. Ou vão piorando, tipo o John Byer. Mas eu acho que o Leifert piorou muito. Eu acho que o Leifert piorou. Eu acho que o Leifert piorou. Piorou muito. Porque no começo ele até era... Ele ia no Rapini Columba.
Existem algumas coisas do Deadpool Que são assim Existe uma triste tendência Entre a grande maioria dos desenhistas Que assim, você tem uma curva, dá uma melhorada e tal E depois vai Se chama envelhecer O ser humano vai deteriorando Vai deteriorando Salvo exceção, tem uns caras que se mantêm até o final É porque o caso do Leifold Não foi na velhice Exatamente Ele piorou Muito jovem Ele me ama
Eu entendo, né? Eu sou saco também, deve ser cansado. Vou fazer de qualquer jeito aqui. Deixa eu só... Deixa eu reiterar aqui minha argumentação, que assim, eu entendo reclamar das paradas, sabe? Não gostar e odiar e falar mal. Eu não entendo você ir falar mal pra pessoa que faz a parada, sabe? Tipo, pra pessoa...
Por exemplo, a gente tá aqui falando mal do Life, não sei o que, tá? Agora, ir até o Life, tipo Espesinhar o cara, sabe? Eu acho muito Nosso pai é Eu acho que a gente devia fazer um podcast sobre isso É, mentira É o que a gente tá fazendo? Não, podcast inteiro, graças a Juntos Temos mais tempo no MDM
O Change fala do Capitão América do Life O Diogo diz que tá tão ruim Que ele achou que fosse galeria MDM Que isso? Por isso que o Diogo não é mais chamado Neste Reversos chega no podcast No prazo de 42 minutos que havia falado E avisa que vai comer Após o longo discurso do Real Change pergunta pro Reversos o que ele estava comendo E depois revela que a janta do Change Foi sopa de ervilha com skin Deixando todos chocados e dojados Abre aspas E aí
A culinária do Change é a coisa mais favorosa do mundo, diz o reflexo poderoso porco. Mal sabia ele. O Change é a única pessoa que virou vegano e conseguiu se alimentar pior. Uhum.
A gente aprova cabal que, tipo, você pode ser vegano e continuar se alimentando ruim. Voltando ao papo, o Reverso diz que não adianta só não comprar as histórias ruins porque elas são canônicas, uma mancha eterna na história dos personagens. E o Hell fica surpreso com o pessoal reclamando que a atitude do cara de criticar o Leffert por parte de respeito, justamente no MDM, o lugar de mais se desrespeita tudo. Como mudamos com o tempo, né?
E um longo papo em tão soleno e sério se segue. Questão de qualidade nem sempre representa popularidade. Olha o MRG, o podcast deles é muito melhor, mas o MDM faz muito mais sucesso. O MDM é o hobby life desses podcasts. E íamos vivo.
Dizem as mais línguas que até o Nerdcast vai acabar. Então, tudo o que você precisa é de uma falta de interesse, de uma gravação no automático, de uma sensação de, tipo, é meu trabalho de estar aqui quinta-feira de noite conversando com as pessoas, que o podcast vai durar para sempre. Tudo isso. Isso ainda é Grand Design ou é você? É. Você abriu aspas aí. Não abriu aspas. Você fechou aspas e abriu parênteses.
Eu posso abrir um parênteses? Dentro do parênteses? Pode. É um minuto que eu tô no buraco aqui, que eu tô pesquisando o elenco do Superviki. Caraca. Por que não? A Superviki, a atriz, tá com 51 anos. É isso que eu queria dizer. Olha, você tá jogando isso no Surubão? Não, não. Por favor. Alimiza. 51 anos. Como é que pode, cara? Caraca, e o Out of This World que você mandou, cara, parece que o Márcio Ribeiro tá no elenco.
Caraca, eu não sei o que eu estou ligando. É... Me perdi aqui.
Change diz que tem certa preocupação Dessa atitude de respingar artistas de traço Mais estilizado E eu lembro que tem imbecil nos comentários de MDM Que diz que o Kirby é tão ruim quanto o Life Jesus Cristo Eu lembro da camisa Dundidio Must Die Que o próprio Dundidio adotou Fez camisa pra vender gibi E sobre críticos Change diz que nem sempre um bom profissional Vira um bom crítico Olha o Neto, jogava pra caralho Mas como comentarista só fala merda Veja só Change, Change erra realmente E agora um bom médico
Porque hoje o Neto é o que mais fala certeiramente sobre o Neymar. Eu gosto do ódio que o Neto tem do Neymar, que... É personagem. Mas funciona. Sim, sim, sim. Neto que eu já pude... Já encontrei com ele uma ou duas vezes em jogo, ele é bem gente fina, cara. Tá tão bem o filho dele? Que nem o Cassio? Não, não. Encontrei ele ali, tipo, corredor ali. Não sei se ele tava com o filho, acho que ele tava trabalhando. Foi bem brother. Rádio Neto!
Não, é porque ele tava na Transamérica. Transamérica? É... Hel lembra da piada do botão Explodir Leitor e o Reverso diz que o Malandrox acreditou e queria saber onde ficava esse botão. E após as considerações finais e que Hel prevê que a sociedade está se encaminhando pra tornar a sociedade o demolidor do Stallone, lembrando que isso foi há 15 anos, há um pequeno trecho que o Change conclama um flashmob do 15minutos.net o blog de fofoca do Nerd Reverso.
Mas o Change erra e acaba comentando com o perfil dele no disco. Os outros desejam comentar por isso, ficando Change sozinho nessa. E se encerra o episódio 38. Em 2009, quando eu falei 15 anos, eu estava de sacanagem. Mas não, realmente foi há 15 anos. Mais que 15 anos. Dormi? Não, 15 anos certinho. 15 anos certinho? Não. Ah, tô muito foda-se. Tudo bem, Lachim? Não, tô muito tarde. Eu dormi muito pouco com o celular. Eu sou burro, então não nem...
tentar me defender aqui. Então, pra terminar, o Cadu Simões falou que, será que vocês podiam ressuscitar o bloco do xingamento de todos mandarem o prefeito da minha cidade? Gerson Pessoa, que jogou no listro os livros da Biblioteca Municipal de Osasco e tomar bem no meio do cu dele? Então, eu vou fazer aqui um cronômetro de 15 segundos pra gente xingar aqui. Qual o nome do... Vai ser meio...
Vai ser meio acústico, que tá todo mundo meio cansadinho já. Tudo bem, né? Vai ser todo o seu bloco de xingamento. Ninguém vai checar pra saber se é verdade, se a gente não tá xingando a pessoa errada e tal. Não, né? Gerson Pessoa. Gerson Pessoa, tá bom. Não, tô... Osasco, político brasileiro filiado ao Podemos. Já mereceu, já.
Então aí, cargo prefeito de Osasco, deixa eu ver aqui, eu só... Não tenho o que duvidar de Cadu Simões, mas se você quiser processar, é arroba que sacanagem. Mas enfim, todo político tá aí pra ser xingado, então vou botar aqui o quilômetro. 15 segundinhos de xingamento franco valendo em já.
vai tomar no seu ovo cara de mamão não é possível, dá pra fazer tanta coisa com você mesmo tá fazendo na sociedade jogando livro não é ler, não lê mas não joga no risco sair de quarto não levanta mais tá difícil de chegar hoje em dia aposto que não sabe ler caralho
que merda, caralho porra, não é porque você é burro que todo mundo sabe que você é burro também mas quem somos nós pra julgar, não é mesmo? 42 segundos eu fui percebendo, eu fui falando e o advogado presente na gravação controlou a palavra, eu falei hum, vou controlar vou controlar quando o advogado na gravação fala cara de mamão, você fica esperto advogado paloma um abraço
E é isso. Mais alguma coisa? Eu vou trazer... Não vou deixar avisado, não. Quando acontecer, vai ser surpresa. É aquilo lá que você falou? É, vou trazer um convidadinho aí, semana que vem. Bem maneiro. Eu tinha uma coisa pra falar, mas isso vai ser no Proibidão, porque vocês não podem saber ainda. E é isso. Olha aí, hein? Vai abrir o seu coraçãozinho.
Não, é um projetinho vindo aí. Aguardem a novidade. Se bem que, porra, o... O Léo já colocou no Instagram, então foda-se também. Aguardem a novidade. Não, vamos... Ah, vocês estão ficando? A gente está ficando. Que maneiro, mas eu estou ouvindo. Parabéns ao casal. Ele está vindo aqui no Rio a gente se beijar de língua. Ai, que imagem, rapaz. Olha. Aquela barba toda.
Imagina a língua tendo que atravessar toda aquela barba pra chanhar na boca. Pô, que delícia. Que escroto. Mas é isso, galera. Beijinhos. Até hoje. Tá bom, né?